Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

63
Economia e política
Meio ambiente, ciência e poder 
O conceito de sociedades sustentáveis parece ser mais adequado que o de desenvolvimento sustentável, na medida 
em que possibilita a cada uma delas definir seus padrões de produção e consumo, bem como o de bem-estar a partir de 
sua cultura, de seu desenvolvimento histórico e de seu ambiente natural. Além disso, deixa-se de lado o padrão das socie-
dades industrializadas, enfatizando-se a possibilidade da existência de uma diversidade de sociedades sustentáveis, desde 
que pautadas pelos princípios básicos da sustentabilidade ecológica, econômica, geográfica, social e política.
Antônio Diegues
Hoje é comum a preocupação com a qualidade de nosso ambiente físico. Essa preocupação 
faz-se notar nos mais variados ambientes sociais, mediante atitudes simples, como a opção de uma 
dona de casa por um detergente para roupas menos prejudicial ao meio ambiente, ou de manifesta-
ções maiores, como as campanhas de grupos ambientalistas – Organizações Não Governamentais 
(ONGs), ou seja, entidades da sociedade civil, sem vínculos com o governo instituído – para limpar 
as praias e ribanceiras de rios, além dos regulamentos do governo para o controle de poluentes e 
agrotóxicos. Ao lado do interesse do homem pelo ambiente existe uma crescente preocupação com 
a maneira pela qual o ambiente físico influencia o comportamento do homem.
Muito se fala a respeito da poluição visual, do 
ar e da água, a respeito da destruição do ambiente 
natural, dos ruídos e da superpopulação. No entan-
to, muito pouco ouve-se falar de ações efetivas, como 
a renovação de áreas naturais, a reorganização de 
favelas, saneamento básico em valetas de esgoto a 
céu aberto, reciclagem e tratamento do lixo urbano. 
Tem havido maior ênfase, como vimos, nos efeitos 
do comportamento do homem em referência ao am-
biente e menor atenção aos modos como o ambiente 
e as próprias alterações nele provocadas pelo homem 
afetam a qualidade de vida em sociedade.
O habitat da espécie humana é a superfície terrestre. Por habitat entendemos o local de mora-
da, as áreas favoráveis à sobrevivência, à fixação de uma espécie. O homem é um ser vivo que não 
se restringe a uma área específica, a um tipo de clima ou de relevo que determine sua fixação. Ele 
pode viver, praticamente, em qualquer parte da superfície do planeta.
A poluição do ar.
Is
to
ck
ph
ot
o.
Mas, quando se estuda a história da humanidade, a construção do espaço geográfico, isto é, os locais que a sociedade escolheu como habitat, a natureza, às vezes, é deixada de lado, é vista como algo que aos homens foi oferecido e que aí está para ser usado. A mentalidade de boa 
parte da sociedade ocidental coloca o homem no centro do universo, como sendo o “todo-poderoso” da 
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br
Economia e política
64
natureza. Assim, com o homem visto como senhor da natureza, entende-se o am-
biente natural como sendo servo do ser humano. Desse modo, a natureza tem sido 
encarada como algo que tem que ser dominado pelo homem, tendo que obedecer 
aos seus interesses. Mas por trás dessa ideia se esconde uma filosofia que diz que o 
homem, por ser racional, deve subordinar a natureza, a qual vê como um conjunto 
de seres que tem suas vidas governadas pela espontaneidade ou pelo instinto.
Um outro tipo de raciocínio semelhante a esse é difundido nas relações en-
tre os homens. Alguns, por se considerarem possuidores de uma inteligência su-
perior, acham-se no direito de se impor sobre os demais, que não teriam uma 
mentalidade completamente racional. Assim, uns teriam capacidade para pensar e 
dirigir e outros somente para trabalhar e serem dirigidos, como se fossem objetos 
que não pensam. 
Acreditamos ser muito importante pensar nessas questões, pois 
essa concepção de que o homem é um ser superior – e que, por isso, teria 
direito de dominar toda a natureza, tem-nos levado à degradação, a um 
mundo no qual as florestas são derrubadas, as águas são contaminadas, 
os solos erodidos, o ar tornado irrespirável, os desertos ampliados ano a 
ano, os pobres transformados em miseráveis. É bom lembrar que, a todo 
momento, estamos em contato com a natureza e dependemos dela para 
a nossa sobrevivência. Todo ser vivo – animal ou vegetal – depende dos 
elementos da natureza para sua sobrevivência e reprodução.
