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QUESTIONARIO APRENDIZAGEM E MEMORIA

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CEN TRO UNIVERS ITÁ RIO ES TA CIO DE S Á
DOCE N T E : ANA MARIA
DIS CIP L IN A : PSIC O L O GIA DA APRENDIZ AGEM E MEMO R IA
DIS CEN T E : FRANCISCA ARIADNA GO IS D E SOUSA
MAT RICULA : 2016012174 71
QUESTIONÁ RIO
Fortal eza, 5 de outub ro de 201 7.

1. Qua is as c on tr ib u õ es do s estud o s psicó log ico s p a ra o ca mpo d a edu c ação ?
Iden t ifiqu e as pr inc ip ai s t emát ica s estud a d as e exp liq ue a s co n c ep çõ es.
R. A ps i cologi a no ca mpo da educ ã o a j uda o profes s or a des envolver c onheci men tos
e ha bil i da des , a l ém de c ompetênci a s , a titudes e val ores que o pos sibi l i te i r c ons truindo
s eus saberes -fazeres docentes , des envol ve nel e a c a pac idade de i nves tig a r a próp ri a
ativi da de, para , a partir dela , cons truir e tra ns forma r os s eus s a beres , num proces s o
contí nu o de c ons trução de s ua i dentida de c omo p rofes s or. Ao t rans mi tir o
conhec i me nto pa ra os a l unos o profes s or des empenhará também a funç ã o de
for ma dor da pers ona l i dade de s eus a l unos no proces s o ens i no -a prendizag em, pois o
al uno po r s ua vez é um s uj ei to a tivo de s eu process o de f or ma çã o e des envolvimen to
intel ec tual , a fetivo e s oc i al ; e o profes s or tem o papel de media do r do p roc es s o de
for ma çã o do a l uno; a media ç ã o próp ria do tra bal ho d o profes s or é fa vorec er/p ropic i a r
a i nter-rel a çã o (encontr o/co nfront o) ent re s ujeito ( al uno) e o objeto de s eu
conhec i me nto (c on teúdo es c ol a r); nes sa media çã o, o s a ber do a l uno é uma di me ns ã o
importa n te do s eu proces s o de c onheci men to (p roces s o de ens i no-a prendi zag em).
Es tuda mos a pa ss ag em de uma c onc epção de ps i cologi a a pl i cada à educa ç ão para uma
conc epç ã o da ps i cologi a da educa ção c omo u ma di s c ipli na - ponte obri g a a reorg a nizar
o pró pri o c oncei to de a pli ca ç ão do conhec i ment o ps i c ol óg ic o. C ontra ri a men te a o que
apres enta a tra diçã o his tóri ca em ps icolog i a da educ a çã o, já que s e tra ta a penas de
apli c ar e uti lizar os c onheci mentos que u ma di s c ipli na bá sic a prop orc i o na (ps i c ol og ia
ci entif i ca ) para res olver os problema s que s e a pres enta m no âmbito da a tividade
hu ma na que é a educ ã o. A fi na l i da de dess a a na lis e conti nua s endo a a plica ç ão,
pode-s e dizer que n os encont ra mos dia nte de uma di s ci pli na aplic ada que tem c omo
objeti vo g era r u m c on hec i men to n ovo, o ri entad o, pri mo rdi a l me nte, para a pl i ca ç ã o.
2. P ar t in do das c on d õ es hu man as b i o g ic as e ant r op o ló g ic as, q u al a imp o rt ânc ia
d a apr en dizagem p ara a v id a h u ma na?
R. A i mpor nci a da a prendi zag em na vida do i ndivi duo vari a eno rme men te, de u ma
es péc i e pa ra outra . Entre os a ni mai s i nferi ores , a a prendi zag em é lenta de pequena
extens ã o e s em g ra nde i mportância na vida a nima l . Os prot ozoá rios j á nas c em
pra tica men te a ma du reci dos , ou s eja , não poss uem i nfância os efei tos da
aprendi zag em q uas e não ex erc em i nfluenci a s na s ua vida. De todos os a ni ma i s , o
ho mem p os s ui o menor n u mer o de rea ç ões i natas , fi xa s e va ri ávei s . Sua i nfância é ma is
long a e poss ui r mai or c a pa c i da de para tira r provei t o da experi ência . Na vida huma na a
aprendi zag em s e inic i a a té a ntes do na s cimento e s e prolonga a te a morte.
A a prendizag em é a fi nal um proces s o fundame nta l da vida. Todo i ndi viduo a p rende
através da a prendizag em e des envol ve ass im c ompo rtame nt os pra viver.
3. O q u e se en t en d e p or ap r end izagem? E xp l iqu e co n sid erando c r it ér io s q u e a
d efin em e d ifer enc iam d e ou tr o s pr o c essos p sico g ic o s.
R. Pode-s e di zer que a pren dizag em é o proces s o de a quis iç ão e a ss i mi la ç ã o, ma is ou
men os c ons c ientes , de novos padrões e nova s forma s de perc eber, s er, pens ar e a g i r.
O que a diferenci a de outros proces s os ps i cológ ic os é o fa to da a prendizag em não s e
li mi ta r a o obs ervável, s e l i mi tarmos , es tarí a mos excl ui ndo dela o que tem mai s

