Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CURSO 
VEDAÇÃO
CURSO DE 
VEDAÇÃO
GAXETAS, JUNTAS E 
PAPELÕES HIDRÁULICOS
GAXETAS, JUNTAS E 
PAPELÕES HIDRÁULICOS
Soluções com Qualidade
INTRODUçãO
Gaxetas 2
�1.�Definição�........................................................................................................................2
2.�Tipos�Construtivos�......................................................................................................2
3.�Gaxetas�para�Isolamento�Térmico�.........................................................................3
4.�Gaxetas�de�Vedação�...................................................................................................3
5.�Sistemas�de�Engaxetamento...................................................................................6
6.�Dimensionamento�da�Caixa�de�Gaxetas�.............................................................7
7.�Seleção�de�Gaxetas�de�Vedação.............................................................................8
8.�Engaxetamento�Misto�............................................................................................ 10
9.�Instalação�de�Gaxetas�............................................................................................. 11
10.�Problemas�Mais�Comuns�com�Engaxetamento�.......................................... 13
JUNtas De VeDaÇÃO 14
1.�Definição�..................................................................................................................... 14
2.�Forças�em�uma�União�Flangeada�....................................................................... 14
3.�Eficiência�de�uma�Junta�......................................................................................... 14
4.��Influência�do�Acabamento�dos�Flanges�na�Escolha�da�Junta�.................. 14
5.�Tipos�de�Flanges�....................................................................................................... 16
6.�Dimensionamento�de�Juntas�Não-Metálicas�................................................. 17
7.�Emendas�de�Juntas�Não-Metálicas�.................................................................... 17
8.��Materiais�mais�utilizados�na�Fabricação�de�Juntas�Não-Metálicas�......... 17
Problemas�Mais�Comuns�com�Juntas�de�Papelão�Hidráulico�................... 19
9.�Juntas�Semi�Metálicas�............................................................................................ 21
10.�Juntas�Metálicas�..................................................................................................... 22
11.�Procedimento�de�Instalação�de�Juntas�.......................................................... 23
ÍNDICE�
�Curso de Vedação
Gaxetas
Juntas Metálicas
Tecidos e Fitas Técnicas
Produtos em PTFE
TEALON
Papelões Isolantes
Produtos em
PTFE Expandido - 
Quimflex®
Juntas de Expansão Metálicas 
e Não-Metálicas
Papelões
Hidráulicos
Esta apostila foi preparada para fornecer informações bá-
sicas sobre vedações em válvulas, equipamentos rotativos 
e uniões flangeadas.
Seu objetivo é, servir de material de apoio ao curso mi-
nistrado pela Teadit, passando um maior conhecimento 
técnico aos responsáveis pelas especificações de Gaxetas 
e Juntas, bem como orientar os usuários sobre os procedi-
mentos necessários à instalação destes materiais.
Cabe ressaltar que o conteúdo desta apostila está embasado 
nos 50 anos de experiência do grupo Teadit na fabricação 
de produtos para vedação e isolamento térmico, produtos 
de qualidade internacionalmente reconhecida e que repre-
sentam o que existe de mais moderno a nível mundial.
Como este é um trabalho sujeito a atualizações, a Teadit agra-
dece o envio de comentários e sugestões ao Departamento 
Técnico, por e-mail, fax ou correio.
av. Pastor Martin Luther King Jr., 8.939 - rio de Janeiro- rJ - CeP 21530-012
Tel. 55 (21) 2132-2500 - Fax. 55 (21) 2132-2550 - e-mail: engenhariadeprodutos@teadit.com.br
a/C. engenharia de aplicação - Tel. 55 (21) 2132-2650
departamento Técnico
Produtos teadit
Iso
90
01EM
PR
ES
A
� Curso de Vedação
1. deFInIção
O controle das perdas de fluidos e de calor é essencial 
para o bom funcionamento de equipamentos mecâni-
cos. Vários métodos são empregados para atingir esse 
objetivo, sendo a utilização de gaxetas o mais antigo, e 
até hoje o mais funcional.
Construídas com fios trançados de diversas fibras, as 
gaxetas se caracterizam por serem produtos macios, fle-
xíveis, resilientes (elástico), com boa resistência mecânica, 
térmica e química.
Fáceis de serem instaladas, as Gaxetas podem trabalhar 
com praticamente todos os tipos de fluidos, em amplas 
faixas de temperaturas e pressões.
2. TIPos ConsTruTIVos
Como as gaxetas são utilizadas numa ampla gama de 
aplicações (haste de válvulas, bombas rotativas, alterna-
tivas e centrífugas, misturadores, sopradores, tampas de 
filtros e reatores, evaporadores e fornos), existem vários 
tipos construtivos visando à obtenção da melhor relação 
custo/benefício em cada uma delas.
No caso de gaxetas de vedação, várias experiências de-
monstraram que a força de vedação é influenciada pela 
construção da gaxeta. As gaxetas com construção mais 
densa são mais efetivas na transmissão da força de aper-
to de anel para anel, e como conseqüência a força de 
vedação também é melhor distribuída (embora de for-
ma decrescente) do anel junto à sobreposta até o anel 
no fundo da caixa.
O tipo de construção da gaxeta também é determinante 
em sua flexibilidade. As gaxetas mais flexíveis se confor-
mam melhor ao eixo (haste), garantindo uma superfície 
de contato / vedação mais homogênea.
A seguir, relacionamos as características de fabricação 
e aplicação dos diferentes tipos construtivos: torcida, 
capa sobre alma, capa sobre capa, entrelaçada trança 
grossa, entrelaçada trança fina.
2.2. Capa sobre alma
Consiste em se trançar uma 
capa sobre uma alma de fios 
torcidos. 
É uma ga xet a de p ouc a 
resistência mecânica e baixa 
densidade, porém de excelente con-
formabilidade. Recomendada para isolamento térmico. 
Quando impregnadas e lubrificadas, também podem 
ser utilizadas em haste de válvulas em aplicações pouco 
exigentes (baixa pressão).
Neste processo, são trançadas vá-
rias capas, uma sobre a outra, até 
se atingir a bitola desejada. São 
gaxetas densas, porém pouco fle-
xíveis, sendo recomendadas para 
altas pressões e baixas velocida-
des periféricas, como em válvulas, 
juntas de expansão, etc.
2.3. Capa sobre Capa
Os fios são trançados de uma 
só vez, passando uns sobre os 
outros numa mesma direção. 
Normalmente macias estas 
gaxetas podem absorver grande 
quantidade de lubrificantes e 
impregnantes. São relativamente den-
sas e flexíveis, sendo recomendadas para serviços com 
altas velocidades periféricas e pressões relativamen-
te baixas. São também utilizadas em equipamentos 
rotativos velhos e com desgaste.
2.4. entrelaçada Trança Grossa
Consiste em se agrupar um 
conjunto de f ios e retorcê-
los, obtendo-se assim uma 
gaxeta macia, porém com baixa 
resistência mecânica. Utilizada em 
aplicações de isolamento térmico. 
Permite a obtenção de bitolas 
menores, retirando-se fios.
2.1. Torcida
�Curso de Vedação
Os fios se entrecruzam diago-
nalmente, de um lado ao outro 
da gaxeta. Cada fio é fortemente 
preso pelos outros, formando uma 
estrutura muito sólida e densa, 
porém flexível. Sem capas para se desgastarem, as 
gaxetas com essa construção podem absorver uma 
boa quantidade de lubrificantes e impregnantes, 
sendo as mais indicadas para aplicações em eixos 
rotativos, alternativos e válvulas, em serviços com 
altas pressões e/ou altas velocidades periféricas, de-
vido as seguintes características:
2.5. entrelaçada Trança Fina
Possui uma superfície mais lisa  maior área de contato 
da gaxeta com o eixo, “melhor vedação”.
Maior estabilidade dimensional  menor deformação 
transmitindo melhor a força de aperto de anel para anel.
Maior flexibilidade  Ajusta-se melhor quando curva-
da sobre o eixo.
Melhor efeito de vedação  A força de vedaçãoé melhor 
distribuída ao longo do engaxetamento.
Desenvolvidas para Isolar termicamente e Vedar equipa-
mentos em industrias de alumínio, siderúrgicas, metalúr-
gicas, de vidro, petroquímicas, têxteis, açúcar e álcool, 
entre outras.
Essas gaxetas possuem distintas concepções construtivas 
e de fibras para atender à peculiaridade de aplicação e 
operação de cada um desses segmentos.
Não possuem lubrificantes nem impregnantes, sendo 
por isso indicadas somente para aplicações tais como: 
 Isolamento e proteção de mangotes contra respingos 
e metais fundidos.
 Isolamento externo de tubulações que conduzam flui-
dos aquecidos.
 Vedação de portas de fornos, estufas e equipamentos 
similares.
3. GaxeTas Para IsoLaMenTo TérMICo
Fibra aramida
Possui excelente resistência mecânica (abrasão, tração e 
fadiga) e média resistência térmica e química. Utilizada em 
aplicações nas quais o esforço mecânico sobre a gaxeta 
for intenso e cíclico. 
Produtos: 
AR 505 – AR 3110
3.1. Características das Fibras utilizadas
Fibra de Vidro
Possui alta capacidade de isolamento térmico, boa resis-
tência química e as intempéries, porém tem baixa resis-
tência a fadiga. Recomendada para aplicações estáticas 
de isolamento térmico.
Produtos: 
TERMOVID® 603 – TERMOVID® 505 – TERMOVID® 636 
TERMOVID® 637 – ET 3110. 
Fibra Cerâmica
Apresenta excelente capacidade de isolamento térmico a 
altas temperaturas, boa resistência química e mecânica. 
Recomendada para isolamento térmico a altas temperatu-
ras e sujeito a esforços mecânicos de baixa intensidade.
Produtos: 
TERMOCERAM® 630 - TERMOCERAM® 635
Fibras usadas na construção das Gaxetas:
Fibras
Temperatura Revestimento (oC)
 Com solicitação 
Mecânica
 Sem solicitação 
Mecânica
Vidro 260 550
aramida 290 350
Cerâmica 550 1260
São aquelas utilizadas para controlar o vazamento de flui-
dos em bombas rotativas ou alternativas, misturadores, 
agitadores, juntas de expansão telescópicas, válvulas e 
muitos outros tipos de equipamentos mecânicos.
As gaxetas de vedação, são cortadas em forma de anéis, 
flexionadas de modo a se conformar em torno do eixo 
(ou haste) e instaladas na caixa de Gaxetas.
Ao apertarmos a sobreposta, ela exerce sobre os anéis 
uma pressão axial (força de aperto) que os deforma, pro-
vocando sua expansão contra o eixo e a caixa de gaxetas. 
Essa força provocada pela expansão dos anéis é chamada 
de força de vedação e é a responsável pelo controle do 
gotejamento (selabilidade).
4. GaxeTas de Vedação
estática  Haste de Válvulas
Nestas aplicações a gaxeta funciona como elemento de 
vedação, não sendo permitido gotejamento ou qualquer 
vazamento visual.
4.1. Características Básicas de aplicação
� Curso de Vedação
dinâmica  Eixos de Bombas e de outros equipamentos 
rotativos e alternativos.
Normalmente nessas aplicações, a gaxeta funciona como 
elemento controlador de vazamento e necessita de uma 
película de fluido entre ela e o eixo (luva), com o objetivo 
de diminuir o atrito entre ambos e refrigerar o sistema.
As fontes desta película podem ser: os lubrificantes adi-
cionados a gaxeta durante sua fabricação, o gotejamento 
controlado do fluido de processo ou um fluido de fonte 
externa.
Algumas gaxetas em situações específicas poderão tra-
balhar sem gotejamento, consulte nosso Departamento 
Técnico (vide introdução).
Não tente eliminar o gotejamento através de aperto 
excessivo na sobreposta, pois poderá elevar a tempe-
ratura dentro da caixa de gaxetas acima dos limites má-
ximos de trabalho dos componentes da gaxeta (fibras, 
impregnantes e lubrificantes), e causar desgaste acen-
tuado do eixo por abrasão.
