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ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
ANALISTA DO SEGURO SOCIAL – INSS 
PROFESSOR RENATO FENILI 
 
 
1 
 
Prezado amigo(a), 
 
 
 Espero que o período de estudos tenha sido bastante proveitoso. 
 Eis a programação que seguiremos nesta aula: 
 
AULA CONTEÚDO 
 
 
3 
Gestão de Estoques - Parte II (Estoques: planejamento, 
processos e políticas de administração de estoques; 
determinação de níveis de estoque, tempo de 
ressuprimento e estoques de segurança; avaliação de 
estoques – métodos) 
 
Em nosso encontro de hoje, concluiremos o estudo da Gestão de 
Estoques, já iniciado na última aula. Serão apresentados tópicos bastante 
diversificados, e muito cobrados em concursos. 
 
 Tudo pronto? Então, vamos ao trabalho! 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
ANALISTA DO SEGURO SOCIAL – INSS 
PROFESSOR RENATO FENILI 
 
 
2 
 
I. NÍVEIS DE ESTOQUE E SISTEMAS DE REPOSIÇÃO: SISTEMA DE 
REPOSIÇÃO PERIÓDICA E SISTEMA DE REPOSIÇÃO CONTÍNUA 
(PONTO DE PEDIDO) 
 
 Vimos, na aula passada, como o gestor de material pode determinar os 
dados de previsão de consumo para determinado período. O próximo passo é 
a efetiva providência do reabastecimento de seus estoques. 
Há dois sistemas principais de reposição de estoque: periódico e 
contínuo, cujas caraterísticas principais são abordadas a seguir. 
 
 Sistema de reposição periódica = Modelo de estoque máximo = 
Modelo de intervalo padrão = os pedidos para reposição de 
estoques são feitos periodicamente. A quantidade comprada, somada 
com a existente em estoque, deve ser suficiente para atender o 
consumo até a chegada da encomenda seguinte. Guardadas as 
devidas proporções, é o sistema utilizado por quem vai ao 
supermercado uma vez por semana, por exemplo. Neste modelo, 
decorrido um certo período T, verifica-se o que falta para chegar ao 
Estoque Máximo (Emáx) e faz-se o pedido do Lote de Compra (LC). 
 Sistema de reposição contínua = Sistema de Máximos e 
Mínimos = sempre que o estoque atingir uma determinada 
quantidade, um novo pedido de compra é emitido. Esta quantidade é 
chamada de Ponto de Pedido. Seria semelhante ao “sistema” utilizado 
por quem vai ao supermercado somente quando a geladeira está 
ficando vazia. 
 
O quadro abaixo nos mostra algumas outras definições importantes sobre 
a reposição de estoques: 
CONCEITO DEFINIÇÃO 
 
Tempo de Reposição 
(TR) 
É o intervalo de tempo entre a emissão do 
pedido e a chegada do material no 
almoxarifado. É também conhecido como lead 
time. 
= Δt (processamento do pedido + tarefas do 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
ANALISTA DO SEGURO SOCIAL – INSS 
PROFESSOR RENATO FENILI 
 
 
3 
 
CONCEITO DEFINIÇÃO 
fornecedor + recebimento) 
Lote de Compra (LC) 
Quantidade do item de material especificada 
no pedido de compras 
 
Ponto de Pedido 
(PP) 
É a quantidade de um determinado produto 
em estoque que, sempre que atingida, deve 
provocar um novo pedido de compra. Esta 
quantidade garante a continuidade do 
processo produtivo até que chegue o Lote de 
Compra (durante o Tempo de Reposição) 
PP = (C X TR) + ES, onde 
C = consumo médio do item 
TR = tempo de reposição 
ES = estoque mínimo ou de segurança 
 
Estoque mínimo ou 
de segurança (ES) 
É um estoque “adicional”, capaz de cobrir 
eventuais atrasos no tempo de reposição, 
cancelamento do Lote de Compra ou aumento 
imprevisto no consumo. 
Estoque Máximo 
(Emáx) 
É o máximo de itens em almoxarifado. É igual 
à soma do estoque de segurança com o lote 
de compra. 
Emáx = ES + LC 
 
 São recorrentes as cobranças, em concursos, sobre os sistemas de 
reposição de estoques – em especial o sistema de reposição contínua (ponto 
de pedido). Vejamos algumas questões. 
 
