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No exame das demonstrações contábeis de uma entidade para o ano de 2012, em que a contabilidade atendeu integralmente ao princípio de competência para as despesas públicas, o auditor identificou que a conta despesa com pessoal ativo estava superavaliada em razão do registro indevido em dezembro de 2012, da provisão da folha de pagamento de janeiro de 2013.
Tal fato ocasionou:
a) uma subavaliação no orçamento de 2013;
b) uma subavaliação no ativo circulante de 2012;
c) uma subavaliação no passivo circulante de 2012;
d) uma superavaliação no passivo circulante de 2012;
e) uma superavaliação no orçamento de 2012.

Durante a aplicação dos procedimentos atinentes à espécie, o auditor detectou, com base nos documentos contábeis, que em determinado dia a conta “caixa” da entidade apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação.
(A) Trata-se de ativo fictício, uma vez que há valores registrados que, de fato, inexistem.
(B) Trata-se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas erroneamente no passível exigível a longo prazo.
(C) Corresponde a “estouro de caixa”, situação decorrente, por exemplo, de receitas recebidas, mas não contabilizadas.
(D) Corresponde a “estouro de caixa”, decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, mas não contabilizadas.
(E) Corresponde ao que culturalmente chamamos de “caixa 2”, prática sabidamente conhecida e permitida pela legislação.

Assinale o procedimento de auditoria que tem por objetivo identificar a existência de passivos ocultos:
a) contagem de caixa;
b) recálculo da depreciação anual de itens do ativo imobilizado;
c) circularização de instituições financeiras;
d) observação da contagem física do estoque;
e) inspeção das autorizações de pagamentos conforme limites de alçada estabelecidos.

Em um teste para avaliar se há superavaliação, o Auditor deve:
a) conferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão;
b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial;
c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários;
d) verificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final;
e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento suporte da transação.

A empresa Parcial S.A. realizou o estorno da Reserva de Reavaliação, conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. 11.638/2007. No entanto, o contador não realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. Dessa forma pode-se afirmar que:
a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada.
b) a conta de investimento reavaliação está adequada.
c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada.
d) a conta de lucros acumulados está superavaliada.
e) a conta de resultado do exercício está subavaliada.

O auditor externo está realizando auditoria em uma empresa do setor industrial, na área de ativo imobilizado. Ao analisar os parâmetros do sistema de cálculo da depreciação da conta Móveis e Utensílios do Escritório Administrativo, constata que a taxa de depreciação, que deveria ser de 5% ao ano, foi cadastrada como 10% ao ano.
Dessa forma, o auditor pode concluir que
a) a conta de Estoque de Produtos Acabados, no período, está subavaliada.
b) a conta de Depreciação Acumulada, no período, está subavaliada.
c) a Despesa de Depreciação, no período, está superavaliada.
d) a Depreciação Acumulada está com o saldo acumulado correto.
e) o Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado.

Assinale a opção correta no que se refere à auditoria para empréstimos e financiamentos circulantes e não circulantes.
a) As obrigações flutuantes devem estar apropriadamente classificadas e descritas nas demonstrações.
b) O propósito dessa auditoria inclui verificar se todas as obrigações foram devidamente autorizadas pelo controle interno.
c) Todos os empréstimos e outras dívidas estão incluídos nas contas a receber, na data do balanço.
d) Esse tipo de auditoria possui um único objetivo: verificar se os passivos são registrados na contabilidade corretamente.
e) A contabilização dos encargos deve ser livre de distorções e conforme os princípios contábeis.

Acerca dos procedimentos de auditoria, julgue o item subsequente.
Situação hipotética: Um auditor refez os cálculos de uma planilha para a correção monetária de certa dívida municipal e, com o objetivo de averiguar as distorções encontradas, releu alguns documentos a fim de confirmar os termos que poderiam ter afetado os cálculos testados.
Assertiva: Nessa situação, conclui-se que foi realizada uma revisão analítica para complementar as conclusões do auditor sobre a conferência do cálculo.

O contador de determinada empresa considerou, equivocadamente, o valor bruto das vendas de longo prazo, em vez do lucro dessas vendas, na apuração do valor da reserva de lucros a realizar a ser registrado no patrimônio líquido da entidade.
Uma auditoria independente nas demonstrações contábeis identificou, além da referida distorção de registro, uma falsificação de notas fiscais de saída, com a respectiva subtração indevida de estoques, o que gerou distorção no valor do ativo.
Essas foram as únicas distorções encontradas nas demonstrações contábeis.
Relativamente aos estoques, um procedimento correto a ser adotado pelo auditor na situação apresentada no texto consistiria em
A) registrá-los pelo preço de compra somado aos impostos, a outros tributos (exceto os recuperáveis) e aos custos de transporte.
B) verificar a existência de banco de dados de credores e de segregação de função entre os setores de compra e orçamento.
C) proceder à contagem física ou à checagem do inventário físico.
D) permitir a continuidade das operações no estoque mesmo durante o inventário e a contagem física.
E) registrá-los pelo custo de aquisição ou de fabricação, deduzido da provisão, para ajustá-lo ao valor de mercado.

Na época da auditoria da conta de estoques de uma concessionária de revenda de veículos, no grupo circulante, a auditoria observou que um veículo adquirido para uso foi contabilizado como estoque para revenda.
Assinale a alternativa correta sobre a direção do teste mais adequado associado à situação exposta.
a) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para superavaliação de outra conta do ativo.
b) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de outra conta do ativo.
c) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de despesa.
d) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de despesa.
e) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de outra conta do ativo.

No teste das conciliações bancárias o que se espera obter?
1. As transações registradas pelo banco.
2. As transações registradas pela empresa.
3. As transações não registradas pela empresa.
4. As transações não registradas pelo banco.
a) Apenas o item 2.
b) Apenas os itens 1 e 3.
c) Apenas os itens 2 e 4.
d) Os itens 1 e 2 mais item 4.
e) Os itens 1 e 3 mais itens 2 e 4.

Acerca dos procedimentos e testes de auditoria no setor público, julgue os seguintes itens.
As normas de auditoria do Poder Executivo federal preveem procedimento de auditoria, por meio de inspeção, para avaliar a qualidade e a quantidade dos bens tangíveis e intangíveis dos órgãos públicos.

Assinale a alternativa que indique os procedimentos de auditoria aplicáveis à conta Provisão para Devedores Duvidosos.
a) Inspeção documental para exame dos documentos de pagamentos e recebimentos e solicitação de informações aos bancos mediante circularização.
b) Revisão de cálculos por meio da conferência da exatidão aritmética do valor e inspeção para verificação dos documentos que serviram de base para fixação dos critérios de cálculo.
c) Inspeção de documentos e revisão dos cálculos para a verificação dos valores lançados nos investimentos.
d) Inspeção de documentos e revisão dos cálculos no caso de depreciação e amortização acumulada.
e) Revisão de cálculos e investigação e confirmação das operações por meio de circularização de informações financeiras.

Um objetivo comum no exame de qualquer tipo de ativo é a verificação de que os valores representados são exatos. Esse objetivo está diretamente ligado à:
a) determinação qualitativa do bem.
b) determinação dos riscos relacionados a esse bem.
c) determinação do objeto de auditoria.
d) determinação da existência quantitativa do bem.
e) determinação da amostra para fins de inspeção física.

Na empresa é necessário que, periodicamente, os ativos sob a responsabilidade de empregados sejam confrontados com os registros da contabilidade, com o objetivo de detectar desfalques ou registro inadequado de ativos. Não é exemplo desse confronto:
(A) contagem de caixa com o saldo do razão geral.
(B) contagem física de títulos com o saldo da conta de investimentos.
(C) saldo da conta corrente bancária com o saldo do extrato enviado pelo banco.
(D) inventário físico dos bens em estoque com o razão geral da respectiva conta.
(E) inventário do ativo imobilizado com o saldo das vendas efetuadas.

Conforme a NBC TA 520, se os controles sobre o processamento de pedidos de venda são deficientes, o auditor pode confiar mais em testes de detalhes do que em procedimentos analíticos substantivos para afirmacoes relacionadas com
A) vendas a prazo.
B) contas a receber.
C) custo da venda.
D) receita de venda.
E) estoques disponíveis.

A Contagem física é uma técnica utilizada pelos auditores nos seus trabalhos.
Estão sujeitos à contagem física:
A) títulos (ações e títulos de aplicação financeira).
B) empréstimos em poder de terceiros.
C) estoques em poder de terceiros.
D) recursos em conta corrente bancária.

A auditoria de Caixa e Bancos exige um maior volume de testes, visto que são os ativos mais sujeitos à utilização indevida.
A técnica de auditoria para a confirmação da existência e do saldo da conta Caixa é a contagem física. Para a conta Bancos, a técnica a ser utilizada é:
A) carta de confirmação.
B) conciliação bancária.
C) rastreamento de valores.
D) correlação das informações.

O procedimento técnico de circularização é aplicável no exame de auditoria referente a
A) contas a pagar.
B) inventário físico.
C) reavaliação de ativos.
D) reversão de reservas.

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Questões resolvidas

No exame das demonstrações contábeis de uma entidade para o ano de 2012, em que a contabilidade atendeu integralmente ao princípio de competência para as despesas públicas, o auditor identificou que a conta despesa com pessoal ativo estava superavaliada em razão do registro indevido em dezembro de 2012, da provisão da folha de pagamento de janeiro de 2013.
Tal fato ocasionou:
a) uma subavaliação no orçamento de 2013;
b) uma subavaliação no ativo circulante de 2012;
c) uma subavaliação no passivo circulante de 2012;
d) uma superavaliação no passivo circulante de 2012;
e) uma superavaliação no orçamento de 2012.

Durante a aplicação dos procedimentos atinentes à espécie, o auditor detectou, com base nos documentos contábeis, que em determinado dia a conta “caixa” da entidade apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação.
(A) Trata-se de ativo fictício, uma vez que há valores registrados que, de fato, inexistem.
(B) Trata-se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas erroneamente no passível exigível a longo prazo.
(C) Corresponde a “estouro de caixa”, situação decorrente, por exemplo, de receitas recebidas, mas não contabilizadas.
(D) Corresponde a “estouro de caixa”, decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, mas não contabilizadas.
(E) Corresponde ao que culturalmente chamamos de “caixa 2”, prática sabidamente conhecida e permitida pela legislação.

Assinale o procedimento de auditoria que tem por objetivo identificar a existência de passivos ocultos:
a) contagem de caixa;
b) recálculo da depreciação anual de itens do ativo imobilizado;
c) circularização de instituições financeiras;
d) observação da contagem física do estoque;
e) inspeção das autorizações de pagamentos conforme limites de alçada estabelecidos.

Em um teste para avaliar se há superavaliação, o Auditor deve:
a) conferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão;
b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial;
c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários;
d) verificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final;
e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento suporte da transação.

A empresa Parcial S.A. realizou o estorno da Reserva de Reavaliação, conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. 11.638/2007. No entanto, o contador não realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. Dessa forma pode-se afirmar que:
a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada.
b) a conta de investimento reavaliação está adequada.
c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada.
d) a conta de lucros acumulados está superavaliada.
e) a conta de resultado do exercício está subavaliada.

O auditor externo está realizando auditoria em uma empresa do setor industrial, na área de ativo imobilizado. Ao analisar os parâmetros do sistema de cálculo da depreciação da conta Móveis e Utensílios do Escritório Administrativo, constata que a taxa de depreciação, que deveria ser de 5% ao ano, foi cadastrada como 10% ao ano.
Dessa forma, o auditor pode concluir que
a) a conta de Estoque de Produtos Acabados, no período, está subavaliada.
b) a conta de Depreciação Acumulada, no período, está subavaliada.
c) a Despesa de Depreciação, no período, está superavaliada.
d) a Depreciação Acumulada está com o saldo acumulado correto.
e) o Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado.

Assinale a opção correta no que se refere à auditoria para empréstimos e financiamentos circulantes e não circulantes.
a) As obrigações flutuantes devem estar apropriadamente classificadas e descritas nas demonstrações.
b) O propósito dessa auditoria inclui verificar se todas as obrigações foram devidamente autorizadas pelo controle interno.
c) Todos os empréstimos e outras dívidas estão incluídos nas contas a receber, na data do balanço.
d) Esse tipo de auditoria possui um único objetivo: verificar se os passivos são registrados na contabilidade corretamente.
e) A contabilização dos encargos deve ser livre de distorções e conforme os princípios contábeis.

Acerca dos procedimentos de auditoria, julgue o item subsequente.
Situação hipotética: Um auditor refez os cálculos de uma planilha para a correção monetária de certa dívida municipal e, com o objetivo de averiguar as distorções encontradas, releu alguns documentos a fim de confirmar os termos que poderiam ter afetado os cálculos testados.
Assertiva: Nessa situação, conclui-se que foi realizada uma revisão analítica para complementar as conclusões do auditor sobre a conferência do cálculo.

O contador de determinada empresa considerou, equivocadamente, o valor bruto das vendas de longo prazo, em vez do lucro dessas vendas, na apuração do valor da reserva de lucros a realizar a ser registrado no patrimônio líquido da entidade.
Uma auditoria independente nas demonstrações contábeis identificou, além da referida distorção de registro, uma falsificação de notas fiscais de saída, com a respectiva subtração indevida de estoques, o que gerou distorção no valor do ativo.
Essas foram as únicas distorções encontradas nas demonstrações contábeis.
Relativamente aos estoques, um procedimento correto a ser adotado pelo auditor na situação apresentada no texto consistiria em
A) registrá-los pelo preço de compra somado aos impostos, a outros tributos (exceto os recuperáveis) e aos custos de transporte.
B) verificar a existência de banco de dados de credores e de segregação de função entre os setores de compra e orçamento.
C) proceder à contagem física ou à checagem do inventário físico.
D) permitir a continuidade das operações no estoque mesmo durante o inventário e a contagem física.
E) registrá-los pelo custo de aquisição ou de fabricação, deduzido da provisão, para ajustá-lo ao valor de mercado.

Na época da auditoria da conta de estoques de uma concessionária de revenda de veículos, no grupo circulante, a auditoria observou que um veículo adquirido para uso foi contabilizado como estoque para revenda.
Assinale a alternativa correta sobre a direção do teste mais adequado associado à situação exposta.
a) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para superavaliação de outra conta do ativo.
b) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de outra conta do ativo.
c) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de despesa.
d) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de despesa.
e) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de outra conta do ativo.

No teste das conciliações bancárias o que se espera obter?
1. As transações registradas pelo banco.
2. As transações registradas pela empresa.
3. As transações não registradas pela empresa.
4. As transações não registradas pelo banco.
a) Apenas o item 2.
b) Apenas os itens 1 e 3.
c) Apenas os itens 2 e 4.
d) Os itens 1 e 2 mais item 4.
e) Os itens 1 e 3 mais itens 2 e 4.

Acerca dos procedimentos e testes de auditoria no setor público, julgue os seguintes itens.
As normas de auditoria do Poder Executivo federal preveem procedimento de auditoria, por meio de inspeção, para avaliar a qualidade e a quantidade dos bens tangíveis e intangíveis dos órgãos públicos.

Assinale a alternativa que indique os procedimentos de auditoria aplicáveis à conta Provisão para Devedores Duvidosos.
a) Inspeção documental para exame dos documentos de pagamentos e recebimentos e solicitação de informações aos bancos mediante circularização.
b) Revisão de cálculos por meio da conferência da exatidão aritmética do valor e inspeção para verificação dos documentos que serviram de base para fixação dos critérios de cálculo.
c) Inspeção de documentos e revisão dos cálculos para a verificação dos valores lançados nos investimentos.
d) Inspeção de documentos e revisão dos cálculos no caso de depreciação e amortização acumulada.
e) Revisão de cálculos e investigação e confirmação das operações por meio de circularização de informações financeiras.

Um objetivo comum no exame de qualquer tipo de ativo é a verificação de que os valores representados são exatos. Esse objetivo está diretamente ligado à:
a) determinação qualitativa do bem.
b) determinação dos riscos relacionados a esse bem.
c) determinação do objeto de auditoria.
d) determinação da existência quantitativa do bem.
e) determinação da amostra para fins de inspeção física.

Na empresa é necessário que, periodicamente, os ativos sob a responsabilidade de empregados sejam confrontados com os registros da contabilidade, com o objetivo de detectar desfalques ou registro inadequado de ativos. Não é exemplo desse confronto:
(A) contagem de caixa com o saldo do razão geral.
(B) contagem física de títulos com o saldo da conta de investimentos.
(C) saldo da conta corrente bancária com o saldo do extrato enviado pelo banco.
(D) inventário físico dos bens em estoque com o razão geral da respectiva conta.
(E) inventário do ativo imobilizado com o saldo das vendas efetuadas.

Conforme a NBC TA 520, se os controles sobre o processamento de pedidos de venda são deficientes, o auditor pode confiar mais em testes de detalhes do que em procedimentos analíticos substantivos para afirmacoes relacionadas com
A) vendas a prazo.
B) contas a receber.
C) custo da venda.
D) receita de venda.
E) estoques disponíveis.

A Contagem física é uma técnica utilizada pelos auditores nos seus trabalhos.
Estão sujeitos à contagem física:
A) títulos (ações e títulos de aplicação financeira).
B) empréstimos em poder de terceiros.
C) estoques em poder de terceiros.
D) recursos em conta corrente bancária.

A auditoria de Caixa e Bancos exige um maior volume de testes, visto que são os ativos mais sujeitos à utilização indevida.
A técnica de auditoria para a confirmação da existência e do saldo da conta Caixa é a contagem física. Para a conta Bancos, a técnica a ser utilizada é:
A) carta de confirmação.
B) conciliação bancária.
C) rastreamento de valores.
D) correlação das informações.

O procedimento técnico de circularização é aplicável no exame de auditoria referente a
A) contas a pagar.
B) inventário físico.
C) reavaliação de ativos.
D) reversão de reservas.

