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© 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 1 Capítulo 1 Introdução Computer Networking: A Top Down Approach 6th edition Jim Kurose, Keith Ross Addison-Wesley March 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ REDES DE COMPUTADORES PROFa. ATSLANDS ROCHA Fonte: Slides James Kurose Copyright 2010/2012 J.F Kurose e K.W. Ross. Todos os direitos reservados. © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 2 Capítulo 1: Agenda 1.1 O que é a Internet? Terminologia 1.2 Borda da rede q sistemas finais, enlaces 1.3 Núcleo da rede q comutação de circuitos, comutação de pacotes, estrutura da internet 1.4 Atraso, perda e vazão nas redes comutadas por pacotes 1.5 Camadas de protocolos, modelos de serviços © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 3 O que é a Internet: Visão dos elementos básicos • Disposi.vos de computação conectados – hosts = sistemas finais – executando aplicações de rede • Enlaces de comunicação – fibra, cobre, rádio, satélite – taxa de transmissão (bps) • Roteadores e switches: encaminham pacotes (porção de dados) rotas/caminhos = sequência de enlaces e comutadores de pacotes Rede doméstica Rede institucional Rede móvel ISP global ISP regional roteador PC servidor laptop sem fio celular enlaces com fio pontos de acesso © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 4 Coisas da Internet Sala inteligente Torradeira preparada para Internet + previsor de tempo Tweet-a-watt: monitor de energia Geladeira IP © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 5 O que é a Internet: Visão dos elementos básicos • Internet: “rede de redes” – ISPs interconectados – Cada ISP é é uma rede de comutadores de pacotes + enlaces de comutação • Protocolos: controlam o envio e recepção de msgs – ex: TCP, IP, HTTP, 802.11 • Padrões da Internet – RFC: Request For Comments – IETF: Internet Engineering Task Force – IEEE 802 (Ethernet e Wireless) Rede doméstica Rede institucional Rede móvel ISP global ISP regional © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 6 O que é a Internet: Uma visão de serviço • Infraestrutura que provê serviços para aplicações distribuídas: – Web, VoIP, e-‐mail, jogos, redes sociais, compar.lhamento de arquivos • API (Interface de Programacão de Aplicação) – Especifica como o sokware solicita à infraestrutura da Internet que envie dados a um sokware de des.no – Conjunto de regras que o sokware deve cumprir para que a Internet envie os dados ao sokware des.no Rede doméstica Rede institucional Rede móvel ISP global ISP regional © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 7 Para que servem padrões? Fonte: MundoConectado © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 8 O que é um protocolo? Protocolos humanos: • “Que horas são?” • “Tenho uma pergunta” • Apresentações • … Msgs específicas enviadas • … Ações específicas tomadas quando msgs recebidas, ou outros eventos Protocolos de rede: • Máquinas em vez de humanos • Toda a.vidade de comunicação na Internet controlada por protocolos Protocolos definem formato, ordem de msgs enviadas e recebidas entre enAdades de rede e ações tomadas sobre transmissão e recepção de msgs © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 9 O que é um protocolo? Um protocolo humano e um protocolo de rede de computadores: Oi Oi Que horas são? 2h00 Resposta de conexão TCP GET http://www.awl.com/kurose-ross <arquivo> Tempo Solicitação de conexãoTCP © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 10 Visão mais profunda da estrutura de rede • Borda da rede: hosts ou sistemas finais (clientes e servidores) • Redes de acesso, meios ssicos: enlaces de comunicação com e sem fio • Núcleo da rede: – roteadores interconectados – rede de redes Rede doméstica Rede institucional Rede móvel ISP global ISP regional © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 11 Visão mais profunda da estrutura de rede Núcleo da Internet (milhões de nós) Fronteira da Internet (Bilhões de nós) IoT (Trilhões de nós) Logística Medição Inteligente Transporte Logística Smartphones PANs Automação Industrial Fonte: [Zach Shelby e Casten Bormann] © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 12 A borda da rede • Sistemas finais (hosts): – executam programas de aplicação – ex: Web, e-‐mail • Modelo cliente/servidor – host cliente solicita, recebe serviço de servidor sempre a.vo – Ex: navegador/servidor Web; cliente/ servidor de e-‐mail • Modelo P2P (peer-‐peer): – uso mínimo (ou nenhum) de servidores dedicados – Ex: BitTorrent cliente/servidor peer-peer © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitosreservados. slide 13 Rede de Acesso • Rede ssica que conecta um sistema final ao roteador de borda de um caminho par.ndo de um sistema final até outro qualquer. Lembre-‐se: • largura de banda (bits por segundo) da rede de acesso © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 14 Rede de Acesso Domés.co • Acesso à Internet por DSL • Tipos de acesso residencial banda largas predominantes: linha digital de assinante (DSL) ou a cabo rede telefônica modem DSL Notebook telefone residencial Internet DSLAM Linha telefônica existente: Telefone 0-4 KHz; dados upstream 4-50 KHz; dados downstream 50 KHz-1 MHz distribuidor central telefônica © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 15 Rede de Acesso Domés.co • Embora o DSL utilize a infraestrutura de telefone local da operadora, o acesso à Internet a cabo utiliza a infraestrutura de TV a cabo da operadora de televisão. Necessita de modems especiais (modems a cabo) • Uma rede de acesso híbrida fibra-coaxial © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 16 Rede de acesso nas empresas: Ethernet • Normalmente usado em empresas, universidades... • Ethernet a 10 Mbs, 100 Mbps, 1 Gbps, 10 Gbps • Sistemas finais normalmente se conectam ao comutador Ethernet switch Ethernet servidores institucionais (email, Web) roteador enlace institutional para ISP (Internet) © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 17 Rede de acesso nas empresas: móvel De/para terminal de distribuição ou escritório central modem a cabo ou DSL roteador, firewall, NAT Ethernet cabeada (100 Mbps) ponto de acesso sem fio (54 Mbps) dispositivos sem fio frequentemente combinado © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 18 Redes de acesso sem fio • Rede de acesso sem fio compar.lhado conecta sistema final ao roteador – via estação base, também conhecida como “ponto de acesso” • Acesso sem fio de área mais remota: – fornecido pelo operador de telecomunicação (celular) • LANs sem fio: – 802.11b/g/n (WiFi) para a Internet para a Internet © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 19 Meios ssicos • Bit: propaga entre pares de transmissor/receptor através do meio ssico: o que fica entre transmissor e receptor • Meio guiado: – sinais se propagam em meio sólido: cobre, fibra, coaxial • Meio não guiado: – sinais se propagam livremente (ex: rádio) © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 20 O núcleo da rede • Sistemas finais trocam msgs entre si • Comutação de pacotes: hosts transformam msgs em vários pacotes – Entre origem e des.no, cada pacote percorre enlaces de comunicação e comutadores de pacotes. – Tipos principais de comutadores de pacotes: roteadores e switches. © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 21 O núcleo da rede • Malha de roteadores interconectados • Comutação de pacotes: hosts transformam msgs em vários pacotes – Encaminham pacotes de um roteador até o próximo (origem-‐des.no) – Pacotes são transmi.dos por cada enlace a uma taxa igual à de transmissão total © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 22 Comutação de Pacotes • Transmissão Armazena-encaminha: pacote inteiro deve chegar no roteador antes de ser transmitido o primeiro bit para o enlace de saída • L/R seg. para transmitir pacote de L bits em um enlace de R bps (one-hop) exemplo: § L = 7.5 Mbits § R = 1.5 Mbps § (one-hop) atraso de transmissão = 5 sec origem R bps des.no 1 2 3 L bits por pacote R bps © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 23 A B C R = 100 Mb/s R = 1.5 Mb/s D E fila de pacotes esperando para enlace de saída Fila e perda: v Se taxa de chegada (em bits) excede taxa de transmissão do enlace por um período de tempo: § Pacotes são enfileirados, esperam para serem transmitidos § pacotes podem descartados se buffer cheio Comutação de Pacotes © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 24 repasse: move pacotes da entrada do roteador para saída do roteador apropriada roteamento: determina rota de origem-destino para os pacotes § Algoritmo de roteamento algoritmo de roteamento tabela de repasse local cabecalho enlace saída 0100 0101 0111 1001 3 2 2 1 1 2 3 Funções principais (núcleo da rede) endereço destino no cabecalho do pacote de chegada © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 25 Núcleo da rede (alterna.va): comutação de circuitos Recursos fim a fim reservados para “chamada” entre fonte-‐ des.no • Ex: redes de telefonia tradicionais • Recursos dedicados: sem compartilhamento • Segmento de circuito ocioso (se não usado pela chamada) • Um circuito é implementado em um enlace por FDM ouTDM