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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA – UFBA Instituto de Física – Depto. de Física da Terra e do Meio Ambiente. 2ª Prova de FIS 121 – Física Geral e Experimental I-E. Professor: Eduardo Reis Viana Rocha Júnior. Data: 03 de março de 2017. Semestre: 02/2016 Nome do aluno: ________________________________________________________________ Solucione 04 das 06 questões contidas nesta prova. Nas situações em que forem solucionadas mais que 04 questões, serão consideradas 04 questões com menor pontuação para compor a nota da prova. Observação: Ignore a resistência do ar e considere g = 9,80 m/s2 na superfície da Terra. 1ª) Uma partícula pequena de massa m é puxada para a parte superior de um meio-cilindro sem atrito (de raio R) por uma corda leve que passa sobre o topo do cilindro. (a) Qual módulo de força F é necessário ser aplicado para que a partícula se mova a uma velocidade escalar constante? (b) Integrando diretamente 𝑊 = ∫ �⃗� ∙ 𝑑𝑟, encontre o trabalho realizado para mover a partícula, a uma velocidade escalar constante, da parte inferior à parte superior do meio-cilindro. (2,5 pts.) 2ª) Um trapézio de circo é constituído por uma barra suspensa por duas cordas paralelas, cada uma de comprimento l, permitindo que os artistas se movimentem num arco circular vertical (Figura ao lado). Suponha que uma trapezista com massa m segure a barra e desça a partir de uma plataforma elevada, partindo do repouso com as cordas em ângulo i com relação à vertical. Suponha que o comprimento do corpo da trapezista seja muito pequeno em comparação ao comprimento da corda l e que a resistência do ar seja desprezível. (a) Mostre que quando as cordas formam um ângulo com a vertical, a trapezista deve exercer uma força 𝐹 = 𝑚𝑔(3 cos 𝜃 − 2 cos 𝜃) para se pendurar. (b) Determine o ângulo i para o qual a força necessária para se pendurar na parte inferior do trapézio seja duas vezes àquela do peso da trapezista. (2,5 pts.) 3ª) Uma partícula de massa m = 1,18 kg é acoplada entre duas molas idênticas numa superfície horizontal sem atrito. Ambas as molas tem constante elástica 𝑘 e estão inicialmente não distendidas e a partícula está em 𝑥 = 0. (a) a partícula é puxada a uma distância 𝑥 ao longo de uma direção perpendicular à configuração inicial das molas, como mostrado na figura ao lado. Mostre que a força exercida pelas molas sobre a partícula é: �⃗� = −2𝑘𝑥 ൬1 − 𝐿 √𝑥ଶ + 𝐿ଶ ൰ 𝒊 (b) Qual é a energia potencial do sistema? (c) Se a partícula for puxada 0,500 𝑚 para a direita e depois solta, qual será sua velocidade escalar quando ela atingir 𝑥 = 0? Considere 𝐿 = 1,20 𝑚 e 𝑘 = 40,0 𝑁/𝑚. Integrais: න 𝑥 𝑑𝑥 = 𝑥ାଵ 𝑛 + 1 (𝑛 ≠ −1) න 𝑥 𝑑𝑥 ඥ𝑥ଶ ± 𝑎ଶ = ඥ𝑥ଶ ± 𝑎ଶ 4ª) Uma curva força-tempo estimada para uma bola de beisebol atingida por um taco é mostrada na figura ao lado. A partir dessa curva, determine: (a) o módulo do impulso dado à bola; (b) a força média exercida sobre a bola. 5ª) Um canhão é rigidamente fixo a uma carreta, que pode se mover por trilhos horizontais, mas é ligado a um poste por uma mola grande, inicialmente não esticada e com constante elástica 𝑘 = 2,0 × 10ସ 𝑁/𝑚, como mostra na figura ao lado. O canhão dispara um projétil de 200 kg a uma velocidade de 125 m/s direcionado 45° acima da horizontal. (a) Presumindo que a massa do canhão e de sua carreta seja de 5000 kg, encontre a velocidade de recuo do canhão. (b) Determine a extensão sofrida pela mola. (c) Encontre a força que a mola exerce na carreta. 6ª) Na Fig. abaixo, o bloco-1 de massa m1 desliza sem velocidade inicial ao longo de uma rampa sem atrito a partir de uma altura h = 2,50 m e colide com o bloco-2 de massa m2 = 2,00m1, inicialmente em repouso. Após a colisão o bloco-2 desliza em uma região onde o coeficiente de atrito cinético c é 0,500 e para depois de percorrer uma distância d nessa região. Qual é o valor da distancia d se a colisão é (a) elástica e (b) perfeitamente inelástica? (2,5 pontos). Dica: na colisão elástica os vetores velocidade final são: