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W
ik
iIm
ag
es
/P
ixa
ba
y
11 12
C
BIOLOGIA
N
Pirâmides e eficiência
ecológicas
Competência
3
Habilidades
8 e 9
Competência 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos 
processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.
H1 Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o correspondente desenvolvimento científico e tecnológico. 
H3 Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4
Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável 
da biodiversidade.
Competência 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais em diferentes contextos.
H5 Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7
Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do 
trabalhador ou a qualidade de vida.
Competência 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumen-
tos ou ações científico-tecnológicos.
H8
Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando 
processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
H9
Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo de energia para a vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar altera-
ções nesses processos.
H10 Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11
Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnoló-
gicos.
H12 Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou econômicas, considerando interesses contraditórios.
Competência 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando 
conhecimentos científicos, aspectos culturais e características individuais.
H13 Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a manifestação de características dos seres vivos.
H14
Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, 
entre outros.
H15 Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.
Competência 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciências naturais e aplicá-los em diferentes contextos.
H17
Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto 
discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19
Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica 
ou ambiental.
Competência 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
-tecnológicas.
H20 Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos ou corpos celestes.
H21 Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e (ou) do eletromagnetismo.
H22
Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas 
implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23
Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou 
econômicas.
Competência 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
-tecnológicas.
H24 Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias ou transformações químicas.
H25
Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou 
produção.
H26
Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações 
químicas ou de energia envolvidas nesses processos.
H27 Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos químicos, observando riscos ou benefícios.
Competência 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
-tecnológicas.
H28
Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em 
ambientes brasileiros.
H29
Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias-primas 
ou produtos industriais.
H30
Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva ou do 
ambiente.
13
E.O. AprEndizAgEm
 1. (UECE) Os seres humanos têm um gosto bas-
tante peculiar. Sol, temperatura amena, ar 
fresco e bebidas refrescantes podem fazer a 
alegria de qualquer pessoa, mas seriam de-
sagradáveis e até mortais para outros orga-
nismos. É que, na natureza, muitas espécies 
se especializaram em viver em ambientes tão 
diferentes do nosso que jamais se contenta-
riam com sombra e água fresca. Para esses 
bichos, bons mesmo são lugares escaldantes, 
congelantes, com extremos de pressão, toxi-
nas aos montes, falta de água ou de oxigê-
nio. São os chamados seres extremófilos, os 
habitantes dos piores lugares do planeta. 
Super Interessante. Rafael Kenski. Disponível 
em: http://super.abril.com.br/mundo-
animal/vida extremo- 444248.shtml 
No que concerne aos seres extremófilos, é 
correto afirmar-se que: 
a) termófilos são organismos que vivem em 
ambientes com temperaturas extremamente 
baixas, como nas fontes hidrotermais oceâ-
nicas de origem antártica. 
b) halófilos são seres que sobrevivem em eleva-
das concentrações de sais. 
c) barófilos são organismos que vivem a pres-
sões muito baixas, como nas fossas submari-
nas, em grandes profundidades. 
d) acidófilos e alcalófilos são os seres vivos que 
habitam meios muito básicos e muito ácidos, 
respectivamente. 
 2. (Mackenzie) Um ecossistema pode ser repre-
sentado sob a forma de pirâmides ecológi-
cas de três tipos: de número, de biomassa 
e de energia. A esse respeito, são feitas as 
seguintes afirmações: 
I. Em todas elas, os produtores ocupam a 
sua base. 
II. Em um ecossistema equilibrado, a pirâ-
mide de energia sempre apresenta abase 
maior do que o topo. 
III. A pirâmide de número nunca se apresen-
ta na forma invertida. 
IV. Os decompositores não são mostrados na 
pirâmide, pois não representam parcela 
importante no ecossistema.
Assinale se estão corretas, apenas: 
a) I e II. 
b) I e III. 
c) I e IV. 
d) II e III. 
e) II e IV.
 3. (UERN) O esquema a seguir representa uma: 
Coruja Serpente
Pássaro
Lagarto Aranha
SapoInseto
Plantas
a) teia alimentar, em que a serpente ocupa três 
níveis tróficos. 
b) cadeia alimentar, em que a coruja se apre-
senta como consumidor secundário ao comer 
o lagarto. 
c) teia alimentar, em que a serpente comporta-
-se somente como consumidor terciário e 
quaternário. 
d) cadeia alimentar, em que existem dois con-
sumidores primários e quatro consumidores 
secundários. 
 4. (IFSP) No centro da cidade havia alguns ho-
mens trabalhando num parque para deixá-lo 
mais bonito. Era possível ver algumas borbo-
letas voando entre as árvores, além de outros 
aspectos ecológicos. Em ecologia existem al-
guns conceitos que podem ser contextualiza-
dos com o ambiente desse parque. A figura 
representa alguns desses conceitos. 
A
B C
Pode-se afirmar que as letras indicadas por 
A, B e C correspondem, respectivamente, aos 
conceitos: 
a) comunidade, população e ecossistema. 
b) biosfera, população e habitat. 
c) população, ecossistema e comunidade. 
d) ecossistema, habitat e comunidade. 
e) habitat, ecossistema e biosfera. 
14
 5. (UFRGS) Observe a teia alimentar represen-
tada no digrama abaixo.
mosquito
homem
gavião
cobra
gato
pássaro
inseto
gambá
galinha ovo
milho rato
Com base neste diagrama, assinale a afirma-
ção correta.
a) O mosquito e o gavião ocupam níveis trófi-
cos diferentes. 
b) O nível trófico dos produtores não está re-
presentado no digrama. 
c) O homem e o gambá ocupam o mesmo nível trófico. 
d) O pássaro e o gato ocupam o mesmo nicho eco-
lógico. 
e) O gavião e o gambá são equivalentes ecológicos. 
 6. (UESC) A ilustração representa, simplifica-
damente, uma teia alimentar com seus di-
versos componentes bióticos espalhados nos 
diferentes níveis tróficos.
Com base na interpretação dessa teia e nos 
conhecimentos sobre o fluxo de alimento nos 
ecossistemas naturais, é possível afirmar:
a) Os consumidores primários dessa teia com-
petem entre si pela obtenção de alimento 
diretamente dos produtores. 
b) O fluxo de energia flui de forma cumulativa 
à medida que se distancia do primeiro nível 
trófico. 
c) Os seres produtores primários são responsá-
veis pela manutenção do fluxo de energia da 
teia a partir da conversão da luz solar em 
matéria orgânica. 
d) Eventos de biorremediação devem ser espe-
rados nessa teia afetando mais intensamen-
te os níveis tróficos mais elevados.
e) Os insetos representados ocupam o mesmo 
nível trófico por serem ambos predados pelo 
mesmo organismo.
 7. (UFG) Analise o diagrama a seguir.
águia
cobra
perdiz
camundongo
insetos
raposa
coelho
Plantas (raízes, folhagens,
flores, frutos e sementes)
A teia alimentar representada evidencia as 
relações interespecíficas de uma comunidade 
que ocorre em vários ecossistemas. No caso 
da retirada dos consumidores secundários, 
espera-se inicialmente que a população de: 
a) consumidores primários diminua. 
b) consumidores terciários aumente. 
c) produtores diminua. 
d) consumidores quaternários aumente. 
e) decompositores diminua. 
 8. (UFRGS) Analise o quadro abaixo que apre-
senta os componentes de uma cadeia ali-
mentar aquática e de uma terrestre 
Ecossistema 
aquático aguapé caramujo peixe garça
Ecossistema 
terrestre milho rato cobra gavião
Sobre as cadeias alimentares acima citadas, 
assinale a afirmativa correta. 
a) O caramujo, o peixe, o rato e a cobra formam 
o segundo nível trófico. 
b) A garça e a cobra são consumidores terciá-
rios. 
c) Uma onça-pintada pode ocupar o lugar do 
rato na cadeia acima. 
d) A garça e o gavião ocupam o quarto nível 
trófico. 
e) Uma planta carnívora pode ocupar o lugar 
da cobra.
15
 9. (PUC-MG) Os conceitos de cadeias alimen-
tares e pirâmides ecológicas foram criados 
e descritos pela primeira vez em 1923 por 
Charles Elton durante suas observações da 
constituição e comportamento alimentar de 
toda uma comunidade animal em uma ilha 
do Ártico durante o verão. Com as pirâmi-
des ele pôde elaborar explicações para o fato 
observável de que animais grandes são raros 
enquanto animais pequenos, comuns.
Representados
Legenda
Energia retida
no sistema vivo
Energia perdida
pelo sistema vivo
Águia
Cobra
Roedor
Cereal
Energia captada pelo produtor
A figura mostra uma típica pirâmide de 
energia com quatro níveis tróficos em um 
ecossistema. Com base na figura e em seus 
conhecimentos sobre o assunto, assinale a 
afirmativa INCORRETA. 
a) Cada organismo na natureza tem seu pró-
prio balanço energético, que é o resultado 
entre energia obtida e energia retida na sua 
massa corporal. 
b) Espera-se que o desaparecimento do último 
nível trófico, representado pela águia, de-
termine o aumento de todos os níveis trófi-
cos anteriores. 
c) Parte da energia perdida por um consumidor 
pode ser decorrente da não digestão comple-
ta dos alimentos ingeridos. 
d) É esperado que os roedores retenham um 
percentual menor da energia adquirida na 
sua alimentação do que as cobras quando a 
temperatura ambiente é baixa. 
 10. (UFMS) O diagrama a seguir representa uma 
pirâmide de energia. Com relação a essa pi-
râmide, assinale a alternativa correta.
I
II
III
a) O nível I representa os produtores. 
b) No nível II, é encontrado um organismo de 
compositor. 
c) A pirâmide poderia ter a forma invertida se 
representasse I – uma árvore, II – pulgões e 
III – protozoários. 
d) A unidade utilizada para representar esse 
tipo de pirâmide é o número de indivíduos. 
e) A maior quantidade de energia é encontrada 
no nível trófico II.
E.O. FixAçãO
 1. Sabemos que a pirâmide de energia é usa-
da para representar a quantidade de energia 
em cada um dos níveis tróficos presentes em 
uma cadeia alimentar. A respeito dessa pirâ-
mide, marque a alternativa incorreta.
a) Por intermédio dessa pirâmide, é possível 
notar o fluxo decrescente de energia.
b) O nível energético mais elevado é represen-
tado pelos produtores.
c) As pirâmides de energia nunca são inverti-
das.
d) Analisando-se esse tipo de pirâmide, é pos-
sível perceber que um consumidor primário 
obtém menos energia do que os consumido-
res secundários.
 2. (PUC-RJ) Um organismo capaz de realizar a 
fixação de carbono inorgânico em orgânico é 
classificado como: 
a) autotrófico. 
b) fototrófico. 
c) oligotrófico. 
d) heterotrófico. 
e) organotrófico. 
 3. (PUC-RJ) O estudo da comunidade biótica do 
ecossistema marinho de uma faixa litorânea 
revelou o esquema montado a seguir.
Quais indivíduos ocupam o mesmo nivel tró-
fico nesta teia alimentar? 
a) Algas marinhas, fungos e bactérias. 
b) Peixes, crustáceos e moluscos. 
c) Golfinhos, moluscos e gaivotas. 
d) Peixes, golfinhos e gaivotas. 
e) Algas marinhas, crustáceos e moluscos. 
16
 4. Suponha que o chefe do departamento de 
administração de uma empresa tenha fei-
to um discurso defendendo a ideia de que 
os funcionários deveriam cuidar do meio 
ambiente no espaço da empresa. Um dos 
funcionários levantou-se e comentou que o 
conceito de meio ambiente não era claro o 
suficiente para se falar sobre esse assunto 
naquele lugar. 
Considerando que o chefe do departamen-
to de administração entende que a empresa 
é parte do meio ambiente, a definição que 
mais se aproxima dessa concepção é: 
a) Região que inclui somente cachoeiras, ma-
nanciais e florestas. 
b) Apenaslocais onde é possível o contato di-
reto com a natureza. 
c) Locais que servem como áreas de proteção 
onde fatores bióticos são preservados.
d) Apenas os grandes biomas, por exemplo, 
Mata Atlântica, Mata Amazônica, Cerrado e 
Caatinga. 
e) Qualquer local em que haja relação entre fa-
tores bióticos e abióticos, seja ele natural ou 
urbano. 
 5. As figuras seguintes são três tipos de pirâ-
mides ecológicas. 
A pirâmide de números e a pirâmide de 
energia que representam a cadeia alimentar 
capim → bois → carrapatos são semelhan-
tes, respectivamente, a:
a) I e II.
b) I e III.
c) II e I.
d) II e III.
e) III e II.
 6. (UFSJ) Quanto aos níveis de organização 
biológica, assinale a alternativa CORRETA.
a) Em um lago, peixes carnívoros se alimentam 
de filhotes de outros peixes carnívoros, que 
comem pequenos microcrustáceos aquáti-
cos, que dependem de microalgas produto-
ras de alimento. O lago citado constitui um 
ecossistema e os seres vivos citados, os com-
ponentes de sua população. 
b) Peixes de diferentes espécies de um aquário 
constituem a população do aquário.
c) Uma lagoa poluída, contendo apenas ver-
mes comedores de detritos e bactérias de-
compositoras, não pode ser considerada um 
ecossistema.
d) Um rio, pertencente à bacia do Rio Grande, 
em Minas Gerais, é um ecossistema. 
 7. (PUC-RS)
Gavião-real
Lebre
Onça pintada
Graxaim
Coruja
Pássaro
Vegetação
Qual das possibilidades apresentadas a se-
guir possui um efeito mais provável na pro-
moção do aumento na população de graxains? 
a) A redução da população de corujas. 
b) O aumento da população de gaviões. 
c) O aumento da população de onças.
d) A redução da vegetação.
e) A redução da população de pássaros.
 8. (FGV) As figuras apresentam pirâmides ecoló-
gicas que expressam, graficamente, a estrutu-
ra dos níveis tróficos de uma cadeia alimentar 
em termos de energia, biomassa ou número de 
indivíduos. A base das pirâmides representa 
os produtores, no primeiro nível trófico.
figura 1 figura 2 figura 3 figura 4
Das quatro figuras apresentadas, pode-se di-
zer corretamente que:
17
a) as figuras 1 e 4 podem representar pirâmides 
de energia. 
b) a figura 1 é a única que pode representar 
uma pirâmide de biomassa. 
c) a figura 2 pode representar uma pirâmide de 
biomassa na cadeia alimentar fitoplâncton 
→ zooplâncton. 
d) a figura 3 é característica de uma pirâmide 
de números na situação em que o produtor 
é de grande porte, como na cadeia alimentar 
árvores → macacos → piolhos. 
e) a figura 4 pode representar uma pirâmide de 
energia na cadeia alimentar capim → ratos 
→ cobras.
 9. (UEG) O esquema a seguir ilustra os diferen-
tes níveis de organização biológica:
Comunidade
Ecossistema
Brasil CentralBiosferaÁtomo
Molécula
Orgânulo
Célula
Tecido
Órgão
Sistema
Guará
ORGANISMO
População
SILVA JÚNIOR, César; SASSON, Sesar. Biologia. São Paulo: Saraiva, 1998. p. 17.
Tendo em vista os diferentes níveis de or-
ganização biológica, considere as seguintes 
proposições:
I. Nos ecossistemas, encontram-se três ti-
pos de organismos: produtores, consu-
midores e decompositores. O lobo-guará 
exemplifica um decompositor, pois é um 
dos principais consumidores de carniça 
no Cerrado.
II. A organela apresentada no esquema é a 
mitocôndria, onde ocorre a respiração. 
Uma importante etapa desse processo é a 
glicólise, fase em que a glicose é conver-
tida em ácido pirúvico.
III. Os ossos do lobo-guará e de outros ani-
mais estão sujeitos a contínuas altera-
ções bioquímicas e estruturais. Entre os 
fatores que interferem nessas alterações 
estão a nutrição e a ação hormonal.
Marque a alternativa CORRETA: 
a) Apenas a proposição I é verdadeira.
b) Apenas a proposição II é verdadeira.
c) Apenas a proposição III é verdadeira.
d) Apenas as proposições II e III são verdadeiras.
e) As proposições I, II e III são verdadeiras.
 10. (UEG) Pesquisadores brasileiros registraram 
em Bonito (MS) uma interessante rede ali-
mentar que envolve plantas terrestres, ma-
cacos, peixes, insetos e serpentes, como ilus-
trado no esquema a seguir: 
Sobre os componentes dessa cadeia, suas 
funções e as relações entre cada um deles, é 
INCORRETO afirmar: 
a) O dourado e o piraputanga apresentam o 
mesmo nicho. 
b) O macaco-prego pode ser considerado um 
dispersor dos frutos. 
c) A pesca do dourado pode implicar em altera 
ções na população do piraputanga.
d) A fonte de energia primária dessa cadeia 
vem dos frutos consumidos por macacos e 
peixes. 
E.O. COmplEmEntAr
 1. (UFMG) Analise este gráfico, em que estão 
representados dados obtidos em um estudo 
sobre a cadeia alimentar presente em deter-
minada área:
Considerando-se essas informações, é COR-
RETO afirmar que as curvas I, II e III repre-
sentam, respectivamente, populações de: 
a) capim, gafanhotos e sapos.
b) capim, sapos e gafanhotos.
c) sapos, capim e gafanhotos.
d) sapos, gafanhotos e capim.
18
 2. (Cesgranrio) Com os elementos preá, capim, 
cobra e, agora, acrescentando, fungos e bac-
térias do solo, observe com atenção o dia-
grama a seguir. Não descuidando da direção 
das setas e a sequência numérica, indique a 
alternativa correta na sucessão de eventos.
a) I – Produtor, II – decompositor, III – consu-
midor primário, IV – consumidor secundário.
b) I – Produtor, II – consumidor secundário, 
III – decompositor, IV – consumidor primário. 
c) I – Produtor, II – consumidor primário, III – 
consumidor secundário, IV – decompositor. 
d) I – Decompositor, II – consumidor primário, 
III – consumidor secundário, IV – produtor. 
e) I – Decompositor, II – produtor, III – consu-
midor primário, IV – consumidor secundário. 
 3. Com referência à cadeia alimentar, marque a 
alternativa correta.
a) A energia contida no produtor diminui gra-
dualmente, ao passar de consumidor a con-
sumidor.
b) A energia do produtor aumenta gradualmen-
te nos diferentes elementos da cadeia ali-
mentar.
c) O potencial energético do produtor não sofre 
nenhuma alteração nos diferentes segmen-
tos da cadeia alimentar.
d) Na cadeia alimentar, como os animais são de 
tamanho diferentes, a quantidade energéti-
ca do produtor sofre oscilações.
e) A complexidade da teia alimentar não inter-
fere com a quantidade de energia transferi-
da, que permanece inalterada.
 4. (UFMG) Observe esta figura, em que estão 
representados alguns seres vivos presentes 
no solo de uma mata, com a medida dos res-
pectivos tamanhos:
Bactérias
Fungos
Protozoários
Animais
Considerando-se os seres vivos representa-
dos nessa figura e outros conhecimentos so-
bre o assunto, é INCORRETO afirmar que: 
a) os animais que apresentam tamanho maior 
favorecem a permeabilidade dos solos férteis.
b) os fungos e as bactérias são responsáveis 
pela degradação da matéria orgânica no solo.
c) os organismos menores se caracterizam por 
alto metabolismo e eficiência na reciclagem 
de materiais. 
d) os protozoários representados constituem o 
primeiro nível da pirâmide alimentar.
 5. Analise a pirâmide a seguir e marque a alter-
nativa que indica corretamente o nome da 
pirâmide representada.
Analise a representação dessa pirâmide eco-
lógica:
a) Pirâmide de biomassa.
b) Pirâmide de massa.
c) Pirâmide de número.
d) Pirâmide de energia.
e) Pirâmide de produção
E.O. dissErtAtivO
 1. (USP) Qual é a importância das algas planc-
tônicas nos ecossistemas?
 2. (Fuvest) Qual é o significado dos decomposi-
tores num ecossistema?
 3. Numa cadeia alimentar constituída por ve-
getais, gaviões, gafanhotos, rãs e cobras, 
qual dos organismos ocupa o nível trófico 
mais alto e qual ocupa o nível mais baixo?
 4. (UFU) As Teias Alimentares representam a 
complexa rede de transferência de matéria e 
energiaem um ecossistema.
19
Sobre a Teia Alimentar representada na figu-
ra, responda as seguintes questões.
a) Quantas Cadeias Alimentares estão representa-
das? Selecione uma cadeia alimentar que apre-
senta quatro níveis tróficos e a esquematize.
b) Um mesmo organismo pode ocupar diferen-
tes níveis tróficos? Justifique sua resposta.
c) Qual o componente biótico que necessaria-
mente deve estar presente em um ecossiste-
ma e, no entanto, não foi representado na 
Teia Alimentar ilustrada acima? Qual o papel 
desse componente biótico no ecossistema? 
 5. O que é a pirâmide de números direta?
 6. Dê um exemplo de pirâmide de números 
direta?
 7. (UFJF) As figuras a seguir mostram relações 
tróficas em duas comunidades (A e B). Uti-
lize as figuras para responder aos itens que 
se seguem:
A B
a) A comunidade A corresponde a uma rede 
trófica e a comunidade B corresponde a uma 
cadeia trófica. Explique essa afirmativa.
b) Qual das duas comunidades continuará fun-
cionando após a perda de uma população de 
organismos consumidores? Justifique sua 
resposta. 
c) No caso da comunidade A ser contaminada 
por um metal pesado, qual animal irá apre-
sentar maior concentração desse poluente? 
Justifique sua resposta. 
 8. (UFMG) Um pesquisador soltou seis gaviões 
numa região em que havia pombos em ban-
dos. Os bandos eram constituídos por diferen-
tes números de indivíduos. Esse pesquisador 
anotou o número de ataques desses gaviões 
sobre os diferentes bandos de pombos e a 
porcentagem de ataques bem-sucedidos. Os 
resultados estão expressos neste gráfico:
1-5 5-10 11-50 75-100
Número de pombos no bando
20
40
60
80
%
 d
e 
at
aq
ue
s 
be
m
-s
uc
ed
id
os
a) Com base nos dados apresentados neste grá-
fico, ELABORE uma hipótese plausível que 
o pesquisador se propôs a testar antes de 
montar esse tipo de experimento.
b) Com base nos dados apresentados neste grá-
fico, DESCREVA a conclusão a que chegou o 
pesquisador após o experimento. 
c) Os resultados desse experimento podem 
explicar o comportamento social dos an-
cestrais do homem. EXPLIQUE um benefício 
decorrente desse comportamento para a es-
pécie humana.
 9. (UFRJ) A biomassa pode ser definida como 
“a quantidade de matéria presente nos seres 
vivos de todos os tipos”. 
A figura a seguir mostra a distribuição da bio-
massa marinha em função da profundidade.
Biomassa
1000 m
2000 m
3000 m
Explique por que ocorre a variação da bio-
massa em função da profundidade.
 10. Dê um exemplo de pirâmide de números in-
vertida.
E.O. EnEm
 1. (Enem) A figura representa um dos modelos de 
um sistema de interações entre seres vivos. Ela 
apresenta duas propriedades, P1e P2, que intera-
gem em I, para afetar uma terceira propriedade, 
P3, quando o sistema é alimentado por uma fonte 
de energia, E. Essa figura pode simular um sis-
tema de campo em que P1representa as plantas 
verdes; P2 um animal herbívoro e P3, um animal 
onívoro.
E
F1 P1 F3
F2
F4P2
F5 F6P3I
E: função motriz
P: propriedades
F: fluxos
I: interações
ODUM, E. P. Ecologia, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,.A função interativa I representa a proporção de: 
a) herbivoria entre P1 e P2. 
b) polinização entre P1 e P2. 
c) P3 utilizada na alimentação de P1 e P2. 
d) P1 ou P2 utilizada na alimentação de P3. 
e) energia de P1 e de P2 que saem do sistema. 
20
 2. (Enem) Não é de hoje que o homem cria, 
artificialmente, variedades de peixes por 
meio da hibridação. Esta é uma técnica mui-
to usada pelos cientistas e pelos pisciculto-
res porque os híbridos resultantes, em geral, 
apresentam maior valor comercial do que a 
média de ambas as espécies parentais, além 
de reduzir a sobrepesca no ambiente natural. 
Terra da Gente, ano 4, n.º 47, mar, 2008 (adaptado). 
Sem controle, esses animais podem invadir 
rios e lagos naturais, se reproduzir e:
a) originar uma nova espécie poliploide. 
b) substituir geneticamente a espécie natural. 
c) ocupar o primeiro nível trófico no habitat 
aquático. 
d) impedir a interação biológica entre as espé-
cies parentais. 
e) produzir descendentes com o código genéti-
co modificado. 
 3. (Enem) O lixo orgânico de casa – constituído 
de restos de verduras, frutas, legumes, cascas 
de ovo, aparas de grama, entre outros –, se for 
depositado nos lixões, pode contribuir para o apa-
recimento de animais e de odores indesejáveis.
Entretanto, sua reciclagem gera um excelen-
te adubo orgânico, que pode ser usado no 
cultivo de hortaliças, frutíferas e plantas or-
namentais. A produção do adubo ou compos-
to orgânico se dá por meio da compostagem, 
um processo simples que requer alguns cui-
dados especiais. O material que é acumulado 
diariamente em recipientes próprios deve 
ser revirado com auxílio de ferramentas 
adequadas, semanalmente, de forma a ho-
mogeneizá-lo. É preciso também umedecê-lo 
periodicamente. O material de restos de ca-
pina pode ser intercalado entre uma camada 
e outra de lixo da cozinha. Por meio desse 
método, o adubo orgânico estará pronto em 
aproximadamente dois a três meses. 
Como usar o lixo orgânico em casa? Ciência 
Hoje, v. 42, jun. 2008 (adaptado). 
Suponha que uma pessoa, desejosa de fazer 
seu próprio adubo orgânico, tenha seguido 
o procedimento descrito no texto, exceto no 
que se refere ao umedecimento periódico do 
composto. Nessa situação: 
a) o processo de compostagem iria produzir in-
tenso mau cheiro. 
b) o adubo formado seria pobre em matéria orgâ-
nica que não foi transformada em composto.
c) a falta de água no composto vai impedir que 
microrganismos decomponham a matéria or-
gânica. 
d) a falta de água no composto iria elevar a tem-
peratura da mistura, o que resultaria na perda 
de nutrientes essenciais. 
e) apenas microrganismos que independem de 
oxigênio poderiam agir sobre a matéria or-
gânica e transformá-la em adubo.
 4. (Enem) Um estudo caracterizou 5 ambien-
tes aquáticos, nomeados de A a E, em uma 
região, medindo parâmetros físico-quími-
cos de cada um deles, incluindo o pH nos 
ambientes. O gráfico I representa os valores 
de pH dos 5 ambientes. Utilizando o gráfico 
II, que representa a distribuição estatística 
de espécies em diferentes faixas de pH, po-
de-se esperar um maior número de espécies 
no ambiente:
Gráfico I
pH
Ambientes
0
2
4
6
8
10
A B C D E
Gráfico II
0
10
20
30
40
3 4 5 6 7 8 9 10 11
pH ótimo de sobrevida
 
