Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO - UNIJORGE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANALISE ECONÔMICA DE MERCADO 
 
 
 
 
 
 
 
 
SALVADOR- BA 
ANDRÉA FERREIRA BARRETO 
JOÃO CLAUDIO COSTA SOUSA 
LAIZZA SANTOS DUARTE 
PATRICIA MAGALI ALMEIDA SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANALISE ECONÔMICA DE MERCADO 
Crise Econômica Mundial 
 
 
Trabalho apresentado como pré-
requisito parcial da disciplina Analise 
Econômica de Mercado, da instituição de 
ensino superior UNIJORGE, sob a orientação 
da docente Ana Monica Hughes de Paula. 
 
 
 
SALVADOR- BA 
2018 
1. INTRODUÇÃO 
O presente trabalho aborda a disciplina Analise Econômica de Mercado e tem 
no seu contexto a descrição das causas e consequências das grandes crises 
econômicas mundiais e as políticas implementadas no Brasil para a superação de 
cada crise. Com os conhecimentos adquiridos nas unidades 3 e 4 buscamos 
atender o objetivo da disciplina que pretende nos fazer compreender e analisar os 
aspectos micro, macro e internacional da economia que afetam diretamente na 
estrutura mercadológica. 
2. APRESENTAÇÃO. 
Analise de duas crises econômicas mundiais. Uma apresentada em forma de 
texto, outra apresentada em forma de imagem. 
 Texto. 
O Índice Down Jones de 1921 até 1929 subiu vertiginosamente. 
Acreditando que o mercado sustentaria uma alta permanente dos preços, 
corretores chegavam a emprestar até 2/3 do valor das ações para que 
seus compradores pudessem seguir investindo na bolsa. Muitos utilizaram 
hipotecas e todas suas economias para comprar ações, pois não 
acreditavam que o crash seria possível. Após 3 de setembro de 1929, dia 
em que o Índice Down Jones atingiu seu pico, 381.17 pontos, a Bolsa de 
Valores começou a apresentar uma crescente volubilidade. Nos dias que 
se seguiram, foram registrados períodos de grande volume de vendas de 
ações, intercalados por uma alta nos preços, e uma leve recuperação. A 
indústria automobilística percebeu, em meados de 1929, que seus 
revendedores não dispunham de meios para absorver mais carros. 
Decidiram por um corte severo na produção, reduzindo as encomendas 
de borracha, cobre, vidro e aço. Essa drástica redução na produção 
alertou os especuladores mais atentos, que descarregaram os papéis da 
United States Steel. A siderúrgica assistiu a suas ações em queda livre na 
Bolsa, por todo o mês setembro de 1929. 
A perspectiva da diminuição dos dividendos dessas companhias fez com 
que esses títulos sofressem uma enorme depreciação no seu valor no 
período de setembro a novembro. Em outubro de 1929, o impensável 
aconteceu. No dia 24, posteriormente conhecido como “quinta-feira 
negra”, um número aproximado de 12,9 milhões de ações foi vendido em 
apenas um dia. 
Por todo o final de semana, os eventos foram largamente noticiados na 
imprensa americana. Em 29 de outubro de 1929, que ficou conhecida por 
“terça-feira negra”, a quebra se revelou inevitável. 
O pânico tomou conta dos investidores, e mais de 15,6 milhões de ações 
foram vendidas até o final do dia. O mercado norte-americano somou uma 
perda de US$ 14 bilhões. A crise teve um efeito em cadeia na economia 
americana, levando ao desemprego, ao congelamento de empréstimos, à 
falência de empresas e à queda dos lucros — o período conhecido como 
a Grande Depressão, combatida mais tarde pelo New Deal do presidente 
Roosevelt. 
 Imagem. 
 
