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Afecções do Sistema digestivo
em bovinos
1
Prof. Pedro Carvalho
• Anatomia e fisiologia do sistema digestivo
• Afecções – Cavidade oral, faringe e esôfago
• Afecções – Trato Digestivo Posterior
- Rúmen- Retículo / Abomaso/ Omaso/ Abomaso
- Intestino delgado/ Intestino Grosso
Roteiro
2
3
Bibliografia recomendada
4
Estômago em ruminantes
Estômago em ruminantes
5
 É o compartimento de situação mais cranial;
 Não secreta enzimas;
• Funciona na movimentação do alimento ingerido
para o rúmen ou para o omaso, na regurgitação da
ingesta para a ruminação e na eructação.
Retículo
6
• Armazenamento e embebição do alimento;
• Mistura e divisão física das partículas ingeridas;
• Câmara de fermentação: fornece um ambiente ideal
para os microrganismos (bactérias e protozoários)
sobreviverem e agirem:
• Ambiente úmido, quente, anaeróbio, pH desejável
Rúmen
7
Rúmen
Produção de AGV, NH3, gases e vit.
8
Ciclo Primário
•Contração bifásica do retículo;
•Movimentação do rúmen;
•Mistura da digesta;
•7-12/5min.;
•Estratificação da digesta;
•Orifício retículo-omasal
• Fatores essenciais:
- pH ruminal;
- Presença substratos (N e Ene.);
- Motilidade;
- Etc;
Rúmen
9
Ciclo Secundário
• Eructação
• Independente do 1°;
• Relaxamento do cárdia;
• Neoplasias, abscessos, decúbito
e obstruções esofágicas.
Anatomia/ Fisiologia DigestivaRúmen
10
• Órgão esférico com “folhas”
• Atua na absorção de água e AGV
Omaso
11
• É o estômago propriamente ditto dos ruminantes
• Tem funções glandulares
Abomaso
12
• Tubo digestório dividido em três seções:
• Duodeno: sítio ativo de digestão e absorção
• Jejuno: sítio ativo de absorção.
• Íleo: porção caudal. Sítio ativo de absorção e
reabsorção.
Intestino delgado
13
1. Ceco: Fermentação
2. Cólon: seção média.
3. Reto: última seção.
Intestino grosso
14
15
Afecções da cavidade oral 
Estomatite: Inflamação da mucosa oral, podendo
acometer língua (glossite), palato (palatite) e gengiva
(gengivite)
16
Afecções da cavidade oral 
• Vesiculosa -membrana fina em cima com liquido 
dentro
• Erosiva - erosão sem exposição de vasos
• Ulcerosa - comprometimento de vasos
• Necrótica – bactérias gênero Fusobacterium
• Purulenta - microrganismos piogênicos
• Granulomatosa – Actinobacilose (Língua de pau)
17
Apresentações clínicas
• Químicos
• Substâncias 
irritativas
18
Estomatites
• Físicos
• Traumas
• Forragens 
fibrosas
• Sonda
• Infecciosos
• Bacterianas
• Virais
• Micóticas
- Necrobacilose oral
- Agente: Fusobacterium necrophorum
- Actinobacilose
- Agente: Actinobacillus lignieressi
- Lesão primária e invasão mucosa oral, lesão
proliferativa - “Língua de Pau”
19
Estomatites Bacteriana
• Micóticas: Candida albicans
- Estomatite com placas irregulars de material 
brancacento e pseudomenbranoso.
20
Estomatite micótica
• Febre aftosa – Picornavírus
• Diarréia viral bovina (BVD)– Pestivírus
• Rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) – Herpesvírus
• Febre Catarral maligna (FCM) – Herpesvírus
• Estomative vesicular bovina -Vesiculovírus
21
Estomatites virais
1) Isolamento dos animais acometidos – Enfermidades
Infectocontagiosas;
2) Alimentos mais macios;
3) Soluções antissépticas suaves
- Vinagre (0,5%)
- Água oxigenada (3%)
- Permanganato de K (0,1-1,0%)
- Solução de Iodo
• 4) Bacterianas - Antibioticoterapia
22
Tratamento
• Trauma
• Ingestão de corpo estranho
• Neoplasias, inflamações e obstruções
23
Afecções da Laringe, Faringe e 
Esôfago
Distenção dos pré-estômagos por acúmulo de
gases ou ingesta espumosa.