O aperto excessivo também poderá causar a extrusão da 
gaxeta entre o eixo e a caixa, travar o eixo e acarretar até 
mesmo a queima do motor elétrico.
Não é recomendado o uso de gaxetas com reforço metá-
lico em bombas, pois poderá danificar o eixo / luva.
Portanto, são gaxetas com características construtivas 
próprias para resistir à alta pressão de aperto, recebendo 
ou não reforços metálicos para aplicações extremas. Existe uma grande variedade de fibras apropriadas para 
a fabricação de gaxetas de vedação, cada uma delas com 
características próprias. A utilização de uma ou outra, tem 
como objetivo a obtenção do melhor desempenho para 
as gaxetas em cada aplicação específica.
Abaixo relacionamos as fibras mais utilizadas, bem como 
as principais propriedades que conferem as gaxetas:
4.2. Características das Fibras utilizadas
FIBras TeMPeraTura (oC) FaIxa de pH
Mínima Máxima
Carbono -240 450 At. Oxidante650 Vapor 0-14
Grafite Flexível
Grafite Flexível/Carbono -240
450 At. Oxidante
650 Vapor 0-14
PTFE Expandido -200 280 0-14
PTFE - grafite -200 280 0-14
meta-Aramida -100 290 1-13
para-Aramida -100 280 2-12
EGK®: 
PTFE-grafite/aramida -100 280 0-14
EWK®: PTFE-aramida -100 280 0-14
Fenólica -100 250 1-13
Acrílica -100 230 4-10 Grafitada2-12 Teflonada
Vegetais -25 100
5-9 Teflonada
6-8 Parafinada
6-8 Grafitada
Carbono
São obtidas por processo de oxidação controlada de fi-
bras de base asfáltica ou acrílica, obtendo-se as fibras de 
carbono (com 95% de carbono). Possuem excelente esta-
bilidade e condutividade térmica, são auto-lubrificantes, 
e são inertes a maioria dos produtos químicos. Ideal para 
trabalhos com alta temperatura, alta pressão, alta veloci-
dade periférica e produtos químicos agressivos.
Produtos: 
Quimgax® 2002 - Quimgax® 2025 - Quimgax® 2200
Grafite Flexível
Obtido a partir do grafite puro expandido e, posteriormen-
te, compactado sob pressão, o Grafite Flexível apresenta 
propriedades únicas de inércia química, resistência tér-
mica, resiliência e compressibilidade. É auto lubrificante 
e dissipador de calor, sendo portanto ideal para trabalhos 
a altas temperaturas.
Produtos: 
Quimgax® 2000S - Quimgax® 2000IC
�Curso de Vedação
Fenólica
Devido a sua estrutura química (termofixa), a fibra 
fenólica possui propriedades que claramente a distin-
gue de outras fibras e que conferem as gaxetas carac-
terísticas tais como: Boa resistência à temperatura, a 
produtos químicos e abrasivos, excelente estabilidade 
térmica, além de não provocar o desgaste prematuro 
da superfície dos eixos/luvas.
Produto: Quimgax® 2777
Fibras Vegetais
As fibras vegetais, tais como o rami e o algodão, têm como 
principal vantagem o seu baixo custo, além de não serem 
abrasivas. Apresentam boa resistência mecânica, porém 
baixa resistência aos produtos químicos e ao calor.
Produtos: Quimgax® 2143 - Quimgax® 2153
acrílica
Esta fibra possui boas propriedades mecânicas, que con-
ferem a gaxeta boa estabilidade térmica e dimensional. 
Apresenta excelente relação custo / benefício em aplica-
ções com fluidos pouco agressivos.
Produtos: 
Quimgax® 2019 - Quimgax® 2061 / 2062aramidas
Fibras de poliamida aromática dividem-se em dois grupos:
1) para-aramidas  oferecem incomparável resistência à 
pressão e a fluidos abrasivos. Apresentam ainda excelen-
te estabilidade dimensional e boa resistência a produtos 
químicos. Como as gaxetas produzidas com essa fibra 
são especialmente indicadas para trabalhar com fluidos 
que contenham sólidos em suspensão / abrasivos (areia, 
polpa de minério, etc.), recomendamos que o eixo / luva 
PTFe expandido
Atualmente, vários tipos de filamentos de PTFE são utili-
zados na produção de gaxetas, sendo que os testes de-
monstraram que os diferentes processos de produção 
dos filamentos influenciam diretamente na performance 
das gaxetas de PTFE.
A TEADIT utiliza hoje na fabricação de seus filamentos, 
a mais avançada tecnologia em PTFE expandido e adi-
tivado, que proporciona às suas gaxetas características 
superiores às das similares produzidas com filamentos 
obtidos por outros processos, tais como:
 Maior Flexibilidade, melhor conformação na caixa 
de gaxetas.
 Menor Atrito, menor desgaste e geração de calor.
 Menor Encolhimento, maior selabilidade.
 Menor Relaxamento, menor necessidade 
de reapertos.
 Maior Transmissão de Calor, maior arrefecimento.Essas qualidades conferem as Gaxetas de PTFE expandido 
e aditivado TEADIT, excelente performance numa ampla 
faixa de aplicação.
Produtos: Quimgax® 2005 - Quimgax® 2006 
PTFe-Grafite
Produzido com a mesma tecnologia do filamento de PTFE 
expandido e aditivado, é obtido através da integração 
molecular do PTFE expandido com o grafite, resultan-
do em um material auto-lubrificante com coeficiente de 
atrito muito baixo, excelente resistência a produtos quí-
micos, alta condutibilidade térmica e dissipação de calor. 
Apresenta excelente selabilidade, não enrijece e virtual-
mente elimina o desgaste no eixo.
Produto: Quimgax® 2007G
eGK, eWK
O EGK e o EWK são filamentos exclusivos, patenteados pela 
TEADIT. No EGK, o filamento de para-aramida encontra-se 
totalmente envolvido pelo filamento de PTFE-grafite (EG), 
já no EWK encontra-se envolvido pelo filamento de PTFE 
expandido. Estes filamentos reúnem propriedades tais 
como a resistência mecânica da para-aramida (interna) e 
a resistência química, autolubrificação e baixo coeficiente 
de atrito dos filamentos de PTFE expandidos e aditivados 
(externa). Possuem grande resistência à extrusão.
Produtos: 
Grafite Flexível / Carbono
Reúne as principais características dos dois tipos de 
filamento, proporcionando uma gaxeta com excelente 
selabilidade, baixo coeficiente de atrito e excelente re-
sistência à extrusão. Sendo indicada tanto para haste de 
válvulas como para eixos rotativos.
Produto: Quimgax® 2202
do equipamento possua um acabamento superficial com 
dureza entre 45 e 60 HRC.
Produtos: 
Quimgax® 2004 - Quimgax® 2043 - Quimgax® 2044
2) meta-aramidas  são fibras resistentes a fluidos abra-
sivos e quimicamente agressivos. Suas principais carac-
terísticas são, boa estabilidade térmica e dimensional, 
maciez e flexibilidade, proporcionando baixo desgaste 
da luva/eixo e alta durabilidade do engaxetamento.
Produto: Quimgax® 2030
Quimgax® 2060
(EWK)
Quimgax® 2070
(EGK)
� Curso de Vedação
4.3. Fator de pH
Um dos fatores mais importantes para a escolha de uma 
gaxeta, é a compatibilidade química de seus componentes 
com o fluido de processo com o qual terão contato. 
A agressividade química de um fluido é medida por um 
fator chamado de “Potencial de Hidrogênio”, que varia 
em uma escala de 0 a 14.
Quanto mais próxima das extremidades estiver a classifi-
cação de um fluido, mais agressivo ele será.
exemplos:
Fluidos Ácidos  Variam de 0 a 6
Ácido Sulfúrico > pH tendendo a 0
Fluidos neutros  Variam de 6 a 8
Água (neutro) > pH 7
Fluidos Cáusticos  Variam de 8 a 14
Soda Cáustica > pH tendendo a 14
0
1
2
3
4
5
6 7 8 9
10
11
12
13
14
Á
ci
do
s 
 
 
 
 Ne
utros Cáusticos
4.4. Impregnantes e Lubrificantes
Devem ser combinados com as fibras de tal forma que 
não sejam facilmente expulsos da trama da gaxeta quan-
do esta for apertada pela sobreposta, evaporados pelo 
calor gerado devido ao atrito da gaxeta com o eixo, dis-
solvidos ou precipitados por reações químicas com o 
fluido bombeado.
Em algumas gaxetas, a perda prematura dos impregnantes 
e lubrificantes, provocará uma redução significativa de seu 
volume, obrigando a serem efetuados sucessivos reapertos 
da sobreposta na tentativa de controlar o vazamento. Essa 
perda de volume aliada ao maior atrito entre as fibras das 
gaxetas e o eixo do equipamento, também provocará 
maior desgaste do conjunto eixo/gaxeta e reduzirá dras-
ticamente o tempo de vida útil do conjunto.
Daí a importância de uma criteriosa escolha do impregnante 
e do lubrificante de uma gaxeta, pois a combinação ade-
quada da fibra com esses componentes, contribuirá sig-
nificativamente na redução dos reapertos da sobreposta, 
prolongando a vida útil do engaxetamento tanto em eixos 
rotativos e alternativos, quanto em hastes de válvulas.
Tem como objetivo proteger as fibras da gaxeta contra o 
ataque químico dos fluidos e bloquear sua passagem entre 
a estrutura da mesma. Os tipos mais utilizados são:
Impregnantes
Lubrificantes
Essenciais para Gaxetas utilizadas em aplicações dinâ-
micas (eixos em movimento), os lubrificantes ajudam a 
minimizar o atrito e dissipar o calor gerado na interface 
entre os anéis da gaxeta e a superfície do eixo, e entre as 
fibras da gaxeta.
Durante a partida do equipamento, os lubrificantes de-
vem ser liberados das gaxeta ao se apertar a sobreposta, 
de forma a prover a vedação e a lubrificação inicial, até a 
entrada gradual do sistema de lubrificação dinâmico.
Após a partida e durante toda vida útil do engaxetamento, 
os lubrificantes proporcionam uma resiliência as gaxetas 
permitindo que se deformem e se recuperem, devido a 
pequenas ações mecânicas tais como a flexão do eixo.
 Os tipos mais comuns são:
silicones  Resistem a condições extremas e são quimi-
camente inertes e termicamente estáveis até 360 °C.
Óleos Minerais  Normalmente são empregados os óleos 
inertes quimicamente.
Grafite  É o lubrificante sólido mais usual. Utilizado na 
forma de escamas ou pó.
Mica  Este lubrificante sólido possui alta resistência a 
temperatura, não causa erosão ou danifica as hastes de 
aço inoxidável das válvulas de vapor. É termicamente 
resistente até 600°C.
Minerais  Comumente conhecidos com derivados de 
petróleo ou hidrocarbonetos.
sintéticos  Comparáveis em alguns casos aos mine-
rais, porém, desenvolvidos em laboratório para atender 
especificações de alta performance. Possuem excelentes 
características de viscosidade × temperatura e, quando se 
decompõem, volatilizam-se sem deixarem resíduos.
PTFe  A emulsão de PTFE em suspensão é um dos 
impregnantes mais empregados atualmente, pois além 
de aumentar a resistência química das fibras utilizadas 
na construção das gaxetas e não contaminar os fluidos 
de processo, possui baixo coeficiente de atrito e é auto-
lubrificante. Porém, como o PTFE se comporta como um 
isolante térmico, é comum adicionar a ele um lubrificante 
para diminuir a geração de calor causado pelo seu atrito 
com o eixo em altas velocidades periféricas.
Os sistemas de engaxetamento utilizados dependem do 
projeto da caixa de gaxetas e dos fluidos envolvidos.
Em aplicações nas quais o fluido de processo contém sólidos em 
suspensão, estes poderão se acumular entre o eixo e a gaxeta, 
impedindo a lubrificação e arrefecimento do conjunto, o que 
provocará um aumento excessivo na temperatura do sistema 
e o desgaste prematuro do eixo e da gaxeta devido ao atrito.