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LISTA DE REVISÃO AUDITORIA – PROCEDIMENTOS
1. (FGV/Hemocentro-SP/2013) No exame das demonstrações contábeis de uma entidade para o ano de 2012, em que a contabilidade atendeu integralmente ao princípio de competência 
para as despesas públicas, o auditor identificou que a conta despesa com pessoal ativo estava superavaliada em razão do registro indevido em dezembro de 2012, da provisão da folha de
pagamento de janeiro de 2013. Tal fato ocasionou:
a) uma subavaliação no orçamento de 2013;
b) uma subavaliação no ativo circulante de 2012;
c) uma subavaliação no passivo circulante de 2012;
d) uma superavaliação no passivo circulante de 2012;
e) uma superavaliação no orçamento de 2012.
2. (FGV/TCM-RJ/2008) Durante a aplicação dos procedimentos atinentes à espécie, o auditor detectou, com base nos documentos contábeis, que em determinado dia a conta “caixa” da entidade
apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação.
a) Trata-se de ativo fictício, uma vez que há valores registrados que, de fato, inexistem.
b) Trata-se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas erroneamente no passível exigível a longo prazo.
c) Corresponde a “estouro de caixa”, situação decorrente, por exemplo, de receitas recebidas, mas não contabilizadas.
d) Corresponde a “estouro de caixa”, decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, mas não contabilizadas.
e) Corresponde ao que culturalmente chamamos de “caixa 2”, prática sabidamente conhecida e permitida pela legislação.
3. (Fundatec/Cage-RS/2014) Assinale o procedimento de auditoria que tem por objetivo identificar a existência de passivos ocultos:
a) contagem de caixa;
b) recálculo da depreciação anual de itens do ativo imobilizado;
c) circularização de instituições financeiras;
d) observação da contagem física do estoque;
e) inspeção das autorizações de pagamentos conforme limites de alçada estabelecidos.
4. (FCC/DPE-SP/2013) Em um teste para avaliar se há superavaliação, o Auditor deve:
a) conferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão;
b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial;
c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários;
d) verificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final;
e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento suporte da transação. 
5. (ESAF/AFRFB/2009) A empresa Parcial S.A. realizou o estorno da Reserva de Reavaliação, conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. 11.638/2007. No entanto, o contador não
realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. Dessa forma pode-se afirmar que:
a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada.
b) a conta de investimento reavaliação está adequada.
c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada.
d) a conta de lucros acumulados está superavaliada.
e) a conta de resultado do exercício está subavaliada. 
6. (FCC/SEFAZ-SP/2009) O auditor externo está realizando auditoria em uma empresa do setor industrial, na área de ativo imobilizado. Ao analisar os parâmetros do sistema de cálculo da
depreciação da conta Móveis e Utensílios do Escritório Administrativo, constata que a taxa de depreciação, que deveria ser de 5% ao ano, foi cadastrada como 10% ao ano. Dessa forma,
o auditor pode concluir que
a) a conta de Estoque de Produtos Acabados, no período, está subavaliada.
b) a conta de Depreciação Acumulada, no período, está subavaliada.
c) a Despesa de Depreciação, no período, está superavaliada.
d) a Depreciação Acumulada está com o saldo acumulado correto.
e) o Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado.
7. (CESPE/CAGE-RS/2018) Assinale a opção correta no que se refere à auditoria para empréstimos e financiamentos circulantes e não circulantes.
A) As obrigações flutuantes devem estar apropriadamente classificadas e descritas nas demonstrações.
B) O propósito dessa auditoria inclui verificar se todas as obrigações foram devidamente autorizadas pelo controle interno.
C) Todos os empréstimos e outras dívidas estão incluídos nas contas a receber, na data do balanço.
D) Esse tipo de auditoria possui um único objetivo: verificar se os passivos são registrados na contabilidade corretamente.
E) A contabilização dos encargos deve ser livre de distorções e conforme os princípios contábeis. 
8. (CESPE/CGM João Pessoa/2018) Acerca dos procedimentos de auditoria, julgue o item subsequente.
Situação hipotética: Um auditor refez os cálculos de uma planilha para a correção monetária de certa dívida municipal e, com o objetivo de averiguar as distorções encontradas, releu alguns
documentos a fim de confirmar os termos que poderiam ter afetado os cálculos testados.
Assertiva: Nessa situação, conclui-se que foi realizada uma revisão analítica para complementar as conclusões do auditor sobre a conferência do cálculo. 
9. (CESPE/CAGE-RS/2018) O contador de determinada empresa considerou, equivocadamente, o valor bruto das vendas de longo prazo, em vez do lucro dessas vendas, na apuração do valor da
reserva de lucros a realizar a ser registrado no patrimônio líquido da entidade. Uma auditoria independente nas demonstrações contábeis identificou, além da referida distorção de registro, uma
falsificação de notas fiscais de saída, com a respectiva subtração indevida de estoques, o que gerou distorção no valor do ativo.
Essas foram as únicas distorções encontradas nas demonstrações contábeis.
Relativamente aos estoques, um procedimento correto a ser adotado pelo auditor na situação apresentada no texto consistiria em
A) registrá-los pelo preço de compra somado aos impostos, a outros tributos (exceto os recuperáveis) e aos custos de transporte.
B) verificar a existência de banco de dados de credores e de segregação de função entre os setores de compra e orçamento.
C) proceder à contagem física ou à checagem do inventário físico. 
D) permitir a continuidade das operações no estoque mesmo durante o inventário e a contagem física.
E) registrá-los pelo custo de aquisição ou de fabricação, deduzido da provisão, para ajustá-lo ao valor de mercado.
10.(FEPESE/SEFAZ-SC/2010) Na época da auditoria da conta de estoques de uma concessionária de revenda de veículos, no grupo circulante, a auditoria observou que um veículo adquirido para
uso foi contabilizado como estoque para revenda. Assinale a alternativa correta sobre a direção do teste mais adequado associado à situação exposta.
a) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para superavaliação de outra conta do ativo.
b) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de outra conta do ativo.
c) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de despesa.
d) teste principal para subavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de despesa.
e) teste principal para superavaliação de ativo e teste secundário para subavaliação de outra conta do ativo. 
11.(FEPESE/SEFAZ-SC/2010) No teste das conciliações bancárias o que se espera obter?
1. As transações registradas pelo banco. 
2. As transações registradas pela empresa.
3. As transações não registradas pela empresa.
4. As transações não registradas pelo banco.
Assinale a alternativa que indica todos os itens que respondem corretamente a pergunta.
a) Apenas o item 2.
b) Apenas os itens 1 e 3.
c) Apenas os itens 2 e 4.
d) Os itens 1 e 2 mais item 4.
e) Os itens 1 e 3 mais itens 2 e 4. 
12.(FGV/ISS-Cuiabá/2016) Um auditor precisa avaliar os estoques de entidade auditada. As opções a seguir apresentam possíveis procedimentos de auditoria para lidar com riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude em relação à quantidade do estoque, à exceção de uma. Assinale-a.
(A) Examinar os registros de estoque da entidade, identificando os locais que exigem atenção específica durante ou após a contagem física do estoque.
(B) Realizar contagens físicas de estoque em datas pré-agendadase traçar um cronograma escalonado para contagens físicas de estoques em diferentes localidades.
(C) Conduzir contagens de estoque no fim ou perto do fim do período de reporte.
(D) Executar procedimentos adicionais durante a observação da contagem física de estoques, como examinar mais rigorosamente o conteúdo de itens encaixotados.
(E) Comparar as quantidades para o período corrente com períodos anteriores por classe ou categoria de estoque, local ou outros critérios, ou comparação de quantidades contadas com registros de estoques. 
13.(CESPE/DPU/2016) Acerca dos procedimentos e testes de auditoria no setor público, julgue os seguintes itens.
As normas de auditoria do Poder Executivo federal preveem procedimento de
auditoria, por meio de inspeção, para avaliar a qualidade e a quantidade dos bens tangíveis e intangíveis dos órgãos públicos.
14.(FGV/SEAD-AP/2010) Assinale a alternativa que indique os procedimentos de auditoria aplicáveis à conta Provisão para Devedores Duvidosos.
a) Inspeção documental para exame dos documentos de pagamentos e recebimentos e solicitação de informações aos bancos mediante circularização.
b) Revisão de cálculos por meio da conferência da exatidão aritmética do valor e inspeção para verificação dos documentos que serviram de base para fixação dos critérios de cálculo.
c) Inspeção de documentos e revisão dos cálculos para a verificação dos valores lançados nos investimentos.
d) Inspeção de documentos e revisão dos cálculos no caso de depreciação e amortização acumulada.
e) Revisão de cálculos e investigação e confirmação das operações por meio de circularização de informações financeiras. 
15.(FGV/ANA/2009) Um objetivo comum no exame de qualquer tipo de ativo é a verificação de que os valores representados são exatos. Esse objetivo está diretamente ligado à:
a) determinação qualitativa do bem.
b) determinação dos riscos relacionados a esse bem.
c) determinação do objeto de auditoria
d) determinação da existência quantitativa do bem.
e) determinação da amostra para fins de inspeção física.
16.(FGV/ALSEN/2008) Na empresa é necessário que, periodicamente, os ativos sob a responsabilidade de empregados, sejam confrontados com os registros da contabilidade, com o
objetivo de detectar desfalques ou registro inadequado de ativos.
Não é exemplo desse confronto:
a) contagem de caixa com o saldo do razão geral.
b) contagem física de títulos com o saldo da conta de investimentos.
c) saldo da conta corrente bancária com o saldo do extrato enviado pelo banco.
d) inventário físico dos bens em estoque com o razão geral da respectiva conta.
e) inventário do ativo imobilizado com o saldo das vendas efetuadas.
17.(UFG/CELG-GT-Contador/2014) Conforme a NBC TA 520, se os
controles sobre o processamento de pedidos de venda são 
deficientes, o auditor pode confiar mais em testes de detalhes do
que em procedimentos analíticos substantivos para afirmações
relacionadas com
A) vendas a prazo.
B) contas a receber.
C) custo da venda.
D) receita de venda.
E) estoques disponíveis. 
18. (UFG/UFG-Contador/2008) A Contagem física é uma técnica utilizada pelos auditores nos seus trabalhos. Estão sujeitos à contagem física:
A) títulos (ações e títulos de aplicação financeira).
B) empréstimos em poder de terceiros.
C) estoques em poder de terceiros.
D) recursos em conta corrente bancária. 
19.(UFG/UFG-Contador/2008) A auditoria de Caixa e Bancos exige um maior volume de testes, visto que são os ativos mais sujeitos à utilização indevida. A técnica de auditoria para a confirmação da existência e do saldo da conta Caixa é a contagem física. Para a conta Bancos, a técnica a ser utilizada é:
A) carta de confirmação
B) conciliação bancária
C) rastreamento de valores
D) correlação das informações
20.(UFG/IFDF-Contador/2007) O procedimento técnico de circularização é aplicável no exame de auditoria referente a
A) contas a pagar.
B) inventário físico.
C) reavaliação de ativos.
D) reversão de reservas.
21.(UFG/Pref. Goiânia/2007) Entre os procedimentos de auditoria de estoques, além do exame contábil, o auditor deve acompanhar o inventário físico-quantitativo para verificar se
A) os valores demonstrados como estoques estão adequadamente calculados.
B) o custo para a realização do inventário não onera significativamente o resultado do período examinado.
C) as instruções emitidas para a tomada do inventário estão sendo cumpridas.
D) os materiais da empresa auditada, em poder de terceiros, estão em locais visíveis e separados.
22.(FCC/Sefaz-PE/2014) Na realização de auditoria das Contas a Receber da Indústria de Tecidos Duradouros S.A., a administração não permitiu que o auditor enviasse solicitações de confirmação
externa de saldos, para obtenção de evidência de auditoria.
Nestas condições, entre outras medidas previstas nas normas de auditoria, deve o auditor:
a) desacatar a decisão da administração da empresa e solicitar a confirmação dos saldos das duplicatas a receber junto aos devedores;
b) executar procedimentos alternativos de auditoria definidos para obter evidência de auditoria relevante e confiável;
c) registrar no programa de auditoria que o procedimento referente à solicitação de confirmação externa não foi realizado;
d) comunicar o fato ao conselho fiscal da empresa, solicitando providências para obtenção das informações desejadas;
e) registrar no relatório de auditoria que o procedimento de solicitações de confirmações externas não foi executado.
23.(FCC/TCE-PI/2014) A equipe técnica de um determinado Tribunal de Contas deseja confirmar a correção do montante a pagar, registrado no Balanço Patrimonial de 31 de dezembro de 2013, ao fornecedor de gêneros alimentícios em uma das Prefeituras sujeitas à sua fiscalização. A técnica de auditoria a ser aplicada para obter esta confirmação denomina-se:
a) confirmação;
b) circularização;
c) investigação;
d) análise documental;
e) revisão analítica.
24.(Fundatec/Cage-RS/2014) Considere as informações abaixo.
Eventos:
• Pagamento de duplicata de um determinado fornecedor, efetuado por meio de cheque no valor de R$ 57.000,00.
• Recebimento de duplicatas em carteira no valor de R$ 72.000,00, acrescido de juros por atraso de 2%.
• Pagamento em dinheiro de despesas diversas no valor de R$ 21.900,00.
• Pagamento em dinheiro de serviços terceirizados no valor de R$ 51.000,00.
O auditor realizou uma contagem física no caixa da empresa auditada. Considerando que nessa data o saldo anterior existente era de R$ 133.000,00, e, levando em consideração os eventos após a contagem, o correto valor do saldo final do caixa da empresa é de:
a) R$ 76.540,00;
b) R$ 43.540,00;
c) R$ 133.540,00;
d) R$ 190.540,00;
e) R$ 234.340,00.
25.(FCC/TRT-18/2013) A técnica que possibilita ao auditor formar opinião quanto à existência física do objeto ou item a ser examinado, por exemplo, estoques, é:
a) a auditoria direta;
b) a confirmação externa;
c) o rastreamento;
d) a análise documental;
e) a inspeção física.
26.(FCC/DPE-SP/2013) A contagem de caixa e a comparação com o saldo final no livro razão, é exemplo de:
a) mecanismo de avaliação econômica de ativos;
b) confronto dos ativos com os seus registros;
c) teste de cumprimento de normas internas;
d) controle de procedimentos de avaliação;
e) mecanismo de avaliação de rotinas.
27.(CESPE/TCU/2013) O auditor constata que uma conciliação bancária preparada pelo auditado está correta se, a partir do saldo presente nos livros contábeis, chega ao saldo do extrato bancário
mediante a soma dos depósitos em trânsito e dos cheques sem fundos e a subtração dos cheques ainda não descontados.
28.(FGV/SEFAZ-RJ/2009) O contador da Cia. Quartzo Rosa incorreu em um erro no reconhecimento da apropriação da receita de juros sobre o investimento em debêntures, deixando de contabilizar a receita de juros no ano corrente. Antes que qualquer ajuste seja efetuado, esse erro gera o seguinte efeito no patrimônio da empresa:
A) subavaliação do ativo, do lucro líquido e do patrimônio líquido.
B) subavaliação do passivo, do patrimônio líquido e do lucrolíquido.
C) superavaliação do ativo, do lucro líquido e do patrimônio líquido.
D) superavaliação do passivo, do patrimônio líquido e do lucro líquido.
E) subavaliação do ativo e do resultado e superavaliação do patrimônio líquido.
29.(ESAF/Pref. Natal-RN/2001) O sócio-diretor pagou diversos compromissos pessoais com recursos financeiros da empresa e determinou que tais valores fossem contabilizados como duplicatas a receber de um determinado cliente. A situação descrita caracteriza-se como:
A) Ativo fictício
B) Ativo oculto
C) Passivo fictício
D) Passivo oculto
E) Ativo intangível
30.(ESAF/Pref. Natal-RN/2008) A empresa Séria Ltda. está adquirindo terreno para construção de sua sede. No processo de aquisição, em decorrência do terreno localizar-se em área ocupada por empresa que produzia produtos poluentes, solicitou que fossem feitos exames do solo, os quais evidenciaram a contaminação. O valor estimado da multa ambiental para esse tipo de contaminação é de R$ 2.000.000,00. Não foram encontrados registros de provisões ou reservas para o fato, evidenciando para o auditor um:
a) ativo fictício.
b) ativo oculto.
c) passivo fictício.
d) passivo oculto.
e) omissão de receita.
31.(ESAF/SEFAZ-SP/2009) A inspeção física, por meio da contagem de numerário, é procedimento básico de auditoria aplicável à verificação em conta do:
A) Ativo Circulante.
B) Ativo Realizável a Longo Prazo.
C) Ativo Permanente.
D) Passivo Circulante.
E) Patrimônio Líquido.
32.(ESAF/Pref. Natal-RN/2001) No encerramento do exercício social, o balanço patrimonial apresentava a rubrica contábil "Caixa" com saldo credor. Indique a opção que pode justificar essa situação.
A) pagamentos a fornecedores não contabilizados
B) empréstimos concedidos não contabilizados
C) recebimentos de numerários não contabilizados
D) adiantamentos recebidos de clientes
E) compras a prazo canceladas
33.(ESAF/Pref. Niterói-RJ/1999) Os testes principais de auditoria
dirigidos para os saldos da conta CAIXA são, respectivamente:
A) superavaliação e confirmação de saldos
B) subavaliação e inspeção física
C) superavaliação e inspeção documental
D) subavaliação e inspeção documental
E) superavaliação e inspeção física
34.(ESAF/AFRF/1998) Assinale a opção abaixo que não corresponde a um procedimento geralmente empregado na auditoria das disponibilidades financeiras das entidades.
A) confirmação de assinaturas autorizada
B) análise do fluxo de caixa projetado
C) contagem de fundo fixo de caix
D) confirmação de contas bancárias paralisada
E) exame documental dos avisos bancários
35.(ESAF/AFRF/2002) A Cia. Miudezas vende, em média, 70% de seus produtos a prazo e possui cerca de 5 mil clientes. O perfil de seus clientes é o de pessoas que possuem renda familiar de até 10 salários mínimos. Na análise da constituição de provisão para devedores duvidosos do saldo de clientes da Cia. Miudezas, o auditor deve
A) circularizar um percentual significativo de clientes, questionando quanto à posição em atraso e suas justificativas.
B) analisar individualmente o máximo possível a carteira de clientes da empresa e tirar suas conclusões pessoais.
C) segregar a carteira de clientes em função de períodos de contas vencidas, medindo tendências e probabilidades de perdas.
D) efetuar testes globais sobre o saldo de clientes, uma vez que as perdas efetivas do setor variam de 5 a 10 % das vendas.
E) estabelecer um valor adicional de provisão para cobrir perdas prováveis, de modo que não afete o fluxo de caixa projetado.
36.(ESAF/INSS/2002) Assinale a opção em que o procedimento de revisão analítica não está associado a clientes.
A) Análise de flutuações de volume ou na quantidade de vendas por produto.
B) Análise do nível de devoluções e abatimentos por clientes individualmente.
C) Margem bruta por produto ou por localidade de seus postos de vendas.
D) Análise de variação de preços de produtos entregues pelos fornecedores.
E) Alterações nos preços unitários e taxas de desconto para clientes especiais.
 
