Meios de Prova
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Meios de Prova


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Meios de prova


Introdução



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Temos que os meios de provas são de suma importância para o processo

Inicialmente, iremos estudar sobre o que seriam os meios de provas, de que forma isso é utilizado no mundo jurídico e quais as suas principais implicações.

Dessa forma, quando observamos o direito processual, teremos que a prova irá corresponder a todo elemento que contribui para a formação da convicção do juiz a respeito da existência de determinado fato controvertido, tido como relevante para a solução do litígio.


Qual o conceito de Prova Jurídica?

Primeiramente, iremos verificar que os autores civilistas lançaram seus conceitos sobre o que seria de fato uma prova judiciária, em que quase todos estes o fazem adotando uma posição baseada na atividade, no meio e no resultado.

Alguns autores afirmam em sua concepção que em sua acepção comum, a prova seria a ação e o efeito de provar; já o fato de provar seria a demonstração de algum modo à certeza de um direito ou a verdade de uma afirmação. Logo, esse conceito abrange o significado a respeito do que seriam provas.

Contudo, a ação de provar, algo, com o intuito de nos beneficiar, ou beneficiar a outrem é expressamente uma atividade. Portanto, para Couture, existe a implicação de seu conceito a partir de uma doutrina de que prova seria apenas aquilo que parte de uma determinada ação.

Por outro lado, observamos que aqueles que defendem a tese de que provas seriam meios para se atingir um objetivo se baseiam em meios definidos pelo direito ou contidos por compreensão num sistema jurídico como idôneos a convencer o juiz da ocorrência de determinados fatos, isto é, da verdade de determinados fatos, os quais vieram ao processo em decorrência de atividade principalmente, dos litigantes.

Por conseguinte, para que se possa subsidiar a última base teórica sobre as conceituações de prova, temos os autores que tratam esta como resultada de uma ação feita por meios legais para se chegar a um fim, afirmando-se que a prova seria a verdade resultante das manifestações dos elementos probatórios, decorrente do exame, da estimação e ponderação desses elementos, em que é a verdade que nasce da avaliação, pelo juiz, dos elementos probatórios.


Quais as provas mais utilizadas?



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Exemplificação de quais os meios de provas aceitos

As provas podem ser oral, documental ou material; além disso, podem ser casuais, quando forem produzidas no curso do procedimento, ou pré-constituídas, quando forem preparadas preventivamente para mostrar existência de ato ou negócio jurídico.


Quais tipos de provas que o Código Civil aceita?

É necessário que observemos que a prova é um dispositivo usado em juízo para esclarecer as verdades sobre determinados fatos que influem sobre determinado caso. Porém, o Código Civil de 2002 traz um rol de meios disponíveis para se utilizar e chegar a verdade de nossas alegações, presentes no Artigo 212, incisos I ao V.

Dessa forma, temos que é importante ressaltar o conteúdo do nosso artigo 369 presente no Novo Código de Processo Civil, o qual afirma que as partes têm o direito de empregar todos os meios legais, assim como os que são moralmente legítimos, mesmo que não especificados neste Código, para provar a verdade dos fatos em que se funda o pedido ou a defesa e influir eficazmente na convicção do juiz.

Diante disso, notamos que os mais variados tipos de provas, desde que lícitos mesmo que não presentes entre os que estão no rol do artigo 212, são aceitos no ordenamento.


Considerações finais



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A má-fé ocorre de diversas formas, no cotidiano, e todos devem estar atentos para evitar essa problemática

Pudemos analisar que, antigamente, quando dois homens faziam um negócio, a sua única garantia era o chamado fio do bigode isso quer dizer que haviam firmado um compromisso quando usavam tal termo.

No cotidiano, convivemos com diversas formas de enganação, má fé, e pessoas que se aproveitam da boa fé daqueles poucos que ainda tem. Logo, observando esses e outros motivos, é possível analisarmos que o legislador veio a nos prevenir de tais coisas, desenvolvendo, exclusivamente, uma parte do nosso código que nos ajuda a não sairmos no prejuízo, quando por erro, fazemos um negócio defeituoso.

Por fim, podemos perceber que é um instrumento que o homem possui para adquirir e exigir seus direitos, o qual acaba se tornando indispensável para o nosso sistema judiciário.