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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE PROFa. DRa. VÁDILA GIOVANA GUERRA BÉTTEGA RELATÓRIO – EXPERIMENTO 05 MEDIDORES DE VAZÃO SÃO CARLOS 2019 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 2 2. OBJETIVO ................................................................................................................. 3 3. MATERIAIS E MÉTODOS ...................................................................................... 3 3.1. Materiais ............................................................................................................... 3 3.2. Métodos ................................................................................................................. 4 4. RESULTADOS ........................................................................................................... 5 6. CONCLUSÃO ............................................................................................................. 8 7. REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 9 APÊNDICE A ............................................................................................................... 10 2 1. INTRODUÇÃO Os medidores de vazão por obstrução têm como princípio a diferença de pressão causada pela área transversal do medidor, sendo esta inferior a área do tubo no qual escoa o fluido. Diferente dos rotâmetros usuais, cuja aferição se dá pela variação da altura de um flutuador, a medição da queda de pressão com um manômetro acoplado na tubulação fornece dados para o cálculo de vazão nos medidores por obstrução. Existem inúmeros tipos de medidores de vazão por obstrução, dentre os quais se destacam a placa de ofício e o medidor ou tubo de Venturi, apresentados na Figura 1. A Figura 2 ilustra um esquema geral do perfil do fluido em um medidor do tipo bocal. Figura 1 – Placa de orifício (a) e tubo de Venturi (b). Fonte: Çengel, 2014. Figura 2 – Perfil de velocidade para bocais. Fonte: White, 2011. A Equação 1 apresenta o balanço de massa e a Equação 2 a equação Bernoulli para o caso em que não há diferença de altura. (ÇENGEL, 2007) 𝜌𝐴1𝑉1 = 𝜌𝐴2𝑉2 (1) 3 𝑃1 𝜌𝑔 + 𝑉1 2 2𝑔 = 𝑃2 𝜌𝑔 + 𝑉2 2 2𝑔 (2) Pelas Equações 1 e 2 é possível determinar a Equação 3, que relaciona a vazão com a diferença de pressão, o parâmetro β é obtido pela Equação 4, em que d é o diâmetro da obstrução e D o diâmetro do tubo (ÇENGEL, 2007). 𝑄𝑖𝑑𝑒𝑎𝑙 = V2𝐴2 = 𝐴2 ⋅ √ 2⋅(𝛥𝑃) 𝜌⋅(1−𝛽4) (3) 𝛽 = 𝑑 𝐷⁄ (4) Como o processo de obstrução ocasiona perdas, a velocidade V2 terá um valor menor que no caso ideal, assim, inclui-se no equacionamento um fator de correção denominado coeficiente de descarga Cd. Este equivale à razão entre a vazão mensurada e a ideal. Com isso, obtém-se a Equação 5 (ÇENGEL, 2007). 𝑄𝑟𝑒𝑎𝑙 = 𝐶𝑑 ⋅ 𝐴 ⋅ √ 2⋅(𝛥𝑃) 𝜌⋅(1−𝛽4) (5) Correlações obtidas empiricamente permitem o cálculo do coeficiente de descarga para diferentes medidores de vazão. Para a placa de orifício, ele pode ser obtido pela Equação 6, válida para 0,25<β<0,75 e 104<Re<107. (MILLER, 1997 apud ÇENGEL, 2007). Já o tubo de Venturi possui um valor de 0,98 para valores de Re<1,5.105. Do contrário, ele é calculado através da Equação 7 (WHITE, 2011). 