5. sIsTeMas de enGaxeTaMenTo
�Curso de Vedação
Os dois projetos mais usuais nas industriais em geral são:
sistema Integrado de Lubrificação  Com auxílio de um 
anel lanterna esse sistema é utilizado quando:
 O fluido de processo contiver sólidos em suspensão, 
mantendo a caixa de gaxetas limpa.
 O fluido de processo for contaminante, evitando que o 
mesmo entre em contato com o meio ambiente.
 A pressão na caixa for inferior a pressão atmosférica, 
evitando a entrada de ar no sistema.
 A temperatura do fluido do processo for muito ele-
vada, ajudando na refrigeração e lubrificação do 
engaxetamento.
Este sistema consiste na injeção de um fluido limpo (nor-
malmente água), com uma pressão de 1 a 1,5 bar superior 
à pressão interna da caixa de gaxetas.
Este fluido é injetado entre os anéis da gaxeta através do 
anel lanterna (anel perfurado de PTFE, bronze, aço carbo-
no ou inox), cuja posição no engaxetamento é definida 
no projeto pelo fabricante do equipamento. 
Se não houver problemas de contaminação ou de diluição 
do fluido de processo, este líquido (geralmente água) é 
suprido por uma fonte externa. 
Quanto o fluido de bombeado não puder sofrer contami-
nação ou diluição, ou quando a pressão interna na caixa 
de gaxetas for inferior à atmosférica, o fluido de injeção 
E
N
T
R
A
D
A
SAÍDA
CAIXA DE GAXETAS
ANÉIS DE GAXETAS
SOBREPOSTA
sistema auto-lubrificante  Este é o projeto mais simples 
e amplamente utilizado com fluidos limpos (não contami-
nantes e sem sólidos em suspensão) em equipamentosrotativos e bombas centrífugas de simples estágio.
Sendo a pressão interna do sistema maior que a pressão 
atmosférica, o fluido de processo é forçado a passar en-
tre o eixo e a gaxeta, proporcionando a lubrificação e a 
refrigeração necessária.
PRESSÃO POSITIVA
FLUIDO
LIMPO
deverá ser retirado da própria descarga da bomba e fil-
trado (se contiver sólidos em suspensão) para então ser 
injetado na caixa de gaxetas através do anel lanterna.
Injeção de Fluido 
Lubrificante Limpo
Fluido com
Sólidos em
Suspensão
Anéis de Gaxeta
Anel Lanterna
GOTEJAMENTO O dimensionamento da caixa de gaxetas depende funda-
mentalmente das características físico-químicos do fluido 
e em função do equipamento.
Válvulas  Não existe uma norma padronizando as di-
mensões das caixas de gaxetas, sendo o dimensional das 
mesmas dependentes do projeto de cada fabricante.
O API (American Petroleum Institute) criou a norma API 621 
com recomendações para o recondicionamento de Válvulas 
Gaveta, Globo e de Bloqueio, das quais destacamos:
 A utilização de no máximo 6 anéis de gaxetas
 Em caixas mais profundas, a utilização de espaça-
dores no fundo da caixa que deverão ser: de carbono, 
de material equivalente ao da caixa de gaxetas ou de 
um material com dureza inferior em pelo menos 50 HB 
do que a dureza do material da haste.
6. dIMensIonaMenTo da CaIxa de GaxeTas
Essas recomendações apre-
sentam como vantagens, o 
menor esforço para movi-
mentação da haste e a eco-
nomia em gaxeta, sem afetar 
a selabilidade do sistema.
Abaixo indicamos as princi-
pais tolerâncias para utiliza-
ção dos espaçadores:
A - Espaçador / Haste 
Haste / Sobreposta: 0.035” - 0.060”
B - Caixa de Gaxetas / Sobreposta 
Caixa de Gaxetas / Espaçador: 0.005” - 0.030”
 c - Fundo da Caixa / Haste: 
Máx. Especificado pelo Fabricante: + 0.0200”
A
B
C
� Curso de Vedação
rotativos  Em equipamentos rotativos de uma manei-
ra geral e em bombas especificamente encontramos as 
seguintes medidas:
SAÍDA
7B
5,25 B 2 B
2 B 3 B B
B
E
N
T
R
A
D
A
SOBREPOSTA
CAIXA DE
GAXETAS
DIÂMETROS DOS ANÉIS
pol (mm)
DE
ACIMA DE
ACIMA DE
ACIMA DE
ACIMA DE
5/8"
1,1/8"
1,7/8"
3"
4,3/4"
(15,9)
(28,6)
(47,6)
(76,2)
(120,7)
ATÉ
ATÉ
ATÉ
ATÉ
ATÉ
1,1/8"
1,7/8"
3"
4,3/4"
12"
(28,6)
(47,6)
(76,2)
(120,7)
(304,8)
5/16"
3/8"
1/2"
5/8"
3/4"
(7,9)
(9,5)
(12,7)
(15,9)
(19,1)
TAMANHO DA GAXETA
(B) pol (mm)
EIXO0,25 B 0,25 B1,5 B
ROTOR
15 A 30o o
As condições gerais do equipamento são de vital impor-
tância para a vida útil do engaxetamento. Folgas excessi-
vas causam extrusão da gaxeta e o empenamento causa 
fadiga no engaxetamento devido aos esforços alternados 
de compressão durante a rotação do eixo.
De nada adianta especificar corretamente o tipo de gaxeta 
se as tolerâncias acima não forem obedecidas.
número de anéis de gaxeta: 5
Largura do anel lanterna: 2 vezes a bitola da gaxeta 
Curso ou ajuste da sobreposta: 2 vezes a bitola da gaxeta.
Caso não haja anel de lanterna, a profundidade total da 
caixa será igual a 5B.
Tolerâncias nas Caixas de Gaxetas de equipamentos 
rotativos
Num engaxetamento típico, a pressão de vedação e o 
conseqüente esforço do motor ou do operador (válvulas) 
para girar o eixo, serão diretamente proporcionais à pres-
são de operação do sistema, ao comprimento da caixa de 
gaxetas, ao diâmetro do eixo e sua RPM e ao coeficiente 
7. seLeção de GaxeTas de Vedação
de atrito do engaxetamento. Portanto, ao fazer a seleção 
da Gaxeta para uma determinada aplicação, deve-se ana-
lisar os seguintes fatores:
Tipo e Condições do equipamento  As Gaxetas para vál-
vulas devem ser mais densas e não há necessidade de 
muito lubrificante. Já para os equipamentos rotativos, as 
Gaxetas devem ser flexíveis e conter bastante lubrificante 
ou então serem feitas com fibras auto-lubrificantes, verifi-
car o sistema de lubrificação existente no equipamento.
O acabamento superficial do eixo ou haste deverá ter a 
rugosidade adequada e estar em bom estado. 
Características Físicas do Fluido  Os fluidos podem ser ga-
ses ou líquidos, podendo ainda ser voláteis, cristalizantes, 
limpos ou com sólidos em suspensão.
No caso de gases (incluindo o vapor), trata-se normal-
mente de uma válvula e a gaxeta deverá ser compacta e 
de alta selabilidade.
Quando o fluido for volátil, obrigatoriamente deve-
mos ter um lubrificante externo ou aplicar uma Gaxeta 
autolubrificante.
No caso de fluidos cristalizantes ou com sólidos em 
suspensão, além da fonte externa de lubrificação, de-
vemos trabalhar com gaxetas que possuam boa resis-
tência a abrasão.
Para fluidos limpos, podemos trabalhar com gaxetas mais 
macias e conseqüentemente menos agressivas ao eixo.
Características Químicas do Fluido  A resistência química 
dos lubrificantes e impregnantes da Gaxeta bem como 
a fibra utilizada na sua construção tem fundamental im-
portância neste item, dessa forma deveremos escolher 
uma gaxeta cuja faixa de pH seja compatível com o pH 
do fluido de processo.
Temperatura e Pressão de operação  Aqui também a re-
sistência dos materiais de construção da Gaxeta devem 
ser compatíveis com as temperaturas e pressões as quais 
serão submetidos.
Velocidade Periférica  As experiências em campo mos-
traram que cada tipo de Gaxeta (material, construção, 
lubrificação) tem um limite de resistência que pode ser 
relacionado com a com a velocidade periférica (ou su-
perficial) do eixo.
relação Custo x Benefício  Sempre que uma Gaxeta for 
especificada, os seguintes fatores devem ser observados: 
desempenho, durabilidade, contaminação do fluido, 
otimização dos itens de estoque, eventuais problemas à 
saúde de quem manuseia a Gaxeta e perdas de produ-
ção. A análise de todos estes fatores é que determinará 
o produto mais vantajoso ao cliente.
�Curso de Vedação
Tipo Fibra Temperatura (ºc)
Pressão bar 
(rotativos)
pH
Velocidade
Perrférica 
(m/s)
Suporta fluido 
abrasivo
Necessita de 
lubrificação
2200
Carbono/
Grafitado
450 At. Oxidante 
650 Vapor
25 0 a 14 20 Sim Não
2202
Carbono/
Grafite
450 At. Oxidante
650 Vapor
30 0 a 14 20 Não Não
2006 PTFE 280 20 0 a 14 12 Não Sim
2007G PTFE-grafite 280 35 0 a 14 25 Não Sim
2060
PTFE/
para-Aramida 
280 35 0 a 14 12 Não Sim
2070
PTFE-grafite/
para-Aramida
280 35 0 a 14 25 Não Sim
2004
2044
para-Aramida/
PTFE
280
20
35
2 a 12 15 Sim Sim
2017
PTFE-grafite + 
para-Aramida
280 30 2 a 12 20 Sim Sim
2019 Acrílica/PTFE 230 20 2 a 12 12 Não Sim
2030
 meta-Aramida/ 
PTFE
290 35 1 a 13 10 Sim Sim
2043
para-Aramida 
PTFE/Grafitado
280 20 2 a 12 20 Sim Sim
2777 Fenólica/PTFE 250 25 1 a 13 15 Sim Sim
2143 / 2153
Vegetal/
Graxa Mineral
100 15 6 a 8 6 Não Sim
Limites de Serviços e Características das Gaxetas de Vedação:
7.1. exemplo
Especificar uma gaxeta para trabalhar em uma bomba cen-
trífuga que possui as seguintes condições operacionais:
 Fluido: Celulose pré-branqueada
 Temperatura de operação: 80 °C
 Pressão de operação: 6 bar
 Velocidade Periférica: 6 m/s
 pH: 7 a 13 
 Pressão da água de refrigeração: 8 bar
solução:
Passo 1: 
Como a celulose pré-branqueada é um fluido abrasivo, 
verificar na tabela acima ou na descrição das fibras (item 
4.2) quais as gaxetas que atendem esse requisito. 
Resposta: 2004, 2017, 2030, 2043, 2044, 2777 e 2200
Passo 2 : 
Verificar nas tabelas existentes no catálogo de gaxeta ou 
na tabela acima, a compatibilidade química entre o fluido 
de processo e as gaxetas selecionadas no passo 1. 
Resposta: 
As gaxetas compatíveis com o fluido são: 2030, 2777 e 2200
Passo 3 : 
Verificar nas tabelas existentes no catálogo de gaxetas ou 
na tabela acima, quais das gaxetas selecionadas no item 
anterior atendem as condições de pressão e temperatura. 
Resposta: Todas
Passo 4 : 
Verificar se as gaxetas selecionadas no passo 2, podem 
trabalhar na velocidade periférica informada. 
Resposta: Sim, todas atendem.
Passo 5 : 
Verificar na tabela de preços o custo de aquisição (R$/mt) 
de cada uma das gaxetas selecionadas e comparar com 
os dados técnicos / desempenhoesperado de cada uma 
delas, classificando-as como segue:
 Gaxeta mais econômica: 2030
 Gaxeta com melhor custo/benefício: 2777
 Gaxeta de maior performance: 2200
Escolha agora a gaxeta que mais lhe convém. 
�0 Curso de Vedação
Nas indústrias em geral, o emprego do Engaxetamento 
Misto, que consiste na utilização de anéis com gaxetas de 
tipos distintos de fibras, vem se tornando cada vez mais 
usual seja pela necessidade de se reduzir o consumo de 
fluido de selagem ou pela necessidade de se prolongar à 
vida útil dos engaxetamentos submetidos às mais severas 
condições de operação.