37.(ESAF/INSS/2002) A circularização é um procedimento de auditoria que aplicado à área de contas a receber confirma:
A) os cálculos efetuados pelo auditor.
B) a existência física do bem da empresa.
C) a existência física do documento gerador do fato.
D) a existência de duplicatas descontadas.
E) o saldo apresentado pela empresa no cliente.
 
38.(ESAF/AFRFB/2002) Quando a administração de uma entidade solicita, por carta postal, aos seus clientes que respondam diretamente aos seus auditores independentes, caso não concorde
com o saldo em aberto informado, numa determinada data, tem-se uma circularização:
A) branca
B) preta
C) positiva
D) negativa
E) atestatória
 
39.(ESAF/SERPRO/2001)O auditor normalmente deve planejar obter confirmações diretas das contas a receber. Todavia, quando os devedores não responderem a uma confirmação da forma denominada "positiva", o auditor deve:
A) aplicar procedimentos alternativos.
B) solicitar confirmação na forma "negativa".
C) solicitar confirmação em data posterior.
D) aplicar procedimentos de controle.
E) emitir parecer com ressalva.
 
 40.(ESAF/AFRFB/2009) A auditoria externa realizou na empresa Avalia S.A. o cálculo do índice de rotatividade dos estoques para verificar se apresentava índice correspondente às operações praticadas pela empresa. Esse procedimento técnico básico corresponde a:
A) inspeção.
B) revisão analítica.
C) investigação.
D) observação.
E) confronto.
 
41.(ESAF/Pref. Natal-RN/2008) A empresa Grande Porte S.A. tem o seu Ativo formado em 15% pelo Contas a Receber e 35% composto pelos Estoques. Dessa forma, a auditoria contratada, ao
realizar seus serviços, deve:
A) proceder à conferência de 100% do faturamento e realizar inventário físico na empresa, para confirmar a existência dos estoques.
B) ressalvar em parecer o Contas a Receber por não ser possível auditar por amostragem e recalcular a apropriação dos custos.
C) realizar o procedimento de circularização para confirmação dos saldos de contas a receber e acompanhar o inventário físico realizado pela entidade.
D) confrontar com os fornecedores o saldo de contas a receber e determinar a realização de inventário físico pela empresa.
E) validar a existência de todos os clientes, mediante verificação do cadastro de clientes da empresa e realizar com sua equipe técnica, inventário físico para confirmação dos Estoques.
42.(ESAF/Pref. Natal-RN/2008) A empresa Celta S.A. apresentou um nível de ociosidade de 30% de sua capacidade instalada. Seu gestor, com o objetivo de apresentar resultados mais condizentes
com a performance de seus negócios, decidiu reter essa ociosidade no processo produtivo, dimensionando esses valores e mantendo-os nos estoques. O auditor, ao realizar os testes nas contas de estoques, deve concluir que o saldo da conta:
A) Estoques está superavaliado, visto que não é permitido no sistema de custeio reconhecer a ociosidade.
B) Custo das Mercadorias Vendidas está superavaliado por ter reconhecido mais custos do que deveria apropriar aos resultados.
C) Fornecedores está superavaliado por não ter sido apropriado aos custos dos produtos.
D) Depreciação está superavaliado, visto ter reconhecido mais depreciação em função da ociosidade.
E) Estoques está correto, visto que desde que fundamentado a ociosidade pode ser retida nos custos.
 