Comutação de pacotes permite que mais usuários usem a rede! © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 26 Comutação de circuitos: FDM e TDM FDM frequência tempo TDM frequência tempo 4 circuitos Exemplo: © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 27 Comutação de circuitos: FDM e TDM • Com FDM, cada circuito dispõe continuamente deuma fração da largura de banda. • Com TDM, cada circuito dispõe de toda a largura de banda periodicamente, durante breves intervalos de tempo. © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 28 Sistemas finais conectados a Internet via acesso ISPs (Provedores de Serviço da Internet). Questão: dado milhões de ISPs de acesso, como interconectá-los? access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net … … … … … Estrutura da Internet: Rede de redes © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 29 access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net … … … … … Opção: conectar cada ISP de acesso a um ISP global? ISPs Cliente e provedor tem acordo econômico. ISP B ISP A ISP C Estrutura da Internet: Rede de redes © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 30 access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net … … … … … ISP B ISP A ISP C IXP IXP peering link Ponto de troca da Internet Emparelhamento de ISPs Estrutura da Internet: Rede de redes ISPs globais devem ser interconectados… © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 31 access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net … … … … … … e redes regionais podem surgir para conectar redes de acesso ao ISPS ISP B ISP A ISP C IXP IXP Rede regional Estrutura da Internet: Rede de redes © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 32 access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net access net … … … … … … e CDNS (ex., Google, Microsoft, Akamai) podem executar sua propria rede, para oferecer serviços, conteúdo próximo ao usuário final ISP B ISP A ISP B IXP IXP Rede regional Rede de provedor de conteúdo Estrutura da Internet: Rede de redes © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 33 access ISP access ISP access ISP access ISP access ISP access ISP access ISP access ISP ISP Regional ISP Regional IXP IXP ISP Nível 1 ISP Nível 1 Google IXP Estrutura da Internet: Rede de redes • no centro: pequeno número de grandes redes conectadas – ISPs nível 1 comerciais (ex., Level 3, Sprint, AT&T, NTT), cobertura nacional & internacional – CDN (ex, Google): rede privada que conecta seus centros de dados à Internet © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 34 ISP nível 1: ex: Sprint … de/para clientes parceria de/para backbone … . ……… POP: ponto de presença • PoP: grupo de roteadores (no mesmo local) na rede do provedor, onde ISPs clientes conectam-se ao ISP provedor. © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 35 Estrutura da Internet: rede de redes • Um pacote passa por muitas redes! ISP nível 1 ISP nível 1 ISP nível 1 ISP nível 2 ISP nível 2 ISP nível 2 ISP nível 2 ISP nível 2 ISP local ISP local ISP local ISP local ISP local ISP nível 3 ISP local ISP local ISP local © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 36 Como perdas e atrasos ocorrem? • 1. dproc: Processamento nodal: – verificar cabeçalho e erros de bit – determinar enlace de saída A B propagação transmissão processamento nodal enfileiramento 2. dfila: enfileiramento − tempo esperando por transmissão no enlace de saída − depende do nível de conges.onamento do roteador proptransfilaprocnodal ddddd +++= © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 37 Atraso nas redes comutadas por pacotes 3. atraso de transmissão: • R = largura de banda do enlace (bps) • L = tamanho do pacote (bits) • tempo para enviar todos os bits do pacote no enlace = L/R 4. atraso de propagação: • d = tamanho do enlace ssico • s = velocidade de propagação no meio • atraso de propagação = d/s A B propagação transmissão processamento nodal enfileiramento Nota: s e R são quantidades muito diferentes! © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 38 Resumo: Atraso de pacotes • dproc = atraso de processamento – normalmente, poucos microssegundos ou menos • dfila = atraso de enfileiramento – depende do conges.onamento • dtrans = atraso de transmissão – = L/R, significa.vo para enlaces de baixa velocidade • dprop = atraso de propagação – alguns microssegundos a centenas de ms proptransfilaprocnodal ddddd +++= © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 39 Perda de pacote • Fila (ou buffer) tem capacidade finita • Pacote chegando à fila cheia é descartado (ou perdido) • Uma