𝐶𝑑 = 0,5959 +0,0312𝛽 2,1 -0,184𝛽8+ 91,71𝛽2,5 𝑅𝑒0,75 (6) 𝐶𝑑 = 0,9858 − 0,196𝛽 4,5 (7) 2. OBJETIVO Avaliar a precisão de diferentes medidores de vazão, individuais e em paralelo, em relação às medidas do rotâmetro calibrado, além dos coeficientes de descarga comparados com o teórico. 3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1. Materiais Módulo de Medidores de Vazão – tubo Venturi com D = 0,0117 m e placa de orifício com D = 0,0127 m (Dtubulação = 0,0254 m); Balança mecânica Micheletti MIC 1/A (e = 0,05 kg); 4 Galão; Cronômetro Cronobio SW2018; Termômetro de vidro; Trena SQ de 5 m. 3.2. Métodos Para este experimento, fez-se uso do módulo exibido na Figura 3, no qual contêm um tubo de Venturi, uma placa de orifício, manômetro, rotâmetro, além do tanque de alimentação com água. A partir do manuseio de suas válvulas, obteve-se diferentes configurações de sistemas para os medidores de vazão, individuais e em paralelo. Figura 3 – Módulo de medidores de vazão. Fonte: Elaborado pelos autores. Inicialmente, efetuou-se a calibração do rotâmetro com o intuito de ajustar suas medidas às condições ambientes no momento do experimento. Deste modo, cronometrou-se o tempo necessário para a captação de determinada massa de água, cuja massa e temperatura foram estimadas pelos devidos instrumentos, sendo este procedimento realizado para sete 5 vazões diferentes em um sistema contendo apenas o tubo de Venturi. Os resultados obtidos foram associados aos valores observados na graduação do rotâmetro e, a partir de um ajuste linear, obteve-se uma equação para a correção das aferições do rotâmetro. Foram realizadas novas leituras, com sete diferentes configurações de válvulas, do rotâmetro e do manômetro para cada medidor de vazão individualmente, além da temperatura da água. Em cada leitura, obteve-se o coeficiente de descarga teórico de cada medidor (calculado a partir da Equação 6 na placa de orifício e a partir da Equação 7 no tubo de Venturi). Com isso, pôde-se calcular novos valores de vazão pela Equação 5, os quais foram comparados com os valores corrigidos das aferições do rotâmetro. A partir do ajuste linear entre os dados de vazão calculada para o caso ideal e da vazão corrigida do rotâmetro, obteve-se o coeficiente de descarga experimental a partir do coeficiente angular, visto que este estabelece a relação entre as duas, como sugere a Equação 5. Procedeu-se da mesma forma para o arranjo em paralelo dos medidores, sendo que, para cada vazão, foram efetuadas a leitura do rotâmetro e leituras individuais do manômetro para cada medidor. Com o Cd experimental obtido anteriormente, calculou-se também valores de vazão individual para cada medidor, com a Equação 5. Assim, a soma das duas vazões pode ser comparada com a vazão corrigida do rotâmetro. 