 N
úm
er
o
de
 e
sp
éc
ie
s
a) A.
b) B.
c) C.
d) D.
e) E.
 5. (Enem) Um agricultor, que possui uma plan-
tação de milho e uma criação de galinhas, 
passou a ter sérios problemas com os cachor-
ros-do-mato que atacavam sua criação. O 
agricultor, ajudado pelos vizinhos, extermi-
nou os cachorros-do-mato da região. Passado 
pouco tempo, houve um grande aumento no 
número de pássaros e roedores que passa-
ram a atacar as lavouras. Nova campanha de 
extermínio e, logo depois da destruição dos 
pássaros e roedores, uma grande praga de 
gafanhotos, destruiu totalmente a plantação 
de milho e as galinhas ficaram sem alimento. 
Analisando o caso anterior, podemos perce-
ber que houve desequilíbrio na teia alimen-
tar representada por:
a) 
 
b) 
 
c) 
 
d) 
 
e) 
 
21
E.O. UErJ 
ExAmE dE QUAliFiCAçãO
 1. (UERJ 2017) O rompimento da barragem de 
contenção de uma mineradora em Mariana 
(MG) acarretou o derramamento de lama 
contendo resíduos poluentes no rio Doce. Es-
ses resíduos foram gerados na obtenção de 
um minério composto pelo metal de menor 
raio atômico do grupo 8 da tabela de classi-
ficação periódica. A lama levou 16 dias para 
atingir o mar, situado a 600 km do local do 
acidente, deixando um rastro de destruição 
nesse percurso. Caso alcance o arquipélago 
de Abrolhos,os recifes de coral dessa região 
ficarão ameaçados. 
A água do mar em Abrolhos se tornaria tur-
va, se a lama atingisse o arquipélago.
A turbidez da água interfere diretamente no 
seguinte processo biológico realizado nos re-
cifes de coral: 
a) fotossíntese 
b) eutrofização 
c) bioacumulação 
d) tamponamento 
 2. (UERJ) 
 
No gráfico, está indicada a concentração de 
um metal pesado no corpo de vários habitan-
tes de um lago, bem como a concentração do 
isótopo de nitrogênio 15N, cujos valores mais 
elevados estão associados a níveis crescentes 
na cadeia alimentar.
A curva de concentração de metal, nesses se-
res vivos, pode ser explicada pelo processo de: 
a) magnificação trófica. 
b) eutrofização do lago. 
c) interrupção do fluxo de energia. 
d) retenção de matéria orgânica em consumi-
dores maiores. 
 3. (UERJ) Considere dois ecossistemas, um 
terrestre e outro marinho. Em cada um de-
les, é possível identificar o nível trófico em 
que se encontra a maior quantidade de bio-
massa por unidade de área, em um determi-
nado período.
Para o ecossistema terrestre e para o mari-
nho, esses níveis tróficos correspondem, res-
pectivamente, a: 
a) produtores − produtores. 
b) consumidores primários − produtores. 
c) produtores − consumidores primários. 
d) consumidores primários − consumidores pri-
mários. 
E.O. UErJ 
ExAmE disCUrsivO
 1. (UERJ) Observe a cadeia alimentar repre-
sentada no esquema abaixo.
Nomeie o nível trófico no qual é encontrada 
a maior concentração de energia, indique a 
letra que o representa no esquema e justifi-
que sua resposta. 
Nomeie, também, o nível trófico responsável 
pela reciclagem da matéria no meio ambien-
te, indique a letra que o representa no es-
quema e justifique sua resposta. 
 2. (UERJ) Em um lago, três populações for-
mam um sistema estável: microcrustáceos 
que comem fitoplâncton e são alimento para 
pequenos peixes. O número de indivíduos 
desse sistema não varia significativamente 
ao longo dos anos, mas, em um determinado 
momento, foi introduzido no lago um grande 
número de predadores dos peixes pequenos.
Identifique os níveis tróficos de cada popu-
lação do sistema estável inicial e apresente 
as consequências da introdução do predador 
para a população de fitoplâncton. 
22
E.O. ObJEtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
 1. (Unesp) Em uma área, as aves de uma certa 
espécie alimentavam-se dos insetos que ata-
cavam uma plantação. As aves também con-
sumiam cerca de 10% da produção de grãos 
dessa lavoura. Para evitar tal perda, o pro-
prietário obteve autorização para a caça às 
aves (momento A) em sua área de plantio, 
mas o resultado, ao longo do tempo, foi uma 
queda na produção de grãos. A caça às aves foi 
proibida (momento B) e a produção de grãos 
aumentou a partir de então, mas não chegou 
aos níveis anteriores. Ao longo de todo esse 
processo, a população do único predador na-
tural dessas aves também foi afetada. 
No gráfico estão representados os momentos 
A e B e as linhas representam a variação das 
populações de aves, de insetos que atacam 
a plantação e de predadores das aves, bem 
como a produção de grãos, ao longo do tempo.
 
