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UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS 
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
PROF. EDUARDO DE QUADROS BERTONI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Felipe Zucco 
Miguel Venzke 
Prisciane Demarco 
 
 
 
 
 
Pelotas, julho de 2018. 
Memorial de Projeto de 
Prevenção Contra 
Incêndio 
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS 
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
PROF. EDUARDO DE QUADROS BERTONI 
 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
2 
Felipe Costa Zucco - 14105066 
Miguel Venzke - 14103884 
Prisciane Oliveira Demarco – 11200589 
 
 
 
 
 
 
 
MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE PREVENÇAO DE INCÊNDIOS, PRÉDIO 
COMERCIAL NA CIDADE DE PELOTAS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Projeto apresentado como método avaliativo 
da disciplina de proteção contra incêndios, 
contemplando todas as etapas do projeto de 
prevenção desde a caracterização da edificação 
até a representação das medidas de segurança 
nas instalações de prevenção contra incêndios em 
planta. 
Professor: Eduardo de Quadros Bertoni 
Disciplina: Proteção Contra Incêndios. 
Turma: M2 
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS 
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
PROF. EDUARDO DE QUADROS BERTONI 
 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
3 
 
Sumário 
1. Introdução ..................................................................................................................................................... 4 
2. Características gerais do projeto ................................................................................................................... 5 
2.1. Detalhamento geral da Edificação: ....................................................................................................... 5 
2.2. Área construída e área protegida .......................................................................................................... 5 
3. Enquadramento na Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013 ............................................. 5 
3.1. Classificação das edificações e áreas de risco quanto à altura .............................................................. 5 
3.2. Classificação quanto à área total construída ......................................................................................... 6 
De acordo com a área da construção que é de 2435,89m² a classificação da edificação se dará conforme a 
Figura abaixo. .................................................................................................................................................... 6 
3.3. Classificação quanto à ocupação e uso ................................................................................................. 6 
3.4. Classificação quanto ao grau de risco de incêndio ................................................................................ 7 
3.5. Classificação quanto à carga de incêndio especifica por classificação nacional de atividade 
econômica. ....................................................................................................................................................... 8 
3.6. Exigências para edificações e áreas de risco de incêndio. ..................................................................... 9 
3.6.1 Exigências para as edificações com área >750m² e/ou altura >12m. ......................... 10 
3.7. Capacidade de Lotação (P) .................................................................................................................. 12 
3.7.1. Dimensionamento das Saídas de emergência ..................................................... 13 
4. Características construtivas ......................................................................................................................... 14 
5. Distancias máximas a serem percorridas ..................................................................................................... 15 
6. Medidas de Segurança Contra Incêndio ...................................................................................................... 15 
7. Reserva de incêndio .................................................................................................................................... 16 
 
 
 
 
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS 
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
PROF. EDUARDO DE QUADROS BERTONI 
 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
4 
1. Introdução 
O presente trabalho visa pôr em prática os ensinamentos teóricos abordados em sala de aula na 
disciplina de Proteção contra incêndios, para tal, foi proposto pelo professor a elaboração parcial de um 
projeto de prevenção e proteção contra incêndios, a fim de capacitar os alunos a projetar as instalações 
de prevenção contra incêndio de um prédio de nossa escolha, desde que este atendesse as características 
de enquadramento na Tabela 6 do Decreto Nº 53.280, de 1º de Novembro de 2016, tal decreto altera o 
Decreto nº 51.803, de 10 de setembro de 2014, que regulamenta a Lei Complementar nº 14.376, de 26 
de dezembro de 2013, e alterações, que estabelece normas sobre segurança, prevenção e proteção contra 
incêndio nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul. 
A disciplina de proteção contra incêndios é de extrema importância no meio acadêmico, uma vez 
que ela nos aproxima da legislação e nos apresenta o universo da prevenção de incêndios, uma vez que 
atualmente o assunto tem tido tanta visibilidade em decorrência de tantos estudos técnicos e atualizações 
das normas, resoluções e legislações sobre o tema. No nosso trabalho apresentaremos um pouco dessas 
legislações, visto que, todo ele foi elaborado seguindo o que estabelecem as normas sobre Segurança, 
Prevenção e Proteção contra Incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio 
Grande do Sul. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
PROF. EDUARDO DE QUADROS BERTONI 
 
