Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Instituto de Biociências 
Universidade de São Paulo 
2016 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POSSIBILIDADES DIDATICAS 
PARA O ENSINO DE ZOOLOGIA 
NA EDUCAÇÃO BÁSICA 
VOLUME I 
 
 
 
 
 
 
 
Rosana Louro Ferreira Silva 
Thiago Marinho Del Corso 
(Organizadores) 
São Paulo 
2016 
 
 
 
 
 
 
POSSIBILIDADES DIDÁTICAS 
PARA O ENSINO DE ZOOLOGIA 
NA EDUCAÇÃO BÁSICA 
VOLUME I 
 
 
 
 
 
Rosana Louro Ferreira Silva 
Thiago Marinho Del Corso 
 (Organizadoras) 
 
 
Instituto de Biociências 
 Universidade de São Paulo 
2016 
 
 
 
 
 
 
 
Ficha catalográfica 
 
 
 
 Possibilidades didáticas para o ensino de Zoologia na educação básica – 
 volume I / Organização de Rosana Louro Ferreira Silva, Thiago Marinho 
 Del Corso. -- São Paulo : Instituto de Biociências da Universidade de 
 São Paulo, 2016. 
 v. 1 220 p. : il. 
 
 
 ISBN 978-85-85658-64-9 
 
 
1. Zoologia. 2. Práticas de ensino. 3. Sequências Didáticas I. Silva, 
Rosana Louro Ferreira. II. Del Corso, Thiago Marinho. 3. Título: 
Possibilidades Didáticas para o ensino de Zoologia na educação básica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
APRESENTAÇÃO............................................................................................................4 
 
INTRODUÇÃO.................................................................................................................7 
 
SUGESTÕES: 
I – Adaptação dos grupos de invertebrados a diferentes ambientes..................................9 
Caian Gerolamo, Irina Barros, Mayra Sato, Vinícius Carvalho 
 
II – Introdução à Sistemática Filogenética......................................................................26 
Carolina Sconfienza Faria, Tamiris Imaeda Yassumoto 
 
III – Diferenciação dos grupos animais e processo de extinção......................................55 
Carolina Perozzi Guedes de Azevedo, Mariana Draque Vasconcelos 
 
IV – Invertebrados: quem são eles?.................................................................................72 
Claudia Saito, Luciana Sato, Raíssa Milanelli, Raul Teixeira 
 
V – Diversidade dos seres vivos: fatores de ameaça e o papel do ser humano na 
conservação das espécies..........................................................................................90 
Diego Bitencourt Mañas, Enrico Cacella, Gabriel Borgheti de Figueiredo, 
Vinicius Leonardo Biffi 
 
VI – Integrando diversidade e evolução........................................................................108 
Lucas Paoliello Medeiros, Marina Minto Cararo, Paula Amaral de Carvalho 
 
VII – Ensino de Zoologia com ênfase em classificação................................................124 
Camila Camata, Daniela Alvelos, Naomi Nakao, Natalie Brito, Vanessa Simões 
 
VIII – Parasitoses: do parasita à prevenção...................................................................171 
Cristina dos Santos Silva, Renan Henrique Domingos, Roberta Neves Gago Rodrigues 
 
IX – Evolução e noções de Sistemática Filogenética...................................................201 
Léa Ludovico Bozzini e Victor Giovannetti 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
APRESENTAÇÃO 
A coleção “Possibilidades didáticas no ensino de Zoologia” trata-se de um 
conjunto de sequências didáticas voltadas a possibilitar ideias inovadoras para 
dinamizar o ensino de Zoologia na educação básica, produzidas de forma colaborativa 
por alunos e alunas do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas participantes da 
disciplina “BIZ0307 - Contexto e práticas no Ensino de Zoologia”, com a orientação da 
professora da disciplina e dos monitores. 
A disciplina tem por objetivos propiciar aos licenciandos: desenvolver sequências 
didáticas que articulem diversidade e filogenia dos animais; analisar e discutir a seleção 
de conteúdos, estratégias didáticas e instrumentos de avaliação no Ensino de Biologia; 
refletir sobre Ensino de Zoologia na escola básica e em outros espaços educativos; 
elaborar e analisar diferentes recursos didáticos, tais como texto, multimídia, modelos, 
imagens, jogos, filmes, animações; reconhecer o campo de pesquisa em Ensino de 
Biologia. Após analisar como a Zoologia se expressa nos currículos de ensino 
fundamental II e médio, a disciplina apresentou para discussão artigos de pesquisa que 
criticam o ensino meramente memorístico e descritivo dos animais na educação básica, 
o que distancia o interesse dos jovens, e propõem um ensino na perspectiva ecológico-
evolutiva. Também são apresentadas contribuições das perspectivas da educação 
ambiental crítica para pensar atividades que permitam a discussão de temáticas 
controversas que envolvam os animais e a busca pela conservação da biodiversidade. 
Nas aulas em que os grupos apresentavam essas produções, constituídas da sequência 
didática e de um recurso didático, foram convidados professores da educação básica da 
rede pública e privada do ensino, que assistiram, contribuíram e auxiliaram na avaliação 
dos trabalhos. 
Neste volume, apresentamos a primeira sistematização desse trabalho, 
desenvolvida junto à turma que cursos a disciplina em 2013. São apresentadas nove 
sugestões construídas por licenciandos, com orientação e supervisão da docente do 
curso, que buscaram considerar deferentes elementos da alfabetização científica, que 
possibilitassem situações de ensino em que a compreensão do conhecimento científico 
seja acompanhada de discussões e questionamentos sobre sua aplicação no cotidiano 
dos estudantes, para que este seja capaz de participar de decisões que envolvam 
questões sócio científicas de forma fundamentada e responsável. 
5 
Tais sugestões não devem ser tomadas como um manual a ser seguido 
rigidamente. O professor, no exercício de sua autonomia intelectual, pode utilizar as 
propostas e os materiais disponibilizados conforme as características do currículo, do 
contexto, dos alunos e de seu próprio perfil docente. Os materiais didáticos criados 
podem ser reproduzidos nas escolas com auxílio dos próprios estudantes em sua 
confecção. Cientes dos novos desafios colocados aos professores de Ciências e 
Biologia, frente à uma produção de conhecimento científico crescente, às diferentes 
tecnologias de informação e comunicação que fazem parte do cotidiano dos alunos, 
embora nem sempre incorporadas de maneira adequada na escola, à emergência de 
questões sócio científicas, às avaliações externas e às exigências cada vez maiores dos 
processos seletivos do ensino superior que influenciam a educação básica, o material 
pretende apresentar uma pequena contribuição didática para a exploração da área de 
Zoologia de forma significativa, lúdica e contextualizada. 
Agradeço imensamente aos alunos da disciplina, proponentes das sequências 
didáticas, com os quais compartilhei as discussões daquele semestre e que encararam o 
 desafio de produzir materiais que pudessem ser disponibilizados não só entre os 
colegas do curso, mas também para todos os professores e professoras da educação 
básica, em uma perspectiva de articulação entre o ensino e a extensão universitária. 
Agradeço, ainda, ao doutorando Thiago Del Corso, que auxiliou na organização 
desse volume e que, na época dessa turma, era monitor do Laboratório de Licenciatura, 
e ao mestrando Gabriel de Moura Silva por seu trabalho cuidadoso de revisão dos 
textos, e a todos os professores da educação básica que participaram da apresentação e 
deram sugestões para a melhoria das sequências. 
 
Rosana Louro Ferreira Silva 
Docente da disciplina BIZ0307 e organizadora da coleção 
 
 
 
 
 
6 
Turma de 2013 da disciplina “CONTEXTO E PRÁTICAS NO ENSINO 
DE ZOOLOGIA” 
Instituto de Biociências – Universidade de São Paulo (USP) 
 
Docente: 
Rosana Louro Ferreira Silva 
 
Estudantes de Licenciatura autores de roteiros: 
Caian Souza Gerolamo 
Camila Camata Santos 
CarolinaPerozzi Guedes de Azevedo 
Carolina Sconfienza Faria 
Claudia Akemi Saito 
Cristina dos Santos Silva 
Diego Bitencourt Manas 
Daniela Marques de Alvelos 
Enrico de Vincenzo Cacella 
Gabriel Borgheti de Figueiredo 
Irina Birskis Barros 
Lea Ludovico Bozzini 
Luciana Mayumi Sato 
Lucas Paoliello de Medeiros 
Marina Minto Cararo 
Mariana Draque Vasconcelos 
Mayra Sato 
Naomi Nakao 
Natalie Brito Domingos 
Paula Amaral de Carvalho 
Raíssa Milanelli Ferreira 
Raul Teixeira Francisco 
Renan Henrique Domingos 
Roberta Neves Gago Rodrigues 
Tamiris Imaeda Yassumoto 
Vanessa Simoes 
Victor Giovannetti 
Vinicius Jardim Carvalho 
Vinicius Leonardo Biffi 
 
 
 
 
 
 
7 
INTRODUÇÃO 
A proposição de sequências didáticas se mostra um importante instrumento de 
planejamento do ensino e reflexão da prática pedagógica, possibilitando ao professor 
trabalhar com variadas estratégias didáticas, além de aproximar conteúdos curriculares 
dos aspectos sociais e culturais dos ambientes escolares, fatores imprescindíveis para 
contextualizar e ampliar o repertório dos estudantes na educação básica. 
Este livro, elaborado por licenciandos no curso de Ciências Biológicas da USP 
sob a supervisão da Profa. Dra. Rosana Louro Ferreira Silva, é um convite para 
conhecer uma série de nove sequências didáticas que abordam o tema do ensino de 
Zoologia, que encontra aqui uma abordagem diversificada para aqueles que não querem 
restringir suas aulas a uma lista de nomes de animais e suas características. 
As sequências didáticas foram construídas a partir de um modelo básico, 
contemplando as seguintes seções: contextos, que trazem justificativas para trabalhar os 
conteúdos selecionados, uma apresentação geral do tema referenciada na literatura e o 
momento do curso em que a sequência deve ser aplicada; objetivos de ensino da 
sequência geral, associando aos conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais; 
material, constando inclusive o(s) recurso(s) didático(s) desenvolvidos pelos 
licenciandos, neste livro representado por jogos, simulações e dioramas; dinâmica, onde 
são descritos os passos de cada aula; avaliação; bibliografia consultada e sugerida e; 
anexos. 
Adaptação dos grupos de invertebrados a diferentes ambiente aborda, numa 
perspectiva evolutiva, as adaptações dos grupos de invertebrados a diferentes ambientes. 
O jogo “Bicho-a-Bicho”, inspirado no famoso cara-a-cara, no qual cada participante tem 
uma prancha com figuras de diferentes organismos do grupo, traz perguntas sobre a 
morfologia e fisiologia de organismo no intuito de descobrir qual figura está na mão do 
adversário. 
Em Introdução à Sistemática Filogenética se trabalha a filogenia, querendo 
escapar da tradicional abordagem Lineana. Esta sequência traz um curioso jogo - 
“Kiirus: o jogo da evolução da diversidade biológica” – que trata o ambiente e suas 
modificações, discutindo mutações, seleção natural e aleatoriedade. Ainda, propõe um 
estudo de caso com tomada de decisão usando as ferramentas de classificação 
discutidas. 
8 
Uma adaptação do jogo “Mau-Mau”, “Can Can” ou “Uno” caracteriza a 
Sequência Didática Diferenciação dos grupos animais e processo de extinção, que 
aborda o perigo do agravamento das extinções pelas ações antrópicas. No jogo criado - 
“Mau-Mau das extinções” – discutem-se eventos catastróficos, extinção dos animais 
estratégicas de conservação e planos de ação. 
Invertebrados: quem são eles? É uma sequência didática que aposta numa 
diversificação grande de estratégias para apresentar cada um dos Filos do Reino 
Animalia/Metazoa estudados no ensino básico e culmina com um jogo que aborda 
impactos ambientais e a interdependência dos seres vivos. Traz também uma 
dramatização sobre saúde pública. 
Diversidade dos seres vivos: fatores de ameaça e o papel do ser humano na 
conservação das espécies cria, como forma de revisar, aprender e memorizar o jogo 
“Dominó Filogenético”, que aborda os conceitos básicos relacionados aos Filos 
estudados em zoologia no ensino médio, e propõe seminários sobre os Biomas 
brasileiros ao fim da sequencia didática. 
Em Integrando diversidade e evolução, destaca-se o jogo– “Qual é a filogenia?” 
que pretende dar um sentido evolutivo à classificação biológica e mostrar a conexão 
entre a imensa biodiversidade e a evolução. Há também proposição de saída de campo 
ao Jardim Zoológico de São Paulo. 
A estratégia adotada em Ensino de Zoologia com ênfase em classificação Para 
trabalhar o grupo Chordata consiste na seleção de trechos de filmes dos principais 
grandes subgrupos. Após a exibição os alunos devem buscar características 
morfológicas externas presentes no grupo. 
Vários dos grupos de animais estudados no ensino básico são parasitas humanos 
de relevante importância médica, e conhecer essas parasitoses e os diversos aspectos 
que as circundam (profilaxia, sintomas, transmissão etc.) é o objetivo de Parasitoses: do 
parasita à prevenção. 
Evolução e noções de Sistemática Filogenética encerra este volume abordando 
os caminhos clássicos do pensamento evolutivo de Darwin e Lamarck, a partir de aulas 
expositivo-dialogadas, listas de exercícios, leituras científicas, estudos de caso simples e 
o jogo Tabu Filogenético. 
Thiago Marinho Del-Corso – organizador 
 
9 
SUGESTÃO I – ADAPTAÇÃO DOS GRUPOS DE INVERTEBRADOS A 
DIFERENTES AMBIENTES 
Sumário 
AUTORES: Caian Gerolamo, Irina Barros, Mayra Sato e Vinícius Carvalho 
 
PÚBLICO-ALVO: Ensino Médio. 
 
CONTEXTO: 
O tema evolução é complexo, exige um grande cuidado quando é tratado em sala 
de aula. Amorim (2008) alerta para uma constante desarticulação entre o ensino sobre 
processos evolutivos e a abordagem da diversidade biológica, principalmente no estudo 
de Zoologia e Botânica. Particularmente no ensino em Zoologia, percebe-se uma 
dependência da sistemática Lineana e uma ênfase a memorização das características dos 
grupos, fazendo com que o aprendizado em zoologia seja fragmentado, dificultando 
também a compreensão sobre os processos evolutivos subjacentes àquelas 
características (SILVA et al. 2013). 
Decidimos então tentar uma nova abordagem no ensino dos grupos de 
invertebrados, a partir de uma abordagem de adaptação à vida na água, terra e ao voo. 
Dessa maneira, os estudantes poderão associar características morfológicas dos grupos 
de animais invertebrados às estratégias de vida em seus respectivos hábitats. 
O conhecimento sobre os diferentes grupos de invertebrados é de grande 
relevância, uma vez que permite uma melhor compreensão da diversidade da vida 
animal e maior entendimento sobre as diferentes formas existentes para a conservação. 
Além disso, é de extrema importância para as questões relacionadas à saúde pública e 
para que haja uma melhor relação dos animais com o cotidiano do aluno. 
A utilização de uma metodologia que aborda um foco diferente do tradicional para 
aplicar os conceitos e apresentar os grupos referentes aos filos de invertebrados é 
discutida também por Silva e colaboradores (2013). Nele, os alunos fazem uma divisão 
ecológica dos animais de acordo com o ambiente em que vivem e essa visão é 
recontextualizada pela professora utilizando conceitos morfológicos e dando um 
enfoque evolutivo. Na presente sequência, apesar dos grupos serem apresentados de 
acordo com o ambiente em que vivem, o professor deve sempre abordar os processos 
evolutivos. A aplicação do jogo interativo apresentado, Bicho-a-Bicho, amplia a 
10 
possibilidade de aprendizagem e de interação entre os alunos e com os assuntos 
apresentados em sala de aula. Assim, como citado no texto Santos e colaboradores 
(2010), o uso dessa forma de jogo apresenta-se como um instrumento adequado para o 
entendimento de processos de construção do conhecimento, muito explorado desde 
Piaget. 
 
OBJETIVOS: 
Ao final da Sequência Didática (SD), o aluno deverá ser capaz de: 
1. distinguir, combase em características morfológicas, os diferentes grupos de 
invertebrados; 
2. relacionar as características morfológicas dos animais aos seus respectivos 
habitats; 
3. argumentar sobre a importância de conservação das diferentes formas de vida; 
4. relacionar a importância dos grupos de invertebrados ao cotidiano. 
 
MATERIAL: 
 Video “Sponge Reproduction“ para ilustrar a aula 3: 
www.youtube.com/watch?v=puW70OoKtWY&hd=1%C2%BA Acesso em 
10/05/2015. 
 
 Video “Dragonfly larvae hunting backswimmers” para ilustrar a aula 5: 
www.youtube.com/watch?v=pkOpWKyM_go&hd=1 Acesso em 10/05/2015. 
 
 Jogo “Bicho a Bicho” para a aula 9 
Como material didático desenvolvemos um jogo que tem como objetivo ajudar na 
compreensão e memorização das características dos diferentes grupos de invertebrados. 
Esse jogo segue o mesmo padrão do jogo “cara-a-cara”, no qual cada participante tem 
uma prancha com figuras de diferentes organismos do grupo. São eles: porífera, 
cnidária, platelmintos, nematelmintos, moluscos, anelídeos, artrópodes e equinodermos. 
Há várias fichas com as mesmas fotos que estão nas pranchas. Cada jogador deverá 
escolher uma dessas fichas e, fazendo perguntas sobre a morfologia e fisiologia do 
organismo, descobrir qual a figura está na mão do adversário usando a sua prancha 
como guia. A cada rodada o aluno tem o direito de fazer uma pergunta, de resposta sim 
ou não para o seu adversário. De acordo com a resposta o jogador abaixa uma ou mais 
figuras da sua prancha, até que reste uma ou que o jogador descubra qual é o animal. O 
jogador só tem uma chance de tentar desvendar qual é o animal e, caso erre, perde o 
jogo. 
https://www.youtube.com/watch?v=puW70OoKtWY&hd=1%C2%BA
https://www.youtube.com/watch?v=pkOpWKyM_go&hd=1
11 
DINÂMICA: 
A sequência didática é composta por nove aulas de 50 minutos, sendo que alguns 
conhecimentos prévios como conceitos básicos de Sistemática e Taxonomia são 
necessários. O tema “Conquista de diferentes ambientes” será apresentado, bem como 
uma caracterização de adaptações morfológicas aos diferentes ambientes e discussões 
pontuais sobre a importância dos grupos nos contextos ambientais em que estão 
inseridos. Aulas expositivo-dialogadas, aulas práticas com material didático e 
discussões em grupo serão as estratégias didáticas utilizadas. 
 
Aula 1: Vida no ambiente aquático 
O professor, em uma aula expositiva-dialogada, deve tratar dos seguintes 
assuntos: 
 Especificidades físicas da água: empuxo 
 Adaptações necessárias 
 Histórico de conquistas do ambiente aquático: 
 Ocorreu uma vez? Ou várias vezes? 
 Quando? Contextualização do ambiente 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de descrever as principais adaptações 
necessárias à vida na água pelos animais. 
 
Aula 2: Vida no ambiente aquático 
O vídeo intitulado “Sponge Reproduction”, descrito anteriormente, pode ser 
utilizado para ilustrar o grupo Porífera. O professor, em uma aula expositiva-dialogada, 
deve tratar dos seguintes assuntos: 
 Grupos exclusivamente aquáticos: Porífera, Cnidária e Echinodermata 
 Que características desses grupos os tornaram exclusivamente aquáticos? 
Estratégia didática: 
 Discussão 
 Proposta: Grupos exclusivamente aquáticos tiveram menor sucesso 
evolutivo? 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características de porífera, 
cnidária e echinodermatha que os tornam exclusivamente aquáticos. 
 
12 
Aula 3: Vida no ambiente aquático 
O professor deverá, fazendo uso de aula expositiva-dialogada, dialogar sobre 
assuntos abaixo listados e também promover uma discussão. 
 Grupos com representantes aquáticos: Plathelminthes e Nemathelminthes. 
 Que características desses grupos os permitem viver na água? 
 Importância para o ser humano: parasitas 
 Proposta para discussão: relação dos ambientes aquáticos no ciclo de vida desses 
animais. 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características dos vermes que 
os permitem viver na água e exemplificar os parasitas de ambos os grupos. 
 
Aula 4: Vida no ambiente aquático 
O professor, em uma aula expositiva-dialogada, deve tratar dos seguintes 
assuntos: 
 Grupos com representantes aquáticos: Annelida e Mollusca 
 Que características desses grupos os permitem viver na água? 
Apresentação de vídeos demonstrando a locomoção dos animais 
Aula prática com a demonstração de exemplares 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características dos anelídeos e 
moluscos que os permitem viver na água. 
 
Aula 5: Vida no ambiente aquático 
O professor, em uma aula expositiva-dialogada, deve tratar dos seguintes 
assuntos: 
 Grupos com representantes aquáticos: Arthropoda 
 Quais classes de Arthropoda possuem representares aquáticos? 
Aula prática com demonstração de exemplares 
Promover discussão segundo a seguinte proposta: 
 Proposta: quais as diferenças entre crustáceos, aracnídeos e insetos aquáticos? 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características dos artrópodes 
que os permitem viver na/voltar para a água. 
 
 
 
13 
Aula 6: Vida no ambiente terrestre 
O professor, em uma aula expositiva-dialogada, deve tratar dos seguintes 
assuntos: 
 Grupos com representantes terrestres: Annelida e Mollusca 
 Limitações à vida terrestre: necessitam umidade 
Aula prática com demonstração de exemplares. 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características dos grupos que os 
permitem viver na terra e quais limitam a vida neste ambiente. 
 
Aula 7: Vida no ambiente terrestre 
O professor, em uma aula expositiva-dialogada, deve tratar dos seguintes 
assuntos: 
 Grupos com representantes terrestres: Arthropoda 
 Conquista total do ambiente terrestre; ênfase em Arachnida 
Aula prática com demonstração de exemplares 
Promover discussão segundo a seguinte proposta: 
 Proposta: os aracnídeos podem ser considerados mais sucedidos 
evolutivamente do que moluscos e anelídeos terrestres? 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características dos artrópodes 
(principalmente aracnídeos) que os permitiram conquistar totalmente o ambiente 
terrestre. 
 
Aula 8: Vida no ambiente aéreo – voo. 
O professor, em uma aula expositiva-dialogada, deve tratar dos seguintes 
assuntos: 
 Grupos com representantes terrestres: Arthropoda 
 Aquisição do voo por Insecta 
 Características que foram além da conquista do meio terrestre: retenção de água 
ainda maior do que nos outros grupos. 
Aula prática com demonstração de exemplares 
Promover discussão segundo a seguinte proposta: 
 Proposta: a aquisição do voo pelos insetos torna-os mais bem sucedidos do que 
outros grupos? 
Objetivos: o aluno deverá ser capaz de relacionar características dos insetos que 
os permitiram voar. 
14 
Aula 9: Atividade final - Aplicação do jogo “Bicho a Bicho” 
Como avaliação final será considerada a participação dos alunos ao longo das 
aulas e produção das fichas. 
Objetivos: Fechamento dos temas abordados nas aulas utilizando as fichas e 
aplicando esses conceitos da sequência. 
 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
Amorim, D. S. Paradigmas pré-evolucionistas, espécies ancestrais e o ensino de 
zoologia e botânica. Ciência & Ambiente, Santa Maria, v. 36, p. 125-150. 2008. 
 
São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Currículo do Estado de São Paulo: 
Ciências da Natureza e suas tecnologias / Secretaria da Educação; coordenação geral, 
Maria Inês Fini; coordenação de área. Luís Carlos de Menezes. – 1. ed. atual. – São 
Paulo: SE. 2013 
 
SANTOS C. C.; ORTEGA, A. C.; QUEIROZ, S. S. Equilibração e tomada de 
consciência: análise do jogo Cara-a-Cara. Arquivo Brasileiro Psicologia, V. 62, N. 3. 
Rio de Janeiro. 2010. 
 
SILVA N, R.; SÁ, T. S.; MUNIZ, C. R. R.; SARMENTO, A. C. H.; EL-HANI, C. 
N.; ALMEIDA, R. O. Introduzindo o pensamento filogenético no ensino de zoologia 
através de uma dinâmica declassificação de invertebrados. IX Encontro Nacional de 
Pesquisa em Educação em Ciências – IX ENPEC. 2013. 
 
 
15 
ANEXOS 
ANEXO 1: Jogo Bicho-a-bicho: 
• Dois tabuleiros de Papel desenho (A4 - Alcalino 210 x 297 - 176gm²), com o 
tracejado marcado para recorte. 
• Três conjuntos de imagens dos personagens de invertebrados (24 cartões azuis e 
24 vermelhos para ser colado no tabuleiro e 24 brancos para utilizar como cartões 
livres). 
• Um manual de instrução 
• Dois guias de perguntas 
 
Manual de instrução do jogo: 
Idade: a partir de 14 anos (3° E.M.) 
 
Objetivo didático: Relacionar informações adquiridas em aula sobre os invertebrados 
e elaborar questões no contexto evolutivo 
 
Objetivo do jogo: Adivinhar o personagem escolhido pelo adversário com base em 
pistas sobre suas características e grupos representantes 
 
Participantes: dois, mas pode ser jogado por dois grupos 
 
Material necessário: Dois tabuleiros com 24 personagens de invertebrados, tendo 
imagens iguais em cada lado, identificadas com nome. Cartas com as mesmas imagens 
e um guia de perguntas. 
 
Como se joga: Cada jogador escolhe uma carta de um monte, sem mostrá-la. O 
primeiro jogador pergunta ao outro sobre uma característica física tentando adivinhar 
primeiro a qual grande grupo pertence o personagem. Por exemplo, o jogador pergunta 
se o personagem é triblástico, se a resposta for sim, ele abaixa todos os personagens 
que não são triblásticos. Depois é a vez do outro jogador perguntar, assim os jogadores 
vão se alternando, perguntando uma característica por vez, até adivinharem quem é o 
personagem do adversário, se errar perde o jogo. 
 
Guia de perguntas: 
O seu personagem é: 
 Aquático x Terrestre x Voador x Parasita 
 Celomado x Acelomado 
 Triblástico x Diblástico 
 Sistema Nervoso - Difuso x Ganglionar 
 Corpo segmentado x Não segmentado 
 Sistema Digestório: Completo x Não completo 
 Filtrador x raspador x predador 
 Protostômico x Deuterostômico 
16 
Ficha comparativa dos grupos animais: 
FILO PORIFERO CNIDARIO PLATELMINTES NEMATELMINTE ANELIDEOS MOLUSCO ARTRÓPODE EQUINODERMOS CORDADOS 
Habitat / 
Modo de 
vida 
marinhos marinhos Aquáticos ou 
parasitas 
Aquáticos ou parasitas Aquáticos ou 
terrestres 
Aquáticos ou 
terrestres 
Aquáticos, 
terrestres e 
voadores 
Marinhos Aquáticos ou 
terrestres 
Tecido 
embrionário 
Não apresenta Diblástico triblástico triblástico triblástico triblástico triblástico triblástico triblástico 
Celoma Não apresenta Não apresenta Acelomado Psceudocelomado celomado celomado celomado celomado celomado 
Blastóporo Não apresenta 1 abertura 1 abertura Protostômio Protostômio Protostômio Protostômio Deuterostômio Deuterostômio 
Simetria Assimétrico Radial Bilateral Bilateral Bilateral Bilateral Bilateral Larva Bilateral 
Adulto radial 
Bilateral 
Metameria Não apresenta Não apresenta Não apresenta Não apresenta apresenta Não 
apresenta 
Apresenta 
(Tendência a 
fusão) 
Não apresenta Apresenta 
(Músculos e 
vertebras) 
Esqueleto Espiculas e 
fibras proteicas 
mesogleia Não apresenta Esqueleto hidrostático Esqueleto 
hidrostático 
Exoesqueleto 
incompleto 
Exoesqueleto 
quitinoso 
Endoesqueleto Endoesqueleto 
Digestão Filtradores 
intracelular 
intra e 
extracelular 
intra e extracelular intra e extracelular Completa e 
Extracelular 
Incompleta 
ntra e 
extracelular 
Completa e 
Extraceleular 
Completa e 
Extraceleular 
Completa e 
Extraceleular 
Circulação Não apresenta 
(Coanócito) 
Não apresenta Não apresenta Não apresenta Fechada Aberta e 
fechada 
Aberta Pseudo hemal Fechada e aberta 
Excreção Difusão Difusão Célula flama Tubo em H Nefrídeos Nefrideos Tubos de 
malpighi; gl. 
Coxais e gl. 
verdes 
difusão Rins com 
nefrideos 
Representant
es 
Esponja do 
mar 
Pólipo e 
medusa 
planaria, 
esquistossomo 
Lombriga, filariose Minhoca, 
poliqueta 
Caramujo, 
polvo, bivalve 
Formiga, aranha, 
siri 
Estrela do mar Peixes, anfibios 
 
17 
Cartas do jogo: 
 
 
18 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
 
 
 
 
 
 
 
20 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 
 
 
 
 
 
 
 
 
23 
24 
 
 
 
 
 
 
 
 
25 
Fonte das Imagens: 
 
Poríferos: 
http://flickrhivemind.net/User/swee-cheng/Interesting 
 
Cnidários: 
http://www.reefcorner.org/forum/topic.asp?TOPIC_ID=97967 
http://www.qieducacao.com/2013/04/cnidarios-1.html 
 
Platyhelminthes: 
 http://pontociencia.org.br/imgdb/experimentos 
 http://www.oocities.org/maquaticos/reprodsolium.jpg 
http://boletim.ifsc.usp.br/img_noticias/23062008-747.jpg 
 
Nemathelminthes: 
http://www.grupoescolar.com/a/b/EB078.jpg 
http://interna.coceducacao.com.br/ebook/content/pictures/2002-21-142-15-i003.jpg 
 
Molusco: 
 http://1.bp.blogspot.com/-Shf9F-
U7kU/UkGqGmlE9sI/AAAAAAAAAME/O6bt46a6_Po/s1600/moluscos+02.jpg 
 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/64/Grapevinesnail_01a.jpg 
http://api.fmanager.net/files/fossils/SC2577_bivalve.jpg 
 
Anelídeos: 
 http://alojoptico.us.es/portaleto/locomo_sanguijuelas/ 
 http://scienceblogs.com.br/rainha/2008/07/mais-vida-marinha 
 http://www.ciencias.seed.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/2/78oligoqueta.jpg 
 
Artrópodes: 
http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/uploads/2012/09/Insetos-Imagens-2.jpg 
http://1.bp.blogspot.com/_RBODBL1YwcA/TN2gEI11cHI/AAAAAAAAACg/AAV4boPD
hkU/s1600/aracnideos.jpg 
http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11020205.jpeg 
http://doidoporformigas.blogspot.com.br/2012_05_01_archive.html 
http://www.geralforum.com/board/1093/522353/os-segredos-do-veneno-dos-escorpioes.html 
http://sanizoo.blogspot.com.br/2011/12/caranguejo.html 
 
Equinodermos: 
http://3.bp.blogspot.com/-
oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+
22.jpg 
http://www.wikinoticia.com/images2//elblogverde.com/wp-
content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp 
http://www.essaseoutras.com.br/wp-content/uploads/2011/08/crinoide-lirios-mar.jpg 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
http://flickrhivemind.net/User/swee-cheng/Interesting
http://www.reefcorner.org/forum/topic.asp?TOPIC_ID=97967
http://www.qieducacao.com/2013/04/cnidarios-1.html
http://pontociencia.org.br/imgdb/experimentos
http://www.oocities.org/maquaticos/reprodsolium.jpg
http://boletim.ifsc.usp.br/img_noticias/23062008-747.jpg
http://www.grupoescolar.com/a/b/EB078.jpg
http://interna.coceducacao.com.br/ebook/content/pictures/2002-21-142-15-i003.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-Shf9F-U7kU/UkGqGmlE9sI/AAAAAAAAAME/O6bt46a6_Po/s1600/moluscos+02.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-Shf9F-U7kU/UkGqGmlE9sI/AAAAAAAAAME/O6bt46a6_Po/s1600/moluscos+02.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/64/Grapevinesnail_01a.jpg
http://api.fmanager.net/files/fossils/SC2577_bivalve.jpg
http://alojoptico.us.es/portaleto/locomo_sanguijuelas/
http://scienceblogs.com.br/rainha/2008/07/mais-vida-marinha
http://www.ciencias.seed.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/2/78oligoqueta.jpg
http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/uploads/2012/09/Insetos-Imagens-2.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_RBODBL1YwcA/TN2gEI11cHI/AAAAAAAAACg/AAV4boPDhkU/s1600/aracnideos.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_RBODBL1YwcA/TN2gEI11cHI/AAAAAAAAACg/AAV4boPDhkU/s1600/aracnideos.jpg
http://f.i.uol.com.br/folha/ciencia/images/11020205.jpeg
http://doidoporformigas.blogspot.com.br/2012_05_01_archive.html
http://www.geralforum.com/board/1093/522353/os-segredos-do-veneno-dos-escorpioes.html
http://sanizoo.blogspot.com.br/2011/12/caranguejo.html
http://3.bp.blogspot.com/-oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+22.jpg
http://3.bp.blogspot.com/-oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+22.jpg
http://3.bp.blogspot.com/-oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+22.jpghttp://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.wikinoticia.com/images2/elblogverde.com/wp-content/uploads/2011/07/ErizodeMar.jp
http://www.essaseoutras.com.br/wp-content/uploads/2011/08/crinoide-lirios-mar.jpg
26 
 
SUGESTÃO II – INTRODUÇÃO À SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA 
Sumário 
AUTORES: Carolina Sconfienza Faria, Tamiris Imaeda Yassumoto 
 
PÚBLICO-ALVO: 6° e 7° ano do Ensino Fundamental II 
 
CONTEXTO: 
O tema foi escolhido devido à importância de se introduzir o conceito de ligação 
histórica entre as espécies, de ancestralidade, em oposição à visão idealista-essencialista ou à 
mera apresentação dos grupos animais sem contextualização. 
A sequência didática será desenvolvida com base em aulas expositivas, conversas com 
os alunos, uma visita didática ao projeto Estação Biologia e um jogo desenvolvido por esta 
equipe. 
 
