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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA DISCIPLINA: LABORATÓRIO DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE PROFª. DRª GABRIELA CANTARELLI LOPES RELATÓRIO – EXPERIMENTO 06 CORPOS SUBMERSOS: DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DO COEFICIENTE CONVECTIVO DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR ALUNOS: Júlio Henrique Zanata – RA 744655 Larissa Jonaly Rodrigues – RA 754239 Milena Jimenes Manzolli Lopes Sanches – RA 744819 Richard Rafael Campeiro – RA 744831 Rogério Felito da Silva – RA 744425 Grupo 4B SÃO CARLOS 2019 SUMÁRIO LISTA DE SÍMBOLOS ................................................................................................. 2 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA ....................................................................................... 3 2. OBJETIVO ................................................................................................................. 5 3. MATERIAIS E MÉTODOS ...................................................................................... 5 3.1. Materiais ............................................................................................................... 5 3.2. Métodos ................................................................................................................. 5 4. RESULTADOS ........................................................................................................... 6 5. DISCUSSÕES ............................................................................................................. 9 6. CONCLUSÃO ........................................................................................................... 10 7. REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 11 APÊNDICE A ............................................................................................................... 12 LISTA DE SÍMBOLOS 𝑎: Coeficiente angular; As: Área superficial; Bi: Número de Biot; Cp: Calor específico; D: diâmetro do corpo; Eacu: Energia acumulada; Ee: Energia de entrada; Eg: Energia gerada; Es: Energia de saída; 𝐺𝑟𝐿: Número de Grashof; h: Coeficiente convectivo; k: Condutividade térmica; Lc: Dimensão característica; 𝑁𝑢𝐿 ̅̅ ̅̅ ̅̅ : Número de Nusselt médio; Ɵ: Adimensional de temperatura; Pr: Número de Prandtl. q: Calor convectivo; Q: Calor total; 𝑅𝑎𝐿: Número de Rayleigh; Rcond: Resistência condutiva; Rconv: Resistência convectiva; T: Temperatura; t: Tempo; T∞: Temperatura de corrente; Ti: Temperatura inicial; V: Volume; ρ: Densidade; 𝜏: Constante de tempo térmica. 3 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA A transferência de calor ocorre devido à um gradiente de temperatura em um meio e pode ocorrer a partir de três mecanismos: condução, convecção e radiação térmica, sendo a convecção o mecanismo característico para o transporte de calor entre superfícies sólidas e fluidos. Na convecção, a transferência de calor através do fluido advém do seu próprio movimento aleatório, que inclui o transporte de energia das moléculas e global do fluido (INCROPERA, 2008). O mecanismo convectivo pode ser classificado em dois grupos: natural e forçado, de acordo com o escoamento do fluido. Na convecção natural, o deslocamento relativo entre o fluido e a superfície do sólido submerso é mantido pelas forças de empuxo devidas aos gradientes de temperatura do mesmo; já na convecção forçada, é mantido por meios externos como bombas e ventiladores. Uma forma de estimar a transferência de calor neste mecanismo, é através do coeficiente de transferência de calor, parâmetro que varia de acordo com a corrente de fluido, dependendo das propriedades físicas deste, do tipo de escoamento e da geometria do sólido submerso. A Tabela 1 apresenta intervalo de valores típicos do coeficiente para fluídos em diferentes condições de escoamento. Tabela 1 – Coeficiente de transferência de calor por convecção. Processo Fase h W.m-2.K-1 Convecção Natural Gás 2~25 Líquido 50~1000 Convecção Forçada Gás 25~250 Líquido 100~20000 Convecção com mudança de fase Ebulição e condensação 2500~100000 Fonte: Incropera, 2008. Correlações teóricas podem ser utilizadas para obter o coeficiente convectivo nos casos de convecção natural. Uma delas é a da placa vertical, calculada a partir da Equação 1, válida para toda a faixa de 𝑅𝑎𝐿. Um cilindro vertical pode ser tratado como uma placa vertical quando a relação apresentada pela Equação 2 é respeitada (INCROPERA, 2008). 𝑁𝑢𝐿 ̅̅ ̅̅ ̅̅ = 0,825 + 0,387 𝑅𝑎𝐿 1/6 [1+(0,492/𝑃𝑟)9/16] 8 27 (1) 𝐷 ≥ 35𝐿 𝐺𝑟𝐿 1/4 (2) É possível determinar o coeficiente convectivo de transferência de calor em uma interface sólido-fluido ao utilizar um modelo de análise concentrada, também chamado 4 de método da capacitância global. O método segue a hipótese de que a temperatura do sólido é uniforme no espaço para qualquer instante de tempo, ou seja, os gradientes de temperatura no interior do sólido são desprezíveis. A transferência de calor nessa condição depende da combinação entre os valores da dimensão característica do sólido, condutividade térmica do material e coeficiente convectivo do fluido, de modo que a resistência à condução de calor no interior do sólido seja desprezível em relação a ocasionada pela transferência de calor entre o sólido e o fluido. A razão entre essas resistências é mensurada em um adimensional denominado número de Biot, calculado pela Equação 3 (INCROPERA, 2008). 𝐵𝑖 = 𝑅𝑐𝑜𝑛𝑑 𝑅𝑐𝑜𝑛𝑣 = 𝐿𝑐 𝑘𝐴⁄ 1 ℎ𝐴⁄ = ℎ∙𝐿𝑐 𝑘 (3) O valor da dimensão característica na Equação 3 pode ser definido como a razão entre o volume e a área superficial do sólido. Assim, para assegurar a validade do método da capacitância global o número de Biot deve apresentar valores inferiores a 0,1. A análise do problema, em uma situação de resfriamento de um corpo de prova, pode ser feita a partir de um balanço global de energia no sólido, Equação 4, no qual os termos de geração e entrada de energia são nulos. 𝐸𝑒 − 𝐸𝑠 + 𝐸𝑔 = 𝐸𝑎𝑐𝑢 (4) O termo de saída de energia corresponde ao calor cedido por convecção do sólido para o fluido, o qual é calculado a partir da lei do resfriamento de Newton, apresentada pela Equação 5. A energia acumulada corresponde à taxa de variação da energia interna do corpo, calculada pela Equação 6 (INCROPERA, 2008). 