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LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA - LLA
Elda; Stheffany Menezes e Thaís Amália
Universidade Federal de Pernambuco
Departamento de Ciências Farmacêuticas
INTRODUÇÃO
Leucemias
Agudas Crônicas
Linfocítica
Mielocítica
DEFINIÇÃO
• A leucemia linfoide aguda (LLA) é uma doença clonal
maligna (câncer) de precursores linfoides medulares
(linfoblastos), que deixam de maturar e se proliferam,
ocasionando assim acúmulo das células jovens (blastos)
na medula óssea, que substituem sua população normal.
→ Compromete a produção de todas as células 
sanguíneas.
EPIDEMIOLOGIA
→ Maior incidência em crianças (cerca de 70% dos casos), com pico entre 2 a 5 anos 
com leve predominância no sexo masculino e na raça branca, enquanto em adultos 
indicam cerca de 20% dos casos. 
No Brasil - 2012 e 2013 
Registrados 4.570 novos 
casos leucêmicos em 
homens e 3.940 novos 
casos em mulheres.
2016
A estimativa de novos 
casos leucêmicos era de 
10.070, sendo 5.540 
homens e 4.530 mulheres.
Corresponde a 30% dos 
cânceres em pediatria;
Ocorre a uma taxa de 3 
novos casos por 100 mil 
indivíduos de até 15 
anos.
CLASSIFICAÇÃO 
• A classificação morfológica utilizada atualmente é a da Organização 
Mundial de Saúde (OMS), que adaptou os critérios do grupo cooperativo 
Franco-Americano-Britânico (FAB). 
• Os critérios da FAB foram baseados na: 
→ Coloração das células do sangue periférico; 
→ No aspirado ou biópsia de medula óssea pelo método de Wright-Giemsa
→ Das reações Citoquímicas.
CLASSIFICAÇÃO
→ A partir do tamanho celular e pleomorfismo nuclear, as LLAs foram classificadas como:
• L1 (A) – O tipo morfológico comum das LLA da infância, é composto de pequenos linfócitos com 
nucléolos indistintos;
• L2 (B) – O tipo morfológico comum das LLA em adultos, é formado por células grandes com 
núcleo irregular e múltiplos nucléolos;
• L3 (C) – Tipo raro de Leucemia, é constituído por células grandes, uniformes, com citoplasma 
basofílico e vacuolizado. 
CLASSIFICAÇÃO
• A classificação da OMS divide a LLA em dois grandes grupos: 
→ Leucemia linfoblástica aguda de precursor B, que corresponde a 80% dos casos e 
→ Leucemia linfoblástica aguda de precursor T, utilizando dados de imunofenotipagem.
• Classificação mais comumente utilizada é a desenvolvida pelo European Group for 
Immunophenotyping Leukemias (EGIL), que se baseia no perfil imunofenotípico das 
células em concordância com os aspectos morfológicos dos casos.
MARCADORES BIOLÓGICOS 
ESPECÍFICOS
• Imunofenótipo
• Classificação imunofenotípica da LLA de células precursoras B
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
• Hematológico
• Mielograma 
• Biópsia da MO
• Imunofenotipagem
• Citogenética
• Imunohistoquímica
• Biologia Molecular
• Bioquímicos→Monitoramento do paciente
TRATAMENTO
REFERÊNCIAS
• CAVALCANTE, M. et al. Leucemia linfoide aguda e seus principais conceitos. Revista 
Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente. Ariquemes: FAEMA, v. 8, n. 
2, jul./dez., 2017. 
• MOREIRA, L. et al. Diagnóstico de leucemias linfoides agudas: Uma Revisão. Revista 
Saúde em Foco, Edição nº 10, 2018.
• Ministério da Saúde. Avaliação epidemiologica das leucemias linfoblásticas em PA. 
Disponível em: 
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/Avaliacao_epidemiologica_das_le
ucemias_linfoblasticas_em._pa.pdf> Acesso em: 25 de Junho, 2019.

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