 
1. (CESPE / AGU / 2010) Considerando que certa empresa utilize 
o sistema de ponto de pedido para atingir a máxima eficiência 
das reposições de seu estoque; que o consumo diário de 
determinado item nessa empresa seja de 120 unidades; que o 
período de reabastecimento do item seja de 2 dias e que o 
estoque de segurança do item corresponda ao consumo de 1 
dia, é correto afirmar que o ponto de pedido do item em 
questão é de 360 unidades. 
 
Pelos dados do enunciado, temos: 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
ANALISTA DO SEGURO SOCIAL – INSS 
PROFESSOR RENATO FENILI 
 
 
4 
 
 
 Consumo = C = 120 unidades/dia 
 Tempo de Reposição = TR = 2 dias 
 Estoque mínimo = Estoque de Segurança = ES = número de 
unidades consumidas em 1 dia = 120 unidades (lembrando que o 
estoque mínimo ou de segurança não é dado em função do 
tempo, mas sim de unidades armazenadas!!). Assim ES = 120 
unidades 
 
A partir destas informações, podemos achar o Ponto de Pedido (PP): 
 
 
 
A assertiva está, portanto, certa. 
 
 
Com relação ao sistema de reposição contínua (ponto de pedido), é 
usual a representação gráfica do nível de estoque através da chamada de 
curva dente de serra, ilustrada nas próximas questões. 
 
 
2. (ESAF / SUSEP / 2010 – adaptada) Em um sistema de estoque, 
a movimentação dos materiais pode ser representada por um 
gráfico conhecido por “dente de serra”. 
 
A chamada “curva dente de serra” nada mais é do que uma representação 
gráfica inerente ao sistema de reposição contínua de estoques. 
Seu nome é devido à semelhança de sua representação com os dentes de 
uma serra, conforme veremos na próxima questão. 
A afirmativa está correta. 
 
 
 
 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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6 
 
estoque jamais cai abaixo de C. Trata-se do Estoque Mínimo ou de 
Segurança, uma prevenção contra a ruptura de estoque. 
Logo, pelas explicações relativas ao Nível C, vemos que a assertiva está 
certa. 
 
4. A-B representa a quantidade a ser pedida na compra do item 
em questão. 
 
A quantidade a ser pedida na compra – o LOTE DE COMPRA – deve ser 
tal que, quando ocorrer sua efetiva entrega no órgão requisitante, atinge-se 
o Estoque Máximo. Assim, há de se levar em conta o consumo durante o 
Tempo de Ressuprimento. 
Lembre-se que Emáx = LC + ES 
Portanto, a representação do Lote de Compra é o segmento A-C, e a 
assertiva está errada. 
 
5. (ESAF / SUSEP / 2010 – adaptada) O ponto de pedido deve 
coincidir com o momento em que o estoque a ser ressuprido 
atinge o nível de segurança. 
 
 O momento em que o estoque atinge o nível de segurança é 
representado, na curva dente de serra abaixo, por C1. Caso fizéssemos um 
pedido de compra apenas nesse momento, teríamos que iniciar o consumo 
de nosso estoque de segurança, até o momento em que o lote de compra 
fosse efetivamente entregue pelo fornecedor. Esta situação, por ser 
extremamente arriscada, é evitada a todo custo pelas organizações. Lembre-
se, se tudo correr bem, o estoque de segurança nunca será usado. 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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8 
 
 
 
 
Pelos dados do enunciado, temos: 
 
 Consumo = C = 30 unidades/mês 
 Tempo de Reposição = TR = 2 meses 
 Estoque mínimo = Estoque de Segurança = ES = número de 
unidades consumidas em 1 mês = 30 unidades (lembrando que o 
estoque mínimo ou de segurança não é dado em função do 
tempo, mas sim de unidades armazenadas!!). Assim ES = 30 
unidades 
 
 
A exemplo da questão anterior, devemos estabelecer alguns elementos 
principais para desenhar uma curva dente de serra. São eles: 
 
 Nível A =Estoque Máximo. Não é possível, a partir dos dados do 
enunciado, determinar esse valor. 
 Nível B = Nível do Ponto de Pedido. Para determiná-lo, devemos definir 
o Ponto de Pedido: 
 
 Nível C = É o nível referente ao estoque mínimo ou de segurança. 
Corresponde, como vimos, a 30 unidades. 
 
 De posse desses dados, um esboço da curva dente de serra seria assim 
representado: 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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10 
 
 
 Uma alteração sazonal é uma variação periódica e significativa do 
volume de consumo, em geral superior a 30% do valor médio. Mas, sendo 
sazonal, é previsível. E, sendo previsível, não tem relação com o estoque 
de segurança. Um exemplo seria o consumo de sorvete, no verão, ou o de 
chocolates, na Páscoa. 
 O enunciado está errado. 
 