43.(ESAF/AFRF/2005) Os procedimentos de controles internos têm sido fundamentais na prevenção e inibição de desvios, identificação de erros nos processos contábeis e deterioração ou perdas dos ativos das empresas. Identifique a seguir o procedimento relativo ao controle dos estoques.
A) Limites de alçada escalonados de acordo com os cargos para aprovação de vendas.
B) Segregação de funções do departamento de contas a pagar e do gestor financeiro.
C) Restrições de acesso aos ativos da empresa realizando movimentações via requisições.
D) Circularização semestral de fornecedores de ativos para confirmação dos saldos.
E) Inventário físico dos bens patrimoniais da empresa pelo menos uma vez ao ano.
 
44.(ESAF/AFRF/2002) Durante o acompanhamentode um inventário físico de estoques, o auditor deve efetuar o cut-off para:
A) determinar o momento em que os registros contábeis auxiliares, bem como os documentos com eles relacionados, refletem o levantamento do inventário.
B) comprovar que efetivamente todos os itens a serem inventariados estão adequadamente acondicionados no almoxarifado da empresa.
C) determinar o momento em que as três últimas compras e as três últimas vendas de mercadorias ocorreram durante o inventário.
D) comprovar que os procedimentos adotados pela administração para a contagem de estoques são adequados às práticas usuais.
E) comprovar que os documentos de compras de mercadorias estão suportados por documentação suporte às necessidades da empresa.
45.(ESAF/INSS/2002) Assinale a opção que não corresponde ao fator de risco inerente em estoques.
A) Flutuações significativas nos preços de materiais.
B) Alterações significativas nos níveis de produção.
C) Variação no custo-padrão é relevante.
D) Processo de produção envolve várias etapas complexas.
E) Análise de composição de estoques.
 
46.(ESAF/SFC/2001) No acompanhamento dos inventários físicos de estoques de materiais, o auditor observou a existência de diversos itens obsoletos. Qual procedimento deve adotar?
A) Propor a imediata baixa dos estoques para despesas não-operacionais.
B) Propor reclassificação dos itens para outros valores a receber.
C) Propor a imediata baixa dos estoques para o custo dos produtos vendidos.
D) Propor a constituição de provisão para perdas em estoques.
E) Propor a constituição de provisão de créditos de liquidação duvidosa.
 
47.(ESAF/AFRF/2001) A confirmação, por escrito, de um fornecedor que mantém estoques da empresa auditada em seu poder na data-base do balanço:
A) É um procedimento usual de auditoria independente das demonstrações contábeis
B) Não pode ser aceito pelo auditor como prova de propriedade e existência do ativo
C) É um procedimento que não deve ser aplicado na auditoria contábil de estoques
D) Deve obrigatoriamente ser validado com a realização de inspeção física no local
E) Deve gerar uma ressalva no parecer dos auditores e constar das notas explicativas.
 
48.(ESAF/Pref. Natal-RN/2008) No processo de acompanhamento do inventário físico de estoques de matéria-prima, o auditor constatou a existência de quantidades relevantes de itens que não
constavam dos registros físico-financeiros e contábeis. Neste caso, o auditor pode ter descoberto
A) ativos e passivos fictícios
B) ativos e passivos ocultos
C) ativos ocultos e passivos fictícios
D) ativos fictícios e passivos ocultos
E) ativos obsoletos e passivos a descoberto
 
49.(ESAF/SEFAZ-RN/2005) O auditor externo, ao auditar entidade que controle outras empresas e que registre seus investimentos pelo método de equivalência patrimonial, tem responsabilidade sobre
A) as demonstrações contábeis das controladas que serviram de base para cálculo da equivalência patrimonial.
B) o cálculo das equivalências patrimoniais registradas nos investimentos das entidades controladas.
C) a apresentação da reserva de reavaliação efetuada nas controladas no Patrimônio Líquido da Controladora.
D) os pareceres emitidos para as entidades controladas e emitidos por outros auditores independentes.
E) a apresentação da reavaliação efetuada nas controladas e registrada no Patrimônio Líquido da Controlada.
 
50.(ESAF/AFRFB/2001) A empresa auditada possui investimento permanente relevante em subsidiária integral. O principal procedimento de auditoria aplicável é:
A) acompanhamento de inventário físico das cautelas de ações
B) conferência do cálculo da correção monetária integral
C) confirmação dos investimentos através de circularizações
D) conferência do cálculo de equivalência patrimonial
E) exame dos subsídios recebidos para investimentos
 
51.(ESAF/AFRFB/1998) Os procedimentos de auditoria de conferência de cálculo da equivalência patrimonial aplicam-se às contas contábeis que registram
A) capital social subscrito e integralizado
B) investimentos permanentes relevantes em controladas
C) capital social subscrito e a subscrever
D) importação de bens do imobilizado em andamento
E) investimentos temporários em ações de empresas
 
52.(ESAF/SUSEP/2010) O auditor externo, ao realizar testes no cálculo do valor recuperável de um ativo imobilizado, feito pelo método do fluxo de caixa descontado, identificou que a taxa utilizada para descontar o fluxo de caixa estava maior que a recomendada para aquela atividade. Dessa forma, pode-se afirmar que a conta:
A) de ajuste especial no Patrimônio Líquido, está subavaliada.
B) de despesa de depreciação, do imobilizado, está superavaliada.
C) do ajuste especial no Resultado do Exercício, está subavaliada.
D) de depreciação acumulada do imobilizado, está superavaliada.
E) do ativo imobilizado está subavaliada.
 
53.(ESAF/SEFAZ-CE/2007) Ao analisar a contabilização em uma imobiliária, de um terreno destinado à construção da sede da empresa, percebeu-se que o mesmo tinha sido contabilizado nos
Estoques. Pode-se afirmar que 
A) ao executar o teste primário de superavaliação na conta de Terrenos no Imobilizado, esta conta estará sub-avaliada e a conta Estoques de Terrenos estará superavaliada.
B) ao praticar o teste primário de superavaliação na conta de Estoques, a mesma estará com seu saldo sub-avaliado e o Contas a Pagar superavaliado.
C) independentemente da atividade da empresa, terrenos devem ser sempre contabilizados no Imobilizado, por se tratar de bem imóvel.
D) ao proceder o teste primário de superavaliação do Contas a Receber, este apresentará saldo sub-avaliado.
E) o referido procedimento está adequado, em virtude de a atividade da empresa ser de comercialização de imóveis.
 
54.(ESAF/AFRFB/2002) Um auditor, sabendo que a taxa de depreciação de um determinado grupo de imobilizado é de 10% ao ano e que não ocorreram adições ou baixas no período sob exame, efetua um cálculo global de despesa de depreciação no valor de $ 1.000. Se os saldos iniciais de custo do bem e da depreciação acumulada eram de $ 10.000 e $ 5.000, respectivamente, e o auditor constata que o livro contábil, no final do exercício, apresenta um saldo de $ 10.000 para o custo do
imobilizado e $ 5.500 como depreciação acumulada, neste caso o auditor falhou em:
A) confiar demasiadamente no sistema da empresa.
B) confiar que a taxa de depreciação era de 10% ao ano.
C) não verificar os itens totalmente depreciados.
D) não verificar os itens reavaliados do imobilizado.
E) não considerar a adição de um novo imobilizado.
 
55.(ESAF/Pref. Natal-RN/2008) Caracteriza-se como fraude o seguinte evento identificado pelo auditor:
A) o sistema de folha de pagamentos não está calculando os duodécimos da provisão de férias para dois funcionários.
B) a área de produção desativou máquina da linha de produção e não informou a área contábil para suspender a depreciação.
C) a empresa não reconheceu os créditos de impostos decorrentes de prejuízos fiscais a compensar.
D) saldo em aberto na Conta Fornecedores que, consultado na carta de circularização, respondeu não possuir nenhum crédito contra a empresa.
E) existem depósitos não identificados efetuados na conta-corrente que estão em aberto na conciliação.
 
56.(ESAF/SUSEP/2002) O auditor independente, durante seus trabalhos, circulariza uma amostra selecionada de fornecedores. Este procedimento de auditoria deve ser autorizado pelo
A) auditor independente.
B) administrador da empresa auditada.
C) contador da empresa auditada.
D) auditor interno da companhia.
E) sócio diretor da empresa de auditoria.
 
57.(ESAF/SFC/2001) Os procedimentos de auditoria mais eficazes para detectar a omissão de passivos nas demonstrações contábeis são:
A) exame das conciliações bancárias e análise das pendências relevantes
B) confirmação de contas a pagar e inventário físico de mercadorias
C) exames de pagamentos subseqüentes e inventário físico de mercadorias
D) análise da composição dos saldos de fornecedores e outras contas a pagar
E) confirmação de contas a pagar e exames de pagamentossubsequentes
 
58.(ESAF/SUSEP/2010) As estimativas contábeis reconhecidas nas demonstrações contábeis da empresa são de responsabilidade:
A) dos auditores externos.
B) dos advogados.
C) da auditoria interna.
D) do conselho de administração.
E) da administração da empresa.
 
59.(ESAF/SEFAZ-RN/2005) Para reconhecimento dos passivos tributários, em discussão jurídica, devem os escritórios de advocacia ou advogados da entidade auditada classificar o sucesso das causas em remoto, possível ou provável. Assim podemos afirmar que o auditor deve
A) calcular a provisão reconhecendo os passivos prováveis e analisando as probabilidades nos processos possíveis.
B) não contabilizar provisão para as autuações que estejam sendo discutidas administrativamente, mesmo com posição desfavorável à entidade.
C) não reconhecer referidos passivos porque se assim o fizer estará reconhecendo a obrigação.
D) compor a provisão sem considerar os processos com provável perda judicial.
E) solicitar o registro contábil de provisão para processos com classificação remota de perda.
 
