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marcadores osseos

Relatório sobre marcadores bioquímicos da remodelação óssea na prática clínica. Lista marcadores de formação (fosfatase alcalina, osteocalcina, propeptídeos do colágeno I) e de reabsorção (NTX, CTX, piridinolina, hidroxiprolina), aborda doença de Paget, hiperparatireoidismo e falta de padronização; traz figuras de células ósseas, PTH/calcitonina e paciente com Paget.

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MARCADORES BIOQUÍMICOS DA REMODELAÇÃO ÓSSEA NA PRÁTICA CLÍNICA
Adriana Helena, Dayse Domingos, Kesley Gomes, Iolanda Benchimol, Thais Fonseca
Orientador: Prof. Dr. Giovani Bravin Peres 
Ciências da Saúde - Biomedicina – Chácara Santo Antônio 
 
Conclusão
 O uso dos marcadores bioquímicos é de estrema importância para o diagnóstico e pesquisa das doenças ósteo metabolicas. Devido as pesquisas e estudos, a tendência é o surgimento de novos e melhores marcadores do metabolismo ósseo que mais se aproximem do teste ideal.
FIGURA 1- CELULAS ÓSSEAS. Células que formam o sistema ósseo e suas funções
FIGURA 2- PTH E CALCITONINA. Secreção dos hormônios PTH e CALCITONINA e absorção pelos ossos.
FIGURA 3 – PACIENTE COM DOENÇA DE PAGET. Essa enfermidade óssea causa deformações nos membros superiores e inferiores.
Introdução
 Remodelação óssea – Deposição óssea pelos Osteoblastos, o osso passa por deposição contínua de osteoblastos e ininterrupta absorção nos locais onde os osteoclastos se encontram ativos.
 Absorção Óssea – Função dos Osteoclastos. O osso também passa por contínua absorção na presença de osteoclastos. Os osteoclastos se apresentam normalmente ativos em menos de 1% das superfícies ósseas do adulto¹. Conforme descrito na figura 1. 
Objetivo
 Discutir os marcadores da remodelação óssea na prática clínica . Desenvolvimento
 O uso de marcadores bioquímicos do metabolismo ósseo na prática clínica tem se expandido de maneira considerável. Isto se deve ao surgimento de novos métodos e de um melhor conhecimento sobre a fisiopatologia das doenças ósteo-metabólicas, em especial a osteoporose. Os marcadores podem ser divididos em marcadores de formação, que refletem a atividade dos osteoblastos, e os de reabsorção, que refletem a atividade dos osteoclastos. Destacam-se a fosfatase alcalina óssea e a osteocalcina. ²
 Marcadores Bioquímicos da Formação óssea
Fosfatase Alcalina Óssea e/ou Total (soro)
Osteocalcina (soro)
Propeptídeos do Colágeno Tipo 1 (soro)
 Marcadores Bioquímicos da Reabsorção óssea
Hidroxiprolina (urina)
Interligados do Colágeno (cross-links) (urina)
Piridinolinas Totais
Piridinolina e/ou Deopiridinolina Livre
N-telopeptídeo (NTX)
C-telopeptídeo (CTX)
Fosfatase Ácida Tartrato-Resistente (soro)
 
 A doença de Paget é uma doença ósteo metabólica, em que há aumento da remodelação óssea, que pode afetar um ou mais locais do esqueleto, a principal forma de diagnóstico laboratorial é a alteração no exame de fosfatase alcalina sérica. Outra enfermidade óssea em que os marcadores bioquímicos são de grande importância é o hiperparatireoidismo, dividido em primário (HPP) e secundário (HPS), o hiperpartieoidismo primário é causado pela produção em excesso de paratormônio (PTH), o principal marcador nessa patologia é a hipercalcemia; já o hiperparatireoidismo secundário é uma consequência da doença renal crônica. Ocorre uma hiperplasia das glândulas paratireoides, aumentando os níveis de PTH e ocasionando uma hipocalcemia, o diagnóstico tanto de HPP quanto de HPS, é dado a partir das dosagens de calcemia e de PTH.²
 
 A falta de padronização na nomenclatura e na metodologia dos marcadores de reabsorção utilizados pelos diferentes laboratórios clínicos no país, especialmente porque os diferentes métodos apresentam resultados não comparáveis entre si. Existe uma proposta de padronização desta nomenclatura, feita por um comitê da Fundação Internacional de Osteoporose³.
¹Tratado de Fisiologia Médica / Jhon E. Hall – 12°ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2011. ² José Gilberto H. Vieira, Arq Bras Endocrinol Metab vol.43 São Paulo Dec. 1999. ³ Luporini Saraiva, Lazeratti-Castro, 2001.
Figura 1 disponível em: https://www.pintaram.com/u/fisioporpaixao/1717815572485132092_1944636348 . Figura 2 disponível em: http://slideplayer.com.br/slide/3985172/. Figura 3 disponível em: https://enfermagemumarofissaodeamor.wordpress.com/2015/08/12/doenca-de-paget/.

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