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Unidade II SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prof. Alexandre Fernandes Objetivo Esta unidade abordará algumas técnicas de prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde, bem como a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde A disciplina está dividida em duas unidades: Unidade I Acidentes de trabalho na sociedade atual. Higiene pessoal. Riscos associados aos trabalhadores de saúde. Resíduos de serviços de saúde. Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde A disciplina está dividida em duas unidades: Unidade II Prevenção de acidentes de trabalho na área de saúde. Equipamentos de proteção individual (EPI). Prevenção de gestão de acidentes com materiais perfurocortantes. Aids, hepatite e tuberculose. Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) deve ser implantado com o objetivo de eliminar ou reduzir ao mínimo possível a exposição dos trabalhadores do serviço de saúde aos agentes biológicos. O PPRA determina uma série de análises e atitudes para atingir esse objetivo. A seguir, veremos o que o plano de trabalho para a implantação do PPRA inclui: Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde 1. Identificação do risco biológico: leva em consideração os agentes epidemiológicos mais frequentes. Essas informações podem ser obtidas nas Comissões de Controles de Infecção Hospitalar, em serviços de assistência médica e estatística, prontuários, serviços de vigilância epidemiológica, no serviço médico de atendimento aos trabalhadores ou no Ministério da Previdência Social. O processo de prevenção de riscos biológicos deve também buscar identificar: Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde a) Fontes de exposição e reservatórios: incluem seres humanos, animais, objetos ou substâncias que abrigam o agente biológico, tornando possível a transmissão a um hospedeiro ou reservatório. b) Via de transmissão: consiste no percurso realizado pelo agente biológico a partir da fonte de exposição até o hospedeiro. A transmissão pode ocorrer de forma direta ou indireta. c) Vias de entrada: são os tecidos ou órgãos pelos quais o agente biológico penetra em um organismo. As vias de entrada incluem a cutânea, parenteral, respiratória, oral ou contato com mucosas. Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde d) Transmissibilidade, patogenicidade e virulência do agente: capacidade de transmissão de um agente biológico para um hospedeiro. O intervalo de tempo durante o qual um organismo transmite um agente biológico é denominado de período de transmissibilidade. e) Persistência do agente biológico no ambiente: a persistência refere-se à capacidade de um agente biológico permanecer em determinado ambiente, mantendo a possibilidade de causar doença. Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde 2. Avaliação do local de trabalho e do trabalhador: tem o objetivo de identificar e descrever as condições de trabalho que influenciam na saúde, bem-estar e segurança do trabalhador. Para tanto, devem ser considerados os aspectos físicos e organizacionais do ambiente de trabalho, bem como os aspectos psicossociais do grupo de trabalhadores (MTE, 1994). Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde 3. O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO): segundo a NR-32, o PCMSO deve ser elaborado e implementado em todas as empresas, independentemente do número de empregados ou do grau de risco da atividade. As diretrizes para a operacionalização do PCMSO foram publicadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, no DOU de 1º/10/96. A elaboração e implantação do PCMSO deve estar atrelada à identificação dos riscos biológicos previstos pelo PPRA (MTE, 2005). Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde 4. Algumas medidas de proteção previstas pela NR-32 A adoção de medidas para o controle de riscos deve seguir a ordem de prioridade: a) Medidas para o controle de riscos na fonte, que eliminem ou reduzam a presença dos agentes biológicos. Ex.: redução do contato dos trabalhadores do serviço de saúde com pacientes-fonte, indivíduos potencialmente portadores de agentes biológicos, evitando-se procedimentos desnecessários (MTE, 2005). Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde 4. Algumas medidas de proteção previstas pela NR32 b) Medidas para o controle de riscos no trajeto entre a fonte de exposição e o receptor / hospedeiro, com objetivo de prevenir ou reduzir a disseminação dos agentes biológicos. Ex.: planejamento e implantação de procedimentos de recepção, manipulação e transporte de materiais (MTE, 2005). Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde 4. Algumas medidas de proteção previstas pela NR32 c) Medidas de proteção individual. Ex.: proteção das vias de entrada do organismo (cutânea, respiratória, mucosas) por meio de Equipamentos de Proteção Individual (MTE, 2005). Interatividade Percurso realizado pelo agente biológico a partir da fonte de exposição até o hospedeiro. A que estamos nos referindo? a) Fontes de exposição e reservatórios. b) Vias de entrada. c) Transmissibilidade. d) Vias de transmissão. e) Nenhuma das anteriores. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Conceito Dispositivos de uso pessoal destinados à proteção da saúde e integridade física do trabalhador. As instituições de saúde devem adquirir e fornecer EPIs aos trabalhadores sem nenhum custo adicional, devendo ainda proporcionar capacitação para o uso correto dos equipamentos (MTE, 2005). Vamos conhecer alguns: Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Jaleco: item para proteção da parte superior e inferior do corpo; previne a contaminação de origem biológica, química e radioativa, além da exposição a sangue, fluidos corporais etc.; deve conter manga longa, usada fechada sobre as roupas pessoais; sendo descartável, deve ser resistente e impermeável. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Avental: pode ser utilizado sobre ou sob o jaleco; pode ser confeccionado de diversos produtos, como cloreto de polivinila (PVC) para exposição a produtos químicos, borracha para lavagem e limpeza de vidrarias, equipamentos ou instalações; e Kevler ®, para exposição ao calor (MEC, 2006; LIMA e SILVA, 1996). Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Macacão e traje de pressão positiva: o macacão em peça única deve ser confeccionado em tecido resistente e descartável para uso em laboratório NB-3; para utilização em laboratório NB-4, deve-se usar traje de pressão positiva em PVC, que é feito em peça única impermeável, com visor acoplado ao macacão, sistema de sustentação de vida (no qual o ar é filtrado por filtro HEPA), compressores de respiração de ar, alarme e tanque de ar de emergência (MEC, 2006; LIMA e SILVA, 1996). Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Luvas: barreira de proteção que previne a contaminação das mãos do trabalhador; reduzem a possibilidade de transmissão dos patógenos presentes na mão do trabalhador para o paciente; protegem o trabalhador de riscos biológicos, químicos e físicos, incluindo queimaduras químicas por substâncias corrosivas, inflamáveis ou irritantes; calor (fornos e muflas) ou frio extremo (material congelado e nitrogênio líquido); mordidas, cortes ou arranhões provocados por animais; manuseio de culturas de células e materiais biológicos. Equipamentos de ProteçãoIndividual (EPI) Outros tipos de luvas: luvas de látex – protegem o trabalhador dos materiais potencialmente infectantes; luvas para o manuseio de produtos químicos – correspondente ao produto manipulado; luvas de proteção ao calor – manuseio de autoclaves ou mesmo fornos; luvas de proteção ao frio – manuseio de componentes de baixa temperatura. Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Óculos de segurança: proteção dos olhos de borrifos / salpicos durante a manipulação de substâncias. Mascaras faciais: proteção da face e olhos à exposição a fragmentos sólidos. Equipamento de proteção respiratória: manipulação de substâncias com risco químico ou biológico. Proteção auricular: proteção em situações de ruídos excessivos. Entre outros. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Conceito: Consiste em equipamentos que auxiliam na segurança dos trabalhadores de serviços de saúde e laboratórios, na proteção ambiental e proteção do produto ou pesquisa envolvida. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Autoclave: promove a esterilização de equipamentos termorresistentes e insumos por meio de calor úmido (vapor) e pressão. Chuveiro de emergência: consiste em chuveiro com diâmetro de 30 cm que pode ser acionado por alavanca de mão, cotovelo ou pé; deve ser submetido à manutenção constante e instalado em local de fácil acesso. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Lava-olhos: consiste em um dispositivo formado por dois pequenos chuveiros de média pressão acoplados a uma bacia metálica; o ângulo do jato de água dos chuveiros deve ser direcionado para a lavagem ocular; pode ser acoplado ao chuveiro de emergência ou ser do tipo frasco de lavagem ocular. Microincinerador: consiste em um dispositivo elétrico ou a gás usado para flambar alças microbiológicas ou instrumento perfurocortante no interior da Cabine de Segurança Biológica. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Centrífugas: devem possuir sistema que permita a abertura somente após o ciclo completo de centrifugação, copos de segurança e sistema de alarme quando ocorrer quebra de tubos. Agitadores e misturadores: devem possuir sistema de isolamento que contenham os aerossóis formados durante sua utilização; utilizá-los no interior da Cabine de Segurança Biológica caso não possuam sistema de isolamento. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Caixa ou container de aço: consiste em recipiente com alças laterais e tampa, confeccionados em aço inoxidável, autoclaváveis, à prova de vazamento, utilizado para acondicionar e transportar material contaminado por agentes de risco biológico. Interatividade Utilizado para manipulação de substâncias com risco químico ou biológico, sobretudo em casos de emergência envolvendo derramamentos e fugas de gases. Qual o equipamento necessário? a) Proteção auricular. b) Touca ou gorro. c) Jaleco. d) Protetores para os membros inferiores. e) Equipamento de proteção respiratória. Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes O programa para prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes foi abordado no anexo III da NR-32. Visa a proteção, segurança e saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde. Materiais perfurocortantes: materiais utilizados na assistência à saúde que têm ponta ou gume, ou que possam perfurar e/ou cortar. Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Informações importantes Conforme as normas preconizadas pela NR-32, o trabalhador que utiliza objetos perfurocortantes deve ser responsável pelo seu descarte e o processo de trabalho deve ser considerado como finalizado somente após o descarte seguro desses materiais. O descarte deve ser realizado em recipiente apropriado, situado o mais próximo possível do local onde o procedimento é executado. Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Informações importantes Conforme estudos realizados, 80% dos acidentes com objetos perfurocortantes ocorrem antes do descarte do material. Os ferimentos com objetos perfurocortantes estão principalmente associados à transmissão ocupacional dos vírus de hepatite B, hepatite C e HIV. Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Informações importantes É proibido o reencape e a desconexão manual de agulhas, objetivando reduzir a ocorrência de acidentes de trabalho com agulhas. 15 a 35% dos acidentes de trabalho com perfurocortantes ocorrem devido à prática de reencapar agulhas. Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Comissão Gestora Multidisciplinar O empregador deve constituir uma comissão gestora multidisciplinar para elaborar, implementar e atualizar o plano de prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes. Essa comissão gestora deverá analisar as informações referentes aos acidentes de trabalho que envolvam materiais perfurocortantes, além de elaborar e implantar registros e investigação de acidentes e situações de risco. Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Algumas recomendações para a redução de acidentes com materiais perfurocortantes: uso rotineiro de barreiras de proteção quando houver possibilidade de exposição de pelo e mucosas com sangue ou outros materiais biológicos; ter máxima atenção durante a realização de procedimentos; Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Algumas recomendações para a redução de acidentes com materiais perfurocortantes: nunca usar os dedos como anteparo durante a realização de procedimentos com materiais perfurocontantes; as agulhas não devem ser reencapadas, entortadas, quebradas ou retiradas da seringa com as mãos; agulhas não devem ser utilizadas para fixar papéis; Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Algumas recomendações para a redução de acidentes com materiais perfurocortantes: todo material perfurocortante deve ser desprezado; os coletores para descarte de material perfurocortante não devem ser preenchidos acima do limite de 2/3 de sua capacidade total e devem ser colocados próximos ao local onde o procedimento é realizado; Prevenção e gestão de acidentes com materiais perfurocortantes Algumas recomendações para a redução de acidentes com materiais perfurocortantes: disponibilizar adequadamente os equipamentos de proteção; usar luvas, máscaras, capotes, calçados bem fechados. Interatividade Assinale a alternativa que corresponda a um Equipamento de Proteção Coletiva (EPC): a) Dispositivo de pipetagem. b) Dosímetro para radiação ionizante. c) Touca ou gorro. d) Lava-olhos. e) Proteção auricular. Aids, hepatite e tuberculose As doenças ocupacionais são resultantes de exposição a certos agentes químicos, físicos e/ou biológicos presentes no local de trabalho. Juntos, eles constituem a maior causa de doenças e mortes nos países industrializados. Nos países em desenvolvimento, onde há falta de experiência em relação à saúde do trabalhador, as condições deste frequentemente oferecem situações de perigo. Aids, hepatite e tuberculose A partir do século XX, passou-se a discutir a preocupação específica relacionada com os trabalhadores da área de saúde. O imprevisível e diversificado comportamento das doenças infecciosas emergentes e reemergentes tem acarretado a discussão das condições de biossegurança nas instituições de ensino, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e deprestação de serviços. Aids, hepatite e tuberculose Normatizações As primeiras normatizações e diretrizes sobre os aspectos de prevenção em atividades realizadas em serviços de saúde se deram a partir de publicações dos chamados Centers for Disease Control and Prevention (“Centros para Prevenção e Controle de Doenças”), na década de 1970. Com a evolução do conhecimento, foi possível tomar medidas para reduzir os riscos de agravos à saúde, decorrentes dos acidentes com material biológico contaminado. Aids, hepatite e tuberculose Vale lembrar que o risco de infecções ocupacionais dependerá de vários