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CSTPA PM-SP
Curso de Habilitação ao Quadro Auxiliar de 
Oficiais da Polícia Militar
Volume II
EDITAL DEC-16/23/18
JL049-B-2018
DADOS DA OBRA
Título da obra: Curso de Habilitação ao Quadro Auxiliar de Oficiais da Polícia Militar - CSTPA PM-SP
Cargo: Curso de Habilitação ao Quadro Auxiliar de Oficiais da Polícia Militar 
Volume I
• História do Brasil
• Atualidades
• Língua Portuguesa
• Matemática
• Direito Constitucional
• Direito Penal e Direito Processual Penal
• Direito Penal Militar e Processo Penal Militar
• Direito Administrativo
• Legislação Complementar
Volume I
• Legislação de Interesse Policial Militar
• Normas Administrativas de Interesse Policial Militar
Autores
Jaqueline Lima
Letícia Veloso 
Gestão de Conteúdos
Emanuela Amaral de Souza
Diagramação/ Editoração Eletrônica
Elaine Cristina
Igor de Oliveira
Thais Regis
Ana Luiza Cesário
Produção Editoral
Suelen Domenica Pereira
Julia Antoneli
Leandro Filho
Capa
Joel Ferreira dos Santos
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SUMÁRIO
Legislação de Interesse Policial Militar
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula 172; .....................................................................................................................................01
Decreto-Lei 667/69. Reorganiza as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares dos Estados, dos Territórios e 
do Distrito Federal, e dá outras providências; ..............................................................................................................................................02
Decreto 88.777/83. Aprova o Regulamento para as Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (R-200); SÃO 
PAULO (Estado). Lei Complementar 893/01. Institui o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar; ....................................... 05
Lei Complementar 1.036/08. Institui o Sistema de Ensino da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e dá providências 
correlatas e, que a regulamenta; .......................................................................................................................................................................13
Lei Complementar 1.150/11. Dispõe sobre regras de inatividade e promoção aplicáveis aos policiais militares, nas 
condições que especifica; .....................................................................................................................................................................................15
Lei Complementar 1.224/13. Dispõe sobre o efetivo da Polícia Militar; ............................................................................................16
Lei Complementar 1.305/17. Altera dispositivos do Decreto-Lei 260/70, que dispõe sobre a inatividade dos componentes 
da PMESP; ...................................................................................................................................................................................................................19
Lei 616/74. Dispõe sobre a organização básica da PMESP; ....................................................................................................................22
Decreto-Lei 260/70. Dispõe sobre a inatividade dos componentes da PMESP; .............................................................................27
Decreto 7.290/75. Aprova o Regulamento Geral da PMESP;..................................................................................................................34
Decreto 20.218/82. Define a conceituação de acidente em serviço e dá outras providências; ................................................ 53
Decreto 54.911/09. Regulamenta a Lei Complementar 1.036/08. ........................................................................................................53
Decreto 55.588/10. Dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do 
Estado de São Paulo e dá providências correlatas; ....................................................................................................................................67
Normas Administrativas de Interesse Policial Militar
SÃO PAULO (Estado). Polícia Militar. Despacho PM3-037/02/09, de 06 de maio de 2009 - Emprego de policiais militares 
em território de atuação de outra OPM; ........................................................................................................................................................01
Despacho DL-32/20/13, de 27 de maio de 2013 - Procedimento no caso de disparo involuntário de armamento; ...... 01
Despacho PM3-22/02/11, de 27 de dezembro de 2011 - Cumprimento de requisições oriundas do Poder Judiciário ou 
do Ministério Público; ............................................................................................................................................................................................02
Diretriz PM2-1/91/07, de 27 de junho de 2007 - Plano de Policiamento Inteligente (PPI); subitens - 6.3.2. e 6.3.2.1.; .. 02
Diretriz PM3-8/02/06, de 01 de agosto de 2006 - Normas para o Sistema Operacional de Policiamento PM 
(NORSOP); .........................................................................................................................................................................................................06
Diretriz PM3-1/02/12, de 26 de janeiro de 2012 - Sistema de computação embarcada [Terminais Móveis de Dados 
(TMD)] e portátil [Terminais Portáteis de Dados (TPD)]; ...........................................................................................................................22
Diretriz PM3-2/02/14, de 05 de março de 2014 - Atividade Delegada; ............................................................................................26
Diretriz PM3-9/02/14, de 01 de dezembro de 2014 - Reintegração de Posse; ...............................................................................26
Diretriz PM3-2/02/16, de 08 de julho de 2016 - Diária especial por jornada extraordinária de trabalho policial-militar 
(DEJEM); .......................................................................................................................................................................................................................32
Diretriz PM6-1/40/11, de 04 de abril de 2011 - Pesquisa de clima organizacional on-line da Polícia Militar; ................... 32
Extravio ou furto de armamento ou munição - Determinação, publicada no item 1 do Bol G PM 101, de 29 de maio de 
2012; .............................................................................................................................................................................................................................32I-2-PM - Instruções para a Movimentação de Policiais Militares; ........................................................................................................35
I-7-PM - Instruções para correspondência na Polícia Militar; ................................................................................................................39
I-16-PM - Instruções do Processo Administrativo da Polícia Militar; ..................................................................................................79
I-21-PM - Instruções para continências, honras, sinais de respeito e cerimonial militar na Polícia Militar; ......................107
I-23-PM - Instruções para Administração Logística e Patrimonial da Polícia Militar; .................................................................121
I-24-PM - Instruções do Sistema de Avaliação de Desempenho dos Integrantes da Polícia Militar; ..................................151
I-36-PM - Instruções para Afastamentos na Polícia Militar; .................................................................................................................158
I-38-PM - Instruções para a Administração de Bens Imóveis; .............................................................................................................171
I-40-PM - Instruções para o Atendimento de Ocorrência em que haja o Cometimento de Infração Penal praticada por 
Policial Militar; .........................................................................................................................................................................................................191
SUMÁRIO
Nota de Instrução PM1-1/02/06, de 14 de fevereiro de 2006 - Avaliação psicológica para manutenção da posse e do 
porte de arma de fogo por Policiais Militares da ativa, e para aquisição de armas de fogo e obtenção da autorização de 
porte para Policiais Militares inativos e atualização publicada no item 40 do Bol G PM 70, de 14 de abril de 2008;...202
Nota de Instrução PM3-4/02/97, de 10 de dezembro de 1997 e Ordem Complementar PM3-13/02/98, de 24 de novembro 
de 1998 - que regula a implantação do policiamento comunitário como filosofia e estratégia organizacional; ...........205
Nota de Instrução PM3-002/03/14, de 22 de julho de 2014 - Programa de Acompanhamento e Apoio ao Policial Militar 
(PAAPM); ....................................................................................................................................................................................................................209
Portaria do Cmt G PM4-1/12/16, de 16 de junho de 2016 - Dispõe sobre o registro e o porte de arma de fogo e colete 
de proteção balística na Polícia Militar e dá outras providências; .....................................................................................................214
Portaria DP-1/122/14, publicada no item 1 do Bol G PM 172, de 11 de setembro de 2014, que trata da transferência 
para a reserva e reforma a pedido - normas procedimentais - determinação; ............................................................................236
Portaria PM1-1/02/13, de 28 de fevereiro de 2013 - Estabelece normas para utilização de arma de fogo por policiais 
militares em prédios do Poder Judiciário; ....................................................................................................................................................237
Portaria PM1-3/02/13, de 25 de julho de 2013, que dispõe sobre o regime de trabalho na Polícia Militar do Estado de 
São Paulo e dá outras providências - publicada no item 1 do Bol G PM 143, de 1 de agosto de 2013; ............................238
Regras de substituição temporária de função de oficiais, publicada no Bol G PM 139, de 28 de julho de 2014; ..........239
Regulamento de Uniformes da PM - R-5-PM. ...........................................................................................................................................243
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Súmula 172; ..................................................................................................................................... 01
Decreto-Lei 667/69. Reorganiza as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares dos Estados, dos Territórios e 
do Distrito Federal, e dá outras providências; .............................................................................................................................................. 02
Decreto 88.777/83. Aprova o Regulamento para as Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (R-200); SÃO 
PAULO (Estado). Lei Complementar 893/01. Institui o Regulamento Disciplinar da Polícia Militar; ....................................... 05
Lei Complementar 1.036/08. Institui o Sistema de Ensino da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e dá providências 
correlatas e, que a regulamenta; ....................................................................................................................................................................... 13
Lei Complementar 1.150/11. Dispõe sobre regras de inatividade e promoção aplicáveis aos policiais militares, nas 
condições que especifica; .....................................................................................................................................................................................15
Lei Complementar 1.224/13. Dispõe sobre o efetivo da Polícia Militar; ............................................................................................ 16
Lei Complementar 1.305/17. Altera dispositivos do Decreto-Lei 260/70, que dispõe sobre a inatividade dos componentes 
da PMESP; ...................................................................................................................................................................................................................19
Lei 616/74. Dispõe sobre a organização básica da PMESP; .................................................................................................................... 22
Decreto-Lei 260/70. Dispõe sobre a inatividade dos componentes da PMESP; ............................................................................. 27
Decreto 7.290/75. Aprova o Regulamento Geral da PMESP;.................................................................................................................. 34
Decreto 20.218/82. Define a conceituação de acidente em serviço e dá outras providências; ................................................ 53
Decreto 54.911/09. Regulamenta a Lei Complementar 1.036/08. ........................................................................................................ 53
Decreto 55.588/10. Dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do 
Estado de São Paulo e dá providências correlatas; .................................................................................................................................... 67
1
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
BRASIL. SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. 
SÚMULA 172;
O Sr. Ministro Costa Lima (Relator): José Maria Montani, 
policial militar, está denunciado perante o Juízo de Direito 
da Comarca de Nhandeara porque, no exercício de suas 
funções, infringiu o art. 21, da Lei de Contravenções Penais 
e o art. 3º, i da Lei n. 4.898 de 1965.
A Constituição, artigo 125, parágrafo 4º, em som de 
guerra, dispõe que à Justiça Militar estadual compete pro-
cessar e julgar os policiais e bombeiros militares nos crimes 
militares definidos em lei.
O crime de abuso de autoridade não se acha capitulado 
no Código Penal Militar, mas na Lei n. 4.898, de 09.12.1965, 
artigos 3º e 4º, a qual considera autoridade toda pessoa 
que, mesmo sem remuneração, exerce cargo, emprego ou 
função pública, de natureza civil ou militar.
E, nesta linha de raciocínio, chega-se à igual conclu-
são de que, se a denúncia é por vias de fato, contravenção, 
portanto, falece competênciaà Justiça Castrense para pro-
cessar e julgar o policial militar, pois também não contem-
plada no Código Penal Militar.
Decidiu o extinto Tribunal Federal de Recursos 
Competência. Policial militar. Vias de fato. Contraven-
ção.
A ocorrência da figura contravencional denominada 
“vias de fato”, praticada por policial militar, não constitui 
crime militar, tal como definido no art. 9°, do Código Penal 
Militar, motivo pelo qual compete à Justiça Comum Esta-
dual o processo e julgamento.
Conflito procedente. (CC n. 6.587-SP, Rel. Min. William 
Patterson, DJU de 19.09.1985)
Competência. Polícia Militar. Vias de fato (LCP, art. 21) 
ou abuso de autoridade (Lei n. 4.898/1965).
A Justiça Militar Estadual compete processar e julgar, 
nos crimes militares definidos em lei, os integrantes das 
polícias militares (CF, art. 144, parágrafo 1º, d).
Não se tratando de crime militar assim definido em lei, 
compete à Justiça Comum o processo e julgamento.
Conflito conhecido, declarando-se competente o sus-
citado. (CC n. 6.523-RS, Rel. Min. Nilson Naves, DJU de 
10.10.1985)
A seu turno, tratando do crime de abuso de autorida-
de, assim já me posicionei:
Processo Penal e Constitucional. Competência. Crime 
de abuso de autoridade.
1. O crime de abuso de autoridade (Lei n. 4.898, de 
09.12.1965 e Lei n. 5.249, de 09.02.1967), mesmo quando 
praticado por policial militar no exercício de policiamento 
civil, insere-se na competência da justiça ordinária estadual.
2. Precedentes do STF e TFR. (CC n. 5.019, DJU de 
23.06.1983)
E esta egrégia Seção assentou:
Processo Penal. Competência. Policial militar.
Policiais militares denunciados perante a Justiça Co-
mum e Militar. Imputações distintas. Competência da pri-
meira para o processo e julgamento do crime de abuso de 
autoridade, não previsto no Código Penal Militar, e da se-
gunda para o de lesões corporais, porquanto os mesmos 
se encontravam em serviço de policiamento.
Unidade de processo e julgamento excluída pela inci-
dência do art. 79, I, do Código de Processo Penal.
Eventual subsunção do delito de abuso de autorida-
de no delito mais grave de lesões corporais é questão de 
direito material, que não comporta exame em sede de 
conflito de competência. Conflito não conhecido. (CC n. 
762-MG, Rel. Min
Processual Penal. Competência. Policial militar. Crimes 
de abuso de autoridade e de lesões corporais.
Compete à Justiça Criminal Comum processar e julgar 
o crime de abuso de autoridade, não previsto no CPM, e 
à Justiça Militar Estadual fazê-lo em relação ao crime de 
lesões corporais, eis que os agentes encontravam-se em 
serviço.
Aplicação do disposto no art. 79, I, do CPP. (Preceden-
te: CC n. 762, relator Ministro Costa Leite). (CC n. 1.077, 
Rel. Min. Carlos Thibau, DJU de 06.08.1990, p. 7.319)
O Supremo Tribunal Federal também o entende:
Crime de abuso de autoridade.
Comete-o o miliciano que, embora, sem farda e fora 
do efetivo exercício de sua função, age, evocando a auto-
ridade de que é investido.
Exegêse do art. 5º, da Lei n. 4.898/1965.
Competente, todavia, para o processo e julgamento, 
é a Justiça Comum Estadual, eis que inexistente crime mi-
litar.
Habeas Corpus indeferido. (HC n. 59.676-SP, Rel. Min. 
Djaci Falcão, DJU de 07.05.1982)
Crime de abuso de autoridade. Policial militar no exer-
cício de policiamento civil. Competência. Lei n. 4.898/1965, 
art. 4º, a e b.
O processo e julgamento de delito de abuso de auto-
ridade, previsto apenas na Lei Penal Comum, compete a 
Justiça Comum, ainda que praticado por policial militar no 
exercício da função administrativa civil.
Conflito de jurisdição conhecido para declarar com-
petente a Justiça Comum. (CJCr n. 6.351, Rel. Min. Rafael 
Mayer, DJU de 14.05.1982)
À vista do que, conheço do conflito e declaro compe-
tente o Juízo de Direito de Nhandeara-SP.
2
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
DECRETO-LEI 667/69. REORGANIZA AS PO-
LÍCIAS MILITARES E OS CORPOS DE BOM-
BEIROS MILITARES DOS ESTADOS, DOS 
TERRITÓRIOS E DO DISTRITO FEDERAL, E DÁ 
OUTRAS PROVIDÊNCIAS;
DECRETO-LEI Nº 667, DE 2 DE JULHO DE 1969.
 
Reorganiza as Polícias Militares e os Corpos de Bom-
beiros Militares dos Estados, dos Território e do Distrito Fe-
deral, e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , usando das atribui-
ções que lhe confere o § 1º do artigo 2º do Ato Institucional 
nº 5, de 13 de dezembro de 1968,
 DECRETA:
 Art 1º As Polícias Militares consideradas forças auxilia-
res, reserva do Exército, serão organizadas na conformida-
de deste Decreto-lei.
 Parágrafo único. O Ministério do Exército exerce o 
controle e a coordenação das Polícias Militares, sucessiva-
mente através dos seguintes órgãos, conforme se dispuser 
em regulamento:
 a) Estado-Maior do Exército em todo o território na-
cional;
 b) Exércitos e Comandos Militares de Áreas nas res-
pectivas jurisdições;
 c) Regiões Militares nos territórios regionais.
 Art 2º A Inspetoria-Geral das Polícias Militares, que 
passa a integrar, organicamente, o Estado-Maior do Exér-
cito incumbe-se dos estudos, da coleta e registro de da-
dos bem como do assessoramento referente ao controle e 
coordenação, no nível federal, dos dispositivos do presente 
Decreto-lei.
 Parágrafo único. O cargo de Inspetor-Geral das Polí-
cias Militares será exercido por um General-de-Brigada da 
ativa.
CAPÍTULO I
Definição e competência
 Art. 3º - Instituídas para a manutenção da ordem pú-
blica e segurança interna nos Estados, nos Territórios e no 
Distrito Federal, compete às Polícias Militares, no âmbito 
de suas respectivas jurisdições: (Redação dada pelo Del nº 
2010, de 1983)
 a) executar com exclusividade, ressalvas as missões 
peculiares das Forças Armadas, o policiamento ostensivo, 
fardado, planejado pela autoridade competente, a fim de 
assegurar o cumprimento da lei, a manutenção da ordem 
pública e o exercício dos poderes constituídos; (Redação 
dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 b) atuar de maneira preventiva, como força de dissua-
são, em locais ou áreas específicas, onde se presuma ser 
possível a perturbação da ordem; (Redação dada pelo Del 
nº 2010, de 12.1.1983)
 c) atuar de maneira repressiva, em caso de perturba-
ção da ordem, precedendo o eventual emprego das Forças 
Armadas; (Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 d) atender à convocação, inclusive mobilização, do 
Governo Federal em caso de guerra externa ou para preve-
nir ou reprimir grave perturbação da ordem ou ameaça de 
sua irrupção, subordinando-se à Força Terrestre para em-
prego em suas atribuições específicas de polícia militar e 
como participante da Defesa Interna e da Defesa Territorial; 
(Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 e) além dos casos previstos na letra anterior, a Polí-
cia Militar poderá ser convocada, em seu conjunto, a fim 
de assegurar à Corporação o nível necessário de adestra-
mento e disciplina ou ainda para garantir o cumprimento 
das disposições deste Decreto-lei, na forma que dispuser o 
regulamento específico. (Redação dada pelo Del nº 2010, 
de 1983)
 § 1º - A convocação, de conformidade com a le-
tra e deste artigo, será efetuada sem prejuízo da compe-
tência normal da Polícia Militar de manutenção da ordem 
pública e de apoio às autoridades federais nas missões de 
Defesa Interna, na forma que dispuser regulamento especí-
fico. (Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 2º - No caso de convocação de acordo com o dis-
posto na letra e deste artigo, a Polícia Militar ficará sob a 
supervisão direta do Estado-Maior do Exército, por inter-
médio da Inspetoria-Geral das Polícias Militares, e seu Co-
mandante será nomeado pelo Governo Federal. (Redação 
dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 3º - Durante a convocação a que se refere a le-
tra e deste artigo, que não poderá exceder o prazo máximo 
de 1 (um) ano, a remuneração dos integrantes da Polícia 
Militar e as despesas com a sua administração continuarão 
a cargo do respectivo Estado-Membro. (Redação dada pelo 
Del nº 2010, de 1983)
Art. 4º - As Polícias Militares, integradasnas atividades 
de segurança pública dos Estados e Territórios e do Distrito 
Federal, para fins de emprego nas ações de manutenção 
da Ordem Pública, ficam sujeitas à vinculação, orientação, 
planejamento e controle operacional do órgão responsável 
pela Segurança Pública, sem prejuízo da subordinação ad-
ministrativa ao respectivo Governador. (Redação dada pelo 
Del nº 2010, de 1983)
CAPíTULO II 
Estrutura e Organização
 Art 5º As Polícias Militares serão estruturadas em ór-
gão de Direção, de Execução e de Apoio de acordo com as 
finalidades essenciais do serviço policial e as necessidades 
de cada Unidade da Federação.
 § 1º Considerados as finalidades essenciais e o impe-
rativo de sua articulação pelo território de sua jurisdição, as 
Polícias Militares deverão estruturar-se em grupos policiais. 
Sendo essas frações os menores elementos de ação autô-
noma, deverão dispor de um chefe e de um número de 
componentes habilitados indispensáveis ao atendimento 
das missões básicas de polícia.
3
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
 § 2º De acordo com a importância da região o inte-
resse administrativo e facilidades de comando os grupos 
de que trata o parágrafo anterior poderão ser reunidos, 
constituindo-se em Pelotões, Companhias e Batalhões ou 
em Esquadrões e Regimento, quando se tratar de unidades 
montadas.
 3º - Os efetivos das Polícias Militares serão fixados de 
conformidade com critérios a serem estabelecidos em re-
gulamento desse Decreto-lei. (Redação dada pelo Del nº 
2010, de 1983)
Art. 6º - O Comando das Polícias Militares será exercido, 
em princípio, por oficial da ativa, do último posto, da própria 
Corporação. (Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 1º - O provimento do cargo de Comandante será 
feito por ato dos Governadores de Estado e de Territórios 
e do Distrito Federal, após ser o nome indicado aprovado 
pelo Ministro de Estado do Exército, observada a formação 
profissional do oficial para o exercício de Comando. (Reda-
ção dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 2º - O Comando das Polícias Militares poderá, tam-
bém, ser exercido por General-de-Brigada da Ativa do 
Exército ou por oficial superior combatente da ativa, pre-
ferentemente do posto de Tenente-Coronel ou Coronel, 
proposto ao Ministro do Exército pelos Governadores de 
Estado e de Territórios e do Distrito Federal. (Redação dada 
pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 3º - O oficial do Exército será nomeado para o cargo 
de Comandante da Polícia Militar, por ato do Governador 
da Unidade Federativa, após ser designado por Decreto do 
Poder Executivo, ficando à disposição do referido Governo. 
(Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 4º - O oficial do Exército, nomeado para o Coman-
do da Polícia Militar, na forma do parágrafo anterior, será 
comissionado no mais alto posto da Corporação, e sua pa-
tente for inferior a esse posto.
 § 5º - O cargo de Comandante de Polícia Militar é con-
siderado cargo de natureza militar, quando exercido por 
oficial do Exército, equivalendo, para Coronéis e Tenente-
-Coronéis, como Comando de Corpo de Tropa do Exército. 
(Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 6º - O oficial nomeado nos termos do parágrafo ter-
ceiro, comissionado ou não, terá precedência hierárquica 
sobre os oficiais de igual posto da Corporação. (Redação 
dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 7º - O Comandante da Polícia Militar, quando ofi-
cial do Exército, não poderá desempenhar outras funções 
no âmbito estadual, ainda que cumulativamente com suas 
funções de comandante, por prazo superior a 30 (trinta) 
dias. (Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 8º - São considerados no exercício de função poli-
cial-militar os policiais-militares ocupantes dos seguintes 
cargos: (Incluído pelo Del nº 2010, de 1983)
 a) os especificados no Quadro de Organização ou de 
lotação da Corporação a que pertencem; (Incluído pelo Del 
nº 2010, de 1983)
 b) os de instrutor ou aluno de estabelecimento de en-
sino das Forças Armadas ou de outra Corporação Policial-
-Militar, no país ou no exterior; e (Incluído pelo Del nº 2010, 
de 1983)
 c) os de instrutor ou aluno de estabelecimentos ofi-
ciais federais e, particularmente, os de interesse para as 
Polícias Militares, na forma prevista em Regulamento deste 
Decreto-lei. (Incluído pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 9º - São considerados também no exercício de fun-
ção policial-militar os policiais-militares colocados à dis-
posição de outra corporação Policial-Militar. (Incluído pelo 
Del nº 2010, de 1983)
 § 10º - São considerados no exercício da função de 
natureza policial-militar ou de interesse policial-militar, os 
policiais-militares colocados à disposição do Governo Fe-
deral, para exercerem cargos ou funções em órgãos fede-
rais, indicados em regulamento deste Decreto-lei. (Incluído 
pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 11 - São ainda considerados no exercício de função 
de natureza policial-militar ou de interesse policial-militar, 
os policiais-militares nomeados ou designados para: (In-
cluído pelo Del nº 2010, de 1983)
 a) Casa Militar de Governador; (Incluído pelo Del nº 
2010, de 1983)
 b) Gabinete do Vice-Governador; (Incluído pelo Del nº 
2010, de 1983)
 c) Órgãos da Justiça Militar Estadual. (Incluído pelo Del 
nº 2010, de 1983)
 § 12 - O período passado pelo policial-militar em car-
go ou função de natureza civil temporário somente poderá 
ser computado como tempo de serviço para promoção por 
antiguidade e transferência para a inatividade. (Incluído 
pelo Del nº 2010, de 1983)
 § 13 - O período a que se refere o parágrafo anterior 
não poderá ser computado como tempo de serviço arregi-
mentado. (Incluído pelo Del nº 2010, de 1983)
Art. 7º - Os oficiais do Exército, da ativa, poderão servir, 
se o Comandante for oficial do Exército, no Estado-Maior 
das Polícias Militares ou como instrutores das referidas PM, 
aplicando-se-lhes as prescrições dos parágrafos 3º e 7º do 
artigo anterior. (Redação dada pelo Del nº 2010, de 1983)
 Parágrafo único - O oficial do Exército servindo em 
Estado-Maior das Polícias Militares ou como instrutor das 
referidas PM é considerado em cargo de natureza militar. 
(Incluído pelo Del nº 2010, de 1983)
CAPÍTULO III 
Do Pessoal das Polícias Militares
 Art 8º A hierarquia nas Polícias Militares é a seguinte:
 a) Oficiais de Polícia:
 - Coronel
 - Tenente-Coronel
 - Major
 - Capitão
 - 1º Tenente
 - 2º Tenente
 b) Praças Especiais de Polícia:
 - Aspirante-a-Oficial
 - Alunos da Escola de Formação de Oficiais da Polícia.
 c) Praças de Polícia:
 - Graduados:
 - Subtenente
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
 - 1º Sargento
 - 2º Sargento
 - 3º Sargento
 - Cabo
 - Soldado.
 § 1º A todos os postos e graduações de que trata este 
artigo será acrescida a designação “PM” (Polícia Militar).
2º Os Estados, Territórios e o Distrito Federal poderão, 
se convier às respectivas Polícias Militares: (Redação dada 
pelo Del 2.106, de 6.2.1984)
 a) admitir o ingresso de pessoal feminino em seus 
efetivos de oficiais e praças, para atender necessidades da 
respectiva Corporação em atividades específicas, median-
te prévia autorização do Ministério do Exército; (Redação 
dada pelo Del 2.106, de 6.2.1984)
 b) suprimir na escala hierárquica um ou mais postos 
ou graduações das previstas neste artigo; e (Redação dada 
pelo Del 2.106, de 6.2.1984)
 c) subdividir a graduação de soldado em classes, até o 
máximo de três. (Incluída pelo Del 2.106, de 6.2.1984)
 Art 9º O ingresso no quadro de oficiais será feito atra-
vés de cursos de formação de oficiais da própria Polícia 
Militar ou de outro Estado.
 Parágrafo único. Poderão também, ingressar nos qua-
dros de oficiais das Polícias Militares, se convier a estas, 
Tenentes da Reserva de 2ª Classe das Forças Armadas com 
autorização do Ministério correspondente.
 Art 10. Os efetivos em oficiais médicos, dentistas, farma-
cêuticos e veterinários, ouvido o Estado-Maior do Exército se-
rão providos mediante concurso e acesso gradual conforme 
estiver previsto na legislaçãode cada Unidade Federativa.
 Parágrafo único. A assistência médica às Polícias Militares 
poderá também ser prestada por profissionais civis, de prefe-
rência oficiais da reserva ou mediante contratação ou celebra-
ção de convênio com entidades públicas e privadas existentes 
na comunidade, se assim convier à Unidade Federativa.
 Art 11. O recrutamento de praças para as Polícias Mi-
litares obedecerá ao voluntariado, de acôrdo com legisla-
ção própria de cada Unidade da Federação, respeitadas as 
prescrições da Lei do Serviço Militar e seu regulamento.
 Art 12. O acesso na escala hierárquica tanto de oficiais 
como de praça será gradual e sucessivo, por promoção, de 
acordo com legislação peculiar a cada Unidade da Federa-
rão, exigidos os seguintes requisitos básicos:
 a) para a promoção ao posto de Major: curso de aper-
feiçoamento feito na própria corporação ou em Força Poli-
cial de outro Estado;
 b) para a promoção ao posto de Coronel: curso supe-
rior de Polícia, desde que haja o curso na Corporação.
CAPÍTULO IV 
Instrução e Armamento
 Art 13. A instrução das Polícias Militares limitar-se-á a 
engenhos e controlada pelo Ministério do Exército através 
do Estado-Maior do Exército, na forma deste Decreto-lei.
 Art 14. O armamento das Polícias armas de uso in-
dividual inclusive automáticas, e a um reduzido número 
de armas automáticas coletivas e lança-rojões leves para 
emprego na defesa de suas instalações fixas, na defesa de 
pontos sensíveis e execução de ações preventivas e repres-
sivas nas Missões de Segurança Interna e Defesa Territorial.
 Art 15. A aquisição de veículos sobre rodas com blin-
dagem leve e equipados com armamento nas mesmas 
especificações do artigo anterior poderá ser autorizada, 
desde que julgada conveniente pelo Ministério do Exército.
 Art 16. É vedada a aquisição de engenhos, veículos, 
armamentos e aeronaves fora das especificações estabe-
lecidas.
 Art 17. As aquisições de armamento e munição depen-
derão de autorização do Ministério do Exército e obede-
cerão às normas previstas pelo Serviço de Fiscalização de 
Importação, Depósito e Tráfego de Produtos Controlados 
pelo Ministério do Exército (SFIDT).
CAPÍTULO V 
Justiça e Disciplina
 Art 18. As Polícias Militares serão regidas por Regula-
mento Disciplinar redigido à semelhança do Regulamento 
Disciplinar do Exército e adaptado às condições especiais 
de cada Corporação.
 Art 19. A organização e funcionamento da Justiça Mi-
litar Estadual serão regulados em lei especial.
 Parágrafo único. O foro militar é competente para pro-
cessar e julgar o pessoal das Polícias Militares nos crimes 
definidos em lei como militares.
 Art 20. A Justiça Militar Estadual de primeira instância é 
constituída pelos Conselhos de Justiça previstos no Código 
de Justiça Militar. A de segunda instância será um Tribunal 
Especial, ou o Tribunal de Justiça.
CAPÍTULO VI
Da competência do Estado-Maior do Exército, atra-
vés da Inspetoria-Geral das Polícias Militares
 Art 21. Compete ao Estado-Maior do Exército, através 
da Inspetoria-Geral das Polícias Militares:
 a) Centralizar todos os assuntos da alçada do Minis-
tério do Exército relativos às Polícias Militares, com vistas 
ao estabelecimento da política conveniente e à adoção das 
providências adequadas.
 b) Promover as inspeções das Políticas Militares tendo 
em vista o fiel cumprimento das prescrições deste decre-
to-lei.
 c) Proceder ao controle da organização, da instrução, 
dos efetivos, do armamento e do material bélico das Polí-
cias Militares.
 d) Baixar as normas e diretrizes para a fiscalização da 
instrução das Polícias Militares.
 e) Apreciar os quadros de mobilização para as Polícias 
Militares de cada Unidade da Federação, com vistas ao em-
prego em suas missões específicas e como participantes da 
Defesa Territorial.
 f) Cooperar no estabelecimento da legislação básica 
relativa às Polícias Militares.
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
CAPÍTULO VII 
Prescrições Diversas
 Art 22. Ao pessoal das Polícias Militares, em serviço ativo, é vedado fazer parte de firmas comerciais de empresas in-
dustriais de qualquer natureza ou nelas exercer função ou emprego remunerados.
 Art 23. É expressamente proibido a elementos das Polícias Militares o comparecimento fardado, exceto em serviço, em 
manifestações de caráter político-partidário.
 Art 24. Os direitos, vencimentos, vantagens e regalias do pessoal, em serviço ativo ou na inatividade, das Polícias Mili-
tares constarão de legislação especial de cada Unidade da Federação, não sendo permitidas condições superiores às que, 
por lei ou regulamento, forem atribuídas ao pessoal das Forças Armadas. No tocante a cabos e soldados, será permitida 
exceção no que se refere a vencimentos e vantagens bem como à idade-limite para permanência no serviço ativo.
 Art 25. Aplicam-se ao pessoal das Polícias Militares:
 a) as disposições constitucionais relativas ao alistamento eleitoral e condições de elegibilidade dos militares;
 b) as disposições constitucionais relativas às garantias, vantagens prerrogativas e deveres, bem como todas as restri-
ções ali expressas, ressalvado o exercício de cargos de interesse policial assim definidos em legislação própria.
 Art 26. Competirá ao Poder Executivo, mediante proposta do Ministério do Exército declarar a condição de “militar” e, 
assim, considerá-los reservas do Exército aos Corpos de Bombeiros dos Estados, Municípios, Territórios e Distrito Federal.
Parágrafo único. Aos Corpos de Bombeiros Militares aplicar-se-ão as disposições contidas neste Decreto-lei. (Redação 
dada pelo Del nº 1.406, de 24.6.1975)
 Art 27. Em igualdade de posto e graduação os militares das Forças Armadas em serviço ativo e da reserva remunerada 
têm precedência hierárquica sobre o pessoal das Polícias Militares.
 Art 28. Os oficiais integrantes dos quadros em extinção, de oficiais médicos, dentistas, farmacêuticos e veterinários nas 
Polícias Militares, poderão optar pelo seu aproveitamento nos efetivos a que se refere o artigo 10 deste Decreto-lei.
 Art 29. O Poder Executivo regulamentará o presente Decreto-lei no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de 
sua publicação.
 Art 30. Este Decreto-lei entra em vigor na data de sua publicação ficando revogados o Decreto-lei número 317, de 13 
de março de 1967 e demais disposições em contrário.
 Brasília, 2 de julho de 1969; 148º da Independência e 81º da República.
DECRETO 88.777/83. APROVA O REGULA-
MENTO PARA AS POLÍCIAS MILITARES E 
CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES (R-200); 
SÃO PAULO (ESTADO). LEI COMPLEMENTAR 
893/01. INSTITUI O REGULAMENTO DISCI-
PLINAR DA POLÍCIA MILITAR;
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , usando da atribuição que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição, 
DECRETA:
Art . 1º - Fica aprovado o Regulamento para as Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares (R-200), que com 
este baixa.
Art . 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, revogados os Decretos nº 66.862, de 08 de julho de 
1970, e nº 82.020, de 20 de julho de 1978, e as demais disposições em contrário.
Brasília,DF, 30 de setembro de 1983; 162º da Independência e 95º da República.
JOÃO FIGUEIREDO 
Walter Pires
Este texto não substitui o publicado no DOU de 4.10.1983
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
REGULAMENTO PARA AS POLÍCIAS MILITARES E CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES (R-200)
ÍNDICE DE ASSUNTOS Art.
CAPÍTULO I Das Finalidades 1º
CAPÍTULO II Da Conceituação e Competência 2º/6º
CAPÍTULO III Da Estrutura e Organização 7º/10
CAPÍTULO IV Do Pessoal das Polícias Militares 11/19
CAPÍTULO V Do Exercito de Cargo ou Função 20/25
CAPÍTULO VI Do Ensino, Instrução e Material 26/32
CAPÍTULO VII Do Emprego Operacional 33/36
CAPÍTULO VIII Da Competência do Estado-Maior do Exercito, através da 
Inspetoria-Geral das Polícias Militares
37/39
CAPÍTULO IX Das Prescrisões Diversas 40/48
REGULAMENTO PARA AS POLÍCIAS MILITARES E CORPOS DE BOMBEIROS MILITARES (R-200)
CAPÍTULO I
Das Finalidades
Art . 1º - EsteRegulamento estabelece princípios e normas para a aplicação do Decreto-lei nº 667, de 02 de julho de 
1969, modificado pelo Decreto-lei nº 1.406, de 24 de junho de 1975, e pelo Decreto-lei nº 2.010, de 12 de janeiro de 1983.
CAPÍTULO II
Da Conceituação e Competência
Art . 2º - Para efeito do Decreto-lei nº 667, de 02 de julho de 1969 modificado pelo Decreto-lei nº 1.406, de 24 de ju-
nho de 1975, e pelo Decreto-lei nº 2.010, de 12 de janeiro de 1983, e deste Regulamento, são estabelecidos os seguintes 
conceitos:
1) À disposição - É a situação em que se encontra o policial-militar a serviço de órgão ou autoridade a que não esteja 
diretamente subordinado.
2) Adestramento - Atividade destinada a exercitar o policial-militar, individualmente e em equipe, desenvolvendo-lhe a 
habilidade para o desempenho das tarefas para as quais já recebeu a adequada instrução.
3) Agregação - Situação na qual o policial-militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica do seu quadro, 
nela permanecendo sem número.
4) Aprestamento - Conjunto de medidas, incluindo instrução, adestramento e preparo logístico, para tornar uma orga-
nização policial-militar pronta para emprego imediato.
5) Assessoramento - Ato ou efeito de estudar os assuntos pertinentes, propor soluções a cada um deles, elaborar dire-
trizes, normas e outros documentos.
6) Comando Operacional - Grau de autoridade que compreende atribuições para compor forças subordinadas, desig-
nar missões e objetivos e exercer a direção necessária para a condução das operações militares.
7) Controle - Ato ou efeito de acompanhar a execução das atividades das Polícias Militares, por forma a não permitir 
desvios dos propósitos que lhe forem estabelecidos pela União, na legislação pertinente.
8) Controle Operacional - Grau de autoridade atribuído à Chefia do órgão responsável pela Segurança Pública para 
acompanhar a execução das ações de manutenção da ordem pública pelas Polícias Militares, por forma a não permitir 
desvios do planejamento e da orientação pré-estabelecidos, possibilitando o máximo de integração dos serviços policiais 
das Unidades Federativas.
9) Coordenação - Ato ou efeito de harmonizar as atividades e conjugar os esforços das Polícias Militares para a conse-
cução de suas finalidades comuns estabelecidas pela legislação, bem como de conciliar as atividades das mesmas com as 
do Exército, com vistas ao desempenho de suas missões.
10) Dotação - Quantidade de determinado material, cuja posse pelas Polícias Militares é autorizada pelo Ministério do 
Exército, visando ao perfeito cumprimento de suas missões.
11) Escala Hierárquica - Fixação ordenada dos postos e graduações existentes nas Policias Militares (PM).
12 ) Fiscalização - Ato ou efeito de observar, examinar e inspecionar as Polícias Militares, com vistas ao perfeito cum-
primento das disposições legais estabelecidas pela União.
7
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
13) Graduação - Grau hierárquico da praça.
14) Grave Perturbação ou Subversão da Ordem - Cor-
responde a todos os tipos de ação, inclusive as decorrentes 
de calamidade pública, que por sua, natureza, origem, am-
plitude, potencial e vulto:
a) superem a capacidade de condução das medidas 
preventivas e repressivas tomadas pelos Governos Esta-
duais;
b) sejam de natureza tal que, a critério do Governo Fe-
deral, possam vir a comprometer a integridade nacional, o 
livre funcionamento de poderes constituídos, a lei, a ordem 
e a prática das instituições;
c) impliquem na realização de operações militares.
15) Hierarquia Militar - Ordenação da autoridade, em 
níveis diferentes, dentro da estrutura das Forças Armadas 
e Forças Auxiliares.
16) Inspeção - Ato da autoridade competente, com ob-
jetivo de verificar, para fins de controle e coordenação, as 
atividades e os meios das Policias Militares.
17) Legislação Específica - Legislação promulgada pela 
União, relativa às Policias Militares.
18) Legislação Peculiar ou Própria - Legislação da Uni-
dade da Federação, pertinente à Polícia Militar.
19) Manutenção da Ordem Pública - É o exercício dinâ-
mico do poder de polícia, no campo da segurança pública, 
manifestado por atuações predominantemente ostensivas, 
visando a prevenir, dissuadir, coibir ou reprimir eventos 
que violem a ordem pública.
20) Material Bélico de Polícia Militar - Todo o material 
necessário às Policias Militares para o desempenho de suas 
atribuições especificas nas ações de Defesa Interna e de 
Defesa Territorial.
Compreendem-se como tal:
a) armamento;
b) munição;
c) material de Motomecanização;
d) material de Comunicações;
e) material de Guerra Química;
f) material de Engenharia de Campanha.
21) Ordem Pública -.Conjunto de regras formais, que 
emanam do ordenamento jurídico da Nação, tendo por 
escopo regular as relações sociais de todos os níveis, do 
interesse público, estabelecendo um clima de convivência 
harmoniosa e pacífica, fiscalizado pelo poder de polícia, e 
constituindo uma situação ou condição que conduza ao 
bem comum.
22) Operacionalidade - Capacidade de uma organiza-
ção policial-militar para cumprir as missões a que se des-
tina.
23) Orientação - Ato de estabelecer para as Polícias 
Militares diretrizes, normas, manuais e outros documentos, 
com vistas à sua destinação legal.
24) Orientação Operacional - Conjunto de diretrizes 
baixadas pela Chefia do órgão responsável pela Seguran-
ça Pública nas Unidades Federativas, visando a assegurar a 
coordenação do planejamento da manutenção da ordem 
pública a cargo dos órgãos integrantes do Sistema de Se-
gurança Pública.
25) Perturbação da Ordem - Abrange todos os tipos de 
ação, inclusive as decorrentes de calamidade pública que, 
por sua natureza, origem, amplitude e potencial possam vir 
a comprometer, na esfera estadual, o exercício dos pode-
res constituídos, o cumprimento das leis e a manutenção 
da ordem pública, ameaçando a população e propriedades 
públicas e privadas.
As medidas preventivas e repressivas neste caso, estão 
incluídas nas medidas de Defesa Interna e são conduzidas 
pelos Governos Estaduais, contando ou não com o apoio 
do Governo Federal.
26) Planejamento - Conjunto de atividades, metodica-
mente desenvolvidas, para esquematizar a solução de um 
problema, comportando a seleção da melhor alternativa e 
o ordenamento contentemente avaliado e reajustado, do 
emprego dos meios disponíveis para atingir os objetivos 
estabelecidos.
27) Policiamento Ostensivo - Ação policial, exclusi-
va das Policias Militares em cujo emprego o homem ou a 
fração de tropa engajados sejam identificados de relance, 
quer pela farda quer pelo equipamento, ou viatura, objeti-
vando a manutenção da ordem pública.
São tipos desse policiamento, a cargo das Polícias Mi-
litares ressalvadas as missões peculiares das Forças Arma-
das, os seguintes:
- ostensivo geral, urbano e rural;
- de trânsito;
- florestal e de mananciais;
- rodoviária e ferroviário, nas estradas estaduais;
- portuário;
- fluvial e lacustre;
- de radiopatrulha terrestre e aérea;
- de segurança externa dos estabelecimentos penais 
do Estado;
- outros, fixados em legislação da Unidade Federativa, 
ouvido o Estado-Maior do Exército através da Inspetoria-
-Geral das Polícias Militares.
28) Posto - Grau hierárquico do oficial.
29) Praças Especiais - Denominação atribuída aos po-
liciais-mílitares não enquadrados na escala hierárquica 
como oficiais ou praças.
30) Precedência - Primazia para efeito de continência e 
sinais de respeito.
31) Subordinação - Ato ou efeito de uma corporação 
policial-militar ficar, na totalidade ou em parte, diretamen-
te sob o comando operacional dos Comandantes dos Exér-
citos ou Comandantes Militares de Área com jurisdição na 
área dos Estados, Territórios e Distrito Federal e com res-
ponsabilidade de Defesa Interna ou de Defesa Territorial.
32) Uniforme e Farda - Tem a mesma significação.
33) Vinculação - Ato ou efeito de uma Corporação Po-
licial-Militar por intermédio do comandante Geral atender 
orientarãoe ao planejamento global de manutenção da 
ordem pública, emanados da Chefia do órgão responsável 
pela Segurança Pública nas Unidades da Federação, com 
vistas a obtenção de soluções integradas.
34) Visita - Ato por meio do qual a autoridade com-
petente estabelece contatos pessoais com os Comandos 
de Polícias Militares, visando a obter, por troca de ideias 
8
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
e informações, uniformidade de conceitos e de ações que 
facilitem o perfeito cumprimento, pelas Polícias Militares, 
da legislação e das normas baixadas pela União.
Art . 3º - O Ministério do Exército exercerá o controle e 
a coordenação das Polícias Militares, atendidas as prescri-
ções dos § 3º, 4º e 6º do artigo 10 do Decreto-lei nº 200, 
de 25 de fevereiro de 1967 (Reforma Administrativa), por 
intermédio dos seguintes órgãos:
1) Estado-Maior do Exército, em todo o território na-
cional;
2) Exércitos e Comandos Militares de Área, como gran-
des escalões de enquadramento e preparação da tropa 
para emprego nas respectivas jurisdições;
3) Regiões Militares, como órgãos territoriais, e demais 
Grandes Comandos, de acordo com a delegação de com-
petência que lhes for atribuída pelos respectivos Exércitos 
ou Comandos Militares de Área.
Parágrafo único - O controle e a coordenação das Polí-
cias Militares abrangerão os aspectos de organização e legis-
lação, efetivos, disciplina, ensino e instrução, adestramento, 
material bélico de Polícia Militar, de Saúde e Veterinária de 
campanha, aeronave, como se dispuser neste Regulamento 
e de conformidade com a política conveniente traçada pelo 
Ministério do Exército. As condições gerais de convocação, 
inclusive mobilização, serão tratadas em instruções.
Art . 4º - A Polícia Militar poderá ser convocada, total 
ou parcialmente, nas seguintes hipóteses:
1) Em caso de guerra externa;
2) Para prevenir ou reprimir grave perturbação da or-
dem ou ameaça de sua irrupção, e nos casos de calamida-
de pública declarada pelo Governo Federal e no estado de 
emergência, de acordo com diretrizes especiais baixadas 
pelo Presidente da República.
Art . 5º - As Polícias Militares, a critério dos Exércitos 
e Comandos Militares de Área, participarão de exercícios, 
manobras e outras atividades de instrução necessárias às 
ações específicas de Defesa Interna ou de Defesa Territo-
rial, com efetivos que não prejudiquem sua ação policial 
prioritária.
Art . 6º - Os Comandantes-Gerais das Polícias Militares 
poderão participar dos planejamentos das Forças Terres-
tres, que visem a Defesa Interna e à Defesa Territorial.
CAPÍTULO III
Da Estrutura e Organização
Art . 7º - A criação e a localização de organizações po-
liciais-militares deverão atender ao cumprimento de suas 
missões normais, em consonância com os planejamentos 
de Defesa Interna e de Defesa Territorial, dependendo de 
aprovação pelo Estado-Maior do Exército.
Parágrafo único - Para efeito deste artigo, as propos-
tas formuladas pelos respectivos Comandantes-Gerais de 
Polícia Militar serão examinadas pelos Exércitos ou Coman-
dos Militares de Área e encaminhadas ao Estado-Maior do 
Exército, para aprovação.
Art . 8º - Os atos de nomeação e exoneração do Co-
mandante-Geral de Polícia Militar deverão ser simultâneos, 
obedecidas as prescrições do artigo 6º, do Decreto-lei 
nº 667, de 02 de julho de 1969, na redação modificada 
pelo Decreto-lei nº 2.010, de 12 de janeiro de 1983. Pro-
ceder-se à da mesma for quanto ao Comandante-Geral de 
Corpo de Bombeiro Militar.
§ 1º - O policial do serviço ativo do Exército, nomeado 
para comandar Polícia Militar ou Corpo de Bombeiro Mili-
tar, passará à disposição do respectivo Governo do Estado, 
Território ou Distrito Federal, pelo prazo de 2 (dois) anos.
§ 2º - O prazo a que se refere o parágrafo anterior po-
derá ser prorrogado por mais 2 (dois) anos, por proposta 
dos Governadores respectivos.
§ 3º - Aplicam-se as prescrições dos § 1º e 2º, deste 
artigo, ao Oficial do serviço ativo do Exército que passar 
à disposição, para servir no Estado-Maior ou como instru-
tor das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, 
obedecidas para a designação as prescrições do art. 6º do 
Decreto-lei nº 667, de 02 de julho de 1969, na redação 
dada pelo Decreto-lei nº 2.010, de 12 de janeiro de 1983, 
ressalvado quanto ao posto.
§ 4º - Salvo casos especiais, a critério do Ministro do 
Exército, o Comandante exonerado deverá aguardar no 
Comando o seu substituto efetivo.
Art . 9º - O Comandante de Polícia Militar, quando 
Oficial do Exército, não poderá desempenhar, ainda que 
acumulativamente com as funções de Comandantes, outra 
função, no âmbito estadual, por prazo superior a 30 (trinta) 
dias em cada período consecutivo de 10 (dez) meses.
Parágrafo único - A colaboração prestada pelo Coman-
dante de Polícia Militar a órgãos de caráter técnico, desde 
que não se configure caso de acumulação previsto na le-
gislação vigente e nem prejudique o exercício normal de 
suas funções, não constitui impedimento constante do pa-
rágrafo 7º do Art 6º do Decreto-lei nº 667, de 02 de julho 
de 1969.
Art . 10 - Os Comandantes-Gerais das Polícias Militares 
são os responsáveis, em nível de Administração Direta, pe-
rante os Governadores das respectivas Unidades Federati-
vas, pela administração e emprego da Corporação.
§ 1º - Com relação ao emprego, a responsabilidade 
funcional dos Comandantes-Gerais verificar-se-á quanto à 
operacionalide, ao adestramento e aprestamento das res-
pectivas Corporações Policiais-Militares.
§ 2º - A vinculação das Polícias Militares ao órgão res-
ponsável pela Segurança Pública nas Unidades Federativas 
confere, perante a Chefia desse órgão, responsabilidade 
aos Comandantes-Gerais das Polícias Militares quanto à 
orientação e ao planejamento operacionais da manuten-
ção da ordem pública, emanados daquela Chefia.
§ 3º - Nas missões de manutenção da ordem pública, 
decorrentes da orientação e do planejamento do Órgão 
responsável pela Segurança Pública nas Unidades Federa-
tivas, são autoridades competentes, para efeito do plane-
jamento e execução do emprego das Polícias Militares, os 
respectivos Comandantes-Gerais e, por delegação destes, 
os Comandantes de Unidades e suas frações, quando for 
o caso.
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
CAPíTULO IV
Do Pessoal das Polícias Militares
Art . 11 - Consideradas as exigências de formação pro-
fissional, o cargo de Comandante-Geral da Corporação, de 
Chefe do Estado-Maior Geral e de Diretor, Comandante ou 
Chefe de Organização Policial-Militar (OPM) de nível Di-
retoria, Batalhão PM ou equivalente, serão exercidos por 
Oficiais PM, de preferência com o Curso Superior de Polícia, 
realizado na própria Polícia Militar ou na de outro Estado.
Parágrafo único - Os Oficiais policiais-militares já di-
plomados pelos Cursos Superiores de Polícia do Departa-
mento de Policia Federal e de Aperfeiçoamento de Oficiais 
do Exército terão, para todos os efeitos, o amparo legal 
assegurado aos que tenham concluído o curso correspon-
dente nas Polícias Militares.
Art . 12 - A exigência dos Cursos de Aperfeiçoamen-
to de Oficiais e Superior de Polícia para Oficiais Médicos, 
Dentistas, Farmacêuticos e Veterinários, ficará a critério da 
respectiva Unidade Federativa e será regulada mediante le-
gislação peculiar, ouvido o Estado-Maior do Exército.
Art . 13 - Poderão ingressar nos Quadros de Oficiais 
Policiais-Militares, caso seja conveniente à Polícia Militar, 
Tenentes da Reserva não Remunerada das Forças Armadas, 
mediante requerimento ao Ministro de Estado correspon-
dente, encaminhado por intermédio da Região Militar, Dis-
trito Naval ou Comando Aéreo Regional.
Art . 14 - O acesso na escala hierárquica, tanto de ofi-
ciais como de praças, será gradual e sucessivo, por promo-
ção, de acordo com a legislação peculiar de cada Unidade 
da Federação, exigidos dentre outros, os seguintes requi-
sitos básicos:
1) para todos os postos e graduações, exceto 3º Sgt e 
Cabo PM:
- Tempo de serviçoarregimentado, tempo mínimo de 
permanência no posto ou graduação, condições de me-
recimento e antiguidade, conforme dispuser a legislação 
peculiar;
2) para promoção a Cabo: Curso de Formação de Cabo 
PM;
3) para promoção a 3º Sargento PM: Curso de Forma-
ção de Sargento PM;
4) para promoção a 1º Sargento PM: Curso de Aperfei-
çoamento de Sargento PM;
5) para promoção ao posto de Major PM: Curso de 
Aperfeiçoamento de Oficiais PM;
6) para promoção ao posto de Coronel PM: Curso Su-
perior de Polícia, desde que haja o Curso na Corporação.
Art . 15 - Para ingresso nos quadros de Oficiais de Ad-
ministração ou de Oficiais Especialistas, concorrerão os 
Subtenentes e 1º Sargentos, atendidos os seguintes requi-
sitos básicos:
1) possuir o Ensino de 2º Grau completo ou equiva-
lente;
2) possuir o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos.
Parágrafo único - É vedada aos integrantes dos qua-
dros de Oficiais de Administração e de Oficiais Especialis-
tas, a matrícula no Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais.
Art . 16 - A carreira policial-militar é caracterizada por 
atividade continuada e inteiramente devotada às finalida-
des precípuas das Polícias Militares, denominada “Ativida-
de Policial-Militar.”
Art . 17 - A promoção por ato de bravura, em tempo de 
paz, obedecerá às condições estabelecidadas na legislação 
da Unidade da Federação.
Art . 18 - O acesso para as praças especialistas músicos 
será regulado em legislação própria.
Art . 19 - Os policiais-militares na reserva poderão ser 
designados para o serviço ativo, em caráter transitório e 
mediante aceitação voluntária, por ato do Governador da 
Unidade da Federação, quando:
1) se fizer necessário o aproveitamento de conheci-
mentos técnicos e especializados do policial-militar;
2) não houver, no momento, no serviço ativo, policial-
-militar habilitado a exercer a função vaga existente na Or-
ganização Policial-Militar.
Parágrafo único - O policial-militar designado terá os 
direitos e deveres dos da ativa de igual situação hierár-
quica, exceto quanto à promoção, a que não concorrerá, e 
contará esse tempo de efetivo serviço.
CAPÍTULO V
Do Exercício de Cargo ou Função
Art 20 - São considerados no exercício de função po-
licial-militar os policiais-militares da ativa ocupantes dos 
seguintes cargos:
1) os especificados nos Quadros de Organização da 
Corporação a que pertencem;
2) os de instrutor ou aluno de estabelecimento de en-
sino das Forças Armadas ou de outra Corporação Policial-
-Militar, no país e no exterior; e
3) os de instrutor ou aluno da Escola Nacional de In-
formações e da Academia Nacional de Polícia da Polícia 
Federal.
Parágrafo único - São considerados também no exer-
cício de função policial-militar os policiais-militares coloca-
dos à disposição de outra Corporação Policial-Militar.
Art. 21. São considerados no exercício de função de 
natureza policial-militar ou de interesse policial-militar ou 
de bombeiro-militar, os militares dos Estados, do Distrito 
Federal ou dos Territórios, da ativa, colocados à disposição 
do Governo Federal para exercerem cargo ou função nos 
seguintes órgãos: (Redação dada pelo Decreto nº 5.896, 
de 2006)
II - Ministério ou órgão equivalente; (Redação 
dada pelo Decreto nº 8.806, de 2016)
III - Secretaria Nacional de Segurança Pública, Secre-
taria Nacional de Justiça, Secretaria Nacional de Políticas 
sobre Drogas, Secretaria Extraordinária de Segurança para 
Grandes Eventos e Conselho Nacional de Segurança Pú-
blica, do Ministério da Justiça; (Redação dada pelo 
Decreto nº 8.377, de 2014)
IV - Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do 
Ministério da Integração Nacional; (Redação dada pelo 
Decreto nº 8.377, de 2014)
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
V - Supremo Tribunal Federal, Tribunais Superiores e 
Conselho Nacional de Justiça; (Redação dada pelo 
Decreto nº 8.377, de 2014)
VI - Ministério Público da União e Conselho Nacional 
do Ministério Público; (Redação dada pelo Decreto nº 
8.377, de 2014)
§ 1º São ainda considerados no exercício de função de 
natureza policial-militar ou bombeiro-militar ou de interes-
se policial-militar ou bombeiro-militar, os policiais-milita-
res e bombeiros-militares da ativa nomeados ou designa-
dos para: (Redação dada pelo Decreto nº 4.531, de 2002)
1) o Gabinete Militar, a Casa Militar ou o Gabinete de 
Segurança Institucional, ou órgão equivalente, dos Gover-
nos dos Estados e do Distrito Federal; (Redação dada 
pelo Decreto nº 4.531, de 2002)
2) o Gabinete do Vice-Governador; (Redação dada 
pelo Decreto nº 4.531, de 2002)
3) a Secretaria de Segurança Pública dos Estados e do 
Distrito Federal, ou órgão equivalente; (Redação dada 
pelo Decreto nº 4.531, de 2002)
4) órgãos da Justiça Militar Estadual e do Distrito Fede-
ral; e (Incluído pelo Decreto nº 4.531, de 2002)
5) a Secretaria de Defesa Civil dos Estados e do Distrito 
Federal, ou órgão equivalente. (Incluído pelo Decreto nº 
4.531, de 2002)
6) órgãos policiais de segurança parlamentar da Câma-
ra Legislativa do Distrito Federal. (Incluído pelo Decreto 
nº 5.416, de 2005)
7) Administrador Regional e Secretário de Estado do 
Governo do Distrito Federal, ou equivalente, e cargos de 
Natureza Especial níveis DF-14 ou CNE-7 e superiores nas 
Secretarias e Administrações Regionais de interesse da se-
gurança pública, definidos em ato do Governador do Dis-
trito Federal; e (Incluído pelo Decreto nº 6.745, de 2009)
8) Diretor de unidade da Secretaria de Saúde do Distri-
to Federal, em áreas de risco ou de interesse da segurança 
pública definidas em ato do Governador do Distrito Fede-
ral. (Incluído pelo Decreto nº 6.745, de 2009)
9) a Secretaria de Estado de Ordem Pública e Social 
do Distrito Federal. (Incluído pelo Decreto nº 7.292, de 
2010)
§ 2o Os policiais-militares e bombeiros-militares da ati-
va só poderão ser nomeados ou designados para exerce-
rem cargo ou função nos órgãos constantes dos itens 1 a 6 
do § 1o na conformidade de vagas e cargos nos respectivos 
órgãos cessionários. (Redação dada pelo Decreto nº 
6.745, de 2009)
Art . 22 - Os policiais-militares da ativa, enquanto no-
meados ou designados para exercerem cargo ou função 
em qualquer dos órgãos relacionados nos Art 20 e 21, não 
poderão passar à disposição de outro órgão.
Art. 23. Os Policiais Militares nomeados juízes dos di-
ferentes Órgãos da Justiça Militar Estadual serão regidos 
por legislação especial. (Redação dada pelo Decreto nº 
95.073, de 21.10.1987)
Art . 24 - Os policiais-militares, no exercício de função 
ou cargo não catalogados nos Art 20 e 21 deste Regula-
mento, são considerados no exercício de função de natu-
reza civil.
Parágrafo único - Enquanto permanecer no exercício 
de função ou cargo público civil temporário, não eletivo, 
inclusive da administração indireta, o policial-militar fica-
rá agregado ao respectivo quadro e somente poderá ser 
promovido por antiguidade, constando-se-lhe o tempo de 
serviço apenas para aquela promoção e transferência para 
a inatividade e esta se dará, ex-officio , depois de dois anos 
de afastamento, contínuos ou não, na forma da lei.
Art . 25 - As Polícias Militares manterão atualizada uma 
relação nominal de todos os policiais-militares, agregados 
ou não, no exercício de cargo ou função em órgão não 
pertencente à estrutura da Corporação.
Parágrafo único - A relação nominal será semestral-
mente publicada em Boletim Interno da Corporação e 
deverá especificar a data de apresentação do serviço e a 
natureza da função ou cargo exercido, nos termos deste 
Regulamento.
CAPÍTULO VI
Do Ensino, Instrução e Material
Art . 26 - O ensino nas Polícias Militares orientar-se-
-á no sentido da destinação funcional de seus integrantes, 
por meio da formação, especialização e aperfeiçoamento 
técnico-profissional, com vistas, prioritariamente, à Segu-
rança Pública.
Art . 27 - O ensino e a instrução serão orientados,coor-
denados e controlados pelo Ministério do Exército, por in-
termédio do Estado-Maior do Exército, mediante a elabo-
ração de diretrizes e outros documentos normativos.
Art . 28 - A fiscalização e o controle do ensino e da ins-
trução pelo Ministério do Exército serão exercidos:
1) pelo Estado-Maior do Exército, mediante a verifica-
ção de diretrizes, planos gerais, programas e outros do-
cumentos periódicos, elaborados pelas Polícias Militares; 
mediante o estudo de relatórios de visitas e inspeções dos 
Exércitos e Comandos Militares de Área, bem como por 
meio de visitas e inspeções do próprio Estado-Maior do 
Exército, realizadas por intermédio da Inspetoria-Geral das 
Policias Militares;
2) pelos Exércitos e Comandos Militares de Área, nas 
áreas de sua jurisdição, mediante visitas e inspeções, de 
acordo com diretrizes e normas baixadas pelo Estado-
-Maior do Exército;
3) pelas Regiões Militares e outros Grandes Coman-
dos, nas respectivas áreas de jurisdição, por delegação dos 
Exércitos ou Comandos Militares de Área, mediante visitas 
e inspeções, de acordo com diretrizes e normas baixadas 
pelo Estado-Maior do Exército.
Art . 29 - As características e as dotações de material 
bélico de Polícia Militar serão fixadas pelo Ministério do 
Exército, mediante proposta do Estado-Maior do Exército.
Art . 30 - A aquisição de aeronaves, cuja existência e uso 
possam ser facultados às Polícias Militares, para melhor de-
sempenho de suas atribuições específicas, bem como suas 
características, será sujeita à aprovação pelo Ministério da 
Aeronáutica, mediante proposta do Ministério do Exército.
Art . 31 - A fiscalização e o controle do material das 
Polícias Militares serão procedidos:
11
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
1) pelo Estado-Maior do Exército, mediante a verifica-
ção de mapas e documentos periódicos elaborados pelas 
Polícias Militares; por visitas e inspeções, realizadas por 
intermédio da Inspetoria-Geral das Polícias Militares, bem 
como mediante o estudo dos relatórios de visitas e inspe-
ções dos Exércitos e Comandos Militares de Área;
2) pelos Exércitos e Comandos Militares de Área, nas 
respectivas áreas de jurisdição, através de visitas e inspe-
ções, de acordo com diretrizes e normas baixadas pelo Es-
tado-Maior do Exército;
3) pelas Regiões Militares e outros Grandes Coman-
dos, nas respectivas áreas de jurisdição, por delegação dos 
Exércitos e Comandos Militares de Área, mediante visitas e 
inspeções, de acordo com diretrizes normas baixadas pelo 
Estado-Maior do Exército.
Art . 32 - A fiscalização e o controle do material das 
Polícias Militares far-se-ão sob os aspectos de:
1) características e especificações;
2) dotações;
3) aquisições;
4) cargas e descargas, recolhimentos e alienações;
5) existência e utilização;
6) manutenção e estado de conservação.
§ 1º - A fiscalização e controle a serem exercidos pelos 
Exércitos, Comandos Militares de Área, Regiões Militares e 
demais Grandes Comandos, restringir-se-ão aos aspectos 
dos números 4), 5) e 6).
§ 2º - As aquisições do armamento e munição atende-
rão às prescrições da legislação federal pertinente.
CAPÍTULO VII
Do Emprego Operacional
Art . 33 - A atividade operacional policial-militar obe-
decerá a planejamento que vise, principalmente, à manu-
tenção da ordem pública nas respectivas Unidades Fede-
rativas.
Parágrafo único - As Polícias Militares, com vistas à in-
tegração dos serviços policiais das Unidades Federativas, 
nas ações de manutenção da ordem pública, atenderão às 
diretrizes de planejamento e controle operacional do titular 
do respectivo órgão responsável pela Segurança Pública.
Art . 34 - As Polícias Militares, por meio de seus Esta-
dos-Maiores, prestarão assessoramento superior à chefia 
do órgão responsável pela Segurança Pública nas Unidades 
Federativas, com vistas ao planejamento e ao controle ope-
racional das ações de manutenção da ordem pública.
§ 1º - A envergadura e as características das ações de 
manutenção da ordem pública indicarão o nível de comando 
policial-militar, estabelecendo-se assim, a responsabilidade 
funcional perante a Comandante-Geral da Polícia Militar.
§ 2º - Para maior eficiência das ações, deverá ser es-
tabelecido um comando policial-militar em cada área de 
operações onde forem empregadas frações de tropa de 
Polícia Militar.
Art . 35 - Nos casos de perturbação da ordem, o pla-
nejamento das ações de manutenção da ordem pública 
deverá ser considerado como de interesse da Segurança 
Interna.
Parágrafo único - Nesta hipótese, o Comandante-Ge-
ral da Polícia Militar ligar-se-á ao Comandante de Área da 
Força Terrestre, para ajustar as medidas de Defesa Interna.
Art . 36 - Nos casos de grave perturbação da ordem ou 
ameaça de sua irrupção, as Polícias Militares cumprirão as 
missões determinadas pelo Comandante Militar de Área da 
Força Terrestre, de acordo com a legislação em vigor.
CAPÍTULO VIII
Da Competência do Estado-Maior do Exército, 
através da Inspetoria-Geral das Polícias Militares
Art . 37 - Compete ao Estado-Maior do Exército, por 
intermédio da Inspetoria-Geral das Polícias Militares:
1) o estabelecimento de princípios, diretrizes e normas 
para a efetiva realização do controle e da coordenação das 
Polícias Militares por parte dos Exércitos, Comandos Milita-
res de Área, Regiões Militares e demais Grandes Comandos;
2) a centralização dos assuntos da alçada do Ministério 
do Exército, com vistas ao estabelecimento da política con-
veniente e à adoção das providências adequadas;
3) a orientação, fiscalização e controle do ensino e da 
instrução das Polícias Militares;
4) o controle da organização, dos efetivos e de todo 
material citado no parágrafo único do artigo 3º deste Re-
gulamento;
5) a colaboração nos estudos visando aos direitos, de-
veres, remuneração, justiça e garantias das Polícias Milita-
res e ao estabelecimento das condições gerais de convoca-
ção e de mobilização;
6) a apreciação dos quadros de mobilização para as 
Polícias Militares;
7) orientar as Polícias Militares, cooperando no esta-
belecimento e na atualização da legislação básica relativa 
a essas Corporações, bem como coordenar e controlar o 
cumprimento dos dispositivos da legislação federal e esta-
dual pertinentes.
Art . 38 - Qualquer mudança de organização, aumento 
ou diminuição de efetivos das Polícias Militares dependerá 
de aprovação do Estado-Maior do Exército, que julgará da 
sua conveniência face às implicações dessa mudança no 
quadro da Defesa Interna e da Defesa Territorial.
§ 1º - As propostas de mudança de efetivos das Polícias 
Militares serão apreciadas consoante os seguintes fatores, 
concernentes à respectiva Unidade da Federação:
1) condições geo-sócio-econômicas;
2) evolução demográfica;
3) extensão territorial;
4) índices de criminalidade;
5) capacidade máxima anual de recrutamento e de for-
mação de policiais-militares, em particular os Soldados PM;
6) outros, a serem estabelecidos pelo Estado-Maior do 
Exército.
§ 2º - Por aumento ou diminuição de efetivo das Polí-
cias Militares compreende-se não só a mudança no efetivo 
global da Corporação mas, também, qualquer modificação 
dos efetivos fixados para cada posto ou graduação, dentro 
dos respectivos Quadros ou Qualificações.
12
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Art . 39 - O controle da organização e dos efetivos das 
Polícias Militares será feito mediante o exame da legislação 
peculiar em vigor nas Polícias Militares e pela verificação, dos 
seus efetivos, previstos e existentes, inclusive em situações 
especiais, de forma a mantê-los em perfeita adequabilida-
de ao cumprimento das missões de Defesa Interna e Defesa 
Territorial, sem prejuízos para a atividade policial prioritária.
Parágrafo único - O registro dos dados concernentes à 
organização e aos efetivos das Polícias Militares será feito 
com a remessa periódica de documentos pertinentes à Ins-
petoria-Geral das Polícias Militares.
CAPÍTULO IX
Das Prescrições Diversas
Art . 40 - Paraefeito das ações de Defesa Interna e de 
Defesa Territorial, nas situações previstas nos Art 4º e 5º 
deste Regulamento, as unidades da Polícia Militar subordi-
nar-se-ão ao Grande Comando Militar que tenha jurisdição 
sobre a área em que estejam localizadas, independente-
mente do Comando da Corporação a que pertençam ter 
sede em território jurisdicionado por outro Grande Coman-
do Militar.
Art . 41 - As Polícias Militares integrarão o Sistema de 
Informações do Exército, conforme dispuserem os Coman-
dantes de Exército ou Comandos Militares de Área, nas res-
pectivas áreas de jurisdição.
Art . 42 - A Inspetoria-Geral das Polícias Militares tem 
competência para se dirigir diretamente às Polícias Milita-
res, bem como aos órgãos responsáveis pela Segurança 
Pública e demais congêneres, quando se tratar de assunto 
técnico-profissional pertinente às Polícias Militares ou re-
lacionado com a execução da legislação federal específica 
àquelas Corporações.
Art . 43 - Os direitos, remuneração, prerrogativas e de-
veres do pessoal das Polícias Militares, em serviço ativo ou 
na inatividade, constarão de legislação peculiar em cada 
Unidade da Federação, estabelecida exclusivamente para 
as mesmas. Não será permitido o estabelecimento de con-
dições superiores às que, por lei ou regulamento, forem 
atribuídas ao pessoal das Forças Armadas, considerada a 
correspondência relativa dos postos e graduações.
Parágrafo único - No tocante a Cabos e Soldados, será 
permitido exceção no que se refere à remuneração bem 
como à idade-limite para permanência no serviço ativo.
Art . 44 - Os Corpos de Bombeiros, à semelhança das 
Polícias Militares, para que passam ter a condição de “mi-
litar” e assim serem considerados forças auxiliares, reserva 
do Exército, têm que satisfazer às seguintes condições:
1) serem controlados e coordenados pelo Ministério 
do Exército na forma do Decreto-lei nº 667, de 02 de julho 
de 1969, modificado pelo Decreto-lei nº 2.010, de 12 de 
janeiro de 1983, e deste Regulamento;
2) serem componentes das Forças Policiais-Militares, 
ou independentes destas, desde que lhes sejam propor-
cionadas pelas Unidades da Federação condições de vida 
autônoma reconhecidas pelo Estado-Maior do Exército;
3) serem estruturados à base da hierarquia e da disci-
plina militar;
4) possuírem uniformes e subordinarem-se aos pre-
ceitos gerais do Regulamento Interno e dos Serviços Ge-
rais e do Regulamento Disciplinar, ambos do Exército, e 
da legislação específica sobre precedência entre militares 
das Forças Armadas e os integrantes das Forças Auxiliares;
5 ) ficarem sujeitos ao Código Penal Militar;
6) exercerem suas atividades profissionais em regime 
de trabalho de tempo integral.
§ 1º - Caberá ao Ministério do Exército, obedecidas as 
normas deste Regulamento, propor ao Presidente da Re-
pública a concessão da condição de «militar» aos Corpos 
de Bombeiros.
§ 2º - Dentro do Território da respectiva Unidade da 
Federação, caberá aos Corpos de Bombeiros Militares a 
orientação técnica e o interesse pela eficiência operacional 
de seus congêneres municipais ou particulares. Estes são 
organizações civis, não podendo os seus integrantes usar 
designações hierárquicas, uniformes, emblemas, insígnias 
ou distintivos que ofereçam semelhança com os usados 
pelos Bombeiros Militares e que possam com eles ser con-
fundidos.
Art . 45 - A competência das Polícias Militares estabe-
lecida no artigo 3º, alíneas a, b e c do Decreto-lei nº 667, 
de 02 de julho de 1969, na redação modificada pelo De-
creto-lei nº 2.010, de 12 de janeiro de 1983, e na forma 
deste Regulamento, é intransferível, não podendo ser de-
legada ou objeto de acordo ou convênio.
§ 1º - No interesse da Segurança Interna e a manu-
tenção da ordem pública, as Polícias Militares zelarão e 
providenciarão no sentido de que guardas ou vigilantes 
municipais, guardas ou serviços de segurança particulares 
e outras organizações similares, exceto aqueles definidos 
na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, e em sua regu-
lamentação, executem seus serviços atendidas as prescri-
ções deste artigo.
§ 2º - Se assim convier à Administração das Unidades 
Federativas e dos respectivos Municípios, as Polícias Mili-
tares poderão colaborar no preparo dos integrantes das 
organizações de que trata o parágrafo anterior e coorde-
nar as atividades do policiamento ostensivo com as ativi-
dades daquelas organizações.
Art . 46 - Os integrantes das Polícias Militares, Corpo-
rações instituídas para a manutenção da ordem pública 
e da segurança interna nas respectivas Unidades da Fe-
deração, constituem uma categoria de servidores públicos 
dos Estados, Territórios e Distrito Federal, denominado de 
“policiais-militares”.
Art . 47 - Sempre que não colidir com as normas em 
vigor nas unidades da Federação, é aplicável às Polícias 
Militares o estatuído pelo Regulamento de Administração 
do Exército, bem como toda a sistemática de controle de 
material adotada pelo Exército.
Art . 48 - O Ministro do Exército, obedecidas as pres-
crições deste Regulamento, poderá baixar instruções com-
plementares que venham a se fazer necessárias à sua exe-
cução.
13
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
LEI COMPLEMENTAR 1.036/08. INSTITUI O 
SISTEMA DE ENSINO DA POLÍCIA MILITAR 
DO ESTADO DE SÃO PAULO, E DÁ PROVIDÊN-
CIAS CORRELATAS E, QUE A REGULAMENTA;
LEI COMPLEMENTAR Nº 1.036, DE 11 DE JANEIRO 
DE 2008
Institui o Sistema de Ensino da Polícia Militar do Estado 
de São Paulo
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu 
promulgo a seguinte lei complementar:
Artigo 1º - Fica instituído o Sistema de Ensino da Polí-
cia Militar do Estado de São Paulo, dotado de características 
próprias, nos termos do artigo 83 da Lei federal nº 9.394, 
de 20 de dezembro de 1996 - Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional - LDB, para o fim de qualificar recursos 
humanos para o exercício das funções atribuídas aos inte-
grantes dos Quadros da Polícia Militar, em conformidade 
com a filosofia de polícia comunitária, especialmente as 
funções voltadas à polícia ostensiva e de preservação da 
ordem pública, às atividades de bombeiro e à execução das 
atividades de defesa civil.
Parágrafo único - O Sistema de Ensino da Polícia Mi-
litar promoverá a transmissão de conhecimentos científi-
cos e tecnológicos, humanísticos e gerais, indispensáveis à 
educação e à capacitação, visando à formação, ao aperfei-
çoamento, à habilitação, à especialização e ao treinamento 
do policial militar, com o objetivo de torná-lo apto a atuar 
como operador do sistema de segurança pública.
Artigo 2º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar com-
preende:
I - a educação superior, nas suas diversas modalidades;
II - a educação profissional, de acordo com as áreas 
de concentração dos estudos e das funções atribuídas aos 
policiais militares, inclusive as de bombeiro, observada a 
legislação aplicável a cada Quadro.
Capítulo II
Dos Princípios e Objetivos
Artigo 3º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar fun-
damenta-se nos seguintes princípios:
I - integração à educação nacional;
II - seleção por mérito;
III - profissionalização continuada e progressiva;
IV - avaliação integral, contínua e cumulativa;
V - pluralismo pedagógico;
VI - edificação constante dos padrões morais, deonto-
lógicos, culturais e de eficiência.
Artigo 4º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar va-
lorizará:
I - a proteção da vida, da integridade física, da liberda-
de e da dignidade humana;
II - a integração permanente com a comunidade;
III - as estruturas e convicções democráticas, especial-
mente a crença na justiça, na ordem e no cumprimento da 
lei;
IV - os princípios fundamentais da Instituição Policial 
Militar;
V - a assimilação e prática dos direitos, dos valores mo-
rais e deveres éticos;
VI - a democratização do ensino;
VII - a estimulação do pensamento reflexivo, articulado 
e crítico;
VIII - o fomento à pesquisa científica, tecnológica e 
humanística.Capítulo III
Das Modalidades de Ensino
Artigo 5º - Para atender à sua finalidade, o Sistema de 
Ensino da Polícia Militar manterá as seguintes modalidades 
de cursos e programas de educação superior com equi-
valência àqueles definidos no artigo 44 da Lei federal nº 
9.394, de 20 de dezembro de 1996 - LDB:
I - curso sequencial de formação específica, destinado 
a qualificar tecnicamente a Praça da Polícia Militar de gra-
duação inicial, para análise e execução, de forma produtiva, 
das funções próprias de polícia ostensiva e de preservação 
da ordem pública, em conformidade com a filosofia que 
norteia a polícia comunitária, além de outras atribuições 
definidas em lei, bem como as funções de bombeiro e a 
execução das atividades de defesa civil;
II - curso sequencial de complementação de estudos, 
destinado a qualificar profissionalmente o policial militar, 
promovendo a sua habilitação técnica, humana e concei-
tual para o exercício consciente, responsável e criativo das 
funções de liderança, gestão e assessoramento, nos limites 
de suas atribuições hierárquicas, dotando-o de capacidade 
de análise de questões atuais que envolvam o comando na 
execução das atividades de polícia ostensiva, de preserva-
ção da ordem pública, em conformidade com a filosofia de 
polícia comunitária, além de outras definidas em lei, bem 
como a execução das atividades de bombeiro e de defesa 
civil;
III - curso de graduação, destinado a formar, com soli-
dez teórica e prática, o profissional ocupante do Posto Ini-
cial de Oficial tornando-o apto ao comando de pessoas, e 
à análise e administração de processos, por intermédio da 
utilização ampla de conhecimentos na busca de soluções 
para os variados problemas pertinentes às atividades jurí-
dicas de preservação da ordem pública e de polícia osten-
siva, em conformidade com a filosofia de polícia comunitá-
ria, além de outras definidas em lei;
IV - cursos de pós-graduação, compreendendo:
a) curso de especialização no sentido lato, destinado a 
ampliar os conhecimentos técnico-profissionais que exijam 
práticas específicas, habilitando ou aperfeiçoando a forma-
ção do policial militar para o exercício de suas funções nas 
respectivas áreas de atuação;
14
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Capítulo IV
Dos Cursos, Estágios e Matrículas
Artigo 9º - Atendida a estrutura estabelecida nesta lei 
complementar, os cursos e os estágios serão instituídos e 
mantidos segundo os interesses e as necessidades da Po-
lícia Militar.
Artigo 10 - Os diplomas e os certificados dos cursos e 
dos estágios serão expedidos pelo próprio estabelecimen-
to de ensino que os ministrar.
Artigo 11 - O registro dos diplomas e dos certifica-
dos de conclusão dos cursos e dos estágios será feito pelo 
Órgão de Direção Setorial do Sistema de Ensino da Polícia 
Militar.
Artigo 12 - O ingresso no ensino sequencial de forma-
ção específica para as Praças de graduação inicial e para 
o primeiro Posto da carreira de Oficial dar-se-á por con-
curso público, conforme edital próprio e de acordo com a 
disponibilidade de vagas, observados os demais requisitos 
previstos na legislação pertinente.
Parágrafo único - O ingresso no ensino sequencial 
de complementação de estudos e nos cursos de pós-gra-
duação ocorrerá mediante aprovação em processo seletivo 
interno ou convocação, de acordo com a legislação espe-
cífica, e atenderá às necessidades de renovação, ampliação 
ou aperfeiçoamento dos Quadros ou qualificações.
Artigo 13 - Os cursos e as atividades de educação pre-
vistos no artigo 7º desta lei complementar, desenvolvidos 
pelo Sistema de Ensino da Polícia Militar, dependendo de 
sua natureza e da conveniência da Instituição, poderão ser 
frequentados por policiais militares nacionais e estrangei-
ros, por militares das Forças Armadas, brasileiras ou de 
outras nações, desde que atendidos os requisitos desta lei 
complementar e seu regulamento e, para os estrangeiros, a 
legislação pertinente.
Parágrafo único - Os cursos de que trata o «caput» 
deste artigo poderão ser frequentados por civis, desde que 
atendidos os objetivos institucionais da Polícia Militar, se-
gundo parecer do Órgão de Direção Setorial de Ensino.
Capítulo V
Das Competências e Atribuições
Artigo 14 - Ao Comando Geral da Polícia Militar com-
pete:
I - definir e conduzir a política de ensino;
II - elaborar estratégias de ensino e pesquisa;
III - especificar e implementar a estrutura do Sistema 
de Ensino da Polícia Militar;
IV - normatizar a educação superior e a profissional;
V - normatizar a matrícula nos cursos ou estágios dos 
respectivos estabelecimentos de ensino;
VI - definir as diretrizes para os padrões de qualidade 
do ensino.
Artigo 15 - Ao Órgão de Direção Setorial do Sistema 
de Ensino da Polícia Militar compete planejar, organizar, 
coordenar e controlar as atividades de ensino e expedir os 
atos administrativos.
b) programa de mestrado profissional no sentido es-
trito, direcionado para a continuidade da formação cien-
tífica, acadêmica e profissional, e destinado a graduar o 
Oficial Intermediário, capacitando-o à pesquisa científica, 
à análise, ao planejamento e ao desenvolvimento, em alto 
nível, da atividade profissional de polícia ostensiva e de 
preservação da ordem pública, de bombeiro e de execu-
ção das atividades de defesa civil;
c) programa de doutorado no sentido estrito, direcio-
nado para a continuidade da formação científica, acadêmi-
ca e profissional, e destinado a graduar o Oficial Superior 
para as funções de administração estratégica, direção e 
comando nas áreas específicas de polícia ostensiva, pre-
servação da ordem pública, de bombeiro e de execução 
das atividades de defesa civil, bem como o assessoramen-
to governamental em segurança pública.
§ 1º - As modalidades de ensino previstas nos incisos 
I e III deste artigo serão ministradas por meio de cursos 
específicos desenvolvidos em estabelecimentos de ensino 
da Polícia Militar.
§ 2º - A conclusão, com aproveitamento, de curso se-
quencial de formação específica, previsto no inciso I deste 
artigo, atribuirá às Praças de graduação inicial a especiali-
dade superior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preserva-
ção da Ordem Pública.
§ 3º - A conclusão, com aproveitamento, de curso 
sequencial de complementação de estudos, previsto no 
inciso II deste artigo, atribuirá ao Policial Militar a espe-
cialidade superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e de 
Preservação da Ordem Pública.
§ 4º - A aprovação em curso de graduação previsto no 
inciso III deste artigo conferirá ao ocupante do Posto Ini-
cial de Oficial o grau universitário de Bacharel em Ciências 
Policiais de Segurança e Ordem Pública, e será atribuído 
pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco.
§ 5º - O Oficial Intermediário que concluir o mestrado 
profissional previsto no inciso IV, «b», deste artigo, obterá 
o título de Mestre em Ciências Policiais de Segurança e 
Ordem Pública.
§ 6º - O Oficial Superior que concluir o curso de dou-
torado, previsto no inciso IV, «c», deste artigo, obterá o 
título de Doutor em Ciências Policiais de Segurança e Or-
dem Pública.
Artigo 6º - Os policiais militares que concluírem os 
cursos de especialização da Polícia Militar terão suas de-
signações estabelecidas em regulamento.
Artigo 7º - A Polícia Militar promoverá seminários, 
cursos, estágios, encontros técnicos e científicos, objeti-
vando o aperfeiçoamento profissional, o intercâmbio cul-
tural e a integração social e comunitária de seus profis-
sionais.
Artigo 8º - Os integrantes do Quadro de Oficiais de 
Saúde (QOS) serão adaptados às áreas de atuação do poli-
cial militar e poderão, para efeito de equivalência, visando 
à sua promoção na Polícia Militar, ter reconhecidos os res-
pectivos graus e títulos acadêmicos obtidos em estabele-
cimentos de ensino estranhos à estrutura da Polícia Militar, 
conforme previsto em regulamento.
15
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Parágrafo único - Ao dirigente do órgão a que se re-
fere o «caput»deste artigo cabe, por ato próprio ou dele-
gado, conceder ou suprir titulações e graus universitários, 
observada a legislação pertinente.
Capítulo VI
Das Disposições Finais
Artigo 16 - Os recursos financeiros para as atividades 
de ensino na Polícia Militar são orçamentários e extraor-
çamentários, sendo estes obtidos mediante contribuições, 
subvenções, doações ou indenizações.
Artigo 17 - O Poder Executivo regulamentará esta lei 
complementar no prazo de 180 (cento e oitenta) dias a 
contar de sua publicação.
Artigo 18 - Esta lei complementar entra em vigor na 
data de sua publicação, ficando revogado o Decreto-lei n° 
160, de 28 de outubro de 1969.
Palácio dos Bandeirantes, aos 11 de janeiro de 2008.
José Serra
Ronaldo Augusto Bretas Marzagão
Secretário da Segurança Pública
Aloysio Nunes Ferreira Filho
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 11 de 
janeiro de 2008.
LEI COMPLEMENTAR 1.150/11. DISPÕE SO-
BRE REGRAS DE INATIVIDADE E PROMOÇÃO 
APLICÁVEIS AOS POLICIAIS MILITARES, NAS 
CONDIÇÕES QUE ESPECIFICA;
LEI COMPLEMENTAR Nº 1.150, DE 20 DE OUTU-
BRO DE 2011
(Atualizada até a Lei Complementar nº 1.305, de 
20 de setembro de 2017)
Dispõe sobre regras de inatividade e promoção aplicá-
veis aos policiais militares, nas condições que especifica
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu 
promulgo a seguinte lei complementar:
Artigo 1º - Será transferido “ex officio” para a reserva 
remunerada da Polícia Militar, com vencimento e vanta-
gens integrais na forma da lei, o Oficial Superior com 30 
(trinta), ou mais, anos de serviço e que conte 5 (cinco) anos 
no mesmo posto, desde que se encontre em uma das se-
guintes situações: (NR)
- Artigo 1º, “caput”, com redação dada pela Lei Comple-
mentar nº 1.305, de 20/09/2017
I - estar no último posto do seu Quadro;
II - não atender aos requisitos legais exigidos para pro-
moção ao posto imediatamente superior; ou
III - atendendo aos requisitos legais exigidos para pro-
moção ao posto imediatamente superior, ter sido preterido 
nas 3 (três) últimas datas de promoção, sendo ultrapassado 
por Oficial de menor antiguidade.
§ 1º - Observados os requisitos a que se refere este 
artigo, a inatividade do Oficial será efetivada em até 30 
(trinta) dias.
§ 2º - O disposto neste artigo não se aplica ao Oficial 
que estiver frequentando o curso legalmente exigido para 
promoção ao posto imediatamente superior.
Artigo 2º - O integrante do serviço ativo da Polícia Mi-
litar fará jus à promoção ao posto ou graduação imediata-
mente superior, desde que conte, pelo menos, 30 (trinta) 
anos de serviço.
§ 1º - A promoção a que se refere este artigo far-se-
-á independentemente de vaga, interstício ou habilitação 
em cursos, ainda que inexista, no Quadro ou Qualificação 
à qual pertença o policial militar, posto ou graduação ime-
diatamente superior.
§ 2º - Para os fins do disposto neste artigo, por posto 
imediatamente superior ao posto de Subtenente PM en-
tende-se o de 2º Tenente PM.
§ 3º - A promoção a que se refere este artigo só poderá 
ser requerida por Oficial que ocupe o posto por, no míni-
mo, 1 (um) ano. (NR)
- § 3º com redação dada pela Lei Complementar nº 
1.224, de 13/12/2013.
§ 4º - O disposto neste artigo não se aplica aos promo-
vidos nos termos do artigo 29 do Ato das
Disposições Constitucionais Transitórias da Constitui-
ção do Estado.
Artigo 3º - O Coronel PM fará jus ao acréscimo de 
valor correspondente a 20% (vinte por cento) do padrão de 
vencimento, desde que conte, pelo menos, 30 (trinta) anos 
de serviço e 2 (dois) anos no posto.
§ 1º - Incidirão sobre o acréscimo de que trata o 
“caput” deste artigo as vantagens pecuniárias previstas na 
legislação aplicável aos integrantes da Polícia Militar.
§ 2º - O disposto neste artigo aplicar-se-á, também, 
ao Coronel PM que vier a ser alcançado pelo disposto no 
inciso IX do artigo 18 do Decreto-lei nº 260, de 29 de maio 
de 1970, acrescentado pelo artigo 2º da Lei nº 3.404, de 16 
de junho de 1982.
Artigo 4º - Para aplicação do disposto nos artigos 2º e 
3º desta lei complementar, o Policial Militar deverá reque-
rer, concomitantemente, sua passagem para a inatividade, 
exceto nas hipóteses do § 2º do artigo 3º e do parágrafo 
único deste artigo, cujo benefício será concedido de ofício.
Parágrafo único - Aplica-se o disposto no “caput” 
deste artigo ao Coronel PM ou ao Subtenente PM nos ca-
sos de sindicância que conclua pela promoção por bravura, 
“post mortem” ou por incapacidade, lesão ou enfermidade 
adquirida em consequência do exercício de função policial.
Artigo 5º - As despesas decorrentes desta lei comple-
mentar correrão à conta de dotações próprias consignadas 
no orçamento da Secretaria da Segurança Pública, suple-
mentadas, se necessário, com recursos nos termos do § 1º 
do artigo 43 da Lei federal nº 4.320, de 17 de março de 1964.
16
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 6º - Esta lei complementar entra em vigor na 
data de sua publicação, ficando revogados:
I - a Lei Complementar nº 418, de 24 de outubro de 
1985;
II - os artigos 2º e 3º da Lei Complementar nº 673, de 
30 de dezembro de 1991.
LEI COMPLEMENTAR 1.224/13. DISPÕE SO-
BRE O EFETIVO DA POLÍCIA MILITAR;
Dispõe sobre o efetivo da Polícia Militar, e dá providên-
cias correlatas
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu 
promulgo a seguinte lei complementar:
Artigo 1º - O efetivo da Polícia Militar fica fixado na 
conformidade dos Anexos I a VI que integram esta lei com-
plementar.
Artigo 2º - Para o ingresso, o acesso e a promoção aos 
Quadros das carreiras policiais militares, adiante especifica-
dos, segundo seus postos ou graduações, observar-se-ão 
os seguintes critérios:
I - o Soldado PM de 2ª Classe que concluir com apro-
veitamento o Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensi-
va e Preservação da Ordem Pública (Curso de Formação de 
Soldados) e o estágio probatório será elevado à graduação 
de Soldado PM de 1ª Classe de seu Quadro;
II - o 3º Sargento PM que contar, no mínimo, com 2 
(dois) anos na graduação, observadas as regras previstas 
na Lei de Promoções, será promovido à graduação de 2º 
Sargento PM, nas respectivas datas de promoções, de 
acordo com as vagas existentes;
III - o Aluno Oficial PM será promovido, ainda em cará-
ter de estágio probatório, à graduação de Aspirante a Ofi-
cial PM de seu Quadro após cumprir, com aproveitamento, 
os requisitos do Bacharelado em Ciências Policiais de Se-
gurança e Ordem Pública (Curso de Formação de Oficiais), 
nos termos da legislação específica;
IV - o Aspirante a Oficial PM, em caráter de estágio 
probatório, após cumprir com aproveitamento na gradua-
ção o estágio administrativo-operacional, nos termos da 
legislação específica, será promovido ao posto de 2º Te-
nente PM do QOPM;
V - o 2º Tenente PM do QOPM que possuir, no mínimo, 
6 (seis) meses no posto, observadas as regras previstas na 
Lei de Promoções, será promovido ao posto de 1º Tenente 
PM, nas respectivas datas de promoções, de acordo com as 
vagas existentes;
VI - o ingresso no QOM dar-se-á mediante concurso 
público de provas e títulos no posto de 2º Tenente Músico 
PM, conforme dispuser regramento específico.
