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Resistência dos Materiais II Material Teórico Flambagem em Colunas Responsável pelo Conteúdo: Prof. Me. Lincoln Ribeiro Nascimento Revisão Técnica: Prof. Me. Victor Barbosa Felix Revisão Textual: Prof.ª Me. Natalia Conti • Flambagem em Colunas. · Apresentar ao aluno o conceito de flambagem e quais são as situações de projetos de engenharia onde ocorre o fenômeno da flambagem e a determinação de parâmetros que permitem avaliar a possibilidade de ocorrer a flambagem em uma coluna. OBJETIVO DE APRENDIZADO Flambagem em Colunas Orientações de estudo Para que o conteúdo desta Disciplina seja bem aproveitado e haja maior aplicabilidade na sua formação acadêmica e atuação profissional, siga algumas recomendações básicas: Assim: Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte da sua rotina. Por exemplo, você poderá determinar um dia e horário fixos como seu “momento do estudo”; Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma alimentação saudável pode proporcionar melhor aproveitamento do estudo; No material de cada Unidade, há leituras indicadas e, entre elas, artigos científicos, livros, vídeos e sites para aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo da Unidade. Além disso, você também encontrará sugestões de conteúdo extra no item Material Complementar, que ampliarão sua interpretação e auxiliarão no pleno entendimento dos temas abordados; Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de discus- são, pois irão auxiliar a verificar o quanto você absorveu de conhecimento, além de propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de troca de ideias e de aprendizagem. Organize seus estudos de maneira que passem a fazer parte Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Mantenha o foco! Evite se distrair com as redes sociais. Determine um horário fixo para estudar. Aproveite as indicações de Material Complementar. Procure se alimentar e se hidratar quando for estudar; lembre-se de que uma Não se esqueça de se alimentar e de se manter hidratado. Aproveite as Conserve seu material e local de estudos sempre organizados. Procure manter contato com seus colegas e tutores para trocar ideias! Isso amplia a aprendizagem. Seja original! Nunca plagie trabalhos. UNIDADE Flambagem em Colunas Flambagem em Colunas As colunas e pilares de estruturas de engenharia, na maioria das vezes, estão sujeitos a esforços de compressão na sua direção longitudinal. Na figura 1 é possível visualizar um exemplo onde pilares de sustentação de uma viga estão sujeitos a esforços de compressão. Figura 1 – Exemplo de pilares de sustentação sujeitos a esforços de compressão Fonte: iStock/Getty Images O que pode acontecer caso os pilares ou colunas sejam muito compridos? Ex pl or Porém, existem situações onde a coluna ou pilar pode ser muito comprido em relação a sua área de seção transversal. Esses pilares ou colunas são chamados de esbeltos. Quando uma coluna possui um comprimento muito maior em relação a sua área de seção transversal (coluna esbelta), e a mesma é submetida a esforços de com- pressão, ao invés de ocorrer a redução no comprimento da coluna (efeito esperado em uma estrutura sujeita a compressão), pode ocorrer a flambagem dessa coluna, ou seja, a coluna pode vir a entortar devido a esse esforço de compressão. Sendo assim, a flambagem pode ser considerada, na verdade, um caso especial de compressão. Quando uma coluna de uma estrutura possui o seu comprimento muito maior do que a sua área resistente (L>>A), no caso, a área da seção transversal da coluna, e está sujeita a esforços de compressão também é uma típica situação onde a força atuante é perpendicular à área resistente do corpo. Porém, nesse caso, a força tende a “entortar” o corpo, ou seja, tende a flambar. 