Um engaxetamento ideal tem que atender a todas as 
condições do serviço e manter o controle da vedação 
por um período prolongado devendo então possuir as 
seguintes propriedades:
 resistência a produtos químicos.
 resistência à extrusão.
 suportar altas pressões e temperaturas.
 boa estabilidade dimensional.
 boa dissipação de calor.
 baixo coeficiente de atrito.
8. enGaxeTaMenTo MIsTo
8.1. distribuição da Força de aperto
E
N
T
R
A
D
A
SAÍDA
SOBREPOSTA
CAIXA DE GAXETAS
EIXOROTOR
PRESSÃO
DE APERTO
ANÉIS DE GAXETA
DIREÇÃO
RADIAL
DIREÇÃO
AXIAL
SAÍDA
E
N
T
R
A
D
A
70 % DO DESGASTE
CARGA RETIDA
8 7 6 5 4 3 2 1 100
200
300
400
( PSI )
FORÇA
DA SOBREPOSTA
FORÇA RADIAL
FORÇA AXIAL
A pressão exercida pela sobreposta vai diminuindo de anel 
para anel no sentido da sobreposta para o fundo da caixa 
de gaxetas, devido ao atrito entre a superfície interna do 
anel de gaxeta e o eixo/luva de desgaste, e entre a super-
fície externa do anel de gaxeta e a caixa de gaxetas.
Desta forma, os anéis do fundo da caixa de gaxetas 
(Figura 1), recebem uma pressão de aperto menor 
que os anéis mais próximos à sobreposta. Por esta 
razão, em equipamentos rotativos, cerca de 70% do 
desgaste do eixo ou luva de desgaste ocorre na região 
que fica em contato com os dois anéis mais próximos 
à sobreposta (Figura 2).
Pelo acima exposto, podemos dividir a caixa de gaxeta 
em duas regiões distintas:
reGIão I
É a região compreendida entre o fundo da caixa de gaxetas 
e o anel lanterna ou pelos dois anéis mais próximos do 
fundo da caixa de gaxetas.
Nesta região, a gaxeta tem contato direto com o fluido a 
ser vedado, tendo que resistir aos seguintes esforços:
 Ataque químico.
 Ataque por abrasão dos sólidos em suspensão.
 Extrusão causada pela pressão de aperto.
reGIão II
É a região compreendida entre o anel lanterna e a sobre-
posta, ou pelos anéis mais próximos da sobreposta.
Nesta região, conforme mostrado nas figuras 1 e 2, as 
gaxetas sofrem maiores forças axiais e radiais, tendo que 
possuir as seguintes características:
 Baixo coeficiente de atrito.
 Alta dissipação de calor.
 Boa resistência à extrusão.
 Resistência à temperatura.
 Boa estabilidade dimensional.
Figura 1
Figura 2
CAIXA DE GAXETAS
EIXO
REGIÃO IIREGIÃO I
SOBREPOSTA
8.2. Conclusão
Tendo em vista as características e os conceitos das 
gaxetas nas regiões I e II, vários arranjos de gaxetas po-
derão ser analisados, com o objetivo de proporcionar 
uma maior vida do engaxetamento com ou sem fluidos 
abrasivos e melhor performance do equipamento, com 
ou sem água de selagem.
Consulte a nossa Engenharia de Aplicação para selecionar o 
arranjo mais adequado as suas condições de operação. 
Anel Lanterna
�� Curso de Vedação
9. InsTaLação de GaxeTas
9.1. Preparativos
1. Organizar todas as ferramentas 
e materiais necessários para a 
execução do serviço.
2. Solicitar o bloqueio do equi-
pamento e aguardar sua li-
beração pela segurança
 
3. Certificar-se que o mesmo está 
despressurizado, drenado e na 
temperatura ambiente.
4. Preparar o local de trabalho: 
⇒ Lavar e desobstruir o 
equipamento.
 ⇒ Providenciar iluminação 
adequada para a execução 
do serviço.
5. Remover da sobreposta, 
todos os anéis de gaxetas 
velhos e o anel lanterna. 
⇒ Método clássico
 ⇒ Método hidrojato
6. Limpar e verif icar a cai-
xa de gaxetas, o eixo ou a 
luva / haste de modo que: 
⇒ Rugosidade máxima esteja 
dentro das tolerâncias da 
norma (API 600 = 32 µpol 
ou 0.8 µm)
 ⇒ A superfície esteja lisa e 
sem desgaste.
9.2. Preparo dos anéis e Instalação em Bombas
7. Tolerâncias recomendadas:
⇒ Folga entre a caixa e o eixo
(Fce) = de 0,25 a 0,40 mm
⇒ Folga entre a sobreposta e o 
eixo (Fse) = de 0,40 a 0,50 mm
⇒ Folga entre a sobreposta e a 
caixa (Fsc) = 0,25 a 0,30 mm
⇒Empenamento Máx.=0,025 mm
8. Se a folga existente entre o 
fundo da caixa e o eixo/luva for 
excessiva ou o fluido a ser veda-
do for abrasivo, colocar um anel 
de fundo em PTFE.
9. Limpar e verificar estojos e 
porcas, substituindo-os se 
necessário.
10. Verificar o sistema de água 
de selagem.
11. Conferir a bitola correta da 
gaxeta pela fórmula:
D caixa - D eixo
 2
12. Conferir o número correto de 
anéis de gaxeta e a posição 
do anel lanterna. Número 
de anéis:
Prof. da caixa de gaxetas
Bitola da gaxeta
13. Utilizar uma fita de PTFE 
“veda rosca” envolta no lo-
cal da gaxeta onde será efe-
tuado o corte, de modo que 
as fibras não se abram. Se 
a temperatura na caixa de 
gaxetas for superior a 200ºC, 
utilizar fita crepe no lugar da 
fita de PTFE.
14. Determinar o comprimento 
do anel pelas fórmulas:
⇒ Para equipamentos que 
utilizem bitolas de gaxeta 
até ½”.
 L=(1,3 x S + D) x 3,14
⇒ Para equipamentos que 
utilizem bitolas de gaxeta aci-
ma de ½”.
 L=((1,3 x S + D) x 3,14) + S
 onde:
 L = comprimento do anel
 S = bitola da gaxeta
 D = diâmetro do eixo
15. Efetuar o corte dos anéis 
com o auxílio de um dispo-
sitivo de corte a 45º (bitola da 
gaxeta até ½”) ou 90º (bitola 
da gaxeta acima de ½”). 
16. Lubrificar os anéis, um a um. Nunca utilizar graxa na 
lubrificação de anéis. 
Utilizar um lubrificante compatível com a gaxeta e 
com a aplicação. Ex.: óleo mineral, vaselina ou silicone.
�� Curso de Vedação
17. Com auxílio de uma luva bi-
partida, ferramenta específi-
ca ou da sobreposta, empurre 
um anel de cada vez até o fun-
do da caixa de gaxetas.
18. Instalar os anéis de tal for-
ma que fiquem defasados 
de 90º entre si. Sempre no 
último anel junto a sobre-
posta a emenda deverá 
estar virada para baixo, evi-
tando que o gotejamento 
gire com o eixo formando 
um chuveiro.
19. Lubrificar parafusos e por-cas 
com lubrificante adequado 
de acordo com as condições 
operacionais.
20. Posicionar corretamente o 
anel lanterna medindo ou 
con-tando o número de 
anéis de gaxetas até o local 
do furo de injeção, de modo 
que o início do anel coincida 
com o furo de injeção.
21. Após instalar o último anel, 
apertar alternadamente as 
porcas da sobreposta até 
encontrar forte resistência. 
Afrouxar as porcas da so-
bre-posta reapertando-os 
até encontrar pequena re-
sistência.
22. A sobreposta deve penetrar 
na caixa de gaxetas no mí-
nimo 3 mm, para evitar que 
o último anel extrude pela 
folga exis-tente entre a so-
breposta e a caixa, travando 
o seu curso.
23. Abrir sempre a água de se-
lagem, antes da partida, 
pois sua falta poderá acar-
retar danos irreversíveis ao 
engaxetamento.
24. Desbloquear o equipamen-
to, fechando os drenos, abrindo 
as válvulas de processo, retiran-
do as etiquetas de bloqueio e 
libe-rando o equipamento com 
o pessoal do controle.
25. Ligar a unidade. Se ne-
ces-sário, apertar as porcas 
alternadamente ¼” de volta por 
vez até alcançar o gotejamento 
desejado.
26. Substituir a gaxeta quando 
o gotejamento não puder mais 
ser controlado mediante o ajuste 
da sobreposta. 
9.3. Instalação em Válvulas
1. Siga as mesmas orientações de 
preparo, remoção e instalação 
de anéis, já mencionadas para 
bombas. 
2. Apertar o preme-gaxeta até 
encontrar forte resistência.
3. Abrir e fechar a válvula 3 vezes. 
Atenção: O aperto exces-
sivo poderá travar a haste 
impedindo a abertura ou 
fechamento da válvula.
4. C o l o c a r o s i s t e m a e m 
operação.
��Curso de Vedação
10. ProBLeMas MaIs CoMuns CoM enGaxeTaMenToEFEITOS APARENTES POSSívEIS CAuSAS POSSívEIS SOluçõES
Anéis junto a sobreposta 
queimados.
Anéis com face interna 
carbonizada.
⇒ Excesso de aperto na sobreposta, falha na lubrifica-
ção interna (falta de gotejamento)
⇒ Falha na injeção de água de selagem) acarretando 
aquecimento excessivo pelo atrito da gaxeta com 
o eixo.
⇒� O fluido bombeado possui temperatura acima do 
limite máximo da gaxeta.
⇒ Diminuir o aperto da sobreposta.
⇒ O anel lanterna foi montado fora de sua posição.
⇒� A tubulação do sistema de lubrificação e/ou re-
frigeração está obstruída (normalmente a válvula 
está fechada).
⇒ Especificar uma gaxeta que suporte a temperatura 
de trabalho do fluido.
Anéis com face interna 
desgastada.
alta abrasividade
⇒� Causada pelos sólidos em suspensão do fluido ou 
pela rugosidade acentuada da superfície do eixo ou 
da luva de desgaste.
⇒ Verificar se a gaxeta é a indicada para trabalhar 
com fluido abrasivo.
⇒ Verificar se a água de selagem está limpa (sem 
sólidos em suspensão), com volume e pressão 
adequados.
⇒ Providenciar reparo do eixo ou a troca da luva 
de desgaste por uma com a dureza superficial 
compatível com o trabalho com fluidos abrasivos.
Anéis secos, sem 
impregnantes ou 
lubrificantes.
ataque químico
⇒ Incompatibilidade da gaxeta com o fluido.
⇒ Especificar a gaxeta adequada em relação ao 
fluido bombeado.
Anéis mostram tendência a 
extrudar.
⇒�Folga excessiva entre o eixo e a sobreposta.
⇒�Excesso de aperto
⇒�Gaxeta inadeguada
⇒ Providenciar o reparo da caixa de engaxetamento, 
do eixo ou da sobreposta para diminuir a folga.
⇒ Diminuir aperto da sobreposta
⇒�� Especificar uma gaxeta que possua maior 
resistência a extrusão.
Falta de anel ou parte do 
engaxetamento. Folga excessiva entre o eixo e o fundo da caixa de engaxetamento.
⇒ Providenciar o reparo do fundo da caixa de 
engaxetamento ou do eixo para diminuir a folga.
⇒ Se não for possível, utilizar um anel rígido como 
primeiro anel.
Saliência lateral em um
ou mais anéis. anel cortado muito curto. ⇒ Utilizar os anéis com os comprimentos corretos.
Anéis com face externa 
desgastada.
anéis giram junto com o eixo
⇒ Luva de desgaste ou eixo desgastado.
⇒ Bitola da gaxeta inferior à recomendada.
⇒ Providenciar o reparo do eixo ou 
trocar a luva de desgaste.
⇒ Utilizar gaxeta com a bitola correta.
Variação na espessura 
radial dos anéis.
alta vibração
⇒ Rotor desbalanceado.