𝑞 = ℎ ∙ 𝐴𝑠 ∙ (𝑇 − 𝑇∞) (5) 𝐸𝑎𝑐𝑢 = 𝜌 ∙ 𝑉 ∙ 𝐶𝑝. 𝑑𝑇 𝑑𝑡 (6) Ao combinar as Equações 4, 5 e 6, é possível integrar o balanço de energia a partir de condições iniciais de tempo e temperatura, t = 0 e T = Ti, respectivamente, e obter uma expressão paraa variação da temperatura do sólido no tempo, Equação 7, com o adimensional de temperatura apresentado pela Equação 8 (INCROPERA, 2008). ln 𝜃 = − ℎ∙𝐴 𝜌∙𝑉∙𝐶𝑝 ∙ 𝑡 (7) 𝜃 = 𝑇−𝑇∞ 𝑇𝑖−𝑇∞ (8) Pode-se determinar o total de energia transferida do corpo para o fluido em um intervalo de tempo ao multiplicar a Equação 5 por um diferencial de tempo (dt) e integrá- 5 la neste intervalo, sendo o termo (𝑇 − 𝑇∞) substituído pela Equação 7. Como resultado obtém-se a Equação 9, onde 𝜏 é a constante de tempo térmica representada pela Equação 10 (INCROPERA, 2008). 𝑄 = 𝜌 ∙ 𝑉 ∙ 𝐶𝑝 ∙ (𝑇𝑖 − 𝑇∞) ∙ [1 − exp ( −𝑡 𝜏⁄ )] (9) 𝜏 = 𝜌∙𝑉∙𝐶𝑝 ℎ∙𝐴𝑠 (10) 2. OBJETIVO Determinar o coeficiente convectivo de transferência de calor para corpos de diferentes materiais e geometrias, submersos na água e no ar. 3. MATERIAIS E MÉTODOS 3.1. Materiais Corpos de prova (placa plana e cilindro de alumínio, cilindro de cobre); Cronômetro Cronobio SW2018; Cronômetro digital iPhone 6; Paquímetro; Recipiente de imersão dos corpos (resfriamento em água fria); Régua; Sistema de aquecimento; Sistema de termopares; Suporte dos corpos de prova. 3.2. Métodos A Figura 1 apresenta o sistema de aquecimento utilizado na prática experimental, o qual contém um tanque de aquecimento (esquerda), um tanque de imersão dos corpos de prova, um dreno de retorno para o tanque de aquecimento, uma bomba e válvulas para controlar a entrada no banho e a descarga dos reservatórios. Figura 1 – Sistema de aquecimento. Fonte: Elaborado pelos autores. 6 Antes da condução do experimento foram verificadas as dimensões de cada corpo de prova, com o auxílio do paquímetro e da régua, para os cálculos de volume e área superficial e a Tabela 2 contém as propriedades físicas do alumínio e do cobre, necessárias para a determinação do h. Tabela 2 – Propriedades físicas de metais. Material ρ kg.m-3 k W.m-1.K-1 Cp J.kg-1.K-1 Alumínio 2702 287 903 Cobre 8933 401 385 Fonte: Incropera, 2008. No sistema de termopares foram conectados quatro fios de termopar diferentes, dos quais um foi fixado no tanque de aquecimento. Os demais foram utilizados para medir a temperatura dos sólidos e dos fluidos de resfriamento (água e ar). O experimento iniciou-se pelo resfriamento do cilindro de alumínio por convecção natural no ar durante os quais foram anotados valores de tempo e temperatura. Simultaneamente, realizou-se o aquecimento e resfriamento em água, por convecção forçada e natural, respectivamente, da placa plana de alumínio e do cilindro de cobre, com dados de temperatura e tempo auferidos para o mesmo fim. Ao final do procedimento de resfriamento no ar, o cilindro de alumínio foi submetido ao aquecimento e resfriamento em água. A duração de cada experimento correspondeu ao tempo necessário para que o corpo atingisse o equilíbrio térmico com o fluido. As curvas de temperatura em função do tempo