8 9 Sendo assim, a tensão atuante nesse corpo, resultado desse esforço de compres- são, que causa flambagem na barra, também será uma Tensão Normal (σ). Na figura 2 é possível visualizar uma coluna que possui o seu comprimento muito maior do que a sua área da seção transversal (L>>A) e que está sujeita a um esforço de compressão que provocou a flambagem da barra. Fn A Fn A L L>>A Figura 2 – Coluna esbelta submetida à ação de uma Força Normal provocando a Flambagem dessa coluna Os tipos de apoios das colunas infl uenciam no fenômeno da fl ambagem? Ex pl or Comprimento Efetivo de Flambagem Quando se aplica um esforço de compressão em uma coluna esbelta, dependen- do dos tipos de apoios dessa coluna, haverá uma maior ou menor possibilidade de que se ocorra o fenômeno de flambagem. De acordo com o tipo de apoio de uma coluna, é possível determinar-se o chamado Comprimento Efetivo de Flambagem (Lf). O Comprimento Efetivo de Flambagem é o comprimento da coluna que está sujeito a realmente entortar ou flambar. Em outras palavras, quanto melhor estiver apoiada uma coluna, menor será o seu Comprimento Efetivo de Flambagem (Lf). 9 UNIDADE Flambagem em Colunas O valor do comprimento efetivo de flambagem pode ser determinado através da Equação 1. Lf = k ∙ l (Equação 1) Onde: • l → Comprimento real da coluna • Lf → Comprimento Efetivo de Flambagem • k → Fator de correção do comprimento Unidades de Medida (SI): [l] = m [Lf] = m [k] = adimensional O fator de correção do comprimento da coluna k pode ser determinado de acordo com os tipos de apoio da coluna, conforme ilustrado na figura 3. Engastada e livre k = 2 Biarticulada k = 1 Biengastada k = 0,5 Articulada e engastada k = 0,7 Figura 3 – Fatores de correção k do comprimento da coluna de acordo com os tipos de apoios da coluna Qual tipo de apoio oferece a maior possibilidade de ocorrência de flambagem? Ex pl or Como é possível observar na figura 3, a situação onde existe a maior possibilida- de de ocorrência de flambagem ocorre quando a coluna está com uma extremidade livre e a outra extremidade engastada, pois, nesse caso, seu comprimento real deve ser multiplicado por 2. Caso uma coluna seja biarticulada, ou seja, com dois apoios fixos, o compri- mento real e o comprimento de flambagem serão os mesmos. 10 11 Quando uma coluna possui um apoio engastado e um apoio fixo (articulação), seu comprimento real deve ser multiplicado por 0,7. Qual tipo de apoio oferece a menor possibilidade de ocorrência de fl ambagem? Ex pl or Finalmente, caso uma coluna possua 2 apoios do tipo engastado, a mobilidade dessa coluna será extremamente reduzida. Dessa forma, a possibilidade de ocor- rência de flambagem será, consequentemente, também reduzida. Nesses casos, o comprimento real de flambagem deverá ser multiplicado por 0,5. Índice de Esbeltez O Índice de Esbeltez (λ) é um índice que serve para se verificar a possibilidade de ocorrência da flambagem de