VII - o 2º Tenente PM do QAOPM que possuir, no míni-
mo, 1 (um) ano no posto, observadas as regras previstas na 
Lei de Promoções, será promovido ao posto de 1º Tenente 
PM de seu Quadro, nas respectivas datas de promoções, de 
acordo com as vagas existentes.
Artigo 3º - O cargo de Comandante-Geral da Polícia 
Militar, de provimento em comissão, será exercido por Ofi-
cial da ativa ocupante do último posto do Quadro de Ofi-
ciais Policiais Militares (QOPM).
Artigo 4º - Os integrantes dos postos e graduações 
abaixo discriminados serão empregados na seguinte con-
formidade:
I - os 1º e 2º Tenentes do QOPM, prioritariamente em 
funções da atividade-fim, de acordo com o Quadro Particu-
lar de Organização (QPO);II - os Oficiais do QOS:
a) até o posto de Capitão, obrigatoriamente em ativi-
dades operacionais de saúde;
b) Superiores, poderão ser empregados em atividades 
de gestão da área de Saúde da Polícia Militar, segundo o 
que vier a ser fixado pelo Comandante-Geral em QPO.
Artigo 5º - As Comissões de Promoções organizarão 
a lista de antiguidade dos Quadros de Oficiais e de Praças, 
segundo os critérios estabelecidos em legislação específi-
ca, observado o disposto nesta lei complementar.
Artigo 6º - Ficam extintos, na vacância, os Quadros, 
postos e graduações não previstos nos anexos desta lei 
complementar.
Artigo 7º - Passam a vigorar com a seguinte redação 
os dispositivos adiante mencionados:
I - o artigo 4º da Lei nº 3.322, de 29 de dezembro de 
1955:
“Artigo 4º - Para organização dos Quadros de Acesso 
complementares concorrerão ao ingresso os Oficiais que 
ocupem a primeira quarta parte do Almanaque dos Oficiais:
I - em 1º de fevereiro para o Quadro de Acesso Com-
plementar de 20 de abril,
II - em 1º de setembro para o Quadro de Acesso Com-
plementar de 10 de novembro.
Parágrafo único - As informações deverão estar atua-
lizadas nas mesmas datas daquelas utilizadas nos Quadros 
de Acesso Ordinários.” (NR);
II - da Lei nº 3.159, de 22 de setembro de 1955:
a) o “caput” do artigo 2º:
“Artigo 2º - As promoções de Praças serão efetuadas 
mediante curso de formação ou concurso, por merecimen-
to e antiguidade, e, eventualmente, por bravura, nas condi-
ções previstas nesta lei, por portaria do Comandante-Geral 
da Polícia Militar.” (NR);
b) o artigo 6º:
“Artigo 6º - Ressalvado o disposto no parágrafo único 
do artigo 2º desta lei, as promoções serão efetuadas nas 
seguintes bases:
I - a Cabo, metade por antiguidade e metade por con-
curso;
II - a 3º Sargento, por aprovação em Curso de Forma-
ção de Sargentos;
III - a 2º Sargento, por antiguidade;
17
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
IV - a Subtenente e 1º Sargento, metade por mereci-
mento e metade por antiguidade.
Parágrafo único - As promoções serão efetuadas em 
21 de abril, 9 de julho, 7 de setembro e 15 de dezembro, 
exceto as de 3º Sargento que serão a contar da data de 
conclusão do respectivo curso.” (NR);
c) os incisos IV e V do artigo 9º:
“Artigo 9º - ......................................................................................
............................................................
IV - ter interstício mínimo de:
a) 3º Sargento: 2 (dois) anos;
b) 2º Sargento: 4 (quatro) anos;
c) 1º Sargento: 3 (três) anos;
V - estarem no terço mais antigo os 1º Sargentos e no 
quarto mais antigo os 2º Sargentos.” (NR);
d) o artigo 15:
“Artigo 15 - O merecimento para promoção de Subte-
nente e 1º Sargento será aferido pelo conjunto de informa-
ções pessoais e funcionais dos policiais militares, de acordo 
com os critérios fixados por portaria do Comandante-Geral 
da Polícia Militar.
§ 1º - Para aferição do merecimento de que trata este 
artigo deverão ser observados, no mínimo, os seguintes 
quesitos, aos quais atribuir-se-ão pontos positivos ou ne-
gativos:
1 - avaliação de desempenho;
2 - elogios;
3 - cursos realizados na Polícia Militar;
4 - cursos realizados em outras instituições oficiais;
5 - tempo de efetivo serviço em situações diversas;
6 - tempo de exercício em função de execução, defini-
da em regulamento;
7 - resultado do Teste de Aptidão Física (TAF);
8 - média final de aprovação em cursos de formação e 
aperfeiçoamento;
9 - punições disciplinares;
10 - condenações de natureza penal com trânsito em 
julgado.
§ 2º - Do conceito emitido pelo respectivo comandan-
te, chefe ou diretor e do grau de merecimento atribuído 
pela Comissão de Promoções, serão graduados de 0 (zero) 
a 10 (dez) pontos, considerados os seguintes aspectos:
1 - caráter;
2 - capacidade de ação e de trabalho;
3 - cultura profissional e geral;
4 - conduta militar e civil;
5 - capacidade de comando e de administrador.
§ 3º - A ordem de classificação final do merecimento 
será resultante do somatório dos pontos atribuídos aos as-
pectos e quesitos discriminados nos §§ 1º e 2º deste artigo, 
nos termos do regulamento baixado pelo Comandante-
-Geral.
§ 4º - A antiguidade do militar será utilizada como cri-
tério de desempate na apuração do merecimento.” (NR);
III - o artigo 7º da Lei Complementar 892, de 31 de 
janeiro de 2001:
“Artigo 7º - Ao exame de seleção para frequência ao 
Curso de Formação de Sargentos de que trata o artigo 5º 
desta lei complementar, poderá concorrer o Cabo PM ou 
o Soldado PM de 1ª Classe que tenha no mínimo 5 (cinco) 
anos de efetivo exercício na graduação, sendo para ambos 
necessário o preenchimento dos requisitos constantes nos 
incisos do artigo 6º desta lei complementar.” (NR);
IV - o § 3º do artigo 2º da Lei Complementar 1.150, de 
20 de outubro de 2011:
“Artigo 2º - ......................................................................................
.............................................................
§ 3º - A promoção a que se refere este artigo só poderá 
ser requerida por Oficial que ocupe o posto por, no míni-
mo, 1 (um) ano.” (NR)
Artigo 8º - Os dispositivos adiante relacionados ficam 
acrescentados na seguinte conformidade:
I - o § 3º ao artigo 9º do Decreto-lei nº 13.654, de 6 de 
novembro de 1943:
“Artigo 9º - ......................................................................................
.............................................................
§ 3º - As promoções ao posto de 1º Tenente PM, do 
Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM), serão por 
antiguidade, desde que o 2º Tenente PM conte, no mínimo, 
com 6 (seis) meses no posto, dispensado o requisito previs-
to na alínea ‘a’ do artigo 19 deste decreto.” (NR);
II - o inciso X ao artigo 6º da Lei Complementar 892, de 
31 de janeiro de 2001:
“Artigo 6º - ......................................................................................
.........................................................
X - ter interstício mínimo de 3 (três) anos na graduação 
de Cabo PM.” (NR);
III - o § 4º ao artigo 9º do Decreto-lei nº 13.654, de 6 
de novembro de 1943:
“Artigo 9º - ......................................................................................
.............................................................
§ 4º - As promoções ao posto de 1º Tenente QAOPM, do 
Quadro Auxiliar de Oficiais da Polícia Militar (QAOPM), serão 
por antiguidade, desde que o 2º Tenente QAOPM conte, no 
mínimo, com 1 (um) ano no posto, dispensado o requisito 
previsto na alínea ‘a’ do artigo 19 deste decreto.”(NR)
Artigo 9º - As despesas resultantes da aplicação desta 
lei complementar correrão à conta das dotações próprias 
consignadas no orçamento vigente.
Artigo 10 - Esta lei complementar e sua disposição 
transitória entram em vigor na data de sua publicação, 
exceto o disposto no artigo 1º referente ao acréscimo de 
postos e graduações para fins de promoção, que produzirá 
efeitos a partir de 1º de janeiro de 2014, ficando revogado 
o artigo 12 da Lei nº 4.794, de 24 de outubro de 1985:
DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA
Artigo único - Exclusivamente para as vagas que são 
criadas por esta lei complementar, a promoção dar-se-á:
I - de Soldado PM de 1ª Classe à graduação de Cabo 
PM, por antiguidade, na primeira data de promoção de 
Praças a partir de 1º de janeiro de 2014;
II - para os Oficiais, aos que cumprirem os requisitos 
necessários para a inclusão de seus nomes nos Quadros de 
Acesso na data de 31 de dezembro de 2013, na primeira 
data de promoção de Oficiais a partir de 1º de janeiro de 
2014.
18
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Palácio dos Bandeirantes, 13 de dezembro de 2013.
GERALDO ALCKMIN
Fernando Grella Vieira
Secretário da Segurança Pública
Andrea Sandro Calabi
Secretário da Fazenda
Júlio Francisco Semeghini Neto
Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Regional
Edson Aparecido dos Santos
Secretário-Chefe da Casa Civil
 
19
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
 LEICOMPLEMENTAR 1.305/17. ALTERA DIS-
POSITIVOS DO DECRETO-LEI 260/70, QUE 
DISPÕE SOBRE A INATIVIDADE DOS COMPO-
NENTES DA PMESP;
LEI COMPLEMENTAR Nº 1.305, DE 20 DE SETEM-
BRO DE 2017
Altera dispositivos do Decreto-lei nº 260, de 29 de maio 
de 1970, que dispõe sobre a inatividade dos componentes 
da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e dá providências 
correlatas
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu 
promulgo a seguinte lei complementar:
Artigo 1º - Ficam alterados os dispositivos adiante 
enumerados do Decreto-lei nº 260, de 29 de maio de 1970:
I - os incisos VI, VIII, IX, XII e XIII do artigo 5º:
“Artigo 5º - ................................................................
...................................................................................
VI - for condenado a pena restritiva de liberdade, por 
sentença transitada em julgado; (NR)
...................................................................................
VIII - tiver decretada a prisão temporária, preventiva, 
em flagrante, civil ou para efeitos de extradição; (NR)
IX - deva ser reformado, por força de dispositivo legal 
ou de ordem judicial, até a publicação do ato de inativida-
de; (NR)
...................................................................................
XII - tiver aprovada pela Justiça Eleitoral sua candidatu-
ra a cargo eletivo, desde que conte mais de 10 (dez) anos 
de serviço; (NR)
XIII - tomar posse em cargo, emprego ou função públi-
ca civil temporária, não eletiva, ainda que da administração 
indireta, ressalvada a hipótese prevista no artigo 37, inciso 
XVI, alínea “c”, da Constituição Federal, mediante autoriza-
ção expressa do Governador, por tempo inferior a 2 (dois) 
anos;” (NR);
II - o inciso III do artigo 6º:
“Artigo 6º - ................................................................
...................................................................................
III - nos casos do inciso XII, se eleito, até a posse no 
respectivo cargo;” (NR);
III - o artigo 7º:
“Artigo 7º - O militar agregado:
I - não perceberá vencimentos e vantagens nas situa-
ções previstas nos incisos III, IV, V, VI, VIII, X, XIII, XVII e XIX 
do artigo 5º deste decreto-lei;
II - perceberá 2/3 (dois terços) dos vencimentos e van-
tagens do respectivo posto ou graduação nos casos dos 
incisos II, VII e XVIII do artigo 5º deste decreto-lei;
III - perceberá vencimentos e vantagens integrais do 
posto ou da graduação nos casos dos incisos I, IX, XI, XII, 
XV e XVI, e, se optar pela retribuição pecuniária da Cor-
poração, no caso do inciso XIV, todos do artigo 5º deste 
decreto-lei.
Parágrafo único - O militar agregado nos termos dos 
incisos VIII ou XVII do artigo 5º que tiver o inquérito policial 
arquivado ou, se denunciado, for, ao final do processo ju-
dicial, absolvido por negativa de autoria ou inexistência do 
fato, terá contado, para todos os efeitos legais, o respectivo 
tempo de restrição de liberdade ou de suspensão do exercí-
cio da função pública e será ressarcido de seus vencimentos, 
salvo se houver sido concedido o auxílio-reclusão.” (NR);
IV - o inciso I do artigo 8º:
“Artigo 8º - ................................................................
I - sujeito às obrigações disciplinares inerentes ao pes-
soal do serviço ativo, salvo na hipótese do inciso XIX do 
artigo 5º, em que será observado o disposto no artigo 2º, 
parágrafo único, item 1, da Lei Complementar nº 893, de 9 
de março de 2001;” (NR);
V - o artigo 15:
“Artigo 15 - Reserva é a situação da inatividade do mi-
litar sujeito à reversão ao serviço ativo.” (NR);
VI - o artigo 16:
“Artigo 16 - O militar passa para a reserva a pedido ou 
“ex officio”.” (NR);
VII - o artigo 17:
“Artigo 17 - A transferência para a reserva a pedido 
poderá ser concedida ao militar que contar, no mínimo, 30 
(trinta) anos de serviço, sendo 20 (vinte) anos de exercício 
em cargo de natureza estritamente policial, com vencimen-
tos e vantagens integrais do posto ou graduação.
Parágrafo único - O militar transferido para a reserva 
a pedido, antes de decorridos 2 (dois) anos do término de 
curso de duração superior a 4 (quatro) meses que tenha 
frequentado às expensas do Estado, deverá pagar indeni-
zação em valor equivalente às despesas a ele correspon-
dentes.” (NR);
VIII - o “caput” e os incisos II, III e VIII do artigo 18:
“Artigo 18 - Será transferido “ex officio” para a reserva 
o militar que: (NR)
...................................................................................
II - for empossado em cargo ou emprego público per-
manente; (NR)
III - ficar afastado da atividade policial-militar no de-
sempenho de cargo, emprego ou função pública civil tem-
porária e não eletiva, estranha ao serviço policial-militar, 
da Administração direta ou indireta por prazo superior a 2 
(dois) anos, contínuos ou não; (NR)
...................................................................................
VIII - candidatar-se a cargo eletivo, se contar com me-
nos de 10 (dez) anos de serviço;” (NR);
IX - o artigo 19:
“Artigo 19 - A idade-limite para permanência do militar 
no serviço ativo é de 60 (sessenta) anos.” (NR);
X - o artigo 20:
“Artigo 20 - A transferência “ex officio” para a reserva 
processar-se-á à medida que o militar incida em um dos 
casos previstos no artigo 18.” (NR);
20
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
XI - o artigo 21:
“Artigo 21 - Não será concedida transferência para a 
reserva, a pedido, ao militar que estiver agregado nos ter-
mos do inciso X do artigo 5º.” (NR);
XII - o artigo 22:
“Artigo 22 - O militar transferido “ex officio” para a re-
serva, na forma dos incisos II, III e VIII do artigo 18, não 
perceberá vencimentos e vantagens.” (NR);
XIII - o artigo 23:
“Artigo 23 - O militar perceberá vencimentos e vanta-
gens proporcionais a 30 (trinta) anos de serviço, nos casos 
dos incisos I, V e VI do artigo 18.” (NR);
XIV - o artigo 24:
“Artigo 24 - O militar que tiver atingido a idade-limite 
de permanência na reserva será reformado.” (NR);
XV - o artigo 25:
“Artigo 25 - A idade-limite de permanência na reserva 
é de 65 (sessenta e cinco) anos.” (NR);
XVI - o artigo 26:
“Artigo 26 - O militar da reserva poderá ser revertido 
ao serviço ativo, por ato do Governador:
I - em caso de guerra, de grave perturbação da ordem 
pública ou de calamidade pública;
II - por convocação da Justiça Militar Estadual;
III - para presidência de inquéritos policial-militares;
IV - para compor conselho de justificação.
§ 1° - O militar convocado terá os direitos e os deveres 
do militar do serviço ativo em igual situação hierárquica e 
contará como acréscimo esse tempo de serviço para todos 
os efeitos legais.
§ 2° - A convocação será precedida de avaliação médi-
ca e de aptidão física.
§ 3º - Na hipótese de inaptidão para o serviço ativo, o 
militar será reformado.” (NR);
XVII - o artigo 27:
“Artigo 27 - Reforma é a situação de inatividade do 
militar definitivamente desligado do serviço ativo, com a 
manutenção do vínculo estatutário com a Polícia Militar do 
Estado de São Paulo.
Parágrafo único - A reforma será processada apenas 
“ex officio”.” (NR);
XVIII - o artigo 29:
“Artigo 29 - A reforma será aplicada ao militar que:
I - venha a atingir a idade-limite de permanência na 
reserva;
II - tenha sido condenado a pena de reforma por sen-
tença transitada em julgado;
III - tenha sido alcançado pela reforma disciplinar pre-
vista na Lei Complementar nº 893, de 9 de março de 2001;
IV - tomar posse em cargo eletivo, se contar mais de 10 
(dez) anos de serviço;
V - estando na reserva, seja julgado inapto em inspe-
ção de saúde para reversão ao serviço ativo;
VI - for declarado inválido ou fisicamente incapaz para 
o serviço ativo em caráter permanente;
VII - completar 24 (vinte e quatro) meses de agregação 
por invalidez ou incapacidade física;
VIII - completar 24 (vinte e quatro) meses de agrega-
ção por interdição civil, contínuos ou não;
IX- agregado por invalidez ou incapacidade física tem-
porária para o serviço ativo, complete o tempo mínimo de 
serviço exigido para a inatividade a pedido.
Parágrafo único - Os vencimentos da reforma serão 
proporcionais a 30 (trinta) anos de serviço, até o limite de 
1,0 (um inteiro), salvo se decorrentes das situações previs-
tas nos incisos VI e VII deste artigo, em que serão devidos 
em sua integralidade.” (NR);
XIX - o artigo 32:
“Artigo 32 - A invalidez ou incapacidade, física ou men-
tal, poderá ser consequente de doença, enfermidade ou aci-
dente, que impossibilite o exercício da função policial-mili-
tar, conforme parecer do órgão de saúde da Polícia Militar.
Parágrafo único - O nexo causal entre a doença, enfer-
midade ou acidente que motivou a invalidez ou a incapa-
cidade física e o exercício da função policial-militar deverá 
ser comprovado por competente apuração.” (NR);
XX - a epígrafe do Capítulo VI:
“Capítulo VI
Da Exoneração, da Demissão e da Expulsão” (NR);
XXI - o artigo 37:
“Artigo 37 - Exoneração é o desligamento do serviço 
ativo, com o encerramento do vínculo estatutário com a 
Polícia Militar.
Parágrafo único - O militar exonerado não integra a 
reserva da Polícia Militar.” (NR);
XXII - Vetado.
XXIII - o artigo 40:
“Artigo 40 - A demissão e a expulsão constituem atos 
de desligamento do militar por motivos disciplinares, e são 
normatizadas por lei específica.” (NR);
XXIV - o artigo 51:
“Artigo 51 - No cômputo do tempo de serviço para fins 
de inatividade será considerado:
I - como tempo de serviço:
a) o tempo prestado, dia a dia, à Polícia Militar do Es-
tado de São Paulo;
b) o tempo prestado, dia a dia, a outras instituições 
militares;
c) o tempo em que tenha havido contribuição ao Regi-
me Geral de Previdência Social - RGPS ou a Regime Próprio 
de Previdência de Servidores - RPPS;
II - como tempo de exercício em cargo de natureza 
estritamente policial, o passado, dia a dia, em instituição 
policial, assim consideradas as previstas no artigo 144 da 
Constituição Federal.
Parágrafo único - O tempo de contribuição ou de servi-
ço previsto nos incisos I e II deste artigo deverá estar devi-
damente averbado na forma da legislação em vigor.” (NR);
XXV - os incisos IV e VII do artigo 56:
“Artigo 56 - ...............................................................
..................................................................................
IV - passado em licença para, em caráter particular, 
aperfeiçoar seus conhecimentos técnicos ou realizar estu-
dos, no país ou no estrangeiro, ou exercer atividade técnica 
de sua especialidade em organizações civis, ou em licença 
para tratar de interesses particulares; (NR)
21
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
...................................................................................
VII - de falta ou ausência não justificada.” (NR);
XXVI - o artigo 59:
“Artigo 59 - O pedido de transferência para a reserva, 
devidamente instruído, terá despacho no prazo máximo de 
90 (noventa) dias, a partir de seu recebimento pelo órgão 
de pessoal da Polícia Militar.
Parágrafo único - Decorrido o prazo fixado neste arti-
go, o policial militar será agregado, nos termos do inciso 
XVI do artigo 5º deste decreto-lei, sendo esse período con-
siderado de efetivo exercício, para todos os efeitos legais.” 
(NR).
Artigo 2º - Ficam acrescentados ao Decreto-lei nº 260, 
de 29 de maio de 1970, os seguintes dispositivos:
I - incisos XVII, XVIII e XIX do artigo 5º:
“Artigo 5º - ................................................................
...................................................................................
XVII - for suspenso do exercício da função pública; (NR)
XVIII - for declarado interditado civilmente, ainda que 
parcialmente; (NR)
XIX - exercer, na condição de suplente, cargo eletivo 
para o qual foi diplomado, nos casos de vacância tempo-
rária.” (NR);
II - inciso IV do artigo 6º:
“Artigo 6º - ................................................................
...................................................................................
IV - nos demais casos, enquanto perdurar o motivo 
que deu origem à agregação.” (NR);
III - artigo 26-A:
“Artigo 26-A - O militar transferido para a reserva a pe-
dido poderá ser designado para exercer funções adminis-
trativas, técnicas ou especializadas, enquanto não atingir a 
idade-limite de permanência na reserva.
§ 1º - É vedada a designação de que trata este arti-
go, de militar promovido ao posto superior quando de sua 
passagem para a reserva se não houver, em seu Quadro de 
origem, o respectivo posto.
§ 2º - O militar da reserva designado terá as mesmas 
prerrogativas e deveres do militar do serviço ativo em igual 
situação hierárquica, fazendo jus, enquanto perdurar sua 
designação, a:
1. férias; e
2. abono, equivalente ao valor da sua contribuição pre-
videnciária e do padrão do respectivo posto ou graduação.
§ 3° - Além da avaliação médica e de aptidão física pre-
vista no § 2º do artigo 26, o Comandante Geral definirá cri-
térios disciplinares e técnicos para a designação de militar 
da reserva nos termos deste artigo.
§ 4º - A administração pública ou o militar da reserva, 
a qualquer tempo e por ato unilateral, poderá encerrar a 
designação.
§ 5º - Caberá:
1. ao Governador, mediante decreto, estabelecer a 
quantidade de militares que podem ser designados anual-
mente; e
2. ao dirigente do órgão de pessoal da Polícia Militar, 
designar e exonerar o militar da reserva.” (NR).
Artigo 3º - Dê-se aos §§ 1º e 3º do artigo 1º da Lei nº 
5.451, de 22 de dezembro de 1986, a seguinte redação:
“Artigo 1º - ................................................................
...................................................................................
§ 1º - Se a morte, invalidez ou incapacidade resultarem 
de lesão ou enfermidades adquiridas em consequência 
de exercício de função policial, o policial militar será pro-
movido ao posto ou graduação imediatamente superior 
e perceberá vencimentos integrais a que teria direito ao 
completar 30 (trinta) anos de serviço. (NR)
...................................................................................
§ 3º - A promoção será precedida de competente apu-
ração, retroagindo seus efeitos à data de morte, invalidez 
ou incapacidade.” (NR).
Artigo 4º - Dê-se ao inciso VII do artigo 2º da Lei 
Complementar nº 892, de 31 de janeiro de 2001 Legisla-
ção do Estado, a seguinte redação:
“Artigo 2º - ................................................................
...................................................................................
VII - tenha obtido, nas últimas 4 (quatro) avaliações de 
desempenho, conceito considerado, no mínimo, dentro do 
esperado para o cargo, conforme o sistema de avaliação 
de desempenho - SADE.”(NR)
Artigo 5º - Dê-se ao “caput” do artigo 1º da Lei Com-
plementar nº 1.150, de 20 de outubro de 2011 Legislação 
do Estado, a seguinte redação:
“Artigo 1º - Será transferido “ex officio” para a reserva 
remunerada da Polícia Militar, com vencimento e vanta-
gens integrais na forma da lei, o Oficial Superior com 30 
(trinta), ou mais, anos de serviço e que conte 5 (cinco) anos 
no mesmo posto, desde que se encontre em uma das se-
guintes situações:” (NR).
Artigo 6º - Aplica-se à Polícia Militar do Estado de 
São Paulo, por meio do chefe de seu órgão de pessoal, o 
previsto no artigo 3º, §§ 2º a 4º, da Lei Complementar nº 
1.010, de 1º de junho de 2007 Legislação do Estado, sendo 
convalidados os atos praticados desde a vigência desta.
Artigo 7º - Revogam-se as disposições em contrário, 
bem como os seguintes dispositivos do Decreto-lei nº 260, 
de 29 de maio de 1970:
I - os artigos 10, 11, 12, 13, 14, 28, 30, 31, 35, 36, 38, 41, 
42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 54 e 57;
II - o inciso I do artigo 6º;
III - os incisos IVe VII do artigo 18.
Artigo 8º - Ao militar do Estado que, na data de en-
trada em vigor desta lei complementar, tenha implemen-tado as condições de sua transferência para a reserva ou 
reforma a pedido, e se encontre no serviço ativo, fica asse-
gurada a aplicação da legislação vigente antes da data da 
publicação desta lei complementar.
Artigo 9º - Esta lei complementar entra em vigor na 
data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, aos 20 de setembro de 2017.
22
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
LEI 616/74. DISPÕE SOBRE A ORGANIZAÇÃO 
BÁSICA DA PMESP;
LEI Nº 616, DE 17 DE DEZEMBRO DE 1974
Dispõe sobre a organização básica da Polícia Militar do 
Estado de São Paulo
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu 
promulgo a seguinte lei:
TÍTULO I
CAPÍTULO ÚNICO
Destinação - Missões - Subordinação
Artigo 1º - A Polícia Militar do Estado de São Paulo, 
considerada força auxiliar, reserva do Exército, nos têrmos 
do § 4º do artigo 13 da Constituição da República (Emen-
da Constitucional n. 1), organizada com base na hierarquia 
e na disciplina, em conformidade com as disposições da 
legislação federal, destina-se à manutenção da ordem pú-
blica na área do Estado.
Artigo 2º - Compete à Polícia Militar:
I - executar com exclusividade, ressalvadas as missões 
peculiares das Forças Armadas, o policiamento ostensivo 
fardado, planejado pelas autoridades policiais competen-
tes, conceituadas na legislação federal pertinente, a fim de 
assegurar o cumprimento da lei, a manutenção da ordem 
pública e o exercício dos poderes constituídos;
II - atuar de maneira preventiva, como força de dissua-
são, em locais específicos, onde se presuma ser possível a 
perturbação da ordem;
III - atuar de maneira repressiva, em caso de perturba-
ção da ordem, precedendo o eventual emprego das Forças 
Armadas;
IV - atender à convocação do Governo Federal, em 
caso de guerra externa ou para prevenir ou reprimir grave 
subversão da ordem ou ameaça de sua irrupção, subor-
dinando-se ao Comando da Região Militar para emprego 
em suas atribuições específicas de Polícia Militar e como 
participante da Defesa Territorial;
V - realizar serviços de prevenção e de extinção de in-
cêndios, simultaneamente com o de proteção e salvamen-
to de vidas humanas e materiais no local do sinistro, bem 
como o de busca e salvamento, prestando socorros em ca-
sos de afogamentos, inundações, desabamentos, acidentes 
em geral, catástrofes e calamidades públicas;
VI - exercer:
a) missões de honra, guarda e assistência militares;
b) guarda da sede dos Poderes Estaduais e da Secreta-
ria da Segurança Pública;
c) atividades da Casa Militar do Governo do Estado;
VII - atender às requisições que sejam impostas pelo 
Poder Judiciário;
VIII - colaborar com a Polícia Civil;
IX - auxiliar os demais órgãos de segurança interna, 
quando solicitada por autoridade competente;
X - cumprir missões especiais que o Governo do Esta-
do lhe determinar.
Artigo 3º - Entende-se por policiamento ostensivo a 
ação policial em cujo emprego o homem ou a fração de 
tropa engajados sejam identificados de imediato, quer pela 
farda, quer pelo equipamento, quer pelo armamento ou 
viatura.
Parágrafo único - O policiamento ostensivo será exe-
cutado no território estadual nas seguintes atividades de 
segurança:
1. ostensivo, normal, urbano e rural:
2. trânsito;
3. ferroviário nas estradas estaduais e municipais;
4. portuário;
5. fluvial e lacustre;
6. rádio patrulha terrestre e aérea;
7. rodoviário na rodovias estaduais e municipais;
8. recintos fechados de frequência pública;
9. repartições públicas;
10. florestal e de mananciais;
11. locais e recintos destinados à prática de desportos 
ou a diversões públicas;
12. segurança externa dos estabelecimentos penais do 
Estado.
Artigo 4º - A Polícia Militar subordina-se hierárquica, 
administrativa e funcionalmente ao Secretário da Seguran-
ça Pública.
Artigo 5º - A administração, o comando e o emprego 
da Corporação são da competência e responsabilidade do 
Comandante Geral, assessorado e auxiliado pelos órgãos 
de direção
Parágrafo único - A administração da Polícia Militar 
obedecerá às normas administrativas estabelecidas pelo 
Estado.
TÍTULO II
Organização Básica da Polícia Militar
CAPÍTULO I
Estrutura Geral
Artigo 6º - A Polícia Militar será estruturada em órgão 
de direção, órgão de apoio e órgãos de execução.
Artigo 7º - Os órgãos de direção realizam o comando 
e a administração da Corporação, incumbindo-Ihes:
I - o planejamento em geral, visando a organização da 
Corporação em todos os pormenores, as necessidades de 
pessoal e material e ao emprego da Corporação para a o 
cumprimento de suas missões;
II - o acionamento por meio de diretrizes e ordens, dos 
órgãos de apoio e de execução;
III - a coordenação, o controle e a fiscalização da atua-
ção desses órgãos.
Artigo 8º - Incumbe aos órgãos de apoio atender às 
necessidades de pessoal e de material da Corporação, em 
cumprimento às diretrizes e ordens dos órgãos de direção.
23
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 9º - Aos órgãos de execução, constituídos pelo 
Comando de Policiamento da Capital (GPG), Comando de 
Policiamento do Interior (CPI), Corpo de Bombeiros (CB) e 
pelas Unidades Operacionais da Corporação que lhes são 
diretamente subordinadas, incumbe a execução das ativi-
dades-fim da Corporação.
CAPÍTULO II
Constituição e Atribuições dos órgãos de Direção
Artigo 10 - Os órgãos de direção compõem o Coman-
do Geral da Corporação que compreende:
I - o Comandante Geral;
II - o Estado Maior, como órgão de direção geral;
III - as Diretorias, como órgãos de direção setorial;
IV - a Ajudância Geral, órgão que atende as necessida-
des de material e de pessoal do Comando Geral;
V - Comissões;
VI - Assessorias;
VII - Consultoria Jurídica.
Artigo 11 - O Comandante Geral que é o responsável 
superior pelo comando e pela administração da Corpora-
ção, será um oficial superior do serviço ativo do Exército, 
proposto ao Ministro do Exército pelo Governador do Es-
tado.
§ 1º - Excepcionalmente, ouvido o Ministro do Exército, 
poderá o Comandante Geral ser um oficial do mais alto 
posto existente na Corporação; neste caso, sempre que a 
escolha não recair no oficial mais antigo da Corporação, 
terá ele precedência funcional sobre os demais oficiais.
§ 2º - O provimento do cargo de Comandante Geral 
será feito por ato do Governador do Estado, e. quando se 
tratar de oficial do Exército, após sua designação, por de-
creto do Poder Executivo federal, para ficar à disposição do 
Governo do Estado para esse fim.
§ 3º - O oficial do Exército nomeado para o cargo de 
Comandante Geral será comissionado no mais alto posto 
existente na Corporação, caso sua patente seja inferior a 
esse posto.
§ 4º - O Comandante Geral disporá de um oficial su-
perior assistente e de ajudantes de ordens, todos da Cor-
poração.
Artigo 12 - O Estado Maior é o órgão de direção ge-
ral responsável perante o Comandante Geral pelo estudo, 
planejamento, coordenação, fiscalização e controle de to-
das as atividades da Corporação, inclusive dos órgãos de 
direção setorial, e bem assim, o órgão central do sistema 
de planejamento administrativo, programação e orçamen-
to, incumbindo-lhe elaborar as diretrizes e ordens do co-
mando que acionam os órgãos de direção setorial e os de 
execução no cumprimento de suas missões.
§ 1º - O Estado Maior será assim organizado:
1. Chefe do Estado Maior;
2. Subchefe do Estado Maior;
3. Seções:
a) 1ª Seção (PM-1): assuntos relativos ao pessoal e à 
legislação;
b) 2ª Seção (PM-2): assuntos relativos às informações;
c) 3ª Seção (PM-3): assuntos relativos à instrução, 
operações e ensino;
d) 4ª Seção (PM-4): assuntos relativos à logística e es-
tatística;
e) 5ª Seção (PM-5): assuntos civis; e
f) 6ª Seção (PM-6): planejamento administrativo e or-
çamentário.
§ 2º - O Chefe do Estado Maior, que acumula as fun-
ções de Subcomandante da Corporação, e é o substituto 
eventual do Comandante Geral, nos seus impedimentos, 
tem a incumbência de dirigir, orientar, coordenar e fisca-
lizar ostrabalhos do Estado Maior, e de assessorar o Co-
mandante Geral.
§ 3º - A designação do Chefe do Estado Maior será 
feita pelo Governador do Estado e deverá recair em oficial 
superior do mais alto posto existente na Corporação, in-
dicado pelo Comandante Geral; quando a designação não 
recair no oficial mais antigo, o designado terá precedência 
funcional sobre os demais.
§ 4º - O Subchefe do Estado Maior auxiliará direta-
mente o Chefe do Estado Maior, de acordo com os encar-
gos que lhes forem por este atribuídos.
Artigo 13 - As Diretorias constituem os órgãos de di-
reção setorial, organizados sob a forma de sistemas, para 
as atividades de administração financeira, de pessoal, de 
ensino, de saúde e de logística.
Parágrafo único - Os órgãos de direção setorial são 
os seguintes:
1. a Diretoria de Finanças;
2. a Diretoria de Apoio Logístico;
3. a Diretoria de Pessoal;
4. a Diretoria de Ensino; e
5. a Diretoria de Saúde.
Artigo 14 - A Diretoria de Finanças (DF) é o órgão 
de direção setorial do sistema de administração financeira 
atuando, também, como órgão de apoio na supervisão do 
Comandante Geral sobre as atividades financeiras de todo 
e qualquer órgão da Corporação e na distribuição de re-
cursos orçamentários e extraordinários aos responsáveis 
pelas despesas, de acordo com o planejamento estabe-
lecido.
Artigo 15 - A Diretoria de Apoio Logístico (DAL) é o 
órgão de direção setorial do sistema de administração de 
logística, incumbindo-lhe o planejamento, coordenação, 
fiscalização e controle das atividades de suprimento e ma-
nutenção de material à Corporação, inclusive a de saúde.
Artigo 16 - A Diretoria de Pessoal (DP), é o órgão de 
direção setorial do sistema de administração de pessoal, 
incumbindo-lhe o planejamento, execução, controle e fis-
calização das atividades relacionadas com alistamento, as-
sistência social, classificação e movimentação do pessoal, 
promoções, inativos e pensionistas cadastro e avaliação, 
direitos, deveres e incentivos e pessoal civil.
Artigo 17 - À Diretoria de Ensino (DE), órgão de di-
reção setorial do sistema de administração de ensino, in-
cumbe o planejamento, coordenação, fiscalização e con-
trole das atividades de formação, aperfeiçoamento e es-
pecialização de oficiais e praças.
24
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 18 - À Diretoria de Saúde (DS) órgão de direção 
setorial do sistema de administração de saúde, incumbe o 
planejamento, execução, controle e fiscalização de todas as 
atividades relacionadas à saúde do pessoal da Corporação.
Artigo 19 - A Ajudância Geral (AG) tem a seu cargo as 
funções de apoio administrativo de atividades do Coman-
do Geral, e de apoio em serviços e segurança do Quartel 
do mesmo Comando.
Artigo 20 - São comissões permanentes a Comissão 
de Promoções de Oficiais (CPO), presidida pelo Coman-
dante Geral; a Comissão de Promoções de Praças (CPP), 
presidida pelo Chefe do Estado Maior e a Comissão de Or-
ganização e Métodos (COM), cuja composição será fixada 
em regulamento da Corporação.
Parágrafo único - Além das comissões de que trata 
este artigo poderão ser constituídas outras comissões, de 
caráter temporário e destinadas a estudos específicos a cri-
tério do Comandante Geral.
Artigo 21 - Poderão ser constituídas Assessorias inte-
gradas, inclusive, por civis contratados, para o estudo de 
assuntos técnicos especializados, a critério do Comando 
Geral.
CAPÍTULO III
Constituição e Atribuições dos Órgãos de Apoio
Artigo 22 - Os órgãos de apoio compreendem:
I - órgãos de apoio de ensino:
a) Academia da Polícia Militar (APM);
b) Escola de Educação Física (EEF)
c) Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças 
(CFAP);
II - órgãos de apoio de saúde:
a) Centro Médico (CM);
b) Centro Odontológico (C Odont);
c) Centro Farmacêutico (C Farm);
III - órgãos de apoio logístico:
a) Centro de Suprimento e Manutenção do Material 
Bélico (CSM -MB);
b) Centro de Suprimento e Manutenção do Material de 
Intendência (CSM-Int);
c) Suprimento e Manutenção de Obras (CSM-O)
d) Centro de Suprimento e Manutenção de Material de 
Saúde (CSM-S).
Artigo 23 - Órgãos de apoio de ensino são subor-
dinados à Diretoria de Ensino e destinam-se à formação, 
aperfeiçoamento e especialização de oficiais e praças, bem 
como ao desenvolvimento de estudos e pesquisas técnico-
-especializadas.
Artigo 24 - Os órgãos de apoio de saúde subordinam-
-se à Diretoria de Saúde e destinam-se à execução das ati-
vidades de saúde, em proveito de toda a Corporação.
Artigo 25 - Os órgãos de apoio logístico subordinam-
-se à Diretoria de Apoio Logístico e destinam-se ao recebi-
mento, estocagem e distribuição de suprimentos e à exe-
cução da manutenção de todo o material.
Artigo 26 - As Diretorias de Finanças e de Pessoal con-
tarão com os órgãos indispensáveis ao desenvolvimento 
de suas atividades.
Artigo 27 - O Presídio da Polícia Militar e o Corpo Mu-
sical constituem órgãos especiais de apoio.
CAPÍTULO IV
Constituição e Atribuição dos Órgãos de Execução
SEÇÃO I
Órgãos de Policiamento
Artigo 28 - Os órgãos de execução do policiamento 
são constituídos de:
I - Comandos de Policiamento:
II - Unidades de Policiamento;
Artigo 29 - O Comando do Policiamento da Capital 
(CPC) é o órgão responsável perante o Comando Geral pela 
manutenção da ordem pública, na região da Capital do Es-
tado, competindo-lhe o planejamento, comando, coorde-
nação, fiscalização e controle operacional e administrativo, 
no que couber, dos órgãos e unidades subordinadas de 
acordo com diretrizes e ordens do Comando Geral.
Parágrafo único - O Comandante do Policiamento da 
Capital será um Coronel PM, que disporá de um Estado 
Maior e órgãos administrativos indispensáveis e de um 
Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM).
Artigo 30 - O Comando de Policiamento do Interior 
(CPI) é o órgão responsável perante o Comando Geral pela 
manutenção da ordem pública em todo o Interior do Esta-
do, competindo-lhe o planejamento, no que couber, dos 
órgãos e unidades subordinadas, de acordo com diretrizes 
e ordens do Comando Geral.
Parágrafo único - O Comandante do Policiamento do 
Interior será um Coronel PM, que disporá de um Estado 
Maior, de órgãos administrativos indispensáveis e de um 
Centro de Comunicações para o Interior (CCI).
Artigo 31 - Os Comandos de Policiamento da Capital e 
do Interior são escalões intermediários de comando e têm 
a eles subordinadas operacionalmente as unidades e su-
bunidades de policiamento sediadas, respectivamente, na 
Capital e no Interior do Estado.
Artigo 32 - O Comandante Geral da Polícia Militar, me-
diante aprovação do Estado Maior de Exército, poderá criar 
Comandos de Policiamento de Área (CPA), sempre que 
houver necessidade de agrupar unidades operacionais, em 
razão da missão e objetivando a coordenação e controle 
dessas unidades.
Artigo 33 - As unidades de polícia militar são Organi-
zações Policiais Militares (OPM) que executam as ativida-
des-fim da Corporação.
Artigo 34 - As unidades de polícias militar são dos se-
guintes tipos:
I - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de Po-
lícia Militar (BPM, Cia PM, ou Gp PM) a que incumbem as 
missões de policiamento ostensivo normal, a pé ou moto-
rizado;
II - Batalhões, Companhias, Pelotões, ou Grupos de Po-
lícia de Rádio Patrulha (BP RP, Cia P RP ou Gp P RP), a que 
incumbem as missões de policiamento de rádio patrulha;
III - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de Po-
lícia de Trânsito (BPTran, Cia P Tran, Pel P Tran ou Gp P Tran), 
a que incumbem as missões de policiamento de trânsito;
25
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
IV - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de 
Polícia Rodoviária (BPRv, Cia PRv, Pel ou Gp PRv), a que 
incumbem as missões de policiamento rodoviário.
V - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de Po-
lícia Florestal e de Mananciais (BPFM, Cia. P FM, Pel FM ou 
Gp P FM), a que incumbem as missões de policiamento 
florestal e de mananciais;
VI - Companhias, Pelotões ou Grupos de Polícia Fluvial(Cia P Flu, Pel P Flu ou Gp P Flu), a que incumbem as mis-
sões de policiamento ao longo dos cursos d´água;
VII - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de 
Polícia de Guarda (BP Gd, Cia P Gd, Pel P Gd ou Gp P Cd), a 
que incumbem as missões de guarda e segurança de Esta-
belecimentos e Edifícios Públicos;
VIII - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de 
Polícia de Choque (Bp Chq, Cia P Chq, Pel P Chq ou Gp P 
Chq), a que incumbem o desempenho de missões de con-
traguerrilha urbana e rural;
IX - Regimentos, Esquadrões, Pelotões ou Grupos de 
Polícia Montada (RP Mont, Esqd P Mont, Pel P Mont ou Gp 
P Mont), a que incumbem as missões peculiares de policia-
mento montado;
X - Batalhões, Companhias, Pelotões ou Grupos de Po-
liciamento Feminino (BP Fem, Cia P Fern, Pel P Fem ou Gp P 
Fem), a que incumbem as missões peculiares relacionadas 
à mulher e ao menor.
Parágrafo único - Outros tipos de unidades de polícia 
militar poderão ser criados, conforme prescreva a legisla-
ção federal e segundo as necessidades do Estado e evolu-
ção da Corporação.
Artigo 35 - As Organizações Policiais Militares (OPM) 
operacionais serão organizadas em Batalhões (Regimentos 
de Polícia Montada), Companhias (Esquadrões de Polícia 
Montada), Pelotões e Grupos de Polícia Militar.
Artigo 36 - Os Batalhões e as Companhias de Polícia 
Militar poderão integrar outras missões, além de missão 
precípua de policiamento ostensivo normal, devendo ser 
dotados de companhias, pelotões ou grupos do tipo de 
policiamento devendo ser dotados de companhias, pelo-
tões ou grupos do tipo de policiamento específico, para o 
desempenho de tais atribuições.
Artigo 37 - O Comando Geral da Polícia Militar terá 
como força de reação, no mínimo um Batalhão de Polícia 
de Choque (BPChq), especialmente adestrado e equipado 
para as missões de contraguerrilha urbana e rural e que 
poderá ser empregado, também, em outras missões de po-
liciamento.
SEÇÃO II
Corpo de Bombeiros
Artigo 38 - O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar 
terá a seguinte organização:
I - Comando do Corpo de Bombeiros;
II - Unidades Operacionais.
Artigo 39 - O Comando do Corpo de Bombeiros da 
Polícia Militar é o órgão responsável perante o Comando 
Geral, pelo planejamento, comando, execução, coordena-
ção, fiscalização e controle de todas as atividades de pre-
venção, extinção de incêndios e de buscas e salvamentos, 
bem como das atividades técnicas a elas relacionadas no 
território estadual.
Parágrafo único - O Comandante do Corpo de Bom-
beiros é o responsável, perante o Comando Geral, pelo 
planejamento, coordenação, fiscalização e controle dos 
suprimentos e manutenção dos materiais tipicamente ope-
racionais das unidades subordinadas.
Artigo 40 - O Comando do Corpo de Bombeiros com-
preende:
I - Comandante;
II - Estado Maior;
III - Secretaria;
IV - Seção de Comando. 
§ 1º - O Comandante do Corpo de Bombeiros será um 
Coronel PM, designado pelo Governador do Estado, me-
diante indicação do Comandante Geral da Polícia Militar.
§ 2º - O Estado Maior terá a seguinte organização:
1. Chefe do Estado Maior;
2. 1ª Seção (B/1): pessoal;
3. 2ª Seção (B/2): informações:
4. 3ª Seção (B/3): instrução e operações;
5. 4ª Seção (B/4): fiscalização administrativa e logística;
6. 5ª Seção (B/5): assuntos civis;
7. 6ª Seção (B/6): Seção de Serviço Técnico, incumbida 
de:
a) executar e supervisionar o disposto na legislação do 
Estado quanto à instalação de equipamentos e às medidas 
preventivas contra incêndios;
b) proceder a exames de plantas e a perícias;
c) realizar testes de incombustibilidade;
d) realizar vistorias e emitir pareceres;
e) supervisionar a instalação da rede de hidrantes pú-
blicos;
§ 3º - A Secretaria terá a seu cargo trabalhos relati-
vos a correspondência, protocolo, arquivo, boletim diário 
e outros.