9. Com base na situação considerada, é correto afirmar que o 
ponto de pedido da referida peça é igual a 90 unidades. 
 
 Já determinamos o ponto de pedido na questão 11, a fim de esboçarmos 
a curva dente de serra. 
 A questão está correta. 
 
10. (CESPE / Câmara dos Deputados / 2012) Considere que um 
item de determinado estoque seja consumido na média de 15 
unidades por mês e que o tempo de reposição desse item seja 
de dois meses. Nessa situação hipotética, dada a necessidade 
de se garantir o estoque mínimo para dois meses de consumo, o 
ponto de pedido será igual a 60. 
 
 Pelos dados do enunciado, temos: 
 
 Consumo = C = 15 unidades/mês 
 Tempo de Reposição = TR = 2 meses 
 Estoque mínimo = Estoque de Segurança = ES = número de 
unidades consumidas em 2 meses = 30 unidades (lembrando 
que o estoque mínimo ou de segurança não é dado em função do 
tempo, mas sim de unidades armazenadas!!). Assim ES = 30 
unidades 
 
 
 Para encontrarmos o ponto de pedido, basta aplicarmos a fórmula: 
 
 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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11 
 
Resposta: certa 
 
11. (ESAF / SUSEP / 2010) Com base nos seguintes dados sobre 
o consumo de um material qualquer, assinale a opção que 
indica, corretamente, o ponto de pedido (P) e a quantidade (Q) 
a ser adquirida em cada pedido: 
 
- consumo mensal: 50 unidades. 
- tempo de reposição: 1,5 mês. 
- estoque mínimo: 2,0 meses de consumo. 
 
a) P = 175 // Q = 75 
b) P = 100 // Q = 50 
c) P = 100 // Q = 50 
d) P = 175 // Q = 50 
e) P = 150 // Q = 50 
 
 Pelos dados do enunciado, temos: 
 
 Consumo = C = 50 unidades/mês 
 Tempo de Reposição = TR = 1,5 mês 
 Estoque mínimo = Estoque de Segurança = ES = número de 
unidades consumidas em 2 meses = 100 unidades (lembrando 
que o estoque mínimo ou de segurança não é dado em função do 
tempo, mas sim de unidades armazenadas!!). Assim ES = 100 
unidades 
 
 
 Para encontrarmos o ponto de pedido, basta aplicarmos a fórmula: 
 
 
 
 Já com relação ao quantitativo a ser adquirido, não há como defini-lo 
com precisão. O que podemos fazer é apenas definir um quantitativo mínimo 
que deve ser adquirido, tendo em vista o consumo que ocorre durante o 
tempo de ressuprimento. Vejamos, assim, o consumo durante o TR: 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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12 
 
 
 
 Dessa forma, ao dimensionarmos o nosso lote de compra em 75 
unidades, teremos a medida exata para atendermos a demanda durante o 
tempo de ressuprimento. Qualquer quantitativo menor que este, teremos 
que iniciar o consumo do estoque de segurança. 
 Analisando as alternativas, vemos que a única que está de acordo com 
este raciocínio é a A. 
 Resposta: A. 
 
12. (CESPE / ABIN / 2010 – adaptada) A respeito dos 
sistemas de reposição de estoque, julgue o item a seguir: 
 
No sistema de duas gavetas, que consiste na existência de dois 
recipientes com exatamente a mesma quantidade do mesmo item, o 
segundo recipiente só é utilizado quando se exaure o conteúdo do 
primeiro recipiente. 
 
O sistema de duas caixas ou de duas gavetas é uma das opções da 
organização com a finalidade de operacionalizar o método de reposição 
contínua (ou ponto de pedido). Por ser um método mais “grosseiro” de 
controle, usualmente é empregado para a gestão de itens de menor 
relevância econômica (itens da classe “C”, referindo-se à classificação ABC). 
 Ao adotarmos a reposição contínua como política de ressuprimento de 
estoques de uma organização, fazemos um pedido de compra sempre que o 
estoque atingir determinada quantidade. Um modo simples de sabermos o 
exato instante de fazermos este pedido é o seguinte: 
 
 A gaveta (ou caixa) 1 possui os itens de material responsáveis para 
atender o consumo durante o período (sem que tenha sido feito o 
pedido de compra). 
 A gaveta (ou caixa) 2 é menor e apresenta uma quantidade de 
material suficiente para atender o consumo durante o tempo de 
reposição, somado ao estoque mínimo. 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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14 
 