uma coluna. O cálculo do índice de esbeltez relaciona o comprimento efetivo de flambagem, a área da seção transversal e o formato da seção transversal de uma coluna. O formato da seção transversal, nesse caso, é representado pelo chamado Mo- mento de Inércia da geometria. Quanto maior for o valor do momento de inércia da seção transversal de uma coluna, maior será a rigidez dessa coluna. O Índice de Esbeltez de uma coluna pode ser determinado através da equação 2. λ = Lf I A (Equação 2) Onde: • λ → Índice de Esbeltez • Lf → Comprimento Efetivo de Flambagem • I → Momento de Inércia da Seção Transversal da Coluna • A → Área da Seção Transversal da Coluna Unidades de Medida (SI): [λ] = Adimensional [Lf] = m [I] = m4 [A] = m2 11 UNIDADE Flambagem em ColunasNa tabela 1 podem ser visualizados os valores do Momento de Inércia para al- guns formatos de seção transversal. Tabela 1 – Valores de Momento de Inércia para alguns formatos de seção transversal Geometria Ix Iy D pi ⋅D4 64 pi ⋅D4 64 a a a4 12 a4 12 b x y h b h⋅ 3 12 b h⋅ 3 12 Ao analisar-se a tabela 1, é possível observar que, em alguns casos (seções formadas por polígonos não regulares), o momento de inércia varia de acordo com a direção onde atua a força que causa a flambagem. Nesses casos, deve-se calcular o índice de Esbeltez duas vezes, ou seja, considerando-se o momento de inércia nas duas direções (x e y). O índice de Esbeltez a ser considerado será aquele que possuir o maior valor. Quanto maior for o Índice de Esbeltez de uma coluna, maior será a possibilidade de ocorrer sua flambagem. Dessa forma, devem-se evitar colunas muito esbeltas, ou seja, com índice de Esbeltez muito elevado. Para se determinar qual seria o valor do índice de esbeltez máximo adequado, para cada situação, normas técnicas devem ser consultadas, respeitando-se cada aplicação de engenharia. Carga Crítica de Flambagem Outro parâmetro a ser considerado na flambagem é o cálculo proposto pelo Suí- ço Leonard Euler (1707-1783). Trata-se da chamada Carga Crítica de Flambagem ou ainda, Carga Crítica de Euler. 12 13 A carga crítica de flambagem é o valor da carga máxima que uma coluna deve suportar, na direção axial, para que não ocorra o fenômeno de flambagem. O cálculo da Carga Crítica de Flambagem proposto por Euler é válido para situ- ações onde a Tensão atuante na coluna esteja dentro do chamado Limite Elástico do Material. O cálculo da Carga Crítica de Flambagem pode ser realizado através da Equação 3. P E I Lcrit f = ⋅ ⋅pi2 2 (Equação 3) Onde: • Pcrit → Carga Crítica de Flambagem • Lf → Comprimento Efetivo de Flambagem • E → Módulo de Elasticidade do material • I → Momento de Inércia • π → 3,1415926... Unidades de Medida (SI): [Pcrit] = N [Lf] = m [E ] = N m2 = Pa [I] = m4 [π] = Adimensional Sendo assim, além de se avaliar se uma coluna é esbelta, utilizando-se o cálculo do Índice de Esbeltez, deve-se verificar também se a carga axial de compressão aplicada à coluna não ultrapassa o valor da Carga Crítica de Flambagem. Caso exista a possibilidade de ocorrer a flambagem, a coluna deve ser reforçada. Exemplos de Aplicação Exemplo 1 Uma coluna tem seção circular com diâmetro de 80cm e comprimento de 4m e está engastada em apenas uma das extremidades (k=2). Sabendo-se que o material do pilar é o aço ABNT 1045 (E=210GPa), determinar: • O Índice de Esbeltez; • A Carga crítica de flambagem. 