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Amadurecimento e Germinação dos órgãos reprodutivos
Fisiologia Vegetal
Amadurecimento e germinação dos órgãos reprodutivos
13-10-2019
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Uma das primeiras coisas que ocorre no amadurecimento germinação de órgãos reprodutivos é o desenvolvimento da semente na qual esta inserida no fruto, esta etapa inicia com a expansão e sucessivas processos que visa o crescimento e germinação.
Para todo esse processo de amadurecimento e germinação recorre as principais fases que são: desenvolvimento da semente madura, germinação da semente amadurecida, regulação do desenvolvimento da fruta pela semente e botão dormente e sua germinação.
Desenvolvimento da semente 
13-10-2019
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A semente e o óvulo maduro e já fecundando das plantas giminospermas ou angiospermas. No seu desenvolvimento e formado por tegumento ou casca com a testa e o tegmen, embrião, endosperma que o envolve. Sua importância esta relacionado com as formas mais primitivas de reprodução e dispersão e é atestado pelo sucesso destes dois grupos das plantas em dominar a paisagem.
As sementes provem um modo de perpetuação da espécie, protegendo e sustentando a vida. Essas são formadas pela combinação de gâmetas masculinos e femininos, oriundo da estame e do pistilo floral, no processo conhecido como singamia. A fase de semente e mais responsável pela evolução contínua das espécies.
Continuação
13-10-2019
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Portanto durante o desenvolvimento a semente e composta por vários tecidos incluindo o embrião, o endosperma e a testa, no embrião estão presente o meristema da raiz e da parte aérea que crescem para formar órgãos vegetativas da planta e os cotiledones, que posteriormente poderão se diferenciar em órgão de reserva de alimento para o estabelecimento da plantula.
Continuação
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A semente amassada contem um suco a partir do qual a planta crescera quando encontrar as condições desejadas, também contem um suprimento de reserva que servirão para primeiro estágio de desenvolvimento da planta depois da formação completa dos órgãos responsáveis pela alimentação. Este suprimento se desenvolve a partir de um embrião chamado fixosperma proveniente da planta mãe.
Continuação
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As sementes passam a não ter mais endosperma quando maduras, o embrião da semente se divide em duas principais partes: radícula e gemula. A radícula e a primeira parte da semente a emergirem durante a germinação, e a parte do embrião da semente que ira de formar em raiz.
Gemula é a parte do embrião que originara as primeiras folhas da planta, há espécies que apresentam endosperma na maturidade, exemplo todas as coníferas e a maioria das monocotiledoneas e as que não apresentam endosperma na maturidade são também conhecidas como ex albuminosas, feijão, amendoim as sementes angiospermas no geral formam se e desenvolve dentro do fruto e as de giminospermas começam o seu desenvolvimento descoberto, e são depois envoltas por estruturas chamadas pinhas ou cones.
Continuação
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Germinação da semente 
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Quando madura, todas e qualquer semente germinará se encontrar condições adequadas. Podemos definir germinação como retomada do crescimento e desenvolvimento do embrião, para que isso ocorra a semente precisara principalmente de água, gás oxigénio e temperatura adequada.
Uma das primeiras coisas que ocorre na germinação e a absorção da agua pela semente. A medida que a semente vai se enchendo de água, a casca se rompe permitindo a entrada de oxigénio muito importante para as células do embrião. E importante lembrar que o embrião que fica no interior das sementes possui substancias nutritivas que o nutrirão a medida que ele for se desenvolvendo. 
Continuação
13-10-2019
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Depois que as células embrião recebem água, oxigénio e temperatura adequada, elas começam a se desenvolver, dando origem a primeira estrutura que sai da semente, que é chamada de radícula.
A radícula será a futura raiz da planta e ela começa a crescer para dentro do solo, de onde tirara os sais minerais e a água de que precisa para continuar a se desenvolver. Na pequena plantinha também poderemos ver o caulículo e a gemula. O caulículo dará origem a parte inicial do caule chamado de hipocotilo enquanto a gemula originara a parte superior do caule chamado de epicotilo e as primeiras folhas.
Continuação
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Se a semente de uma planta germinar em um local adequado, ela conseguira desenvolver suas raízes, caule e folhas, transformando se em uma jovem planta. Depois de adulta, ela produzira frutos e sementes, que darão continuidade a vida da espécie. Existem algumas sementes que passam por período chamado de período de dormência e só conseguem germinar após alguns estímulos do ambiente.
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Regulação do desenvolvimento da fruta pela semente
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Esta etapa inicia se com a expansão celular e se encera com o crescimento final dos frutos. O correcto manejo nutricional e fisiológico contribui com a formação de frutos com melhor espessura de casca, resistência e produtividade, alem de diversos parâmetros qualitativas, como acidez, enchimento e o teor de vitamina C. 
