Intubação - sequência rápida
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Intubação - sequência rápida


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Au tora: Tainá F . Rehe m Me d icina / Un B
Intubação
1. Me d icão para red uzir o de sconf orto da intubação e m si
a. Naturalmente , a intubação cursaria com laringoe spasmo, dor, re ão
he mod inâmica de re spo sta ao es tres se
b.
Se nd o assim, é proposta uma alternativa de controle do paciente no qu al ele
poss ui:
i. An algesia
ii. Amn é sia
iii. Imob ilidade
iv. Se dação/ansiólise
c. Ou se j a, a anes te sia ge ral, composta por opióide s ( alív io da dor),
Se dativos /amné sia ( propof o l, tiope n tal, ou BZD), Imo bilidade ( bloque adores
ne uromus culare s)
2. Como é fe ita
a. Existe m várias f ormas:
i. U so de laringospcópio
1. Macintosh - curva
2. Lamina de Miller - reta ( ou infantil)
ii. Manuse io do larin goscópio
1. Macintosh - en caixa e ntre a glote e f aringe e a pu x a
2. Re ta- e mpurra a glote para trás; pref e rida e m crianças de vido a
retificação do condu to de ar e ntre o s be b ê s lacte nte s .
b.
A ve tilação positiva
i. Amb u
ii. Intu bação automática via re sp irador - intubação traque al
iii. Supo rte com máscara
iv . M ascara laringe a
v.
Cano d uplo- j ota
vi. Traque o stomia
vii. I ntub ão nasof arín ge a
viii. I ntub ão com tubo de duplo lúme n
3. Pre ditore s de v e ntilação dif ícil
a. His tória de ronco ou apné ia do sono.
b.
Í ndice d e massa corpóre a >26 kg/m2.
c. P re se nça de barba.
d.
A us ê ncia de d e nte s .
e.
I dade > 55 anos.
4. Av aliação da d if iculdade d e in tubação
a. QUA N DO A I NTUBA ÇÃO TRAQU EAL POR LARIN G OS COPI A CON V ENCIO NA L
REQU ERER MAI S DE 3 TEN TATIV AS O U DEMORAR MA IS DE 10 MI NU TOS PARA
SER REA LIZA DA
b.
Distância e ste rnome n toniana: com o pacie nte se ntado, pes coço em máx ima
e x te n são, b oca f e chada, me de -s e a distƒ ncia e ntre o b ordo sup e rior do es te rn o
( man‹brio ) e o que ix o ( me nto) . U ma distância igu al ou me nor q ue 12, 5 cm
conside rada s uge stiva de um in tubação difícil. Dis tância en tre o me nto e a
proe min ê ncia lan ge a me n or qu e 6,5 cm tamb é m imp ute dif iculdades à
cnica.
c. Distância inte rin cisiv os Maior que 3 cm
d.
Mallan patti
Au tora: Tainá F . Re he m M e dicina / U nB
i.
1. G rau I: glo te b e m vis ív e l;
2. G rau II : s ome nte a parte po ste rior da glote é visualizad a;
3. G rau II I: some nte a e piglo te pode ser v isualizada;
4. G rau IV : ne m a e piglote , nem a glo te pode m se r visualizadas.
e.
Escala de Co rmack e Le hane : corres ponde à avaliação do grau de
visualiz ão da glote à larin goscopia. A classe I de Mallamp atii co rre s pond e
ao grau I de visualização da laringe e m 99 a 100% das ve z e s. A clas se IV ,
aos graus III o u IV e m quase 100% d as v e ze s
i.
1. Tradução:
a. G rau I: glote be m visív e l.
G rau I I: s ome nte a parte poste rio r da glote é v isualizada.
G rau I II : some nte a e piglo te pod e se r visualizada, nen huma
porção da glote é visíve l.
G rau I V : ne m a e piglote , ne m a glo te p ode m se r visua lizadas.
ii. Mod if icada por Cook
1. Classificão de Cormack Le hane mod if icada po r Cook:
G rau 1: a maior parte da f e n da glótica é v is ív e l.
G rau 2A : ap e nas a p orção poste rior da glote é v is ív e l.
G rau 2B: ap e nas as cartilage ns arite noides são visíve is.
G rau 3A : epiglote v is ív e l e passív e l de e le vação.
G rau 3B: ep iglote ade rid a à f aringe .
G rau 4: ne nh uma e strutura larínge a visív e l.
f.
Solicitando ao pacien te para morder com o s incisivos inf e rio res o b io supe rio r
se v e rif ica a mobilid ade da mandíbula ( é u m bom pred itor de dificuldade
quando o pacie nte não cons e gue faze r e ste movimento )
g. Circunf e ncia do pe scoço maior que 40 cm ( indica o be sidade e apné ia do sono)
5. O tubo e ndo traqu e al
a. A fó rmula para o cálculo do tamanho do tub o e ndotraque al com ou se m
balon e te em criança acima de 2 anos s ão e stas;
i.
b.
Intu bação nasotraque al - o tu bo é mais f ino
i. Sob larin goscopia, v isu aliza- s e a glote , e com o aux ílio da pinça d e
Magill, dire ciona- se o tubo e ndotraque al, in troduzin do -o até o b alone te
ultrap assar as pre gas vocais.
6. Conf irmação d a intubação
a. Au sculta ruídos re spiratórios
b.
Mov ime nto simé trico do tórax
Au tora: Tainá F . Re he m M e dicina / U nB
c. Au ncia de ruídos v e ntilatório s no e pigástrico
d.
Pre se n ça de conde n sação de ar no tubo e n dotraque al de v ido à e x p iração
e.
V is ualização da ex tre midade d o tubo p assado atravé s das pregas vocais
f.
Au ncia de d is te nsão abdominal
g. M ov ime n tação da bo ls a- re se rvatório e m v e n tilação es pontânea
7. Extub ão
a. Au ncia de h ip óx ia, hipe rcabia ou de se q uibrio ácid o - b ásico importante
b.
Au ncia de instabilidade cardiopulmonar
c. Au ncia de curariz ão re sidual
d.
Au ncia de mo vimen to de b áscula do tórax n a in spiração
e.
Au ncia de d is te nsão abdominal
8. Complicõe s da intub ão
a. Complica‚ƒ e s d urante a laringos co pia e a in tubação:
i. Traumatismo s: pod e m ocorre r de sd e os b ios até a glote.
ii. Des locamen to de mand íbu la.
iii. Hip e rten são arte rial, taquicardia, arritmias, hipe rte nsão intracranian a e
in tra- o cu lar.
iv . Hipo x e mia e hipe rcab ia.
v.
Trauma de coluna cervical.
vi. Les õe s ou pe rf uraçõe s das vias re as e f ago;
vii. I ntub ão e sof ágica: é u ma das maiore s caus as da parada card íaca e
le são ce rebral associadas à intubação traque al, de d if ícil diagnó stico e m
várias situaçõe s, e x ce to qu ando se d is põe d e cap nograf ia.
viii. Re gurgitação e asp iração.
ix .
Pre se n ça de corpo s e s tranh os na via aére a.
b.
Complicõe s e nq uanto o tubo e ndotraque al e s instalado:
i. Obstrução por s e cre çõe s, acoto ve lame nto , corpo e stranho, e tc.
ii. Intu bação e ndo bronquica.
iii. Extub ão acide ntal.
iv . I squ e mia da mucos a traque al.
v.
Bro ncoes pamos.
vi. Ruptura do b alone te .
c. Complicõe s após a e x tubação :
i. Laringo e spasmo
ii. As pirão
iii. Farin gite
iv . Laringite
v.
Edema lange o e subglótico
vi. U lce ração da laringe e / ou de mu co sa traqu e al
vii. P ne u mon ia
viii. P aralisia das p regas v ocais
ix .
Luxação d a cartilage m arite ide
9. Se qu ê ncia p ida de intu bação
a. Pre paração- ve rif icar pilh a de laringoscopio, s e te m todo s os materiais .
b.
Pré tratame nto - 3 minutos ante s do início d a intubação
i. Fe ntanil
1. Age redu zindo o s e f e itos simpáticos d a laringos co pia
2. .A s principais indicaçõe s são
a. : s ín drome s coronarianas agudas;
b.
disse cção aguda de aorta;
c. pacie nte s com hipe rte nsão in tracrania na o u com
sangrame nto do SN C.