§ 4º - A Seção de Comando terá a seu cargo:
1. o apoio de pessoal auxiliar (praças) necessário aos 
trabalhos burocráticos do Comando;
2. os serviços gerais e a segurança do aquartelamento
Artigo 41 - As unidades operacionais serão constituí-
das de:
I - Grupamentos de Incêndio (GI): unidades diretamen-
te subordinadas ao Comando do Corpo de Bombeiros, in-
cumbidas de missão de extinção de incêndios, podendo 
integrar missões de busca e salvamento;
II - Sub-Grupamentos de Incêndio (S/GI): unidades 
também incumbidas da missão de extinção de incêndios, 
porém subordinadas a um Grupamento de Incêndio e que 
poderão integrar, eventualmente, missões de busca e sal-
vamento;
III - Grupamentos de Busca e Salvamento (GBS): unida-
des diretamente subordinadas ao Comando de Corpo de 
Bombeiros, incumbidas da missão de busca e salvamento, 
de modo especial, em razão da extensão da missão.
Artigo 42 - Os Grupamentos e os Sub-Grupamentos 
de Incêndio ou de Busca e Salvamento terão a seguinte 
organização:
26
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
I - Comando;
II - Seção de Comando e Serviços; e
III - Seção de Incêndio ou de Busca e Salvamento.
§ 1º - A Seção de Incêndio contará: com 3 (três) Sub-
-Seções de Incêndio e 1 (uma) Sub-Seção de Salvamento 
e Proteção.
§ 2º - Quando uma unidade de extinção de incêndio 
integrar missões de busca e salvamento, deverá ser dotada 
de uma Seção de Busca e Salvamento.
§ 3º - A Seção de Busca e Salvamento contará com 3 
(três) Sub-Seções de Busca e Salvamento.
Artigo 43 - O Corpo de Bombeiros terá como órgão 
de apoio o Centro de Suprimento e Manutenção do Mate-
rial Operacional (CSM MOp) incumbido do recebimento, 
da estocagem e da distribuição dos suprimentos e da exe-
cução da manutenção no que concerne ao material espe-
cializado.
Parágrafo único - As demais necessidades de supri-
mentos e manutenção serão asseguradas pela Diretoria de 
Apoio Logístico da Corporação.
Artigo 44 - A organização e os efetivos das unidades 
de bombeiros serão estabelecidos em função das necessi-
dades das áreas em que atuarem.
TÍTULO III
Responsabilidade das Unidades Operacionais
CAPÍTULO ÚNICO
Áreas de Responsabilidade e Desdobramento
Artigo 45 - Para efeito de definição de responsabilida-
de, o Estado será dividido em áreas, em função das missões 
normais de Polícia Militar e das características regionais, as 
quais serão atribuídas à responsabilidade das unidades de 
polícia militar nelas localizadas.
§ 1º - A área atribuída a uma unidade poderá ser sub-
dividida em subáreas e estas em setores, ficando cada sub-
divisão atribuída à responsabilidade da unidade imediata-
mente subordinada.
§ 2º - O comando da unidade responsável por uma 
área, sub-área ou setor deverá sediar-se no território sob 
sua jurisdição.
Artigo 46 - A organização e o efetivo de cada uni-
dade operacional serão estabelecidos em função das ne-
cessidades e das características fisiográficas, psico-sociais, 
politicas e econômicas das respectivas áreas, sub-áreas ou 
setores de responsabilidade.
Artigo 47 - Cada unidade será constituída de duas a 
seis unidades imediatamente subordinadas.
§ 1º - Se o número de unidades subordinadas exceder 
a seis, em principio, a unidade imediatamente superior e 
enquadrante será desdobrada em duas outras do mesmo 
tipo, redividindo-se, igualmente, a área, sub-área ou setor 
em duas outras.
§ 2º - O Grupo Policial Militar (GPPM), menor unidade 
operacional, será constituído de um segundo ou terceiro 
sargento PM, um cabo PM e de 4 (quatro) a 13 (treze) sol-
dados PM.
Artigo 48 - A cada município que não seja sede de 
BPM, Cia. PM ou Pel PM, corresponderá um Destacamento 
Policial Militar (Dst PM), constituído de, pelo menos, um 
Grupo Policial Militar (Gp PM).
§ 1º - A cada distrito municipal, cujas necessidades o 
exigirem, corresponderá um Subdestacamento Policial Mi-
litar (SDst PM) ou um Destacamento Policial Militar (Dst 
PM).
§ 2º - O Subdestacamento Policial Militar será coman-
dado por um Cabo PM e terá uma composição mínima de 
4 (quatro) soldados PM.
Artigo 49 - Quando existentes, os Comandos de Poli-
ciamento de Área (OPA), em suas respectivas áreas de com-
petência, terão atribuiçõessemelhantes as dos Comandos 
do Policiamento da Capital ou do Interior, ficando a estes 
subordinados.
Artigo 50 - O previsto neste título aplica-se, no que 
couber ao Corpo e unidades subordinadas, com as adapta-
ções determinadas pelas suas peculiaridades.
TÍTULO IV
Pessoal
CAPÍTULO I
Do Pessoal da Polícia Militar
Artigo 51 - Os Policiais Militares se enquadram na se-
guinte conformidade:
I - oficiais, integrantes do serviço ativo dos seguintes 
quadros:
a) Quadro de Oficiais Policiais Militares;
b) Quadros de Oficiais de Saúde, compreendendo:
1. Médicos;
b. Dentistas;
3. Farmacêuticos;
4. Veterinários.
c) Quadros de Oficiais Especialistas, compreendendo:
1. Músicos;
2. Capelães.
d) Quadro de Oficiais de Administração;
e) Quadro Especial de Oficiais de Policiamento Femi-
nino.
II - praças, integrando o serviço ativo, nos seguintes 
quadros:
a) Quadro de Praças Policiais Militares;
b) Quadro de Praças Escreventes;
c) Quadros de Praças Especialistas, compreendendo:
1. Artífices;
2. Músicos.
d) Quadro Especial de Praças de Policiamento Femi-
nino.
§ 1º - A lei definirá e regulará a composição e as condi-
ções de ingresso e acesso nos diversos quadros de oficiais 
e praças.
§ 2º - O pessoal inativo compreenderá:
1. pessoal da reserva remunerada: oficiais e praças 
transferidos para a reserva remunerada;
2. pessoal reformado: oficiais e praças reformados.
27
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 52 - O ingresso na Polícia Militar dar-se-á por 
inclusão voluntária, satisfeitas as prescrições da legislação 
do serviço militar e as exigências peculiares à Corporação, 
estabelecidas na legislação própria.
CAPÍTULO II
Do Efetivo da Polícia Militar
Artigo 53 - O efetivo da Polícia Militar será fixado em 
lei especial, observadas as normas pertinentes da legisla-
ção federal.
Artigo 54 - Respeitado o efetivo que for fixado em 
lei especial, cabe ao Chefe do Poder Executivo aprovar, 
mediante decreto, os Quadros de Organização (QO), ela-
borados pelo Comando Geral da Corporação e ratificados 
pelo Secretário da Segurança Pública, com observância da 
legislação pertinente.
TÍTULO V
Disposições Finais
Artigo 55 - Nos termos da legislação em vigor, a Po-
lícia Militar poderá dispor de servidores civis, nomeados, 
contratados ou comissionados para o exercício de fun-
ções técnicas, de ensino ou de serviços gerais.
Artigo 56 - Compete ao Governador do Estado, me-
diante decreto, a criação, transformação, extinção, deno-
minação, localização e a estruturação dos órgãos de dire-
ção, de apoio e de execução da Polícia Militar, de acordo 
com a organização básica, prevista nesta lei e dentro dos 
limites estabelecidos na lei de fixação de efetivos, por 
proposta do Comandante Geral, ratificada pelo Secretário 
da Segurança Pública, observada a legislação pertinente.
Artigo 57 - Os atuais Quadros de Oficiais de Policia-
mento e Guarda e de Praças de Policiamento e Guarda 
passam a denominar-se, respectivamente, Quadro de Ofi-
ciais Policiais Militares e Quadro de Praças Policiais Mili-
tares.
Parágrafo único - Passam a integrar o Quadro de 
Oficiais de Administração os atuais componentes do Qua-
dro de Oficiais Auxiliares de Administração.
Artigo 58 - Fica o Poder Executivo autorizado a regu-
lar mediante decreto as condições de ingresso, de forma-
ção, de aperfeiçoamento, de especialização e de acesso 
das praças da Corporação.
Artigo 59 - Esta lei entrará em vigor na data de sua 
publicação, revogadas as disposições em contrário.
Palácio dos Bandeirantes, 17 de dezembro de 1974.
DECRETO-LEI 260/70. DISPÕE SOBRE A INA-
TIVIDADE DOS COMPONENTES DA PMESP;
DECRETO-LEI N.260, DE 29 DE MAIO DE 1970
Dispõe sobre a inatividade dos componentes da Polícia 
Militar do Estado de São Paulo
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso 
da atribuição que, por força do Ato Complementar n. 47, 
de 7 de fevereiro de 1969, lhe confere o §1.º do Artigo 2.º 
do Ato Institucional n. 5, de 13 de dezembro de 1968,
Decreta:
TÍTULO I
Disposições Gerais
Artigo 1.º - A inatividade dos componentes da Polícia 
Militar do Estado de São Paulo é regulada por êste decre-
to-lei.
Artigo 2.º - Para os efeitos deste decreto-lei:
I - inatividade é a situação do policial-militar afastado 
temporária ou definitivamente do serviço ativo da corpo-
ração;
II - policial-militar e expressão geral que abrange os 
Oficiais, Praças-Especiais e Praças assim considerados em 
legislação especial;
III - Aspirante a Oficial equipara-se a Segundo Tenente;
IV - a expressão “extraviado” se aplica ao policial-mili-
tar que, no desempenho de qualquer serviço, em missões 
especiais ou em casos de calamidade pública, comoção in-
testina ou guerra, desaparecer por mais de 30 (trinta) dias.
Artigo 3.º - O policial-militar passa à situação de inati-
vidade ou se desligará da corporação, mediante:
I - agregação;
II - transferência para a reserva;
III - reforma;
IV - exoneração;
V - demissão;
VI - expulsão.
TÍTULO II
Da Situação de Inatividade
CAPÍTULO I
Da Agregação
Artigo 4.º - Agregação é o ato pelo qual o policial-mi-
litar da ativa passa temporariamente à condição de inativo, 
a pedido ou «ex-officio».
Artigo 5.º - Será agregado ao respectivo quadro o po-
licial-militar que:
I - for julgado inválido ou fisicamente incapaz, tempo-
rariamente, para o serviço policial-militar por prazo supe-
rior a 6 (seis) meses e até o máximo de 24 (vinte e quatro) 
meses;
II - obtiver licença para tratamento de saúde em pes-
soa da família, por prazo superior a 6 (seis) meses;
28
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
III - obter licença para, em caráter particular, aperfei-
çoar seus conhecimentos técnicos ou realizar estudos, no 
país ou no estrangeiro;
IV - obtiver licença para exercer atividade técnica de 
sua especialidade em organizações civis;
V - obtiver licença para tratar de interesse particular;
VI - for condenado a pena restritiva de liberdade, até 
2 (dois) anos por sentença passada em julgado, enquanto 
durar sua execução;
VII - permanecer por mais de 180 (cento e oitenta) dias 
submetido a processo no foro militar competente;
VIII - ficar exclusivamente a disposição da Justiça Co-
mum para ser processado;
IX - deva ser reformado, conforme o que for apurado 
em processo regular, até que se efetive o ato definitivo de 
afastamento;
X - for considerado desertor;
XI - for declarado extraviado;
XII - candidatar-se a cargo efetivo, desde que conte 
mais de 5 (cinco) anos de serviço;
XIII - aceitar cargos ou funções do serviço público civil, 
em caráter temporário e não efetivo, estranhos ao serviço 
policial, da Administração direta ou indireta, mediante au-
torização expressa do Governador, por tempo inferior a 2 
(dois) anos;
XIV - aceitar encargo ou comissão estabelecidos por 
lei ou decreto, mas não previstos nos Quadros de Efetivos 
da Corporação, ressalvado o exercício de função policial ou 
de natureza relevante, mediante autorização expressa do 
Governador, por tempo inferior a 2 (dois) anos;
XV - atingir a idade-limite para o serviço ativo, até que 
se efetive a reforma;
XVI - estiver aguardando passagem, para a inativida-
de, a pedido, nos termos do parágrafo único do artigo 59 
deste decreto-lei.
Artigo 6.º - A agregação será efetivada logo após a 
publicação do ato que der lugar a uma das situações esta-
belecidas no artigo anterior e perdurará;:
I - nos casos dos incisos III, IV e V, pelo prazo mínimo 
de 6 (seis) meses;
II - no caso do inciso XI, pelo prazo máximo de 6 (seis) 
meses, aplicando-se, após o decurso desse prazo o dispos-
to no artigo 58;
III - nos demais casos, enquanto perdurar o motivo 
que deu origem a agregação.
Artigo 7.º - O policial militar:
I - não perceberá vencimentos e vantagens nas situa-
ções previstas nos incisos III, IV, V, X, XII e XIII do artigo 5.º;
II - perceberá dois terços dos respectivos vencimentos 
e vantagens do posto ou da graduação nos casos dos inci-
sos, II, VI, VII e VIII, do artigo 5.º;
III - perceberá vencimentos e vantagens integrais doposto ou da graduação nos casos dos incisos I, IX, XI e XV 
e, se optar pela retribuição pecuniária da Corporação, no 
caso do inciso XIV, todos do artigo 5.º.
Artigo 8.º - O policial-militar agregado ficará:
I - sujeito às obrigações disciplinares inerentes aos 
componentes da reserva e aos reformados;
II - adido à unidade que lhe for designada;
III - incluído no respectivo Quadro, sem número, no lu-
gar que ocupava quando da agregação, com a abreviatura 
«ag» e anotações esclarecedoras de sua situação.
Artigo 9.º - Os policiais-militares serão revertidos ao 
serviço ativo, tão logo cessem os motivos determinantes 
da agregação.
Parágrafo único - O policial-militar que reverter à ati-
vidade figurará em seu Quadro, seu número e homólogo 
ao que se lhe segue em antiguidade, devendo entrar na 
escala numérica, na primeira vaga que se verificar em seu 
Quadro, posto ou graduação.
CAPÍTULO II
Da Quota Compulsória
Artigo 10 - A Quota Compulsória é destinada à reno-
vação, ao equilíbrio e à regularidade de acesso no Quadro 
de Oficiais assegurando, anualmente, um número de vagas 
sôbre os efetivos fixados em lei, nas seguintes proporções:
I - Quadro de Oficiais de Polícia;
a) Coronéis - limite único 1/7;
b) Tenentes-Coronéis - limite único 1/15;
c) Majores - limite único 1/10.
II - Nos demais casos, em cada Quadro:
a) último posto - limite único 1/5;
b) penúltimo posto - limite único 1/10.
§ 1.º - As frações que resultarem da aplicação das 
proporções estabelecidas neste artigo serão adicionadas 
cumulativamente aos cálculos correspondentes dos anos 
seguintes até completar-se pelo menos um inteiro que, en-
tão, será computado para obtenção de uma vaga.
§ 2.º - No cálculo das vagas para a Quota Compulsória 
não serão computadas, em cada posto, as resultantes das 
fixadas para o posto imediatamente superior.
§ 3.º - Se as vagas normais do ano anterior, em cada 
posto considerado, forem em número inferior ao limite 
único fixado neste artigo, serão transferidos para a reserva 
tantos Oficiais do posto considerado quantos forem neces-
sários para alcançar aquêle limite.
§ 4.º - Os oficiais incluídos na Quota Compulsória pas-
sarão à inatividade com os vencimentos e vantagens inte-
grais do posto.
Artigo 11 - Os Oficiais, para serem incluídos na Quota 
Compulsória, deverão preencher os seguintes requisitos:
I - contar no mínimo, os seguintes anos de serviço, ob-
servado o disposto no inciso II do artigo 51:
Oficiais de Polícia;
Coronel - 30 anos;
Tenente Coronel e Major - 30 anos;
Oficiais de Outros Quadros;
último posto - 30 anos;
penúltimo posto - 30 anos
II - contar, no mínimo, 2 (dois) no posto.
Parágrafo único - Em igualdade de condições, será in-
cluído na Quota Compulsória o Oficial de mais idade, e, em 
caso de mesma idade, o de mais tempo de serviço.
Artigo 12 - À Comissão de Promoções de Oficiais 
competirá organizar e apresentar, na segunda quinzena de 
janeiro de cada ano, a lista dos Oficiais destinados a inte-
grar a Quota Compulsória, na forma do artigo anterior.
29
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Parágrafo único - Não serão atingidos pela Quota 
Compulsória os Oficiais que estiverem agregados pelos 
motivos constantes dos incisos X e XI do artigo 5.º e os 
que estiverem abrangidos pelo artigo 21 deste decreto-lei.
Artigo 13 - Os Oficiais incluídos na Quota Compulsó-
ria anual serão notificados imediatamente, podendo apre-
sentar recurso contra essa decisão, no prazo de 15 (quinze) 
dias úteis, a contar do recebimento da respectiva notifica-
ção.
Artigo 14 - Aos Oficiais Capelães não se aplica a Quota 
Compulsória de que trata este Capítulo.
CAPÍTULO III
De Transferência para a Reserva
Artigo 15 - Reserva é a situação da inatividade do Ofi-
cial sujeito à reversão ao serviço ativo.
Artigo 16 - O Oficial passa para a reserva a pedido ou 
«ex officio».
Artigo 17 - A transferência para a reserva a pedido 
poderá ser concedida ao Oficial que:
I - contar, no mínimo, 30 (trinta) anos de efetivo serviço 
com vencimentos e vantagens integrais do posto;
II - reformado por incapacidade física, for julgado apto 
em inspeção de saúde, desde que não haja atingido a ida-
de-limite de permanência da reserva.
Parágrafo único - No caso de o Oficial haver realizado 
qualquer curso ou estágio de duração superior a 6 (seis) 
meses, às expensas do Estado no estrangeiro, não decor-
ridos 5 (cinco) anos de seu término, a transferência para a 
reserva só será concedida mediante indenização de todas 
as despesas correspondentes à realização do referido curso 
ou estágio, inclusive as diferenças eventuais de vencimen-
tos que lhe couberem nesse período.
Artigo 18 - Será transferido «ex officio» para a reserva 
o Oficial que:
I - atingir a idade-limite de permanência no serviço ati-
vo;
II - for investido em cargo público civil de provimento 
efetivo;
III - passar afastado de atividade policial-militar no de-
sempenho de cargo público civil e temporário, não efetivo, 
por prazo superior a 2 (dois) anos;
IV - for incluído na Quota Compulsória;
V - completar 2 (dois) anos seguidos de agregação em 
decorrência de licenças concedidas nos termos do inciso II 
do artigo 5.º.
VI - permanecer agregado por prazo superior a 2 (dois) 
anos, consecutivos ou não, em decorrência de licenças 
concedidas nos termos dos incisos III, IV e V do artigo 5.º;
VII - for diplomado em cargo eletivo, se contar mais de 
5 (cinco) anos de serviço;
VIII - contar menos de 5 (cinco) anos de serviço e se 
candidatar a cargo eletivo.
Artigo 19 - As idades-limites para permanência dos 
Oficiais no serviço ativo da Corporação são as seguintes:
I - Quadro de Polícia;
Coronel - 59 anos
Tenente Coronel - 56 anos;
Major - 52 anos
Capitão - 50 anos
Primeiro Tenente - 47 anos
Segundo Tenente - 44 anos.
II - Outros Quadros:
Coronel - 62 anos;
Tenente Coronel - 60 anos;
Major - 58 anos.
Capitão - 56 anos;
Primeiro Tenente - 54 anos;
Segundo Tenente - 52 anos.
III - Capelão - 70 anos.
Artigo 20 - A transferência “ex officio” para a reserva 
processar-se à medida que o Oficial incida num dos casos 
previstos no artigo 18, salvo o do inciso IV, em que a trans-
ferência será feita durante a primeira quinzena de março.
Artigo 21 - Não será concedida transferência para a 
reserva, a pedido, ao Oficial que:
I - estiver respondendo a inquéritos ou a processo em 
qualquer jurisdição;
II - for condenado por sentença passada em julgado 
inferior a 2 (dois) anos e no decurso do cumprimento de 
pena;
III - estiver agregado nos têrmos do inciso X do artigo 
5.º.
Artigo 22 - O Oficial transferido “ex officio” para a re-
serva, na forma dos incisos II, III e VIII do artigo 18, não 
perceberá vencimentos e vantagens.
Artigo 23 - O Oficial perceberá vencimentos e vanta-
gens proporcionais a 30 (trinta) anos de serviço, nos casos 
dos incisos I, V, VI e VII do artigo 18.
Artigo 24 - Os Oficiais que tiverem atingido o limite 
de idade de permanência na reserva serão reformados “ex 
officio”.
Artigo 25 - A idade-limite de permanência na reserva é:
I - para Oficial superior - 65 anos;
II - para Capitão e Oficial Subalterno - 60 anos;
III - para Oficial Capelão - 70 anos.
Artigo 26 - Os Oficiais da reserva remunerada pode-
rão ser revertidos ao serviço ativo, por ato do Governador:
I - em casos de guerra de comoção intestinal e de ca-
lamidade pública;
II - por convocação da Justiça Militar;
III - para instauração de inquéritos policiais-militares;
IV - para integrar comissões especiais ou exercer fun-
ções técnicas e especializadas, por tempo não superior a 
12 (doze) meses e que não possam ser desempenhadas 
por Oficiais da ativa por impedimento legal ou estatutário.
§ 1.º - Os Oficiais convocados terão os direitos e deve-
res dos da ativa, em igual situação hierárquica, e contarão 
como acréscimo esse tempo de serviço.
§ 2.º - A convocação será precedida de inspeção mé-
dica.
CAPÍTULO IV
Da Reforma
Artigo 27 - Reforma é a situação do policial-militar de-
finitivamente desligado do serviço ativo.
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LEGISLAÇÃODE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Parágrafo único - O Oficial é reformado “ex-officio” e a Praça a pedido “ex-officio”.
Artigo 28 - A reforma, a pedido, poderá ser concedida à Praça que contar, no mínimo, 30 (trinta) anos de efetivo ser-
viço, com vencimentos e vantagens integrais da graduação.
Artigo 29 - A reforma “ex-officio” será aplicada:
I - ao Oficial:
a) condenado a pena de reforma por sentença passada em julgado;
b) que atingir a idade-limite de permanência na reserva;
c) julgado incompatível ou indigno profissionalmente para com o oficialato, em processo regular, após sentença pas-
sada em julgado no Tribunal de Justiça Militar, ressalvado o caso de demissão previsto na Lei Federal n. 5.300, de 29 de 
junho de 1967;
d) convocado na forma do artigo 26 e julgado inapto em inspeção de saúde.
II - à Praça:
a) que completar 2 (dois) anos consecutivos de agregação em decorrência de licenças concedidas nos têrmos do inciso 
II do artigo 5.º;
b) que permanecer agregada por mais de 2 (dois) anos consecutivos ou não, em decorrência de licenças concedidas 
nos têrmos dos incisos III, IV e V do artigo 5.º;
c) que permanecer agregada por mais de 2 (dois) anos, contínuos ou não, para exercer cargo público civil temporário, 
não eletivo e estranho ao serviço policial, da Administração direta ou indireta;
d) que se tornar incompatível com a função policial-militar, ou nociva à disciplina, e tenha sido julgada passível de 
reforma, mediante processo regular;
e) que contar 5 (cinco) ou mais anos de serviço, ao ser diplomada em cargo eletivo;
f) que atingir a idade-limite para permanência no serviço ativo.
III - ao policial-militar:
a) julgado inválido ou fisicamente incapaz em caráter permanente, para o serviço ativo;
b) incapacitado fisicamente ou julgado inválido, após 2 (dois) anos de agregação;
c) agregado por invalidez ou incapacidade física temporária para o serviço ativo, após completar o tempo mínimo de 
serviço exigido para a inatividade a pedido, com vencimentos integrais.
Artigo 30 - As idades-limites para permanência das Praças no serviço ativo da Corporação são as seguintes:
I - de Polícia:
Subtenentes e Sargentos.............................................56 anos
Cabos e Soldados.........................................................52 anos
II - de outros Quadros:
Subtenentes e Sargentos..............................................59 anos
Cabos.............................................................................55 anos
Artigo 31 - O Oficial ou a Praça:
I - não perceberá vencimentos e vantagens quando nas situações constantes das alíneas “b” e “c” do inciso II do artigo 
29;
II - perceberá vencimentos e vantagens proporcionais a 30 (trinta) anos de serviço, nos casos das alíneas “a” e “c” do 
inciso I e “a”, “d”, “e” e “f” do inciso II, do artigo 29;
III - perceberá os proventos de inativo no caso da alínea “d” do inciso I, do artigo 29.
CAPÍTULO V
Da Invalidez e da Incapacidade Física
Artigo 32 - A invalidez ou a incapacidade física poderá ser consequente de:
I - ferimento recebido em ato de serviço público ou enfermidade contraída nessa situação, ou que nela tenha a sua 
causa eficiente;
II - acidente em serviço;
III - doença adquirida em consequência de exercício de função policial-militar ou com relação de causa e efeito às 
condições inerentes ao mesmo serviço;
IV - tuberculose ativa, alienação mental, neoplasia maligna, cegueira, lepra, paralisia, cardiopatia grave, desde que 
qualquer delas torne o indivíduo total ou permanentemente inválido para qualquer trabalho;
V - acidente ou doença sem relação de causa efeito com o serviço.
§ 1.º - Os casos de que tratam os incisos I e III deste artigo serão provados por atestado de origem ou inquérito sa-
nitário de origem; os acidentes em serviço serão apurados em processo regular para fins de caracterização dos casos do 
inciso II do mesmo artigo.
§ 2.º - Nos casos de tuberculose, as juntas de saúde deverão basear seus julgamentos, obrigatoriamente, em obser-
vação clínica, acompanhada de repetidos exames subsidiários, de modo a comprovar com segurança atividade da doença, 
após acompanhar sua evolução até 3 (três) períodos de 6 (seis) meses de tratamento clínico ou clínico cirúrgico metódi-
31
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
co, atualizado e sempre que necessário, nosocomial, salvo 
quando se tratar de forma “grandemente avançada”, no 
conceito clínico, sem qualquer possibilidade de regressão 
completa as quais terão parecer imediato de incapacidade 
física definitiva. O parecer definitivo a adotar, no caso de 
portadores de lesão aparentemente inativa, ficará condi-
cionado a um período de consolidação extranosocomial 
nunca inferior a 6 (seis meses) contados a partir da cura.
§ 3.º - Considera-se alienação mental ou neuromental 
grave e persistente no qual, esgotados os meios habituais 
de tratamento, permaneça alteração completa ou conside-
rável na personalidade, destruindo a autodeterminação de 
pragmatismo e tornando o indivíduo total e permanente-
mente inválido para qualquer trabalho. Ficam excluídas do 
conceito de alienação mental as epilepsias psíquicas e neu-
rológicas, assim julgadas pelas juntas médicas do Hospital 
da Corporação.
§ 4.º - Considera-se paralisia todo caso de neuropa-
tia grave e definitiva que afete a motilidade, sensibilidade, 
troinficidade e demais funções nervosas no qual, esgotados 
os meios habituais de tratamento, permaneçam distúrbio 
graves, extensos e definitivos que tornem o indivíduo total 
ou permanentemente inválido para qualquer trabalho.
§ 5.º - São também equiparados às paralisias os casos 
de afecções ósteo-músculo-articulares graves e crônicas 
(reumatismos graves, crônicos ou progressivos e doenças 
similares) nos quais, esgotados os meios habituais de trata-
mento, permaneçam distúrbios extensos e definitivos, quer 
ósteo-músculo-articulares residuais, quer secundários das 
funções nervosas, motilidade, troficidade ou mais funções 
que tornem o indivíduo total ou permanentemente inváli-
do para qualquer trabalho.
§ 6.º - São equiparados à cegueira não só os casos de 
afecções crônicas progressivas incuráveis que conduzirão à 
cegueira total, como também as de visão rudimentar que 
apenas permitam a percepção de vultos, não suscetíveis de 
correção por lentes nem removíveis por tratamento médi-
co-cirúrgico.
Artigo 33 - Todas as declarações de aptidão e inap-
tidão física serão sempre de atribuição do órgão médico 
competente da Polícia Militar.
Artigo 34 - Decaem do direito de requerer agregação 
ou reforma, os policiais-militares que se tornarem inváli-
dos em virtude de não desejarem sujeitar-se às prescrições 
médicas e cirúrgicas até grau médio indicadas como meio 
único de cura por facultativos do órgão médico competen-
te da Polícia Militar.
Parágrafo único - Fica assegurado, em qualquer hipó-
tese o recurso a Juntas Médicas Superiores.
Artigo 35 - Os policiais-militares inválidos ou incapaci-
tados serão reformados com qualquer tempo de serviço e 
perceberão os seguintes vencimentos e vantagens;
I - integrais do posto ou graduação nos casos dos inci-
sos I, II, III e IV do artigo 32;
II - proporcionais a 30 (trinta) anos de serviço no caso 
do inciso V do artigo 32.
Artigo 36 - Para fins do artigo anterior são conside-
rados:
I - Aspirantes a Oficial: os alunos da Escola de Forma-
ção de Oficiais de Polícia;
II - Terceiros Sargentos: os alunos do Curso Prepa-
ratório da Escola de Formação de Oficiais de Polícia e do 
Curso de Formação de Sargentos;
III - Cabos: os alunos do Curso de Formação de Ca-
bos;
IV - Soldados: os alunos e estagiários do Curso de 
Formação de Soldado.
CAPÍTULO VI
Da Exoneração, da Demissão e da Readmissão de 
Oficiais
Artigo 37 - Exoneração é o desligamento do Oficial, a 
pedido, do serviço ativo, com o consequente ingresso na 
reserva não remunerada.
Artigo 38 - Demissão é o ato pelo qual o Oficial é 
desligado “ex-officio” da Corporação, em caráter defini-
tivo.
Artigo 39 - A exoneração será concedida:I - sem indenização aos cofres públicos, se o Oficial 
contar mais de 5 (cinco) anos de oficialato, excluído o 
tempo de serviço como Aspirante a Oficial;
II - nos demais casos, mediante indenização das des-
pesas correspondentes aos cursos policiais-militares, cal-
culadas pelas respectivas escolas, exceto os vencimentos 
e vantagens percebidos;
§ 1.º - No caso do Oficial ter feito qualquer curso ou 
estágio de duração igual ou superior a 3 (três) meses às 
expensas do Estado, não decorridos mais de 3 (três) anos 
do seu término, a exoneração só será concedida mediante 
indenização de todas as despesas correspondentes àquê-
le curso ou estágio.
§ 2.º - O Oficial exonerado ingressará na reserva não 
remunerada, no posto que ocupara no serviço ativo.
Artigo 40 - A demissão se verificará quando o Oficial:
I - for condenado a pena restritiva de liberdade su-
perior a 2 (dois) anos, por sentença passada em julgado;
II - for condenado à pena de perda da função pública, 
por sentença passada em julgado;
III - for considerado moral ou profissionalmente ini-
dôneo para promoção ou revelar incompatibilidade para 
o exercício da função policial-militar por sentença passa-
da em julgado no Tribunal de Justiça Militar.
Parágrafo único - O Oficial demitido perderá o posto 
e a patente.
Artigo 41 - O Oficial exonerado poderá ser readmiti-
do, a juízo do Governador desde que não hajam decorri-
dos 2 (dois) anos da exoneração.
§ 1.º - A reassunção de funções deverá ocorrer no 
prazo máximo de 30 (trinta) dias, a partir da publicação 
do ato respectivo.
§ 2.º - O Oficial readmitido contará antiguidade no 
posto a partir da data em que reassumiu suas funções.
Artigo 42 - Os Oficiais exonerados ou demitidos não 
perceberão vencimentos e vantagens.
32
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
CAPÍTULO VII
Da Exoneração, da Demissão, da Expulsão e da 
Readmissão de Praças
Artigo 43 - A Praça se desligará do serviço ativo por:
I - exoneração;
II - demissão;
III - expulsão.
Artigo 44 - A exoneração da Praça será concedida:
I - a pedido, com qualquer tempo de serviço, nos têr-
mos do artigo 39 deste decreto-lei;
II - “ex-officio”:
a) quando empossado em cargo público de natureza 
permanente;
b) quando se candidatar a cargo eletivo, se contar me-
nos de 5 (cinco) anos de serviço;
Artigo 45 - A demissão da Praça ocorrerá:
I - quando condenada, por sentença passada em jul-
gado, à pena restritiva de liberdade por tempo superior a 
2 (dois) anos;
II - quando condenada, por sentença passada em jul-
gado, à pena de perda da função pública;
III - pela prática de ato ou atos que revelem incompa-
tibilidade com a função policial-militar, mediante processo 
regular;
IV - quando permanecer por 3 (três) anos consecuti-
vos no mau comportamento, apurado mediante processo 
regular;
V - depois do cumprimento da pena consequente do 
crime de deserção;
VI - quando considerado desertor, e capturado ou 
apresentado, tendo sido submetido a exame de saúde, for 
julgado incapaz definitivamente para o serviço policial-mi-
litar.
Artigo 46 - A expulsão da Praça ocorrerá, mediante 
processo regular:
I - se atentar contra a segurança das instituições na-
cionais;
II - se praticar atos desonrosos ou ofensivos ao decoro 
profissional.
Artigo 47 - A Praça com menos de 10 (dez) anos de 
efetivo serviço poderá ser demitida ou expulsa, por ato jus-
tificado do Comandante Geral.
Artigo 48 - A Praça exonerada poderá ser readmitida, 
a juízo do Comandante Geral, desde que não tenham de-
corrido 2 (dois) anos de exoneração.
§ 1.º - A readmissão prevista neste artigo somente 
poderá ser efetivada se o readmitido tiver sido exonera-
do com comportamento pelo menos “bom” e preencher 
as condições de ingresso na corporação, exceto no que diz 
respeito à idade.
§ 2.º - O graduado readmitido nestas condições con-
tará antiguidade na graduação a partir da data da read-
missão.
Artigo 49 - As Praças exoneradas, demitidas e expul-
sas não perceberão vencimentos e vantagens.
TÍTULO III
Do Cômputo do Tempo de Serviço para fins de 
Inatividade
Artigo 50 - A contagem do tempo de serviço obe-
dece às regras estabelecidas neste Título e será feita em 
qualquer época, a pedido ou “ex-officio”, por ocasião da 
transferência do policial-militar para a reserva ou de sua 
reforma.
Artigo 51 - No cômputo do tempo de serviço para fins 
de inatividade, será considerado:
I - como efetivo serviço, o tempo passado, dia a dia, no 
serviço ativo da Corporação;
II - como anos de serviço, o tempo de serviço prestado, 
exclusivamente, à União Estados, Municípios e Autarquias 
em geral, devidamente averbado na forma da legislação 
em vigor.
Artigo 52 - A apuração do tempo de serviço será feita 
em dias.
§ 1.º - O número de dias será convertido em anos, con-
siderados estes como 365 (trezentos e sessenta e cinco) 
dias.
§ 2.º - Feita a conversão de que trata o parágrafo an-
terior, os dias restantes, até 182 (cento e oitenta e dois), 
não serão computados, arredondando-se para 1 (um) ano, 
na passagem à inatividade compulsória ou por invalidez, 
quando excederem esse número.
Artigo 53 - O tempo de serviço dos policiais-militares 
beneficiados por anistia será contado como estabelecer o 
ato legal que a conceder.
Artigo 54 - O período de tempo relativo aos Cursos 
Preparatório e de Formação de Oficiais de Polícia Militar e 
ao de Formação de Soldado, bem como os estágios decor-
rentes, serão computados na forma da legislação vigente, 
após a respectiva averbação, não gerando qualquer efeito 
para fins de estabilidade no serviço público, até que se ve-
rifiquem as condições deste artigo e seus parágrafos.
§ 1.º - O tempo de serviço do aluno dos cursos Pre-
paratórios e de Formação de Oficiais de Polícia Militar será 
averbado “ex-officio”, após declarado Aspirante a Oficial.
§ 2.º - O período relativo ao Curso de Formação de 
Soldado, bem como os estágios decorrentes, serão averba-
dos “ex-officio” após a sua conclusão com aproveitamento 
e decorridos 2 (dois) anos.
Artigo 55 - Será contado como de efetivo serviço o 
tempo correspondente a licenças concedidas por invalidez 
temporária para todos os fins previstos em lei, tenha ou 
não havido agregação.
Artigo 56 - Não é computável para efeito algum o 
tempo:
I - decorrido em cumprimento de sentença judicial 
passada em julgado;
II - que exceder de 1 (um) ano, consecutivo ou não, 
em licença para tratamento de saúde de pessoa da família;
III - passado como desertor, desde que seja condena-
do pelo crime imputado;
IV - passado em licença para exercer atividade técnica 
de sua especialidade em organizações civis, ou em licença 
para tratar de interesse particulares;
33
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
V - decorrido em cumprimento de prisão disciplinar 
sem fazer serviço;
VI - de suspensão, por sentença, do exercício da fun-
ção pública;
VII - de ausência não justificada.
TÍTULO IV
Disposições Finais
Artigo 57 - Os proventos da inatividade não poderão 
ser superiores à retribuição pecuniária percebida pelo poli-
cial-militar em atividade.
Artigo 58 - À família de policial-militar ficam assegu-
rados os direitos a percepção da respectiva pensão, como 
se houvesse falecido, aquêle, na forma do Regulamento da 
Caixa Beneficente da Corporação, quando ocorrerem os 
casos dos incisos I do artigo 40 e I do artigo 45 e enquanto 
durar o cumprimento da pena.
Artigo 59 - Os pedidos de transferência para a reser-
va ou reforma, devidamente instruídos, terão despacho no 
prazo máximo de 30 (trinta) dias, a partir de seu recebi-
mento pelo protocolo do Quartel General.
Parágrafo único - Decorrido o prazo fixado neste ar-
tigo, o policial-militar será agregado, nos têrmos do inciso 
XVI do artigo 5.º deste decreto-lei.
Artigo 60 - Êste decreto-lei entrará em vigor na data 
de sua publicação, revogadas as leis n.º 237, de 29 de de-
zembro de 1948; n.º 938, de 4 de janeiro de 1951; n.º 2.054, 
de 24 de dezembro de 1952; n.º 5.278, de 15 de janeiro de 
1959; n.º 6.356, de 5 de outubrode 1961; n.º 7.386, de 7 de 
novembro de 1962; n.º 7.661, de 4 de janeiro de 1963; n.º 
8.160, de 8 de junho de 1964; n.º 8.253, de 21 de agôsto 
de 1964 e n.º 9.019, de 14 de outubro de 1965, o artigo 1.º 
da Lei n.º 9.211, de 30 de dezembro de 1965, bem como 
todos os demais preceitos legais que, direta ou indireta-
mente disponham sôbre a inatividade de componentes da 
Polícia Militar do Estado de São Paulo.
Palácio dos Bandeirantes, 29 de maio de 1970.
ROBERTO COSTA DE ABREU SODRÉ
Danilo Darcy de Sá da Cunha e Melo, Secretário da Se-
gurança Pública
Publicado na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 29 de 
maio de 1970.
Nelson Petersen da Costa, Diretor Administrativo, 
Substituto
DECRETO-LEI N. 260, DE 29 DE MAIO DE 1970 
Dispõesôbre a inatividade dos componentes da Polícia 
Militar do Estado de São Paulo 
Retificação 
Artigo 3.º - 
Onde se lê: 
«O policial - militar passa à situação de inatividade, 
mediante:» 
Leia-se: 
«O policial - militar passa à situação de inatividade ou 
se desligará da corporação, mediante:» 
CAPÍTULO I 
Onde se lê: «De Agregação» 
Leia-se: «Da Agregação» 
Artigo 4.º - Onde 
se lê: «... à condição do inativo...» 
Leia-se: «... à condição de inativo...» 
Artigo 10.° - Onde 
se lê: «... à regularidade do acesso ..... » 
Leia-se: «... à regularidade de acesso ...» 
Artigo 18.° - 
Onde se lê: «III - passar atestado de atividade...» 
Leia-se «III - passar afastado da atividade...» 
Artigo 19.° - 
Onde se lê: 
“...são os seguintes:” 
Leia-se: 
“...são as seguintes:” 
Artigo 22.° - 
Onde se lê: 
“...incisos II, III e ‘VII...” 
Leia-se: 
“...incisos II, III e ‘VIII...” 
Artigo 26.° - 
Onde se lê: 
“”I - em caso de guerra...” 
Leia-se: 
“I- em casos de guerra...” 
Onde se lê: 
“IV - ...meses e não possam...” 
Leia-se: 
“IV - ...meses e que não possam...” 
Artigo 28.° - 
Onde se lê: 
“...integrais de graduação”. 
Leia-se: 
“...integrais da graduação”. 
Artigo 32.° - 
Onde se lê: 
“...III ...causa e efeitos às condições...” 
Leia-se: 
“...III ...causa e efeito às condições...” Onde se lê: 
“§ 1.º... os incisos I e II dêste artigo...”. 
Leia-se: 
‘§ 1.º... os incisos I e III dêste artigo...”. 
Onde se lê: 
“§ 2.º... nunca inferir a 6 (seis meses)...”. 
Leia-se: 
“§ 2.º... nunca inferior a 6 (seis meses)...”. 
Onde se lê: 
“§ 3.º... personalidade, destruind a autodeterminação...” 
Leia-se: 
“§ 3.º... personalidade, destruindo a autodetermina-
ção...” 
Artigo 41.° - 
Onde se lê: 
“...poderá ser reedmitido, a juizo do Governador, desde 
que não hajam decorrido 2 (dois)...” 
Leia-se: 
34
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
“...poderá ser readmitido, a juizo do Governador, desde 
que não hajam decorridos 2 (dois)...” 
Artigo 54.° - 
Onde se lê: 
“...Cursos Preparatórios e de Formação...” 
Leia-se: 
“...Cursos Preparatórios e de Formação...” 
Artigo 58.° - 
Onde se lê: 
“...na forma de Regulamento...” 
Leia-se: 
“...na forma do Regulamento...” 
Artigo 60.° - 
Onde se lê: 
“...n.º 8.760, de 8 de junho de 1964;...” 
Leia-se: 
“...n.º 8.160, de 8 de junho de 1964;...” 
Onde se lê: 
“...outubro de 1965, e artigo 1.º...” 
Leia-se: 
“...outubro de 1965, o artigo 1.º...”
DECRETO 7.290/75. APROVA O REGULAMEN-
TO GERAL DA PMESP;
DECRETO N. 7.290, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1975
Aprova o Regulamento Geral da Policia Militar do Esta-
do de São Paulo
PAULO EGYDIO MARTINS GOVERNADOR DO ESTADO 
DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais, 
Decreta: 
Artigo 1.º - Fica aprovado o Regulamento Geral da 
Policia Militar do Estado de São Paulo, que com este baixa. 
Artigo 2.º - Este Decreto entrará em vigor na data de 
sua publicação revogadas os Decretos n. 49.853, de 20 de 
junho de 1968, 52.332, de 22 de dezembro de 1969 e 4.039, 
de 22 de julho de 1974, e as demais disposições em con-
trário. 
Palácio dos Bandeirantes, 15 de dezembro de 1975. 
PAULO EGYDIO MARTINS 
Antonio Erasmo Dias, Secretário da Segurança Pública 
Publicado na Casa Civil, aos 15 de dezembro de 1975. 
Maria Angélica Galiazzi, Diretora da Divisão de Atos do 
Governador 
REGULAMENTO GERAL DA POLICIA MILITAR 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
Artigo 1.º - A Policia Militar cumpre as missões que 
lhe são atribuidas pela legislação federal e estadual, através 
dos seus órgãos de Direção, Apoio e Execução. 
Artigo 2.º - O Comandante Geral (Cmt G) é o respon-
sável superior pela atuação da Policia Militar. 
Artigo 3.º - A disciplina e a hierarquia constituem a 
base da organização da Policia Militar. 
Artigo 4.º - A cadeia de comando se caracteriza pelo 
escalonamento vertical dos órgãos, a partir do Comandan-
te Geral até o Subdestacamento Policial Militarr (Subdest 
PM). 
Artigo 5.º - Todas as ordens do órgão superior a outro 
subordinado devem ser dadas pelo comandante superior 
ao comandante imediatamente subordinado. A cadeia de 
comando só não será observada em situações de emer-
gência. 
Artigo 6.º - As ordens são baixadas para o nivel ime-
diatamente infenor da cadeia de comando. Cabe a quem 
recebê-las difundí-las entre seus órgãos subordinados. 
Artigo 7.º - O Comando (Cmdo) é constituido pelo 
Comandante (Cmt) e seu Estado Maior (EM) 
Artigo 8.º - O Coronel PM que exercer as funções de 
Chefe do Estado Maior (Ch EM) terá precedência funcional 
sobre os demais Coroneis da Policia Militar. Os Coronéis 
PM que exercerem as funções de Comandante do CPC, do 
CPI e CCB terão precedência funcional sobre os demais, 
Coronéis PM a eles diretamente subordinados. 
Artigo 9.º - São funções comuns a todos os estados 
maiores: 
I - produzir informações; 
II - realizar estudos de situação; 
III - apresentar propostas; 
IV - elaborar planos e ordens, 
V - supervisionar a execução dos planos e ordens. 
Artigo 10 - As Normas Gerais de Ação (NGA) baixadas 
por um órgão, constituem e estabelecem as normas que 
devem ser seguidas pelo próprio órgão e seus subordina-
dos, na falta de outras de nível superior. 
Artigo 11 - A aprovação das Normas Gerais de Ação 
de um órgão será efetuada pelo órgão a que estiver ime-
diatamente subordinado. 
Artigo 12 - As substituições temporárias serão pro-
cessadas: 
I - Do Comandante Geral, pelo Chefe do Estado Maior. 