No gráfico, as linhas: 
a) 2, 3 e 4 representam, respectivamente, a po-
pulação de insetos, a população das aves e a 
população de seu predador. 
b) 1, 3 e 4 representam, respectivamente, a po-
pulação das aves, os grãos produzidos pela 
agricultura e a população de insetos. 
c) 2, 3 e 4 representam, respectivamente, os 
grãos produzidos pela agricultura, a popula-
ção do predador das aves e a população das 
aves. 
d) 1, 2 e 3 representam, respectivamente, os 
grãos produzidos pela agricultura, a popula-
ção de insetos e a população das aves. 
e) 1, 2 e 3 representam, respectivamente, os 
grãos produzidos pela agricultura, a popula-
ção das aves e a população de seu predador. 
 2. (Fuvest) Em relação ao fluxo de energia na 
biosfera, considere que:
 § A representa a energia captada pelos pro-
dutores; 
 § B representa a energia liberada (perdida) 
pelos seres vivos;
 § C representa a energia retida (incorpora-
da) pelos seres vivos.
A relação entre A, B e C na biosfera está re-
presentada em: 
a) A < B < C. 
b) A < C < B. 
c) A = B = C. 
d) A = B + C. 
e) A + C = B. 
 3. (Unicamp) Em uma pirâmide de energia, as 
plantas têm importante papel na captação 
e transformação da energia luminosa e são 
responsáveis pela produtividade primária 
líquida. Nessa pirâmide, aparecem ainda os 
herbívoros e os carnívoros, que acumulam 
energia e determinam assim a produtivida-
de secundária líquida. Sobre as pirâmides de 
energia, é correto afirmar que: 
a) a energia é conservada entre os níveis tróficos. 
b) a respiração dos autótrofos é uma fonte de 
energia para os heterótrofos. 
c) a produtividade primária líquida é represen-
tada na base da pirâmide. 
d) a excreção é uma fonte de energia para os 
níveis tróficos superiores. 
 4. (Fuvest) A cobra-coral – Erythrolamprus 
aesculapii – tem hábito diurno, alimenta-se 
de outras cobras e é terrícola, ou seja, caça 
e se abriga no chão. A jararaca – Bothrops 
jararaca – tem hábito noturno, alimenta-se 
de mamíferos e é terrícola. Ambas ocorrem, 
no Brasil, na floresta pluvial costeira.
Essas serpentes: 
a) disputam o mesmo nicho ecológico. 
b) constituem uma população. 
c) compartilham o mesmo habitat. 
d) realizam competição intraespecífica. 
e) são comensais. 
 5. (Fuvest) Num determinado lago, a quan-
tidade dos organismos do fitoplâncton é 
controlada por um crustáceo do gênero Ar-
temia, presente no zooplâncton. Graças a 
esse equilíbrio, a água permanece transpa-
rente. Depois de um ano muito chuvoso, a 
salinidade do lago diminuiu, o que permitiu 
o crescimento do número de insetos do gê-
nero Trichocorixa, predadores de Artemia. A 
transparência da água do lago diminuiu. 
Considere as afirmações: 
I. A predação provocou o aumento da popu-
lação dos produtores. 
II. A predação provocou a diminuição da po-
pulação dos consumidores secundários. 
III. A predação provocou a diminuição da po-
pulação dos consumidores primários. 
Está correto o que se afirma apenas em: 
a) I. 
b) II. 
c) III. 
d) I e III. 
e) II e III. 
23
 6. (Fuvest) A energia entra na biosfera majorita-
riamente pela fotossíntese. Por esse processo: 
a) é produzido açúcar, que pode ser transformado em 
várias substâncias orgânicas, armazenado como ami-
do ou, ainda, utilizado na transferência de energia. 
b) é produzido açúcar, que pode ser transforma-
do em várias substâncias orgânicas, unido a 
aminoácidos e armazenado como proteínas ou, 
ainda, utilizado na geração de energia. 
c) é produzido açúcar, que pode ser transforma-
do em substâncias catalisadoras de processos, 
armazenado como glicogênio ou, ainda, utili-
zado na geração de energia. 
d) é produzida energia, que pode ser transfor-
mada em várias substâncias orgânicas, arma-
zenada como açúcar ou, ainda, transferida a 
diferentes níveis tróficos. 
e) é produzida energia, que pode ser transforma-
da em substâncias catalisadoras de processos, 
armazenada em diferentes níveis tróficos ou, 
ainda, transferida a outros organismos. 
 7. (Unesp) Leia os versos da canção “Carcará”, 
de José Cândido e João do Vale.
Carcará
Lá no Sertão
É um bicho que “avoa” que nem avião
É um pássaro malvado
Tem o bico “volteado” que nem gavião
Carcará
Quando vê roça queimada
Sai voando e cantando
Carcará
Vai fazer sua caçada
Carcará
Come “inté” cobra queimada
Mas quando chega o tempo da invernada
No Sertão não tem mais roça queimada
Carcará mesmo assim num passa fome
Os “burrego que nasce” na baixada
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrerde fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu Sertão
Os “burrego novinho” num pode andar
Ele puxa o “imbigo” “inté” matar
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
www.radio.uol.com.br
Considerando as relações tróficas encontradas 
no texto da canção, assinale a alternativa que 
apresenta a correta correlação entre o trecho 
selecionado e a afirmação que o sucede. 
a) “Carcará / Come ‘inté’ cobra queimada” e “Os 
‘burrego que nasce’ na baixada / Carcará / 
Pega, mata e come”: as cobras e os borregos 
ocupam o mesmo nível trófico, uma vez que 
ambos são presas do carcará. 
b) “Ele puxa o ‘imbigo’ ‘inté’ matar”: os bor-
regos são mamíferos e, portanto, ocupam o 
topo da cadeia alimentar. 
c) “No Sertão não tem mais roça queimada / 
Carcará mesmo assim num passa fome”: os 
carcarás são decompositores e ocupam o úl-
timo nível trófico da cadeia alimentar. 
d) “Vai fazer sua caçada”: os carcarás são pre-
dadores e, portanto, consumidores primários 
no segundo nível trófico. 
e) “Carcará / Come ‘inté’ cobra queimada”: os 
carcarás são consumidores terciários e ocu-
pam o quarto nível trófico. 
 8. (Unesp) Em alguns estados dos Estados 
Unidos, a doença de Lyme é um problema 
de saúde pública. Cerca de 30 mil casos são 
notificados por ano. A doença é causada pela 
bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida ao 
homem por carrapatos que parasitam veados. 
Porém, um estudo de 2012 descobriu que a 
incidência da doença de Lyme nas últimas 
décadas não coincidiu com a abundância de 
veados, mas com um declínio na população 
de raposas-vermelhas, que comem camun-
dongos-de-patas-brancas, uma espécie opor-
tunista que prospera com a fragmentação de 
florestas devido à ocupação humana.
Scientific American Brasil, dezembro de 2013. Adaptado.
É correto inferir do texto que: 
a) a bactéria Borrelia burgdorferi está provo-
cando um declínio na população de raposas-
-vermelhas. 
b) as raposas-vermelhas adquirem a doença de 
Lyme quando comem os camundongos-de-
-patas-brancas. 
c) a doença de Lyme acomete o homem, os 
veados e as raposas-vermelhas, mas não os 
camundongos-de-patas-brancas, por esta ser 
uma espécie oportunista. 
d) os carrapatos que parasitam os veados tam-
bém parasitam os camundongos-de-patas-
-brancas. 
e) a fragmentação das florestas leva à abun-
dância de veados, responsáveis pelo aumen-
to na incidência da doença de Lyme entre os 
humanos. 
24
 9. (Unesp) A Verdadeira Solidão
[...] A grande novidade é que há pouco tem-
po foi descoberto um ser vivo que vive ab-
solutamente sozinho em seu ecossistema. 
Nenhum outro ser vivo é capaz de sobreviver 
onde ele vive. É o primeiro ecossistema co-
nhecido constituído por uma única espécie.
(Fernando Reinach. O Estado de S.Paulo, 20.11.2008.)
O autor se refere à bactéria Desulforudis 
audaxviator, descoberta em amostras de 
água obtida 2,8 km abaixo do solo, na África 
do Sul.
Considerando-se as informações do texto e 
os conceitos de ecologia, pode-se afirmar 
corretamente que: 
a) não se trata de um ecossistema, uma vez 
que não se caracteriza pela transferência de 
matéria e energia entre os elementos abióti-
cos e os elementos bióticos do meio. 
b) o elemento biótico do meio está bem carac-
terizado em seus três componentes: produ-
tores, consumidores e decompositores. 
c) os organismos ali encontrados ocupam um 
único ecossistema, mas não um único habi-
tat ou um único nicho ecológico. 
d) trata-se de um típico exemplo de sucessão 
ecológica primária, com o estabelecimento 
de uma comunidade clímax. 
e) os elementos bióticos ali encontrados com-
põem uma população ecológica, mas não se 
pode dizer que compõem uma comunidade. 
 10. (UFSCar) A energia luminosa do Sol é trans-
formada, por alguns organismos, em ener-
gia química. Nas cadeias alimentares, o flu-
xo dessa energia é unidirecional. Por outro 
lado, a matéria que compõe os seres vivos se 
mantém em quantidades praticamente cons-
tantes. Essas duas afirmações se justificam 
porque
a) cada nível trófico capta energia luminosa 
que é acumulada, assim como a matéria, na 
passagem dos níveis tróficos, desde os pro-
dutores até os decompositores.
b) a energia aumenta na passagem de um ní-
vel trófico para outro e a matéria reciclada é 
acumulada. 
c) a energia flui do último nível trófico para o 
primeiro por reciclagem, juntamente com a 
matéria orgânica. 
d) a energia captada pelos produtores é trans-
ferida de um nível trófico para outro, sem-
pre em menor quantidade, até os decompo-
sitores, enquanto que a matéria é reciclada. 
e) a energia dissipa-se apenas pela ação dos 
decompositores, que reciclam a matéria or-
gânica.
E.O. dissErtAtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
 1. (Unifesp 2017) Na costa oeste da Améri-
ca do Norte, as comunidades marinhas que 
ocupam a zona rochosa entremarés são bio-
logicamente diversas. Nessa zona, ocorrem 
mexilhões da espécie Mytilus californianus, 
que é dominante e concorre fortemente por 
espaço com as demais espécies presentes. A 
estrela-do-mar Pisaster ochraceus é o princi-
pal predador de Mytilus californianus, além 
de outros organismos, como ilustra a teia 
alimentar em que a espessura das setas é 
proporcional à frequência de alimentação.
Robert Paine, pesquisador da Universidade 
de Washington, realizou um experimento 
no qual examinou o efeito da remoção de 
Pisaster ochraceus sobre o número das de-
mais espécies presentes nessa zona ao longo 
de dez anos. Os resultados são apresentados 
no gráfico.
 
a) Em qual nível trófico da teia alimentar a 
energia química disponível é menor? Justifi-
que sua resposta.
b) Por que a retirada de Pisaster ochraceus in-
terferiu no número de espécies presentes na 
zona entremarés em que o experimento foi 
realizado? 
25
 2. (Unicamp 2017) 
 
A figura acima mostra duas reações perante 
os insetos mencionados, sob pontos de vistas 
diferentes.
a) Construa uma teia alimentar completa que 
inclua os organismos retratados na figura. 
b) Considerando que insetos são, em geral, po-
bres em gorduras e açúcares, qual é a princi-
pal fonte de energia oriunda da ingestão de 
formigas? O que acontece com esse nutrien-
te no estômago humano? 
 3. (Fuvest) A figura abaixo representa dois 
processos biológicos realizados por organis-
mos eucarióticos. 
 
a) Complete a figura reproduzida a seguir, es-
crevendo o nome das organelas citoplasmá-
ticas (i e ii) em que tais processos ocorrem.
 
b) Na figura acima, o fluxo da matéria está re-
presentado de maneira cíclica. O fluxo de 
energia nesses processos pode ser represen-
tado da mesma maneira? Justifique. 
 4. (Unicamp) A figura abaixo representa rela-
ções existentes entre organismos vivos.
a) O que é representado na figura? Que tipo de 
organismo é representado por X? 
b) Qual seria a consequência do desaparecimen-
to das aves mostradas na figura acima? Qual 
seria a consequência do desaparecimento 
das plantas mostradas na figura acima? 
 5. (Fuvest) Analise o gráfico abaixo, relativo à 
mortalidade de fêmeas férteis do camarão-
-da-areia (Crangon septemspinosa) em água 
aerada, em diferentes temperaturas e salini-
dades, durante determinado período.
 
a) Qual dos seguintes conceitos – ecossistema, 
habitat, nicho ecológico – está implícito 
nesse gráfico?
b) Os dados de mortalidade representados nes-
se gráfico referem-se a que nível de organi-
zação: espécie, população ou comunidade?
c) Temperatura e salinidade são fatores abióti-
cos que, nesse caso, provocaram mortalida-
de das fêmeas do camarão-da-areia. Cite dois 
fatores bióticos que também possamprodu-
zir mortalidade. 
 6. (Unifesp) As pirâmides ecológicas são uti-
lizadas para representar os diferentes níveis 
tróficos de um ecossistema e podem ser de 
três tipos: número de indivíduos, biomassa 
ou energia. Elas são lidas de baixo para cima 
e o tamanho dos retângulos é proporcional 
à quantidade que expressam. Considere uma 
pirâmide com a seguinte estrutura:
 
