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Gestão Educacional e 
Empreendedorismo
Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Responsável pelo Conteúdo:
Prof. Ms. Marcos Evandro Galini 
Revisão Textual:
Prof. Ms. Claudio Brites
5
Un
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ad
e Empreendedorismo: Principais Conceitos e 
Características
Os objetivos desta unidade são analisar os tipos de empreendedorismo e identificar 
as características do comportamento empreendedor necessárias para uma boa 
gestão educacional. Também refletiremos sobre a necessidade do autoconhecimento 
e da aplicação de ações empreendedoras para o desenvolvimento de uma gestão 
educacional inovadora.
Ainda, serão apresentados casos práticos de ação empreendedora dentro do 
ambiente escolar e links para materiais complementares importantes para a 
formação do gestor educacional.
Nesta unidade, abordaremos os principais conceitos, tipos e as principais características do 
empreendedorismo e dos empreendedores, com foco no intraempreendedor ou o empreendedor 
interno. Também trataremos do processo de autoconhecimento, ação necessária para o 
desenvolvimento das características do comportamento empreendedor.
Nesta unidade, trabalharemos os seguintes tópicos:
• O que é Empreendedorismo
• Tipos de Empreendedores
• Empreendedor Social
• Intraempreendedor
• Características do Comportamento 
Empreendedor
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hinkstock/G
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Para iniciarmos esta unidade, convido você a assistir ao vídeo exibido no Fantástico da rede 
Globo sobre a mudança realizada por um gestor educacional numa escola pública da periferia de 
um grande centro urbano. Reflita sobre as ações tomadas pelo gestor para mudar a sua realidade.
http://globotv.globo.com/rede-globo/fantastico/v/diretor-de-escola-publica-muda-
realidade-de-alunos-em-uma-das-maiores-favelas-do-brasil/3233196
Após assistir ao vídeo, responda:
Quais comportamentos podem ser ressaltados nesse gestor escolar? Como a comunidade se 
envolveu? O que aconteceria se o gestor não tomasse uma atitude?
Contextualização
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Iniciamos com as seguintes perguntas: 
- Qual a relação entre empreendedorismo e gestão escolar? 
- Empreendedor é somente aquele que quer abrir ou tem uma empresa?
As definições encontradas na literatura sobre empreendedorismo são abrangentes. É um 
termo muito utilizado no mundo empresarial e, em geral, está relacionado com a criação de um 
negócio. Mas não se resume a isso. Digamos que empreendedorismo significa “empreender” 
algo, podendo ser uma empresa, mas também agregar valor a um processo, identificar uma 
oportunidade de melhoria dentro de uma organização.
Historicamente, o conceito de empreendedorismo foi apresentado pelo economista Joseph 
Schumpeter (1934):
Empreendedorismo é criar riqueza através de novos produtos, novos métodos de 
produção, novos mercados, novas formas de organização etc. O empreendedor 
é responsável pelo empreendedorismo, para gerar lucro para a organização, e 
valor para o cliente.
Para o autor, o empreendedorismo é fundamental nas sociedades para inovar e modificar as 
organizações.
Temos 6 grandes escolas que estudam o empreendedorismo sob diferentes perspectivas:
1. A escola bibliográfica: seu foco é a vida de grandes empreendedores, apontando os 
seus traços “inatos”;
2. A escola psicológica: seu foco é o estudo das características e personalidades dos 
empreendedores. Entende que o empreendedor constrói ao longo da vida uma série de 
atitudes, crenças e valores que favorecem o sucesso empreendedor;
3. A escola clássica: o foco é a inovação, pois entende que o empreendedor “cria” algo;
4. A escola da administração: sua visão é que o empreendedor organiza e administra um 
negócio e assume os riscos dessa empreitada. Dá importância para a elaboração do Plano 
de Negócios, instrumento de planejamento;
5. A escola da liderança: reconhece que o empreendedor é um líder que mobiliza as 
pessoas em torno de objetivos;
6. A escola corporativa: aponta que as habilidades empreendedoras podem ser úteis 
dentro de organizações complexas.
O que é Empreendedorismo
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Uma definição abrangente de ser empreendedor nos é dada por Augusto Cury:
Ser um empreendedor é executar os sonhos, mesmo que haja riscos. É enfrentar os problemas, 
mesmo não tendo forças. É caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola. É tomar 
atitudes que ninguém tomou. É ter consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem 
glória. É não esperar uma herança, mas construir uma história... Quantos projetos você deixou 
para trás? Quantas vezes seus temores bloquearam seus sonhos? Ser um empreendedor não é 
esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la.