II - Do Chefe do Estado Maior, pelo Subchefe do Esta-
do Maior. 
III - Do Subchefe do Estado Maior, pelo oficial de maior 
grau hierárquico dentre os Chefes de Seção. 
IV - No âmbito das Seções do Estado Maior, pelo ofi-
cial de maior grau hierárquico da respectiva Seção. 
V - Dos Diretores, do Comandante do CPC, do Coman-
dante do CPI, do Comandante do CCB, dos Comandantes 
do CPA M, dos Comandantes de CPA/I e do Comandante 
do OPT, pelo oficial de maior grau hierárquico dentre os 
que servem nos respectivos órgãos subordinados 
VI - Dos demais oficiais do CPC do CPI, do COB, das 
CPA|M das OPA/I e do CPT, pelo oficial de maior grau hie-
rárquico dentre os que lhe estejam diretamente subordi-
nados. 
VII - Dos Chefes de Centros e dos Comandantes de Ór-
gãos de Apoio de Ensino, pelo oficial de maior grau hierár-
quico do respectivo Centro ou Órgão de Apoio de Ensino. 
35
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
VIII - No âmbito da Ajudância Geral, das Divisões, dos 
Serviços e dos Departamentos, pelo oficial de maior grau 
hierárquico da respectiva Ajudância Geral, Divisão, Serviço 
ou Departamento. 
IX - No âmbito dos Batalhões, dos Grupamentos de 
Incêndio dos Grupamentos de Busca e Salvamento e das 
Companhias Independentes, pelo oficial de maior grau hie-
rárquico do respectivo Batalhão, Grupamento de Incêndio, 
Grupamento de Busca e Salvamento ou Companhia Inde-
pendente. 
X - Enquadram-se nas disposições do inciso “IX” ante-
rior o Regimento de Polícia Montada “9 de Julho”, o Corpo 
Musical e o Presídio da Polícia Militar “Romão Gomes”. 
XI - Quando houver mais de um oficial com o mesmo 
grau hierárquico, em cada caso, o substituto será o mais 
antigo. 
Artigo 13 - As substituições temporárias eventuais, de 
duração provável inferior a 10 (dez) dias, serão processadas 
de forma idêntica ao definido no Art. 12, exceção feita: 
I - DosDiretores, do Comandante do CPC, dos Coman-
dantes de CPA/M e do Comandante do CPT, caso em que 
os oficiais de maior grau hierárquico das respectivas Divi-
sões ou Estado Maior, passarão a responder pela função. 
II - Do Comandante do CPI do Comandante do CCB, 
dos Comandantes de CPA/I, dos Comandantes de Batalhão 
e dos Comandantes de Com- panhia, caso em que os ofi-
ciais de maior grau hierárquico do respectivo órgão, dentre 
os que servirem no município onde ocorrer a substituição, 
passarão a responder pela função. 
III - Quando houver mais de um oficial com o mesmo 
grau hierárquico, em cada caso, passara a responder o mais 
antigo. 
IV - Quando, nos casos previstos nos incisos anterio-
res, resultar que algum Comando fique sob a jurisdição de 
oficial de posto menos elevado, ou de menor antiguidade, 
embora aquele não fique subordinado hierarquicamente a 
este, deverão ambos, nas suas relações de serviço, observar 
os preceitos compativeis com o bom desempenho do Co-
mando, em harmonia com a situação funcional decorrente; 
será indispensável, em tal caso, que as ordens se revistam 
da forma de solicitação, as quais no entanto, não poderão 
deixar de ser cumpridas. 
CAPÍTULO II 
DA ORGANIZAÇÃO GERAL 
Artigo 14 - A Policia Militar estrutura-se em Órgãos de 
Direção, Apoio e Execução. 
Artigo 15 - Os Órgãos de Direção constituem o Co-
mando Geral (Cmdo G) e realizam o comando e a adminis-
tração da Polícia Militar. 
Artigo 16 - O Comando Geral (Cmdo G) compreende: 
I - Comandante Geral (Cmt G) 
II - Estado Maior (EM) 
III - Diretorias (D) 
IV - Ajudância Geral (AG) 
V - Comissões (Co) 
VI - Assessorias (Ass) e 
VII - Consultoria Jurídica (CJ) 
Artigo 17 - Os Órgãos de Apoio destinam-se a atender 
as necessidades de pessoal e de material da Polícia Militar 
e executam as atividades-meio, de Policia Militar de acordo 
com as diretrizes e planos do Comando Geral. 
Artigo 18 - Os Órgãos de Execução realizam as ativi-
dades-fim da Policia Militar de acordo com as diretrizes e 
planos do Comando Geral. 
CAPÍTULO III 
DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETÉNCIA DOS ORGÃOS 
POLICIAIS MILITARES 
SEÇÃO I 
Dos Órgãos de Direção 
Artigo 19 - Compete ao Comandante Geral: 
I - Praticar os atos necessários ao perfeito funciona-
mento e eficacia do serviço policial militar. 
II - Constituir comissões. 
III - Estabelecer a politica de emprego da Polícia Mi-
litar. 
IV - Decidir questões administrativas. 
V - Aprovar: 
a) - o Plano de Aplicação dos Recursos Orçamentários; 
b) - os Planos Gerais de Instrução e Ensino; 
c) - o Plano Geral de Policiamento Ostensivo do Estado; 
d) - o Plano Integrado de Policiamento Ostensivo da 
Região Metropolitana da Capital; 
e) - o Plano Diretor da Policia Militar; 
f) - as Diretrizes para a elaboração do Orçamento Pro-
grama; 
g) - aprovar as Normas Gerais de Ação dos órgãos do 
Comando Geral; e 
h) - os Regimentos Internos dos órgãos da Corporação. 
VI - Promover Praças e declarar Aspirantes-a-Oficial. 
VII - Assessorar o Secretário da Segurançaa Pública 
nos assuntos relativos à manutenção da ordem pública. 
VIII - Propor as Secretário da Segurança Pública o en-
caminhamento, ao Governador do Estado, de expedientes 
para a promulgação de atos que interessem à Polícia Mi-
litar. 
IX - Classificar e transferir Capitães e Tenentes que es-
tejam em função de Comando ou Chefia de Organização 
Policial Militar (OPM). 
X - Exercer outras atividades que lhe forem delegadas 
pelo Secretário da Segurança Pública, e outras previstas na 
legislação em vigor. 
XI - Delegar atribuições de sua competência. 
Artigo 20 - Compete ao Subcomandante da Polícia 
Militar: 
I - Responder pelo Comandante Geral em seus impe-
dimentos eventuais. 
II - Zelar pela conduta civil e profissional do pessoal da 
Polícia Militar. 
III - Apresentar propostas ou emitir pareceres sobre 
os assuntos admimstrativos e operacionais que devam ser 
apreciados ou decididos pelo Comandante Geral. 
IV - Exercer as atribuições que lhe forem delegadas 
pelo Comandante Geral. 
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
V - Assinar os documentos funcionais pessoais relati-
vos ao Comandante Geral. 
VI - Secundar o Comandante Geral na fiscalização das 
atividades da Policia Militar. 
VII - Propor ao Comandante Geral as alegações que 
lhe parecerem necessárias para o perfeito funcionamento e 
eficácia do serviço policial militar. 
Artigo 21 - São atribuições do Estado Maior da Polícia 
Militar do Estado de São Paulo, como principal órgão de 
assessoria do Comandante Geral; 
I - Dirigir, orientar, coordenar e fiscalizar os planos e 
operações da Corporação, visando o eficiente emprego da 
Polícia Militar como um todo. 
II - Elaborar as diretrizes e planos de ação do Coman-
dante Geral. 
III - Acompanhar a execução dos planos e ordens. 
IV - Acompanhar o desenvolvimento da Política Seto-
rial estabelecida pelo Comandante Geral, a fim de man-
te-lo informado dos objetivos alcançados e de sua evolu-
ção. V - Obter informações, elaborar estudos e apresentar 
sugestões ao Comandante Geral atinentes ás atividades da 
Corporação, preparando os planos e transformando as de-
cisões em ordens aos órgãos de direção e execução. 
VI - Supervisionar a execução dos planos e das ordens 
e tomar as providências neceisárias a realização dos objeti-
vos da Polícia Militar. 
VII - Elaborar. observando os preceitos regulamenta-
res, ordens de serviço e instrução a serem baixadas pelo 
Comandante Geral, determinando os pormenores de or-
ganização. disciplina e execução de todas as atividades da 
Corporação. 
Artigo 22 - Compete ao Chefe do Estado Maior da 
Polícia Militar (Ch EM): 
I - Supervisionar, dirigir e coordenar os trabalhos do 
Comando Geral da Polícia Militar venficando as atividades 
de seus órgãos, suas relações entre si, e entre os órgãos de 
direção setorial, apoio e execução. 
II - Determinar os implementos ao fiel cumprimento 
das decisões do Comandante Geral. 
III - Dar conhecimento às Diretorias, Ajudância Geral, 
Comandos de Policiamento da Capital e Interior e do Cor-
po de Bombeiros, das decisões do Comandante Geral 
IV - Assegurar-se de que as instruções expedidas este-
jam sendo cumpridas de acordo com os objetivos da Cor-
poração. 
V - Examinar relatórios do Estado Maior que devam ser 
apresentados ao Comandante Geral. 
VI - Mandar publicar, pela PM/2, os boletins reserva-
dos do Comandante Geral. 
VII - Acumular as funções de Subcomandante da Po-
lícia Militar. 
VIII - Classificar e transferir Capitães e Tenentes que 
não estejam em função de Comando ou Chefia de Organi-
zação Policial Militar (OPM). 
IX - Exercer outros encargos previstos em leis e regu-
lamentos. 
Artigo 23 - Compete ao Subchefe do Estado Maior da 
Polícia Militar: 
I - Dirigir e coordenar as Seções do Estado Maior. 
II - Coordenar a elaboração de planos e ordens. 
III - Classificar e transferir praças, nos termos da legis-
lação e instruções em vigor, de acordo com as diretrizes do 
Comandante Geral. 
IV - Coordenar a organização de planos e estudos, a 
fim de acompanhar a evolução técnica do policiamento. 
V - Coordenar o exame de fatos e ocorrências que afe-
tem os objetivos da Corporação, propondo cursos de ação 
ao Chefe do Estado Maior. 
VI - Coordenar a elaboração do Relatório Anual da Po-
licia Militar. 
VII - Outros encargos que lhe forem atribuidos pelo 
Comandante Geral ou pelo Chefe do Estado Maior. 
Artigo 24 - A 1.ª Seção do Estado Maior da Policia 
Militar (PM/1), é responsável pelo assessoramento do Co-
mandante Geral, em assuntos de politica de pessoal, estu-
do e planejamento de efetivos e legislação. das atividades 
da Corporação. sendo-lhe atribuído: 
I - Elaborar os ítens dos Planos e das ordens do Co-
mandante Geral, no que concerne às suas atribuições. 
II - Elaborar estudos sobre a politica de pessoal. 
III - Manter atualizada a distribuição dos efetivos, nos 
Quadros da Organização (QO) existentes. 
IV - Elaborar as propostas de alteração de pessoal dos 
QO. 
V - Elaborar planossobre: 
a) - quotas de terms, licenças e dispensas; 
b) - quotas de afastamentos para cursos não compul-
sórios da Corporação; 
c) - recompletamento de efetivos. 
VI - Obter informes e sumários de pessoal para a pre-
paração dos planos que lhe competirem. 
VII - Cuidar dos assunto relativos ao moral da tropa. 
VIII - Elaborar normas relativas a inclusao, seleção, 
classificação, movimentação e exclusão referentes a pes-
soal civil e militar da Corporação. 
IX - Elaborar o Estudo de Situação relativo a forma-
ção, aperfeiçoamento e especializar, de pessoal da Policia 
Militar. 
X - Elaborar em coordenação com os demais Órgãos, 
toda a legislação lação necessaria a Policia Militar 
XI - Coordenar, supervisionar e controlar os planos e 
ordens relatives a pessoal da Corporação. 
Artigo 25 - Compete ao Chefe da la Seção do Estado-
-Maior da Policia Militar (PM-1): 
I - Assessorar o Comandante Geral, em todos os assun-
tos relativos a pessoal. 
II - Administrar as atividades da Seção. 
III - Dirigir, orientar e coordenar os assuntos pertinen-
tes a Seção. 
IV - Praticar todos os atos e medidas necessárias ao 
funcionamento da Seção. 
V - Estudar e propor ao Chefe do Estado Maior, medi-
das que Die escapem a competência. 
VI - Apresentar sumários e relatórios de pessoal. 
VII - Coordenar a coleta e elaboração de dados sobre 
a situação efetivos. 
VIII - Coordenar estudos sobre a atualização e o de-
senvolvimento do Quadro de Organização (QO). 
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
IX - Avaliar a execução dos planos e ordens baixados 
pelo Comandante Geral, no que se refere a pessoal. 
X - Manter estreita ligação com a Diretoria de Pessoal, 
Diretoria de Ensino e P|1 das OPM, visando o aperfeiçoa-
mento das atividades do sistema. 
XI - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral ou pelo Chefe do Estado Maior. 
Artigo 26 - A 2.ª Seção do Estado Maior da Policia 
Militar (PM(2) e o órgão de Informações, dentro da estru-
tura da Policia Militar. Cabe-lhe, assim orientar. coordenar 
e supervisionar todas as atividades de Informações e Con-
traInformações dentro da orientação fixada pelo Comando 
Geral, que levará em conta suas próprias necessidades e as 
determinações dos Comandos Militares da Area, nas res-
pectivas areas de jurisdição, bem como da Secretaria da 
Seguranga Pública, sendo-lhe atribuido: 
I - Elaborar os itens dos planos e das ordens do Co-
mandante Geral, no que concerne as suas atribuições. 
II - Conhecer e acompanhar a evolução da conjuntura 
estadual no campo policial militar, produzindo informag-
des de nível adequado ao acionamento dos meios pelo 
Comandante Geral, de acordo com os interesses e as de-
terminações dessa autoridade. 
III - Conhecer e acompanhar a evolução da conjun-
tura estadual nos diversos campos, segundo o interesse e 
determinações do Exercito e da Secretaria da Segurança 
Publica. 
IV - Orientar e realizar a busca de Informes, avaliar, ana-
lisar, integrar e interpretar para o Comando Geral os dados 
conhecidos, difundindo as informações produzidas para: 
a) Governo do Estado; 
b) Secretaria da Segurança Publica; 
c) Agendas do Sistema de Informações de Exercito, 
conforme estiver previsto no Piano de Informações do 
Grande Comando da Área; 
d) Entidades subordinadas. quando for o caso. 
V - Estabelecer e assegurar os necessaries entendi-
mentos e ligações com a Comunidade de Informações 
existente na area, visando, particularmente, intercambio de 
Informações. 
VI - Conduzir a instrução de informações de acordo 
com as Diretrizes Gerais de Instrução da IGPM e da Policia 
Militar e o acionamento Informações conforme orientação 
dos Comandos Militares responsaveis na área;
VII - Realizar a seleção de informações da Corporação. 
VIII - Estabelecer, orientar, coordenar e fazer executar 
as medidas de Contra-Indicação. 
IX - Prestar apoio tecnico, material e financeiro as su-
bagências de Informações subordinadas. 
X - Promover reunioes periodicas dos P|2 e Oficiais de 
Informações da PM|2 e das OPM subordinadas, de acordo 
com determinações do Comandante Geral. 
XI - Elaborar sumarios e relatorios de Informações. 
XII - Manter em dia a relação e as fichas do pessoal de 
Informações da PM|2 e das OPM subordinadas. 
XIII - Coordenar. controlar e fiscalizar a produção das 
subagendas. 
XIV - Organizar e manter um sistema de arquivo sigi-
loso. 
XV - Manter um atualizado controle da situação poli-
cial do Estado, identlficando as areas de incidencia de cri-
mes e contravenções, perturbações da Ordem publica ou 
sua iminência. 
XVI - Organizar, manter e prover a mapoteca necessa-
na ao servico operacional da Corporação. 
XVII - Assessorar diretamente os Comandos do CPC, 
CPI e CCB, no que concerne as suas atribuições. 
Artigo 27 - Compete ao Chefe da 2.ª Seção do Estado 
Maior da Policia Militar (PM|2): 
I - Administrar as atividades da Seção. 
II - Orientar, coordenar e supervisionar todas as ati-
vidades de Informag6es e Contra-Informações, dentro da 
Policia Militar. 
III - Manter ligações técnicas de Informações com as 
subagências, Órgãos de busca da estrutura de informações 
da Policia Militar e com outros órgãos da Comunidade de 
Informações. 
IV - Manter o Comandante Geral da Policia Militar cons-
tantemente informado de todos os fatos, informes e informa-
ções, que digam respeito ao emprego da Policia Militar e as 
responsabilidades de Informações e Contra-In. formações atri-
buidas pelo Exercito e pela Secretaria da Seguranga Publica. 
V - Elaborar o Piano de Informações da Policia Militar. 
VI - Estar constantemente a par da produtividade das 
subagências, tomando as medidas necessárias para a me-
lhoria da eficiência das mesmas. 
VII - Analisar e aprovar os processos de recrutamente 
de agentes credenciados. 
VIII - Promover reuniões periódicas com os Chefes das 
SubsegOes e com os Chefes das P|2. 
IX - Difundir para as Unidades, repartições e estabe-
lecimentos, documentos que, por sua natureza, possam 
servir de subsidies para a instrução dos quadros e da tropa. 
X - Propor a realização de cursos praticos e objetivos 
de tecnica de Informação. 
XI - Analisar e opinar sobre os pianos de seguranga 
dos aquartelamentos, especialmente no que se refere as 
medidas de seguranga contra roubo de armas e munições. 
XII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral ou pelo Chefe do Estado Maior. 
Artigo 28 - A 3.ª Seção do Estado Maior da Policia Mi-
litar (PM|3), é respossável pelo assessoramento do Coman-
dante Geral em assuntos pertinentes à organização, instru-
ção, ensino e operações, sendo-lhe atribuido: 
I - Elaborar os itens dos pianos e das ordens do Co-
mandante Geral, no que concerne as suas atribuições. 
II - Acompanhar a evolução tecnica do policiamento 
em todo o Estado 
III - Elaborar o Plano Geral de Policiamento Ostensivo 
do Estado e o Plano de Policiamento Ostensivo Integrado 
da Região Metropolitana da Capital, no que concerne as 
suas atribuições. 
IV - Elaborar os pianos preconizados nas DGEI1IGPM, 
no que concerne as suas atribuições. 
V - Realizar pesquisas de operagões. 
VI - Planejar, coordenar e supervisionar a participação 
da Policia Militar, como um todo, em solenidades, paradas 
e desfiles. 
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LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
VII - Centrallzar o planejamento e o controle das ope-
rações que por seu vulto, importem em uma coordenação 
ao nível de Estado Maior da Policia Militar. 
VIII - Propor as normas para as ações operacionais in-
tegradas. 
IX - Coordenar a coleta e a elaboração de dados sobre 
a situação operacional. 
X - Supervisionar e avaliar a execução dos pianos ope-
racionais aprovados pelo Comandante Geral. 
XI - Elaborar o Cerimonial Policial Militar da Corpora-
ção. - Elaborar estudos sõbre a política de instrução de ma-
nutenção da tropa. 
XIII - Propor ao Comandante Geral a relação dos Cur-
sos, Estágios e Concursos. para o ano seguinte. 
XIV - Propor a publicação de Notas de Instruçãoe Ser-
viços e outros documentos operacionais concernentes as 
suas atribuições. 
XV - Participar de estudos de organização ou reorga-
nização de Unidades e Órgãos, e proposta para alteragçõs 
no QO. 
XVI - Elaborar estudos sobre a localizaçõ de Unidades 
e Subunidades 
XVII - Elaborar e organizar as diretrizes de operações 
integradas relativas à instrução e emprego da tropa. 
Artigo 29 - Compete ao Chefe da 3.ª Seção do Estado 
Maior da Polícia Militar (PM3): 
I - Administrar as atividades da Seção. 
II - Dirigir, orientar e coordenar os assuntos pertinen-
tes à Seção. 
III - Praticar todos os atos e medidas necessários ao 
funcionamento da Seção. 
IV - Estudar e propor ao Chefe do Estado Maior, medi-
das que lhe escapem à competência. 
V - Apresentar sumários e relatórios de operações po-
liciais-militares, ensino e instrução. 
VI - Elaborar estudos visando o estabelecimento de 
normas de ação para o ensino e instrução, proporcionando 
estreita ligação entre a PM|3 a Diretoria toria de Ensino e as 
P|3 das Organizações Policiais Militares. 
VII - Expedir as normas para a elaboração das diretri-
zes gerais de ensmo pela Diretoria de Ensino. 
VIII - Coordenar a coleta e a elaboração de dados so-
bre a situação operational, de ensino e instrução. 
IX - Assessora o Comandante Geral em assuntos de 
sua atribuição e assinar os documentos expedidos pela Se-
ção. desde que autorizado. 
X - Encarregar-se do Cerimonial Policial Militar. 
XI - Avaliar a execução de planos e ordens baixados 
pelo Comandante Geral, no que se refere a operagçõs, en-
sino e instrução. 
XII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante mandante Geral ou pelo Chefe do Esta-
do Maior. 
Artigo 30 - A 4.ª Seção do Estado Maior da Policia 
Militar (PM|4) e responsável pelo assessoramento do Co-
mandante Geral, em assuntos de politica de logistica. com-
preendendo as atividades relacionadas com suprimento 
hospitalização , transporte manutenção e serviços. e na 
consolidação dos dados estatisticos da Corporação como 
um todo, sendo-lhe atribuido: 
I - Assessorar o Comandante Geral nos assuntos relati-
vos a material e suprimento. 
II - Elaborar os itens dos planos e ordens do Coman-
dante Geral no que concerne às suas atribuíções. 
III - Elaborar estudos sobre a política de material e su-
primentos. 
IV - Estabelecer gabaritos para a elaboração de planos 
de previsão, de dotação de distribuíção e de consumo de 
material púlico ou tático. 
V - Elaborar estudos sobre prioridade de distribuição 
de materiais e realização de obras, em coordenação com 
a PM3. 
VI - Elaborar estudos das necessidades adicionais da 
Corporação em apoio logistico. 
VII - Obter informes sumários de logistica para prepa-
ração de planos. 
VIII - Estabelecer normas gerais de padronização de 
suprimento e de manutenção. 
IX - Elaborar propostas de alteração dos Quadros de 
Distribuição de Material. 
X - Elaborar e propor as Diretrizes Gerais de Levanta-
mento Estatistico. 
Artigo 31 - Compete ao Chefe da 4.ª Seção do Estado 
Maior da Polícia Militar (PM4): 
I - Administrar as atividades da Seção. 
II - Dirigir, orientar e coordenar os assuntos pertinen-
tes à Seção. 
III - Praticar todos os atos e medidas necessarios ao 
funcionamento da Seção. 
IV - Estudar e propor ao Chefe do Estado Maior. medi-
das que lhe capem d competência. 
V - Propor normas gerais sobre a coleta e elaboração 
de dados sobre a situação do material e dos aquartelamen-
tos da Polícia Militar. a ser efetivado pelos demais escalões. 
VI - Coordenar estudos sobre a atualização e desenvol-
vimento do Sistema de Apoio Logístico. 
VII - Avaliar a execução dos planos baixados pelo Co-
mandante Geral no que se refere a apoio logistico. 
VIII - Propor o estabelecimento de normas gerais so-
bre dados estatisticos. 
IX - Coordenar as atividades dos Órgãos encarregados 
de consolidar os dados estatisticos aa Policia Militar. como 
um todo. 
X - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Chefe do Estado Maior. 
Artigo 32 - A 5.ª Seção do Estado Maior da Polícia Mi-
litar (PM|5) é responsável pelo, assessoramento do Coman-
dante Geral em assuntos civis da Polícia Militar, sendo-lhe 
atribuído: 
I - Elaborar os itens dos planos e ordens do Coman-
dante Geral. no que concerne as suas atribuições. 
II - Propor normas relativas à política de assuntos civis 
da Polícia Militar. 
III - Obter informes e sumários de assuntos civis. para 
preparação dos planos. 
IV - Propor normas para os demais órgãos de relações 
públicas, de ação psicologica e de ação comunitária 
V - Estruturar a Coordenação da Defesa e do Apoio 
Civil, no âmbito da Policia Militar. 
39
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
VI - Realizar programas especiais de grande vulto. 
VII - Planejai. de modo global, as atividades de assun-
tos civis e avaliar os resultados 
VIII - Orientar tecnicamente e dar apoio material aos 
demais órgãos do sistema, quando for o caso. 
IX - Promover a representação do Comandante Geral. 
X - Manter estreita ligação com os órgãos de Imprensa. 
visando a manutenção de uma imagem positiva da Corpo-
ração perante o público externo. 
XI - Coletar dados e elaborar o Histórico da Policia Mi-
litar mantendo-o atualizado. 
XII - Elaborar o Plano anua. de Assuntos Civis 
XIII - Elaborar o Cerimonia, civil e de atividades sociais 
da Policia Militar. 
Artigo 33 - Compete ao Chefe da 5.ª Segção do Esta-
do Maior da Policia Militar (PM-5): 
I - Assessorar o Comandante Geral em assuntos civis. 
II - Administrar as atividades da Seção 
III - Dirigir. orientar e coordenar os assuntos pertinen-
tes à Seção. 
IV - Encarregar-se do Cerimonial civil e atividades so-
ciais da Policia Militar 
V - Praticar todos os atos medidas necessaáios ao fun-
cionamento da Seção. 
VI - Estudar e propor ao Chefe do Estado Maior as me-
didas que lhe escapem a competência. 
VII - Responsabilizar-se pelo trabalho da Sala de Im-
prensa 
VIII - Apresentar sumários relatórios de assuntos civis. 
IX - Elaborar estudos visando o estabelecimento de 
normas e instruções para os assuntos civis, propiciando 
estreita ligação entre a PM-5 e as P-5 das ‘Organizações 
Policiais Militares. 
X - Coordenar a coleta e elaboração de dados sobre 
assuntos civis , em particular sobre a situação do subsiste-
ma de ação psicológica no que respeita ao público interno 
e externo. 
XI - Promover a representação do Comandante Geral. 
XII - Elaborar as normas de cerimonial civil para visitas 
receções, palestras e conterências. 
XIII - Manter estreita ligação com os órgãos de Im-
prensa e divulgação 
XIV - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante geral ou pelo Crete do Estado Maior 
Artigo 34 - A 6.ª Seção do Estado Maior da Policia Mi-
litar (PM-6) e responsável pelo assessoramento do Coman-
dante Geral, em assuntos de planejamento administrativo 
e orçamentário, sendo-lhe atribuído: 
I - Elaborar as diretrizes relativas à proposta orçamen-
tária da Policia Militar. 
II - Estudar e propor medidas de organização e meto-
dos administrativos. 
III - Acompanhar a evolução proportional dos Orça-
mentos do Estado e da Policia Militar. 
IV - Elaborar as diretrizes de ação do Comandante Ge-
ral, no que concerne às suas atribuições. 
V - Avaliar a execução orçamentária tendo em vista os 
objetivos da Corporação. 
VI - Obter dados e sumários que interessem à elabora-
ção da proposta orçamentária. 
VII - Elaborar o Estudo Continuado de Situação dos 
sistemas administrativos, propondo normas de aperfeiçoa-
mento. 
VIII - Analisar e propor as normas nção operativas de 
procedimentos administrativos. 
IX - Coordenar a elaboração do Plano Diretor da Polícia 
Militar. 
X - Manter estreita ligação com a Diretoria de Finanças, 
na elaboração de normas relativas às atividades orçamen-
tárias da Polícia Militar. 
XI - Manter estreita ligação com a Diretoria de Apoio 
Logístico. na elaboração de normas relativas à evoluçã ad-
ministrativaligada ao processamento eletrônico de dados 
e outros. 
Artigo 35 - Compete ao Chete da 6.ª Seção do Estado 
Maior da Polícia Militar (PM-6): 
I - Assessorar o Comandante Geral nos assuntos relati-
vos a planejamentos administrativos e orçamentários. 
II - Administrar as atividades da Seção 
III - Dirigir, orientar e coordenar os assuntos pertinen-
tes à Seção. 
IV - Praticar todos os atos e medidas necessários ao 
funcionamento da Seção. 
V - Estudar e propor ao Chefe do Estado Maior. medi-
das que lhe escapem à competência. 
VI - Elaborar sumários e relatórios de orçamentação, 
programação orçamentária e ação administrativa do Co-
mando Geral. 
VII - Elaborar estudos visando o relacionamento da 
PM-6 com os órgãos integrantes do Sistema de Adminis-
tração Financeira e Orçamentária. 
VIII - Coordenar a coleta e a elaboração de dados so-
bre planejamento administrativo e orçamentação. 
IX - Coordena a análise de programas de finanças e 
execução orçamentária e propor linha de ação. 
X - Elaborar e coordenar estudos sobre a viabilidade 
de implantação de sistemas administrativos por processa-
mento eletrônico microfilmagem e métodos mecanizados. 
XI - Apresentar relatórios sobre a execução da progra-
mação administrativa e orçamentária. 
XII - Supervisionar a elaboração do Orçamento Con-
solidado. 
XIII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Chefe de Estado Maior. 
Artigo 36 - São atribuições da Diretoria de Apoio Lo-
gístico (DAL): 
I - Apoiar a supervisão do Comandante Geral sobre as 
atividades de logística da Policia Militar. 
II - Planejar, coordenar, fiscalizar e controlar as neces-
sidades de apoio logístico da Corporação. 
III - Propor ao Comandante Geral da Polícia Militar, 
normas sobre padronização, prioridades, distribuição e cri-
térios para os diversos materiais. 
IV - Supervisionar o controle de bens patrimoniais e 
materiais de consumo. 
V - Supervisionar a manutenção de material bélico, de 
intendência, de obras; de saúde e outros. 
40
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
VI - Coletar e fornecer ao Comandante Geral da Polícia 
Militar, sumários e relatórios sobre o estado de conserva-
ção e utilização de material e instalações. 
VII - Promover licitações para compra, obras, serviços 
e alienações. 
VIII - Controlar as requisições de material, serviços, 
transportes e obras no âmbito da Polícia Militar. 
IX - Controlar as atividades de padronização, reapro-
veitamento, controle de qualidade e disponibilidade de 
material e instalações. 
X - Proceder a inquéritos técnicos sobre acidentes com 
armamentos e veículos da Corporação. 
XI - Estudar e propor contratos e ajustes, e elaborar 
procedimentos com organizações civis e militares. 
XII - Requisitar os créditos, no âmbito da Polícia Mili-
tar, destinados a suprimento e manutenção, e efetivar os 
repassos necessários. 
XIII - Elaborar os itens para publicação no Boletim Re-
servado do Comando Geral, em assuntos de logística. 
XIV - Prover a Corporação dos serviços de processa-
mento eletrônico de dados. 
Artigo 37 - Compete ao Diretor de Apoio Logístico; 
I - Administrar as atividades da Diretoria. 
II - Planejar sobre questões do Sistema Logístico, e 
submeter ao Comandante Geral as linhas de ação para sua 
decisão. 
III - Emitir parecer em questões técnicas de apoio lo-
gístico. 
IV - Apresentar sumários e relatórios ao Comando Ge-
ral da Polícia Militar, e propor medidas de ajustamento do 
Sistema Logístico. 
V - Propor ao Comandante Geral, normas reguladoras 
e promover estudos para o aprimoramento do Sistema Lo-
gístico da Polícia Militar. 
VI - Mandar proceder a inquéritos técnicos de aciden-
tes com armamentos e veículos da Polícia Militar. 
VII - Submeter à aprovação do Comandante Geral as 
Normas Gerais de Ação da Diretoria de Apoio Logístico. 
VIII - Aprovar as Normas Gerais de Ação de seus Ór-
gãos de apoio. 
IX - Delegar atribuições de sua competência. 
X - Coordenar os serviços de análise e implantação dos 
sistemas eletrônicos de processamento de dados. 
XI - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral. 
Artigo 38 - São atribuições da Diretoria de Saúde (DS): 
I - Apoiar a supervisão do Comandante Geral sobre as 
atividades de saúde da Polícia Militar. 
II - Planejar, executar, coordenar, controlar e fiscalizar 
todas as atividades de saúde do pessoal da Corporação, e 
veterinárias de animais de propriedade da Polícia Militar. 
Artigo 39 - Compete ao Diretor de Saúde: 
I - Orientar, controlar e coordenar os trabalhos da Di-
retoria. 
II - Planejar sobre questões do Sistema de Saúde e 
submter ao Comandante Geral as linhas de ação para sua 
decisão. 
III - Assessorar o Comandante Geral em assuntos de 
saúde. 
IV - Coordenar e controlar as atividades dos órgãos de 
apoio subordinados à Diretoria de Saúde. 
V - Emitir pareceres técnicos em assuntos de saúde. 
VI - Homologar pareceres das Juntas de Saúde e em 
todos os assuntos sanitários. 
VII - Decidir os recursos que visem a constituição da 
JS-4, bem como designar seu Presidente. 
VIII - Decidir quanto a suspeição oposta pelo Presi-
dente da JS-4. 
IX - Propor ao Comandante Geral normas reguladoras e 
promover estudos para o aprimoramento do Sistema de Saúde. 
X - Propor convênios com órgãos da administração 
centralizada e descentralizada federais, estaduais, munici-
pais ou particulares referente a serviços de Saúde. 
XI - Supervisionar tecnicamente a seleção, aquisição e 
controle de material de saúde. 
XII - Supervisionar tecnicamente o recrutamento, sele-
ção e treinamento do pessoal de saúde para as suas dife-
rentes áreas. 
XIII - Propor a realização e supervisionar as atividades 
de cursos, concursos e estágios para admissão e atualiza-
ção de todo o pessoal de saúde 
XIV - Propor a contratação de pessoal de saúde. 
XV - Submeter à aprovação do Comandante Geral as 
Normas Gerais de Ação da Diretoria de Saúde. 
XVI - Aprovar as Normas Gerais de Ação de seus ór-
gãos de apoio. 
XVII - Delegar atribuições de sua competência. 
XVIII - Exercer outros encargos que lhe forem atribui-
dos pelo Comandante Geral. 
Artigo 40 - São atribuições da Diretoria de Pessoal 
(DP): 
I - Coordenar, fiscalizar, controlar e executar todas as 
atividades relacionadas com a vida funcional do pessoal 
policial-militar e civil da Corporação, mantendo registros 
individuais. 
II - Planejar, coordenar, fiscalizar, controlar e executar 
as atividades de previdência e assistência social do pessoal 
da Corporação. 
III - Coordenar, fiscalizar, controlar e executar as ati-
vidades referentes à documentação do pessoal da Polícia 
Militar. 
IV - Desenvolver os planos e baixar as ordens decor-
rentes das diretrizes da política de pessoal da Corporação. 
V - Preparar os atos de transferência para a reserva ou 
reforma de oficiais e praças. 
VI - Realizar os atos de movimentação de oficiais e pra-
ças. 
VII - Manter ligação, atraves do Comandante Geral, 
com os órgãos do Exército relacionados com o controle de 
pessoal policial militar. 
VIII - Solucionar processos e submeter à decisão do 
Comandante Geral, devidamente instruídos, os que lhe es-
capem à competência. 
IX - Manter controle do andamento dos processos e 
fiscalizar o cumprimento dos prazos. 
X - Coordenar e fiscalizar, no que lhe for atribuido, as 
atividades de seleção para ingresso na Polícia Militar e para 
admissão de pessoal civil. 
41
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
XI - Manter controle do pessoal agregado, licenciado e 
em função não prevista no QO da Polícia Militar. 
XII - Publicar anualmente os Almanaques de Oficiais e 
de Subtenentes e Sargentos. 
XIII - Apoiar materialmente a Comissão de Promoção 
de Oficiais, Comissão de Promoção de Praças e Comissão 
de Concessão de Medalhas. 
XIV - Coordenar, controlar e fiscalizar as atividades dos 
órgãos de identificação da polícia Militar. 
XV - Averbar, registrar e controlar as contagens de 
tempo do pessoal, expedindoe providenciando as respec-
tivas certidões. 
XVI - Controlar a execução dos planos de férias. 
XVII - Publicar os editais de ingresso na Corporação. 
Artigo 41 - Compete ao Diretor de Pessoal: 
I - Administrar as atividades da Diretoria. 
II - promover estudos com a finalidade de aprimorar o 
sistema de pessoal. 
III - Elaborar normas reguladoras do sistema de pes-
soal, e submetêlas à aprovação do Comandante Geral. 
IV - Apresentar sumários e relatórios de pessoal. 
V - Submeter à apreciação do Comandante Geral as 
Normas Gerais de Ação da Diretoria de Pessoal. 
VI - Delegar atribuições de sua competência. 
VII - Conceder adicional por tempo de serviço. 
VII - Expedir atos concessórios de sexta-parte dos ven-
cimentos. 
IX - Expedir títulos originários de quaisquer decretos, 
atos e portarias, bem como as respectivas apostilas decla-
ratórias de situações decorrentes de disposições legais ou 
de decisões das autoridades competentes, referentes ao 
pessoal da ativa e na inatividade. 
X - Assinar expedientes relativos aos pedidos de infor-
mações, oriundos da Assessoria Técnico Legislativa e Servi-
ço de Informações Parlamentares, relativos a pessoal. 
XI - Conceder licença-prêmio e licença para tratamen-
to de saúde. 
XII - Conceder exoneração aos policiais-militares que 
a requererem. 
XIII - Conceder alistamento aos candidatos aprovados 
pelos Órgãos respectivos. 
XIV - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral. 
Artigo 42 - São atribuições da Diretoria de Finanças (DF): 
I - Supervisionar, no âmbito da Polícia Militar, as ativi-
dades de finanças e acompanhamento orçamentário. 
II - Apoiar a supervisão do Comandante Geral sobre as 
atividades financeiras. 
III - Realizar o controle financeiro dos Fundos da Poli-
cia Militar. 
IV - Acompanhar a execução financeira e orçamentaria 
no âmbito da Polícia Militar. 
V - Distribuir os recursos orçamentários de acordo com 
o Plano de Aplicação de Recursos do Comandante Geral. 
VI - Apoiar a 6.ª Seção do Estado Maior, na consolida-
ção do Orçamento-Programa. 
VII - Executar as atribuições que lhe forem cometidas 
como integrante do Sistema de Admimstração Financeira e 
Orçamentaria do Estado. 
VIII - Receber, verificar e consolidar as prestações de 
contas. 
Artigo 43 - Compete ao Diretor de Finanças: 
I - Administrar as atividades da Diretoria. 
II - Emitir parecer em questões técnicas de finanças. 
III - Propor ao Comandante Geral medidas de ajusta-
mento do sistema de Administração Financeira e Orçamen-
tária. 
IV - Assessorar o Comandante Geral em assuntos de 
sua competência. 
V - Elaborar normas reguladoras e promover estudos 
para o aprimoramento do Sistema de Administração Finan-
ceira e Orçamentária. 
VI - Manter contato, em nome do Comandante Geral, 
com os Órgãos Centrais de Administração Financeira e Or-
çamentária, e Tribunal de Contas do Estado. 
VII - Submeter à aprovação do Comandante Geral as 
Normas Gerais de Ação da Diretoria de Finanças. 
VIII - Aprovar as Normas Gerais de Ação de seus ór-
gãos de apoio. 
IX - Delegar atribuições de sua competência. 
X - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral. 
Artigo 44 - São atribuições da Diretoria de Ensino (DE): 
I - Planejar, fiscalizar, coordenar e controlar as ativida-
des de formação de oficiais e praças. 
II - Coordenar e fiscalizar as atividades de especializa-
ção e aperfeiçoamento de oficiais e praças. 
III - Planejar, coordenar e fiscalizar as atividades des-
portivas da Corporação. 
IV - Elaborar as Diretrizes Gerais do Ensino. 
V - Expedir certificados e diplomas. 
VI - Elaborar estatísticas relativas às atividades de en-
sino e desportos. 
VII - Organizar o calendário do ano letivo e desportivo. 
VIII - Estruturar os cursos, concursos e estágios da Cor-
poração. 
IX - Coordenar a produção de recursos bibliográficos 
e meios de ensino. 
X - Promover e coordenar pesquisas e estudos relati-
vos ao aprimoramento do ensino na. Corporação. 
XI - Elaborar sumários e relatórios das atividades da 
Diretoria. 
Artigo 45 - Compete ao Diretor de Ensino: 
I - Administrar as atividades da Diretoria. 
II - Dirigir, orientar e coordenar técnicamente as ativi-
dades de Ensino e Desportivas na Polícia Militar. 
III - Assessorar o Comandante Geral em assuntos de 
sua competência. 
IV - Apresentar relatórios e sumários das atividades de 
ensino da Diretoria. 
V - Propor a contratação de professores e assistentes 
de professor, para os cursos, concursos e estágios. 
VI - Submeter ao Comandante Geral as Normas Gerais 
de Ação da Diretoria. 
VII - Aprovar as Normas Gerais de Ação dos seus ór-
gãos de apoio. 
VIII - Propor a realização de cursos e estágios de inte-
resse da Corporação. 
42
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
IX - Propor as normas necessárias à realização dos 
cursos e concursos relativos à formação, especialização e 
aperfeiçoamento de oficiais e praças. 
X - Delegar atribuições de sua competência. 
XI - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral. 
Artigo 46 - A Ajudância Geral (AG) realiza as funções 
de apoio administrativo às atividades do Comando Geral 
e de apoio em serviços e segurança do Quartel General, 
sendo-lhe atribuído: 
I - Executar trabalhos de Secretaria, incluindo corres-
pondência, correio, protocolo geral, arquivo geral, boletim 
geral e outros. 
II - Realizar o apoio de praças a todos os órgãos do 
Comando Geral. 
III - Executar a Administração Financeira, manter o al-
moxarifado e realizar aprovisionamento do Quartel Gene-
ral. 
IV - Elaborar os itens para publicação no Boletim Re-
servado do Comando Geral, nos assuntos da competência 
da Ajudância Geral 
V - Executar a segurança e serviços gerais do Quartel 
General. 
VI - Executar os serviços de embarque. 
VII - Prover a alimentação do pessoal do Quartel Ge-
neral. 
VIII - Assegurar o apoio religioso à Corporação. 
Artigo 47 - Compete ao Ajudante Geral: 
I - Ordenar as despesas do Comandante Geral. 
II - Supervisionar os trabalhos de secretaria, incluindo: 
a) e recebimento, preparo e expedição da correspon-
dência do Comandante Geral; 
b) o encaminhamento aos órgãos do Comando Geral 
dos documentos que exijam pareceres e informações, ou 
dos quais se lhes deva dar conhecimento; e 
c) o recebimento e expedição da correspondência aos 
órgãos do Comando Geral. 
III - Supervisionar as atividades do Arquivo Geral da 
Corporação, do Arquivo do Quartel General e de microfil-
magem de documentos 
IV - Administrar, coordenar e controlar o pessoal do 
Quartel General. 
V - Prever e prover os órgãos do Quartel General, dos 
materiais necessários ao seu funcionamento. 
VI - Exercer a administração interna do Quarte General. 
VII - Assegurar a disciplina no Quartel General e regu-
laridade dos serviços internos e gerais. 
VIII - Organizar a segurança do Quartel General 
IX - Autorizar o fornecimento de certidões expedidas 
pelo Arquivo Geral. 
X - Autorizar o atendimento a requisições de embar-
que. 
XI - Coordenar as providências administrativas relati-
vas a atos solenes do Quartel General, em apoio à 5.ª Seção 
do Estado Maior. 
XII - Providenciar a publicação dos despachos e ordens 
emanadas do Comandante Geral, do Estado Maior, das Di-
retorias e da própria Ajudância Geral, bem como assuntos 
de interesse geral da Corporação, no Boletim Geral. 
XIII - Submeter à aprovação do Comandante Geral as 
Normas Gerais de Ação da Ajudância Geral. 
XIV - Delegar atribuições de sua competência. 
XV - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral. 
Artigo 48 - As Comissões de Promoções de Oficiais 
(CPO) e de Promoções de Praças (CPP) estão reguladas por 
legislação especial. 
Artigo 49 - A Comissão de Organização e Métodos 
(COM), de caráter permanente, é presidida pelo Subchefe 
do Estado Maior e constituida por 1 (um) oficial represen-
tante de cada Seção do Estado Maior da Polícia Militar, Di-
retorias e Divisão de Processamento de Dados.Artigo 50 - A Comissão de Organização e Métodos 
(COM), auxilia o Comandante Geral em suas decisões, em 
assuntos relacionados com a análise, revisão, implantação 
e reforma dos sistemas de administração, visando har-
momzálos e aperfeiçoá-los, sendo-lhe atribuido: 
I - Estudar, analisar e propor normas de administração, 
com base na legislação aplicável à Polícia Militar. 
II - Propor a adoção de normas para o aperfeiçoamen-
to dos sistemas administrativos da Corporação. 
III - Ligar-se com órgãos afins, fora da Corporação, 
mantendo intercâmbio de conhecimentos administrativos. 
IV - Elaborar e submeter à aprovação do Comandante 
Geral suas Normas Gerais de Ação. 
V - Apoiar os órgãos de administração financeira, de 
pessoal e de material, nos assuntos relacionados com roti-
nas e procedimentos administrativos . 
VI - Manter arquivo, fichário e bibliografia específica. 
VII - Realizar estudos, análises, propostas e pareceres 
que lhes forem determinados pelo Comandante Geral ou 
pelo Chefe do Estado Maior. 
Artigo 51 - As Assessorias (Ass) serão constituídas, 
eventualmente por ordem do Comandante Geral, com a 
finalidade de realizar estudos relativos a assuntos técnicos 
ou especializados, e terão as atribuições que lhes forem 
determinadas. 
Artigo 52 - A Consultoria Jurídica (CJ) tem por fina-
lidade prestar assistencia juridica ao Comandante Geral e 
emitir pareceres em processos que por ele sejam encami-
nhados sendo-lhe atribuído: 
I - Emitir pareceres em processos que lhe forem enca-
minhados pelo Comandante Geral. 
