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Banco de Questões Completo (AV1-AV2) - RESPONSABILIDADE CIVIL

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(TRT/ 4ª REGIÃO / 2012) - Ao arbitrar indenização decorrente de responsabilidade civil, no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte dos alimentados.
se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá reduzir o valor da indenização.
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais prejuízos que tenha sofrido.
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização.
se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e periodicamente.

A Lei n. 10.406 de 2002 (Código Civil), reconheceu formalmente a reparabilidade dos danos morais, embora a questão já estivesse pacificada pela Constituição Federal de 1988, fazendo-se a atualização legislativa obrigatória, marque a alternativa cujo texto retrata fiel e claramente esse reconhecimento no Código Civil de 2002.
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
Nenhuma das alternativas.
Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.
São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

(OAB/VIII Exame Unificado/2012) - João dirigia seu veículo respeitando todas as normas de trânsito, com velocidade inferior à permitida para o local, quando um bêbado atravessou a rua, sem observar as condições de tráfego. João não teve condições de frear o veículo ou desviar‐se dele, atingindo‐o e causando‐lhe graves ferimentos.
A partir do caso apresentado, assinale a afirmativa correta.
Houve rompimento do nexo de causalidade, em razão da conduta da vítima, não restando configurada a responsabilidade civil.
Houve responsabilidade civil, devendo João ser considerado culpado por sua conduta.
Inexistiu um dos requisitos essenciais para caracterizar a responsabilidade civil: o dano indenizável e, por isso, não deve ser responsabilizado.
Faltou um dos elementos da responsabilidade civil, qual seja, a conduta humana, não ficando configurada a responsabilidade civil.
Faltaram todos os elementos que configuram a responsabilidade civil, como por exemplo, a conduta humana, não ficando configurada a responsabilidade civil.

Com relação às espécies de responsabilidade é CORRETO a firmar que:
I - na responsabilidade civil subjetiva deve ser analisado se a conduta foi ou não culposa.
II - na responsabilidade civil objetiva o fundamento está na teoria do risco.
III - na responsabilidade civil extracontratual não há um vínculo anterior entre o autor do dano e o lesado.
Somente a I e II estão corretas.
Todas estão corretas.
Somente a II e III estão corretas.
Somente a I e III estão corretas.
Todas as alternativas estão incorretas.

São elementos da responsabilidade civil subjetiva, EXCETO:
Conduta comissiva ou omissiva.
Dolo ou culpa em sentido estrito.
Dano
Dano moral.
Nexo de Causalidade

Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um carro seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que Ricardo faria a revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de janeiro de 2017. Ricardo, porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois acreditava que não haveria qualquer problema, já que, aparentemente, o carro funcionava bem. No dia 23 de fevereiro de 2017, Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do carro, com a perda total do veículo. A perícia demostrou que a causa do acidente foi falha na conservação do bem, tendo em vista que as pastilhas do freio não tinham sido trocadas na revisão de 30.000km, o que era essencial para a manutenção do carro. Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta.
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da tradição.
Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao tempo da tradição.
Ricardo não responde por qualquer dano.
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato.
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente sofrido por Juliana.

Quanto à Responsabilidade Civil entre os cônjuges, segundo a jurisprudência atual:
só poderá ser reconhecida se houver pacto antenupcial;
é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência, tão somente;
é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência e nos casos de indenização por danos materiais ou morais eventualmente sofridos;
é possível reconhecê-la nos casos de danos materiais ou morais, tão somente;
na verdade, todas as alternativas estão incorretas;

(TRT 1ª 2013 - FCC - ANALISTA JUDICIÁRIO) - O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A responsabilidade civil do acidente deve ser imputada:
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa concorrente.
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da ambulância.
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos danos apurados na viatura estadual.
ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado.
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o que enseja a responsabilidade objetiva.

São elementos da Responsabilidade Civil subjetiva, EXCETO:
Dano
Nexo causal
Ato ilícito
Culpa
Fato de terceiro

A responsabilidade Civil é um instituto altamente dinâmico e flexível, em constante transformação para atender às necessidades sociais que se manifestam cotidianamente. A noção de responsabilidade civil esta relacionada a noção de não prejudicar um terceiro, é a obrigação que pode determinar a uma pessoa a reparar um prejuízo causado a outrem. Em sentido etimológico, responsabilidade exprime a ideia de:
Ato ilícito que causa dano a outrem.
Ato unilateral de vontade.
Fato constitutivo de seu direito.
Obrigação, encargo e contraprestação.
Limites impostos pelo seu fim econômico ou social.

Com relação à responsabilidade é possível se afirmar:
será ela sempre decorrente da violação de uma obrigação em razão de termos adotado o método alemão;
n.d.a.
a responsabilidade é um antecedente lógico da obrigação;
obrigação e responsabilidade são expressões sinônimas;
que nem sempre é decorrência de uma violação da obrigação já que é possível se falar em responsabilidade sem obrigação pré existente;

Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TJ-PE; Prova: Juiz Substituto. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa:
quando a lei não estabelecer que a hipótese se regula pela responsabilidade civil subjetiva.
apenas quando o dano for ocasionado por agente público ou preposto de empresa concessionária de serviço público, no exercício de seu trabalho.
sempre que o juiz, verificando a hipossuficiência da vítima, inverter o ônus da prova.
quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.
somente nos casos especificados em lei.

A história da humanidade foi permeada por conflitos, tendo como ponto de partida a convivência em sociedade. Das relações humanas surgem atos, que podem produzir significativos efeitos no mundo, na sociedade e na vida das pessoas. Quando um fato causa um dano a terceiro, por regra, deve ser reparado. Assim, existem elementos que devem estar presentes e que configure um dano que, de fato, deve ser reparado. Um destes elementos é o que manifesta a conduta necessária para termos o início da responsabilidade jurídica de alguém que comete ato que violente o direito de outrem. A este elemento a legislação descreve como:
Ato ilícito.
Nexo Causal.
Dano de forma típica.
Dano de forma atípica.
Nexo Causal atípico.

(CESPE - 2012 - MPE-PI - Promotor de Justiça/ADAPTADA) - Assinale a opção correta no que diz respeito à responsabilidade civil.
No ordenamento jurídico brasileiro, para que haja responsabilidade civil, é preciso que haja conduta ilícita.
A correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do arbitramento.
A indenização pela publicação não autorizada, com fins econômicos ou comerciais, de imagem de pessoa dependerá de prova do prejuízo causado à pessoa.
Como os direitos da personalidade são inerentes à pessoa humana, não é juridicamente possível a pretensão de dano moral em relação à pessoa jurídica.
De acordo com a teoria perte d’une chance, o agente que frustrar expectativas fluidas e hipotéticas deverá responder por danos emergentes.

O abuso de direito acarreta:
indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele.
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, independentemente de decisão judicial.
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz.
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou simulado.
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei.

(TJ/PE 2013) - O abuso de direito acarreta:
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz.
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, independentemente de decisão judicial.
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei.
indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele.
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou simulado.

(FCC - 2005 - OAB/SP - Exame da Ordem - adaptada) - Existe responsabilidade civil por ato:
ilícito, apurando-se o dolo do agente.
abusivo, ainda que sem culpa do agente.
ilícito, apurando-se a culpa do agente.
lícito ou por fato jurídico, independentemente de culpa, tão só quando constatar-se risco ao direito de outrem.
lícito ou por fato jurídico, independentemente de culpa, somente nos casos especificados em lei.

(III EXAME UNIFICADO/2010- adaptada) - Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é correto afirmar que Ricardo:
praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano.
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa.
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade.
não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade.
praticou um ato ilícito e não deverá reparar o dano, pois houve um fortuito externo.

(DPE/SP 2012) - Em tema de Responsabilidade Civil, considere asserções abaixo. I. Atos lícitos não podem engendrar responsabilidade civil contratual nem aquiliana. II. A prática de bullying entre crianças e adolescentes, em ambiente escolar, pode ocasionar a responsabilização de estabelecimento de ensino, quando caracterizada a omissão no cumprimento no dever de vigilância. III. Nos termos de reiteradas decisões do Superior Tribunal de Justiça, a cláusula de incolumidade, inerente ao contrato de transporte, não pode ser invocada nos casos de fortuito interno. IV. A responsabilidade do dono ou detentor de animal pelos danos por este causado é objetiva. V. O consentimento informado constitui excludente de responsabilidade dos profissionais liberais em caso de erro médico. Dentre as asserções acima APENAS estão corretas.
I e III.
I e IV.
II e V.
III e V.
II e IV.

O Artigo 187, Código Civil, dispõe: Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes., ou seja, diferentemente da responsabilidade ¿pura¿, esta trata-se do chamado Ato Ilícito Equiparado, também referendado como Abuso de Direito. Diferentemente do Ato Ilícito Puro, onde a conduta nasce ilícita, no Ato Ilícito Equiparado o causador do dano seria sujeito de direito, e, via de regra, poderia exercer o ato sem qualquer limite.
Dentre as afirmativas abaixo, assinale a que exemplifica um ato Ato Ilícito Equiparado:
Desrespeito ao Direito de Vizinhança.
Deterioração ou destruição de coisa alheia, a fim de remover perigo iminente.
Estrito cumprimento do dever legal.
Estado de Necessidade.
Legítima Defesa.

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Questões resolvidas

(TRT/ 4ª REGIÃO / 2012) - Ao arbitrar indenização decorrente de responsabilidade civil, no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na prestação de alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte dos alimentados.
se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá reduzir o valor da indenização.
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais prejuízos que tenha sofrido.
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização.
se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e periodicamente.

A Lei n. 10.406 de 2002 (Código Civil), reconheceu formalmente a reparabilidade dos danos morais, embora a questão já estivesse pacificada pela Constituição Federal de 1988, fazendo-se a atualização legislativa obrigatória, marque a alternativa cujo texto retrata fiel e claramente esse reconhecimento no Código Civil de 2002.
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
Nenhuma das alternativas.
Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.
São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

(OAB/VIII Exame Unificado/2012) - João dirigia seu veículo respeitando todas as normas de trânsito, com velocidade inferior à permitida para o local, quando um bêbado atravessou a rua, sem observar as condições de tráfego. João não teve condições de frear o veículo ou desviar‐se dele, atingindo‐o e causando‐lhe graves ferimentos.
A partir do caso apresentado, assinale a afirmativa correta.
Houve rompimento do nexo de causalidade, em razão da conduta da vítima, não restando configurada a responsabilidade civil.
Houve responsabilidade civil, devendo João ser considerado culpado por sua conduta.
Inexistiu um dos requisitos essenciais para caracterizar a responsabilidade civil: o dano indenizável e, por isso, não deve ser responsabilizado.
Faltou um dos elementos da responsabilidade civil, qual seja, a conduta humana, não ficando configurada a responsabilidade civil.
Faltaram todos os elementos que configuram a responsabilidade civil, como por exemplo, a conduta humana, não ficando configurada a responsabilidade civil.

Com relação às espécies de responsabilidade é CORRETO a firmar que:
I - na responsabilidade civil subjetiva deve ser analisado se a conduta foi ou não culposa.
II - na responsabilidade civil objetiva o fundamento está na teoria do risco.
III - na responsabilidade civil extracontratual não há um vínculo anterior entre o autor do dano e o lesado.
Somente a I e II estão corretas.
Todas estão corretas.
Somente a II e III estão corretas.
Somente a I e III estão corretas.
Todas as alternativas estão incorretas.

São elementos da responsabilidade civil subjetiva, EXCETO:
Conduta comissiva ou omissiva.
Dolo ou culpa em sentido estrito.
Dano
Dano moral.
Nexo de Causalidade

Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um carro seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que Ricardo faria a revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de janeiro de 2017. Ricardo, porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois acreditava que não haveria qualquer problema, já que, aparentemente, o carro funcionava bem. No dia 23 de fevereiro de 2017, Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do carro, com a perda total do veículo. A perícia demostrou que a causa do acidente foi falha na conservação do bem, tendo em vista que as pastilhas do freio não tinham sido trocadas na revisão de 30.000km, o que era essencial para a manutenção do carro. Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta.
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da tradição.
Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao tempo da tradição.
Ricardo não responde por qualquer dano.
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela não foi realizada conforme previsto no contrato.
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente sofrido por Juliana.

Quanto à Responsabilidade Civil entre os cônjuges, segundo a jurisprudência atual:
só poderá ser reconhecida se houver pacto antenupcial;
é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência, tão somente;
é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência e nos casos de indenização por danos materiais ou morais eventualmente sofridos;
é possível reconhecê-la nos casos de danos materiais ou morais, tão somente;
na verdade, todas as alternativas estão incorretas;

(TRT 1ª 2013 - FCC - ANALISTA JUDICIÁRIO) - O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A responsabilidade civil do acidente deve ser imputada:
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa concorrente.
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da ambulância.
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos danos apurados na viatura estadual.
ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado.
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o que enseja a responsabilidade objetiva.

São elementos da Responsabilidade Civil subjetiva, EXCETO:
Dano
Nexo causal
Ato ilícito
Culpa
Fato de terceiro

A responsabilidade Civil é um instituto altamente dinâmico e flexível, em constante transformação para atender às necessidades sociais que se manifestam cotidianamente. A noção de responsabilidade civil esta relacionada a noção de não prejudicar um terceiro, é a obrigação que pode determinar a uma pessoa a reparar um prejuízo causado a outrem. Em sentido etimológico, responsabilidade exprime a ideia de:
Ato ilícito que causa dano a outrem.
Ato unilateral de vontade.
Fato constitutivo de seu direito.
Obrigação, encargo e contraprestação.
Limites impostos pelo seu fim econômico ou social.

Com relação à responsabilidade é possível se afirmar:
será ela sempre decorrente da violação de uma obrigação em razão de termos adotado o método alemão;
n.d.a.
a responsabilidade é um antecedente lógico da obrigação;
obrigação e responsabilidade são expressões sinônimas;
que nem sempre é decorrência de uma violação da obrigação já que é possível se falar em responsabilidade sem obrigação pré existente;

Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TJ-PE; Prova: Juiz Substituto. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa:
quando a lei não estabelecer que a hipótese se regula pela responsabilidade civil subjetiva.
apenas quando o dano for ocasionado por agente público ou preposto de empresa concessionária de serviço público, no exercício de seu trabalho.
sempre que o juiz, verificando a hipossuficiência da vítima, inverter o ônus da prova.
quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.
somente nos casos especificados em lei.

A história da humanidade foi permeada por conflitos, tendo como ponto de partida a convivência em sociedade. Das relações humanas surgem atos, que podem produzir significativos efeitos no mundo, na sociedade e na vida das pessoas. Quando um fato causa um dano a terceiro, por regra, deve ser reparado. Assim, existem elementos que devem estar presentes e que configure um dano que, de fato, deve ser reparado. Um destes elementos é o que manifesta a conduta necessária para termos o início da responsabilidade jurídica de alguém que comete ato que violente o direito de outrem. A este elemento a legislação descreve como:
Ato ilícito.
Nexo Causal.
Dano de forma típica.
Dano de forma atípica.
Nexo Causal atípico.

(CESPE - 2012 - MPE-PI - Promotor de Justiça/ADAPTADA) - Assinale a opção correta no que diz respeito à responsabilidade civil.
No ordenamento jurídico brasileiro, para que haja responsabilidade civil, é preciso que haja conduta ilícita.
A correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do arbitramento.
A indenização pela publicação não autorizada, com fins econômicos ou comerciais, de imagem de pessoa dependerá de prova do prejuízo causado à pessoa.
Como os direitos da personalidade são inerentes à pessoa humana, não é juridicamente possível a pretensão de dano moral em relação à pessoa jurídica.
De acordo com a teoria perte d’une chance, o agente que frustrar expectativas fluidas e hipotéticas deverá responder por danos emergentes.

O abuso de direito acarreta:
indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele.
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, independentemente de decisão judicial.
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz.
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou simulado.
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei.

(TJ/PE 2013) - O abuso de direito acarreta:
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz.
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, independentemente de decisão judicial.
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei.
indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele.
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou simulado.

(FCC - 2005 - OAB/SP - Exame da Ordem - adaptada) - Existe responsabilidade civil por ato:
ilícito, apurando-se o dolo do agente.
abusivo, ainda que sem culpa do agente.
ilícito, apurando-se a culpa do agente.
lícito ou por fato jurídico, independentemente de culpa, tão só quando constatar-se risco ao direito de outrem.
lícito ou por fato jurídico, independentemente de culpa, somente nos casos especificados em lei.

(III EXAME UNIFICADO/2010- adaptada) - Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é correto afirmar que Ricardo:
praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano.
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa.
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade.
não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade.
praticou um ato ilícito e não deverá reparar o dano, pois houve um fortuito externo.

(DPE/SP 2012) - Em tema de Responsabilidade Civil, considere asserções abaixo. I. Atos lícitos não podem engendrar responsabilidade civil contratual nem aquiliana. II. A prática de bullying entre crianças e adolescentes, em ambiente escolar, pode ocasionar a responsabilização de estabelecimento de ensino, quando caracterizada a omissão no cumprimento no dever de vigilância. III. Nos termos de reiteradas decisões do Superior Tribunal de Justiça, a cláusula de incolumidade, inerente ao contrato de transporte, não pode ser invocada nos casos de fortuito interno. IV. A responsabilidade do dono ou detentor de animal pelos danos por este causado é objetiva. V. O consentimento informado constitui excludente de responsabilidade dos profissionais liberais em caso de erro médico. Dentre as asserções acima APENAS estão corretas.
I e III.
I e IV.
II e V.
III e V.
II e IV.

O Artigo 187, Código Civil, dispõe: Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes., ou seja, diferentemente da responsabilidade ¿pura¿, esta trata-se do chamado Ato Ilícito Equiparado, também referendado como Abuso de Direito. Diferentemente do Ato Ilícito Puro, onde a conduta nasce ilícita, no Ato Ilícito Equiparado o causador do dano seria sujeito de direito, e, via de regra, poderia exercer o ato sem qualquer limite.
Dentre as afirmativas abaixo, assinale a que exemplifica um ato Ato Ilícito Equiparado:
Desrespeito ao Direito de Vizinhança.
Deterioração ou destruição de coisa alheia, a fim de remover perigo iminente.
Estrito cumprimento do dever legal.
Estado de Necessidade.
Legítima Defesa.

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RESPONSABILIDADE CIVIL 
 
 
 
1a Questão 
 
 
(TRT/ 4ª REGIÃO / 2012) - Ao arbitrar indenização decorrente de responsabilidade civil, 
 
 
 se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, o juiz poderá 
reduzir o valor da indenização. 
 
no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do 
tratamento e dos lucros cessantes, até ao fim da convalescença, excluídos os demais prejuízos 
que tenha sofrido. 
 
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização. 
 
no caso de homicídio, a indenização consiste, sem excluir outras reparações, na prestação de 
alimentos às pessoas a quem o morto os devia, a serem pagos até a morte dos alimentados. 
 
se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer seu ofício ou profissão, ou 
se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e 
lucros cessantes, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se 
inabilitou, a qual deverá, necessariamente, ser paga mensal e periodicamente. 
 
 
2a Questão 
 
 
A Lei n. 10.406 de 2002 (Código Civil), reconheceu formalmente a reparabilidade dos danos morais, 
embora a questão já estivesse pacificada pela Constituição Federal de 1988, fazendo-se a 
atualização legislativa obrigatória, marque a alternativa cujo texto retrata fiel e claramente esse 
reconhecimento no Código Civil de 2002. 
 
 
 
As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços 
públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, 
assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. 
 
Nenhuma das alternativas. 
 Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar 
direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. 
 
É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano 
material, moral ou à imagem. 
 
São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o 
direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. 
 
 
3a Questão 
 
 
(OAB/VIII Exame Unificado/2012) - João dirigia seu veículo respeitando todas as normas de trânsito, 
com velocidade inferior à permitida para o local, quando um bêbado atravessou a rua, sem observar 
as condições de tráfego. João não teve condições de frear o veículo ou desviar‐se dele, atingindo‐o e 
causando‐lhe graves ferimentos. 
 
A partir do caso apresentado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Faltaram todos os elementos que configuram a responsabilidade civil, como por exemplo, a 
conduta humana, não ficando configurada a responsabilidade civil. 
 
Faltou um dos elementos da responsabilidade civil, qual seja, a conduta humana, não 
ficando configurada a responsabilidade civil. 
 Houve rompimento do nexo de causalidade, em razão da conduta da vítima, não 
restando configurada a responsabilidade civil. 
 
Houve responsabilidade civil, devendo João ser considerado culpado por sua conduta. 
 
Inexistiu um dos requisitos essenciais para caracterizar a responsabilidade civil: o dano 
indenizável e, por isso, não deve ser responsabilizado. 
 
 
4a Questão 
 
 
Com relação às espécies de responsabilidade é CORRETO a firmar que: 
I - na responsabilidade civil subjetiva deve ser analisado se a conduta foi ou não culposa. 
II - na responsabilidade civil objetiva o fundamento está na teoria do risco. 
III - na responsabilidade civil extracontratual não há um vínculo anterior entre o autor do dano e o 
lesado 
 
 
 
Somente a I e III estão corretas 
 
Todas as alternativas estão incorretas 
 
Somente a II e III estão corretas. 
 
Somente a I e II estão corretas. 
 Todas estão corretas 
 
 
5a Questão 
 
 
São elementos da responsabilidade civil subjetiva, EXCETO: 
 
 
 
Conduta comissiva ou omissiva. 
 
Dolo ou culpa em sentido estrito. 
 
Dano 
 Dano moral. 
 
Nexo de Causalidade 
 
 
6a Questão 
 
 
Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um carro 
seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que Ricardo faria a 
revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de janeiro de 2017. 
Ricardo, porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois acreditava que não haveria 
qualquer problema, já que, aparentemente, o carro funcionava bem. No dia 23 de fevereiro de 2017, 
Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do carro, com a perda total do veículo. A perícia 
demostrou que a causa do acidente foi falha na conservação do bem, tendo em vista que as 
pastilhas do freio não tinham sido trocadas na revisão de 30.000km, o que era essencial para a 
manutenção do carro. Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do 
carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da 
tradição. 
 Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do 
carro, tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já 
existente ao tempo da tradição. 
 
Ricardo não responde por qualquer dano. 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela 
não foi realizada conforme previsto no contrato. 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente 
sofrido por Juliana. 
 
 
7a Questão 
 
 
Quanto à Responsabilidade Civil entre os cônjuges, segundo a jurisprudência atual: 
 
 
 
só poderá ser reconhecida se houver pacto antenupcial; 
 
é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência, tão somente; 
 é possível reconhecê-la nos casos de dever de assistência e nos casos de 
indenização por danos materiais ou morais eventualmente sofridos; 
 
é possível reconhecê-la nos casos de danos materiais ou morais, tão somente; 
 
na verdade, todas as alternativas estão incorretas; 
 
 
8a Questão 
 
 
(TRT 1ª 2013 - FCC - ANALISTA JUDICIÁRIO) - O motorista de um automóvel de passeio trafegava na 
contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava 
na mão regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A 
responsabilidade civil do acidente deve ser imputada: 
 
 
 
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa 
concorrente. 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da 
ambulância. 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos 
danos apurados na viatura estadual. 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, 
não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado. 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o 
que enseja a responsabilidade objetiva. 
 
 
9a Questão 
 
 
São elementos da Responsabilidade Civil subjetiva, EXCETO: 
 
 
 
Nexo causal 
 
Ato ilícito 
 Fato de terceiro 
 
Culpa 
 
Dano 
 
 
10a Questão 
 
 
A responsabilidade Civil é um instituto altamente dinâmico e flexível, em constante transformação 
para atender às necessidades sociais que se manifestam cotidianamente. A noção de responsabilidade 
civil esta relacionada a noção de não prejudicar um terceiro, é a obrigaçãoque pode determinar a uma 
pessoa a reparar um prejuízo causado a outrem. Em sentido etimológico, responsabilidade exprime a 
ideia de: 
 
 
 
Ato ilícito que causa dano a outrem. 
 
Ato unilateral de vontade. 
 
Fato constitutivo de seu direito. 
 Obrigação, encargo e contraprestação. 
 
Limites impostos pelo seu fim econômico ou social. 
 
 
11a Questão 
 
 
Com relação à responsabilidade é possível se afirmar: 
 
 
 
será ela sempre decorrente da violação de uma obrigação em razão de termos adotado o 
método alemão; 
 
n.d.a. 
 
a responsabilidade é um antecedente lógico da obrigação; 
 
obrigação e responsabilidade são expressões sinônimas; 
 que nem sempre é decorrência de uma violação da obrigação já que é possível se 
falar em responsabilidade sem obrigação pré existente; 
 
 
12a Questão 
 
 
Suprime-se o seguinte elemento, em casos de responsabilidade civil objetiva: 
 
 
 
c) dano 
 d) culpa. 
 
b)nexo de causalidade 
 
a)ação ou omissão voluntária 
 
e) ato ilícito. 
 
13a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TJ-PE; Prova: Juiz Substituto. Haverá obrigação de reparar o dano, 
independentemente de culpa: 
 
 
 
quando a lei não estabelecer que a hipótese se regula pela responsabilidade civil subjetiva. 
 
apenas quando o dano for ocasionado por agente público ou preposto de empresa 
concessionária de serviço público, no exercício de seu trabalho. 
 
sempre que o juiz, verificando a hipossuficiência da vítima, inverter o ônus da prova. 
 quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua 
natureza, risco para os direitos de outrem. 
 
somente nos casos especificados em lei. 
 
 
14a Questão 
 
 
A história da humanidade foi permeada por conflitos, tendo como ponto de partida a convivência em 
sociedade. Das relações humanas surgem atos, que podem produzir significativos efeitos no mundo, 
na sociedade e na vida das pessoas. Quando um fato causa um dano a terceiro, por regra, deve ser 
reparado. Assim, existem elementos que devem estar presentes e que configure um dano que, de 
fato, deve ser reparado. Um destes elementos é o que manifesta a conduta necessária para termos o 
início da responsabilidade jurídica de alguém que comete ato que violente o direito de outrem. A este 
elemento a legislação descreve como: 
 
 
 Ato ilícito. 
 
Nexo Causal. 
 
Dano de forma típica. 
 
Dano de forma atípica. 
 
Nexo Causal atípico. 
 
 
15a Questão 
 
 
(CESPE - 2012 - MPE-PI - Promotor de Justiça/ADAPTADA) - Assinale a opção correta no que diz 
respeito à responsabilidade civil. 
 
 
 
No ordenamento jurídico brasileiro, para que haja responsabilidade civil, é preciso que haja 
conduta ilícita. 
 A correção monetária do valor da indenização do dano moral incide desde a data do 
arbitramento. 
 
A indenização pela publicação não autorizada, com fins econômicos ou comerciais, de imagem 
de pessoa dependerá de prova do prejuízo causado à pessoa. 
 
Como os direitos da personalidade são inerentes à pessoa humana, não é juridicamente 
possível a pretensão de dano moral em relação à pessoa jurídica. 
 
De acordo com a teoria perte d¿une chance, o agente que frustrar expectativas fluidas e 
hipotéticas deverá responder por danos emergentes. 
 
 
16a Questão 
 
 
O abuso de direito acarreta: 
 
 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, 
independentemente de decisão judicial. 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou 
simulado. 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 
 
BANCO DE QUESTÕES II 
 
 
 
1a Questão 
 
 
O instituto da Responsabilidade Civil está associado à regra geral de que ninguém poderá lesar, 
prejudicar a outrem, e, caso que isso ocorra a violação da norma, ou seja, o acontecimento de um ato 
ilícito, deverá o violador do direito de outrem ser obrigado pelo Estado-juiz a reparar ou indenizar os 
danos sofridos pela vítima. Essa conduta, o ato ilícito, pode ser caracterizado por ato ilícito gênero e 
ato ilícito espécie. O ato ilícito gênero também é conhecido como: 
 
 
 
Ato ilícito por omissão. 
 Ato ilícito puro. 
 
Ato ilícito por imprudência. 
 
Ato ilícito equiparado. 
 
Ato ilícito voluntário. 
 