(Disponível em: http://pensador.uol.com.br/ser_um_empreendedor_e_executar/ Acesso em: 
11 set. 2014).
O autor destaca as características do comportamento de um empreendedor apontando o 
papel de realizador.
Veja outras definições “práticas” de quem respira empreendedorismo. São relatos 
inspiradores de destacados empresários brasileiros. Acesse em: 
http://www.endeavor.org.br/artigos/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/15-
definicoes-de-empreendedorismo. Disponível em: 01 set de 2014.
O empreendedor é alguém que define metas, busca informações, é criativo, lida com o 
desconhecido e é obstinado. Mas essas características podem ser desenvolvidas?
No decorrer desta unidade, abordaremos os comportamentos empreendedores e veremos 
se é possível desenvolvê-los. Na essência, o empreendedor é aquele que sonha e busca 
tornar realidade seu sonho. E não é qualquer sonho, é aquele que traz sentido para a vida do 
empreendedor, uma realização pessoal. Essa realização não precisa estar ligada a um novo 
negócio ou a uma recompensação financeira, podendo ser uma realização positiva no ambiente 
organizacional. Daí aparece a figura do intraempreendedor que falaremos a seguir.
Tipos de Empreendedores
Podemos apresentar 3 tipos de empreendedores:
Empreendedor de negócio
É o empreendedor clássico que almeja a sobrevivência financeira (lucro) do seu negócio. 
Seus objetivos no negócio são: criar diferenciais competitivos; vencer a concorrência; aumentar 
o número de clientes; aumentar o lucro, resultando na sobrevivência do empreendimento.
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Esse empreendedor pode ser classificado em dois tipos:
Por necessidade 
São aqueles que iniciam um empreendimento por não possuírem melhores opções de 
ocupação, abrindo um negócio a fim de obter renda para si e para sua família. A falta de 
planejamento e de preparação para abrir um negócio é presente nesse tipo de empreendedor.
Por oportunidade
São os que identificam uma oportunidade ou uma chance de negócio e decidem empreender, 
mesmo possuindo alternativas de emprego e renda. Em geral, esse tipo de empreendedor 
planeja suas ações antes de iniciar um negócio e obtêm melhor sustentabilidade financeira do 
empreendimento.
A pesquisa “Empreendedorismo no Brasil”, realizada em 2013 pelo Global Entrepreneurship 
Monitor (GEM), em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade 
(IBPQ) e o Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getúlio Vargas 
(FGV), com o apoio do Sebrae, revela que praticamente 40 milhões de brasileiros estão 
empreendendo, demonstrando a importância econômica e social do tema e a necessidade 
de ações governamentais ou não governamentais para sua consolidação. O Brasil ocupa 
a quarta posição no ranking em número absoluto de empreendedores, atrás da China, 
Índia e Nigéria.
A amostra traz 68 países pesquisados, com cobertura de 75% da população e 89% do 
PIB global. O Brasil é considerado pela pesquisa um país em transição entre um modelo 
orientado da eficiência para ainovação. Em relação às nove condições chaves para 
empreender, o Brasil apresenta um quadro acima da média da América Latina e do Caribe 
em todos os itens, à exceção dos impostos/regulamentação e da infraestrutura física – itens 
também verificados como hiato em relação à média total dos países pesquisados.
A população economicamente ativa (TEA) no Brasil é estimada em 123 milhões de 
indivíduos correspondendo às idades de 18 a 64 anos. Temos que 21 milhões (17,1%) são 
iniciais (17ª posição no ranking GEM) e 19 milhões (15,5%) estabelecidos (8ª posição – 
GEM). Tais percentuais são superiores à média mundial de 7,9% e 6,7%, respectivamente.
A faixa etária com a maior taxa de empreendedores (TEA) é a de 25 a 34 anos (21,9%), 
seguida pela faixa etária de 35 a 44 anos (19,9%). No grupo empreendedores iniciais, essas 
faixas etárias representam percentual de 33,1% e de 25,8% do universo, respectivamente. 
Essas taxas são diferentes no caso do empreendedorismo estabelecido. No Brasil, a maior 
incidência de empreendedores estabelecidos ocorre na faixa entre 45 a 54 anos (24,3%) 
seguida das faixas de 35 a 44 anos e 55 a 64 anos, ambas acima de 18,5%.
Em 2013, mais de 80% dos entrevistados no Brasil consideraram que abrir um negócio 
é uma opção desejável de carreira. Tal constatação coloca o Brasil na sexta posição no 
ranking global da pesquisa nesse quesito.
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Se elencarmos os principais sonhos dos brasileiros, a prioridade é a aquisição da casa 
própria, com 45,2%, viajar pelo Brasil, com 42,5%, e, logo após, ter seu próprio negócio, 
com 34,6% das opiniões. Nota-se que a atividade empreendedora como carreira é 
fundamental para o desenvolvimento do empreendedorismo, mas também é importante 
que essa opção esteja relacionada ao empreendedorismo por oportunidade e não por 
necessidade, já constatado por dados da pesquisa, com a elevação da razão oportunidade/
necessidade de 2,3 (2012) para 2,5 (2013).
Outro dado da pesquisa que merece destaque se refere à participação feminina nos 
empreendimentos iniciais no Brasil (participação de 52,2%). Comparativamente aos outros 
países, o Brasil se situa em 12º lugar, junto com países como Colômbia, Panamá e Tailândia. 
O empreendedorismo vem sendo uma opção de carreira e renda para as mulheres brasileiras.
Com relação à taxa de empreendedores masculinos e femininos iniciais por necessidade, o 
Brasil apresenta em 2013 média superior à regional e global e muito próximas às regionais 
para oportunidades. Noruega é o destaque para empreendedorismo masculino para 
oportunidade e Líbia, Singapura e Suíça para o feminino nesse quesito.
Disponível em: http://ois.sebrae.com.br/wp-content/uploads/2013/01/Relatorio-Executivo-
GEM-Brasil-2013.pdf. Acesso em: 11 set. 2014.
Empreendedor Social
Empreendedorismo social tem como objetivo pensar em negócios de impacto social e 
não somente em soluções que resultam em lucro para o empreendedor. Também almeja a 
sustentabilidade e a sobrevivência do seu negócio, seja com ou sem fins lucrativos
A Artemisia, organização que atua na “aceleração” desse tipo de negócio, considera que os 
negócios podem gerar impacto social em cinco principais dimensões:
1) Diminuem custos de transação: oferecem produtos e serviços que diminuam ou eliminem 
barreiras de acesso a bens e serviços essenciais;
2) Reduzem condições de vulnerabilidade: oferecem produtos que facilitem a proteção de 
bens conquistados e a antecipação ou prevenção de riscos futuros;
3) Ampliam possibilidades de aumento de renda: atuam no aumento das oportunidades de 
emprego estável ou na melhoria das condições de trabalho do microempreendedor;
4) Promovem oportunidades de desenvolvimento: promovem oportunidades para que 
pessoas de baixa renda fortaleçam seu capital humano e social;
5) Fortalecem a cidadania e os direitos individuais: contribuem para o fortalecimento da 
cidadania por meio de produtos e serviços essenciais para uma qualidade de vida digna.
(Disponível em: <http://www.artemisia.org.br/conteudo/negocios/impacto-social.aspx> 
Acesso em: 11 set. 2014).
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Um caso de negócio de impacto social na área educacional é a GEEKIE. Essa 
empresa tem como propósito “melhorar o aprendizado, tornando-o mais rápido, 
mais eficiente e mais prazeroso, sempre respeitando a individualidade e a liberdade 
de cada um na sua melhor forma de aprender, inspirando assim cada indivíduo a 
realizar seu potencial e atingir seus sonhos e contribuindo para elevar o nível da 
educação no Brasil e no mundo.” 
Disponível em: <http://www.geekie.com.br/a-geekie> Acesso em: 17 ago 2014.
Assista ao vídeo do Cláudio Sassaki, cofundador da Geekie, durante a terceira 
edição da série de diálogos O Futuro se Aprende, e reflita sobre as inovações 
educacionais propostas pela empresa: http://youtu.be/lU5l68GTelA
Intraempreendedor
O termo intraempreendedor foi apresentado por Gifford Pinchot (1989) para apontar o 
“empreendedor interno”. O intraempreendedor, a partir de uma ideia, busca transformá-la em 
um produto de sucesso que transforme a realidade da empresa onde trabalha.
O intraempreendedor necessita de uma organização que ofereça relativa liberdade e recursos 
para colocar em prática suas ideias. Com sua paixão e dedicação, ele faz a inovação acontecer.
As organizações, por outro lado, devem apoiar pessoas com ideias inovadoras e iniciativa 
a se tornarem agentes da mudança. O papel do gestor educacional, além de ser o exemplo 
de ações empreendedoras, deve criar condições para que os demais colaboradores possam 
oferecer suas ideias e colocá-las em prática.
Para Marcos Hashimoto (2006, p. 13), o intraempreendedorismo “foca o funcionário 
individualmente e sua propensão a agir sozinho de forma empreendedora.” Para 
a empresa, “o intraempreendedorismo acontece quando atitudes individuais são 
valorizadas, não necessariamente por meio de processos formais”.
Uma coordenadora de escola de ensino médio, incomodada com a baixa participação de 
pais e responsáveis nas “reuniões de pais”, resolveu inovar. Em uma de suas conversas com os 
pais, ficou tocada com um relato de uma mãe, a qual diz: “Não quero ir mais à reunião, pois só 
falam mal do meu filho. Volto para casa muito chateada”. Em acordo com os alunos, mudaram 
a estrutura das reuniões: quem as organizaria seriam os alunos, confeccionando convites e, a 
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
cada encontro, um grupo ficaria responsável, dentro de um limite de tempo, em apresentar para 
os pais todas as novas aprendizagens do trimestre. Os pais ficaram muito orgulhosos dos filhos. 
Para os alunos, a aprendizagem se tornou significativa e eles receberam um papel de autonomia 
importante dentro da escola.
A coordenadora inovou? Foi intraempeendedora? O que aconteceria se a instituição limitasse 
a liberdade da coordenadora na tomada de decisão?
O tema empreendedorismo é tão amplo que hoje temos gestores públicos sendo premiados 
pelas ações empreendedoras, como é o caso do Prêmio Prefeito Empreendedor, concedido 
a prefeitos municipais de todo o Brasil que tenham implantado projetos com resultados 
comprovados, ainda que parciais, de estímulo ao surgimento e ao desenvolvimento de 
pequenos negócios e à modernização da gestão pública, contribuindo de forma efetiva 
para o desenvolvimento econômico e social do município.
Veja um exemplo de projeto ganhador na sua 7ª Edição - Biênio 2011/2012:
Região: Sudeste
Categoria(s): Implantação da Lei Geral
Prefeito(a): Reinaldo Landulfo Teixeira
Habitantes: 14.206
Descrição: Situada numa região que sofre com os reflexos da pobreza e das adversidades 
climáticas aliados à proximidade com a cidade polo Montes Claros, que por força de 
seu tamanho exerce forte atrativo sobre os consumidoresdos municípios próximos, era 
muitos os obstáculos encontrados pela administração municipal e que mereciam atenção 
e capacidade para enfrentá-los. 
A opção decisiva pelos pequenos negócios tinha que se ancorar numa política pública 
estruturante, foi quando a implementação da Lei Geral Municipal e a adoção de uma nova 
política de compras públicas se tornaram o carro-chefe do aquecimento da economia local. 
As mudanças produzidas no cenário local permitiram o resgate da autoestima da população 
e foi uma das razões para o sucesso do projeto. Entre 2004 e 2011, a participação das MPEs 
no fornecimento das licitações municipais atingiu 70% do total. Outra ação que assumiu 
papel primordial foi a reforma da administração com a criação de novas secretarias, fusão 
de algumas delas, qualificação dos servidores públicos, dentre outras iniciativas as quais 
tornaram a administração mais eficaz, eficiente e competitiva
Disponível em: http://www.prefeitoempreendedor.sebrae.com.br. Acesso em: 11 set. 2014.
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Características do Comportamento Empreendedor
Um empreendedor não espera as coisas acontecerem, é uma pessoa pró-ativa, ou seja, faz 
as coisas ocorrerem. Ele é motivado, tem boas ideias e sabe como implementá-las para alcançar 
os seus objetivos. 
O empreendedor acredita no seu potencial, tem capacidade de liderança e consegue 
facilmente trabalhar em equipe. Além disso, ele, ou ela, sabe que um fracasso é apenas uma 
oportunidade de aprender e ser melhor, e não se deixa abalar com isso.
No texto acima, identificamos várias características de comportamento empreendedor, por 
exemplo: iniciativa, pró-atividade, liderança, trabalho em equipe, objetivos claros, dentro outras.
O empreendedor tem comportamentos que o diferenciem do restante das pessoas? 
Ele nasce com esses comportamentos ou os desenvolve?
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Com base em pesquisas e estudos sobre empreendedorismo, o SEBRAE defende que o 
empreendedor de sucesso possui 10 características de comportamento empreendedor, em 
maior ou menor grau. São elas:
1. Busca de Oportunidades e Iniciativa:
Desenvolve a capacidade de se antecipar aos fatos e de criar oportunidades de negócios com 
novos produtos e serviços. Um empreendedor com essas características bem trabalhadas age 
com proatividade, antecipando-se às situações, busca a possibilidade de expandir seus negócios 
e aproveita oportunidades incomuns para progredir;
2. Persistência
Desenvolve a habilidade de enfrentar obstáculos para alcançar o sucesso. A pessoa com essas 
características não desiste diante de obstáculos, reavalia e insiste ou muda seus planos para 
superar objetivos e se esforça além da média para atingir seus objetivos;
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
3. Correr Riscos Calculados
Envolve a disposição de assumir desafios e responder por eles. O empreendedor com essa 
característica procura e avalia alternativas para tomar decisões, busca reduzir as chances de erro 
e aceita desafios moderados com boas chances de sucesso;
4. Exigência de Qualidade e Eficiência
Relaciona-se com a disposição e a inclinação para fazer sempre mais e melhor. Um 
empreendedor com essa característica melhora continuamente seu negócio ou seus produtos, 
satisfaz e excede as expectativas dos clientes e cria procedimentos para cumprir prazos e padrões 
de qualidade;
5. Comprometimento
Característica que envolve sacrifício pessoal, colaboração com os funcionários e esmero com 
os clientes. O empreendedor traz para si mesmo as responsabilidades sobre sucesso e fracasso, 
atuando em conjunto com a sua equipe para atingir os resultados. Além disso, ele coloca o 
relacionamento com os clientes acima das necessidades de curto prazo;
6. Busca de Informações
Característica que envolve a atualização constante de dados e informações sobre clientes, 
fornecedores, concorrentes e sobre o próprio negócio. O empreendedor com essa característica 
se envolve pessoalmente na avaliação de seu mercado, investiga sempre como oferecer novos 
produtos e serviços e busca a orientação de especialistas para decidir;
7. Estabelecimento de Metas
Compreende saber estabelecer objetivos que sejam claros para a empresa, tanto a longo 
quanto a curto prazo. Assim, o empreendedor persegue objetivos desafiantes e importantes para 
si mesmo, além de ter clara visão a longo prazo. Ele cria objetivos mensuráveis com indicadores 
de resultado;
8. Planejamento e Monitoramento Sistemáticos
Desenvolve a organização de tarefas de maneira objetiva, com prazos definidos, a fim de que 
possam ter os resultados medidos e avaliados. O empreendedor com essa característica bem 
trabalhada enfrenta grandes desafios, agindo por etapas. Ele adequa rapidamente seus planos 
às mudanças e variáveis de mercado e acompanha os indicadores financeiros, levando-os em 
consideração no momento de tomada de decisão;
9. Persuasão e Rede de Contatos
Engloba o uso de estratégias para influenciar e persuadir pessoas e se relacionar com pessoas-
chave que possam ajudar a atingir os objetivos do seu negócio. Dessa forma, o empreendedor 
cria estratégias para conseguir apoio para seus projetos, obtém apoio de pessoas-chave para 
seus objetivos e desenvolve redes de contatos, construindo bons relacionamentos comerciais;
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10. Independência e Autoconfiança
Desenvolve a autonomia para agir e manter sempre a confiança no sucesso. Um empreendedor 
que possui essa característica confia em suas próprias opiniões mais do que nas dos outros, 
sendo otimista e determinado mesmo diante da oposição e transmitindo essa confiança em sua 
própria capacidade.
Entende-se que as características do comportamento empreendedor podem ser desenvolvidas. 
É fundamental identificar seu potencial empreendedor e desenvolver suas características de 
comportamento empreendedor.
Faça os testes abaixo e identifique o seu perfil empreendedor:
• http://arquivopdf.sebrae.com.br/atendimento/teste-aqui-seu-perfil-empreendedor
• http://www.labconhecimento.com.br
• http://www.perfildoempreendedor.com.br
• http://www.trilhadoempreendedor.com.br
Leia das páginas 63 a 66 do artigo intitulado Empreendedorismo e resiliência: 
mapeamento das competências técnicas e comportamentais exigidas na atualidade, 
autoria de Myrt Thânia de Souza Cruz e Isabel Mingotti Machado Moraes. 
Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/
view/16430/12352>. Acesso em: 27 jun. 2014.
Reflita sobre quais características acredita que sejam necessárias reforçar em 
você para obter um bom desenvolvimento como gestor educacional.
Locos interno x lócus externos
Um aspecto importante para o desenvolvimento das características do comportamento 
empreendedor é o que se refere ao controle interno e externo sobre o resultado de uma ação, o 
que chamam de reforço.
Quando um reforço é percebido pelo sujeito como seguido a uma ação sua, mas percebido 
como o resultado de sorte, acaso, destino, sob o controlo do poder de outros, diz-se que possui 
uma crença de controle externo.
Se o sujeito percebe que o acontecimento é resultado do seu próprio comportamento ou de 
características suas, então, diz-se que apresenta uma crença de controle interno.
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Resumindo, enquanto o lócus (local) de controle interno se refere à percepção de controle 
pessoal sobre o resultado da situação e, por isso, tende-se a percebê-lo como resultante das 
próprias ações, o lócus de controle externo refere-se à percepção da falta de controle pessoal 
sobre a situação, ou de que o resultado não é/está dependente do próprio comportamento e, por 
isso, há uma tendência a percebê-lo como resultante de fatores exteriores – como sorte ou acaso.
Ossujeitos podem ser classificados ao longo de um continuum, desde uma internalidade 
extrema a uma externalidade extrema: os predominantemente internos têm tendência a 
categorizar as situações em função da própria competência e, por isso, sob o seu controle 
pessoal; os predominantemente externos tendem a categorizá-las em função da sorte e, por 
isso, fora do próprio controle. 
Assim, é de esperar que o comportamento do empreendedor em situações de realização 
pessoal e profissional seja influenciado pelo lócus de controle interno, ou seja, o empreender 
assume o controle da própria vida.
O mesmo vale para o gestor educacional, pois não adianta colocar a “culpa” dos resultados 
educacionais da sua organização no governo, nas leis, no mercado, nos alunos, nos professores, 
nas condições sociais, dentre outras. Essas situações já são de conhecimento do gestor, ele tem 
que trabalhar com essa realidade para transformá-la.
Autoconhecimento - Janela de Johari
A Janela de Johari idealizada por Joseph Luft e Harry Ingham é uma representação das 
dinâmicas das relações interpessoais e dos processos de aprendizagem em grupo.
A figura das janelas das casas com o perímetro externo rígido e no local em que se encaixariam 
os vidros encontram-se as áreas separadas por divisões (caixilhos) que podem ser móveis. A 
palavra JOHARI é uma configuração dos nomes Joseph e Harry.
 
Cego Aberto
Matriz de Johari
Desconhecido
Desconhecido
D
es
co
nh
ec
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Conhecido
+
+
–
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Oculto
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Como interpretar a janela?
Área aberta: onde se incluem todos os comportamentos sobre os quais você e os outros têm 
conhecimento. As pessoas veem você do mesmo modo como você se vê;
Área fechada: onde estão os comportamentos que vemos em nós mesmos, mas que 
escondemos dos outros. Ex.: “Eu sou tímido, mas no grupo de trabalho procuro me destacar, 
ser comunicativo e amigável”;
Área cega: onde estão as características de comportamento que as outras pessoas percebem 
em você, mas que você não consegue perceber. Ex.: “Os colegas de trabalho percebem que eu 
sou autoritário e centralizador, mas eu não percebo”;
Área desconhecida: onde há características nossas que nem nós mesmos e nem as 
outras pessoas percebem. Geralmente são as memórias, aspectos escondidos que ainda não 
se mostraram.
Alguns desses componentes desconhecidos podem tornar-se conscientes com o aumento da 
abertura para autoexposição. A mudança em um dos quadrantes provoca uma modificação em 
todos os demais.
Um processo de autoexposição e autoconhecimento é o feedback. Entendemos feedback 
como uma “devolução” sobre o comportamento do outro, e do outro para você. O feedback 
deve trazer elementos da realidade, sem avaliações estritamente pessoais.
Para tal, importante incentivarmos o feedback na organização para identificarmos a 
percepção dos outros sobre nós, avaliando se nossos comportamentos estão afetando os outros 
– o contrário também é fundamental, pois devemos oferecer a nossa percepção do outro.
Os comportamentos de autoexposição e o de buscar feedback são ferramentas indispensáveis 
ao funcionamento da Janela de Johari, na qual pessoas e grupos são observados e observadores 
quanto às características do comportamento.
Os professores mais atentos percebem o “feedback” dado por uma turma ou por 
um grupo de alunos em sala de aula e aproveitam essa oportunidade para crescer.
Uma professora de escola de ensino fundamental no interior do país desenvolveu 
um projeto de empreendedorismo com os seus alunos. A ação era plantar verduras 
na horta da escola e vendê-las em uma feira cultural na própria escola. Os alunos 
tinham que planejar todas as ações, desde o plantio até as estratégias de marketing 
e de preço para venda na feira. 
No entanto, na etapa de plantar as verduras, por desconhecimento do grupo, as 
formigas comeram todas as folhas, o que estragou o plantio. A professora em 
desespero comprou verduras na quitanda e não contou para os alunos o ocorrido 
com as verduras originais. No entanto, os alunos perceberam a troca e ficaram 
chateados com a atitude da professora. 