foram obtidas a partir dos dados anotados com auxílio do software Microsoft Excel 2019. A Equação 11 apresenta a linearização da Equação 6, a partir da qual determinou-se o coeficiente convectivo, explicitado na Equação 12, de cada procedimento com o coeficiente angular 𝑎 ln 𝜃 = 𝑎 ∙ 𝑡 ↔ 𝑦 = 𝑎 ⋅ 𝑡 (11) ℎ = −𝜌 ∙ 𝐿𝑐 ∙ 𝐶𝑝 ∙ 𝑎 (12) Após a obtenção do coeficiente convectivo, foi analisado o número de Biot para conferir a validação do método e determinou-se a energia total transferida em cada processo para um mesmo intervalo de temperatura. 4. RESULTADOS As tabelas com os parâmetros, e os dados de tempo e temperatura para cada corpo de prova estão contidos no Apêndice A. As Figuras 2 e 3 apresentam as linearizações de variação da temperatura dos corpos de prova em relação ao tempo, com a regressão linear obtida e seu coeficiente de determinação (R2). 7 Figura 2 – Curvas de aquecimento e resfriamento dos corpos de prova em água. Fonte: Elaborados pelos autores. 8 Figura 3 – Curva de resfriamento em ar do corpo de prova 2. Fonte: Elaborados pelos autores. As Tabelas 3, 4 e 5 apresentam o coeficiente convectivo e o número de Biot calculados para o a placa de alumínio, cilindro de alumínio e cilindro de cobre respectivamente. Tabela 3 – Resultados para a placa de alumínio. Aquecimento em água Resfriamento em água h W.m-2.K-1 675,778 542,742 htéo W.m-2.K-1 100-20000 29,4 Bi 0,011 0,009 35.L.GrL-0,25 - 0,73 Fonte: Elaborados pelos autores. Tabela 4 – Resultados para o cilindro de alumínio. Aquecimento em água Resfriamento em água Resfriamento em ar h W.m-2.K-1 749,274 629,083 10,229 htéo W.m-2.K-1 100-20000 17,6 4,81 Bi 0,027 0,023 0,0004 35.L.GrL-0,25 - 0,73 0,091 Fonte: Elaborados pelos autores. 9 Tabela 5 – Resultados para o cilindro de cobre. Aquecimento em água Resfriamento em água h W.m-2.K-1 763,537 662,692 htéo W.m-2.K-1 100-20000 25,1 Bi 0,020 0,017 35.L.GrL-0,25 - 0,74 Fonte: Elaborados pelos autores. A Tabela 6 contém os valores do calor trocado durante o aquecimento e resfriamento nos fluidos utilizados. ATabela 7 apresenta os desvios entre os calores trocados para cara cada corpo de prova. Tabela 6 – Calor trocado pelos corpos de prova. Intervalo de temperatura °C Aquecimento em água J Resfriamento em água J Resfriamento em ar J Cilindro de alumínio 45 – 68 -16410,4 16560,9 16538,9 Cilindro de cobre -23350,76 23311,05 – Placa de alumínio -9903,20 9241,24 – Fonte: Elaborados pelos autores. Tabela 7 – Desvios entre os calores trocados pelos corpos. Procedimento Desvio % Cilindro de alumínio Aquecimento em água – resfriamento em água 0,91 Aquecimento em água – resfriamento em ar 0,78 Resfriamento em água – resfriamento em ar 0,13 Cilindro de cobre Aquecimento em água – resfriamento em água 0,17 Placa de alumínio Aquecimento em água – resfriamento em água 6,7 Fonte: Elaborados pelos autores. 