 Descreva o contexto de cada crise da economia mundial, 
identificando as principais causas e os desdobramentos para a 
geopolítica mundial. 
 Disserte sobre as políticas implementadas no Brasil para a superação 
de cada crise. 
3. DESENVOLVIMENTO 
Uma crise é, basicamente, um desequilíbrio que ocorre em setores isolados 
da economia, mas que pode contaminar todo o sistema econômico. Esses 
desequilíbrios sempre ocorreram, mesmo antes do capitalismo, quando acontecia, 
por exemplo, a escassez súbita de um bem, provocada, quase sempre, por fatores 
naturais (secas, inundações, etc.) ou acontecimentos sociais (guerras, revoluções, 
etc.) 
À medida que o capitalismo evoluiu e que a economia se tornou mais 
complexa, as crises continuaram a ocorrer, pois elas fazem parte de um processo 
cíclico, inerente ao próprio desenvolvimento econômico. São flutuações periódicas 
e alternadas de expansão e contração da atividade econômica, e podem ocorrer 
com diferentes intensidades. 
No texto e imagem apresentados identificamos duas grandes crises 
mundiais, a crise econômica resultante na quebra da Bolsa de Valores de Nova 
York em 1929 e a crise que ficou conhecida como “ A Grande Recessão”, entre os 
anos de 2008 e 2009, respectivamente. 
A crise de 1929 foi uma das mais grave crises econômicas e durou mais de 
dez anos. Umas das principais causas foi a queda dos preços no mercado agrícola 
no EUA. Durante a década de 1920, houve um crescimento no mercado de ações 
no país. Os americanos investiram nas bolsas de valores, acreditando que elas se 
manteriam em alta. Cidadãos comuns vendiam as próprias casas para comprar 
ações, atrás de um lucro fácil e, teoricamente, seguro. Em 1929 os Estados Unidos 
entraram em uma recessão (queda no crescimento econômico) e muitas empresas 
haviam se endividado além da conta durante o período. Em outubro de 1929, diante 
dos sinais negativos, os preços das ações desabaram provocando a quebra da 
bolsa de valores de nova York. 
Muitos países do mundo, especialmente os densamente industrializados, 
foram afetados gravemente pela contração do crescimento de produto, elevado 
desemprego, deflação grave e queda do comércio. 
Já entre os anos de 2008 e 2009, os EUA repetem o mau momento e 
enfrentam outra enorme crise financeira, consequência de um relaxamento na 
avaliação de risco. O que detonou a crise foi a explosão de uma enorme bolha 
imobiliária, que revelou que os bancos tinham estendido hipotecas lixo (subprime) 
a pessoas sem condições de pagá-las, com a expectativa de que os preços dos 
imóveis seguiriam subindo. As hipotecas foram transformadas em títulos e vendidas 
nos mercados, o que gerou centenas de bilhões de dólares de prejuízo aos 
investidores. O presidente George W. Bush criou um programa de resgate 
financeiro. Ele e seu sucessor, Barack Obama, usaram o dinheiro para resgatar 
bancos, seguradoras e montadoras. Obama impulsionou também um plano de 
estímulo com investimentos especialmente em construções e educação, ajudas aos 
desempregados e subsídios às energias alternativas. Aconteceu a maior reforma 
financeira desde os anos 1930 em nível nacional, complementada com uma 
iniciativa para endurecer as normas bancárias internacionalmente. 
E o Brasil? Quais foram as políticas implementadas para a superação dessas 
crises? 
A crise de 1929 afetou o Brasil da seguinte maneira: os Estados Unidos eram 
o maior comprador do café brasileiro. Com a crise, a importação deste produto 
diminuiu muito e os preços do café brasileiro caíram. Para que não houvesse uma 
desvalorização excessiva, o governo brasileiro comprou e queimou toneladas de 
café. Desta forma, diminuiu a oferta, conseguindo manter o preço do principal 
produto brasileiro da época. Por outro lado, este fato trouxe algo positivo para a 
economia brasileira. Com a crise do café, muitos cafeicultores começaram a investir 
no setor industrial, alavancando a indústria brasileira. 
Já com a crise de 2008 – 2009 uma série de movimentos internacionais 
continuaram influenciando a vida da família brasileira, como a variação do dólar, a falta 
de dinheiro disponível para empréstimo nos bancos, a inflação, a baixa e alta dos juros, 
aretração da economia em 2009 e o alto crescimento do país em 2010. Como o 
sistema financeiro é interligado em todo o mundo, a baixa liquidez refletiu, em um 
primeiro momento, na falta de dinheiro disponível no Brasil para a concessão de crédito 
tanto para as empresas como para os consumidores. Investidores de todo o mundo 
passaram a tirar as aplicações de ações de empresas, de bancos e de títulos de 
governos, incluindo os do Brasil. Isso porque houve uma incerteza sobre a veracidade 
de balanços de alguns bancos e empresas e, além disso, os aplicadores precisaram 
resgatar investimentos para cobrir prejuízos com a crise. As empresas foram as mais 
afetadas, pois tinham dificuldades de obter financiamento para investimentos e 
exportações, por exemplo. Os consumidores, para aquisições de bens, principalmente 
os de maior valor agregado, como veículos e imóveis. 
Diante da escassez de crédito disponível no mercado, o governo injetou uma 
série de estímulos na economia com o intuito de aumentar o consumo no país. Entre 
as medidas estavam a redução da alíquota do depósito compulsório dos bancos 
(parcela de recursos que os bancos precisam recolher no Banco Central e não podem 
emprestar aos clientes), redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para 
automóveis, construção civil e eletrodomésticos, a criação do Programa de 
Sustentação do Investimento (PSI), redução do Imposto sobre Operações Financeiras 
(IOF), alterações no formato de cobrança do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e 
estímulo ao crédito em bancos públicos. 
4. CONCLUSÃO 
Em uma crise é necessário que medidas de apoio à competitividade da 
produção e da exportação de produtos e serviços sejam tomadas. Com medidas 
cautelosas pode-se impedir o retorno a situações vividas no passado e eliminar os 
fatores inibidores do presente, sob pena de não dar continuidade ao crescimento 
econômico e social. Se faz necessário debater as questões que afligem o país, 
integrar esforços do poder público e privado, visando elaborar planos que permitam 
eliminar as distorções que afetam o pleno desenvolvimento. 
Este trabalho nos permitiu compreender melhor que independentemente das 
causas, uma crise tende a extrapolar fronteiras geográficas, alastrando-se pelo 
mundo, impondo uma reestruturação na condução da política econômica de cada 
economia. Os fundamentos necessários para alavancar qualquer país devem estar 
estruturados em alicerces sólidos nos quais a economia e a sociedade caminham 
de mãos dadas, juntas, rumo ao desenvolvimento. 
 
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
Entenda como a crise de 2008 influenciou a vida dos brasileiros. Disponível em 
http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/09/entenda-como-crise-de-2008-influenciou-vida-
dos-brasileiros.html. Acesso em 10 de maio de 2018, às 22:00. 
 
A Crise de 1929. Disponível em 
https://www.suapesquisa.com/pesquisa/crise_1929.htm.Acesso em 10 de maio de 2018, 
às 21:40 
 
SARAIVA, José Flávio Sombra. Relações Internacionais, Brasília-DF: Editora 
IBRI, 2001. 
 
LANZANA, Antônio E.T. Economia Brasileira: Fundamentos e Atualidades. 2 ed. 
São Paulo: Atlas, 2002.

Mais conteúdos dessa disciplina