 
2a Questão 
 
 
(TJ/PE/2013) - O abuso de direito acarreta: 
 
 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, 
independentemente de decisão judicial. 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz. 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou 
simulado. 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 
 
 
3a Questão 
 
 
É cada vez mais comum na sociedade o surgimento de danos e prejuízos, com isso se manifesta a 
responsabilidade com a finalidade de reparação, seja moral ou patrimonial. Algumas situações são 
definidas a partir do momento em que um dos elementos ou pressupostos da responsabilidade rompe 
o nexo de causalidade, não gerando direito a uma indenização, que são as causas de excludente de 
responsabilidade civil. Dentre os institutos citados abaixo, qual deles caracteriza uma excludente que 
constitui o sacrifício de um bem jurídico protegido, que visa salvar de perigo atual e inevitável direito 
do agente ou de terceiro: 
 
 
 
Legítima defesa. 
 
Caso fortuito e força maior. 
 Estado de necessidade. 
 
Exercício regular do direito. 
 
Estrito cumprimento do dever legal. 
 
 
4a Questão 
 
 
(TJ/PE 2013) - O abuso de direito acarreta: 
 
 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz. 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, 
independentemente de decisão judicial 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou 
simulado. 
 
 
5a Questão 
 
 
São excludentes de ilicitude: 
 
 
 
Conduta do agente 
 
Caso fortuito, força maior e culpa exclusiva da vítima; 
 
Culpa exclusiva da vítima, culpa concorrente e nexo de causalidade; 
 Legítima defesa, exercício regular de um direito e estado de necessidade 
 
Nexo de causalidade, 
 
 
7a Questão 
 
 
(TRT /1ª REGIÃO/ 2013) - O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de 
direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular 
da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A responsabilidade civil do 
acidente deve ser imputada: 
 
 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da 
ambulância. 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o 
que enseja a responsabilidade objetiva 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos 
danos apurados na viatura estadual 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, 
não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado.tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa 
concorrente. 
 
8a Questão 
 
 
(OAB/MG Abril/2008) Exemplo de ato ilícito em sentido amplo, em que pode haver conseqüências 
independentemente de culpa é: 
 
 
 
Todo caso de responsabilidade objetiva. 
 o abuso de direito e o enriquecimento sem causa. 
 
A hipótese de estado de necessidade. 
 
Todo caso em que ocorra força maior ou caso fortuito. 
 
 
9a Questão 
 
 
O ato ilícito é uma das fontes das obrigações, junto com os contratos e os atos unilaterais de vontade; 
obrigação esta que pode incumbir um agente a reparar o dano causado a outrem, por fato deste 
próprio agente, por fato de pessoa ou coisas que dependam do agente. O ato ilícito decorre de uma 
conduta humana, eivada de culpa. Pergunta-se, além da conduta da pessoa humana, comitiva ou 
omissiva, qual o ente jurídico pode ter de reparar um dano a terceiro: 
 
 
 
Entes despersonalizados. 
 Pessoa jurídica. 
 
Os hipossuficientes. 
 
Sociedade de fato. 
 
Sociedade com intuito lucrativa. 
 
 
10a Questão 
 
 
(TST/2012/FCC) - Segundo o Código Civil, 
 
 
 
o negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelas partes, salvo direito de terceiro. 
 o abuso do direito é um ato ilícito, cometido por quem, ao exercê-lo, excede 
manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé 
ou pelos bons costumes. 
 
a deterioração ou a destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo 
iminente, constitui ilícito. 
 
o negócio jurídico simulado, com subsistência do ato dissimulado, se for eficaz na substância e 
na forma, é anulável. 
 
o vício resultante do estado de perigo gera a ineficácia do negócio jurídico. 
 
 
11a Questão 
 
 
(FCC - 2005 - OAB/SP - Exame da Ordem - adaptada) - Existe responsabilidade civil por ato: 
 
 
 
ilícito, apurando-se o dolo do agente. 
 
abusivo, ainda que sem culpa do agente. 
 ilícito, apurando-se a culpa do agente. 
 
lícito ou por fato jurídico, independentemente de culpa, tão só quando constatar-se risco ao 
direito de outrem. 
 
lícito ou por fato jurídico, independentemente de culpa, somente nos casos especificados em 
lei. 
 
 
12a Questão 
 
 
(III EXAME UNIFICADO/2010- adaptada) - Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma 
manobra e atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é 
correto afirmar que Ricardo: 
 
 
 
praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano. 
 
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa. 
 responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de 
necessidade. 
 
não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade. 
 
praticou um ato ilícito e não deverá reparar o dano, pois houve um fortuito externo. 
 
 
13a Questão 
 
 
(DPE/SP 2012) - Em tema de Responsabilidade Civil, considere asserções abaixo. I. Atos lícitos não 
podem engendrar responsabilidade civil contratual nem aquiliana. II. A prática de bullying entre 
crianças e adolescentes, em ambiente escolar, pode ocasionar a responsabilização de 
estabelecimento de ensino, quando caracterizada a omissão no cumprimento no dever de vigilância. 
III. Nos termos de reiteradas decisões do Superior Tribunal de Justiça, a cláusula de incolumidade, 
inerente ao contrato de transporte, não pode ser invocada nos casos de fortuito interno. IV. A 
responsabilidade do dono ou detentor de animal pelos danos por este causado é objetiva. V. O 
consentimento informado constitui excludente de responsabilidade dos profissionais liberais em caso 
de erro médico. Dentre as asserções acima APENAS estão corretas. 
 
 
 
I e III. 
 
I e IV. 
 
II e V. 
 
III e V. 
 II e IV. 
 
 
14a Questão 
 
 
O Artigo 187, Código Civil, dispõe: Art. 187. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao 
exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé 
ou pelos bons costumes., ou seja, diferentemente da responsabilidade ¿pura¿, esta trata-se do 
chamado Ato Ilícito Equiparado, também referendado como Abuso de Direito. Diferentemente do 
Ato Ilícito Puro, onde a conduta nasce ilícita, no Ato Ilícito Equiparado o causador do dano seria 
sujeito de direito, e, via de regra, poderia exercer o ato sem qualquer limite. Dentre as afirmativas 
abaixo, assinale a que exemplifica um ato Ato Ilícito Equiparado: 
 
 
 Desrespeito ao Direito de Vizinhança. 
 
Deterioração ou destruição de coisa alheia, a fim de remover perigo iminente. 
 
Estrito cumprimento do dever legal. 
 
Estado de Necessidade. 
 
Legítima Defesa. 
 
 
15a Questão 
 
 
Joana deu seu carro a Lúcia, em comodato, pelo prazo de 5 dias, findo o qual Lúcia não devolveu o veículo. 
Dois dias depois, forte tempestade danificou a lanterna e o parachoque dianteiro do carro de Joana. 
Inconformada com o ocorrido Joana exigiu que Lúcia a indenizasse pelos danos causados ao veículo. 
 
 
 
Não há de se falar em responsabilidade civil no caso em tela. 
 
Lúcia incorreu em inadimplemento absoluto, pois não cumpriu sua prestação no termo ajustado, o 
que inutilizou a prestação para Joana. 
 
Lúcia não responde pelos danos causados ao veículo, pois foram decorrentes de força maior. 
 
Lúcia não está em mora, pois Joana não a interpelou, judicial ou extrajudicialmente. 
 Lúcia deve indenizar Joana pelos danos causados ao veículo, salvo se provar que os 
mesmos ocorreriam ainda que tivesse adimplido sua prestação no termo ajustado. 
 
 
16a Questão 
 
 
(FGV/ VII Exame de Ordem Unificado/2012 - adaptada) - Em relação à responsabilidade civil, assinale a 
alternativa correta. 
 
 
 
Na ação de indenização por dano moral, a condenação em montante inferior ao postulado na inicial 
implica em sucumbência recíproca. 
 
A responsabilidade civil objetiva indireta é aquela decorrente de ato praticado por animais. 
 
Empresa locadora de veículos responde, civil e subsidiariamente, com o locatário, pelos danos por 
este causados a terceiro, no uso do carro alugado. 
 O Código Civil prevê expressamente como excludente do dever de indenizar os danos 
causados por animais, a culpa exclusiva da vítima e a força maior. 
 
Na ação de indenização por dano material e moral, a condenação em montante inferior ao 
postulado na inicial implica em sucumbência recíproca. 
 
 
17a Questão 
 
 
Fabíola, na tentativa de evitar um atropelamento realiza uma manobra arriscada e atinge um muro de uma 
casa causando graves prejuízos. Quanto a situação acima é correto afirmar: 
 
 
 Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de necessidade; 
 
Praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano; 
 
Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa; 
 
Não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade; 
 
Nenhuma das alternativas. 
 
 
18a Questão 
 
 
XV EXAME DE ORDEM UNIFICADO Devido à indicação de luz vermelha do sinal de trânsito, Ricardo parou 
seu veículo pouco antes da faixa de pedestres. Sandro, que vinha logo atrás de Ricardo, também parou, 
guardando razoável distância entre eles. Entretanto, Tatiana, que trafegava na mesma faixa de rolamento, 
mais atrás, distraiu-se ao redigir mensagem no celular enquanto conduzia seu veículo, vindo a colidir com o 
veículo de Sandro, o qual, em seguida, atingiu o carro de Ricardo. Diante disso, à luz das normas que 
disciplinam a responsabilidade civil, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 Caberáa Tatiana indenizar os prejuízos causados aos veículos de Sandro e Ricardo 
 
Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados ao veículo de Sandro, e este deverá indenizar 
os prejuízos causados ao veículo de Ricardo 
 
Tatiana e Sandro têm o dever de indenizar Ricardo, na medida de sua culpa 
 
Cada um arcará com seu próprio prejuízo, visto que a responsabilidade pelos danos causados 
deve ser repartida entre todos os envolvidos. 
 
 
19a Questão 
 
 
(PREF. TERESINA/PI 2010 - FCC) - Para o legislador civil, o abuso do direito é um ato: 
 
 
 
ilícito abstratamente, mas que não implica dever indenizatório moral. 
 
lícito, embora possa gerar a nulidade de cláusulas contratuais em relações consumeristas. 
 ilícito objetivo, caracterizado pelo desvio de sua finalidade social ou econômica ou 
contrário à boa-fé e aos bons costumes. 
 
ilícito, necessitado da prova de má-fé do agente para sua caracterização. 
 
lícito, embora ilegal na aparência. 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES III 
 
 
1a Questão 
 
 
Quando a doutrina trata do nexo causal no âmbito do Direito Civil a teoria adotada foi a seguinte: 
 
 
 
do risco 
 
conditio sine qua non 
 
equivalência dos antecedentes 
 causalidade adequada 
 
 
2a Questão 
 
 
(CESPE - 2008 - OAB - Exame da Ordem) No que concerne ao ato ilícito e à responsabilidade civil, 
assinale a opção CORRETA: 
 
 
 A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa, desde que 
exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela 
indenização. 
 
Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso, todas 
essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a 
responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. Nessa situação, cabe à vítima 
escolher a quem imputar o dever de reparar. 
 
Os atos praticados em legítima defesa, no exercício regular de um direito ou em estado de 
necessidade, que provoquem danos morais ou materiais a outrem, embora sejam 
considerados como atos ilícitos, exoneram o causador do dano da responsabilidade pela 
reparação do prejuízo causado. 
 
A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de trânsito, por 
exemplo, no caso de colisão de veículos, acarreta a compensação dos danos, devendo cada 
parte suportar os prejuízos sofridos. 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em processo 
criminal, por insuficiência de prova. 
 
 
3a Questão 
 
 
O nexo causal é um dos pressupostos da responsabilidade civil, juntamente com a conduta e o dano. 
O nexo de causalidade é elemento indispensável em qualquer espécie de responsabilidade civil. Pode 
ocorrer responsabilidade sem culpa, mas não pode ocorrer responsabilidade sem nexo causal. Diante 
disso, foram desenvolvidas inúmeras teorias na tentativa de explicar o nexo causal; uma destas teorias 
a causa é não apenas o antecedente necessário à causação do evento, mas, também, adequado à 
produção do resultado. Esta teoria é denominada como: 
 
 
 
Teoria da causa direta e imediata. 
 
Teoria do conditio sine qua non. 
 
Teoria da equivalência da causa. 
 Teoria da causalidade adequada. 
 
Teoria da causa próxima. 
 
 
4a Questão 
 
 
2015 - Banca: FAPEC - Órgão: MPE-MS - Prova: Promotor de Justiça Substituto. Tratando-se de 
indenização, é correto afirmar que: 
 
 
 
Não se cumulam as indenizações por dano moral e dano material oriundos do mesmo fato. 
 
A indenização é mensurada pela extensão do dano, inexistindo a possibilidade de sua redução 
pela via da equidade. 
 A teoria da causalidade adequada é aplicável na fixação da indenização. 
 
Não se deduz o valor do seguro obrigatório da indenização judicialmente fixada.| 
 
O acidente que cause morte de filho menor, caso este não exerça trabalho remunerado, não é 
indenizável. 
 
 
5a Questão 
 
 
O motorista de um automóvel de passeio trafegava na contra-mão de direção de uma avenida 
quando colidiu com uma ambulância estadual que transitava na mão regular da via, em alta 
velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A responsabilidade civil do acidente deve ser 
imputada 
 
 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, 
não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado. 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o 
que enseja a responsabilidade objetiva. 
 
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa 
concorrente. 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da 
ambulância. 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne 
aos danos apurados na viatura estadual. 
 
 
6a Questão 
 
 
O caso fortuito é uma das causas excludentes da responsabilidade civil, previsto no artigo 393, do 
Código Civil : O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se 
expressamente não se houver por eles responsabilizado. Parágrafo único. O caso fortuito ou de força 
maior verifica-se no fato necessário, cujos efeitos não era possível evitar ou impedir ¿ Caso fortuito 
como excludente de responsabilidade ¿ mais especificamente como excludente do nexo causal; - Com 
a crescente importância da responsabilidade objetiva, a definição em torno do esclarecimento mais 
preciso do caso fortuito vem alimentando a doutrina. No campo das definições, em relação ao caso 
fortuito uma trata de fato imprevisível e, por isso, inevitável, que se liga à atividade da entidade; - a 
este fato denominamos de: 
 
 
 Fortuito interno. 
 
Força maior. 
 
Fato exclusivo da vítima. 
 
Fato de terceiro. 
 
Fortuito externo. 
 
 
7a Questão 
 
 
(OAB/ VII Exame Unificado/2012/adaptada) - Em relação à responsabilidade civil, assinale a 
alternativa correta. 
 
 
 
Empresa locadora de veículos responde, civil e subsidiariamente, com o locatário, pelos danos 
por este causados a terceiro, no uso do carro alugado 
 
No que tange ao pagamento da indenização, o ordenamento jurídico brasileiro veda 
expressamente a cumulação de pedidos. 
 O Código Civil prevê expressamente como excludente do dever de indenizar os 
danos causados por animais, a culpa exclusiva da vítima e a força maior 
 
A responsabilidade civil objetiva indireta é aquela decorrente de ato praticado por animais. 
 
Na ação de indenização por dano moral, a condenação em montante inferior ao postulado na 
inicial implica em sucumbência recíproca 
 
 
8a Questão 
 
 
No estudo da Responsabilidade Civil do Estado em caso de omissão é um dos tópicos mais discutidos 
sobre este tema. Os elementos definidores da Responsabilidade Civil do Estado em caso de omissão 
tem razão direta ligada a seus agentes, exemplificada por este comportamento omisso, o dano, o nexo 
de causalidade e, repetindo, a culpa do servidor público. Neste sentido, o resultado da omissão será 
relevante: 
 
 
 
É diferencial se por si só for capaz de mudar o nexo causal. 
 Quando o agente tiver o dever legal de agir e assim mesmo não o faz. 
 
Isenção da responsabilidade do autor. 
 
Se o evento danoso já existia. 
 
É capaz de acarretar o resultado. 
 
 
9a Questão 
 
 
O Nexo de causalidade é elemento indispensável em qualquer espécie de responsabilidade civil. Pode 
ocorrer responsabilidade sem culpa, mas não pode ocorrer responsabilidadesem nexo causal. 
Paralelamente à causa, existe o que se denomina doutrinariamente concausa, ou seja, outras causas 
que concorrem juntamente no fato então praticado ao resultado. Muitas podem ser as causas que 
geram a responsabilização, uma desta é a concausa que por si só é capaz de acarretar o resultado; 
doutrinariamente é chamada de: 
 
 
 
Causa preexistente. 
 
Causa superveniente. 
 
Causalidade na omissão. 
 Causa concomitante. 
 
Causalidade adequada. 
 
 
10a Questão 
 
 
Considere a seguinte proposição: Caminhando pelo calçamento, pedestre é atacado por cão feroz 
que escapou por buraco no muro da residência de seu dono. O dono do cão será responsabilizado, 
salvo se provar: 
 
 
 
Desconhecer que o cão era feroz 
 
Que o pedestre estava próximo ao muro. 
 Motivo de força maior. 
 
Ser diligente nos cuidados com o cão 
 
Não ter tido condições financeiras para reparar o buraco. 
 
 
11a Questão 
 
 
O nexo de causalidade é a relação necessária entre o evento danoso e a ação que o produziu. Não 
há como confundir nexo de causalidade e imputabilidade. A imputabilidade diz respeito a elementos 
subjetivos, e o nexo de causalidade, a elementos objetivos. Dentre os motivos abaixo relacionado, 
qual não é uma excludente de nexo de causalidade: 
 
 
 Culpa não concorrente. 
 
Culpa comum. 
 
Culpa de terceiro. 
 
Força maior ou caso fortuito. 
 
Culpa exclusiva da vítima. 
 
 
12a Questão 
 
 
Ação indenizatória por danos materiais e morais movida por Antonio em face de José, fundada no 
seguinte fato: o veículo do réu (José) colidiu com a porta do veículo do autor (Antonio) no momento 
em que este desembarcava do mesmo, decepando-lhe três dedos da mão esquerda. Em 
contestação, o réu alega e prova que o autor, além de estar parado em fila dupla, abriu a porta do 
veículo inadvertidamente no momento em que passava o veículo do réu. Dando os fatos como 
provados, assinale a afirmativa correta, justificadamente: 
 
 
 
O réu terá que indenizar porque violou o dever de cuidado ¿ era previsível que alguém 
poderia saltar de um veículo parado em fila dupla. 
 O réu (José) não terá que indenizar porque houve culpa exclusiva da vítima. 
 
O réu terá que indenizar porque o caso é de responsabilidade objetiva, pelo que irrelevante 
a ocorrência de culpa. 
 
A indenização deverá ser reduzida porque houve na espécie culpa concorrente (art. 945 do 
C.Civil). 
 
 
13a Questão 
 
 
No estudo da Responsabilidade Civil, o nexo causal cumpre duas funções básicas: permite determinar 
a quem se deve atribuir um resultado danoso e é indispensável na verificação do dano a se indenizar. 
Esse dever de indenizar ocorre caso haja um dano e uma ação causadora desse mesmo dano. A 
responsabilidade de indenizar nunca dispensará o nexo causal, mas pode dispensar o instituto da: 
 
 
 Culpa. 
 
Causa preexistente. 
 
Causa superveniente. 
 
Causa concomitante. 
 
Dano. 
 
14a Questão 
 
 
O nexo causal é um elemento indispensável para a caracterização da responsabilidade civil, porém, 
existem situações excludentes deste nexo causal. Uma destas excludentes se manifesta quando 
qualquer pessoa e do responsável, alguém que não tem nenhuma ligação com o causador aparente 
do dano e o lesado. A esta excludente chamamos de: 
 
 
 
Fortuito externo. 
 
Força maior. 
 
Caso Fortuito. 
 Fato de terceiro. 
 
Fato exclusivo da vítima. 
 
15a Questão 
 
 
Ao analisar o nexo causal é CORRETO afirmar que: I- Mesmo diante dos casos de responsabilidade 
civil subjetiva e objetiva, caso esteja presente alguma excludente o dever de indenizar será 
afastado. II- A excludente de nexo causal não afastará o dever de indenizar nos casos em que se 
adota a teoria do risco integral. III- São excludentes de nexo causal: fato exclusivo da vítima, fato 
de terceiro, caso fortuito e força maior. 
 
 
 
Somente a I e III estão corretas. 
 Todas estão corretas. 
 
Somente a II e III estão corretas. 
 
Somente a I e II estão corretas. 
 
 
16a Questão 
 
 
O nexo de causalidade é a relação necessária entre o evento danoso e a ação que o produziu. Não há 
como confundir nexo de causalidade e imputabilidade. A imputabilidade diz respeito a elementos 
subjetivos, e o nexo de causalidade, a elementos objetivos. Dentre os motivos abaixo relacionado, 
qual não é uma excludente de nexo de causalidade: 
 
 
 
Culpa exclusiva da vítima 
 
Força maior ou caso fortuito. 
 
Fato de terceiro 
 
Culpa de terceiro 
 Culpa não concorrente 
 
 
17a Questão 
 
 
O Direito Civil aceita determinadas causas de exclusão de responsabilidade. Indique, dentre as 
alternativas abaixo, aquela que NÃO exerce essa função. 
 
 
 
Culpa exclusiva da vítima 
 Culpa concorrente da vítima 
 
Exercício regular de direito 
 
Caso fortuito ou força maior 
 
Culpa ou fato de terceiro 
 
 
18a Questão 
 
 
FGV - DPE/RJ - Técnico Superior Judiciário. Anderson comprou um veículo usado de Cláudio pelo 
preço de trinta mil reais. Convencionaram que parte do valor seria pago de forma parcelada e que a 
transferência perante o DETRAN somente seria feita após o pagamento integral do preço, não 
obstante a entrega do bem tenha ocorrido imediatamente após a celebração do contrato. Acontece 
que, nesse período, antes do pagamento integral do preço e da transferência do bem para o nome 
do adquirente, Anderson, utilizando o veículo para trabalhar, por imprudência, perdeu o controle do 
carro e atropelou uma pessoa que caminhava pela calçada. Verifica-se na hipótese que: 
 
 
 
há responsabilidade civil exclusiva de Cláudio, já que continua sendo o proprietário do 
veículo. 
 
há responsabilidade civil solidária de Anderson e Cláudio, podendo Cláudio exercer o direito 
regressivo posteriormente perante Anderson. 
 
há responsabilidade civil de Cláudio, por ser o proprietário do veículo, e de Anderson, por 
ter atropelado a vítima, mas a obrigação não é solidária. 
 
há responsabilidade civil exclusiva de Anderson, embora o veículo ainda pertença a Cláudio. 
 há responsabilidade civil exclusiva de Anderson, já que o veículo não mais 
pertence a Cláudio. 
 
 
19a Questão 
 
 
Marque a alternativa correta: 
 
 
 
Na responsabilidade civil, a culpa exclusiva da vítima impede inclusive a indenização 
decorrente do seguro obrigatório (DPVAT); 
 
Na responsabilidade civil, a teoria do risco integral é adotada no dano ambiental, seguro 
obrigatório, danos nucleares e na responsabilidade objetiva do Estado; 
 
É responsável pela reparação civil o empregador, por seus empregados, serviçais e prepostos, 
no exercício do trabalho que lhes compete, ou em razão dele, cuja responsabilidade é 
subjetiva; 
 Na responsabilidade civil, a culpa da vítima não impede que se concretize o nexo 
causal; 
 
A responsabilidade dos pais em relação aos filhos é subjetiva, tendo que provar que houve 
negligência em relação aos cuidados necessários decorrente da guarda. 
 
 
20a Questão 
 
 
(FGV/VIII Exame de Ordem Unificado/2012 - adaptada) - João dirigia seu veículo respeitando todas 
as normas de trânsito, com velocidade inferior à permitida para o local, quando um bêbado 
atravessou a rua, sem observar as condições de tráfego. João não teve condições de frear o veículo 
ou desviar‐se dele, atingindo‐o e causando‐lhe graves ferimentos. 
 
A partir do caso apresentado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Houve responsabilidade civil, devendo João ser considerado culpado por sua conduta. 
 
Inexistiu um dos requisitos essenciaispara caracterizar a responsabilidade civil: o dano 
indenizável e, por isso, não deve ser responsabilizado. 
 Houve rompimento do nexo de causalidade, em razão da conduta da vítima, não 
restando configurada a responsabilidade civil. 
 
Faltou um dos elementos da responsabilidade civil, qual seja, a conduta humana, não 
ficando configurada a responsabilidade civil. 
 
No caso está presente um dos requisitos essenciais para caracterizar a responsabilidade 
civil: o dano indenizável e, por isso, deve ser responsabilizado. 
 
 
21a Questão 
 
 
Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e atinge o muro de uma csa, 
causando grave prejuízo. Em relação a situação acima, é correto afirmar que Ricardo: 
 
 
 
Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa 
 
Não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade 
 
Pratico um ato ilícito e deverá reparar o dano 
 Responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de 
necessidade. 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES IV 
 
 
1a Questão 
 
 
(FGV/Exame Unificado/OAB/2018 - adaptada) - João, empresário individual, é titular de um 
estabelecimento comercial que funciona em loja alugada em um shopping-center movimentado. No 
estabelecimento, trabalham o próprio João, como gerente, sua esposa, como caixa, e Márcia, uma 
funcionária contratada para atuar como vendedora. 
Certo dia, Miguel, um fornecedor de produtos da loja, quando da entrega de uma encomenda feita 
por João, foi recebido por Márcia e sentiu-se ofendido por comentários preconceituosos e 
discriminatórios realizados pela vendedora. Assim, Miguel ingressou com ação indenizatória por 
danos morais em face de João. 
A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
João pode responder apenas pelo dano moral, caso reste comprovada sua culpa in 
vigilando em relação à conduta de Márcia. 
 
João não deve responder pelo dano moral, uma vez que não foi causado direta e 
imediatamente por conduta sua. 
 João deve responder pelos danos causados, não lhe assistindo alegar culpa 
exclusiva de terceiro. 
 
João deverá responder pela indenização correspondente aos danos emergentes e os lucros 
cessantes. 
 
João pode responder apenas por parte da compensação por danos morais diante da 
verificação de culpa concorrente de terceiro. 
 
 
2a Questão 
 
 
Prova: FCC - 2014 - TRT - 24ª REGIÃO (MS) - Juiz do Trabalho Substituto O ator Celso, ao 
atravessar a rua, em local proibido, foi atropelado por um carro, cujo motorista não tinha habilitação 
para dirigir e que trafegava em velocidade incompatível com aquele local. Do acidente resultaram 
cicatrizes que lhe comprometeram a aparência, tendo perdido trabalhos durante alguns meses. 
Neste caso, poderá pleitear 
 
 
 
apenas indenização por danos materiais e morais ou, alternativamente, por danos materiais e 
estéticos, mas o juiz deverá, ao fixar a indenização, ter em conta a gravidade de sua culpa 
em confronto com a do autor do dano. 
 
apenas indenização por danos materiais, porque de acidentes de veículo não se podem 
extrair danos morais, e os estéticos só serão indenizáveis quando, também, se reconhecerem 
danos morais. 
 
indenização por danos materiais, morais e estéticos, cumulativamente, mas o juiz não poderá 
levar em conta a culpa da vítima, porque o motorista não possuía habilitação para dirigir. 
 
somente metade da indenização dos dias em que ficou sem trabalhar e que, 
comprovadamente, não lhe tiverem sido ressarcidos pelo empregador, em razão da culpa 
recíproca. 
 indenização por danos materiais, morais e estéticos cumulativamente, mas o juiz 
deverá, ao fixar a indenização, ter em conta a gravidade de sua culpa em confronto 
com a do autor do dano. 
 
 
3a Questão 
 
 
(OAB/XXI Exame de Ordem Unificado - adaptada) - Tomás e Vinícius trabalham em uma empresa de 
assistência técnica de informática. Após diversas reclamações de seu chefe, Adilson, os dois 
funcionários decidem se vingar dele, criando um perfil falso em seu nome, em uma rede social. 
Tomás cria o referido perfil, inserindo no sistema os dados pessoais, fotografias e informações 
diversas sobre Adilson. Vinícius, a seu turno, alimenta o perfil durante duas semanas com postagens 
ofensivas, até que os dois são descobertos por um terceiro colega, que os denuncia ao chefe. 
Ofendido, Adilson ajuíza ação indenizatória por danos morais em face de Tomás e Vinícius. 
 
A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Tomás e Vinícius devem responder pelo dano moral sofrido por Adilson, sendo a obrigação de 
indenizar, nesse caso, fracionária, diante da pluralidade de causadores do dano. 
 Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem 
responder solidariamente pelo dever de indenizar. 
 