fatores, como as atividades realizadas pelo profissional e os setores de atuação dentro dos serviços de saúde, a natureza e a frequência das exposições, e a probabilidade de a exposição envolver material infectado pelo agente infeccioso. De forma geral, a transmissão dos agentes biológicos ocorre por inalação, penetração através da pele, contato com pele e mucosa ou ingestão. Aids, hepatite e tuberculose Na análise do risco, nas infecções por patógenos de transmissão sanguínea destacam-se como mais importantes os vírus das hepatites B e C, do HIV e da tuberculose. Vamos conhecer um pouco sobre essas doenças: Aids, hepatite e tuberculose Hepatite B (HBV) Os CDCs estimaram a ocorrência de 12.000 infecções por HBV entre trabalhadores de saúde 1985. Desde então, houve uma redução progressiva do número de infecções para cerca de 500 casos no final dos anos 2000. O declínio (95%) de casos de hepatite ocupacional ocorreu devido à imunização dos trabalhadores de saúde. Além disso, medidas de precauções também diminuíram a exposição a sangue ou outros materiais biológicos. Atualmente, muitos trabalhadores de serviços de saúde são imunes à hepatite B devido a vacinação prévia. Aids, hepatite e tuberculose Hepatite B (HBV) O sangue é o principal responsável pela transmissão ocupacional do HBV, mas o vírus também pode ser encontrado em concentrações inferiores no leite materno, líquido biliar, liquor, fezes, secreções nasofaríngeas, saliva, suor e líquido articular. Aids, hepatite e tuberculose Hepatite C (HCV) O vírus da hepatite C (HCV) somente é transmitido eficientemente por meio do sangue. Porém, a taxa média de soroconversão após exposição percutânea é de apenas 1,8% (variando de 0 a 7%) e só ocorreram em acidentes envolvendo agulhas. O risco de transmissão por exposições a outros materiais biológicos é considerado muito baixo, já que casos de contaminação envolvendo pele não íntegra não foram reportados. Aids, hepatite e tuberculose Hepatite C (HCV) Em casos de exposição não ocupacional, é estimado que 30 a 40% dos casos não têm o modo de transmissão conhecido. Ao contrário do HBV, a chance de contaminação por superfícies contaminadas é muito baixa, mas alguns casos de contaminação por serviços de diálise já foram documentados. Aids, hepatite e tuberculose Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) Estudos apontam que o risco de transmissão do HIV é de 0,3% (0,2 a 0,5%) em acidentes percutâneos e de 0,09% (0,006 a 0,5%) após exposição de mucosas, enquanto o risco de contaminação após exposição de mucosas não é precisamente quantificado, mas estima-se que seja menor que o risco de exposições de mucosas. Sangue, sêmen e secreções vaginais são os materiais biológicos reconhecidamente envolvidos na transmissão do HIV. Aids, hepatite e tuberculose Líquidos de serosas (peritoneal, pleural, pericárdico), líquido amniótico, liquor e líquido articular são fluidos e secreções corporais potencialmente infectantes, mas de baixo risco para transmissão viral ocupacional. Suor, lágrimas, fezes, urina, vômitos, secreções nasais e saliva são materiais biológicos sem risco de transmissão ocupacional, sendo que a profilaxia e o acompanhamento clínico-laboratorial não são necessários. Aids, hepatite e tuberculose Os casos comprovados de contaminação por acidente de trabalho definem-se como aqueles em que há evidência documentada de soroconversão e sua demonstração temporal associada à exposição ao vírus. Também é comprovada a contaminação por acidente de trabalho quando há homologia de análise sequencial do DNA viral do paciente fonte e do profissional de saúde. Dados demonstram que, desde o início da epidemia da Aids (1981) até o presente, 103 casos foram comprovados e 219 casos prováveis de profissionais com contaminação ocupacional foram registrados. Aids, hepatite e tuberculose Um risco maior de contaminação esteve associado a exposições a material visivelmente contaminado por sangue, procedimentos com agulha inserida em acesso arterial ou venoso e lesão profunda. O risco foi aumentado com exposições envolvendo pacientes com Aids em fase terminal devido à alta carga viral. Foi reportado também que a profilaxia com AZT (zidovudina) reduziu em até 80% o risco de soroconversão após exposição ocupacional. Interatividade O medicamento zidovudina reduz em até 80% o risco de soroconversão após exposição ocupacional. A qual vírus estamos nos referindo? a) Hepatite A. b) Hepatite B. c) Hepatite C. d) HIV. e) Nenhuma das anteriores. ATÉ A PRÓXIMA! Slide Number 1 Objetivo �Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde� �Segurança e saúde no trabalho em serviços de saúde� Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Prevenção de acidentes de trabalho na área da saúde Interatividade Resposta Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) Interatividade Resposta Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Prevenção e gestão de acidentes�com materiais perfurocortantes Interatividade Resposta Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Aids, hepatite e tuberculose Interatividade Resposta Slide Number 56