OBJETIVOS: 
Ao final da Sequência Didática (SD), o aluno deverá ser capaz de: 
1. Compreender os conceitos de evolução e seleção natural. 
2. Entender o porquê da classificação em Zoologia e como ela é feita na Sistemática 
Filogenética. 
3. Conseguir interpretar corretamente árvores filogenéticas simples. 
4. Aplicar os conhecimentos de classificação de animais em uma situação de tomada de 
decisão. 
 
MATERIAL: 
 Construção de árvore filogenética – Anexo 1 
 Jogo “Kiirus”: o jogo da evolução da diversidade biológica” – Anexo 2 
 Figuras peixes e filogenias de Peixes – Anexo 3 
 Figuras Avaliação - Anexo 4 
 Power Point 
 
 
27 
DINÂMICA: 
Aula 1: Classificação 
Aula expositiva-dialogada tratando dos seguintes assuntos: 
 Discussão sobre classificações e por que classificar, levantamento de conhecimentos 
prévios sobre critérios de classificação (de objetos, palavras, seres vivos) através de questões 
orais propostas à sala (apresentar exemplo do dicionário). 
 Levantamento de conhecimentos prévios sobre a diversidade de seres vivos para 
saber que grupos de organismos eles conhecem. 
 Fornecer aos alunos imagens de diversos animais (incluindo os que estarão presentes 
na visita à Estação Biologia) e pedir que os classifiquem de acordo com seu entendimento. 
 Com base nas classificações feitas pelos alunos, discutir se classificações são 
estanques. Ex.: Em um guarda-roupa, uma blusa pode ser classificada por cor ou modelo. 
Um aluno pode ter colocado o pinguim junto ao galo por serem classificados como aves, 
enquanto outro aluno pode tê-los deixados separados porque o pinguim vive em locais frios 
e o galo não. 
Objetivos: Esta aula tem como objetivo evidenciar os conhecimentos prévios dos 
alunos para que o professor possa guiar as atividades da sequência de maneira mais 
adequada. O outro objetivo é que os alunos possam refletir sobre os motivos de se classificar 
e sobre os diferentes critérios possíveis. 
 
Aula 2: Evolução e Seleção Natural 
Aula teórico-expositiva sobre teoria da evolução e seleção natural. 
Objetivo: que os alunos tenham um primeiro contato formal com esses conceitos. 
 
Aula 3: Visita à Estação Biologia – Atividade: Trilha da Biodiversidade. 
 Estação Biologia é um projeto de extensão universitária do Instituto de Biociências da 
USP – Atividade: Trilha da Biodiversidade. 
Descrição da atividade: 
 É apresentada uma noção geral de biodiversidade e seleção natural a partir de 
diferentes adaptações dos organismos a meios específicos, com o uso de uma série de 
materiais que temos como recurso para demonstrações. 
 Os alunos são divididos em grupos e passeiam por vários “temas” na sala da 
Comissão de Visitas e no jardim do Instituto. Os temas abordados na atividade são: 
28 
vertebrados (com a apresentação de diversos esqueletos e peixes); invertebrados (através da 
exposição de animais vivos ou fixados); insetos sociais (em um formigueiro e uma colmeia 
mostra-se o funcionamento da colônia), plantas (carnívoras e suculentas), sempre destacando 
as adaptações que os seres possuem aos seus ambientes. 
(Retirado de: www.ib.usp.br/estacaobiologia/atividades/ - Acesso em 12/04/2013) 
Objetivo: que os alunos tenham contato com seres vivos não comuns/existentes em 
áreas urbanas, aumentando o repertório e abrangência da biodiversidade. 
 
Aula 4/5: Classificação científica, introdução à sistemática e filogenia 
 Aula teórico-expositiva com o objetivo de que os alunos compreendam alguns 
critérios utilizados em classificações científicas. 
Dinâmica da aula: 
 Retomada das classificações de animais realizadas pelos alunos e explicação de que, 
em Zoologia, utilizamos a classificação científica para estudar os animais. 
 Classificação científica, introdução à sistemática e filogenia. 
Objetivo: Que os alunos compreendam alguns critérios utilizados em classificações 
científicas. 
 
Aula 6/7: Construção de Árvore Filogenética 
Construção coletiva de duas árvores filogenéticas: 5 reinos (Monera, Protista, Plantas, 
Fungos, Animais) / 9 filos do reino animal . 
Dinâmica da aula: Atividade no anexo 1. 
Objetivo: que os alunos entendam o significado e saibam interpretar corretamente uma 
árvore filogenética. 
 
Aula 8: Jogo: “Kiirus”: o jogo da evolução da diversidade biológica” 
Realização de um jogo didático (anexo 2) para retomar o conteúdo abordado nas aulas 
da sequência didática. 
Sugerimos que o professor leia para a classe as explicações sobre o jogo e suas 
instruções, deixando, depois, um encarte para cada grupo consultar durante o jogo. 
Objetivo: Retomar o conteúdo 
 
 
 
29 
Aula 9: Atividade de tomada de decisão 
Os alunos fazem o papel de um grupo de consultoria ambiental para avaliar se devesse 
aterrar ou não um lago hipotético? Critério: Existência de espécie endêmica. 
Dinâmica da aula: Atividade no anexo 3. 
Objetivo: Que os alunos possam aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo desta 
sequência em uma simulação de situação real. 
 
Aula 10: Avaliação escrita 
Avaliação através de uma prova escrita individual que cobre alguns conceitos 
trabalhados na sequência didática e a interpretação de árvores filogenéticas simples. 
Sugestões de questões: anexo 4 
Objetivo: Verificar o aprendizado dos alunos em relação a conceitos trabalhados na 
sequência didática e à interpretação de árvores filogenéticas simples. 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
Guia de livros didáticos PNLD 2008. Anos finais do ensino fundamental. Ciências. 
Ministério da Educação. Brasília: MEC, 2007. 
 
Brasil. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais. Secretaria de Educação 
Fundamental. 1998. Brasília: MEC/SEF, 1998. 
 
SILVA-PORTO, F. C., LUZ, M. R. M. P. & WAIZBORT, R. A suposta centralidade da 
evolução nos livros didáticos de biologia. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA 
EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, VI, Florianópolis, 2007. Anais. Belo Horizonte: 
ABRAPEC: FAE/UFMG, 2008. 
 
MARGULIS, L; SCHWARTZ, K. V.. Cinco Reinos – Um guia ilustrado dos filos da vida 
na Terra. Tradução de Cecília Bueno. 3ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 
 
RUPERT, E. E; FOX, R. S.; BARNES, R. D.. Zoologia dos invertebrados – Uma 
abordagem funcional-evolutiva. 7ªed. Sã Paulo: Editora Roca, 2005. 
 
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1524 – acesso em 
02/11/2013 
 
http://rkbentley.blogspot.com.br/2012/02/7-theories-on-origin-of-life.htmlhttp://www.brasilescola.com/animais/morcego.htm 
 
http://meumundosustentavel.com/blog/ 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Emperor_Penguin_Manchot_empereur.jpg 
 
http://rkbentley.blogspot.com.br/2012/02/7-theories-on-origin-of-life.html
http://www.brasilescola.com/animais/morcego.htm
http://meumundosustentavel.com/blog/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Emperor_Penguin_Manchot_empereur.jpg
30 
www.mhnjb.ufmg 
 
http://www.vevet.com.br/2013/03/guia-do-proprietario-de-primeira-viajem_8.html 
 
https://defensoresdosanimais.wordpress.com/ 
 
 
 
http://www.mhnjb.ufmg/
http://www.vevet.com.br/2013/03/guia-do-proprietario-de-primeira-viajem_8.html
https://defensoresdosanimais.wordpress.com/
31 
ANEXOS 
ANEXO 1: Construção de Árvore Filogenética 
Atividade 5 reinos, 9 filos 
 
Objetivos: 
- Que os alunos a classificação de seres vivos em cinco reinos e dos animais em nove 
filos e descubram alguns critérios para a montagem de uma árvore filogenética, como 
as sinapomorfias dos grupos. 
Dinâmica da atividade: 
- Perguntar aos alunos se eles sabem como se chamam os diferentes grupos que 
podemos utilizar para separar os seres vivos. 
- Apresentar a sequência: Reino – Filo – Classe – Ordem – Família – Gênero – Espécie 
e explicar que, nessa concepção, Reino é a categoria mais abrangente, enquanto a 
Espécie é a mais restrita. Mostrar uma classificação completa, por exemplo, a de um 
cão doméstico (Canis familiaris). 
- Monte uma árvore que apresenta os cinco grandes reinos. Para montar essa árvore 
utilizare algumas características básicas distintivas entre os Reinos: 
 Lista de Sinapomorfias: 
1. Origem do material genético (DNA e RNA) e da célula; 
2. Presença de membrana ao redor do material genético (eucariontes); 
3. Seres formados por diversas células (multicelulares); 
4. Realização de fotossíntese (autótrofos); 
5. Presença de parede celular de quitina. 
- Inicialmente desenhar um traço e escrever a sinapomorfia 1 (figura 1), relembrando 
para a sala a ideia da origem única da vida: 
Figura 1: Inicio da construção da árvore filogenética 
- Explicar que a membrana delimitando o material genético surgiu posteriormente, 
formando o núcleo. Citar as teorias de origem do núcleo: Autogênica e 
Endossimbiótica. Questionar se as células com membrana nuclear poderiam fazer parte 
do mesmo grupo que as sem membrana nuclear. 
- Ao explicar as demais sinapomorfias, lembre-se de questionar se a característica faz 
com que um novo grupo seja delimitado, enfatizando que um grupo não se transformou 
no outro, mas que essa alteração inicial ocorreu em um ancestral comum das duas 
linhagens. 
- Ao final, coloque os nomes de cada grupo, explicando que depois da separação de 
cada linhagem ainda surgiram novas modificações dentro de cada um desses grupos e 
que o que vemos hoje é produto dessa evolução, que não parou de acontecer. 
 
32 
 
Figura 2: Árvore filogenética dos 5 Reinos completa. 
- Explicar que esses são os Reinos e que dentro de cada um dele há os outros grupos 
(Filo, Classe, Ordem, Família, Gênero e Espécie) 
- Agora, será montada a árvore filogenética dos 9 Filos do Reino Animal, seguindo o 
mesmo estilo de apresentação e construção da árvore anterior e utilizando as seguintes 
sinapomorfias: 
1- Espermatozoide uniflagelado 
2- Presença de tecidos; 
3- Simetria bilateral; 
4- Sistema digestivo completo; 
5- Presença de celoma; 
6- Presença de rádula; 
7- Segmentação; 
8- Deuterostomia; 
9- Patas articuladas; 
10- Notocorda. 
 
Figura 3: Árvore filogenética dos 9 Filos do Reino Animal. 
 
33 
- Lembrar sempre de explicar cada uma das características. Ao final da construção, 
teremos a árvore filogenética dos 9 Filos do Reino Animal. 
- Explicar que dentro desses grupos ainda há as outras divisões: Classe, Ordem, 
Família, Gênero e Espécie. Explicar que essas classificações representam o pensamento 
de alguns cientistas e não são definitivas. Ao longo dos anos, as interpretações 
evolutivas mudam. O advento da análise molecular, por exemplo, alterou a forma de 
olhar a filogenia, que historicamente esteve baseada em características morfológicas e 
fisiológicas. 
- Apresentar agora o conceito de 3 Domínios, explicando que ele é baseado em 
informações genéticas. 
 
Figura 4: Árvore dos 3 Domínios, de Carl Whoese. 
 
 
 
 
http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&frm=1&source=images&cd=&cad=rja&docid=ObVJJmfmjBaaYM&tbnid=HSqGO5PwgpmLeM:&ved=0CAUQjRw&url=http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/evolucao-dos-seres-vivos/evidencias-da-evolucao-3.php&ei=AeKPUr-1OIaTkQfkiYHQDA&psig=AFQjCNHXQfYZZXldzAQz_QsPiS3ExKBTqA&ust=1385247181884422
34 
 
ANEXOS 2: Jogo: “Kiirus”: o jogo da evolução da diversidade biológica” 
Manual de instrução do jogo: 
Participantes: dois a quatro (2 duplas) por tabuleiro. 
 
Idade: a partir de 11 anos (ou 6ª série do Ensino Fundamental). 
 
Objetivo do jogo: Povoar o maior número de hábitats diferentes e conseguir o maior 
número de espécies, antes que a Carta Mudança Ambiental Global encerre a partida. 
 
Material necessário: 
- Tabuleiro mapa mundi; 
- 90 Cartas Mutação; 
- 60 Cartas Ambiente; 
- 12 Cartas Mudança Ambiental Local; 
- 07 Cartas Mudança Ambiental Global; 
- 02 conjuntos de botões 
- 01 dado numérico; 
- Lápis, borracha e papel para anotações. 
 
Montagem: 
- Embaralhe as Cartas Mudança Ambiental Global e separe uma e, sem olhá-la, junte-a 
ao monte das Cartas Mudança Ambiental Local. 
- Separe os botões em dois grupos: cores quentes e cores frias. Cada dupla ficará com 
um conjunto. 
- Cada dupla deve colocar um botão na casa inicial do tabuleiro. 
 
Como jogar: 
- Cada botão representará uma população (conjunto de indivíduos). As duplas 
começarão com uma população cada, que habita uma das regiões de floresta do 
planeta. 
- Para se mover pelo tabuleiro, jogue o dado. Se saírem os números 1, 2 ou 3, você 
deverá pegar uma Carta Mutação. 
- Para que a mutação ocorra e permaneça na sua prole, jogue o dado, se sair um dos 
números: 1, 2 ou 3, a mutação se fixará na prole. Se sair 4, 5 ou 6, a mutação não 
ocorrerá na prole e a Carta Mutação deve ser colocada em um monte à parte, para ser 
utilizada novamente se as cartas do monte inicial acabarem. 
- A Carta Mutação valerá apenas para os indivíduos nascidos na rodada seguinte a ela. 
- Se uma população acumular duas mutações, passará a ser considerada uma nova 
espécie, sendo indicada pelo acréscimo de um novo botão, de outra cor pertencente ao 
conjunto da dupla. Para controlar o surgimento das novas espécies, construa uma 
árvore filogenética, indicando em cada ramo as mutações que as espécies apresentam, 
como no exemplo: 
35 
 
- Ao atingir as bordas dos territórios ou as margens dos rios, o participante poderá 
escolher se mandará sua população para o novo local (outra margem ou outra 
ilha/continente), caso os indivíduos apresentem as características que os permitam a 
transposição do obstáculo e a sobrevivência nesse novo local. Caso não queira ou não 
possa colonizar o novo ambiente, o participante deve continuar a circular pelo seu 
território atual até desenvolver a característica necessária ou até quando desejar. 
- A cada rodada os participantes deverão retirar uma Carta Ambiente para a região em 
que a peça a ser movida está. Se mais de um jogador mover a peça na mesma região, 
apenas uma carta deve ser retirada. Isso representa a situação do ambiente naquele 
local e momento, podendo ser constante ou apresentar alguma mudança, que é uma das 
formas da seleção natural atuar, e provocará a eliminação daqueles indivíduos que não 
apresentarem as características necessárias para sobreviver à nova situação, sendo 
válida para todas as populações na região. Cada carta é válida apenas para uma rodada, 
devendo ser colocada em um monte à parte do inicial após ser utilizada. 
- O jogo terminará no momento em que dentreas cartas Ambiente for retirada a carta 
Mudança Ambiental Global, que eliminará populações em nível global, ganhando 
aquele participante que, ao final, possuir mais linhagens em mais locais. 
- Vence o jogo aquele que tiver a maior diversidade de acordo com o seguinte cálculo: 
Número de espécies diferentes x Número de regiões diferentes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Exemplares das espécies Dabia alcorus e Dabia mizarus, da esquerda para a 
direita, respectivamente. 
 
 
 
36 
Descrição: 
 Em Kiirus, um planeta muito, muito distante da Terra, o que chamamos de seres 
vivos acabaram de surgir. O material genético que rege essa vida teve uma origem 
única e logo se desenvolveram as membranas celulares para protegê-lo de danos 
causados pelo ambiente. 
 Nesse lugar, o tempo passa de modo diferente em relação ao do nosso planeta. 
Eventos como o surgimento da vida e a sua diversificação como conhecemos hoje, que 
demoraram bilhões de anos para ocorrer na Terra, desenvolvem-se muito mais 
rapidamente, em questão de horas. Dessa maneira, você poderá ver a evolução 
acontecendo e, inclusive, participar dela. Entendendo como as formas de vida puderam 
tornar-se tão diversas neste planeta, você entenderá como esse processo aconteceu, e 
ainda acontece, na Terra. 
 Antes de chegarmos a Kiirus, é necessário sabermos algumas informações: 
- Assim como se acredita que ocorreu na Terra, a vida em Kiirus originou-se a partir do 
RNA, que é uma forma de material genético (seriam as “instruções” que guiam a 
formação e manutenção da vida). Com o passar do tempo, essa estrutura de RNA 
tornou-se envolta por uma membrana, que permitiu sua proteção. Surgiam assim as 
células primordiais. 
- Alguns dos seres formados por uma única célula conseguiam se unir, formando 
colônias. Essas colônias eram grandes demais para serem fagocitadas (ingeridas) por 
unicelulares predadores, de maneira que sobreviviam mais do que as células solitárias. 
Essa vantagem originou os organismos multicelulares, que se tornaram cada vez 
maiores e mais complexos até chegarem aos animais cuja evolução vocês 
acompanharão a partir de agora. 
- As duas espécies que vocês guiarão possuem um ancestral em comum e, por isso, são 
muito similares, possuindo diversas características em comum: Quatro patas, com 
cinco dedos em cada e sem polegares opositores, cauda curta e fina e pelagem curta 
marrom. Porém, essas espécies se distinguem pelo formato do bico e, 
consequentemente, pela sua dieta: Enquanto a espécie Dabia mizarus possui o bico 
muito afiado come sementes bastante duras, a Dabia alcorus tem o bico com a borda 
arredondada e se alimenta de sementes menos duras. 
- Mutações são alterações no material genético dos seres vivos. Aquelas que originam 
novas características normalmente ocorrem nos gametas ou no desenvolvimento inicial 
do embrião, e por esse motivo qualquer mutação que surgir nas Cartas Mutação só 
existirá nos indivíduos que nascerem na geração seguinte à carta. 
 
 
37 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
38 
 
39 
 
40 
 
41 
 
42 
 
43 
 
44 
 
45 
 
46 
 
47 
 
48 
 
49 
 
50 
Tabuleiro: 
 
 
51 
ANEXO 3: Atividade de tomada de decisão 
A seguinte situação será apresentada aos alunos: 
Uma empresa deseja construir um conjunto de prédios em um local onde existe 
um pequeno lago. Para isso, o lago seria aterrado. 
Os alunos devem representar o papel de um grupo de consultoria ambiental que 
foi contratado para determinar se o lago pode ou não ser aterrado. O critério que eles 
irão considerar é de que, se houver uma espécie de peixe que só exista naquele lago, ele 
deverá ser preservado. 
Os seguintes morfotipos de peixes são encontrados no lago: 
 
Os consultores encontraram duas pesquisas de cientistas que têm opiniões 
diferentes a respeito daqueles peixes: 
O cientista 1 afirma que existem duas espécies no lago, e apresenta a seguinte 
árvore filogenética: 
 
52 
O cientista 2 afirma que existem cinco espécies no lago, e apresenta a seguinte 
árvore filogenética: 
Todos os morfotipos são bastante comuns em outros locais, com exceção deste, 
que só foi encontrado no lago em questão: 
 
 
 
Os alunos devem discutir, em grupos, qual seria a decisão deles: O lago pode ou 
não ser aterrado? 
Não há, necessariamente, uma resposta correta. O importante é que os alunos 
construam argumentos congruentes que suportem a sua decisão, e pode ser pedido um 
relatório em que eles a expliquem. Esse relatório poderia ser parte da avaliação do 
aprendizado deles, verificando se são capazes de compreender o problema e se a sua 
argumentação inclui conceitos abordados ao longo desta sequência didática. 
 
 
53 
ANEXO 4: Avaliação escrita 
Prova escrita individual que cobre alguns conceitos trabalhados na sequência 
didática e a interpretação de árvores filogenéticas simples. 
 
Sugerimos que seja apresentado o seguinte esquema, popularmente divulgado 
como “a evolução do Homem”. 
 
Fonte: 
http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02210/evo2_2210436b.jpg 
Algumas perguntas que podem ser feitas aos alunos são: 
 Que problema você vê nesta figura, em relação ao que ela representa? 
 A teoria da evolução diz que o Homem veio do macaco? 
Essas questões visariam avaliar se os alunos ainda mantêm a ideia da evolução 
como um processo linear e rumo a um ser “superior”. 
 
Outra maneira de avaliar isso, acrescida da capacidade de interpretação de uma 
filogenia simples, seria a seguinte questão: 
 Observe as duas figuras abaixo. Explique qual a relação entre os grupos de 
animais na figura 1 e qual a relação entre eles na figura 2, deixando clara a diferença 
entre elas. 
 Qual das figuras é mais adequada para representar a evolução destes grupos de 
animais? 
 O ser humano está dentro do grupo dos mamíferos. Isso significa que ele é mais 
evoluído do que os peixes? 
Figura 1. Modificado de http://www.intrigueillustration.com/evolution-of-animals/ 
 
http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/02210/evo2_2210436b.jpg
http://www.intrigueillustration.com/evolution-of-animals/
54 
 
Figura 2. Modificado de http://www.intrigueillustration.com/evolution-of-animals/ 
 
Também seria interessante retomar as indagações feitas na primeira aula: 
 Por que classificamos os seres vivos? Que critérios são usados para a 
classificação na sistemática filogenética? 
 
Assim, poderia ser avaliado se os objetivos da sequência foram atingidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
 
http://www.intrigueillustration.com/evolution-of-animals/
55 
SUGESTÃO III – DIFERENCIAÇÃO DOS GRUPOS ANIMAIS E PROCESSO 
DE EXTINÇÃO 
Sumário 
AUTORES: Carolina Perozzi Guedes de Azevedo e Mariana Draque Vasconcelos 
 
PÚBLICO-ALVO: 6° e 7° ano do Ensino Fundamental II 
 
CONTEXTO: 
O tema “perigo de extinção” é um atual e polêmico, que se relaciona com fatos da 
sociedade contemporânea. Além disso, permite o estudo dos grupos animais e suas 
características visando à prevenção da sua extinção. 
Para abordar esse assunto será utilizado um jogo. Essa categoria de objeto 
didático, quando trabalhado de forma correta e objetiva, e não apenas para a diversão 
(COELHO, 2011), torna mais fácil e dinâmico o processo de ensino e aprendizagem, 
uma vez que os alunos estão envolvidos emocionalmente na ação (MORAES & 
REZENDE, 2009). Devido ao seu caráter lúdico, estas atividades criam situações mais 
criativas e motivadoras (SOUZA & NASCIMENTO JUNIOR, 2005) e favorecem a 
construção pelos alunos de seus próprios conhecimentos (CAMPOS, 2002), e atingem 
diversos objetivos, relacionados à cognição, afeição e socialização, motivação. 
(MIRANDA, 2001). 
 
OBJETIVOS: 
Objetivos conceituais: diferenciar e classificar os animais considerando as 
características específicas de cada grupo;familiarizar-se com alguns exemplares dos 
diferentes grupos, com o conceito de extinção e seus processos. 
Objetivos atitudinais: trabalhar em grupo, interpretar situações hipotéticas, pensar 
soluções para os problemas propostos, desenvolver a habilidade de socializar 
conclusões para os colegas. 
Objetivos procedimentais: desenvolver a habilidade de discussão e de 
sistematização de conclusões, interpretar tabelas e complementá-las, formular cartazes 
de divulgação que tenham um bom grau de apelação para temas importantes. 
 
MATERIAL: 
Estrutura necessária para aplicação dessa SD: 
56 
- Datashow para exibição dos vídeos/documentários, computador com acesso à 
internet para exibi-los. 
- Cartolinas para preparação dos cartazes. 
- Impressão do jogo Mau-mau das extinções. 
- Produção de cartaz de divulgação/conscientização. 
Materiais de apoio: 
- Vídeos: 
1° - http://www.youtube.com/watch?v=1V9PKQUxWAM Acesso em 17/05/2015 
2° - http://www.youtube.com/watch?v=U5nYnkxiyBc Acesso em 17/05/2015 
3° - http://www.youtube.com/watch?v=PV_vmlLNzhs Acesso em 30/10/2013 
 
DINÂMICA: 
Aula 1: Sensibilização e levantamento de concepções prévias 
Na primeira aula exiba um vídeo curto (6 minutos) que mostra imagens dos mais 
variados animais, algumas cenas fortes causadas por desmatamento, queimadas, 
derramamentos etc., além de algumas ações positivas. A ideia do vídeo é incentivar e 
aguçar a curiosidade dos alunos, motivando-os. A partir disso, levante os 
conhecimentos prévios a respeito dos processos e consequências da extinção. Anote 
essas ideias em lousa como uma tabela. Apresente os conceitos encontrados em 
dicionários e em livros didáticos, e mostre dois documentários: o primeiro a respeito da 
extinção dos dinossauros (2 minutos) para apresentar a ideia de extinção como um 
processo natural, o segundo será um vídeo que diferencia o processo de extinção natural 
do processo de extinção artificial e relaciona este último às ações humanas (2 minutos). 
A finalização da aula se dará com rodas de conversa e a retomada dos conhecimentos 
iniciais, complementando a tabela com o que for necessário. Os estudantes deverão 
registrar em seus cadernos a tabela ao final da aula. 
Na primeira aula o aluno deverá ser capaz de compreender que extinção é um 
processo natural, mas que a intervenção humana tem modificado e acelerado esse 
processo. Os conteúdos trabalhados serão o conceito de extinção – desde sua aplicação 
em outros contextos até o contexto de interesse, que é o biológico. As modalidades 
didáticas desta aula são: multimídia, leitura de termos e discussão com toda a sala. A 
tabela produzida com os conhecimentos prévios e complementada após as discussões 
deverá ser registrada no caderno. 
 
http://www.youtube.com/watch?v=1V9PKQUxWAM
http://www.youtube.com/watch?v=U5nYnkxiyBc
http://www.youtube.com/watch?v=PV_vmlLNzhs
57 
Aula 2/3: Jogo “Mau-Mau das extinções” (Anexo 1) 
Na segunda e terceira aulas, apresente e jogue com os estudantes o jogo “Mau-
Mau das extinções” (em torno de uma aula e meia). As regras se assemelham a do jogo 
já conhecido “Mau-Mau” (ou Can Can, ou ainda, Uno), portanto o objetivo é eliminar 
todas as cartas que o jogador possuir. Neste jogo, a permanência de cartas nas mãos dos 
jogadores implica uma situação hipotética de extinção dos animais representados nelas. 
Na segunda e terceira aulas os estudantes deverão estar aptos a se organizar em 
grupos de 3 a 6 integrantes, compreender as regras do jogo e efetivamente jogá-lo. Para 
tanto devem ter como base tanto as regras quanto a ideia principal que é “evitar a 
extinção daqueles animais, livrando-se de todas as cartas”. Nesta aula não será 
trabalhado nenhum conceito porém é desejável que os alunos percebam que os animais 
que fazem parte de cada uma das cores do jogo possuem algumas características 
comuns. Os animais das cartas que não forem descartadas deverão ser listados no 
caderno de cada um dos integrantes do grupo. Espera-se que cada grupo de jogadores 
possua uma lista de animais bem diferenciada, o que enriquecerá as discussões das aulas 
seguintes. 
 
Aula 4/5: Grupos Animais - Classificação 
Na quarta e quinta aulas ocorrerá a discussão a respeito dos grupos animais (suas 
características), e o que os unem nesses grupos. Além disso, serão trabalhados os 
hábitats mais comumente ocupados, para futura associação deles aos processos de 
extinção. 
Na quarta e quinta aulas, espera-se que os alunos sejam capazes de identificar as 
semelhanças entre os animais contidos no jogo e organizá-los em grupos. 
Posteriormente eles deverão ser capazes de classificá-los de acordo com a Classe a qual 
pertencem. Eles devem também ser capazes de supor o tipo de hábitat ao qual cada 
grupo é mais apto. Os conceitos trabalhados serão a classificação dos vertebrados, até a 
divisão de Classes, através dos animais presentes no jogo. Outro conceito a ser 
abordado é hábitat, sua definição e associação aos animais. As modalidades didáticas 
envolvidas são exposição docente oral e discussão com toda a sala. Os conceitos e a 
classificação devem ser anotados no caderno como sistematização. 
 
 
 
58 
Aula 6: Sistematização do Jogo – Justificando extinções 
Na sexta aula, partindo do resultado do jogo (cartas não descartadas), serão 
discutidos os possíveis mecanismos de extinção dos animais em questão, baseando-se 
em suas características e em seus hábitats. Cada grupo de jogadores deve analisar as 
cartas que não foram descartadas, sejam elas animais ou processos de destruição, e 
associá-las para explicar como aqueles animais seriam extintos (que eventos 
influenciam, em qual local seria provável aquelas extinções etc.) e discutir a 
possibilidade de extinção em massa de diversos animais, de classes diferentes (nesse 
momento os alunos já devem ser capazes de lidar com essa nomenclatura). Após a 
discussão eles devem produzir um texto simples no qual elencam os eventos mais 
graves que poderiam gerar a extinção daqueles animais. Eles também devem discutir e 
anotar ao lado de cada evento, possíveis atitudes que possam evitar esse processo. 
Na sexta aula os alunos deverão ser capazes de utilizar todo o conhecimento 
adquirido nas aulas anteriores e relacioná-los para desenvolver hipóteses para a extinção 
dos animais restantes do jogo. Os conceitos abordados serão a relação das 
características de cada classe de animais com os eventos de destruição que podem 
provocar extinções. A modalidade didática é discussão entre o grupo, com 
sistematização a critério deles, visando à apresentação para a sala. 
 