Continuamente respiramos o ar, bebemos a água e a utilizamos 
para fazer nossas refeições e higiene pessoal. Dos animais, obtemos 
alimentos – leite, ovos –, além de matéria-prima – couro, lã. Também 
os minerais são, de um modo geral, empregados como matéria-prima. 
Dessa maneira, o ar, a água, o solo, os animais e os vegetais fazem par-
te da natureza, assim como nós, seres humanos, também fazemos. Não estamos 
separados, formamos um só conjunto.
A natureza é, portanto, fonte de vida e fonte de recursos naturais. Sem ela é 
impossível a vida, e é desse modo que ela deve ser entendida e respeitada.
O que é desenvolvimento sustentável?
O desenvolvimento sustentável consiste em uma teoria que prega o desen-
volvimento econômico valendo-se da aplicação de políticas governamentais vi-
sando à preservação do meio ambiente. Formulada por especialistas reunidos pela 
Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Estocolmo, 1972), 
sob patrocínio da Organização das Nações Unidas (ONU), foi exposta no livro 
Nosso futuro comum, publicado em 1987. Nele se destaca que, até o ano 2000, 
o crescimento demográfico obrigaria os países em desenvolvimento a aumentar 
em 65% sua infraestrutura de moradia e serviços urbanos apenas para manter 
as condições atuais, o que impediria o acesso das futuras gerações aos recursos 
necessários à sua sobrevivência. O livro comprova os vínculos existentes, nes-
ses países, entre pobreza, desigualdade de renda e deterioração ambiental. Ao 
W
ik
ip
éd
ia
.
Estação de energia solar utiliza a 
energia captada do Sol.
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br
Economia e política
65
mesmo tempo, responsabiliza os governos e populações dos países desenvolvidos 
pela manutenção da vida de todas as espécies; recomenda a adoção de políticas 
que previnam disputas pela exploração das últimas fontes naturais existentes na 
Terra, localizadas, em sua maioria, nos países do Hemisfério Sul; desaconselha 
o incentivo à reprodução, nos países em desenvolvimento, do modelo econômico 
predatório e sugere que as nações ricas destinem verbas à pesquisa, nos outros 
países, de modelos alternativos viáveis de preservação da natureza.
O que é conservacionismo?
Conservacionismo é o nome que se dá à atual preocupação em utilizar de 
forma racional os elementos da natureza consumidos pela sociedade moderna. 
No entanto, conservar não significa guardar como “santuário ecológico”, mas sim 
utilizar racionalmente. A natureza deve ser utilizada de forma a atender às neces-
sidades da sociedade presente, satisfazer material e espiritualmente os seres hu-
manos, mas deixando clara a preocupação com as gerações futuras, para as quais 
temos a obrigação de deixar um ambiente sadio.
A preocupação com o conservacionismo racional só começou a chamar a 
atenção quando a degradação do meio ambiente pelo homem, a extinção de inú-
meras espécies animais e vegetais ficou mais evidente. Foi a partir desse momento 
que se passou a procurar respostas para questões como: quando vão se esgotar os 
recursos energéticos como o carvão e o petróleo? O que fazer para que não ocorra 
a extinção de certas espécies ameaçadas? Como os países subdesenvolvidos vão 
resolver seus problemas de fome e miséria?
É bom lembrar que toda sociedade humana, por mais avançada que seja, 
depende de suas relações de troca com a natureza para sobreviver.Dessa forma, o 
que seria sustentabilidade de uma sociedade? É “a persistência, em um futuro apa-
rentemente indefinido, de certas características necessárias e desejáveis do sistema 
sociopolítico e de seu meio ambiente natural” (ROBINSON et al., 1990, p. 39). O 
conceito de desenvolvimento é muito relativo, pois, para medir o grau de desenvol-
vimento de uma sociedade, é preciso compará-la a outra, ou seja, é preciso estabe-
lecer parâmetros (critérios) para classificar tal sociedade, e, nem sempre esses cri-
térios são aceitos com facilidade, pois, dependendo dos interesses em jogo, mudam 
os padrões de estabelecimento das classificações gerais. Sendo assim, é preciso 
questionar os conceitos que estabelecem padrões. Será que o que entendemos como 
“a sustentabilidade é a persistência em um futuro aparentemente indefinido” não 
reflete o fato de que, não podendo concretizar nossas aspirações por uma sociedade 
melhor para a maioria da população no presente, induzimo-nos a adiar a realização 
desse feito para o futuro? Sendo assim, somos coniventes com a realidade apresen-
tada, ou seja, não queremos enfrentar o sistema, para que, assim, com segurança, 
ele possa suportar as mudanças gradativas conforme seus interesses não ferindo a 
ordem vigente. Agindo dessa maneira, o grupo dos cidadãos que se diz crítico e 
politizado está legitimando a sociedade atual com todas as suas contradições, ou 
seja, está exercendo sua crítica apenas na teoria, para aliviar seu sentimento de 
culpa, mas, na prática, colabora para a manutenção da sociedade atual.
