A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
APOSTILA QUESTÕES OAB FGV

Pré-visualização | Página 19 de 50

zero quilômetro em novembro de 2010. Ao 
sair com o automóvel da concessionária, percebeu um ruído todas as vezes em que acionava 
a embreagem para a troca de marcha. Retornou à loja, e os funcionários disseram que tal 
barulho era natural ao veículo, cujo motor era novo. Oito meses depois, ao retornar para fazer a 
revisão de dez mil quilômetros, o consumidor se queixou que o ruído persistia, mas foi 
novamente informado de que se tratava de característica do modelo. Cerca de uma semana 
depois, o veículo parou de funcionar e foi rebocado até a concessionária, lá permanecendo 
por mais de sessenta dias. Franco acionou o Poder Judiciário alegando vício oculto e 
pleiteando ressarcimento pelos danos materiais e indenização por danos morais. Considerando 
o que dispõe o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, a respeito do narrado acima, é 
correto afirmar que, por se tratar de vício oculto, 
a) o prazo decadencial para reclamar se iniciou com a retirada do veículo da concessionária, 
devendo o processo ser extinto. 
b) o direito de reclamar judicialmente se iniciou no momento em que ficou evidenciado o 
defeito, e o prazo decadencial é de noventa dias. 
c) o prazo decadencial é de trinta dias contados do momento em que o veículo parou de 
funcionar, tornando-se imprestável para o uso. 
d) o consumidor Franco tinha o prazo de sete dias para desistir do contrato e, tendo deixado de 
exercê-lo, operou-se a decadência. 
 
16. (OAB - FGV – 2010.3) O prazo para reclamar sobre vício oculto de produto durável é de 
a) 90 (noventa) dias a contar da aquisição do produto. 
b) 90 (noventa) dias a contar da entrega do produto. 
 
Boa Viagem: Rua Visconde de Jequitinhonha, 76. tel: 34628989 e 33425049 
 Boa Vista: Rua Montevidéu, 276. Tel: 34230732. 
 falecom@espacojuridico.com 
 www.espacojuridico.com 
 
 
 
c) 30 (trinta) dias a contar da entrega do produto. 
d) 90 (noventa) dias a contar de quando ficar evidenciado o vício. 
 
 
DA DEFESA DO CONSUMIDOR EM JUIZO 
 
17. (OAB - FGV – 2013 – X EXAME) Aurora contratou com determinada empresa de telefonia fixa 
um pacote de serviços de valor preestabelecido que incluía ligações locais de até 100 minutos 
e isenção total dos valores pelo período de três meses, exceto os minutos que ultrapassassem os 
contratados, ligações interurbanas e para telefone móvel. Para sua surpresa, logo no primeiro 
mês recebeu cobrança pelo pacote de serviços no importe três vezes superior ao contratado, 
mesmo que tivesse utilizado apenas 32 minutos em ligações locais. A consumidora fez diversos 
contatos com a fornecedora do serviço para reclamar o ocorrido, mas não obteve solução. De 
posse dos números dos protocolos de reclamações, ingressou com medida judicial, obtendo 
liminar favorável para abstenção de cobrança e de negativação do nome. Considerando o 
caso acima descrito, assinale a afirmativa correta. 
a) A conversão da obrigação em perdas e danos faz-se independentemente de eventual 
aplicação de multa. 
b) A multa diária ao réu pode ser fixada na sentença, mas desde que o autor tenha requerido 
expressamente. 
c) A conversão da obrigação em perdas e danos independe de pedido do autor, em qualquer 
hipótese. 
d) A tutela liminar será concedida, desde que não implique em ordem de busca e apreensão, 
que requer medida cautelar própria e justificação prévia. 
 