⇒ Rolamento danificado.
⇒ Empenamento do eixo.
⇒ Desalinhamento do eixo.
⇒ Fazer o balanceamento do rotor.
⇒ Providenciar a troca dos rolamentos.
⇒ Fazer o reparo do eixo.
Face de contato de um anel 
está brilhante. um anel gira e o outro se mantém fixo. ⇒ Fazer o reparo do eixo.
Força radial ⇒�É originada pela pressão interna e tende 
a expulsar a junta.
Força de separação ⇒ Também é originada pela pressão 
interna e tende a separar os flanges.
Força dos Parafusos ⇒�É a carga total exercida pelo aper-
to dos parafusos.
Carga do flange ⇒� É a força que comprime os flanges 
contra a junta. Inicialmente é igual à força dos parafusos, 
após a pressurização do sistema é igual à força dos para-
fusos menos a força de separação.
A força dos parafusos, aplicada inicialmente sobre a junta, 
além de esmagá-la, deve:
⇒��Compensar a força de separação causada pela pres-
são interna.
⇒��Ser suficiente para manter uma pressão residual sobre 
a junta, evitando o vazamento do fluido.
1. deFInIção
Junta de vedação é todo material que comprimido entre 
duas partes de uma união flangeada, permite manter 
o vazamento de um fluido dentro dos limites máximos 
aceitáveis para a aplicação. 
Os materiais das juntas devem ser sempre mais ma-
cios do que os materiais dos flanges, de modo que, 
ao serem apertadas contra as superfícies dos flanges 
preencham as imperfeições entre elas, proporciona-
do a vedação sem que os flanges sejam danificados. 
Em juntas, o vazamento pode ocorrer entre as superfícies 
da junta e dos flanges ou através da própria junta (juntas 
não-metálicas), sendo este último caso mais comum na 
vedação de gases, podendo ser bastante perigoso se o 
gás for tóxico ou explosivo.
2. Forças eM uMa unIão FLanGeada
Como regra geral, é necessário que a superfície seja ranhu-
rada para as juntas não metálicas já que elas precisam ser 
mordidas pela superfície de vedação, lisa para as metálicas 
e ligeiramente áspera para as semi-metálicas. 
As superfícies dos flanges podem variar do acabamento 
bruto de fundição até o lapidado. Entretanto, o acaba-
mento mais encontrado comercialmente é o ranhurado 
concêntrico ou em espiral fonográfica, conforme mos-
trado na Figura 1.
Ambos são usinados com ferramentas similares, tendo 
as ranhuras 1/64” (0,4mm) ou menos de profundidade e 
4. InFLuênCIa do aCaBaMenTo dos FLanGes na 
esCoLHa da JunTa
�� Curso de Vedação
3. eFICIênCIa de uMa JunTa
A eficiência de uma junta é determinada pela observância 
dos seguintes fatores durante a especificação do tipo da 
junta e material a ser utilizado.
Pressão de operação ⇒ Representa a pela pressão interna 
do fluido contra a junta, tentando expulsá-la.
Temperatura e Ciclagem Térmica ⇒ A alternância entre 
o calor e o frio atuam sobre a junta, flange e parafusos, 
causando efeitos termomecânicos pela dilatação e con-
tração dos metais e o colapso de alguns tipos de juntas. O 
calor afeta o material da junta pela aceleração do “creep-
relaxation”, que é a deformação permanente que ocorre 
em materiais macios quando sob esforço. Certos fluidos 
confinados se tornam cada vez mais agressivos com o au-
mento da temperatura, atacando os materiais orgânicos 
da junta. Como regra geral, quanto mais alta for a tempe-
ratura, mais criteriosa deve ser a seleção da junta.
Compatibilidade Química ⇒ É a capacidade da junta re-
sistir ao ataque químico do fluido que será vedado.
Torque adequado ⇒ É o aperto a ser dado nos parafusos 
do flange de modo a que a junta seja comprimida o su-
ficiente para vedar o fluido nas condições de operação 
especificadas. O cálculo do torque deve levar em conta 
os limites de resistência das juntas, flanges e parafusos 
de modo a que não sejam danificados.
acabamento superficial ⇒ O acabamento superficial dos 
flanges tem grande influência na selabilidade da junta. Flanges 
com maior rugosidade requerem juntas mais macias. 
Condições gerais ⇒ Tipo, material e dimensional dos 
flanges e dos parafusos, montagem correta e caracterís-
ticas típicas de cada equipamento / aplicação.
��Curso de Vedação
Acabamento da Superfície de Vedação dos Flanges
passo de 1/32” (0,8mm). As faces com ranhuras em espiral 
são mais difíceis de vedar do que as faces com ranhuras 
concêntricas, pois o preenchimento dos sulcos deve ser 
completo; do contrário, haverá um caminho de vazamen-
to entre o início e o fim da espiral.
Figura 1
Ranhurado Concêntrico Espiral Fonográfica
Linha
TeadIT
CARACTERíSTiCAS do FlANGE
Não-Metálico ou Metálico 
com revestimento frágil Metálico Classe de 
Pressão
(PSI)
RF 
(com ressalto)
FF
(sem ressalto)
RF
 (com ressalto)
FF 
(sem ressalto)
Lingüeta
e Ranhura
Macho e 
Fêmea
Ring-Joint
Liso Ranhurado Liso Ranhurado Liso Ranhurado Liso Ranhurado
Quimflex® SH
TEAloN® ≤ 400
Papelões
Hidráulicos
≤ 400
Graflex® ≤ 300
Metalbest®
 911
Metalbest ®
911M
Metalflex ®
913
< 250 Ra < 250 Ra ≤ 600
Metalflex ®
913M
< 250 Ra < 250 Ra ≤ 2500
Metalbest ®
923/ 927
Camprofile 942
Camprofile 946 < 250 Ra < 250 Ra
Anéis RTJ
   
       
 
       
 

 
 
  
 
 

dESCRição 
dA JuNTA
Plana 
não-metálica
Metálica 
corrugada
Metálica 
corrugada com 
revestimento 
não-metálico
Metalflex® 
(espiral)
Metalbest® (dupla 
camisa metálica ) Plana metálica
Metálica 
ranhurada
Camprofile 
Metálica 
ranhurada com 
cobertura
Ring-Joint 
metálico
TiPo TEAdiT 810 / 820 900 905 911 / 913 / 914
920 / 923 / 926
927 / 929
940 941 942
950 / 951 
RX / BX
SEção 
TRANSVERSAl
AC
AB
AM
EN
To
 
 Su
PE
RF
iCiA
l
µ m 3.2 a 6.3 1.6 3.2 2.0 a 6.3 1.6 a 2.0 1.6 a 20 1.6 1.6 a 2.0 1.6
µ pol 125 a 250 63 125 80 a 250 63 a 80 63 63 63 a 80 63
920
923 
926 
927 
929
950
951 
RX 
BX
Quadro de Aplicação
�� Curso de Vedação
Nas figuras a seguir mostramos as combinações mais 
usuais das possíveis faces dos flanges e sua influência na 
seleção das juntas.
Face Plana ⇒ Junta não confinada (Figura 2). As superfí-
cies de contato de ambos os flanges são planas. A junta 
deve ser do tipo FF (Full Face = face plana), cobrindo toda 
a superfície de contato. A face plana é normalmente uti-
lizada em flanges de materiais frágeis.
Face ressaltada ⇒ Junta não confinada (Figura 3). As 
superfícies de contato são ressaltadas de 1/16” ou 1/4”. 
As juntas podem ser do tipo RF (Raised Face = face com 
ressalto) indo até os parafusos, ou FF (Full Face = face pla-
na). A junta RF é a mais utilizada, pois além de permitir 
sua montagem / desmontagem sem a necessidade de se 
retirar todos os parafusos, é mais econômica.
Lingüeta e ranhura ⇒ Junta totalmente confinada (Figura 4). 
A profundidade da ranhura é igual ou um pouco maior 
que a altura da lingüeta. A ranhura é cerca de 1/16” mais 
larga que a lingüeta. Normalmente a junta tem a mesma 
largura da lingüeta. É necessário afastar os flanges para a 
colocação da junta. Este tipo de flange produz elevadas 
pressões de aperto sobre a junta, não sendo adequado 
para a utilização de juntas não-metálicas.
5. TIPos de FLanGes
Figura 2
Figura 3
Figura 4 Figura 7
Face Plana e ranhura ⇒ Junta totalmente confinada 
(Figura 5). A face de um dos flanges é plana e a outra 
possui uma ranhura onde a junta é encaixada. Usada 
em aplicações onde à distância entre os flanges deve ser 
precisa, pois quando a junta é esmagada, os flanges en-
costam. Somente as juntas de grande resiliência podem 
ser usadas neste tipo de montagem. Juntas espiraladas, 
O-rings metálicos não sólidos e juntas dupla camisa com 
enchimento metálico são as mais indicadas.
Macho e Fêmea ⇒ Junta semi-confinada (Figura 6). A pro-
fundidade da fêmea é igual ou menor à altura do macho, 
para evitar a possibilidade de contato direto dos flanges 
quando a junta é comprimida. O diâmetro externo da fê-
mea é até 1/16”(1,6mm) maior que o do macho. Os flanges 
devem ser afastados para montagem da junta.
ring Joint ⇒ Também chamado anel API (Figura 7). 
Ambos os flanges possuem canais com paredes em ân-
gulos de 23°. A junta é de metal sólido com perfil oval ou 
octogonal (mais eficiente).
Figura 6
Tipo mais comum; 
Junta confinada no 
diâmetro externo
Junta confinada 
no diâmetro 
externo
Junta confinada no diâmetro interno
Face Plana e Ranhura
Figura 5
��Curso de Vedação
No Brasil, as juntas consideradas “padrão” seguem a norma 
ASME B16.21. Porém, outras normas podem ser utilizadas 
como referência para a fabricação de juntas mediante 
solicitação do cliente.
No caso de juntas não normalizadas, devemos seguir as 
recomendações abaixo:
⇒��Fazer os furos com diâmetro levemente maior que 
o diâmetro dos parafusos. Deste modo, a Junta não 
abaulará em torno dos parafusos, proporcionando um 
assentamento perfeito (figura 8).
⇒��Dimensionar corretamente o diâmetro interno da Junta 
para que a parte exposta do flange não seja corroída 
pelo líquido (figura 9). 
⇒��O diâmetro interno da Junta deve ser levemente maior 
que o da tubulação; isto fará com que o fluxo não seja 
obstruído quando se esmagar a junta (figura 10).
6. dIMensIonaMenTo de JunTas não-MeTÁLICas
Figura 9 Figura 10Figura 8
nunca martele o Papelão Hidráulico sobre o flange 
para confeccionar a Junta, pois poderá danificá-lo.
Quando as dimensões da Junta forem maiores que as 
folhas dos materiais não-metálicos, e na impossibilidade 
da utilização de Quimflex 24B (que não requer emendas), 
podem ser utilizados dois tipos de emendas:
Cauda de andorinha ⇒ É a emenda mais usada em apli-
cações industriais, permitindo a fabricação de Juntas em 
qualquer tamanho e espessura (Figuras 12 e 13).
7. eMendas de JunTas não-MeTÁLICas
Espessura Mínima da Junta 1/8”
450
Colado
Figura 12
Figura 14
Chanfrada ⇒ Quando a força de esmagamento for 
baixa, podem ser feitas emendas chanfradas, coladas 
ou soldadas. Devido à dificuldade de fabricação, este 
tipo emenda só é viável para espessuras de no mínimo 
3,0mm (Figura 14).
L ≤ 200 mm
A= (.3 a .4) L
B= (.3 a .5) L
C= (.5 a .6) L
L > 200 mm
A= (.15 a .2) L
B= (.15 a .25) L
C= (.25 a .3) L
8. MaTerIaIs MaIs uTILIzados na FaBrICação de 
JunTas não-MeTÁLICas
8.1 - Papelão Hidráulico
8.1.1. definição
Fabricado a partir da vulcanização sob pressão de compos-
tos de elastômeros (borrachas) e fibras, é o material mais 
empregado na confecção de juntas planas para vedação 
estática de fluidos, por serem econômicos e cobrirem 
uma ampla faixa de aplicação.