II - Fazer, por determinação do Comandante Geral, a 
exegese de quaisquer textos legais concernentes à Policia 
Militar do Estado de São Paulo. 
III - A elaboração de anteprojetos de leis, decretos, 
portarias, avisos, resoluções e atos internos, quando deter-
minados pelo Comandante Geral. 
IV - Manter o intercâmbio cultural, administrativo e 
técnico com órgãos e repartições congêneres do Estado. 
V - Acompanhar processos de interesse primordial 
para a Corporação, a critério do Comandante Geral. 
VI - Dar assistência jurídica às unidades e outros ór-
gãos da Corporação sempre através da anuência expressa 
do Comandante Geral, em cada caso particular. 
Artigo 53 - Compete do Chefe da Consultoria Jurídica 
(CJ): 
43
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
I - Administrar as atividades relativas à Consultoria Jus-
rídica. 
II - O estudo pessoal de processos que envolvam in-
teresse jurídico e normativo para a Administração, ofere-
cendo, quando solicitado, anteprojetos ou minutas de atos 
oficiais que formalizem soluções ao Comando. 
III - Determinar as providências de caráter subsidiário 
às informações solicitadas pelos órgãos do Poder Judiciário 
e Procuradoria Geral do Estado. 
IV - Preparar e selecionar o material necessário à de-
fesa dos interesses da Corporação nas demandas judiciais 
em que esta for envolvida, ainda que indiretamente, em 
ambas as instâncias, Conselhos de Justificação, Conselhos 
de Disciplina, Inquéritos Policiais Militares, sindicâncias re-
gulares e sindicancias cias com veículos oficiais, cuja solu-
ção seja de competência privativa do Comandante Geral. 
V - O estudo pessoal da legislação especifica e espe-
cial da Policia Militar, oferecendo, por sua iniciativa própria 
sugestões e indicações ao Comandante Geral ou a outros 
interessados, com anuência da referida autoridade. 
VI - Participar, com aquiescência do Comandante Ge-
ral, de Comissões e Grupos de Trabalho encarregados de 
estudos e projetos de natureza legal ou administrativa. 
VII - Preparar expediente à Justiça Militar, solicitando 
pareceres em matéria de direito criminal. 
VIII - Assinar o expediente da Consultoria Jurídica, ex-
terno, exceto o que for de competência privativa do Co-
mandante Geral, ou por ele avocado. 
IX - Organizar fichário de jurisprudência relativa a direi-
to admnistrativo, penal, processual penal e constitutional. 
X - Manter biblioteca técnico-jurídica e assinatura de 
revistas especializadas em direito público. 
XI - Manter fichário de legislação e atos oficiais fede-
rais e estaduais, que apresentem interesse à Corporação, a 
seu critério. 
XII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral. 
SEÇÃO II 
Dos Órgãos de Apoio 
Artigo 54 - O Centro de Suprimento e Manutenção 
(CSM) é o órgão de apoio responsável perante o Diretor de 
Apoio Logístico, pela execução das atividades de recebi-
mento, depósito, distribuição, e manutenção dos materiais 
que lhe forem atribuidos, de acordo com as Diretrizes e po-
lítica baixadas pelo Comando Geral, podendo ser respon-
sável pela aquisição de materiais, contratação de serviços e 
controle imediato do emprego dos itens fornecidos e dos 
serviços executados, sendo-lhe atribuido: 
I - Executar as atividades de suprimento e manutenção 
que lhe forem designadas, na forma prevista pela regula-
mentação da cadeia de suprimento que integrar. 
II - Manter registro de estoques, na forma prevista na 
regulamentação pertinente. 
III - Manter cadastro e registro do material que lhe for 
atribuido, para fins de controle patrimonial e de consumo. 
IV - Manter controle e manutenção preventiva e correti-
va, consumo e custos, relativos ao material de sua atribuição. 
V - Manter registro de preços, fornecedores, contra-
tantes, padronização de materiais e serviços e outros que 
lhe sejam determinados. 
VI - Elaborar relatórios e sumários de apoio logístico, 
conforme determinado pela Diretoria de Apoio Logístico 
VII - Controlar a qualidade dos materiais adquiridos e 
dos serviços prestados. 
VIII - Controlar a execução de serviços de montagem, 
construção, manutenção e substituição, executados por 
terceiros. 
Artigo 55 - Compete ao Chefe do Centro de Supri-
mento e Manutenção: 
I - Administrar todas as atividades do Centro. 
II - Cumprir e fazer cumprir diretrizes, política, planos e 
ordens do Comando Geral, particularmente os relativos ao 
suprimento, guarda, utilização e manutenção dos materiais 
que lhe forem atribuídos 
III - Praticar os atos previstos na legislação referente à 
administração financeira e orçamentária, de material e de 
transportes, que lhe forem atribuidos. 
IV - Supervisionar as atividades de logística desenvol-
vidas pelos usuários de materiais. 
V - Apoiar tecnicamente a supervisão do Comando Ge-
ral, em assuntos de logística, quando determinado. 
VI - Propor ao Diretor de Apoio Logístico os planos 
de aplicação física de recursos relativos ao suprimento e à 
manutenção de materiais de sua atribuição. 
VII - Submeter à aprovação do Diretor de Apoio Logís-
tico as Normas Gerais de Ação de seu Centro de Suprimen-
to e Manutenção. 
VIII - Autorizar o fornecimento de materiais e serviços, 
previstos no piano de aplicação fisica de recursos aprovado 
pelo Comando Geral. 
IX - Propor ao Diretor de Apoio Logistico medidas 
tendentes a aprimorar a cadeia de suprimento, a padroni-
zação, o controle e as atividades de apoio logistieo, parti-
cularmente daquelas relativas ao material que lhe for atri-
buído. 
X - Exercer outros encargos que lhe sejam atribuídos 
pelo Comandante. Geral ou pelo Diretor de Apoio Logis-
tico. 
Artigo 56 - O Centro de Finanças (C Fin), subordinado 
à Diretoria de Finanças, e o órgão do sistema de Adminis-
tração Fmanceira e Orçamentária da Corporação, respon-
sável pelo apoio a Diretoria de Finanças na execução das 
atividades de controle financeiro e orçamentário sendo-lhe 
atribuído: 
I - Apoiar a Diretoria de Finanças no controle e acom-
panhamento das atividades financeiras e orçamentárias da 
Polícia Militar. 
II - Controlar e efetuar o saque de vencimentos e van-
tagens para pessoal ativô e inativo, exceto na fase de pro-
cessamento eletrônico de dados, segundo as leis em vigor. 
III - Propor ao Diretor de Finanças medidas tendentes 
a aprimorar o Sistema de Administração Financeira e Orça-
mentária da Policia Militar. 
IV - Manter registro atualizado dos recursos dotados, 
empenhados, despendidose disponíveis na forma prevista 
na legislação e regulamentação pertinentes. 
44
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
V - Apoiar tecnicamente a Diretoria de Finanças. 
VI - Gerir os recursos que lhe forem atribuídos. 
Artigo 57 - No exercício de suas funções, além de ou-
tras atribuições previstas em leis e regulamentos, compete 
ao Chefe do Centro de Finanças: 
I - Administrar todas as atividades do Centro de Finan-
ças. 
II - Apreseatar ao Diretor de Finanças relatórios e su-
mários financeiros e orçamentários. 
III - Elaborar e propor medidas relativas ao controle, 
fiscalização e execução das atividades financeiras e orça-
mentárias da Corporação. 
IV - Autorizar o saque de vencimentos e vantagens de 
pessoal ativo e inativo, nos termos da legislação vigente. 
V - Assessorar o Diretor de Finanças em assuntos de 
sua atribuição, 
VI - Ligar-se diretamente com outros órgãos de despe-
sa, quando autorizado. 
VII - Gerir os recursos distribuídos ao Centro de Finan-
ças. 
VIII - Exercer a competência que lhe for atribuida pela 
legislação que regula o Sistema Financeiro e Orçamentário 
do Estado. 
IX - Exercer outros encargos que lhes forem atribuidos 
pelo Comandante Geral ou pelo Diretor de Finanças. 
Artigo 58 - A Academia de Polícia Militar (APM), su-
bordinada à Diretoria de Ensino é o órgão de apoio do Sis-
tema de Ensino responsável pelas atividades de formação, 
aperfeiçoamento e especialização de Oficiais da Polícia Mi-
litar, sendo-lhe atribuído: 
I - Executar as atividades de formação e aperfeiçoa-
mento de Oficiais da Corporação, inclusive os de seleção 
para os cursos realizados na Academia. 
II - Executar as atividades de especialização de Oficiais 
que lhe forem atribuídas pelo Comando Geral. 
III - Elaborar os itens do Plano Geral de Ensino que lhe 
forem atribuídos. 
IV - Elaborar os programas e planos de ensino dos cur-
sos a serem realizados na Academia de Policia Militar, para 
aprovação pelo Diretor de Ensino. 
V - Propor a designação e dispensa de instrutores e 
auxiliares de instrutor. 
VI - Propor a nomeação e dispensa de professores e 
assistentes de professor. 
VII - Propor a Diretoria de Ensino, medidas tendentes 
a aprimorar o Sistema de Ensino da Corporação, mormen-
te no que diz respeito a formação e aperfeiçoamento de 
Oficiais 
VIII - Manter registro das atividades escolares desen-
volvidas, por curso e por aluno. 
IX - Apoiar a Diretoria de Ensino em assuntos de suas 
atribuições. 
X - Elaborar e submeter à aprovação do Diretor de En-
sino o Regulamento da Academia de Policia Militar e suas 
normas Gerais de Ação. 
Artigo 59 - No exercício de suas funções, além de ou-
tras atribuições previstas em regulamentos compete ao 
Comandante da Academia de Polícia Militar: 
I - Administrar todas as atividades da Academia. 
II - Expedir diplomas e certificados, na forma prevista 
na regulamentação pertinente 
III - Efetivar a matrícula, a aprovação, a reprovação, o 
desligamento e outros atos da vida escolar dos Alunos em 
formação na Academia de Polícia Militar com o referendo 
do Diretor de Ensino, por delegação do Comandante Geral. 
IV - Praticar os atos cuja competência lhe seja atribuída 
pelo Regulamento da Academia de Polícia Militar ou pelas 
Normas Gerais de Ação da Academia de Policia Militar. 
V - Assessorar o Diretor de Ensino nos assuntos rela-
tivos à seleção, formação e aperfeiçoamento de Oficiais. 
VI - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Diretor de Ensino. 
Artigo 60 - A Escola de Educação Física (EEF), subordi-
nada à Diretoria de Ensino e o órgão de apoio do Sistema 
de Ensino, responsável perante o Diretor de Ensino pela 
execução das atividades de especialização, em Educação 
Física e Desportos, do pessoal da Corporação. Colabora, na 
parte especializada, com o órgão de Alistamento, Recru-
tamento e Seleção da Polícia Militar, sendo-lhe atribuido: 
I - Executar as atividades de especialização em Educa-
ção Física e Desportos para Oficiais e Praças. 
II - Colaborar no processo de Alistamento, Recruta-
mento e Seleção. 
III - Elaborar os itens do Plano Geral de Ensino que lhe 
forem atribuídos. 
IV - Elaborar os programas e planos de ensino dos cur-
sos a serem realizados aa Escola de Educação Física para 
aprovação pelo Diretor de Ensino. 
V - Propor a designação e dispensa de instrutores e au-
xiliares de instrutor professores e assistentes de professor. 
VI - Propor a Diretoria de Ensino medidas tendentes a 
aprimorar o Sistema de Ensino na área de suas atribuições. 
VII - Manter registro das atividades escolares desen-
volvidas na Escola de Educação Física, por curso e por alu-
no. 
VIII - Apoiar a Diretoria de Ensino em assuntos de suas 
atribuições e a realização das provas desportivas previstas 
pelo Comando Geral. 
IX - Elaborar e submeter à aprovação do Diretor de 
Ensino, o Regulamento da Escola de Educação Física e as 
suas Normas Gerais de Ação. 
Artigo 61 - No exercício de suas funções, ao Coman-
dante da Escola de Educação Física, além de outras atri-
buies previstas em leis e regulamentos, compete: 
I - Administrar todas as atividades da Escola de Edu-
cação Física. 
II - Expedir diplomas e certificados, na forma prevista 
na regulamentação pertinente. 
III - Efetivar a matrícula, a aprovação, a reprovação, o 
desligamento to e outros atos da vida escolar dos alunos 
em especialização na Escola de Educação Física, com o re-
ferendo do Diretor de Ensino, por delegação do Coman-
dante Geral. 
IV - Praticar os atos cuja competência lhe seja atribuída 
pelo Regulamento da Escola de Educação Física e por suas 
Normas Gerais de Ação. 
V - Assessorar o Diretor de Ensino nos assuntos de 
suas atribuições. 
45
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
VI - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante 
Artigo 62 - O Centro de Formação e Aperfeiçoamen-
to de Praças (CFAP), subordinado à Diretoria de Ensino, é 
o órgão de apoio do Sistema de Ensino responsável, pe-
rante o Diretor de Ensino, pela execução das atividades 
de formação aperfeiçoamento e especialização de Praças, 
Apoia a Diretoria de Ensino no controle, na coordenação 
e na fiscalização dos estabelecimentos de ensino subordi-
nados bordinados: Escola de Formação e Aperfeiçoamento 
de Graduados (EsFAG), Escola de Especialização de Praças 
(EsEP) e Núcleos de Formação de Soldados (NFSd). Centra-
liza as atividades comuns aos estabelecimentos de ensino 
subordinados, sendo-lhe atribuido: 
I - Controlar, coordenar e fiscalizar a execução das ati-
vidades de formação, aperfeiçoamento e especialização de 
Praças, pelos estabelecimentos de ensino subordinados ao 
Centro. 
II - Elaborar os itens do Plano Geral de Ensino que lhe 
forem atribuídos. 
III - Centralizar as atividades comuns aos estabeleci-
mentos de ensino subordinados ao Centro. 
IV - Elaborar os programas e planos de ensino dos cur-
sos realizados nos estabelecimentos de ensino subordina-
dos, para aprovação pelo Diretor de Ensino. 
V - Propor a designação e dispensa de instrutores e au-
xiliares de instrutor, professores e assistentes de professor. 
VI - Colaborar na seleção de candidatos aos cursos 
realizados nos estabelecimentos de ensino subordinados 
ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças. 
VII - Propor à Diretoria de Ensino medidas tendentes 
a aprimorar o Sistema de Ensino, no que diz respeito à for-
mação, especialização e aperfeiçoamento de Praças. 
VIII - Manter registros das atividades escolares desen-
volvidas nos estabelecimentos de ensino subordinados, 
por curso e por aluno. 
IX - Apoiar a Diretoria de Ensino nos assuntos de suas 
atribuições. 
X - Elaborar e submeter à aprovação do Diretor de En-
sino, o Regulamento do Centro de Formação e Aperfeiçoa-
mento de Praças e as Normas Gerais de Ação do Centro, 
da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Graduados, 
da Escola de Especialização de Praças e dos Núcleos de 
Formação de Soldados. 
Artigo 63 - No exercício de suas funções,compete ao 
Comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento 
de Praças, além de outras atribuições previstas em leis e 
regulamentos: 
I - Administrar todas as atividades do Centro de For-
mação e Aperfeiçoamento de Praças. 
II - Expedir diplomas e certificados na forma prevista 
na regulamentação pertinente. 
III - Efetivar a matrícula, a aprovação, a reprovação, o 
desligamento e outros atos da vida escolar dos alunos em 
formação, aperfeiçoamento ou especialização nos estabe-
lecimentos de ensino subordinados, mediante propostas 
dos respectivos Comandantes de Escola ou Unidade sede 
de Núcleo de Formação de Soldados, com o referendo do 
Diretor de Ensino, por delegação do Comandante Geral. 
IV - Praticar os atos cuja competência lhe seja atribuída 
pelo Regulamento do Centro de Formação e Aperfeiçoa-
mento de Praças ou pelas Normas Gerais de Ação ao Cen-
tro, da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Gradua-
do, da Escola de Especialização de Praças e dos Núcleos de 
Formação de Soldados. 
V - Assessorar o Diretor de Ensino nos assuntos re-
lativos à formação, aperfeiçoamento e especialização de 
Praças. 
VI - Apoiar a Diretoria de Ensino no controle, na fisca-
lização e na coordenação dos estabelecimentos de ensino 
subordinados ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento 
de Praças. 
VII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral ou pelo Diretor de Ensino. 
Artigo 64 - O Centro Médico (C Méd), subordinado à 
Diretoria de Saúde, é o órgão de apoio do Sistema de Saú-
de, responsável, perante o Diretor de Saúde, pela execução 
das atividades de assistência médico-cirúrgica e sanitárias 
Corporação. Colabora com o Órgão de Recrutamento, Alis-
tamento e Seleção, na parte relativa aos exames médicos, e 
com o Sistema de Pessoal, quando da realização de Juntas 
de Saúde, sendo-lhe atribuído: 
I - Executar as atividades médico-cirúrgicas e sanitárias 
na Polícia Militar. 
II - Coordenar, controlar e fiscalizar as atividades mé-
dicas desenvolvidas nos órgãos subordinados ao Centro 
Médico: Hospital da Polícia Militar (HPM), Juntas de Saúde 
(JS) e Formações Sanitárias (FS). 
III - Controlar, coordenar e fiscalizar as atividades mé-
dico-veterinárias rinárias desenvolvidas nas Formações Ve-
terinárias. 
IV - Propor à Diretoria de Saúde a admissão de espe-
cialistas em medicina e enfermagem, nas formas previstas 
nas leis e regulamentos pertinentes, colaborando nos pro-
cessos de seleção desses profissionais. 
V - Propor à Diretoria de Saúde medidas tendentes a 
aprimorar o Sistema de Saúde da Corporação. 
VI - Assessorar a Diretoria de Saúde em assuntos sa-
nitários. 
VII - assessorar a Diretoria de Apoio Logístico, quando 
solicitado, nas licitações de matenal de saúde. 
VIII - Manter registro médico-sanitário do pessoal da 
Polícia Mi militar. 
IX - Elaborar e submeter à aprovação do Diretor de 
Saúde as Normas Gerais de Ação do Centro Médico e dos 
órgãos subordinados ao Centro. 
X - Colaborar com o Órgão de Recrutamento, Alista-
mento e Seleção, e com o Sistema de Pessoal, na forma 
prevista na regulamentação pertinente. 
Artigo 65 - No exercício de suas funções, compete ao 
Chefe do Centro Médico, além de outras atribuições pre-
vistas em leis e regulamentos: 
I - Administrar as atividades do Centro Médico. 
II - Praticar os atos cuja competência lhe seja atribuída 
pelas Normas Gerais de Ação do Centro Médico. 
III - Propor, na forma prevista nas leis e regulamentos 
pertinentes, a contratação e dispensa de especialistas em 
Medicina e Enfermagem.
46
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
IV - Assessorar o Diretor de Saúde em assuntos de suas 
atribuições. 
V - Assessorar o Diretor de Apoio Logístico, quando 
solicitado, em processos de licitação de material de saúde. 
VI - Controlar, coordenar e fiscalizar as atividades dos 
órgãos de saúde subordinados ao Centro Médico. 
VII - Submeter à aprovação do Diretor de Saúde as 
Normas Gerais de Ação do Centro Médico, das Juntas de 
Saúde, das Formações Sanitárias e das Formações Veteri-
nárias. 
VIII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Diretor de Saúde 
Artigo 66 - O Centro Odontológico (C Odont), subor-
dinado à Diretoria de Saúde, é o órgão de apoio do sis-
tema de Saúde, responsável perante o Diretor de Saúde, 
pela execução das atividades de assistência odontológica 
na Corporação. Colabora com o Órgão de Recrutamento, 
Alistamento e Seleção na parte de exames da especialida-
de, sendo-lhe atribuído: 
I - Executar as atividades de assistência odontológica 
ao pessoal da Polícia Militar. 
II - Coordenar, controlar e fiscalizar as atividades odon-
tológicas desenvolvidas nas Formações Odontológicas. 
III - Propor à Diretoria de Saúde a admissão de es-
pecialistas em Odontologia e Enfermagem Odontológica, 
nas formas previstas nas leis e regulamentos pertinentes, 
colaborando na seleção desses profissionais. 
IV - Propor à Diretoria de Saúde medidas tendentes a 
aprimorar o Sistema de Saúde da Polícia Militar. 
V - Assessorar a Diretoria de Saúde em assuntos de sua 
atribuição. 
VI - Assessorar a Diretoria de Apoio Logístico, quando 
solicitado, nas licitações de material de saúde. 
VII - Manter registro odontológico do pessoal da Cor-
poração. 
VIII - Elaborar e submeter à aprovação do Diretor de 
Saúde as Normas Gerais de Ação do Centro Odontológico 
e das Formações Odontológicas. 
IX - Colaborar com o Órgão de Recrutamento, Alista-
mento e Seleção, realizando os exames odontológicos dos 
candidatos. 
Artigo 67 - No exercício de suas funções, compete ao 
Chefe do Centro Odontológico, além de outras atribuições 
previstas em leis e regulamentos: 
I - Administrar as atividades do Centro Odontológico. 
II - Praticar os atos cuja competência lhe for atribuída 
pelas Normas mas Gerais de Ação do Centro Odontológico. 
III - Propor, nas formas previstas nas leis e regulamen-
tos pertinentes, a contratação e a dispensa de especialistas 
em Odontologia e em Enfermagem Odontológica. 
IV - Assessorar o Diretor de Saúde em assuntos de sua 
atribuição. 
V - Assessorar o Diretor de Apoio Logístico, quando 
solicitado, em processos de licitação de material de saúde. 
VI - Controlar, coordenar e fiscalizar as atividades odon-
tológicas desenvolvidas nas Formações Odontológicas. 
VII - Submeter à aprovação do Diretor de Saúde as 
Normas Gerais de Ação do Centro Odontológico e das For-
mações Odontológicas. 
VIII - Propor ao Diretor de Saúde medidas tendentes a 
aprimorar o Sistema de Saúde da Polícia Militar. 
IX - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Diretor de Saúde. 
Artigo 68 - O Centro Farmacêutico (C Farm), subor-
dinado à Diretoria de Saúde, é o órgão de apoio do Sis-
tema de Saúde responsável, perante o Diretor de Saúde, 
pela execução das atividades de produção e dispensação 
de material farmacêutico da Polícia Militar e análises de la-
boratório, sendo-lhe atribuído: 
I - Executar as atividades de produção material químico 
e farmacêutico, na Polícia Militar, e exames de laboratório. 
II - Executar a dispensação de medicamentos, na forma 
prevista na regulamentação pertinente. 
III - Suprir o Centro de Suprimento e Manutenção|Saú-
de dos materiais de saúde de sua produção. 
IV - Assessorar a Diretoria de Saúde em assuntos de 
suas atribuições. 
V - Assessorar a Diretoria de Apoio Logístico, quando 
solicitado, nas licitações de material de saúde. 
VI - Propor, nas formas previstas nas leis e regulamen-
tos pertinentes, a admissão de Farmacêuticos e Auxiliares 
de Farmácia ou Laboratório, colaborando borando na sele-
ção desses profissionais. 
VII - Elaborar e submeter à aprovação do Diretor de 
Saúde, as Normas Gerais de Ação do Centro Farmacêutico. 
Artigo 69 - No exercício de suas atribuições, compete 
ao Chefe do Centro Farmacêutico, além de outras atribui-
ções previstas em leis e regulamentos; 
I - Administrar as atividades do Centro Farmacêutico. 
II - Praticar osatos cuja competência lhe seja atribuida 
pelas Normas Gerais de Ação do Centro Farmacêutico. 
III - Propor, nas formas previstas nas leis e regulamen-
tos pertinentes, a admissão e a dispensa de Farmacêuticos 
e Auxiliares de Farmácia e Laboratório. 
IV - Assessorar o Diretor de Saúde em assuntos de sua 
atribuição. 
V - Assessorar o Diretor de Apoio Logístico, quando 
solicitado, nos processos de licitação de material de saúde. 
VI - Propor ao Diretor de Saúde medidas tendentes a 
aprimorar o Sistema de Saúde da Polícia Militar. 
VII - Submeter a aprovação do Diretor de Saúde, as 
Norm[as Gerais de Ação do Centro Farmacêutico. 
VII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Diretor de Saúde. 
Artigo 70 - O Presídio da Polícia Militar “Romão Go-
mes” (PMRG), e o órgão de apoio responsável, perante o 
Comandante Geral, pelo internamento de oficiais e praças 
da Polícia Militar que estejam condenados pela Justiça ou à 
sua disposição, e pela segurança do internamento de pre-
sos políticos, sendo-lhe atribuído: 
I - Realizar a segurança dos detentos. 
II - Apresentar detentos as autoridades competentes, 
quando solicitado. 
III - Administrar, no âmbito da Corporação, o recolhi-
mento de oficiais e praças condenados pela Justiça. 
IV - Colaborar com o Sistema Penitenciário, na recupe-
ração moral dos detentos. 
V - Manter controle da vida penitenciária dos detentos. 
47
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 71 - Compete ao Comandante do Presídio da 
Polícia Militar “Romão Gomes”; 
I - Administrar as atividades relativas ao Presídio da 
Polícia Militar “Romão Gomes”. 
II - Realizar a administração material e de pessoal do 
Presídio da Polícia Militar “Romão Gomes’. 
III - Coordenar fiscalizar e supervisionar a tropa sob 
seu comando. 
IV - Manter contato com os órgãos públicos civis e 
militares, nos assuntos relativos às suas atribuições. 
V - Editar o Boletim Interno do Presídio da Polícia Mi-
litar «Romão Gomes». 
VI - Fazer cumprir os programas de Instrução baixados 
pelo Comando Geral. 
VII - Propor as medidas necessárias ao aprimoramen-
to do sistema penitenciário. 
VIII - Submeter a aprovação do Comandante Geral as 
Normas Gerais de Ação do Presídio da Polícia Militar «Ro-
mão Gomes». 
IX - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral. 
Artigo 72 - O Corpo Musical (C Mus) e o órgão de 
apoio responsável perante o Comandante Geral, pelas ati-
vidades relativas às bandas de música e ao conjunto sinfô-
nico da Corporação, sendo-lhe atribuído: 
I - Participar de honras militares. 
II - Participar de solenidades cívicas. 
III - Executar concertos sinfônicos. 
IV - Manter o registro e controle das partituras musi-
cais. 
V - Participar de solenidades cívico-desportivas. 
VI - Apoiar as Unidades Operacionais, com Bandas de 
Musica Regimentais (BMR). 
VII - Selecionar candidatos ao Corpo Musical, de acor-
do com as diretrizes do Comando Geral. 
VIII - Coordenador suas atividades com a 5.ª Seção do 
Estado Maior. 
Artigo 73 - Compete ao Diretor do Corpo Musical: 
I - Administrar as atividades relativas ao Corpo Musi-
cal. 
II - Realizar a administração material e de pessoal do 
Corpo Musical 
III - Coordenar, fiscalizar e supervisionar a tropa sob 
sua direção. 
IV - Propor a realização de cursos específicos ao pes-
soal do Corpo Musical. 
V - Manter contato com órgãos afins, visando o apri-
moramento das atividades do Corpo Musical. 
VI - Editar o Boletim Interno. 
VII - Programar as apresentacões do Corpo Musical, 
em coordenação com a 5.ª Seção do Estado Maior 
VIII - Fazer cumprir os programas de instrução baixa-
dos pelo Comandante Geral. 
IX - Submeter à aprovção do Comandante Geral, as 
Normas Gerais de Ação do Corpo Musical. 
X - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral. 
SEÇÃO III 
Dos Órgãos de Execução 
Artigo 74 - O Comando de Policiamento da Capital 
(CPC), e o órgão responsável, perante o Comando Geral, 
pela manutenção da ordem pública na Região Metropolita-
na da Grande São Paulo, competindo-lhe o planejamento, 
comando, coordenação, fiscalização, e controle operational 
e admnistrativo no que couber, dos órgãos e unidades su-
bordinados, de acordo com diretrizes e ordens 
Artigo 75 - Compete ao Comandante de Policiamento 
da Capital: 
I - Zelar para que, pelas Organizações Policiais Militares 
subordinadas, sejam fielmente observadas todas as dispo-
sições regulamentares, e exista entre elas a maior coesão e 
uniformidade, de modo a ser mantida indipensável unida-
de de instrução, administração, disciplina e emprego ope-
racional. 
II - Cumprir e fazer cumprir, as Diretrizes, Planos e Or-
dens emanados do Comandante Geral e do Chefe do Es-
tado Maior. 
III - Planejar, coordenar e fiscalizar as ações operacio-
nais das Organizações Policiais Militares subordinadas. 
IV - Comandar diretamente, as atividades operacionais 
que envolvam duas ou mais Organizações Policiais Milita-
res diretamente subordinadas. 
V - Comandar operações Policiais Militares que reque-
ram centralização das operagções, dado a sua natureza e 
vulto. 
VI - Reforçar em pessoal e material, com próprios 
meios do Comando de Policiamento da Capital, as Organi-
zações Policiais Militares diretamente subordinadas, quan-
do se fizer necessário. 
VII - Solicitar apoio ou reforço ao Comando Geral, 
quando necessário 
VIII - Informar ao Comando Geral as principais ocor-
rências policiais havidas na Região Metropolitana da Gran-
de São Paulo. 
IX - Propor ao Comando Geral transferências de Ofi-
ciais e Praças, do Comando de Policiamento da Capital. 
X - Autorizar o deslocamento de Comandantes de Or-
ganizacões Policiais Militares diretamente subordinados. 
XI - Controlar, coordenar e fiscalizar o Sistema de Tele-
comunicões do Comando de Policiamento da Capital (SIS-
TEL/CPC). 
XII - Corresponder-se diretamente com as autoridades 
civis ou militares, quando o assunto não exigir a interven-
ção da autoridade superior. 
XIII - Facilitar às autoridades competentes os exames, 
verificações, inspeções, e fiscalizações, quando determina-
das pela autoridade superior ou em cumprimento de dis-
positivos regulamentares. 
XIV - Elaborar Nota para publicação em Boletim Geral 
de suas ordens e de fatos que os órgãos subordinados ao 
Comando de Policiamento da Capital devam ter conheci-
mento 
XV - Autorizar as ligações entre os comandos de Orga-
nizações Policiais Militares diretamente subordinados. 
48
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
XVI - Aprovar as Normas Gerais de Ação das Organiza-
ções Policiais ‘ Militares subordinadas. 
XVII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral ou pelo Chefe do Estado Maior. 
XVIII - Delegar atribuições da sua competência. 
Artigo 76 - O Comando do Policiamento do Interior - 
(CPI) é o órgão responsável perante o Comando Geral, pela 
manutenção da ordem pública em todo o Interior do Es-
tado, competindo-lhe o planejamento, comando, coorde-
nação. fiscalização e controle operacional e administrativo, 
no que couber, dos órgãos e unidades subordinados, de 
acordo com diretrizes e ordens do Comando Geral 
Artigo 77 - Compete ao Comandante do Policiamento 
do Interior: 
I - Zelar para que, pelas Organizações Policiais Militares 
subordinadas sejam fielmente observadas todas as dispo-
sições regulamentares, e exista entre elas a maior coesão 
e uniformidade, de modo a ser mantida a indispensável 
unidade de instrução, administração, disciplina e emprego 
operacional. 
II - Cumprir e fazer cumprir, em sua área de ação, as Di-
retrizes, Planos e Ordens emanados do Camandante Geral 
e do Chefe do Estado Maior. 
III - Planejar, coordenar e fiscalizar as ações operacio-
nais das Organizações Policiais Militares subordinadas. 
IV - Comandar diretamente, as atividades operacionais 
que envolvam duas ou mais Organizações Policiais Milita-
res diretamente subordinadas. 
V - Comandar operações policiaismilitares que requei-
ram centralização das operações, dado a sua natureza e 
vulto. 
VI - Reforçar em pessoal e material, com próprios 
meios do Comando de Policiamento do Interior, as Organi-
zações Policiais Militares diretamente subordinadas, quan-
do se fizer necessário. 
VII - Solicitar apoio ou reforço ao Comando Geral, 
quando necessário 
VIII - Informal ao Comando Geral as principais ocor-
rências havidas no interior do Estado de São Paulo. 
IX - Propor ao Comando Geral transferências de Ofi-
ciais e Praças, do Comando de Policiamento do Interior. 
X - Autorizar o deslocamento de Comandantes de Or-
ganizações Policiais Militares diretamente subordinados. 
XI - Controlar, coordenar e fiscalizar o Sistema de Te-
lecomunicações do Comando de Policiamento do Interior 
(SISTEL|CPI). 
XII - oorresponder-se diretamente com as autoridades 
civis ou militares, quando o assunto não exigir a interven-
ção da autoridade superior. 
XIII - Facilitar às autoridades competentes os exames, 
venficações, Inspeções e fiscalizações, quando determina-
das pela autoridade superior ou em cumprimento de dis-
positivos regulamentares. 
XIV - Elaborar Nota para publicação em Boletim Geral 
de suas ordens e de fatos que os órgãos subordinados ao 
Comando de Policiamento do Interior devam ter conheci-
mento. 
XV - Autorizar as ligações entre os Comandos de Orga-
nizações Policiais Militares diretamente subordinados. 
XVI - Aprovar as Normas Gerais de Ação das Organiza-
ções Policiais Militares subordinadas. 
XVII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuidos 
pelo Comandante Geral ou pelo Chefe do Estado Maior. 
XVIII - Delegar atribuições de sua competência. 
Artigo 78 - Os Comandos de Policiamento de Área 
(CPA), orgânicos de Comando de Policiamento da Capital 
ou do Comando de Policiamento do interior constituem-se 
em Unidades Administrativas (U Adm) e como tal, realizam 
a administração do material e pessoal das Unidades Ope-
radonais (U Op) subordinadas. 
Artigo 79 - As Unidades Operacionais do Interior, lo-
calizadas em Região Administrativa do Estado diferente 
daquela que sediar uma CPA, será também Unidade Ad-
ministrativa, com os encargos da administração do própria 
material. 
Artigo 80 - As Unidade Operacionais do Comando de 
Policiamento da Capital e Comando de Policiamento do 
Interior, não subordinadas a qualquer Comando de Poli-
ciamento de Area (CPA), e as subordinadas diretamente ao 
Comando Geral, serão também Unidades Administrativas, 
com os encargos de administração do próprio material e 
do próprio pessoal. 
Artigo 81 - O Comando de Policiamento de Área, e 
o órgão respónsavel perante o escalão superior, pela ma-
nutenção da ordem pública na área que lhe é atribuída, 
competindo-lhe o planejamento, comando, coordenação, 
fiscalização e controle das atividades operacionais e da ad-
ministração material e pessoal das Organizações Policiais 
Militares subordinadas. 
Artigo 82 - Compete ao Comandante do Comando de 
Policiamento de Area (CPA): 
I - Zelar para que, pelos diversos elementos do Coman-
do de Policiamento de Área, sejam fielmente observadas 
todas as disposições regulamentares, e exista entre eles a 
maior coesão e uniformidade de modo a ser mantida e in-
dispensável unidade de instrução, administração, disciplina 
e emprego operacional. 
II - Cumprir e fazer cumprir, as Diretrizes, Planos, Or-
dens e Normas emanados do Comandante de Policiamen-
to imediatamente superior. 
III - Planejar, coordenar e fiscalizar as ações operacio-
nais das Unidades Operacionais subordinadas. 
IV - Comandar, diretamente, as atividades operacio-
nais que envolvam duas ou mais Unidades Operacionais. 
V - Apoiar ou reforçar em pessoal e material as Unida-
des Operacionais quando se fizer necessário. 
VI - Solicitar apoio ou reforço ao Comando imediata-
mente superior, quando for necessário. 
VII - Informar ao Comando a que estiver subordinado, 
as principais ocorrências policiais havidas em sua área. 
VIII - Fiscalizar e controlar a instrução das Unidades 
subordinadas. 
IX - Classificar Oficiais e Praças na sede do Comandan-
te de Policiamento de Área. 
X - Incluir e excluir Oficiais e Praças do estado efetivo 
do Comando de Policiamento de Área e das Unidades su-
bordinadas. 
49
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
XI - Corresponder-se diretamente com as autoridades 
civis ou militares em sua área, quando o assunto não exigir 
a intervenção da autoridade superior. 
XII - Facilitar às autoridades competentes os exames, 
verificações, inspeções e fiscalizações, quando determina-
dos pela autoridade superior ou em cumprimento de dis-
positivos regulamentares. 
XIII - Fazer publicar no Boletim Interno todas as suas 
ordens, as ordens das autoridades superiores e fatos de 
que devam as Unidades subordinadas ter conhecimento. 
XIV - Retificar em Boletim, quando necessário, justifi-
cando, qualquer nota publicada no aditamento de Coman-
dos subordinados, quando estes, depois de observados, 
não tenham feito a necessária correção, sem prejuízo de 
qualquer providência de ordem disciplinar, que julgue ne-
cessária. 
XV - Transcrever, a seu juízo, em Boletim, aquilo que e 
proposto pelos Comandantes das Unidades subordinadas, 
ressalvadas as disposições regulamentares 
XVI - Autorizar as ligações entre as Unidades subordi-
nadas quando necessário. 
XVII - Controlar e fiscalizar a administração de pes-
soal e material no âmbito do Comando de Policiamento 
de Área. 
XVIII - Ligar-se diretamente com os órgãos provedo-
res. 
XIX - Autorizar o deslocamento de, Comandantes de 
Unidades subordinadas. 
XX - Submeter as Normas Gerais de Ação e Comando 
de Policiamento de Área à aprovação da autoridade supe-
rior. 
XXI - Planejar e coordenar o SISTEL|CPA de acordo 
com o estabelecido no SISTEL do Comando a que estiver 
subordinado, propondo medidas necessárias ao aumento 
de sua eficiência. 
XXII - Inspecionar e visitar as Unidades subordinadas, 
orientando as suas atividades, avaliando o grau de discipli-
na, adestramento, eficiência administrativa e operacional. 
XXIII - Ligar-se com os Comandantes dos Comandos 
de Policiamento de Área vizinhos quando as operações em 
sua área possam influir direta ou indiretamente nas outras 
áreas. 
XXIV - Propor ao órgão superior a movimentação de 
Oficiais e Praças no âmbito do Comando de Policiamento 
de Área. 
XXV - Exercer outros encargos que lhe forem atribuí-
dos pelo Comando a que estiver diretamente subordinado. 
XXVI - Delegar atribuições de sua competência. 
Artigo 83 - Aplicam-se ao Comando de Policiamen-
to de Trânsito (CPT) e a seu Comandante as disposições 
relativas aos Comandos de Policiamento de Área e a seus 
Comandantes, respectivamente. 
Artigo 84 - O Comandante de Unidade Operacional 
(UOp), com competência sobre determmada área, e o res-
ponsável perante o Comandante do Comando de Policia-
mento de Área pela administração, instrução, disciplina e 
emprego operacional de sua Unidade, incumbindo-lhe, 
além dos encargos que lhe são atribuídos em outras leis e 
regulamentos: 
I - Coordenar, fiscalizar e supervisionar a tropa sob seu 
comando. 
II - Manter a ordem pública na área sob sua responsa-
bilidade, cumprindo e fazendo cumprir os Planos, normas 
e Ordens emanados do escalão superior. 
III - Colaborar com o Comando de Policiamento de 
Área, na fiscalização do material, zelando pela manutenção 
das dotações das subunidades e pela sua conservação. IV - 
Zelar pela unidade e uniformidade da instrução e adminis-
tração entre as suas subunidades. 
V - Encaminhar ao Comando de Policiamento de Área 
a que estiver subordinado as materias necessárias para pu-
blicação no Boletim Interno do Comando. 
VI - Planejar e operar as suas comunicações de acordo 
com as normas estabelecidas no SISTEL a que pertence. 
VII - Solicitar ao Comando de Policiamento de Áreas 
as alterações de Praças que julgue necessárias e escapem 
a sua competência. 
VIII - Classificar e desclassificar Oficiais e Praças nos 
subunidades.IX - Elaborar os documentos necessários à avaliação 
das atividades operacionais da Unidade, conforme as nor-
mas estabelecidas pelo escalão superior. 
X - Proceder a inspeções e visitas, orientando as ativi-
dades avaliando a eficiência administrativa e operacional, 
grau de disciplina e adestramento sua Unidade. 
XI - Manter contato com os órgãos públicos, autori-
dades militares e policiais civis de sua área, para assuntos 
relativos de execução de suas missões. 
XII - Comandar diretamente ou supervisionar as opera-
ções cuja importância, gravidade ou complexidade o exigir. 
XIII - Aditar ao Boletim Interno do Comando de Poli-
ciamento de Áreas as minúcias necessárias ao cumprimen-
to das ordens nele contidas, acrescentando as suas pró-
prias ordens. 
XIV - Propor ao Comando a que estiver subordinado 
as transferências de Oficiais e Praças, entre a sua Unidade 
e outra. 
XV - Inspecionar a tropa sob seu comando, zelando 
pelo seu moral, adestramento, disciplina, apresentação e 
material distribuido. 
XVI - Comandar diretamente as ações que, pela gravi-
dade, importância ou complexidade, assim o exigirem. 
XVII - Exercer outros encargos que lhe forem atribui-
dos pelo Comando a que estiver subordinado. 
Artigo 85 - O Batalhão de Políccia de Choque (BPCh), 
subordinado ao Comando de Policiamento da Capital, é o 
órgão responsável pela manutenção da ordem pública no 
Estado de São Paulo, em ações de contra-guerrilha urbana 
e rural, competindo-lhe o planejamento, comando, execu-
ção e fiscalização do emprego operational da Unidade, de 
acordo com planos e ordens do escalão superior. 
Parágrafo Único - O Batalhão de Polícia de Choque 
executa, ainda, outras atividades policiais militares, confor-
me missões particulares que lhe sejam impostas pelo Co-
mando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 86 - Compete ao Comandante do Batalhão de 
Polícia de Choque: 
50
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
I - Administrar as atividades relativas a Unidade. 
II - Cumprir e fazer cumprir, em sua área de ação, as 
Diretrizes, Planos e Normas emanados do escalão superior. 
III - Planejar, comandar, fiscalizar as ações operacionais 
da Unidade. 
IV - Solicitar apoio ou reforço ao Comando superior, 
quando necessário. 
V - Comunicar imediatamente à autoridade superior 
qualquer fato grave ocorrido em sua àrea de atribuição, 
solicitando-lhe intervenção, se não estiver em sua compe-
tência providenciar a respeito. 
VI - Informar ao Comando a que estiver subordinado 
as principais ocorrências políciais atendidas pela Unidade. 
VII - Incluir e excluir Oficiais e Praças do estado efetivo 
da Unidade, classificando-os nas subunidades. 
VIII - Fazer publicar no Boletim Interno todas as suas 
ordens, as ordens das autoridades superiores e fatos que 
sejam de interesse da Unidade. 
IX - Ligar-se diretamente com os órgãos provedores. 
X - Zelar pela unidade e uniformidade da instrução e 
administração tração entre as suas subunidades. 
XI - Planejar e operar as suas comunicações, de acordo 
com as normas estabelecidas no SISTEL/PM. 
XII - Elaborar os documentos necessários à avaliação 
das atividades operacionais da Unidade, conforme normas 
estabelecidas pelo escalão superior. 
XIII - Comandar diretamente as ações que, pela gravi-
dade, importância e complexidade assim o exigirem. 
XIV - Exercer outros encargos que lhe forem atribuídos pelo 
Comandante Geral ou pelo Comandante do escaldo superior. 
Artigo 87 - O Batalhão de Policiamento Feminino - (l.º 
BPFem), subordinado ao Comando de Policiamento da Ca-
pital, é o órgão responsável pela manutenção da ordem 
pública no Estado de São Paulo, em ações de políciamento 
ostensivo relacionadas à mulher e ao menor, competindo-
-lhe o planejamento, comando, execução e fiscalização do 
emprego operational da Unidade, de acordo com planos e 
ordens do escalão superior. 
Parágrafo único - O Batalhão de Policiamento Femini-
no executa, ainda, outras atividades políciais militares, con-
forme missões particulares que lhe sejam impostas pelo 
Comando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 88 - Ao Comandante do Batalhão de Policia-
mento Feminino incumbem todas as prescrições contidas 
no Artigo 86 deste Regulamento. 
Artigo 89 - O Batalhão de Polícia de Guarda (l.º BPGd) 
subordinado ao Comando de Policiamento da Capital, é o 
órgão responsável pela segurança externa dos presídios e 
estabelecimentos penais de maiores e menores da Capital, 
competindo-lhe o planejamento, comando, execução e fis-
calização do emprego operational da Unidade, de acordo 
com pianos e ordens do escalão superior. 
Parágrafo único - O Batalhão de Polícia de Guarda 
executa ainda outras atividades policiais militares, confor-
me missões particulares que lhe sejam impostas pelo Co-
mando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 90 - Ao Comandante do Batalhão de Polícia de 
Guarda incumbem todas as prescrições contidas no Artigo 
86 deste Regulamento 
Artigo 91 - O Regimento de Polícia Montada (R Pol 
Mont) “9 de Julho , subordinado ao Comando de Policia-
mento da Capital, é o órgão responsável pela manutenção 
da ordem pública no Estado de São Paulo, em ações de 
contra-guerrilha urbana e rural, e policiamento ostensivo 
montado na Região Metropolitana da Grande São Paulo, 
competindo-lhe o planejamento comando, execução e fis-
calização do emprego operacional da Unidade, de acordo 
com planos e ordens do escaldo superior. 
Parágrafo único - O Regimento de Polícia Montada “9 
de Julho” executa, ainda, outras atividades policiais milita-
res, conforme missões particulares res que lhe sejam im-
postas pelo Comando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 92 - Ao Comandante do Regimento de Polícia 
Montada “9 de Julho , imcumbem todas as prescrições conti-
das no Artigo 86 deste Regulamento, além de apoiar em ani-
mais, material hipo e assistência veterinária, os Destacamento 
de Polícia Montada (Dst Pol Mont) das Unidades Operacionais 
subordinadas ao Comando de Policiamento do Interior. 