Primário ou secundário
24
Timpanismo
- Separação: As bolhas gasosas atravessam a
ingesta e se coalescem no saco dorsal
- Deslocamento: Contração ruminal,
direcionando o gás ao cárdia
- Transferência: O cárdia se abre e o gás passa ao
esôfago
- Esofagiano: Contração retrógrada ao esôfago, gás
empurrado para faringe
- Faringopulmonar: Pela abertura do esfíncter
nasofaríngeo parte do gás passa para o pulmão e
parte é exalada na expiração
25
Estádios da eructação
Primário / 
espumoso
Secundário 
Gasoso
Primário ou espumoso Secundário ou gasoso
Obstrução mecânica da eructação:
esôfago e cárdia;
Obstrução patológica da eructação;
Atonia ruminal.
Dietas ricas em grãos.
Pastos de leguminosas;
Aumento da viscosidade do líquido
ruminal:
Mucopolissacarídeos;
Insuficiência de MUCINA;
Gás preso em bolhas distribuídas
no fluido ruminal (espuma)
Gás livre acumulado no saco dorsal 
do rúmen
Timpanismo
 Avaliação clínica – determinação dos
comprometimentos sistêmicos
 Retirada do gás – sonda, ruminotomia, trocáter
(eventualmente)
 Desfazer obstrução:
 Timpanismo primário (espumoso): uso de substâncias
antiespumantes: sulfossucinato sódico de dioctila,
acetobutilato.
 Terapia de suporte
27
Tratamento
Acidose ruminal
• Queda acentuada no pH do rúmen, em função do
excesso de ácidos graxos voláteis produzidos pela
fermentação.
28
Fatores de risco
• Excesso de carboidratos
fermentáveis
• Dieta
desbalanceadas
• Mudanças na dieta
• Falta de adaptação
• Manejo nutricional
• Acidentes
29
70
60
50
40
30
20
10
0
Acidose 
Subclínica
>> Gram +
Início morte
Bactérias Gram -
Acidose Aguda
Morte de Gram – e 
protozoários 
Lactato – Sangue –
Acidose Metabólica
Propionato
resultante da
conversão 
do lactato 
Lactato D + L
Propionato
Butirato
AGV mol%
Acetato
Adaptado de Enemark et al., (2002).
Padrão de fermentação e características do ambiente ruminal 
relacionados ao pH do rúmen
7,0 6,0 5,5 5,0 4,5 pH
Acidose ruminal
Subclínica / crônica
• Excede a capacidade de
tamponamento
• pH entre 5 e 5,5
• Butirato e propionato
• Clínica / aguda
• Ingestão rápida de
grande quantidade
• Queda acentuada do
pH
• D - Lactato
31
Patogenia
32
Excesso de CHO 
fermentáveis
Produção de AGV
Redução de Gram 
negativas
Streptococcus bovis
(>109céls/ml de 
fluido)
Queda no pH Produção de D-Lactato 
Propionato
Megasphaera elsdenii
Selenomonas ruminantium
Aumento de Lactobacilus
D - Lactato
33
Queda no pH
Seleção de 
microganismo
Produção de 
toxinas
Rúmen:
Ruminite química 
(necrótica)
Fígado:
Abscesso
Abomaso:
Úlcera
Rim:
Excreção de H+
Respiratório:
Frequência (CO2)
Casco:
Laminite
Acidose ruminal subclínica
• Variação no consumo
• Queda na produção (leite ou ganho de peso)
• Claudicações
• Aspecto das fezes
• Queda na imunidade
• Alteração na composição
do leite
34
Anamnese
• Fatores relacionados à dieta
• Alteração 
• Proporção volumoso : concentrado
• Ingredientes
• Fibra efetiva
• Possíveis falhas de manejo
• Início dos sintomas
• Número de animais acometidos
35
Exame clínico e Sintomas