perda de pacote é vista como um pacote que foi transmi.do para o núcleo da rede, mas sem nunca ter emergido dele no des.no. • Úl.mo pacote pode serretransmi.do pelo nó anterior, pela origem ou de forma nenhuma A B pacote sendo transmitido pacote chegando ao buffer cheio é perdido buffer (área de espera) © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 40 Atrasos e rotas “reais” da Internet • Como são os atrasos e perdas “reais” da Internet? • Programa Traceroute: fornece medida do atraso da origem ao roteador ao longo do caminho de fim a fim da Internet para o des.no. Para todo i: – envia três pacotes que alcançarão roteador i no caminho para o des.no – roteador i retornará pacotes ao emissor – emissor temporiza intervalo entre transmissão e resposta. 3 sondas 3 sondas 3 sondas © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 41 1 cs-gw (128.119.240.254) 1 ms 1 ms 2 ms 2 border1-rt-fa5-1-0.gw.umass.edu (128.119.3.145) 1 ms 1 ms 2 ms 3 cht-vbns.gw.umass.edu (128.119.3.130) 6 ms 5 ms 5 ms 4 jn1-at1-0-0-19.wor.vbns.net (204.147.132.129) 16 ms 11 ms 13 ms 5 jn1-so7-0-0-0.wae.vbns.net (204.147.136.136) 21 ms 18 ms 18 ms 6 abilene-vbns.abilene.ucaid.edu (198.32.11.9) 22 ms 18 ms 22 ms 7 nycm-wash.abilene.ucaid.edu (198.32.8.46) 22 ms 22 ms 22 ms 8 62.40.103.253 (62.40.103.253) 104 ms 109 ms 106 ms 9 de2-1.de1.de.geant.net (62.40.96.129) 109 ms 102 ms 104 ms 10 de.fr1.fr.geant.net (62.40.96.50) 113 ms 121 ms 114 ms 11 renater-gw.fr1.fr.geant.net (62.40.103.54) 112 ms 114 ms 112 ms 12 nio-n2.cssi.renater.fr (193.51.206.13) 111 ms 114 ms 116 ms 13 nice.cssi.renater.fr (195.220.98.102) 123 ms 125 ms 124 ms 14 r3t2-nice.cssi.renater.fr (195.220.98.110) 126 ms 126 ms 124 ms 15 eurecom-valbonne.r3t2.ft.net (193.48.50.54) 135 ms 128 ms 133 ms 16 194.214.211.25 (194.214.211.25) 126 ms 128 ms 126 ms 17 * * * 18 * * * 19 fantasia.eurecom.fr (193.55.113.142) 132 ms 128 ms 136 ms traceroute: gaia.cs.umass.edu para www.eurecom.fr Tres medições de atraso de gaia.cs.umass.edu para cs-gw.cs.umass.edu * significa sem resposta (sonda perdida, roteador sem resposta) enlace trans- oceânico Atrasos e rotas “reais” da Internet © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 42 “Camadas” de protocolo Redes são complexas! • muitas “partes”: – hosts – roteadores – enlaces de vários meios ssicos – aplicações – protocolos – hardware, sokware Pergunta: Existe esperança de organizar a estrutura da rede? Ou, pelo menos, nossa discussão sobre redes? © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 43 Por que usar camadas? Para lidar com sistemas complexos: – Estrutura explícita permite iden.ficação e relações das partes do sistema complexo • modelo de referência em camadas para discussão • Uma camada de protocolo pode ser executada em sokware, hardware ou combinação de ambos • Cada camada implementa um serviço – Confia em serviços fornecidos pela camada inferior • Modularização facilita manutenção e atualização do sistema – mudança de implementação do serviço da camada transparente ao restante do sistema © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 44 Pilha de protocolos da Internet: TCP/IP • aplicação: suporte a aplicações de rede – FTP, SMTP, HTTP • transporte: transferência de dados processo-‐processo – TCP, UDP • rede: roteamento de datagramas da origem ao des.no – IP, protocolos de roteamento • enlace: transferência de dados entre elementos vizinhos da rede – PPP, Ethernet, 802.11 (Wifi) • ssica: bits “nos fios” aplicação transporte rede enlace física CAMADAS © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 45 Modelo de referência ISO/OSI • apresentação: permite que as aplicações interpretem significado de dados (ex: criptografia, compactação, convenções específicas da máquina) • sessão: sincronização, verificação, recuperação de troca de dados • Pilha da Internet “faltando” essas camadas! – estes serviços, se necessários, devem ser implementados na aplicação © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 46 Modelo de referência ISO/OSI © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 47 Modelos de referência OSI x TCP/IP © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 48 origem aplicação transporte rede Enlace física Ht Hn M segmento Ht datagrama destino aplicação transporte rede enlace física Ht Hn Hl M Ht Hn M Ht M M rede enlace física enlace física Ht Hn Hl M Ht Hn M Ht Hn M Ht Hn Hl M roteador switch Encapsulamento mensagem M Ht M Hn quadro © 2010 @2012 Pearson Pren.ce Hall. Todos os direitos reservados. slide 49 #Dúvidas? Link sugerido: Recursos para alunos: h~p://wps.prenhall.com/br_kurose_redes_5