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Urgências e Emergências 
Ambulatoriais em 
Odontologia 
 
 
 
 
 
 
 
 
Urgência x Emergência 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Emergência
 
 Prevista
 Evitável
 Inevitável 
Imprevista 
 
 Urgência
Urgência x Emergência 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Legislação
 Lei 5.081 (1966)  Códigos Ética

Civil brasileiro
Penal 
Defesa do consumidor 
Apuração da 
Responsabilidade 
 
 
 
 
 
 
 
 Dano

 Ato profissional

 Ausência de dolo

 Nexo Causal
 
 
 
 
 
 
 Aspectos importantes 
Capacitação
 Treinamento
 Recursos técnicos
 Recursos materiais
 Controle imediato
 Conduta adequada
 
Avaliação Clínica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Importância
 Meios
 
Anamnese 
 
Exame físico 
 
Exames laboratoriais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Abscesso 
 
Dentoalveolar 
Abscesso Dentoalveolar 
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
 
 
 
 
 
 Quadro infeccioso agudo
 Envolve – dente X processo alveolar
 Etiologia
 Complicações de cáries
 Cistos periapicais infectados
 Traumatismos dentais
 Corpo estranho
 Fraturas maxilar ou mandibular
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
 
 
 Fase inicial ou de evolução
 Dor localizada e intensa
 Hipersensibilidade dental
 Apagamento do sulco mucogengival
 Mucosa alveolar hiperemiada, lisa e brilhante
 Fase de estado
 Aumento das sintomatologia – local e sistêmica
 Indício de celulite
 Trismo
 Fase Final
 
Regressão dos sintomas 
 
Flutuação 
Abscesso Dentoalveolar 
 
 
 
 
 
 
 
Os abscessos agudos representam um tipo de 
infecção odontogênica e na clínica odontológica 
geralmente apresentam-se como patologia de 
urgência, requerendo a intervenção imediata por 
parte do cirurgião-dentista. O tratamento 
primordial dessas lesões é a realização da 
drenagem e, quando necessária, a instituição da 
antibioticoterapia, com o objetivo de prevenir 
uma maior disseminação da coleção purulenta e 
propiciar ao organismo melhores condições de 
reparo tecidual. 
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
 
 
O paciente E. S. C., sexo masculino, com 28 anos de 
idade, apresentou-se com queixa de “dor de forte 
intensidade”. Foram constatadas pressão arterial de 
150x100 mm Hg e temperatura axilar de 38 ºC. Relatou 
ser fumante e usuário contínuo de bebida alcoólica. Na 
avaliação extrabucal observou-se ligeira assimetria 
facial, com maior alteração volumétrica na região 
submandibular do lado esquerdo. Constatado doença 
periodontal generalizada e existência de cárie profunda 
no 36. A mucosa alveolar na área apresentava 
edemaciada, com aumento de volume flutuante e 
extravasamento de coleção purulenta pelo sulco 
gengival. 
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
Abscesso Dentoalveolar 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Abscesso 
 
Periodontal 
 
Abscesso Periodontal 
 
Abscesso Periodontal 
 
Abscesso Periodontal 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os abscessos que acometem o periodonto 
são causados pela presença de 
microorganismos do biofilme dental 
subgengival em casos de exarcerbação de 
periodontites pré-existentes, após terapia 
periodontal inapropriada, pela recorrência da 
doença periodontal ou na ocorrência de 
super-infecções após terapia sistêmica com 
antibióticos. 
 
Abscesso Periodontal 
 
 
 
 Abscessos gengivais
 Lesões dolorosas
 Localizadas
 Envolvendo gengiva marginal ou papila interdental
 Penetração de corpo estranho
 Abscessos pericoronários 
Acúmulo purulento 
Envolvendo capuz pericoronário
Dentes semi-erupcionados 
 Abscessos periodontais 
Exsudato purulento dentro de bolsa periodontal 
Destruição de ligamento periodontal e osso alveolar 
Abscesso Periodontal 
 
 
 Abscessos periodontais 
 Dor
Edema 
Supuração
Vermelhidão
Extrusão dental
Sensibilidade a percussão
Febre
Linfadenopatia 
 
Abscesso Periodontal 
 
 
 
 
O paciente A.J.S. 47 anos, com relato de mal estar, 
febre e íngua. Foi constatada temperatura axilar de 38,7 
ºC. Relatou ser fumante e usuário doragas ilícitas 
 
e estar em tratamento para periodontite crônica. 
Apresenta quadro de aumento de volume vestibular em 
região de 47, com bolsa periodontal de 7mm associado 
a uma restauração de amálgama classe V subgengival. 
 