4. RESULTADOS As tabelas com os parâmetros e dados do experimento, os valores dos cálculos da calibração do rotâmetro e medições de vazão na placa de orifício, no tubo de Venturi e no sistema em paralelo, assim como os dados para a construção das curvas de ajuste estão contidos no apêndice A. A Figura 4 apresenta a curva de calibração do rotâmetro com a regressão linear obtida e seucoeficiente de determinação (R2). Figura 4 – Gráfico da calibração do rotâmetro. Fonte: Elaborada pelos autores. y = 1,019x + 8,093.10-5 R² = 0,9976 0,0000 0,0004 0,0008 0,0012 0,0016 0,0020 0,0000 0,0004 0,0008 0,0012 0,0016 Q m éd ia (m 3 /s ) Qrot (m 3/s) Curva de Calibração do Rotâmetro Pontos Experimentais Linear (Pontos Experimentais) 6 As Tabelas 1 e 2 contêm dados utilizados na construção da curva de medição da placa de orifício e do tubo de Venturi, respectivamente, bem como o coeficiente de descarga obtido a partir da regressão linear de cada curva (Cdexp) e o erro relativo com relação a vazão (δQ) e ao coeficiente de descarga (δCd), que relacionam valores experimentais e calculados. Tabela 1 – Dados da curva de medição da placa de orifício. Cdcalc Qorifício (m3/s) Cdexp Qexp (m3/s) δQ δCd 0,6071 5,10.10-4 0,6756 3,45.10-4 5,34% 11,29% 0,6057 8,95.10-4 6,05.10-4 2,45% 11,55% 0,6053 1,05.10-3 7,11.10-4 1,09% 11,62% 0,6047 1,35.10-3 9,15.10-4 1,64% 11,72% 0,6045 1,52.10-3 1,03.10-3 1,74% 11,75% 0,6043 1,83.10-3 1,24.10-3 1,90% 11,80% 0,6041 2,09.10-3 1,41.10-3 0,15% 11,84% Fonte: Elaborada pelos autores. Tabela 2 – Dados da curva de medição do tubo de Venturi. Cdcalc Qventuri (m3/s) Cdexp Qexp (m3/s) δQ δCd 0,9800 3,60.10-4 0,9844 3,55.10-4 2,62% 0,45% 0,9800 7,31.10-4 7,19.10-4 2,20% 0,45% 0,9800 8,91.10-4 8,77.10-4 2,79% 0,45% 0,9798 1,15.10-3 1,14.10-3 0,72% 0,47% 0,9798 1,29.10-3 1,27.10-3 0,16% 0,47% 0,9798 1,40.10-3 1,38.10-3 0,34% 0,47% 0,9798 1,56.10-3 1,53.10-3 0,62% 0,47% Fonte: Elaborada pelos autores. A Figura 5 apresenta as curvas de medição da placa de orifício e do tubo de Venturi, utilizadas para obter o coeficiente de descarga (Cd) dos equipamentos, com suas respectivas regressões lineares e coeficiente de determinação (R2). 7 Figura 5 – Curvas de medição da placa de orifício e do tubo de Venturi. Fonte: Elaborada pelos autores. A Tabela 3 contém os dados de vazão do sistema em paralelo e o erro relativo em relação a vazão corrigida (δQ), que é a soma das vazões que passam pela placa de orifício e pelo tubo de Venturi. Tabela 3 – Dados da curva de medição da operação em paralelo. Qrot (m3/s) Qcorrigido (m3/s) Qexp (m3/s) δQ 5,28.10-4 6,19.10-4 6,46.10-4 4,42% 6,67.10-4 7,60.10-4 7,39.10-4 2,79% 8,06.10-4 9,02.10-4 8,46.10-4 6,24% 9,44.10-4 1,04.10-3 1,02.10-3 2,15% 1,11.10-3 1,21.10-3 1,20.10-3 1,41% 1,25.10-3 1,36.10-3 1,35.10-3 0,56% 1,39.10-3 1,50.10-3 1,50.10-3 0,03% Fonte: Elaborada pelos autores. 5. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Nota-se pela Figura 4 que a curva de calibração do rotâmetro, utilizada na correção da vazão do equipamento, apresenta um comportamento linear com coeficiente de determinação próximo a 1, assim como as curvas de medição para os dispositivos contidas na Figura 5. Deste modo as análises do tubo de Venturi e da placa de orifício com a vazão do rotâmetro são válidas. O coeficiente de descarga na placa foi de 0,6756 (±11,65%), já no tubo 0,9844 (±0,46%). Era esperado que o Cd no tubo seria maior visto que a perda de carga é menor que a da placa, devido a sua obstrução influenciar pouco na