 
14. (CESGRANRIO / PETROBRÁS / 2011) Em um determinado 
estoque, o consumo diário de um item de estoque é constante e 
igual a 30 unidades, incluindo fins de semana e feriados. Sabe-
se que o saldo de estoque, no início do dia 1 do mês, era de 500 
unidades, e, ao final do dia 30, esse saldo foi de 200 unidades. 
O gerente de armazenamento perdeu os registros de entrada 
desse material, mas tem certeza de que foram realizadas duas 
entradas de quantidades idênticas no mês em questão. Se o 
ponto de ressuprimento é de 200 unidades, e o tempo de 
reposição (lead-time) do fornecedor é de 3 dias, conclui-se que 
houve entradas em estoque nos dias: 
 
a) 5 e 19 
b) 10 e 20 
c) 11 e 25 
d) 13 e 23 
e) 14 e 26 
 
Primeiramente, vamos listar os dados do enunciado: 
 
• Saldo inicial = 500 unidades 
• Saldo final = 200 unidades 
• Consumo = 30 unidades/dia (1 mês = 30 dias) 
• TR = 3 dias 
• PP = 200 unidades 
 
 O primeiro passo é o cálculo do estoque de segurança: 
 
 
 
 
 Agora podemos calcular o Lote de Compra (entrada): 
 
 
 
 
 
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16 
 
II. PLANEJAMENTO E POLÍTICAS DE ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES: 
SISTEMAS DE PRODUÇÃO EMPURRADA (TRADICIONAL) E PUXADA 
(JUST IN TIME) 
 
 
O intuito principal do Gestor de Estoques é a manutenção de um elevado 
nível de serviço, ou seja, que um percentual elevado das requisições de 
material a ele dirigidas sejam efetivamente atendidas. Para tanto, há, 
basicamente, duas opções em termos de políticas de administração de 
estoques: 
 manutenção de elevados níveis de estoque; ou 
 manutenção de níveis mínimos de estoque, mas sempre que for 
necessário, o fornecedor externo irá prover uma entrega de material 
com a devida celeridade (rapidez). 
A primeira opção (manutenção de elevador níveis de estoque) foi a 
política que predominou por grande parte do século passado, consolidando o 
chamado Sistema Tradicional de Abastecimento. 
A segunda opção, por sua vez, é referente a uma política mais recente, 
originada no Japão do pós-guerra: é a chamada filosofia just in time. 
Preliminarmente, pode-se dizer que o Just in Time é uma filosofia degestão de estoque que defende a minimização dos níveis estocados como 
forma de redução de desperdícios. 
A Toyota Motor Company, empresa japonesa do ramo automobilístico, 
foi pioneira na defesa da extinção de estoques, ainda nos anos 50. Assim, o 
Sistema Toyota de Produção passou a utilizar uma abordagem de trabalho 
denominada Just-in-Time (JIT), significando fazer “o que é necessário, 
quando é necessário, e na quantidade necessária”. Dentro do JIT 
encontramos a ferramenta de controle de estoque chamada de Kanban que, 
para Shingo (1996), significa “abastecer a unidade fabril, de acordo com os 
itens necessários, nas quantidades necessárias, no momento necessário, 
com a qualidade necessária para suprir a linha de montagem final sem 
perdas e geração de estoques”. 
 Assim, ao passo que o Just in Time é uma abordagem metodológica de 
trabalho, o kanban é uma ferramenta de controle de estoque, inserida na 
“filosofia” do Just in Time. 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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17 
 
 O importante é lembrarmos que o Sistema Just-in-Time prima pelo 
estoque nulo, considerando-o um verdadeiro desperdício de investimentos. 
 O Just-in-Time / Kanban trouxe uma quebra de paradigma com relação 
ao chamado Sistema Tradicional de Abastecimento. 
No Sistema Tradicional de Abastecimento, o que importa é a 
produção de itens de material em cada etapa do processo produtivo, 
“empurrando-os” para a próxima etapa (= sistema de produção 
empurrada). O foco, nesse caso, é a previsão da demanda. 
Já no Just in Time / Kanban, o foco é a demanda efetiva, sendo que 
esta “puxa a produção” (= sistema de produção puxada). Dependendo da 
velocidade da produção, os estoques são repostos com maior ou menor 
rapidez. 
Os quadros abaixo, baseados em Viana (2000, p. 170), trazem uma 
comparação ente o Sistema Tradicional de Abastecimento e a dinâmica do 
Just in Time / Kanban, no que diz respeito à abordagem do estoque e ao 
relacionamento com fornecedores: 
 
 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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19 
 
 A questão está, assim, correta. 
 
16. (CESPE / ABIN / 2010) O sistema denominado kanban tem 
por objetivo controlar e balancear a produção, com eliminação 
dos desperdícios, e acionar um sistema de reposição de estoque 
pela indicação dos seguintes fatores: o que, quando e quanto 
fornecer e produzir. 
 
É pertinente relembrarmos o conceito de kanban. 
Kanban é uma ferramenta de controle de estoque, inserida na filosofia do 
Just in Time, que tem por objetivo: 
 
“abastecer a unidade fabril, de acordo com os itens necessários, nas 
quantidades necessárias, no momento necessário, com a qualidade 
necessária para suprir a linha de montagem final sem perdas e geração 
de estoques”. 
 
Ao compararmos a transcrição acima com o enunciado da questão, 
podemos notar que apenas a “qualidade necessária” não foi levada em 
consideração pela banca. 
No entanto, isso não compromete a assertiva, que se encontra, assim, 
certa. 
 
17. (CESPE / MPS / 2010) A ferramenta de administração 
denominada just in time é um modelo de gestão de estoques 
que busca reduzir o desperdício. 
Devemos apenas recordar das características inerentes ao Just in Time: 
• Redução de desperdícios; 
• Estoque nulo; 
• Aquisição/entrega de materiais apenas quando necessários; 
• Necessidade de maior agilidade no ressuprimento (tempo de 
ressuprimento mínimo); 
• Ciclos curtos e ágeis de produção. 
 
A questão está certa. 
 
 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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20 
 
18. (CESPE / TJDF / 2008) O sistema just-in-time é um método 
de gestão de estoques destinado a reduzir a probabilidade de 
desabastecimento do setor produtivo em função da 
maximização dos volumes em estoque. 
 
Umavez mais, recorremos às principais características inerentes ao just in 
time (JIT): 
 
• Redução de desperdícios; 
• Estoque nulo; 
• Aquisição/entrega de materiais apenas quando necessários; 
• Necessidade de maior agilidade no ressuprimento (tempo de 
ressuprimento mínimo); 
• Ciclos curtos e ágeis de produção. 
 
 No JIT, a redução da probabilidade de desabastecimento é dada a partir 
de reposições mais ágeis, com a minimização do Tempo de Ressuprimento. 
 A questão está errada. 
 
19. (CESPE / ANAC / 2009) Sistemas de produção embasados no 
método just-in-time são intensivos em utilização de espaço 
físico para estocagem de matéria-prima ou de mercadorias a 
serem vendidas pela organização. 
 
 Uma vez mais, devemos ter em mente que o método just in time 
defende a consecução de estoques mínimos (ou, até mesmo, do estoque 
nulo). Assim, não há de se falar em utilização intensiva de espaço físico para 
a armazenagem de itens de material. 
 A questão está errada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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21 
 
20. (CESPE / STF / 2008) Comparando-se os sistemas just-in-time 
com o tradicional, aqueles envolvem ciclos curtos de produção e 
requerem flexibilidade para promover alterações de produtos; a 
indústria tradicional, ao contrário, sempre se beneficiou das 
economias de escala garantidas pelos longos ciclos. 
 
 Visando à minimização do tempo de ressuprimento, os pedidos n JIT são 
frequentes e em menor escala. Isso confere maior celeridade ao processo 
produtivo, mas perde-se em economia de escala. 
 A assertiva está, portanto, certa. 
 
21. (CESPE / TST / 2008) Ao contrário da abordagem tradicional 
dos sistemas de produção, just-in-time caracteriza-se como um 
sistema no qual qualquer movimento de produção somente é 
liberado na medida da necessidade sinalizada pelo usuário da 
peça ou do componente em fabricação. 
 
 O enunciado apresenta, de forma apropriada, a noção de sistema de 
produção puxada, ou seja, cuja dinâmica é estimulada pela demanda efetiva. 
 A questão está certa. 
 
 
III. MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE ESTOQUE 
 
 
Avaliar um estoque significa estimar quanto capital encontra-se 
imobilizado em estoque. 
Esta informação é das mais importantes à cúpula da organização. 
Afinal, deve haver uma preocupação em garantir que o capital imobilizado 
em estoques não atinja grandes vultos, mantendo-se de acordo com a 
política de gestão de materiais da organização. 
Em adição, é obrigatória a declaração dos valores imobilizados em 
estoques nos informes de imposto de renda. 
Preliminarmente, é importante ressaltarmos que a avaliação é feita a 
partir dos preços dos itens de material que temos em estoque. 
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS 
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22 
 
Um dos modos que temos de avaliar o estoque é através dos 
inventários físicos (procedimentos de levantamento físico e contagens dos 
itens de material em uma organização). No entanto, iremos nos aprofundar 
nos modos de avaliação feitos através de fichas de controle de cada item em 
estoque. 
Um modo simples de avaliarmos nosso estoque é chamado de custo 
de reposição. Trata-se de verificar, no mercado, qual o preço vigente do 
item de material que temos em estoque. Dado que os preços, em geral, 
variam de acordo com a inflação, um modo simples de avaliarmos nosso 
estoque seria aplicar esse índice mensal aos valores de compra dos 
materiais. 
Há, no entanto, três métodos de avaliação de estoque mais 
comumente empregados nas organizações. São eles: 
 
 
 
As principaiscaracterísticas destes modos de avaliação são 
apresentadas no quadro abaixo: 
 
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23 
 
O tópico “Métodos de Avaliação de Estoques” é cobrado em concursos 
tanto com relação à parte conceitual, quanto no que concerne aos cálculos 
matemáticos. Vejamos algumas questões. 
 
22. (CESPE / MPU / 2010) O método FIFO (ou PEPS) prioriza a 
ordem cronológica da entrada dos itens de estoque, ou seja, o 
último item a entrar é o primeiro a ser considerado para efeito 
de cálculo de custo. 
 
 No método FIFO (ou PEPS), o primeiro item a entrar (mais “antigo”) é o 
primeiro considerado para efeito de cálculo de custo. 
 O enunciado faz alusão ao LIFO (ou UEPS). 
 A afirmativa está errada. 
 
23. (CESPE / MEC / 2009) Quando adota uma administração de 
materiais em estoque que privilegia a saída dos materiais que 
deram entrada mais recentemente, o encarregado de material 
utiliza o método UEPS. 
 No método UEPS (“último a entrar, primeiro a sair”), a saída do estoque 
é feita a partir dos itens que deram entrada mais recentemente. A questão 
está certa. 
 
24. (CESPE / ABIN / 2010) Na avaliação dos estoques pelo custo 
de reposição, seus valores são atualizados em razão dos preços 
de mercado. 
Apesar de ser um método de avaliação de estoque menos usual, o 
custo de reposição já foi cobrado em concursos. 
Assim, fique atento! Ao avaliar um estoque a partir de seu custo de 
reposição, verificamos quais são os preços atuais de mercado relativos a 
seus itens de material. 
A questão está certa. 
 
 
 
 
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24 
 
25. (CESPE / ANTAQ / 2009) O custo médio é o método de 
avaliação mais indicado para períodos inflacionários. 
 
Em um período inflacionário, podemos considerar que o método UEPS 
acaba por obter o menor valor possível para o estoque final, uma vez que os 
itens que deixam o estoque são considerados em seu valor mais recente (na 
inflação, este “valor mais recente” é maior). 
Em contrapartida, o custo da mercadoria vendida – CMV (a que sai do 
estoque) – é o maior possível, acarretando um lucro menor (Lucro = Vendas 
Líquidas – CMV). 
Teoricamente, já que estaríamos declarando um lucro menor, este 
método seria o mais indicado, já que implicaria menor tributação. Com este 
raciocínio, é possível afirmar que o enunciado está errado. 
Observação: A análise da banca, nesta questão, chegou apenas ao 
ponto exposto acima. Assim, em períodos inflacionários, o método de 
avaliação mais indicado para períodos inflacionários é o UEPS, OK? No 
entanto, cabe o registro de que o Regulamento do Imposto de Renda veda 
esta linha de ação. Desta maneira, o custo médio e o PEPS surgem como 
opções alternativas para períodos inflacionários, de acordo com o citado 
Regulamento. 
 
26. (CESPE / Câmara dos Deputados / 2012) Em períodos 
inflacionários elevados e duradouros, o método de avaliação de 
estoques mais indicado é o PEPS (FIFO). 
Como vimos, em períodos inflacionários, o método de avaliação de 
estoques mais indicado é o UEPS (LIFO). 
A assertiva está errada. 
 
 
 
 
 
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 Nessa situação, caso haja dispensação de 5 unidades do item, o 
valor em estoque desse item será de R$ 1.085,00. 
 
 Para a resolução da questão, o primeiro passo é determinarmos o valor 
total que temos, inicialmente, em estoque. Para tanto, basta multiplicarmos 
a quantidade de cada lançamento por seu respectivo preço unitário, 
somando-se os fatores ao final: 
 
Data Quantidade Preço Unitário 
(R$) 
Preço Total (R$) 
1/5/10 10 25,00 250,00 
2/5/10 20 23,00 460,00 
3/5/10 20 25,00 500,00 
Valor inicial em estoque = R$ 1.210,00 
 
 Já que estamos falando de custo médio, o próximo passo é 
determinarmos o preço unitário médio de um item em estoque (em 04/05). 
Para tanto, basta dividirmos o valor inicial em estoque (conforme calculado 
acima) pelo número total de itens em estoque (10 + 20 + 20 = 50 itens): 
 
 
 
 
 
 
 Assim, o valor considerado para um item em estoque é de R$ 24,20. 
 No entanto, o enunciado nos diz que houve a dispensação de 5 unidades 
do item. Para sabermos o valor residual (=restante) desse item em estoque, 
após a saída desses 5 itens, basta subtrairmos o valor inicial do valor relativo 
aos itens em questão: 
 
 
 
 Sendo este valor distinto do apresentado no enunciado, a questão está 
errada. 
 
 
 
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Visto que o primeiro a entrar é o primeiro a sair, o valor os 200 
primeiros itens que saírem do estoque terão o valor de R$ 15,00. Como só 
saíram 150 itens, todos têm o valor de R$ 15,00. 
 
Assim, teremos: X = R$ 15,00 e Y = 150 * R$ 15,00 = R$ 2.250,00. 
Para acharmos o valor de W, basta subtrairmos de R$ 4.920,00 o valor 
de Y: 
W = R$ 4.920,00 – Y = R$ 4.920,00 – R$ 2.250,00 = R$ 2.670,00 
 
Portanto, a assertiva está errada. 
 
31. Pelo método UEPS, o valor de X deve ser igual a R$ 20,00, 
enquanto que o valor de W deve ser igual a R$ 3.400,00. 
Devemos apenas lembrar que o UEPS é o método de avaliação de estoque 
que atribui o valor das últimas entradas às primeiras saídas. Como estamos 
levando em consideração a ordem cronológica dos lançamentos, só faz 
sentido a consideração de datas iguais ou anteriores ao dia 10. Assim, 
teremos: 
 
 
 QUANTIDADE; VALOR 
Entrada 200; R$ 15,00 120; R$ 16,00 
Saída 150 
 
Na tabela acima, visto que as entradas são lançadas, da esquerda para 
a direita, em ordem cronológica, a saída deverá começar no sentido contrário 
(da direita para esquerda), já que estamos falando de UEPS. 
 Conforme é possível visualizarmos mediante a tabela acima, os 150 
itens que estão saindo do estoque ultrapassam o quantitativo da última 
entrada (a última entrada foi de apenas 120 itens, considerando-se a data 
até o dia 10). Portanto, dos 150 itens que saem, 120 deles serão 
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contabilizados com o valor da última entrada (R$ 16,00) e os 30 restantes, 
com a da entrada imediatamente anterior (R$ 15,00). 
Assim, logo de cara podemos ver que o valor de X não é igual a R$ 
20,00. 
Portanto, a assertiva está errada. 
 
 
 
 
 
Bom, ficaremos por aqui nesta terceira aula. No próximo encontro, 
estudaremos as compras nas organizações. 
Espero uma participação ativa no fórum. 
Forte abraço e bons estudos! 
 
 
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8. O estoque mínimo de 30 peças destina-se a absorver as 
alterações sazonais de demanda. 
 
9. Com base na situação considerada, é correto afirmar que o 
ponto de pedido da referida peça é igual a 90 unidades. 
 
10. (CESPE / Câmara dos Deputados / 2012) Considere que um 
item de determinado estoque seja consumido na média de 15 
unidades por mês e que o tempo de reposição desse item seja 
de dois meses. Nessa situação hipotética, dada a necessidade 
de se garantir o estoque mínimo para dois meses de consumo, o 
ponto de pedido será igual a 60. 
 
11. (ESAF / SUSEP / 2010) Com base nos seguintes dadossobre 
o consumo de um material qualquer, assinale a opção que 
indica, corretamente, o ponto de pedido (P) e a quantidade (Q) 
a ser adquirida em cada pedido: 
 
- consumo mensal: 50 unidades. 
- tempo de reposição: 1,5 mês. 
- estoque mínimo: 2,0 meses de consumo. 
 
a) P = 175 // Q = 75 
b) P = 100 // Q = 50 
c) P = 100 // Q = 50 
d) P = 175 // Q = 50 
e) P = 150 // Q = 50 
 
12. (CESPE / ABIN / 2010 – adaptada) A respeito dos 
sistemas de reposição de estoque, julgue o item a seguir: 
 
No sistema de duas gavetas, que consiste na existência de dois 
recipientes com exatamente a mesma quantidade do mesmo item, o 
segundo recipiente só é utilizado quando se exaure o conteúdo do 
primeiro recipiente. 
 