Suas principais características são:
⇒ Elevada resistência ao esmagamento.
⇒ Alta retenção de torque.
⇒ Resistência a altas temperaturas e pressões.
⇒ Boa resistência a produtos químicos.
8.1.2. Fibras utilizadas
As fibras têm a função de elemento estrutural, sendo as 
responsáveis pela resistência à pressão e ao esmagamento 
dos papelões hidráulicos, além de influenciarem no limite 
da temperatura de trabalho e na resistência química aos 
produtos a serem vedados. Os tipos de fibras utilizados 
pela Teadit na fabricação dos Papelões Hidráulicos são:
Celulose
Fibra vegetal com boa resistência mecânica, baixa resis-
tência à temperatura e a produtos químicos. Tem como 
grande atrativo o baixo custo, o que a torna uma boa al-
ternativa ao amianto em aplicações não severas.
aramida
Fibra sintética com boa resistência a produtos químicos 
e excelente resistência mecânica.
Figura 13
�� Curso de Vedação
Lã de rocha
Fibra Mineral que possui como principal característica à 
resistência a elevadas temperaturas.
Carbono / Grafite
Fibras com boa inércia química e boa resistência a ciclagens 
térmicas moderadas. Ideal para altas temperaturas.
8.1.3 - Borrachas
Atuam como ligante entre as fibras, contribuindo na ob-
tenção de uma boa resistência mecânica e conferindo a 
flexibilidade necessária ao papelão. Tem forte influência 
na determinação da resistência química do papelão em 
relação aos fluidos que serão vedados, sendo responsável 
também por sua selabilidade.
Borracha sBr (estireno-butadieno)
Possui superior resistência ao calor e apresenta-se eficien-
te em contato com água quente e fria, ar, ácidos fracos, 
álcalis e produtos químicos em geral. Sua resistência a 
óleos e solventes é limitada.
Borracha nBr (borracha nitrílica)
Possui excelente resistência à água, solventes, 
hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, óleos minerais, 
animais e vegetais, tetracloreto de carbono, solventes de 
esmalte, ácidos fracos, álcalis diluídos e concentrados e 
produtos químicos em geral.
Hypalon®
Borracha sintética (marca DuPont) que apresenta alta re-
sistência à oxidação pelo oxigênio e ozônio. Possui boa 
resistência térmica e a fluidos corrosivos. Não propaga 
fogo e resiste a intempéries. Indicada para trabalhar com 
ácidos em geral.
8.1.4. acabamento superficial do Papelão Hidráulico
Grafitado ⇒ Como opção ao acabamento natural, o gra-
fite pode ser aplicado em uma ou duas faces dos pape-
lões hidráulicos, evitando sua aderência aos flanges e 
facilitando a desmontagem da junta.
8.1.5. Limites de serviços
Cada Papelão Hidráulico possui limites máximos de tempe-
ratura e pressão em função dos seus componentes (tipos 
de borracha e fibras). Estas condições máximas, porém não 
podem ocorrer em conjunto, visto que, na medida que 
aumenta a temperatura, a borracha sofre uma aceleração 
em seu processo de envelhecimento, e alguns tipos de 
fibras são atacados, diminuindo a resistência à pressão 
do papelão hidráulico.
De uma forma genérica, a compatibilidade dos Papelões 
Hidráulicos Teadit em relação aos fluidos básicos é apre-
sentada na “Tabela de Compatibilidade Química” contida 
em nosso Catálogo de Produtos. 
Para fluidos específicos,devem ser realizados testes dos 
papelões nos próprios fluidos a serem vedados.
8.1.6. seleção de um Papelão Hidráulico
Especificar o Papelão Hidráulico sempre de acordo com 
as condições reais de serviço. Neste caso, devemos con-
siderar todos os dados listados a seguir:
⇒�Compatibilidade Química.
⇒�Temperatura máxima de operação.
⇒�Pressão máxima de operação.
⇒�Curva PxT.
⇒�Presença de ciclagem térmica.
⇒�Acabamento superficial dos flanges.
⇒�Dimensional da junta.
⇒�Excesso de Vibração.
⇒�Custo x Benefício.
Os Papelões Hidráulicos TEADIT atendem as normas ASTM 
conforme indicação do catálogo.
8.1.7. exemplo de especificação
Selecionar um papelão hidráulico para fabricação de juntas 
para flanges RF de 3” classe 300 #, de uma linha de Vapor 
Saturado a 250 °C e 40 bar, em usina de açúcar e álcool.
solução:
Passo 1 : 
Verificar na tabela de compatibilidade química existen-
te no final do capítulo de Papelões Hidráulicos, existen-
te no catálogo geral de produtos TEADIT, quais os tipos 
de papelão que são indicados para trabalhar com vapor 
saturado. 
Resposta: NA1000/1000M, NA1002, NA1060, NA1100 e 
NA1092.
Passo 2: 
Verificar no catalogo geral, as tabelas existentes na des-
crição de cada produto, se os valores máximos de ope-
ração informados (temperatura e pressão) são inferiores 
aos limites máximos dos papelões selecionados no item 
anterior. 
Resposta: Sim.
Passo 3: 
Verificar se as condições operacionais de temperatura e 
pressão, estão dentro da área limitada pela linha verde e 
que corresponde aos limites “normais” de aplicação de 
cada um dos papelões. 
Resposta: Os tipos NA1100, NA1092 e NA1060 estão 
de acordo.
Passo 4: 
Verificar se existe a possibilidade de ocorrerem ciclos 
térmicos, ou seja, de variações de temperatura na linha. 
Resposta: No caso de uma usina de açúcar e álcool são 
normais ao longo da safra pequenas paradas de produção, 
acarretando esfriamento de algumas linhas. Dessa forma 
��Curso de Vedação
recomendamos a escolha de um papelão que tenha al-
guma resistência a ciclos térmicos. Nesse caso ficaríamos 
com o NA1100 e o NA1092.
Passo 5: 
Verificar acabamento superficial dos flanges. Para que 
se possa utilizar juntas de papelão hidráulico, os flanges 
têm que ser ranhurados com rugosidade entre 125 a 
250 µ polegada. Caso a rugosidade seja menor, deve-
remos optar por juntas Meltalflex®.
Passo 6: 
Verificar se o dimensional da junta está de acordo com o 
dimensional dos flanges. Como se trata de junta padrão 
consultar a norma ASME B 16.20.
Passo 7: 
Verificar se existe possibilidade de fortes vibrações ou 
golpes de aríete na linha. Caso positivo, utilizar juntas 
Metalflex® 913M.
Passo 8: 
Verificar custo de aquisição das lâminas dos dois pape-
lões selecionados. 
Como o NA1092 é mais econômico, optar por ele. 
8.1.8. ProBLeMas MaIs CoMuns CoM JunTas de PaPeLão HIdrÁuLICo
efeitos aparentes Causas Prováveis solução
Carga insuficiente 
sobre a junta
⇒ Carga insuficiente dos parafusos.
⇒ Junta muito fina.
⇒ Junta muito larga.
⇒ Tipo incorreto de junta.
 ⇒ Verificar a especificação dos parafusos e se possível trocá-
los por novos, com um limite de escoamento maior.
⇒ Usar junta de maior espessura.
⇒ Reduzir a área da junta.
⇒ Colocar junta que necessite menor esmagamento.
Carga excessiva 
sobre a junta
⇒ Carga excessiva dos parafusos.
⇒ Junta muito estreita.
⇒ Tipo incorreto de junta
 ⇒ Recalcular e controlar o aperto necessário para a vedação 
de modo a não ultrapassar a pressão de esmagamento 
máximo admissível pela junta.
⇒ Aumentar a área da junta.
⇒� Colocar uma junta que suporte uma pressão de 
esmagamento maior.
Falta de aperto
na montagem
⇒ Parafusos com aperto insuficiente.
⇒ Procedimento de aperto incorreto.
⇒ Junta relaxada devido à temperatura de operação.
⇒ Roscas defeituosas.
⇒ Comprimento insuficiente da rosca.
 ⇒ Calcular torque adequado para as condições de trabalho.
⇒ Seguir procedimento correto de aperto dos parafusos.
⇒ Especificar uma junta mais apropriada para essa aplicação.
⇒ Assegurar-se de que as porcas se movimentam com 
facilidade ao longo de toda a rosca dos parafusos.
⇒ Trocar os parafusos.
 Flanges distorcidos
⇒ Flanges muito delgados.
⇒ Flanges não paralelos.
⇒ Os flanges devem ser suficientemente rígidos para não 
distorcerem sob a força dos parafusos.
 ⇒��Usar juntas mais macias, que necessitem de menor aper-
to para vedar.
⇒��Apertar os parafusos sempre na seguência cruzada. Caso 
o problema continue, reparar os flanges.
Flanges danificados
⇒ Danos causados durante a montagem da linha 
quando as faces estão expostas; agressão durante 
a limpeza.
⇒ Reparar os flanges.
Flanges sujos ou corroídos
⇒ Superfície irregular devido às pastas ou colas 
utilizadas antes da instalação de juntas, que 
endurecem com o tempo, ou devido à remoção 
parcial da junta velha.
⇒ Limpar os flanges totalmente. Providenciar para que as 
ranhuras também estejam limpas e nítidas.
⇒ Incompatibilidade do tipo de acabamento 
superficial do flange com a junta utilizada.
⇒ Providenciar a substituição da junta, conforme 
indicado na tabela “ASME PCC1 – 2000).
�0 Curso de Vedação
efeitos aparentes Causas Prováveis solução
Material da junta 
deteriora-se
rapidamente
⇒ Incompatibilidade química do material com o 
fluido e/ou temperatura excessiva.
⇒ Examinar as recomendações do fabricante para 
selecionar o tipo de material ou junta capaz de resistir 
às condições de trabalho.
A junta é extrudada
⇒ Pressão de aperto excessiva.
⇒ Uso excessivo de pastas ou colas para juntas.
⇒ Rever o cálculo de torque e a especificação da junta.
⇒ O uso de compostos ou pastas não é recomendado.
Dimensões
incorretas
⇒ Erro de projeto, fabricação ou uso de 
norma errada.
 ⇒� Verificar se a norma utilizada para a fabricação das juntas 
é compatível com a norma pela qual a os flanges da tubu-
lação / equipamento foram projetados.
8.2. Produtos em PTFe
8.2.1. definição
Os produtos em PTFE caracterizam-se por serem iner-
tes, atóxicos, não contaminantes e resistentes às intem-
péries, sendo compatíveis com a maioria dos fluidos de 
processo em industriais de Papel e Celulose, Químicas 
e Farmacêuticas, Bebidas e Alimentos, Açúcar e Álcool, 
entre outras.
Não envelhecem e nem enrijecem, proporcionando grande 
durabilidade as juntas. Apresentam excelente resistência 
química, faixa de pH de 0 a 14, podendo trabalhar com 
todos os fluidos ácidos ou cáusticos, exceto metais alca-
linos fundidos e flúor puro.
8.2.2. TeaLon – PTFe reestruturado e aditivado
A principal vantagem da linha TEALON* sobre as placas 
de PTFE rígido (sinterizado) é que, a partir do processo de 
fabricação desenvolvido para produzir folhas aditivadas 
e com estrutura fibrilada de orientação biaxial, obtem-se 
produtos cujos resultados reduzem substancialmente o 
escoamento do PTFE, sob aperto a alta temperatura.
A TEADIT, para obter a melhor adequação dos seus pro-
dutos as várias necessidades de resistência química dos 
fluidos de processo, desenvolveu inicialmente três tipos de 
TEALON com diferentes aditivos e de alta performance. 
TeaLon TF1570 (azul) ⇒� Aditivado com micro esferas ocas 
de vidro, é especialmente indicado para aplicações em 
flanges frágeis com fluidos altamente agressivos quimi-
camente, possui certificação para trabalhar com produtos 
alimentícios e farmacêuticos (FDA). 
TeaLon TF1580 (Branco) ⇒�Aditivado com sulfato de bá-
rio é especialmente indicado para aplicações com fluídos 
cáusticos fortes a altas temperaturas, além de possuir 
certificação para trabalhar com oxigênio (BAM), alimen-
tos e produtos farmacêuticos (FDA).
