Prévia do material em texto
quilovoltagem (kVp) otimizar a qualidade da imagem e reduzir a necessidade de repetição do exame O ajuste visa • KVp influencia • Contraste radiográfico, • A penetrabilidade do feixe • Os fenômenos físicos de interação da radiação com a matéria. Aumentar o kVp no raio-X deixa a imagem com menos contraste O kVp mais alto faz o feixe de raios X penetrar mais nos tecidos, gerando mais radiação espalhada, o que “embaça” a imagem e reduz o contraste. kVp aumenta a energia cinética dos elétrons O efeito fotoelétrico Quando o fóton é totalmente absorvido, o que depende fortemente do número atômico do tecido (ex: osso vs. tecido mole), criando o contraste necessário. (aumentando contraste) Predomina em energias mais altas e está mais associado à radiação espalhada, (reduzindo contraste). O efeito Compton O fóton é a partícula elementar que forma a luz e toda a radiação eletromagnética. Ele funciona como um pacote indivisível de energia e viaja sempre na velocidade da luz no vácuo, não possuindo massa de repouso. O fóton perde parte de sua energia para o elétron e muda de direção A nitidez da imagem Está relacionada à redução da penumbra geométrica e à prevenção de artefatos decorrentes do movimento do paciente, aspectos fundamentais para um diagnóstico preciso. O aumento da distância objeto-receptor (DOR) piora o detalhe da imagem. Diminuir o ponto focal reduz a penumbra geométrica, aumentando a nitidez Borrão cinético se intensifica quando o paciente se movimenta Aumentar o mAs eleva a quantidade de fótons e a densidade da imagem radiográfica. Tamanho do ponto focal, a distância entre o tubo e o receptor, e os movimentos do paciente influenciam a nitidez A nitidez da imagem Está relacionada à redução da penumbra geométrica e à prevenção de artefatos decorrentes do movimento do paciente, aspectos fundamentais para um diagnóstico preciso. Distorção Para garantir boa nitidez, é essencial utilizar o menor ponto focal possível e manter a distância adequada entre o paciente e o receptor de imagem A magnificação (distorção de tamanho) aumenta com o aumento da Distância Objeto-Filme (DOF/OID) Distorção de forma (alongamento ou encurtamento) Se o tubo de raios-X, o objeto (clavícula) ou o receptor de imagem não estão alinhados corretamente. o encurtamento ocorre se o osso estiver inclinado em relação ao receptor, enquanto o alongamento acontece pela angulação inadequada do tubo. A nitidez da imagem má posição do paciente, do tubo de raios-X distorção geométrica • Técnicas anguladas: São aquelas em que o feixe de raios X não está perpendicular ao objeto ou ao detector (você inclina o tubo - cefálico, caudal, oblíquo etc.) • Técnica AP estrita: feixe está perpendicular ao paciente e ao receptor, sem inclinação é o padrão “ideal” para manter proporções. A utilização de técnicas anguladas pode aumentar a distorção de forma, se comparada a uma incidência AP estrita. A movimentação do paciente (comum em traumas) introduz borramento geométrico (penumbra), piora a percepção de contornos e simula distorção por sobreposição de imagem. A nitidez da imagem Em pacientes com maior espessura corporal há maior atenuação do feixe Para compensar e obter uma densidade adequada (enegrecimento), deve-se aumentar a quantidade de radiação (mAs) ou a penetrabilidade (kVp). O mAs é o principal controlador da densidade. Magnificação A clavícula é curva (em “S”) e não fica paralela ao detector Distorção geométrica Uma parte da clavícula aparece mais aumentada que outra, gerando distorção da imagem. Cada parte dela fica a uma distância diferente do detector No RX, quanto mais longe do detector, maior a magnificação. Ruído radiológico • Aumentar o mAs - aumenta o número de fótons que chegam ao detector •Mais fótons - melhor relação sinal-ruído (SNR) •Melhor SNR - menos ruído (menos aspecto granulado) O ruído quântico ocorre quando poucos fótons atingem o receptor A filtração • A filtração remove preferencialmente fótons de baixa energia do feixe de raios X. • A remoção desses fótons aumenta a energia média do feixe = endurecimento do feixe (beam hardening). • A filtração contribui para a redução da dose absorvida pelo paciente, especialmente na superfície corporal. • A filtração melhora a qualidade útil, reduz dose desnecessária e aumenta a eficiência do feixe. Em exames com mAs elevado, usa-se ponto focal grosso para suportar maior carga térmica (distribui o calor). Função da grade no sistema radiográfico. A grade é posicionada entre o paciente e o receptor para filtrar fótons que sofreram desvio (espalhamento), impedindo que 'nevoem' a imagem e reduzam o contraste. Absorver a radiação dispersa antes que ela atinja o receptor, melhorando o contraste. A impressão Manipulação inadequada do filme com mãos sujas ou úmidas; deve-se manusear o filme pelas bordas e com mãos limpas/secas. Impressão em papel pode perder qualidade (escala de cinza, contraste, calibração). Intensidade do feixe Como a intensidade do feixe é maior no lado do cátodo e menor no lado do ânodo A parte mais espessa do segmento anatômico deve ficar voltada para o cátodo, enquanto a parte mais fina pode ficar para o ânodo. Efeito talão anódico (heel effect) Sievert (Sv) → unidade de dose equivalente e dose efetiva, incorporando fatores de ponderação da radiação (wR) e dos tecidos (wT) Medida da Dose Efetiva O monitoramento ocupacional da equipe por meio de dosímetros individuais A Dose Efetiva é a grandeza que melhor se correlaciona com o risco biológico global, pois pondera a radiossensibilidade dos diferentes tecidos. Radiação x Profissional Efeitos determinísticos (reações teciduais) apresentam limiar de dose e, acima dele, a severidade do dano aumenta com a dose O uso de aventais de chumbo protege contra a radiação primária e secundária. •Sem limiar de dose •A probabilidade aumenta com a dose •A gravidade não depende da dose •Exemplo clássico: câncer, mutações genéticas Efeitos estocásticos são aqueles em que a probabilidade de ocorrência é proporcional à dose •Têm limiar de dose •Acima dele: a gravidade aumenta com a dose •Exemplo: eritema, radiodermite, catarata, necrose Raio-x Radiografia digital (RD) Radiografia simples. Radiografia computadorizada (RC) Fluoroscopia Não utiliza processamento químico e fornece imagens radiográficas digitais substitui o chassi com filme radiográfico por um chassi com placas de fósforo. A placa de imagem revestida por fósforo interage com os raios X que passam através do paciente Raio-x Radiografia digital (RD) Radiografia simples. Radiografia computadorizada (RC) Fluoroscopia É um sistema sem filme e sem chassi Em vez disso: detector eletrônico fixo Rapidez e resolução de imagem Raio-x Radiografia digital (RD) Radiografia simples. Radiografia computadorizada (RC) Fluoroscopia Possibilita a visualização radiográfica em tempo real de estruturas anatômicas móveis. As imagens digitais são registradas digitalmente na forma de videoclipe, ou como uma série de imagens. • avaliação de movimentos como deglutição, • peristalse intestinal, • movimentos do diafragma com a respiração e com os batimentos cardíacos. estudos contrastados do sistema digestivo Uso contínuo - Proteção Extra: Curiosidade sobre a aula 1 de Raios-x Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31: Radiação x Profissional Slide 32: Raio-x Slide 33: Raio-x Slide 34: Raio-x Slide 35: Extra: Curiosidade sobre a aula 1 de Raios-x