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Técnicas Respiratórias em Fisioterapia

Material sobre Técnicas Respiratórias (Fisioterapia Respiratória) — Prof.ª Fabiana Coelho Couto Rocha Corrêa, Estácio Juiz de Fora. Lista de técnicas de desobstrução/higiene brônquica (drenagem postural, percussão/tapotagem, vibração, etc.) com objetivos, execução, indicações e contraindicações.

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- Técnicas Respiratórias -
Prof.ª Fabiana Coelho Couto Rocha Corrêa
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora
Estágio Atenção Terciária:
Fisioterapia Respiratória:
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora
Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
1. Drenagem Postural;
2. Percursão ou Tapotagem; 
3. Vibração Torácica;
4. Compressão Torácica;
5. Terapia Expiratória Manual por Pressão 
(TEMP);
Fisioterapia Respiratória:
Centro Universitário Estácio Juiz de Fora
Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
6. Aceleração do Fluxo Expiratório (AFE);
7. Expiração Forçada (TEF) ou Huffing);
8. Tosse voluntária, assistida, provocada;
9. Ginga Torácica;
10. Bag-Squeezing;
11. Manobra Zeep;
12. Aspiração.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
1. Drenagem Postural:
• Utiliza-se da ação da gravidade para auxiliar a movimentação das 
secreções no trato respiratório, direcionando-as para as vias
aéreas centrais onde poderão ser removidas através da tosse.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
1. Drenagem Postural:
• A drenagem postural também promove a melhora da relação
ventilação/perfusão;
• Deve-se permanecer na posição por 15 a 30 minutos com limite
de 60 minutos no total.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
1. Drenagem Postural:
• As posições de drenagem postural e o grau de inclinação variam
de acordo com a posição da área pulmonar a ser drenada e
tomam como base o ângulo ou o somatório das angulações
formadas entre os segmentos brônquicos e a traquéia, devendo
sempre ser levado em consideração as condições clínicas do
paciente.
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
1. Drenagem Postural:
• Contra-indicação: pós-operatórios imediatos, EAP, ICC, hemoptise
ativa, cirurgia medular recente ou lesão medular aguda, pressão
intracraniana maior que 20mmHg, hemorragia ativa com
instabilidade hemodinâmica, derrames pleurais volumosos, infarto
do miocárdio e sempre que o paciente referir intolerância à
posição.
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Estágio Atenção Terciária:
Fisioterapia Respiratória:
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
2. Percurssão Torácica ou Tapotagem:
• Objetivo: deslocar o muco e permitir o seu encaminhamento para 
as vias aéreas centrais, facilitando assim sua eliminação.
• Cuidado: áreas sensíveis, como as regiões anteriores do tórax, 
locais de traumatismo ou de cirurgia e nunca percutir sobre
proeminências ósseas. 
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
2. Percurssão Torácica ou Tapotagem:
• Indicação: casos de fibrose cística;
• Contra-indicações: presença de enfisema intersticial extenso, 
hemorragia pulmonar, pneumotórax não drenado, entre outros. 
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
2. Percurssão Torácica ou Tapotagem:
• Manter as mãos em conchas ou ventosas, posicionando as duas
no sentido dos arcos costais e do contorno do tórax, podendo
variar também com a região tenar, hipotenar ou com os dedos;
• Em recém nascidos e crianças pequenas, em que a estrutura do
tórax não comporta a mão do terapeuta, a manobra poderá ser
utilizada somente com os três dedos médios de uma das mãos.
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2. Percurssão Torácica ou Tapotagem:
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
3. Vibração Torácica: 
• A vibração manual é produzida pela tetanização dos músculos do
braço e antebraço e transmitida pelos punhos e mãos ao tórax do
paciente, em conjunto com uma pressão manual no sentido
crânio-caudal, com a finalidade de potencializar os efeitos da
técnica.
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3. Vibração Torácica: 
• Objetiva deslocar as secreções pulmonares conduzindo-as para
vias aéreas de maior calibre, para que posteriormente sejam
eliminadas pela tosse ou aspiração.
• Existem também relatos na literatura que descrevem efeitos
benéficos da vibração no relaxamento de músculos da parede
torácica e na melhora da perfusão alveolar.