Adilson sofreu danos morais distintos: um causado por Tomás e outro por Vinícius, devendo, 
portanto, receber duas indenizações autônomas. 
 
Adilson sofreu danos morais causados por Tomás, portanto, deve receber sua indenização de 
acordo com a lei civil vigente. 
 
Tomás e Vinícius apenas poderão responder, cada um, por metade do valor fixado a título de 
indenização, pois cada um poderá alegar a culpa concorrente do outro para limitar sua 
responsabilidade. 
 
 
4a Questão 
 
 
O Dano é a um interesse jurídico tutelado, material ou moral. Para que o dano seja indenizável alguns 
requisitos são necessários: violação de um interesse jurídico material ou moral, certeza do dano, 
mesmo dano moral tem de ser certo e deve ocorrer a substância do Dano. Assinale, dentre as 
afirmativas abaixo, quais são os dois grandes grupos de espécie de dano: 
 
 
 
Dano voluntário e por imprudência. 
 
Dano voluntário e por negligência. 
 
Dano por negligência, imprudência e imperícia. 
 
Dano voluntário e por imperícia. 
 Dano típico e Dano atípico. 
 
 
5a Questão 
 
 
¿É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, 
moral ou a imagem¿ (inciso V do Art. 5º. da Constituição Federal). Os juristas entendem que 
 
 
 
o direito de resposta não ficou prejudicado com a extinção da Lei de Imprensa. 
 
a publicação de fotografia sem a autorização do fotografado não constitui dano à imagem. 
 
nos conglomerados de comunicação o direito de resposta deve ser divulgado em todas as 
mídias. 
 por dano moral deve-se entender todo aquele que não venha a afetar o patrimônio 
material da vítima. 
 
o valor das indenizações relacionadas ao direito de resposta fica pendente até a aprovação 
de nova norma. 
 
 
6a Questão 
 
 
Dano é toda lesão a um bem juridicamente protegido, causando prejuízo de ordem patrimonial ou 
extrapatrimonial. Ao contrário do que ocorre na esfera penal, na esfera civil o dano sempre será 
elemento essencial na configuração da responsabilidade civil. A falta do dever originário do agente de 
não causar lesão ao patrimônio material ou imaterial do lesado pode ser causado por: 
 
 
 
Quando o evento já existia quando da conduta ilícita do causador do evento danoso. 
 
Impossibilidades supervenientes do cumprimento da obrigação. 
 
Ação ou omissão voluntária por imperícia. 
 Ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência. 
 
Apenas ação voluntária, negligência ou imperícia. 
 
 
7a Questão 
 
 
A responsabilidade civil se manifesta por alguns requisitos para sua configuração, sendo indispensável 
a sua comprovação por parte de quem busca uma reparação na esfera judicial. O dano, embora não 
seja fundamental no ato ilícito, figura como um dos requisitos indispensáveis para configuraçãoda 
responsabilidade civil. Os danos em espécie podem ser divididos em dos grupos: dano típico e dano 
atípico. Dentre as afirmativas abaixo, assinale aquela que se configura como dano atípico: 
 
 
 Dano pela perda de uma chance. 
 
Dano a Honra Subjetiva. 
 
Dano emergente. 
 
Dano a Honra Objetiva. 
 
Dano material ou patrimonial. 
 
 
8a Questão 
 
 
(TRT 4ª 2012 - FCC - Juiz do Trabalho Substituto) De acordo com o Código Civil, assinale a opção 
CORRETA: 
 
 
 a ofensa à boa-fé objetiva, quando implicar danos, dá azo a obrigação de indenizar. 
 
por expressa disposição, a configuração do abuso do direito demanda a comprovação de 
culpa. 
 
o incapaz nunca responde pelos prejuízos que causar. 
 
os empresários individuais e as sociedades empresárias respondem somente nos casos de 
culpa pelos danos causados pelos produtos postos em circulação. 
 
a regra geral é a da responsabilidade objetiva, sendo excepcional a responsabilidade 
subjetiva. 
 
 
9a Questão 
 
 
(Ano: 2015, Banca: CETAP, Órgão: MPCM, Prova: Analista - Direito) Um navio da empresa X deixou 
vazar substancia química em águas onde a pesca era regularmente autorizada. Em decorrência da 
poluição das águas provocadas pelo vazamento, a pesca na região foi proibida pelos órgãos 
municipais e ambientais por um mês. Por conta disso, João, pescador profissional, ficou privado de 
exercer suas atividades nesse período. Neste caso, de acordo com a jurisprudência consolidada do 
STJ, João tem direito a ser indenizado pela empresa X: 
 
 
 
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e 
a data do evento danoso. 
 
pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação da 
empresa. 
 pelos danos materiais e morais. O termo inicial dos juros moratórios e a data do 
evento danoso. 
 
apenas pelos danos emergentes. O termo inicial dos juros moratórios e a data da citação 
da empresa. 
 
apenas pelos danos emergentes e lucros cessantes. O termo inicial dos juros moratórios e 
a data da citação da empresa. 
 
 
10a Questão 
 
 
A gravidade do dano há de medir-se por um padrão objetivo, quando a apreciação deve ter em linha 
de conta as circunstâncias em cada caso, e pela visão de fatores subjetivos ¿ de sensibilidade 
particularmente requerida. A gravidade é apreciada em razão da tutela do direito. O dano deve ser de 
tal modo greve que justifique a concessão de uma satisfação de ordem pecuniária ao lesado. O dano 
típico esta positivado de forma normativo. Um tipo de dano típico está descrito como o dano inerente 
à pessoa natural. É a ofensa ao psiquismo que atinja a sua dignidade, respeito próprio e autoestima. 
Este dano típico é descrito como: 
 
 
 
Lucro cessante. 
 
Dano a honra objetiva. 
 
Dano moral a pessoa jurídica. 
 Dano a honra subjetiva. 
 
Dano emergente. 
 
 
11a Questão 
 
 
A indenização por ato ilícito: 
 
 
 
Em todas as possibilidades de responsabilização, só será devida na hipótese de se apurar dolo 
ou culpa grave do agente. 
 será devida, ainda que o dano seja exclusivamente moral. 
 
só será devida quando ficar configurado dano material. 
 
Súmula do Superior Tribunal de Justiça adota entendimento de que não é possível a 
cumulação das indenizações de dano estético e dano moral 
 
não será devida, se ficar configurado apenas abuso de direito. 
 
 
12a Questão 
 
 
Sobre o dano moral, é correto afirmar: 
 
 
 
Pessoa jurídica não sofre dano moral. 
 
Não é possível cumular indenizaçãopor dano material com indenização por dano moral, 
decorrentes de um mesmo evento. 
 
Lucros cessantes são uma espécie de dano moral. 
 
Pessoa jurídica é detentora de honra subjetiva. 
 Pessoa jurídica é detentora de honra objetiva. 
 
 
13a Questão 
 
 
Sobre dano moral, é correto afirmar: 
 
 
 A natureza de reparação dos danos morais, e não de ressarcimento, é o que justifica 
a não incidência de imposto de renda sobre o valor recebido a título de compensação 
por tal espécie de dano. 
 
Como indenização por dano moral, não é possível, por exemplo, que uma vítima obtenha 
direito de resposta em caso de atentado contra honra praticado por veículo de comunicação, 
sendo possível apenas o recebimento de quantia em dinheiro. 
 
O descumprimento de um contrato não gera dano moral, ainda que envolvido valor 
fundamental protegido pela Constituição Federal de 1988. 
 
O dano moral indenizável pressupõe necessariamente a verificação de sentimentos humanos 
desagradáveis, como dor ou sofrimento, por isso não se pode falar em dano moral da pessoa 
jurídica. 
 
A quantificação por danos morais está sujeita a tabelamento e a valores fixos. 
 
 
14a Questão 
 
 
(TJ/PE 2013 - FCC - JUIZ SUBSTITUTO) - O abuso de direito acarreta: 
 
 
 
apenas a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pela parte prejudicada, 
independentemente de decisão judicial 
 
consequências jurídicas apenas se decorrente de coação, ou de negócio fraudulento ou 
simulado 
 
somente a ineficácia dos atos praticados e considerados abusivos pelo juiz. 
 indenização a favor daquele que sofrer prejuízo em razão dele. 
 
indenização apenas em hipóteses previstas expressamente em lei. 
 
 
15a Questão 
 
 
Aplicada em: 2018 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: MPE-MG Prova: Promotor de 
Justiça Substituto 
(adaptada) 
 
Assinale a alternativa INCORRETA: 
 
 
 A mensuração da indenização pela extensão do dano tem pretensão punitiva à vista 
do grau do dolo ou da culpa do ofensor. 
 
todas estão corretas 
 
Afeito ao princípio da eticidade, o abuso de direito se distancia da importância do ato volitivo, 
bastando a desproporcionalidade no exercício da autonomia, que frustra a boa-fé objetiva, os 
bons costumes e a finalidade social da situação jurídica. 
 
O dano moral é presumido (re in ipsa) na violência praticada no âmbito doméstico ou familiar. 
 
A usurpação indevida do tempo útil caracteriza dano moral indenizável. 
 
 
16a Questão 
 
 
Analise o caso e, em seguida, marque a alternativa CORRETA. 
O Jornal ZY divulgou em sua página da internet a notícia de que Erínia, por vingança, havia matado 
sua enteada de três anos. Entretanto, a foto divulgada, por erro da edição do jornal, não era da 
criminosa, mas de Angélica, professora do ensino infantil. 
No plano Civil, o caso narrado revela a ocorrência de: 
 
 
 ato ilícito, que causou danos a Angélica em razão da conduta culposa dos editores 
do jornal. 
 
ato ilícito, embora não haja causação de danos a Angélica, pois a notícia referia-se a 
Ermínia. 
 
ato abusivo, pois diante do equívoco cometido, a conduta desviou-se do seu propósito 
informativo. 
 
erro escusável quanto à identidade de Angélica, que não foi percebido pela edição do jornal. 
 
ato abusivo, pois sem a autorização de Erínia a edição não tinha poderes para veicular a 
notícia. 
 
 
17a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: FGV; Órgão: DPE-MT; Prova: Advogado). Maria, famosa atriz, foi contratada 
pela sociedade empresária XPTO Bebidas S.A., em junho de 2012, para ser ¿garota- propaganda¿ da 
marca de refrigerante Oba. Pelo contrato, obrigou-se Maria a ceder, de forma remunerada e 
temporariamente, o uso e a exploração de sua imagem para a representação da marca Oba. Em 
janeiro de 2013, Maria depara com um anúncio publicitário em uma revista em que é retratada 
segurando uma cerveja, a Shiva, também fabricada por XPTO Bebidas S.A. Sobre os fatos descritos, 
assinale a afirmativa CORRETA: 
 
 
 
A XPTO Bebidas S.A.violou a função social do contrato ao explorar indevidamente imagem 
de pessoa sem a sua autorização. 
 
Não houve descumprimento contratual por parte da Sociedade XPTO Bebidas S.A., pois Maria 
cedeu o uso e a exploração de sua imagem à sociedade empresária em questão. 
 
A XPTO Bebidas S.A. ofendeu a boa-fé objetiva contratual ao violar o direito à privacidade de 
Maria. 
 Houve descumprimento contratual por parte de XPTO Bebidas S.A. e Maria sofreu 
violação em seu direito de imagem, sendo legítima a reparação por danos morais e 
patrimoniais. 
 
Houve descumprimento contratual por parte da XPTO Bebidas S.A. e Maria sofreu violação 
em seu direito de imagem, sendo legítima a reparação por danos morais, somente. 
 
 
18a Questão 
 
 
(PGE/SC 2009) Assinale a alternativa incorreta. 
 
 
 
A teoria do dano direto e imediato é aplicável ao sistema de responsabilidade civil brasileiro. 
 
O fato exclusivo da vítima e o caso fortuito e de força maior são excludentes da causalidade. 
 
De acordo com o Novo Código Civil, a responsabilidade civil dos pais pelos atos dos filhos é 
regulada pela teoria da responsabilidade objetiva. 
 
A indenização mede-se pela extensão do dano. 
 De acordo com o Novo Código Civil, o grau de culpa do agente nunca poderá 
influenciar na quantificação do prejuízo. 
 
 
19a Questão 
 
 
Veja a assertiva e, em seguida, marque a alternativa de acordo com o direcionamento 
abaixo descrito. 
A indenização por perda de uma chance, segundo entendimento doutrinário e pretoriano dominante, 
é devida quando: 
 
 
 
a pessoa veja frustrada uma vitória judicial ou uma cura médica por qualquer erro do 
profissional. 
 a pessoa veja frustrada uma oportunidade, em futuro próximo, que ocorreria se as 
coisas seguissem normalmente. 
 
a pessoa tenha de sofrer um dano imediato e concreto. 
 
a pessoa veja frustrada uma oportunidade, mesmo em tempo distante, que ocorreria se as 
coisas seguissem normalmente. 
 
possa importar na mitigação do nexo de causalidade. 
 
 
20a Questão 
 
 
¿É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, 
moral ou a imagem¿ (inciso V do Art. 5º. da Constituição Federal). Os juristas entendem que 
 
 
 
o direito de resposta não ficou prejudicado com a extinção da Lei de Imprensa. 
 
a publicação de fotografia sem a autorização do fotografado não constitui dano à imagem. 
 
o valor das indenizações relacionadas ao direito de resposta fica pendente até a aprovação 
de nova norma. 
 
nos conglomerados de comunicação o direito de resposta deve ser divulgado em todas as 
mídias. 
 por dano moral deve-se entender todo aquele que não venha a afetar o patrimônio 
material da vítima. 
 
 
21a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: MPE-BA; Órgão: MPE-BA; Prova: Promotor de Justiça Substituto). Assinale a 
alternativa INCORRETA sobre a responsabilidade civil, segundo o Código Civil Brasileiro: 
 
 
 
A responsabilidade civil é independente da criminal, não se podendo questionar mais sobre a 
existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem 
decididas no juízo criminal. 
 O direito de exigir a reparação se transmite com a herança, mas não a obrigação de 
prestá-la. 
 
Aquele que, por ato ilícito, causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo. 
 
Aquele que ressarcir o dano causado por outrem pode reaver o que houver pago daquele por 
quem pagou, salvo se o causador do dano for descendente seu, absoluta ou relativamente 
incapaz. 
 
O incapaz pode ser responsabilizado pelos prejuízos que causar se as pessoas por ele 
responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 
 
22a Questão 
 
 
(Juiz do Trabalho Substituto TRT 8ª Região 2015 - TRT 8ª REGIÃO) Sobre a responsabilidade civil no 
Código Civil Brasileiro, é CORRETO afirmar que: 
 
 
 
O incapaz não responde pelos prejuízos que causar tendo em vista a responsabilidade dos pais 
ou responsáveis. 
 Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou 
profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das 
despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá 
pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da 
depreciação que ele sofreu. 
 
Em caso de usurpação ou esbulho do alheio, quando não mais exista a própria coisa, a 
indenização será estimada pelo seu preço ordinário, não sendo considerado o preço de afeição. 
 
Haverá obrigação de reparar o dano, através da averiguação de culpa, nos casos especificados 
em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua 
natureza, risco para os direitos de outrem. 
 
O prejudicado não poderá exigir que a indenização seja arbitrada e paga de uma só vez, salvo 
se demonstrado o estado de solvência do devedor. 
 
 
23a Questão 
 
 
Juliana, por meio de contrato de compra e venda, adquiriu de Ricardo, profissional liberal, um carro 
seminovo (30.000km) da marca Y pelo preço de R$ 24.000,00. Ficou acertado que Ricardo faria a 
revisão de 30.000km no veículo antes de entregá-lo para Juliana no dia 23 de janeiro de 2017. Ricardo, 
porém, não realizou a revisão e omitiu tal fato de Juliana, pois acreditava que não haveria qualquer 
problema, já que, aparentemente, o carro funcionava bem. 
No dia 23 de fevereiro de 2017, Juliana sofreu acidente em razão de defeito no freio do carro, com a 
perda total do veículo. A perícia demostrou que a causa do acidente foi falha na conservação do bem, 
tendo em vista que as pastilhas do freio não tinham sido trocadas na revisão de 30.000km, o que era 
essencial para a manutenção do carro. 
Considerando os fatos, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Nenhuma das alternativas anteriores. 
 Ricardo é responsável por todo o dano sofrido por Juliana, com a perda total do carro, 
tendo em vista que o perecimento do bem foi devido a vício oculto já existente ao 
tempo da tradição. 
 
Ricardo não tem nenhuma responsabilidade pelo dano sofrido por Juliana (perda total do 
carro), tendo em vista que o carro estava aparentemente funcionando bem no momento da 
tradição 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor da revisão de 30.000km do carro, tendo em vista que ela 
não foi realizada conforme previsto no contrato 
 
Ricardo deverá ressarcir o valor das pastilhas de freio, nada tendo a ver com o acidente 
sofrido por Juliana. 
 
24a Questão 
 
 
O Dano é a lesão - diminuição ou destruição - que devido a certo evento, sofre uma pessoa, contra 
sua vontade, em qualquer bem ou interesse jurídico, patrimonial ou moral. Diante dos requisitos 
abaixo relacionados, qual não se aplica ao Dano: 
 
 
 
Subsistência do dano no momento da reclamação do lesado. 
 
Efetividade da certeza do Dano. 
 
Diminuição ou destruição de um bem jurídico, patrimonial ou moral. 
 Ausência de legitimidade. 
 
Ausência de causas excludentes de responsabilidade. 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES V 
 
 
1a Questão 
 
 
A responsabilidade objetiva, incidente quanto ás pessoas de direito público, estende-se, entre outros 
casos, nos termos da constituição federal, 
 
 
 a uma empresa privada concessionária de serviços públicos. 
 
ao agente público causador do dano. 
 
a uma empresa pública que explore atividade econômica. 
 
a uma empresa privada contratada para a realização de uma obra pública. 
 
a uma sociedade de economia mista que explore atividade econômica. 
 
 
2a Questão 
 
 
É CORRETO afirmar que o contrato de transporte é: I- de adesãoII- gratuito III- unilateral. 
 
 
 Somente a I está correta. 
 
Somente a III está correta. 
 
Nenhuma está correta. 
 
Somente a II está correta. 
 
 
3a Questão 
 
 
(CESPE - 2008 /OAB/ Exame da Ordem/adaptada) - No que concerne ao ato ilícito e à 
responsabilidade civil, assinale a opção correta. 
 
 
 
A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de trânsito, por 
exemplo, no caso de colisão de veículos, acarreta a compensação dos danos, devendo cada 
parte suportar os prejuízos sofridos. 
 A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa, desde que 
exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela 
indenização. 
 
Os atos praticados em legítima defesa, no exercício regular de um direito ou em estado de 
necessidade, que provoquem danos morais ou materiais a outrem, embora sejam 
considerados como atos ilícitos, exoneram o causador do dano da responsabilidade pela 
reparação do prejuízo causado. 
 
Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso, todas 
essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a 
responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. Nessa situação, cabe à vítima 
escolher a quem imputar o dever de reparar. 
 
Apenas as alternativas A e C estão corretas. 
 
 
4a Questão 
 
 
(XV Exame Unificado/2014/ADAPTADA) - Devido à indicação de luz vermelha do sinal de trânsito, 
Ricardo parou seu veículo pouco antes da faixa de pedestres. Sandro, que vinha logo atrás de 
Ricardo, também parou, guardando razoável distância entre eles. Entretanto, Tatiana, que trafegava 
na mesma faixa de rolamento, mais atrás, distraiu-se ao redigir mensagem no celular enquanto 
conduzia seu veículo, vindo a colidir com o veículo de Sandro, o qual, em seguida, atingiu o carro de 
Ricardo. Diante disso, à luz das normas que disciplinam a responsabilidade civil, assinale a 
afirmativa correta 
 
 
 
Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados ao veículo de Sandro, e este deverá 
indenizar os prejuízos causados ao veículo de Ricardo. 
 
Cada um arcará com seu próprio prejuízo, visto que a responsabilidade pelos danos 
causados deve ser repartida entre todos os envolvidos 
 Caberá a Tatiana indenizar os prejuízos causados aos veículos de Sandro e 
Ricardo. 
 
Na hipótese narrada a regra do artigo 930 da lei civil deverá ser aplicada subsidiariamente, 
 
Tatiana e Sandro têm o dever de indenizar Ricardo, na medida de sua culpa. 
 
 
5a Questão 
 
 
2014 - Banca: VUNESP - Órgão: Câmara Municipal de Sertãozinho - SP - Prova: Procurador Jurídico 
Legislativo - O caso fortuito e a força maior são excludentes da responsabilidade civil por 
inexistência do seguinte requisito: 
 
 
 
ação humana. 
 
ato ilícito. 
 
dano. 
 nexo de causalidade. 
 
culpa 
 
 
6a Questão 
 
 
(TRT 1ª 2013 - FCC - ANALISTA JUDICIÁRIO) - O motorista de um automóvel de passeio trafegava 
na contra-mão de direção de uma avenida quando colidiu com uma ambulância estadual que 
transitava na mão regular da via, em alta velocidade porque acionada a atender uma ocorrência. A 
responsabilidade civil do acidente deve ser imputada: 
 
 
 
ao Estado, uma vez que um veículo estadual (ambulância) estava envolvido no acidente, o 
que enseja a responsabilidade objetiva. 
 
ao civil que conduzia o veículo, que responde sob a modalidade objetiva no que concerne aos 
danos apurados na viatura estadual. 
 
tanto ao civil quanto ao Estado, sob a responsabilidade subjetiva, em razão de culpa 
concorrente. 
 ao civil que conduzia o veículo e invadiu a contramão, dando causa ao acidente, 
não havendo nexo de causalidade para ensejar a responsabilidade do Estado. 
 
ao Estado, sob a modalidade subjetiva, devendo ser comprovada a culpa do motorista da 
ambulância. 
 
 
7a Questão 
 
 
Responsabilidade civil extracontratual é aquela que: 
 
 
 
existindo ou não, vínculo entre a vítima e o causador do dano, a responsabilidade civil 
extracontratual. 
 
existe um vinculo familiar entre a vítima e o causador do dano. 
 não existe qualquer vínculo entre o causador do dano e a vítima. 
 
existe um vínculo entre a vítima e o causador do dano. 
 
 
8a Questão 
 
 
(OAB/VI Exame Unificado/2011 - adaptada) - Mirtes gosta de decorar a janela de sua sala com 
vasos de plantas. A síndica do prédio em que Mirtes mora já advertiu a moradora do risco de queda 
dos vasos e de possível dano aos transeuntes e moradores do prédio. Num dia de forte ventania, os 
vasos de Mirtes caíram sobre os carros estacionados na rua, causando sérios prejuízos. 
 
Nesse caso, é correto afirmar que Mirtes: 
 
 
 
poderá alegar motivo de força maior e não deverá indenizar os lesados. 
 deverá indenizar os lesados, pois é responsável pelo dano causado. 
 
somente deverá indenizar os lesados se tiver agido dolosamente. 
 
está isenta de responsabilidade, pois não teve a intenção de causar prejuízo. 
 
não deverá indenizar os lesados pois não agiu dolosamente. 
 
 
9a Questão 
 
 
(OAB) No dia 23 de junho de 2012, Alfredo, produtor rural, contratou a sociedade Simões Aviação 
Agrícola Ltda., com a finalidade de pulverizar, por via aérea, sua plantação de soja. Ocorre que a 
pulverização se deu de forma incorreta, ocasionando a perda integral da safra de abóbora 
pertencente a Nilson, vizinho lindeiro de Alfredo. Considerando a situação hipotética e as regras de 
responsabilidade civil, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Não há lugar para a responsabilidade civil solidária entre Alfredo e a sociedade Simões 
Aviação Agrícola Ltda. pelos danos causados a Nilson, dada a inexistência da relação de 
preposição. 
 
Com base no direito brasileiro, Alfredo responderá subjetivamente pelos danos causados a 
Nilson e a sociedade Simões Aviação Agrícola Ltda. será responsabilizada de forma 
subsidiária. 
 
Trata-se de responsabilidade civil objetiva, em que a sociedade Simões Aviação Agrícola 
Ltda. é o responsável principal pela reparação dos danos, enquanto Alfredo é responsável 
subsidiário. 
 Alfredo e a sociedade Simões Aviação Agrícola Ltda. responderão objetiva e 
solidariamente pelos danos causados a Nilson. 
 
10a Questão 
 
 
(CESPE - 2010 - OAB - Exame da Ordem) Assinale a opção CORRETA com relação à responsabilidade 
civil: 
 
 
 
A extinção da punibilidade criminal sempre obsta a propositura de ação civil indenizatória. 
 Tratando-se de responsabilidade subjetiva contratual, a responsabilidade do agente 
pode subsistir mesmo nos casos de força maior e de caso fortuito, desde que a lei 
não coíba a sua previsão. 
 
O dano deve ser certo, por essa razão não é possível indenização por dano eventual, 
decorrente da perda de uma chance. 
 
De acordo com o regime da responsabilidade civil traçado no Código Civil brasileiro, inexistem 
causas excludentes da responsabilidade civil objetiva. 
 
o grau de culpa jamais interfere no valor da indenização. 
 
 
11a Questão 
 
 
A responsabilidade extracontratual, delitual ou aquilana é a lesão de um direito subjetivo ou da prática 
de um ato ilícito, em que haja nenhum vínculo contratual, resultando da inobservância da norma 
jurídica ou de infração ao dever jurídico geral de abstenção atinente aos direitos reais ou de 
personalidade. Dentre as afirmativas abaixo, assinale aquela que se manifesta como cláusula geral no 
sistema jurídico para responsabilidade extracontratual: 
 
 
 
Mora e inadimplemento absoluto. 
 
Cessação daMora. 
 
Mora do devedor. 
 
Purgação da Mora. 
 O dano causado for apenas moral. 
 
 
12a Questão 
 
 
Um caso emblemático relacionado a perda da chance do atleta brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, 
o qual tinha uma vantagem de 28 segundos na liderança da prova da Maratona nas Olimpíadas de 
Atenas, quando foi interceptado dolosamente por um terceiro, que o agarrou e o levou ao chão. Em 
decorrência dessa intercepção, o atleta veio a perder colocações na prova, acabando em terceiro 
lugar, sem êxito no alcance do mais elevado degrau do pódio e da medalha de ouro. Considerando a 
teoria mencionada e o caso descrito, assinale a opção correta. 
 
 
 
A aplicação da responsabilidade subjetiva, segundo a Teoria da Perda de uma Chance, é 
pacífica, o que torna a comprovação da culpa do agente do ato ilícito requisito fundamental e 
afasta, consequentemente, a responsabilidade objetiva. 
 
A Teoria da Perda de uma Chance prevê a comprovação de evento certo e futuro para 
obtenção do ganho da causa, mediante a juntada de documento probatório e demais meios 
de provas que determinem a culpa do terceiro ou o agente causador do ato ilícito. 
 
A doutrina civilista admite, em casos como o relatado, a condenação por danos emergentes e 
lucros cessantes, mas exclui o dano moral, por tratar-se de responsabilidade subjetiva. 
 A perda de uma chance se caracteriza quando, em virtude da conduta de outrem, 
desaparece a probabilidade de um evento que possibilitaria um benefício futuro 
para a vítima, como deixar de recorrer de sentença desfavorável por falha do 
advogado. 
 
A Teoria da Perda de uma Chance é um instituto anômalo criado pela doutrina civilista 
estrangeira, para o qual não há respaldo legal no ordenamento jurídico brasileiro. 
 
 
13a Questão 
 
 
Um oficial do corpo de bombeiros arrombou a porta de determinada residência para ingressar no 
imóvel vizinho e salvar uma criança que corria grave perigo em razão de um incêndio. A respeito 
dessa situação hipotética e conforme a doutrina dominante e o Código Civil, assinale a opção 
correta. 
 
 
 
O oficial tem o dever de indenizar o proprietário do imóvel danificado, devendo o valor da 
indenização ser mitigado em razão da presença de culpa concorrente. 
 
Conforme disposição do Código Civil, o oficial teria o dever de indenizar o dono do imóvel no 
valor integral dos prejuízos existentes, tendo direito de regresso contra o responsável pelo 
incêndio. 
 
Não se pode falar em responsabilidade civil nesse caso, pois, na hipótese de estado de 
necessidade, o agente causador do dano nunca terá o dever de indenizar. 
 Não se aplica ao referido oficial a regra do Código Civil segundo a qual o agente que 
atua para remover perigo iminente pode ser chamado a indenizar terceiro inocente. 
 
O ato praticado pelo oficial é ilícito porque causou prejuízo ao dono do imóvel, inexistindo, 
entretanto, o dever de indenizar, dada a ausência de nexo causal. 
 
 
14a Questão 
 
 
Prova: FCC - 2015 - TCM-GO - Auditor Controle Externo - Jurídica No direito brasileiro, a 
responsabilidade civil é 
 
 
 
é sempre objetiva, na modalidade de risco criado ou risco atividade, sem necessidade de 
demonstração de imprudência, negligência ou imperícia. 
 
objetiva, em regra, na modalidade de risco atividade, configurando-se independentemente de 
culpa. 
 
tanto subjetiva como objetiva, nesse último caso enquadrando-se a responsabilidade do 
profissional liberal e dos fornecedores de produtos e serviços. 
 subjetiva, em regra, implicando a necessidade de prova da ação ou omissão 
voluntária, nexo causal, culpa e dano 
 
sempre subjetiva, com a necessidade de compro- vação de imprudência, negligência ou 
imperícia, além do nexo causal e dano. 
 
 
15a Questão 
 
 
(OAB XVI /2015/adaptada) - Daniel, morador do Condomínio Raio de Luz, após consultar a 
convenção do condomínio e constatar a permissão de animais de estimação, realizou um sonho 
antigo e adquiriu um cachorro da raça Beagle. Ocorre que o animal, muito travesso, precisou dos 
serviços de um adestrador, pois estava destruindo móveis e sapatos do dono. Assim, Daniel 
contratou Cleber, adestrador renomado, para um pacote de seis meses de sessões. Findo o período 
do treinamento, Daniel, satisfeito com o resultado, resolve levar o cachorro para se exercitar na área 
de lazer do condomínio e, encontrando-a vazia, solta a coleira e a guia para que o Beagle possa 
correr livremente. Minutos depois, a moradora Diana, com 80 (oitenta) anos de idade, chega à área 
de lazer com seu neto Theo. Ao percebe presença da octogenária, o cachorro pula em suas pernas, 
Diana perde o equilíbrio, cai e fratura o fêmur. Diana pretende ser indenizada pelos danos materiais 
e compensada pelos danos estéticos. 
 
Com base no caso narrado, assinale a opção correta. 
 
 
 
Há responsabilidade valorada pelo critério subjetivo e contratual apenas de Daniel em relação 
aos danos sofridos por Diana; subjetiva, em razão da evidente culpa na custódia do animal; e 
contratual, por serem ambos moradores do Condomínio Raio de Luz. 
 
Há responsabilidade civil valorada pelo critério objetivo e subsidiária de Daniel e Cleber, 
aquele por culpa na vigilância do animal e este por imperícia no adestramento do Beagle, pelo 
fato de não evitarem que o cachorro avançasse em terceiros. 
 
Não há responsabilidade civil de Daniel valorada pelo critério subjetivo, em razão da 
ocorrência de força maior, isto é, da chegada inesperada da moradora Diana, caracterizando a 
inevitabilidade do ocorrido, com rompimento do nexo de causalidade. 
 Há responsabilidade civil valorada pelo critério objetivo e extracontratual de Daniel, 
havendo obrigação de indenizar e compensar os danos causados, haja vista a 
ausência de prova de alguma das causas legais excludentes do nexo causal, quais 
sejam, força maior ou culpa exclusiva da vítima. 
 
Há responsabilidade civil valorada pelo critério subjetivo e solidária de Daniel e Cleber, aquele 
por culpa na vigilância do animal e este por imperícia no adestramento do Beagle, pelo fato de 
não evitarem que o cachorro avançasse em terceiros. 
 
 
16a Questão 
 
 
Messias motorista não profissional, colidiu seu veículo com o de Ana Selma, que o acionou 
judicialmente. A responsabilidade de Messias é 
 
 
 
objetiva, dependendo apenas da comprovação de nexo de causalidade e dano. 
 subjetiva, dependendo da comprovação de culpa, além de nexo de causalidade e 
dano. 
 
subjetiva, dependendo apenas da comprovação de nexo de causalidade e dano. 
 
objetiva, dependendo da comprovação de culpa, além de nexo de causalidade e dano. 
 
objetiva, dependendo apenas da comprovação do dano. 
 
17a Questão 
 
 
A teoria que responsabiliza o estado pelos danos que seus agentes causarem a terceiros sem admitir 
qualquer excludente de responsabilidade em defesa do estado denomina-se teoria? 
 
 
 
subjetiva. 
 
da falta do serviço. 
 objetiva. 
 
do risco integral. 
 
da irresponsabilidade. 
 
 
18a Questão 
 
 
(TRT 1ª /2012 - FCC) - No Código Civil atual, a responsabilidade civil: 
 
 
 
é objetiva como regra, excepcionando-se situações expressas de responsabilização subjetiva. 
 continua em regra como subjetiva, excepcionando-se, entre outras, a hipótese da 
atividade exercida normalmente pelo autor do dano com risco para os direitos de 
outrem, quando então a obrigação de reparar ocorrerá independentemente de culpa. 
 
em regra é subjetiva, admitida porém a responsabilidade objetiva do empresário, como 
fornecedor de produtos ou de serviços, na modalidade do risco integral. 
 
é objetiva para as pessoas jurídicas, de direito privadoou público, e subjetiva para as pessoas 
físicas. 
 
é subjetiva sempre, em qualquer hipótese. 
 
 
19a Questão 
 
 
(2015 - FCC - Órgão: TRT - 9ª REGIÃO - PR) N reside no décimo andar de um edifício, em 
apartamento do qual caiu um vaso de flor que acabou por acertar Z, que sofreu danos. N será 
responsabilizado de maneira 
 
 
 
objetiva, desde que demonstrado que agiu com culpa. 
 
subjetiva, independentemente de demonstração do elemento culpa. 
 
subjetiva, desde que demonstrado que agiu com dolo, direto ou eventual. 
 objetiva, independentemente de demonstração do elemento culpa. 
 
subjetiva, desde que demonstrado que agiu com culpa. 
 
 
20a Questão 
 
 
A responsabilidade do causador do dano ao meio ambiente: 
 
 
 
nenhum das alternativas está correta; 
 é objetiva, tendo como legitimado tanto o Ministério Público como outras 
instituições o que poderá ser pleiteado através de ação civil pública ou ação popular; 
 
é subjetiva dependendo de apuração em processo judicial assegurado o exercício do 
contraditório e da ampla defesa; 
 
é objetiva, tendo como legitimado somente o Ministério Público na condição de fiscal da lei; 
 
é objetiva, tendo como legitimado somente associações criadas para tal fim através de ação 
civil pública ou ação popular; 
 
21a Questão 
 
 
O veículos de Carlos, adquirido da Besouro-Barra Ltda (concessionária), zero quilômetro, incendiou-
se após seis meses de uso e ficou totalmente destruído. A Concessionária recusa-se indenizar Carlos 
alegando ser da Volkswagem do Brasil a eventual responsabilidade e ainda por não ter ficado 
provada a causa do incêndio. A Volks, por sua vez, alega ser da concessionária a eventual 
responsabilidade e que já teria ocorrido a decadência. 
No caso pode-se afirmar: 
 a) a ação indenizatória deverá ter por fundamento o art. 12 do CDC( fato do produto); 
b) responsáveis solidários pela indenização serão a Volkswagem do Brasil e a concessionária 
Besouro-Barra; 
c) a Volkswagem do Brasil só excluirá a sua responsabilidade se provar que o incêndio do automóvel 
não decorreu de defeito do produto; 
d) como o prazo decadencial é de 90 dias para coisas duráveis, a decadência já ocorreu; 
e) aplica-se ao caso o art. 931 do C.Civil. 
 
 
 
todas as afirmativas são incorretas; 
 
todas as afirmativas são corretas; 
 estão incorretas as afirmativas das letras b, d e e; 
 
estão corretas as afirmativas das letras a, b e c; 
 
 
22a Questão 
 
 
Em matéria de danos causados a terceiros, em decorrência da prestação de serviços públicos, 
considere duas hipóteses distintas: serviços prestados pela administração direta e serviços prestados 
por concessionário privado. Nessas hipóteses, tem-se que a responsabilidade civil da administração, 
de seu servidor causador do dano, da empresa concessionária e do empregado desta causador do 
dano é, respectivamente? 
 
 
 
objetiva, subjetiva, subjetiva, subjetiva. 
 
objetiva, objetiva, subjetiva, subjetiva. 
 objetiva, subjetiva, objetiva, subjetiva. 
 
subjetiva, subjetiva, subjetiva, subjetiva, 
 
objetiva, objetiva, objetiva, objetiva. 
 
 
23a Questão 
 
 
(LIQUIGÁS 2012 - CESGRANRIO) - Na origem da ideia de culpa, elemento fundamental da 
responsabilidade civil subjetiva, encontra-se a(o): 
 
 
 
conceito de patrimônio jurídico como unidade de valor que deve ser protegido de qualquer 
lesão. 
 
regra que determina que só é condição apta a ensejar a responsabilidade civil aquela apta a 
produzir o dano. 
 noção de infração à obrigação preexistente de que a lei ordena a reparação, 
havendo dano. 
 
noção de causa suficiente para provocar dano, o que resultará em indenização 
 
princípio da dignidade da pessoa humana, que será invariavelmente atingido 
 
 
24a Questão 
 
 
Quanto à evolução e classificação da responsabilidade civil assinale a alternativa incorreta 
 
 
 
De acordo com a teoria da responsabilidade civil subjetiva o ônus da prova da culpa é da 
vítima. 
 
A responsabilidade contratual é decorrente do descumprimento de um contrato preexistente 
entre as partes. 
 
Na responsabilidade civil é correto afirmar que a culpa grave se equipara ao dolo. 
 Dano emergente compreende aquilo que a vítima efetivamente perdeu e aquilo que 
ela razoavelmente deixou de lucrar em virtude do fato danoso. 
 
A responsabilidade civil evoluiu ou se transformou no sentido de que hoje a preocupação é 
maior com o ressarcimento à vítima do que com a questão da culpa. 
 
 
25a Questão 
 
 
As pessoas jurídicas de direito público respondem pelos danos que seus agentes causarem a 
terceiros. 
 
 
 
inclusive se o paciente foi o culpado. 
 
NRA 
 
só quando eles agirem dolosamente. 
 
não cabendo ação regressiva. 
 mesmo se eles não foram os culpados. 
 
 
26a Questão 
 
 
Na responsabilidade civil da administração público nosso ordenamento adota qual teoria na 
responsabilidade civil objetiva: 
 
 
 risco administrativo 
 
risco criado 
 
risco excepcional. 
 
risco integral 
 
27a Questão 
 
 
A responsabilidade civil objetiva, da administração pública, compreende os danos causados aos 
particulares, até mesmo: 
 
 
 
quando seu agente não agiu nessa condição, ao causar o dano. 
 
quanto aos atos predatórios de terceiros e fenômenos naturais. 
 sem haver culpa ou dolo do seu agente, pelo ato ou fato danoso. 
 
quando houver culpa do respectivo paciente. 
 
sem nexo casual entre o ato ou fato e o dano. 
 
 
28a Questão 
 
 
Durante partida de futebol, Filipe envolveu-se em uma briga e passou, abruptamente, a desferir 
pontapés em todos a seu redor, atingindo inclusive o árbitro, Mário, que tentava separar a contenda. 
Muito ferido, Mário ajuizou ação de indenização contra Filipe. Por sua vez, este fez prova de que não 
teve a intenção de acertar Mário. O pedido deverá ser julgado 
 
 
 
e procedente, pois Filipe agiu em abuso do direito, devendo ser responsabilizado 
subjetivamente. 
 procedente, pois Filipe agiu com culpa, devendo ser responsabilizado 
subjetivamente. 
 
improcedente, pois Filipe provou não existir um dos elementos para a responsabilização 
civil. 
 
procedente, pois Filipe agiu em abuso do direito, devendo ser responsabilizado 
objetivamente. 
 
procedente, pois Filipe agiu com culpa, devendo ser responsabilizado objetivamente. 
 
 
29a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: CS-UFG; Órgão: AL-GO; Prova: Procurador). O tema da responsabilidade civil 
sofreu modificações formais e substanciais pela edição da Lei n. 10.406/2002, notadamente 
ampliando-se sua área de incidência no intuito de incrementar a proteção às vítimas dos mais 
diversos danos oriundos da sociedade contemporânea do risco. Sobre a responsabilidade civil 
extracontratual, o Código Civil vigente prevê que: 
 
 
 
a indenização, no caso de homicídio, restringe-se ao pagamento de alimentos às pessoas a 
quem o morto as devia, levando-se em conta a duração provável da vida da vítima. 
 
o juiz está impedido de reduzir equitativamente a indenização, quando houver excessiva 
desproporção entre a gravidade da culpa e o dano, vez que a indenização mede-se pela 
extensão do dano. 
 
o dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, mesmo que prove culpa 
da vítima ou força maior 
 o cárcere privado, a prisão por queixa ou denúncia falsa e de má-fé e a prisão ilegal 
ensejam indenização por ofensa à liberdade pessoal. 
 
 
30a Questão 
 
 
O que diz respeito à Culpa Contratual e a Culpa Extracontratual:todas as alternativas estão corretas; 
 
a culpa deve ser provada tanto nas relações contratuais como extracontratuais; 
 
na extracontratual a culpa é presumida, enquanto que na culpa contratual deve ela ser 
demonstrada; 
 
a culpa será sempre subjetiva, quer a relação seja contratual, que seja extracontratual; 
 na contratual a culpa é presumida, enquanto que na culpa extracontratual deve ela 
ser demonstrada; 
 
 
31a Questão 
 
 
Marque a alternativa correta. A teoria do risco integral consiste em: 
 
 
 
d) naquela em que a vítima do fato deve provar que o dano indireto resultou de uma 
vantagem ou de um benefício obtido pelo causador do dano. 
 
a) naquela em que qualquer atividade ou ato humano que possa gerar danos aos demais, 
independe do aspecto econômico ou profissional, surgindo à obrigação de indenizar. 
 c) no fato de que a atividade de risco tenha sido a ocasião, mera causa mediata ou 
indireta do evento, ainda que este tenha tido por causa direta e imediata fato 
irresistível ou inevitável, como a força maior e o caso fortuito. 
 
b) no fato de que a responsabilidade daquele que tira proveito ou vantagem do fato causador 
do dano seja obrigado a repará-lo; 
 
32a Questão 
 
 
Prova: FGV - 2014 - MPE-RJ - Estágio Forense. O Código Civil, em matéria de responsabilidade civil, 
estabelece: 
 
 
 
o fim da previsão da culpa como pressuposto do dever de indenizar. 
 
parâmetros tarifados para as indenizações por dano moral, de acordo com a gravidade da 
ofensa reparada e o nível socioeconômico dos envolvidos; 
 a responsabilidade objetiva por fato de terceiro; 
 
a culpa presumida dos responsáveis por fato de terceiro; 
 
a total dependência entre as responsabilidades civil e criminal; 
 
 
33a Questão 
 
 
(OAB/2007/adaptada) - Sobre a responsabilidade civil, assinale a alternativa CORRETA. 
 
 
 
inexiste no sistema jurídico brasileiro a responsabilidade civil do incapaz, uma vez que esta se 
impõe exclusivamente aos representantes destes. 
 
não elide a responsabilidade solidária a prova de que o causador do dano agiu sem culpa 
 
é sempre subjetiva, por culpa presumida sob a modalidade culpa in eligendo, a 
responsabilidade do empregador pelos danos causados pelo empregado no exercício de suas 
funções. 
 
elide a responsabilidade objetiva a prova de que o causador do dano agiu sem culpa 
 a obrigação de reparar os danos se transmite com a herança, ainda que se trate de 
dano moral. 
 
 
34a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TCE-CE; Prova: Analista de Controle Externo-Atividade Jurídica). 
João é dono de um cão feroz que atacou Maicon quando este passava em frente de sua residência. 
João responderá de maneira: 
 
 
 
subjetiva pelos danos causados pelo animal, não se admitindo causa excludente de 
responsabilização. 
 
objetiva pelos danos causados pelo animal, não se admitindo causa excludente de 
responsabilização. 
 
subjetiva pelos danos causados pelo animal, salvo se provar que não agiu com dolo ou 
culpa. 
 objetiva pelos danos causados pelo animal, salvo se provar culpa exclusiva da 
vítima ou força maior. 
 
subjetiva pelos danos causados pelo animal, salvo se provar força maior. 
 
 
35a Questão 
 
 
Responsabilidade civil extracontratual é aquela que: 
 
 
 
existindo ou não, vínculo entre a vítima e o causador do dano, a responsabilidade civil 
extracontratual. 
 
existe um vinculo familiar entre a vítima e o causador do dano. 
 
existe um vínculo entre a vítima e o causador do dano. 
 não existe qualquer vínculo entre o causador do dano e a vítima. 
 
 
36a Questão 
 
 
(TRT 9 ¿ 2007/Juiz) Sobre teoria geral da responsabilidade civil, assinale a alternativa CORRETA: I. 
A teoria subjetiva da responsabilidade civil é fundada na culpa ou dolo do agente. II. Admite-se a 
responsabilização do agente independentemente de culpa, quando a atividade por ele normalmente 
desenvolvida, por sua natureza intrínseca, implicar riscos, mas as hipóteses de aplicação da teoria 
do risco devem ser estrita e exaustivamente relacionadas por leis específicas. III. De acordo com a 
teoria da responsabilidade por culpa presumida, presume-se a culpa do agente, invertendo-se o 
ônus da prova, mas facultando-lhe provar fatos excludentes da culpa que se presume. IV. Pela teoria 
do abuso do direito, o agente pode ser responsabilizado a reparar danos decorrentes de uma 
conduta que, embora se caracterize como exercício de um direito seu, exceda a finalidade 
econômico-social daquele direito, desviando-o dos fins sociais, da boa-fé e dos bons costumes. 
Analise as alternativas abaixo indicando a CORRETA: 
 
 
 
apenas as assertivas I e III estão corretas. 
 
todas as assertivas estão corretas. 
 
apenas as assertivas II e IV estão corretas. 
 
apenas a assertiva I está correta. 
 apenas as assertivas I, III e IV estão corretas. 
 
37a Questão 
 
 
A responsabilidade objetiva do estado, em última análise, resulta na obrigação de indenizar, quem 
tenha sido vítima de algum procedimento ou acontecimento, que lhe produza alguma lesão, na 
esfera juridicamente protegida, para cuja configuração sobressai relevante haver: 
 
 
 nexo causal entre aquele comportamento e o dano causado. 
 
ausência de culpa do paciente. 
 
culpa ou dolo do agente causador. 
 
prova de ilicitude desse acontecimento danoso. 
 
prova de falta ou deficiência do serviço que causou o dano. 
 
 
 
38a Questão 
 
 
Doutrinariamente definindo Responsabilidade Civil como a situação de quem sofre consequência da 
violação de uma norma, ou como a obrigação que incumbe a alguém de reparar o prejuízo causado a 
outrem, pela sua atuação ou em virtude de danos provocados por pessoa ou coisas dele 
dependentes. Concluímos que o dever jurídico de reparar o prejuízo a outrem, caso haja a violação 
de uma obrigação que poderá ser: 
 
 
 
Contratual ou extrajudicial. 
 
contratual ou extracontratual. 
 
Contratual ou hereditária. 
 Contratual ou obrigacional. 
 
Contratual ou Conjugal. 
 
 
39a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: VUNESP; Órgão: TJ-MS; Prova: Juiz Substituto. De acordo com o Código Civil de 
2002, é responsável pela reparação civil, independentemente de culpa, aquele que: 
 
 
 
militar, pelos atos praticados pelos seus subordinados. 
 
síndico, pelos atos praticados pelo condômino. 
 que houver gratuitamente participado no produto de crime, até a concorrente 
quantia. 
 
comandante de aeronave ou embarcação, pelos atos praticados pelos tripulantes. 
 
relativamente incapaz, pelos atos praticados pelo absolutamente incapaz em sua companhia. 
 
 
40a Questão 
 
 
A responsabilidade objetiva do estado, conforme a jurisprudência dominante, não abrange o ato 
praticado. 
 
 
 
por autarquia, incumbida de poder de polícia. 
 pelo poder Judiciário, no exercício de função jurisdicional. 
 
por empresa privada, concessionária de serviço público. 
 
pelo poder Legislativo, no exercício de função administrativa. 
 
or empresa pública, prestadora de serviço público. 
 
 
41a Questão 
 
 
(TRT 6ª 2012 - FCC) - Durante a execução de serviços de reparo e manutenção nas instalações de 
gás, por empresa pública responsável pela prestação do serviço público de fornecimento, houve 
pequena explosão, ocasionando o arremesso de peças e materiais pesados a distância significativa, 
causando danos materiais a particulares que estavam próximos ao local. Nesse caso, a empresa: 
 
 
 
responde subjetivamente pelos danos causados, independentemente de prova de culpa dos 
agentesque executavam o serviço no momento da explosão. 
 
não responde pelos danos causados, devendo os danos serem cobrados diretamente dos 
agentes responsáveis pela execução dos serviços. 
 responde objetivamente pelos danos materiais causados aos particulares, desde 
que demonstrado o nexo de causalidade, não sendo necessária a comprovação de 
culpa dos agentes. 
 
responde objetivamente pelos danos materiais causados aos particulares, desde que 
demonstrada a culpa dos agentes responsáveis pela execução do serviço, não sendo 
necessária demonstração do nexo de causalidade. 
 
responde subjetivamente pelos danos causados, cabendo aos particulares a prova de culpa 
dos agentes que executavam o serviço para fazer jus à indenização. 
 
 
42a Questão 
 
 
Analise as proposições a seguir que dizem respeito à licitude do ato e à responsabilidade objetiva: I 
¿ Segundo o entendimento do STJ a pessoa jurídica pode sofrer dano moral. II - A ilicitude dos atos 
jurídicos surge com a violação de direito alheio e a consequente configuração de dano a terceiro, não 
havendo possibilidade jurídica para responsabilização por ato ilícito no exercício de um direito por 
seu titular, ainda que excedendo os fins sociais propostos por este direito. III - a gravidade da culpa 
da vítima é irrelevante na fixação da indenização, importando apenas a extensão do dano. IV - Nos 
termos do Código Civil, os empresários individuais e as empresas respondem independentemente de 
culpa pelos danos causados pelos produtos postos em circulação. E Marque a alternativa que 
contempla a(s) assertiva(s) corretas: 
 
 
 I e IV; 
 
todas estão erradas. 
 
I, II e III 
 
I e II 
 
II, III e IV; 
 
 
43a Questão 
 
 
Felipe, atrasado para um compromisso profissional, guia seu veículo particular de passeio acima da 
velocidade permitida e, falando ao celular, desatento, não observa a sinalização de trânsito para 
redução da velocidade em razão da proximidade da creche Arca de Noé. Pedro, divorciado, pai de 
Júlia e Bruno, com cinco e sete anos de idade respectivamente, alunos da creche, atravessava a 
faixa de pedestres para buscar os filhos, quando é atropelado pelo carro de Felipe. Pedro fica 
gravemente ferido e vem a falecer, em decorrência das lesões, um mês depois. Maria, mãe de Júlia 
e Bruno, agora privados do sustento antes pago pelo genitor falecido, ajuíza demanda reparatória 
em face de Felipe, que está sendo processado no âmbito criminal por homicídio culposo no trânsito. 
Com base no caso em questão, assinale a opção correta. 
 
 
 Felipe indenizará as despesas comprovadamente gastas com o mês de internação 
para tratamento de Pedro, alimentos indenizatórios a Júlia e Bruno tendo em conta 
a duração provável da vida do genitor, sem excluir outras reparações, a exemplo 
das despesas com sepultamento e luto da família. 
 
Não é devida qualquer indenização, tendo em vista que o caso ocoreu por motivo de força 
maior. 
 
Felipe fora absolvido por falta de provas do delito de trânsito na esfera criminal e, como a 
responsabilidade civil e a criminal não são independentes, essa sentença fará coisa julgada no 
cível, inviabilizando a pretensão reparatória proposta por Maria 
 
Felipe, como a legislação civil prevê em caso de homicídio, deve arcar com as despesas do 
tratamento da vítima, seu funeral, luto da família, bem como dos alimentos aos dependentes 
enquanto viverem, excluindo-se quaisquer outras reparações. 
 
Felipe deverá indenizar as despesas efetuadas com a tentativa de restabelecimento da saúde 
de Pedro, sendo incabível a pretensão de alimentos para seus filhos, diante de ausência de 
previsão legal. 
 
44a Questão 
 
 
(CESPE - 2006 - OAB - Exame da Ordem/adaptada) - A respeito da responsabilidade civil, assinale a 
opção correta. 
 
 
 
Se a vítima tiver concorrido dolosamente para o evento danoso, desaparece a responsabilidade 
do agente causador, deixando de existir a relação de causa e efeito entre o ato e o prejuízo 
experimentado pela vítima e seus herdeiros. 
 Contratada a realização de uma cirurgia estética embelezadora, o cirurgião assume 
uma obrigação de resultado, sujeitando-se à obrigação de indenizar pelo não- 
cumprimento do resultado pretendido pela outra parte contratante, ou decorrente de 
eventual deformidade ou de alguma irregularidade, de modo que o insucesso importa 
em responsabilidade civil pelos danos materiais e morais que acarretar 
 
Não se admite a cumulação de indenização por danos morais e estéticos, em parcelas 
quantificáveis autonomamente, decorrentes do mesmo fato, por configurar um indevido bis in 
idem (duas vezes sobre a mesma coisa), porque no dano estético está compreendido o dano 
moral. 
 
A fixação judicial do valor da indenização a título de danos morais está vinculada estritamente 
ao valor do prejuízo efetivamente experimentado e demonstrado pela vítima. Para a adequada 
fixação do dano moral, há de se levar em conta o poder econômico das partes e o caráter 
educativo da sanção. 
 
Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, desaparece a responsabilidade 
do agente causador, deixando de existir a relação de causa e efeito entre o ato e o prejuízo 
experimentado pela vítima. 
 
 
45a Questão 
 
 
(OAB/VIII /2012/adaptada) - João dirigia seu veículo respeitando todas as normas de trânsito, com 
velocidade inferior à permitida para o local, quando um bêbado atravessou a rua, sem observar 
as condições de tráfego. João não teve condições de frear o veículo ou desviar‐se dele, atingindo‐o e 
causando‐lhe graves ferimentos. 
A partir do caso apresentado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 Houve rompimento do nexo de causalidade, em razão da conduta da vítima, não 
restando configurada a responsabilidade civil. 
 
Faltou um dos elementos da responsabilidade civil, qual seja, a conduta humana, não 
ficando configurada a responsabilidade civil. 
 
Inexistiu um dos requisitos essenciais para caracterizar a responsabilidade civil: o dano 
indenizável e, por isso, não deve ser responsabilizado. 
 
Houve responsabilidade criminal, devendo João ser considerado culpado por sua conduta. 
 
Houve responsabilidade civil, devendo João ser considerado culpado por sua conduta. 
 
 
46a Questão 
 
 
Pedro, engenheiro elétrico, mora na cidade do Rio de Janeiro e trabalha na Concessionária 
Iluminação S.A.. Ele é viúvo e pai de Bruno, de sete anos de idade, que estuda no colégio particular 
Amarelinho. Há três meses, Pedro celebrou contrato de financiamento para aquisição de um veículo 
importado, o que comprometeu bastante seu orçamento e, a partir de então, deixou de arcar com o 
pagamento das mensalidades escolares de Bruno. Por razões de trabalho, Pedro será transferido 
para uma cidade serrana, no interior do Estado e solicitou ao estabelecimento de ensino o histórico 
escolar de seu filho, a fim de transferi-lo para outra escola. Contudo, teve seu pedido negado pelo 
Colégio Amarelinho, sendo a negativa justificada pelo colégio como consequência da sua 
inadimplência com o pagamento das mensalidades escolares. Para surpresa de Pedro, na mesma 
semana da negativa, é informado pela diretora do Colégio Amarelinho que seu filho não mais 
participaria das atividades recreativas diuturnas do colégio, enquanto Pedro não quitar o débito das 
mensalidades vencidas e não pagas. Com base no caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
As condutas adotadas pelo Colégio Amarelinho configuram abuso de direito, pois são 
eticamente reprováveis, mas não configuram atos ilícitos indenizáveis. 
 