Aula 7: Socialização da sistematização – propondo soluções 
Na sétima aula haverá uma socialização da discussão de cada grupo, isto é, eles 
deverão apresentar para a sala a lista de animais que seriam extintos (oriunda do jogo) e 
a discussão que fizeram, apontando os eventos elencados na aula anterior e as 
possibilidades para evitá-los. 
Na sétima aula os alunos deverão ser capazes de elaborar uma apresentação curta 
– aproximadamente 7 minutos – para a sala. Os conceitos trabalhados serão os mesmos 
da aula anterior, porém com exposição dos alunos. Eles deverão apresentar a lista de 
animais restantes do jogo deles e, a partir disso, desenvolver a apresentação com os 
possíveis eventos que extinguiriam esses animais, justificando suas hipóteses com base 
nas características dos animais e propondo soluções e/ou prevenções para tais eventos. 
A modalidade didática desta aula é exposição oral discente (ou seminário) e o uso de 
lousa ou outro artifício fica por conta dos próprios alunos. Esses adendos não serão 
avaliados, porém, a apresentação sim. 
 
59 
Aula 8: Avaliação e divulgação 
Na oitava aula serão produzidos cartazes com indicativos de ações que evitem a 
extinção. Esses indicativos devem aparecer de maneira clara e justificados. Tal 
atividade será usada pela equipe para avaliá-los e deveráser exposta para toda a escola 
para fins de divulgação de conhecimento e conscientização. 
Na oitava aula, após todo o processo de compreensão dos processos naturais e 
artificiais de extinção, após o desafio de analisar e propor soluções para uma situação-
problema hipotética e após a socialização de todo esse processo, espera-se que os alunos 
sejam capazes de produzir um cartaz inteligente, que chame a atenção de terceiros e que 
exponha pontos primordiais do perigo de extinção de espécies da fauna e da flora e que 
traga algum elemento de conscientização. A modalidade didática é produção de objeto 
de divulgação/conscientização. 
 
Avaliação: Aulas 7 e 8 
A avaliação se dará em dois momentos: socialização das discussões (na sétima 
aula) e cartazes produzidos (oitava aula). No momento da socialização serão critérios: 
clareza na exposição das discussões, organização da apresentação, profundidade dos 
argumentos e das soluções propostas e postura diante da sala. Nos cartazes será 
avaliado: a organização visual do cartaz, a capacidade apelativa dos mesmos, ortografia 
e conteúdo. 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
CAMPOS, L.M.L; BORTOLOTO, T.M. e FELÍCIO, A.K.C. A produção de jogos 
didáticos para o ensino de ciências e biologia: uma proposta para favorecer a 
aprendizagem. 2002. Retirado em 15/01/2008 no World Wide Web: 
http://www.unesp.br/prograd/PDFNE2002/aproducaodejogos.pdf. 
 
COELHO, A.P.S.S.; FERNANDES, C. R.; SANTOS, R. B. “A importância dos 
jogos didáticos para transformar o conteúdo mais atrativo”. Faculdade Oswaldo Cruz. 
São Paulo. 2011. 
 
MIRANDA, S. No Fascínio do jogo, a alegria de aprender. In: Ciência Hoje, v.28, p. 
64-66. 2001. 
MORAES, E.; REZENDE, D. “Atividades lúdicas como elementos mediadores da 
aprendizagem no ensino de ciências da natureza”. Enseñanza de las Ciencias, Número 
Extra VIII Congreso Internacional sobre Investigación en Didáctica de las Ciencias, 
Barcelona, pp. 1008-1012, 2009. 
 
http://www.unesp.br/prograd/PDFNE2002/aproducaodejogos.pdf
60 
SOUZA, D. C.; NASCIMENTO JUNIOR, A. F. “Jogos didático-pedagógicos 
ecológicos: uma proposta para o ensino de ciências, ecologia e educação ambiental”. In: 
Anais do V Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2005, p. 1-12. 
 
Fonte das Imagens do Jogo Mau-mau das extinções: 
 
http://www.espacoamazonico.com.br/artigos/a_devastacao_da_amazonia.htm – 
Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://colunas.imirante.com/platb/decio/2008/08/11/devastacao-no-sul-do-ma-
providencias-a-caminho/ – Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://mateusjornalismo.blogspot.com.br/2009/09/alcool-polui-tanto-quanto-
gasolina.html – Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://quintoanocarolinanazareth.blogspot.com.br/2010/08/devastacao-das-
florestas.html – Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://www.infoescola.com/quimica/chuva-acida/ – Acesso em 10 de setembro de 
2013. 
 
http://museuufudeuberlandia.blogspot.com.br/2011_05_01_archive.html – Acesso 
em 10 de setembro de 2013. 
 
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2010/05/25/leitores-chamam-atencao-para-
desperdicio-com-iluminacao-publica-no-rio-de-janeiro-916687886.asp – Acesso em 10 
de setembro de 2013. 
 
http://www.carlinosouza.com.br/ – Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://www.culturamix.com/meio-ambiente/meio-ambiente-poluido – Acesso em 10 
de setembro de 2013. 
 
http://www.icmbio.gov.br – Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://reptile-database.reptarium.cz/species?genus=Dipsas&species=albifrons – 
Acesso em 10 de setembro de 2013. 
 
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-
portugues&palavra=extin%E7%E3o – Acesso em 01 de novembro de 2013. 
 
http://www.priberam.pt/DLPO/extin%C3%A7%C3%A3o – Acesso em 30 de 
outubro de 2013. 
 
http://www.ibama.gov.br/documentos/listas-de-especies-da-fauna-e-flora-
ameacadas-de-extincao - Acesso em 28 de outubro de 2013. 
 
 
http://www.espacoamazonico.com.br/artigos/a_devastacao_da_amazonia.htm
http://colunas.imirante.com/platb/decio/2008/08/11/devastacao-no-sul-do-ma-providencias-a-caminho/
http://colunas.imirante.com/platb/decio/2008/08/11/devastacao-no-sul-do-ma-providencias-a-caminho/
http://mateusjornalismo.blogspot.com.br/2009/09/alcool-polui-tanto-quanto-gasolina.html
http://mateusjornalismo.blogspot.com.br/2009/09/alcool-polui-tanto-quanto-gasolina.html
http://quintoanocarolinanazareth.blogspot.com.br/2010/08/devastacao-das-florestas.html
http://quintoanocarolinanazareth.blogspot.com.br/2010/08/devastacao-das-florestas.html
http://www.infoescola.com/quimica/chuva-acida/
http://museuufudeuberlandia.blogspot.com.br/2011_05_01_archive.html
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2010/05/25/leitores-chamam-atencao-para-desperdicio-com-iluminacao-publica-no-rio-de-janeiro-916687886.asp
http://oglobo.globo.com/participe/mat/2010/05/25/leitores-chamam-atencao-para-desperdicio-com-iluminacao-publica-no-rio-de-janeiro-916687886.asp
http://www.carlinosouza.com.br/
http://www.culturamix.com/meio-ambiente/meio-ambiente-poluido
http://www.icmbio.gov.br/
http://reptile-database.reptarium.cz/species?genus=Dipsas&species=albifrons
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=extin%E7%E3o
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=extin%E7%E3o
http://www.priberam.pt/DLPO/extinção
http://www.ibama.gov.br/documentos/listas-de-especies-da-fauna-e-flora-ameacadas-de-extincao
http://www.ibama.gov.br/documentos/listas-de-especies-da-fauna-e-flora-ameacadas-de-extincao
61 
ANEXOS: 
ANEXO 1: Jogo “Mau-mau das extinções” 
MAU MAU DAS EXTINÇÕES 
 
Jogadores: 3 a 6 
 
Objetivo do jogo: Eliminar todas as cartas para evitar extinções de animais. 
 
Como jogar: 
 Embaralhe as cartas e distribua 7 cartas para cada um dos jogadores. As cartas 
restantes devem ser colocadas viradas para baixo no “monte”. Esse será o monte 
de compra de cartas. 
 
 Vire a primeira carta para determinar a cor que deverá ser jogada. 
 
 O primeiro jogador (que deve ter sido escolhido previamente) deverá jogar 
(eliminar) uma carta da mesma cor da carta que foi virada. Todos os jogadores 
devem prosseguir dessa maneira. As cartas de números não têm função específica 
e são apenas descartadas. As cartas com “X” fazem o jogador seguinte perder a 
vez. As cartas “+1” fazem o jogador anterior comprar uma carta do monte. As 
cartas “+2” são cumulativas, isto é, a partir do momento que uma carta dessas é 
jogada somente cartas semelhantes podem ser descartadas em cima e a compra 
vai acumulando a cada descarte até o momento em que algum jogador não mais 
possui cartas “+2” e deverá comprar as cartas equivalentes a soma de todas as 
cartas “+2” descartadas. As cartas “+4” permitem que o jogador escolha a cor a 
vigorar e fazem com que o jogador seguinte compre 4 cartas do monte. 
 
 Quando um jogador não possuir nenhuma carta da cor que está na mesa ele 
deverá proceder: 
1. Caso a carta na mesa seja um número e o jogador possuir o mesmo 
número de outra cor, o mesmo pode ser jogado e a cor que passa a vigorar é a do 
último número. 
2. Caso possua uma carta +4, de qualquer cor, ela poderá ser jogada, o 
próximo jogador deverá comprar 4 cartas e o jogador que descartou deverá 
escolher a cor que seja vigente dali em diante. 
3. Caso não possua nenhuma dessas cartas o jogador deverá recorrer ao 
monte de compras até encontrar uma carta da cor vigente. 
 
 Quando algum jogador for descartar a penúltima carta ele deverá avisar seus 
adversários exclamando: “Mau Mau!”. Caso o mesmo não faça isso ele deverá 
comprar mais 4 cartas e o jogo prosseguirá. 
 
 Ganha o jogo quem conseguir eliminar todas as cartas. 
 
As cartas que restarem nas mãos dos outros jogadores serão a representação dos 
animais extintos. Essas cartas serão utilizadas para uma discussão posterior. 
 
PROTEJA OS SEUS ANIMAIS E BOA SORTE...62 
Cartas do jogo “Mau-mau das extinções”: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
 
63 
 
64 
 
65 
 
66 
 
67 
 
68 
 
69 
 
70 
 
71 
 
72 
SUGESTÃO IV – INVERTEBRADOS: QUEM SÃO ELES? 
Sumário 
AUTORES: Claudia Saito, Luciana Sato, Raíssa Milanelli, Raul Teixeira 
 
PÚBLICO-ALVO: 
 
CONTEXTO: 
Nas aulas do Ensino Fundamental, o tópico sobre invertebrados é dado muito 
superficialmente e geralmente com aulas somente expositivas, o que torna difícil a 
compreensão da evolução e relação entre os organismos e sua importância no ambiente 
em que vivemos. 
 A SD deverá ser aplicada após os alunos terem aprendido os conteúdos sobre a 
evolução dos seres vivos, a célula como unidade básica dos seres vivos, classificação 
dos seres vivos e ecossistemas, por serem conceitos essenciais para possibilitar a 
discussão que pretendemos gerar com a metodologia proposta. 
 
OBJETIVOS: 
Possibilitar que o aluno compreenda a importância de cada animal para o 
equilíbrio do ecossistema e que a menor complexidade não implica na menor 
importância deste. Instigar a curiosidade do saber, e desenvolver a habilidade de 
contextualização dos conhecimentos com o cotidiano. 
 
MATERIAL: 
- Materiais utilizados pelo professor: 
 Teia da Vida (banco de dados na internet). Fotos dos grupos. Vídeo didático 
sobre Poríferos. 
- Material desenvolvido pelo professor: 
 Jogo sobre consequências de impactos ambientais: Quebra a Teia. 
 Modelo de cladograma com ramos giratórios: (Materiais: bolinhas de 
isopor, palitos de churrasco, durex, cola quente, papel sulfite. As bolinhas 
serão os nós e os palitos serão os ramos.). 
 - Materiais desenvolvidos pelos alunos: 
 Modelo da organização geral de um anelídeo. 
73 
 Dioramas com modelos tridimensionais de um representante característico 
de cada filo inseridos em seu ambiente. 
 
DINÂMICA: 
Aula 1: Introdução, classificação e levantamento de concepções prévias 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: primeiramente serão apresentados 
aos alunos diferentes objetos ou alimentos para que os alunos os separem em grupos do 
jeito que acharem mais conveniente. Depois serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções que os alunos têm sobre o assunto em geral e suas experiências pessoais. 
Essas atividades serão realizadas com a classe toda. Exemplos: Por que vocês 
classificaram esses objetos dessa maneira? E os animais? Podem ser classificados? 
Como vocês fariam isso e por quê? Vocês sabem o que significa a palavra invertebrado? 
Que características possuem os animais invertebrados? E dentre eles, são classificados 
de outra maneira? Já viu algum animal assim? Os conhecimentos prévios serão 
registrados em uma tabela na lousa. 
 Uso de mídia (Teia da Vida) para introduzir os conceitos de classificação e 
invertebrados. (Em Mídias: Multimídias: Classificação dos seres vivos: Cidade Oeste: 
Revistaria; Entorno Leste e Oeste). 
http://webeduc.mec.gov.br/portaldoprofessor/biologia/teiadavida/conteudo/index.html 
(Acesso em 17/05/2015). 
 Como organizamos os grupos de animais? Construir um cladograma grande no 
fundo da sala para ser preenchido ao longo da SD. O cladograma pode ser construído 
em cartolinas, como no desenho abaixo. A cada aula e a cada conteúdo abordado, um 
grupo e suas características serão adicionados ao cladograma. 
 Ao final da aula, serão retomados os conteúdos abordados e confrontados com 
os conhecimentos prévios. 
 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de entender a classificação 
dos seres vivos e a aplicação desses conceitos no seu dia-a-dia. Também deverá ser 
capaz de identificar quais são os animais invertebrados. 
 
http://webeduc.mec.gov.br/portaldoprofessor/biologia/teiadavida/conteudo/index.html
74 
Conteúdos: Características básicas de invertebrados; introdução aos conceitos 
básicos da construção e análise de um cladograma. 
 
Avaliação: Retomada e discussão da tabela. 
 
Aula 2: Caracterização do grupo Poríferos 
 Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais, que serão sistematizadas em uma 
tabela, na lousa, para ser discutida ao final da aula. Exemplos: Quem já foi à praia? Já 
viu alguns dos animais que vivem no mar, principalmente no fundo? Como eles são? 
Sabem quem são estes animais? Que características colocam eles nesse grupo? Qual a 
importância deles na praia? 
 Aula expositiva com desenhos e esquemas da organização corporal. Podem ser 
feitos na lousa ou utilizar imagens já prontas. 
 Uso de vídeo para introduzir o grupo Porífera (Sponge Feeding): 
http://www.youtube.com/watch?v=RmPTM965-1c#t=246 Acesso em 17/10/2015. 
 Ao final da aula, serão retomados os conteúdos abordados e confrontados com 
os conhecimentos prévios. 
 Construção do cladograma. 
- Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecer e relacionar um 
representante do grupo Poríferos com o ambiente em que vive, e saber reconhecer a sua 
importância. 
Conteúdos: Caracterização do grupo Poríferos e como se relacionam com o 
ambiente. 
Avaliação: Retomada e discussão da tabela. 
 
Aula 3: Caracterização do grupo Cnidários 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais, que serão sistematizadas em uma 
tabela, na lousa, para ser discutida ao final da aula. Exemplos: Que outros animais, além 
dos poríferos, podemos encontrar na praia? Que características possuem? A que grupo 
http://www.youtube.com/watch?v=RmPTM965-1c#t=246
75 
pertencem? E os corais? São animais? Nesse momento o professor também pode 
apresentar as principais características do grupo e algumas curiosidades. 
 Aula prática: os alunos serão separados em grupos e deverão fazer desenhos e 
esquemas de diferentes representantes de cnidários, representando sua organização 
corporal e principais características. O professor deve ajudar a elaborar os esquemas e o 
livro didático servirá de consulta. Depois será feita uma apresentação de cada grupo 
para a sala. Sugestões de grupos a serem trabalhados: corais, águas-vivas, anêmonas. 
 Ao final da aula, serão retomados os conteúdos abordados e confrontados com 
os conhecimentos prévios. 
 Construção do cladograma. 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecer e relacionar 
um representante do grupo Cnidários com o ambiente em que vive, e saber reconhecer a 
sua importância. 
Conteúdos: Caracterização do grupo Cnidários e como se relacionam com o 
ambiente. 
Avaliação: Retomada e discussão da tabela, apresentação. 
 
Aula 4: Caracterização dos grupos Platelmintos e Nematelmintos 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais. Exemplos: Vocês sabem o que são 
os vermes? São todos iguais? Pertencem ao mesmo grupo? Qual a importância deles no 
ambiente? Há importância? Esses dados serão registrados em uma tabela, na lousa. 
 Role play: contextualização dos problemas de saúde pública de uma cidade, 
tomada de decisões pelos grupos de alunos (Audiência pública). (Anexo 1). 
 Site Teia da Vida para ajudar na pesquisa (site nas referências bibliográficas): 
o Nematelmintos: filariose (em Mídias: Animais como vetores de doenças: 
Campo Oeste). 
o Platelmintos: esquistossomose (em Mídias: Saneamento básico: Cidade 
Oeste: Revistaria). 
 Ao final da aula, será feita a apresentação dos grupos e discussão dos conteúdos 
com os alunos. 
 Construção do cladograma. 
76 
 Role play (Audiência pública), mídia (objeto educacional) e discussões. 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecerum 
representante dos grupos Platelmintos e Nematelmintos e relacionar com problemas 
sociais. Deverá também saber reconhecer suas importâncias e relacioná-los com o 
ambiente em que vivem. 
Conteúdos: Caracterização dos grupos Platelmintos e Nematelmintos e como se 
relacionam com o ambiente. 
Avaliação: Retomada da tabela e discussão durante a atividade. 
 
Aula 5: Caracterização do grupo Anelídeos e como se relacionam com o ambiente. 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais, que serão sistematizadas em uma 
tabela. Exemplos: Vocês sabem o que é um anelídeo? Sabem dar exemplos de anelídeos 
que são bem conhecidos por todos nós? Que características possuem? Qual a 
importância desses animais? Há anelídeos de importância médica? 
 Aula expositiva da estrutura geral de um anelídeo e seus principais grupos, 
utilizando imagens e esquemas que podem ser feitos na lousa, para que os alunos 
consigam montar o modelo. 
 Aula prática: construção de um modelo de anelídeo pelos alunos. Serão 
oferecidos diversos materiais para os alunos montarem o modelo (material reciclável, 
cartolinas, papel pardo, elásticos etc.). Os alunos podem trabalhar em grupos, e é 
importante que todos tenham contato com os modelos dos diferentes tipos de anelídeos. 
 Ao final da aula, serão retomados os conteúdos abordados e confrontados com 
os conhecimentos prévios. 
 Construção do cladograma. 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecer e relacionar 
um representante do grupo Anelídeos com o ambiente em que vive, e saber reconhecer a 
sua importância. 
Conteúdos: Caracterização do grupo Anelídeos e como se relacionam com o 
ambiente. 
Avaliação: Retomada e discussão da tabela, discussão dos modelos. 
 
77 
Aula 6: Caracterização do grupo Moluscos e como se relacionam com o ambiente. 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais. Exemplos: Quem aqui já comeu 
frutos do mar? Sabem me dar exemplos? Quais suas características mais evidentes? 
Pertencem a que grupo? Qual a importâncias desses animais, além da alimentação? 
Esses dados serão registrados em uma tabela na lousa. 
 Aula prática-expositiva: será desenvolvida com exemplares diferentes de 
conchas de bivalves e gastrópodes, tanto terrestres quanto aquáticos, modelos ou 
imagens de lulas. Os exemplares serão colocados sobre uma mesa e os alunos deverão 
identificar o animal. Durante a aula, serão discutidos os diferentes animais que fazem 
parte desse grupo, suas características principais e sua importância no ambiente em que 
vivem. 
 Durante a aula, os conteúdos abordados serão confrontados com os 
conhecimentos prévios. 
 Construção do cladograma. 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecer e relacionar 
um representante do grupo Moluscos com o ambiente em que vive, e saber reconhecer a 
sua importância. 
 Conteúdos: Caracterização do grupo Moluscos e como se relacionam com o 
ambiente. 
Avaliação: Retomada e discussão da tabela, discussão dos exemplares. 
 
Aula 7: Caracterização do grupo Artrópodes e como se relacionam com o ambiente. 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais, que serão sistematizadas em uma 
tabela. Exemplos: Alguém sabe o que é um Artrópode? São todos iguais? Que 
características possuem? O que fazem deles o grupo com a maior diversidade e número 
de espécies conhecidas? Eles são importantes para o ser humano? Qual a importância 
dos estudos sobre os artrópodes? 
 Aula prática: serão utilizados exemplares de diferentes subgrupos de artrópodes 
(ex: aracnídeos, insetos, crustáceos…). Os alunos deverão montar uma tabela 
78 
comparando os animais, apontando as semelhanças e diferenças entre eles. O professor 
estará presente para tirar as dúvidas dos alunos. 
 Ao final da aula, as tabelas montadas pelos alunos serão comparadas e 
confrontadas com os conhecimentos prévios. 
 Construção do cladograma. 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecer e relacionar 
um representante do grupo Artrópodes com o ambiente em que vive, e saber reconhecer 
a sua importância. 
Conteúdos: Caracterização do grupo Artrópodes e como se relacionam com o 
ambiente. 
 Avaliação: Retomada e discussão da tabela. 
 
Aula 8: Caracterização do grupo Equinodermados e como se relacionam com o 
ambiente. 
Atividades: 
 Levantamento dos conhecimentos prévios: serão feitas perguntas gerais sobre as 
concepções dos alunos e suas experiências pessoais, que serão sistematizadas em uma 
tabela. Exemplos: Voltando ao ambiente da praia, que tipos de animais podemos 
encontrar na areia, fundo do mar e próximos a costões rochosos? Quem são esses 
animais? Possuem alguma semelhança entre si? São animais simétricos? Que utilidade 
eles têm se vivem parados sem fazer nada? 
 Uso de mídia (Teia da Vida) para introduzir o grupo Equinodermados. Em 
Mídias: Multimídias: A vida no meio aquático: Campo Leste: Equinodermos, a vida no 
mar. Site nas referências bibliográficas. 
 Ao final da aula, serão retomados os conteúdos abordados e confrontados com 
os conhecimentos prévios. 
 Construção do cladograma. 
 Mídia (objeto educacional) e discussões. 
Objetivos: O aluno, ao final da aula, deverá ser capaz de reconhecer e relacionar 
um representante do grupo Equinodermados com o ambiente em que vive, e saber 
reconhecer a sua importância. 
Conteúdos: Caracterização do grupo Equinodermados e como se relacionam com 
o ambiente. 
79 
Avaliação: Retomada e discussão da tabela. 
 
Aula 9: Diorama 
Os alunos serão divididos em 8 grupos e instruídos a montarem um diorama 
representando cada um dos grupos de animais estudados durante a SD. O diorama deve 
representar o animal e o ambiente em que ele vive. Os dioramas não precisam 
necessariamente conter somente um dos grupos estudados, mas um grupo deve ser 
escolhido como o principal do diorama. Os alunos podem representar as relações que 
foram estudadas ao longo da SD, e por isso mais de um grupo pode ser representado. 
Objetivos: Montagem do diorama. 
Conteúdos: Retomada das aulas anteriores com cada grupo de alunos. 
 
Aula 10: Rememorando 
Atividades: 
 Discussão, com apresentação dos dioramas por cada grupo de alunos e 
finalização. 
 Cladograma com ramos giratórios: Mostrar aos alunos o modelo de cladograma 
onde podemos girar os ramos, mostrando que não é uma estrutura totalmente estática. 
 Jogo Quebra a Teia (Anexo 2). 
Objetivos: O aluno deverá ser capaz de compreender a importância dos animais 
estudados para a manutenção do equilíbrio do ecossistema. 
Conteúdos: retomada dos conteúdos de todas as aulas e breve abordagem da 
relação com os vertebrados. 
Avaliação: Será um processo continuado durante as aulas. O pensamento lógico 
dos alunos e a capacidade de relacionar as características com o ambiente será avaliado. 
 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
BESERRA, J. G.; BRITO, C. H. Modelagem didática tridimensional de artrópodes, 
como método para ensino de ciências e biologia. Revista Brasileira de Ensino de 
Ciência e Tecnologia, v. 5, n. 3, p. 70-88, 2012. Disponível em: 
<http://revistas.utfpr.edu.br/pg/index.php/rbect/issue/view/97>. Acesso em: 25 nov. 
2013. 
 
CUNHA, E. E.; MARTINS, F. O.; FERES, R. J. F. Zoologia no ensino fundamental: 
propostas para uma abordagem teórico-prática. Campus de São José do Rio Preto – 
http://revistas.utfpr.edu.br/pg/index.php/rbect/issue/view/97
80 
Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas. 2008. Disponível em: 
<http://prope.unesp.br/xxi_cic/27_36491636836.pdf>. Acesso em: 25 nov. 2013. 
 
Currículo do Estado de SãoPaulo: Linguagens, códigos e suas tecnologias / 
Secretaria da Educação; coordenação geral, Maria Inês Fini; coordenação de área, Alice 
Vieira. – 2. ed. – São Paulo: SE, 2011. 260 p. Disponível em: 
<http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_CIEN_COMP_red
_md_20_03.pdf>. Acesso em: 25 nov. 2013. 
 
SANTOS, S. C. S.; TERÁN, A. F. Condições de ensino em zoologia no nível 
fundamental: o caso das escolas municipais de Manaus-AM. Revista ARETÉ, Manaus, 
v. 6, n. 10, p.01-18, jan a jun/2013. 
 
Portal do professor. Disponível em: 
<http://webeduc.mec.gov.br/portaldoprofessor/biologia/teiadavida/conteudo/index.html
> Acesso em: 25 nov. 2013. 
 
Vídeo Porífera. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=RmPTM965-
1c#t=246>. Acesso em 25 nov. 2013. 
 
http://prope.unesp.br/xxi_cic/27_36491636836.pdf
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_CIEN_COMP_red_md_20_03.pdf
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_CIEN_COMP_red_md_20_03.pdf
http://webeduc.mec.gov.br/portaldoprofessor/biologia/teiadavida/conteudo/index.html
http://webeduc.mec.gov.br/portaldoprofessor/biologia/teiadavida/conteudo/index.html
http://www.youtube.com/watch?v=RmPTM965-1c#t=246
http://www.youtube.com/watch?v=RmPTM965-1c#t=246
81 
ANEXOS: 
ANEXO 1: Role Play 
Role Play 
Participantes: A classe toda 
 
Idade: a partir de 11 anos (ou 6° série do Ensino Fundamental) 
 
Objetivo da atividade: solucionar os problemas de saúde pública de uma cidade 
fictícia. 
 
Material necessário: lousa e giz, Datashow ou impressão do texto e papeis abaixo. 
 
 A cidade São Clemente está passando por problemas de saúde pública. Esta é 
uma cidade rural que produz alimentos para serem distribuídos na região. Nesta cidade 
são criados porcos e vacas, com vastos campos de plantação de milho. A água utilizada 
nas atividades agropecuárias provém de um rio próximo rodeado por casas, onde as 
pessoas costumam nadar e há despejo do esgoto gerado por eles. Ultimamente estão 
sendo relatados casos de esquistossomose, cisticercose, ancilostomose e teníase. 
 Haverá uma audiência pública na cidade para tentar solucionar esses problemas. 
Cada grupo de alunos representará uma parcela da sociedade afetada. 
 
- Criador de gado 
- Criador dos porcos 
- Agricultores 
- Mercadores 
- Consumidores da cidade 
- Consumidores da cidade vizinha 
- Médicos 
- Biólogos 
- Prefeito 
- Criadores/vendedores de escargot 
 
 
ANEXO 2: Jogo Quebra a Teia 
Jogo Quebra a Teia 
Participantes: de 2 a 5 
 
Material necessário: 
- Peças: 
 - 32 cubos pequenos independentes e 1 grande 
 - 1 mesa de suporte 
- 18 cartões indicando quantos quadrados devem ser derrubados 
 - 1 ser humano 
- 1 martelo 
 
Montagem: 
- Tamanho da plataforma inteira 21x21 cm 
- Quadrados pequenos 3x3 
82 
- Quadrado grande 6x6 
 
 Figura1: vista lateral da mesa do jogo. Figura 2: vista superior da mesa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 3: Mesa do jogo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como jogar: 
Regras: 
- Jogadores: de 2 a 5. 
- Ordem de jogada: em sentido horário, começando pela pessoa escolhida pelo grupo 
de jogadores. 
- Objetivo do jogo: Propiciar a discussão acerca das relações existentes entre as 
espécies e sobre a importância que cada uma delas tem sobre toda a estrutura do 
ecossistema. 
- Cada jogador, na sua vez, pega uma carta do monte e segue as instruções dadas, 
derrubando o número de quadrados indicados, terminando sua vez. 
- O jogo acaba quando a estrutura colapsa, derrubando todos os quadrados. O jogo não 
tem vencedores nem perdedor. 
- O importante é a discussão que o jogo proporciona. 
 
Cartas: 
 Não derrube nenhum quadrado: 
- Foi construído um corredor ecológico. Não jogue na próxima rodada. 
- Reflorestamento. O próximo jogador não retira carta. 
- Combate à biopirataria. Escolha alguém para não jogar na próxima rodada. 
83 
 
 Derrube 1 quadrado: 
- Um pequeno incêndio tomou conta de uma floresta, mas como ele foi contido 
rapidamente, devastou somente uma pequena área. Derrube 1 quadrado. 
- Desmatamento para plantação de cana ou criação de gado. Derrube 1 quadrado. 
- Uma nova fábrica de carros está sendo construída na cidade. Derrube 1 quadrado. 
- Uma área grande foi alagada para a construção de uma usina hidrelétrica. Derrube 1 
quadrado. 
- Uma termoelétrica está superaquecendo a temperatura de um rio. Derrube 1 quadrado. 
- Está havendo extração exagerada de recursos naturais para a alimentação sem 
respeitar o ciclo de vida dos animais. Derrube 1 quadrado. 
- Extração de animais para ornamentação. Derrube 1 quadrado. 
- Captura ilegal de animais para venda e uso como animais de estimação. Derrube 1 
quadrado. 
- Um rio está sofrendo eutrofização por excesso de matéria orgânica. Derrube 1 
quadrado. 
- Pesca com redes de arrasto. Derrube 1 quadrado. 
- Despejo de esgoto em local inapropriado. Derrube 1 quadrado. 
- Descarte irregular de baterias e pilhas. Derrube 1 quadrado. 
 
 Derrube 2 quadrados: 
- Sua cidade está construindo um novo estádio de futebol para a Copa do Mundo. Para 
isso, uma área de floresta foi exterminada. Derrube 2 quadrados. 
- Houve um derramamento de óleo em alto-mar. Derrube 2 quadrados. 
- Um rio foi contaminado com agrotóxicos de uma fazenda. Derrube 2 quadrados. 
 
 
84 
 
 
 
85 
1 
 
2 
 
3 
 
4 
 
5 
 
6 
 
7 
 
8 
 
9 
 
10 
 
11 
 
12 
 
13 
 
14 
 
Humano 
 
15 
 
16 
 
17 
 
18 
 
19 
 
20 
 
21
 
22 
 
23 
 
24 
 
25 
 
26 
 
27 
 
28 
 
29 
 
30 
 
31 
 
32 
 
 
86 
Foi construído 
um corredor 
ecológico. 
 
Não jogue na 
próxima rodada. 
 
 
Reflorestamento. 
 
O próximo 
jogador não retira 
carta. 
 
Combate à 
biopirataria. 
 
Escolha alguém 
para não jogar 
na próxima 
rodada. 
 
Um pequeno 
incêndio tomou 
conta de uma 
floresta, mas como 
ele foi contido 
rapidamente, 
devastou somente 
uma pequena área. 
 
 Derrube 1 
quadrado. 
 
 Desmatamento 
para plantação 
de cana ou 
criação de gado. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Uma nova fábrica 
de carros está 
sendo construída 
na cidade. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Uma área 
grande foi 
alagada para a 
construção de 
uma usina 
hidrelétrica. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Uma 
termoelétrica 
está 
superaquecendo 
a temperatura 
de um rio. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Está havendo 
extração 
exagerada de 
recursos naturais 
para a 
alimentação sem 
respeitar o ciclo 
de vida dos 
animais. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Extração de 
animais para 
ornamentação. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
Captura ilegal 
de animais 
para venda e 
uso como 
animais de 
estimação. 
 
 Derrube 1 
quadrado. 
 