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
3. Vibração Torácica: 
• Realizada pelas mãos do terapeuta que devem estar espalmadas,
acopladas e com uma certa pressão, localizadas na região torácica
escolhida; o punho e o cotovelo de quem aplica a manobra
deverão permanecer imóveis realizando uma contração isométrica
de seus membros superiores, produzindo e impulsionando
movimentos vibratórios.
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3. Vibração Torácica: 
• Esse movimento é aplicado, acompanhando a cinética da caixa
torácica durante a fase expiratória do ciclo respiratório;
• Atenção: Não existem grandes evidências em adultos, em
neonates e crianças o vibrador mecânico é mais usual devido a
manutenção da frequência, porém cuidado com frequências
muito altas.
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4. Compressão Torácica: 
• A técnica consiste na compressão realizada na parede torácica
durante a fase expiratória do ciclo respiratório de forma 
relativamente brusca objetivando a formação de fluxo turbulento
por aceleração do fluxo expiratório intra pulmonar, objetivando a 
mobilização de secreções. 
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
4. Compressão Torácica: 
• Para aplicação da técnica, as mãos do fisioterapeuta devem estar
dispostas no sentido anatômico dos arcos costais, com os dedos
colocados entre os mesmos. A força compressiva deve ser
distribuída igualmente entre a palma da mão e os dedos.
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Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
4. Compressão Torácica: 
• Os benefícios dessa manobra tem sido relatados na literatura
quando ela é aplicada isoladamente, entretanto tem se
demonstrado uma maior eficiência e eficácia na terapia quando
esta é aplicada conjuntamente a outras manobras como a
vibração.
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4. Compressão Torácica: 
• Quando aplicada após a tapotagem ou vibrocompressão, tem o
papel de conduzir secreções para os brônquios de maior calibre,
facilitando sua eliminaçãopela tosse ou aspiração;
• Contra-indicação: em pacientes com fraturas de costelas, EAP,
pneumotórax espontâneo não controlado, derrame pleural e
cardiopatias valvares.
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5. Pressão Expiratória, Tensão Expiratória Manual ou Terapia
Expiratória Manual por Pressão(TEMP):
• A manobra de pressão expiratória consiste em deprimir de
maneira passiva o gradil costal do paciente, durante o período
expiratório, com a finalidade de aumentar a ventilação.
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5. Pressão Expiratória, Tensão Expiratória Manual ou Terapia
Expiratória Manual por Pressão(TEMP):
• Além de aumentar o volume corrente, uma vez que objetiva
“desinsuflar o tórax e os pulmões”, esta manobra propicia também
um aumento de mobilidade do gradil costal, favorecendo ou
ampliando a mecânica pulmonar.
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6. Aceleração do Fluxo Expiratório(AFE):
• Consiste em um movimento tóraco abdominal sincronizado,
gerado pelas mãos do fisioterapeuta, sobre o tempo expiratório
que se inicia após o platô inspiratório, sem ultrapassar os limites
fisiológicos expiratórios do paciente.
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6. Aceleração do Fluxo Expiratório(AFE):
• A técnica pode ser passiva, ativo-assistida com a colaboração
parcial através da realização da expiração com a glote aberta, ou
ainda ativa com a colaboração total do paciente para a execução
da técnica.
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6. Aceleração do Fluxo Expiratório(AFE):
• Objetivo: expulsar o ar dos pulmões a uma velocidade semelhante
a da tosse, sendo capaz de favorecer a progressão da expulsão das
secreções (em função da mecânica dos fluidos), otimizar as trocas
gasosas pelo aumento do volume corrente e promover a
mobilização da mecânica torácica.
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6. Aceleração do Fluxo Expiratório(AFE):
• Indicação: sequelas pulmonares pós-cirúrgicas e problemas
respiratórios de origem neurológica ou traumática, sempre que a
secreção for um fator agravante, e mostrou gerar grandes
benefícios para a higiene brônquica de crianças sob VM.
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7. Técnica de Expiração Forçada(TEF) ou Huffing:
• Combinação de uma ou duas expirações forçadas(“huffs”) de
volume pulmonar médio a baixo e períodos de controle
diafragmático e relaxamento;
• Objetivo: promover a remoção de secreções brônquicas
acumuladas com a menor alteração da pressão pleural e menor
probabilidade de colapso bronquiolar.