5. DISCUSSÕES Ao comparar os coeficientes de convecção para os processos de aquecimento e resfriamento em água dos cilindros de alumínio e de cobre, contidos nas Tabelas 4 e 5, nota-se uma diferença relativamente baixa de 2 e 5%, respectivamente. Em contrapartida, o coeficiente calculado para a placa de alumínio, Tabela 3, apresenta uma diferença relevante com relação aos cilindros, resultado já esperado, pois a dependência de h não 10 tem relação com o material dos corpos de prova, mas com a sua geometria e propriedades do fluido. Para os corpos de prova utilizados, placa de alumínio, cilindro de alumínio e cilindro de cobre, obtiveram-se números de Biot de 0,011, 0,027 e 0,020, respectivamente. Como os valores encontrados foram inferiores a 0,1, então o gradiente de temperatura no interiorde corpo pode ser desprezado, o que torna válida a utilização do método da capacitância global. Entretanto os valores teóricos calculados para os processos de convecção natural e os valores experimentais possuem uma expressiva diferença, isso se deve ao fato da condição apresentada pela Equação 2 não ser satisfeita. Já os valores para a convecção forçada então contidos na faixa dos valores teóricos, o que demostra que estão condizentes com a realidade, porém por ser um intervalo grande, não é possível avaliar a precisão dos cálculos realizados neste experimento. Pela Tabela 6 é possível notar que o calor total transferido, para o mesmo intervalo de temperatura, no cilindro de cobre é maior que no de alumínio, em vista do seu Cp ser menor, ou seja, é necessário fornecer mais calor para que se altere a temperatura. Ao comparar a placa e o cilindro de alumínio, verifica-se uma quantidade de calor necessária maior para o cilindro, consequência do seu comprimento característico maior. Pela Tabela 7, os desvios dos valores de calor trocado para os corpos de prova foram inferiores a 1%, exceto para a placa de alumínio, que exibiu um valor de 6,7%. Assim, é possível averiguar que as medições de tempo e temperatura apresentaram um baixo erro. Uma possível fonte de erro referente à determinação de calor trocado para a placa de alumínio, é o fato de seu comprimento característico ser suficientemente pequeno e seu Cp relativamente alto, o que dificulta a rápida troca de calor entre sólido e fluido, o que pode ter resultado em erros na medição da temperatura e de tempo. Esse erro é evidenciado na Figura 1 pelo desvio na linearidade da placa de alumínio no aquecimento em que o R² foi de 0,96. 6. CONCLUSÃO O experimento permitiu a determinação do coeficiente de convecção em diferentes corpos de prova pelo método capacitância global. Este coeficiente no aquecimento foi semelhante para um cilindro de mesma dimensão, porém com material diferente, apresentou-se um desvio inferior a 6%, o mesmo confere-se para o cilindro em resfriamento. Foi possível verificar uma boa precisão na medição da temperatura e tempo nos processos de aquecimento e resfriamento (para um mesmo corpo de prova) ao determinar o calor trocado nesses processos, obteve-se um desvio inferior a 7%. Não foi possível comparar com o valor teórico do coeficiente de convecção, pois as correlações se limitam a casos específicos que não condiziam com o experimento. 11 7. REFERÊNCIAS INCROPERA, F.P., BERGMAN, T.L., DEWITT, D.P. (2008), Fundamentos de transferência de calor e de massa. 