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO 
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2. Características gerais do projeto 
O projeto escolhido trata-se de um prédio a ser construído de uso misto, ou seja, contém mais de 
um tipo de ocupação, sendo a ocupação principal um posto de combustíveis e a secundária uma empresa 
transportadora. 
2.1. Detalhamento geral da Edificação: 
A edificação possuirá em suas dependências o local de abastecimento, troca de óleo, loja de 
conveniências, escritório e a lavagem de veículos, estes todos fazendo parte do posto de combustíveis, 
ainda no local possui a garagem de manobra, boxes e escritórios no pavimento superior, estes compondo 
a área da empresa transportadora. 
2.2. Área construída e área protegida 
A área total construída é de 2397,98m², sendo essa formada por 322,05m² pertencente ao posto 
de gasolina, sem contar a área da pista de abastecimento e 2075,93m² pertencente à transportadora. Já a 
área a ser protegida é de 2840,21m², adicionando-se a área da pista de abastecimento de 442,23m². 
3. Enquadramento na Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013 
Conforme a LC as edificações e áreas de risco de incêndio serão classificadas considerando as 
seguintes características, conforme critérios constantes nas Tabelas instituídas no Decreto nº 51.803, de 
10 de setembro de 2014: 
I - Altura; 
II - Área total construída; 
III - ocupação e uso; 
IV - Capacidade de lotação; 
V - Grau de risco de incêndio. 
3.1. Classificação das edificações e áreas de risco quanto à altura 
Tendo em vista que a edificaçãoé dotada de 2 pavimentos, sendo um térreo e um pavimento 
superior a edificação classifica-se conforme a figura abaixo. 
 
Figura 1: Classificação da edificação quanto à altura 
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6 
 
3.2. Classificação quanto à área total construída 
De acordo com a área da construção que é de 2397,98m² a classificação da edificação se dará 
conforme a Figura abaixo. 
 
Figura 2: : Exigências para edificações e área de risco de incêndio 
Conforme a ocupação predominante (G-3) e área total construída também é possível identificar 
que o projeto em questão será apresentado o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) em 
sua forma completa, ou seja, será apresentado o PrPCI. 
3.3. Classificação quanto à ocupação e uso 
A classificação das edificações e áreas de risco de incêndio quanto à ocupação se dá pela Tabela 
1 do Decreto Estadual 53.280/16, neste caso, por se tratar de uma edificação de uso misto, a edificação 
deve ser classificada conforme a sua ocupação principal. 
 
Figura 3: Classificação da edificação quanto à ocupação principal 
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Figura 4: Classificação da edificação quanto à ocupação secundária 
 
3.4. Classificação quanto ao grau de risco de incêndio 
A edificação enquadrou-se em risco baixo de incêndio conforme a carga de incêndio ditada pela 
classificação G3 - Local dotado de abastecimento de combustível, uma vez que esta é a ocupação 
predominante. 
 
Figura 5: Classificação da edificação quanto ao grau de risco de incêndio 
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3.5. Classificação quanto à carga de incêndio especifica por classificação nacional de 
atividade econômica. 
A partir da classificação quanto à ocupação verificamos as cargas de incêndio da edificação, tanto 
da ocupação predominante quanto da subsidiária, sendo estabelecida a carga de 300MJ/m² (ocupação 
predominante), conforme Figuras 5 e 6 abaixo. 
 
Figura 6: Classificação da edificação quanto a carga de incêndio específica da ocupação predominante 
 
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Figura 7: Classificação da edificação quanto a carga de incêndio específica da ocupação subsidiária 
 
3.6. Exigências para edificações e áreas de risco de incêndio. 
O prédio em questão possui altura de 2,83m < 12m e a área construída de 2397,98m ², conforme 
a Tabela 4 apresentada anteriormente na Figura 2, as exigências para a área de risco serão verificadas na 
Tabela 6 que será ilustrada logo em seguida. Cabe salientar que para a determinação das medidas de 
prevenção contra incêndio se dá conforme o que segue: 
 
 
 
 
 
 
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3.6.1 Exigências para as edificações com área >750m² e/ou altura >12m. 
A Tabela 6 quando a edificação possui características específicas como, área >750m² e/ou altura 
>12m, subdivide-se em tabelas individuais para cada tipo de ocupação. A seguir serão destacadas as 
exigências para o local de acordo com as classificações vistas anteriormente. 
 