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7. Técnica de Expiração Forçada(TEF) ou Huffing:
• A glote deve manter-se aberta durante a técnica e, para isso, o
paciente deve emitir sons de “huff” durante a expiração;
• O “huff” é uma manobra forçada e a sua duração ou a força de
contração dos músculos expiratórios podem ser moduladas para
ampliar o fluxo expiratório e diminuir o risco de colapso das vias
aéreas.
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7. Técnica de Expiração Forçada(TEF) ou Huffing:
Um “huff” de volume pulmonar médio é realizado a partir de uma
respiração média com a boca e a glote abertas e o ar deve ser expulso
dos pulmões pela ação dos músculos da parede torácica e os
abdominais. Enquanto um “huff” de baixo volume pulmonar move
secreções periféricas, um “huff” de alto volume remove muco
localizado nas paredes proximais das vias aéreas superiores.
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7. Técnica de Expiração Forçada(TEF) ou Huffing:
• Portanto, quando necessário, o “huff” deve ser longo o bastante
para descolar secreções mais distais, porém não deve se prolongar
muito, o que causaria uma tosse paroxística desnecessária, ou
mais breve uma vez que as secreções já atingiram as vias aéreas
superiores.
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7. Técnica de Expiração Forçada(TEF) ou Huffing:
• A pausa entre um ou dois “huffs” é muito importante, pois
previne um possível aumento na obstrução do fluxo aéreo e sua
duração varia de acordo com as características de cada paciente.
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8. Tosse Voluntária:
• Ato voluntário de expulsão de ar dos pulmões que pode ser
ensinado ao paciente sem assistência direta do fisioterapeuta e
sem necessidade direta de nenhuma estimulação ou reflexo.
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8. Tosse Voluntária:
• Essa técnica é utilizada quando o paciente é colaborativo e
participa ativamente da terapia, estando posicionado sentado ou
semi-sentado, já que é gerado maior volume e menor pressão
abdominal, e deve pedir que ele realize uma inspiração profunda
seguida do ato tussígeno.
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8. Tosse Assistida:
• Consiste na aplicação de uma pressão externa sobre a caixa
torácica ou sobre a região epigástrica, fornecendo assim um
auxílio ao ato de tossir;
• O fisioterapeuta posiciona uma de suas mãos na região póstero-
superior do tórax do paciente, o qual deve estar sentado,
enquanto que a outra mão apóia a região anterior.
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8. Tosse provocada:
• Manobra de estimulação do reflexo de tosse por ação mecânica,
utilizada quando a tosse voluntária está abolida ou em pacientes
não-colaborativos.
• A tosse é provocada ao estimular os receptores irritantes da
traquéia, comprimindo-se a região logo abaixo da tireóide ou logo
acima da fúrcula.
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8. Tosse provocada:
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9. Ginga Torácica:
• Objetivo: promover a mobilização de secreções
broncopulmonares, através da mobilização seletiva das costelas e
da geração de melhor fluxo expiratório;
• Os movimentos são feitos de maneira alternada de um lado em
outro do tórax e com suave pressão expiratória que orienta o
movimento das costelas.
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10. Bag-Squeezing:
• É um recurso fisioterapêutico que pode ser utilizado para
pacientes que cursam com quadro de hipersecreção pulmonar e
tampões mucosos e que estejam necessitando da utilização de
ventilação artificial, por meio de um aparelho de ventilação
mecânica invasiva.
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10. Bag-Squeezing:
• Consiste na utilização de uma bolsa de hiperinsulflação pulmonar
(ambu) e das técnicas de vibração e compressão torácica.
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10. Bag-Squeezing:
• Dois fisioterapeutas poderão atuar: o primeiro administrará um
volume gasoso com a bolsa, maior que o volume corrente
utilizado pelo paciente, se possível, chegando próximo ao limite da
capacidade pulmonar total, e o segundo sincronizará a manobra
de vibrocompressão após a hiperinsuflação.
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10. Bag-Squeezing:
• Promovendo portanto a aceleração do fluxo expiratório, gerando
com isso fluxo turbulento e estimulando o mecanismo de tosse, o
que facilitará o deslocamento das secreções impactadas na
periferia pulmonar, trazendo-as mais próximo das vias aéreas
superiores onde serão mais facilmente eliminadas.
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10. Bag-Squeezing:
• Na presença de secreções espessas, recomenda-se a instilação
prévia de soro fisiológico em quantidades adequadas antes da
insuflação do pulmão.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
11. Manobra Zeep:
• Realizada somente em pacientes sob ventilação artificial;
• Essa manobra pode ser utilizada durante a terapia convencional,
associada às demais manobras ou quando estas não puderem ser
realizadas por haver alterações patológicas como osteoporose ou
osteopenia importante, plaquetopenia, entre outros.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
11. Manobra Zeep:
• Para realizá-la é necessário elevar a pressão positiva expiratória
final até 15cmH2O e num instante depois levar esta pressão até
zero (Zeep) juntamente com a vibrocompressão realizada sobre a
parede torácica. Posteriormente deve-se retornar a pressão
expiratória final aos níveis anteriores aos dos antes da realização
da manobra. Realizar a manobra por 10 minutos.
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
11. Manobra Zeep:
• Com a aplicação desta técnica, observa-se um efeito de
desobstrução brônquica, em função de um alto fluxo expiratório e
um importante ganho de volume corrente quando se retorna a
pressão positiva, ao final da expiração aos níveis normais;
• Contra-indicação: pacientes hemodinamicamente instáveis e com
hipertensão intracraniana.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Desobstrução/Higiene Brônquica:
12. Aspiração:
• Procedimento utilizado para remoção de secreções de pacientes
que estejam necessitando de via aérea artificial ou pacientes
hipersecretivos que se encontrem com alteração no mecanismo
de tosse e portanto com ineficiência na eliminação de secreções
traqueobrônquicas;
• Sistema aberto ou fechado de aspiração.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
1. Inspiração Profunda;
2. Inspiração Máxima Sustentada (SMI);
3. Inspiração Fracionada;
4. Soluços Inspiratórios;
5. Expiração abreviada;
6. Peep selo d´agua.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
1. Inspiração Profunda:
• Predominio da inspiração profunda não excessiva, sempre ao nível
do volume de reserva inspiratório, sem forçar a capacidade
inspiratória máxima, lenta e uniforme por via nasal. 
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Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
1. Inspiração Profunda:
• A expiração é por via oral, uniforme e sem variações bruscas, não
excedendo muito o nível do VRE. 
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
1. Inspiração Profunda:
• Objetivo: melhorar a profundidade ventilatória e a complacência
pulmonar, podendo ser aplicada portanto, em pacientes portadores
de complacência pulmonar diminuída sem incremento da 
resistência das vias aéreas.
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
2. Inspiração Máxima Sustentada (SMI):
• Trata-se de fazer com que o paciente, utilizando-se de
inspirômetros de incentivo ou não, realize uma inspiração ativa
forçada que deverá ser sustentada por um determinado intervalo
de tempo. Atua basicamente em termos de acréscimo sobre o VRI,
na pressão transpulmonar e na capacidade pulmonar total.
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
3. Inspiração fracionada ou em tempos:
• Inspiração nasal suave interrompida por pequenos períodos de
apnéia pós-inspiratória (2, 3, 4 ou até 6 tempos) e expiração oral;
• Indicação: melhorar a complacência tóraco-pulmonar e incremento
da capacidade inspiratória;
• Contra-indicação: elevada resistência das vias aéreas.
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Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
4. Soluços inspiratórios(Sniff Inspiration):
• Inspiração subdividida em inspirações curtas e sucessivas efetuadas
pelo nariz, acumulativamente, até atingir a capacidade pulmonar
total, e então, realiza-se uma expiração oral completa e suave;
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
4. Soluços inspiratórios(Sniff Inspiration):
• Ao realizar este padrão respiratório, é possível reexpandir as zonas
basais, incrementando a capacidade residual funcional e o volume
de reserva inspiratório, promovendo melhora da complacência
tóraco-pulmonar.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
5. Expiração abreviada:
• Consiste em inspirações nasais profundas e suaves intercaladas por
expirações orais abreviadas;
• Com esse padrão consegue-se incrementar o volume de reserva
expiratório, a capacidade residual funcional (CRF) e a capacidade
pulmonar total (CPT).