60.(ESAF/INSS/2002) Em decorrência das respostas de circularização, de advogados internos e externos da empresa auditada, o auditor independente recebeu diversas respostas com opinião sobre a possibilidade remota de insucesso de ações de diversas naturezas, contra a empresa, já em fase de execução.
Neste caso, o auditor deve:
A) concordar integralmente com os advogados.
B) discordar parcialmente dos advogados.
C) concordar parcialmente com os advogados.
D) discordar integralmente dos advogados.
E) não concordar nem discordar dos advogados.
61.(ESAF/AFRFB/2002) No momento da circularização de advogados da empresa auditada, o objetivo do auditor é
A) identificar todos os compromissos.
B) questionar os ativos e passivos contingentes.
C) identificar todos os passivos contingentes.
D) questionar as chances de sucesso das ações.
E) identificar os valores a serem divulgados.
 
62.(ESAF/AFRFB/2002) Como resposta a uma circularização de advogados, o auditor recebeu a seguinte resposta de um dos advogados da empresa auditada: o valor da ação, contra nosso cliente é 100.000 reais, e a expectativa de perda é remota.
Baseado no julgamento do advogado, a posição do auditor é que a empresa
A) contabilize o valor total da ação e adicione uma nota explicativa.
B) contabilize o valor parcial da ação e adicione uma nota explicativa.
C) contabilize o valor parcial da ação sem uma nota explicativa.
D) não contabilize o valor da ação e não inclua nota explicativa.
E) não contabilize o valor da ação e adicione uma nota explicativa.
 
63.(ESAF/INSS/2002) Para determinação da suficiência de cobertura de seguros para ativo imobilizado deve-se proceder ao confronto da cobertura da apólice com o valor:
A) da existência física do ativo imobilizado.
B) das despesas antecipadas.
C) total das despesas de seguros.
D) do saldo contábil do ativo imobilizado.
E) do Patrimônio Líquido.
 
64.(ESAF/AFRFB/2002) O auditor independente, ao efetuar o teste de auditoria nos contratos de seguros, constatou que todas as apólices estavam em vigor conforme relatório entregue pelo contador da Cia. Siderúrgica Ferro e Aço S.A. Dois dias após o encerramento dos trabalhos de auditoria, uma explosão ocorre em uma das principais caldeiras da empresa e o auditor é convocado pelo conselho de administração do cliente para esclarecimentos, já que a cobertura de seguros não era suficiente para o sinistro ocorrido. Apesar de ter efetuado o teste quanto à vigência das apólices, o auditor não atentou em:
A) verificar o grau de risco de eventual sinistro dos imobilizados.
B) avaliar o montante segurado com o valor dos imobilizados.
C) verificar as medidas preventivas tomadas pela empresa.
D) avaliar a real situação financeira da companhia seguradora.
E) verificar detalhadamente as informações fornecidas para a seguradora.
 
65.(ESAF/Pref. Natal-RN/2008) Assinale a opção que não representa um controle eficaz para prevenir o inflacionamento da folha de pagamento.
A) Reajuste de salários previamente aprovados pela diretoria.
B) Anotações formais de realização de jornada de trabalho.
C) Resumo da folha de pagamento contabilizado mensalmente.
D) Conferência dos cálculos realizada por funcionário independente.
E) Comparação com valores anteriores e análise de variações independentes.
66.(CESPE/CAGE-RS/2018) Nos casos em que o auditor seleciona contas de receita e de despesa para serem analisadas mais profundamente, o intuito do auditor é
A) verificar operações incomuns e aquelas que tenham importância para a
situação patrimonial.
B) analisar as contas-chave em exercícios financeiros alternados, no caso de suspeita de fraude.
C) conferir operações comuns e numerosas, independentemente do valor.
D) conferir todas as operações registradas em determinada conta, relevantes ou não.
E) atentar mais especificamente a operações comuns entre a empresa e diretores ou empregados-chave.
67.(FGV/SEFAZ-AP/2010) Assinale a alternativa que apresente o objetivo específico da auditoria do resultado:
A) comprovar se compras de mercadoria estão de acordo com os objetivos da empresa.
B) confirmar se os pagamentos realizados foram conciliados.
C) verificar se as despesas correspondentes às receitas realizadas foram apropriadas no período.
D) comprovar a correta apropriação das despesas em obediência ao regime de caixa.
E) conferir a exatidão dos registros contábeis dos estoques de mercadorias.
68.(FGV/SEFAZ-RJ/2008) O controle interno é muito importante para a auditoria, uma vez que, com base nele, será determinada a quantidade de testes (substantivos) a serem aplicados. Se, porventura, esses controles inexistirem ou falharem (risco inerente ou de controle), a possibilidade de ocorrerem fraudes é maior.
Na obra "Por Dentro das Fraudes: como são feitas, como denunciá-las, como evitá-las", o autor comenta um caso de fraude conhecido como emissão de "notas fiscais cauçadas".
"Por ocasião do faturamento de bens e serviços, dependendo dos tributos e da esfera de governo, são extraídos documentos fiscais a serem entregues ao comprador/tomador, ficando as demais vias
no talonário para fins de registro e fiscalização por parte do governo. A fim de reduzir a carga tributária, vendedor e comprador às vezes ajustam um valor menor a ser registrado no documento fiscal. Quando isso não é possível, o vendedor, unilateralmente, preenche a nota com montantes diferentes: a via entregue ao contratante com o valor total; a que será fiscalizada, com valor menor. Como o preenchimento costuma ser simultâneo (com folhas carbonadas), coloca-se algo entre a primeira e as demais vias (uma prancheta de madeira, por exemplo). Dessa forma, o contratante recebe sua via com o valor correto, e o fraudador, em um segundo momento, completa sua via com uma quantia menor."
Considerando a situação exposta, assinale o procedimento que menos contribui para detectar esse tipo de operação.
a) confrontar (correlacionar) a documentação do tomador do serviço/comprador com a documentação do prestador de serviço/ vendedor.
b) somar atentamente as notas fiscais emitidas pelo prestador de serviço/vendedor.
c) verificar se valor faturado (emitido) é suficiente, pelo menos, para cobrir os custos da operação e manter o prestador de serviço/vendedor em condições de funcionamento.
d) confrontar o valor praticado pelo prestador de serviço/vendedor na operação analisada com os valores praticados em outras operações similares.
e) confrontar o valor praticado pelo prestador de serviço/vendedor na operação analisada com os valores praticados por concorrentes.
69.(UFG/UFG-Contador/2006) Com relação ao ciclo de receita, pode-se afirmar que são objetivos de auditoria:
I - Verificar se o saldo de Contas a Receber inclui todos os direitos legais que a entidade tem sobre clientes na data do balanço.
II - Verificar se as transações contabilizadas de vendas representam produtos expedidos ou serviços prestados durante o período.
III - Verificar, através de circularização, os valores liquidados no período.Das afirmações, apenas
A) a I é verdadeira.
B) I e II são verdadeiras.
C) I e III são verdadeiras.
D) II e III são verdadeiras.
1 – D
2 – C
3 – C
4 – E
5 – C
6 – C
7 – E
8 – E
9 – C
10 – E
11 – E
12 – B
13 – E
14 – B
15 – D
16 – E
17 – B
18 – A
19 – A
20 – A
21 – C
22 – B
23 – B
24 – C
25 – E
26 – B
27 – E
28 – A
29 – A
30 – D
31 – A
32 – C
33 – E
34 – B
35 – C
36 – D
37 – E
38 – D
39 – A
40 – B
41 – C
42 – E
43 – C
44 – A
45 – E
46 – D
47 – A
48 – B
49 – C
50 – D
51 – B
52 – E
53 – A
54 – C
55 – D
56 – B
57 – E
58 – E
59 – A
60 – D
61 – C
62 – D
63 – D
64 – B
65 – C
66 – A
67 – C
68 – B
69 – B
LISTA DE REVISÃO AUDITORIA – PARECER
1. (FGV/SEFIN-RO/2018) Ao auditar uma sociedade empresária, o auditor independente concluiu que os estoques estão superavaliados. A distorção é considerada relevante, no entanto não é generalizada para as demonstrações contábeis.
Nesse caso, o auditor independente deve emitir um relatório com
a) opinião sem ressalva.
b) opinião com ressalva.
c) opinião adversa.
d) abstenção de opinião.
e) parágrafo de ênfase.
 
2. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Caso não consiga obter evidência apropriada e suficiente para assegurar a existência física de saldo inicial de estoques, o auditor deve, no que se refere ao desempenho e aos fluxos de caixa, fazer constar no relatório as expressões
a) opinião com ressalva ou opinião adversa.
b) opinião sem ressalva ou opinião adversa.
c) opinião com ressalva ou abstenção de opinião.
d) opinião sem ressalva ou abstenção de opinião.
e) opinião adversa ou abstenção de opinião.
 
3. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Opinião adversa aplica-se
a) quando a obtenção de auditoria apropriada e suficiente for possível.
b) às demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes, mas não generalizadas.
c) às demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes e generalizadas.
d) às demonstrações contábeis que apresentam distorções generalizadas, mas não relevantes.
e) quando a obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente for impossível.
 
4. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Denominam-se efeitos generalizados de distorções nas demonstrações financeiras os efeitos que
a) são secundários para o entendimento dos usuários quanto às divulgações.
b) apresentam divergência em um grupo específico de contas do ativo.
c) decorrem de ausência de evidências apropriadas para transações específicas da receita.
d) são restritos a uma parte das demonstrações e as afetam de maneira superficial.
e) se encontram disseminados em vários elementos, contas ou itens da demonstração financeira.
 
5. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) No relatório de auditoria, o parágrafo de ênfase deve ser incluído quando o auditor
a) identificar limitação do escopo na fase de execução ou planejamento da auditoria.
b) emitir opinião adversa ou abstiver-se de emitir opinião em função das evidências.
c) considerar necessário complementar as informações da nota explicativa.
d) identificar distorção relevante e generalizada nas demonstrações financeiras.
e) estiver satisfeito com seu trabalho e não identificar qualquer limitação a ele.
 
6. (CESPE/STM/2018) À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de Contabilidade que tratam do auditor independente e da auditoria independente de informação
contábil histórica, julgue o item subsequente. O relatório do auditor deve conter seção em que fiquem registradas as suas responsabilidades, indicando, entre outros, que o termo segurança razoável não significa que auditoria executada segundo as normas irá sempre detectar distorção relevante.
Certo
 
7. (CESPE/TCE-MG/2018) O auditor independente que, ao realizar trabalho de asseguração em determinada entidade, verificar que os efeitos ou possíveis efeitos de distorções são relevantes, mas não generalizados, deverá emitir conclusão
a) com ressalvas.
b) pela abstenção.
c) adversa.
d) favorável.
e) pela retirada do trabalho.
 
8. (CESPE/TCE-MG/2018) Se determinado auditor examinar demonstrações contábeis que, em sua opinião, não atinjam uma apresentação adequada, embora estejam de acordo com os requisitos de apresentação das normas técnicas, ele deverá
a) ignorar a forma de apresentação.
b) abster-se de emitir sua opinião.
c) expressar opinião não modificada.
d) concluir pela existência de distorções relevantes.
e) consultar a administração da entidade e, se necessário, modificar sua opinião.
9. (CESPE/TCU/2015) Julgue o item, acerca das normas técnicas de auditoria. 
Situação hipotética: Um auditor independente verificou que as taxas de depreciação utilizadas por
uma empresa foram calculadas pelo método das somas dos dígitos. Além disso, o auditor verificou que tal procedimento diferia daquele realizado no último exercício, quando foi adotado o método das quotas constantes, sem evidenciar em notas explicativas. 
Assertiva: Diante desses fatos, por se tratar apenas de uma mudança de política contábil, a conduta adequada do auditor independente seria considerar como não relevante a alteração descrita.
Errado
10. (CESPE/TCU/2015) Julgue o item, acerca das normas técnicas de auditoria. Ao emitir parecer com abstenção de opinião para as demonstrações contábeis de uma entidade, o auditor não estará isento da responsabilidade de mencionar, no parecer, qualquer desvio que possa influenciar a decisão do usuário das demonstrações, independentemente da relevância ou da materialidade desse desvio.
Errado
11. (CESPE/FUB/2015) Relativamente às normas internacionais para o exercício profissional da auditoria, julgue o item que se segue. 
O auditor, ao conferir a regularidade da execução do objeto examinado, deve manter atitude profissional alerta e questionadora quando deparar com não conformidades formais dos processos e emitir opinião adversa sobre a exatidão da documentação obtida.
 Errado
12. (CESPE/TCE-RN/2015) No que se refere às normas e procedimento de auditorias, julgue o seguinte item. 
Na impossibilidade de emissão de parecer com ressalva, é facultado ao auditor emitir parecer adverso caso verifique que as demonstrações contábeis estejam incompletas.
 Errado
13. (CESPE/TCE-RN/2015) De acordo com as normas técnicas de auditoria estabelecidas nas normas brasileiras de contabilidade (NBC–TA), julgue o item seguinte. 
Se o auditor não obtiver evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir que inexistem distorções relevantes nas demonstrações contábeis tomadas em conjunto, ele não deverá modificar sua opinião no relatório de auditoria.
Errado
 
14. (CESPE/CGE-PI/2015) Com relação a elaboração, divulgação, auditoria de relatórios contábil-financeiros e trabalhos de auditoria independente em geral, julgue os item que se segue.
Se um auditor independente constatar que, após o trabalho ter sido aceito, o objeto não é apropriado para o trabalho de asseguração, ele deverá emitir uma conclusão com ressalvas, independentemente de quão relevante lhe parecer o fato.
Errado
15. (CESPE/ANAC/2012) Tendo em vista que os objetivos de uma auditoria somente podem ser alcançados mediante o planejamento cuidadoso dos trabalhos, julgue o item subsequente. Se os procedimentos contábeis de determinada entidade não atenderem aos princípios fundamentais de contabilidade, o auditor que atuar sobre essa entidade estará obrigado a emitir parecer de auditoria adverso.
 Errado 
16. (CESPE/ANAC/2012) Julgue o próximo item, referente à execução dos trabalhos de auditoria e à formação da opinião do auditor. O parecer de auditoria deve mencionar expressamente as responsabilidades do próprio auditor quanto à auditoria realizada, bem como as responsabilidades da administração da entidade auditada.
certo
 
17. (FGV/ISS-Cuiabá/2016) A Cia. W é auditada pelo auditor independente João. A Cia. W publicou suas demonstrações contábeis, em 05/03/2016, com relatório sem ressalva assinado por João. Em 10/03/2016, João tomou conhecimento de que o principal cliente da Cia. W havia pedido concordata em dezembro e não pagaria sua dívida. João discutiu o assunto com a administração da Cia. W e determinou que as demonstrações fossemalteradas, o que foi feito. Assinale a opção que indica o procedimento de João em seu relatório reemitido.
(A) Manter o relatório sem ressalva.
(B) Adicionar um parágrafo de ênfase.
(C) Adicionar uma ressalva em relação à concordata do cliente.
(D) Adicionar uma ressalva em relação à omissão da informação pela Cia W.
(E) Abster-se de dar uma opinião.
18. (FGV/ISS-Cuiabá/2014) Em 31/12/2013, uma empresa de patrimônio líquido de R$ 400.000,00 possuía financiamentos no valor de R$ 500.000,00. Estes tinham como data de vencimento 31/12/2012, mas a empresa não tinha saldo para pagar os financiamentos e não conseguiu renegociá-los. Por isso, estava considerando declarar falência. As notas explicativas e as demonstrações contábeis não refletiam a incerteza em relação à capacidade de funcionamento da empresa. Na data, o auditor deve:
a) apresentar um relatório com opinião com ressalva;
b) apresentar um relatório com opinião adversa;
c) expressar uma opinião sem ressalvas e incluir um parágrafo de ênfase em seu relatório;
d) abster-se de emitir sua opinião;
e) denunciar a empresa ao órgão regulador.
 
19. (FGV/CGE-MA-Auditor/2014) A respeito da Auditoria Independente, analise as afirmativas a seguir.
I. A opinião do auditor expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro.
II. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e as exigências éticas relevantes capacita o auditor a formar opinião sobre as demonstrações contábeis.
III. A auditoria em conformidade com as normas de auditoria é conduzida com base na premissa de que a administração e, quando apropriado, os responsáveis pela governança têm conhecimento de certas responsabilidades que são fundamentais para a condução da auditoria.
Assinale:
(A) se somente a afirmativa I estiver correta.
(B) se somente a afirmativa II estiver correta.
(C) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
(D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
(E) se todas as afirmativas estiverem corretas.
 
20. (FGV/MPE-MS/2013) Leia o fragmento a seguir. “Salvo declaração em contrário, entende-se que o auditor considera satisfatórios os elementos contidos nas demonstrações contábeis examinadas e nas exposições informativas constantes das notas que as acompanham.” O fragmento é relativo
(A) a um parecer.
(B) à execução do trabalho.
(C) ao papel de trabalho.
(D) à pessoa do auditor.
(E) a um programa de auditoria.
 