Abscesso Periodontal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Alveolite 
Alveolite 
 
Alveolite 
 
 
 
 
 
 
Refere-se a uma condição 
 
na qual o alvéolo dental não apresenta 
 
 
uma via normal de reparação, transformando- 
 
se num grande problema para a prática 
clínica. A incidência da alveolite é variável, 
estando presente em 2% a 6% das extrações 
dentais, sendo mais comum em exodontias 
isoladas e em alvéolos de molares 
inferiores. A faixa etária mais acometida é de 
30 a 40 anos, com predileção pelo sexo 
feminino. 
 
 
Alveolite 
 
 
 Etiologia
 Idade e sexo do paciente
 Uso de contraceptivos orais
 Localização anatômica
 Circulação local
 Fibrinólise 
Curetagem alveolar 
 
Presença de infecções e cáries
Ação dos anestésicos locais
Fumo 
 
Trauma cirúrgico, 
 
inexperiência do operador 
 
Problemas de saúde em geral - diabetes mellitus 
Alveolite 
 
 
 
 
 
 
O diagnóstico da alveolite é feito geralmente 
no segundo ou terceiro dia após a extração 
dental, quando o quadro clínico é 
extremamente desconfortável para o paciente, 
pois acompanhado de dor intensa, pulsátil e 
não controlada pela ação de analgésicos. Além 
da dor, a presença de um alvéolo vazio e a 
halitose são os principais achados clínicos da 
alveolite. 
 
Alveolite 
 
 
 
 
 
 Tratamentos locais - empirismo
 Óxido de zinco e eugenol 
Esponjas embebidas com antibióticos, 
Medicamentos - local ou sistêmicos 
 
Pastas de ácido acetilsalicílico, bálsamo doperu, eugenol e lanolina (Alveosan) 
Óxido de zinco, iodofórmio, paramonoclorofenol,resina branca e excipiente 
(Alveoliten) 
Limpeza cirúrgica do alvéolo (curetagem eirrigação) 
Alveolite 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Celulites 
 
Orofaciais 
Celulite Orofacial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A celulite facial é uma patologia relativamente 
frequente, com diversas etiologias possíveis, 
 
entre as quais se inclui a patologia dentária. 
 
Esta patologia predomina no sexo masculino, 
as regiões mais afectadas são região jugal, 
 
mandibular e palpebral inferior . Os agentes 
mais frequentes são o Streptococcus b 
hemoliticus e anaeróbios. 
 
Celulite Orofacial 
 
Celulite Orofacial 
 
Celulite Orofacial 
 
 
 
 
 
 Etiologia
 
Granuloma e cistos periapicais infectados
Abscessos periapicais
Sinusites maxilares 
 
 Alveolítes
 
Osteomielítes 
 
Periodontopatias avançadas 
Complicações de fraturas ósseas 
 
Complicações pós-operatórias cirúrgicas
Complicações endodônticas
Lesões de tecidos moles 
Celulite Orofacial 
 
 
 
 
 
 Sintomatologia
 
Aumento de volume 
Desaparecimento dos sulcos anatômicos 
Dor intensa e irradiada 
Trismo 
Linfadenopatia loco-regional 
 
Deformidade facial – cervical, palpebral,periauricular, 
Febre 
 
Anorexia hipertensãoCelulite Orofacial 
 
 
 
 
 
R.M., menino de 6 anos de idade, previamente hígido, 
apresenta febre e edema da face. Relato de que dois 
dias antes do internamento, surgiu subitamente dor e 
edema importante do lábio superior, febre elevada 
(máximo 39,5ºC) com recusa alimentar. No dia 
seguinte houve agravamento da sintomatologia, com 
extensão da tumefação para hemiface direita, 
acompanhada de dor à compressão local. História 
prévia de odontalgia. Ao exame apresentava estado 
geral conservado, temperatura axilar de 39,4ºC, edema 
marcado do lábio superior e da hemiface direita, com 
dor à palpação. Exame físico intra-oral abscesso 
periapical em região de fundo de suco do 13. 
 