TeaLon TF1590 (Marrom) ⇒�Aditivado com sílica mine-
ral, é especialmente indicado para trabalhar com ácidos 
fortes, possui certificação para trabalhar com produtos 
alimentícios e farmacêuticos (FDA).
* TEALON é uma 
marca da E.I. DuPont De 
Nemours and Company e 
está sendo utilizada sob 
licença por TEADIT®
8.2.3. Quimflex – PTFe expandido
Fabricado com 100% de PTFE expandido,através de pro-
cesso especial que gera uma estrutura de fibras unifor-
mes e de orientação unidirecional ou biaxial. Possui como 
principais características:
⇒��Alta Selabilidade a líquidos com baixa força de aperto: 
O PTFE expandido é a melhor solução para a vedação 
de flanges extremamente frágeis, tais como: vidro, ce-
râmica, PVC e alumínio fundido, entre outros.
⇒��Alta compressibilidade: Permite fácil conformação 
da junta em superfície de flanges irregulares e des-
gastados.
⇒�Trabalha com fluidos a temperaturas de -240 oC a + 280 oC.
⇒��Possui desempenho superior às juntas tradicionais de 
PTFE rígido ou do tipo envelope.
As juntas PTFE expandido são encontradas no mercado 
sob forma de:
Junta Plana - Quimflex® 24B
Trata-se de uma estrutura de fi-
bras unidirecionais obtida através 
da extrusão e expansão do PTFE. 
Com uma fita auto-adesiva em 
uma das faces, permite rápida e 
fácil instalação em flanges sob 
qualquer posição.
��Curso de Vedação
5
4
3
2
1
Ideal principalmente para flanges de grandes dimensões, 
pois pode compensar a falta de planicidade e pequenas 
irregularidades além de dispensar emendas (ex: torre de 
destilação de álcool). De fácil utilização em qualquer for-
mato de flange (ex: carcaça de bombas). Possui certificação 
para trabalhar com produtos alimentícios e farmacêuti-
cos (FDA). 
Placa de PTFe expandido - 
Quimflex® sH 
O Quimflex® SH é fabricado atra-
vés de um processo especial que 
gera uma estrutura de fibras unifor-
mes e biaxiais. De fácil corte e estampa-
gem, é ideal para aplicações nas quais o espaço entre os 
flanges é reduzido. Possui certificação para trabalhar com 
produtos alimentícios e farmacêuticos (FDA). 
8.2.3.1. Procedimento de Instalação do Quimflex 24B
Além de seguir o procedimento descrito no item 11 (página 
23), observar as recomendações abaixo relacionadas:
A largura da junta plana é deter-
minada pelo diâmetro nominal 
do flange normalizado ou de 1/3 
a 1/2 da largura da superfície de 
vedação do flange. Descolar a fita 
adesiva e pressionar suavemente 
o Quimflex® 24B, centralizando-o 
sobre a área de vedação.
Completar a instalação cruzan-
do as pontas da fita uma sobre 
a outra, junto ao furo do flange. 
Ajustar os parafusos primeira-
mente com as mãos depois, atin-
gir o aperto desejado no mínimo 
em três estágios, seguindo sem-
pre a seqüência de aperto cruza-
do (vide procedimento ASME).
Em algumas aplicações, prin-
cipalmente em flanges frágeis 
aonde o volume extra na altu-
ra do cruzamento podem vir a 
causar problemas, as extremi-
dades do Quimflex® 24B devem 
ser unidas através de um corte 
chanfrado.
Em casos de flanges de gran-
des dimensões ou com sérios 
problemas de vedação, pode-
se montar uma junta Quimflex® 
24B ao lado da outra ou até uma 
sobre a outra.
Após o aperto, o Quimflex® 24B 
se transforma em uma fita fina 
que se espalha sobre a superfície 
de vedação, preenchendo as ir-
regularidades e garantindo uma 
excepcional selabilidade.
8.3. GraFLex® - Grafite Flexível
Produzido através da expansão e calandragem do gra-
fite natural, possui entre 95% a 99% de pureza.
O grafite flexível possui alta selabilidade, alta reten-
ção de torque, eliminando a necessidade de reapertos 
freqüentes. 
Devido às suas características, é um dos materiais de vedação 
mais seguros (fire-proof), Possui excelente resistência aos 
ácidos, soluções alcalinas e compostos orgânicos, sendo 
especialmente indicado para aplicações com óleo térmi-
co, hidrocarbonetos e vapor. Entretanto, em atmosferas 
oxidantes e temperaturas acima de 450° C, o seu uso deve 
ser cuidadosamente analisado.
Placas de Graflex® ⇒� Por serem materiais de baixa re-
sistência mecânica, as placas de Graflex® são fornecidas 
com reforço de aço inoxidável 316, que podem ser per-
furadas (TJE) ou não (TJR). Devido à dificuldade de corte, 
recomenda-se que esse material já seja solicitado sob a 
forma de junta cortada. 
Não é recomendável a utilização de juntas de Graflex® em 
flanges com classe de pressão acima de 300#, a menos 
que sejam instaladas com torque controlado.
Gr3110I ⇒�Junta plana trançada com fios de grafite flexí-
vel com reforço de fios de Inconel®, possui fita auto-ade-
siva em uma das faces o que permite rápida e fácil insta-
lação em flanges sob qualquer posição. A junta GR3110I 
é recomendada para flanges com formato irregular, de 
grandes dimensões ou frágeis, em tubulações e equipa-
mentos que necessitem de uma excepcional selabilidade 
a altas temperaturas.
9.1. Juntas Metalflex®
São espirais constituídas de uma fita metálica pré-forma-
da e de um enchimento com material macio que propicia 
a vedação. Quando é realizado o aperto inicial da junta, 
o enchimento escoa preenchendo as imperfeições do 
flange. A fita metálica além de dar resistência mecânica 
permite a junta reagir como uma mola, acomodando-se 
às variações de pressão e temperatura.
Podem ser fabricadas em diversas combinações de mate-
riais, dimensões e formas. As juntas produzidas conforme 
9. JunTas seMI MeTÁLICas
��Curso de Vedação
a norma ASME B16.20 (antiga API 601) para flanges ASME 
B16.5 e B16.47 são padronizadas e de série. Mediante pedi-
do, as juntas Metalflex® também poderão ser produzidas 
conforme outras normas ou com dimensões especiais. 
Materiais das fitas metálicas
⇒�AISI 304 e 304L: os mais utilizados.
⇒�AISI 316 e 316L : para ataque químico.
⇒�AISI 321: temperatura elevada.
⇒�Monel, Inconel, Níquel, etc, aplicações especiais.
enchimento
Por ser responsável pela selabilidade da junta, utiliza-se 
materiais com elevada capacidade de vedação: 
⇒�Graflex®: o mais usado (“fire-proof”).
⇒�PTFE: ataque químico, criogenia. (sempre utilizar com 
anel interno).
9.1.1. Junta 913
Indicada para flanges com ressalto, também pode ser 
aplicada em flanges com face plana. A junta 913 é o tipo 
de junta Metalflex® de maior utilização na indústria em 
geral devido à sua versatilidade de aplicação, aliada ao 
baixo custo. 
Anel de Centralização: por não entrar em contato direto 
com o fluido, é normalmente fabricado em aço carbono 
1010/1020, com um acabamento anti-corrosão, que pode 
ser pintura ou algum tipo de galvanização.
Quando aplicada em flanges de aço inoxidável, em am-
bientes extremamente agressivos ou em criogenia, é re-
comendado o uso da guia externa no mesmo material 
do flange. 
Principais aplicações da Metalflex® 913:
⇒�Linhas com Ciclagem Térmica.
⇒�Flanges de válvulas automáticas.
⇒�Linhas de vapor acima de 270°C.
⇒�Flanges com classe de pressão até 600 lbs.
9.1.2. Junta 913M
Se diferencia da 913, por possuir um “Anel Interno” que: 
evita o esmagamento excessivo da junta devido à força 
de aperto dos parafusos, reduz a turbulência do fluido na 
região de transição entre os flanges, e evita a flambagem 
das juntas. Também é de uso obrigatório quando o fluido 
contém partículas abrasivas ou quando o enchimento das 
espiras for de PTFE.
O anel interno é usualmente fabricado no mesmo material 
da fita metálica. Porém, em processos altamente corrosi-
vos, deve-se usar anel interno em PTFE.
outras aplicações da Junta Metalflex® 913M:
⇒�Linhas com forte vibração, golpes de aríete ou vácuo.
⇒�Pressões e temperaturas elevadas.
⇒�Flanges com classe de pressão acima de 600 lbs.
⇒�Flanges com diâmetro nominal acima de 12”.
9.1.3. Junta 911
Utilizada em flanges tipo “macho e fêmea”, “lingüeta e 
encaixe” em tubulações, equipamentos e castelos de vál-
vulas. Também é usada em equipamentos onde existam 
limitações de espaço e peso. É o tipo básico de juntas 
Metalflex, por constituir-se apenas da espiral circular. 
Fabricada na espessura padrão de 3.2 mm. Podendo a pe-
dido, ser fabricada nas espessuras de 4.45 mm, 4.75 mm e 
6.4 mm. Em casos especiais também pode ser fabricada 
com anel interno “911M” ou com travessas para junta de 
trocador de calor “911T”.
9.1.4. Junta 914
Similar a 911, porém com formas não circulares, é utilizada 
principalmente em: janelas e portas de visita de caldeiras 
e castelos de válvulas.
9.2. JuntasMetalbest - 923 e 927
Construídas de uma dupla camisa metálica sobre enchi-
mento macio. Suas aplicações mais típicas são em troca-
dores de calor. Produzidas sob encomenda, não existe 
praticamente nenhum limite de diâmetro ou forma para 
sua fabricação. As juntas 923 também são empregadas 
em flanges de grandes diâmetros em reatores de indús-
trias químicas.
Para tubulações de gases de alto-forno das siderúrgicas 
e outras aplicações cujas principais características são a 
alta temperatura, baixa pressão e flanges com empena-
mentos e irregularidades, podem ser fabricadas nas es-
pessuras de 4 e 6 mm. 
As juntas 923 quando recobertas por grafite flexível 
“Graflex®” ou PTFE expandido “Quimflex®” recebem o 
código de 927.
10.1. Junta 942 – Camprofile
Uma das melhores alternativas para elevadas pressões de 
trabalho, a junta Camprofile 942 combina a resistência de 
um núcleo maciço e serrilhado com a excelente selabilidade 
de uma cobertura com Graflex ou Quimflex.
O perfil metálico serrilhado da junta permite atingir ele-
vadas pressões de esmagamento com baixo aperto nos 
parafusos, enquanto a fina camada de Graflex ou Quimflex 
preenche as irregularidades e evita que o serrilhado mar-
que a superfície dos flanges.
10. JunTas MeTÁLICas
��Curso de Vedação
Material do núcleo ⇒�deve ser especificado de acordo 
com a compatibilidade química do fluido e com a tem-
peratura de operação. É recomendado que o núcleo seja 
fabricado com o mesmo material do equipamento para 
evitar corrosão e problemas de expansão diferencial.
10.2. Junta rTJ
São anéis metálicos usinados de acordo com os padrões 
estabelecidos pelo American Petroleum Institute (API 6A) e 
American Society of Mechanical Engineers (ASME B 16.20), 
para aplicações em elevadas pressões e temperaturas.
A vedação é obtida em uma linha de contato, por ação 
de cunha, causando elevadas pressões de esmagamento 
que deformam a superfície da junta, conformando-a so-
bre a rugosidade dos flanges. As superfícies de contato 
da junta e do flange devem ser cuidadosamente usina-
das e acabadas.
Existem vários tipos de juntas RTJ, sendo as mais usuais 
a 950 (perfil Oval) e 951 (perfil Octogonal). Os materiais 
das juntas RTJ devem ser usinados ou forjados. Sua dureza 
deve ser obrigatoriamente menor do que a do flange em 
pelo menos 30 HB, para não danificá-lo
a – seGurança
1. Conhecer os procedimentos de segurança do local 
de serviço.