26
a) Que tipo de pirâmide, entre os três tipos ci-
tados no texto, não poderia ser representada 
por essa estrutura? Por quê?
b) Dê um exemplo de uma pirâmide que pode 
ser representada pela estrutura indicada. 
Substitua 1, 2 e 3 por dados quantitativos e 
qualitativos que justifiquem essa estrutura 
de pirâmide. 
 7. (Unicamp) Cerca de 70% da superfície da 
Terra é coberta por água do mar e abaixo 
dessa superfície a água atinge uma profun-
didade média de 3,8 quilômetros. Os ecossis-
temas marinhos abrigam grande biodiversi-
dade, mas parte dela vem sendo ameaçada 
pela pesca predatória. Na tentativa de con-
trolar o problema, medidas governamentais 
têm sido adotadas, como a proibição da pes-
ca em período reprodutivo e a restrição do 
uso de redes de malhas finas.
a) Como a proibição da pesca em período repro-
dutivo e como a restrição a redes de malhas 
finas minimizariam o problema da pesca 
predatória, contribuindo para a sustentabi-
lidade da pesca? Explique.
b) Monte uma cadeia alimentar típica dos oce-
anos, considerando a presença de quatro ní-
veis tróficos. 
 8. (Fuvest) Resultados de uma pesquisa publi-
cada na revista Nature, em 29 de julho de 
2010, mostram que a quantidade média de 
fitoplâncton dos oceanos diminuiu cerca de 
1% ao ano, nos últimos 100 anos.
Explique como a redução do fitoplâncton 
afeta:
a) os níveis de carbono na atmosfera.
b) a biomassa de decompositores do ecossiste-
ma marinho. 
 9. (Unicamp) Os seres vivos têm níveis de or-
ganização acima do organismo, e a Ecologia 
é a área da Biologia que estuda as relações 
entre os organismos e destes com o ambien-
te em que vivem. Dentre os vários níveis de 
organização podem ser citados a População, 
a Comunidade e o Ecossistema.
a) As figuras adiante representam a biomassa 
de níveis tróficos em dois tipos de ecossiste-
mas. Relacione cada uma das figuras com um 
ecossistema. Justifique.
b) Explique como o dióxido de enxofre (SO2), 
liberado na atmosfera por diversas indús-
trias, pode afetar as populações dos diferen-
tes níveis tróficos da pirâmide A.
 10. (Fuvest) A ilustração mostra a produtividade 
líquida de um ecossistema, isto é, o total de 
energia expressa em quilocalorias por metro 
quadrado/ano, após a respiração celular de 
seus componentes.
a) Considerando que, na fotossíntese, a energia 
não é produzida, mas transformada, é 
correto manter o nome de “produtores” 
para os organismos que estão na base da 
pirâmide? Justifique.
b) De que nível(eis) da pirâmide os 
decompositores obtêm energia? Justifique. 
gAbAritO
E.O. AprEndizAgEm
1. B 2. A 3. A 4. C 5. C
6. C 7. C 8. D 9. B 10. A
E.O. FixAçãO
1. D 2. A 3. C 4. E 5. D
6. D 7. A 8. C 9. D 10. A
E.O. COmplEmEntAr
1. D 2. E 3. A 4. D 5. C
E.O. dissErtAtivO
 1. Principais produtores dos sistemas aquáticos.
 2. Reciclagem da matéria.
 3. Respectivamente, gaviões e vegetais.
 4. 
a) São representadas 9 cadeias alimentares. 
Entre elas, podem ser citadas: 1) Plantas 
→ Camundongos → Cobra → Gavião.
b) Sim, um mesmo organismo pode ocupar 
diferentes níveis tróficos, e isso varia de 
27
acordo com a cadeia alimentar e dos alimen-
tos ingeridos, por exemplo, uma cobra pode 
ser o consumidor secundário ou terciário.
c) No esquema não estão representados os 
decompositores, essenciais nos ecossis-
temas. Os decompositores, representados 
pelos fungos e bactérias, são responsáveis 
pela ciclagem de matéria. 
 5. Na pirâmide direta há necessidade de grande 
número de indivíduos no nível trófico infe-
rior para suprir as necessidades alimentares 
do nível trófico seguinte.
 6. Cadeia alimentar formada por 10 mil indiví-
duos de gramíneas (produtores) que servem 
de alimento para mil gafanhotos (consumi-
dores primários) que são devorados por dez 
sapos (consumidores secundários).
 7. 
a) A figura A representa uma rede trófica, 
caracterizada por consumidores, cuja ali-
mentação é variada, e que podem ocupar 
mais de um nível trófico. Enquanto a ca-
deia trófica, representada na figura B, 
mostra que os consumidores ocupam so-
mente um nível trófico, tendo, portanto, 
uma alimentação mais restrita.
b) Após a perda de uma população, a comu-
nidade A continuará funcionando, pois 
nela há consumidores que ocupam mais 
de um nível trófico, dessa forma, mesmo 
que um consumidor seja eliminado, outro 
poderá ‘realizar sua função’. 
c) Em caso de contaminação por metal pesado, 
nessa rede trófica, o animal que apresentar 
a maior concentração do poluente será a 
ave, pois o metal pesado tem característica 
cumulativa, passando a aumentar ao lon-
go dos níveis tróficos, estando presente em 
maior quantidade no último nível trófico. 
 8. 
a) De acordo com os dados do gráfico, pode-se 
imaginar que bandos protegidos são aque-
les com um número maior de indivíduos. 
b) De acordo com os dados, pode-se inferir 
que bandos mais numerosos dificultam 
o ataque, estando os grupos com menos 
integrantes mais suscetíveis aos ataques 
dos gaviões. 
c) Indivíduos com interesses comuns ten-
dem a se associar, conseguindo melhores 
resultados e atingindo seus objetivos com 
maior facilidade. Os ancestrais caçavam 
e se protegiam de ataques em bandos, 
isto pode ocorrer em diversos segmentos, 
como por exemplo, em partidos políticos, 
ONG, grupos religiosos, entre outros. 
 9. A biomassa varia de acordo com a profun-
didade pois, quanto mais profundo, menor 
a intensidade luminosa, reduzindo a taxa 
de fotossíntese, o que implica em menos 
organismos produtores, menos alimento 
disponível, menos produção de oxigênio e, 
consequentemente, menos consumidores, 
justificando a diminuição da biomassa quan-
to maior a profundidade. 
 10. O produtor é uma árvore de grande porte 
que serve de alimento para 400 gafanhotos 
(consumidores primários) que são parasita-
dos por 40000 protozoários (consumidores 
secundários).
E.O. EnEm
1. D 2. B 3. C 4. D 5. B
E.O. UERJ 
ExAmE dE QUAliFiCAçãO
1. A 2. A 3. C
E.O. UERJ 
ExAmE disCUrsivO
 1. A maior quantidade de energia é encontrada 
nos produtores, representados pelos vege-
tais e indicados pela letra [A]. A produção 
de matéria orgânica pela vegetação ocorre 
por meio da fotossíntese. A reciclagem da 
matéria no meio ambiente é realizada por 
fungos, indicados pela letra [F]. Esses orga-
nismos são heterótrofos por absorção e se-
cretam enzimas capazes de decompor a ma-
téria orgânica. 
 2. Fitoplâncton: 1º nível trófico – produtores; 
microcrustáceos: 2º nível trófico – consumi-
dores primários; peixes pequenos: 3º nível 
trófico – consumidores secundários. Com a 
introdução de um novo nível trófico cons-
tituído de predadores de peixes pequenos 
espera-se que ocorra uma diminuição no nú-
mero desses peixes, provocando um aumento 
no número de microcrustáceos e uma dimi-
nuição na quantidade de fitoplâncton. 
E.O. ObJEtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
1. A/D 2. D 3. C 4. C 5. D
6. A 7. E 8. D 9. E 10. D
E.O. dissErtAtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
 1. 
a) Espécie Pisaster ochraeus. A estrela-
-do-mar ocupa os níveis tróficos mais 
28
distantes dos produtores, sendo consu-
midor secundário ou terciário.
b) As estrelas do mar são predadoras e a 
sua retirada da zona entremarés estimula 
o aumento de suas presas, bem como a 
competição interespecífica entre elas. 
 2. 
a)b) A ingestão das formigas fornece proteí-
nas como fonte de energia. No estômago 
humano, as proteínas são hidrolisadas e 
desdobradas em peptídeos menores, sob 
a ação da enzima pepsina. 
 3. 
 
