Ato Administrativo
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Ato Administrativo


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Ato Administrativo

O ato administrativo é o corpo de leis que rege a administração e a regulamentação de agências governamentais (federais e estaduais). O Congresso ou a Assembleia Legislativa criam leis administrativas. Ela abrange os procedimentos sob os quais as agências governamentais operam, bem como as restrições externas a elas. O ato administrativo é considerado um ramo do ato público e é frequentemente referido como lei regulamentar. Ao longo dos anos, as agências governamentais cresceram em número e importância. Eles afetam uma ampla variedade de questões sociais, como telecomunicações, mercado financeiro e discriminação racial. Exemplos dessas agências incluem o Ministério do Trabalho.

Os conselhos de compensação dos trabalhadores são exemplos de órgãos governamentais estaduais que podem aprovar políticas e procedimentos sob a direção das leis administrativas que os estruturam. Essas diretorias têm o poder de determinar se um trabalhador acidentado tem ato a receber uma compensação relacionada a ferimentos sofridos em conexão com suas ocupações. A autoridade delineada pela lei administrativa detalha as restrições às quais os conselhos devem atuar, como cada caso deve ser tratado e como as disputas devem ser resolvidas. O crescente número de agências reguladoras e novas camadas de burocracia significa que a lei administrativa deve ser estabelecida ou alterada para orientar essas operações. Cada agência, departamento ou divisão de governo deve ter parâmetros legais que estabeleçam o escopo e os limites de sua autoridade.

Os poderes concedidos a instituições governamentais podem incluir o ato de redigir, promulgar e aplicar políticas às quais indústrias, empresas e cidadãos privados devem aderir. Por exemplo, os provedores de Internet buscaram mudanças na desregulamentação em relação à maneira como estruturaram as taxas de dados e o faturamento para os clientes, e como as empresas poderiam gerenciar esses serviços. Este esforço levantou o debate e preocupações sobre a preservação da neutralidade da rede.

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Fluxograma de atos administrativos

A FCC detinha autoridade reguladora sobre tais questões por causa das leis administrativas que descrevem os poderes da comissão. Os procedimentos e ações que a FCC poderia tomar com relação às mudanças propostas também foram estruturados pelas leis administrativas subjacentes. A FCC permitiu comentários públicos sobre a proposta antes que a comissão votada em 2018 revogasse as políticas de neutralidade da rede. Essa decisão poderia ter sido desfeita pelo Congresso, que tem poderes sob a Lei de Revisão do Congresso que permite reverter as regulamentações federais. Tal ação exigiria a aprovação de uma resolução conjunta dentro de um certo limite de tempo.

Poder Administrativo

O poder administrativo exercido para emitir um ato administrativo é diferente do poder regulatório. Ambos os poderes são públicos, mas a autoridade reguladora é uma entidade reguladora que pode produzir normas legais inovando direito administrativo. No entanto, o produtor poder administrativo dos atos administrativos não é uma autoridade reguladora, seu produto - o ato administrativo - não inova a lei. Como um exemplo do produto de uma autoridade reguladora podemos citar um decreto real do Conselho de Ministros, uma ordem ministerial que regulamenta o exercício de uma atividade comercial, normativamente inovando a regulamentação legal existente até então sobre o assunto. Como exemplo de ato administrativo, pode-se citar uma resolução administrativa emitida por um Conselheiro de uma Comunidade Autônoma, concedendo auxílio econômico ou subsídio para a criação de emprego ou para a contratação de trabalhadores.

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Tomada de Decisão

Também o poder administrativo expropriatório é uma autoridade pública, mas não é de natureza normativa. O mesmo se aplica ao poder administrativo sancionador. A resolução administrativa que resolve um procedimento administrativo de expropriação forçada e a que resolve um procedimento sancionatório são atos administrativos, não são normas legais.

Sendo assim, os atos administrativos podem ser classificados de acordo com vários critérios. Entre eles estão:

  • Atos favoráveis e desfavoráveis, de oneração ou limitação de direitos ou faculdades, em atenção ao tipo de efeitos que exercem sobre os administrados.
  • Atos resolutivos e atos processuais. As primeiras são as próprias, as resoluções administrativas enquanto as segundas ocorrem no curso de um procedimento que culminará com uma resolução ou, excepcionalmente, com o arquivo do processo, se proceder.
  • Atos expressos e presumidos. De acordo com a forma de externalização do ato administrativo.
  • Atos regulados e atos discricionários.
  • * Atender ao destinatário: