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A IMPORTÂNCIA DA BIOSSEGURANÇA NO AMBIENTE HOSPITALAR Promove um ambiente biologicamente seguro tanto para o cliente quanto para si e para os demais profissionais. HIGIENE DAS MÃOS Entre as medidas de segurança adotadas em um ambiente hospitalar, no qual promove a saúde é a higienização das mãos uma medida simples que garante aos pacientes e à profissional proteção contra várias doenças. A higienização das mãos deve ser realizada por você e pelos seus acompanhantes e visitantes. QUANDO ? Antes do contato com o paciente Antes de realizar procedimentos limpo/ asséptico. Após risco de exposição a fluidos corpóreo. Após contato com o paciente. Após contato com superfícies próximas ao paciente. ENFERMAGEM E PROTEÇÃO EPI (Equipamento de Proteção Individual) -Dispositivo de uso individual destinado a proteção a saúde e integridade física do trabalhador (NR-6, portaria n. 3214). O uso de EPIs e essencial no ambiente hospitalar para evitar a exposição a resíduos biológicos. TIPOS EPIS: Luvas: Proteção contra riscos biológicos e químicos, sendo os tipos mais resistentes adequados para manipulação de produtos mais contaminantes. Máscara: Combatendo acidentes de risco biológico e a contaminação respiratória. Avental e Gorros: Protege tronco, braços e pernas, ambos utilizado em procedimentos cirúrgicos, já o avental também e utilizado no contato com o paciente e para proteção contra material biológico. Botas: indicados para ambiente com sujidade orgânica. Óculos de proteção: impede exposição dos olhos aos componentes Os Equipamentos de Proteção Individual permitem aos profissionais da equipe de enfermagem exercer os cuidados aos pacientes de forma segura, não colocando em risco a saúde do paciente e zelando pela integridade física dos mesmos. Aplicado para todos os pacientes: Antes e após contato com o paciente. Ao contato com sangue e secreção. Se risco de respingo. ISOLAMENTOS E PRECAUÇÃO Como pensar em uma assistência segura para pacientes e profissionais da saúde? A incorporação e aplicação das Precauções Padrão é considerada a base para a prevenção da transmissão de doenças. Nem sempre é possível reconhecer imediatamente os casos de doenças transmissíveis. A forma de transmissão é o elemento mais importante na cadeia epidemiológica, uma vez que é o elo mais passível de quebra ou interrupção. As medidas de precaução e isolamento visam interromper estes mecanismos de transmissão e prevenir infecções. TIPOS DE ISOLAMENTO: Precaução padrão: medidas adotadas por todos os profissionais em relação a todos os pacientes, visando evitar qualquer tipo de contato com sangue e fluidos, como fluidos corpóreos, incluindo todos os tipos de secreção e excreção. Precaução de isolamento por contato: Lave as mãos com solução antisséptica degermante (PVP-I ou clorexidina) antes e após o contato com o paciente. Use luvas e aventais (não estéreis) para realizar procedimentos que facilitem o contato com os líquidos corporais do paciente. Indicado para- Infecção ou colonização por bactérias multirresistentes. Escabiose e pediculose. Diarreias de causa infecciosa (shiguela, salmonela, rotavírus). Hepatite tipo A. HIV e hepatite tipo B na vigência de sangramento. Precaução de isolamento respiratória: Mantenha a porta fechada; use máscara específica (PFF2 ou N95) ao entrar no quarto; lave as mãos ao entrar e sair do quarto Indicado para- Tuberculose, sarampo e varicela. Obs: Isolamento para varicela, use também luvas e aventais (não estéreis) para os cuidados com o paciente (associar precauções de contato). Precaução de isolamento por gotícula: Lave as mãos ao entrar e sair do quarto. Use máscara cirúrgica ao entrar no quarto e em distância inferior a 1 metro do paciente. Indicado para- Rubéola, caxumba. Meningite meningocócica. Outras infecções de transmissão aérea por gotículas.