Um rio está 
sofrendo 
eutrofização por 
excesso de 
matéria 
orgânica. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Pesca com 
redes de 
arrasto. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
Despejo de 
esgoto em local 
inapropriado. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
Descarte 
irregular de 
baterias e 
pilhas. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Sua cidade está 
construindo um 
novo estádio de 
futebol para a 
Copa do Mundo. 
Para isso, uma 
área de floresta foi 
exterminada. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
87 
Um rio foi 
contaminado 
com 
agrotóxicos de 
uma fazenda. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
 
Houve um 
derramamento 
de óleo em alto-
mar. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
Um rio foi 
contaminado 
com 
agrotóxicos 
de uma 
fazenda. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
 
Houve um 
derramamento 
de óleo em alto-
mar. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
Está havendo 
extração 
exagerada de 
recursos naturais 
para a 
alimentação sem 
respeitar o ciclo 
de vida dos 
animais. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Extração de 
animais para 
ornamentação. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
Captura ilegal 
de animais 
para venda e 
uso como 
animais de 
estimação. 
 
 Derrube 1 
quadrado.Um rio foi 
contaminado 
com agrotóxicos 
de uma fazenda. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
 
Pesca com 
redes de 
arrasto. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
Despejo de 
esgoto em local 
inapropriado. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
Descarte 
irregular de 
baterias e 
pilhas. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Sua cidade está 
construindo um 
novo estádio de 
futebol para a 
Copa do Mundo. 
Para isso, uma 
área de floresta foi 
exterminada. 
 
Derrube 2 
quadrados. 
Uma área 
grande foi 
alagada para a 
construção de 
uma usina 
hidrelétrica. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Uma 
termoelétrica 
está 
superaquecendo 
a temperatura 
de um rio. 
 
Derrube 1 
quadrado. 
 
Foi construído 
um corredor 
ecológico. 
 
Não jogue na 
próxima 
rodada. 
 
 
Reflorestamento. 
 
O próximo 
jogador não retira 
carta. 
 
 
88 
Fonte das imagens: 
1- Esponja 
<http://cache2.allpostersimages.com/p/LRG/38/3815/RYQIF00Z/posters/crowley-
christopher-yellow-tube-sponges-aplysina-fistularis-phylum-porifera-caribbean.jpg> 
2- Anêmona 
<http://www.aquablog.com.br/wp-content/uploads/2011/07/actinia.jpg> 
3- Água-viva 
<http://2.bp.blogspot.com/_jOSx2tnixxc/Sf7MM8Pi2nI/AAAAAAAAF44/YquWkdMi
SZw/s400/tamoya.jpg> 
4- Recife de corais 
<http://2.bp.blogspot.com/-mcC0y-
VzBlc/UBKck1TGAAI/AAAAAAAAOXI/FfE36_DBO7A/s400/coral000.jpg> 
5- Lula 
<http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/08/16-26c6018c88.jpg> 
6- Caramujo 
<http://2.bp.blogspot.com/-
Quuu9vftlAs/ToutkczNeII/AAAAAAAAC90/ezxJWIv8Kvc/s1600/BXK21262_caramu
jo-africano800.jpg> 
7- Ostra 
<http://img.estadao.com.br/fotos/87/63/A6/8763A6978FD042D8BA7E19CF6CB224C6
.jpg> 
8- Camarão 
<http://2.bp.blogspot.com/_86YvxUSQsLs/SxAzc-
msHfI/AAAAAAAAAFs/qNRdO1Rjgkw/s1600/1456-I-
camarao%2520de%2520barriga%2520azul.jpg> 
9- Caranguejo 
<http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/crustaceos/crustaceos.gif/caranguejo.jpg> 
10- Lagosta 
<http://3.bp.blogspot.com/_6KbelgiYSgk/TJFnQYIyyRI/AAAAAAAAVxI/dx-
BsDpxbcM/s1600/3245lagosta.jpg> 
11- Siri 
<http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/20120105-869-
The_Childrens_Museum_of_Indianapolis_-_Atlantic_blue_crab.jpg> 
12- Estrela-do-mar 
<http://3.bp.blogspot.com/-
oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+
Mar+22.jpg> 
13- Bolacha-da-praia 
<http://2.bp.blogspot.com/_6KbelgiYSgk/SjWmKarFZuI/AAAAAAAAQcs/apj5Gb-
ZJMw/s400/bolacha+do+mar+03.jpg> 
14- Ouriço-do-mar 
<http://www.trilhasemergulho.com.br/mergulho/biologia-outros/Ourico-do-Mar-
01.jpg> 
15- Pepino-do-mar 
<http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/holoturia.jpg> 
16- Lírio-do-mar 
<http://static.panoramio.com/photos/large/11371834.jpg> 
17- Tatuzinho-de-jardim 
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2b/Slater_rolled_up_for_wiki.jpg> 
18- Minhoca 
http://cache2.allpostersimages.com/p/LRG/38/3815/RYQIF00Z/posters/crowley-christopher-yellow-tube-sponges-aplysina-fistularis-phylum-porifera-caribbean.jpg
http://cache2.allpostersimages.com/p/LRG/38/3815/RYQIF00Z/posters/crowley-christopher-yellow-tube-sponges-aplysina-fistularis-phylum-porifera-caribbean.jpg
http://www.aquablog.com.br/wp-content/uploads/2011/07/actinia.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_jOSx2tnixxc/Sf7MM8Pi2nI/AAAAAAAAF44/YquWkdMiSZw/s400/tamoya.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_jOSx2tnixxc/Sf7MM8Pi2nI/AAAAAAAAF44/YquWkdMiSZw/s400/tamoya.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-mcC0y-VzBlc/UBKck1TGAAI/AAAAAAAAOXI/FfE36_DBO7A/s400/coral000.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-mcC0y-VzBlc/UBKck1TGAAI/AAAAAAAAOXI/FfE36_DBO7A/s400/coral000.jpg
http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2009/08/16-26c6018c88.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-Quuu9vftlAs/ToutkczNeII/AAAAAAAAC90/ezxJWIv8Kvc/s1600/BXK21262_caramujo-africano800.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-Quuu9vftlAs/ToutkczNeII/AAAAAAAAC90/ezxJWIv8Kvc/s1600/BXK21262_caramujo-africano800.jpg
http://2.bp.blogspot.com/-Quuu9vftlAs/ToutkczNeII/AAAAAAAAC90/ezxJWIv8Kvc/s1600/BXK21262_caramujo-africano800.jpg
http://img.estadao.com.br/fotos/87/63/A6/8763A6978FD042D8BA7E19CF6CB224C6.jpg
http://img.estadao.com.br/fotos/87/63/A6/8763A6978FD042D8BA7E19CF6CB224C6.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_86YvxUSQsLs/SxAzc-msHfI/AAAAAAAAAFs/qNRdO1Rjgkw/s1600/1456-I-camarao%2520de%2520barriga%2520azul.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_86YvxUSQsLs/SxAzc-msHfI/AAAAAAAAAFs/qNRdO1Rjgkw/s1600/1456-I-camarao%2520de%2520barriga%2520azul.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_86YvxUSQsLs/SxAzc-msHfI/AAAAAAAAAFs/qNRdO1Rjgkw/s1600/1456-I-camarao%2520de%2520barriga%2520azul.jpg
http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/crustaceos/crustaceos.gif/caranguejo.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_6KbelgiYSgk/TJFnQYIyyRI/AAAAAAAAVxI/dx-BsDpxbcM/s1600/3245lagosta.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_6KbelgiYSgk/TJFnQYIyyRI/AAAAAAAAVxI/dx-BsDpxbcM/s1600/3245lagosta.jpg
http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/20120105-869-The_Childrens_Museum_of_Indianapolis_-_Atlantic_blue_crab.jpg
http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2012/01/20120105-869-The_Childrens_Museum_of_Indianapolis_-_Atlantic_blue_crab.jpg
http://3.bp.blogspot.com/-oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+22.jpg
http://3.bp.blogspot.com/-oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+22.jpg
http://3.bp.blogspot.com/-oPfRDqxiGzA/T7N5cst6MzI/AAAAAAAAUVM/wMIwYjau0pE/s1600/Estrela+do+Mar+22.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_6KbelgiYSgk/SjWmKarFZuI/AAAAAAAAQcs/apj5Gb-ZJMw/s400/bolacha+do+mar+03.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_6KbelgiYSgk/SjWmKarFZuI/AAAAAAAAQcs/apj5Gb-ZJMw/s400/bolacha+do+mar+03.jpg
http://www.trilhasemergulho.com.br/mergulho/biologia-outros/Ourico-do-Mar-01.jpg
http://www.trilhasemergulho.com.br/mergulho/biologia-outros/Ourico-do-Mar-01.jpg
http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/holoturia.jpg
http://static.panoramio.com/photos/large/11371834.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2b/Slater_rolled_up_for_wiki.jpg
89 
<http://images.imagensdeposito.com/fotos/m/minhoca-2382.jpg> 
19- Caracol 
<http://th06.deviantart.net/fs70/PRE/f/2011/333/3/b/caracol_ii_by_marcel_rn-
d4hodzp.jpg> 
20- Sanguessuga 
<http://www.sobiologia.com.br/figuras/Reinos2/sanguessuga2.jpg> 
21- Opilião 
<http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2008/02/art3454img2.jpg> 
22- Escorpião 
<http://static.hsw.com.br/gif/escorpiao-sem-agua-e-comida-2.jpg> 
23- Aranha 
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/98/Brachypelma_smithi_2009_G0
3.jpg> 
24- Carrapato 
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/Tick_male_%28aka%29.jpg> 
25- Mosquito Anopheles 
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ae/Anopheles_albimanus_mosquito
.jpg> 
26- Besouro 
<http://2.bp.blogspot.com/_5f8TWVrIi64/TGx4ixMkROI/AAAAAAAAGU8/lllC3ZLj
KFU/s400/3.jpg> 
27- Mosquito Aedes 
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ea/Aedes_Albopictus.jpg> 
28- Abelha 
<http://www.sertho.com.br/abelha.jpg> 
29- Barbeiro 
<http://3.bp.blogspot.com/_yePF2KESPuw/S9RvkaaXcTI/AAAAAAAAAAs/qQz_E7
Gag-s/s1600/barbeiro2.jpg> 
30- Pulga 
<http://static.tiendy.com/shops/mimomimascota/uploads/istock_000002937031medium.
jpg> 
31- Wuchereria bancrofti 
<http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a9/Wuchereria_bancrofti_1_DPDX
.JPG> 
32- Schistosoma mansoni 
<http://www.dpd.cdc.gov/dpdx/IMAGES/ParasiteImages/S-
Z/Schistosomiasis/S_mansoni_adult_Lammie1.jpg> 
 
 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
 
 
http://images.imagensdeposito.com/fotos/m/minhoca-2382.jpg
http://th06.deviantart.net/fs70/PRE/f/2011/333/3/b/caracol_ii_by_marcel_rn-d4hodzp.jpg
http://th06.deviantart.net/fs70/PRE/f/2011/333/3/b/caracol_ii_by_marcel_rn-d4hodzp.jpg
http://www.sobiologia.com.br/figuras/Reinos2/sanguessuga2.jpg
http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2008/02/art3454img2.jpg
http://static.hsw.com.br/gif/escorpiao-sem-agua-e-comida-2.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/98/Brachypelma_smithi_2009_G03.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/98/Brachypelma_smithi_2009_G03.jpghttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a2/Tick_male_(aka).jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ae/Anopheles_albimanus_mosquito.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ae/Anopheles_albimanus_mosquito.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_5f8TWVrIi64/TGx4ixMkROI/AAAAAAAAGU8/lllC3ZLjKFU/s400/3.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_5f8TWVrIi64/TGx4ixMkROI/AAAAAAAAGU8/lllC3ZLjKFU/s400/3.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ea/Aedes_Albopictus.jpg
http://www.sertho.com.br/abelha.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_yePF2KESPuw/S9RvkaaXcTI/AAAAAAAAAAs/qQz_E7Gag-s/s1600/barbeiro2.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_yePF2KESPuw/S9RvkaaXcTI/AAAAAAAAAAs/qQz_E7Gag-s/s1600/barbeiro2.jpg
http://static.tiendy.com/shops/mimomimascota/uploads/istock_000002937031medium.jpg
http://static.tiendy.com/shops/mimomimascota/uploads/istock_000002937031medium.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a9/Wuchereria_bancrofti_1_DPDX.JPG
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a9/Wuchereria_bancrofti_1_DPDX.JPG
http://www.dpd.cdc.gov/dpdx/IMAGES/ParasiteImages/S-Z/Schistosomiasis/S_mansoni_adult_Lammie1.jpg
http://www.dpd.cdc.gov/dpdx/IMAGES/ParasiteImages/S-Z/Schistosomiasis/S_mansoni_adult_Lammie1.jpg
90 
SUGESTÃO V – DIVERSIDADE DOS SERES VIVOS: FATORES DE AMEAÇA 
E O PAPEL DO SER HUMANO NA CONSERVAÇÃO DAS ESPÉCIES 
Sumário 
 
AUTORES: Diego Bitencourt Mañas, Enrico Cacella, Gabriel Borgheti de Figueiredo, 
Vinicius Leonardo Biffi 
 
PÚBLICO-ALVO: Ensino Médio (2° ano ou quando a matéria estiver sendo tratada) 
 
CONTEXTO: 
A diversidade dos seres vivos é um tema de grande atratividade ao público em 
geral, principalmente aos entusiasmados pelas ciências naturais. Pelo entendimento 
geral, sabe-se que há uma riqueza enorme de espécies em regiões tropicais, como no 
Brasil. Entretanto, como é distribuída esta diversidade? Quais os animais presentes nos 
principais ecossistemas do mundo? Quais as características morfológicas e fisiológicas 
que permitem sua adaptação? Qual o papel do homem na conservação e na mitigação 
dos efeitos causados pelo desenvolvimento? Quais e como historicamente ocorreram os 
processos de extinção? 
Nas aulas anteriores, os alunos dever ter abordado o tema classificação dos seres 
vivos, incluídos os principais grupos taxonômicos animais. A importância da 
classificação dos organismos, baseada em critérios taxonômicos, e suas relações com o 
meio ambiente são habilidades que permitirão uma análise mais apurada sobre a 
diversidade dos organismos. Tendo esta base de conhecimento, é possível a construção 
de árvores filogenéticas e as relações de parentesco entre os organismos. 
 
OBJETIVOS: 
Proporcionar aos alunos o aprendizado sobre a diversidade e filogenia animal, 
bem como sua distribuição nos ecossistemas, fatores de extinção e ameaça e graus de 
ameaça para sua conservação. O aluno terá desenvolvida a habilidade de identificar os 
principais biomas em mapas e fazer associações com os caracteres adaptativos dos 
animais. Será estimulado o desenvolvimento do pensamento crítico sobre a atuação do 
homem nos ecossistemas, interferindo na conservação dos recursos naturais. Além 
disso, os alunos desenvolverão atividade em grupo, cada qual será responsável por 
abordar as características morfofisiológicas e ameaças a um grupo de animais em um 
bioma brasileiro a ser escolhido. No final da sequência didática, espera-se que os alunos 
91 
tenham incorporado por uma forma integradora e crítica a importância da diversidade de 
espécies e as ameaças que hoje sofrem, bem como ações para a mitigação dos efeitos 
degradantes dos processos ecológicos e de manutenção da biodiversidade. 
De acordo com Sasseron & Carvalho (2011), a Alfabetização Científica é 
sustentada por 3 grandes eixos: compreensão básica de termos, conhecimentos e 
conceitos científicos fundamentais; compreensão da natureza das ciências e dos fatores 
éticos e políticos que circundam sua prática; e entendimento das relações existentes 
entre ciência, tecnologia, sociedade e meio-ambiente. Com esta Sequência Didática 
(SD), pretende-se atingir estes 3 eixos e posicionar o aluno como agente gerador e 
solucionador dos problemas presentes na sociedade. 
 
MATERIAL: 
 jogo “Dominó Filogenético” 
 espécies fixadas 
 Vídeos 
- Vídeos para aula 2: Os 5 Biomas Brasileiros: série de reportagens do Jornal Bom Dia 
Brasil:http://www.youtube.com/watch?v=IEpRHwuudJ0&list=PL672FBF46DA720576 
Acesso em 17/05/2015 
 
- Vídeo para aula 3: Filme Uma verdade Inconveniente de Davis Guggenhein (2006). 
 
DINÂMICA: 
Como proposta para revisão dos conceitos relacionados com a zoologia 
previamente estudados pelos alunos, será aplicado o jogo “Dominó Filogenético”. 
Segundo Tarouco et al. (2004), o uso de jogos como recursos didáticos pode ser muito 
eficiente na contextualização dos conteúdos presentes nos programas escolares. Além 
disso, divertem e retém o conteúdo por meio do exercício mental dos participantes. 
Devido à defasagem nas formas de ensinar e mesmo nas diferenças naturais que cada 
professor ensina, uma proposta de jogo pode acertar falhas no conhecimento do aluno e 
falhas na transmissão dos mesmos. Campos et al. (2003) mostra que jogos são 
ferramentas interessantes para preencher lacunas geradas no processo de aprendizado e, 
favorece a construção dos conhecimentos individuais por meio do trabalho em grupo. 
Em complemento às aulas, serão desenvolvidos roteiros didáticos para as aulas de 
demonstração de espécies fixadas e dos vídeos listados na seção Material. Nestes 
http://www.youtube.com/watch?v=IEpRHwuudJ0&list=PL672FBF46DA720576
92 
roteiros, os alunos responderão algumas questões referentes aos materiais 
demonstrativos e vídeos, bem como questões que integram aulas de módulos anteriores. 
 Na atividade de sensibilização sobre a atividade humana, os alunos deverão 
redigir um texto crítico sobre o tema, gerando hipóteses para alguns problemas 
levantados e possíveis soluções. Isto é de fundamental importância, pois ela promove 
capacidades e competências entre os alunos, permitido uma maior participação nos 
processos de decisão de seu cotidiano (MEMBIELA, 2007). 
Durante a sequência didática, os alunos desenvolverão um trabalho que será 
apresentado no sexto dia de aula e versará sobre os animais e as principais ameaças 
impostas a eles nos biomas brasileiros. 
Para o desenvolvimento das aulas, será utilizada a sequência relacionada ao 
conceito proposto por Krasilchik (2004). O conhecimento será organizado de tal forma 
que os conceitos apresentados integrem de forma crítica e analítica os fatores que 
interferem na diversidade e na conservação das espécies. São propostas para esta 
Sequência Didática 6 aulas, mesclando aulas teóricas, expositivas e práticas. Como 
complemento, será executado um jogo didático, vídeos e seminários que concluirão o 
tema proposto. 
 
Aula 1: Jogo “Dominó Filogenético” (Anexo 1) 
Aula teórica e expositiva, utilização de objeto didático, discussão baseada em 
algum texto base, artigo de revista acadêmica, leitura complementar, etc., à escolha do 
professor. Sugere-se textos de jornais e revistas de ampla divulgação, tanto para facilitar 
a leitura dos alunos quanto para integrá-lo e aproximá-lo da realidade ambiental. 
 Primeiramente, os alunos receberão o jogo “Dominó Filogenético”, que tem 
como objetivo relacionar conceitos prévios (as regras se encontram junto com as peças, 
no anexo I). Será fornecido aos alunos um mapa-múndi (anexo 2) contendo somente os 
contornos dos continentes e que deverá ser completado com os nomes e com a 
delimitação geográfica dos biomas que cada aluno lembrar. 
Resultado: Através dessa atividade o professor conseguirá identificar quais são os 
biomas mais lembrados pelo grupo de alunos e, em um segundo momento da atividade, 
pode fornecer as informações sobre outros biomas não citados pelos alunos e também 
corrigireventuais erros cometidos no preenchimento do mapa. Utilizando o mapa 
confeccionado pelos alunos o professor deve discutir que exemplos de animais que 
93 
habitam cada uma das áreas delimitadas, e de que forma o homem explora esses biomas 
(atividades de caça, mineração, extração de madeira etc.). 
 Apresentação da proposta de seminários ao fim da sequencia didática. 
Os alunos serão divididos em grupos para a produção de um seminário na última 
aula da sequência didática. Cada grupo apresentará um bioma brasileiro tratando dos 
animais ameaçados e as principais causas da perda de biodiversidade. Serão os seis 
biomas (Mata Atlântica, Caatinga, Amazônia, Pampas, Cerrado e Pantanal) pesquisados 
pelos alunos com o auxílio da internet e livros da biblioteca da escola. A apresentação 
será na forma oral, por 10 minutos cada, sendo opcional o uso de materiais digitais. Os 
detalhes e andamento dos projetos serão acompanhados durante as aulas. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Nesta aula, haverá um levantamento 
prévio dos conhecimentos adquiridos pelos alunos ao longo dos anos nos tópicos de 
ecossistemas, geologia e filogenia. 
Conteúdos a serem trabalhados: 
- Localização no planisfério dos principais ecossistemas; 
- Identificação breve das principais características físicas e climáticas; 
- O que é geologia? 
- Historia geológica dos continentes; 
- Analisar a capacidade de caracterização dos principais grupos de animais e seu 
parentesco; 
Avaliação: Entrega do mapa desenvolvido em sala. Também será solicitada aos 
alunos a produção de uma redação sumarizando o que foi discutido em sala de aula a ser 
entregue na aula seguinte, visando um levantamento mais completo dos conhecimentos 
prévios dos alunos. 
 
Aula 2: Biomas e as adaptações dos seres vivos 
Aula teórica e expositiva. 
 Apresentação de Vídeos sobre os biomas brasileiros em uma série de 
reportagens apresentadas no jornal Bom dia Brasil da Rede Globo de Televisão: 
Os 5 Biomas Brasileiros: série de reportagens do Jornal Bom Dia 
Brasil:http://www.youtube.com/watch?v=IEpRHwuudJ0&list=PL672FBF46DA7
20576 Acesso em 17/05/2015. 
 Demonstração de espécies fixadas para visualização de caracteres adaptativos. 
As espécies fixadas poderão ser solicitadas sob caráter de empréstimo com o Museu de 
http://www.youtube.com/watch?v=IEpRHwuudJ0&list=PL672FBF46DA720576
http://www.youtube.com/watch?v=IEpRHwuudJ0&list=PL672FBF46DA720576
94 
Zoologia da Universidade de São Paulo (necessário agendamento prévio do empréstimo 
das peças) e ou nos principais Institutos de Biociências e Zoologia do Brasil. Caso o 
professor não tenha a possibilidade de acessar estes institutos, ainda é possível uma 
demonstração em apresentação de imagens de caracteres morfológicos animais, como 
penas, peles dos diferentes grupos de animais, bicos, anatomia e etc. Estas comparações 
sempre devem focar o âmbito evolutivo-adaptativo das espécies. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Nesta aula, os alunos deverão ser capazes 
de identificar em mapas os locais onde ocorrem as maiores diversidades de espécies, 
caracterização das condições físicas e climáticas dos principais biomas no mundo e 
reconhecer as características morfofisiológicas dos animais que fazem com que estes 
estejam adaptados ao meio ambiente. 
 Conteúdos a serem trabalhados: 
- Delimitação das regiões tropicais, subtropicais, temperadas e polares do globo 
terrestre; 
- Tempo de história natural das espécies levando em conta os cenários geológicos do 
passado; 
- Por que há mais espécies nas regiões tropicais? 
- Características físicas dos principais ecossistemas do mundo 
- Discussão sobre as adaptações morfofisiológicas dos animais 
Avaliação: Será desenvolvido um relatório das atividades onde o aluno 
responderá algumas questões de forma direta e outras de forma analítica e integradora 
(anexo 3). 
 
Aula 3: Biomas Brasileiros e o aquecimento Global 
Aula teórica e vídeo demonstrando impacto das atividades humanas. 
 Selecionar trechos do filme “Uma Verdade Inconveniente (2006)”, dirigido por 
Davis Guggenhein. A seleção deverá privilegiar os principais impactos e as 
consequências do aceleramento dos processos de aquecimento global e emissão de CO2. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Analisar a localização dos ecossistemas 
no Brasil, suas características e sua distribuição histórica. Mostrar aos alunos, a história 
do desenvolvimento do território brasileiro e a transformação dos biomas afetados. Com 
o panorama do atual estado de conservação dos biomas brasileiros, os alunos deverão 
reconhecer quais as principais espécies que estão sofrendo ameaça de extinção. 
Conteúdos a serem trabalhados: 
95 
- Os biomas brasileiros; 
- Características físico-climáticas dos principais biomas brasileiros; 
- Desenvolvimento da ocupação territorial brasileira; 
- Atual distribuição dos biomas; 
- Quais as características que os animais adquiriram na história evolutiva que 
permitiram a ocupação de seus hábitats? 
Avaliação: Sem avaliação. 
 
Aula 4: Impactos ambientais Antrópicos 
Aula expositiva. 
Objetivos específicos de aprendizagem: O aluno deverá ser capaz de identificar 
os fatores de impacto no meio ambiente nos processos de desenvolvimento humano em 
diferentes escalas. Os impactos dessas atividades sobre a biodiversidade serão 
abordados na aula seguinte. 
Conteúdos a serem trabalhados: 
- Quais as formas de impacto ambiental? Determinação de pequenos e grandes 
impactos, individuais e coletivos; 
- Processos de urbanização e industrialização: prós e contras; 
- Efeitos em cadeia decorrentes da supressão de biomas; 
- Valorização dos sistemas naturais, serviços ecossistêmicos; 
- Análise do desenvolvimento dos seminários. 
Avaliação: Baseado no método de pesquisa (observação, problema, hipótese, teste 
e conclusão), os alunos deverão realizar uma pesquisa simples no bairro onde moram, 
identificando um impacto ambiental (problema) e analisando-o. 
Os problemas incluirão impermeabilização do solo, poluição de rios e córregos, 
poluição do ar, sonora, supressão de vegetação etc. 
 
Aula 5: Grandes Extinções 
Aula expositiva. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Nesta aula, os alunos deverão 
compreender os principais fatores para a extinção de espécies, como que os processos 
ocorriam no passado e o que está ocorrendo no presente. Além disso, o aluno entenderá 
os processos das grandes extinções, sua importância e consequência para a 
diversificação de novas espécies. 
96 
 Conteúdos a serem trabalhados: 
- Quais foram as grandes extinções?; 
- Como ocorreram as grandes extinções?; 
- Extinção como um processo natural; 
- Consequências positivas e negativas dos processos de extinção; 
- Impacto humano sobre a diversidade e extinção de espécies (caça predatória de 
mamíferos, contrabando de aves, desequilíbrio ecológico causando doenças em anfíbios, 
espécies invasoras, etc.); 
- Análise das espécies ameaçadas de extinção por perda de habitat; 
Avaliação: Levantamento sobre as espécies ameaçadas nos principais biomas 
brasileiros a ser entregue na aula seguinte, no qual cada grupo explorará as espécies de 
um determinado bioma utilizando como ferramentas de busca listas da IUCN e listas 
vermelhas estaduais e/ou nacionais. 
 
Aula 6: Seminários Biomas Brasileiros 
Seminários apresentados pelos alunos. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Nesta aula, os alunos apresentarão os 
projetos que desenvolveram durante as aulas da sequência didática. 
Avaliação: Nota sobre os seminários. 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. 
Parâmetros Curriculares Nacionais + (PCN+) - Ciências da Natureza e suas 
Tecnologias. Brasília: MEC, 2002. 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação - Câmara de 
Educação Básica. Resolução n. 2, de 30 de janeiro de 2012 - defineDiretrizes 
Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. 
 
CAMPOS, L., LUNARDI, M., BORTOLOTO, T.M. & FELÍCIO, A. K. C. 
(2003). A produção de jogos didáticos para o ensino de ciências e biologia: uma 
proposta para favorecer a aprendizagem. Cadernos dos Núcleos de Ensino, pp 35-48. 
 
KRASILCHIK, M. (2004). Práticas de Ensino de Biologia. 4ª ed. São Paulo: 
Universidade de São Paulo 
 
MEMBIELA, P. (2007). Sobre La Deseable Relación entre Comprensión Pública 
de La Ciência y Alfabetización Científica, Tecné, Episteme y Didaxis, n.22, pp.107-
111. 
 
97 
SASSERON, L.H. e CARVALHO, A.M.P. (2011). Alfabetização Científica: uma 
revisão bibliográfica, Investigações em Ensino de Ciências, v.16 n.1 pp. 59-77. 
 
TAROUCO, L. M. R., ROLAND, L.C., FABRE, M.C., KONRATH, M.L.P. 
(2004). Jogos Educacionais, Centro Interdisciplinar de Novas Tecnologias na 
Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. v.2 n° 1. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
98 
ANEXOS: 
ANEXO 1: Dominó Filogenético 
Dominó Filogenético 
 
Participantes: Pode ser jogado por 2 a 4 jogadores. 
 
Idade: Ensino Médio 
 
Objetivo do jogo: O objetivo do jogo é colocar todas as suas peças na mesa antes dos 
adversários. 
 
Material necessário: 
- Constituído por 45 cartas, sendo que cada carta é dividida em 2 espaços iguais nos 
quais aparecem informações (foto ou texto) sobre determinado Filo animal (Porifera, 
Cnidaria, Platyhelminthes, Nemathelminthes, Mollusca, Annelida, Arthropoda, 
Echinodermata e Chordata). As cartas abrangem todas as combinações possíveis entre 
os Filos. 
 
Como Jogar: 
- As peças são embaralhadas na mesa e cada jogador recebe 7 cartas. O restante das 
cartas fica em uma pilha de compra. 
- O jogador que começa a partida pode ser definido através de uma partida prévia de 
“par-ou-ímpar”. Ele inicia a partida colocando uma carta (a sua escolha) no centro da 
mesa. 
- A partir daí, cada jogador deve tentar encaixar alguma carta sua nas cartas que estão 
na extremidade do jogo, uma por vez. Só podem ser encaixadas cartas com 
informações do mesmo Filo. 
- Quando um jogador não consegue encaixar uma peça, ele deve comprar cartas da 
pilha até que receba uma carta que possa ser usada. Se depois de 5 cartas retiradas da 
pilha o jogador não tenha recebido nenhuma carta que possa ser útil, a vez é passada 
para o próximo jogador. 
- A partida pode terminar em duas circunstâncias: 
- quando um jogador coloca todas as suas cartas na mesa, tornando-se vencedor; 
- quando não há mais possibilidade de encaixar novas peças. nesse caso, o jogo 
deve ser reiniciado. 
 
Características utilizadas para cada Filo: 
 Porifera 
 Conhecidas como esponjas 
 Não formam tecidos 
 Exclusivamente filtradores 
 Possuem coanócitos 
 Podem se reproduzir por brotamento 
 Cnidaria 
 Primeiros a apresentar órgãos verdadeiros 
 Possuem cnidoblastos 
 Seu sistema nervoso é difuso 
 Possuem simetria radial 
 Podem alternar fases de pólipo (séssil) e de medusa (móvel) 
99 
 Platyhelminthes 
 Conhecidos como "vermes achatados" 
 São triblásticos acelomados 
 Alguns parasitas são vetores de doenças (tênia, esquistossomo) 
 Realizam excreção por células-flama (protonefrídeos) 
 Possuem ocelos com células fotorreceptivas 
 Nematelminthes 
 Conhecidos como "vermes cilíndricos" 
 São triblásticos pseudocelomados 
 Primeiros a apresentar sistema digestivo completo 
 Alguns parasitas são vetores de doenças (lombriga, ancilóstomo, filária) 
 Parte das excretas é eliminada através de renetes 
 Mollusca 
 Podem possuir concha 
 Possuem rádula 
 Respiram por brânquias ou por pulmões 
 Seu sistema circulatório pode ser aberto ou fechado 
 Classes mais conhecidas: bivalves, gastrópodes e cefalópodes 
 Annelida 
 Conhecidos pelo corpo anelado 
 Apresentam sistema circulatório fechado 
 Possuem um par de metanefrídeos por segmento 
 Dividem-se em oligoquetos, poliquetos e hirudíneos 
 É grupo-irmão de Arthropoda 
 Arthropoda 
 Apresentam exoesqueleto de quitina 
 Possuem apêndices articulados 
 Realizam mudas 
 Apresentam respiração traqueal ou branquial 
 Incluem insetos, aracnídeos e crustáceos 
 Echinodermata 
 Primeiros a apresentarem endoesqueleto calcário 
 Apresentam simetria pentaradial 
 São exclusivamente marinhos 
 Apresentam sistema ambulacral 
 É grupo-irmão de Chordata 
 Chordata 
 Inclui os protocordados e vertebrados 
 Possuem notocorda e tubo neural na fase embrionária 
 Possuem faringe branqueal com vendas na fase embrionária 
 É grupo-irmão de Echinodermata 
 Inclui os grupos mais conhecidos: peixes, anfíbios, répteis, aves e 
mamíferos 
 
 
 
 
 
100 
Cartas: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
101 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
102 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
103 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
104 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
105 
Esquema de montagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
106 
ANEXO 2: Mapa-mundi para aula 1 
Fonte: 
http://www.world-
Geographics.com/cfg/public/_lib/img/maps/world/world_map_us_states.png 
 
 
 
107 
ANEXO 3: Exemplos de questões para a aula 2 
 
1) Quais são os principais biomas brasileiros e em quais regiões eles estão? 
2) Onde há maior diversidade de animais e plantas? E onde há menos? 
3) Explique esta alta diversidade com base no que foi ensinado em sala de aula sobre 
este tema. 
4) Cite algumas características de um animal presente no bioma da Caatinga e algumas 
características de um animal que vive na Mata Atlântica. 
5) O bioma da Mata Atlântica possui uma fisionomia homogênea? Explique como ela é 
e se há diferenças nas espécies de animais que nelas habitam. 
6) Cite algumas alternativas de manejo na Floresta Amazônica. 
7) Como é a vegetação dos Pampas? Qual sua importância econômica? 
8) Qual o maior problema da perda de biodiversidade da mata atlântica? Como que isso 
ocorreu? 
 