Celulite Orofacial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comunicação 
 
Buco-sinusal 
Comunicação 
Buco-sinusal 
 
Comunicação 
Buco-sinusal 
 
Comunicação 
 
Buco-sinusal 
 
 
 
O seio maxilar, o maior dos seios paranasais, é um 
espaço pneumático contido no interior do osso maxilar bilateralmente. 
O seu grande volume 
associado à fragilidade capilar e à proximidade com os ápices de 
alguns dentes superiores permitem que, em algumas circunstâncias, 
forme-se um acesso direto entre este e a cavidade bucal chamada 
comunicação buco-sinusal. Quando tal canal de acesso entre as 
cavidades se encontra revestido por tecido epitelial, oriundo da 
proliferação dos tecidos que circundam a 
comunicação, a mesma passa a se chamar fístula buco-sinusal. 
Comunicação 
 
Buco-sinusal 
 
 
 
O seio maxilar, o maior dos seios paranasais, é um 
espaço pneumático contido no interior do osso maxilar bilateralmente. 
O seu grande volume 
associado à fragilidade capilar e à proximidade com os ápices de 
alguns dentes superiores permitem que, em algumas circunstâncias, 
forme-se um acesso direto entre este e a cavidade bucal chamada 
comunicação buco-sinusal. Quando tal canal de acesso entre as 
cavidades se encontra revestido por tecido epitelial, oriundo da 
proliferação dos tecidos que circundam a 
comunicação, a mesma passa a se chamar fístula buco-sinusal. 
Comunicação 
 
Buco-sinusal 
 
 
 
Com relação aos fatores etiológicos, a abertura 
do seio maxilar freqüentemente é realizada 
 
acidentalmente durante extrações dentárias. 
Tal perfuração geralmente envolve dentes com 
raízes divergentes nas proximidades de 
espaços 
 
edêntulos, situação em que o seio maxilar se torna 
 
pneumatizado, enfraquecendo o alvéolo e levando o 
ápice dentário a uma íntima relação com a cavidade 
 
sinusal. 
 
Comunicação 
 
 
Buco-sinusal 
 
 
 Comunicação e Fístula buco-sinusal 
Alteração de timbre - nasal
Transtornos na deglutição de líquidos e alimentos 
 Halitose
 Coriza
 Paladar alterado
 Obstrução nasal unilateral
 Dor na face ou cefaléia frontal (quando de sinusite)
 Corrimento nasal unilateral e tosse noturna
 Inabilidade para assoprar ou puxar fumaça de um cigarro. 
Presença de tecido hiperplásico, em direção àcavidade bucal 
Comunicação 
Buco-sinusal 
 
Comunicação 
Buco-sinusal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fratura de 
 
Instrumental 
Fratura de Instrumental 
 
Fratura de Instrumental 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Alguns acidentes trazem grandes transtornos e dificuldades tanto ao 
paciente quanto ao cirurgião, e, dentre esses, podemos citar as lesões a 
nervos, 
hemorragias, comunicações bucosinusais, bem como a fratura de 
instrumentos, em especial a fratura de agulhas, devido à dificuldade de 
tratamento no momento da ocorrência. Mesmo com toda a evolução na 
fabricação das agulhas, assim como a melhoria 
da técnica anestésica aplicada pelos cirurgiões-dentistas, a quebra e a 
consequente perda da agulha dentro dos tecidos do paciente ainda 
podem vir a ocorrer. 
Fratura de Instrumental 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Etiologia
 
Falhas na fabricação da agulha 
 
Movimentação súbita do paciente durante 
apunção 
 
Erros de técnica profissional 
 
Inserção de toda a haste da agulha no tecido-
alvo 
 
Dobra da haste da agulha 
 
Reutilização excessiva 
Fratura de Instrumental 
 
 
 
 
Paciente J. C. J. , sexo masculino 34 anos de idade, 
hígido, apresentou-se com o relato de ter ocorrido 
uma fratura de agulha em sua mandíbula na realização 
da exodontia . Ao exame clínico extra-oral, a paciente 
apresentava-se com leve edema em face e sem outras 
alterações. Ao aspecto pôde-se detectar loja cirúrgica 
em processo cicatricial com suturas posicionadas. A 
paciente apresentava-se com imagem radiográfica 
panorâmica que evidenciava a presença de um corpo 
estranho, compatível com a haste de uma agulha 
anestésica, em região de corpo mandibular esquerdo. 
Associada à agulha anestésica, pôde-se detectar a 
presença de raízes residuais resultantes da tentativa 
de remoção da unidade dentária 38. 
 