Artigo 93 - O Batalhão de Policia Rodoviária (BPRv), 
subordinado ao Comando de Policiamento do Interior, é o 
órgão responsável pela manutenção da ordem pública no 
Estado de São Paulo, em ações de policiamento ostensivo 
de segurança do trânsito rodoviário, competindo-lhe o pla-
nejamento comando execução e fiscalização do emprego 
operacional da Unidade, de acordo com planos e ordens 
do escalão superior. 
Parágrafo único - O Batalhão de Polícia Rodoviária, 
executa, ainda, outras atividades policiais militares, confor-
me missões particulares que lhe sejam impostas pelo Co-
mando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 94 - Ao Comandante do Batalhão de Polícia Ro-
doviária, incumbem todas as prescrições contidas no Arti-
go 86 deste Regulamento. 
Artigo 95 - O Batalhão de Polícia Florestal e de Ma-
nanciais (BPFM) subordinado ao Comandante de Policia-
mento do Interior, é o órgão responsável pela manutenção 
da ordem pública no Estado de São Paulo, em ações de 
policiamento ostensivo relacionadas com a salvaguarda 
dos recursos naturais do Estado. 
Parágrafo único - O Batalhão de Polícia Florestal e de 
Mananciais executa, ainda, outras atividades policiais mili-
tares, conforme missões particulares que lhe sejam impos-
tas pelo Comando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 96 - Ao Comandante do Batalhão de Polícia 
Florestal e de Mananciais incumbem todas as prescrições 
contidas no Artigo 86 deste Regulamento. 
Artigo 97 - O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPT), 
subordinado ao Comando de Policiamento de Trânsito, é o 
órgão responsável pela manutenção da ordem pública em 
ações de policiamento estensivo relativas à segurança do 
trânsito urbano na cidade de São Paulo. 
Parágrafo único - O Batalhão de Polícia de Trânsito 
executa, ainda, outras atividades policiais militares, confor-
me missões particulares que lhe sejam impostas pelo Co-
mando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 98 - O Comandante do Batalhão de Polícia de 
Trânsito e o responsável perante o Comando de Policia-
mento de Trânsito pela administração,instrução, disciplina 
51
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
e emprego operational de sua Unidade, incumbindo-lhe, 
além dos encargos que lhe são atribuídos em outras leis 
e regulamentos, os constantes dos incisos do ‘Artigo 84 
deste Regulamento. 
Artigo 99 - A 1.º Companhia Independente de Polí-
cia de Guarda (1.ª CIPGd), subordinada ao Comandante 
Geral, é o órgão responsável pela seguranÇa imediata e 
aproximada dos Palácios do Governo do Estado, segurança 
pessoal e das residências do Governador do Estado, com-
petindo-lhe o planejamento, comando, execução e fiscali-
zação do emprego operacional da Unidade, de acordo com 
planos e ordens de escalão superior. 
Parágrafo único - A 1.ª Companhia Independente de 
Polícia de Guarda executa, ainda, outras atividades policiais 
militares, conforme missões particulares que lhe sejam im-
postas pelo Comando Geral da Polícia Militar ou pelo Chefe 
da Casa Militar. 
Artigo 100 - Ao Comandante da l.ª Companhia Inde-
pendente de Policia e Guarda incumbem todas as prescri-
ções contidas no Artigo 86 deste Regulamento, realizando 
ainda a administração do pessoal e do material da Casa 
Militar ao Governo do Estado. 
Artigo 101 - A 2.º Companhia Independente de Polícia 
de Guarda (2.ª CIPGd), subordinada ao Comandante Geral, 
é o órgão responspavel pela segurança imediata e aproxi-
mada das instalações da Secretaria da Segurança Pública, 
competindo-lhe o planejamento, comando, execução e fis-
calização do emprego preço operacional da Unidade, de 
acordo com planos e ordens do escaldo superior. 
Parágrafo único - A 2.ª Companhia Independente de 
Polícia de Guarda executa, ainda, outras atividades policiais 
militares, conforme missões particulares que lhe sejam im-
postas pelo Comando Geral da Polícia Militar e pelo Secre-
tário da Segurança Pública. 
Artigo 102 - Ao Comandante da 2.ª Companhia Inde-
pendente de Polícia de Guarda incumbem todas as prescri-
ções contidas no Artigo 86 deste Regulamento. 
Artigo 103 - O Comando do Corpo de Bombeiros 
(CCB) é o órgão responsável, perante o Comandante Ge-
ral, pelo planejamento, comando, execução, coordenação, 
fiscalização e controle de todas as atividades de prevenção 
e extinção de incendios e de buscas e salvamento, bem 
como das atividades técnicas a elas relacionadas, no terri-
tório estadual. 
Parágrafo único - O Comando do Corpo de Bom-
beiros executa, ainda, outras atividades políciais militares, 
conforme missões particulares que lhe sejam impostas 
pelo Comando Geral da Polícia Militar. 
Artigo 104 - Compete ao Comandante do Corpo de 
Bombeiros: 
I - Assessorar o Comandante Geral em assuntos de 
suas atribuições. 
II - Coordenar a atuação das Unidades Operacionais 
subordinadas em todo Estado, através do Centro de Comu-
nicações do Corpo de Bombeiros (CC-CB). 
III - Controlar e fiscalizar a execução de planos e or-
dens do Comandante Geral, em especial os previstos na 
DGEI-IGPM. 
IV - Supervisionar as atividades do Centro de Comuni-
cações do Corpo de Bombeiros, propondo ao Comandante 
Geral medidas que visem aumentar sua eficiência. 
V - Propor ao Comandante Geral as Normas Gerais de 
Ação para o Corpo de Bombeiros. 
VI - Exercer as atividades de escalão intermediario en-
tre o Comando Geral e das Unidades Operacionais subor-
dinadas, em assuntos administrativos não rotineiros. 
VII - Fazer o acompanhamento da execução do Plano 
Geral de Policiamento Ostensivo do Estado e do Plano de 
Policiamento Ostensivo da Região Metropolitana da Capi-
tal, no que respeita as atividades especificas, relatando ao 
Comando Geral as mudanças de situação e propondo as 
alterações que julgar convenientes. 
VIII - Manter informados o Comandante Geral e o Che-
fe do Estado Maior, através de Boletim Informativo diário, 
das principais ocorrências de bombeiros. 
IX - Informar imediatamente ao Comandante Geral das 
ocorrencias de vulto. 
X - Remeter ao Chefe do Estado Maior quadro esta-
tístico atualizado de ocorrencias atendidas pelo Corpo de 
Bombeiros. 
XI - Propor à autoridade competente, através do Co-
mandante Geral, a regulamentação de assuntos técnicos, 
nos casos que lhe escapem à competência legal. 
XII - Assessorar o Comandante Geral nas atividades re-
lativas a criação, instalação e dotação de serviços de bom-
beiros, com interveniência municipal. 
XIII - Aprovar as diretrizes para execução, na parte que 
competir ao Estado, dos convênios lavrados nos termos da 
legislação vigente 
XIV - Manter contato, por delegação do Comandante 
Geral, com os órgãos da Administração Pública do Estado e 
dos Municípios para encaminhamento ou solução de pro-
blemas atinentes ao Corpo de Bombeiros. 
XV - Baixar normas técnicas de prevenção, combate a 
incêndios e buscas e salvamentos, no âmbito de sua com-
petência. 
XVI - Comandar diretamente as Unidades Operacionais 
subordinadas empenhadas em sinistros de grande vulto. 
XVII - Autorizar a ligação horizontal entre os Coman-
dos de Unidades Operacionais subordinadas, quando a 
operação, pela sua natureza, exija pronta agão. 
XVIII - Acompanhar e dar apoio às atividades de aper-
feiçoamento e especialização de Oficiais e Praças, bem 
como à preparação de bombeiros civis de entidades pri-
vadas. 
XIX - Consolidar o planejamento e a programação de 
recursos orçamentários, quanto às necessidades em mate-
rial especializado de bombeiros, remetendo-os ao Coman-
do Geral. 
XX - Aprovar prioridades de distribuição de equipa-
mento especializado de bombeiros. 
XXI - Prover a Corporação, e em especial o Corpo de 
Bombeiros, dos suprimentos e da manutenção de material 
especializado de bombeiros. 
XXII - Apoiar a supervisão do Comandante Geral sobre 
a execução orçamentária no que respeita as dotações para 
prevenção e combate a incêndios e buscas e salvamentos. 
52
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
XXIII - Propor ao Comandante Geral a movimentação 
de Oficiais e Praças no âmbito do Corpo de Bombeiros. 
XXIV - Emitir parecer em questões técnicas. 
XXV - Exercer outros encargos que lhe forem atribuí-
dos pelo Comandante Geral. 
Artigo 105 - O Comandante da Unidade Operational 
(UOp) do Corpo de Bombeiros, com competência sobre 
determinada área, é o responsável perante o Comandan-
te do Corpo de Bombeiros, pela administração, instrução, 
disciplina, e emprego operational de sua Unidade, incum-
bindo-lhe, além dos encargos que lhe são atribuídos em 
outras leis e regulamentos: 
I - Cumprir e fazer cumprir as ordens baixadas por ór-
gão superior. 
II - Colaborar com o Comando do Corpo de Bombeiros 
na fiscalização do material, velando pela manutenção das 
dotações distribuidas e pela sua conservação. 
III - Caminhar ao Comando do Corpo de Bombeiros 
toda documentação relativa às operações da Unidade 
Operacional, bem como aquela que dependa de solução 
do órgão superior. 
IV - Solicitar ao Comando do Corpo de Bombeiros as 
providências que escapem à sua competência, 
V - Controlar e fiscalizar a execução, no âmbito da Uni-
dade Operacional , dos planos e ordens do Comandante 
Geral, em especial os previstos na DGEI-IGPM. 
VI - Manter informado o Comando do Corpo de Bom-
beiros dos principais sinistros verificados em sua jurisdição, 
relatando imediatamente os de grande vulto. 
VII - Propor ao Comando do Corpo de Bombeiros as 
Normas Gerais de Ação e as Normas Técnicas de Operaçõo 
relativas à sua Unidade Operacional. 
VIII - Informar ao Comando do Corpo de Bombeiros, 
na forma e época determinadas, das atividades de preven-
ção e combate a incendios e prestação de socorros desen-
volvidas pela Unidade Operacional. 
IX - Ligar-se diretamente com os órgãos de Direção 
Setorial e de Apoio, em assuntos administrativos de rotina, 
na forma que for estabelecida nos regulamentos e normas 
pertinentes a cada sistema. 
X - Ligar-se diretamente com os Comandos de Unida-
des Operacionais, de mesmo nivel, para assuntos rotineiros. 
XI - Zelar pela unidade e uniformidade da instrução, 
que neve obedecer as Diretrizes superiores.XII - Comandar a Unidade Operacional como um todo 
e coordenar a atuação das frações empregadas, no local, 
ou atraves do Centro de Comunicações próprio. 
XIII - Acompanhar a execução dos planos de policia-
mento ostensivo, no que se referirem à Unidade Opera-
cional, e os planos de operações de bombeiros relativos à 
área sob sua responsabilidade, centralizando as ações, se 
os acontecimentos o exigirem. 
XIV - Manter atualizados o quadro estatístico de ocor-
rencias, os registros de aviso e socorro, os mapas de efe-
tivos e de material, e outros que lhe forem determinados, 
remetendo sumários ao Comando do Corpo de Bombeiros. 
XV - Movimentar pessoal no âmbito da Unidade Ope-
racional. 
XVI - Executar os atos administrativos que lhe com-
petirem, como integrante do sistema de administração de 
pessoal e material. 
XVII - Exercer outros encargos que lhe forem atribuí-
dos pelo Comandante Geral ou pelo Comandante do Cor-
po de Bombeiros.
DECRETO N. 7.290, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1975 
Aprova o Regulamento Geral da Policia Militar do Esta-
do de São Paulo 
Retificação 
Regulamento Geral da Polícia Militar 
No Artigo 12 - XI 
Acrescente-se: 
§ 1.º - As substituições serão processadas, em qualquer 
caso por oficial do mesmo Quadro do substituido. 
§ 2.° - Quando se tratar de oficial pertencente ao Qua-
dro Especial de Oficiais, fica resguardado o direito de subs-
tituição em funções próprias do Quadro de que é oriundo. 
Capítulo II 
No Artigo 17 - Leia-se 
como segue e não como constou: 
Artigo 17 - Os Órgãos de Apoio destinam-se a atender 
as necessidades de pessoal e de material da Polícia Militar 
e executam as atividades-meio de acordo com as diretrizes 
e planos do Comando Geral. 
No Artigo 26 - Onde 
se lê: VIH - Estabelecer, orientar, coordenar e fazer exe-
cutar as medidas de Contra-Indicação 
Leia-se: VIII - Estabelecer, orientar, coordenar e fazer 
executar as medidas de Contra-Informação 
Seção III 
No Artigo 84 - 
IV - Zelar pela unidade... Onde se lê: ...Comando de Po-
liciamento de Área... 
Leia-se: V - Encaminhar ao Comando de Policiamento 
de Área...
DECRETO N. 7.290, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1975
Aprova o Regulamento Geral da Policia Militar do Esta-
do de São Paulo 
Retificação 
REGULAMENTO GERAL DA POLICIA MILITAR 
Artigo 20 - 
VII - Propor.............................. 
Onde se lê: as alterações que lhe...................................... 
Leia-se: as alterações que lhe ...........................................
Artigo 26 - 
Onde se lê: VII - Realizar a seleção de informações da 
corporação 
Leia-se. VII - Realizar a seleção do pessoal de informa-
ções da corporação
Artigo 33 - 
Onde se lê: VIII - Apresentar sumários relatórios 
Leia-se: VIII - Apresentar sumários e relatórios 
53
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 35 - Onde se lê: 
IX - Coordenar a análise.................................... 
Leia-se: IX - Coordenar a análise .....................
Artigo 47 - 
VI - Exercer................................
Onde se lê: do Quarte General 
Leia-se: do Quartel General 
XII - Providenciar ..................................
Onde se lê: dos despachos e ordens emanadas .................. 
Leia-se: dos despachos e ordens emanados.......................... 
Artigo 103 - O Comando do Corpo de Bombei-
ros.................. 
Onde se lê: de buscas e salvamento.......................................... 
Leia-se: de buscas e salvamentos.............................................. 
Artigo 104 - 
Onde se lê: VI................... entre o Comando Geral e das 
Unidades Operacionais..............
Leia-se: VI........................ entre o Comando Geral e as uni-
dades Operacionais 
DECRETO 20.218/82. DEFINE A CONCEITUA-
ÇÃO DE ACIDENTE EM SERVIÇO E DÁ OU-
TRAS PROVIDÊNCIAS;
DECRETO N. 20.218, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1982 
Define a conceituação de acidente em serviço e dá ou-
tras providências 
JOSÉ MARIA MARIN, GOVERNADOR DO ESTADO DE 
SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais, 
Decreta: 
Artigo 1.º - Considera-se acidente em serviço, para 
todos os efeitos previstos na legislação em vigor, relativos 
aos componentes da Polícia Militar do Estado, aquete que 
ocorra com o policial-militar, quando 
I - no cumprimento das atividades policiais-militares, 
profissionais ou técnicas, e resultante de ordens, disposi-
ções regulamentares ou de legislação em vigor; 
II - no exercicio de suas atribuições funcionais, durante 
o expediente normal, ou, se determinado por autoridade 
competente, em sua prorrogação ou antecipação; 
III - no cumprimento de ordens emanadas de autori-
dade competente; 
IV - no decurso de viagens em objeto de serviço, pre-
vistas em regulamentos, ou autorizadas por autoridade 
competente; 
V - no decurso de viagens impostas por motivo de mo-
vimentação; 
VI - no deslocamento entre sua residência e a orga-
nização em que serve, seu local de trabalho ou ainda em 
qualquer outro onde sua missão deva ter inicio ou prosse-
guimento, e vice-versa, mediante disposições regulamen-
tares, escalas ou ordens. 
§ 1.º - Não se aplica disposto neste artigo quando o 
acidente for resultado de crime, transgressão disciolinar, 
imprudência ou desidia do policial-militar acidentado ou 
de subordinado seu, com sua aquiescência. 
§ 2.º - O acidente em serviço não e descaracterizado 
pela concorrência ou superveniência de outras causas que 
contribuam para a morte ou incapacidade do policialmili-
tar, desde que entre o acidente e o dano haja relação de 
causa e efeito. 
Artigo 2.º - Os acidentes em serviço serão apurados 
e comprovados em sindicância especialmente instaurada. 
Artigo 3.º - Este decreto entrará em vigor na data de 
sua publicação, revogadas as disposições em contrário. 
Palácio dos Bandeirantes, 22 de dezembro de 1982. 
DECRETO 54.911/09. REGULAMENTA A LEI 
COMPLEMENTAR 1.036/08;
DECRETO Nº 54.911, DE 14 DE OUTUBRO DE 2009
Regulamenta a Lei Complementar nº 1.036, de 11 de 
janeiro de 2008, que institui o Sistema de Ensino da Polícia 
Militar do Estado de São Paulo, e dá providências correlatas
JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no 
uso de suas atribuições legais,
Decreta:
TÍTULO I
Do Sistema de Ensino da Polícia Militar
CAPÍTULO I
Das Disposições Gerais
Artigo 1º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar, do-
tado de características próprias, nos termos do artigo 83 
da Lei federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 - Lei 
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, tem a 
finalidade de qualificar recursos humanos para a ocupação 
de cargos policiais-militares e para o desempenho de suas 
funções, dentro da filosofia de polícia comunitária, espe-
cialmente as voltadas à polícia ostensiva e de preservação 
da ordem pública, às atividades de bombeiro e à execução 
das atividades de defesa civil.
Artigo 2º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar com-
preende:
I - a educação superior, nas suas diversas modalidades;
II - a educação profissional, de acordo com as áreas de 
concentração dos estudos e das funções policiaismilitares, 
observadas as peculiaridades legais que definem os seus 
diversos Quadros.
Parágrafo único - A educação valer-se-á dos métodos 
presencial e a distância, observadas as características e pe-
culiaridades de cada curso ou estágio.
54
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 3º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar pro-
moverá a pesquisa, a transmissão de conhecimentos cien-
tíficos e tecnológicos, humanísticos e gerais, indispensáveis 
à educação e à capacitação, visando à formação, ao aper-
feiçoamento, à habilitação, à especialização e ao treina-
mento do policial militar, com o objetivo de torná-lo apto 
a atuar como operador do sistema de segurança pública.
Parágrafo único - O Sistema de Ensino da Polícia Mili-
tar mantém modalidades de cursos e programas de educa-
ção superior, como curso sequencial de formação específi-
ca, curso sequencial de complementação de estudos, curso 
de graduação, curso de especialização em sentido lato, 
programa de mestrado profissional,programade doutora-
do, além de designações para participação em seminários, 
cursos, estágios, encontros técnicos e científicos, viagens 
de estudos e pesquisas destinados à educação superior e 
profissional.
CAPÍTULO II
Dos Órgãos Integrantes do Sistema de Ensino da 
Polícia Militar
Artigo 4º - O Sistema de Ensino da Polícia Militar é 
composto pelo Comando Geral, pela Diretoria de Ensino 
- DE, como Órgão de Direção Setorial de Ensino, e pelos 
Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES.
SEÇÃO I
Do Comando Geral
Artigo 5º - Compete ao Comando Geral, por meio do 
Comandante Geral:
I - definir e conduzir a política de ensino;
II - elaborar estratégias de ensino e pesquisa;
III - especificar e implementar a estrutura do Sistema 
de Ensino da Polícia Militar;
IV - normatizar a educação superior e a profissional;
V - normatizar a matrícula nos cursos ou estágios dos 
respectivos estabelecimentos de ensino;
VI - definir as diretrizes para os padrões de qualidade 
do ensino;
VII - normatizar o credenciamento dos professores ci-
vis;
VIII - normatizar as fontes de recursos extraorçamen-
tários de que trata o artigo 16 da Lei Complementar nº 
1.036, de 11 de janeiro de 2008;
IX - aprovar o Calendário de Cursos e Estágios - CCE;
X - aprovar a Diretriz Geral de Ensino - DGE.
Parágrafo único - A Diretriz Geral de Ensino - DGE 
definirá a política de ensino, as estratégias de ensino e 
pesquisa, a estrutura do Sistema de Ensino da Polícia Mi-
litar, as normas da educação superior e da profissional, as 
condições de matrícula, aproveitamento e desligamento 
dos cursos ou estágios, as diretrizes para os padrões de 
qualidade do ensino e os regimes escolares militares dos 
respectivos estabelecimentos de ensino.
SEÇÃO II
Da Diretoria de Ensino
Artigo 6º - A Diretoria de Ensino - DE é responsável 
pela administração da educação policial-militar, incumbin-
do-lhe o planejamento, a organização, a coordenação, a 
fiscalização e o controle das atividades de formação, gra-
duação, pós-graduação, aperfeiçoamento, habilitação e 
treinamento do policial militar, segundo a política de ensi-
no definida pelo Comando Geral.
Artigo 7º - São atribuições da Diretoria de Ensino - DE:
I - assessorar o Comando Geral no estabelecimento da 
política de ensino da Instituição;
II - aglutinar e ordenar fontes doutrinário-institucio-
nais de interesse das atividades de segurança pública;
III - produzir conhecimentos técnico-científicos e de-
senvolver técnicas para a administração adequada da reali-
dade de segurança pública afeta à Polícia Militar;
IV - elaborar estudo de situação relativo à formação, à 
graduação, à pós-graduação, ao aperfeiçoamento, à habili-
tação e ao treinamento do pessoal da Polícia Militar;
V - planejar, fiscalizar, coordenar e controlar as ativida-
des de formação, graduação, pós-graduação, habilitação e 
treinamento de policiais militares;
VI - planejar, coordenar e fiscalizar as atividades des-
portivas da Polícia Militar;
VII - registrar certificados e diplomas;
VIII - elaborar estatísticas relativas às atividades de en-
sino e desportos;
IX - estruturar os programas, cursos e estágios da Po-
lícia Militar;
X - coordenar e supervisionar a produção de recursos 
bibliográficos e meios de ensino;
XI - promover e coordenar pesquisas e estudos relati-
vos ao aprimoramento do ensino na Instituição;
XII - elaborar sumários e relatórios das atividades da 
Diretoria;
XIII - providenciar o registro de obras literárias e au-
diovisuais oriundas de trabalhos monográficos ou de pes-
quisas científicas de interesse institucional elaboradas por 
determinação do Comando Geral.
Artigo 8º - Compete ao Diretor de Ensino:
I - administrar as atividades da Diretoria;
II - dirigir, orientar e coordenar tecnicamente as ativi-
dades de ensino e desportivas na Polícia Militar;
III - assessorar o Comandante Geral em assuntos de 
sua competência;
IV - apresentar relatórios e sumários das atividades de 
ensino da Diretoria;
V - credenciar e descredenciar professores civis;
VI - designar e dispensar professores dos cursos e pro-
gramas de educação superior;
VII - aprovar as Normas Gerais de Ação dos órgãos de 
apoio subordinados;
VIII - propor a realização de programas, cursos, con-
cursos e estágios de interesse da Polícia Militar;
IX - propor as normas necessárias à realização dos pro-
gramas, cursos e concursos relativos à formação, gradua-
ção, pós-graduação, aperfeiçoamento, habilitação e treina-
mento de policiais militares;
55
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
X - conceder ou suprir titulações e graus universitários;
XI - delegar atribuições de sua competência;
XII - exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Comandante Geral e pelo Subcomandante da Polícia 
Militar.
SEÇÃO III
Dos Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES
Artigo 9º - Constituem Órgãos de Apoio de Ensino Su-
perior - OAES:
I - Centro de Altos Estudos de Segurança “Cel PM Nel-
son Freire Terra” (CAES - Cel PM Terra);
II - Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APM-
BB);
III - Escola de Educação Física (EEF);
IV - Escola Superior de Sargentos (ESSgt);
V - Escola Superior de Soldados “Coronel PM Eduardo 
Assumpção” (ESSd - Cel PM Assumpção);
VI - Escola Superior de Bombeiros “Coronel PM Paulo 
Marques Pereira” (ESB - Cel PM Paulo Marques).
§ 1º - Os Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES, 
nos termos deste regulamento, são responsáveis pela for-
mação, graduação, pós-graduação, aperfeiçoamento, ha-
bilitação e treinamento dos integrantes da Polícia Militar 
e pelo desenvolvimento de estudos e pesquisas técnico-
-científicas de interesse institucional.
§ 2º - Os Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES 
previstos nos incisos I a V deste artigo subordinam-se à 
Diretoria de Ensino - DE, e a ESB - Cel PM Paulo Marques 
subordina-se ao Comando do Corpo de Bombeiros.
Artigo 10 - Os Órgãos de Apoio de Ensino Superior - 
OAES possuem as seguintes atribuições comuns:
I - executar as atividades de formação, graduação, pós-
-graduação, aperfeiçoamento, habilitação e treinamento 
profissional de policiais militares, segundo suas competên-
cias;
II - elaborar os itens da Diretriz Geral de Ensino - DGE 
que lhe forem atribuídos;
III - elaborar os programas e planos de ensino dos 
cursos a serem realizados sob sua responsabilidade, para 
aprovação pelo Diretor de Ensino;
IV - propor medidas tendentes a aprimorar o Sistema 
de Ensino da Polícia Militar;
V - manter registro das atividades escolares desenvol-
vidas, por curso e por aluno;
VI - assessorar a Diretoria de Ensino - DE em assuntos 
de suas atribuições;
VII - colaborar, na parte de sua especialidade, com o 
processo de alistamento e seleção de pessoal destinado a 
ingressar na Instituição ou frequentar seus cursos;
VIII - controlar, coordenar e fiscalizar a execução das 
atividades de formação, graduação, pós-graduação, aper-
feiçoamento, habilitação e treinamento profissional desen-
volvidas no respectivo órgão ou fora dele;
IX - centralizar e supervisionar as atividades comuns 
de ensino, quando os cursos de sua competência estiverem 
sendo realizados fora dos respectivos Órgãos de Apoio de 
Ensino Superior - OAES.
Parágrafo único - Por meio de diretrizes baixadas 
pelo Comando Geral poderão funcionar fora dos Órgãos 
de Apoio de Ensino Superior - OAES seminários, cursos, 
estágios e encontros técnicos e científicos objetivando o 
treinamento e o aprimoramento profissional.
Artigo 11 - A função de Comandante de Órgão de 
Apoio de Ensino Superior - OAES será exercida por Coro-
nel ou por Tenente-Coronel.
Artigo 12 - São atribuições comuns aos comandantes 
de Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES:
I - administrar todas as atividades do respectivo órgão;
II - expedir diplomas e certificados, na forma prevista 
na regulamentação pertinente;
III - designar e dispensar professores dos cursos e es-
tágios de educação profissional sob sua responsabilidade;
IV - efetivar a matrícula, a aprovação, a reprovação, o 
desligamento e outrosatos da vida escolar dos alunos dos 
cursos desenvolvidos sob responsabilidade do respectivo 
Órgão de Apoio de Ensino Superior - OAES;
V - propor a celebração de convênios, em conformida-
de com a legislação em vigor;
VI - manter constante comunicação com a Diretoria 
de Ensino - DE, subsidiando-a com as informações neces-
sárias para tomada de decisões no que concernir ao Siste-
ma de Ensino da Polícia Militar;
VII - primar seu comando pela busca constante da 
qualidade e excelência na prestação de serviços à comuni-
dade interna e externa;
VIII - cultuar os valores, os deveres éticos e a disciplina 
policiais-militares, exigindo de seus subordinados, docen-
tes e corpo discente, o mesmo padrão de comportamento;
IX - primar pelo intercâmbio de conhecimentos téc-
nico-científicos entre seu Órgão de Apoio de Ensino Su-
perior - OAES e demais órgãos da Instituição, bem como 
outras entidades ligadas ao desenvolvimento de técnicas 
adequadas ao serviço policial e que melhorem a prestação 
de serviços por parte da Polícia Militar;
X - assessorar o Diretor de Ensino nos assuntos relati-
vos à modalidade de ensino de sua responsabilidade;
XI - assessorar a Diretoria de Ensino - DE no controle, 
na fiscalização e na coordenação dos cursos de sua com-
petência que forem realizados fora do respectivo órgão;
XII - exercer outros encargos que lhe forem atribuídos 
pelo Diretor de Ensino.
TÍTULO II
Das Disposições Gerais
CAPÍTULO I
Do Corpo Docente
Artigo 13 - O corpo docente dos diversos cursos e es-
tágios, nas formas presencial ou a distância, compreende:
I - professor civil:
a) credenciado: o portador de diploma universitário, 
com experiência em docência universitária e possuidor 
de curso de pós-graduação com habilitação para lecionar 
matéria curricular;
56
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
b) associado: vinculado a universidades, fundações ou 
outras instituições, públicas ou privadas, para fins de ensi-
no, pesquisa e desenvolvimento de atividades relacionadas 
à formação, graduação, pós-graduação, aperfeiçoamento, 
habilitação e treinamento do policial militar, nos termos do 
artigo 19 deste decreto;
II - professor policial-militar: o Oficial ou a Praça da 
Polícia Militar, com habilitação específica, designado para 
lecionar matéria curricular.
§ 1º - O professor civil ou policial-militar poderá ser 
secundado por professor-assistente.
§ 2º - Em matérias nas quais a necessidade didática 
ou a segurança exigirem poderá ser empregado mais de 1 
(um) docente por hora-aula.
§ 3º - O corpo docente do ensino a distância será com-
posto por gestores, tutores e conteudistas.
§ 4º - A docência exercida nos termos deste regula-
mento não implica a investidura em cargo, emprego ou 
função pública, não gerando efeitos para estabilidade ou 
aposentadoria.
§ 5º - O professor policial-militar será remunerado inde-
pendentemente de eventuais incorporações por hora-aula, 
bem como da quantidade de docentes necessária por aula.
Artigo 14 - As atividades docentes compreendem 
ações em classe e extraclasse que abrangem a gestão, a 
coordenação e o auxílio das atividades de ensino, o ensino, 
a pesquisa e a supervisão de prestação de serviços a comu-
nidade, além da difusão de conhecimentos científico-tec-
nológicos e culturais.
SEÇÃO I
Dos Professores Civis
Artigo 15 - Os professores civis serão credenciados 
nos termos deste decreto, ou serão integrantes de institui-
ções de ensino contratadas ou conveniadas.
§ 1º - O credenciamento será feito dentre os servido-
res públicos da administração direta e indireta e dentre os 
membros do Poder Judiciário e do Ministério Público do 
Estado de São Paulo.
§ 2º - Os professores credenciados farão jus a hono-
rários, nos termos do inciso VIII do artigo 124, observado 
o artigo 173, ambos da Lei nº 10.261, de 28 de outubro 
de 1968, cujo valor será calculado em conformidade com 
o artigo 1º do Decreto nº 38.542, de 19 de abril de 1994, 
alterado pelo Decreto nº 50.083, de 5 de outubro de 2005.
§ 3º - Os valores percebidos a título de honorários de 
que trata este artigo, não se incorporarão aos vencimentos 
ou salários para nenhum efeito legal e sobre eles não in-
cidirão qualquer vantagem nem descontos previdenciários 
ou de assistência médica, bem como não serão computa-
dos para cálculo do décimo terceiro salário, de que trata 
a Lei Complementar nº 644, de 26 de dezembro de 1989, 
e do acréscimo previsto no § 3º do artigo 39, combinado 
com o inciso XVII do artigo 7º, da Constituição Federal.
Artigo 16 - O credenciamento dos professores civis de 
que trata o artigo 15 deste decreto obedecerá aos critérios, 
aos requisitos e à periodicidade estabelecidos em portaria 
expedida pelo Comandante Geral da Polícia Militar, a ser 
publicada no Diário Oficial do Estado.
Artigo 17 - O pagamento dos valores de que trata o § 
2º do artigo 15 deste decreto será efetuado pelo Departa-
mento de Despesa de Pessoal do Estado, da Secretaria da 
Fazenda, após encaminhamento, pelo órgão competente 
da Polícia Militar, de documento comprobatório das horas-
-aula ministradas.
Parágrafo único - O pagamento dos valores aos milita-
res reformados e aos da reserva da Polícia Militar será rea-
lizado pelo Centro de Despesa de Pessoal da Polícia Militar.
Artigo 18 - Poderão ser convidadas pessoas que man-
tenham ou não, vínculo com a administração pública es-
tadual para proferir palestras, conferências, seminários ou 
eventos de mesma natureza, até o limite de 10 (dez) horas-
-aula mensais por pessoa convidada.
Parágrafo único - O valor da hora-aula de que trata 
este artigo poderá ser fixado em até 40 (quarenta) vezes 
o valor previsto no artigo 1º do Decreto nº 38.542, de 19 
de abril de 1994, alterado pelo Decreto nº 50.083, de 5 de 
outubro de 2005, e pago pela Polícia Militar.
Artigo 19 - A Polícia Militar poderá, ainda, celebrar 
convênios ou contratos com universidades, fundações ou 
outras instituições, públicas ou privadas, para fins de ensi-
no, pesquisa e desenvolvimento de atividades relacionadas 
à formação, graduação, pós-graduação, aperfeiçoamento, 
habilitação e treinamento do policial militar.
Artigo 20 - As contratações e convênios de que tratam 
os artigos 18 e 19 deste decreto deverão ser precedidos de 
competente motivação e processados com observância da 
legislação pertinente, em especial da Lei federal nº 8.666, 
de 21 de junho de 1993, com suas alterações posteriores.
SEÇÃO II
Dos Deveres e dos Direitos do Corpo Docente
Artigo 21 - São deveres do integrante do corpo do-
cente:
I - ministrar as aulas da matéria que lhe for atribuída, 
conforme estabelecer o respectivo calendário do curso em 
obediência ao Currículo e à Diretriz Geral de Ensino - DGE, 
de acordo com as necessidades do ensino;
II - elaborar o Plano Didático de Matéria - PDM da res-
pectiva matéria, bem como os Planos de Aula ou Sessão 
- PS, em rigorosa obediência ao Currículo e à Diretriz Geral 
de Ensino - DGE;
III - atender às convocações e determinações que fo-
rem feitas pelo Comandante Geral, Diretor de Ensino e Co-
mandante do Órgão de Apoio de Ensino Superior - OAES;
IV - não lecionar, em caráter particular, a qualquer tí-
tulo, a aluno ou grupo de alunos do Sistema de Ensino da 
Polícia Militar, matéria de que seja responsável;
V - zelar pelo preparo e aplicação no ensino;
VI - ter comportamento e conduta apropriados para 
com a posição de professor, não atentando contra os valo-
res, deveres éticos e disciplina policiais-militares;
VII - assimilar e introduzir no conteúdo de sua discipli-
na preceitos aplicáveis à doutrina institucional.
Parágrafo único - O descumprimento dos deveres 
previstos neste artigo implica no desligamento do docente 
do curso em que ministrar aulas.
57
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Artigo 22 - São direitos do corpo docente:
I - perceber remuneração nos termos da legislação 
em vigor;
II - receber honras e sinais de respeito, conforme dis-
puserem as instruções para continências, honras, sinais de 
respeitoe cerimonial militar na Polícia Militar e o regimen-
to interno do Órgão de Apoio de Ensino Superior - OAES;
III - ter acesso a meios de ensino necessários, ade-
quados e compatíveis com a matéria incumbida;
IV - receber certificação pelo respectivo Órgão de 
Apoio de Ensino Superior - OAES das funções desenvolvi-
das, bem como do período lecionado.
CAPÍTULO II
Do Corpo Discente
Artigo 23 - O corpo discente é constituído pelos po-
liciais militares matriculados nos diversos cursos ou está-
gios da Polícia Militar.
§ 1º - Poderão ser matriculados civis, militares nacio-
nais e estrangeiros, observado o interesse da Polícia Mi-
litar, desde que preencham as condições exigidas neste 
regulamento e tenham sido aprovados em processo de 
seleção adequado à frequência do ensino superior, ob-
servadas as peculiaridades do Estado ou País de origem.
§ 2º - A matrícula prevista no parágrafo anterior fica 
também condicionada à existência de intercâmbio ou 
mútua cooperação na área de ensino superior entre as 
instituições.
Artigo 24 - São deveres do corpo discente:
I - frequentar todas as atividades escolares, aplican-
do-se com dedicação e esmero;
II - participar de estágios operacionais e adminis-
trativos, serviços, exercícios e representações internas e 
externas, estabelecidos como atividades curriculares, ex-
tracurriculares ou complementares de formação técnico-
-profissional;
III - cumprir ordens e escalas de serviço expedidas 
pelas autoridades competentes;
IV - atender às convocações e determinações das au-
toridades competentes.
Parágrafo único - A não conclusão ou a exoneração 
acarretará o ressarcimento dos custos integrais do curso 
ou estágio, nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
Artigo 25 - São direitos do corpo discente:
I - ter acesso a ensino por conta do Estado;
II - receber, durante o curso, fardamento, alimenta-
ção e alojamento, segundo as características e duração do 
respectivo curso e conforme dispuser o regimento interno 
do Órgão de Apoio de Ensino Superior - OAES;
III - fruir férias escolares e/ou recesso escolar, nos ter-
mos deste regulamento;
IV - perceber vencimentos e vantagens fixados em lei;
V - ser agraciado com recompensas militares, nos ter-
mos do Regulamento Disciplinar da Polícia Militar;
VI - receber, durante o curso, assistência médica, hos-
pitalar e odontológica;
VII - optar, segundo a ordem de classificação, pela 
Organização Policial Militar - OPM onde deseja servir, na 
conformidade das vagas oferecidas, ao término com apro-
veitamento do respectivo curso de formação ou de habi-
litação.
§ 1º - Para os Alunos-Oficiais PM oriundos da Polícia 
Militar do Estado de São Paulo serão mantidos os venci-
mentos relativos à graduação que ocupavam, se superio-
res aos de Alunos-Oficiais PM.
§ 2º - Os integrantes do corpo discente da Polícia Mi-
litar do Estado de São Paulo não terão reduzida a remune-
ração percebida em sua unidade de origem.
§ 3º - Além das recompensas previstas no Regulamen-
to Disciplinar da Polícia Militar, serão conferidos:
1. medalha “Pedro Dias de Campos” e respectivo di-
ploma ao primeiro colocado do Curso Superior de Técnico 
de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, do 
Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e Preser-
vação da Ordem Pública I, do Curso Superior de Tecnólogo 
de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública II, do 
Curso Superior de Tecnólogo de Administração Policial-
-Militar, do Bacharelado em Ciências Policiais de Seguran-
ça e Ordem Pública, do Mestrado em Ciências Policiais de 
Segurança e Ordem Pública e do Doutorado em Ciências 
Policiais de Segurança e Ordem Pública, independente-
mente do Quadro;
2. espada, com gravação “Ao Mérito”, ao primeiro co-
locado do Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança 
e Ordem Pública.
§ 4º - Aos civis e demais militares integrantes do corpo 
discente serão garantidas as mesmas condições de ensino, 
pesquisa e avaliação mediante ressarcimento das despesas 
nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE e Regimentos 
Internos dos Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES.
CAPÍTULO III
Dos Cursos e Estágios
Artigo 26 - O desenvolvimento dos cursos e estágios 
dependerá da existência de currículo previamente aprova-
do e da previsão no Calendário de Cursos e Estágios - CCE, 
em consonância com a Diretriz Geral de Ensino - DGE.
Parágrafo único - Em caráter excepcional, por auto-
rização do Comando Geral, poderão funcionar cursos ou 
estágios que não constarem do Calendário de Cursos e 
Estágios - CCE.
Artigo 27 - O currículo de cada curso ou estágio dis-
porá a respeito das matérias a ele inerentes, articulando 
seus objetivos, conteúdo, estratégias de ensino e processo 
de avaliação, em um conjunto harmônico, interdisciplinar 
e sequencialmente hierarquizado, que possibilite a forma-
ção integral do educando.
Parágrafo único - Os currículos dos cursos, progra-
mas e estágios serão estabelecidos de acordo com o res-
pectivo nível de ensino e área de atividade profissional a 
serem abordados.
58
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
CAPÍTULO IV
Da Avaliação, do Aproveitamento e do Desliga-
mento
Artigo 28 - A avaliação da aprendizagem nos cursos e 
estágios será aferida por meio da aplicação regular e cons-
tante de verificações escritas, práticas, orais ou prático-o-
rais, além da exigência de trabalhos técnico-científicos para 
os programas de mestrado e de doutorado.
Parágrafo único - A nota mínima para aprovação final, 
por matéria, é 5,0 (cinco), exceto para a matéria de educa-
ção física, cuja nota será disciplinada na Diretriz Geral de 
Ensino - DGE.
Artigo 29 - Ao final de cada curso ou estágio será pu-
blicada a relação dos alunos com o conceito referente ao 
respectivo aproveitamento, exceto os cursos específicos 
previstos neste regulamento, em que será publicada a nota 
final, com aproximação por milésimos.
Artigo 30 - O aluno concluirá com aproveitamento o 
curso ou estágio quando:
I - obtiver nota final igual ou superior a 5,0 (cinco);
II - tiver frequência mínima de 75% (setenta e cinco por 
cento) da carga horária do respectivo currículo;
III - não incorrer nas situações de desligamento.
Artigo 31 - Salvo as disposições específicas previstas 
neste regulamento, as hipóteses de desligamento dos cur-
sos e estágios serão disciplinadas na Diretriz Geral de En-
sino - DGE.
Artigo 32 - Do desligamento caberá recurso adminis-
trativo, endereçado ao Diretor de Ensino, o qual não terá 
efeito suspensivo.
§ 1º - O prazo para interposição de recurso será de 5 
(cinco) dias úteis, a contar da data em que ocorrer a ciência 
do desligamento.
§ 2º - Recebido o recurso, o Diretor de Ensino emitirá 
decisão fundamentada, da qual caberá recurso, em última 
instância, ao Subcomandante da Polícia Militar.
TÍTULO III
Da Educação Superior
CAPÍTULO I
Do Curso Sequencial de Formação Específica
SEÇÃO I
Do Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva 
e Preservação da Ordem Pública
Artigo 33 - O Curso Superior de Técnico de Polícia Os-
tensiva e Preservação da Ordem Pública é curso sequencial 
de formação específica, destinado a qualificar tecnicamen-
te o Soldado PM, no início da carreira, para análise e exe-
cução, de forma produtiva, das funções próprias de polícia 
ostensiva e de preservação da ordem pública, em confor-
midade com a filosofia que norteia a polícia comunitária, 
além de outras atribuições definidas em lei, bem como as 
de bombeiro e a execução das atividades de defesa civil.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
atribuirá às Praças da graduação inicial a especialidade 
superior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preservação da 
Ordem Pública.
Artigo 34 - A ESSd - Cel PM Assumpção é a responsá-
vel pela realização, coordenação e supervisão do Curso Su-
perior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preservação da Or-
dem Pública, nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
SEÇÃO II
Do Concurso de Admissão
Artigo 35 - O concurso público de admissão no Curso 
Superior de Técnicode Polícia Ostensiva e Preservação da 
Ordem Pública constará de provas e títulos.
§ 1º - As etapas do concurso a que se refere este artigo 
serão as seguintes:
1. prova escrita, em nível de Ensino Médio;
2. prova de condicionamento físico;
3. exames de saúde;
4. exames psicológicos;
5. apreciação da conduta social, reputação e idonei-
dade;
6. análise da documentação para comprovação de re-
quisitos de ingresso e atribuição de títulos.
§ 2º - A prova de que trata o item 1 do § 1º deste artigo 
terá caráter classificatório e eliminatório e poderá ser reali-
zada por entidade especializada em concursos.
§ 3º - As etapas a que se referem os itens 2 a 6 do § 1º 
deste artigo terão caráter eliminatório.
§ 4º - Os títulos a que se refere este artigo terão cará-
ter classificatório e serão definidos por ato do Comandante 
Geral.
§ 5º - A classificação final dar-se-á pelo somatório dos 
pontos obtidos na prova escrita com os pontos dos títulos.
SEÇÃO III
Do Ingresso
Artigo 36 - São requisitos para ingresso no Curso Su-
perior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preservação da Or-
dem Pública:
I - ser brasileiro, do sexo masculino, se candidato ao 
Quadro de Praças Policiais Militares (QPPM) e, do sexo fe-
minino, se candidata ao Quadro de Praças de Polícia Femi-
nina (QPPF);
II - contar, no mínimo, com 18 (dezoito) e, no máximo, 
30 (trinta) anos de idade;
III - ter concluído o Ensino Médio ou equivalente;
IV - estar em dia com as obrigações eleitorais e no ple-
no exercício dos direitos políticos;
V - estar em dia com as obrigações militares;
VI - ser habilitado para a condução de veículo motori-
zado entre as categorias “B” a “E”;
VII - ter boa conduta social, reputação e idoneidade 
ilibadas e não registrar antecedentes criminais;
VIII - não ter respondido e não estar respondendo a 
processo administrativo cujo fundamento possa incompa-
tibilizá-lo com a função policial-militar, se agente público;
IX - ter, no mínimo, descalço e descoberto, 1,65m (um 
metro e sessenta e cinco centímetros) de estatura, se do 
sexo masculino, e 1,60m (um metro e sessenta centímetros) 
de altura, se do sexo feminino;
59
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
X - ter sido aprovado em concurso público e estar clas-
sificado entre a quantidade de vagas previstas no edital.
Parágrafo único - As condições previstas nos incisos 
II a VI deste artigo tomarão por base a data de posse do 
candidato.
SEÇÃO IV
Do Estágio Probatório
Artigo 37 - O estágio probatório, que se estende pelo 
período de 2 (dois) anos de efetivo exercício, terá início 
com a matrícula no Curso Superior de Técnico de Polícia 
Ostensiva e Preservação da Ordem Pública e se dará na 
graduação de Soldado PM de 2ª Classe.
§ 1º - Concluído o Curso Superior de Técnico de Polícia 
Ostensiva e Preservação da Ordem Pública com aproveita-
mento, o Soldado PM de 2ª Classe iniciará o estágio admi-
nistrativo-operacional, até ser enquadrado como Soldado 
PM de 1ª Classe.