 
 
 
108 
SUGESTÃO VI – INTEGRANDO DIVERSIDADE E EVOLUÇÃO 
Sumário 
AUTORES: Lucas Paoliello Medeiros, Marina Minto Cararo, Paula Amaral de 
Carvalho 
 
PÚBLICO-ALVO: Ensino Médio (3° E.M.) 
 
CONTEXTO: 
A “Proposta Curricular do Estado de São Paulo” indica uma sequência de temas 
da Biologia, que devem ser ensinados aos alunos do Ensino Médio. No terceiro ano, os 
alunos aprendem primeiro as bases biológicas da classificação (1° bimestre), depois a 
parte de biologia vegetal seguido da biologia animal (2° bimestre) e por último a 
evolução dos seres vivos (3° e 4° bimestres). Portanto, nessa ordem, é mais difícil para 
os alunos relacionarem o que aprenderam na parte de classificação de seres vivos com 
um sentido evolutivo, o que acaba gerando uma visão desarticulada sobre o assunto. 
Assim, falta um momento onde os alunos tenham a oportunidade de pensar o processo 
de diversificação dos organismos numa perspectiva evolutiva, que dê sentido às 
classificações estudadas previamente. Tendo em vista a importância da articulação 
destes conhecimentos, propomos uma sequência didática que resgate as noções de 
classificação biológica, vinculando-a a teoria da evolução. 
A atual forma de divisão dos temas estruturadores em biologia (PCN+, 2002)propicia a compartimentalização dos conteúdos, sem dar aos alunos a oportunidade de 
sintetizar e dar coerência ao conjunto (Krasilchik, 2008). Deste modo, essa sequência 
tem o propósito de mostrar a conexão entre a biodiversidade e a evolução, tema 
importante por fazer com que os alunos tenham a oportunidade de reconhecer a 
relevância da classificação biológica, não só como instrumento de organização dos 
grupos de seres vivos, mas como forma de compreender a imensidão da biodiversidade. 
Além disso, desenvolver uma atividade com a interface biodiversidade/evolução 
permite que os alunos vejam a biodiversidade como parte do processo evolutivo, isso 
ajudaria a elucidar equívocos comuns nas duas áreas, como por exemplo, a ideia de que 
os grupos de animais são apenas formas de organizar e classificar, ou de que o ser 
humano é o resultado final do processo evolutivo. 
109 
Uma atividade com esse objetivo seria melhor aproveitada se realizada no final do 
terceiro ano, onde as partes de classificação dos seres vivos, fisiologia e evolução já 
foram abordadas. Assim, essa sequência didática seria uma boa forma de complementar 
esses temas e de mostrá-los aos alunos sob uma outra perspectiva. Além disso, os 
alunos teriam as noções básicas para um melhor entendimento e seriam capazes de 
estabelecer relações como entre a forma de vida dos animais com as características 
“fixadas” ou “perdidas” naquela linhagem. 
 
OBJETIVOS: 
Ao final desta sequência de aulas os alunos deverão ser capazes de: 
• Confrontar interpretações baseadas no senso comum com interpretações 
científicas. 
• Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e 
representação usadas nas ciências biológicas, como texto discursivo, gráficos, tabelas e 
linguagem simbólica. 
• Reconhecimento de questões científicas, identificação de evidências, elaboração 
de conclusões, comunicação de conclusões e demonstração da compreensão de 
conceitos científicos, contribuindo para o letramento em Ciências dos alunos. 
• Relacionar os processos responsáveis pela diversidade genética para elaborar 
explicações sobre a grande variedade de espécies no planeta. 
• Conhecer algumas explicações sobre a diversidade das espécies, seus 
pressupostos, seus limites, o contexto em que foram formuladas. 
• Entender como a vida se diversificou a partir de uma origem comum e 
dimensionar os problemas relativos à biodiversidade. 
• Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e 
compreensão da enorme diversidade dos seres vivos. 
• Traçar as grandes linhas da evolução dos seres vivos a partir da análise de 
árvores filogenéticas 
 
MATERIAL: 
 Atividade diagnóstica: lista de exercícios - classificação e evolução (Anexo 1). 
 Jogo de tabuleiro “ Qual é a filogenia?” (Anexo 2) cujo o objetivo dos alunos que 
estarão agrupados formando “grupos de pesquisa” é coletar informações e dicas 
110 
para montar uma hipótese filogenética do grupo Reptilia (adaptada de Pough, et 
al., 2008) 
 Roteiro de visita ao Zoológico (Anexo 3). 
 
DINÂMICA: 
1ª Aula: Explorando a visão dos estudantes 
Modalidade(s) Didática(s): Resolução de exercícios com finalidade diagnóstica 
Conteúdos a serem trabalhados: Lista de exercícios sobre classificação e evolução 
(Anexo 1). 
Atividade a ser desenvolvida: Resolução individual de uma lista de exercícios, a qual 
será discutida e revista pelos alunos em outro momento da sequência didática. 
Objetivos específicos de aprendizagem: O objetivo principal é identificar qual o 
conhecimento dos alunos sobre os temas (Classificação da Biodiversidade e Evolução), 
suas principais dúvidas e conceitos equivocados. Pretende-se verificar com os 
exercícios se os alunos compreendem a diferença entre organização e classificação, a 
importância dos critérios em uma classificação, além das principais ideias associadas ao 
tema (o sistema de classificação de Lineu e a teoria evolutiva atualmente aceita). 
Avaliação: Entrega da lista de exercícios. 
 
2ª Aula: Classificação da biodiversidade e sua relação com a história evolutiva 
Modalidade(s) Didática(s): Aula expositiva dialogada 
Conteúdos a serem trabalhados: 
 Para quê classificar? – Os objetivos da classificação dos seres vivos. 
 Classificação da Biodiversidade e história evolutiva – A biodiversidade é 
resultado do processo evolutivo, e a classificação é baseada na história evolutiva das 
linhagens de seres vivos, levando em conta características moleculares, anatômicas e 
fisiológicas, entre outras. 
 O ser humano na classificação biológica – A superação do antropocentrismo. O 
ser humano, assim como os outros seres vivos, é parte de um processo evolutivo e não a 
finalidade ou ápice da evolução. 
Atividade a ser desenvolvida: Exposição dos conteúdos com interação dos alunos. 
Discussão das respostas da lista de exercícios da aula anterior, esclarecimento das 
dúvidas e confronto das ideias prévias dos alunos com o conteúdo apresentado em sala. 
111 
Objetivos específicos de aprendizagem: Obtenção e organização de dados; 
comparação das ideias prévias a aula com as novas; interpretação do conteúdo 
estimulando uma olhar crítico sobre os conhecimentos prévios deste assunto. 
Avaliação: Avaliação informal através da contribuição dos alunos com 
questionamentos e respostas. 
 
3ª Aula: Introdução à Sistemática Filogenética 
Modalidade(s) Didática(s): Aula expositiva dialogada 
Conteúdos a serem trabalhados: 
O embasamento evolutivo dos sistemas de classificação: 
- Leitura de filogenias 
- Conceito de linhagens, apomorfia e sinapomorfia 
Atividade a ser desenvolvida: Exposição dos conteúdos com interação dos alunos. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Obtenção e organização de dados; 
interpretação do conteúdo, de modo que os alunos consigam inserir novos conceitos no 
entendimento de classificação biológica, fazendo com que haja coerência entre o 
conteúdo e ressignificando os conhecimentos prévios. 
Avaliação: Avaliação informal através da contribuição dos alunos com 
questionamentos e respostas. 
 
4ª Aula: Construção de Hipótese Filogenética 
Modalidade(s) Didática(s): Simulação - Jogo 
Conteúdos a serem trabalhados: 
 Irradiação adaptativa 
 Divergência de linhagens a partir de um ancestral comum 
 Leitura de filogenia 
 Conceito de linhagem, apomorfia e sinapomorfia 
 Interdisciplinaridade no processo científico: integração de diversas áreas 
(paleontologia, biologia molecular, zoologia, evolução) no processo de construção dos 
conhecimentos em classificação biológica e relações evolutivas. 
 Compreensão do processo científico e as incertezas a que é sujeito. 
Atividade a ser desenvolvida: Jogo – “Qual é a filogenia?” (Anexo 2) 
112 
Objetivos específicos de aprendizagem: Compreensão do tema com base em 
exemplos; aplicação de conceitos em uma situação-problema; olhar crítico sobre os 
sistemas de classificação; compreensão da dinâmica da atividade científica e da 
natureza da ciência. 
Avaliação: Avaliação informal através da participação e envolvimento dos alunos. 
 
5ª Aula: Problemas nas classificações filogenéticas e os diferentes conceitos de espécie 
Modalidade(s) Didática(s): Aula expositiva dialogada 
Conteúdos a serem trabalhados: Grupos polifiléticos e parafiléticos; politomias e nós 
não-resolvidos; os conceitos morfológico, evolutivo, ecológico e biológico de espécie; 
espécies tem uma existência real ou são apenas agrupamentos criados pelos cientistas?; 
implicações da escolha de um conceito para a classificação. 
Atividade a ser desenvolvida: Exposição dos conteúdos com interação dos alunos. 
Objetivos específicos de aprendizagem: Espera-se que ao final desta aula os alunos 
compreendam que as classificações são hipóteses evolutivas e, portanto, têm limitações 
(devido principalmente à quantidade de informações disponíveis para análise); deverão 
também compreenderos diferentes conceitos de espécie e que definições são 
convenções (e, portanto, não são nem verdadeiras nem falsas); deve ficar claro que não 
existe um conceito universal de espécie (cada conceito é adequado para uma situação 
diferente) e que a discussão acerca da definição de espécie ainda acontece na 
comunidade científica. 
Avaliação: Avaliação informal através da contribuição dos alunos com 
questionamentos e respostas. 
 
6ª Aula: Integrando Conceitos 
Modalidade(s) Didática(s): Visita a ambiente de educação não-formal com roteiro para 
estudo dirigido. 
Conteúdos a serem trabalhados: Classificação filogenética dos grandes grupos de 
animais; critérios de organização/classificação. 
Atividade a ser desenvolvida: Visita ao Zoológico de São Paulo e comparação da 
distribuição dos animais no parque com a classificação filogenética dos grupos 
observados; resolução das questões do roteiro para estudo dirigido (Anexo 3). 
Objetivos específicos de aprendizagem: Aplicação dos conhecimentos sobre 
classificação e evolução em uma situação real; desenvolvimento de olhar crítico sobre 
113 
os sistemas de classificação; criatividade para sugerir formas alternativas de 
organização dos animais. 
Avaliação: Avaliação formal individual através das respostas do estudo dirigido. 
 
Avaliação da Sequência Didática 
Será realizada uma avaliação formativa, levando em conta o envolvimento dos 
alunos nas atividades em sala e o cumprimento dos objetivos propostos. Entram na 
composição da nota final: a participação nas atividades em sala (resolução da lista de 
exercícios, aulas expositivas e desempenho no jogo) e a resolução do estudo dirigido. 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
Brasil, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ Ensino Médio: 
Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais. 
Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Média e Tecnológica, 2002. 
244p. 
 
KRASILCHIK, M. Modalidades didáticas. In:______. Prática de Ensino de 
Biologia. 4ª edição, São Paulo: Edusp, .p.77-120. 2008. 
 
KRASILCHIK, M. Planejamento Curricular. In:______. Prática de Ensino de 
Biologia. 4ª edição, São Paulo: Edusp,.p.41-53. 2008. 
 
POUGH, F.H.;, HEISER, J.B.; MCFARLAND, W.N. Origem e Radiação dos 
Tetrápodes. In:______. A vida dos vertebrados. 4ª edição, São Paulo: Atheneu. p.198-
200. 2008. 
 
POUGH, F.H.;, HEISER, J.B.; MCFARLAND, W.N. Os Lepidosauria: Tuatara, 
Lagartos e Serpentes. In:______. A vida dos vertebrados. 4ª edição, São Paulo: 
Atheneu, p.327-363. 2008. 
 
POUGH, F.H.;, HEISER, J.B.; MCFARLAND, W.N. Os Diápsida da Era 
Mesozóica: Dinosauria, Crocodylia e Aves. In:______. A vida dos vertebrados. 4ª 
edição, São Paulo: Atheneu,. p.389-391. 2008. 
 
 
 
 
 
 
 
 
114 
ANEXOS: 
ANEXO 1: Levantamento de ideias prévias 
CLASSIFICAÇÃO E EVOLUÇÃO – LEVANTAMENTO DE IDEIAS PRÉVIAS 
1. 1) Observe os objetos a seguir e proponha um sistema de organização para eles. 
Justifique, explicando os critérios utilizados para organizar os objetos. 
2. 
3. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
115 
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________ 
 
4. 2) Explique, com suas palavras, porque classificamos os seres vivos. Qual a diferença 
entre classificar e organizar a diversidade biológica? 
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________ 
 
5. 3) Explique, com suas palavras, o que é a evolução biológica. 
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________ 
 
6. 4) (UEPG) Em 1735, o botânico sueco Lineu publicou o trabalho Systema Naturae, no 
qual propôs a classificação dos seres vivos em grupos, hoje chamados táxons, que 
constituem uma hierarquia. As categorias taxonômicas por ele propostas ainda são 
mantidas até os dias atuais, com algumas poucas modificações. Sobre seu trabalho e a 
taxonomia atual assinale o que for correto. 
01) A sequência correta para as categorias taxonômicas atualmente é: reino – classe – 
filo – ordem – gênero – família – espécie. 
02) O critério básico da classificação de Lineu, quando ainda não havia surgido a teoria 
da evolução biológica, era a semelhança anatômica entre os organismos, pois as 
espécies eram consideradas tipos padrões e imutáveis, conceito este chamado de 
fixismo. 
04) Em vez de serem "tipo" imutáveis, caracterizados apenas pela anatomia, as espécies 
são hoje classificadas segundo critérios fisiológicos, embriológicos, bioquímicos, 
genéticos e ecológicos, que podem revelar mais corretamente seus parentescos naturais 
e evolutivos. 
08) Atualmente foram acrescentados mais dois táxons às categorias taxonômicas 
propostas por Lineu: o filo e a família. 
16) Nesse sistema de classificação havia dois grandes grupos: reino vegetal e reino 
animal. Dentro de cada reino eram reunidas várias classes; numa classe, várias ordens; 
numa ordem, vários gêneros e num gênero, várias espécies. 
116 
Resposta: 
Justificativa: 
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________ 
 
7. 5) (UFRS) Os cinco cladogramasdas alternativas ilustram relações filogenéticas entre 
os táxons hipotéticos 1, 2, 3, 4 e 5. Quatro desses cladogramas apresentam uma mesma 
hipótese filogenética. Assinale a alternativa que contém o cladograma que apresenta 
hipótese filogenética diferente das demais. 
 
Resposta: 
Justificativa: 
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________ 
 
8. 6) (UFPE) Quando se considera o processo evolutivo, se tem em mente que as 
populações experimentam um conjunto de mudanças ao longo do tempo. Sobre esse 
tema, analise as proposições com verdadeiro ou falso. 
( ) As mutações podem ser favoráveis, indiferentes ou desfavoráveis, dependendo do 
ambiente em que vivem os organismos mutados. 
( ) Casamento entre pessoas aparentadas (cruzamentos consanguíneos) aumenta a 
frequência de alelos deletérios na população. 
( ) A seleção natural atua sobre a diversidade genética intraespecífica; os indivíduos 
mais bem adaptados ao ambiente são selecionados. 
( ) A semelhança entre a estrutura interna da asa do morcego e a do membro superior 
humano é indicativa do tipo de evolução denominado convergência adaptativa. 
( ) O acaso pode provocar alterações significativas na frequência de diferentes alelos. 
117 
 
Fontes das imagens: 
 http://hortas.info/sites/default/files/field/image/feijao001.jpg (Feijão) 
 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/03-BICcristal2008-03-
26.jpg (Caneta) 
 http://www.tucanogold.com.br/Imagens/produtos/77/2277/2277_Ampliada.jpg 
(Concha) 
 http://beneficiosnaturais.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casca-de-ovo.jpg 
(Casca de ovo) 
 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7c/Patadevaca1.jpg/220
px-Patadevaca1.jpg (Folha) 
 http://www.skamuller.com.br/public/img/produto/lapis---14068-01-
523f9ac2b74b6.jpg (Lápis) 
 http://www.romapel.com/1486-thickbox/borracha-maxprint-tk-plast-branca-
plastica.jpg (Borracha) 
 http://guiauniversopet.com.br/wp-
content/uploads/2012/09/compulsao_aves_penas.jpg (Pena) 
 http://www.gizpublico.com/pluginfile.php/1/theme_essential/slide4image/142604
0009/giz6.png (Giz) 
 http://www.correpar.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Milho.jpg (Milho) 
 
 
 
ANEXO 2: Jogo “ Qual é a filogenia?” 
 
CONTEXTUALIZAÇÃO: O breve texto a seguir deverá ser entregue aos grupos. 
“Vocês constituem um grupo de pesquisa da Universidade, e no momento 
conseguiram a aprovação de recursos para um projeto de pesquisa cujo objetivo é 
montar uma hipótese filogenética que represente a história evolutiva dos Reptilia, uma 
linhagem de vertebrados amnióticos que deu origem a vários grupos atuais. 
Seu grupo já possui espécimes das linhagens principais, agora precisa analisá-
las para descobri se, onde e como se encaixam em Reptilia.” 
 
OBJETIVO: Montar a hipótese filogenética de Reptilia, de acordo com a filogenia de 
referência (Fig. 1, adaptada de Pough et al., 2008) que ficará com o professor. Os 
grupos deverão se basear nas pistas descobertas. 
 
Figura 1. Hipótese Filogenética de referência para o jogo. 
 
COMPONENTES: 1 tabuleiro (Fig. 2); 17 cartas “Um passo para frente ou dois para 
trás?” (Fig. 3); 44 cartas de “Características” (Fig. 4) sendo 4 conjuntos com 11 cartas 
distintas; 48 cartas “Desvendando a Filogenia” (Fig. 5) sendo 4 conjuntos com 12 
cartas distintas); 4 esqueleto para montagem da filogenia (Fig. 6); 44 cartas 
representando os grupos de animais (Fig. 7), sendo 4 conjuntos com 11 cartas; 1 dado e 
4 marcadores. 
 
COMPONENTES: 1 tabuleiro (Fig. 2); 17 cartas “Um passo para frente ou dois para 
trás?” (Fig. 3); 44 cartas de “Características” (Fig. 4) sendo 4 conjuntos com 11 cartas 
distintas ; 48 cartas “Desvendando a Filogenia” (Fig. 5) sendo 4 conjuntos com 12 
http://hortas.info/sites/default/files/field/image/feijao001.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/03-BICcristal2008-03-26.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e1/03-BICcristal2008-03-26.jpg
http://www.tucanogold.com.br/Imagens/produtos/77/2277/2277_Ampliada.jpg
http://beneficiosnaturais.com.br/wp-content/uploads/2014/05/casca-de-ovo.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7c/Patadevaca1.jpg/220px-Patadevaca1.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7c/Patadevaca1.jpg/220px-Patadevaca1.jpg
http://www.skamuller.com.br/public/img/produto/lapis---14068-01-523f9ac2b74b6.jpg
http://www.skamuller.com.br/public/img/produto/lapis---14068-01-523f9ac2b74b6.jpg
http://www.romapel.com/1486-thickbox/borracha-maxprint-tk-plast-branca-plastica.jpg
http://www.romapel.com/1486-thickbox/borracha-maxprint-tk-plast-branca-plastica.jpg
http://guiauniversopet.com.br/wp-content/uploads/2012/09/compulsao_aves_penas.jpg
http://guiauniversopet.com.br/wp-content/uploads/2012/09/compulsao_aves_penas.jpg
http://www.gizpublico.com/pluginfile.php/1/theme_essential/slide4image/1426040009/giz6.png
http://www.gizpublico.com/pluginfile.php/1/theme_essential/slide4image/1426040009/giz6.png
http://www.correpar.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Milho.jpg
118 
cartas distintas) ; 4 esqueleto para montagem da filogenia (Fig. 6); 44 cartas 
representando os grupos de animais (Fig. 7), sendo 4 conjuntos com 11 cartas; 1 dado e 
4 marcadores. 
 
PARTICIPANTES: De 2-4 grupos, sendo cada grupo composto de 2-4 jogadores e o 
número de jogadores por tabuleiro não seja superior a 10. 
 
ORGANIZAÇÃO: Deve-se embaralhar as cartas “Um passo para frente ou dois para 
trás?” e formar um monte no meio do tabuleiro. Separar a quantidade de conjuntos das 
cartas de “Características” equivalente ao número de grupos de pesquisa, os quais 
devem ser embaralhados e colocados no centro do tabuleiro. Quanto às cartas 
“Desvendando a Filogenia”, deve-se separar o número de conjuntos de acordo com o 
número de grupos, podendo misturar os conjuntos e as cartas serem retiradas 
aleatoriamente, ou então os conjuntos podem ficar separados e os grupos retirarem as 
cartas na ordem numérica, facilitando o jogo. Cada grupo receberá uma representação 
temporal com o esqueleto da filogenia e grupos de animais que podem ou não fazer 
parte da filogenia. 
 
COMO JOGAR: O primeiro grupo a jogar lança os dados e avança o número de casas 
equivalente aos pontos dos dados. Cada vez que o jogador passar pelo início receberá 
uma carta de “Características”. Dependendo da casa em que o jogador cair deverá seguir 
as instruções a seguir: 
 
Um passo a frente ou dois para trás? – Ao cair nessa casa você irá retirar uma carta 
do monte que irá te dizer se sua pesquisa contará com algum avanço ou empecilho. Ao 
ler as instruções devolva a carta no fim do monte. 
Laboratório de análise – envie um espécime de sua preferência para análise e obtenha 
características relevantes para seu posicionamento filogenético. Retire uma carta de 
“Características” e guarde com seu grupo. Se a carta for repetida guarde assim mesmo, 
pois pode servir para trocas futuras. 
Desvendando a filogenia – Nessa casa você obterá cartas com informações importantes 
para estabelecer as relações entre os grupos de animais. Cada carta corresponde a dados 
de uma linhagem. As cartas encontram-se numeradas e são recebidas de acordo com a 
ordem numérica (caso queiram dificultar o jogo, as cartas podem ser embaralhadas e 
recebidas aleatoriamente). Como o grupo pode perder suas cartas para os outros grupos 
é importante que alguém anote as dicas. 
Imunidade – o grupo que estiver nessa casa não poderá ceder suas cartas aos outros 
grupos. 
Vá para a Biblioteca – o grupo precisa de mais informações teóricas, então ficará lá 
estudando. O grupo só poderá sair da biblioteca ao tirar números iguais nos dados. 
Biblioteca – passagem livre, a nãoser que o grupo tenha alguma tarefa para terminar lá: 
escrever tese, relatório ou estudar. 
Avance até o início – ao cair nessa casa, o grupo deverá ir até o início e receber uma 
carta de características 
Vence o jogo o grupo que montar a filogenia corretamente primeiro. 
119 
 
Figura 2. Tabuleiro do jogo. 
 
Um passo para frente... 
 
 
 
Avance ao início 
e receba uma carta de 
“Características” 
 
Um passo para frente... 
 
Referência Bibliográfica 
 
Você achou um artigo 
muito importante que 
revela informações 
imprescindíveis para 
montar sua hipótese 
filogenética – Receba 
uma carta “Desvendando 
a Filogenia”. 
Um passo para frente... 
 
Um renomado 
pesquisador veio ao seu 
departamento apresentar 
uma palestra, na qual 
você aprendeu muito 
sobre Reptilia – retire 
uma carta 
“Características” 
 
Um passo para frente... 
 
Você é muito aplicado(a)! 
 
Estuda muito e está 
sempre adiantado com as 
entregas de relatórios – 
guarde este cartão e use 
como saída imediata da 
biblioteca! 
Dois passos para trás... 
 
Prestação de Contas 
 
A prestação de contas 
enviada à agência de 
fomento a pesquisa estava 
incompleta, seus recursos 
ficarão congelados por 
duas semanas – Fique 
uma rodada sem jogar 
Dois passos para trás... 
 
Seu grupo de pesquisa 
mantém colaboração com 
outros grupos de pesquisa 
em Reptilia. Eles 
contribuíram com a sua 
pesquisa, é hora de 
retribuir – Dê uma carta 
de “Características”, da 
sua escolha aos outros 
grupos de pesquisa. 
Dois passos para trás... 
 
Seu grupo de pesquisa 
mantém colaboração 
com outros grupos de 
pesquisa em Reptilia. 
Retribua a colaboração 
– Dê uma carta 
“Desvendando a 
Filogenia” a apenas um 
grupo de pesquisa. 
Dois passos para trás... 
 
Entrega de Relatório 
 
Seu relatório não foi 
aprovado, vá para a 
biblioteca escrever outra 
versão - Só saia ao tirar 
números iguais nos 
dados! 
 
120 
Dois passos para trás... 
 
Congresso Internacional 
de Zoologia 
 
Parabéns, seus resultados 
foram aceitos para 
apresentação no 
Congresso. Você passará 
uma semana longe do 
laboratório – fique uma 
rodada sem jogar 
Dois passos para trás... 
 
Problemas na infra-
estrutura 
 
O laboratório do seu 
grupo de pesquisa foi 
inundado durante a 
enchente – fique uma 
rodada sem jogar. 
Dois passos para trás... 
 
Defesa de Tese 
 
A defesa da Tese do seu 
Doutorado é daqui a 2 
semanas - vá para a 
biblioteca - só saia 
quando tirar números 
iguais! 
Um passo para frente... 
 
Seu grupo de pesquisa 
mantém colaboração com 
outros grupos de pesquisa 
em Reptilia – Receba uma 
carta “Desvendando a 
Filogenia”, da sua escolha 
de apenas um grupo de 
pesquisa. 
 
Um passo para frente... 
 
Seu grupo de pesquisa 
mantém colaboração com 
outros grupos de pesquisa 
em Reptilia – Receba 
uma carta 
“Características”, da sua 
escolha de apenas um 
grupo de pesquisa. 
 
 
Crie sua carta Crie sua carta Crie sua carta 
Figura 3. Cartas “Um passo para frente ou dois para trás?” 
 
 
Quelônios 
 
Possui representantes 
atuais, caracterizados pela 
presença de casco, 
ausência de dentes. Seu 
crânio é anapsida (sem 
fenestras temporais). 
 
Crocodilianos 
 
Crânio diapsida. Possuem 
palato secundário. 
Pterosauria 
 
Grupo extinto. Possuem 
capacidade de voo. 
 
Ornithischia 
 
Grupo extinto. Os animais 
desta linhagem eram 
herbívoros, com pelve 
tetra-radiada. 
 
Aves 
 
Possui pescoço em “S” 
pelve tri-radiada. 
 
 
 
 
 
Tuataras 
 
Troca periódica de 
epiderme; possuem 
quadrado jugal. 
 
Iguania 
 
Grupo das Iguanas e 
Camaleões. Ausência de 
quadrado jugal, trocas 
periódicas de epiderme. 
Possuem orientação 
visual. 
 
Scleroglossa 
 
Lagartixas, cobras e 
lagartos. Ausência do 
quadrado jugal, possuem 
orientação química. 
 
Anfíbios 
 
São tetrápodes não 
amnióticos. Possuem 
dentes pedicelados 
Exemplos: Sapos, rãs, 
cobras-cega. 
 
 
Pelicossauros 
 
Grupo de amniotas com 
crânio sinapsida; palato 
arqueado 
 
Dinocephalia 
 
Grupo amniota, com 
crânio sinapsida e fenestra 
temporal aumentada. 
 
Crie sua carta 
 
Figura 4. Exemplo da carta “Características” 
 
 
 
 
 
 
121 
Desvendando a filogenia 
 
Esta é uma linhagem de 
tetrápodes amnióticos, 
que divergiu em duas 
outras na primeira metade 
do Carbonífero. Nesse 
grupo encontram-se 
animais com forame sub-
orbital no palato, tabular 
pequeno ou ausente e 
fenestra pós-temporal 
grande. 
Desvendando a filogenia 
 
Essa linhagem divergiu a 
partir de Reptilia e possui 
crânio anapsida (sem 
fenestras temporais). 
Muitos representantes 
dessa linhagem foram 
extintos, mas ainda há 
representantes 
contemporâneos, como as 
tartarugas, jabutis e 
cágados. 
Desvendando a filogenia 
 
Os pertencentes a essa 
linhagem possuem crânio 
diapsida (com fenestras 
temporais superior e 
inferior). Essa linhagem 
divergiu a partir de 
Reptilia. 
 
Desvendando a filogenia 
 
Archosauromorpha é uma 
linhagem de animais 
diapsidas que apresentam 
fenestras mandibular e 
antiorbital. 
 
Desvendando a filogenia 
 
Linhagem de 
archosauromorpha com 
especializações craniais 
(palato secundário, 
incluindo ao menos o 
osso maxilar) 
 
Desvendando a filogenia 
 
Linhagem derivada de 
Archosauromorpha 
caracterizada por ter 
clavículas 
reduzidas/ausentes, e a 
tíbia mais longa que o 
fêmur. 
 
Desvendando a filogenia 
 
Archosauria 
 
voadores sem nenhum 
representante atual. 
 
Desvendando a filogenia 
 
Dinosauria é o grupo-
irmão de Pterosauria, 
caracterizado por ter 
pescoço em forma de “S”. 
As linhagens que 
divergiram a partir de 
Dinosauria são 
diferenciadas quanto a 
morfologia da pelve. 
Possui representantes 
atuais. 
Desvendando a filogenia 
 
Essa linhagem possui 
representantes atuais. São 
caracterizados pela pelve 
tri-radiada. 
 
 
 
 
 
 
 
Desvendando a filogenia 
 
Linhagem extinta. Possui 
pelve tetrarradiada, e 
dentição típica de 
herbívoros. 
 
Desvendando a filogenia 
 
 
Na linhagem de animais 
diapsida 
Lepidosauromorpha uma 
característica comum é a 
redução ou ausência de 
membros; trocam com 
periodicamente a 
epiderme. 
 
Desvendando a filogenia 
 
 
Linhagem possui 
representantes atuais. São 
diapsidas modificados 
(perda do quadrado jugal) 
e possuem hemipênis. 
 
Figura 5. Exemplo de carta “Desvendando a Filogenia” 
 
 
 
Quelônios 
 
 
 
 
 
Crocodilianos 
 
 
 
 
Pterosauria 
 
 
 
 
Ornithischia 
 
 
 
 
Aves 
 
 
 
 
 
Iguania 
 
 
 
 
Scleroglossa 
 
 
 
Pelicossauro 
 
 
122 
Anfíbios 
 
 
 
Dinocephalia 
 
 
 
 
 
Tuataras 
 
 
 
 
 
Crie sua carta 
Figura 6. Cartas representando os grupos de animais. 
 
Fonte das imagens: 
Quelônio: http://vertebrados7456.blogspot.com.br/ 
Crocodilianos: http://artedaciencias.blogspot.com.br/2011_09_01_archive.html 
Pterosauria: http://www.datuopinion.com/pterosauria 
Ornithischia: http://carnivoraforum.com/topic/9826681/1/ 
Aves: https://br.pinterest.com/chrisprosylis/lovebirds/ 
Iguania: http://www.ambietica.com.br/Galeria-de-fotos/12/Imagens-para-PC 
Scleroglossa: http://nisiaflorestaporluiscarlosfreire.blogspot.com.br/2015_09_01_archive.html 
Pelicosaauro: https://www.theguardian.com/science/2009/feb/07/dinosaurs-science-fossils-
zoology 
Anfíbios: http://astrocienciasecu.blogspot.com.br/2015/01/inventario-de-anfibios-suma-5-
especies.html 
Dinocephalia: http://dinotoyblog.com/forum/index.php?topic=4171.20 
Tuataras: http://handsacrossthepacific.wikispaces.com/Native+Animals 
 
 
Figura 7. Esqueleto para montagem da filogenia. 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
http://vertebrados7456.blogspot.com.br/
http://artedaciencias.blogspot.com.br/2011_09_01_archive.htmlhttp://www.datuopinion.com/pterosauria
http://carnivoraforum.com/topic/9826681/1/
https://br.pinterest.com/chrisprosylis/lovebirds/
http://www.ambietica.com.br/Galeria-de-fotos/12/Imagens-para-PC
http://nisiaflorestaporluiscarlosfreire.blogspot.com.br/2015_09_01_archive.html
https://www.theguardian.com/science/2009/feb/07/dinosaurs-science-fossils-zoology
https://www.theguardian.com/science/2009/feb/07/dinosaurs-science-fossils-zoology
http://astrocienciasecu.blogspot.com.br/2015/01/inventario-de-anfibios-suma-5-especies.html
http://astrocienciasecu.blogspot.com.br/2015/01/inventario-de-anfibios-suma-5-especies.html
http://dinotoyblog.com/forum/index.php?topic=4171.20
http://handsacrossthepacific.wikispaces.com/Native+Animals
123 
ANEXO 3: Roteiro de estudo para visita ao Zoológico 
ROTEIRO PARA ESTUDO DIRIGIDO - VISITA AO ZOOLÓGICO 
1. Que grupos de animais você observou durante a visita ao Zoológico? Você acha que 
algum grupo importante foi deixado de fora da exposição? Se sim, qual grupo? 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
__________________________________________________________________ 
 
2. Os animais observados são representativos da fauna brasileira? 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
__________________________________________________________________ 
 
3. Considere a forma como os animais estão distribuídos no Zoológico. Você observa 
algum padrão de organização? Qual? 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
__________________________________________________________________ 
 
4. A organização dos animais está relacionada de alguma forma à classificação 
filogenética dos grupos observados? Justifique. 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
__________________________________________________________________ 
 
5. Proponha uma forma alternativa de organização que reflita a classificação 
filogenética dos grupos. Explique os critérios utilizados. Se necessário, utilize 
esquemas. 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
__________________________________________________________________ 
______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
__________________________________________________________________ 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
124 
SUGESTÃO VII – ENSINO DE ZOOLOGIA COM ÊNFASE EM 
CLASSIFICAÇÃO 
Sumário 
AUTORES: Camila Camata, Daniela Alvelos, Naomi Nakao, Natalie Brito, Vanessa 
Simões 
 
PÚBLICO-ALVO: Terceiro Ano do Ensino Médio de Escolas públicas ou privadas. 
 
CONTEXTO: 
A escolha do tema de classificação biológica do grupo Chordata se deu pela 
maneira como tal assunto é ensinado nas escolas, exigindo que os alunos decorem os 
grupos e suas características, como é evidente em muitos livros didáticos e nas 
concepções de professores e alunos (RODRIGUES et al, 2011). Dessa forma, o 
processo difícil e custoso envolvido na classificação de seres vivos não é demonstrado. 
Como Chordata é um dos grupos mais próximos dos alunos, pensamos em discutir este 
assunto de forma mais agradável, tentando ressaltar características – aquelas 
importantes em cada grupo – que eles já estão familiarizados por meio de filmes 
conhecidos, que fazem parte do contexto social dos alunos. O aprendizado da 
diversidade biológica trazendo a filogenia como eixo integrador e indicando os 
processos pelos quais essa área da ciência é desenvolvida certamente proporciona 
melhor entendimento do tema por parte dos alunos (RODRIGUES et al, 2011), além de 
podermos inserir a linguagem científica e auxiliar o desenvolvimento do espírito crítico 
dos alunos. 
Optamos por inserir nossa sequência didática no 3º ano do Ensino médio, 
considerando que esse seja o melhor momento para o ensino da temática “Diversidade 
da vida”, pois o aluno já teve acesso a determinados conhecimentos que permitirão a 
maior compreensão do que será exposto. Dessa forma, consideramos que os 
conhecimentos fundamentais referentes a “Ecologia e meio Ambiente”, “Moléculas 
constituintes da vida”, “Biologia Celular e Molecular”, “Embriologia”, “Fisiologia 
Humana” e “Evolução” tenham sido ministrados em anos anteriores. 
Mais especificamente sobre o momento no qual a zoologia se encaixa dentro do 
plano de aulas do terceiro ano, consideramos que os alunos tenham aprendido nos três 
primeiros bimestres conceitos relativos a classificações e filogenia, além de terem 
125 
estudado os grupos “Bacteria”, “Archea”, “Vírus”, “Plantas”, “Fungos” e “Metazoários” 
exceto Cordados. 
Acreditamos que a sequencia didática aqui desenvolvida é apta tanto para escolas 
particulares quanto para escolas públicas, se essas últimas possuírem os equipamentos 
mínimos necessários como projetores para mostrar as imagens e/ou salas de vídeo para 
expor os recortes dos filmes selecionados. 
 
OBJETIVOS: 
 Despertar o interesse do aluno para a importância da classificação e filogenia do 
grupo Chordata de forma que possibilite a melhor compreensão da diversidade da vida 
no geral, não apenas como memorizações aleatórias dos grupos e suas características. 
 Conceituais: Que o aluno seja capaz de compreender como ocorre a classificação 
biológica para os animais cordados e quais as principais características que são 
utilizadas para agrupar esses animais em táxons; 
 Procedimentais: Que o aluno seja capaz de compreender como as regras de 
classificação foram pensadas e como são colocadas em prática, conseguindo entender 
estratégias de classificação e podendo colocá-las em prática, utilizando regras para 
montar a filogenia na aula final; 
 Atitudinais: Praticar o trabalho em grupo, ouvindo opinião dos colegas e 
argumentando para que o trabalho saia da melhor maneira possível no final. 
 
MATERIAL: 
 Filogenia simplificada do reino Animalia (Anexo 1) 
 Figuras de animais (Anexo 2) 
 Fichas com os animais dos trechos de filmes vistos em aula, explicando algumas 
de suas características, para que os alunos os agrupem, sendo capazes de formar um 
cladograma o mais próximo do mais aceito atualmente para o grupo dos Cordados 
(Anexo 3). 
 
DINÂMICA: 
Aula 1: Classificação 
Inicialmente é feita uma dinâmica de grupo de duração aproximada de 20 
minutos, na qual são fornecidos vários objetos para que os alunos classifiquem da 
126 
maneira que eles acharem melhor, utilizando as características que quiserem para tal 
agrupamento. 
Separar a classe em 4 grupos que serão formados em todas as dinâmicas de grupo 
ao longo da sequência didática e entregar objetos diversospara cada grupo, pedindo 
para que eles agrupem esses objetos do jeito que acharem mais parcimonioso. 
Pedir para que cada grupo mostre como agrupou os objetos e qual a metodologia e 
lógica foi utilizada para cada caso. 
Depois de cada grupo ter se apresentado o professor deve promover uma 
discussão sobre as diversas maneiras utilizadas para agrupar objetos, refletindo sobre 
essas possibilidades em relação aos seres vivos. 
 
Aula 2: Introdução aos Cordados 
Aula dialogada e expositiva com fotos e esquemas. 
 Dinâmica da Aula: 
 Recordar como se lê uma árvore e suas partes: 
Mostrar filogenia simplificada dos animais (Anexo 1) e indicar, sempre 
dialogando com os alunos, cada definição descrita abaixo: 
 Cladograma: Diagrama de ramos; 
 Ramos internos: Ligam os nós entre si; 
 Ramos externos: Ligam os terminais ao ancestral comum mais recente; 
 Nós: Representação dos ancestrais comuns hipotéticos; 
 Cladogênese: ruptura de uma população em duas ou mais populações menores; 
 Condição primitiva: característica presente no ancestral; 
 Condição derivada: novidade evolutiva; 
 Grupo-irmão: Terminais que compartilham um ancestral comum exclusivo; 
 Grupo externo: indivíduo mais próximo do grupo estudado, que irá mostrar 
quais são as condições primitivas. 
 Atividade para Avaliação 
Pedir nessa aula para que os alunos se dividam em quatro grupos para pesquisar e 
confeccionar cartazes que tragam informações de importância ecológica e econômica 
dos peixes, de acordo com os seguintes temas: 
 Espécies que podem ser encontradas em mercados e feiras; 
 Problemas da sobrepesca; 
127 
 Poluição dos ambientes costeiros e sua influência nos peixes; - Comparação 
entre pesca e piscicultura. 
Pedir para que os alunos apresentem esses cartazes na aula 3. 
 
Cordados 
 Características Gerais dos Cordados: 
 O filo Chordata apresenta diversas características presentes em certos 
invertebrados como circulação fechada; 
 Existem também outras características exclusivas dos Cordados e que às vezes 
estão presentes em apenas uma fase da vida: 
1. Notocorda: Responsável pelo nome ao grupo. Bastão de células que se estende 
por quase toda a região dorsal do animal. Serve de ponto de apoio aos músculos. 
Nos vertebrados ela é total ou parcialmente substituída pela coluna vertebral; 
2. Sistema nervoso dorsal oco: Diferente dos outros grupos que se situava na 
região ventral e era formado por um cordão duplo e maciço de células; 
3. Cauda pós-anal musculosa: Região posterior ao ânus com músculos e 
notocorda, possibilitando maior propulsão durante o nado. 
Características importantes do grupo, mas não exclusivas: 
 Corpo segmentado; 
 Simetria bilateral; 
 Fendas na faringe: Antigamente eram consideradas características de 
cordados, mas hoje sabe-se que surgiram antes, no grupo dos hemicordados. 
Relacionada primariamente com a alimentação e respiração. 
 
 Diversidade dos Cordados Primitivos: 
 Cefalocordados: Representados pelo anfioxo (Figura 1; Anexo 2); 
 Urocordados: Representados pela ascídias, que vivem solitárias (Figura 2.a; 
Anexo 2) ou em colônias (Figura 2.b; Anexo 2). Fluxo da água em ascídias. 
 
 Vertebrados: Todos os outros cordados (Exceto Myxiniformes). 
 A partir desse clado, as fendas na faringe possuem apenas função respiratória; 
 Possuem endoesqueleto ósseo ou de cartilagem; 
128 
 O esqueleto inclui uma coluna vertebral, que sustenta o corpo e protege a 
medula espinhal; 
 Possuem um crânio, que protege o encéfalo. 
 Agnatos: 
 Representados pelas lampreias (Figura 3.a; Anexo 2) e feiticeiras (Figura 3.b; 
Anexo 2); - Desprovidos de maxilas. 
 
A partir dessa aula, a dinâmica será a apresentação de um filme no início da 
aula, pedindo para que os alunos prestem atenção no grupo que será discutido em aula, 
e após a exibição pedir para que eles levantem características morfológicas externas 
presentes no grupo, com o auxílio de uma imagem do animal representado no filme. No 
final, o professor pode expor outras características que não foram vistas nos 
personagens. Depois dessa atividade, apresentar as características importantes do 
grupo, e relacionar sempre com o animal visto no vídeo. 
 
Aula 3: Peixes 
Aula expositiva com fotos e vídeos. 
 “Extremamente abundantes no ambiente aquático e possuem a maior diversidade de 
espécies dentro do grupo de cordados.” 
 Trecho de filme 
Filme exibido: Procurando Nemo 
Link: http://www.youtube.com/watch?v=Dn4F5BZx7O8&feature=endscreen&NR=1 
Características que podem ser levantadas dos filmes: 
 Nadadeiras pares e sua localização; 
 Epiderme colorida; 
 Posição da boca; 
 Tipo de dentição; 
a Fendas na lateral do corpo; 
 Ambiente aquático. 
 Panorama Histórico: 
 Primeiro grupo a apresentar maxilas, importante para a diversificação do hábito 
alimentar; 
129 
 Surgimento das nadadeiras pares e sua importância adaptativa para a exploração 
do ambiente aquático. 
 
 
 Características Gerais: 
 Nadadeiras: apresentam além das nadadeiras ímpares, nadadeiras pares peitorais 
e pélvicas; 
 Sistema Respiratório: Branquial; 
 Sistema Nervoso: Linha lateral, Ampolas de Lorenzini apenas em 
Chondrichthyes; - Reprodução: Dióicos. 
 
Tabela 1. Características que diferem entre os grupos Chondrichthyes e Osteichthyes. 
 Chondrichthyes Osteychthyes 
Esqueleto Cartilaginoso Ósseo 
Nadadeiras Rígidas Flexíveis 
Tipo de excreta nos adultos Uréia Amônia 
Fecundação Interna (clásper) Interna ou externa 
Bexiga Natatória Ausente Presente 
 
 Bexiga Natatória (apenas em Osteichthyes): Ajuda na flutuação - surgiu como 
uma bolsa que funcionava como pulmão primitivo, ainda hoje há peixes que usam a 
bexiga natatória para absorver oxigênio do ar; 
 Diversidade: 
Chondrycthyes 
a) Elasmobranchii: Tubarões (Figura 4.a; Anexo 2) e raias (Figura 4.b; Anexo 2); 
b) Holocephali: Quimeras (Figura 4.c; Anexo 2); 
Osteichthyes 
a) Actinopterygii: Maior parte dos peixes e possuem nadadeiras raiadas (Figuras 
4.d e 4.e; Anexo 2); 
 b) Sarcopterygii: Possuem nadadeiras carnosas e são representados por peixes 
dipnoicos e celacantos (Figura 4.f; Anexo 2). 
 
130 
Aula 4: Apresentação dos Pôsteres 
O grupo fixará o cartaz (Ver temas aula 1) na lousa e terá 10 minutos para 
apresentar o que foi pesquisado sobre o tema que foi definido na primeira aula. Ao final 
abrem-se perguntas para a sala e o professor faz os comentários finais. Avaliar os alunos 
quanto ao conteúdo, ao formato do cartaz e à apresentação. 
Aula 5: Anfíbios 
 Aula expositiva com vídeo e figuras 
 “Os anfíbios foram os primeiros vertebrados a colonizar o ambiente terrestre. Porém, 
sua dependência com relação a ambientes úmidos fez com que essa colonização fosse 
parcial .” 
 Trecho de filme 
Filme exibido: “A Princesa e o Sapo” 
 Link: http://www.youtube.com/watch?v=ew-WpCcp9vg 
Características que podem ser levantadas do filme: 
 Pernas posteriores longas; 
 Dependência do ambiente aquático; 
 Presença de muco na pele. 
 Panorama Histórico: 
 O primeiro grupo de vertebrados a explorar o ambiente terrestre, mas ainda 
mantendo a dependência da água para reprodução e respiração; 
 Apresentam novidades evolutivas que possibilitaram o inicio dessa exploração, 
como a presença de membros derivados de nadadeiras lobadas, respiração 
pulmonar nos adultos e pele já com pequenas quantidades de queratina. 
 Características Gerais: 
 Pele: Apresenta glândulas mucosas que mantêm a pele úmida. Possui uma 
camada fina de queratina, que não impede a perda de água. Em alguns casos, 
pode apresentar toxinas (glândulas paratóides); 
 Sistema respiratório: Pulmonar e cutâneo. Branquial, nas larvas; 
 Controle da Temperatura Corporal: Ectotérmico; 
 Tipo de excreta: Uréia, mas no estadolarval é amônia; 
 Reprodução: Fecundação pode ser externa ou interna com desenvolvimento 
indireto, com a fase larval totalmente aquática. Ovos somente com cápsula 
gelatinosa. 
131 
 Diversidade: 
1) Anura: sapos (Figura 5.a, Anexo 2); 
2) Urodela: salamandras (Figura 5.b, Anexo 2); 
3) Gymnophiona: cobras-cegas (Figura 5.c, Anexo 2). 
 Ecologia 
 Vocalização: Possuem cordas vocais, para coaxar; 
 Mecanismos de defesa: possuem veneno; 
 Anfíbios que vivem no deserto/caatinga; 
 Indicadores do ambiente em que estão inseridos. 
 
Aula 6: Répteis 
“Os primeiros vertebrados que se adaptaram a vida terrestre sem depender de água 
para a reprodução e respiração.” 
 Trecho de filme 
Filme exibido: “Rango” 
Link: http://www.youtube.com/watch?v=ppYQgP3GT10 
Características que podem ser levantadas dos filmes: 
 Independem do ambiente aquático; 
 Pele grossa (queratinizada); 
 Olhos com membrana no camaleão; 
 Tartaruga com dentes? (Discutir que nem sempre as representações estão 
corretas). 
 Panorama Histórico: 
 Conquista total do ambiente terrestre, devido ao surgimento de adaptações tais 
como: ovo amniótico, pele altamente queratinizada, respiração exclusivamente 
pulmonar. 
 Características gerais dos répteis 
 Corpo: pernas curtas; garras (proteção e locomoção); 
 Tegumento: pele seca e praticamente impermeável e rica em queratina. 
 Controle da Temperatura Corporal: Ectotérmico; 
 Sistema Respiratório: Pulmonar; 
 Tipo de Excreta: Maioria ácido úrico (Economia de água); 
132 
 Reprodução: fecundação interna com desenvolvimento direto, vivíparos ou 
ovíparos; 
 Ovo: com casca e membranas extra-embrionárias - âmnio, cório, saco vitelínico 
e alantóide. 
 Diversidade 
1) Crocodilia: jacarés e crocodilos (Figura 6.a, Anexo 2); 
2) Squamata: serpentes, lagartos e anfisbenas (Figura 6.b, Anexo 2); 
3) Rhynchocephalia: tuatara (Figura 6.c, Anexo 2); 4) Testudinata: tartarugas 
(Figura 6.d, Anexo 2). 
 Ecologia 
 Fosseta loreal de cobras; 
 Sentidos: percepção de gostos e cheiros; 
 Determinação do sexo pela temperatura de incubação → maior vulnerabilidade à 
extinção; 
 Cobras peçonhentas. 
 
Aula 7: Aves 
 “A capacidade de voo e a endotermia possibilitaram a exploração de vários nichos 
pelas aves, sendo que as encontramos em todos os ambientes terrestres, desde o local 
mais quente ao mais frio, dos mares aos picos mais altos.” 
 Trechos de filmes 
Filmes exibidos: “Rio” e “Papa-Léguas e Coyote” 
Rio 
Link: http://www.youtube.com/watch?v=nM7cycq7kWI (0:10 min – 2:02 min) 
Papa Léguas e Coyote 
Link: http://www.youtube.com/watch?v=mQQdsVMnnRA (0 min – 1:14 min) 
 Características levantadas dos filmes: 
 Presença de penas coloridas; 
 Pernas; 
 Presença de bicos variados; 
 Presença de garras; 
 Adaptações para voo: asas, peso corpóreo reduzido, etc.; 
133 
 Postura de ovos; 
 Diversidade de hábitats. 
 Panorama Histórico 
 As aves desenvolveram uma série de adaptações que permitiram o voo, tais 
como: diminuição do peso corporal devido à presença de sacos aéreos e ossos 
pneumáticos e ausência de bexiga urinária, presença de penas e de asas. 
 Características Gerais 
 Esqueleto: ossos pneumáticos; ausência de dentes 
 Tegumento: Penas derivadas de células epidérmicas, responsáveis pela 
impermeabilização, sustentação no voo, limpeza, mecanorrecepção, corte, 
isolamento térmico; 
 Controle da Temperatural Corporal: Endotérmico; 
 Sistema Respiratório: pulmões com sacos aéreos; siringe 
 Tipo de excreta: ácido úrico; 
 Reprodução: fecundação interna; ovíparas; desenvolvimento direto; 
 Ovo: Com casca e membranas extra-embrionárias - âmnio, cório, saco vitelínico 
e alantóide. 
 Diversidade 
 Aproximadamente 10.000 espécies (Figura 7, Anexo 2). 
 Diversidade de ambientes e nichos. 
 Ecologia 
 Alimentação de flamingos e guará: colorações pigmentares (vermelho, preto) ou 
estruturais (azul, violeta). 
 
Aula 8: Mamíferos 
 “No final do período dominado pelos grandes répteis, houve a grande diversificação 
dos animais portadores de glândulas mamárias.” 
 Trecho dos filmes 
Filme exibido: “Rei Leão”. 
Link: http://www.youtube.com/watch?v=U-6Sr-gKDAs 
Características levantadas dos filmes: 
134 
 Presença de pelos; 
 Pernas; 
 Grupo muito diverso (formas); 
 Dentição. 
 Panorama Histórico: 
 Dentro do contexto do mundo dominado por répteis, falar sobre os mamíferos de 
forma a ficarem evidentes as vantagens de algumas adaptações desse grupo após 
as mudanças no ambiente terrestre que levaram à grande extinção: Animais de 
pequeno porte, alimentavam-se principalmente de insetos e eram homeotérmicos 
muitos com hábito noturno; 
 Comentar possíveis explicações para a extinção dos grandes répteis e explosão 
de diversidade dos mamíferos. 
 Características Gerais: 
 Glândulas mamárias: funções e vantagens; 
 Estruturas da epiderme: Pelos, glândulas sebáceas, sudoríparas e odoríferas 
 (Comentar vantagens evolutivas dessas estruturas); 
 Tipo de excreta: Uréia; 
 Sistema Respiratório: musculatura que separa tórax do abdômen (diafragma); - 
Controle da temperatura corporal: endotérmicos. 
 Ecologia: 
 Grande diversidade de hábitos alimentares: Herbívoros, Carnívoros e Onívoros. 
Relacionar com a dentição e adaptações do sistema digestório; 
 Interação com outros organismos: ex. animais ruminantes, cão e carrapatos 
(parasitismo) e uma tamanduá comendo formigas (predação). 
 Tamanho: Camundongo (Figura 8.a, Anexo 2) x Baleia (Figura 8.b, Anexo 2). 
 Habitats: Aquáticos (Figura 8.c: Golfinho, Anexo 2), Terrestres (Figura 8.d: 
onça-pintada, Anexo 2), Geleiras (Figura 8.e: Urso-polar, Anexo 2), Desertos 
(Figura 8.f: Camelos, Anexo 2) e Voadores (Figura 8.g: Morcego, Anexo 2). 
 Diversidade: 
1) Monotremados: Colocam ovos e não possuem mamilos – Fotos 8.h e 8.i 
(Anexo 2); 
135 
2) Marsupiais: Vivíparos com curto período de gestação incompleta – Figuras 8.j 
e 8.k (Anexo 2); 
3) Placentários: Vivíparos com gestação completa e placenta – Figuras 8.l, 8.m, 
8.n, 8.o, 8.p (Anexo 2). 
 Atividade de avaliação formativa 
Pedir para que os alunos confeccionem para a próxima aula uma tabela com as 
principais características dos grupos estudados em sala (em duas cópias). Será fornecida 
uma lista dessas características pelo professor - modelo de lista exposto no plano da 
próxima aula). 
Aula 9: Comparativa dos grupos 
 Quais grupos têm semelhança entre si? 
 Desenvolvimento em conjunto de atividade em sala de aula 
1) Apresentar lista de oito características para os alunos: 
 Ovo Amniótico; 
 Tipo de Controle da Temperatura do Corpo; 
 Tipo principal de excreção; 
 Ambiente predominante; 
 Nadadeiras e Derivações; 
 Sistema respiratório no adulto; 
 Pele/Estruturas da epiderme. 
2) Foi pedido para que os alunos fizessem em casa uma tabela inicial, plotando as 
características pedidas. Uma das cópias será utilizada para avaliação e a outra para 
correção por parte do aluno durante a aula; 
3) No início da aula pegar as avaliações e corrigir na lousa todos os itens da tabela; 
4) Pedir para que os alunos formem os grupos com base em cada característica dada 
e depois tentando juntar vários itens; 
5) Após 25 minutos, o exercício será feito em conjunto na lousa (Professor pergunta 
aos alunos quais são os grupos que apresentam a característica em questão e 
discute possíveis equívocos). 
 
 
 
 
136 
Gabarito da tabela: 
 
Características 
Condrichthyes Osteychthyes Amphibia Reptilia Aves Mammalia 
Ovo 
Amniótico 
Não Não Não Sim Sim Sim 
Controle de 
Temperatura 
Corporal 
Ectotérmico Ectotérmico Ectotérmico Ectotérmico Endotérmico Endotérmico 
Principal tipo 
de Excreção 
Uréia Amônia Uréia 
Ácido 
Úrico 
Ácido 
Úrico 
UréiaAmbiente Aquático Aquático Aquático Terrestre Terrestre 
Terrestre/ 
Aquático 
Nadadeiras e 
derivações* 
Pares Pares Membros Membros Membros Membros 
Sistema 
respiratório no 
adulto 
Brânquias 
Brânquias com 
opérculo 
Pulmonar + 
Cutânea 
Pulmonar Pulmonar 
Pulmonar 
com 
diafragma 
Pele/Estruturas 
de epiderme 
Escamas 
placóides 
Escamas 
dérmicas 
Pele 
delgada rica 
em muco 
Espessa e 
rica em 
queratina 
Glândula 
uropigiana. 
Penas 
Glândulas 
sebáceas, 
mamárias e 
sudoríparas. 
Pelos 
* Membros (Pernas e braços) possivelmente derivados das nadadeiras lobadas de Sarchopterygii 
 
Aula 10: Jogo “Filogenia animada” (Anexo 3) 
 Antes do jogo é necessário que o professor recorte as fichas que se encontram no 
final da sequência didática, colando a frente e o verso da ficha, de modo que em um dos 
lados da ficha fique o personagem do filme e do outro lado a foto do animal real, com as 
características descritas. 
 Montagem dos cladogramas 
Utilizar novamente o agrupamento de 4 grupos e distribuir as 6 fichas dos diferentes 
grupos animais, cartolina, durex e canetinhas. Pedir para que eles elaborem uma 
137 
filogenia em uma cartolina a partir das informações dadas no verso das fichas e de 
informações dadas em aula. 
No final da aula, exibir todas as propostas de classificação feitas pelos alunos e fazer 
uma árvore filogenética consenso. 
 “Correção” do cladograma 
 Mostrar novamente a filogenia consenso feito na aula anterior e trazer a mais aceita 
atualmente, plotando características que separem os principais grupos, como 
exemplificado na figura abaixo. 
 
Figura 1. Cladograma de Chordata. Fonte: Coleção BIO – Volume 3 – Sonia Lopes e Sérgio 
Rosso, 2010. 
 
 Fechamento da sequência: 
 Como classificar é difícil, já que vários métodos podem ser utilizados, como a 
classificação puramente morfológica ou puramente molecular, assim como 
juntar metodologias tão diferentes podem ser muito difíceis de se 
complementarem, podendo dar respostas muito contraditórias; retomando a 
primeira aula da sequência didática; 
138 
 Como a classificação é flexível, podendo mudar quando há novas descobertas 
sobre o assunto; 
 Extrapolar tais conclusões da flexibilidade para a ciência como um todo, falando 
como os paradigmas podem mudar de uma hora para outra, podendo mudar toda 
a visão científica. 
 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
KRASILCHIK, M. Práticas de Ensino de Biologia. São Paulo, EDUSP, Cap. 3. 
2004. 
 
LOPES, S.; ROSSO, S. Coleção livros didáticos BIO – Volume 3: Livro e 
Manual do Professor. Editora Saraiva: 1ª Edição, 2010. 480p. 
 
POUGH, F; HARVEY, F; JANIS, C. M.; HEISER, J. A vida dos vertebrados. 4ª 
Edição. Editora Atheneu São Paulo. 2008. 
 
RODRIGUES, M.; DELLA, J. L.; MEGLHIORATTI, F. O conteúdo de 
sistemática de e filogenética em livros didáticos do ensino médio. Ensaio Pesquisa 
em Educação em Ciências, América do Norte, 1319 08, 2011. 
 
 
139 
ANEXOS: 
ANEXO 1: Filogenia simplificada do Reino Animalia 
Esquema 1. Filogenia simplificada do Reino Animalia. Fonte: Coleção BIO – Volume 
3 – Sonia Lopes e Sérgio Rosso, 2010. 
 
 
 
 
140 
ANEXO 2: Figuras ilustrativas 
Figura 1. Representação de um anfioxo (Aula 1) 
 
(Fonte: http://www.biologia.edu.ar/animales/cordados.htm) 
 
Figura 2.a Foto de uma ascídea solitária 
 
(Fonte: http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html) 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.biologia.edu.ar/animales/cordados.htm
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
http://projetobiomar.blogspot.com.br/2010/09/ascidia-que-bicho-e-este.html
141 
Figura 2.b Foto de uma ascídea colonial 
 
 
(Fonte: http://cifonauta.cebimar.usp.br/site_media/photos/cbm_tUE0hH.jpg 
 
 
 
Figura 3.a Diversidade de Agnatos - Foto de lampreia 
 
 (Fonte: http://linhaceira.net/wp-content/uploads/2011/03/lampreia-1.jpg) 
 
 
 
 
 
 
 
http://cifonauta.cebimar.usp.br/site_media/photos/cbm_tUE0hH.jpg
http://linhaceira.net/wp-content/uploads/2011/03/lampreia-1.jpg
142 
Figura 3.b Diversidade de Agnatos - Foto de feiticeira 
 
(Fonte: http://brunomichael.wordpress.com/2009/04/14/maxini/). 
 
 
 
Figura 4.a - Foto de Chondrychthyes – Elasmobranchii: Tubarão 
 
(Fonte: http://og.infg.com.br/in/11248264-dee-0b0/FT1500A/550/2014-678125828-
2014010800643.jpg_20140108.jpg 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://iaincarstairs.wordpress.com/2012/09/18/what-lies-behind-evolution/
143 
Figura 4.b - Foto de Chondrychthyes – Elasmobranchii: Raia 
 
(Fonte: https://encrypted-
tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQJaGp6DvHGJSKsX7YI2mZAI9cKh4u1AHh
_jp9erzujXQscLDivyA 
 
 
Figura 4.c - Foto de Chondrychthyes – Holocephali: Quimera 
 
(Fonte: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/img/quimerabox.jpg) 
 
 
 
 
 
 
 
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQJaGp6DvHGJSKsX7YI2mZAI9cKh4u1AHh_jp9erzujXQscLDivyA
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQJaGp6DvHGJSKsX7YI2mZAI9cKh4u1AHh_jp9erzujXQscLDivyA
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQJaGp6DvHGJSKsX7YI2mZAI9cKh4u1AHh_jp9erzujXQscLDivyA
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/img/quimerabox.jpg
144 
Figura 4.d - Foto de Osteichthyes – Actinopterygii: Cavalo-marinho 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
(Fonte: 
http://1.bp.blogspot.com/_ATgVp7fohWo/Sh7YPrtOztI/AAAAAAAAAA4/G_nxKAM
q70g/s1600-h/poi.jpg) 
 
 
 
Figura 4.e - Foto de Osteichthyes – Actinopterygii: Peixe Palhaço 
 
(Fonte: 
http://www.megaartigos.com.br/natureza/animais/informacoes/peixe-palhaco); 
 
 
 
 
http://1.bp.blogspot.com/_ATgVp7fohWo/Sh7YPrtOztI/AAAAAAAAAA4/G_nxKAMq70g/s1600-h/poi.jpg
http://1.bp.blogspot.com/_ATgVp7fohWo/Sh7YPrtOztI/AAAAAAAAAA4/G_nxKAMq70g/s1600-h/poi.jpg
http://www.megaartigos.com.br/natureza/animais/informacoes/peixe-palhaco
145 
Figura 4.f - Foto de Osteichthyes - Sarcopterygii 
 
(Fonte: http://www.mbari.org/seminars/1999/jun09_erdmann.jpg) 
 
 
Figura 5.a - Diversidade de Anfíbios - Foto de Anuro 
 
 (Fonte: http://www.fabiocompany.com.br/tecnologia/wpcontent/ uploads/2011/03/frog-
closeup-20.jpg); 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.mbari.org/seminars/1999/jun09_erdmann.jpg
146 
Figura 5.b - Diversidade de Anfíbios - Foto de Urodela 
 
 (Fonte: http://1.bp.blogspot.com/- 
TvFvWpZnOL8/UB3uw_bNPyI/AAAAAAAABac/QIufHLHAjwI/s1600/02.j
pg); 
 
 
 
 
 
Figura 5.c - Diversidade de Anfíbios - Foto de Gymnophiona 
 
 (Fonte: 
http://www.uta.edu/biology/campbell/herpetology/gcampbell4.jpg). 
 
