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Sistemática
A sistemática descreve a diversidade dos organismos e busca ordenar o surgimento dos mesmos ao longo do tempo. 
O sistema de classificação busca organizar os seres vivos em categorias de acordo com suas características em comum. Classificar é uma necessidade natural do ser humano. A identificação e a classificação são muito importantes para a sistemática. 
Sistemas artificiais utilizam um sistema de classificação arbitrários, eles não refletem as semelhanças e diferenças fundamentais entre os seres vivos
Sistemas naturais estabelece as principais linhas de evolução, ordenam naturalmente os organismos, visando o estabelecimento das relações de parentesco evolutivos entre eles.
Sistema binominal de Linnaeus classificava os seres em 2(plantas e animais), nele a natureza era dividia em três reinos: animal, vegetal e mineral. Esse sistema era baseado na contagem de partes das estruturas reprodutivas, por isso é conhecido como sistema sexual de 24 classes. 
Sistema Filogenético é uma classificação ordenada com as relações de parentesco entre os seres vivos, de acordo com a ancestralidade e descendência.
Eucarioto: possui núcleo individualizado, o núcleo envolvido por carioteca, há presença de organelas membranosas.
Procarionte: não tem núcleo definido, não possui carioteca, não há presença de organelas membranosas
A teoria da endossimbiose compreende no indicio da forma dos organismos, quando um acabou se conectando no outro, promovendo uma troca de benefícios entre os dois, nos levando as células que encontramos hoje.
Cianobactérias
As Cianosbactérias (fitoplênctons) são organismos autotróficos, unicelulares, procariontes, que fazem fotossíntese mas não possui cloroplastos, elas se movem pela excreção de mucilagem (propulsão, deslizamento) e movimento helicoidal (movimentos fibrilares em ondas produzindo contração). Elas se reproduzem assexuadamente e por recombinação genética.
· Hormogônio: pequenos pedaços de filamento principal que se destacam, apresentam motilidade e atuam como propágulo.
· Acineto: célula de resistência de paredes espessas.
· Heterocisto: células de paredes expessadas mais largas do que as células vegetativas. Fotossinticamente inativa. 
Maré vermelha: Quantidade excessiva desses organismos causado por uma desregulação do ecossistema. Produzem toxinas mortais (neurotoxinas – hepatoxinas – citotoxinas)
As Cianostoxinas é um metabólito secundário produzido por cianobactérias, e essa substância possui um ou mais efeitos tóxicos em diversos organismos. A intoxicação pode ocorrer por ingestão direta da água, consumo de organismos contaminados e contato direto com a água Estromatólitos: são rochas fósseis formadas pela deposição de carbonatos, sedimentos com camadas de cianobactérias e outras algas. 
Rhodophyta (algas vermelhas,).
As rodófitas (algas vermelhas) são plastídios endossimbióticos primários, formado por grândulos citoplasmáticos, não tem células flageladas. 
Ela se dá com maior abundância em mares tropicais e demonstram habilidade para viver em grandes profundidades, cerca de 250m. 
Seu envoltório celular possui uma matriz externa da parede celular composta por fibrilas de celulose associadas a polissacarídeos e mucilagem, algumas apresentam deposição de carbonato de cálcio. 
As rodófitas não possuem centríolos, então essas células são substituídas por anéis polares ou organelas associadas ao núcleo durante a mitose
Mitose fechada é quando a membrana nuclear não se rompe durante a mitose, nos polos ocorrem fenestrações por onde passam microtúbulos derivados dos anéis polares
· Pet Connection é a presença de conexões celulares. 
As rodófitas são muito usadas na alimentação, sua produção gira em torno de 2,5 bilhões de dólares, a retirada de ficocolóides dessas plantas é aplicado na indústria de sorvete, bebidas, conservas e na ciência.
Euglenophyta
A Euglenophyta fotossintetizante é o resultado de uma endossimbiose secundária entre célula eucarionte e uma alga verde. 
Possui estigma organela pigmentada, que funciona como escudo de luz, e detector de luz, que fica perto do flagelo longo, que detecta a luz que não é bloqueado pelo estigma, se movendo em direção a intensidade de luz apropriada.
Seu envoltório celular não possui parede celular e sem uma película, a sua estrutura não rígida, permitindo que a célula mude de forma e dando um meio alternativo de locomoção. 
O núcleo mesocarionte são cromossomos sempre espiralados 
Sua reprodução é de forma assexuada 
Dinoflagelados
Os Dinoflagelados são protistas unicelulares. São resultados de endossimbiose secundária e surgimento de cloroplastos com mais de duas membranas.