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br
Economia e política
66
Para que a sociedade como um todo possa determinar as suas necessidades e 
os seus desejos, é preciso que haja mecanismos legítimos de participação direta da 
opinião pública nas decisões coletivas e um nível razoável de consenso a respeito 
delas. Para que a sustentabilidade aconteça, portanto, precisamos nos organizar 
em entidades que realmente representem a sociedade civil e sejam legítimas, tais 
como associações comunitárias de bairros, sindicatos das categorias profissionais, 
associações profissionais, conselhos fiscais profissionais, organizações religiosas. 
Portanto, para que a sustentabilidade aconteça, é preciso que as características 
necessárias e desejáveis sejam determinadas e expressas politicamente. 
1. Coloque V nas afirmativas verdadeiras e F nas falsas.
a) ( ) Caçadores, desmatadores, fabricantes de agrotóxicos raramente são punidos porque a Jus-
tiça, na maior parte das vezes, não sabe o que fazer, pois nunca lidou com a natureza.
b) ( ) Com relação ao meio ambiente, a Justiça tem-se mostrado eficaz, punindo todos aque-
les que usam a natureza para tirar dela o maior lucro possível.
c) ( ) A classe política não merece confiança, pois, com raras exceções, só se interessa pela 
ecologia porque é uma palavra mágica que pode render votos.
d) ( ) Os ecologistas, as donas de casa, o povo em geral, preocupados com o meio ambiente, 
é que, voluntariamente, assumiram a tarefa de “salvar a Terra”.
2. Complete os espaços em branco.
a) Milhares de espécies da nossa e se 
perderam em decorrência dos sem controle. O uso abusivo de 
 envenena a terra e os . 
b) Diante dos desastres e catástrofes diários, resta, aos ecologistas e ao , a 
, simples, firme e clara, comprometida com o interesse da cole-
tividade, com o , com a ética da .
3. (PUC-SP- /adap.) Sobre as florestas tropicais, podemos considerar que:
 I. Mais de um quarto das florestas tropicais sobreviventes (que ainda não foram devastadas) 
estão no Brasil. Por isso, novas ameaças como o garimpo, a pecuária e a ocupação descon-
trolada trazem preocupação internacional para esta área.
 II. Na Nigéria, o país mais populoso da África, a demanda pela terra poderia eliminar as flo-
restas tropicais que ainda restavam até o final dos anos 1990.
III. Em Papua-Nova Guiné, as florestas tropicais sofreram pouco sob a ação dos desmatamen-
tos, mas estão ameaçadas pelas retiradas seletivas de madeira e as queimadas dando lugar 
às plantações.
 Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
a) I apenas.
b) II apenas.
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br
Economia e política
67
c) I e II.
d) II e III. 
4. (USF-98) Um dos fatores responsáveis pela melhoria da qualidade de vida, no mundo contem-
porâneo é
a) a extinção das doenças epidêmicas graças aos avanços da Medicina. 
b) o desenvolvimento da engenharia genética.
c) a ocorrência de altos investimentos em saúde verificada nos países emergentes.
d) a aprovação, pela Igreja Católica, dos métodos contraceptivos.
e) a aplicação de técnicas avançadas da medicina preventiva nos países periféricos.
5. (USF-98) “Londres é centro nevrálgico do ambientalismo mundial. Há alguns anos, organi-
zações não governamentais chegaram a distribuir adesivos com slogan típico do colonialismo 
verde: ‘Salve a Amazônia, mate um brasileiro’.” (VEJA, p. 41.)
 O fragmento que demonstra a contradição existente entre o aspecto teórico e o prático da situ-
ação descrita no texto é
a) o problema é que o governo não tem uma política para a Amazônia.
b) o IBAMA deveria checar a contabilidade das madeireiras.
c) o avanço da fronteira agropecuária, da mineração e da extração da madeira provoca uma 
devastação recorde.
d) a Grã-Bretanha é o país europeu que mais compra mogno do Brasil e só perde em volume de 
importação para os Estados Unidos.
e) todos os registros disponíveis dizem que o desmatamento aumentou.
