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Prof.ª Arq. Me. MELYNA LAMENHA Delmiro Gouveia, janeiro de 2017. CONFORTO TÉRMICO Disciplina Eletiva: Conforto Térmico Carga Horária: 30 horas Cursos: Engenharia Civil e Produção Clima e conforto ambiental. Conforto térmico nos trópicos. Ventilação natural. Geometria solar. Orientação das fachadas. Protetores solares. Fonte: Projeto Político Pedagógico do curso de graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal de Alagoas – Campus Sertão, 2014. C O N F O R T O T É R M I C O EMENTA DA DISCIPLINA Agregar ao conhecimento do aluno o entendimento do desempenho térmico do espaço construído, seus materiais, componentes e os condicionantes climáticos como variáveis de projeto, visando o conforto térmico dos usuários. OBJETIVO GERAL C O N F O R T O T É R M I C O Introduzir conceitos e empregar estratégias bioclimáticas para melhorar o desempenho térmico natural do ambiente construído; Aplicar estratégias de ventilação natural visando ao conforto térmico; Aplicar estratégias de sombreamento visando ao conforto térmico. OBJETIVOS ESPECÍFICOS C O N F O R T O T É R M I C O 1 – Clima e Arquitetura 1.1 – Elementos e fatores climáticos 1.2 – Tipos de clima 1.3 – Arquitetura bioclimática 1.4 – Zoneamento bioclimático brasileiro – NBR 15220 2 – Conforto térmico 2.1 – Mecanismos de termo-regulação 2.2 – Variáveis de conforto térmico 2.3 – Índices de conforto térmico 2.4 – Comportamento térmico das construções CONTEÚDO PROGRAMÁTICO C O N F O R T O T É R M I C O 3 – Ventilação Natural 3.1 – Origem, direção, velocidade e efeitos aeordinâmicos 3.2 – Ventilação natural nos espaços externos 3.3 – Estratégias de ventilação natural nos ambientes construídos 4 – Geometria Solar 4.1 – Trajetória solar: insolação e sombreamento 4.2 – Carta solar 4.3 – Elementos de proteção solar CONTEÚDO PROGRAMÁTICO C O N F O R T O T É R M I C O CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO • De acordo com o Regimento Geral da UFAL, o rendimento escolar do aluno será composto por 02 (duas) avaliações bimestrais AB 1 e AB 2. • Se necessário, o aluno terá direito a 01 REAVALIAÇÃO, caso a menor média (AB 1 ou AB 2) esteja abaixo de 7,0. – Critérios para aprovação: AB 1 + AB 2 ≥ 14,0 APROVADO POR MÉDIA AB 1 + AB 2 < 10,0 REPROVADO POR MÉDIA AB 1 + AB 2 ≥ 10,0 < 14,0 PROVA FINAL PROVA FINAL: Média Final ≥ 5,5 = APROVADO Média Final < 5,5 = REPROVADO C O N F O R T O T É R M I C O CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO C O N F O R T O T É R M I C O EXEMPLO • AB1 (primeira média) = 6,0 • AB2 (segunda média) = 2,0 • REAVALIAÇÃO = 4,0 Quanto é preciso tirar na prova final? 0,4x(nota da prova final) + 0,6x(média do semestre)= 5,5 0,4x(nota da prova final) + 0,6X(5,0) = 5,5 0,4x(nota da prova final) = 5,5 - 3,0 Logo, NOTA DA PROVA FINAL = 2,5/0,4 = 6,25. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO OBSERVAÇÕES: O conteúdo da Reavaliação será o assunto específico do bimestre a ser reavaliado. O conteúdo da Prova Final corresponderá ao assunto de todo o período letivo. O aluno terá direito a 25% de faltas da carga horária total da disciplina, ou seja: 30 horas x 25% = 7,5 horas (equivalente a 4 aulas de 2 horas cada). Ultrapassando esse limite, o aluno será considerado REPROVADO por falta. C O N F O R T O T É R M I C O • Aulas expositivas (Datashow e lousa), com apresentação e discussão em sala de aula sobre temas pertinentes ao enfoque teórico e legal da disciplina; • Vídeo-debate; • Estudo dirigido (leitura de textos); • Seminários programados e executados de forma a possibilitar maior interesse e participação do aluno no processo ensino- aprendizagem; • Aulas práticas com elaboração de exercícios e trabalhos em sala de aula acompanhados de assessoria direta aos alunos. Os exercícios ocorrerão como atividade prática de rotina, não constituindo prova, não exigindo prévia comunicação e não sendo passível de segunda chamada; • Haverá sempre a estimulação da participação dos alunos em sala. METODOLOGIA C O N F O R T O T É R M I C O BIBLIOGRAFIA BÁSICA • ROMERO, M.A.B. Arquitetura Bioclimática do Espaço Público. Brasília: UNB, 2007, 226 p. • FROTA, A. B. Geometria da Insolação. Editora: Geros, 2004. • BITTENCOURT, L. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. Maceió: EDUFAL, 2000. • BITTENCOURT, L.; CÂNDIDO, C. Introdução à ventilação natural. 3.ed. rev. e ampl. Maceió: Edufal, 2008. • FROTA, A. B. & SCHIFER, S. R. Manual de conforto térmico. 8.ed. São Paulo: Studio Nobel, 2003. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA C O N F O R T O T É R M I C O BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR • ENCAC. Encontro Nacional de Conforto no Ambiente Construído. Anais. 2005 a 2015. • MASCARÓ, L. Luz, clima e arquitetura. São Paulo. Nobel. 1982. • BARBIRATO, SOUZA &TORRES. Clima e cidade. Maceió : Edufal, 2007. • BROWN, G. Z.; DEKAY, M.; SALVATERRA, A. F. da S. Sol, vento & luz: estratégias para o projeto de arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2004, 2 ed., 415p. • LAMBERTS, R. et al. Desempenho Térmico De Edificações. Apostila da disciplina ECV 5161. Florianópolis, LabEEE, UFSC, 2005. Disponível para download. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA C O N F O R T O T É R M I C O NORMAS TÉCNICAS • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15220-1 - Desempenho térmico de edificações. Parte 1: Definições, símbolos e unidades, 2005. • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15220-3 - Desempenho térmico de edificações. Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social, 2005. • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15215-1 – Iluminação natural – Parte 1 – Conceitos básicos e definições, 2005. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA C O N F O R T O T É R M I C O NORMAS TÉCNICAS • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15215-2 – Iluminação natural – Parte 2 – Procedimentos de cálculo para a estimativa da disponibilidade de luz natural, 2005. • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15215-4 – Iluminação natural – Parte 4 – Verificação experimental das condições de iluminação interna de edificações, 2005. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA C O N F O R T O T É R M I C O PARA REFLETIR... Escolher A melhor escolha de cada indivíduo é a mais alta que ele pode alcançar. Aristóteles Tentar Nunca deixe nada em branco. Aquele que tentou e não conseguiu, é superior àquele que não tentou. Desconhecido Dedicar Gênio é um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração. Thomas Edison PARA REFLETIR... Mudar A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer a escada, degrau por degrau. Mark Twain Aprender Apontar para o sucesso, não a perfeição. Nunca desista do seu direitode estar errado, porque então você vai perder a capacidade de aprender coisas novas e ir em frente com sua vida. Lembre-se que o medo sempre se esconde por trás do perfeccionismo. Dr. David M. Burns Sonhar e Realizar Cada sonho que você deixa pra trás, é um pedaço do seu futuro que deixa de existir. Steve Jobs