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
6. Inspiração desde a Capacidade Residual Funcional:
• Expiração oral tranquila até o nível do repouso expiratório para, em
seguida, ocorrer uma inspiração profunda;• Neste padrão a atividade diafragmática é evidente, ocorrendo
portanto um incremento na ventilação de zonas basais pulmonares.
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
7. Inspiração desde o Volume Residual:
• Expiração oral forçada até atingir o volume residual, seguida de uma
inspiração nasal ao nível da capacidade inspiratória;
• Com este padrão ocorre um aumento do volume corrente e da
capacidade vital, favorecendo o incremento da ventilação nas zonas
apicais do pulmão.
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
8. Apnéia máxima pós-inspiratória:
• Inspiração nasal suave e lenta até a capacidade pulmonar total,
seguida de apnéia por alguns segundos, posteriormente expiração
oral lenta, contínua e sem esforço.
Fisioterapia Respiratória:
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Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
9. Manobra de bloqueio unilateral torácico com resposta contra-lateral
(direcionamento de fluxo):
• Utilizada quando pretende-se atingir regiões pulmonares
comprometidas pela deficiência ventilatória.
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Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
9. Manobra de bloqueio unilateral torácico com resposta contra-lateral
(direcionamento de fluxo):
• Técnica: aplicação de uma força através das mãos do fisioterapeuta
no final da expiração, em um dos hemitórax do paciente, fazendo
com que o volume de ar colocados nas vias aéreas do paciente
ocupe principalmente o hemitórax contralateral ao bloqueio,
permitindo assim maior expansão deste.
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
10. Bloqueio-desbloqueio torácico (ginga torácica):
• Estimulação proprioceptiva e as variações de pressões pulmonares
facilitando o deslocamento do volume de ar para a região onde está
sendo aplicada a técnica.
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Técnicas de Reexpansão Pulmonar:
10. Bloqueio-desbloqueio torácico (ginga torácica):
• Uma resistência é aplicada na caixa torácica no início da inspiração
com associação da compressão torácica na expiração. Após o
primeiro terço da inspiração, o fisioterapeuta retira subitamente a
força aplicada. As pressões pulmonares nesta região se modificam e
deslocam o ar para a área em questão, expandindo-a
Fisioterapia Respiratória:
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Estágio Atenção Terciária:
Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
1. Inspiração Abreviada;
2. Exercícios Diafragmáticos;
3. Freno labial;
4. Exercícios de baixa frequência;
5. Compressão e descompressão;
6. Temp lento Desinsuflativo.
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Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
1. Inspiração Abreviada:
• Inspiração ao nível do volume corrente, seguida de uma expiração
contínua, lenta, de preferência associada ao freno labial até atingir
o nível do volume de reserva expiratório para, em final de três
repetições, voltar com uma inspiração profunda ao nível da 
capacidade inspiratória máxima. 
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Estágio Atenção Terciária:
Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
1. Inspiração Abreviada:
• Com o uso desse padrão que interrompe o ciclo expiratório
contínuo ao seu nível máximo por uma pequena inspiração, torna-
se possível criar condições biomecânicas e ventilatórias que ajudem
a desinsuflar os pulmões em condições em que a complacência se 
encontre alterada.
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Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
2. Exercícios diafragmáticos:
• Orienta-se o paciente a protrair o abdome gradualmente durante a
inspiração e retrair ao contrair ativamente os músculos abdominais
durante a expiração. As mãos do fisioterapeuta devem estar na
região média do reto abdominal.
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2. Exercícios diafragmáticos:
• O paciente é orientado a concentrar-se nas contrações do
diafragma sem a contração da musculatura respiratória acessória;
• Objetivo: aliviar a dispnéia e reduzir o trabalho respiratório;
• Importante: a posição semi sentada ou em DL com flexão de quadril
são ótimas para a contração diafragmática.
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3. Freno Labial ou Retardo Expiratório:
• Inspiração nasal e expiração oral realizada com uma resistência
(lábios franzidos), sem contrair o abdome;
• A mão do fisioterapeuta deve estar no abdome do paciente.
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4. Exercícios de baixa frequência:
• Orientar o paciente a realizar uma respiração lenta e profunda;
• Objetivo: aliviar a dispnéia e diminuir a frequência respiratória.