Figura 8: Exigências para a edificação referentes a ocupação principal 
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Figura 9:Exigências para a edificação referentes a ocupação subsidiária 
Conforme indicado no inciso 4º da LC deverá ser implantado na edificação as medidas de 
segurança da ocupação subsidiária, uma vez que a mesma apresenta nível maior de exigências para 
segurança da edificação. 
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3.7. Capacidade de Lotação (P) 
A capacidade de lotação se dá de acordo com a Resolução Técnica nº 11, Parte 1/2016 a qual 
trata das saídas de emergência, e serve como base para o dimensionamento dos acessos, escadas, 
rampas e portas. Tal RT apresenta a seguinte Nota: 
“Exclusivamente para fins de cálculo populacional, cada 
compartimento será considerado como uma ocupação. A população deverá 
ser obtida conforme Tabela 1 do Anexo “A”, observando suas notas e 
critérios dos itens 5.3 e 5.4.1.1” 
Abaixo apresentaremos a tabela utilizada como base para os cálculos da capacidade 
populacional. 
 
Figura 10: Tabela para dimensionamento das saídas de emergência 
Sendo assim, considerando-se as áreas pertencente à transportadora, com as suas devidas 
finalidades, obteve-se uma capacidade de lotação de 16 pessoas. 
 Já em relação a capacidade de lotação para o posto de gasolina, grupo G-3, dividiu-se as áreas 
com base nas suas finalidades. O posto de gasolina possui, além da área da pista de abastecimento, área 
de sala de cursos, loja de conveniência, escritório, entre outros, os quais foram discriminados e realizado 
o cálculo de capacidade de lotação separadamente. Sendo assim, obteve-se o valor da capacidade de 
lotação de 66 pessoas. 
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 Portanto, a soma total da capacidade de lotação (P) do projeto foi: 
𝑃 = 16 + 66 = 82 𝑝𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎𝑠 
 
3.7.1. Dimensionamento das Saídas de emergência 
Com as indicações da Tabela 1 foi possível calcular o número de ocupantes do prédio, assim 
como as capacidades das unidades de passagem. O dimensionamento das saídas de emergência se dá de 
acordo com o item 5.4.1.2 da RT 11/2016, conforme figura 11. 
 
Figura 11: Número de unidades de passagem 
Sendo assim, o número de unidades de passagem, bem como a largura mínima de saída, obtido foi: 
 Transportadora: 
Sendo a população de 16 pessoas. 
 Acesso/descargas 
Sendo C = 100; 
𝑁 = 
𝑃
𝐶
=
16
100
= 0,16 = 1 
𝐿 = 0,55 × 1 = 0,55𝑚 
Uma vez que a largura mínima de saída obtida é menor que 1,10m, adota-se o valor mínimo 
permitido de acordo com a RT. Portanto a largura mínima da saída de emergência é de 1,10m. 
 Escadas/rampas 
Sendo C = 75; 
𝑁 = 
𝑃
𝐶
=
16
75
= 0,21 = 1 
𝐿 = 0,55 × 1 = 0,55𝑚 
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Uma vez que a largura mínima para escadas/rampas obtida é menor que 1,10m, adota-se o valor 
mínimo permitido de acordo com a RT. Portanto a largura mínima de escadas/rampas de emergência é 
de 1,10m. 
 Posto de gasolina: 
A população para o posto de gasolina obtida foi de 66 pessoas, entretanto, ela é dividida em dois 
principais ambientes, sendo esses, a loja de conveniência (14 pessoas) e sala de cursos (24 pessoas). 
 Acesso/descarga 
 Loja de conveniência 
Sendo C = 100; 
𝑁 = 
𝑃
𝐶
=
14
100
= 0,14 = 1 
𝐿 = 0,55 × 1 = 0,55𝑚 
Uma vez que a largura mínima de saída obtida é menor que1,10m, adota-se o valor mínimo 
permitido de acordo com a RT. Portanto a largura mínima da saída de emergência é de 1,10m. 
 Sala de cursos 
Sendo C = 100; 
𝑁 = 
𝑃
𝐶
=
24
100
= 0,24 = 1 
𝐿 = 0,55 × 1 = 0,55𝑚 
Uma vez que a largura mínima de saída obtida é menor que 1,10m, adota-se o valor mínimo 
permitido de acordo com a RT. Portanto a largura mínima da saída de emergência é de 1,10m. 
4. Características construtivas 
As características construtivas foram enquadradas na categoria Y, conforme figura que segue. 
 
