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A CONTESTAÇÃO – modelo 04/05/2019 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ... (Juízo ao a qual foi distribuída a petição inicial) (espaço de 5 linhas) Processo n° ... (NOME COMPLETO DA PARTE RÉ), já qualificada, por seu advogado, com endereço profissional na (endereço completo), para fins do art._____ do CPC, nos autos da AÇÃO _________, pelo procedimento _______, movida por (NOME COMPLETO DA PARTE AUTORA), já qualificada, vem a este juízo, oferecer: CONTESTAÇÃO, para expor e requerer o que se segue: PRELIMINARES (defesas processuais, artigo 337 do CPC) Dilatórias Peremptórias PREJUDICIAL DE MÉRITO – prescrição e decadência (caso exista no caso concreto) MÉRITO Mérito Propriamente Dito (defesas materiais, artigo 336 e artigo 341 do CPC) RECONVENÇÃO OU PEDIDO CONTRAPOSTO- (art. 343 CPC/ art. 31 da Lei 9.099/95) (espaço de uma linha) PEDIDO Diante do exposto, requer: 1 - o acolhimento da preliminar (dilatória) com a consequente .... 2 - o acolhimento da preliminar (peremptória) com a extinção do processo sem julgamento do mérito (preliminares peremptórias do art. 485 do CPC). 3 - o reconhecimento da (prejudicial de mérito) e a extinção do processo com julgamento do mérito. 4 - no mérito, a improcedência do pedido autoral. 5 - a condenação do Autor aos ônus da sucumbência (custas judiciais e honorários de advogado) PROVAS Requer a produção de todas as provas em direito admitidas, na amplitude dos artigos 369 e seguintes do CPC, em especial documental, testemunhal, pericial e depoimento pessoal do autor. Pede deferimento. Local e data. Advogado (Nome completo do advogado e assinatura). OAB/UF nº... (Sigla do Estado da Federação e número da OAB do advogado) CASO CONCRETO: Caso Concreto Juliana Flores, brasileira, solteira, empresária, residente e domiciliado na Rua Tulipa, 333, Campinas /SPJ, procura você, advogado, portando mandado de citação recebido no dia de ontem, expedido pelo Juízo da 1ª Vara Cível Comarca de Campinas , relativo ao processo n° 1234, ação de Anulação de Negócio Jurídico proposta em 20 de janeiro de 2017, por Suzana Marques . Na petição inicial consta que Suzana doou no dia 18 de março de 2012 , o sitio situado na Rua Melão,121, Ribeirão Preto/SP, que tem o valor de mercado de R$50.000,00 (cinquenta mil reais), para o Orfanato Semente do Amanhã . Alega a autora que tal doação ocorreu em virtude da coação sofrida pelo mesmo já que era funcionária da empresa XYZ Ltda. Onde Juliana é sócia majoritária e presidente. Sendo certo também, que Juliana desempenhava a função de diretora do orfanato beneficiário da doação. A autora informa em sua inicial que diariamente a ré lhe dizia que deveria doar algum bem para a caridade a fim de que “reservasse seu espaço no céu”, crença da religião a qual pertencia. Receosa de ser demitida, já que trabalhava como gerente de recursos humanos da empresa , percebendo um excelente salário mensal, decidiu por doar um de seus três imóveis, o de menor valor à instituição supramencionada. Conclui informando que não deseja a designação de conciliação, requerendo a citação do réu bem como a procedência do pedido para anular o negócio jurídico, atribuindo à causa o valor de R$50.000,00. Juliana lhe informa o que se segue: Que efetivamente é sócia majoritária e presidente da empresa onde a autora trabalhava , que a autora percebia mensalmente o salário de R$15.000,00 (quinze mil reais) sendo certo, no entanto, que jamais coagiu o mesmo a realizar qualquer doação, sendo a liberalidade realizada por livre vontade já que a autora pertencia à mesma religião da ré . Esclarece que no mês seguinte à doação, ou seja, em abril de 2012, a autora pediu demissão por ter aceitado a proposta de emprego feita pela concorrente em fevereiro de 2012, em razão do melhor salário. Realmente a ré sugere que seus funcionários pratiquem atos de caridade. No entanto, jamais ameaçou quem quer que fosse como pode ser constatado por seus funcionários que adotam religião diversa e que jamais realizaram qualquer doação ao orfanato que era dirigido pelo ré. Por último esclarece que desde 2013 não é mais diretor do orfanato em questão. Por derradeiro esclarece que esta é a segunda ação intentada pela autora em face da ré com os mesmos argumentos e finalidade, sendo certo que a primeira, proposta em 10 de abril de 2015, tramitou perante a 2ª Vara Cível da Comarca de Campinas sendo julgado improcedente o pedido não sendo cabível mais qualquer recurso e que também não deseja participar da audiência de conciliação. Elabore a medida judicial cabível para defesa dos interesses do réu abordando as questões de direito processual e material.