13. (CESPE / Câmara dos Deputados / 2012) O sistema de 
duas gavetas para controle de estoques é um método 
simplificado do sistema de reposições periódicas. 
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14. (CESGRANRIO / PETROBRÁS / 2011) Em um determinado 
estoque, o consumo diário de um item de estoque é constante e 
igual a 30 unidades, incluindo fins de semana e feriados. Sabe-
se que o saldo de estoque, no início do dia 1 do mês, era de 500 
unidades, e, ao final do dia 30, esse saldo foi de 200 unidades. 
O gerente de armazenamento perdeu os registros de entrada 
desse material, mas tem certeza de que foram realizadas duas 
entradas de quantidades idênticas no mês em questão. Se o 
ponto de ressuprimento é de 200 unidades, e o tempo de 
reposição (lead-time) do fornecedor é de 3 dias, conclui-se que 
houve entradas em estoque nos dias: 
 
a) 5 e 19 
b) 10 e 20 
c) 11 e 25 
d) 13 e 23 
e) 14 e 26 
 
15. (CESPE / EBC / 2011) De acordo com a filosofia de produção 
just in time, a produção tem início somente após o pedido do 
cliente, não havendo necessidade de manutenção de estoque 
disponível de mercadorias para venda. 
 
16. (CESPE / ABIN / 2010) O sistema denominado kanban tem 
por objetivo controlar e balancear a produção, com eliminação 
dos desperdícios, e acionar um sistema de reposição de estoque 
pela indicação dos seguintes fatores: o que, quando e quanto 
fornecer e produzir. 
 
17. (CESPE / MPS / 2010) A ferramenta de administração 
denominada just in time é um modelo de gestão de estoques 
que busca reduzir o desperdício. 
 
18. (CESPE / TJDF / 2008) O sistema just-in-time é um método 
de gestão de estoques destinado a reduzir a probabilidade de 
desabastecimento do setor produtivo em função da 
maximização dos volumes em estoque. 
 
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19. (CESPE / ANAC / 2009) Sistemas de produção embasados no 
método just-in-time são intensivos em utilização de espaço 
físico para estocagem de matéria-prima ou de mercadorias a 
serem vendidas pela organização. 
 
20. (CESPE / STF / 2008) Comparando-se os sistemas just-in-time 
com o tradicional, aqueles envolvem ciclos curtos de produção e 
requerem flexibilidade para promover alterações de produtos; a 
indústria tradicional, ao contrário, sempre se beneficiou das 
economias de escala garantidas pelos longos ciclos. 
 
21. (CESPE / TST / 2008) Ao contrário da abordagem tradicional 
dos sistemas de produção, just-in-time caracteriza-se como um 
sistema no qual qualquer movimento de produção somente é 
liberado na medida da necessidade sinalizada pelo usuário da 
peça ou do componente em fabricação. 
 
22. (CESPE / MPU / 2010) O método FIFO (ou PEPS) prioriza a 
ordem cronológica da entrada dos itens de estoque, ou seja, o 
último item a entrar é o primeiro a ser considerado para efeito 
de cálculo de custo. 
 
23. (CESPE / MEC / 2009) Quando adota uma administração de 
materiais em estoque que privilegia a saída dos materiais que 
deram entrada mais recentemente, o encarregado de material 
utiliza o método UEPS. 
 
24. (CESPE / ABIN / 2010) Na avaliação dos estoques pelo custo 
de reposição, seus valores são atualizados em razão dos preços 
de mercado. 
 
25. (CESPE / ANTAQ / 2009) O custo médio é o método de 
avaliação mais indicado para períodos inflacionários. 
 
26. (CESPE / Câmara dos Deputados / 2012) Em períodos 
inflacionários elevados e duradouros, o método de avaliação de 
estoques mais indicado é o PEPS (FIFO). 
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GABARITO 
 
 
1- C 2- C 
3- C 4- E 
5- E 6- E 
7- E 8- E 
9- C 10- C 
11- A 12- E 
13- E 14- D 
15- C 16- C 
17- C 18- E 
19- E 20- C 
21- C 22- E 
23- C 24- C 
25- E 26- E 
27- C 28- C 
29- E 30- E 
31- E 
 
 
Sucesso!

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