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cartilha-DST

Cartilha informativa sobre DSTs que usa personagens do Scooby‑Doo para explicar causas, formas de transmissão, sintomas, prevenção e tratamento. Inclui orientações práticas (preservativo, limitar parceiros, exames, vacinas) e foi elaborada por discentes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

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Cartilha informativa: 
Doenças sexualmente 
Transmissíveis 
Com 
scoob Dood 
Universidade Federal do Recôncavo 
da Bahia 
Centro de Ciências Agrárias, 
Ambientais e Biológicas — CCAAB 
 
 Discentes: 
 Aline Santos 
 Roqueline Moreira 
 Daniela Almeida 
 Josileia Ramos 
 
Docente: 
Ramon Lopes 
 
 
 
 
 
Cruz das Almas BA, Junho de 2016. 
Apresentação 
 
 Esta cartilha tem como objetivo 
abordar Doenças sexualmente Trans-
missíveis – DsT’s de forma animada, 
utilizando os personagens da turma 
do Scooby-Doo para atrair a atenção 
dos alunos para conhecer sobre o as-
sunto e utilizando-se da linguagem 
informal proporcionando uma me-
lhor compreensão dos alunos sobre o 
mesmo. A cartilha foi utilizada como 
requisito de avaliação da disciplina 
de Informática Aplicada a Educação-
pela Universidade Federal do Recôn-
cavo da Bahia, ministrada pelo Pro-
fessor Ramon Lopes. 
 
 
 
Scoob-Doo e o mistério 
das doenças sexualmente 
transmissíveis — Dst’s 
 
Scooby- Doo e sua turma foram chamados 
para resolver mais um mistério em mais um 
lugar inusitante: Numa biblioteca! Eles foram 
chamados para desvendar os grandes misté-
rios que doenças sexualmente transmissíveis 
podem causar em um corpo humano, além 
de descobrir formas de contágio, transmis-
sões e tratamentos de algumas que eles irão 
destacar, porém, eles não imaginam quantas 
surpresas maravilhosas eles estão prestes a 
descobrir. 
Ai Fred! Para onde é 
que você está levando 
a gente hein? 
Fomos convocados à desven-
dar mais um mistério Salsi-
cha, dessa vez numa bibliote-
ca! 
Ebaaaa,!Vamos lá 
galerinha? 
Aí Salsicha, eu não 
Conheço biblioteca. 
Nem eu Scooby, 
afinal, o que vie-
mos fazer aqui 
meu filho? 
Quietos vocês dois! Não 
percebem que estamos nu-
ma missão ? 
Viemos até aqui investigar 
e aprender um pouco mais 
sobre doenças transmitidas 
sexualmente. 
 Hoje vamos decifrar esse 
grande mistério! 
Mas afinal, o que são 
doenças sexualmente 
transmissíveis? 
Opaaa! Vamos lá. 
Aqui diz que é uma Infecção 
transmitida por meio de contato 
sexual, causada por bactérias, 
vírus ou parasitas. 
Ué, mas se é uma 
infecção porque as 
pessoas não se previnem 
de forma correta? 
Simples Dafhine! É a falta de 
conhecimento e descrença 
que infelizmente ainda afeta 
muitas pessoas no mundo. 
Mas você está certa, as 
pessoas devem se previnir, e é 
para isso que estamos aqui, 
para ao final desta cartilha 
nosso leitor ter conhecimento 
das várias formas de 
prevenção existentes. 
Legaaaaal!!! 
Aeee, essas informações to-
da me deu fome! Que tal pro-
curarmos um doce para co-
mer salcicha? 
Isso mesmo meu 
filhooo! 
 
Se acalmem meninos, 
precisamos ensinar as formas de 
prevenções para nosso leitor. 
Vamos lá? 
Só se for 
agora!!!! 
 O que de fazer: 
 Use camisinha - ou um preservativo de po-
liuretano em caso de alergia ao látex. Use-o 
corretamente cada vez que tiver relações 
sexuais. Isso vale para o sexo vaginal, oral 
ou anal. Outros métodos, como pílulas anti-
concepcionais, ou injeções contraceptivas, 
diafragmas e preservativos naturais (às ve-
zes chamados de preservativos de pele de 
cordeiro) não irá protegê-lo de doenças se-
xualmente transmissíveis. 
 Limite os parceiros. Você vai ter um risco 
menor se tiver relações sexuais com apenas 
uma outra pessoa que só está se relacionan-
do sexualmente com você, e que foi testado 
para doenças sexualmente transmissíveis e 
não está infectado. 
 Converse com seu parceiro antes de ter u-
ma relação sexual. Defina as regras com 
antecedência. Faça uso do preservativo u-
ma exigência. 
 Seja honesto sobre seu histórico. Diga ao 
seu parceiro sobre infecções que você teve. 
Conheça a história de seu parceiro também. 
 Faça exames regulares para doenças sexu-
almente transmissíveis, se você está em ris-
co de ter uma DST. 
 Converse com seu médico sobre se vacinar 
para prevenir HPV e hepatite B. 
 Faça o tratamento imediatamente se tiver 
quaisquer sintomas de doenças sexualmen-
te transmissíveis. Estes podem incluir se-
creção vaginal ou peniana, lesões genitais, 
dor ao urinar, febre e sangramento vaginal 
anormal. 
Limpe brinquedos sexuais e troque preservati-
vo a cada uso. 
 O que não fazer: 
 Não faça sexo se o seu parceiro tem sinto-
mas de doenças sexualmente transmissíveis, 
como pus ou secreção da área genital, feri-
das ou inchaço. 
 Não use drogas ou beba muito álcool. Dro-
gas e álcool podem fazer com que você bai-
xe a guarda e o leve a um comportamento 
mais arriscado, como sendo coagido a ter 
relações sexuais sem preservativos. 
 Não presuma que você será capaz de dizer 
se o seu parceiro está infectado. Muitas in-
fecções não apresentam sintomas. 
 Não deixe que o constrangimento fique no 
caminho de compartilhamento de informa-
ções com o seu parceiro (s) e seu médico. 
 Não use lubrificantes que contenham benzo-
caína e lidocaína, que bloqueiam a dor in-
tensa. 
 Use apenas lubrificantes à base de água (não 
à base de óleo). Lubrificantes à base de óleo 
podem quebrar o látex dos preservativos, 
permitindo que infecções penetrem no cor-
po. 
 