13 UNIDADE Flambagem em Colunas Item a) – Índice de Esbeltez (λ) 1º Passo: Calculando-se o Comprimento Efetivo de Flambagem (Lf) Lf = k ∙ l Lf = 2 ∙ 4m Lf = 8m 2º Passo: Calculando-se o Momento de Inércia (I) Para seção circular maciça, têm-se: D = 80cm = 0,8m I D = ⋅pi 4 64 I m = ⋅ ( )3 14 0 8 64 4 , , I = 0,020096 m4 3º Passo: Calculando-se a área da Seção Transversal (A) Para seção circular maciça, têm-se: A D = ⋅pi 2 4 A m = ⋅ ( )3 14 0 8 4 2 , , A = 0,5024 m2 4º Passo: Calculando-se o Índice de Esbeltez (λ) λ = L I A f λ = 8 0 020096 0 5024 4 2 m m m , � , � λ = 40 14 15 Item b) – Carga Crítica de Flambagem (Pcrit) 1º Passo: Módulo de Elasticidade do Material – Conversão de Unidade de Medida Como a unidade de medida do valor do Módulo de Elasticidade do material não está no Sistema Internacional de Unidades (Si), deve-se fazer a devida conversão de unidades: Sabe-se que: 1GPa = 109 Pa Logo: 210 GPa = 210 ∙ 109 Pa 2º Passo: Cálculo da Carga Crítica de Flambagem (Pcrit) P E I Lcrit f = ⋅ ⋅pi2 2 P Pa m m crit = ⋅ ⋅ ⋅ ( ) 3 14 210 10 0 020096 8 2 9 4 2 , , � Pcrit = 650142024 N Exemplo 2 Uma coluna tem seção quadrada com lado de 80 cm e comprimento de 5m e está engastada nas duas extremidades (k = 0,5). Sabendo-se que o material da coluna é o Alumínio (E = 70GPa), determinar: • O Índice de Esbeltez; • A Carga crítica de flambagem. Item a) – Índice de Esbeltez (λ) 1º Passo: Calculando-se o Comprimento Efetivo de Flambagem (Lf) Lf = k ∙ l Lf = 0,5 ∙ 5m Lf = 2,5m 15 UNIDADE Flambagem em Colunas 2º Passo: Calculando-se o Momento de Inércia (I) Para seção quadrada maciça, têm-se: a = 80cm = 0,8m I a = 4 12 I m = ( )0 8 12 4 , I = 0,0341333 m4 3º Passo: Calculando-se a área da Seção Transversal (A) Para seção quadrada maciça, têm-se: A = a2 A = (0,8m)2 A = 0,64 m2 4º Passo: Calculando-se o Índice de Esbeltez (λ) λ = L I A f λ = 2 5 0 0341333 0 64 4 2 , , � , � m m m λ = 10,825 Item b) – Carga Crítica de Flambagem (Pcrit) 1º Passo: Módulo de Elasticidade do Material – Conversão de Unidade de Medida Como a unidade de medida do valor do Módulo de Elasticidade do material não está no Sistema Internacional de Unidades (Si), deve-se fazer a devida conversão de unidades: Sabe-se que: 1GPa = 109 Pa Logo: 70 GPa = 70 ∙ 109 Pa 16 17 2º Passo: Cálculo da Carga Crítica de Flambagem (Pcrit) P E I Lcrit f = ⋅ ⋅pi2 2 P Pa m m crit = ⋅ ⋅ ⋅ ( ) 3 14 70 10 0 0341333 2 5 2 9 4 2 , , � , Pcrit = 3769255668 N Exemplo 3 Uma coluna tem seção retangular com b= 60cm x h = 40cm e comprimento de 3m e está biarticulada (k = 1). Sabendo-se que o material da coluna é o Aço ABNT 1045 (E = 210GPa), determinar: • O Índice de Esbeltez; • A Carga crítica de flambagem. Item a) – Índice de Esbeltez (λ) 1º Passo: Calculando-se o Comprimento Efetivo de Flambagem (Lf) Lf = k ∙ l Lf = 1 ∙ 3m Lf = 3m 2º Passo: Calculando-se o Momento de Inércia (I) Para seção retangular maciça, têm-se: b = 60cm = 0,6m h = 40cm = 0,4m Na direção x, têm-se: I b h x = ⋅ 3 12 I m m x = ⋅ ( )0 6 0 4 12 3 , , Ix = 0,0032 m 4 Na direção y, têm-se: I b h y = ⋅3 12 I m m y = ( ) ⋅0 6 0 4 12 3 , , Iy = 0,0072 m 4 17 UNIDADE Flambagem em Colunas 3º Passo: Calculando-se a área da Seção Transversal (A) Para seção retangular maciça, têm-se: A = b ∙ h A = 0,6m ∙ 0,4m A = 0,24 m2 4º Passo: Calculando-se o Índice de Esbeltez (λ) Na direção x, têm-se: λ = L I A f λ = 3 0 