O Colégio Amarelinho atua no exercício regular do seu direito de cobrança e, portanto, não 
age com abuso de direito ao reter o histórico escolar de Bruno, haja vistaa comprovada e 
imotivada inadimplência de Pedro. 
 
Quem responde pelos danos no caso é o Estado. 
 Tanto a retenção do histórico escolar de Bruno, quanto a negativa de participação do 
aluno nas atividades recreativas do colégio, configuram atos ilícitos objetivos e 
abusivos, independente da necessidade de provar a intenção dolosa ou culposa na 
conduta adotada pela diretora do Colégio Amarelinho. 
 
Para existir obrigação de indenizar do Colégio Amarelinho, com fundamento no abuso de 
direito, é imprescindível a presença de dolo ou culpa, requisito necessário para caracterizar o 
comportamento abusivo e o ilícito indenizável. 
 
47a Questão 
 
 
A sociedade de transporte de valores ¿Transporte Blindado Ltda.¿, na noite do dia 22/7/11, teve seu 
veículo atingido por tiros de fuzil disparados por um franco atirador. Em virtude da ação criminosa, o 
motorista do carro forte perdeu o controle da direção e atingiu frontalmente Rodrigo Cerdeira, 
estudante de Farmácia, que estava no abrigo do ponto de ônibus em frente à Universidade onde 
estuda. Devido ao atropelamento, Rodrigo permaneceu por sete dias na UTI, mas não resistiu aos 
ferimentos e veio a óbito. Com base no fato narrado, assinale a assertiva correta. 
 
 
 Configura-se hipótese de responsabilidade civil objetiva da empresa proprietária do 
carro forte com base na teoria do risco proveito, decorrente do risco da atividade 
desenvolvida. 
 
Configura-se hipótese de responsabilidade civil objetiva da empresa proprietária do carro 
forte com base na teoria do empreendimento. 
 
Não há na hipótese em apreço a configuração da responsabilidade civil da empresa de 
transporte de valores, uma vez que presente a culpa exclusiva de terceiro, qual seja, do 
franco atirador. 
 
Não há de se falar em responsabilidade civil no caso em tela, tendo em vista que o fato 
ocorreu por culpa de terceiros. 
 
Não há na hipótese a configuração da responsabilidade civil da empresa proprietária do carro 
forte, uma vez que presente a ausência de culpa do motorista do carro forte. 
 
48a Questão 
 
 
A responsabilidade civil é uma das matérias de desenvolvimento mais dinâmico no direito civil. 
Durante a evolução do tema, em razão da necessidade de melhor atender à realidade econômica e 
social, cindiu-se a responsabilidade civil nas modalidades subjetiva e objetiva. Tais modalidades 
distinguem-se, essencialmente, na apuração: 
 
 
 
do nexo de causalidade entre a conduta e o dano, que é elemento da responsabilidade civil 
subjetiva, mas é dispensável na responsabilidade civil objetiva. 
 
do dano, que é elemento da responsabilidade civil subjetiva, mas é dispensável na 
responsabilidade civil objetiva 
 
no âmbito das excludentes. 
 da culpa, que é elemento da responsabilidade civil subjetiva, mas é dispensável na 
responsabilidade civil objetiva. 
 
do ato ilícito, que é elemento da responsabilidade civil subjetiva, mas é dispensável na 
responsabilidade civil objetiva. 
 
49a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: FGV; Órgão: DPE-RO; Prova: Analista da Defensoria Pública - Analista Jurídico). 
Em decorrência de uma falha de informação, foi publicada matéria inverídica em periódico do grupo 
de publicidade O MOMENTO S/A, a respeito da escola de ensino médio EDUCANTE LTDA, sobre 
hipóteses de tráfico de entorpecentes no estabelecimento de ensino, envolvendo professores, 
funcionários e alunos da escola. Ajuizada ação de responsabilidade civil pela entidade de ensino, é 
CORRETO afirmar que: 
 
 
 
não é viável o êxito na condenação por qualquer indenização, por se tratar de escola; 
 
não é viável o êxito na condenação por qualquer indenização, em virtude da liberdade de 
imprensa. 
 é viável o êxito na condenação de indenização por danos materiais e morais; 
 
é viável o êxito na condenação de indenização apenas por danos morais; 
 
é viável o êxito na condenação de indenização apenas por danos materiais; 
 
 
50a Questão 
 
 
(CESPE/ 2010/OAB - Exame da Ordem/adaptada) - Assinale a opção correta com relação à 
responsabilidade civil. 
 
 
 
De acordo com o regime da responsabilidade civil traçado no Código Civil brasileiro, inexistem 
causas excludentes da responsabilidade civil objetiva. 
 Tratando-se de responsabilidade subjetiva contratual, a responsabilidade do agente 
pode subsistir mesmo nos casos de força maior e de caso fortuito, desde que a lei 
não coíba a sua previsão. 
 
A extinção da punibilidade criminal sempre obsta a propositura de ação civil indenizatória. 
 
O dano deve ser certo, por essa razão não é possível a indenização por dano eventual, 
decorrente da perda de uma chance. 
 
De acordo com o regime da responsabilidade civil traçado no Código Civil brasileiro, inexistem 
causas excludentes da responsabilidade civil subjetiva e subsidiária. 
 
51a Questão 
 
 
(TRF/5ª REGIÃO ¿ Juiz) A responsabilidade civil do empregador, por danos causados a seus 
empregados, em decorrência de acidente de trabalho, segundo a Constituição Federal em vigor, 
 
 
 
é totalmente absorvida pela indenização previdenciária, nada sendo devido pelo empregador. 
 
é subjetiva, cabendo, porém, ação regressiva contra o instituto de previdência para o 
empregador se ressarcir do que houver pago ao empregado ou a seus herdeiros 
 é subjetiva, dependendo da comprovação de dolo ou culpa do empregador. 
 
exige comprovação cabal de dolo ou culpa grave do empregador. 
 
é objetiva. 
 
 
52a Questão 
 
 
Um caso emblemático relacionado a perda da chance do atleta brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, 
o qual tinha uma vantagem de 28 segundos na liderança da prova da Maratona nas Olimpíadas de 
Atenas, quando foi interceptado dolosamente por um terceiro, que o agarrou e o levou ao chão. Em 
decorrência dessa intercepção, o atleta veio a perder colocações na prova, acabando em terceiro 
lugar, sem êxito no alcance do mais elevado degrau do pódio e da medalha de ouro. Considerando a 
teoria mencionada e o caso descrito, assinale a opção correta. 
 
 
 
A Teoria da Perda de uma Chance é um instituto anômalo criado pela doutrina civilista 
estrangeira, para o qual não há respaldo legal no ordenamento jurídico brasileiro. 
 
A doutrina civilista admite, em casos como o relatado, a condenação por danos emergentes e 
lucros cessantes, mas exclui o dano moral, por tratar-se de responsabilidade subjetiva. 
 
A Teoria da Perda de uma Chance prevê a comprovação de evento certo e futuro para 
obtenção do ganho da causa, mediante a juntada de documento probatório e demais meios 
de provas que determinem a culpa do terceiro ou o agente causador do ato ilícito. 
 
A aplicação da responsabilidade subjetiva, segundo a Teoria da Perda de uma Chance, é 
pacífica, o que torna a comprovação da culpa do agente do ato ilícito requisito fundamental e 
afasta, consequentemente, a responsabilidade objetiva. 
 A perda de uma chance se caracteriza quando, em virtude da conduta de outrem, 
desaparece a probabilidade de um evento que possibilitaria um benefício futuro 
para a vítima, como deixar de recorrer de sentença desfavorável por falha do 
advogado. 
 
BANCO DE QUESTÕES VI 
 
 
1a Questão 
 
 
Sobre a Responsabilidade Civil do segurador, é correto afirmar, EXCETO: 
 
 
 
Trata-se de responsabilidade civil objetiva. 
 
A boa fé do segurado e suas declarações verdadeiras acerca da exposição ao risco são 
imprescindíveis para que haja o dever de indenizar por parte da seguradora. 
 O agravamento de risco por parte do segurado não pode jamais ser hipótese de 
exclusão do dever de indenizar por parte da seguradora. 
 
O agravamento de risco por parte do segurado pode excluir o deverde indenizar. 
 
A seguradora tem obrigação de garantia. 
 
 
2a Questão 
 
 
(TRT 6ª 2012 - FCC - Técnico Judiciário ¿ Administrativa) Sendo o patrão responsável pela reparação 
civil dos danos causados culposamente por seus empregados no exercício do trabalho que lhes 
competir, ou em razão dele, É CORRETO AFIRMAR QUE: 
 
 
 
só será obrigado a indenizar se o patrão também tiver culpa. 
 
a obrigação de indenizar é subsidiária à do empregado que causou o dano. 
 
só será obrigado a indenizar se o ato também constituir crime e se o empregado for 
condenado no processo criminal. 
 é obrigado a indenizar ainda que o patrão não tenha culpa. 
 
não será obrigado a indenizar, se o empregado for absolvido pelo mesmo ato, em processo 
criminal, por insuficiência de prova. 
 
 
3a Questão 
 
 
Gisele, quinze anos de idade, modelo e atriz de sucesso, com ótima condição econômica, após se 
aborrecer com o vizinho de seu pai, pegou um paralelepípedo e quebrou o vidro do para-brisa 
dianteiro de um veículo AUDI ano 2016, que se encontrava estacionado em frente a sua residência. 
Considerando que Gisele reside com seu pai, que é separado judicialmente de sua mãe, e que 
nenhum dos dois genitores dispõe de meios para ressarcir os danos causados, é correto afirmar que: 
 
 
 
não há responsabilidade civil, já que Gisele é menor de idade, sendo civilmente incapaz. 
 
a responsabilidade civil será exclusivamente do pai de Gisele; 
 
a responsabilidade civil será exclusivamente da mãe de Gisele; 
 Gisele deverá ser responsabilizada civilmente pelos danos causados; 
 
a responsabilidade civil será dos pais de Gisele; 
 
 
4a Questão 
 
 
(TRT 20ª 2012 - FCC - JUIZ DO TRABALHO SUBSTITUTO) - Os donos de hotéis, hospedarias, casas 
ou estabelecimentos onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, são responsáveis 
pela reparação civil de seus hóspedes, moradores e educandos, porque 
 
 
 
a ocorrência de ilícito nos referidos estabelecimentos caracteriza negligência dos 
respectivos donos. 
 
as pessoas responsáveis têm obrigação legal de contratar empregados para realizarem a 
segurança dos seus estabelecimentos. 
 
exercem as pessoas responsáveis, normalmente, atividade que, por sua natureza, 
representa risco a direito de outrem. 
 
há presunção legal de que o ilícito não teria ocorrido se as vítimas não estivessem 
hospedadas, morando ou estudando nos estabelecimentos referidos. 
 há determinação legal expressa da solidariedade de tais pessoas com os efetivos 
autores do ilícito. 
 
 
5a Questão 
 
 
O prejuízo causado por um animal que alguém possui a guarda, é caso de: 
 
 
 
culpa subjetiva; 
 culpa in custodiando; 
 
n.d.a; 
 
culpa in vigilando; 
 
culpa in omitendo; 
 
 
6a Questão 
 
 
No caso de dano provocado por objeto caído de prédio habitado, é correto afirmar: 
 
 
 
a responsabilidade será do ocupante do aposento, tão somente, na forma subjetiva; 
 a responsabilidade será daquele que ocupa o aposento ou dos ocupantes dos 
aposentos de onde poderia, em tese, ter caído tal objeto, na forma solidária, 
portanto; 
 
c) ( ) a responsabilidade será da construtora, tão somente; 
 
a responsabilidade será da administradora, tão somente; 
 
haverá necessidade de se descobrir de qual aposento caiu o objeto para responsabilizá-lo 
embora tal responsabilidade seja objetiva; 
 
 
7a Questão 
 
 
(OAB/MG/ADAPTADA) - João trafegava com seu táxi por via pública de grande movimento, acima da 
velocidade máxima permitida. Ao avistar criança (a mais ou menos 300m de seu veículo), que 
tentava concluir a travessia da via, buzinou para que a mesma retornasse ao passeio, pois o 
semáforo estava aberto para os automóveis. Em vão foi sua tentativa e João acabou por atropelar a 
criança, a qual sobreviveu. De quem é a culpa? 
 
 
 
Há culpa concorrente. 
 De João, porque trafegava em alta velocidade, não dirigindo, assim, com a 
devida cautela e atenção. 
 
Dos pais da criança - culpa "in vigilando". 
 
Dos pais da criança - culpa concorrente. 
 
Da criança, porque tentou atravessar com o semáforo indicando sinal aberto para os 
automóveis. 
 
 
8a Questão 
 
 
Mirtes gosta de decorar a janela de sua sala com vasos de plantas. A síndica do prédio em que Mirtes 
mora já notificou a moradora do risco de queda dos vasos e de possível dano aos transeuntes e 
moradores do prédio, requerendo a retirada dos vasos da janela. Num dia, os vasos de Mirtes caíram 
sobre os carros estacionados na rua, causando sérios prejuízos. 
Nesse caso, é correto afirmar que Mirtes: 
 
 
 
está isenta de responsabilidade, pois não teve a intenção de causar prejuízo. 
 
somente deverá indenizar os lesados se tiver agido dolosamente 
 
Não pode ser responsabilizada por nenhum dano. 
 deverá indenizar os lesados, pois é responsável pelo dano causado. 
 
poderá alegar que a responsabilidade é do condomínio e não deverá indenizar os lesados. 
 
 
9a Questão 
 
 
Considerando as alternativas abaixo é possível afirmar que: 
 
 
 O fundamento da responsabilidade do tutor e curador, pelos atos praticados pelos 
tutelados e curatelados, é a mesma dos pais em relação aos filhos, ou seja, o dever 
de vigilância. 
 
O direito de regresso só não será cabível se o causador do dano for seu descendente. 
 
O direito de regresso será cabível sempre que a indenização for pago por aquele que não foi 
o que efetivamente causou o dano. 
 
O empregador será responsável pelos danos causados por seus empregados. Essa regra 
prevalece mesmo diante do artigo 14 do CDC, mas não terá prevalência sobre o art. 37, § da 
Constituição. 
 
 
10a Questão 
 
 
(XII Exame Unificado/2013/ADAPTADA) - Pedro, dezessete anos de idade, mora com seus pais no 
edifício Clareira do Bosque e, certa manhã, se desentendeu com seu vizinho Manoel, dezoito anos. O 
desentendimento ocorreu logo após Manoel, por equívoco do porteiro, ter recebido e lido o jornal 
pertencente aos pais do adolescente. Manoel, percebido o equívoco, promoveu a imediata devolução 
do periódico, momento no qual foi surpreendido com atitude inesperada de Pedro que, revoltado 
com o desalinho das páginas, o agrediu com um soco no rosto, provocando a quebra de três dentes. 
Como Manoel é modelo profissional, pretende ser indenizado pelos custos com implantes dentários, 
bem como pelo cancelamento de sua participação em um comercial de televisão. Tendo em conta o 
regramento da responsabilidade civil por fato de outrem, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Pedro responderá solidariamente com seus pais pelos danos causados a Manoel, inclusive 
com indenização pela perda de uma chance, decorrente do cancelamento da participação da 
vítima no comercial de televisão. 
 Se os pais de Pedro não dispuserem de recursos suficientes para pagar a 
indenização, e Pedro tiver recursos, este responderá subsidiária e equitativamente 
pelos danos causados a Manoel 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo filho, não 
havendo necessidade de comprovarem a culpa in custodiando dos genitores. 
 
Somente os pais de Pedro terão responsabilidade objetiva pelos danos causados pelo filho, 
mas detêm o direito de reaver de Pedro, posteriormente, os danos indenizáveis a Manoel 
 
Os pais de Pedro terão responsabilidade subjetiva pelos danos causados pelo filho a Manoel, 
devendo, para tanto, ser comprovada a culpa in vigilando dos genitores. 
 
 
11a Questão 
 
 
Durante as eleições para Governador do Estado realizadas no ano de 2014, Simone, 16 anos, pegou 
escondido da família o carro de seupai, João, para fazer propaganda com seus amigos de seu 
candidato preferido. Durante o percurso, Simone atropelou uma família, matando um homem de 
cinquenta anos de idade ao invadir uma loja de alimentos. Neste caso, de acordo com o Código Civil 
Brasileiro, João: 
 
 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone 
somente 50% do valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
não responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha, uma vez que ela é 
relativamente incapaz 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone o 
valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 responderá civilmente pelos ato praticados por sua filha, mas não poderá reaver 
de Simone o que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
só responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha, se esta não possuir 
patrimônio pessoal 
 
 
12a Questão 
 
 
FCC - DPE/AM - Defensor Público - 2013. Considerando que o menor foi emancipado, por ato 
voluntário do pai, 
 
 
 
o pai responderá sozinho pela totalidade dos prejuízos. 
 
o filho responderá sozinho pelos prejuízos. 
 
pai e filho responderão solidária e equitativamente pelos prejuízos. 
 pai e filho responderão solidariamente pela totalidade dos prejuízos. 
 
o filho responderá sozinho, mas equitativamente, pelos prejuízos. 
 
 
13a Questão 
 
 
Os menores Joaquim, com dezessete anos e João, com dezesseis anos de idade, causaram lesões 
corporais em um transeunte, quando praticavam esporte violento, tendo o pai deles, Manoel, sido 
condenado a pagar os danos. Nesse caso, Manoel: 
 
 
 
Poderá reaver de ambos os filhos o que pagou a título de indenização com correção 
monetária, mas sem acréscimo de juros, mesmo depois que atingirem a maioridade. 
 
Poderá reaver de ambos o que pagou a título de indenização, mas não incidirá correção 
monetária, nem vencerão juros, até que cada um deles atinja a maioridade. 
 
Não poderá reaver o que pagou a título de indenização, mas esses filhos terão de trazer à 
colação o que o pai despendeu, se houver outro irmão, a fim de se igualarem as legítimas. 
 Não poderá reaver dos filhos o que pagou a título de indenização, mesmo depois de 
eles atingirem a maioridade. 
 
Só poderá reaver de João, depois que ele atingir a maioridade, metade do que pagou, 
porque era relativamente incapaz quando praticou o ato ilícito. 
 
 
14a Questão 
 
 
(CESPE - 2010 - OAB - Exame da Ordem) Acerca da responsabilidade civil por fato de outrem, 
assinale a opção CORRETA: 
 
 
 O empregador é responsável por dano causado por empregado seu, ainda que 
praticado com desvio de atribuição, caso o ofendido não tenha conhecimento desse 
desvio. 
 
De acordo com o regime da responsabilidade civil traçado no Código Civil brasileiro, 
inexistem causas excludentes da responsabilidade civil objetiva para condutas de terceiros. 
 
O simples afastamento do filho menor da casa dos pais exime-os da responsabilidade pelos 
atos lesivos que ele venha a praticar. 
 
Para responsabilizar os pais por atos lesivos causados por filho menor, a vítima necessita 
demonstrar a culpa in vigilando desses pais. 
 
Em razão da inexistência de relação de preposição, empresa locadora de veículos não possui 
responsabilidade sobre danos que o locatário cause a terceiros no uso do carro locado. 
 
 
15a Questão 
 
 
(CESPE - 2008 - OAB - Exame da Ordem - ADAPTADA) - Maria, menor com 14 anos de idade, filha 
de Henrique e Mônica, pintou flores coloridas em um carro da Polícia Rodoviária Federal que estava 
estacionado em frente à sua casa. O reparo do dano causado ao veículo custou R$ 5.000,00 aos 
cofres públicos. Considerando a situação hipotética apresentada, assinale a opção correta acerca da 
responsabilidade quanto ao prejuízo causado. 
 
 
 
A responsabilidade civil é inafastável, por isso Maria será responsável pelo prejuízo ainda 
que tenha de se privar do necessário a sua sobrevivência. 
 Os pais de Maria responderão objetivamente pelo prejuízo se dispuserem de 
meios suficientes para tanto. 
 
Os pais de Maria somente poderão ser responsabilizados pelo prejuízo caso seja provado 
que tiveram culpa pelo dano. 
 
Maria não poderá ser responsabilizada pelo prejuízo porquanto é incapaz de deveres na 
ordem civil. 
 
A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de reparar 
o dano a pessoa diversa daquela que praticou o ato doloso em face de outrem. 
 
 
16a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: VUNESP; Órgão: Câmara Municipal de Itatiba ¿ SP; Prova: Advogado . Assinale a 
alternativa CORRETA sobre a responsabilidade civil do particular. 
 
 
 O dono de um animal que avança sobre um transeunte e o fere, ressarcirá o dano 
causado, independentemente de existência de culpa. 
 
Se um empregado, de forma negligente, colide com outro veículo, estando na direção de um 
automóvel de propriedade da empresa para a qual trabalha, tanto o motorista como seu 
empregador responderão subjetivamente perante a vítima do acidente. 
 
A responsabilidade civil independe da criminal, podendo questionar-se sobre a existência do 
fato ou sobre quem é seu autor, mesmo que tais questões se achem decididas no juízo 
criminal. 
 
O incapaz jamais responderá pelos prejuízos por ele causado, pois não está apto aos atos da 
vida civil. 
 
O direito de exigir a reparação dos danos causados e a obrigação de prestá-la é pessoal e 
não se transmitem por herança. 
 
 
17a Questão 
 
 
(Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: TRE-RR; Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária). Durante as 
eleições para Governador do Estado realizadas no ano de 2014, Simone, de 16 anos de idade, pegou 
escondido da família o carro de seu pai, João, para fazer propaganda com seus amigos de seu 
candidato preferido. Durante o percurso, Simone atropelou uma família matando um homem de 
cinquenta anos de idade ao invadir uma loja de alimentos. Neste caso, de acordo com o Código Civil 
brasileiro, João: 
 
 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone 
somente 50% do valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha e poderá reaver de Simone o 
valor total que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha mas não poderá reaver 
de Simone o que pagar pelo ressarcimento do dano causado. 
 
não responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha uma vez que ela é 
relativamente incapaz. 
 
só responderá civilmente pelos atos praticados por sua filha se esta não possuir patrimônio 
pessoal 
 
 
18a Questão 
 
 
Lucas, menor de idade, filho de Mara e Júlio, praticou ato ilícito que culminou na morte de Pablo. 
Após tomar conhecimento do evento, Joana, mãe da vítima, ajuizou ação compensatória de danos 
morais contra Mara e Júlio, em decorrência da conduta praticada por seu filho. Durante a instrução 
processual, Júlio demonstrou que não mantinha mais vínculo matrimonial com Mara e que o menor 
estava coabitando com a mãe e sob a guarda desta. Comprovou, também, que Lucas não estava em 
sua companhia no momento da prática do ilícito e que, dias antes, Mara havia comprado uma arma, 
de forma irregular, que fora usada no cometimento do crime. Com referência a essa situação 
hipotética, assinale a opção correta à luz da legislação aplicável ao caso, do entendimento 
doutrinário sobre o tema e da jurisprudência do STJ. 
 
 
 
O limite humanitário da indenização, aplicável a Lucas, não é extensivo a seus pais, devido 
ao princípio dareparação integral do dano. 
 
Há presunção relativa do dever de vigilância dos pais em relação ao filho Lucas, decorrente 
do poder familiar. 
 O pleito de Joana deve ser julgado improcedente em relação a Júlio, pois o 
contexto fático demonstrou situação que exclui sua responsabilidade. 
 
Há presunção absoluta do dever de vigilância dos pais em relação ao filho Lucas, 
decorrente do poder familiar. 
 
A responsabilidade de Lucas é objetiva, assim como a de seus pais, Mara e Júlio. 
 
 
19a Questão 
 
 
(2016, Banca: CESPE, Órgão: TRT - 8ª Região (PA e AP), Prova: Analista Judiciário - Área Judiciária) 
A respeito da responsabilidade civil, assinale a opção CORRETA: 
 
 
 
Conforme o entendimento sumulado do STJ, a indenização em decorrência de publicação não 
autorizada de imagem de pessoa, com fins econômicos ou comerciais, depende da 
comprovação do prejuízo. 
 
Em decorrência da própria condição de incapacidade, o menor incapaz não pode responder 
pelos prejuízos que causar a terceiros. 
 
A sentença criminal que absolve o réu, por qualquer dos fundamentos previstos em lei, 
impede o reexame dos mesmos fatos para fins de responsabilização civil. 
 De acordo com o entendimento sumulado do STF, presume-se a culpa do 
empregador pelos atos culposos de seus prepostos e empregados. 
 
A pessoa lesada não terá direito à indenização quando os danos que lhe foram causados 
decorrerem de conduta praticada em estado de necessidade, ainda que ela não seja 
responsável pelo perigo. 
 
 
20a Questão 
 
 
(FGV - 2012 - PC-MA) - Claúdio se hospedou num hotel em Maranguape e deixou os seus pertences 
pessoais no quarto. Ao retornar de um passeio pela cidade, foi surpreendido com os vários itens de 
sua bagagem danificados por uma placa de gesso que havia se descolado do teto e caído. Ao se dirigir 
à Direção do estabelecimento, soube que não seria ressarcido pelo hotel, pois o gerente desconfiava 
de um antigo funcionário a quem iria atribuir a autoria e, portanto, responsabilidade pelo ilícito 
 
 
 
O hotel não deve indenizar Cláudio, pois houve culpa exclusiva da vítima, já que ele deveria 
ter deixado, aos cuidados do gerente, seus pertences pessoais para que houvesse essa 
garantia. 
 
Como o hotel suspeita que o antigo funcionário seja o responsável pelo ilícito, haverá 
necessidade de aguardar que o fato seja apurado no juízo criminal, para após analisar o 
fato no juízo cível. 
 
Somente comete ato ilícito, aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou 
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, e, portanto, o hotel não tem obrigação 
de indenizar Cláudio. 
 Os donos de hotéis são responsáveis, independentemente de culpa, pelos bens de 
seus hóspedes, devendo, portanto, Cláudio ser ressarcido pelo hotel. 
 
O hotel deve indenizar Cláudio, pois cometeu ato ilícito. 
 
 
21a Questão 
 
 
A responsabilidade dos Educadores diz respeito a fatos ocorridos: 
 
 
 
tanto no interior do estabelecimento de ensino como fora desde que em atividades 
desenvolvidas pela instituição, exceto durante o transporte para tal finalidade; 
 tanto no interior do estabelecimento de ensino como fora dele desde que em 
atividades desenvolvidas pela instituição, bem como por aqueles ocorridos durante 
o transporte; 
 
diz respeito somente a fatos ocorridos dentre dos limites da instituição de ensino; 
 
e) ( ) nenhum das alternativas está correta; 
 
é subjetiva dependendo de apuração em processo judicial assegurado o exercício do 
contraditório e da ampla defesa; 
 
 
22a Questão 
 
 
André é motorista da transportadora Via Rápida Ltda. Certo dia, enquanto dirigia um ônibus da 
empresa, se distraiu ao tentar se comunicar com um colega, que dirigia outro coletivo ao seu lado, e 
precisou fazer uma freada brusca para evitar um acidente. Durante a manobra, Olívia, uma 
passageira do ônibus, sofreu uma queda no interior do veículo, fraturando o fêmur direito. Além do 
abalo moral, a passageira teve despesas médicas e permaneceu por semanas sem trabalhar para se 
recuperar da fratura. Olívia decide, então, ajuizar ação indenizatória pelos danos morais e materiais 
sofridos. Em referência ao caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Olívia deve, primeiramente, ajuizar a ação em face da transportadora, e apenas demandar 
André se não obtiver a reparação pretendida, pois a responsabilidade do motorista é 
subsidiária. 
 
André e a transportadora são solidariamente responsáveis e podem ser demandados 
diretamente por Olívia, mas aquele que vier a pagar a indenização não terá regresso em 
face do outro. 
 
Nem Olívia e nem André respondem pelos danos. 
 
Olívia apenas pode demandar, nesse caso, a transportadora, mas esta terá direito de 
regresso em face de André, se for condenada ao dever de indenizar. 
 Olívia pode ajuizar ação em face da transportadora e de André, simultânea ou 
alternativamente, pois ambos são solidariamente responsáveis. 
 