6 ed. Editora LTC, Rio de Janeiro-RJ, 643p. 12 APÊNDICE A Tabela 8 – Parâmetros dos corpos de prova. Corpo de prova Dimensões V m³ At m² Lc m Placa de alumínio x m y m z m 1,73.10-4 3,58.10-2 0,48.10-2 0,1506 0,0997 0,0115 Cilindro de alumínio R m z m 2,81.10-4 2,68.10-2 1,05.10-2 0,0243 0,1506 Cilindro de cobre R m z m 2,80.10-4 2,68.10-2 1,05.10-2 0,0243 0,1506 Fonte: Elaborados pelos autores. Tabela 9 – Dados coletados para a placa de alumínio. Aquecimento em água Resfriamento em água T∞ °C 71,0 T∞ °C 29,5 T s T °C θ lnθ t s T °C θ lnθ 0 28 1 0 0 71 1 0,000 1,81 29 0,977 -0,024 2,46 70 0,976 -0,024 2,93 30 0,953 -0,048 4 69 0,952 -0,049 3,54 31 0,930 -0,072 4,55 68 0,928 -0,075 3,96 32 0,907 -0,098 5,01 67 0,904 -0,101 4,83 33 0,884 -0,124 5,81 66 0,880 -0,128 5,82 34 0,860 -0,150 6,57 65 0,855 -0,156 6,31 35 0,837 -0,178 7,02 64 0,831 -0,185 6,84 36 0,814 -0,206 7,67 63 0,807 -0,214 7,35 37 0,791 -0,235 8,08 62 0,783 -0,244 8,03 38 0,767 -0,265 8,73 61 0,759 -0,276 9,14 39 0,744 -0,295 9,21 60 0,735 -0,308 9,25 40 0,721 -0,327 9,78 59 0,711 -0,341 9,66 41 0,698 -0,360 10,37 58 0,687 -0,376 9,97 42 0,674 -0,394 11,07 57 0,663 -0,412 10,51 43 0,651 -0,429 11,73 56 0,639 -0,449 11,37 44 0,628 -0,465 12,17 55 0,614 -0,487 11,67 45 0,605 -0,503 12,66 54 0,590 -0,527 12,58 46 0,581 -0,542 13,68 53 0,566 -0,569 13,33 47 0,558 -0,583 14,15 52 0,542 -0,612 13,74 48 0,535 -0,626 15,04 51 0,518 -0,658 13 14,31 49 0,512 -0,670 16,05 50 0,494 -0,705 14,9 50 0,488 -0,717 16,68 49 0,470 -0,755 15,82 51 0,465 -0,765 17,66 48 0,446 -0,808 16,64 52 0,442 -0,817 18,97 47 0,422 -0,863 17,4 53 0,419 -0,871 19,52 46 0,398 -0,922 17,98 54 0,395 -0,928 20,74 45 0,373 -0,985 18,91 55 0,372 -0,989 22,34 44 0,349 -1,052 20,06 56 0,349 -1,053 23,43 43 0,325 -1,123 20,91 57 0,326 -1,122 25 42 0,301 -1,200 22,07 58 0,302 -1,196 26,43 41 0,277 -1,283 23,26 59 0,279 -1,276 28,58 40 0,253 -1,374 24,35 60 0,256 -1,363 30,83 39 0,229 -1,474 25,88 61 0,233 -1,459 33,9 38 0,205 -1,586 27,75 62 0,209 -1,564 36,16 37 0,181 -1,711 29,22 63 0,186 -1,682 40,02 36 0,157 -1,854 31,48 64 0,163 -1,815 43,94 35 0,133 -2,021 33,7 65 0,140 -1,969 49,1 34 0,108 -2,222 37,96 66 0,116 -2,152 55,58 33 0,084 -2,473 39,47 67 0,093 -2,375 64,5 32 0,060 -2,809 44,3 68 0,070 -2,663 65 31 0,036 -3,320 49,32 69 0,047 -3,068 95,05 30 0,012 -4,419 55,64 70 0,023 -3,761 Fonte: Elaborados pelos autores. Tabela 10 – Dados coletados para o cilindro de alumínio. Aquecimento em água Resfriamento em água Resfriamento em ar T∞ °C 73,0 T∞ °C 33,5 T∞ °C 31,0 T s T °C θ lnθ t s T °C θ Lnθ t s T °C θ lnθ 0 35 1 0 0 73 1 0 0 68 1 0 3,7 36 0,974 -0,027 2,09 72 0,975 -0,026 41 67 0,973 -0,027 5,3 37 0,947 -0,054 3,89 71 0,949 -0,052 107 66 0,946 -0,056 6,6 38 0,921 -0,082 5,49 70 0,924 -0,079 181 65 0,919 -0,085 8 39 0,895 -0,111 6,38 69 0,899 -0,107 255 64 0,892 -0,114 9,4 40 0,868 -0,141 7,48 68 0,873 -0,135 335 63 0,865 -0,145 10 41 0,842 -0,172 8,58 67 0,848 -0,165 420 62 0,838 -0,177 11 42 0,816 -0,204 9,28 66 0,823 -0,195 536 61 0,811 -0,210 12 43 0,789 -0,236 10,59 65 0,797 -0,226 595 60 0,784 -0,244 13 44 0,763 -0,270 11,41 64 0,772 -0,259 706 59 0,757 -0,279 14 45 0,737 -0,305 12,64 63 0,747 -0,292 799 58 0,730 -0,315 