Fratura de Instrumental 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gengivoestomatite 
Herpética 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
 
 
 
A Gengivoestomatite Herpética Aguda (GEHA) é a primo-infecção 
causada pelo vírus 
herpes simples (HSV), que age como um parasita 
intracelular obrigatório. O HSV apresenta dois grupos sorotipo diferentes, 
o HSV-1 e HSV-2. O sorotipo 1 é responsável 
pelas infecções bucais e peribucais. O 
sorotipo 2 é responsável pelas infecções genitais recorrentes. 
Estabelece vida latente, localizandose no gânglio trigeminal ou de 
Gasser. 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
 
 
 
Reativação 
Estabelece vida latente, no gânglio trigeminal 
 
Febre 
 
Trauma, 
 
Exposição à luz solar e ultravioleta
Estresse 
 
Imunossupressão
Infecções 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
 
Sintomatologia
Eritema difuso 
 
Lesões vesiculo-bolhosas - 
UlceraçãoEdema 
 
Hemorragia 
 
Dor 
 
Linfadenopatia loco-
regionalFebre 
 
Gengiva - edemaciada, dolorosa e eritematosa, 
 
podendo apresentar zonas erosivas 
puntiformes ao longo da margem gengival 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
 
 
 
Paciente, 12 anos, gênero masculino, leucoderma, 
estudante, procurou atendimento odontológico por 
apresentar inúmeras vesículas que rompiam com 
facilidade no palato, bochecha e lábio, além de mal-
estar geral, febre e anorexia. Observou-se debilidade 
sistêmica, apatia e linfadenopatia cervical acentuada 
nas cadeias I, II. 
 
Gengivoestomatite 
Herpética 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gengivite Ulcerativa 
Necrosante 
Gengivite Ulcerativa 
Necrosante 
 
Gengivite Ulcerativa 
Necrosante 
 
 
A GUN, anteriormente denominada Gengivite 
Ulcerativa Necrosante Aguda (GUNA) , caracteriza-se microscopicamente 
por um infiltrado de neutrófilos e um componente crônico abundante nas 
áreas mais profundas. Clinicamente mostra-se como lesões limitadas 
envolvendo o tecido gengival, sem perda de 
inserção periodontal, apresentando áreas marginais ulceradas, com 
necrose tanto da região 
interproximalquanto das faces livres, além da presença de crateras 
teciduais localizadas. 
Normalmente as lesões ulceradas estão cobertas por uma pseudomembrana, 
se removidas, resultarão em 
sangramento e exposição de tecido conjuntivo 
Gengivite Ulcerativa 
Necrosante 
 
 
 Etiologia
 
Imunossupressão
Dieta pobre 
 
Diminuição na quantidade de linfócitos 
Estresse psicológico 
 
Diciência na higiene oral 
 
TabagismoDeficiência de ácido ascórbico 
Gengivite Ulcerativa 
Necrosante 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hematoma 
Hematoma 
 
Hematoma 
 
Hematoma 
 
 
 
 
 
É o extravasamento sanguíneo e acúmulo de sangue fora de câmaras 
cardíacas e vasos sanguíneos por 
meio de lesão tecidual vascular acidental ou cirúrgica. 
 
 
 
 Etiologia:
 
Patologias que interferem na coagulação -anemia profunda, 
plaquetopenia, púrpura trombocitopênica, hemofilia, hepatopatias, uso 
de anticoagulantes orais, senilidade. 
Causas locais - exodontia, granulomas, periodontopatias avançadas, 
gengivites, lesão de tecidos moles 
Procedimentos cirúrgicos 
Hematoma 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Hemorragia 
Hemorragia 
 
Hemorragia 
 
 
 
 
 
É o extravasamento sanguíneo por meio de lesão tecidual vascular 
acidental ou cirúrgica. 
 
 
 Etiologia:
 
Patologias que interferem na coagulação -anemia profunda, 
plaquetopenia, púrpura trombocitopênica, hemofilia, hepatopatias, uso 
de anticoagulantes orais, senilidade. 
Causas locais - exodontia, granulomas, periodontopatias avançadas, 
gengivites, lesão de tecidos moles 
 
 
Procedimentos cirúrgicos 
Hemorragia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lesão de 
Tecidos Moles 
Lesão de 
Tecidos Moles 
 
Lesão de 
Tecidos Moles 
 
 
Lesão de 
Tecidos Moles 
 
 
Lesões que comprometem os tecidos moles tais 
como as dilacerações extensas da mucosa, as 
feridas da língua ou dos lábios, ductos salivares, 
soalho oral e região jugal. 
 
 
 
 Etiologia:
 
Uso indevido ou imprudente de alavanca 
Ausência de sindesmotomia durante exodontia 
Deslizamentos de instrumentais cortantes eperfurantes 
Pinçamento inadvertido de lábios ou língua
Afastamento traumático de tecidos
Uso incorretos de brocas 
Lesão de 
Tecidos Moles 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Luxação 
 
Temporomandibular 
Luxação 
 
 
Temporomandibular 
 
Luxação 
 
 
Temporomandibular 
 
 
A luxação da articulação temporomandibular 
ocorre quando o côndilo mandibular move-se para 
fora da cavidade glenóide e permanece travado 
anteriormente à eminência articular. 
 
 
 
 Etiologia:
 
Cirurgia de dentes inferiores (luxação) 
 
Abertura da boca – exagerada ou por 
muitotempo 
 
Uso incorreto de abridores de boca 
Luxação 
 
 
Temporomandibular 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Osteomielite 
Osteomielite 
 
Osteomielite 
 
Osteomielite 
 
 
 
 
 
Osteomielite é uma doença pouco comum, 
considerada de difícil diagnóstico e tratamento. 
 
É definida como uma inflamação óssea com 
envolvimento da cortical e sua medular, normalmente 
causada por invasão da flora bacteriana local, 
podendo se estender para o periósteo e tecidos 
moles, com envolvimento de regiões situadas longe 
 
do sítio inicial. 
Osteomielite 
 
 
 
 Etiologia:
 
Traumatismo acidental 
 
Processos infecciosos 
pulpares
Complicações exodônticas
Cistos e tumores infectados
Alveolite 
 
Fraturas óssea não tratadas 
 
Osteomielite 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Paralisia Facial 
Paralisia Facial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Paralisia do Nervo Facial (PNF) pode ocorrer por diferentes motivos, 
como traumatismo, compressão, processos infecciosos ou inflamatórios, 
distúrbios metabólicos e iatrogenias. O nervo facial, dentre os nervos 
cranianos, é o mais acometido, sendo a ocorrência de lesões durante o 
tratamento dentário bastante rara e incomum. A recuperação dos 
movimentos normais pode demorar algumas horas, com o paciente 
estando apto a realizar suas atividades normais em um breve período de 
tempo. 
Paralisia Facial 
 
Paralisia Facial 
 
 
 
 
 
 
Sintomatologia 
 
Injeção de anestésicos locais 
 
Extração dentária 
 
Processos infecciosos 
 
Osteotomias 
 
Cirurgias pré-protéticas 
 
Excisão de tumores e cistos 
 
Cirurgia da articulação têmporo-mandibular 
 
Tratamento das fraturas faciais e de 
pacientesfissurados 
 
Cirurgia Ortognática 
Paralisia Facial 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Periodontite 
Ulcerativa Necrosante 
Periodontite 
Ulcerativa Necrosante 
 
 
Periodontite 
Ulcerativa Necrosante 
 
 
 
 
A PUN é definida como uma doença periodontal 
 
severa, de rápida progressão, que cursa com áreas 
de eritema na gengiva livre e gengiva inserida. 
Extensas áreas de necrose de tecido mole podem 
ser evidenciadas, além de severa perda do 
periodonto de inserção, muitas vezes sem 
formação de bolsa periodontal. Caracteriza-se por 
um começo relativamente rápido (entre 2 e 3 
meses) e radiograficamente exibe áreas de extensa 
perda óssea. Radiograficamente, lesões iniciais de 
PUN demonstram pequena perda de osso e pouca 
mobilidade. Rapidamente tais lesões podem 
evoluir para uma exuberante perda óssea, 
associada à grande mobilidade 
 
Periodontite 
Ulcerativa Necrosante 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sinusite Odontogênica 
Sinusite Odontogênica 
 
Sinusite Odontogênica 
 
 
 
 
 
 
 
A Sinusite maxilar crônica de origem dentária é uma doença cuja 
prevalência é muitas vezes subestimada. 
 
 
 
A causa mais comum é o granuloma apical, 
especialmente do primeiro molar, mas periodontite avançada deve ser 
considerada como fator etiológico. 
 
 
O ápice dos dentes molar e pré-molar estão intimamente associados com 
o seio maxilar e freqüentemente sua raiz protrui na cavidade sinusal. 
Sinusite Odontogênica 
 
 
 
 
 
 
Sintomatologia
Dor surda 
 
Pressão e desconforto 
 
Dente - sensível à percussão , à mastigação 
eao frio 
 
História de infecção de vias aéreas 
superiorese congestão nasal acompanhando 
a dor dentária 
 
Sensibilidade dolorosa infraorbitária à 
palpação acima do seio afetado 
 
Aumento da dor quando o paciente curva-
separa a frente 
Sinusite Odontogênica 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Obrigado!