perda de carga irrecuperável (WHITE, 2011). A incerteza de 11,65% no Cd da placa deve-se ao comportamento do fluido após passar pelo orifício, pois ocorre o fenômeno de “água morta” como evidenciado na Figura 5, portanto ocorre um erro expressivo na medição da diferença de pressão. Os desvios médios entre as vazões corrigidas e experimentais para a placa e o tubo foram de 2,04 e 1,35%, respectivamente, isto é, medidas de vazões realizadas com o segundo dispositivo são em média mais precisas. Pelas Tabelas 1 e 2 observa-se que os desvios 8 diminuem conforme o aumento da vazão, e para vazões acima de 5 m3/h (1,39.10-3 m3/s) ambos os dispositivos possuem precisão superior a 99%. Para os instrumentos dispostos em paralelo ocorreu uma relação entre a distribuição da vazão e a perda de carga em cada dispositivo, como se observa pela Tabela 10 que a vazão na placa de orifício foi menor que a do tubo de Venturi, já que a placa possui maior queda de pressão. A comparação entre a vazão do sistema obtida pela soma das vazões em cada aparato e a vazão corrigida do rotâmetro apresentou um erro médio de 2,52%, ou seja, as medidas são em média mais imprecisas à estes utilizados individualmente. Entretanto, a vazão de 1,39.10-3 m3/s a incerteza foi de 0,03%, valor inferior a todos os erros calculados em cada uma das situações. É importante destacar que o experimento foi suscetível a erros sistemáticos relacionados a forma de medição, que podem ter ocorrido em três momentos: na medição do tempo com o cronômetro, já que este deveria ser acionado no início e interrompido no fim da coleta de água; na medição da diferença de altura do mercúrio, devido a imprecisão da fita métrica, assim como, a dificuldade visual causada pelas oscilações; e na imprecisão da leitura da vazão pelo rotâmetro, por conta da instabilidade do flutuador com a passagem do fluido em função da vazão. Assim, verifica-se que o tubo de Venturi e a placa de orifício são dispositivos que apresentam vantagens por possuírem baixos desvios na medição na vazão, e também pela facilidade de instalação em uma tubulação. 6. CONCLUSÃO A prática experimental permitiu a determinação da vazão e avaliação da perda de carga pelo coeficiente de descarga para os diferentes tipos de dispositivos, a partir da curva de calibração do rotâmetro. As medidas de vazão realizadas pela placa de orifício e pelo tubo de Venturi foram coerentes, com desvios inferiores a 5,5%, e identificou-se que para menores vazões os desvios foram maiores. Foi possível testar a afirmação de que a vazão total se distribui entre os dois equipamentos, obtendo uma resposta consistente com desvios inferiores a 4,5% a vazão corrigida do rotâmetro. Ademais, os coeficientes de descarga obtidos a partir das curvas de medição dos dispositivos foram condizentes com os calculados pelas equações teóricas, com desvios médios de 11,65% para a placa de orifício e 0,46% para o tubo de Venturi. 9 7. REFERÊNCIAS ÇENGEL, Y. A; CIMBALA, J. M. Mecânica dos Fluidos – Fundamentos e Aplicações. McGraw-Hill, 2007. 819 p. ÇENGEL, Y. A; CIMBALA, J. M. Fluid Mechanics – Fundamentals and Applications. 3. ed. New York: McGraw-Hill, 2014. 