Não compartilhe brinquedos sexuais sem 
limpá-las entre o uso de cada parceiro. Brin-
quedos sexuais podem expô-lo a doenças 
sexualmente transmissíveis. 
Existem muitas doenças sexualmente 
transmissíveis, entre elas há: AIDS, 
Cancro mole (cancroide), Condiloma a-
cuminado (Papilomavírus Humano - 
HPV), Doença Inflamatória Pélvica 
(DIP), Donovanose, Gonorreia e infec-
ção por Clamídia, Hepatites virais, Her-
pes genital, Infecção pelo HTLV, Linfo-
granuloma venéreo (LGV), Sífilis e Tri-
comoníase. 
Mas destacaremos aqui apenas a 
AIDS, as hepatites, a sífilis e a 
gonorreia. 
AIDS: 
Como já vimos, as DST são transmitidas de 
um corpo ao outro pelo contato sexual, pelos 
líquidos vaginais e pelo esperma trocados du-
rante as relações sexuais. Essa também é a 
principal via de transmissão do vírus da aids, 
chamado de vírus da imunodeficiência huma-
na e mais conhecido pela sigla HIV. A aids 
também pode ser contraída pelo sangue (por 
meio de seringas e agulhas contaminadas), do 
leite materno contaminado e da mãe 
para o bebê durante a gravidez. 
Beleza!!! Vamos aos livros! 
http://www.aids.gov.br/aids
http://www.aids.gov.br/pagina/cancro-mole
http://www.aids.gov.br/pagina/condiloma-acuminado-hpv
http://www.aids.gov.br/pagina/condiloma-acuminado-hpv
http://www.aids.gov.br/pagina/condiloma-acuminado-hpv
http://www.aids.gov.br/pagina/doenca-inflamatoria-pelvica-dip
http://www.aids.gov.br/pagina/doenca-inflamatoria-pelvica-dip
http://www.aids.gov.br/pagina/donovanose
http://www.aids.gov.br/pagina/clamidia-e-gonorreia
http://www.aids.gov.br/pagina/clamidia-e-gonorreia
http://www.aids.gov.br/link/hepatites-virais-0
http://www.aids.gov.br/node/115
http://www.aids.gov.br/node/115
http://www.aids.gov.br/pagina/infeccao-pelo-virus-t-linfotropico-humano-htlv
http://www.aids.gov.br/node/117
http://www.aids.gov.br/node/117
http://www.aids.gov.br/pagina/sifilis
http://www.aids.gov.br/pagina/tricomoniase
http://www.aids.gov.br/pagina/tricomoniase
Hepatites: 
 
A hepatite é uma inflamação aguda e crônica 
do fígado (veja a foto ao lado). De fato, é muito 
importante falar desta doença, pois ela é bastante 
comum e ocorre devido a diversos fatores. Ela po-
de ser de origem viral (hepatite A, B, C, D e E), 
tóxica e medicamentosa, alcoólica, bacteriana ou 
parasitária. 
 Os sintomas de uma hepatite variam segun-
do a sua origem, porém determinados sinais, tais 
como a icterícia (amarelão), urinas escurecidas, 
fezes esbranquiçadas, náuseas, ou fígado sensível 
ao toque, são comuns a todos os tipos de hepatite. 
 A doença pode ser aguda e evoluir esponta-
neamente de forma favorável na maioria dos ca-
sos, sem deixar nenhuma seqüela. No entanto, 
uma hepatite mal cuidada pode evoluir e setornar 
crônica, uma cirrose, ou até mesmo um câncer. 
 A hepatite A é causada pelo vírus A. Sua 
contaminação ocorre principalmente pela via di-
gestiva, por alimentos e água contaminados por 
matérias fecais, assim como pelo consumo de fru-
tos do mar. 
 A hepatite B é causada pelo vírus B, transmi-
tido através do sangue (transfusão de sangue con-
taminado ou uso de seringas contaminadas, em 
toxicodependentes) ou fluidos corpóreos 
(exsudados de feridas, sêmen, secreção cervical 
(colo uterino), vaginal e saliva de pessoas portado-
ras do vírus), sendo que a maior concentração do 
vírus é encontrada no sangue e a menor na saliva. 
 A hepatite C é causada pelo vírus C, transmitido 
pela via sangüínea (transfusões, hemofílicos, toxicôma-
nos, pacientes que realizam hemodiálise, relação sexu-
al ou pela via placentária, este último mais raro). 
Parabéns salsicha, me-
rece um beijo!!!! 
http://criasaude.com.br/N4294/doencas/hepatite-a.html
http://criasaude.com.br/N3394/doencas/hepatite-b.html
http://criasaude.com.br/N3764/doencas/hepatite-c.html
 