16 46 0,711 -0,342 14,12 62 0,722 -0,326 894 57 0,703 -0,353 17 47 0,684 -0,379 14,96 61 0,696 -0,362 998 56 0,676 -0,392 14 18 48 0,658 -0,419 16,28 60 0,671 -0,399 1239 54 0,622 -0,475 19 49 0,632 -0,460 17,78 59 0,646 -0,438 1488 52 0,568 -0,566 20 50 0,605 -0,502 18,96 58 0,620 -0,478 1618 51 0,541 -0,615 22 51 0,579 -0,547 20,19 57 0,595 -0,519 1788 50 0,514 -0,666 23 52 0,553 -0,593 22,07 55 0,544 -0,608 2080 48 0,459 -0,778 25 53 0,526 -0,642 24,48 54 0,519 -0,656 2271 47 0,432 -0,838 26 54 0,500 -0,693 27,66 53 0,494 -0,706 2446 46 0,405 -0,903 28 55 0,474 -0,747 29,38 52 0,468 -0,759 2645 45 0,378 -0,972 30 56 0,447 -0,804 31,78 51 0,443 -0,814 31 57 0,421 -0,865 34,18 50 0,418 -0,873 34 58 0,395 -0,930 36,64 49 0,392 -0,935 36 59 0,368 -0,999 39,58 48 0,367 -1,002 38 60 0,342 -1,073 42,69 47 0,342 -1,074 40 61 0,316 -1,153 45,54 46 0,316 -1,151 43 62 0,289 -1,240 49,09 45 0,291 -1,234 46 63 0,263 -1,335 54,45 44 0,266 -1,325 48 64 0,237 -1,440 57,18 43 0,241 -1,425 53 65 0,211 -1,558 62,28 42 0,215 -1,536 56 66 0,184 -1,692 68,78 41 0,190 -1,661 60 67 0,158 -1,846 73,54 40 0,165 -1,804 66 68 0,132 -2,028 81,28 39 0,139 -1,972 73 69 0,105 -2,251 90,34 38 0,114 -2,172 80 70 0,079 -2,539 99,54 37 0,089 -2,424 111,7 36 0,063 -2,760 Fonte: Elaborados pelos autores.Tabela 11 – Dados coletados para o cilindro de cobre. Aquecimento em água Resfriamento em água T∞ °C 72,0 T∞ °C 32,0 t s T °C θ lnθ t s T °C θ lnθ 0 32 1 0 0 71 1 0 4,06 33 0,975 -0,025 4,93 70 0,974 -0,026 6,23 34 0,950 -0,051 7,69 69 0,949 -0,053 8,2 35 0,925 -0,078 8,95 68 0,923 -0,080 9,56 36 0,900 -0,105 9,96 67 0,897 -0,108 10,93 37 0,875 -0,134 11,42 66 0,872 -0,137 12,24 38 0,850 -0,163 13,26 65 0,846 -0,167 13,62 39 0,825 -0,192 14,24 64 0,821 -0,198 15,04 40 0,800 -0,223 15,78 63 0,795 -0,230 16,65 41 0,775 -0,255 17,52 62 0,769 -0,262 15 17,84 42 0,750 -0,288 18,9 61 0,744 -0,296 19,56 43 0,725 -0,322 20 60 0,718 -0,331 20,86 44 0,700 -0,357 22,12 59 0,692 -0,368 21,97 45 0,675 -0,393 23,92 58 0,667 -0,405 23,74 46 0,650 -0,431 25,5 57 0,641 -0,445 25,51 47 0,625 -0,470 27,44 56 0,615 -0,486 27,21 48 0,600 -0,511 29,3 55 0,590 -0,528 28,86 49 0,575 -0,553 31,68 54 0,564 -0,573 30,61 50 0,550 -0,598 34,3 53 0,538 -0,619 32,34 51 0,525 -0,644 36,27 52 0,513 -0,668 34,72 52 0,500 -0,693 39,5 51 0,487 -0,719 36,95 53 0,475 -0,744 42,65 50 0,462 -0,773 39,27 54 0,450 -0,799 45,01 49 0,436 -0,830 41,58 55 0,425 -0,856 49,05 48 0,410 -0,891 44,45 56 0,400 -0,916 52,5 47 0,385 -0,956 47,2 57 0,375 -0,981 56,18 46 0,359 -1,025 50,74 58 0,350 -1,050 60,6 45 0,333 -1,099 53,97 59 0,325 -1,124 65,16 44 0,308 -1,179 57,24 60 0,300 -1,204 69,6 43 0,282 -1,266 61,46 61 0,275 -1,291 76,14 42 0,256 -1,361 65,9 62 0,250 -1,386 82,58 41 0,231 -1,466 70,42 63 0,225 -1,492 89,2 40 0,205 -1,584 75,8 64 0,200 -1,609 97,5 39 0,179 -1,718 82,55 65 0,175 -1,743 106,1 38 0,154 -1,872 82,51 66 0,150 -1,897 116,13 37 0,128 -2,054 97,61 67 0,125 -2,079 129,3 36 0,103 -2,277 107,52 68 0,100 -2,303 144,1 35 0,077 -2,565 118,27 69 0,075 -2,590 160,8 34 0,051 -2,970 136,01 70 0,050 -2,996 174,34 33 0,026 -3,664 Fonte: Elaborados pelos autores.