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RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): Pela relação: n1 n2 = x conduzidas x condutoras Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): Pela relação: Vemos que o 1º membro mostra a relação de transmissão total do sistema (itotal). O 2º membro mostra exatamente a mesma coisa, ou seja, dividindo o produto dos elementos conduzidos do sistema de transmissão pelo produto dos elementos condutores obtemos, da mesma forma, a relação de transmissão total do sistema (itotal). n1 n2 = x conduzidas x condutoras Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): Então: n1 n2 = itotal x conduzidas x condutoras = itotal Se dividirmos a rotação de entrada pela rotação de saída obteremos a relação de transmissão total da cadeia cinemática (itotal ). Se dividirmos o produto das conduzidas pelo produto das condutoras também obteremos a relação de transmissão total da cadeia cinemática (itotal ). Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): Exemplo: Rotação de entrada "n1 "= 1750 rpm; Rotação de saída "n2" = 50 rpm; Elementos conduzidos: 350; 200; 40; 40 Elementos condutores: 100; 100; 20; 16 35 = 3,5 x 2x 2 x 2,5 35 = 35 n1 n2 = x conduzidas x condutoras 1750 50 = 350 x 200 x 40 x 40 100 x 100 x 20 x 16 Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): De uma forma geral podemos escrever: itotal = i1 x i2 x 13 x 14 ……in A expressão acima pode ser utilizada na transmissão simples, como a relação entre os diâmetros das polias conduzidas e motoras; entre o n de dentes de engrenagens conduzidas e motoras. Na transmissão composta pela relação entre os produtos das conduzidas e o produto das condutoras. Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): Resumindo: As relações de transmissão são calculadas para que a transferência de velocidades entre a máquina acionadora e a máquina acionada se dê conforme as necessidades de projeto da transmissão. O sistema de transmissão pode MULTIPLICAR ou REDUZIR estas velocidades. Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): No primeiro caso, menos comum que o segundo, temos um sistema de transmissão MULTIPLICADOR. Isso acontece quando uma polia de maior diâmetro aciona outra de menor diâmetro ou uma engrenagem condutora com um nº de dentes maior que o nº de dentes do seu par conduzido. Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): a) imult = d (conduzida) onde D > d; D (condutora) b) imult = Z2(conduzida) onde Z1 > Z2; Z1 (condutora) Cinemática das transmissões mecânicas Relação de transmissão (i): No segundo caso, bem mais comum nas máquinas em geral, temos um sistema REDUTOR. No eixo da máquina acionadora, de velocidade (rotação) mais elevada, temos um elemento de transmissão de dimensões menores (diâmetro ou nº de dentes) que aciona outro de maior dimensão no eixo da máquina acionada. Com este arranjo, a rotação é reduzida para valores previamente calculados. Relação de transmissão (i) EXERCÍCIOS: 1) Monte um sistema de transmissão para que a velocidade tangencial do pneu do carro abaixo seja igual a 120 m/min. Motor: 25cv à 1200 rpm Para racionalização do processo de usinagem das engrenagens e estoque de manutenção faça as engrenagens motoras com o mesmo nº de dentes. Proceda da mesmo forma com as engrenagens movidas. fpneu = 450 mm 1750 rpm Relação de transmissão (i) EXERCÍCIOS: 2) Na figura ilustrada ao lado o motor de acionamento gira a 3600 rpm. Deseja-se que a esteira transportadora se desloque com uma velocidade de 50 m/min. Calcule o diâmetro do tambor acionador da esteira. São dados: ipolias = 4,0:1; iEcon = 3,3:1; iECDH = 2,75:1 Polia Correia Polia Mancal de rolamento Tambor acionador Acoplamento Motor Redutor Esteira transportadora Econ = engrenagens cônicas; ECDH = engrenagem cilíndrica de dentes helicoidais