a) A organela (i) corresponde ao cloroplas-
to, capaz de produzir açúcares (CH2O)n a 
partir de CO2, H2O e energia do sol.
 A organela (ii) é a mitocôndria que con-
verte açúcares (CH2O)n em CO2, H2O e ener-
gia que será utilizada no trabalho celular.
b) Não. O fluxo de energia é unidirecional. A 
energia entra nos ecossistemas pela ativi-
dade dos organismos produtores e vai di-
minuindo em direção aos consumidores. 
A energia perdida ao longo das cadeias e 
teias alimentares não pode ser reaproveita-
da pelos seres vivos em seu metabolismo. 
 4. 
a) A figura representa uma teia alimentar 
terrestre. O organismo X é decompositor, 
porque atua em todos os níveis tróficos da 
teia alimentar, exceto como produtores.
b) O desaparecimento das aves causa o de-
sequilíbrio ecológico da teia alimentar. O 
desaparecimento das plantas causa a ex-
tinção da teia alimentar. 
 5. 
a) Nicho ecológico.
b) O conjunto de indivíduos de uma espécie 
constitui uma população.
c) Os fatores bióticos que podem causar a 
mortalidade do camarão-da-areia são, 
por exemplo, a predação, o parasitismo, 
competição ou amensalismo. 
 6. 
a) Pirâmide de energia. A energia diminui de um 
nível trófico para o seguinte, a partir dos pro-
dutores (1), em todas as cadeias alimentares.
b) Pirâmide de biomassa. Em ecossistemas 
aquáticos, a biomassa dos produtores (1), 
representados pelas algas do fitoplâncton, 
é menor do que a biomassa dos consumi-
dores primários (2), representados pelos 
organismos microscópicos do zooplâncton, 
como microcrustráceos e diversas larvas. A 
velocidade de reprodução dos produtores é 
maior do que a capacidade reprodutiva dos 
consumidores primários. O nível trófico 3 
pode ser representado pelos peixes que se 
alimentam dos organismos do zooplâncton. 
 7. 
a) A pesca durante o período reproduti-
vo reduz as populações, porque impede 
a produção dos descendentes. Redes de 
malha fina capturam animais jovens que 
ainda não se reproduziram. A proibição 
da pesca durante o período reprodutivo 
e a proibição da utilização das redes com 
malhas finas têm a finalidade de preser-
var o número de indivíduos das espécies 
utilizadas na alimentação humana.
b) fitoplâncton → zooplâncton → peixes → tubarões 
 8. 
a) A redução populacional do fitoplâncton 
diminui a taxa de fotossíntese global e, 
consequentemente, o sequestro de car-
bono da atmosfera. Devido às emissões, 
conclui-se que o nível de carbono na at-
mosfera vai aumentar.
b) A biomassa de decompositores do ecos-
sistema marinho é reduzida. A diminui-
ção dos produtores afeta todos os níveis 
das cadeias alimentares. 
 9. 
a) A pirâmide de biomassa A representa as 
relações alimentares de um ecossistema 
terrestre, com a biomassa diminuindo 
ao longo dos níveis tróficos. A pirâmide 
de biomassa B representa um ecossiste-
ma marinho, onde a menor biomassa dos 
produtores é compensada por sua alta 
taxa de reprodução, assegurando a nutri-
ção dos consumidores primários.
b) O SO2 liberado na atmosfera reage com o 
vapor d’água produzindo ácido sulfúrico 
(H2SO4), o que provoca as chuvas ácidas 
que diminuem o pH do solo, assim preju-
dicando o crescimento vegetal. Além disso, 
o ácido sulfúrico mata o meristema apical 
das plantas, impedindo o crescimento do 
vegetal. Como os vegetais são os produto-
res dos ecossistemas terrestres, todos os 
demais níveis tróficos seriam afetados.
 10. 
a) Não, pois a fotossíntese é uma transfor-
mação de energia luminosa em química. 
O termo produtor se refere à capacidade 
de produção de alimentos.
b) Os decompositores, fungos e bactérias, obtêm 
seu alimento de todos os níveis tróficos. 
©
 Al
ta
 O
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to
ck
13 14
C
BIOLOGIA
N
Relações ecológicas
Competência
3
Habilidades
8 e 9
Competência 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos 
processos de produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.
H1 Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o correspondente desenvolvimento científico e tecnológico. 
H3 Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum, ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4
Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável 
da biodiversidade.
Competência 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais em diferentes contextos.
H5 Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7
Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do 
trabalhador ou a qualidade de vida.
Competência 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumen-
tos ou ações científico-tecnológicos.
H8
Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando 
processos biológicos, químicos ou físicos neles envolvidos.
H9
Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo de energia para a vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar altera-
ções nesses processos.
H10 Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11
Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnoló-
gicos.
H12 Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou econômicas, considerando interesses contraditórios.
Competência 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando 
conhecimentos científicos, aspectos culturais e características individuais.
H13 Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a manifestação de características dos seres vivos.
H14
Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, 
entre outros.
H15 Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.
Competência 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciências naturais e aplicá-los em diferentes contextos.
H17
Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto 
discursivo, gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19
Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômicaou ambiental.
Competência 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
-tecnológicas.
H20 Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos ou corpos celestes.
H21 Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e (ou) do eletromagnetismo.
H22
Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas 
implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23
Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou 
econômicas.
Competência 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
-tecnológicas.
H24 Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias ou transformações químicas.
H25
Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou 
produção.
H26
Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações 
químicas ou de energia envolvidas nesses processos.
H27 Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos químicos, observando riscos ou benefícios.
Competência 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em situações-problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científico-
-tecnológicas.
H28
Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em 
ambientes brasileiros.
H29
Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias-primas 
ou produtos industriais.
H30
Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva ou do 
ambiente.
31
E.O. AprEndizAgEm
 1. (IFSP) O gráfico abaixo representa o cresci-
mento de duas populações de animais encon-
trados em um mesmo ecossistema brasilei-
ro, sem que ocorra a interferência humana. 
Analise-o e assinale a alternativa correta.
 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
tempo (meses)
galinhas
gambás
10
20
30
40
50
60
70
80
nú
m
er
o 
de
 i
nd
iv
íd
uo
s
(http://dc95.4shared.com/doc/XhUEA1tt/preview.html. Acesso em: 27.11.2013)
a) Há uma relação de competição entre gambás 
e galinhas. 
b) O pico para a população de galinhas é sem-
pre atingido após o pico de gambás. 
c) Se o número de gambás cresce, o número de 
galinhas também cresce. 
d) Se o número de galinhas diminui, o núme-
ro de gambás também diminuirá após algum 
tempo. 
e) Caso os gambás deixassem de existir, o nú-
mero de galinhas continuaria a crescer inde-
finidamente.
 2. Observe atentamente as relações ecológicas 
citadas a seguir e marque a alternativa que 
indica corretamente um exemplo de relação 
intraespecífica.
a) Predação de um inseto por um louva-a-deus.
b) A simbiose dos liquens.
c) Relação entre o caranguejo-paguro e as anê-
monas-do-mar.
d) Piolhos e os homens.
e) Colônias de corais.
 3. (FGV) Analise os gráficos a seguir, os quais 
ilustram três interações ecológicas entre es-
pécies diferentes.
N.º
Indiv.
Isoladas Tempo
A
B
N.º
Indiv. I
A
B
Unidas Tempo
N.º
Indiv.
C
D
Isoladas Tempo
IIN.º
Indiv.
C
D
Unidas Tempo
N.º
Indiv.
Isoladas Tempo
E
F
N.º
Indiv.
III
F
E
Unidas Tempo
N.º
Indiv.
Isoladas Tempo
A
B
N.º
Indiv. I
A
B
Unidas Tempo
N.º
Indiv.
C
D
Isoladas Tempo
IIN.º
Indiv.
C
D
Unidas Tempo
N.º
Indiv.
Isoladas Tempo
E
F
N.º
Indiv.
III
F
E
Unidas Tempo
O estudo envolveu seis espécies (A e B; C e D; 
E e F) criadas em habitats isolados, confor-
me ilustrado nos três gráficos à esquerda, e 
criadas unidas no mesmo habitat, conforme 
ilustrado nos gráficos à direita. 
As interações I, II e III, respectivamente, são 
classificadas como:
a) competição, cooperação e comensalismo. 
b) predatismo, mutualismo e inquilinismo. 
c) parasitismo, comensalismo e epifitismo. 
d) amensalismo, mutualismo e cooperação. 
e) canibalismo, epifitismo e cooperação.
 4. (PUC-RS) Responda à questão considerando 
o quadro que mostra os diferentes tipos de 
interação ecológica.
Efeito na espécie 2
Prejudicial Benefício Neutro
Efeito na 
espécie 1
Prejudical 1 2 amensalismo
Benefício 2 3 4
Neutro amensalismo 4 -
Os tipos de interação ecológica que substi-
tuem os números 1, 2, 3 e 4 da tabela são, 
respectivamente: 
a) comensalismo, competição, mutualismo, pa-
rasitismo.
b) comensalismo, mutualismo, parasitismo, 
competição.
c) competição, mutualismo, parasitismo, co-
mensalismo.
d) competição, parasitismo, mutualismo, co-
mensalismo.
e) mutualismo, parasitismo, comensalismo, 
competição.
 5. (Udesc) Analise a alternativa correta quanto 
às relações entre os seres vivos. 
a) A protocooperação é um exemplo de relação 
intraespecífica desarmônica, em que dois se-
res de espécies diferentes mantêm relações 
obrigatórias e benéficas, e não conseguem 
viver independentes.
b) O canibalismo é um exemplo de relação in-
terespecífica harmônica, em que um ser se 
alimenta de outro ser de sua própria espécie 
ou de outra espécie. 
c) A competição é um exemplo de relação inte-
respecífica harmônica, em que os indivíduos 
não são prejudicados quando competem por 
alimento e luz. 
d) A predação é um exemplo de relação interespe-
cífica desarmônica, em que um ser mata outro 
ser de espécie diferente para se alimentar. 
32
e) O inquilinismo é um exemplo de relação in-
traespecífica desarmônica, em que dois seres 
de espécies diferentes mantêm relações be-
néficas, mútuas e obrigatórias, e conseguem 
viver de forma independente. 
 6. (IFSP) EMBRAPA AVALIA O PEIXE BARRIGU-
DINHO NO CONTROLE DA DENGUE 
Com apenas quatro centímetros de compri-
mento, o peixe Barrigudinho ou Guaru é a 
arma da Embrapa na guerra biológica para o 
controle do mosquito Aedes aegypti, trans-
missor da dengue e da febre amarela. O Bar-
rigudinho é o astro do Projeto Dengoso, uma 
ação de cidadania que está sendo implanta-
da no município de Parnaíba, a 348 quilôme-
tros ao norte de Teresina. 
(www.ecodebate.com.br/2010/03/01/embrapa-
avalia-o-peixe-barrigudinhono-controle-da-
dengue. Acesso em: 22.10.2012.) 
guaru
barata-d’água
girino
larva de
mosquito
detrito
algas
(www2.ibb.unesp.br/Museu_Escola/3_identidade/3-identidade_funcoes_cadeia1.html
 Acesso em: 22.10.2012)
Analisando a teia alimentar da qual o Barri-
gudinho ou Guaru faz parte, é correto afir-
mar que:
a) a larva do Aedes aegypti ocupa a posição 
de decompositor na teia alimentar, uma vez 
que utiliza como alimento os restos existen-
tes no ambiente. 
b) o Guaru e a barata-d’agua ocupam a posição 
de consumidores primários nesse ecossiste-
ma, sendo importantes no controle da popu-
lação de larvas de mosquito. 
c) a retirada de sapos e rãs, no entorno de lago-
as, diminuiria a quantidade de girinos e esse 
procedimento também poderia funcionar no 
controle biológico do Aedes aegypti. 
d) o uso do Guaru no combate à dengue é um 
exemplo de controle biológico, pois utiliza 
um organismo para o controle de pragas, 
sem alterar o equilíbrio do ecossistema.e) dependendo da cadeia alimentar considera-
da nesse ecossistema, o Guaru pode ocupar 
o papel de consumidor secundário, terciário 
ou até quaternário. 
 7. (UPE) As cotias são roedores comuns na Flo-
resta Amazônica e importantes dispersores 
de sementes, como a castanha-do-pará. Por 
sua vez, as castanheiras dependem princi-
palmente das cotias para a abertura do fruto, 
com casca muito dura e espessa. A forma de 
dispersão das sementes praticada pelas co-
tias também é essencial para o recrutamento 
dessa espécie de árvore. Esse roedor enterra 
grande quantidade de sementes no solo, na 
intenção de guardá-las para uma próxima re-
feição. É CORRETO afirmar, nesse caso, que 
se trata da interação animal-planta do tipo: 
a) mutualismo, que é uma relação entre indiví-
duos de espécies diferentes; as duas espécies 
envolvidas são beneficiadas, e a associação é 
necessária para a sobrevivência de ambas.
b) protocooperação, que é uma relação na qual 
as duas espécies envolvidas são beneficia-
das, embora vivam de modo independente, 
sem que isso as prejudique. 
c) inquilinismo, que é uma relação entre indi-
víduos da mesma espécie ou de espécies di-
ferentes, ligados fisicamente entre si, ocor-
rendo ou não divisão de trabalho.
d) simbiose, que é uma relação entre indiví-
duos de espécies diferentes, em que apenas 
uma delas se beneficia sem prejudicar ou be-
neficiar a outra. 
e) comensalismo, que é uma relação mantida 
entre indivíduos de espécies diferentes, em 
que apenas uma se beneficia sem prejudicar 
a outra. Nesse caso, a espécie beneficiada 
obtém abrigo ou, ainda, suporte no corpo da 
outra espécie. 
 8. (CFT-MG) Pulgões são insetos que se alimen-
tam de seiva elaborada. Como consequência, 
eles eliminam um líquido adocicado, conhe-
cido como honeydew. Formigas alimentamse 
desse líquido e protegem os pulgões das jo-
aninhas, quando essas tentam se alimentar 
deles, derrubando-as. 
Sobre os seres vivos envolvidos nessas in-
trincadas relações ecológicas, é correto afir-
mar que as(os): 
a) joaninhas escravizam os pulgões. 
b) formigas competem com as joaninhas. 
c) pulgões são polinizadores das plantas. 
d) formigas são predadoras dos pulgões. 
33
 9. (Cefet-MG) A cena abaixo foi captada pelas 
câmeras de um fotógrafo na savana africana. 
Nesse conjunto de relações ecológicas, o 
comportamento compatível com o leão, logo 
após esse momento, foi que esse felino: 
a) matou a hiena. 
b) afugentou a hiena. 
c) permitiu a fuga do gnu. 
d) dividiu a presa com a hiena. 
e) perdeu sua presa para a hiena. 
 10. (FGV) Um estudante, ao observar uma árvo-
re frondosa, percebeu a existência de orquí-
deas, bromélias e líquens habitando densa-
mente seus galhos. Constatou também que 
algumas folhas estavam sendo devoradas por 
lagartas, as quais eram capturadas por pás-
saros e saguis. 
Com relação às interações ecológicas obser-
vadas, está correto deduzir que: 
a) bromélias, orquídeas e liquens competem 
por espaço e luz, pássaros e saguis compe-
tem por alimento. 
b) orquídeas, bromélias e líquens são parasitas da 
árvore e competidoras por recursos entre si.
c) as árvores são parasitadas pelas lagartas e 
são mutualísticas em relação aos pássaros e 
saguis.
d) pássaros e saguis competem pelas lagartas, as 
quais realizam predação com relação à árvore.
e) os liquens são organismos mutualísticos, já 
os pássaros e saguis são parasitas em relação 
às lagartas.
E.O. FixAçãO
 1. (UPE) Com base em análises estatísticas, 
genéticas e em modelos evolutivos, Mauro 
Galetti (UNESP) e sua equipe estudaram 
uma palmeira – palmito-juçara (Euterpe 
edulis) – importante fonte de alimento 
para mais de 50 espécies de aves da Mata 
Atlântica, como papagaios, sabiás e tuca-
nos, que se alimentam de seus frutos, além 
de ter importância econômica. Para isso, 
coletaram nove mil sementes de 22 popu-
lações da palmeira espalhadas ao longo da 
costa sudeste do Brasil. Ao combinarem to-
dos esses dados, os pesquisadores verifica-
ram que, em locais onde as aves de maior 
porte haviam sido extintas há mais de 50 
anos, tanto pela caça predatória quanto 
pelo desmatamento, as populações das pal-
meiras produziam apenas frutos pequenos, 
enquanto em áreas de floresta mais conser-
vada e com quantidade de aves suficiente 
para desempenhar sua função ecológica de 
dispersão de sementes, as palmeiras pro-
duziam frutos de tamanhos mais variados, 
com sementes pequenas e grandes. 
Fonte: Adaptado de Andrade, R. O. Escassez de aves 
pode afetar evolução de plantas. Edição Online 
16:47, 30 de maio de 2013, disponível em: http://
revistapesquisa.fapesp.br/2013/05/30/ escassez-
de-aves-pode-afetar-evolucao-de-plantas/ 
Sobre aspectos relacionados à coevolução da 
planta e do disseminador de sementes, assi-
nale a alternativa CORRETA. 
a) A queda na população de aves frugívoras de 
grande porte pode estar associada à dimi-
nuição do tamanho das sementes do palmi-
to-juçara, e, consequentemente, à mudança 
em seus padrões evolutivos.
b) A mudança de agentes polinizadores para 
aves frugívoras de médio e pequeno porte 
normalizou o genótipo do palmito-juçara em 
ambientes degradados.
c) As intervenções realizadas pelo homem po-
dem interromper a evolução biológica do 
tucano e do papagaio, mas não atingem o 
palmito-juçara, considerando-se a continui-
dade da produção de sementes.
d) Uma gama de fenótipos diferentes só é possí-
vel em uma espécie vegetal com pequena va-
riedade genética, podendo estar associada ao 
polimorfismo das sementes do palmito-juçara 
em áreas de floresta bem conservadas.
e) Em ambientes conservados, pássaros de 
bico médio foram favorecidos em relação 
aos de bico grande, possibilitando uma se-
leção estabilizadora para os disseminadores 
de semente e uma seleção disruptiva para o 
palmito-juçara. 
34
 2. Nem sempre as relações ecológicas provocam 
benefícios para todos os organismos envolvi-
dos, sendo chamadas, nesse caso, de relações 
ecológicas desarmônicas. Entre os exemplos 
a seguir, marque a única alternativa em que 
está indicada uma relação intraespecífica 
desarmônica.
a) Colônia
b) Sociedade
c) Competição intraespecífica
d) Herbivorismo
e) Parasitismo
 3. (UFPR) Pesquisadores da Universidade da 
Flórida estão realizando testes para intro-
duzir nos Estados Unidos o inseto Calophya 
latiforceps (conhecido como gralha-da- 
folhada-aroeira), nativo do Brasil, para com-
bater a invasão de aroeira, que está dimi-
nuindo a biodiversidade de diversas regi-
ões. Esse inseto alimenta-se de nutrientes 
da árvore, comprometendo seu crescimento. 
Esse processo é o controle biológico natural, 
que pode trazer risco para o ecossistema em 
que é implantado quando o organismo usado 
para fazer o controle: 
a) sofre mutação. 
b) não sobrevive no novo ambiente. 
c) passa a comer outros vegetais. 
d) adapta-se ao novo ambiente. 
e) altera o ciclo biogeoquímico de nutrientes. 
 4. (UFRN) “Biólogos descrevem nova espécie 
de perereca que habita as bromélias em áre-
as de Mata Atlântica, no interior do Rio de 
Janeiro. A descoberta mostra a importância 
da conservação de florestas próximas aos 
grandes centros populacionais. Scinax ins-
peratus, nome dado à nova espécie, pertence 
a um grupo de pererecas bem particulares, 
que utilizam a água da chuva acumulada nas 
bromélias para se reproduzirem e criarem 
seus girinos.
Essas ‘pererequinhas’ medem entre 1 cm e 
5 cm de comprimento e vivem a maior par-
te de suas vidas dentro dessas plantas, que 
chegam a acumular cerca de 20 litros de 
água em seu interior, tornando-se verda-
deiros aquários suspensos essenciais para a 
proliferação desses animais”. 
Disponível em: <http://cienciahoje.uol.
com.br/ noticias/2011/ 12/surpresa-nas-
bromelias>. Acesso em: 04 ago. 2012. 
Com base no texto, é corretoafirmar que esse 
anfíbio, além de apresentar metamorfose: 
a) apresenta fecundação externa e constitui 
um dos elementos bióticos do ecossistema 
presente nas bromélias. 
b) necessita da água para a sua reprodução e 
atua como ser autótrofo, fornecendo matéria 
orgânica para a bromélia. 
c) necessita da água para a sua reprodução e 
estabelece uma relação intraespecífica com 
as bromélias.
d) apresenta fecundação interna e externa, na 
presença de água, e forma o bioma das bro-
mélias.
 5. (PUC-Camp) Considere as afirmações abaixo 
relativas a fatores de crescimento populacio-
nal.
I. A competição intraespecífica interfere na 
densidade da população.
II. A competição interespecífica não influi 
no crescimento das populações.
III. Um dos fatores limitantes do crescimento 
populacional é a disponibilidade de ali-
mentos, que diminui quando a densidade 
da população aumenta.
IV. Fatores climáticos influem no crescimen-
to da população independentemente de 
sua densidade.
São verdadeiras apenas:
a) I e II.
b) I e IV.
c) II e III.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.
 6. (UFG) Em um experimento hipotético, vi-
sando à obtenção de hortaliças resistentes 
a altas temperaturas, foram utilizados fun-
gos produtores de proteínas de resistência 
a choque térmico, presentes em plantas na-
tivas das proximidades de fontes termais. 
Os fungos foram retirados dessas plantas, 
identificados e inoculados nas hortaliças 
estudadas. Os resultados obtidos mostraram 
que, após serem inoculados com os fungos, 
as hortaliças conseguiram crescer sob calor 
de 60° C. O experimento descrito promoveu 
artificialmente a ocorrência de:
a) relação de predação.
b) relação de parasitismo.
c) relação de protocooperação.
d) mutação gênica nas hortaliças.
e) modificação genética nos fungos.
35
 7. (UFRN) Nas comunidades, os indivíduos in-
teragem entre si, exercendo influências nas 
populações envolvidas, de maneira positiva 
ou negativa.
“Mas... o seu perfil no facebook diz
que você é vegetariano...’’
Nesse contexto, a predação é uma interação 
ecológica em que: 
a) há perda para ambas as espécies, por se tra-
tar de uma associação interespecífica.
b) a especificidade presa-predador é determi-
nante, pois os predadores se alimentam de 
um único tipo de presa. 
c) há uma íntima associação entre duas espé-
cies, manifestada por um comportamento 
canibalístico. 
d) a população de predadores poderá determi-
nar a população de presas e vice-versa.
 8. (UFRGS) Considere as seguintes afirmações 
sobre as interações intraespecíficas desar-
mônicas. 
I. O canibalismo sexual observado em fême-
as de louva-a-deus é um exemplo desse 
tipo de interação. 
II. Esse tipo de interação não ocorre em 
plantas. 
III. A disputa por fêmeas entre machos de 
uma espécie exemplifica esse tipo de in-
teração. 
Quais estão corretas?
a) Apenas I. 
b) Apenas II. 
c) Apenas I e III. 
d) Apenas II e III. 
e) I, II e III. 
 9. (UFJF) Em um sistema de interações ecoló-
gicas formado por uma planta, uma espécie 
de pulgão se alimenta da seiva dessa planta e 
uma espécie de formiga se alimenta das fezes 
desse pulgão, as quais contêm uma substân-
cia açucarada de elevado valor nutricional. 
Leia as afirmativas a seguir: 
I. A planta é um produtor, pois por meio da 
fotossíntese consegue formar compostos 
orgânicos e obter a energia necessária 
para seus processos vitais. 
II. A planta é um organismo heterotrófico 
capaz de produzir seu próprio alimento.
III. O pulgão é um consumidor, pois obtém os 
compostos orgânicos e a energia necessá-
ria para seus processos vitais a partir de 
um produtor. 
IV. O pulgão é um herbívoro. 
V. A formiga é um organismo autotrófico, 
pois não é capaz de produzir seu próprio 
alimento. Estão corretas: 
a) as afirmativas I, II e V. 
b) as afirmativas II, III e IV. 
c) as afirmativas I, IV e V. 
d) as afirmativas I, III e V. 
e) as afirmativas I, III e IV. 
 10. (UPE) Na tirinha, Calvin se reporta ao croco-
dilo (quadrinho 1), (quadrinho 3). Embora 
saibamos que os crocodilos verdadeiros não 
vivem na Amazônia (quadrinho 1) e sim, na 
África, podemos fazer um paralelo com nos-
sos jacarés, distribuídos por todo o Brasil, 
que são predadores, embora também con-
vivam em colaboração com aves que entram 
em sua boca e se alimentam, removendo de-
tritos e sanguessugas das suas gengivas.
Abaixo, estão relacionados alguns tipos de 
relação ecológica interespecíficas e de adap-
tações decorrentes da seleção natural (am-
bos representados por algarismos romanos) 
e as definições e/ou exemplos corresponden-
tes (representado(as) por letras).
36
I. Inquilinismo 
II. Mutualismo 
III. Predação 
IV. Protocooperação 
V. Camuflagem 
VI. Coloração de aviso 
VII.Homeostase 
VIII.Mimetismo 
A. Aumento da quantidade de hemácias em 
resposta à variação de altitude, compen-
sando a menor compensação de oxigênio. 
B. Carcará, que devora um roedor. 
C. Duas espécies diferentes assemelham-se 
em determinadas características. 
D. Os indivíduos associados se beneficiam, e 
a associação não é obrigatória. 
E. Os indivíduos associados se beneficiam, 
sendo essa associação fundamental à so-
brevivência de ambos. 
F. Plantas epífitas sobre as árvores. 
G. Propriedade de os membros de determi-
nada espécie apresentarem característi-
cas que os assemelhem ao ambiente em 
que vivem.
H. Rãs e sapos coloridos, cujo padrão de co-
res vivas alerta sobre sua toxicidade.
Assinale a alternativa que mostra a correta 
associação entre tipo de relação e/ou adap-
tação e seus respectivos exemplos.
a) I-A, II-B, III-C, IV-D, V-E, VI-F, VII-G, VIII-H 
b) I-B, II-A, III-F, IV-H, V-C, VI-D, VII-E, VIII-G 
c) I-C, II-D, III-E, IV-G, V-A, VI-B, VII-F, VIII-H 
d) I-F, II-E, III-B, IV-D, V-G, VI-H, VII-A, VIII-C 
e) I-F, II-C, III-H, IV-D, V-E, VI-B, VII-G, VIII-A 
E.O. COmplEmEntAr
 1. (Cesgranrio) O filme “Os pássaros” de Alfred 
Hitchcock, considerado o mestre dos filmes 
de suspense, baseou-se em um fato real 
ocorrido na cidade costeira de Santa Cruz 
(Califórnia), em 1961. As aves marinhas, ao 
se alimentarem de moluscos, passaram a exi-
bir um comportamento atípico devido à ação 
de toxinas. No fato real, os dinoflagelados 
tóxicos eram os verdadeiros responsáveis pe-
las alterações observadas nos pássaros, que 
ficavam cegos devido à ação neurotóxica des-
sas substâncias. 
Sobre esse acontecimento, afirma-se que: 
a) pássaros não comem moluscos, nem molus-
cos ingerem ou armazenam dinoflagelados, o 
que torna a narrativa irreal. 
b) muitas algas e flagelados marinhos produ-
zem toxinas, mas essas substâncias jamais 
poderiam percorrer a cadeia alimentar e che-
gar aos pássaros. 
c) dinoflagelados não possuem substâncias tó-
xicas, o que é comprovado cientificamente.
d) o consumo de dinoflagelados tóxicos, 
armazenados em moluscos filtradores, oca-
siona alterações no comportamento e até a 
morte de peixes, aves e mamíferos. 
e) moluscos filtradores não estão disponíveis 
em regiões costeiras do oceano Pacífico, 
onde se passa o filme. 
 2. A caravela-portuguesa, apesar de parecer ape-
nas um único indivíduo, é formada por vários 
cnidários da mesma espécie. Cada um desses 
indivíduos está relacionado com uma determi-
nada função, existindo aqueles relacionados 
com a reprodução, alimentação e proteção.
A caravela-portuguesa é um exemplo de qual 
relação ecológica?
a) Sociedade
b) Colônia
c) Comensalismo
d) Amensalismo
e) Competição
 3. (UFRGS) Considere o enunciado a seguir e as 
três propostas para completá-lo. 
As palmeiras são espécies tropicais que for-
necem importantes recursos alimentares à 
fauna silvestre e ao homem, além de outros 
produtos de interesse comercial. Um exem-
plo disso é o palmiteiro (Euterpe edulis), 
que tem sido exploradointensivamente. 
A exploração excessiva do palmiteiro pode 
apresentar, como consequência ecológica: 
1. desequilíbrio nas espécies que compõem 
a teia alimentar associada a ele. 
2. menor oferta de recursos alimentares e 
consequente aumento da competição en-
tre aves frugívoras. 
3. aumento da variabilidade populacional 
da espécie nas áreas fragmentadas rema-
nescentes. 
Quais propostas estão corretas? 
a) Apenas 1. 
b) Apenas 2. 
c) Apenas 3. 
d) Apenas 1 e 2. 
e) 1, 2 e 3. 
 4. (UEL) “No nível de organismo, a ecologia 
procura saber como os indivíduos são afeta-
dos pelo seu ambiente e como eles os afetam. 
No nível de população, a ecologia ocupa-se 
da presença ou ausência de determinadas 
espécies, da sua abundância ou raridade e 
das tendências e flutuações em seus núme-
ros. A ecologia de comunidades, então, trata 
da composição ou estrutura de comunidades 
ecológicas.” 
(Adaptado de: TOWNSEND, C. R. Fundamentos em 
ecologia. 2 ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006. p. 28.) 
Com base no texto e nos conhecimentos so-
bre o tema, considere as afirmativas a seguir. 
I. No mimetismo mülleriano, os organismos 
palatáveis se desenvolvem de forma idêntica 
37
aos impalatáveis, que são rejeitados pelos 
predadores. Os complexos mimetismos ba-
tesianos compreendem as espécies nocivas 
que usam aparências semelhantes entre si 
para anunciarem que são impalatáveis. 
II. A competição é o uso ou a disputa de um 
recurso por um ou mais indivíduos con-
sumidores. Quando os indivíduos per-
tencem à mesma espécie, sua interação 
é chamada de competição interespecífica. 
Quando pertencem a espécies diferentes, 
é chamada de competição intraespecífica. 
III. Na protocooperação, duas populações são 
beneficiadas pela associação, embora as 
relações não sejam obrigatórias. Quanto ao 
mutualismo, o crescimento e a sobrevivên-
cia de duas populações são beneficiados, 
sendo que nenhuma delas consegue sobre-
viver em condições naturais sem a outra. 
IV. A competição pode ser inferida por uma 
mudança no tamanho populacional de 
uma espécie após a adição ou remoção de 
outra. Quando duas espécies competem 
fortemente, a população da primeira es-
pécie é sensível à mudança nos números 
da segunda, e vice-versa. 
Assinale a alternativa CORRETA. 
a) Somente as afirmativas I e III são corretas. 
b) Somente as afirmativas III e IV são corretas. 
c) Somente as afirmativas I e II são corretas. 
d) Somente as afirmativas I, II e IV são corretas. 
e) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas. 
 5. As abelhas são animais que vivem em col-
meias e apresentam divisão de trabalho e 
um certo grau de cooperação. Em uma col-
meia, podemos identificar diferentes indiví-
duos: as rainhas, as operárias e os zangões.
Entre as alternativas a seguir, marque o 
nome da relação ecológica realizada pelas 
abelhas.
a) Colônia
b) Sociedade
c) Mutualismo
d) Amensalismo
e) Comensalismo
E.O. dissErtAtivO
 1. Um grupo de estudantes, em visita à zona 
rural, observou bois e gafanhotos alimen-
tando-se de capim; orquídeas, liquens e 
erva-de-passarinho em troncos de árvores; 
lagartos caçando insetos e, no pasto, ao lado 
de vários cupinzeiros, anus retirando carra-
patos do dorso dois bois.
a) Identifique, entre as diferentes relações des-
critas no texto, dois exemplos de parasitismo.
b) Entre as relações observadas pelos estu-
dantes, cite uma relação interespecífica de 
benefício mútuo e uma estrutura que indi-
que uma relação intraespecífica.
 2. “Os liquens são extremamente sensíveis a al-
terações ambientais. São os melhores bioin-
dicadores conhecidos dos níveis de poluição 
aérea.” O que são os liquens?
 3. (UFTM) Paramécios são seres unicelulares 
heterótrofos que se deslocam com certa fa-
cilidade no meio em que se encontram. Os 
gráficos ilustram as curvas de crescimento 
de duas espécies de paramécio (Paramecium 
caudatum e P. bursaria) mantidas isoladas 
(gráfico 1) e mantidas no mesmo tubo de 
ensaio, em cultura mista (gráfico 2).
Em relação às curvas de crescimento e às es-
pécies de paramécios, responda: 
a) Em termos ecológicos, como pode ser expli-
cado o fato de as curvas do gráfico 2 serem 
semelhantes às do gráfico 1?
b) Que prolongamentos celulares permitem 
o deslocamento dos paramécios? Como é a 
constituição dessas estruturas?
 4. (UFJF) Os líquenes podem ser usados como 
bioindicadores de poluição atmosférica por 
sua capacidade de incorporar muitos dos po-
luentes dispersos no ar. 
Sobre esses organismos, responda: 
a) Quais são os organismos que compõem os 
líquenes? 
b) Qual é a relação ecológica estabelecida en-
tre os organismos que formam os líquenes 
e qual a vantagem ecológica obtida nesta 
associação? 
c) Explique qual a contribuição de cada um dos 
organismos nessa relação. 
38
 5. “As plantas e outros organismos vivos de uma 
floresta estão conectados por uma internet 
natural formada por fungos”. Qual é o nome 
dado para a associação entre fungos e raízes 
de plantas, e como se dá essa simbiose?
 6. (UFTM) Numa determinada ilha havia uma 
espécie de roedor com três tipos diferentes 
de pelagem (creme, cinza e preto). Após 
certo tempo, houve a introdução na ilha de 
uma espécie animal invasora, que interfe-
riu na população de roedores. Foi feita uma 
contagem populacional e, depois de dois 
anos, a contagem foi repetida, como ilus-
tram os gráficos.
a) Mencione a relação ecológica estabelecida 
inicialmente entre os roedores e a relação en-
tre a espécie de roedor e a espécie invasora. 
b) A espécie invasora atuou como fator seleti-
vo sobre a população de roedores. Explique 
como isso ocorreu e por que alguns fenóti-
pos dos roedores passaram a predominar no 
ambiente. 
 7. (UFG) Em 1934, o cientista russo Georgi F. 
Gause (1910-1986) verificou em tubo de en-
saio o comportamento de populações de Pa-
ramecium aurelia e Paramecium caudatum, 
mantidas em condições ambientais iguais. 
Baseando-se nos resultados obtidos, mostra-
dos nos gráficos a seguir, Gause propôs uma 
explicação comumente denominada como 
Princípio de Gause.
Disponível em: <www.ib.usp.br/ecologia/populaçoes_
interaçoes.html>. Acesso em: 23 set. 2011. [Adaptado].
Considerando-se esse princípio, explique os 
resultados apresentados nos gráficos.
 8. “A população de presa e de predador são con-
troladas pela interação com a outra e não ape-
nas pela relação com sua própria densidade.“ 
Cite adaptações usadas nessa interação.
 9. (UFRJ) Os copépodes são pequenos crustáceos 
marinhos, situados próximos à base (primeiros 
níveis tróficos) das teias alimentares marinhas. 
Esses animais realizam um processo diário de 
migração vertical na coluna de água, conforme 
mostra a figura a seguir. O padrão vertical e o 
horário em que esse processo migratório ocorre 
são considerados fundamentais para a sobrevi-
vência e proliferação dos copépodes, o que, por 
sua vez, sustenta a vida de outros animais de 
valor comercial elevado.
Explique a importância do padrão vertical e 
do horário da migração para a sobrevivência 
dos copépodes. 
E.O. EnEm 
 1. (Enem) Existem bactérias que inibem o cres-
cimento de um fungo causador de doenças no 
tomateiro, por consumirem o ferro disponível 
no meio. As bactérias também fazem fixação 
de nitrogênio, disponibilizam cálcio e produ-
zem auxinas, substâncias que estimulam di-
retamente o crescimento do tomateiro. 
PELZER, G. Q. et al. “Mecanismos de controle da 
murcha-de-esclerócio e promoção de crescimento em 
tomateiro mediados por rizobactérias”. Tropical Plant 
Pathology, v. 36, n. 2, mar. abr. 2011 (adaptado). 
39
Qual dos processos biológicos mencionados 
indica uma relação ecológica de competição? 
a) Fixação de nitrogênio para o tomateiro. 
b) Disponibilização de cálcio para o tomateiro. 
c) Diminuição da quantidadede ferro disponí-
vel para o fungo.
d) Liberação de substâncias que inibem o cres-
cimento do fungo. 
e) Liberação de auxinas que estimulam o cres-
cimento do tomateiro.
 2. (Enem) No Brasil, cerca de 80% da energia 
elétrica advém de hidrelétricas, cuja constru-
ção implica o represamento de rios. A forma-
ção de um reservatório para esse fim, por sua 
vez, pode modificar a ictiofauna local. Um 
exemplo é o represamento do Rio Paraná, onde 
se observou o desaparecimento de peixes cas-
cudos quase que simultaneamente ao aumento 
do número de peixes de espécies exóticas in-
troduzidas, como o mapará e a corvina, as três 
espécies com nichos ecológicos semelhantes. 
PETESSE, M. L.; PETRERE JR., M. Ciência Hoje, São 
Paulo, n. 293, v. 49, jun. 2012 (adaptado). 
Nessa modificação da ictiofauna, o desapa-
recimento de cascudos é explicado pelo(a):
a) redução do fluxo gênico da espécie nativa.
b) diminuição da competição intraespecífica.
c) aumento da competição interespecífica.
d) isolamento geográfico dos peixes.
e) extinção de nichos ecológicos.
 3. (Enem) Os vaga-lumes machos e fêmeas emi-
tem sinais luminosos para se atraírem para 
o acasalamento. O macho reconhece a fêmea 
de sua espécie e, atraído por ela, vai ao seu 
encontro. Porém, existe um tipo de vaga-
-lume, o Photuris, cuja fêmea engana e atrai 
os machos de outro tipo, o Photinus fingindo 
ser desse gênero. Quando o macho Photinus 
se aproxima da fêmea Photuris, muito maior 
que ele, é atacado e devorado por ela. 
BERTOLDI, O. G.; VASCONCELLOS, J. R. Ciência 
& sociedade: a aventura da vida, a aventura da 
tecnologia. São Paulo: Scipione, 2000 (adaptado). 
A relação descrita no texto, entre a fêmea do 
gênero Photuris e o macho do gênero Photi-
nus, é um exemplo de:
a) comensalismo. 
b) inquilinismo. 
c) cooperação. 
d) predatismo. 
e) mutualismo.
 4. (Enem) O controle biológico, técnica empregada 
no combate a espécies que causam danos e preju-
ízos aos seres humanos, é utilizado no combate à 
lagarta que se alimenta de folhas de algodoeiro. 
Algumas espécies de borboleta depositam seus 
ovos nessa cultura. A microvespa Trichogramma 
sp. introduz seus ovos nos ovos de outros insetos, 
incluindo os das borboletas em questão. Os em-
briões da vespa se alimentam do conteúdo des-
ses ovos e impedem que as larvas de borboleta se 
desenvolvam. Assim, é possível reduzir a densi-
dade populacional das borboletas até níveis que 
não prejudiquem a cultura. A técnica de controle 
biológico realizado pela microvespa Trichogram-
ma sp. consiste na: 
a) introdução de um parasita no ambiente da 
espécie que se deseja combater. 
b) introdução de um gene letal nas borboletas 
para diminuir o número de indivíduos. 
c) competição entre a borboleta e a microvespa 
para a obtenção de recursos. 
d) modificação do ambiente para selecionar in-
divíduos melhor adaptados. 
e) aplicação de inseticidas a fim de diminuir o 
número de indivíduos que se deseja combater. 
 5. (Enem) Um grupo de ecólogos esperava encon-
trar aumento de tamanho das acácias, árvores 
preferidas de grandes mamíferos herbívoros 
africanos, como girafas e elefantes, já que a 
área estudada era cercada para evitar a entrada 
desses herbívoros. Para espanto dos cientistas, 
as acácias pareciam menos viçosas, o que os 
levou a compará-las com outras de duas áreas 
de savana: uma área na qual os herbívoros cir-
culam livremente e fazem podas regulares nas 
acácias, e outra de onde eles foram retirados há 
15 anos. O esquema a seguir mostra os resulta-
dos observados nessas duas áreas.
acácias
SIM NÃO
presença de
 herbívoros
pode das
 acácias
acácias sem
 poda
 maior
produção
de néctar
 menor
produção
de néctar
domínio das formigas
 da espécie 1, que
dependem do néctar
aumento e domínio de
formigas da espécie 2
 diminuição de
formigas da espécie 2
ataque de besouros e
 outros insetos
preservação das
 acácias
enfraquecimento
 das acácias
Internet: <cienciahoje.uol.com.br> (com adaptações).
40
De acordo com as informações acima: 
a) a presença de populações de grandes mamífe-
ros herbívoros provoca o declínio das acácias. 
b) os hábitos de alimentação constituem um padrão 
de comportamento que os herbívoros aprendem 
pelo uso, mas que esquecem pelo desuso. 
c) as formigas da espécie 1 e as acácias man-
têm uma relação benéfica para ambas.
d) os besouros e as formigas da espécie 2 con-
tribuem para a sobrevivência das acácias.
e) a relação entre os animais herbívoros, as 
formigas e as acácias é a mesma que ocorre 
entre qualquer predador e sua presa.
E.O. UErJ 
ExAmE dE QUAliFiCAçãO
 1. (UERJ) Em um ecossistema lacustre habi-
tado por vários peixes de pequeno porte, foi 
introduzido um determinado peixe carnívo-
ro. A presença desse predador provocou va-
riação das populações de seres vivos ali exis-
tentes, conforme mostra o gráfico a seguir.
A curva que indica a tendência da variação 
da população de fitoplâncton nesse lago, 
após a introdução do peixe carnívoro, é a 
identificada por:
a) W.
b) X.
c) Y.
d) Z.
E.O. UErJ 
ExAmE disCUrsivO
 1. (UERJ) Em um costão da baía de Guanabara 
existe um tipo de cadeia alimentar que pode 
ser assim descrito:
 § a lesma-do-mar se alimenta de um deter-
minado tipo de alga;
 § microcrustáceos se alimentam do muco 
que reveste a pele da lesma-do-mar;
 § pequenos peixes, como o peixe-borboleta e 
o paru, alimentam-se dos microcrustáceos.
Identifique e descreva as relações ecológicas 
existentes entre:
 § a lesma-do-mar e a alga;
 § o peixe-borboleta e o paru. 
 2. (UERJ) Duas espécies de plantas faneróga-
mas, X e Y, de porte semelhante, foram cul-
tivadas em duas situações experimentais:
I. independentemente – cada planta em um vaso;
II. em conjunto – as duas plantas em um 
mesmo vaso.
Em ambas as situações, todas as demais con-
dições ambientais foram mantidas idênticas.
Ao final de algum tempo de cultivo, mediu-
-se o comprimento da parte aérea desses ve-
getais. Os resultados estão apresentados no 
gráfico a seguir.
a) Identifique a provável relação ecológica pre-
sente na situação experimental II e justifi-
que a diferença de comprimento da parte 
aérea dos vegetais verificada nesta situação.
b) Cite duas características exclusivas das fane-
rógamas e os dois principais grupos em que 
esses vegetais são divididos. 
 3. (UERJ) Um ecossistema pode ser drastica-
mente alterado pelo surgimento ou pelo de-
saparecimento de espécies de seres vivos.
a) Um ambiente em equilíbrio é habitado por 
indivíduos pertencentes a três diferentes 
grupos: produtores, consumidores de 1a or-
dem e consumidores de 2a ordem. Em um 
determinado momento, ocorreu uma súbita 
extinção dos consumidores secundários.
 O gráfico a seguir representa a variação, em 
função do tempo, do número de produtores 
e de consumidores de 1a ordem nesse ecos-
sistema e o momento da extinção dos consu-
midores de 2a ordem.
41
 Indique as curvas do gráfico que correspondem, 
respectivamente, aos produtores e aos consumi-
dores de 1a ordem e justifique sua resposta.
b) O molusco bivalve ‘Isognomon bicolor’, um 
bioinvasor trazido ao Brasil por plataformas 
de petróleo, cascos ou águas de lastro de 
navios, vem rapidamente ocupando o nicho 
ecológico de bivalves nativos.
 Explique como a rápida expansão populacio-
nal dos organismos bioinvasores pode alte-
rar a diversidade biológica. 
 4. (UERJ) Os gráficos adiante apresentam as dis-
tribuições de frequência percentual dos indi-
víduos de duas espécies de moluscos fitófagos, 
em relação ao comprimento de suas conchas, 
nas condições de alopatria e de simpatria.
Na simpatria, ao contrário da alopatria, as 
espécies ocupam o mesmo espaço geográfico.
(Adaptado de PIANKA, Eric R. Evolutionaryecology. 
Nova York: Harper Collins College Publishers, 1994.)
a) Identifique o tipo de interação existente 
entre as espécies que explica as diferen-
ças observadas nos gráficos. Justifique sua 
resposta.
b) Cite dois fatores relacionados ao nicho eco-
lógico que permitem, às duas espécies men-
cionadas, permanecer em simpatria. 
 5. (UERJ) Os três pássaros abaixo, identifica-
dos pelas letras A, B e C, coexistem na mes-
ma floresta. Cada um deles se alimenta de 
insetos que vivem em locais diferentes da 
mesma árvore, indicados pelos círculos.
(COX, C. Barry e MOORE, Peter D. “Biogeography”. 
London: Blackwell Science, 1993.)
a) Indique o tipo de relação ecológica existente 
entre esses pássaros e os insetos.
b) Explique o fato de não existir competição 
direta entre os pássaros. 
E.O. ObJEtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
 1. (Unicamp 2017) Pesquisadores analisaram 
o número de polinizadores, a biodiversidade 
e o rendimento de cultivos dependentes de 
polinizadores (maçã, pepino, caju, café, fei-
jão, algodão e canola, entre outros) em pro-
priedades da África, Ásia e América do Sul. 
Nos países analisados, o rendimento agrícola 
cresceu de acordo com a densidade de poli-
nizadores, indicando que a redução na po-
pulação de abelhas e outros insetos poderia 
ser parcialmente responsável pela queda de 
produtividade.
Adaptado de: http://revistapesquisa.fapesp.
br/2016/01/21/insetos-elevam-produtividade-agricola/.
Os resultados obtidos com a pesquisa relata-
da acima sugerem que: 
a) a presença de insetos nas lavouras pode ser 
uma das causas da queda de produtividade e 
biodiversidade.
b) práticas agrícolas convencionais, com uso de 
pesticidas, favorecem os polinizadores e au-
mentam a produtividade.
42
c) a adoção de medidas que ofereçam condições de 
vida mais favoráveis a polinizadores pode resul-
tar em aumento de produtividade do feijão.
d) a biodiversidade observada na África, Ásia 
e América do Sul demanda uso intenso de 
defensivos agrícolas.
 2. (Unicamp) Os insetos, especialmente aque-
les com modo de vida social, estão entre os 
animais mais abundantes na Terra. São inse-
tos sociais, que vivem em colônias: 
a) formigas, borboletas, besouros.
b) abelhas melíferas, formigas, cupins.
c) besouros, abelhas melíferas, moscas.
d) cupins, libélulas, cigarras.
 3. (Unicamp) Os diagramas abaixo ilustram 
a frequência percentual de indivíduos com 
diferentes tamanhos de bico, para duas es-
pécies de tentilhões (gênero Geospiza) en-
contradas em três ilhas do arquipélago de 
Galápagos, no oceano Pacífico. As frequên-
cias de indivíduos com bicos de diferentes 
profundidades (indicadas pelas setas) são 
mostradas para cada espécie, em cada ilha. 
Sabendo-se que ambas as espécies se ali-
mentam de sementes, indique a interpreta-
ção correta para os resultados apresentados.
a) Trata-se de um exemplo de cooperação entre 
as duas espécies, que procuram por alimento 
juntas, quando estão em simpatria.
b) Trata-se de um exemplo de deslocamento de 
caracteres resultante de competição entre as 
duas espécies na situação de simpatria.
c) Trata-se de um exemplo de predação mútua 
entre as espécies, levando à exclusão de G. 
fuliginosa na ilha Daphne, e de G. fortis na 
ilha Los Hermanos.
d) Trata-se de um caso de repulsa mútua entre 
as duas espécies, sendo mais perceptível nas 
ilhas Daphne e Los Hermanos.
 4. (Unesp) “Tudo começa com os cupins ala-
dos, conhecidos como aleluias ou siriris. 
Você já deve ter visto uma revoada deles na 
primavera. São atraídos por luz e calor, e 
quando caem no solo perdem suas asas. Ma-
chos e fêmeas se encontram formando ca-
sais e partem em busca de um local onde vão 
construir os ninhos. São os reis e as rainhas. 
Dos ovos nascem as ninfas, que se diferen-
ciam em soldados e operários. Estes últimos 
alimentam toda a população, passando a co-
mida de boca em boca. Mas, como o alimento 
não é digerido, dependem de protozoários 
intestinais que transformam a celulose em 
glicose, para dela obterem a energia.
Mas do que se alimentam? Do tronco da árvo-
re de seu jardim, ou da madeira dos móveis e 
portas da sua casa.
Segundo os especialistas, existem dois tipos 
de residência: as que têm cupim e as que 
ainda terão”.
(Texto extraído de um panfleto publicitário de 
uma empresa dedetizadora. Adaptado.)
No texto, além da relação que os cupins es-
tabelecem com os seres humanos, podem ser 
identificadas três outras relações ecológicas. 
A sequência em que aparecem no texto é: 
a) sociedade, mutualismo e parasitismo.
b) sociedade, comensalismo e predatismo.
c) sociedade, protocooperação e inquilinismo.
d) colônia, mutualismo e inquilinismo.
e) colônia, parasitismo e predatismo.
 5. (Unicamp) O vazamento de petróleo no Golfo 
do México, em abril de 2010, foi considerado 
o pior da história dos EUA. O vazamento cau-
sou o aparecimento de uma extensa mancha 
de óleo na superfície do oceano, ameaçando 
a fauna e a flora da região. Estima-se que o 
vazamento foi da ordem de 800 milhões de 
litros de petróleo em cerca de 100 dias. 
Os corais, espalhados por grande extensão 
de regiões tropicais dos oceanos e mares do 
globo terrestre, formam os recifes ou bancos 
de corais e vivem em simbiose com alguns 
tipos de algas. No caso do acidente no Golfo 
do México, o risco para os corais se deve: 
a) às substâncias presentes nesse vazamento, 
que matariam vários peixes que serviriam de 
alimento para os corais.
b) ao branqueamento dos corais, causado pela 
quantidade de ácido clorídrico liberado jun-
tamente com o óleo.
c) à redução na entrada de luz no oceano, que 
diminuiria a taxa de fotossíntese de algas, re-
duzindo a liberação de oxigênio e nutrientes 
que seriam usados pelos pólipos de corais.
d) à absorção de substância tóxica pelos póli-
pos dos cnidários, formados por colônias de 
protozoários que se alimentam de matéria 
orgânica proveniente das algas.
 6. (Unifesp) Vários mamíferos dependem da 
celulose como fonte de energia e, no entan-
to, nenhum deles possui enzimas que de-
compõem esse carboidrato de cadeia longa. 
Para isso, contam com a ação de bactérias e 
protozoários que vivem em seus estômagos 
43
e quebram a celulose. Sobre esse processo, 
foram feitas as seguintes afirmações:
I. A relação estabelecida entre tais bacté-
rias e protozoários e o mamífero é deno-
minada inquilinismo.
II. A celulose é obtida da parede celular de 
fungos e de plantas, ingeridos na alimen-
tação desses mamíferos.
III. A quebra da celulose pelos micro-organis-
mos produzirá amido, açúcares e ácidos 
graxos e, para tais compostos, os mamífe-
ros possuem enzimas digestivas.
IV. O metabolismo celular desses micro-orga-
nismos não utiliza o oxigênio como re-
ceptor final de elétrons.
Estão corretas somente: 
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.
 7. (Unifesp) A predação é uma interação bioló-
gica na qual o predador alimenta-se de outro 
indivíduo inteiro, a presa, causando a mor-
te desta. Considerando esta definição como 
correta, ocorre predação quando: 
a) lagarta come folha de árvore.
b) vírus HIV infecta célula sanguínea.
c) ave come semente.
d) fungo digere tronco de árvore.
e) tênia habita o intestino do porco.
 8. (UFSCar) Em um experimento, populações 
de tamanho conhecido de duas espécies de 
insetos (A e B) foram colocadas cada uma 
em um recipiente diferente (recipientes 1 e 
2). Em um terceiro recipiente (recipiente 3), 
ambas as espécies foram colocadas juntas.
 
Durante certo tempo, foram feitas contagens 
do número de indivíduos em cada recipiente 
e os resultados representados nos gráficos.
A partir desses resultados, pode-se concluir que: 
a) a espécie A se beneficia da interação com a 
espécie B.
b) o crescimento populacional da espécie A in-depende da presença de B.
c) a espécie B depende da espécie A para man-
ter constante o número de indivíduos.
d) a espécie B tem melhor desempenho quando 
em competição com a espécie A.
e) o número de indivíduos de ambas se mantém 
constante ao longo do tempo quando as duas 
populações se desenvolvem separadamente.
 9. (Unesp) A figura apresenta a variação na 
produção de sementes pela população de 
uma espécie de árvore, observada pelo perí-
odo de 20 anos. As setas representam o perí-
odo em que foi aplicado na área um produto 
químico utilizado para o controle de pragas.
Analisando o comportamento da curva, po-
de-se afirmar que o produto químico utiliza-
do provavelmente elimina: 
a) outras espécies de plantas que competem 
por nutrientes com a planta observada.
b) os insetos que se alimentam das sementes 
dessa planta.
c) os pássaros que se alimentam dos frutos des-
sa planta e que promovem a dispersão das 
sementes.
d) os polinizadores dessa planta.
e) os micro-organismos patogênicos que infec-
tam essa planta.
 10. (Unifesp) Para uma dieta rica em nitrogê-
nio, é recomendado o consumo de certos ali-
mentos, como o feijão e a soja. Isso, porque 
organismos ....................... vivem em uma 
relação de ....................... com essas plan-
tas e promovem a ......................., fenômeno 
que consiste na ....................... no solo.
Nesse texto, as lacunas devem ser completa-
das, respectivamente, por: 
a) quimiossintetizantes – mutualismo – nitrifi-
cação – formação de nitratos
b) fotossintetizantes – mutualismo – nitrifica-
ção – degradação de nitratos
c) heterotróficos – mutualismo – desnitrifica-
ção – formação de nitratos
d) autotróficos – inquilinismo – desnitrificação 
– degradação de amônia
e) quimiossintetizantes – parasitismo – nitrifi-
cação – formação de nitritos
44
E.O. dissErtAtivAs (UnEsp, 
FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
 1. (Unicamp) As figuras abaixo representam 
interações ecológicas.
a) Pode-se afirmar que as interações ecológi-
cas representadas em A e B são associações? 
Justifique sua resposta.
b) Cite duas interações ecológicas harmônicas. 
 2. (Fuvest) Determinada planta do cerrado 
abriga formigas, cigarrinhas, predadores e 
parasitas de cigarrinhas e também herbívo-
ros que causam dano foliar. Os gráficos abaixo 
mostram os resultados de estudo sobre rela-
ções entre os animais e entre eles e a planta.
 § Gráfico I: Número médio de cigarrinhas, 
em plantas com e sem formigas, ao longo 
de duas semanas.
 § Gráfico II: Número médio de predadores e 
parasitas das cigarrinhas, em plantas com 
e sem formigas, ao longo de duas semanas.
 § Gráfico III: Porcentagem de dano foliar 
em plantas com e sem associação entre 
formigas e cigarrinhas.
 