A professora entendeu o recado: era melhor trabalhar a frustração da perda 
das verduras e pensar numa estratégia para superar a situação do que tentar 
acobertar a questão.
E você? Já passou por um momento assim no trabalho?
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Nesta unidade, vimos as diferenças entre empreendedorismo social, de negócio e 
intraempreendedor. Também tratamos da importância do empreendedorismo para a economia.
Continuamos nossa trajetória com a análise das características do comportamento 
empreendedor, destacando os 10 comportamentos do SEBRAE. Vimos que é possível aplicar 
tais comportamentos empreendedores na gestão educacional.
No processo de autoconhecimento, observamos o funcionamento da janela de Johary e a 
necessidade presente de dar e receber feedbacks.
Devemos destacar que o empreendedor está sempre criando, inovando, antecipando ações 
e consequências, tomando decisões, agindo e empreendendo, seja fora ou dentro de uma 
organização. Esse tipo de comportamento é necessário na organização educacional e cabe ao 
gestor dar o exemplo e incentivá-lo.
A educação brasileira necessita de gestores capazes de conduzir as mudanças organizacionais. 
Eles têm que ter a coragem de flexibilizar o currículo, tornando-o mais atrativo, incluir conteúdos 
e tecnologias que favoreçam a aprendizagem significativa e a autônoma dos alunos. Além 
disso, os gestores precisam saber trabalhar com os diferentes grupos escolares para a avaliação 
e o incremento do projeto político pedagógico da instituição, criando uma organização que 
realmente aprenda e ensine.
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Nota
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Material Complementar
Artigos sobre empreendedorismo:
BRUNELLI, Mariana; COHEN, Marcos. Definições, Diferenças e Semelhanças entre 
Empreendedorismo Sustentável e Ambiental: Análise do Estado da Arte da Literatura entre 
1990 e 2012. In: XXXVI Encontro da ANPAD. Rio de Janeiro, set. 2012. Disponível em: 
http://www.anpad.org.br/admin/pdf/2012_ESO2100.pdf
CARVALHO, Marco A.; BACK, Nelson; OGLIARI, André. TRIZ no Desenvolvimento de 
Produto: encontrando e Resolvendo Contradições Técnicas e Físicas. XXV Encontro Nac. de 
Eng. de Produção. In: ENGEPE 2005. Porto Alegre, 2005, p. 2830 a 2837. Disponível em: 
http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2005_Enegep0502_0503.pdf
CRUZ, Myrt Thânia de Souza Cruz; MORAES, Isabel Mingotti Machado. Empreendedorismo 
e resiliência: mapeamento das competências técnicas e comportamentais exigidas na atualidade. 
Revista Pensamento e Realidade. São Paulo, v.28, p. 59-76, n.2/2013. Disponível em: 
http://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/view/16430/12352
DIAS, Tania Regina Frota Vasconcelos et al. Características Comportamentais Empreendedoras 
Relevantes e Comuns: Um estudo com alunos membros de duas empresas juniores. In: 
XIII SemeAD - Seminários em Administração – FEA USP. São Paulo, setembro, 2010. 
Disponível em: http://www.ead.fea.usp.br/semead/13semead/resultado/trabalhosPDF/932.pdf
JÚNIOR, J.B.C; ARAUJO, P.C; WOLF, S. M.; RIBEIRO, T. V. A. Empreendedorismo e 
educação empreendedora: confrontação entre a teoria e prática. Revista de Ciências da 
Administração, Florianópolis, v.8, n.15, p.09-29 jan/jun 2006. Disponível em:
https://periodicos.ufsc.br/index.php/adm/article/view/1003/768
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entre seis empresas portuguesas e seis empresas brasileiras. Rev. Portuguesa e Brasileira de 
Gestão. [online] Lisboa. vol.12, n.1, pp. 52-68, 2013. Disponível em: acesso: 
http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/rpbg/v12n1/v12n1a06.pdfMCINYRE, Scott E. Como as pessoas gerem o conflito nas organizações: estratégias individuais 
negociais. Análise Psicológica. Lisboa, v. 2, n. 25, 2007. Disponível em: 
http://www.scielo.oces.mctes.pt/scielo.php?pid=S0870-82312007000200009&script=sci_arttext 
MINELLO, Italo F. et al. Insucesso empresarial: uma perspectiva de empreendedores que 
vivenciaram o fracasso. In: VII EGEPE - Encontro de Estudos sobre Empreendedorismo 
e Gestão de Pequenas Empresas – 2012. Florianópolis. Março, 2012. Disponível em: 
http://www.anegepe.org.br/javabusca/files/t16720100044_1.pdf
MORRILHAS, Leandro J.; BARROS, Marcos C. L. Processos de seleção de projetos: o funil 
de desenvolvimento na Indústria de Brinquedos Grow – um estudo de caso. In: VIII SemeAD 
2005. São Paulo, ago. 2005. Disponível em: http://www.ead.fea.usp.br/semead/8semead/
resultado/trabalhosPDF/378.pdf 
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
MUNCK, Luciano; SOUZA, Rafael B. Responsabilidade social empresarial e sustentabilidade 
organizacional: a hierarquização de caminhos estratégicos para o desenvolvimento sustentável. 
REBRAE. Revista Brasileira de Estratégia, Curitiba, v. 2, n. 2, p. 185-202, maio/ago. 
2009. Disponível em: http://www2.pucpr.br/reol/index.php/rebrae?dd1=4562&dd99=view 
NASSIF, Vânia M.J.; ANDREASSI, Tales; SIMÕES, Fabíola. Competências empreendedoras: 
há diferenças entre empreendedores e intraempreendedores? RAI - Revista de Administração 
e Inovação. São Paulo, v. 8, n. 3, p .33-54, jul./se t. 2011. Disponível em: http://gvpesquisa.fgv.
br/sites/gvpesquisa.fgv.br/files/arquivos/tales_adreassi_entrepreneurial-competences--a_4056.pdf
PIZOLOTTO, Maira Fátima. A gestão de pessoas: um estudo em micros e pequenas empresas 
da indústria de transformação da região do Médio-Alto-Uruguai do Rio Grande do Sul. In: 
EGEPE – Encontro De Estudos Sobre Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas. 
3, 2003, Brasília. Anais do III EGEPE – Brasília/DF: UEM/UEL/UnB, 2003, p. 735-748. 
Disponível em: http://www.anegepe.org.br/edicoesanteriores/brasilia/[52].pdf
SILVA, Glessia; DACORSO, Anotnio L. R. RAI - Revista de Administração e Inovação, 
São Paulo, v. 10, n.3, p. 251-268, jul./set. 2013. Disponível em: http://www.revistarai.org/rai/
article/view/1036 
TAGLIAPIETRA, Odacir M. et al. Empreendedorismo inovação e mudança organizacional. 
In: XXXIII Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia, 2005, Campina Grande. 
COBENGE 2005. Disponível em: http://www.abenge.org.br/CobengeAnteriores/2005/artigos/
PR-9-57719446020-1117837508379.pdf
Livros complementares da biblioteca virtual no ambiente da Blackboard:
BESSANT, John; TIDD, Joe. Inovação e Empreendedorismo. S/L: Bookman, 2009. 
(Administração)
SABBAG, Paulo Yazigi. Gerenciamento de projetos e empreendedorismo. 2. ed. São 
Paulo: Saraiva, 2013.
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Referências
SEQUEIRA, Sandra Villela. Intra-empreendedorismo e organizações não-governamentais: 
prática e discurso. Tese de doutorado. 2005. 
CURY, A. Ser um Empreendedor é Executar. Disponível em: http://pensador.uol.com.br/
ser_um_empreendedor_e_executar/ Acesso em: 11 set 2014.
ARTEMISIA. Negócios de impacto social. Disponível em: <http://www.artemisia.org.br/
conteudo/negocios/impacto-social.aspx> Acesso em: 11 set 2014.
PINCHOT, Gifford III. Intrapreneuring - por que você não precisa deixar a empresa 
para tornar-se um empreendedor. Editora Harbra - Ano 1989.
HASHIMOTO, Marcos. Organizações intraempreendedoras: construindo a ponte entre 
clima interno e desempenho superior. 2009 – Tese de doutorado.
CRUZ; Myrt Thânia de Souza; MORAES, Isabel Mingotti Machado. Empreendedorismo e 
resiliência: mapeamento das competências técnicas e comportamentais exigidas na 
atualidade.Disponível em: <http://revistas.pucsp.br/index.php/pensamentorealidade/article/
view/16430/12352>. Acesso em: 27 jun de 2014.
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Unidade: Empreendedorismo: Principais Conceitos e Características
Anotações
www.cruzeirodosulvirtual.com.br
Campus Liberdade
Rua Galvão Bueno, 868
CEP 01506-000
São Paulo - SP - Brasil
Tel: (55 11) 3385-3000

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