Figura 12: tipo e especificação da característica construtiva 
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5. Distancias máximas a serem percorridas 
A distância máxima percorrida será fixa em 50m para o pavimento térreo, visto o prédio possuir 
mais de uma saída de emergência, e 40m para o segundo pavimento como especificado na tabela 3 da 
RT 11/2016. 
 
Figura 13: Distâncias máximas a serem percorridas 
6. Medidas de Segurança Contra Incêndio 
De acordo com a tabela 6D as medidas de segurança necessárias para a edificação serão 
executadas seguindo a indicação da Resolução Técnica de Transição de 2017, as seguintes legislações: 
- Acesso de viaturas na edificação: Seguirá a Instrução Técnica n.º 06, do Corpo de Bombeiros 
da Polícia Militar do Estado de São Paulo, cabe salientar que se trata de um prédio de esquina com acesso 
direto pela via pública; 
- Segurança estrutural em Incêndio: Seguirá a Instrução Técnica n.º 08, do Corpo de Bombeiros 
da Polícia Militar do Estado de São Paulo; 
- Compartimentação Horizontal: Seguirá a Instrução Técnica n.º 09, do Corpo de Bombeiros da 
Polícia Militar do Estado de São Paulo, de forma suplementar a Resolução Técnica de Transição; 
- Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento: Seguirá a Instrução Técnica n.º 10, do 
Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo; 
- Saídas de Emergência: Seguirão conforme discriminadas anteriormente; 
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- Plano de Emergência: Seguirá nota específica 7, isentando esta edificação desta medida; 
- Brigada de Incêndio: Seguirá a Resolução Técnica n.º 014/BM-CCB/2009, e suas atualizações, 
na qual indica a necessidade de Treinamento de Prevenção Contra Incêndio para determinado número 
de ocupantes; 
- Iluminação de Emergência: Seguirá a ABNT NBR 10898; 
- Alarme de Incêndio: Seguirá a ABNT NBR 17240 e a NBR ISO 7240; 
- Sinalização de Emergência: Deverá seguir a ABNT 13434-1, a ABNT NBR 13434-2 e a ABNT 
NBR 13434-3; 
- Extintores: Seguirá a Resolução Técnica CBMRS n.º 14/2016 – Extintores de Incêndio, e suas 
atualizações, devem ser apresentadas em planta as distâncias máximas a percorrer entre extintores e 
áreas de risco; 
- Hidrantes e Mangotinhos: Seguirá a ABNT NBR 13714, de forma suplementar a Resolução 
Técnica de Transição; 
7. Reserva de incêndio 
Devido ao projeto possuir ocupações mistas, segundo o item 5.3.5 da NBR 13.174:2000, é 
necessário que cada tipo de ocupação possua um sistema dimensionado individualmente, uma vez que 
eles exigem sistemas diferente. Com isso, para o ambiente pertencente à transporta, grupo D-1, é 
necessário o sistema tipo 1, com vazão de 100L/m, como pede o item D.3 do Anexo D. Já para o posto 
de gasolina, grupo G-3, é necessário o sistema tipo 2, com duas saídas de água e vazão de 300L/min. 
Sendo assim, o cálculo do volume da reserva de incêndio para cada ocupação é dado pela equação 
do item 5.4.2 da norma: 
𝑉 = 𝑄 × 𝑡 
Onde: 
Q é a vazão de duas saídas do sistema aplicado, conforme a tabela 1, em litros por minuto; 
t é o tempo de 60 min para sistemas dos tipos 1 e 2, e de 30 min para sistema do tipo 3; 
V é o volume da reserva, em litros 
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 Transportadora (Sistema tipo 1) 
O cálculo do volume da reserva de incêndio, adotando para Q o valor de 100L/min e t de 60 
minutos: 
𝑉 = 2 × 100 × 60 = 12000𝐿 
 Posto de gasolina (Sistema tipo 2) 
O cálculo do volume da reserva de incêndio, adotando para Q o valor de 300L/min e t de 60 
minutos: 
𝑉 = 2 × 300 × 60 = 36000𝐿 
No projeto da edificação foram instalados 3 reservatórios superiores em concreto de 16000 Litros 
cada, tendo assim o prédio uma reserva técnica de 48000 Litros em conjunto.

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