 
K. Del-Claro & H. M. Torezan-Silingardi. Ecologia das 
Interações Plantas-Animais, 2012. Adaptado.
Com base nos resultados representados nos 
gráficos, responda:
a) A associação entre formigas e cigarrinhas é 
benéfica ou é prejudicial para alguma dessas 
populações de insetos? Cite o(s) gráfico(s) 
que permite(m) tal conclusão.
b) A associação entre formigas e cigarrinhas é 
benéfica ou prejudicial para a planta? Justi-
fique sua resposta. 
 3. (Unesp) Pesquisadores da Uni-
versidade de Harvard investiga-
ram o efeito invasivo da planta 
Alliaria petiolata sobre o crescimento de mu-
das de árvores nativas que apresentam ra-
ízes em associação com fungos micorrizas. 
Eles sabiam que a Alliaria petiolata não se 
associa às micorrizas. Em um experimen-
to, eles cultivaram mudas de três espécies 
de árvores: Acer saccharum, Acer rubrum e 
Faxinus americana em quatro tipos de solos 
diferentes, garantindo que as demais con-
dições ambientais fossem as mesmas. Duas 
das amostras de solo foram coletadas de um 
local invadido por Alliaria petiolata, sendo 
que uma dessas amostras foi esterilizada. 
As outras duas amostras de solo foram re-
colhidas de um local não invadido por Allia-
ria petiolata, sendo uma delas esterilizada. 
Depois de quatro meses de crescimento, os 
pesquisadores colheram brotos e raízes de 
todas as plantas e determinaram o aumento 
de biomassa seca. As raízes também foram 
analisadas em relação à porcentagem de co-
lonização por micorrizas.
Que efeito a Alliaria petiolata causa sobre a 
colonização das raízes por micorrizas e qual a 
vantagem deste efeito para a Alliaria petiolata?
Como a associação entre as micorrizas e as 
raízes das mudas influencia o aumento da 
biomassa seca? Qual vantagem as micorrizas 
obtêm com essa associação? 
 4. (Unesp) A microbiota normal do homem é co-
lonizada por diversos microrganismos que es-
tão de forma comensal, sendo a Candida spp. 
o fungo oportunista mais comum, podendo 
assim se tornar patogênica, caso ocorram alte-
rações nos mecanismos de defesa do homem.
(www.revistaapi.com)
45
O texto afirma que vários microrganismos in-
teragem com o ser humano de forma comen-
sal. No contexto das relações ecológicas inte-
respecíficas, explique o que isso significa e dê 
mais um exemplo desse tipo de interação.
No caso da Candida spp. se tornar patogênica, 
como se denomina a relação interespecífica 
entre esse fungo e o ser humano? Justifique 
sua resposta. 
 5. (Fuvest) Considere duas populações das es-
pécies A e B, que podem viver separadamente 
e que, se reunidas, estabelecem interações in-
terespecíficas.
Os gráficos abaixo representam o crescimento 
dessas populações.
Considere que populações das espécies A e B 
foram reunidas.
a) Admitindo que a espécie A é parasita da 
espécie B, represente, nas coordenadas do 
gráfico abaixo, o que é esperado para o cres-
cimento da população da espécie B.
b) Admitindo que a espécie A é comensal da 
espécie B, represente, nas coordenadas do 
gráfico abaixo, o que é esperado para o cres-
cimento da população da espécie B.
 6. (Fuvest) Num estudo, a população do inseto 
Caliothrips phaseoli (espécie A) permaneceu 
isolada de outros insetos; o gráfico 1 abaixo 
mostra o número médio de indivíduos por 
planta, registrado ao longo de seis semanas.
 