Os frutos surgem do desenvolvimento dos ovários, geralmente após a fecundação dos óvulos. Em geral a transformação de ovário em fruta e induzida por harmónios liberados pelos embriões em desenvolvimento, existem casos porem em que ocorre a formação de frutas sem que tenham havido polinização.
Continuação
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O fruto e constituído por duas partes principais, o pericarpo resultante do desenvolvimento das paredes do ovário, e as sementes, resultante do desenvolvimento dos óvulos fecundados, o pericarpo compõe se de três camadas, o epicarpo que e a camada mas externa, o mesocarpo que e a camada intermediaria e endocarpo a camada mais interna. Em geral o mesocarpo e a parte do fruto que mais se desenvolve, sintetizando e acumulando substancia nutritivas, principais açucares.
Dormência secundária ou induzida
 
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Na dormência morfológica também conhecida como dormência de embrião estalo todos os casos de inibição da germinação devido a propriedades particulares de embrião.
 O embrião de muitas espécies apresenta se imaturo na época de liberação das sementes da planta mãe, embora os outros tecidos como endosperma e envoltórios já estejam maduros. 
Segundo Nikolaeva 1999 os embriões podem variar quanto aos graus de imaturidade, a partir dos0 estágio globular ate quase completamente formados, entre as espécies que apresentam imaturidade do embrião podemos citar Avenua fátua. 
Continuação
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As sementes não são dormentes quando dispersas pela planta mãe mas se forem expostas as condições desfavoráveis a germinação, tornam se dormentes. 
Este tipo de dormência pode se desenvolve espontaneamente como ocorre nas espécies de taxo e faxino, o estado da dormência secundário pode ser induzida experimentalmente, a aplicação de inibidores da biossintese de gibelinas, como o tectcyclacis induz dormência em sementes não dormentes de alface, tomate, cebola.
Continuação
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Dormência pode ser induzida ao expor sementes em bebida em 1°C, a casos também onde as sementes que já requerem luz para a germinação tornarem se dormentes após serem mantidas no escuro tornam se dormentes. 
As sementes fotoblásticas positivas chloris que a serem mantidas em câmara de germinação e temperatura adequada e agua suficiente, mas no escuro tornam se incapazes germinar mesmo que a condição da luz tenha restaurada ( Labouriau 1983) para reverter o processo e dormência secundaria precisa passar por período adicional de pós maturação.
Dormência relativa
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A semente necessitam de uma condição especifica para germinar, fora dessa condição tornam se dormentes. Muitas sementes de gramíneas exibem este tipo de dormência, alem das gramíneas podemos citar as espécies Taraxacum megalorrhizon cuja germinação ocorre entre 15°C. 
A germinação de muitas sementes e controlada pela luz e este processo é conhecidocomo fotoblastismo, as sementes que exigem luz para germinar são denominadas fotoblásticas positivo, entretanto a luz pode ode inibir a germinação de outras sementes senso que esta ultima denominadas fotoblásticas negativas. 
Continuação
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Existem ainda um outro grupo de planta que são indiferentes a luz para germinar. As espécies que reagem a luz para germinar possuem um pigmento no citoplasma, o fitocromo que capta a luz nos comprimentos de onda da região do azul e do vermelho. 
Dormência múltipla
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Existe um número apreciável de espécies que apresentam mais de um mecanismo de dormência, normalmente em diferentes partes da semente, em espécies de Rumex ocorre dormência por impermeabilidade da água, imposta pelo perianto essas sementes possui como unidade de dispersão a nacula composta pela semente propriamente dita, o pericarpo e o perianto e fotoblastismo. O perianto age como um filtro de luz impedindo a conversão da luz de FV em FVE. 
Mecanismo de quebra de dormência
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Necessidades da luz: para as sementes fotoblásticas a luz ou a sua ausência e o estímulo necessário para a quebra de dormência mas ela só é efectiva em sementes em bebidas actuando para a remoção de um algum bloqueio no metabolismo de embrião, algumas espécies precisam de quantidade muito pequenas de luz para germinar como em avenua fátua (Houa e Simpson, 1993). 
Estratificação: uma parte considerável de sementes necessita de um período a baixas temperaturas, antes de se tornaram capazes de germinarem, a estratificação e eficiente nas sementes que apresentam dormência imposta pela testa por imaturidade de embrião, dormência relativa e secundária. 
Continuação
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Termoperiodismo: muitas sementes dependem das flutuações diárias de temperatura para a regulação da sua germinação, essas sementes permanecem dormentes a temperatura constantes, mas germinam prontamente se forem expostas a temperaturas alternativas.
Muito obrigado pela atenção dispensada
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FIM

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