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Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
5. Manobra de compressão-descompressão (de pressão negativa ou
estimulação costal):
• Com as mãos apoiadas nas costelas flutuantes, pedir ao paciente
que respire profundamente. O fisioterapeuta deve acompanhar o
movimento de inspiração e durante a expiração promover uma
depressão do gradil costal fazendo a expiração forçada. Quando
este realizar o primeiro esforço inspiratório, o fisioterapeuta deve
soltar bruscamente as mãos promovendo a entrada brusca de ar,
expandindo o pulmão.
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Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
5. Manobra de compressão-descompressão (de pressão negativa ou
estimulação costal):
• Essa descompressão acarreta grande negativação de pressão
intrapleural e intrapulmonar, promovendo um direcionamento de
fluxo ventilatório para região correspondente.
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Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
6. Temp Lento Desinsuflativo:
• Mobilização manual passiva da caixa torácica por compressão
regional do tórax no final da fase expiratória (acompanhando o
movimento de alça de balde das costelas inferiores).
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Padrões Respiratórios Desinsuflativos:
6. Temp Lento Desinsuflativo:
• Objetivo: melhorar a elasticidade e complacência torácica
pulmonar, diminuir a capacidade residual funcional, aumentar o
fluxo expiratório e facilitar a desobstrução broncopulmonar.
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Fortalecimento Muscular Respiratório:
1. Power Breath;
2. Threshould.
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Incentivadores Inspiratórios: 
1. Respiron;
2. Flutter/Shaker;
3. Voldyne.
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Incentivadores Inspiratórios: 
• O inspirômetrode incentivo é um aparelho cientificamente
desenhado que utiliza uma série calibrada de passagem de ar para 
alterar o fluxo e, portanto, o esforço dispendido para levantar uma
esfera indicadora do nível de precisão, para visualização e graduação
do fluxo mínimo de inspiração. 
• Existem dois tipos de inspirômetros de incentivo: a fluxo e a volume.
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Incentivadores Inspiratórios: 
• A fluxo pode ocorrer fluxo turbulento inicial, alteração no trabalho
ventilatório, alternando assim o padrão de ventilação durante o
exercício (Respiron);
• A volume é mais fisiológico porque o volume de treinamento é
constante até atingir a capacidade inspiratória máxima ou nível
prefixado pelo terapeuta (Voldyne).
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Incentivadores Inspiratórios: 
• A inspirometria de incentivo pode ser considerada como uma
modalidade terapêutica profilática e não proposta como
substituição a qualquer outra técnica fisioterapêutica .
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Incentivadores Inspiratórios: 
1. Respiron:
• Objetivo: obtenção de inspirações profundas e sustentadas o que 
possibilita a insuflação dos pulmões, restabelecendo volumes e 
capacidades pulmonares.
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Incentivadores Inspiratórios: 
1. Respiron:
• Indicação: pessoas sedentárias, obesos, pré e pós-operatórios de 
cirurgias (especialmente bariátricas, abdominais e torácicas), 
tratamento de atelectasias e portadores de doenças pulmonares 
como DPOC e asma;
• Contra-indicação: pneumotórax espontâneo.
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Incentivadores Inspiratórios: 
2. Flutter/Shaker:
• Dispositivo que combina a ação de pressão positiva expiratória nas
vias aéreas (PEEP) com a oscilação oral de alta frequência, gerando
vibrações endobrônquicas;
• Objetivo: gerar vibrações endobrônquicas que interajam com a
secreção e proporcione seu deslocamento.
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Incentivadores Inspiratórios: 
2. Flutter/Shaker:
• Trata-se de um dispositivo em forma de cachimbo,com uma esfera
de aço sustentada sobre um suporte em forma de funil que,
durante a expiração, gera oscilações com frequências que variam de
acordo com a angulação do equipamento em relação a boca.
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Incentivadores Inspiratórios: 
3. Voldyne:
• Sua função é abrir os sacos aéreos dos pulmões após cirurgias, 
facilitando a respiração e esvaziando esses órgãos. Se usado 
corretamente, o dispositivo pode acelerar o período de 
recuperação, além de reduzir o risco de pneumonia e outros 
problemas respiratórios.
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Incentivadores Inspiratórios: 
3. Voldyne:
• Sistema de pistão em que um êmbolo ou disco deve ser elevado até 
atingir a capacidade inspiratória máxima ou nível predeterminado.
OBRIGADA
fabicoelhocouto@hotmail.com

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