Em outra situação do estudo, os insetos da 
espécie Caliothrips phaseoli (espécie A) fo-
ram mantidos na presença de insetos da es-
pécie Orius insidiosus (espécie B). O gráfico 
2 mostra o número médio de insetos da es-
pécie A por planta.
 
a) Cite um tipo de interação ecológica que pos-
sa ter ocorrido entre as espécies A e B. Que 
informação fornecida nos gráficos apoia sua 
resposta?
b) Cite um tipo de interação ecológica entre as 
espécies A e B, que não seja compatível com 
os dados apresentados nos gráficos. Para se-
rem compatíveis com a interação ecológica 
citada, os números médios de indivíduos por 
planta, no gráfico 2, deveriam ser maiores 
ou menores? Justifique sua resposta. 
 7. (Unesp) Nos troncos de várias árvores do 
quintal de Dona Márcia, crescem exemplares 
de Oncidium sp., a chuva-de-ouro, uma es-
pécie de orquídea nativa da Mata Atlântica 
que produz numerosos cachos de flores pe-
quenas e amarelas.
Antes da floração, são comuns o ataque de 
pulgões, que costumam sugar a seiva das has-
tes novas, e, também, o aparecimento de jo-
aninhas, que se alimentam desses animais e 
controlam naturalmente a população de pul-
gões.
46
Quando da floração, as plantas são visitadas 
por diferentes espécies de abelhas, que dis-
putam o pólen e o óleo secretado por glân-
dulas da flor. Esse óleo é utilizado pelas abe-
lhas na alimentação de suas larvas.
O texto traz vários exemplos de diferentes 
relações interespecíficas. Cite quatro delas, 
relacionando-as ao exemplo do texto, e ex-
plique-as em termos de benefício ou de pre-
juízo para as espécies envolvidas. 
 8. (Unicamp) A distribuição de uma espécie em 
uma determinada área pode ser limitada por 
diferentesfatores bióticos e abióticos. Para 
testar a influência de interações bióticas na 
distribuição de uma espécie de alga, um pes-
quisador observou a área ocupada por ela na 
presença e na ausência de mexilhões e/ou 
ouriços-do-mar. Os resultados do experimen-
to estão representados no gráfico abaixo:
 
Legenda: 
A. sem ouriços-do-mar e sem mexilhões;
B. sem ouriços-do-mar e com mexilhões;
C. sem mexilhões e com ouriços-do-mar;
D. com ouriços-do-mar e com mexilhões;
a) Que tipo de interação biótica ocorreu no expe-
rimento? Que conclusão pode ser extraída do 
gráfico quando se analisam as curvas B e C? 
b) Cite outros dois fatores bióticos que podem 
ser considerados como limitadores para a 
distribuição de espécies. 
 9. (Unifesp) Copaifera langsdorffii é uma ár-
vore de grande porte, amplamente distribu-
ída pelo Brasil e conhecida popularmente 
como copaíba.
A dispersão das sementes da copaíba é feita 
por aves frugívoras.
a) Indique e explique objetivamente a relação 
ecológica que se estabelece entre a copaíba 
e as aves frugívoras.
b) Considerando que as sementes poderiam ger-
minar ao redor da planta-mãe, por que a dis-
persão é importante para a espécie vegetal? 
 10. (Unicamp) Ao estudar os animais de uma 
mata, pesquisadores encontraram borboletas 
cuja coloração se confundia com a dos tron-
cos em que pousavam mais frequentemente; 
louva-a-deus e mariposas que se asseme-
lhavam a folhas secas; e bichos-pau seme-
lhantes a gravetos. Observaram que muitas 
moscas e mariposas assemelhavam-se mor-
fologicamente a vespas e a abelhas e nota-
ram, ainda, a existência de sapos, cobras e 
borboletas com coloração intensa, variando 
entre vermelho, laranja e amarelo.
a) No relato dos pesquisadores estão descri-
tos alguns exemplos de adaptações por eles 
caracterizadas como mimetismo e camufla-
gem. Identifique no texto um exemplo de 
camuflagem. Explique uma vantagem dessas 
adaptações para os animais.
b) No texto são citados vários animais, entre 
eles sapos e cobras. Esses animais pertencem 
a grupos de vertebrados que apresentam di-
ferenças relacionadas com a reprodução. In-
dique duas dessas diferenças. 
gAbAritO
E.O. AprEndizAgEm
1. D 2. E 3. A 4. D 5. D
6. D 7. A 8. B 9. B 10. A
E.O. FixAçãO
1. A 2. C 3. C 4. A 5. D
6. C 7. D 8. C 9. E 10. D
E.O. COmplEmEntAr
1. D 2. B 3. D 4. B 5. B
E.O. dissErtAtivO
 1. 
a) Podemos identificar relações de parasi-
tismo entre: carrapato × gado bovino e 
erva-de-passarinho × árvore hospedeira
47
b) Relações interespecíficas de benefício 
mútuo: liquens (algas + fungos) – mutu-
alismo
 anu × boi – cooperação 
 Relação intraespecífica: cupinzeiro – 
sociedade
 2. Os liquens são associações simbióticas de mu-
tualismo entre fungos e algas. Os fungos que 
formam liquens são, em sua grande maioria, 
ascomicetos (98%), sendo o restante, basi-
diomicetos. As algas envolvidas nesta asso-
ciação são as clorofíceas e cianobactérias. Os 
fungos desta associação recebem o nome de 
micobionte e a alga, fotobionte, pois é o orga-
nismo fotossintetizante da associação.
 3. 
a) As curvas do gráfico 2 se assemelham às 
do gráfico 1 pois as 2 espécies de para-
mécios não ocupam o mesmo nicho ecoló-
gico, não competindo entre si e manten-
do o mesmo comportando populacional 
quando em cultura mista. 
b) O deslocamento dos paramécios é permiti-
do pelo batimento dos cílios, prolongamen-
tos celulares pequenos e numerosos, for-
mados por nove arranjos de 2 microtúbulos 
periféricos e um de microtúbulos centrais 
(organização microtubular na base 9 + 2) e 
revestidos pela membrana plasmática. 
 4. 
a) Os liquens são formados pela associação 
de algas verdes unicelulares e fungos ou 
ainda, cianobactérias e fungos. 
b) As bactérias e fungos, ou algas e fungos 
que compõem o líquen vivem em mutu-
alismo, pois permite a ambos viver em 
locais em que, isoladamente, não conse-
guiriam se estabelecer. As algas ou ciano-
bactérias transferem para o fungo carboi-
dratos e composto nitrogenado, o fungo 
porporciona um ambiente física apro-
priado no qual o fitobionte pode crescer 
e absorver os minerais necessários, além 
de protegê-lo da dissecação. 
c) A produção de nutrientes ocorre através 
da fotossíntese realizada pela alga verde, 
enquanto o fungo, heterótrofo, retém a 
umidade e absorve os sais minerais ne-
cessários. 
 5. Micorriza ou Micorrhyzum é uma associação 
mutualística do tipo simbiótico, existente 
entre certos fungos e raízes de algumas plan-
tas.
As micorrizas formam-se quando as hifas de 
um fungo invadem as raízes de uma planta. 
As hifas vão auxiliar as raízes da planta na 
função de absorção de água e sais minerais 
do solo, já que aumentam a superfície de 
absorção ou rizosfera. Deste modo as plan-
tas podem absorver mais água e adaptar-
-se a climas mais secos. Os fungos, como 
“pagamento” dos seus serviços, recebem da 
planta os fotoassimilados (carboidratos), 
que necessitam para a sua sobrevivência e 
que não conseguem sintetizar, pois não pos-
suem clorofila.
 6. 
a) Inicialmente, os roedores competem en-
tre si por recursos do meio em que vivem, 
enquanto a espécie invasora é predadora 
dos roedores de coloração creme.
b) A espécie invasora atua como fator sele-
tivo sobre a população de roedores, redu-
zindo os animais de coloração creme, e 
permitindo a reprodução e aumento da 
população de roedores pretos e cinzas, 
que não são presas da espécie invasora, 
além de não competirem entre si. 
 7. Os resultados apresentados nos gráficos re-
presentam o princípio de Gause, ou princí-
pio da exclusão competitiva, que propõe que 
duas espécies que vivem no mesmo habitat 
não podem ocupar o mesmo nicho ecológico, 
assim, ocorre uma competição entre os orga-
nismos, levando a eliminação da população 
de Paramecium caudatum. 
 8. Mimetismo consiste na presença, por parte 
de determinados organismos denominados 
mímicos, de características que os confun-
dem com um outro grupo de organismos. Por 
exemplo o bicho-folha é confundido com a 
folha de determinada espécie de planta.
Em certas situações, o animal pode adotar a 
camuflagem como um modo de se proteger 
de seus predadores e de conseguir obter as 
suas presas.
Na camuflagem, o animal consegue se mistu-
rar ao ambiente, ou seja, suas cores se con-
fundem com as cores do local, de forma que 
fica difícil saber onde ele está.
 9. De acordo com o gráfico, a migração para 
zonas superficiais superiores permite aos 
copépodes se alimentarem do fitoplâncton e 
zooplâncton disponíveis nessa região. Quan-
do a migração ocorre durante a noite, o co-
pépode fica protegido contra a predação.
E.O. EnEm
1. C 2. C 3. D 4. A 5. C
E.O. UErJ 
ExAmE dE QUAliFiCAçãO
1. A
E.O. UErJ 
ExAmE disCUrsivO
48
 1. Lesma-do-mar e alga: herbivorismo (preda-
tismo). Ocorre entre um animal herbívoro e 
o vegetal do qual ele se alimenta.
Peixe-borboleta e paru: competição. Ocorre 
quando um mesmo recurso do meio ambien-
te é disputado por organismos pertencentes 
ao mesmo nicho ecológico. 
 2. 
a) Competição interespecífica.
Quando colocadas em um mesmo vaso, as 
duas espécies competem por nutrientes 
limitados, sendo que a espécie X é mais 
eficiente na captação desses recursos, con-
seguindo um melhor desenvolvimento.
b) Apresentar sementes e órgãos reproduti-
vos evidentes.
Gimnospermas e angiospermas. 
 3. 
a) Produtores – curva Y
Consumidores de 1a ordem – curva X
 Haverá, inicialmente, um aumento dos con-
sumidores de 1a ordem, ocasionado pela ex-
tinção de seus predadores, que são os con-
sumidores de 2a ordem. Em consequência, 
ao longo do tempo, ocorrerá um declínio da 
população de produtores. A falta de alimen-
to levará, em seguida, a uma diminuição da 
populaçãode consumidores primários.
b) Os organismos invasores, ganhando a 
competição por nichos ecológicos de es-
pécies nativas, vão aumentar sua popula-
ção de maneira desordenada, diminuindo 
a diversidade biológica. 
 4. 
a) Competição interespecífica.
 Ocorre divergência de caracteres, o que 
sugere a separação de nichos ecológicos 
entre competidores em potencial.
b) Dois dentre os fatores:
 § as espécies estão ativas em tempos di-
ferentes
 § as espécies exploram micro-habitats 
diferentes
 § as espécies se alimentam de recursos 
diferentes 
 5. 
a) Predatismo.
b) Os pássaros em questão exploram dife-
rentes microambientes. O pássaro A con-
some os insetos das folhas, o pássaro B 
se alimenta dos insetos dos pecíolos e C 
é predador dos insetos que se localizam 
nos ramos principais. 
E.O. ObJEtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
1. C 2. B 3. B 4. A 5. C
6. E 7. C 8. D 9. D 10. A
E.O. dissErtAtivAs 
(UnEsp, FUvEst, UniCAmp E UniFEsp)
 1. 
a) Não. Na situação A não haverá coexistên-
cia entre os indivíduos relacionados, uma 
vez que a presa será digerida no canal ali-
mentar do predador. Na situação B, nota-
-se uma associação, porque os organismos 
passam a conviver. O micro-organismo 
pode passar a viver no trato disgestório 
do ruminante e auxiliar na digestão da 
celulose ingerida.
b) São interações ecológicas harmônicas 
interespecíficas: protocooperação, mu-
tualismo, comensalismo, inquilinismo e 
epifitismo. 
 2. 
a) A associação entre formigas e cigarrinhas 
é benéfica. Os gráficos I e II permitem 
essa correlação.
b) Benéfica. O gráfico III mostra que o nú-
mero de plantas com danos foliares é 
maior na ausência da associação com a 
população de formigas. 
 3. Os experimentos mostram que a planta 
Allinaria petrolata deve produzir substân-
cias que inibem a colonização das raízes por 
micorrizas. A vantagem para a planta inva-
sora é diminuir o crescimento de vegetais 
competidores e, consequentemente, melho-
rar o seu desenvolvimento.
A associação entre as micorrizas e as raízes 
das mudas influencia o aumento da biomas-
sa seca das plantas, pois os fungos ampliam 
a capacidade de absorção radicular das ra-
ízes. Os fungos formadores das micorrizas 
obtêm das raízes a matéria orgânica neces-
sária ao seu desenvolvimento e reprodução.
 4. A interação comensal entre micro-organismos 
e o homem é uma relação ecológica harmôni-
ca e interespecífica. Nessa relação, os micro-
-organismos são favorecidos e o homem não é 
prejudicado. A bactéria Escherichia coli é um 
comensal do intestino humano.
No caso da Candida sp. se tornar patogênica, 
ela é considerada uma espécie parasita.
Na relação de parasitismo, o hospedeiro é 
prejudicado e o parasita, favorecido. 
 5. Observe os gráficos a seguir:
a) b) 
 
49
 6. 
a) Competição interespecífica ou predatis-
mo. Na presença do inseto pertencente à 
espécie B, a população de insetos da es-
pécie A sofreu considerável declínio.
b) Cooperação ou mutualismo. Nesse caso a 
curva populacional indicada no gráfico B 
deveria ser maior por serem estas intera-
ções harmônicas que propiciam maior ca-
pacidade de sobrevivência e reprodução 
das populações em interação.
 7. pulgões × orquídeas – parasitismo. Os pul-
gões se alimentam da seiva elaborada produ-
zida pelas orquídeas. As orquídeas são preju-
dicadas.
joaninhas × pulgões – predatismo. As joa-
ninhas matam comem os pulgões. As joani-
nhas são beneficiadas.
abelhas × orquídeas – mutualismo. As abe-
lhas polinizam as plantas e lhes garante va-
riabilidade genética por meio da polinização 
cruzada.
abelhas × abelhas – competição. As diferen-
tes espécies de abelhas competem pelo pólen 
das flores das orquídeas. 
 8. 
a) Predação. O gráfico mostra que os ouri-
ços-do-mar são os maiores predadores 
das algas.
b) Entre os fatores bióticos que podem limi-
tar o crescimento e distribuição das espé-
cies estão: disponibilidade de alimento, 
parasitismo, competição e amensalismo. 
 9. 
a) A relação que se estabelece entre a copaí-
ba e as aves frugívoras recebe o nome de 
protocooperação, uma relação em que as 
duas espécies envolvidas se beneficiam 
sem que haja a obrigatoriedade dessa 
associação. Ao se alimentar de frutos da 
copaíba, as aves também engolem as se-
mentes dessa planta e as eliminam junto 
com as fezes em local distante.
b) A dispersão é importante para evitar a 
competição intraespecífica. No caso da 
copaíba, que é uma árvore de grande por-
te, uma semente que caísse ao redor da 
planta-mãe, teria dificuldades em con-
seguir a luminosidade adequada e seria 
obrigada a disputar a umidade e os nu-
trientes do solo com a planta-mãe. Além 
disso, a dispersão promove a conquista de 
novos ambientes para a planta. 
 10. 
a) Exemplos de camuflagem: borboletas cuja 
coloração se confundia com a dos troncos 
em que pousavam mais frequentemente; 
louva-a-deus e mariposas que se asse-
melhavam a folhas secas; bichos-pau se-
melhantes a gravetos. Vantagens dessas 
adaptações: o mimetismo e a camuflagem 
são fenômenos que oferecem proteção 
contra a predação. Ao se camuflarem ou 
se assemelharem a outras espécies, os 
animais podem ainda confundir a presa, 
passando despercebidos, e assim preda-
rem mais facilmente.
b) Como diferenças entre a reprodução dos 
anfíbios e a dos répteis, podem ser cita-
das: Os anfíbios apresentam fecundação 
externa; dependem da água para fecun-
dação; seus ovos não têm casca e são pos-
tos em meio aquático; apresentam fase 
larval (girinos); apresentam metamorfo-
se e são anamniotas. Por sua vez, os rép-
teis apresentam fecundação interna; não 
dependem da água para fecundação; seus 
ovos têm casca; não apresentam fase lar-
val nem metamorfose e são amniotas.

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