 
 
147 
Figura 6.a - Diversidade de Répteis - Foto de Crocodilia 
 
(Fonte: http://thumbs.dreamstime.com/z/crocodilo-dos-animais-selvagens-21073483.jpg 
 
 
Figura 6.b - Diversidade de Répteis - Foto de Squamata 
 
(Fonte: https://ecoblogando.files.wordpress.com/2009/03/teiu.gif 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://ecoblogando.files.wordpress.com/2009/03/teiu.gif
148 
Figura 6.c - Diversidade de Répteis - Foto de Rhynchocephalia (Tuatara) 
 
(Fonte: http://reptilian-orders.wikispaces.com/file/view/080331-tuatara-evolution_big.jpg/55033154/363x219/080331-tuatara-evolution_big.jpg 
 
 
 
Figura 6.d - Diversidade de Répteis - Foto de Testudinata 
 
 (Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/File:Turtle3m.JPG 
 
 
 
 
 
 
http://reptilian-orders.wikispaces.com/file/view/080331-tuatara-evolution_big.jpg/55033154/363x219/080331-tuatara-evolution_big.jpg
http://reptilian-orders.wikispaces.com/file/view/080331-tuatara-evolution_big.jpg/55033154/363x219/080331-tuatara-evolution_big.jpg
149 
Figura 7. Diversidade de Aves (Aula 6). 
A) Foto de Arara (Fonte: Arquivo pessoal); 
 
Fonte: http://www.osmais.com/wallpapers/201203/arara-voando-wallpaper.jpg 
 
B) Foto de João-de-barro 
 
(Fonte: http://www.portaldemarcelino.com.br/portal/wp-
content/uploads/2014/04/Como-Joao-de-Barro-Faz-o-Ninho.jpg) 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.osmais.com/wallpapers/201203/arara-voando-wallpaper.jpg
http://www.portaldemarcelino.com.br/portal/wp-content/uploads/2014/04/Como-Joao-de-Barro-Faz-o-Ninho.jpg
http://www.portaldemarcelino.com.br/portal/wp-content/uploads/2014/04/Como-Joao-de-Barro-Faz-o-Ninho.jpg
150 
C) Foto de Seriema 
 
 
 (Fonte: http://www.biomasdobrasil.com/biomas/cerrado/SERIEMA_00001.jpg) 
 
D) Foto de Tuiuiu 
 
 
 (Fonte: https://unhasinspiradas.files.wordpress.com/2013/08/tuiuic3ba.jpg) 
 
 
 
 
 
 
http://www.biomasdobrasil.com/biomas/cerrado/SERIEMA_00001.jpg
https://unhasinspiradas.files.wordpress.com/2013/08/tuiuic3ba.jpg
151 
E) Foto de Pinguim 
 
 
 (Fonte: 
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a1/Falkland_Islands_Penguins_3
6.jpg 
 
F) Foto de Avestruz 
 
(Fonte:priscilaenfermagem03.blogspot). 
 
 
 
 
 
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a1/Falkland_Islands_Penguins_36.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a1/Falkland_Islands_Penguins_36.jpg
152 
Figura 8. Diversidade de Mamíferos (Aula 7). 
A) Foto de Camundongo 
 
 (Fonte: http://www.bioterio.fm.usp.br/ilustracoes/Wistar_conv.jpg) 
 
B) Foto de Baleia 
 
 (Fonte: http://mdmcamisas.files.wordpress.com/2011/10/220786.jpg 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.bioterio.fm.usp.br/ilustracoes/Wistar_conv.jpg
http://mdmcamisas.files.wordpress.com/2011/10/220786.jpg
153 
C) Foto de Golfinho 
 
(Fonte: http://4.bp.blogspot.com/-
rjloSjLQuog/UPhtj4p9OEI/AAAAAAAAAGg/FGqZNCbEt9w/s1600/golfinho3.jpg) 
 
D) Foto de Onça-Pintada 
 
 (Fonte: http://www.ninha.bio.br/biologia/mamiferos/onca-pintada/2.gif); 
 
 
 
 
 
 
 
http://4.bp.blogspot.com/-rjloSjLQuog/UPhtj4p9OEI/AAAAAAAAAGg/FGqZNCbEt9w/s1600/golfinho3.jpg
http://4.bp.blogspot.com/-rjloSjLQuog/UPhtj4p9OEI/AAAAAAAAAGg/FGqZNCbEt9w/s1600/golfinho3.jpg
http://www.ninha.bio.br/biologia/mamiferos/onca-pintada/2.gif
154 
E) Foto de Urso Polar 
 
 
 (Fonte: 
http://lh6.ggpht.com/_8Ia0w4O1jEw/Si0yRgRmP4I/AAAAAAAAFa8/46gGEyByOhI/
s800/POLAR%20BEAR.jpg) 
 
F) Foto de Camelo 
 
 (Fonte: http://www.dijandebarros.files.wordpress.com/2011/03/camelo.jpg) 
 
 
 
 
 
http://lh6.ggpht.com/_8Ia0w4O1jEw/Si0yRgRmP4I/AAAAAAAAFa8/46gGEyByOhI/s800/POLAR%20BEAR.jpg
http://lh6.ggpht.com/_8Ia0w4O1jEw/Si0yRgRmP4I/AAAAAAAAFa8/46gGEyByOhI/s800/POLAR%20BEAR.jpg
http://www.dijandebarros.files.wordpress.com/2011/03/camelo.jpg
155 
G) Foto de Morcego 
 
 
 (Fonte: http://1.bp.blogspot.com/-
uPuS7zIBTlw/UchXjZxV_aI/AAAAAAAAFbU/5hUGtsDW6ts/s1600/1010525_10201
385170895492_178571832_n.jpg) 
 
H) Foto de Monotremado – Ornitorrinco 
 
 (Fonte: http://1.bp.blogspot.com/-
ZHpKwtFq8Zk/UYVMEJTfE4I/AAAAAAAB8sU/cDbrchoaNWE/s1600/5.jpg) 
 
 
 
 
http://1.bp.blogspot.com/-uPuS7zIBTlw/UchXjZxV_aI/AAAAAAAAFbU/5hUGtsDW6ts/s1600/1010525_10201385170895492_178571832_n.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-uPuS7zIBTlw/UchXjZxV_aI/AAAAAAAAFbU/5hUGtsDW6ts/s1600/1010525_10201385170895492_178571832_n.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-uPuS7zIBTlw/UchXjZxV_aI/AAAAAAAAFbU/5hUGtsDW6ts/s1600/1010525_10201385170895492_178571832_n.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-ZHpKwtFq8Zk/UYVMEJTfE4I/AAAAAAAB8sU/cDbrchoaNWE/s1600/5.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-ZHpKwtFq8Zk/UYVMEJTfE4I/AAAAAAAB8sU/cDbrchoaNWE/s1600/5.jpg
156 
I) Foto de Monotremado - Equidna 
 
(Foto: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,21036415-EX,00.jpg 
 
J) Foto de Marsupial – Gambá 
 
 (Fonte: http://www.ecoloja.com.br/UserFiles/Image/gamba1.jpg); 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,21036415-EX,00.jpg
http://www.ecoloja.com.br/UserFiles/Image/gamba1.jpg
157 
K) Foto de Marsupial - Canguru 
(Fonte: http://4.bp.blogspot.com/- 
_bBRu9buBbQ/TyFkcPEsstI/AAAAAAAAACs/KxP_qkDQQEk/s1600/mae_e_filho- 
1191.jpg); 
 
L) Foto de Placentários– Peixe-boi 
 
(Fonte: http://rodrigopanza.xpg.uol.com.br/images/peixe_boi_amazonia.jpg) 
 
 
 
 
 
 
http://rodrigopanza.xpg.uol.com.br/images/peixe_boi_amazonia.jpg
158 
M) Foto de Placentários - Capivara 
 
(Fonte: 
(http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-
content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-
1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-
animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-
BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&
tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE) 
 
N) Foto de Placentários – Cachorro 
 
 (Fonte: http://www.arcadenoe.pt/img/race/big_43.jpg 
 
 
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE
http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/capivara-animal-1.jpg&imgrefurl=http://animais.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/capivara-animal/&h=309&w=500&tbnid=_CkY6MbrXS1-BM:&zoom=1&docid=m8Ryn3qCRJXWTM&ei=WqsRVa7BKPb7sATyi4DYBA&tbm=isch&ved=0CCQQMygcMBw4yAE
http://www.arcadenoe.pt/img/race/big_43.jpg
159 
O) Foto de Placentários – Chimpanzé 
 
 (Fonte: 
http://imagensgratis.com.br/imagens/animais-chimpanze-9684c7.jpg) 
 
P) Foto de Placentários– Humano 
 
(Fonte: http://4.bp.blogspot.com/-
rw0WddYQbGA/UBWCPbyP9nI/AAAAAAAAAOo/POh8g_AfeDM/s640/ra%C3%
A7a+humana.jpg) 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
 
http://imagensgratis.com.br/imagens/animais-chimpanze-9684c7.jpg
http://4.bp.blogspot.com/-rw0WddYQbGA/UBWCPbyP9nI/AAAAAAAAAOo/POh8g_AfeDM/s640/ra%C3%A7a+humana.jpg
http://4.bp.blogspot.com/-rw0WddYQbGA/UBWCPbyP9nI/AAAAAAAAAOo/POh8g_AfeDM/s640/ra%C3%A7a+humana.jpg
http://4.bp.blogspot.com/-rw0WddYQbGA/UBWCPbyP9nI/AAAAAAAAAOo/POh8g_AfeDM/s640/ra%C3%A7a+humana.jpg160 
ANEXO 3: Fichas do Jogo “Filogenia Animada” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
161 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
162 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
163 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
164 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
165 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
166 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
167 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
168 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
169 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
170 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
171 
SUGESTÃO VIII – PARASITOSES: DO PARASITA À PREVENÇÃO 
Sumário 
AUTORES: Renan Henrique Domingos , Cristina dos Santos Silva e Roberta Neves 
Gago Rodrigues 
 
PÚBLICO-ALVO: 7º Ano – Ensino Fundamental II 
 
CONTEXTO: 
A sequência didática pode ser aplicada concomitante ao tema Reino Animal. Os 
conteúdos conceituais a serem explorados seriam o estudo dos filos de animais que 
possuem representantes parasitas e como esta é uma característica que apareceu várias 
vezes durante a evolução. Seriam abordados: características gerais dos parasitas, 
interação com hospedeiro, vetores, doenças causadas (sintomas, órgãos afetados), ciclos 
de vida, profilaxia e tratamento, além de aspectos socioeconômicos, estatísticos, 
históricos e de distribuição geográfica. Conceitos atitudinais seriam explorados 
conforme as aulas. 
As parasitoses são um tema com grande potencial a ser explorado tanto pelo 
professor como pelos alunos. Este assunto permite a abordagem de um amplo espectro 
de atividades, desde aulas teóricas a visitas a campo, além de ser de grande interesse 
médico e social dado que afligem grande parte da população brasileira e mundial. 
Também é válido ressaltar a interdisciplinaridade do tema, englobando aspectos de 
ciências, história, geografia, matemática e saúde pública. 
 
OBJETIVOS: 
Com a sequência didática, espera-se que os alunos: 
 Compreendam o panorama geral de doenças causadas por parasitas: quais são os 
causadores e suas características, suas características socioeconômicas, 
possibilidades de prevenção, aspectos evolutivos das parasitoses; 
 Compreendam a relação do saneamento básico com a disseminação de doenças 
parasitárias; 
 Busquem dados e informações em outras disciplinas, estimulando a 
interdisciplinaridade; 
172 
 Sejam capazes de analisar de forma crítica dos dados analisados ao longo das 
aulas, relacionando questões sociais com as doenças estudadas; 
 Desenvolvam a sua cidadania; 
 Sejam capazes de elaborar hipóteses; 
 Interpretem de textos e vídeos; 
 Utilizem ferramentas digitais; 
 Realizem pesquisa em livros, internet e outras fontes; 
 Desenvolvam trabalho em grupo, cooperação. 
 
MATERIAL: 
 Panfleto explicativo da parasitose estudada pelo grupo: agente causador e suas 
características, vetor (ou ausência do mesmo) e suas características, ciclo de vida, 
características da doença, histórico, distribuição mundial e no país, estatísticas, 
profilaxia e tratamento. 
 Jogo de tabuleiro sobre parasitoses (Anexo 1). 
 Espécimes mortos e conservados de Ascaris sp.; Taenia sp. 
 Data show 
 Sala de informática com acesso a internet 
 Impressão das cartas em um verso de folha A4 (arquivo “Cartas Frente”) e então 
usando as folhas A4 desta impressão imprimir no verso ( arquivo “Cartas Verso”), 
e então recortar as cartas (Anexo 1); tabuleiro do jogo Mundo das parasitoses 
(Anexo 2) 
 
DINÂMICA: 
1ª Aula: Filos animais com representantes parasitas 
Aula expositiva dialogada e discussão 
 Fazer o levantamento de conteúdos prévios através de perguntas simples e diretas 
como “O que você conhece de parasitismo?” e “algum de vocês já teve uma 
doença como amarelão?” e deixar que desenvolvam. 
Conteúdos a serem trabalhados: 
 Conteúdo especifico: parasitismo como relação ecológica, co-evolução e 
parasitismo, evolução de parasitismo. 
Objetivos: 
173 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer a evolução múltipla do parasitismo em 
diversas linhagens. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer o parasitismo como uma relação 
ecológica importante. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer que o parasita e o hospedeiro interagem e 
co-evoluem. 
 
2ª Aula: relembrando protozoários parasitas 
Aula expositiva dialogada e discussão 
Conteúdo especifico: 
 Parasitismo como relação ecológica, co-evolução e parasitismo 
Objetivos: 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer a evolução múltipla do parasitismo em 
diversas linhagens. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer o parasitismo como uma relação 
ecológica importante. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer que o parasita e o hospedeiro interagem e 
co-evoluem. 
 
3ª Aula: Parasitas e vetores 
Aula expositiva dialogada e discussão. 
Objetivos: 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer a relação entre parasita e vetor, bem como 
a relação destes com o hospedeiro final. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer que medidas profiláticas contra doenças 
causadas por parasitas também devem ser tomadas em relação aos vetores devido 
a relação destes com o hospedeiro final e com o parasita. 
 
4ª Aula: Estudo de exemplos conservados de animais parasitas e de vetores 
conservados 
Aula demonstrativa dialogada e discussão 
 Material didático: espécimes mortos e conservados de Ascaris sp.; Taenia sp 
Objetivos: 
174 
 O aluno deverá reconhecer a relação entre forma e tamanho do parasita e o 
ambiente em que ele vive, bem como reconhecer as características na reprodução 
que lhe favorecem em seu estilo de vida. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer a relação entre parasita e vetor, bem como 
a relação destes com o hospedeiro final. 
 O aluno deverá ser capaz de reconhecer que medidas profiláticas contra doenças 
causadas por parasitas também devem ser tomadas em relação aos vetores devido 
a relação destes com o hospedeiro final e com o parasita. 
 O aluno devera reconhecer as características dos vetores que lhe propiciam a 
relação com o hospedeiros intermediários e final. 
 
5ª Aula: Ectoparasitas 
Excursão e discussão 
Objetivos: Identificação de locais onde há ectoparasitas, como capturá-los, 
identificação de fatores nos animais que atraem esses parasitas, alimentação de 
ectoparasitas. 
Local: Essa atividade deve ser realizada em um parque, jardim público, sítio ou 
fazenda. 
Recomendações: Os alunos e educadores devem utilizar calça comprida de cor clara, 
colocar a barra da calça dentro da meia e da bota. Pode ainda colocar o pé dentro de um 
saco plástico, vedar com fita adesiva larga. É recomendado usar camisa ou camiseta de 
manga comprida e luva de látex. Se, por acaso, algum carrapato subir na roupa, deve 
retirá-lo com fita adesiva transparente. 
Material Necessário: 
- pano de prato branco; 
- 200 gramas de gelo; 
- imagens ampliadas dos parasitas; 
- lupas; 
- máquina fotográfica e filmadora; 
- frascos com tampa. 
Discussão Inicial: 
Levantamento de conhecimentos prévios dos alunos acerca de ectoparasitas. O que eles 
sabem sobre carrapatos, piolhos, pulgas, do que esses animais se alimentam. 
175 
O carrapato pode viver em vãos de muros e paredes, jardins e trilhas no meio da mata. 
Podem atacar o homem e outros animais, causando coceira. Para piorar, pulgas e 
carrapatos podem transmitir doenças quando estão infectados por vírus,bactérias e 
protozoários. Isso ocorre porque eles são hematófagos, ou seja, se alimentam de sangue, 
sempre obtido por meio de picadas. Há uma maneira simples de detectar a presença de 
carrapatos e vamos fazer uma atividade para capturar carrapatos do local. 
Procedimentos: O professor estica um pano de prato no local suspeito, coloca 200 
gramas de gelo seco no centro do pano e aguarda de 20 a 30 minutos. Nesse intervalo, 
carrapatos vão subir no pano. Pode-se filmar a atividade. 
Discussão 
O professor pode perguntar por que isso aconteceu? 
Do que é feito gelo seco? 
E ir desenvolvendo perguntas até que os alunos cheguem a conclusão que os carrapatos 
são atraídos pelo gás carbônico liberado pelo gelo seco, que nada mais é do que gás 
carbônico em estado sólido (a fumaça que ele solta é o gás carbônico em estado gasoso). 
Conduzir perguntas levando os alunos a concluir que os animais liberam gás carbônico 
na respiração, o que é um fator atrativo para os carrapatos, levando-os a parasitar os 
animais. 
 Os carrapatos são capazes de perceber mudanças na concentração de gás carbônico do 
ar e, com isso, são atraídos em direção à fonte do gás. 
Os carrapatos recolhidos podem ser mantidos em um frasco seco, limpo e bem fechado 
e depois de mortos podem ser observados em lupa pelos alunos, comparando com as 
pranchas com imagens ampliadas dos parasitas. 
Revista Nova Escola 
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/parasitas-silenciosos-
piolhos-pulgas-carrapatos-506258.shtml 
 
6ª Aula: Vídeo: Saneamento - Projeto Embrião/IB/UNICAMP 
Projeção, trabalho com mídia e discussão. 
Iniciar a aula, perguntando aos alunos o que eles acham que é saneamento básico, 
sua importância para a saúde e bem estar das pessoas. Implicações de se viver em um 
local onde não há saneamento básico. 
Informar aos alunos que o vídeo que será assistido aborda problemas gerados a 
saúde pública devido a falta de saneamento básico. 
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/parasitas-silenciosos-piolhos-pulgas-carrapatos-506258.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/parasitas-silenciosos-piolhos-pulgas-carrapatos-506258.shtml
176 
A transmissão de doenças relacionadas a ausência de saneamento básico, causa 
contaminação de água e solo, levando a disseminação de doenças, muitas parasitárias. 
http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=15583 
Tempo: 10:47 
 
Discussão 
Após o vídeo será realizada discussão com os alunos sobre questões relacionadas 
a importância do saneamento básico e importância do tratamento de água e esgoto e sua 
consequência para as parasitoses: 
 Quais são as populações mais expostas a doenças parasitárias e por quê? 
 Como é a região onde essas pessoas moram com relação a infraestrutura? 
 Como vocês acham que é o acesso a saúde para essa população? 
 Porque as crianças constituem o grupo mais vulnerável para contração de 
verminoses e reinfecção? 
 A construção de rede de tratamento de esgoto e água evita muitas doenças? 
 Responsabilidade do estado em prover saneamento básico a população, que paga 
impostos? 
 Qual nossa parcela de reponsabilidade nessas condições? 
 
Objetivos: 
 O aluno devera ser capaz de interpretar informação e argumentar racionalmente. 
 O aluno devera reconhecer e aplicar medidas profiláticas possíveis a diversas 
doenças. 
 Desenvolvimento de cidadania dos alunos 
 
 
7ª e 8ª Aulas: Sala de Informática: pesquisa e desenvolvimento do panfleto 
Projeto 
Essa atividade será realizada em grupo. Os grupos elaborarão um folheto 
apresentando as principais verminoses, dando informações referentes às formas mais 
comuns de contágio, profilaxia, cuidados que devemos ter com o ambiente para o 
combate e diminuição desses casos. O folheto deverá ter público-alvo e faixa etária em 
http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=15583
177 
que as verminoses ocorrem em maior frequência. É importante a presença de 
Ilustrações, fotos, esquemas, gráficos. 
Os folhetos serão elaborados no programa Publisher 
 
Fontes de pesquisa: 
Livros didáticos: 
 Biologia - Autora: Sonia Lopes Editora: Saraiva – Volume Único 
 Ser Protagonista 2º Ano – Autores: Fernando Santiago dos Santos, João Batista 
Vicentin Aguilar, Maria Martha Argel de Oliveira - 1ª Edição – Edições SM 
Sites: 
 http://www.todabiologia.com 
 revistaescola.abril.com.br 
 
Objetivos: 
 O aluno deverá ser capaz de produzir material de divulgação claro e conciso 
 O aluno deverá ser capaz de pesquisar e obter informações relevantes ao tema 
aplicando seu conhecimento para julgar a confiabilidade da informação e para 
resumir e reelabora-la. 
 
9ª Aula: Jogo didático 
Aplicação do jogo didático – Mundo das parasitoses (Anexos 1 e 2) 
O professor apresentará o jogo, falando que este material trata-se de um tabuleiro 
em que se apresentam as principais verminoses estudadas, e com base nos assuntos 
trabalhados em aula e pesquisados para a montagem dos panfletos, os alunos teriam que 
responder a perguntas para prosseguir cada etapa do jogo. 
- Os alunos serão divididos em grupo de 4 alunos. 
- Eles terão dez minutos para ler o manual de instruções. 
- Os alunos poderão tirar as dúvidas antes do início do jogo e durante, com o professor. 
- O aluno devera se capaz de tomar decisões baseadas em argumentação critica e saber 
avaliar sua eficácia. 
Ao final do jogo os alunos podem chamar o professor para verificar a pontuação do/dos 
vencedor (es) e também discutir sobre os acertos e erros dos alunos. 
http://www.todabiologia.com/
178 
Ao final o professor fará uma discussão, levantando os assuntos abordados no jogo, para 
verificar o que os alunos aprenderam, dificuldades, debater assuntos relacionados a 
parasitoses, saneamento básico. 
 
Avaliação do processo: 
Comprometimento, participação nas atividades, disciplina e capricho. Avaliação do 
material (panfleto). 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/parasitas-silenciosos-
piolhos-pulgas-carrapatos-506258.shtml 
 
http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=15583 
 
LOPES, S.; ROSSO, S.; Biologia Volume 1. São Paulo: Saraiva. (1°ed) – pg 188-221, 
2010. 
 
SANTOS, F. S.; AGUILAR, J. B. V,; OLIVEIRA, M. M. A.; Ser Protagonista 2º Ano -. 
- 1ª Edição – Edições SM, 2010. 
 
http://www.todabiologia.com 
 
http://www.fiocruz.br/chagas/media/Trypanosoma%20cruzi-c.bmp 
 
http://antoniomaldonadoartsorocaba.blogspot.com.br/2010/04/blog-post_4866.html 
 
http://afabricadedesenhos.wordpress.com/o-que-fabricamos/objetos-e-lugares/desenho-
colorir-lago-brejo/ 
 
http://www.portalescolar.net/2011/08/37-desenhos-de-animais-para-colorir.html 
 
http://www.bcadventure.com/adventure/angling/bugs/leech/leech.phtml 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS 
 
 
 
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/parasitas-silenciosos-piolhos-pulgas-carrapatos-506258.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/parasitas-silenciosos-piolhos-pulgas-carrapatos-506258.shtml
http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=15583
http://www.todabiologia.com/
http://www.fiocruz.br/chagas/media/Trypanosoma%20cruzi-c.bmp
http://antoniomaldonadoartsorocaba.blogspot.com.br/2010/04/blog-post_4866.html
http://afabricadedesenhos.wordpress.com/o-que-fabricamos/objetos-e-lugares/desenho-colorir-lago-brejo/
http://afabricadedesenhos.wordpress.com/o-que-fabricamos/objetos-e-lugares/desenho-colorir-lago-brejo/
http://www.portalescolar.net/2011/08/37-desenhos-de-animais-para-colorir.html
179 
ANEXOS: 
ANEXO 1: Jogo Didático: Mundo das Parasitoses 
Instruções do Jogo 
 
1- Materiais Necessários: 
 Peões (um por aluno) 
 Tabuleiro 
 Papel para anotação 
 Lápis oucaneta 
 44 cartas 
 
2- Tipos de Cartas: 
a) Carta Azul: 
Carta com perguntas gerais sobre o tema/filo a ser abordado em cada setor do jogo 
Valor: 2 pontos 
 
b) Carta Amarela: 
 Carta com a descrição de uma situação—problema introdutória da parasitose a ser 
abordada. 
Valor: Não vale pontos 
 
c) Carta Verde: 
 Perguntas específicas sobre as parasitoses abordadas em cada setor do jogo. 
Valor: 3 pontos 
 
d) Carta Branca com Cruz Vermelha: 
Perguntas relacionadas à doença causada por cada parasita em específico. 
Valor: 4 pontos 
 
e) Carta Laranja (Carta Bônus): 
Perguntas sobre cada um dos temas/parasitoses com graus de dificuldade mais 
elevados. 
Valor: 6 pontos 
 
3 – Como jogar: 
O jogador deve seguir a trilha do Mundo das Parasitoses, percorrendo cada um dos 
setores do tabuleiro. Ao se deparar com cada uma das casas com indicações de cartas, 
deve selecionar a carta correspondente àquela casa, ler seu conteúdo silenciosamente e 
anotar em uma folha: o setor do jogo, o caminho tomado (caso se aplique), a cor da 
carta e a resposta que julga ser a correta, sem mostrar seu palpite a seus concorrentes. 
Ao final do jogo, na nuvem Calcule seus Pontos, o professor juntamente com cada 
aluno deverá conferir as repostas anotadas para cada pergunta, lhes atribuído os pontos 
devidos: em caso de resposta correta, o aluno recebe o total de pontos correspondente 
àquela cor de carta, já em caso de resposta incorreta, nenhum ponto deverá ser somado. 
Ao final, o aluno com maior número de ponto é declarado vencedor. 
 
4 – Tempo aproximando de partida: 
40 min 
 
5- Cartas - Frente 
 
 
180 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
! 
Você foi se hospedar em uma pousada, 
mas todos os quartos estavam 
ocupados. Sem opções, um funcionário 
da pousada oferece a própria residência 
para você passar a noite. É uma moradia 
simples, de pau a pique e você é 
informado para ficar atento à Doença de 
Chagas. 
 
Carta Verde 
Qual é a forma de transmissão do 
protozoário causador da Doença de 
Chagas? 
a) Picada do inseto barbeiro 
b) Fezes do inseto barbeiro 
c) Fezes do inseto anopheles. 
 
 
Ao ser diagnosticado com Doença de 
Chagas, qual órgão do corpo será 
mais afetado pela doença? 
a) Fígado 
b) Cérebro 
c) Coração 
 
 
Carta Bônus 
Qual das alternativas abaixo é uma 
forma de prevenção à Doença de 
Chagas? 
a) Saneamento básico 
b) Combate ao vetor 
c) Lavagem dos alimentos 
 
Carta Azul 
Protozoários parasitas são 
necessariamente transmitidos por 
vetores? 
a) Sim 
b) Não 
 
! 
Você foi convidado para uma excursão 
ao entardecer em uma pequena reserva 
de mata para observação de animais de 
hábitos noturnos. Os monitores 
instruíram os visitantes a recobrirem o 
corpo ao máximo e utilizar repelentes de 
insetos, pois há possibilidade de 
contração de Malária na região. 
 
181 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Qual é o inseto transmissor da 
Malária? 
a) Barbeiro 
b) Anopheles macho 
c) Anopheles fêmea 
 
 
 
Qual é um dos principais sintomas da 
Malária? 
a) Febre alta com intervalos definidos 
b) Problemas cardíacos 
c) Diarréia 
 
Carta Bônus 
Qual é o protozoário causador da 
Malária? 
a) Tripanossoma 
b) Plasmódio 
c) Ameba 
 
Carta Azul 
Que tipo de verme são os Platelmintos? 
a) Cilíndricos e lisos 
b) Achatados 
c) Cilíndricos e com anéis 
 
! 
Durante a sua excursão pelo Mundo das 
Parasitoses, em um dia muito quente, 
você se deparou com uma lagoa muito 
convidativa a um banho e resolveu se 
refrescar nesta lagoa. 
 
Carta Verde 
O ditado popular “Nadou, coçou é 
porque pegou” se refere a qual 
doença? 
a) Teníase 
b) Esquistossomose 
c) Ascaridíase 
 
182 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
 
 
 
Por que a esquistossomose também é 
conhecida como barriga d’água? 
a) Porque o doente começa a engordar 
b) Porque ocorre retenção de líquidos na 
região abdominal 
c) Porque o doente sente necessidade 
de ingerir grandes quantidades de 
liquído. 
 
Carta Bônus 
Qual é o nome da larva que sai do 
caramujo e penetra da pele do 
indivíduo? 
a) Miracídio 
b) Cisticerco 
c) Cercária 
 
! 
Ao visitar uma fazenda você foi 
convidado para um churrasco. Um boi e 
um porco foram abatidos na hora para 
carne. O churrasqueiro preparava as 
carnes mais para malpassadas e você se 
deliciou nas carnes. 
 
Carta Verde 
Quais são os dois hospedeiros 
intermediários da teníase? 
a) Homem e porco 
b) Homem e boi 
c) Boi e porco 
 
Carta Verde 
Qual o nome popular da tênia? 
a) Comunitária 
b) Solitária 
c) Unitária 
 
183 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Qual das alternativas abaixo é uma 
forma de prevenção à Teníase? 
a) Cozer bem carnes de boi e porco 
b) Lavar bem os alimentos 
c) Combater caramujos 
 
! 
Ao passar por uma plantação, você viu 
lindos pés de alface. Como estavam à 
venda, resolveu experimentar uma folha 
ali mesmo, sem lavar, para conferir se 
valiam a compra. 
 