 
GABARITO DIREITO DO CONSUMIDOR 
 
1-C 2 - D 3 - D 4- A 5 - B 
6 - C 7 - B 8 -A 9 - B 10 - C 
11 -D 12 - D 13 -D 14 - C 15 – B 
16 – D 17- A 
 
 
 
 
 
 
 
Boa Viagem: Rua Visconde de Jequitinhonha, 76. tel: 34628989 e 33425049 
 Boa Vista: Rua Montevidéu, 276. Tel: 34230732. 
 falecom@espacojuridico.com 
 www.espacojuridico.com 
 
 
 
DIREITO ADMINISTRATIVO OAB/FGV 
 
 
ATIVIDADE E ESTRUTURA ADMINISTRATIVA. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA BRASILEIRA. 
TERCEIRO SETOR. 
 
01. (FGV/OAB/2010.2) No Direito Público brasileiro, o grau de autonomia das Agências 
Reguladoras é definido por uma independência 
(A) administrativa total e absoluta, uma vez que a Constituição da República de 1988 não lhes 
exige qualquer liame, submissão ou controle administrativo dos órgãos de cúpula do Poder 
Executivo. 
(B) administrativa mitigada, uma vez que a própria lei que cria cada uma das Agências 
Reguladoras define e regulamenta as relações de submissão e controle, fundado no poder de 
supervisão dos Ministérios a que cada uma se encontra vinculada, em razão da matéria, e na 
superintendência atribuída ao chefe do Poder Executivo, como chefe superior da 
Administração Pública. 
(C) legislativa total e absoluta, visto que gozam de poder normativo regulamentar, não se 
sujeitando assim às leis emanadas pelos respectivos Poderes legislativos de cada ente da 
federação brasileira. 
(D) política decisória, pois não estão obrigadas a seguir as decisões de políticas públicas 
adotadas pelos Poderes do Estado (executivo e legislativo). 
 
02. (FGV/ OAB/ 2011.2) A estruturação da Administração traz a presença, necessária, de 
centros de competências denominados Órgãos Públicos ou, simplesmente, Órgãos. Quanto a 
estes, é correto afirmar que 
(A) possuem personalidade jurídica própria, respondendo diretamente por seus atos. 
(B) suas atuações são imputadas às pessoas jurídicas a que pertencem. 
(C) não possuem cargos, apenas funções, e estas são criadas por atos normativos do ocupante 
do respectivo órgão. 
(D) não possuem cargos nem funções. 
 
03. (FGV/ OAB/ 2010.2) É correto afirmar que a desconcentração administrativa ocorre quando 
um ente político 
(A) cria, mediante lei, órgãos internos em sua própria estrutura para organizar a gestão 
administrativa. 
(B) cria, por lei específica, uma nova pessoa jurídica de direito público para auxiliar a 
administração pública direta. 
(C) autoriza a criação, por lei e por prazo indeterminado, de uma nova pessoa jurídica de 
direito privado para auxiliar a administração pública. 
 
 
Boa Viagem: Rua Visconde de Jequitinhonha, 76. tel: 34628989 e 33425049 
 Boa Vista: Rua Montevidéu, 276. Tel: 34230732. 
 falecom@espacojuridico.com 
 www.espacojuridico.com 
 
 
 
(D) contrata, mediante concessão de serviço público, por prazo determinado, uma pessoa 
jurídica de direito público ou privado para desempenhar uma atividade típica da 
administração pública. 
 
 04. (FGV/ OAB/ 2011.2) O art. 37, II, da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, 
condiciona a investidura em cargo ou emprego público à prévia aprovação em concurso 
público de provas ou de provas e títulos, ressalvadas as nomeações para os cargos em 
comissão. Em relação a concurso público, segundo a atual jurisprudência dos tribunais 
superiores, é correto afirmar que: 
(A) os candidatos aprovados em concurso público de provas ou de provas e títulos e 
classificados entre o número de vagas oferecidas no edital possuem expectativa de direito à 
nomeação. 
(B) os candidatos aprovados em concurso público de provas ou de provas e títulos devem 
comprovar a habilitação exigida no edital no momento de sua nomeação. 
(C) o prazo de validade dos concursos públicos poderá ser de até dois anos prorrogáveis uma 
única vez por qualquer prazo não superior a dois anos, iniciando-se a partir de sua 
homologação. 
(D) os candidatos aprovados em concurso público de provas ou de provas e títulos e 
classificados dentro do limite de vagas oferecidas no edital possuem direito

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.