2. Estar com todos os equipamentos de segurança (EPI’s) 
apropriados para a execução da tarefa: Uniforme, capace-
te, botas, óculos ampla visão, luvas, protetores auriculares 
e máscara de fuga.
Obs.: Se o fluido for quimicamente agressivo, ácido ou 
básico, utilizar luvas de PVC.
3. Separar todas ferramentas e materiais necessários para 
a execução do serviço: Chaves fixas,torquímetro manual 
calibrado, soquetes, escova de aço, lubrificante para por-
cas, arruelas e parafusos, paquímetro digital, posiciona-
dores e lanterna.
Material Temperatura 
(oC)
Pressão de 
operação 
(bar) 
Mín. Máx. Máx.
Graflex® -240 650 250
Quimflex® -240 270 100
Limites de Pressão e Temperatura
11. ProCedIMenTo de InsTaLação de JunTas
4. Preparar o local de trabalho. Ambiente limpo e ilumi-
nado é fundamental. Nunca fazer o serviço sem ilumina-
ção adequada.
5. Verificar e colocar nas válvulas de bloqueio da linha em 
questão uma etiqueta com os seguintes dizeres: 
“não ABRA, eQUIPAMento eM MAnUtenção”.
6. Sempre aguardar a liberação da equipe de segurança 
para iniciar o trabalho. Os equipamentos devem estar des-
pressurizados, na temperatura ambiente e drenados.
B – esPeCIFICação
Verificar se a junta a ser instalada é a indicada pela em-
presa para a aplicação. A junta que será instalada tem 
que atender as condições de serviço, como: resistência 
química, temperatura e pressão.
C – PreParação
1. Colocar a plaqueta de identificação (Tag) em todos os 
conjuntos de flanges que sofram intervenções.
2. Certificar-se da inexistência de ma-
teriais estranhos e sujeiras nas su-
perfícies de vedação, dos estojos ou 
prisioneiros, porcas e arruelas. Utilize 
os procedimentos de controle de re-
síduos específicos de cada planta.
3. Examine os parafusos ou estojos, 
porcas e arruelas para detectar de-
feitos tais como rebarbas ou trincas. Todos os parafusos 
devem ser iguais (mesmos materiais e dimensões). 
4. Examine a superfície dos flanges 
a procura de empenamentos, riscos, 
marcas profundas de ferramentas, ou 
qualquer outra ocorrência que preju-
dique um assentamento apropriado 
da junta.
5. Substitua componentes encontra-
dos com defeito. Solicite ajuda, se necessário.
6. Identifique os acabamentos superficiais dos flanges, 
comparando sua rugosidade com o padrão ASME para 
acabamento de flanges.
d - alinhamento dos Flanges
1. Faça o alinhamento dos flanges 
e dos respectivos furos, sem aplicar 
força excessiva. A tolerância máxi-
ma recomendada para o desalinha-
mento entre flanges é de 0,5 mm 
para cada 200 mm de diâmetro do 
flange, e de 3 mm entre as furações 
dos parafusos/estojos.
2. Informe qualquer desalinhamento superior aos acima 
mencionados, solicitando autorização específica para 
�� Curso de Vedação
dar continuidade ao trabalho caso não seja possível 
corrigir essa falha.
e - Instalação da Junta
1. Assegure-se de que a junta é do tamanho e material 
especificados para a aplicação e compatível com o aca-
bamento superficial do flange.
2. Examine a junta para certificar-se que ela está isenta 
de defeitos. (foto 1)
3. Cuidadosamente insira a junta entre os flanges.
4. Certifique-se que a junta esteja centralizada entre os 
flanges. (foto 2)
5. Não utilize cola ou outros agentes de fixação na junta 
ou na face dos flanges, que não sejam os especificados 
pelo fabricante da junta.
6. Aproxime os flanges, assegurando-se de que a junta 
não seja mordida ou danificada.
F - Lubrificação
1. Utilize apenas lubrificantes especificados ou aprovados.
2. Aplique lubrificante em abundância, uniformemente 
na rosca e nas superfícies de aperto dos parafusos, por-
cas e arruelas.
3. Assegure-se de que o lubrificante não contamine a 
junta ou a superfície de contato do flange.
G - Instalação dos Parafusos
1. Numere os estojos ou os furos dos parafusos com “mar-
ca tudo” seguindo a seguência cruzada.
2. Instale cada um dos parafusos ou estojos com as res-
pectivas porcas e arruelas, e com a mão movimente as 
porcas até que as arruelas encostem-se aos flanges. Caso 
seja necessário utilize uma chave fixa adequada. Todos os 
parafusos devem ultrapassar obrigatoriamente as porcas 
em pelo menos dois fios de rosca.
3. Sempre utilize ferramentas adequadas: Torquímetro 
calibrado ou qualquer outra ferramenta com controle de 
tensão aplicada. Aperte as porcas seguindo a numeração 
efetuada anteriormente sempre em ordem crescente, re-
petindo essa operação para cada passo abaixo. 
4. Consulte a Teadit e/ou o departamento de engenharia 
de sua companhia para orientação da especificação de 
torque a ser aplicado.
5. Sempre aperte as porcas em múltiplos passos:
Passo 1 ⇒ Aperte todas as porcas manualmente. Parafusos 
muito grandes podem requerer a utilização de uma pe-
quena ferramenta manual (já executado no item G.2).
Passo 2 ⇒ Aperte cada porca até aproximadamente 30% 
do torque final especificado.
Passo 3 ⇒�Aperte cada porca até aproximadamente 60% 
do torque final especificado.
Passo 4 ⇒ Aperte cada porca até atingir o torque final 
especificado. 
Passo 5 ⇒�Aplique o aperto final em todas as porcas, se-
guindo agora o sentido horário até que todas tenham 
atingido o torque final especificado. (Flanges de grande 
diâmetro podem requerer apertos adicionais).
Passo 6 – Repetir o 5° passo pelo menos 4 horas após a 
instalação da junta e antes de energizar o sistema.
H - reaperto
atenção: Consulte a Teadit e/ou o departamento de en-
genharia de sua companhia para obter recomendações 
de reaperto.
1. Não reaperte juntas a base de elastômeroe fibras não-
amianto, depois que estas tenham sido expostas a ele-
vadas temperaturas, a menos que haja especificação 
contrária.
2. Reaperte os parafusos expostos a ciclos térmicos 
agressivos.
3. Todo reaperto deverá ser realizado a temperatura am-
biente e pressão atmosférica.
Para maiores detalhes sobre instalação de juntas, por fa-
vor consulte a Teadit e o ESA/FSA Guidelines for safe seal 
usage - Flanges and Gaskets, disponível na Fluid Sealing 
Association e na European Sealing Association.
nota: Para informações mais detalhadas sobre Juntas 
Industriais, sugerimos consultar o livro de autoria do 
Engenheiro José Carlos Veiga – 4a Edição.
Obra Registrada no 173.856 – Rio de Janeiro/RJ.
foto 1 foto 2
A TEADIT realiza serviços técnicos de troca de gaxetas em paradas de manutenção, 
além de Posto de Serviço Avançado de fabricação de juntas, onde nossos técnicos 
vão até ao cliente para checar especificações, facilitar as instalações, produzir, de 
acordo com a necessidade, no momento em que ela é gerada, fabricando juntas 
de vedação e executando montagens de juntas de expansão. Todo esse trabalho é 
rigosoramente registrado gerando, ao cliente, dados e análises que comprovam a 
eficiência e qualidade do Teadit Service Center.
Service Center
Alguns pontos de atendimento do Teadit Service Center: 
Serviço de Engaxetamento, Posto de Juntas, Controle de Emissões Fugitivas, Instalação de Juntas de Expansão Não-Metálicas - FreeFlex®
1. Selabilidade de Equipamentos Estáticos e Rotativos, Assegurada 
Remoção e instalação de gaxetas em equipamentos rotativos; 
Remoção e instalação de gaxetas em válvulas; 
Controle e monitoramento periódico de TAGs e Intervenções; 
Reportes de intervenções e de ganhos obtidos.
2. Vedação ¨On time¨ Posto Avançado de Juntas 
Atendimento Técnico e especificação adequada da melhor aplicação; 
Instalação de juntas de vedação; 
Fabricação de juntas, no momento da necessidade; 
Cálculo de Torque para aplicação de juntas.
3. Controle Ambiental 
Monitoramento de emissões fugitivas segundo EPA, através do O.V.A. 
(Organic Volatil Analyser - Analisador de Gases); 
Instalação de Sistema “Live Loading” (carga constante).
4. Sucesso e Economia com Juntas de Expansão 
Montagem e desmontagem de juntas de expansão, em campo.
Rio de Janeiro, RJ - Av. Pastor Martin Luther King Jr., 8939 - CEP 21530-012
Tel.: (21) 2132-2500 - Fax: (21) 2132-2550 - E-mail: dvrj@teadit.com.br
Call Center: (21) 2132-2700 Fax: (21) 2132-2750
Campinas, SP - Av. Mercedes Benz, 390 - CEP 13054-750
Tel.: (19) 3765-6501 - Fax: (19) 3225-5614 - E-mail: juntas@teadit.com.br
 www.teadit.com.br
O grupo TEADIT® vem se destacando, cada vez mais, por fabricar produtos da mais alta qualidade e uma linha 
abrangente e completa como nenhuma outra. A primeira indústria na America Latina em seu segmento a receber 
certificação ISO 9001. Se orgulha ainda de oferecer os melhores produtos e o melhor suporte técnico com serviço de 
engenheiros de aplicação e especialistas em todo território, além da mais completa rede de distribuição.
Soluções com Qualidade
(SHANGHAI / CHINA)
M
ai
/0
6
Produtos de nossa fabricação
JUNTAS CORTADAS E METÁLICAS • JUNTAS PARA TROCADOR DE CALOR • JUNTAS DE ExPANSãO METÁLICAS - termatic® • JUNTAS DE ExPANSãO NãO-METãLICAS - freeflex®
GAxETAS • PAPELõES hIDRÁULICOS • PAPELõES ISOLANTES • TECIDOS, fIOS E fITAS TéCNICAS • PRODUTOS EM PTfE, Quimflex® e Tealon® 
Os parâmetros de aplicação indicados neste folheto são típicos. Para cada aplicação específica deverá ser realizado um estudo independente e uma avaliação de compatibilidade. Consulte-nos a respeito de recomendações para 
aplicações específicas. Um equívoco na seleção do produto mais adequado ou na sua aplicação pode resultar em danos materiais e/ou em sérios riscos pessoais, sendo que a Teadit não se responsabiliza pelo uso inadequado das 
informações constantes do presente folheto, nem por imprudência, negligência ou imperícia na sua utilização, colocando seus técnicos à disposição dos consumidores para esclarecer dúvidas e fornecer orientações adequadas 
em relação e aplicações específicas. Estas especificações estão sujeitas a mudanças sem prévio aviso, sendo que esta edição substitui todas as anteriores.
TeadiT no Mundo
	Introdução
	Gaxetas
	1. Definição
	2. Tipos Construtivos
	3. Gaxetas para Isolamento Térmic o
	4. Gaxetas de Vedação
	5. Sistemas de Engaxetamento
	6. Dimensionamento da Caixa de Gaxetas
	7. Seleção de Gaxetas de Vedação
	8. Engaxetamento Misto
	9. Instalação de Gaxetas
	10. Problemas Mais Comuns com Engaxetamento
	Juntas de Vedação
	1. Definição
	2. Forças em uma União Flangeada
	3. Eficiência de uma Junta
	4. Influência do Acabamento dos Flanges na Escolha da Junta
	5. Tipos de Flanges
	6. Dimensionamento de Juntas Não-Metálicas
	7. Emendas de Juntas Não-Metálicas
	8. Materiais mais utili zados na Fabricação de Juntas Não-Metálicas
	8.1.8. Problemas Mais Comuns com Juntas de Papelão Hidráulico
	9. Juntas Semi Metálicas
	10. Juntas Metálicas
	11. Procedimento de Instalação de Juntas

Mais conteúdos dessa disciplina