1000 p. WHITE, F. M. Mecânica dos Fluidos. 6. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2011. 880 p. 10 APÊNDICE A Tabela 4 – Parâmetros do Experimento. mrecipiente 1 (kg) mrecipiente 2 (kg) Dtubulação (m) g (m/s2) ρHg (kg/m3) 0,850 0,850 0,0254 9,81 13600 Tabela 5 – Parâmetros dos Medidores. Dorifício (m) Aorifício (m2) βorifício Dventuri (m) Aventuri (m2) βventuri 0,0127 1,267.10-4 0,5 0,0117 1,075.10-4 0,46 Tabela 6 – Dados experimentais para a calibração do Rotâmetro. Recipiente 1 Recipiente 2 T (oC) ρ (kg/m3) mtotal (kg) mágua (kg) Δt (s) Q (m3/s) mtotal (kg) mágua (kg) Δt (s) Q (m3/s) 32,5 994,86 5,050 4,200 13,88 3,04.10-4 4,700 3,850 13,09 2,96.10-4 35,0 994,03 6,050 5,200 11,25 4,65.10-4 6,250 5,400 12,06 4,51.10-4 36,0 993,68 6,150 5,300 7,44 7,17.10-4 6,500 5,650 7,84 7,25.10-4 36,5 993,50 6,825 5,975 6,69 8,99.10-4 5,000 4,150 4,88 8,56.10-4 37,0 993,33 5,700 4,850 4,75 1,03.10-3 6,050 5,200 5,00 1,05.10-3 37,0 993,33 6,350 5,500 4,81 1,15.10-3 4,800 3,950 3,38 1,18.10-3 37,0 993,337,650 6,800 4,41 1,55.10-3 7,350 6,500 4,19 1,56.10-3 Tabela 7 – Dados para a curva de calibração do Rotâmetro. Qmédia (m3/s) Qrot (m3/s) 2,999.10-4 2,222.10-4 4,577.10-4 3,889.10-4 7,211.10-4 6,111.10-4 8,775.10-4 7,778.10-4 1,037.10-3 9,444.10-4 1,164.10-3 1,028.10-3 1,557.10-3 1,472.10-3 11 Tabela 8 – Dados experimentais da Placa de Orifício. T (oC) ρ (kg/m3) μ (Pa.s) Qrot (m3/s) Qcorrigido (m3/s) Re ΔH (cm) ΔP (Pa) 38,0 992,96 6,77.10-4 2,78.10-4 3,64.10-4 5,35.10+4 6,1 7,54.10+3 38,0 992,96 6,77.10-4 5,00.10-4 5,90.10-4 8,68.10+4 18,8 2,33.10+4 38,0 992,96 6,77.10-4 6,11.10-4 7,04.10-4 1,04.10+5 26,0 3,22.10+4 38,0 992,96 6,77.10-4 8,33.10-4 9,30.10-4 1,37.10+5 43,0 5,32.10+4 38,3 992,85 6,73.10-4 9,44.10-4 1,04.10-3 1,54.10+5 54,0 6,68.10+4 38,5 992,78 6,71.10-4 1,11.10-3 1,21.10-3 1,80.10+5 78,5 9,71.10+4 39,0 992,59 6,64.10-4 1,31.10-3 1,41.10-3 2,12.10+5 102,0 1,26.10+5 Tabela 9 – Dados experimentais do Tubo de Venturi. T (oC) ρ (kg/m3) μ (Pa.s) Qrot (m3/s) Qcorrigido (m3/s) Re ΔH (cm) ΔP (Pa) 38,0 992,96 6,77.10-4 2,78.10-4 3,64.10-4 5,81.10+4 4,3 5,32.10+3 38,0 992,96 6,77.10-4 6,11.10-4 7,04.10-4 1,12.10+5 17,7 2,19.10+4 38,0 992,96 6,77.10-4 8,06.10-4 9,02.10-4 1,44.10+5 26,3 3,25.10+4 38,0 992,96 6,77.10-4 1,03.10-3 1,13.10-3 1,80.10+5 44,2 5,47.10+4 38,3 992,85 6,73.10-4 1,17.10-3 1,27.10-3 2,04.10+5 55,0 6,80.10+4 38,5 992,78 6,71.10-4 1,28.10-3 1,38.10-3 2,23.10+5 65,0 8,04.10+4 39,0 992,59 6,64.10-4 1,42.10-3 1,53.10-3 2,48.10+5 80,5 9,96.10+4 Tabela 10 – Dados experimentais da Operação em Paralelo. Placa de Orifício Tubo de Venturi T (oC) ρ (kg/m3) μ (Pa.s) ΔH (cm) ΔP (Pa) Qexp (m3/s) ΔH (cm) ΔP (Pa) Qexp (m3/s) 39,5 992,96 6,77.10-4 2,2 2,72.10+3 2,07.10-4 6,6 8,16.10+3 4,39.10-4 39,8 992,96 6,77.10-4 2,5 3,09.10+3 2,21.10-4 9,2 1,14.10+4 5,19.10-4 40,0 992,96 6,77.10-4 3,3 4,08.10+3 2,53.10-4 12,0 1,48.10+4 5,92.10-4 40,0 992,96 6,77.10-4 5,0 6,18.10+3 3,12.10-4 17,2 2,13.10+4 7,09.10-4 40,0 992,85 6,73.10-4 7,0 8,66.10+3 3,69.10-4 23,4 2,89.10+4 8,27.10-4 39,0 992,78 6,71.10-4 9,0 1,11.10+4 4,19.10-4 29,5 3,65.10+4 9,29.10-4 39,0 992,59 6,64.10-4 11,0 1,36.10+4 4,63.10-4 36,5 4,51.10+4 1,03.10-3