 
23a Questão 
 
 
(CESGRANRIO - 2012 - Innova) - Marcos Rocha é funcionário de uma sociedade exploradora de 
petróleo e gás, cumprindo a função de motorista. Ao manobrar o carro da empresa, Marcos atinge um 
veículo estacionado, causando danos à sua lataria. O proprietário do veículo estacionado, vítima do 
dano injustamente causado, para ser ressarcido, deve acionar judicialmente: 
 
 
 a sociedade empregadora de Marcos, com base nos artigos 932, III, e 933, do 
Código Civil, que estabelecem a responsabilidade civil objetiva do empregador 
pelos atos de seu empregado, em exercício de sua função. 
 
a sociedade empregadora e Marcos, solidariamente, com fundamento na responsabilidade 
civil subjetiva de ambos. 
 
Marcos, o causador do dano, com base em sua responsabilidade civil objetiva, por conta da 
guarda de bem perigoso prevista no artigo 927, parágrafo único do Código Civil. 
 
a sociedade empregadora de Marcos, com base na presunção de culpa in eligendo. 
 
Marcos, fundamentando a ação reparatória na responsabilidade civil culposa, afastada a 
possibilidade de responsabilização da sociedade empregadora, haja vista que o dano foi 
diretamente causado por Marcos. 
 
 
24a Questão 
 
 
XVI EXAME DE ORDEM UNIFICADO Daniel, morador do Condomínio Raio de Luz, após consultar a 
convenção do condomínio e constatar a permissão de animais de estimação, realizou um sonho 
antigo e adquiriu um cachorro da raça Beagle. Ocorre que o animal, muito travesso, precisou dos 
serviços de um adestrador, pois estava destruindo móveis e sapatos do dono. Assim, Daniel 
contratou Cleber, adestrador renomado, para um pacote de seis meses de sessões. Findo o período 
do treinamento, Daniel, satisfeito com o resultado, resolve levar o cachorro para se exercitar na área 
de lazer do condomínio e, encontrando-a vazia, solta a coleira e a guia para que o Beagle possa 
correr livremente. Minutos depois, a moradora Diana, com 80 (oitenta) anos de idade, chega à área 
de lazer com seu neto Theo. Ao perceber a presença da octogenária, o cachorro pula em suas 
pernas, Diana perde o equilíbrio, cai e fratura o fêmur. Diana pretende ser indenizada pelos danos 
materiais e compensada pelos danos estéticos. Com base no caso narrado, assinale a opção correta. 
 
 
 
O dono do cachorro não pode ser responsabilizado pelos danos causados por seu animal. 
 
Há responsabilidade civil valorada pelo critério subjetivo e solidária de Daniel e Cleber, 
aquele por culpa na vigilância do animal e este por imperícia no adestramento do Beagle, 
pelo fato de não evitarem que o cachorro avançasse em terceiros 
 
Não há responsabilidade civil de Daniel valorada pelo critério subjetivo, em razão da 
ocorrência de força maior, isto é, da chegadainesperada da moradora Diana, caracterizando 
a inevitabilidade do ocorrido, com rompimento do nexo de causalidade. 
 
Há responsabilidade valorada pelo critério subjetivo e contratual apenas de Daniel em 
relação aos danos sofridos por Diana; subjetiva, em razão da evidente culpa na custódia do 
animal; e contratual, por serem ambos moradores do Condomínio Raio de Luz. 
 Há responsabilidade civil valorada pelo critério objetivo e extracontratual de 
Daniel, havendo obrigação de indenizar e compensar os danos causados, haja vista 
a ausência de prova de alguma das causas legais excludentes do nexo causal, quais 
sejam, força maior ou culpa exclusiva da vítima 
 
 
25a Questão 
 
 
2015 - Banca: FCC - Órgão: TJ-PI - Prova: Juiz Substituto. O incapaz 
 
 
 
apenas responde com seus bens pelos prejuízos que causar, se a incapacidade cessar, 
ficando até esse momento suspenso o prazo prescricional. 
 
apenas responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não tiverem 
obrigação de fazê-lo. 
 
não responde com seus bens pelos prejuízos que causar, em nenhuma hipótese, se a 
incapacidade for absoluta. 
 
não responde com seus bens pelos prejuízos que causar, devendo suportá-los somente seus 
responsáveis. 
 responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis não 
tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios suficientes. 
 
 
26a Questão 
 
 
XVI EXAME DE ORDEM UNIFICADO A responsabilidade civil dos fornecedores de serviços e produtos, 
estabelecida pelo Código do Consumidor, reconheceu a relação jurídica qualificada pela presença de 
uma parte vulnerável, devendo ser observados os princípios da boa-fé, lealdade contratual, 
dignidade da pessoa humana e equidade. A respeito da temática, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
A responsabilidade civil subjetiva dos fabricantes impõe ao consumidor a comprovação da 
existência de nexo de causalidade que o vincule ao fornecedor, mediante comprovação da 
culpa, invertendo-se o ônus da prova no que tange ao resultado danoso suportado 
 
A responsabilidade civil do fabricante é subjetiva e subsidiária quando o comerciante é 
identificado e encontrado para responder pelo vício ou fato do produto, cabendo ao segundo 
a responsabilidade civil objetiva 
 A responsabilidade civil objetiva do fabricante somente poderá ser imputada se 
houver demonstração dos elementos mínimos que comprovem o nexo de 
causalidade que justifique a ação proposta, ônus esse do consumidor, salvo nos 
casos de inversão do ônus da prova. 
 
A inversão do ônus da prova nas relações de consumo é questão de ordem pública e de 
imputação imediata, cabendo ao fabricante a carga probatória frente ao consumidor, em 
razão da responsabilidade civil objetiva. 
 
 
27a Questão 
 
 
O Dono do veículo emprestado que se envolve em acidente causado pelo seu condutor: 
 
 
 responde pelos fatos com base na teoria do guarda; 
 
não responde pelos fatos já que não se pode exigir que tenha previsibilidade sobre os fatos; 
 
responde pelos fatos porque deveria ter evitado o acidente; 
 
não responde pelos fatos porquanto não há elemento de culpa de sua parte; 
 
não responde pelos fatos porquanto equiparável ao caso fortuito ou força maior; 
 
 
28a Questão 
 
 
(OAB/MT - Exame da Ordem/2005/adaptada) - Sobre a responsabilidade civil, consoante disposição 
do Código Civil em vigor, é certo afirmar que: 
 
 
 
a responsabilidade civil é independente da criminal, por isso mesmo é perfeitamente possível 
se questionar sobre a existência de fato decidida no juízo criminal; 
 
o detentor do animal ressarcirá o dano por este causado, desde que a vítima prove a 
ausência de força maior; 
 
os empresários individuais e as empresas sempre respondem independentemente de culpa 
pelos danos causados pelos produtos postos em circulação; 
 o incapaz responde pelos prejuízos que causar, se as pessoas por ele responsáveis 
não dispuserem de meios suficientes, salvo se a indenização privar do necessário o 
incapaz ou as pessoas que dele dependem; 
 
o detentor do animal não responderá pelo dano por este causado, desde que a vítima 
comprove culpa exclusiva da vítima e/ou fortuito externo. 
 
 
29a Questão 
 
 
(OAB/ FGV/ 2013/adaptada) Ricardo, buscando evitar um atropelamento, realiza uma manobra e 
atinge o muro de uma casa, causando um grave prejuízo. Em relação à situação acima, é correto 
afirmar que Ricardo: 
 
 
 
praticou um ato ilícito e deverá reparar o dano. 
 
não responderá pela reparação do dano, pois agiu em estado de necessidade. 
 
Deverá o autor do fato responder com fulcro na regra dos artigos 930 c/c 927 do Código 
Civil. 
 responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em estado de 
necessidade. 
 
responderá pela reparação do dano, apesar de ter agido em legítima defesa. 
 
 
30a Questão 
 
 
Considere: I. O empregador e os atos praticados por seus empregados no exercício do trabalho que 
lhes competir ou em razão dele. II. Os donos de hotéis e os atos praticados pelos seus hóspedes. De 
acordo com o Código Civil brasileiro, em se tratando de reparação civil, nas hipóteses I e II: 
 
 
 
Ambos não respondem pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos, existindo ou não 
culpa de sua parte. 
 
Somente o empregador responde pelos atos de seus empregados independentemente da 
existência de culpa de sua parte. 
 Ambos respondem pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos, 
independentemente da existência de culpa de sua parte. 
 
Ambos respondem pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos, desde que haja culpa 
de sua parte. 
 
Somente os donos de hotéis respondem pelos atos de seus hóspedes independentemente 
da existência de culpa de sua parte. 
 
 
31a Questão 
 
 
No tocante à responsabilidade civil, é correto afirmar: 
 
 
 
É absoluta a regra de que a indenização mede-se tão só pela extensão do dano. 
 Ressalvados casos previstos em leis especiais, os empresários individuais e as 
empresas respondem independentemente de culpa pelos danos causados pelos 
produtos postos em circulação. 
 
O dono ou detentor do animal ressarcirá o dano por este causado, desde que a vítima 
comprove a culpa daquele na guarda do animal. 
 
O dono de edifício ou construção responde objetiva e automaticamente pelos danos que 
resultem de sua ruína, independentemente de aferição de culpa ou nexo causal. 
 
Quando a culpa é analisada estamos diante da responsabilidade civil objetiva. 
 
 
32a Questão 
 
 
Envolvendo-se o empregado em acidente de veículo, no qual ficou comprovada sua culpa, a 
responsabilidade do patrão é 
 
 
 e) solidária, não podendo escusar-se sob o fundamento de que inexiste culpa de 
sua parte na escolha ou na vigilância de seu empregado. 
 
a) conjunta, ainda que não haja culpa de sua parte na escolha ou na vigilância de seu 
empregado. 
 
b) excluída, se, no contrato de trabalho, o empregado houver se responsabilizado pelos 
danos que ocasionar a terceiros. 
 
c) conjunta, dividindo-se a responsabilidade pelo valor da indenização em parte iguais. 
 
d) solidária, podendo, porém, escusar-se, provando que não teve culpa no evento porque 
bem selecionado o empregado entre os postulantes ao emprego e que o vigiou 
adequadamente. 
 
 
33a Questão 
 
 
Maria, menor com 14 anos de idade, filha de Henrique e Mônica, pintou flores coloridas em um carro 
da Polícia Rodoviária Federal que estava estacionado em frente a sua casa. O reparo do dano 
causado ao veículo custou cinco mil reais aos cofres públicos. Considerando a situação hipotética 
apresentada,assinale a opção CORRETA acerca da responsabilidade quanto ao prejuízo causado. 
 
 
 
A responsabilidade civil é inafastável, por isso Maria será responsável pelo prejuízo ainda que 
tenha de se privar do necessário a sua sobrevivência. 
 Os pais de Maria responderão objetivamente pelo prejuízo se dispuserem de meios 
suficientes para tanto. 
 
Maria não poderá ser responsabilizada pelo prejuízo porquanto é incapaz de deveres na 
ordem civil. 
 
Os pais de Maria somente poderão ser responsabilizados pelo prejuízo caso seja provado que 
tiveram culpa pelo dano. 
 
 
34a Questão 
 
 
João decidiu comprar um veículo e para tanto foi até uma loja de veículos usados e escolheu um 
modelo. O vendedor, muito atencioso, propôs a João uma volta pelo centro da cidade gratuitamente, 
a fim de que o comprador pudesse averiguar as qualidades do automóvel. O vendedor conduziu João 
pelo centro e, na volta do passeio, o veículo colidiu contra um caminhão em virtude de buracos 
existentes na pista. João teve a perna quebrada. Cabe a João indenização pelos danos sofridos a ser 
paga pela loja revendedora de automóveis? 
 
 
 
Não, porque o passeio foi à título gratuito e João assumiu os riscos do mesmo. 
 
Não, pois estamos diante de caso fortuito. 
 Sim, pois o passeio não configura contrato a título gratuito e deve, portanto, ser 
regido pelo Dec. n.º 2.681/1912. 
 
Não, pois a culpa foi exclusiva do condutor do caminhão. 
 
 
35a Questão 
 
 
Ano: 2015; Banca: FCC; Órgão: MANAUSPREV; Prova: Procurador Autárquico. Analise as 
proposições abaixo, a respeito da responsabilidade civil: I. O médico, em regra, responde civilmente 
somente se o autor da ação fizer prova de dolo ou culpa. II. O pai é objetivamente responsável pelos 
danos decorrentes de culpa do filho menor que estiver sob sua autoridade e companhia. III. Não se 
responsabiliza o incapaz se os seus responsáveis tiverem obrigação de fazê-lo e dispuserem de 
meios suficientes para tanto. Está CORRETO o que se afirma em: 
 
 
 
I e II, somente. 
 I, II e III. 
 
I e III, somente. 
 
II e III, somente. 
 
III, somente. 
 
 
36a Questão 
 
 
João, empresário, é dono de um estabelecimento comercial que funciona em loja alugada em um 
shopping center movimentado. No estabelecimento, trabalham o próprio João, como gerente, sua 
esposa, como caixa, e Márcia, uma funcionária contratada para atuar como vendedora. 
Certo dia, Miguel, um fornecedor de produtos da loja, quando da entrega de uma encomenda feita por 
João, foi recebido por Márcia e sentiu-se ofendido por comentários preconceituosos e discriminatórios 
realizados pela vendedora. Assim, Miguel ingressou com ação indenizatória por danos morais em face 
de João. 
A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 João deve responder pelos danos causados, não lhe assistindo alegar culpa 
exclusiva de terceiro. 
 
João pode responder apenas pelo dano moral, caso reste comprovada sua culpa in 
vigilando em relação à conduta de Márcia. 
 
João pode responder apenas por parte da compensação por danos morais diante da 
verificação de culpa concorrente de terceiro. 
 
Nenhuma das anteriores 
 
João não deve responder pelo dano moral, uma vez que não foi causado direta e 
imediatamente por conduta sua 
 
 
37a Questão 
 
 
¿X¿ é empregado de ¿Y¿ e, exercendo a função de motorista, provocou culposamente um acidente 
de que decorreram danos de grande monta para o proprietário de outro veículo. Neste caso, o 
patrão: 
 
 
 Responderá pela indenização, ainda que não haja culpa de sua parte. 
 
Se provar que não há culpa de sua parte, só responderá subsidiariamente pela indenização. 
 
Responderá somente pela metade da indenização se provar que não há culpa de sua parte. 
 
Só responderá pela indenização se o empregado tiver sido condenado em ação penal. 
 
Não responderá pela indenização se provar que escolheu bem e vigiou convenientemente 
seu empregado. 
 
 
38a Questão 
 
 
(OAB/RS 2007.III) Assinale a assertiva correta: 
 
 
 
Tendo em vista que a responsabilidade civil e a criminal são independentes, a sentença 
proferida no juízo criminal não afeta o juízo civil. 
 Para fins de responsabilidade civil, há solidariedade dos pais com os filhos 
menores, por atos praticados por estes. 
 
Em nosso ordenamento jurídico, não há hipótese de responsabilização civil do incapaz. 
 
Em caso de dano, a demonstração do valor da indenização incumbe ao ofendido, não 
existindo hipótese de fixação da mesma pelo juiz. 
 
 
39a Questão 
 
 
Mirtes gosta de decorar a janela de sua sala com vasos de plantas. A síndica do prédio onde Mirtes 
mora já advertiu a moradora do risco da queda dos vasos e de possível dano aos transeuntes e 
moradores do prédio. Num dia de forte ventania, os vasos de Mirtes caíram sobre os carros 
estacionados na rua, causando sérios prejuízos. Nesse caso, é correto afirmar que Mirtes: 
 
 
 deverá indenizar os lesados, pois tem responsabilidade objetiva pelo dano causado. 
 
está isenta de responsabilidade, pois não teve a intenção de causar prejuízo. 
 
poderá alegar motivo de força maior e não deverá indenizar os lesados. 
 
somente deverá indenizar os lesado se tiver agido dolosamente 
 
 
40a Questão 
 
 
(IX EXAME UNIFICADO/2012/adaptada) - Renato, menor com 17 anos, estava passeando com seu 
cachorro pelo parque da sua cidade, quando avistou José, com quem havia se desentendido, do 
outro lado do parque. Com a intenção de dar um susto em José, Renato solta a coleira do seu 
cachorro e o estimula a atacar José. Diante dessa situação hipotética, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Renato ficará isento de qualquer responsabilidade civil, em razão da sua idade. 
 
Os pais de Renato não podem ser responsabilizados civilmente pelos atos de Renato. 
 
Renato ficará isento de qualquer responsabilidade civil, mesmo que seu desafeto seja 
atacado por seu cachorro, em razão da sua idade. 
 Renato responderá pelos prejuízos que causar apenas se as pessoas por ele 
responsáveis não tiverem obrigação de fazê-lo ou não dispuserem de meios 
suficientes. 
 
Caso Renato fosse maior de idade iria responder pelo dano causado pelo seu cachorro 
mesmo que tal dano fosse provocado por culpa exclusiva da vítima ou pela ocorrência de 
um evento de força maior. 
 
 
41a Questão 
 
 
Quanto à responsabilidade dos Pais pelos filhos, é possível afirmar que: 
 
 
 a responsabilidade dos Pais continua ainda que o filho seja emancipado; 
 
a responsabilidade dos Pais cessa com a Emancipação, apenas se for voluntaria, 
permanecendo das demais modalidades; 
 
a responsabilidade dos Pais cessa se houver Emancipação; 
 
a responsabilidade é objetiva, portanto persiste ainda que não haja culpa do filho pelo 
prejuízo; 
 
todas as alternativas estão incorretas. 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES VII 
 
 
1a Questão 
 
 
Paulo contratou com a empresa de Plano de Saúde VIVA JÁ S/A um plano de saúde. Contudo, no 
momento da assinatura do contrato o mesmo negou a informação de uma doença preexistente que 
expressamente o plano não iria cobrir. Momentos após a feitura do contrato, Paulo necessitou de um 
procedimento médico por conta da doença preexistente que possui o que foi negado pelo Plano. Diante 
da situação hipotética narrada, assinale a opção correta: 
 
 
 Paulo agiu com má-fé, desta forma não há que se falar em responsabilidade civil 
por conta da empresa de plano de saúde, conforme pacificado na jurisprudência; 
 
Tanto o Hospital quanto a empresa VIVA JÁ serão solidariamente responsáveis pelos danos 
morais e/ou materiaisexperimentados por Paulo, uma vez que a vida é um bem maior, 
protegido constitucionalmente 
 
O hospital responsável pelo tratamento de Paulo poderá ser civilmente responsabilizado, 
ainda que a empresa de plano de saúde negou cobrir o tratamento 
 
Ainda que tenha omitido informações, deveria a empresa de plano de saúde cobrir as 
despesas médica e após cobrar de Paulo 
 
Há que se falar em responsabilidade civil por parte da empresa de plano de saúde, podendo 
esta, entretanto, ingressar com ação regressiva em face de Paulo 
 
 
2a Questão 
 
 
A ANS define uma lista de consultas, exames e tratamentos, denominada Rol de Procedimentos e 
Eventos em Saúde, que os planos de saúde são obrigados a oferecer, conforme cada tipo de plano - 
ambulatorial, hospitalar com ou sem obstetrícia, referência ou odontológico. Com relação ao plano-
referência de assistência à saúde, previsto no art. 10 da Lei 9656/98, assinale a única opção que 
apresenta uma exigência mínima: 
 
 
 
Fornecimento de medicamentos importados não nacionalizados 
 Cobertura de serviços de apoio diagnóstico, tratamentos e demais procedimentos 
ambulatoriais, solicitados pelo médico assistente, quando incluir atendimento 
ambulatorial 
 
Cobertura para tratamento clínico ou cirúrgico experimental 
 
Cobertura para inseminação artificial 
 
Cobertura de internações hospitalares com limitação de prazo, quando incluir internação 
hospitalar 
 
 
3a Questão 
 
 
(ESAF/2012) - Sobre o Plano de Saúde é correto afirmar: 
 
 
 
define as ações que, em seu período de vigência, irão garantir o alcance dos objetivos e o 
cumprimento das metas do Relatório Anual de Gestão. 
 
é instrumento referencial no qual devem estar refletidas as necessidades e peculiaridades 
próprias de cada esfera, configurando-se como a base para a execução, o acompanhamento, 
a avaliação e a gestão do sistema de saúde. 
 
sua estrutura formal deve explicitar a análise dos resultados obtidos na execução (física, 
orçamentária e financeira de cada programa apresentado. 
 
tem como bases legais para sua elaboração a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei 
Orçamentária Anual. 
 é o instrumento que regula os repasses e transferências financeiras do Fundo 
Nacional de Saúde para os estados e municípios. 
 
 
4a Questão 
 
 
Se um plano de saúde colocar à venda um novo plano de saúde que inclue um tratamento novo 
desenvolvido pela empresa, que promete emagrecimento instantâneo e cura para a diabetes. Indaga-
se caso esse produto ainda estiver em teste, ter-se-á, qual forma de responsabilidade no caso de dano 
ao paciente? 
 
 
 
responsabilidade subjetiva fundada na teoria risco-proveito. 
 
responsabilidade objetiva fundada na teoria das causas diretas e imediatas 
 
responsabilidade subjetiva fundada na teoria da causalidade adequada 
 responsabilidade objetiva fundada na teoria risco-proveito. 
 
responsabilidade objetiva fundada na teoria da causalidade adequada 
 
 
5a Questão 
 
 
(Exame de Ordem Unficado/XIX/2016 - adaptada) - Amadeu, aposentado, aderiu ao plano de saúde 
coletivo ofertado pelo sindicato ao qual esteve vinculado por força de sua atividade laborativa por 
mais de 30 anos. Ao completar 60 anos, o valor da mensalidade sofreu aumento significativo (cerca 
de 400%), o que foi questionado por Amadeu, a quem os funcionários do sindicato explicaram que o 
aumento decorreu da mudança de faixa etária do aposentado. 
A respeito do tema, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 O aumento do preço é abusivo e a norma consumerista deve ser aplicada ao caso, 
mesmo em se tratando de plano de saúde coletivo e, principalmente, que envolva 
interessado com amparo legal no Estatuto do Idoso. 
 
O aumento do preço não é abusivo, mas o microssistema consumerista e a legislação 
civil não devem ser utilizados na hipótese, sob pena de incorrer em colisão de normas, uma 
vez que o Estatuto do Idoso estabelece a disciplina aplicável às relações jurídicas que 
envolvam pessoa idosa. 
 
O aumento do preço é abusivo, mas o microssistema consumerista não deve ser utilizado na 
hipótese, sob pena de incorrer em colisão de normas, uma vez que o Estatuto do Idoso 
estabelece a disciplina aplicável às relações jurídicas que envolvam pessoa idosa. 
 
O aumento do valor da mensalidade é legítimo, uma vez que a majoração de preço é natural 
e periodicamente aplicada aos contratos de trato continuado, motivo pelo qual o CDC 
autoriza que o critério faixa etária sirva como parâmetro para os reajustes econômicos. 
 
O aumento do preço é legítimo, tendo em vista que o idoso faz maior uso dos serviços 
cobertos e o equilíbrio contratual exige que não haja onerosidade excessiva para qualquer 
das partes, não se aplicando o CDC à hipótese, por se tratar de contrato de plano de saúde 
coletivo envolvendo pessoas idosas. 
 
 
6a Questão 
 
 
Em relação à disposições legais e regulamentares relativas ao contrato de Plano de 
Saúde/Odontológico, assinale a opção incorreta: 
 
 
 
Está subordinada às normas e à fiscalização da ANS qualquer modalidade de produto, serviço 
e contrato que apresente, além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência 
médica, hospitalar e odontológica, outras características que o diferencie de atividade 
exclusivamente financeira 
 
As entidades ou empresas que mantêm sistemas de assistência à saúde, pela modalidade de 
autogestão ou de administração também estão incluídas na lei 9656/98 que dispõe sobre os 
planos e seguros de assistência à saúde 
 
Para obter a autorização de funcionamento, as operadoras de planos privados de assistência 
à saúde devem demonstrar a capacidade de atendimento em razão dos serviços a serem 
prestados 
 Poderão ser Operadoras de Plano de Saúde a pessoa jurídica ou física, privada 
apenas, internacional ou nacional, empresarial ou simples 
 
As pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior podem constituir ou 
participar do capital, ou do aumento do capital, de pessoas jurídicas de direito privado 
constituídas sob as leis brasileiras para operar planos privados de assistência à saúde 
 
 
7a Questão 
 
 
(CESPE - 2006 - OAB - Exame da Ordem) A respeito da responsabilidade civil, assinale a opção 
CORRETA: 
 
 
 
Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, desaparece a 
responsabilidade do agente causador, deixando de existir a relação de causa e efeito entre o 
ato e o prejuízo experimentado pela vítima. 
 
A fixação judicial do valor da indenização a título de danos morais está vinculada 
estritamente ao valor do prejuízo efetivamente experimentado e demonstrado pela vítima. 
Para a adequada fixação do dano moral, há de se levar em conta o poder econômico das 
partes e o caráter educativo da sanção. 
 
Em razão da inexistência de relação de preposição, empresa locadora de veículos não possui 
responsabilidade sobre danos que o locatário cause a terceiros no uso do carro locado. 
 Contratada a realização de uma cirurgia estética embelezadora, o cirurgião assume 
uma obrigação de resultado, sujeitando-se à obrigação de indenizar pelo não-
cumprimento do resultado pretendido pela outra parte contratante, ou decorrente 
de eventual deformidade ou de alguma irregularidade, de modo que o insucesso 
importa em responsabilidade civil pelos danos materiais e morais que acarretar. 
 
Não se admite a cumulação de indenização por danos morais e estéticos, em parcelas 
quantificáveis autonomamente, decorrentes do mesmo fato, por configurar um indevido bis in 
idem (duas vezes sobre a mesma coisa), porque no dano estético está compreendido o dano 
moral. 
 
 
8a Questão 
 
 
Assinale a alternativaque se refere ao seguinte conceito legal: "prestação continuada de serviços ou 
cobertura de custos assistenciais a preço pré ou pós estabelecido, por prazo indeterminado, com a 
finalidade de garantir, sem limite financeiro, a assistência à saúde, pela faculdade de acesso e 
atendimento por profissionais ou serviços de saúde, livremente escolhidos, integrantes ou não de rede 
credenciada, contratada ou referenciada, visando a assistência médica, hospitalar e odontológica, a 
ser paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada, mediante reembolso ou 
pagamento direto ao prestador, por conta e ordem do consumidor" : 
 
 
 
Carteira 
 Plano Privado de Assistência à Saúde 
 
Sistema Único de Saúde 
 
Regulamentação da ANS 
 
Operadora de Plano de Assistência à Saúde 
 
 
9a Questão 
 
 
(EMAGIS) Em relação à responsabilização civil de médicos e de hospitais, assinale a alternativa 
correta: 
 
 
 Assim como o plano de saúde responde objetivamente pelo erro provocado por seu 
médico credenciado, o hospital responde objetivamente por médico pertencente ao 
seu corpo clínico. 
 
É entendimento jurisprudencial do STJ a noção de que a cirurgia estética implica em caso de 
responsabilização objetiva do médico, e não subjetiva. 
 
O STJ modificou recentemente sua jurisprudência, por meio de sua Terceira Turma, 
passando, pela primeira vez, a admitir que o hospital também responda subjetivamente pelo 
defeito do serviço prestado. 
 
É jurisprudência pacífica aquela no sentido de que o hospital sempre responde objetivamente 
pelo evento ¿ erro médico ¿ ocorrido em seu interior. 
 
Maria compareceu para realização de uma cirurgia de retirada de um câncer de pele, 
operação feita com um cirurgião plástico, com a finalidade de promover correções estéticas 
após a retirada da ¿mancha¿ maligna na pele. Nesse caso, pode-se afirmar que o médico 
responde objetivamente em caso de erro. 
 
 
10a Questão 
 
 
(CREMEB/BA/ 2017) - De acordo com a Lei n o 9.656/1998, é ação obrigatória a cobertura: 
 
 
 
dos planos de urgência, assim entendidos como somente os resultantes de acidentes 
pessoais, caracterizados em declaração do médico assistente. 
 
dos planos de urgência, assim entendidos como somente os resultantes de acidentes 
pessoais. 
 
dos planos de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de vida ou de 
lesões irreparáveis para o paciente. 
 
de qualquer caso de emergência ou de urgência, com dispensa da declaração do médico 
assistente. 
 dos planos de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de 
vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do 
médico assistente. 
 
 
11a Questão 
 
 
(ESAF/2012) - Sobre o Plano de Saúde é correto afirmar: 
 
 
 
tem como bases legais para sua elaboração a Lei de Diretrizes Orçamentárias e a Lei 
Orçamentária Anual. 
 
sua estrutura formal deve explicitar a análise dos resultados obtidos na execução (física, 
orçamentária e financeir(A) de cada programa apresentado. 
 é o instrumento que regula os repasses e transferências financeiras do Fundo 
Nacional de Saúde para os estados e municípios. 
 
define as ações que, em seu período de vigência, irão garantir o alcance dos objetivos e o 
cumprimento das metas do Relatório Anual de Gestão. 
 
é instrumento referencial no qual devem estar refl etidas as necessidades e peculiaridades 
próprias de cada esfera, configurando-se como a base para a execução, o acompanhamento, 
a avaliação e a gestão do sistema de saúde. 
 
 
12a Questão 
 
 
O termo responsabilidade tem sua etimologia no verbo latino respondere, daí a sua significação ser: 
a obrigação de que alguém terá que assumir com as consequências jurídicas de sua atividade, onde 
qualquer dano deve ser ressarcido. 
Diante disso indaga-se o plano de saúde ao abrir um hospital próprio, a fim de otimizar seus serviços 
e diminuir os custos maximizando seus lucros é responsável pelos danos que atingirem os paciente 
em razão de qual teoria da responsabilidade civil? 
 
 
 
teoria da responsabilidade objetiva irrestrita 
 
teoria da causalidade adequada 
 teoria do risco do empreendimento 
 
teoria civilista da culpa 
 
teoria das causas diretas e imediatas 
 
 
13a Questão 
 
 
Em janeiro de 2018 Anna Maria Silva e Silva compareceu a um hospital credenciado a seu plano de 
saúde Vida Saudável para a realização de uma consulta previamente agendada com o médico 
cardiologista Rodolfo Coração. Ocorre que a consulta não foi permitida por falta de autorização do 
referido plano de saúde. Em razão desta conduta e do não atendimento, Anna não teve o devido 
acompanhamento de sua cardiopatia e veio a sofrer um infarto ficando impedida de trabalhar por 55 
dias. Diante disso indaga-se se há dever de inedenizar por parte do plano de saúde e qual a 
indenização que deve ser prestada. 
 
 
 há o dever de indenizar por dano material, incluindo o que gastou no tratamento 
e o que deixou de auferir como renda devido ao tempo que não pode trabalhar 
 
Não há o dever de indenizar pois não há dano 
 
Não há o dever de indenizar uma vez que não há nexo de causalidade 
 
Há o dever de indenizar mas a indenização se dará apenas por dano moral, situação 
vexatória de não ser atendida 
 
Há o dever de indenizar, desde que se demonstre que a cardiopatia não era anterior a 
consulta 
 
 
14a Questão 
 
 
(OAB Nacional 2007.III) No que concerne ao ato ilícito à responsabilidade civil, assinale a opção 
correta. 
 
 
 A responsabilidade por ato de terceiro é objetiva e permite estender a obrigação de 
reparar o dano a pessoa diversa daquela que praticou a conduta danosa, desde que 
exista uma relação jurídica entre o causador do dano e o responsável pela 
indenização 
 
A concorrência de culpas do agente causador do dano e da vítima por acidente de trânsito, 
por exemplo, no caso de colisão de veículos, acarreta a compensação dos danos, devendo 
cada parte suportar os prejuízos sofridos 
 
Quando inúmeras e sucessivas causas contribuem para a produção do evento danoso, todas 
essas causas são consideradas como adequadas a produzir o acidente e a gerar a 
responsabilidade solidária para aqueles que o provocaram. Nessa situação, cabe à vítima 
escolher a quem imputar o dever de reparar 
 
Os atos praticados em legítima defesa, no exercício regular de um direito ou em estado de 
necessidade, que provoquem danos morais ou materiais a outrem, embora sejam 
considerados atos ilícitos, exoneram o causador do dano da responsabilidade pela reparação 
do prejuízo 
 
 
15a Questão 
 
 
(FUNESP/2017/TJ/SP- adaptada) - Vítima de acidente automobilístico, Joana fica hospitalizada 
durante 90 (noventa) dias. Joana é contratante individual de plano de assistência médica e 
hospitalar. A administradora do plano de saúde se recusa a cobrir a totalidade dos custos da 
internação, alegando que o contrato limita a obrigação a 30 (trinta) dias. Durante o período de 
hospitalização, Joana deixa de efetuar o pagamento das prestações mensais do plano de saúde. 
Após se recuperar, Joana propõe ação requerendo seja o plano de saúde condenado ao pagamento 
das despesas referentes a todo o período de internação. Por sua vez, a administradora do plano de 
saúde apresenta contestação e propõe reconvenção pleiteando a condenação de Joana ao 
pagamento das prestações em atraso, acrescido da multa contratual de 10% (dez por cento). É 
correto afirmar que a ação de Joana deve ser julgada 
 
 
 
procedente, pois a limitação temporal da internação hospitalar é admitida somente nos 
contratos coletivos de assistência médica; a reconvençãoé improcedente, pois a conduta 
abusiva da administradora do plano de saúde exclui a obrigação de Joana efetuar o 
pagamento das mensalidades referentes ao período de hospitalização. 
 procedente, pois é abusiva a cláusula contratual que limita o tempo de internação 
hospitalar; a reconvenção é parcialmente procedente, pois Joana está obrigada ao 
pagamento das mensalidades do plano de saúde, mesmo diante da recusa de 
cobertura, mas a multa contratual não pode exceder 2% (dois por cento). 
 
Nenhuma das respostas acima. 
 
parcialmente procedente, devendo as partes dividirem equitativamente os custos da 
internação hospitalar que ultrapassaram o limite de 30 (trinta) dias, como forma de não 
gerar desequilíbrio contratual; a reconvenção é improcedente, pois ao plano de saúde não é 
lícito, enquanto não cumprir sua obrigação, exigir o cumprimento daquela atribuída a Joana. 
 
improcedente, pois não há abusividade na cláusula contratual que limita o tempo de 
internação hospitalar; a reconvenção é procedente, pois o ilícito contratual foi praticado por 
Joana, que está obrigada ao pagamento das mensalidades do plano de saúde, com acréscimo 
da multa contratual de mora. 
 
 
16a Questão 
 
 
Os planos de saúde poem escolher funcionar no modelo de livre escolha de médicos e hospitais. 
Nesta forma de contratação indaga-se, caso Maria Guilhermina não ficasse satisfeita com o 
atendimento do Dr Avelino Silva e Silva ela poderia acionar o plano de saúde? 
 
 
 
Não, pois não se pode considerar que a insatisfação e o descontentamento seja motivo de 
indenização, vez que nesta modalidade de responsabilidade civil não se admite dano moral 
 
Sim, mas apenas o hosital, credenciado direto do hospital, pois o médico só possi relação 
empregatícia com o hospital e não com o plano de saúde 
 
Sim, mas apenas o médico, responsável direto pelo atendimento, pois só ele é preposto do 
plano de saúde 
 Não, pois não há nexo de causalidade e consequentemente não se pode 
responsabilizar o plano de saúde pela desídea do médico. 
 
Sim, pois o médico é o preposto do plano de saúde asssim como o hospital, devendo a 
paciente realizar o processo com litisconsórcio passivo obrigatório 
 
 
17a Questão 
 
 
(XIV EXAME DE ORDEM UNIFICADO) Um homem foi submetido a cirurgia para remoção de cálculos 
renais em hospital privado. A intervenção foi realizada por equipe médica não integrante dos 
quadros de funcionários do referido hospital, apesar de ter sido indicada por esse mesmo hospital. 
Durante o procedimento, houve perfuração do fígado do paciente, verificada somente três dias após 
a cirurgia, motivo pelo qual o homem teve que se submeter a novo procedimento cirúrgico, que lhe 
deixou uma grande cicatriz na região abdominal. O paciente ingressou com ação judicial em face do 
hospital, visando a indenização por danos morais e estéticos. Partindo dessa narrativa, assinale a 
opção CORRETA: 
 
 
 O hospital responde objetivamente pelos danos morais e estéticos decorrentes do 
erro médico, tendo em vista que ele indicou a equipe médica. 
 
O hospital não responderá pelos danos, tendo em vista que não se aplica a norma 
consumerista à relação entre médico e paciente, mas, sim, o Código Civil, embora a 
responsabilidade civil dos profissionais liberais seja objetiva 
 
O hospital não responderá pelos danos, uma vez que se trata de responsabilidade objetiva 
da equipe médica, sendo o hospital parte ilegítima na ação porque apenas prestou serviço 
de instalações e hospedagem do paciente. 
 
O hospital responderá pelos danos, mas de forma alternativa, não se acumulando os danos 
morais e estéticos, sob pena de enriquecimento ilícito do autor. 
 
 
18a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/Petrobras 2017) - 
Ao requerer autorização de funcionamento junto ao órgão competente, uma determinada operadora 
de planos privados de assistência à saúde omitiu-se em informar a descrição pormenorizada de suas 
instalações, os equipamentos destinados à prestação de serviços e a especificação dos recursos 
humanos qualificados e habilitados, inclusive com responsabilidade técnica de acordo com as leis que 
regem a matéria. 
Assim sendo, e de acordo com a Lei no 9.656/1998 e posteriores alterações, fica a referida 
operadora: 
 
 
 
impedida de proceder a atendimentos emergenciais. 
 
autorizada a funcionar, desde que apresente a documentação pendente no prazo de 15 
dias. 
 
autorizada a funcionar parcialmente, até que complemente o restante da documentação. 
 
impedida de proceder a internações e cirurgias eletivas. 
 impedida de funcionar até que apresente a documentação pendente, no prazo 
estabelecido pela autoridade competente. 
 
 
19a Questão 
 
 
Doença ou lesão preexistente é a patologia que o consumidor que deseja contratar um plano de 
saúde tem conhecimento de ser portador ou sofredor à época de ingresso no plano. A terminologia: 
doença preexistente não é um conceito médico mas apenas um conceito que visa atender à 
necessidade dos planos de saúde no tocante à atualização do cálculo atuarial. Desta forma indaga-
se, caso o associado não tenha declarado sua doença, nem o plano realizado exames prévios, se o 
atendimento for negado com esta base oque você orientaria ao seu cliente? 
 
 
 
o plano de saúde não pode ser juridicamente obrigado a realizar o atendimento, mas pode 
haver um eventual dano e o respectivo dever de indenizar, desta forma a orientação deveria 
ser apenas uma eventual ação de indenização 
 
Nada deve ser feito, pois o cliente é que agiu com dolo ao não declarar a sua doença, sendo 
este dolo excludente da culpabilidade do plano de saúde 
 Deve ser intentada uma ação juducial, pois devido a negligência do plano de saúde 
ele não pode alegar esta excludente, doença pré-existente, para o não 
atendimento, e deve o plano de saúde prestar o serviço para o qual foi contratado, 
devendo inclusive indenizar eventuais prejuízos. 
 
deve ser intentada apenas uma obrigação de fazer do plano de saude e não mais, pois não é 
caso de responsabilidade civil, pois não há dano com o simples não atendimento. 
 
Nada deve ser feito, pois o associado deve ou declarar a doença pré-existente e pagar o 
valor correspondente fixado pelo plano de saúde, ou aguardar o período de carência, como 
ele não realizou nehuma das duas ações, não possui direito a ser juridicamente reivindicado. 
 
 
20a Questão 
 
 
(Prova: VUNESP- 2012 - DPE-MS - Defensor Público/ adaptada) - Havendo contrato de prestação de 
serviços médicos e hospitalares com plano de saúde, com a utilização de rede credenciada, indique a 
extensão da responsabilidade da operadora, por danos causados ao beneficiário, em razão do erro 
cometido pelo médico conveniado ao plano: 
 
 
 
 Há responsabilidade solidária, por ser o plano de saúde fornecedor de serviço, 
respondendo pelos defeitos da prestação. 
 
Não há responsabilidade, pois o beneficiário tem a livre escolha dos profissionais 
credenciados. 
 
Não há responsabilidade, uma vez que o médico é um profissional autônomo, que responde 
objetivamente pelos danos causados aos pacientes além da solidariedade do Hospital. 
 
Não há responsabilidade em razão da natureza do negócio jurídico entabulado entre o plano 
e o beneficiário. 
 
Não há responsabilidade, uma vez que o médico é um profissional autônomo, que responde 
subjetivamente pelos danos causados aos pacientes. 
 
 
21a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/Petrobras /2017) - De acordo com a Lei no 9.656/1998 e posteriores alterações, cabe 
às operadoras de plano de assistência à saúde oferecer qualquer modalidade de produto, serviço e 
contrato que apresente, além da garantia de cobertura financeira de riscos de assistência médica,hospitalar e odontológica, outras características que o diferencie de atividade exclusivamente 
financeira, tais como: custeio de despesas; oferecimento de rede credenciada ou referenciada; 
reembolso de despesas; mecanismos de regulação; qualquer restrição contratual, técnica ou 
operacional para a cobertura de procedimentos solicitados por prestador escolhido pelo consumidor; 
e vinculação de cobertura financeira à aplicação de conceitos ou critérios médico- -assistenciais. 
O ente público competente para normatizar e fiscalizar o cumprimento do dispositivo legal é o(a): 
 
 
 
Associação dos agentes nacionais de saúde 
 
Agência nacional de vigilância sanitária 
 
Conselho federal de medicina 
 
Sindicato dos trabalhadores da categoria 
 Agência nacional de saúde suplementar 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES VIII 
 
 
1a Questão 
 
 
(MPE/PE 2012 - FCC) - ¿É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da 
indenização por dano material, moral ou a imagem¿ (inciso V do Art. 5º. da Constituição Federal). 
Os juristas entendem que: 
 
 
 por dano moral deve-se entender todo aquele que não venha a afetar o 
patrimônio material da vítima. 
 
o valor das indenizações relacionadas ao direito de resposta fica pendente até a aprovação 
de nova norma. 
 
nos conglomerados de comunicação o direito de resposta deve ser divulgado em todas as 
mídias. 
 
o direito de resposta não ficou prejudicado com a extinção da Lei de Imprensa. 
 
a publicação de fotografia sem a autorização do fotografado não constitui dano à imagem. 
 
 
2a Questão 
 
 
Tomás e Vinícius trabalham em uma empresa de assistência técnica de informática. Após diversas 
reclamações de seu chefe, Adilson, os dois funcionários decidem se vingar dele, criando um perfil falso 
em seu nome, em uma rede social. Tomás cria o referido perfil, inserindo no sistema os dados pessoais, 
fotografias e informações diversas sobre Adilson. Vinícius, a seu turno, alimenta o perfil durante duas 
semanas com postagens ofensivas, até que os dois são descobertos por um terceiro colega, que os 
denuncia ao chefe. Ofendido, Adilson ajuíza ação indenizatória por danos morais em face de Tomás e 
Vinícius. A respeito do caso narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Adilson não sofreu nenhum dano. 
 
Tomás e Vinícius apenas poderão responder, cada um, por metade do valor fixado a título 
de indenização, pois cada um poderá alegar a culpa concorrente do outro para limitar sua 
responsabilidade 
 
Adilson sofreu danos morais distintos: um causado por Tomás e outro por Vinícius, 
devendo, portanto, receber duas indenizações autônomas. 
 
Tomás e Vinícius devem responder pelo dano moral sofrido por Adilson, sendo a obrigação 
de indenizar, nesse caso, fracionária, diante da pluralidade de causadores do dano. 
 Tomás e Vinícius são corresponsáveis pelo dano moral sofrido por Adilson e devem 
responder solidariamente pelo dever de indenizar. 
 
 
3a Questão 
 
 
(OAB/MG-Agosto /2008) Sobre a OBRIGAÇÃO DE INDENIZAR assinale a opção INCORRETA: 
 
 
 
O direito de exigir reparação pelo dano causado transmite-se com a herança. 
 
A responsabilidade civil é independente da criminal 
 O detentor de animal ressarcirá o dano por este causado mesmo que a vítima tenha 
culpa exclusiva no evento 
 
A cobrança de dívida já paga gera o direito de indenização equivalente ao dobro do valor 
exigido, salvo se houve prescrição 
 
 
4a Questão 
 
 
Com base na lei 12.965, DE 23 DE ABRIL DE 2014, que estabelece princípios, garantias, direitos e 
deveres para o uso da Internet no Brasil, a disciplina do uso da internet no Brasil tem os seguintes 
princípios, exceto: 
 
 
 
Proteção dos dados pessoais, na forma da lei 
 
Preservação e garantia da neutralidade de rede; 
 
Garantia da liberdade de expressão 
 
Proteção da privacidade 
 Limitação e regulação dos modelos de negócios promovidos na internet 
 
 
5a Questão 
 
 
Joaquim Silve e Silva muito frustrado com o fim de seu namoro com Valéria Santiago passou a 
colcar fotos dela em diversas redes sociais com dizeres desabonadores da sua conduta. Estas 
postagens viralizaram e Valéria te procura para saber se é possível acionar o provedor onde as fotos 
estão hospedadas. Indaga-se, qual o seu posicionamento quanto ao assunto? 
 
 
 
o Provedor pode ser responsabilizado, mas não de forma individual, apenas como 
coresponsável e acionado de forma solidária. 
 
o provedor não pode ser responsabilizado pois, ao realizar a manipulação das foros a 
responsabilidade é exclusiva do Joaquim 
 
o provedor pode ser responsabilizado pois deveria ter feito uma censura prévia do que era 
postado em seu meio virtual 
 
O provedor não é responsável de forma alguma devido a liberdade de expressão 
 o provedor pode ser responsabilizado caso não disponibilize os dados de quem 
realizou as postagens, pois ele é o responsável pela guarda destes dados 
 
 
6a Questão 
 
 
(Exame Unificado/OAB/adaptada) - Recentemente, foi amplamente noticiado nas redes sociais o 
caso envolvendo a divulgação de fotos da atriz Carolina Dieckmann nua. Levando Em consideração a 
posição majoritária do STJ sobre a responsabilidade dos provedores de internet, assinale a 
opção CORRETA. 
 
 
 
O provedor, mesmo sendo o mantenedor da página, responde subsidiariamente. 
 
Via de regra, o provedor não responde de forma objetiva, salvo se for o próprio responsável 
pela página, hipótese em que será responsável objetivamente, consoante as regras do CDC. 
 
No caso de veiculação de conteúdo ilegal em sites de relacionamento, o provedor responde 
de forma objetiva. 
 Mesmo que o provedor seja o próprio responsável pela página, sua 
responsabilidade pela divulgação de conteúdo ilegal será apurada mediante a 
verificação de culpa. 
 
No caso de veiculação de conteúdo ilegal em sites de relacionamento, o provedor responde 
de forma subjetiva e subsidiariamente. 
 
 
7a Questão 
 
 
Assinale a alternativa incorreta: A disciplina do uso da internet no Brasil tem por objetivo a 
promoção: 
 
 
 
do acesso à informação, ao conhecimento e à participação na vida cultural e na condução dos 
assuntos públicos 
 
do direito de acesso à internet a todos 
 
da adesão a padrões tecnológicos abertos que permitam a comunicação, a acessibilidade e a 
interoperabilidade entre aplicações e bases de dados 
 do fomento ao comércio eletrônico em detrimento do físico, visando o aquecimento 
do mercado, ante a facilidade ofertada 
 
da inovação e do fomento à ampla difusão de novas tecnologias e modelos de uso e acesso 
 
 
8a Questão 
 
 
Ao visitar a página de Internet de uma rede social, Samuel deparou-se com uma publicação, feita 
por Rafael, que dirigia uma série de ofensas graves contra ele. Imediatamente, Samuel entrou em 
contato com o provedor de aplicações responsável pela rede social, solicitando que o conteúdo fosse 
retirado, mas o provedor quedou-se inerte por três meses, sequer respondendo ao pedido. Decorrido 
esse tempo, o próprio Rafael optou por retirar, espontaneamente, a publicação. Samuel decidiu, 
então, ajuizar ação indenizatória por danos morais em face de Rafael e do provedor. Sobre a 
hipótese narrada, de acordo com a legislação civil brasileira, assinale a afirmativa correta: 
 
 
 
E) Rafael e o provedor não podem ser responsabilizados em nenhuma hipótese. 
 B) O provedor não poderá ser obrigado a indenizar Samuel quanto ao fato de não 
ter retirado o conteúdo, tendo em vista não ter havido determinação judicial para 
que realizasse a retirada. 
 
A) Rafael e o provedor podem ser responsabilizados solidariamentepelos danos causados a 
Samuel enquanto o conteúdo não foi retirado. 
 
D) Rafael não responderá pelo dever de indenizar, pois o fato de Samuel não ter solicitado 
diretamente a ele a retirada da publicação configura fato exclusivo da vítima. 
 
C) Rafael não responderá pelo dever de indenizar, pois a difusão do conteúdo lesivo se deu 
por fato exclusivo de terceiro, isto é, do provedor. 
 
 
9a Questão 
 
 
Internada às pressas no Hospital Frei Vicente para tratamento de dores abdominais agudas, Eliana 
foi submetida a uma cirurgia de emergência executada pelo médico plantonista Lourenço. Dias 
depois, faleceu por infecção contraída durante a cirurgia, a qual teve como causa as más condições 
de higiene do hospital. Visando ao recebimento de compensação pelo falecimento da mãe, a filha de 
Eliana, menor impúbere representada pelo pai, ajuizou ação em que requereu a condenação do 
Hospital Frei Vicente e do médico Lourenço. Haverá responsabilidade 
 
 
 
independentemente de comprovação de culpa do hospital ou do médico. 
 independentemente de comprovação de culpa, no caso do hospital, e apenas se 
comprovada culpa, no caso do médico. 
 
apenas se comprovada culpa, no caso do hospital, e independentemente da comprovação 
de culpa, no caso do médico. 
 
por culpa presumida, tanto do hospital como do médico. 
 
apenas se comprovada culpa, tanto no caso do hospital como no do médico. 
 
 
10a Questão 
 
 
O Decreto nº 8.771, de 11 de maio de 2016, regula a Lei 12.965 de 2014, para estabelecer 
parâmetros para fiscalização e apuração de infrações e outras medidas. O mencionado decreto prevê 
expressamente a atuação de algumas entidades na fiscalização, transparência e apuração de 
infrações. Dentre elas, podemos citar: 
 
 
 
Anatel e Juizados Especiais Cíveis 
 
Delegacia do Consumidor e PROCOM 
 Secretaria Nacional do Consumidor e Sistema Brasileiro de Defesa da 
Concorrência 
 
Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência e Juizados Especiais Cíveis 
 
Secretaria Nacional do Consumidor e Delegacia do Consumidor 
 
 
11a Questão 
 
 
(FCC/2017/DPE-RS) - Em rede social da internet uma pessoa publicou mensagem acusando outra 
de ter praticado atos de corrupção. A acusada sentiu-se moralmente ofendida e obteve êxito em 
comprovar, judicialmente, que a imputação de prática de crime era falsa, tendo sido divulgada por 
motivo de vingança pessoal. Em casos como este, ficando comprovados os danos sofridos e a 
responsabilidade do autor da ofensa, a Constituição Federal garante ao ofendido o direito de: 
 
 
 resposta, proporcional ao agravo sofrido, sem prejuízo de indenização por danos 
morais e materiais. 
 
impetrar mandado de segurança contra o ato que violou seu direito líquido e certo de não ter 
sua honra violada. 
 
ajuizar, perante o Tribunal de Justiça, ação direta de inconstitucionalidade contra o ato que 
violou seu direito à honra. 
 
ajuizar ação popular para que o ofensor seja condenado a reparar os danos morais e materiais 
causados. 
 
impetrar mandado de injunção para que o ofensor seja obrigado a retirar a mensagem da 
internet, sem prejuízo de indenização por danos morais e materiais. 
 
 
12a Questão 
 
 
É correto afirmar que os provedores de internet deverão informar à autoridade administrativa os 
dados que permitam a identificação da autoria de publicação que seja tipificada como ilícita? 
 
 
 
Sim, dependendo única e exclusivamente da autorização do titular das informações 
 
Não, pois o provedor não possui estes dados, as contas são anônimas por premisa legal 
 Sim, mediante requisição de autoridade administrativas competentes ou ordem 
judicial 
 
Sim, mediante apenas ordem judicial 
 
Não, pois é assegurado o sigilo absoluto destes dados 
 
 
13a Questão 
 
 
Podem ser conceituadas como tecnologias e ações online empregadas por pessoas (naturais ou 
jurídicas), com fins de publicizar ou propagar conteúdos (imagens, textos etc). Gerando a 
disseminação de conhecimento, visualização, opiniões e perspectivas: 
 
 
 
Rede de Computadores 
 
Responsabilidade Civil 
 
Operadora de Telecomunicações 
 
Operadora de Internet 
 Mídias Sociais 
 
 
14a Questão 
 
 
Joana deu seu carro a Lúcia, em comodato, pelo prazo de 5 dias, findo o qual Lúcia não devolveu o 
veículo. Dois dias depois, forte tempestade danificou a lanterna e o parachoque dianteiro do carro de 
Joana. Inconformada com o ocorrido Joana exigiu que Lúcia a indenizasse pelos danos causados ao 
veículo. Diante do fato narrado, assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
Lúcia não está em mora, pois Joana não a interpelou, judicial ou extrajudicialmente. 
 
Nenhuma das alternativas é correta. 
 Lúcia deve indenizar Joana pelos danos causados ao veículo, salvo se provar que 
os mesmos ocorreriam ainda que tivesse adimplido sua prestação no termo 
ajustado. 
 
Lúcia incorreu em inadimplemento absoluto, pois não cumpriu sua prestação no termo 
ajustado, o que inutilizou a prestação para Joana. 
 
Lúcia não responde pelos danos causados ao veículo, pois foram decorrentes de força 
maior. 
 
 
15a Questão 
 
 
2015 - Banca: FGV - Órgão: DPE - MT - Prova: Advogado - Maria, famosa atriz, foi contratada pela 
sociedade empresária XPTO Bebidas S.A., em junho de 2012, para ser ¿garota- propaganda¿ da 
marca de refrigerante Oba. Pelo contrato, obrigou-se Maria a ceder, de forma remunerada e 
temporariamente, o uso e a exploração de sua imagem para a representação da marca Oba. Em 
janeiro de 2013, Maria depara com um anúncio publicitário em uma revista em que é retratada 
segurando uma cerveja, a Shiva, também fabricada por XPTO Bebidas S.A. Sobre os fatos descritos, 
assinale a afirmativa correta. 
 
 
 
A XPTO Bebidas S.A. ofendeu a boa-fé objetiva contratual ao violar o direito à privacidade 
de Maria. 
 
A XPTO Bebidas S.A. violou a função social do contrato ao explorar indevidamente imagem 
de pessoa sem a sua autorização. 
 
Houve descumprimento contratual por parte da XPTO Bebidas S.A. e Maria sofreu violação 
em seu direito de imagem, sendo legítima a reparação por danos morais, somente. 
 
Não houve descumprimento contratual por parte da Sociedade XPTO Bebidas S.A., pois 
Maria cedeu o uso e a exploração de sua imagem à sociedade empresária em questão. 
 Houve descumprimento contratual por parte de XPTO Bebidas S.A. e Maria sofreu 
violação em seu direito de imagem, sendo legítima a reparação por danos morais e 
patrimoniais. 
 
 
16a Questão 
 
 
João das Couves, pai de Margarida das Couves faleceu a cerca de 10 anos. João era uma pessoa 
conhecida no bairro onde morava pois fazia brinquedo de madeira para as crianças da região, 
chegando até mesmo a se vestir de Papai Noel no natal. Ocorre que a uma semana fotos antigas de 
João das Couves começaram a circular em uma famosa rede social com anotações depreciativas 
sobre ela. Margaria te procura notória advogada especializada em direito da internet, e indaga se 
poderia ela ser autora de uma ação contra que realizou o meme. 
 