Sífilis 
 Sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada 
pela bactéria Treponema pallidum. 
A sífilis é um mal silencioso e requer cuidados. Após a infecção 
inicial, a bactéria pode permanecer no corpo da pessoa por décadas 
para só depois manifestar-se novamente. 
A sífilis é causada por uma bactéria chamada Treponema palli-
dum, que é geralmente transmitida via contato sexual e que entra no 
corpo por meio de pequenos cortes presentes na pele ou por mem-
branas mucosas. 
A sífilis desenvolve-se em diferentes estágios, e os sintomas vari-
am conforme a doença evolui. No entanto, as fases podem se sobre-
por umas às outras. Os sintomas, portanto, podem seguir ou não u-
ma ordem determinada. Geralmente, a doença evolui pelos seguin-
tes estágios: primário, secundário, latente e terciário. 
Quando diagnosticada precocemente, a sífilis não costuma causar 
maiores danos à saúde e o paciente costuma ser curado rapidamen-
te. 
 O tratamento preferido dos médicos é feito à base de penicili-
na, um antibiótico comprovadamente eficaz contra a bactéria causa-
dora da doença. Uma única injeção de penicilina já é o bastante para 
impedir a progressão da doença, principalmente se ela for aplicada 
no primeiro ano após a infecção. Se não, o paciente poderá precisar 
de mais de uma injeção. 
 
Gonorreia 
 
A gonorreia é causada pela bactéria 
Neisseria gonorrhoeae, também conhecida 
como gonococo. Qualquer indivíduo que 
tenha qualquer prática sexual pode contra-
ir a gonorreia. A infecção pode ser transmi-
tida por contato oral, vaginal ou anal. 
· Na maioria dos casos, a gonorreia pas-
sa desapercebida. Quando há sintomas, 
alguns são bastante característicos, princi-
palmente na região genital.: 
No pênis, os sinais mais comuns da gonor-
reia são: Dor e ardência ao urinar, Secre-
ção abundante de pus pela uretra, Dor ou 
inchaço em um dos testículos. 
Já na vagina, os sintomas são: Aumento 
no corrimento vaginal que passa a ter cor 
amarelada e odor desagradável, Dor e ar-
dência ao urinar, Sangramento fora do pe-
ríodo menstrual, Dores abdominais, Dor 
pélvica. Mas a gonorreia também pode 
surgir em outras partes do corpo, co-
mo:Reto, Olhos, Garganta e Articulações. 
 Há dois objetivos no tratamento de u-
ma doença sexualmente transmissível 
(DST):, o primeiro é curar a infecção do in-
divíduo, enquanto o segundo é interromper 
a cadeia de transmissão da doença. Para 
isso, além de tratar o paciente, é importan-
te localizar e examinar todos os seus con-
tatos sexuais para tratá-los, se indicado. 
Por se tratar de uma doença bacteriana, o 
tratamento pode ser feito por meio de anti-
bióticos. Converse com seu médico sobre 
qual o melhor antibiótico disponível para 
seu caso. 
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/corrimento-vaginal
Agora que todos já estão 
craques, vamos treinar com o 
caça-palavras: 
E não esqueçam: O melhor tra-
tamento é a PREVENÇÇÃO! 
Seja cuidadoso com a sua 
VIDA! 
“Invista na prevenção, não espere a 
doença chegar;a saúde preventiva faz 
bem às pessoas e ao meio ambiente. “ 
Adelmar marques marinho 
http://pensador.uol.com.br/autor/adelmar_marques_marinho/
Esperamos que tenham 
aprendido!!!! 
E desvendemos ele por 
inteiro! 
Nós procuramos a pis-
Isso mesmo, e lem-
bre-se: não importa o 
mistério! Não importa o segredo! 
Scoob, Scoob-
Dooooo! 
Referências bibliográficas 
http://ww.equilibrionutricional.com.br/
site/atualidades.php?
page=atualidades&id=24 
 
 
http://http://www.gov.br/pagina/
quais-sao-dst 
 
 
Scooby-Doo é um desenho animado estaduni-
dense produzido pela Hanna-Barbera, e criado 
no ano de 1969 por Iwao Takamoto. 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho_animado
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hanna-Barbera
https://pt.wikipedia.org/wiki/Iwao_Takamoto

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