Carta Verde 
Ovos de que parasita causam a 
cisticercose? 
a) Esquistossomo 
b) Tênia 
c) Lombriga 
 
Carta Verde 
Ovos de qual tipo de tênia de causa 
cisticercose? 
a) “Tênia do boi” 
b) “Tênia do porco” 
c) Ambas 
 
 
 
Qual dos órgãos abaixo não é 
afetado pela cisticercose? 
a) Olho 
b) Cérebro 
c) Fígado 
 
Carta Bônus 
Quando ingerimos ovos da “tênia do 
porco” e carne de porco mal cozida, 
adquirimos, respectivamente: 
a) Teníase e Cisticercose 
b) Cisticercose e Esquistossomose 
c) Cisticercose e Teníase 
 
184 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
! 
Durante sua viagem, você passou por 
um campo aberto e, resolveu 
juntamente com seus amigos, jogar uma 
partida de futebol neste campo. Como 
não tinham chuteira, resolveram jogar 
descalços. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Qual das alternativas abaixo não é 
uma forma de evitar a 
ancilostomose? 
a) Utilização de calçados 
b) Lavar bem os alimentos 
c) Saneamento básico 
 
Carta Verde 
Há penetração ativa de uma larva 
pela pele em quais parasitoses? 
a) Ancilostomose e Teníase 
b) Esquistossomose e Doença de 
Chagas 
c) Ancilostomose e Esquistossomose 
 
 
 
Em que órgão do corpo se instala a 
forma adulta do ancilóstomo? 
a) Pulmão 
b) Intestino 
c) Coração 
 
Carta Bônus 
Por que a ancilostomose também é 
conhecida como amarelão? 
a) Porque causa perda de sangue 
(anemia), levando à palidez. 
b) O verme tem cor amarela 
c) Os ovos do ancilóstomo são 
amarelos 
 
! 
Você passou por um lindo campo com 
flores e resolveu fazer um passeio. No 
meio do caminho você percebeu um 
animal “grudado” na sua perna 
 
 
 
 
 
 
185 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Azul 
Ectoparasitas são: 
a) Parasitas que se instalam dentro 
do corpo do hospedeiro 
b) Parasitas que se instalam fora do 
corpo do hospedeiro 
 
Carta Verde 
É um anelídeo ectoparasita: 
a) Minhoca 
b) Poliqueta 
c) Sanguessuga 
 
Carta Bônus 
Por que você não percebeu a 
presença da sanguessuga no seu 
corpo? 
 a) Porque ela produz um anestésico 
b) Porque ela é muito pequena 
c) Porque ela não penetra na pele 
 
 
A afirmação: As sanguessugassão 
utilizadas na medicina em tratamentos de 
doenças e na recuperação de cirurgias e 
transplantes, é: 
a) Verdadeira 
b) Falsa 
 
Carta Azul 
Ectoparasitas são: 
a) Parasitas que se instalam dentro 
do corpo do hospedeiro 
b) Parasitas que se instalam fora do 
corpo do hospedeiro 
 
186 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
! 
Ao passar por uma plantação, você viu 
lindos pés de rúcula. Como estavam à 
venda, resolveu experimentar uma folha 
ali mesmo, sem lavar, para conferir se 
valiam a compra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Azul 
Os nematelmintos podem ser parasitas 
de: 
a) Plantas 
b) Animais 
c) Animais e plantas 
 
Carta Verde 
Ascaridíase também é conhecida 
como: 
a) Amarelão 
b) Lombriga 
c) Elefantíase 
 
Carta Verde 
Como se contrai ascaridíase? 
a) Ingestão de água e alimentos 
contaminados com ovos. 
b) Ingestão de carne mal passada 
c) Penetração da larva pela pele 
 
Carta Bônus 
Quais órgãos do corpo humano 
participam do ciclo de vida da 
lombriga? 
a) Intestino, fígado e pulmão 
b) Intestino, pâncreas, cérebro 
c) Cérebro, fígado, pulmão 
 
 
 
A larva da lombriga passa pelos 
pulmões, podendo chegar à faringe e 
ser expelida: 
a) Pelos olhos 
b) Pelo nariz 
c) Pela boca 
 
187 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Artrópodes ectoparasitas muito 
comuns são: 
a) Mosquito e Piolho 
b) Piolho e Ácaro 
c) Ácaro e Mosquito 
 
Carta Verde 
Os ovos dos piolhos são conhecidos 
como: 
a) Lêndeas 
b) Lindias 
c) Liarias 
 
Carta Bônus 
Os ácaros são abundantes em: 
a) Campos e Plantações 
b) Rios e lagoas 
c) Travesseiros, tapetes e bichinhos 
de pelúcia 
 
 
 
Os carrapatos podem transmitir 
muitas doenças, entre elas: 
a) Febre Maculosa 
b) Febre Amarela 
c) Dengue 
 
188 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
! 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Esquerda 
 
Carta Verde 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Esquerda 
 
 
 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Esquerda 
 
Carta Bônus 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Esquerda 
 
Carta Azul 
Terra dos 
Protozoários 
 
! 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Direita 
 
189 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Direita 
 
 
 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Direita 
 
Carta Bônus 
Terra dos 
Protozoários 
Caminho da Direita 
Carta Azul 
Vila Platelmintos 
 
! 
Vila Platelmintos 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
 
190 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
 
 
 
Vila Platelmintos 
 
Carta Bônus 
Vila Platelmintos 
 
! 
Vila Platelmintos 
Caminho Carnívoro 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
Caminho Carnívoro 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
Caminho Carnívoro 
 
191 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vila Platelmintos 
Caminho Carnívoro 
 
! 
Vila Platelmintos 
Caminho Vegetariano 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
Caminho Vegetariano 
 
Carta Verde 
Vila Platelmintos 
Caminho Vegetariano 
 
 
 
Vila Platelmintos 
Caminho Vegetariano 
 
Carta Bônus 
Vila Platelmintos 
 
192 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
! 
Condado Nematoda 
Caminho da Esquerda 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Condado Nematoda 
Caminho da Esquerda 
 
Carta Verde 
Condado Nematoda 
Caminho da Esquerda 
 
 
 
Condado Nematoda 
Caminho da Esquerda 
 
 
Carta Bônus 
Condado Nematoda 
Caminho da Esquerda 
 
! 
Aldeia 
 Artropoda 
 
 
 
 
 
 
193 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Azul 
Distrito 
 Anelida 
 
Carta Verde 
Distrito 
 Anelida 
 
Carta Bônus 
Distrito 
 Anelida 
 
 
 
Distrito 
 Anelida 
 
Carta Azul 
Aldeia 
 Artropoda 
 
194 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
! 
Condado Nematoda 
Caminho da Direita 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Azul 
Condado Nematoda 
 
Carta Verde 
Condado Nematoda 
Caminho da Direita 
 
Carta Verde 
Condado Nematoda 
Caminho da Direita 
 
Carta Bônus 
Condado Nematoda 
Caminho da Direita 
 
 
 
Condado Nematoda 
Caminho da Direita 
 
195 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carta Verde 
Aldeia 
 Artropoda 
 
Carta Verde 
Aldeia 
 Artropoda 
 
Carta Bônus 
Aldeia 
 Artropoda 
 
 
 
Aldeia 
 Artropoda 
 
196 
ANEXO 2: Tabuleiro do Jogo Mundo das parasitoses 
197 
 
198 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
199 
 
200 
 
201 
SUGESTÃO IX – EVOLUÇÃO E NOÇÕES DE SISTEMÁTICA 
FILOGENÉTICA 
Sumário 
AUTORES: Léa Ludovico Bozzini e Victor Giovannetti 
 
 PÚBLICO-ALVO: Alunos do primeiro ano do Ensino Médio 
 
CONTEXTO: 
Esta sequência didática trata dos principais pensamentos evolutivos, relevantes a 
este nível da educação básica, dentro de um contexto histórico. Além disso, tem 
também como objetivo introduzir o pensamento filogenético para os alunos ao trabalhar 
com os principais conceitos envolvidos em tal disciplina. 
Trata-se de um dos temas mais interessantes da Biologia, de maior importância, 
por ser a teoria unificadora das ciências biológicas. 
Muito se discute sobre a conveniência de apresentação dos grupos animais em um 
contexto evolutivo em vez da abordagem mais comumente usada, que foca muito mais 
na memorização de inúmeras características dos variados grupos, características que 
muitas vezes não tem valor sistemático, ou seja, não refletem a evolução e a unidade do 
grupo como um agrupamento monofilético. Algumas vezes, na tentativa de abordar a 
diversidade zoológica em um contexto evolutivo, muitos professores seguem a “ordem” 
de um cladograma ao apresentar os grupos a seus alunos. Tal abordagem não deixa de 
ser precária, porque não difere em praticamente nada das abordagens mais clássicas. 
Tendo este problema em mente, elaboramos esta sequência didática na tentativa 
de aumentar o foco no pensamento evolutivo e introduzindo a disciplina da sistemática 
filogenética em termos adequados ao nível dos alunos. Esperamos que ao tratar da 
diversidade biológica (não só a zoológica) após essas aulas, os alunos sejam capazes de 
relacionar as características dos organismos à sua historia evolutiva, pois já estariam 
familiarizados com o modo de se trabalhar com a sistemática. 
A sequência didática foi elaborada tendo em vista que os alunos já sejam 
familiarizados com os seguintes conteúdos conceituais: origem da vida, 
criacionismo/fixismo, nomenclatura científica e conceito de espécie, noções de 
conceitos de hereditariedade. Além de serem capazes de trabalhar em grupos pequenos 
ou como um grande grupo em uma única atividade. 
202 
O ideal é que ela seja aplicada antesde tratar da diversidade zoológica, para que 
os alunos sejam capazes de relacionar as características dos organismos com seus 
agrupamentos supra específicos à luz das noções básicas de sistemática já trabalhadas. 
Acreditamos que dessa forma os alunos sejam capazes de pensar a diversidade biológica 
como um resultado de processos evolutivos e não como um amontoado de 
características a serem memorizadas. 
 
OBJETIVOS: 
O objetivo maior desta sequência didática é que os alunos passem a ser capazes de 
pensar na diversidade biológica como o resultado de inúmeros processos evolutivos, 
suprindo a deficiência da abordagem evolutiva no ensino de zoologia. 
Objetivos relacionados aos conteúdos conceituais: fornecer bases teóricas sobre 
(em nível de complexidade compatível a um aluno do primeiro ano do Ensino Médio) 
os principais conceitos relacionados ao pensamento evolutivo e a disciplina de 
Sistemática Filogenética, tais como: seleção natural, seleção artificial, seleção sexual, 
adaptação ao meio, especiação, grupos naturais, grupos irmãos, sinapomorfia, 
homologia, analogia, cladogênese e anagênese. 
Em relação aos conteúdos procedimentais temos como objetivo desenvolver a 
habilidade de leitura e interpretação de uma árvore filogenética. 
Por fim temos também como objetivo relacionado a conteúdos atitudinais de 
desenvolver e de aperfeiçoar a habilidade dos alunos de trabalhar em grupos pequenos 
ou como um só grande grupo junto com o professor na prática de uma atividade em 
conjunto. Desenvolver a habilidade de discussão de cenários fictícios e por fim a 
habilidade de apresentação oral de resultados alcançados. 
 
MATERIAL: 
 Lista de exercícios (Anexo 1) 
 Situações problema (Anexo 2) 
 Jogo nos moldes do jogo Tabu (Anexo 3): O jogo consistirá em uma serie de 
cartas, cada 
carta contará com um conceito previamente tratado durante as aulas desta 
sequência didática. Além do conceito a carta contará com dois ou três termos 
relacionados ao conceito escrito na carta, os chamados tabus, também será 
necessário um cronometro. 
203 
Como material didático desenvolvemos um jogo que tem como objetivo ajudar na 
compreensão e memorização das características dos diferentes grupos de invertebrados. 
jogo. 
 
DINÂMICA: 
A sequência será dividida em dois momentos por motivos de organização. No 
primeiro momento será tratado o pensamento evolutivo. Começaremos com um 
levantamento das concepções prévias dos alunos sobre o tema e posteriormente 
retornaremos a essas concepções para que os alunos as comparem com os novos 
conhecimentos. Trataremos das principais linhas de pensamento como o Lamarkismo, 
Darwinismo e Neodarwinismo, será feito um breve histórico do pensamento Darwinista, 
seu contexto e implicações além de uma breve biografia de Charles Darwin. Em 
sequência serão tratados os conceitos principais com maior detalhe, dentre eles estão 
adaptação, mutação, especiação, seleção natural, artificial e sexual. 
Passada esta primeira parte de aulas expositivas dialogadas haverá uma atividade 
em forma de um painel integrado em que os alunos interpretarão situações fictícias 
relacionadas aos três tipos de seleção já trabalhados. 
O segundo bloco da sequencia didática é dedicado à introdução da Sistemática 
Filogenética. Será desenvolvida uma atividade em que os alunos se depararão com 
alguns organismos fictícios e com o auxilio do professor tentarão recuperar as relações 
evolutivas entre eles baseados nas características dos mesmos, ou seja, um estudo 
filogenético simplificado. Ao longo da aula o professor irá montar uma árvore 
filogenética e trabalhará os principais conceitos a ela relacionados (e.g. grupo irmão, 
nós, internós, sinapomorfias, homologias, grupos naturais etc.). Será também realizada 
uma atividade com uma revista científica - um trabalho sobre relações filogenéticas, 
para que os alunos entrem em contato com a literatura acadêmica ao menos uma vez e 
tenham uma ideia melhor da natureza da ciência no que diz respeito à Sistemática 
Filogenética. Os cladogramas presentes neste trabalho servirão como base para 
atividades de revisão dos conceitos vistos anteriormente. 
Por fim será reservada uma aula para o uso de um jogo nos moldes do jogo 
chamado Tabu (a dinâmica da atividade será explicada em mais detalhe no item 8) para 
a revisão dos principais conceitos estudados ao longo das últimas aulas. 
A avaliação será feita por meio de uma lista de exercícios e pela participação nas 
atividades desenvolvidas ao longo da sequência. 
204 
Aula 1: Evolução 
Deverá ser realizado um levantamento das concepções prévias dos alunos sobre o 
termo evolução além de outros conceitos e processos relacionados à biodiversidade, tais 
como especiação, extinção e seleção natural. Além disso, o professor também deverá 
levantar as concepções dos alunos de como se da o estudo da evolução e relação entre as 
diferentes espécies e qual seria a importância de tal estudo. 
A aula deverá ser guiada em forma de discussão dirigida, em que o professor 
listará as concepções dos alunos no quadro, também será necessário um registro feito 
individualmente para posterior comparação. 
Nesta aula será entregue uma lista de exercícios (Anexo 1) referente a toda a 
sequência, os alunos deverão responder as questões em casa, gradualmente, conforme os 
conteúdos forem trabalhados. O professor será responsável por indicar aos alunos quais 
questões eles devem responder ao final de cada aula. Seria interessante que o professor 
reservasse pelo menos cinco minutos de cada aula para tirar eventuais dúvidas sobre os 
exercícios. 
Após esta aula o aluno deverá ser capaz de diferenciar o conceito biológico de 
evolução e dos demais conceitos trabalhados do seu significado segundo o senso 
comum, assim como aprimorar sua capacidade de discussão. 
 
Aula 2: Lamarck e Darwin 
Está aula tem como objetivo apresentar o pensamento Lamarkista e também uma 
breve biografia de Charles Darwin. Serão trabalhados os principais conceitos 
relacionados ao pensamento Lamarkista sobre evolução, para posterior comparação com 
o pensamento Darwinista. Deverão ser abordados os conceitos de herança de caracteres 
adquiridos e da lei do uso e desuso, sempre bem exemplificados. Também é importante 
destacar o aspecto linear do pensamento de Lamark. 
Em seguida será apresentada uma breve biografia de Charles Darwin, suas 
principais viagens, o contexto histórico e acadêmico. 
A parte da aula sobre o Lamarkismo será conduzida como uma aula expositiva 
dialogada, a biografia será apresentada de forma expositiva. 
O aluno será capaz de compreender os principais pontos do Lamarkismo como a 
herança de caracteres adquiridos e da lei do uso e desuso. A breve biografia de Darwin 
tem como objetivo aproximar os alunos da natureza da ciência, tentando desmistificar a 
imagem do cientista. 
205 
Aula 3: Lamarck e Darwin II 
A aula deverá ser conduzida de maneira expositiva dialogada, encorajando a 
participação dos alunos sempre que possível. 
Neste momento serão trabalhados os conceitos relacionados ao pensamento 
evolutivo de Darwin. Entre eles estão: mutação, seleção natural, sexual e artificial, 
adaptação ao meio, especiação e extinção. É também muito importante deixar clara a 
natureza ramificativa do pensamento de Darwin. Ao final da aula deverá ser feita uma 
comparação entre os dois pensamentos evolutivos apresentados aos alunos até o 
momento. Retomando o contexto histórico e acadêmico o professor deverá perguntar 
aos alunos quais teriam sido os desdobramentos da publicação da obra de Darwin. 
Apresentar o que é conhecido como Neodarwinismo. 
O aluno será capaz de apontar as principais diferenças entre o pensamento de 
Darwin e de Lamarck 
 
Aula 4: Situações problema - Lamarck e Darwin II 
Será aplicada uma atividade sobre os diferentes tipos de seleção (Anexo 2). A sala 
deverá ser dividida em cinco grupos,cada grupo receberá uma situação e perguntas 
relacionadas a ela. Ao final da discussão dos grupos, um ou mais alunos de cada grupo 
serão selecionados para apresentar ao restante da classe a sua atividade e as perguntas 
respondidas. 
Ao final da atividade o professor deverá retomar o conceito de especiação e seus 
processos relacionados para assegurar que ele esteja claro aos alunos. Tais conceitos 
serão importantes para a sequência das aulas. 
A atividade será conduzida em forma de painel integrado e a revisão de conceitos 
em forma de aula expositiva dialogada. 
Nesta aula, se o professor considerar adequado, poderá avaliar a participação dos 
alunos na atividade para ela faça parte da avaliação. 
Esta aula tem como objetivo sedimentar os conceitos de seleção natural, sexual e 
artificial por meio de uma atividade, além disso serão retomados conceitos relacionados 
a especiação e diversificação como introdução ao assunto da próxima aula, sendo assim, 
os alunos deverão ter claros tais conceitos ao final da aula. 
 
 
 
206 
Aula 5: Construindo Cladogramas 
A aula deverá ser conduzida como uma discussão dirigida, o professor deverá 
problematizar e estimular a participação dos alunos em todas as etapas da aula. 
O professor deverá apresentar os alunos uma serie de quatro ou cinco organismos 
fictícios diferentes, mas com características comuns suficientes para que seja possível 
construir um simples cladograma se baseando em tais características. O professor 
deverá apontar as características que serão utilizadas na análise e em seguida agrupar os 
organismos de acordo com cada característica e em seguida construir um cladograma 
com o auxílio dos alunos. Ao construir o cladograma o professor deverá explicar cada 
uma das partes de um cladograma e qual é o seu significado, como nó ramos, 
agrupamentos etc. 
Ao final desta aula os alunos deverão ser capazes de compreender conceitos 
básicos de sistemática filogenética como: sinapomorfia, grupo natural, homologia, 
cladogênese e anagênese. Os alunos também desenvolverão a habilidade de ler e 
interpretar um cladograma. 
 
Aula 6: Construindo Cladogramas II 
Esta aula é uma continuação da aula anterior, mantendo os mesmos objetivos e 
metodologias. Por se tratar de uma atividade complexa e com muitos conceitos novos, 
assim como toda uma simbologia nova dedicamos está aula para a continuação da 
atividade e para a apresentação de outros conceitos de sistemática filogenética que não 
puderam ser abordados na aula anterior como a analogia e grupos artificiais. 
 
Aula 7: Leitura e interpretação de artigo científico 
Durante essa aula o professor deverá apresentar aos alunos um artigo científico 
com a filogenia de algum grupo que o professor considerar adequado. O foco não é o 
grupo e sim o trabalho de sistemática. Se for possível seria muito interessante que o 
professor trouxesse o volume da revista em que o artigo foi publicado. Consideramos 
isso interessante, pois esta será a única oportunidade de muitos alunos de entrar em 
contato com a literatura acadêmica e suas normas. 
O professor deverá fazer uma apresentação breve sobre a forma do artigo (resumo, 
introdução, materiais e métodos, resultados e conclusões) apresentar o cladograma e a 
matriz de dados e fazer um paralelo mostrando que de maneira mais simplificada os 
alunos foram capazes de fazer o mesmo tipo de trabalho. 
207 
Em seguida o professor entregará uma copia a cada um ou dois alunos do 
cladograma do artigo e propor algumas questões a ele relacionadas como: apontar 
grupos naturais no cladograma, nomear os elementos da árvore, selecionar alguns 
grupos para que os alunos verifiquem se estes são naturais ou não. 
A aula deverá ser conduzida de maneira expositiva dialogada. Se o professor 
julgar adequado pode incluir as atividades do cladograma como parte da avaliação. 
O principal objetivo desta aula é aproximar os alunos da natureza da ciência, 
como parte de sua alfabetização científica. 
 
Aula 8 e 9: Refazendo a lista de exercícios + Jogo 
Nesta aula o professor devolverá as atividades com as concepções prévias dos 
alunos, realizadas na primeira aula. Os alunos deverão corrigir ou complementar as suas 
respostas com o que viram durante as aulas e novamente as entregar ao professor. Estas 
novas respostas deverão ser corrigidas para fazer parte da avaliação. Após recolher as 
atividades o professor deverá discutir possíveis dúvidas com os alunos. 
Por fim o professor aplicará o jogo Tabu filogenético (Anexo 3) que já foi 
detalhado acima e cujas cartas se encontram anexadas ao final deste documento. 
Esta aula tem como objetivo consolidar os conhecimentos adquiridos ao longo das 
demais aulas e sanar possíveis dúvidas. 
 
Avaliação: 
A avaliação consistirá na lista de exercícios entregue aos alunos na primeira aula 
que foi resolvida gradualmente pelos alunos. Também pela participação no painel 
integrado sobre seleção e pela atividade com o cladograma do artigo. E por fim pela 
atividade de contraste das concepções prévias dos alunos com os conceitos apresentados 
ao longo da sequência. 
 
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E SUGERIDA: 
Amorim, D.S., 2008. Paradigmas pré-evolucionistas, espécies ancestrais e o ensino 
de Zoologia e Botêanica. Ciência e Ambiente, 36, 125-150. 
 
Amorin, D.S., 2002. Fundamentos de Sistemática Filogenética, Holos, 158p, 
Ribeirão Preto 
 
De Pinna, M.C.C., 1991. Concepts and tests of homology in the cladistic paradigm. 
Cladistics 7, 367–394 
208 
 
Krasilchik, M. Prática de ensino de biologia. São Paulo: Editora da Universidade de 
São Paulo, 2004. 
 
Sasseron, L.H. & A.M.P. Carvalho, 2011. Alfabetização científica: uma revisão 
bibliográfica, Investigações em Ensino de Ciências v 16 (1), 59-77. 
 
209 
ANEXOS: 
 
ANEXO 1: Lista de exercícios 
Lista de Exercícios 
Questão 1. 
 
A história conta a evolução da cascavel com relação a perda do chocalho 
segundo Darwin. Explique a mesma história na versão de Lamarck. 
 
 
 
 
 
210 
Questão 2. 
 
Camaleão é um lagarto que compõe a família Chamaeleonidae, e é conhecido 
por sua curiosa capacidade de mudar de cor. Vamos considerar que os ancestrais dos 
camaleões eram lagartos que não possuíam essa capacidade. Explique sucintamente 
como Lamarck justificaria a aquisição dessa capacidade pelos camaleões, e em seguida 
faça o mesmo segundo os critérios evolutivos aceitos nos dias de hoje. 
 
Questão 3. 
 
Em meados de 1800, Darwin revolucionou a visão sobre a origem das espécies. 
Sua teoria teve especial impacto no âmbito religioso, e separou os cientistas em duas 
vertentes: evolucionistas x criacionistas. A partir dessas informações, responda: qual a 
definição do termo “evolução”? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
211 
Questão 4. 
 
Os dinossauros foram répteis que dominaram a vida na Terra num período 
geológico de tempo que vai desde o início do período Jurássico até o final do período 
Cretáceo, cerca de sessenta e cinco milhões de anos atrás, quando um evento 
catastrófico ocasionou a extinção em massa de quase todos os dinossauros. Nesse 
período, os mamíferos já habitavam a superfície da Terra, mas possuíam um número 
muito menor de representantes do que o encontrado nos dias hoje. Dê duas 
possibilidades que relacionem a extinção dos dinossauros com o aumento do número de 
mamíferos. 
 
Questão 5. 
 
Sabemos que a seleção natural explica muitas das modificações encontradas nas 
espécies ao longo dos anos: um indivíduo mais adaptado possui maiores chances de 
sobrevivência. Porém, muitas características encontradas em alguns animais não podem 
ser chamadas de “adaptações”, como por exemplo a enorme cauda de um pavão macho, 
ou a juba de um leão. Essas são características que claramente “atrapalham” o 
indivíduo, o que diminuiria as suas chances de sobrevivência. Pensando na função da 
bela cauda do pavão, explique por que essas características consideradasum 
“empecilho” foram selecionadas. 
 
Questão 6. 
 
Por que os fósseis são uma evidência da evolução, e não somente a prova de que 
determinados organismos habitaram a Terra? 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_tempo_geológico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_tempo_geológico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jurássico
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cretáceo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cretáceo
212 
Questão 7. 
 
Imagine uma lagoa onde alguns de seus moradores são representantes de uma 
espécie de sapo, por exemplo o sapo Cururu. Imagine agora que por algum motivo, 
surge uma barreira geográfica que divide essa lagoa no meio, de maneira que os 
indivíduos dessa espécie que ficaram de um lado da lagoa não podem mais se 
comunicar com os que ficaram do outro lado. Descreva o que deve acontecer com essas 
duas populações de sapos Cururu ao longo dos anos. 
 
Questão 8. 
(UEL) Com base na análise dessa árvore filogenética, assinale a alternativa correta: 
 
A) O grupo formado pelos lêmures é o mais recente, porque divergiu há mais tempo de 
um ancestral comum. 
B) Os chimpanzés apresentam maior proximidade filogenética com os gorilas do que 
com os humanos. 
C) Os gorilas compartilham um ancestral comum mais recente com os gibões do que 
com o grupo formado por chimpanzés e seres humanos. 
D) Os gorilas são os ancestrais comuns mais recentes do grupo formado por chimpanzés 
e seres humanos 
E) Os macacos do Velho Mundo e do Novo Mundo apresentam grande proximidade 
filogenética entre si. 
 
 
 
 
 
 
 
213 
Questão 9. 
(UFRS) Os cinco cladogramas das alternativas ilustram relações filogenéticas 
entre os táxons hipotéticos 1, 2, 3, 4 e 5. Quatro desses cladogramas apresentam uma 
mesma hipótese filogenética. Assinale a alternativa que contém o cladograma que 
apresenta hipótese filogenética diferente das demais. 
 
 
 
Créditos da imagens: 
Questões 1, 3 e 4, retirada de http://www.umsabadoqualquer.com/ 
Questões 2, 7 e 6, retirada de http://depositodocalvin.blogspot.com.br/ 
Questão 5 retirada de http://www2.uol.com.br/niquel/ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.umsabadoqualquer.com/
http://depositodocalvin.blogspot.com.br/
http://www2.uol.com.br/niquel/
214 
ANEXO 2: Situações problema 
CASO 1 
Material: Sete tomates de três tipos diferentes 
Contexto: As sementes de tomates serão usadas para iniciar um cultivo de tomates que 
visa a maior produção, considerando-se que serão vendidos por quilo. 
Atividade: deverão ser escolhidos os tomates que são mais adequados ao objetivo. 
Discussão: 
 Seria mais interessante criar apenas arbustos que dessem o tipo de tomates 
selecionado? 
 O que acontecerá com os tomates não selecionados? 
 
 
CASO 2 
Material: Um pote e diversas tampas diferentes 
Contexto: O pote representa uma fêmea de uma determinada espécie e as tampas os 
machos desta espécie. Mesmo sendo da mesma espécie os machos possuem 
características diferentes que podem interessar ou não a fêmea. 
Atividade: Encontre o(s) machos ideais para a fêmea 
Discussão 
 Qual foi a característica que determinou o macho escolhido? 
 Qual será a aparência dos machos da próxima geração? 
 O que ocorrerá com o grupo de características dos demais machos após algumas 
gerações? 
 
 
 
CASO 3 
Material: Alguns feijões. 
 Duas pinças, dois pregadores, duas tesouras. 
Contexto: A tesoura, a pinça e o pregador representam bicos de diferentes aves, que 
irão se alimentar das sementes. 
Atividade: Cada aluno escolherá um dos bicos e pegará a maior quantidade de 
sementes que puder, durante dois minutos. 
Discussão: 
 Qual bico foi mais eficiente? 
 Qual a vantagem em pegar mais sementes? 
 O que aconteceria com os demais, depois de algumas gerações? 
 
 
 
CASO 4 
Material: Clips de papel feitos de metal e outros feitos de plástico e um imã 
Contexto: Os clips representam uma população de herbívoros que é predada pelo imã. 
Atividade: Passe o imã sobre o conjunto de clips algumas vezes para simular a 
predação 
Discussão 
 O que aconteceu após alguns eventos de predação? 
 O que tenderá a acontecer com esta população ao longo do tempo levando em 
conta a proporção clips de metal/clips de plástico? 
 
215 
 
 
CASO 5 
Material: Figuras de quatro raças diferentes de cachorros. 
 Tabela de interesses dos futuros proprietários de cachorros. 
Contexto: Os cachorros estão em uma feira de cães, para serem vendidos para donos 
de canis, que querem criá-los. 
Atividade: Deverá ser entregue uma raça de cachorro para cada comprador, de acordo 
com seus interesses. 
Criador 1: Busca cachorro para pastoreio. 
Criador 2: Busca cachorro para auxiliar vítimas de acidentes em estações de esqui. 
Criador 3: Busca cachorro de caça para encontrar e assustar presas em tocas. 
Criador 4: Busca cachorro para companhia em apartamentos. 
Discussão: 
 Se o proprietário pudesse comprar mais cachorros, seria mais interessante 
comprar mais da mesma raça ou escolher uma raça diferente? 
 O que aconteceria com as outras raças? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
216 
 
 
 
Fontes: 
 http://www.clinicavetsaojose.com.br/ima
ges/00Blog/maltes_1.jpg (maltês) 
 http://lupusalimentos.com.br/system/wp-
content/uploads/2010/05/teckel.jpg (Teckel) 
 http://www.saudeanimal.com.br/imagens/
border_collie2.jpg (Border Collie) 
 http://lupusalimentos.com.br/system/wp-
content/uploads/2010/05/sao_bernardo.jpg (São 
Bernardo) 
 
 
http://www.clinicavetsaojose.com.br/images/00Blog/maltes_1.jpg
http://www.clinicavetsaojose.com.br/images/00Blog/maltes_1.jpg
http://lupusalimentos.com.br/system/wp-content/uploads/2010/05/teckel.jpg
http://lupusalimentos.com.br/system/wp-content/uploads/2010/05/teckel.jpg
http://www.saudeanimal.com.br/imagens/border_collie2.jpg
http://www.saudeanimal.com.br/imagens/border_collie2.jpg
http://lupusalimentos.com.br/system/wp-content/uploads/2010/05/sao_bernardo.jpg
http://lupusalimentos.com.br/system/wp-content/uploads/2010/05/sao_bernardo.jpg
217 
ANEXO 3: Jogo Tabu Filogenético 
Tabu Filogenético 
 
Como jogar: a sala deverá ser dividida em dois grandes grupos ou em 
grupos menores, caso o professor opte pelos grupos menores deverá se 
assegurar que seja um numero par de grupos, pois eles competirão dois a 
dois. Formados os grupos as cartas são divididas em dois montes e cada 
um deles entregues a um grupo. Deve-se escolher uma pessoa do grupo 
que ficará de frente para o restante de seu grupo com o monte de cartas. 
Essa pessoa então tira uma carta e liga o cronometro, o limite de tempo 
deverá ser determinado pelo professor. A carta deve estar escondida da sua 
equipe, mas visível a, pelo menos, um jogador da equipe adversária, ou ao 
professor, se ele optar por ser o mediador do jogo. Esse adversário será o 
responsável por assegurar se nenhum dos tabus seja utilizado como dica. 
 
O aluno segurando a carta deve dar dicas sobre o conceito da carta 
selecionada. As pistas podem ser palavras simples ou frases. O aluno que 
dá as pistas não poderá usar nenhuma palavra da lista de tabus impressa na 
carta. Qualquer parte ou forma dessas palavras também é proibida. Por 
exemplo, se a palavra proibida é "aniversário (dia do nascimento)", a 
pessoa que dá as pistas não pode usar "nascimento" ou "dia". Se a palavra 
proibida é "ler", a pista dada não pode ser "lendo". Dê um ponto para a 
equipe do aluno que dá as pistas por cada conceito que o grupo acertar. As 
respostas erradas não são penalizadas. Atribua um ponto à equipe 
adversária cada vez que for usada uma palavra Tabu e cada vez que a 
pessoa que dá as pistas passar uma palavra. Se quem dá as pistas usar uma 
palavra Tabu o aluno da equipe adversária escolhido como fiscal deve se 
manifestar. Então, o aluno que dá as pistas passa para uma nova palavra. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
218Cartas do jogo: 
 
 
 
 
219 
 
 
 
220 
 
 
 
 
 
OBS. IMAGENS UTILIZADAS EXCLUSIVAMENTE PARA FINS ACADÊMICOS

Mais conteúdos dessa disciplina