21. (FGV/ALEMA-Orçamento/2013) O tipo de parecer de auditoria que se refere à opinião do auditor sobre os valores apresentados pelas demonstrações contábeis auditadas e que expressa um procedimento de classificação de recebíveis, não refletiu com precisão, de acordo com os princípios de contabilidade, a posição patrimonial, mas não representa um erro significativo a ponto de distorcer os valores dos resultados apresentados. Esse tipo de parecer é denominado
(A) adverso.
(B) negativa de opinião.
(C) abstenção de opinião.
(D) com ressalva.
(E) sem ressalva.
22. (FGV/Hemocentro-SP/2013) O trabalho de auditoria concluiu que as demonstrações contábeis consolidadas não representaram adequadamente a situação patrimonial, econômica e financeira da entidade controladora auditada, por deixar de contemplar os demonstrativos de uma de suas controladas com a qual mantém operações e apresenta saldos não realizados de lucros e de estoques. Essa conclusão resultou na emissão de um parecer:
a) com ressalva relevante;
b) com ressalva simples;
c) não modificado;
d) adverso;
e) abstenção de opinião.
23. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) Qual das situações abaixo impede que o auditor emita um parecer sem ressalva?
a) O auditado efetuar os ajustes recomendados pelo auditor.
b) Chance remota de determinado ativo não ser realizado.
c) Incapacidade de a entidade auditada continuar suas operações.
d) Discordância junto à administração quanto a procedimentos contábeis de efeitos relevantes nas demonstrações.
e) Ausência de limitação da extensão do seu trabalho.
24. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) Quando houver uma limitação no escopo do trabalho do auditor provocado pela entidade auditada, o parecer deverá ser emitido na(s) modalidade(s) a) adverso ou com abstenção de opinião.
b) sem ressalvas.
c) com parágrafo de ênfase.
d) adverso ou com ressalva.
e) com ressalva ou com abstenção de opinião.
25. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) O auditor, durante a aplicação dos testes, identificou a existência de fraudes envolvendo montante significativo, situação que, se não fosse ajustada, demandaria a emissão de parecer adverso. Após reunião com os gestores, recebeu as demonstrações contábeis devidamente ajustadas, tendo sido acatadas todas as recomendações que havia feito. Nesse caso, o parecer a ser emitido é
a) sem ressalva.
b) com ressalva ou com parágrafo de ênfase.
c) adverso ou com ressalva.
d) com abstenção de opinião ou com ressalva.
e) com limitação de opinião ou adverso.
26. (FGV/SAD-PE/2009) O auditor identificou um fato devidamente comprovado, que envolveria incerteza não adequadamente demonstrada nos balanços ou em notas explicativas. Nesse caso, o parecer emitido pelo auditor será:
a) com abstenção de opinião ou adverso.
b) regular com ressalvas ou regular pleno.
c) com ressalvas ou adverso.
d) irregular ou com ressalvas.
e) com opinião negativa ou absoluto.
27. (FGV/TCM-RJ/2008) Durante a aplicação dos testes substantivos, o auditor detectou que o (sub) grupo intangível apresentava valor significativo (relevante). Assim, com o intuito de validar esse item, solicitou o laudo de avaliação, que sustentou o valor apresentado no balanço patrimonial. Após aplicação dos procedimentos de inspeção e cálculo, concluiu que o valor lançado estava superavaliado. Tendo informado o fato à administração da auditada, recebeu a resposta de que ela não estaria disposta a corrigir. Em relação aos pareceres que poderiam ser emitidos nesse caso, tendo em vista a discordância entre auditor e auditada e considerando que não houve limitação no escopo dos trabalhos, consoante o CFC (Resolução 830 de 1998 e Resolução 953 de 2003), assinale a alternativa correta.
a) sem ressalvas, uma vez que o lançamento do intangível no balanço não é obrigatório
b) com abstenção de opinião ou com ressalvas
c) com ressalvas, adverso ou com abstenção de opinião
d) sem ressalvas, adverso, com abstenção de opinião e com ressalvas
e) adverso ou com ressalvas
28. (FGV/SEFAZ-RJ-AFRE/2008) A auditoria independente de demonstrações contábeis objetiva validar e certificar a adequação dessas demonstrações em face das normas brasileiras de contabilidade e das práticas contábeis em vigor no Brasil. Para que tenha condições de certificar as informações apresentadas, o auditor aplica dois grandes conjuntos de testes: os testes de observância (ou aderência) e os testes substantivos. Os primeiros objetivam verificar a existência, efetividade, adequação e confiabilidade do controle interno da empresa, com vistas a determinar, em um segundo momento, o volume de testes substantivos a serem aplicados nas diversas áreas a serem testadas. Os testes substantivos compreendem duas categorias: os de transações e saldos e os procedimentos de revisão analítica. Os testes de observância, como o próprio nome evidencia, buscarão validar se as transações contabilizadas de fato ocorreram (em determinadas situações, as empresas registram operações fictícias, sem suporte documental, com o objetivo de mascarar determinada evidência ou apresentar uma situação diferente da real) e se os saldos correspondem à realidade. Já a revisão analítica compreende um conjunto de índices e indicadores que funcionam como sinal de alerta para o auditor. Ao final dos trabalhos, o auditor evidenciará sua opinião em um documento denominado "parecer de auditoria". Nele, caso opte pela modalidade "sem ressalvas", é correto afirmar que: 
a) serve como garantia de viabilidade futura. Ou seja, constando ou não um parágrafo de ênfase, a empresa deverá continuar aoperar normalmente por, pelo menos, mais um exercício.
b) o trabalho de auditoria foi bem realizado, tendo sido todos os procedimentos listados no planejamento efetivamente executados.
c) não se detectaram impropriedades relevantes ou, em caso afirmativo, elas foram adequadamente ajustadas nas demonstrações.
d) houve limitações significativas no escopo do trabalho.
e) a administração da entidade auditada atuou de forma eficiente e eficaz, tendo optado, na maior parte do tempo, por decisões mais acertadas.
29. (FCC/TCE-CE/2015) Na auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da Companhia de Distribuição de Águas e Limpeza de Mananciais do Estado, o auditor constatou diversas distorções. Tendo o auditor obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, concluiu que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas condições, de acordo com as Normas de Auditoria NBC TAs, deve o auditor:
A) expressar uma opinião com ressalva.
B) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
C) expressar uma opinião adversa.
D) considerar as demonstrações contábeis regulares, com ressalvas.
E) expressar uma opinião sem ressalva, mas com recomendação.
30. (FCC/CNMP/2015) Na realização dos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da Indústria de Calças e Camisas do Sul S/A, o auditor não conseguiu obter
evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas concluiu que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. Nestas condições, o auditor deve:
A) considerar as demonstrações contábeis irregulares.
B) expressar uma opinião, com ressalvas.
C) expressar uma opinião sem ressalvas, apenas para os itens examinados.
D) comunicar ao conselho fiscal da empresa e adotar novos procedimentos de auditoria.
E) abster-se de expressar uma opinião.
31. (FCC/ICMS-PI/2015) O auditor, quando, não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião, concluindo que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião por meio de
A) Relatório com Abstenção de opinião.
B) Certificado de Regularidade com Ressalva.
C) Parecer Adverso.
D) Parecer Limpo com parágrafo de ênfase.
E) Certificado de Regularidade.
1 – B
2 – C
3 – C
4 – E
5 – E
6 – C
7 – A
8 – E
9 – E
10 – E
11 – E
12 – E
13 – E
14 – E
15 – E
16 – C
17 – B
18 – B
19 – E
20 – A
21 – D
22 – D
23 – D
24 – E
25 – A
26 – C
27 – E
28 – C
29 – A
30 – B
31 – A
LISTA DE REVISÃO AUDITORIA 
–
 
PROCEDIMENTOS
 
 
 
1
. (FGV/Hemocentro
-
SP/
2013
) No exame das demonstrações contábeis de uma entidade para o ano 
de 
2012
, em que a contabilidade atendeu integralmente ao princípio de competência 
 
para as despesas públicas, o 
auditor identificou que a conta despesa com pessoal ativo estava 
superavaliada em razão do registro indevido em dezembro de 
2012
, da provisão da folha de
 
pagamento de janeiro de 
2013
. Tal fato ocasionou:
 
a) uma subavaliação no orçamento de 
2013
;
 
b) uma sub
avaliação no ativo circulante de 
2012
;
 
c) uma subavaliação no passivo circulante de 
2012
;
 
d) uma superavaliação no passivo circulante de 
2012
;
 
e) uma superavaliação no orçamento de 2012.
 
 
2. (FGV/TCM
-
RJ/2008) Durante a aplicação dos procedimentos atinentes
 
à espécie, o auditor 
detectou, com base nos documentos contábeis, que em determinado dia a conta “caixa” da entidade
 
apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação.
 
a) Trata
-
se de ativo fictício, uma vez que há val
ores registrados que, de fato, inexistem.
 
b) Trata
-
se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas 
erroneamente no passível exigível a longo prazo.
 
c) Corresponde a “estouro de caixa”, situação decorrente, por exemplo, de rec
eitas recebidas, mas 
não contabilizadas.
 
d) Corresponde a “estouro de caixa”, decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, 
mas não contabilizadas.
 
e) Corresponde ao que culturalmente chamamos de “caixa 2”, prática sabidamente conhecida e 
per
mitida pela legislação.
 
 
 
3
. (Fundatec/Cage
-
RS/
2014
) Assinale o procedimento de auditoria que tem por objetivo identificar 
a existência de passivos ocultos:
 
a) contagem de caixa;
 
b) recálculo da depreciação anual de itens do ativo imobilizado;
 
c) circulari
zação de instituições financeiras;
 
d) observação da contagem física do estoque;
 
e) inspeção das autorizações de pagamentos conforme limites de alçada estabelecidos.
 
 
4
. (FCC/DPE
-
SP/
2013
) Em um teste para avaliar se há superavaliação, o Auditor deve:
 
a) con
ferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão;
 
b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial;
 
c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários;
 
d) ver
ificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final;
 
e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento suporte da transação. 
 
 
 
5. (ESAF/AFRFB/2009) A empresa Parcial S.A. realizou o estorno da Reserva de Reavaliaçã
o, 
conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. 
11.638/2007
. No entanto, o contador não
 
realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. Dessa forma pode
-
se afirmar que:
 
a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada.
 
b) a conta de
 
investimento reavaliação está adequada.
 
c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada.
 
d) a conta de lucros acumulados está superavaliada.
 
e) a conta de resultado do exercício está subavaliada. 
 
LISTA DE REVISÃO AUDITORIA – PROCEDIMENTOS 
 
 
1. (FGV/Hemocentro-SP/2013) No exame das demonstrações contábeis de uma entidade para o ano 
de 2012, em que a contabilidade atendeu integralmente ao princípio de competência 
para as despesas públicas, o auditor identificou que a conta despesa com pessoal ativo estava 
superavaliada em razão do registro indevido em dezembro de 2012, da provisão da folha de 
pagamento de janeiro de 2013. Tal fato ocasionou: 
a) uma subavaliação no orçamento de 2013; 
b) uma subavaliação no ativo circulante de 2012; 
c) uma subavaliação no passivo circulante de 2012; 
d) uma superavaliação no passivo circulante de 2012; 
e) uma superavaliação no orçamento de 2012. 
 
2. (FGV/TCM-RJ/2008) Durante a aplicação dos procedimentos atinentes à espécie, o auditor 
detectou, com base nos documentos contábeis, que em determinado dia a conta “caixa” da entidade 
apresentava saldo contábil credor. Em relação a esse fato, assinale a melhor explicação. 
a) Trata-se de ativo fictício, uma vez que há valores registrados que, de fato, inexistem. 
b) Trata-se de passivo oculto, tendo em vista que dívidas contratadas foram registradas 
erroneamente no passível exigível a longo prazo. 
c) Corresponde a “estouro de caixa”, situação decorrente, por exemplo, de receitas recebidas, mas 
não contabilizadas. 
d) Corresponde a “estouro de caixa”, decorrente, por exemplo, de mercadorias adquiridas e pagas, 
mas não contabilizadas. 
e) Corresponde ao que culturalmente chamamos de “caixa 2”, prática sabidamente conhecida e 
permitida pela legislação. 
 
 
3. (Fundatec/Cage-RS/2014) Assinale o procedimento de auditoria que tem por objetivo identificar 
a existência de passivos ocultos: 
a) contagem de caixa; 
b) recálculo da depreciação anual de itens do ativo imobilizado; 
c) circularização de instituições financeiras; 
d) observação da contagem física do estoque; 
e) inspeção das autorizações de pagamentos conforme limites de alçada estabelecidos. 
 
4. (FCC/DPE-SP/2013) Em um teste para avaliar se há superavaliação,o Auditor deve: 
a) conferir e inspecionar lançamentos em contas similares no livro razão; 
b) conferir a composição e o histórico dos lançamentos contábeis referentes ao registro inicial; 
c) partir do valor total do registro e conferir a soma dos registros intermediários; 
d) verificar a inclusão do valor total do registro inicial no registro final; 
e) partir do valor registrado no livro razão e comparar com o documento suporte da transação. 
 
 
5. (ESAF/AFRFB/2009) A empresa Parcial S.A. realizou o estorno da Reserva de Reavaliação, 
conforme permissibilidade estabelecida pela Lei n. 11.638/2007. No entanto, o contador não 
realizou o estorno dos impostos pertinentes à reavaliação. Dessa forma pode-se afirmar que: 
a) a conta de reserva de reavaliação está superavaliada. 
b) a conta de investimento reavaliação está adequada. 
c) a conta de imposto de renda diferido está superavaliada. 
d) a conta de lucros acumulados está superavaliada. 
e) a conta de resultado do exercício está subavaliada.

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