• SEMPRE COMPLETO
• Principais pontos:
• Temperatura
• Frequência 
cardíaca e 
respiratória
• Avaliação dos 
movimentos 
ruminais
• Condições do 
casco
• Avaliação das fezes
36
Exames complementares
• Avaliação do conteúdo ruminal:
• pH
• Cor e odor
• Microscopia de protozoários
• Redução do azul de metileno
37
- Metabolismo fermentativo
- Tempo de redução diminuído
- > 15 minutos
Achados post-morten
38
Úlcera de 
abomaso
Ruminite
Paraqueratose
Abscesso 
hepático
Tratamento
• Restabelecer o pH ruminal
39Fornecer fibra Transfaunação Hidratação
Cloreto de sódio --------- 160 g
Cloreto de potássio ------ 20 g
Cloreto de cálcio -------- 10 g
Propilenoglicol ------------- 300 ml
Água ------------------------- 25 litros
Endotoxemia – Anti-
histamínicos / AINES
Poliencefalomalácia –
Tiamina (B1)
Prevenção
40
Formulação de 
dietas adequada
Manejo 
nutricional
Fibra 
efetiva
Retículo peritonite traumática
41
Retículo peritonite traumática
42
• Bovino não seleciona muito o alimento durante a 
ingestão
• Corpo estranho se aloja no retículo
• Pode ser localizada ou difusa
Localizada
43
 Localizada:
 Dor xifóide e abdominal
 Gemidos
 Atonia ruminoreticular
 Timpanismo
 Anorexia completa
 Postura arqueada
 Queda de produção
 Respiração abdominal
 Abdução dos cotovelos
 Resistência a locais inclinados.
Difusa
44
 Difusa:
 Quadro toxêmico
 Taquicardia
 Taquipnéia
 Febre
 Extremidades frias
Vasos episclerais congestos
 Mucosas hipercoradas
 Desidratação
 Dor
 Relutância em se movimentar
45
Sintomas
• Dor
• Fibras longas nas fezes
• Edema
• Dificuldade respiratória
• Hipofonese na 
auscultação cardíaca
• Estase positiva da veia 
jugular
46
• Complicações:
• Pericardite
• Aguda ou crônica
• Ruptura de vasos
• Abscessos
• Indigestão vagal
47
Diagnóstico
• Testes de dor:
• Bastão
• Beliscamento
• Raio X
48
Tratamento
• Cirúrgico:
• Laparotomia com 
remoção do corpo 
estranho
• Analgésicos
• Antibióticos
• Reestabelecer TGI
49
Deslocamento de abomaso
Migração da víscera de sua posição 
anatômica normal, no assoalho da cavidade 
abdominal, para uma posição ectópica
50
DAE
51
Deslocamento de abomaso para a esquerda, quando o 
abomaso assume uma posição anormal ficando entre o 
rúmen e a parede do abdômen.
DAD
52
Deslocamento de abomaso para a direita, quando o 
abomaso apresenta uma rotação de 180
Sintomas
• Queda de apetite e produção
• Alcalose ou acidose metabólica
• Hipocalcemia
• Hipocloremia
• Desidratação (Acúmulo de líquido no abomaso)
• Frequências normais
53
Diagnóstico
• Pingue metálico (Costado e vazio)
54
Tratamento
• Cirúrgico
55
56
Úlcera de abomaso
Úlcera de abomaso
57
Tipo 1: Úlcera sem hemorragia.
Tipo 2: Úlcera hemorrágica.
Tipo 3: Úlcera perfurante com
peritonite local.
Tipo 4: Úlcera perfurante com
peritonite difusa.
• Sintomas:
• Anemia
• Queda no apetite
• Melena
• Peritonite
58
Úlcera de abomaso
• Tratamento:
• Antiácidos
• Reestabelecer 
componentes do 
sangue
• Hidratação
• Tratamento para 
peritonite
Dúvidas?
59