6. (Uneb) A convenção do clima, assinada em 1992, durante a 2.ª Conferência das Nações Unidas 
sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92), estabeleceu o controle dos gases poluen-
tes. Cientistas e ambientalistas exigiram medidas contra o aquecimento global. Tais medidas 
pressupõem: 
a) o estabelecimento de políticas de incentivo às empresas que reduzirem suas emissões, com 
sistemas de créditos coordenados.
b) a redução planejada das atividades agrícolas em algumas áreas onde poderão ocorrer secas 
crônicas e o desenvolvimento da agricultura em regiões hoje muito frias.
c) investimento maciço, por parte dos Estados, em pesquisas na área de medicina sanitária para 
diminuir os impactos das doenças infecciosas que se tornaram epidêmicas.
d) a transferência de população das cidades litorâneas, que terão parte de sua área submersa 
devido ao derretimento das geleiras.
e) o desenvolvimento de tecnologias que economizem energia e reduzam a emissão de poluen-
tes aliado à racionalização das atividades industriais e de transporte.
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br
Economia e política
68
Gabarito
1. V, F, V, V
2. a) fauna / flora / desmatamento / agrotóxicos / rios
b) governo / tarefa / planeta / natureza
3. C
4. C
5. E
6. E
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br
81
Referências
ADELAIDE, Maria (Org.). Como Defender a Ecologia. São Paulo: Nova Cultural, 1991.
ALVES, Júlia Falivene. A Invasão Cultural Norte-Americana. São Paulo: Moderna, 1988.
_____. Ética e Cidadania. São Paulo: CEETEPS/Copidart, 2000.
BETTO, Frei. OSPB. São Paulo: Ática, 1989.
CHAUI, M. S. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1994.
COVRE, Maria de Loudes Manzini. O que É Cidadania. São Paulo: Brasiliense, 1991.
CROCETTI, Zeno Soares (Org.). Cidadania e Trânsito. Curitiba: Edições AGB, 2000.
_____. Geografia para EJA. Curitiba: Editora e gráfica Expoente, 1999. V. 1.
DALLARI, Dalmo de Abreu. Participação Política. São Paulo: Brasiliense,1984.
_____. O que São os Direitos da Pessoa. São Paulo: Brasiliense, 1981.
DEMO, Pedro. Ciência, Ideologia ePoder. São Paulo: Atlas, 1988.
ENGELS, Friedrich. A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. 11. ed. Rio de 
Civilização: Brasileira, 1987. 
FONSECA, Eduardo Giannetti. Vícios Privados, Benefícios Públicos? São Paulo: Cia. das Letras, 
1993.
GIANOTTI, José Arthur. Moralidade pública e moralidade privada. In: NOVAES, Adauto. (Org.). 
Ética. São Paulo: Cia. das Letras, 1992.
HELD, Jean Francis. A era do automóvel. Correio da Unesco, Rio de Janeiro, ano 18, n. 12, p. 11-17, 
dez. 1990.
LACOSTE, Yves. A Geografia Serve em Primeiro Lugar para Fazer a Guerra. Campinas: Papi-
ros, 1988.
LEAL, Gláucia. O Estado de S.Paulo, São Paulo, 27 dez. 1993.
MARTINEZ, Paulo. Política, Ciência, Vivência e Trapaça. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1991.
MENDES Jr, Antônio. Movimento Estudantil no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1981.
MOURA, Gerson. Tio Sam Chega ao Brasil. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 1985.
NOVAIS, Adauto (Org.). Ética. São Paulo: Cia. das Letras, 1992.
PINSKY, Jaime. Brasileiro(a) É Assim Mesmo. Cidadania e preconceito. São Paulo: Contexto, 1993.
REIGOTA, Marcos. Educação Ambiental. São Paulo: Brasiliense, 1994.
RIOS, Josué (Org.). Defesa do Consumidor. São Paulo: Brasiliense, 1994.
SANTOS, José Luiz dos. O que É Cultura. São Paulo: Brasiliense, 1983.
SANTOS, Milton. O Espaço do Cidadão. São Paulo: Nobel, 1987.
VOLTAIRE. Tratado de Metafísica. São Paulo: Abril Cultural, 1978. (Os Pensadores).
Este material é parte integrante do acervo do IESDE BRASIL S.A., 
mais informações www.iesde.com.br