 
 Margarida como parente em linha reta descendente tem plena capacidade para 
postular a ação 
 
Margarida como parente em linha reta tem plena capacidade para postular a ação 
desdeque em litisconsórcio ativo obrigatório com sua mãe 
 
Margarida não pode itentar nenhuma ação pois direito a personalidade é personalíssimo, 
ou seja apenas João da Couves poderia entrar com esta ação 
 
Margarida não poderia entrar com nenhuma ação, pois, apenas a sua mãe seria legitimada 
 
Margarida como parente em linha reta descendente não tem plena capacidade para 
postular a ação, só tendo os parentes emlinha reta ascendente 
 
 
17a Questão 
 
 
(INSTITUTO AOCP/2017) - Acerca dos direitos e deveres consagrados pelo art. 5º da Constituição 
Federal de 1988, assinale a alternativa correta. 
 
 
 
É plena a liberdade de associação para fins lícitos, inclusive a de caráter paramilitar. 
 
Aos autores, pertence o direito exclusivo de utilização, publicação ou reprodução de suas 
obras, direito este de caráter personalíssimo, sendo intransmissível, mesmo aos herdeiros. 
 
É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano 
material, não comportando, no entanto, indenização por dano moral ou à imagem. 
 São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, 
assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua 
violação. 
 
É livre a manifestação do pensamento, sendo autorizado o anonimato. 
 
 
18a Questão 
 
 
Joaquim foi moralmente ofendido em uma determinada rede social, com palavras de baixo calão, 
agressões psicológicas, morais, xingamentos, etc por um perfil "fake", isto é, por um perfil anônimo, 
cuja identidade precisa é impossível de se determinar. Visando obter uma compensação pelo dano 
moral experimentado, Joaquim ingressa com a competente ação judicial cível, peticionando ao juiz 
da causa que fosse requisitado ao responsável pela guarda dos dados as informações relativas aos 
registros de conexão, registros de acesso a aplicações de internet, e demais documentos necessários 
para a formação do conjunto probatório. Diante da situação hipotética narrada, assinale a opção 
correta: 
 
 
 
A requisição em processo judicial, conforme o caso apresentado, se dá, unicamente, em 
caráter autônomo 
 
O requerimento judicial não precisa contes justificativa motivada da utilidade dos registros 
solicitados para fins de investigação ou instrução probatória, tendo em vista, o princípio da 
repartição dos Poderes 
 Sem prejuízo dos demais requisitos legais, o requerimento deverá conter, sob 
pena de inadmissibilidade, o período ao qual se referem os registros 
 
Apenas admite-se a requisição deste tipo de informação em processos judiciais penais 
 
Nas ações onde há a requisição dessas informações, não é possível a decretação do segredo 
de justiça 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES IX 
 
 
1a Questão 
 
 
Em relação a responsabilidade civil das instituições financeiras e afins, temos que o Código de Ética 
e Autorregulação é um sistema de autodisciplina complementar às normas já existentes. A seguir, 
assinale a opção que não apresenta um de seus princípios fundamentais: 
 
 
 
a liberdade de iniciativa, livre concorrência e função social 
 
a expansão sustentável do número de portadores de cartões no mercado brasileiro e de 
estabelecimentos credenciados 
 
a adoção de comportamento ético e compatível com as boas práticas comerciais 
 
a transparência das relações 
 o aumento do lucro das instituições financeiras, em compatibilidade com o aumento 
social 
 
 
2a Questão 
 
 
Juro é o fruto do dinheiro. É o que o credor recebe do devedor, além da importância da 
dívida. Diante desta afirmativa indaga-se, qualquer juros pode ser cobrado por instituição 
financeira? 
 
 
 
Sim pelo pacta sunt servanda 
 
não, pois todos os juros são legalementes limitados a 2 % ao mês 
 
não pois são vetados os juros abusivos que são os que ultrapasse sempre 10% ao mês 
 
Sim devido a autonoma de vontades e a liberdade de contratar o serviço pelo consumidor 
 não, pois são vetados os juros abusivos que devem ser assim considerados caso a 
caso com demosntração em planilhas 
 
 
3a Questão 
 
 
(BANPARÁ/2017/adaptada) - Tendo em vista o vigente entendimento dos Tribunais Superiores, 
marque a única resposta CORRETA. 
 
 
 Nos contratos bancários, na impossibilidade de comprovar a taxa de juros 
efetivamente contratada ¿ por ausência de pactuação ou pela falta de juntada do 
instrumento aos autos ¿ aplica-se a taxa média de mercado, divulgada pelo Banco 
Central do Brasil, praticada nas operações da mesma espécie, salvo se a taxa 
cobrada for mais vantajosa para o devedor. 
 
A fiança prestada em contrato sem autorização de um dos cônjuges casados no regime da 
comunhão universal de bens, implica a ineficácia total da garantia. 
 
É vedada a capitalização de juros com periodicidade inferior à anual em contratos celebrados 
com instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional a partir de 31/03/2000 (MP nº 
1.963-17/2000, reeditada como MP nº 2.170-36/2001), desde que expressamente pactuada. 
 
As disposições do Decreto nº 22.626/33 se aplicam às taxas de juros e aos outros encargos 
cobrados nas operações realizadas por instituições públicas ou privadas que integrem o 
Sistema Financeiro Nacional. 
 
A fiança prestada em contrato sem autorização de um dos cônjuges casados no regime da 
comunhão parcial de bens, não implica a ineficácia total da garantia. 
 
 
4a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/2012) - Em caso de assalto ocorrido no interior de agência bancária, cuja vítima não 
é cliente do banco, 
 
 
 
subsiste a responsabilidade civil subjetiva do banco, com base no art. 932, III, do Código 
Civil. 
 
haverá responsabilidade civil objetiva do Estado por omissão no dever de segurança. 
 
não há responsabilidade da instituição bancária, mas da empresa de segurança do banco 
exclusivamente. 
 
não há responsabilidade civil, porque o dano foi gerado por fato de terceiro, excludente de 
responsabilidade por rompimento do nexo causal. 
 haverá obrigação do banco de indenizar a vítima com base no Código de Defesa do 
Consumidor, arts. 14 e 17, sob fundamento da teoria do risco do empreendimento. 
 
 
5a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/PETROBÁS/2012) - Ao contratar um empréstimo a ser pago em quatro parcelas, no 
valor total de R$ 20.000,00, junto à sua instituição financeira, um correntista optou por pagar juros 
compostos no valor de 2,5% a.m. Após a quitação do empréstimo e considerando que não houve 
antecipação de pagamento, o valor dos juros pagos será, em reais, de Dado: 
(Considerar duas casas decimais após a vírgula). 
 
 
 
500,00 
 
2.076,26 
 
1.537,81 
 1.500,00 
 
2.000,00 
 
 
6a Questão 
 
 
A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), cumprindo sua vocação de representar o setor 
bancário e de fortalecer sua relação com a sociedade, liderou, em conjunto com os maiores bancos 
do país, a criação do sistema brasileiro de autorregulação bancária. Com base na premissa acima, 
assinale a opção incorreta: 
 
 
 
A autorregulação possibilitará aos bancos, em conjunto com a sociedade, harmonizar o 
sistema bancário, suplementando as normas e os mecanismos de controle já existentes 
 Nas praças que não possuam regulamentação por lei estadual ou municipal, o 
tempo máximo de espera para atendimento nos guichês de caixa será de até 30 
(trinta) minutos em dias normais 
 
Baseado em princípios como ética e legalidade, respeito ao consumidor, comunicação 
eficiente e melhoria contínua, o SARB constitui um verdadeiro "Manual de Conduta" a ser 
seguido por todas as instituições bancárias que fizerem parte dele, de forma voluntária 
 
O conteúdo das gravações das ligações efetuadas pelo consumidor para o SAC, sempre que 
solicitado, será disponibilizado, a seu critério e sem quaisquer ônus, por meio eletrônico, 
correspondência ou pessoalmente, sendo disponibilizadas em até 10 (dez) dias da sua 
solicitação 
 
O SAC - Serviço de Atendimento ao Consumidor - tem por objetivo ser um canal 
especializado na solução de problemas dos consumidores 
 
 
7a Questão 
 
 
De acordo com CarlosRoberto Gonçalves, ¿contrato de conta-corrente é aquele em que o banco 
registra, em contabilidade própria, o débito e o crédito, as remessas e os saques, podendo o 
depositante verificar o saldo a qualquer tempo. Os depósitos são escriturados em conta individual 
dos depositantes. As partes são o banco e o correntista e os depósitos denominam-se remessas¿ 
(Direito civil brasileiro, vol. III. São Paulo: Saraiva, 2004, p. 643). 
O banco onde Angela Angelicas tem uma conta corrente realizou atividades com o dinheiro desta, 
resaltando que esta não havia concedido autorização para tal. Diante disto indaga-se o banco pode 
se considerado fornecedor e ter a ele aplicado o CDC para a rsponsabilizaçãopelos seus atos? 
 
 
 
 
O banco é fornecedor, mas não é responsabilizado pois não cometeu ato indevido, ao 
depositar o dinheiro a cliente autoriza o uso deste pelo banco 
 
Não, pois ao contratar a cliente assumiu o risco 
 
O CDC só se aplica a produtos adquididos da instituição financeira o que não é o caso de uma 
conta corrente e aplicações 
 O CDC pode ser aplicado por decisão sumulada do STJ a institnuições financeiras 
 
Não,pois fornecedor no CDC são apenas os fornecedores de produtos 
 
 
8a Questão 
 
 
Acerca das relações consumeristas com instituições financeiras e, especificamente, sobre os juros, 
assinale a opção incorreta: 
 
 
 
Juro é o fruto do dinheiro. É o que o credor recebe do devedor, além da importância da 
dívida 
 
Entende-se por juros o que o credor pode exigir pelo fato de ter prestado ou de não ter 
recebido o que se lhe devia prestar 
 
A previsão no contrato bancário de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da mensal é 
suficiente para permitir a cobrança da taxa efetiva anual contratada 
 Do ponto de vista jurídico, são abusivos apenas os juros remuneratórios que 
destoam da média do mercado, ainda que possam ser justificados pelo risco próprio 
do negócio - conclusão que, no entanto, depende de prova in concreto 
 
É insuscetível de exame na via do recurso especial questão relacionada com a existência da 
incidência de capitalização de juros em contrato bancário, pois, para tanto, é necessário o 
reexame do respectivo instrumento contratual 
 
 
9a Questão 
 
 
Consoante magistério do Prof. Carlos Roberto Gonçalves, "_________ é aquele em que o banco 
registra, em contabilidade própria, o débito e o crédito, as remessas e os saques, podendo o 
depositante verificar o saldo a qualquer tempo. Os depósitos são escriturados em conta individual 
dos depositantes. As partes são o banco e o correntista e os depósitos denominam-se remessas". 
Assinale a opção correta que completa a frase: 
 
 
 
contrato de empréstimo 
 
contrato de mútuo 
 
contrato de previdência privada 
 contrato de conta-corrente 
 
contrato de seguro 
 
 
10a Questão 
 
 
(CESGRANRIO/2010) - José é correntista do Banco da Brasil há dois anos e tem crédito disponível 
para utilização no cheque especial. No mês de dezembro, José ultrapassou seu limite de crédito. Seu 
nome, após prévia notificação, foi inscrito em cadastro restritivo de crédito e seu contrato foi 
encaminhado ao Jurídico para a propositura de ação judicial, quando o advogado reparou que os 
juros eram superiores a 12% ao ano. Nesse caso, há alguma ilegalidade, de acordo com o Código de 
Defesa do Consumidor? 
 
 
 Não há ilegalidade alguma no caso descrito. 
 
A inscrição em cadastro restritivo de crédito foi ilegal, pois há apenas o direito de cobrar o 
crédito, mas não o de negativar o nome do consumidor. 
 
Os juros cobrados e a negativação são ilegais frente ao Código de Defesa do Consumidor. 
 
A cláusula de juros é abusiva e a notificação configura cobrança por meio indevido, sendo, 
portanto, ilegal. 
 
Os juros superam o valor máximo de 1% ao mês previsto na legislação, o que configura 
ilegalidade. 
 
 
11a Questão 
 
 
O CDC é aplicado as instituições financeiras em todas as situações abaixo, exceto: 
 
 
 
nos contratos de poupança e CDB 
 Na fixação dos juros de mercado 
 
Na disponibilidade de cartões de crédito 
 
nos contratos de conta corrente 
 
no fornecimento de produtos como o talonário de cheques 
 
 
12a Questão 
 
 
Em relação a responsabilidade civil das instituições financeiras e afins, assinale a opção correta: 
 
 
 
contrato de empréstimo é aquele em que o banco registra, em contabilidade própria, o débito 
e o crédito, as remessas e os saques, podendo o depositante verificar o saldo a qualquer 
tempo 
 O entendimento sumulado do STJ defende que o código de defesa do consumidor é 
aplicável às instituições financeiras 
 
A instituição financeira não poder ser considerada como consumidor, na forma do caput do 
art.3º do CDC, tendo em vista a expressa omissão da previsão atividade financeira e de 
crédito em tal dispositivo legal 
 
Na forma do art. 3º, §2º do CPDC, serviço é qualquer atividade fornecida no mercado de 
consumo, mediante remuneração, salvo as de natureza bancária, financeira, de crédito e 
securitária, e as decorrentes das relações de caráter trabalhista 
 
O entendimento que sempre foi firmado nos tribunais, mesmo os superiores, é de que o CDC 
é aplicável às instituições financeiras, inclusive com relação à volatilidade do mercado 
(juros) 
 
 
13a Questão 
 
 
Paulo recebeu em sua residência, sem qualquer requisição prévia, um cartão de crédito do Banco 
ROUBAMAIS S/A. Diante da situação hipotética narrada, assinale a opção correta: 
 
 
 
Ainda que não tenha solicitado, Paulo deverá arcar com o pagamento da anuidade do cartão, 
até a data de seu efetivo cancelamento 
 
Paulo poderá desbloquear o cartão e utilizá-lo sem a necessidade de arcar com qualquer 
custo, tendo em vista, tratar-se de uma amostra grátis 
 
A entrega de produto, sem a solicitação prévia, não poderá ser equiparada à amostra grátis 
 É vedado, com base no CPDC, o envio, sem solicitação prévia, de qualquer produto, 
ou fornecer qualquer serviço 
 
A prática realizada pelo Banco é comumente aceita e não pode ser considerada como 
abusiva 
 
 
14a Questão 
 
 
(185º. Concurso de Provas e Títulos para Ingresso na Magistratura - TJ/SP - VUNESP - 2014) No que 
se refere a indenização, assinale a opção correta. 
 
 
 
A morte de filho menor que não exercia trabalho remunerado não poderá gerar indenização. 
 
Tendo em vista que a indenização se mede pela extensão do dano, o juiz somente poderá 
reduzir equitativamente a indenização, havendo excessiva desproporção entre a gravidade da 
culpa e o dano, no caso de haver pedido expresso da parte. 
 
O soar de alarme nas saídas das lojas por si só acarreta o dever de indenizar o cliente. 
 Não gera o dever de indenizar o simples travamento de porta giratória nos 
estabelecimentos bancários com usuário dentro. 
 
 
15a Questão 
 
 
(VUNESP/2017/TJ/SP/adaptada) - Após ter os documentos pessoais furtados, Arlindo é surpreendido 
com a inclusão de seus dados pessoais em órgão de proteção ao crédito, em razão do 
inadimplemento de contrato bancário de financiamento de automóvel celebrado por terceiro em seu 
nome. Ostentando prévia e legítima negativação anterior à acima referida, Arlindo propõe ação 
contra a instituição financeira com a qual foi celebrado o contrato de financiamento de automóvel. 
Pleiteia a declaração de inexistência de relação jurídica e o recebimento de indenização por danos 
morais. A petição inicial é instruída com documento comprobatório da inclusão feita a requerimento 
do réu. Em contestação, o banco alega que tomou todas as providências que estavam ao seu alcance 
no momento da contratação e que não pode serresponsabilizado por fraude praticada por terceiro. 
Por sua vez, Arlindo informa que não tem provas a produzir, além dos documentos que já 
apresentou. De acordo com a orientação sumulada do Superior Tribunal de Justiça, assinale a 
alternativa correta. 
 
 
 
O pedido de indenização deve ser julgado improcedente, pois o banco agiu no exercício 
regular de direito, o que exclui a ilicitude de sua conduta, cabendo a Arlindo se voltar contra 
o terceiro que utilizou seus dados para celebrar o contrato; o pedido declaratório deve ser 
julgado procedente, considerando que Arlindo não deu causa ao fato. 
 
O pedido de indenização deve ser julgado procedente em parte, pois o banco agiu no 
exercício regular de direito, o que exclui a ilicitude de sua conduta, cabendo a Arlindo se 
voltar contra o terceiro que utilizou seus dados para celebrar o contrato; o pedido 
declaratório deve ser julgado procedente parcialmente, considerando que Arlindo não deu 
causa ao fato. 
 
Os pedidos devem ser julgados procedentes, pois a instituição financeira responde 
objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes praticadas por 
terceiros, estando demonstrada a inexistência de relação jurídica entre as partes; a simples 
inscrição indevida do nome do consumidor em órgão de proteção ao crédito é suficiente para 
a caracterização do dano moral, reconhecido na jurisprudência como in re ipsa. 
 
Os pedidos devem ser julgados procedentes, pois, embora a instituição financeira responda 
subjetivamente, foi comprovada sua culpa pela ineficiência na verificação da documentação 
apresentada por terceiro, estando demonstrada a inexistência de relação jurídica entre as 
partes; a simples inscrição indevida do nome do consumidor em órgão de proteção ao crédito 
é suficiente para a caracterização do dano moral, reconhecido na jurisprudência como in re 
ipsa. 
 O pedido declaratório deve ser acolhido, pois a instituição financeira responde 
objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes 
praticadas por terceiros, estando demonstrada a inexistência de relação jurídica 
entre as partes; o pedido de indenização por danos morais deve ser julgado 
improcedente em razão da prévia existência de legítima inscrição do nome de 
Arlindo em órgão de proteção ao crédito. 
 
 
16a Questão 
 
 
Camelôs do Rio promoveram violenta manifestação nas ruas do Centro contra a repressão ao 
comércio ilegal. Entre os muitos detidos pela Guarda Municipal, encontrava-se Carlos Chaves, 
empregado há mais de 10 anos de uma das lojas situadas na área de conflito e que não participava 
da manifestação. Provado o equívoco quanto à prisão de Carlos, é correto afirmar: 
 
 
 
o Município não responde civilmente porque houve fato de terceiro ¿ tumulto dos camelôs; 
 
o Município responde porque é caso de responsabilidade subjetiva e ficou provada a falta do 
serviço; 
 
quem deve responder é o Guarda que efetuou a prisão de Carlos. 
 o Município responde civilmente porque o fato decorreu da sua atividade 
administrativa; 
 
o Município não responde civilmente porque trata-se de ato judicial pelo qual só o Estado 
responde; 
 
 
 
BANCO DE QUESTÕES X 
 
 
1a Questão 
 
 
São direitos dos usuários da ANATEL no tocante a liberdade de escolha de sua prestadora; EXCETO: 
 
 
 
conhecimento prévio de toda e qualquer alteração nas condições de prestação do serviço que 
lhe atinja; 
 
obter, mediante solicitação, a suspensão do serviço prestado; 
 
resposta eficiente e pronta, pela prestadora, às suas reclamações, solicitações de serviços, 
pedidos de informação, consultas e correspondências; 
 não há liberdade de escolha, mas a vinculação do cliente por escolha da operadora 
 
reparação pelos danos causados pela violação dos seus direitos; 
 
 
2a Questão 
 
 
(TRT5/2009) A respeito da responsabilidade civil, considere: I. Os donos de hotéis, hospedarias, 
casas ou estabelecimentos onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, são 
responsáveis pela reparação civil pelos atos praticados por seus hóspedes, moradores e educandos. 
II. A responsabilidade civil é independente da criminal, motivo porque se pode questionar no juízo 
cível sobre a existência do fato, ou sobre quem seja o seu autor, quando estas questões se acharem 
decididas no juízo criminal. III. Aquele que habitar prédio, ou parte dele, responde pelo dano 
proveniente das coisas que dele caírem ou forem lançadas em lugar indevido. Está correto o que se 
afirma SOMENTE em 
 
 
 
II. 
 
I e II. 
 
II e III. 
 I e III. 
 
I. 
 
 
3a Questão 
 
 
Com relação à mora é incorreto afirmar: 
 
 
 
é o retardamento no cumprimento de uma obrigação persistindo, todavia, a possibilidade de 
cumpri-la; 
 
a mora ex re ocorre quando a obrigação é positiva, líquida e tem termo certo para o 
cumprimento; 
 
na mora ex persona é indispensável a notificação do devedor; 
 
o devedor em mora responde pelo caso fortuito e a força maior se estes ocorrerem durante o 
atraso. 
 a mora será sempre do devedor; 
 
 
4a Questão 
 
 
Acerca da ANATEL assinale a opção correta: 
 
 
 Para o melhor entendimento, a ANATEL não está subordinada a nenhum órgão de 
governo 
 
Realizadas as reclamações, processos administrativos são instaurados e, dependendo do 
caso, a empresa poderá ser multada ou sofrer sanções administrativas 
 
a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações), criada em 1997, promove o 
desenvolvimento das telecomunicações no país 
 
A ANATEL tem independência administrativa e financeira 
 
A ANATEL tem a capacidade de expedir normas operacionais e de serviço, como forma de 
regulamentar a atividade econômica fiscalizada 
 
 
5a Questão 
 
 
As agências reguladoras foram criadas para fiscalizar a prestação de serviços públicos praticados 
pela iniciativa privada. Além de controlar a qualidade na prestação do serviço, estabelecem regras 
para o setor. Além disso, devem garantir a participação do consumidor nas decisões pertinentes do 
setor regulado. Elas são criadas por leis e, entre as principais funções de uma agência reguladora, 
estão, exceto: 
 
 
 
Defesa dos direitos do consumidor 
 Elaboração de leis gerais para o setor regulado 
 
Incentivo à concorrência, minimizando os efeitos dos monopólios naturais e desenvolvendo 
mecanismos de suporte à concorrência 
 
Fiscalização das normas disciplinadoras 
 
Gestão de contratos de concessão de serviços públicos delegados 
 
 
6a Questão 
 
 
(OAB Nacional 2009-II) De acordo com o que dispõe o Código Civil a respeito da responsabilidade 
civil, assinale a opção correta. 
 
 
 
No caso de responsabilidade civil em virtude de ofensa à saúde, o ofendido não tem direito 
de ser indenizado das despesas dos lucros cessantes. 
 
Somente há responsabilidade do empregador pelos danos que seus empregados, no exercício 
de suas funções, causarem a terceiros, se ficar demonstrado que o empregador infringiu o 
dever de vigilância. 
 O Código Civil consagra a responsabilidade civil objetiva das empresas pelos danos 
causados pelos produtos postos em circulação. 
 
O dono de edifício responderá pelos danos causados pela ruína do predito, estando o lesado 
dispensado de provar que a ruína decorreu de falta de reparos e que a necessidade dessas 
reparações é manifesta 
 
 
7a Questão 
 
 
Paulo, consumidor do serviço de telecomunicação com a empresa X, faz uma reclamação junto a 
ANATEL. Diante da premissa acima fixada, assinale a opção correta: 
 
 
 
A ANATEL apenas poderá aplicar qualquer sanção administrativa à empresa X, após 
autorização judicial 
 
A ANATELapenas possui poder de fiscalização 
 
A ANATEL não possui poderes de outorga 
 Os regulamentos expedidos pela ANATEL poderão se sobrepor às normas do CDC se 
mais benéficos ao consumidor 
 
Os direitos previstos no CPDC excluem outros decorrentes de regulamentos expedidos pelas 
autoridades administrativas competentes, em virtude da hierarquia das leis 
 
 
8a Questão 
 
 
(FUMARC/2016/CEMIG) - A organização e a exploração dos serviços de telecomunicações 
competem: 
 
 
 
Aos Territórios. 
 
Aos Estados. 
 À União. 
 
Aos Municípios. 
 
Ao Distrito Federal. 
 
 
9a Questão 
 
 
Acerca da contratação dos serviços de telecomunicações (SMP-¿ Serviço Móvel Pessoal, SCM 
- Serviço de Comunicação Multimídia e STA - Serviço de TV por Assinatura), com base nos 
postulados legais, resoluções da ANATEL e posicionamentos jurisprudenciais, julgue os itens abaixo e 
assinale a opção correta: 
I -Considera-se como USUÁRIO a pessoa natural ou jurídica que se utiliza do SMP, 
independentemente de contrato de prestação de serviço ou inscrição junto à prestadora; 
II - Os Usuários do SMP têm direito a transferência de titularidade de seu Contrato de Prestação do 
SMP; 
III - Considera-se como PRESTADORA a pessoa natural ou jurídica que mediante autorização presta 
o SCM; 
IV - Não é obrigatório constar no contrato de prestação do SCM a descrição do procedimento de 
contestação de débitos; 
V - É direito do ASSINANTE do STA: o restabelecimento da prestação dos serviços em até 48 
(quarenta e oito) horas, contadas a partir da quitação dos débitos pendentes; ou em até 24 (vinte e 
quatro) horas, a partir da comprovação da quitação ou de erro de cobrança nos termos da legislação 
vigente 
 
 
 
As afirmativas I, II e III estão incorretas 
 
As afirmativas I, IV e V estão incorretas 
 
As afirmativas II e IV estão corretas 
 
As afirmativas II, III e IV estão corretas 
 As afirmativas I, II e V estão corretas 
 
 
10a Questão 
 
 
As agências reguladoras foram criadas para fiscalizar a prestação de serviços públicos praticados 
pela iniciativa privada. Desta forma elas criam parâmetros para a prestaçãodos serviços de 
telecomunicações. Diante disso indaga-se são funções das agências reguladoras que visam impedir 
ou minimizar danos aos consumidores e s consequentes ações de responsabilidade civil, EXCETO: 
 
 
 
Gestão de contratos de concessão de serviços públicos delegados 
 definição do valor do dano depois de que ele é verificado 
 
Elaboração de normas disciplinadoras para o setor regulado e a fiscalização dessas normas 
 
Defesa de direitos do consumidor 
 
Incentivo à concorrência, minimizando os efeitos dos monopólios naturais e desenvolvendo 
mecanismos de suporte à concorrência 
 
 
11a Questão 
 
 
À ANATEL compete adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e para o 
desenvolvimento das telecomunicações brasileiras, atuando com independência, imparcialidade, 
legalidade, impessoalidade e publicidade, com especial atenção a alguns itens, EXCETO: 
 
 
 
implementar, em sua esfera de atribuições, a política nacional de telecomunicações; 
 compor apenas judicialmente conflitos de interesses entre prestadoras de serviço 
de telecomunicações; 
 
reprimir infrações dos direitos dos usuários; 
 
expedir ou reconhecer a certificação de produtos, observados os padrões e normas por ela 
estabelecidos; 
 
celebrar e gerenciar contratos de concessão e fiscalizar a prestação do serviço no regime 
público, aplicando sanções e realizando intervenções; 
 
 
12a Questão 
 
 
Os contratos de serviço de comunicação multimídia devem conter, EXCETO: 
 
 
 
os direitos e deveres dos Assinantes e os encargos moratórios aplicáveis ao Assinante; 
 
as hipóteses de rescisão do Contrato de Prestação do SCM e de suspensão dos serviços a 
pedido ou por inadimplência do Assinante; 
 
a descrição do seu objeto, dos direitos e obrigações da Prestadora 
 
a descrição do sistema de atendimento ao Assinante e o modo de proceder em caso de 
solicitações ou reclamações; 
 a descrição do impedimento de contestação de débitos, pois os débitos sempre 
devem ser integramente pagos; 
 
 
13a Questão 
 
 
A Lei n° 9.472, de 16 de julho de 1997, em seu artigo 19, define as competências da ANATEL. À 
Agência compete adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e para o 
desenvolvimento das telecomunicações brasileiras. São previsões de atuação da ANATEL, exceto: 
 
 
 
compor administrativamente conflitos de interesses entre prestadoras de serviço de 
telecomunicações 
 
expedir ou reconhecer a certificação de produtos, observados os padrões e normas por ela 
estabelecidos 
 
reprimir infrações dos direitos dos usuários 
 expedir e extinguir autorização para prestação de serviço no regime privado, sendo 
vedada a aplicação de sanções 
 
implementar, em sua esfera de atribuições, a política nacional de telecomunicações

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