ess encia l : a c ons c iência , a f orma çã o de val ores , dis pos iç ões e f orma s i nteri ores de
pens a r, s er e s entir que s e ex teriori zam apena s em a l g uma s atitudes e aç ões , mas nem
s empre s ã o i mediatas e obs erváveis . A a prendi za g em rep res enta não a penas uma
ativi da de, mas c erta permanênci a , embo ra nã o s endo def i ni tiva, el a s e ca ra c teriza
ma i s pel a dis posi çã o nova que s e c ri a pa ra continuar a a prender .
Pela verdadeira a prendi zag em o h o mem s e tor n a ca da vez ma is cons ci ente de s i
mes mo, e po r es s a razão, s ente nec essi dade de s eg uir a prenden do.
4. A ap r en d izagem o co r r e semp r e n u m sent ido po sitiv o ? E xpliq u e e j u stifiq u e
su a r espo sta .
R. Acredito que a pre ndizag em oc orre s empre n o s entido pos i ti vo, l evando- nos dia nte
de uma s itua çã o des a fi a dora a a daptarmos , ex ig indo modif i ca ç ão. O a mbi ente s e torna
de tal modo f a vorável à modi fi ca ç ã o ou des f a vorável a permanê ncia , que a pess oa
enten de que deve modif ic a r-s e, que prec i s a adquirir n ova a titude pe ra nte as cois as . O s
es tí mul os sim pode m s er pos i tivos ou nega tivos , ou mel hor, a g ra dáveis ou
des a g ra dáveis : podem exp ri mi r u m des ej o de u ma c oi s a boa, ou a fug a de a lg o pior.
Em ra zã o des s es es tímul os , a pess oa proc ura a g i r e a dquirir os c onheci me nt os , val ores ,
atitudes , que l he s ã o of ereci dos , e que repres enta m u m bem pa ra el as .
5.Ap esar d a ap ren d izag em esta r rela cio nad a a mu d an ças n o o rga n ismo , p o rq u e
n em tod as as mu d a nça s no ser h u man o são result ado s d e ap r end izagem?
Expliq ue.
R. E xis tem muda nça s no s er huma n o, que inde pende m de a pre ndi zag ens , tai s c omo
aquel a s dec orrentes dos proces s os ma tura tivos , entre el a s : mudanças em funçã o da
aqui s ã o da ma rcha, da l inguag em ou mu da nças evol utiva s . Independen tes também
da s a prendizag ens , enquadra m-s e aqui muda nç a s que ocor re m po r dis funç ã o do
org a nis mo ( doença s , fa dig a , es tres s e) ou por difi culdades ps i cológicas (neuros e,
apatia , i ndiferença e etc.) Q ua ndo o i ndividuo es s ob ef ei to dess es fa tores ,
ma nifes tam-s e mui tas muda nç a s comportame ntai s s i g ni fi c ativas , mas que não podem
s er imputadas a a prendi zag em.
6. O q u e é ap r end izag em for mal e in for mal? Descr ev a, expl iqu e e exempli fiq u e.
R. A pr en d izag em In forma l : São as aprendi zag ens a dquiri das no mun do, o nde a
evoluçã o hu ma na a contece em fa c e das experi ênci as e s i tuaç ões que vão s urg i ndo,
s em que ha j a uma prog ra ma çã o prévia , s em que a situa çã o s eja pla nejada e
objeti vada. Es tas a prendi zag ens l evam e muito o s uje i to a mudança e a evol ução.
As sim muita cois a a contec e s em que haja uma deli bera ç ão pla nejada; é o que
ac ontece c omo a p rendizag em ci rc u ns tanc i a l, s ig nifi cando um g ra n de mer o de
aprendi zag ens na vida huma na . E xemplo : a ma nei ra em que a pre nde mos a fa la r a
nos s a l íngua, o modo c omo a pren de mos a ser quem s omos a forma c omo a p rende mos
a nos sa cultura .
Ap r end izag em For mal: O nde os eventos devem s er org a nizados , pla nej a dos e
enc a dea dos de tal forma que s ej a poss í vel a o a prendi z vi s lumbra r c oe rênci a e