0032 0 24 4 2 m m m , � , � λx = 25,981 Na direção y, têm-se: λ = L I A f λ = 3 0 0072 0 24 4 2 m m m , � , � λy = 17,32 Logo, o índice de esbeltez a ser considerado será sempre o maior valor, ou seja: λ = λx = 25,981 Item b) – Carga Crítica de Flambagem (Pcrit) 1º Passo: Módulo de Elasticidade do Material – Conversão de Unidade de Medida Como a unidade de medida do valor do Módulo de Elasticidade do material não está no Sistema Internacional de Unidades (Si), deve-se fazer a devida conversão de unidades: 18 19 Sabe-se que: 1GPa = 109 Pa Logo: 210 GPa = 210 ∙ 109 Pa 2º Passo: Cálculo da Carga Crítica de Flambagem (Pcrit) Na direção x, têm-se: P E I Lcrit x f = ⋅ ⋅pi2 2 P Pa m m crit = ⋅ ⋅ ⋅ ( ) 3 14 210 10 0 0032 3 2 9 4 2 , , � Pcrit x = 736183466,7 N Na direção y, têm-se: P E I Lcrit y f = ⋅ ⋅pi2 2 P Pa m m crit = ⋅ ⋅ ⋅ ( ) 3 14 210 10 0 0072 3 2 9 4 2 , , � Pcrit y = 1656412800 N Nesse caso, deve-se considerar a pior situação, ou seja, a direção onde a coluna suporta menor carga, ou seja: Pcrit = Pcrit x = 736183466,7 N 19 UNIDADE Flambagemem Colunas Material Complementar Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Livros Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais Como material complementar, leia o capítulo 13 (pp 312-324) da obra de Sarkis Melconiam, intitulada “Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais”, disponível na Biblioteca Virtual da Universidade, no item “E-books – Minha Biblioteca”. Nesse texto será apresentada uma abordagem complementar sobre o fenômeno da flambagem e serão citados alguns parâmetros de referência para o Índice de Esbeltez. Fundamentos de Resistência dos Materiais Ainda como material complementar, leia também o capítulo 7 (pág 147 a 154) da obra de Antonio Carlos da Fonseca Bragança Pinheiro e Marcos Crivelaro, intitulada “Fundamentos de Resistência dos materiais”, disponível na Biblioteca Virtual da Universidade, no item “E-books – Minha Biblioteca”. Nesse texto serão apresentadas as deformações causadas por barras sumetidas a formas axiais. Para acessar essas obras, percorra o seguinte caminho: Após entrar em sua “área do aluno”, no menu à esquerda da tela, clique em “Serviços”, depois em “Biblioteca” e, no centro da tela, clique em “E-books – Minha Biblioteca”. No topo da tela que abrirá, haverá um campo de busca para autor, título, assunto etc. Nesse espaço, digite “Resistência dos Materiais” e clique na obra indicada, que apare- cerá como resultado. Vídeos Flambagem - Resistência dos Materiais - Esbeltez- Aula 2 Nesse link, está disponível um vídeo bem interessante que trata de Flambagem e o Índice de Esbeltez. https://youtu.be/trXDKx5y8Gc Carga Crítica (P) - CONTINUAÇÃO DE FLAMBAGEM Nesse link, também está disponível um vídeo que trata de Flambagem e do cálculo de Carga Crítica de flambagem. https://youtu.be/ad-vvteTRrE 20 21 Referências HIBBELER, Russell C. Resistência dos materiais. 7ª Edição - Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2010. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 19ª Edição - Ed. Érica, São Paulo, 2013. PEREIRA, Celso Pinto Morais. Mecânica dos materiais avançada. 1ª Edição - Ed. Interciência, Rio de Janeiro, 2014. PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança Pinheiro e CRIVELARO, Marcos. Fundamentos de Resistência dos Materiais. 1ª Edição - Ed. LTC, Rio de Janeiro, 2016. 21