Elas estão no grupo dos alvéolos pois todos apresentam pequenas cavidades envolvidas por membrana sob a membrana plasmática. 
A Bioluminescência: é quando a luciferina é oxidada pela enzima e essa reação química libera energia sob a forma de energia luminosa 
Dinoconte: é a célula com dois flagelos dissimilares surgindo a partir do lado ventral da célula situados em sulgos superficiais. 
Desmoconte: é a célula com dois flagelos dissimilares surgindo a partir do lado ventral da célula mas não associado com sulgos superficiais
Os Dinoflagelados se movem igual peão pois um flagelo está inserido na fenda longitudinal e impulsa a célula para frente e o outro flagelo está na fenda transversal e impulsiona a célula ao redor de si mesma. 
Elas se nutrem de amido sintetizado no citoplasma, algumas delas fagocitam, outras algas retardando o processo de digestão. 
Os Dinoflagelados tem relação simbiótica com os corais, pois eles não possuem tecas e ocorrem com células esféricas douradas chamadas de zooxantelas, que são responsáveis pela produtividade fotossintética que possibilita o desenvolvimento dos recifes de corais. 
BACILLARIOPHYCEAE (Diatomáceas)
As diatomáceas podem ser unicelulares ou coloniais. Não há o compartilhamento de paredes celulares o que impede a formação de conexões entre as células. A presença de uma frústula de sílica impede que as diatomáceas formem indivíduos verdadeiramente multicelulares. 
Existem apenas indivíduos unicelulares e colônias.
Existem as Diatomáceas multipolar, Centrica radial, penadas sem rafe, penadas com rafe. Elas possuem simetria bilateral. 
Sua substância de reserva é a Crisolaminarina e Lipídios..
Seu envoltório celular se começa na Frústula: depósito de sílica na parede celular formando duas placas que se encaixam, apresentando banda conectiva. A frústula é composta por duas metades ou valvas: epivalva (maior) hipovalva (menor), encaixam-se como placas de petri.
· Único flagelo apenas nos gametas
· Zigoto denominado auxósporo
As Diatomáceas possuem dois tipos de reprodução: 
· Assexuada: Cada uma das valvas comporta-se como sendo uma epivalva (valva maior), ela vai construindo uma em cima da outra até reduzir de tamanho. 
· Sexuada: Gametangiogamia (Diatomáceas penadas, um tipo de isogamia) e Oogamia Diatomáceas cêntricas
As diatomáceas cêntricas de simetria radial possui maior relação superfície/volume. As penadas possuem simetria bilateral tendem a afundar mais rápido. As penadas com rafe possui movimentação mais rápida.
Phaeophyceae (algas pardas)
Possui parede celular composta por uma camada interna de celulose e outra mais externa com ácido algínico (alginato- importante para fabricação de sorvete, gesso, curativos etc) e polissacarídeos sulfatados (fucoidana): Substâncias de grande importância econômica.
Sua reprodução, quando móveis com um ou (mais comumente) dois flagelos desiguais, inseridos subapical ou lateralmente. Um dos flagelos apresenta-se coberto por “pelos” chamados mastigonema.
Seu cloroplasto possui Membrana dupla + duas membranas adicionais (RE) contínuas com a membrana nuclear.
Sua substancia de reserva é Laminarina (polissacarídeo solúvel) e manitol. 
O Mar de Sargasso é uma área geográfica delimitada apenas por correntes circulares. Está centrado numa zona de convergência subtropical onde a água superficial move-se lentamente, deixando a área pobre em nutrientes e portantopobre em diversidade, sendo também designada como deserto biológico. 
Morfologia vegetativa das algas pardas: 
· Talo filamentoso – formas mais simples ou mesmo uma fase alternante de algas mais complexas;
· Talo Pseudoparenquimatoso – filamentos justapostos, unidos por mucilagem, numa massa amorfa ou formando crostas;
· Talo Parenquimatoso – é formado por células que podem se dividir em vários planos, podendo diferenciar-se funcionalmente, formando um tecido verdadeiro;
· Este tipo de talo pode ser cilíndrico, ou achatado, na forma de fita ou lâmina. Apresenta diferenciação em medula e córtex; 
Sua importância ecológica é que são estruturadoras dos ambientes conferindo tridimensionalidade Kelps. A distribuição dos Kelps é muito dependente da temperatura da água e esta é uma função tanto da latitude quanto da circulação oceânica.

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