§ 2º - Durante o curso e o estágio administrativo-ope-
racional será verificado, a qualquer tempo, nos termos da 
Diretriz Geral de Ensino - DGE, o preenchimento dos se-
guintes requisitos:
1. aptidão para a graduação inicial de Praça;
2. conduta social, reputação e idoneidade ilibadas;
3. dedicação ao serviço;
4. aproveitamento escolar;
5. perfil psicológico compatível com a função;
6. preparo físico adequado;
7. condições adequadas de saúde física e mental;
8. comprometimento com os valores, os deveres éti-
cos e a disciplina policiais-militares.
§ 3º - O conceito de aptidão, de que trata o item 1 do 
§ 2º deste artigo, é o resultado da avaliação das compe-
tências pessoais e profissionais necessárias ao exercício na 
graduação inicial de Praça definidas, dentre outros instru-
mentos, pelo perfil profissiográfico.
§ 4º - A apuração da conduta social, reputação e ido-
neidade de que trata o item 2 do § 2º deste artigo abran-
gerá também o tempo anterior à nomeação, e será efe-
tuada por órgão competente da Polícia Militar, em caráter 
sigiloso.
§ 5º - A apuração do perfil psicológico a que se refere 
o item 5 do § 2º deste artigo será efetuada por órgão com-
petente da Polícia Militar para verificar as características 
de personalidade, de acordo com os parâmetros de perfil 
psicológico estabelecido para o cargo de Soldado PM.
Artigo 38 - Durante a realização do estágio adminis-
trativo-operacional o Soldado PM de 2ª Classe manterá 
vínculo didático-pedagógico com a ESSd - Cel PM As-
sumpção, devendo ser classificado em unidade territorial 
onde exercerá, sob supervisão, funções da graduação ini-
cial de Praça.
Artigo 39 - Será exonerado o Soldado PM de 2ª Clas-
se que deixar de preencher qualquer um dos requisitos 
estabelecidos no § 2º do artigo 37 deste decreto.
SEÇÃO V
Do Desligamento
Artigo 40 - O desligamento do Curso Superior de Téc-
nico de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, 
a pedido ou de ofício, implicará na exoneração, reforma ou 
rematrícula, conforme o caso.
Artigo 41 - O Soldado PM de 2ª Classe, aluno do Cur-
so Superior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preservação 
da Ordem Pública, será desligado do Curso e exonerado da 
Polícia Militar, nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE, 
quando:
I - solicitar;
II - for reprovado em definitivo;
III - não alcançar a frequência mínima no curso;
IV - obtiver conceito insuficiente de aptidão para o ser-
viço policial-militar;
V - obtiver nota de conduta escolar insuficiente;
VI - for constatado que deixou de preencher qualquer 
dos requisitos de ingresso previstos no artigo 36 deste de-
creto;
VII - for condenado por crime doloso, com trânsito em 
julgado, a pena restritiva de liberdade;
VIII - cometer falta que ensejaria seu ingresso no mau 
comportamento, nos termos do Regulamento Disciplinar 
da Polícia Militar, instituído pela Lei Complementar nº 893, 
de 9 de março de 2001;
IX - praticar falta grave, punível com demissão ou ex-
pulsão, nos termos do Regulamento Disciplinar da Polícia 
Militar, instituído pela Lei Complementar nº 893, de 9 de 
março de 2001;
X - for constatado o descumprimento dos requisitos 
previstos no § 2º do artigo 37 deste decreto.
Artigo 42 - O Soldado PM de 2ª Classe julgado defini-
tivamente incapaz para o serviço policial-militar durante o 
Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva e Preserva-
ção da Ordem Pública será desligado do curso e reforma-
do, nos termos da legislação em vigor.
Parágrafo único - Em caso de morte de Soldado PM 
de 2ª Classe durante o Curso Superior de Técnico de Po-
lícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública será pro-
cessado seu desligamento do curso, assegurado aos seus 
dependentes o direito à pensão, nos termos da legislação 
em vigor.
Artigo 43 - Será desligado e rematriculado no curso 
subsequente o aluno do Curso Superior de Técnico de Po-
lícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, quando:
I - na condição de gestante, obtiver parecer médico 
que recomende o afastamento das atividades;
II - for julgado temporariamente inválido ou fisicamen-
te incapaz para o serviço policial-militar, por prazo inferior 
a 24 (vinte e quatro) meses;
III - em razão de decisão judicial, tenha sido assegu-
rada sua permanência na Polícia Militar, mas não possa 
alcançar a frequência mínima no curso, nos termos da Di-
retriz Geral de Ensino - DGE.
§ 1º - Nos casos de rematrícula de que trata este artigo 
o estágio probatório do Soldado PM de 2ª Classe será con-
tado a partir da matrícula no novo curso.
60
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
§ 2º - O Soldado PM de 2ª Classe, enquanto estiver 
aguardando rematrícula, somente poderá ser empregado 
em atividades administrativas da ESSd - Cel PM Assump-
ção.
§ 3º - Se o desligamento nos termos do inciso III do 
artigo 41 deste decreto se der por motivo de saúde, fica 
assegurada a rematrícula no ano letivo subsequente, ao 
término do impedimento, respeitada sua situação escolar 
anterior e a legislação de inatividade da Instituição, nos ter-
mos da Diretriz Geral deEnsino - DGE.
§ 4º - A rematrícula, fundamentada na mesma espécie 
de motivo, será assegurada uma única vez.
CAPÍTULO II
Dos Cursos Sequenciais de Complementação de 
Estudos
SEÇÃO I
Do Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Osten-
siva e Preservação da Ordem Pública I
Artigo 44 - O Curso Superior de Tecnólogo de Polícia 
Ostensiva e Preservação da Ordem Pública I é sequencial 
de complementação de estudos, destinado a qualificar 
profissionalmente o Cabo PM ao exercício das funções de 
3º Sargento, promovendo a sua habilitação técnica, huma-
na e conceitual para o exercício consciente, responsável e 
criativo das funções de liderança, gestão e assessoramento, 
nos limites de suas atribuições hierárquicas, dotando-o de 
capacidade de análise de questões atuais que envolvam o 
comando na execução das atividades de polícia ostensiva, 
de preservação da ordem pública, em conformidade com 
a filosofia de polícia comunitária, além de outras definidas 
em lei, bem como as de bombeiro e de defesa civil.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
atribuirá ao formando a especialidade superior de Tecnólo-
go de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública I.
Artigo 45 - A Escola Superior de Sargentos - ESSgt é 
responsável pela realização, coordenação e supervisão do 
Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e Preser-
vação da Ordem Pública I, nos termos da Diretriz Geral de 
Ensino - DGE.
Artigo 46 - A matrícula, o regime escolar, a aprovação, 
a reprovação, o desligamento e a conclusão do Curso Su-
perior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e Preservação da 
Ordem Pública I atenderão às disposições da Lei Comple-
mentar nº 892, de 31 de janeiro de 2001, e da Diretriz Geral 
de Ensino - DGE.
Artigo 47 - Para fins de identificação, sem alteração da 
condição hierárquica, os Cabos PM, alunos do Curso Su-
perior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e Preservação da 
Ordem Pública I, farão jus:
I - à anotação de condição de aluno na cédula de iden-
tidade funcional da Polícia Militar;
II - ao uso de uniforme e insígnias próprias, nos termos 
do Regulamento de Uniformes da Polícia Militar;
III - à precedência sobre os demais Cabos PM, para 
efeito de continência e sinais de respeito.
SEÇÃO II
Do Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Osten-
siva e Preservação da Ordem Pública II
Artigo 48 - O Curso Superior de Tecnólogo de Polícia 
Ostensiva e Preservação da Ordem Pública II é sequencial 
de complementação de estudos, destinado a qualificar pro-
fissionalmente o 2º Sargento PM ao exercício das funções 
de 1º Sargento PM e Subtenente PM, promovendo a sua 
habilitação técnica, humana e conceitual para o exercício 
consciente, responsável e criativo das funções de lideran-
ça, gestão e assessoramento, nos limites de suas atribui-
ções hierárquicas, dotando-o de capacidade de análise de 
questões atuais que envolvam o comando na execução das 
atividades de polícia ostensiva, de preservação da ordem 
pública, em conformidade com a filosofia de polícia comu-
nitária, além de outras definidas em lei, bem como as de 
bombeiro e de defesa civil.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
atribuirá ao formando a especialidade superior de Tecnólo-
go de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública II.
Artigo 49 - A Escola Superior de Sargentos - ESSgt é 
responsável pela realização, coordenação e supervisão do 
Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e Preser-
vação da Ordem Pública II, nos termos da Diretriz Geral de 
Ensino - DGE.
Artigo 50 - A matrícula, o regime escolar, a aprovação, 
a reprovação, o desligamento e a conclusão do Curso Su-
perior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e Preservação da 
Ordem Pública II atenderão às disposições da Lei Comple-
mentar nº 892, de 31 de janeiro de 2001, e da Diretriz Geral 
de Ensino - DGE.
SEÇÃO III
Do Curso Superior de Tecnólogo de Administração 
Policial-Militar
Artigo 51 - O Curso Superior de Tecnólogo de Admi-
nistração Policial-Militar é sequencial de complementação 
de estudos, destinado a habilitar profissionalmente as Pra-
ças para o ingresso no Quadro Auxiliar de Oficiais de Polí-
cia Militar (QAOPM), promovendo a sua habilitação técnica, 
humana e conceitual para o exercício consciente, respon-
sável e criativo das funções de liderança, gestão e assesso-
ramento, nos limites de suas atribuições hierárquicas, do-
tando-o de capacidade de análise de questões atuais que 
envolvam o comando na execução das práticas específicas 
de administração geral e financeira.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
atribuirá ao formando a especialidade superior de Tecnólo-
go de Administração Policial-Militar.
Artigo 52 - A Academia de Polícia Militar do Barro 
Branco - APMBB é a responsável pela realização, coorde-
nação e supervisão do Curso Superior de Tecnólogo de 
Administração Policial-Militar, nos termos da Diretriz Geral 
de Ensino - DGE.
Artigo 53 - A matrícula, o regime escolar, a aprovação, 
a reprovação, o desligamento e a conclusão do Curso Su-
perior de Tecnólogo de Administração Policial-Militar serão 
61
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
regidos nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE, aten-
didas às disposições da Lei Complementar nº 419, de 25 de 
outubro de 1985.
Artigo 54 - Para fins de identificação, sem alteração 
da condição hierárquica, os alunos do Curso Superior de 
Tecnólogo de Administração Policial-Militar, durante o res-
pectivo curso, farão jus:
I - à anotação de condição de aluno na cédula de iden-
tidade funcional da Polícia Militar;
II - ao uso de uniforme e insígnias próprias, nos termos 
do Regulamento de Uniformes da Polícia Militar.
CAPÍTULO III
Dos Cursos de Graduação
SEÇÃO I
Do Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança 
e Ordem Pública
Artigo 55 - O Bacharelado em Ciências Policiais de 
Segurança e Ordem Pública é o curso de graduação, des-
tinado a formar, com solidez teórica e prática, o profissio-
nal ocupante do posto inicial de Oficial, tornando-o apto 
ao comando de pessoas e à análise e administração de 
processos, por intermédio da utilização ampla de conhe-
cimentos na busca de soluções para os variados proble-
mas pertinentes às atividades jurídicas e administrativas de 
preservação da ordem pública e de polícia ostensiva, em 
conformidade com a filosofia de polícia comunitária, além 
de outras definidas em lei.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
atribuirá ao ocupante do posto inicial de Oficial o grau uni-
versitário de Bacharel em Ciências Policiais de Segurança e 
Ordem Pública.
Artigo 56 - A Academia de Polícia Militar do Barro 
Branco - APMBB é a responsável pela realização, coorde-
nação e supervisão do Bacharelado em Ciências Policiais de 
Segurança e Ordem Pública.
SEÇÃO II
Do Concurso de Admissão
Artigo 57 - O concurso público de admissão ao Bacha-
relado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública 
constará de provas e títulos.
§ 1º - As etapas do concurso a que se refere este artigo 
serão as seguintes:
1. prova escrita, em nível de Ensino Médio;
2. prova de condicionamento físico;
3. exames de saúde;
4. exames psicológicos;
5. avaliação da conduta social, reputação e idoneidade;
6. análise da documentação para comprovação de re-
quisitos de ingresso e atribuição de títulos.
§ 2º - A prova de que trata o item 1 do § 1º deste artigo 
terá caráter classificatório e eliminatório e poderá ser reali-
zada por entidade especializada em concursos.
§ 3º - As demais provas previstas nos itens 2 a 6 do § 1º 
deste artigo possuem caráter eliminatório.
§ 4º - Os títulos a que se refere este artigo terão cará-
ter classificatório e serão definidos por ato do Comandante 
Geral.
§ 5º - A classificação final dar-se-á pelo somatório dos 
pontos obtidos na prova escrita com os pontos dos títulos.
SEÇÃO III
Do Ingresso
Artigo 58 - São requisitos para ingresso no Bachare-
lado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública:
I - ser brasileiro, do sexo masculino, se candidato ao 
Quadro de Oficiais PoliciaisMilitares (QOPM) e, do sexo 
feminino, se candidata ao Quadro de Oficiais de Polícia Fe-
minina (QOPF);
II - contar, no máximo, 26 (vinte e seis) anos de idade, 
exceto se integrante da Polícia Militar do Estado de São 
Paulo;
III - ter concluído o Ensino Médio ou equivalente;
IV - estar em dia com as obrigações eleitorais e no ple-
no exercício dos direitos políticos;
V - estar em dia com as obrigações militares;
VI - estar enquadrado pelo menos no comportamento 
disciplinar “BOM”, se Praça da Polícia Militar, e não ter co-
metido, nos 2 (dois) últimos anos, transgressão disciplinar 
classificada como grave;
VII - ter boa conduta social, reputação e idoneidade 
ilibadas e não registrar antecedentes criminais;
VIII - não ter respondido e não estar respondendo a 
processo administrativo cujo fundamento possa incompa-
tibilizá-lo com a função policial-militar, se agente público;
IX - ter, no mínimo, descalço e descoberto, 1,65m (um 
metro e sessenta e cinco centímetros) de estatura, se do 
sexo masculino, e 1,60m (um metro e sessenta centímetros) 
de altura, se do sexo feminino;
X - ter sido aprovado em concurso público e estar clas-
sificado dentre as vagas previstas no edital.
Parágrafo único - As condições previstas nos incisos 
II a VI deste artigo tomarão por base a data de posse do 
candidato.
SEÇÃO IV
Do Estágio Probatório
Artigo 59 - O estágio probatório, que se estende até a 
promoção ao posto inicial de Oficial, terá início com a ma-
trícula no Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança 
e Ordem Pública e se dará na graduação de Aluno-Oficial 
PM.
§ 1º - Concluído o Bacharelado em Ciências Policiais de 
Segurança e Ordem Pública com aproveitamento, o Aluno-
-Oficial PM será declarado Aspirante a Oficial PM e iniciará 
o estágio administrativo-operacional até ser promovido ao 
posto inicial de Oficial de seu Quadro.
§ 2º - Durante o bacharelado e o estágio administrati-
vo-operacional será verificado, a qualquer tempo, nos ter-
mos da Diretriz Geral de Ensino - DGE, o preenchimento 
dos seguintes requisitos:
1. aptidão para o Oficialato;
62
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
2. conduta social, reputação e idoneidade ilibadas;
3. dedicação ao serviço;
4. aproveitamento escolar;
5. perfil psicológico compatível com a função;
6. preparo físico adequado;
7. condições adequadas de saúde física e mental;
8. comprometimento com os valores, os deveres éticos 
e a disciplina policiais-militares.
§ 3º - O conceito de aptidão para o Oficialato de que 
trata o item 1 do § 2º deste artigo é o resultado da avalia-
ção das competências pessoais e profissionais necessárias 
ao exercício do Oficialato, definidas, dentre outros instru-
mentos, pelo perfil profissiográfico.
§ 4º - A apuração da conduta social, reputação e ido-
neidade de que trata o item 2 do § 2º deste artigo abrange-
rá também o tempo anterior à nomeação e será efetuada 
por órgão competente da Polícia Militar, em caráter sigi-
loso.
§ 5º - A apuração do perfil psicológico a que se refere 
o item 5 do § 2º deste artigo será efetuada por órgão com-
petente da Polícia Militar para verificar as características 
de personalidade, de acordo com os parâmetros de perfil 
psicológico estabelecido para o posto inicial de Oficial PM.
Artigo 60 - Durante a realização do estágio adminis-
trativo-operacional o Aspirante a Oficial PM manterá víncu-
lo didático-pedagógico com a Academia de Polícia Militar 
do Barro Branco - APMBB, devendo ser classificado em uni-
dade territorial onde exercerá, sob supervisão, funções do 
posto inicial de Oficial.
Artigo 61 - Será exonerado o Aluno-Oficial PM ou o 
Aspirante a Oficial PM que deixar de preencher qualquer 
um dos requisitos estabelecidos no § 2º do artigo 59 deste 
decreto.
SEÇÃO V
Do Desligamento
Artigo 62 - O desligamento do Bacharelado em Ciên-
cias Policiais de Segurança e Ordem Pública, a pedido ou 
de ofício, implicará na exoneração, reforma ou rematrícula, 
conforme o caso.
Artigo 63 - O Aluno-Oficial PM, bacharelando em 
Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, será des-
ligado do curso e exonerado da Polícia Militar, nos termos 
da Diretriz Geral de Ensino - DGE, quando:
I - solicitar;
II - for reprovado em definitivo;
III - não alcançar a frequência mínima no curso;
IV - obtiver conceito insuficiente de aptidão para o Ofi-
cialato em qualquer traço, ou inferior em um mesmo traço, 
em dois semestres consecutivos, independentemente do 
ano letivo;
V - obtiver nota de conduta escolar insuficiente;
VI - for constatado que deixou de preencher qualquer 
dos requisitos de ingresso previstos no artigo 58 deste de-
creto;
VII - for condenado por crime doloso, com trânsito em 
julgado, a pena restritiva de liberdade;
VIII - cometer falta que ensejaria seu ingresso no mau 
comportamento, nos termos do Regulamento Disciplinar 
da Polícia Militar, instituído pela Lei Complementar nº 893, 
de 9 de março de 2001;
IX - praticar falta grave, punível com demissão ou ex-
pulsão, nos termos do Regulamento Disciplinar da Polícia 
Militar, instituído pela Lei Complementar nº 893, de 9 de 
março de 2001;
X - for constatado o descumprimento dos requisitos 
de seu estágio probatório, nos termos do § 2º do artigo 59 
deste decreto.
Parágrafo único - O Aluno-Oficial PM oriundo das 
fileiras da Instituição, desligado nos termos deste artigo, 
poderá ser reconduzido ao cargo ocupado anteriormente 
ao ingresso no Bacharelado em Ciências Policiais de Se-
gurança e Ordem Pública, nos termos da Diretriz Geral de 
Ensino - DGE.
Artigo 64 - O Aluno-Oficial PM julgado definitivamen-
te incapaz para o serviço policial-militar durante o Bacha-
relado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública 
será desligado do curso e reformado, nos termos da legis-
lação em vigor.
Parágrafo único - Em caso de morte de Aluno-Oficial 
PM durante o Bacharelado em Ciências Policiais de Segu-
rança e Ordem Pública será processado seu desligamen-
to do curso, assegurado aos seus dependentes o direito à 
pensão, nos termos da legislação em vigor.
Artigo 65 - Será desligado e rematriculado no ano le-
tivo subsequente o aluno do Bacharelado em Ciências Poli-
ciais de Segurança e Ordem Pública quando:
I - na condição de gestante, obtiver parecer médico 
que recomende o afastamento das atividades;
II - for julgado temporariamente inválido ou fisicamen-
te incapaz para o serviço policial-militar, por prazo inferior 
a 24 (vinte e quatro) meses;
III - em razão de decisão judicial, tenha sido assegu-
rada sua permanência na Polícia Militar, mas não possa 
alcançar a frequência mínima no curso, nos termos da Di-
retriz Geral de Ensino - DGE.
§ 1º - O Aluno-Oficial PM, enquanto estiver aguardan-
do rematrícula, somente poderá ser empregado em ativi-
dades administrativas da Academia de Polícia Militar do 
Barro Branco - APMBB.
§ 2º - Se o desligamento nos termos do inciso III do 
artigo 63 deste decreto se der por motivo de saúde, fica 
assegurada a rematrícula no ano letivo subsequente, ao 
término do impedimento, respeitada sua situação escolar 
anterior e a legislação de inatividade da Instituição, nos ter-
mos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
§ 3º - A rematrícula, fundamentada na mesma espécie 
de motivo, será assegurada uma única vez.
CAPÍTULO IV
Dos Cursos de Pós-Graduação em Sentido Lato
Artigo 66 - A Polícia Militar contará com cursos de es-
pecialização destinados a ampliar os conhecimentos técni-
co-profissionais que exijam práticas específicas, habilitan-
do ou aperfeiçoando a formação do policial militar para o 
exercício de suas funções nas respectivas áreas de atuação.
63
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
Parágrafo único - Os cursos de que trata este artigo 
conferirão àqueles que os concluírem com aproveitamento 
as especialidades respectivas, nos termos da Diretriz Geral 
de Ensino - DGE.
Artigo 67 - Os cursos de especialização serão realiza-
dos pelos Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES e 
terão seus requisitos, funcionamento e regime previstos na 
DiretrizGeral de Ensino - DGE.
CAPÍTULO V
Do Programa de Mestrado Profissional
SEÇÃO I
Do Mestrado em Ciências Policiais de Segurança e 
Ordem Pública
Artigo 68 - O Mestrado em Ciências Policiais de Se-
gurança e Ordem Pública constitui programa de mestrado 
profissional direcionado para a continuidade da formação 
científica, acadêmica e profissional, sendo destinado a 
graduar o Oficial Intermediário, capacitando-o à pesquisa 
científica, à análise, ao planejamento e ao desenvolvimen-
to, em alto nível, da atividade profissional de polícia osten-
siva e de preservação da ordem pública, de bombeiro e de 
execução das atividades de defesa civil.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
do Mestrado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem 
Pública atribuirá ao Oficial Intermediário a titulação de 
Mestre em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pú-
blica.
Artigo 69 - O CAES - Cel PM Terra é o responsável 
pela realização, coordenação e supervisão do Mestrado em 
Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, nos ter-
mos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
SEÇÃO II
Do Processo Seletivo
Artigo 70 - O ingresso no Mestrado em Ciências Po-
liciais de Segurança e Ordem Pública ocorrerá mediante 
aprovação em processo seletivo interno, concorrendo os 
Capitães do Quadro de Oficiais de Polícia Militar (QOPM), 
do Quadro de Oficiais de Polícia Feminina (QOPF), do Qua-
dro de Oficiais de Saúde (QOS) e do Quadro Auxiliar de 
Oficiais de Polícia Militar (QAOPM) que possuam, nos ter-
mos da Diretriz Geral de Ensino - DGE, tempo mínimo de 3 
(três) anos no posto.
Artigo 71 - O edital do processo seletivo estabelecerá 
as regras para a seleção dos candidatos.
Artigo 72 - O candidato, para ser matriculado no Mes-
trado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, 
deverá preencher as condições de ingresso e estar classifi-
cado entre a quantidade de vagas previstas no edital.
Parágrafo único - As vagas não preenchidas para de-
terminado Quadro poderão ser revertidas para outro, con-
forme juízo do Comando Geral.
Artigo 73 - O Oficial Intermediário do QOS, observado 
o interstício previsto no artigo 70 deste decreto, poderá 
requerer ao Diretor de Ensino o reconhecimento dos res-
pectivos graus e títulos obtidos, na área de Saúde, para 
fim de equivalência e dispensa de realização do Mestrado 
em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, nos 
termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
CAPÍTULO VI
Do Programa de Doutorado
SEÇÃO I
Do Doutorado em Ciências Policiais de Segurança 
e Ordem Pública
Artigo 74 - O Doutorado em Ciências Policiais de Se-
gurança e Ordem Pública constitui programa de doutora-
do direcionado para a continuidade da formação científica, 
acadêmica e profissional, sendo destinado a graduar o Ofi-
cial Superior para as funções de administração estratégica, 
direção, comando e chefia nas áreas específicas de polícia 
ostensiva, preservação da ordem pública, de bombeiros e 
de execução das atividades de defesa civil, bem como do 
assessoramento governamental em segurança pública.
Parágrafo único - A conclusão com aproveitamento 
do Doutorado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem 
Pública atribuirá ao Oficial Superior a titulação de Doutor 
em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública.
Artigo 75 - O CAES - Cel PM Terra é o responsável 
pela realização, coordenação e supervisão do Doutorado 
em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública, nos 
termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
SEÇÃO II
Do Processo Seletivo
Artigo 76 - O ingresso no Doutorado em Ciências Po-
liciais de Segurança e Ordem Pública ocorrerá mediante 
aprovação em processo seletivo interno, concorrendo os 
Tenentes-Coronéis e os Majores do QOPM, do QOPF e do 
QOS que possuam:
I - tempo mínimo de 6 (seis) meses no posto, se Major;
II - título de Mestre em Ciências Policiais de Segurança 
e Ordem Pública ou o equivalente nos termos do artigo 73 
deste decreto.
Artigo 77 - O edital do processo seletivo estabelecerá 
as regras para a seleção dos candidatos.
Artigo 78 - O candidato, para ser matriculado no 
Doutorado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem 
Pública, deverá preencher as condições de ingresso e es-
tar classificado entre a quantidade de vagas previstas no 
edital.
Parágrafo único - As vagas não preenchidas para um 
Quadro poderão ser revertidas para o outro, conforme juí-
zo do Comando Geral.
Artigo 79 - O Oficial Superior do QOS, observado o 
interstício indicado no inciso I do artigo 76 deste decreto, 
se Major, poderá requerer ao Diretor de Ensino o reconhe-
cimento dos respectivos graus e títulos obtidos, na área de 
Saúde, para fim de equivalência e dispensa de realização 
do Doutorado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem 
Pública, nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE.
64
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
CAPÍTULO VII
Dos Demais Cursos Superiores
Artigo 80 - A Polícia Militar contará com curso de gra-
duação destinado a qualificar o policial militar ao exercício 
de funções atinentes ao preparo físico, à saúde e ao treina-
mento de técnicas policiais, sob responsabilidade da Escola 
de Educação Física - EEF, mantido nos termos do Decreto-
-Lei federal nº 1.043, de 21 de outubro de 1969, cujo fun-
cionamento será disposto na Diretriz Geral de Ensino - DGE.
Artigo 81 - A Polícia Militar poderá criar outros cur-
sos de graduação ou pós-graduação, destinados a quali-
ficar recursos humanos para o exercício das funções atri-
buídas aos integrantes dos Quadros da Polícia Militar, em 
conformidade com a filosofia de polícia comunitária, es-
pecialmente as funções voltadas à polícia ostensiva e de 
preservação da ordem pública, às atividades de bombeiro 
e à execução das atividades de defesa civil.
TÍTULO IV
Da Educação Profissional
Artigo 82 - A educação profissional promoverá o aper-
feiçoamento profissional, o intercâmbio cultural, a integra-
ção social e comunitária e a qualidade de vida e saúde dos 
policiais militares por meio de seminários, cursos, estágios 
e encontros técnicos e científicos.
§ 1º - Os cursos de que trata o “caput” conferirão cer-
tificados de extensão, observados os cursos superiores exi-
gidos para sua frequência, nos termos da Diretriz Geral de 
Ensino - DGE.
§ 2º - Os estágios, seminários e encontros técnicos e 
científicos de que trata o “caput” conferirão certificados de 
participação.
Artigo 83 - A educação profissional levará em conta as 
áreas de concentração de estudos e as funções atribuídas 
aos policiais militares, inclusive as de bombeiro e de defesa 
civil, observada a legislação aplicável a cada Quadro.
Artigo 84 - Os seminários, cursos, estágios e encon-
tros técnicos e científicos poderão ser desenvolvidos pelos 
Órgãos de Apoio de Ensino Superior - OAES ou por outro 
órgão da Polícia Militar, conforme a área de atuação e a 
necessidade de treinamento profissional.
§ 1º - Os cursos e estágios deverão estar previstos no 
Calendário de Cursos e Estágios - CCE.
§ 2º - Os seminários e encontros técnicos e científicos 
deverão estar previstos no Calendário de Encontros Técni-
co-Científicos - CETC, organizado e aprovado pelo Diretor 
de Ensino.
Artigo 85 - A convocação, funcionamento e regras de 
aproveitamento dos cursos e estágios constarão da Diretriz 
Geral de Ensino - DGE.
TÍTULO V
Dos Recursos Orçamentários e Extraorçamentários
Artigo 86 - Os recursos financeiros para as atividades 
de ensino na Polícia Militar são orçamentários e extraor-
çamentários, sendo estes obtidos mediante contribuições, 
subvenções, doações ou indenizações.
Artigo 87 - Os valores, a periodicidade, as formas de 
cálculo e recolhimento e demais particularidades das con-
tribuições e indenizações decorrentes da participação em 
atividades de ensino e pesquisa serão definidos na Diretriz 
Geral de Ensino - DGE.
§ 1º - Os militares do Estado de São Paulo arcarão ape-
nas com os programas do Fundo Especial de Despesa da 
Polícia Militar - FEPOM, instituído pela Instrução nº 15/76, 
do Departamento de Orçamentoe Custos do Estado, da 
Secretaria de Economia e Planejamento, ratificado pela Lei 
nº 7.001, de 27 de dezembro de 1990, e ressarcirão inte-
gralmente os valores referidos no “caput” em caso de desli-
gamento a pedido, reprovação, exoneração ou licença para 
tratar de interesse particular.
§ 2º - Os demais integrantes do corpo discente arca-
rão integralmente com as contribuições decorrentes de sua 
participação em atividades de ensino e pesquisa.
Artigo 88 - Os recursos extraorçamentários reverterão 
para o Fundo Especial de Despesa da Polícia Militar - FE-
POM.
TÍTULO VI
Disposições Finais
Artigo 89 - O Diretor de Ensino apostilará, a pedido do 
militar do Estado, nos diplomas dos cursos realizados na 
Polícia Militar, as titulações e graus universitários previstos 
na Lei Complementar nº 1.036, de 11 de janeiro de 2008, 
observado, nos termos da Diretriz Geral de Ensino - DGE, 
entre outros requisitos:
I - a escolaridade exigida para o curso;
II - a carga horária mínima;
III - trabalho monográfico, onde for exigido.
Artigo 90 - As atividades curriculares e extracurricu-
lares, nos termos da legislação federal e estadual vigente, 
são consideradas serviço policial-militar para todos os efei-
tos legais.
Artigo 91 - O policial militar matriculado nos progra-
mas de mestrado ou de doutorado previstos neste decreto 
terá direito, uma única vez, a ajuda de custo, nos termos 
do artigo 5º da Lei Complementar nº 731, de 26 de outu-
bro de 1993, de valor correspondente ao respectivo padrão 
de vencimentos, para atender a despesas decorrentes de 
pesquisas técnico-científicas exigidas durante o progra-
ma, quando de sua apresentação para início do respectivo 
mestrado ou doutorado.
Parágrafo único - O policial militar que não concluir 
com aproveitamento o programa previsto neste artigo res-
tituirá o valor da ajuda de custo que lhe foi concedida.
Artigo 92 - As atribuições pormenorizadas das di-
versas repartições que compõem os Órgãos de Apoio de 
Ensino Superior - OAES previstas neste regulamento serão 
definidas nos respectivos regimentos internos, obedecida a 
Diretriz Geral de Ensino - DGE.
Artigo 93 - O Comandante Geral editará, no prazo de 
180 (cento e oitenta) dias a contar da data de publicação 
deste decreto, a Diretriz Geral de Ensino - DGE.
Artigo 94 - Os cursos previstos neste decreto possuem 
a seguinte correspondência:
65
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
I - Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva e 
Preservação da Ordem Pública: Curso de Formação de Sol-
dados de Polícia Militar;
II - Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva 
e Preservação da Ordem Pública I: Curso de Formação de 
Sargentos;
III - Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva e 
Preservação da Ordem Pública II: Curso de Aperfeiçoamen-
to de Sargentos;
IV - Curso Superior de Tecnólogo de Administração 
Policial-Militar: Curso de Habilitação ao Quadro Auxiliar de 
Oficiais de Polícia Militar;
V - Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e 
Ordem Pública: Curso de Formação de Oficiais;
VI - Mestrado em Ciências Policiais de Segurança e Or-
dem Pública: Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais;
VII - Doutorado em Ciências Policiais de Segurança e 
Ordem Pública: Curso Superior de Polícia.
Artigo 95 - Os casos omissos neste decreto serão re-
solvidos pelo Comandante Geral.
Parágrafo único - As atribuições do Comandante Ge-
ral e do Diretor de Ensino previstas neste decreto poderão 
ser delegadas às autoridades subordinadas por meio de 
ato publicado em Boletim Geral.
Artigo 96 - Ficam definidos os conceitos técnicos a 
seguir relacionados, para os fins do Sistema de Ensino da 
Polícia Militar:
I - apostilamento: ato de apostilar ou averbar, median-
te publicação, uma situação anterior criada ou definida por 
lei, reconhecendo a existência de um direito anterior do 
policial militar;
II - Calendário de Cursos e Estágios (CCE): documento 
elaborado pelo Órgão de Direção Setorial do Sistema de 
Ensino da Polícia Militar destinado a fixar o calendário de 
cursos e estágios que serão realizados pela Polícia Militar 
no ano subsequente ao de sua elaboração, em atendimen-
to às diretrizes fixadas pelo Comando da Corporação na 
Diretriz Geral de Ensino - DGE;
III - Calendário de Encontros Técnico-Científicos (CETC): 
documento elaborado pelo Órgão de Direção Setorial do 
Sistema de Ensino da Polícia Militar, mediante propostas 
recebidas de todas as unidades da Polícia Militar, destinado 
a fixar o calendário de seminários e encontros técnicos e 
científicos que serão realizados pela Polícia Militar no ano 
subsequente ao de sua elaboração, em atendimento às di-
retrizes fixadas pelo Comando da Corporação na Diretriz 
Geral de Ensino - DGE;
IV - conteudista: é o professor policial-militar desig-
nado para elaboração de conteúdo programático a ser 
desenvolvido em um curso oferecido na modalidade de 
ensino a distância;
V - credenciamento: ato administrativo de competên-
cia do Diretor de Ensino da Polícia Militar, realizado por 
meio de publicação no Diário Oficial do Estado, no qual é 
reconhecida a habilitação profissional para o exercício das 
funções de docente civil na Polícia Militar, que permitirá 
seu cadastramento junto ao Departamento de Despesas de 
Pessoal do Estado, da Secretaria da Fazenda, para fins de 
remuneração;
VI - descredenciamento: ato administrativo de com-
petência do Diretor de Ensino da Polícia Militar, realizado 
por meio de publicação no Diário Oficial do Estado, no 
qual o docente civil perde o credenciamento, acarretan-
do seu desligamento do corpo docente na Polícia Militar;
VII - Diretriz Geral de Ensino (DGE): documento de 
caráter suplementar ao decreto regulamentador da Lei 
de Ensino;
VIII - Ensino a Distância (EAD): processo de ensi-
noaprendizagem realizado em ambiente virtual, decor-
rente de Tecnologias da Informação e das Comunicações 
(TIC), que possibilita um meio de ampliar o acesso ao 
conhecimento e de expandir oportunidades de inter-
câmbio e aprendizagem;
IX - estágio administrativo-operacional: etapa do es-
tágio probatório posterior à frequência e conclusão com 
aproveitamento:
a) do Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensi-
va e Preservação da Ordem Pública, que perdura até o 
Soldado PM de 2ª Classe ser enquadrado como Soldado 
PM de 1ª Classe;
b) do Bacharelado em Ciências Policiais de Seguran-
ça e Ordem Pública, que se inicia com o Aluno-Oficial PM 
sendo declarado Aspirante a Oficial PM, que perdura até 
sua promoção ao posto inicial do seu Quadro de Oficiais;
X - estágio probatório: período de provas do poli-
cial militar destinado à avaliação geral de seu desempe-
nho, em atendimento ao princípio da eficiência, durante 
o qual não adquire estabilidade e se encontra sujeito à 
exoneração, dividindo-se em duas etapas:
a) frequência ao Curso Superior de Técnico de Polícia 
Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, para as Pra-
ças, e ao Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança 
e Ordem Pública, para a carreira de Oficial;
b) estágio administrativo-operacional;
XI - exoneração: é o desligamento definitivo do poli-
cial militar da Instituição, a pedido ou de ofício, quando 
não satisfeitas as condições do estágio probatório ou 
quando incidir em uma das hipóteses previstas na legis-
lação que regula a inatividade dos componentes da Polí-
cia Militar, que não possui caráter disciplinar ou punitivo;
XII - gestor: é a autoridade policial-militar respon-
sável pela disponibilização, controle de qualidade e de 
conteúdo, bem como pelo funcionamento e regularida-
de de cursos na modalidade de ensino a distância no 
âmbito de sua Organização Policial Militar;
XIII - graduação: grau hierárquico das Praças nos 
círculos militares;
XIV - Normas Gerais de Ação (NGA): conjunto de 
preceitos relativos ao funcionamento de um determi-
nado órgão, compilados pelo respectivo Comandante, 
Chefe ou Diretor e aprovados pela autoridade funcional 
imediatamente superior, que constituem e estabelecem 
as rotinas que devemser seguidas pelo próprio órgão e 
seus subordinados, na falta de normas de nível superior, 
e se destinam a facilitar a execução de atos e de proce-
dimentos administrativos e operacionais padronizados;
66
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
XV - Órgãos de Apoio de Ensino Superior (OAES): são 
as unidades da Polícia Militar responsáveis pela formação, 
aperfeiçoamento e especialização de Oficiais e Praças da 
Polícia Militar e pelo desenvolvimento de estudos e pes-
quisas científicas;
XVI - Plano Didático de Matéria (PDM): documento 
com finalidade didático-pedagógica elaborado pelo do-
cente de determinada disciplina e aprovado pelo órgão de 
ensino responsável pelo curso, com duração de um ano 
letivo, no qual se estabelece a ementa da disciplina, a carga 
horária, as metodologias de ensino e as formas de avalia-
ção;
XVII - Planos de Aula ou Sessão (PS): documento com 
finalidade didático-pedagógica elaborado pelo docente de 
determinada disciplina para cada aula a ser ministrada, no 
qual se estabelece detalhadamente o conteúdo a ser mi-
nistrado, as metodologias de ensino e os meios auxiliares a 
serem empregados;
XVIII - posto: grau hierárquico do Oficial nos círculos 
militares;
XIX - reforma: é a situação de inatividade remunerada 
do policial-militar definitivamente desligado do serviço ati-
vo da Polícia Militar, a pedido ou de ofício;
XX - tutor: é o professor, civil ou militar, designado 
para mediar, estimular, orientar e colaborar no processo de 
ensino e aprendizagem em um curso realizado na modali-
dade ensino a distância.
Artigo 97 - Os incisos I e II do artigo 2º do Decreto nº 
7.137, de 26 de novembro de 1975, passam a vigorar com 
a seguinte redação:
“I - Doutorado em Ciências Policiais de Segurança e 
Ordem Pública, Mestrado em Ciências Policiais de Seguran-
ça e Ordem Pública, Bacharelado em Ciências Policiais de 
Segurança e Ordem Pública, Curso Superior de Tecnólogo 
de Administração Policial-Militar;
II - Curso Superior de Tecnólogo de Polícia Ostensiva I 
e Preservação da Ordem Pública II, Curso Superior de Tec-
nólogo de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pú-
blica e Curso Superior de Técnico de Polícia Ostensiva e 
Preservação da Ordem Pública.”. (NR)
Artigo 98 - O inciso II do artigo 4º do Decreto nº 
53.733, de 27 de novembro de 2008, passa a vigorar com a 
seguinte redação:
“II - Órgãos de Apoio de Ensino:
a) Centro de Altos Estudos de Segurança “Cel PM Nel-
son Freire Terra” (CAES - Cel PM Terra), sediado em São 
Paulo, subordinado à Diretoria de Ensino - DE, responsável 
pela realização dos cursos de pós-graduação em sentidos 
lato e estrito dos Oficiais da Polícia Militar e pelo desenvol-
vimento de estudos e pesquisas científicas;
b) Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APM-
BB), sediada em São Paulo, subordinada à Diretoria de Ensi-
no - DE, responsável pelo Bacharelado em Ciências Policiais 
de Segurança e Ordem Pública, pelo Curso Superior de Tec-
nólogo de Administração Policial-Militar e pelo desenvolvi-
mento de estudos e pesquisas científicas;
c) Escola de Educação Física (EEF), sediada em São Pau-
lo, subordinada à Diretoria de Ensino - DE, responsável pela 
realização de curso de graduação de policiais militares na 
área de educação física, cursos de treinamento técnico-
-operacional do policial militar e pelo desenvolvimento de 
estudos e pesquisas científicas;
d) Escola Superior de Sargentos (ESSgt), sediada em 
São Paulo, subordinada à Diretoria de Ensino - DE, respon-
sável pela realização dos Cursos Superiores de Tecnólogo 
de Polícia Ostensiva I e II e pelo desenvolvimento de estu-
dos e pesquisas científicas;
e) Escola Superior de Soldados “Coronel PM Eduardo 
Assumpção” (ESSd - Cel PM Assumpção), sediada em São 
Paulo, subordinada à Diretoria de Ensino - DE, responsável 
pela realização do Curso Superior de Técnico de Polícia Os-
tensiva e Preservação da Ordem Pública e pelo desenvolvi-
mento de estudos e pesquisas científicas;
f) Escola Superior de Bombeiros “Coronel PM Pau-
lo Marques Pereira” (ESB - Cel PM Paulo Marques), sedia 
da no Município de Franco da Rocha, subordinada ao Co-
mando do Corpo de Bombeiros, responsável pelos cursos 
superiores e profissionais de Oficiais e Praças na área de 
concentração de estudos de bombeiros e de execução de 
defesa civil, pelo desenvolvimento de estudos e pesquisas 
científicas e, conforme regulamentação da Polícia Militar, 
pela formação, aperfeiçoamento e habilitação dos bom-
beiros civis e brigadistas de organizações públicas e pri-
vadas;”. (NR)
Artigo 99 - Os Órgãos de Apoio de Ensino Superior 
- OAES, a seguir indicados, têm suas denominações altera-
das na seguinte conformidade:
I - de Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores 
“Cel PM Nelson Freire Terra” (CAES - Cel PM Terra) para 
Centro de Altos Estudos de Segurança “Cel PM Nelson Frei-
re Terra” (CAES - Cel PM Terra);
II - de Centro de Capacitação Física e Operacional e 
Escola de Educação Física da Polícia Militar (CCFO/EEF) para 
Escola de Educação Física (EEF);
III - de Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Pra-
ças (CFAP) para Escola Superior de Sargentos (ESSgt);
IV - de Centro de Formação de Soldados “Coronel PM 
Eduardo Assumpção” (CFSd - Cel PM Assumpção) para Es-
cola Superior de Soldados “Coronel PM Eduardo Assump-
ção” (ESSd - Cel PM Assumpção);
V - de Centro de Ensino e Instrução de Bombeiros 
“Coronel PM Paulo Marques Pereira” (CEIB - Cel PM Paulo 
Marques) para Escola Superior de Bombeiros “Coronel PM 
Paulo Marques Pereira” (ESB - Cel PM Paulo Marques).
Artigo 100 - Este decreto e sua disposição transitória 
entram em vigor na data de sua publicação, ficando revo-
gadas as disposições em contrário, em especial a alínea “b” 
do inciso VI do artigo 4º do Decreto nº 53.733, de 27 de 
novembro de 2008.
TÍTULO VII
Disposição Transitória
Artigo único - Os concursos e cursos em desenvolvi-
mento permanecerão regidos pelas normas vigentes até a 
data da publicação deste decreto.
Palácio dos Bandeirantes, 14 de outubro de 2009
67
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
DECRETO 55.588/10. DISPÕE SOBRE O TRA-
TAMENTO NOMINAL DAS PESSOAS TRANSE-
XUAIS E TRAVESTIS NOS ÓRGÃOS PÚBLICOS 
DO ESTADO DE SÃO PAULO E DÁ PROVIDÊN-
CIAS CORRELATAS;
DECRETO Nº 55.588, DE 17 DE MARÇO DE 2010
Dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transe-
xuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo 
e dá providências correlatas
JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no 
uso de suas atribuições legais,
Considerando que o princípio da dignidade da pessoa 
humana, fundamento do Estado Democrático de Direito, 
assegura o pleno respeito às pessoas, independentemente 
de sua identidade de gênero;
Considerando que é objetivo da República Federativa 
do Brasil a constituição de uma sociedade justa e que pro-
mova o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, 
sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discrimi-
nação;
Considerando que a igualdade, a liberdade e a autono-
mia individual são princípios constitucionais que orientam 
a atuação do Estado e impõem a realização de políticas 
públicas destinadas à promoção da cidadania e respeito às 
diferenças humanas, incluídas as diferenças sexuais;
Considerando que os direitos da diversidade sexual 
constituem direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, 
travestis e transexuais, e que a sua proteção requer ações 
efetivas do Estado no sentido de assegurar o pleno exercí-
cio da cidadania e a integral inclusão social da população 
LGBT;
Considerando que toda pessoa tem direito ao trata-
mento correspondente ao seu gênero; e
Considerando que transexuais e travestis possuem 
identidade de gênero distinta do sexo biológico,
Decreta:
Artigo 1º - Fica assegurado às pessoas transexuais e 
travestis, nos termos deste decreto, o direito à escolha de 
tratamento nominal nos atos e procedimentos promovidos 
no âmbito da Administração direta e indireta do Estado de 
São Paulo.
Artigo 2º - A pessoa interessada indicará,no momen-
to do preenchimento do cadastro ou ao se apresentar para 
o atendimento, o prenome que corresponda à forma pela 
qual se reconheça, é identificada, reconhecida e denomina-
da por sua comunidade e em sua inserção social.
§ 1º - Os servidores públicos deverão tratar a pessoa 
pelo prenome indicado, que constará dos atos escritos.
§ 2º - O prenome anotado no registro civil deve ser 
utilizado para os atos que ensejarão a emissão de docu-
mentos oficiais, acompanhado do prenome escolhido.
§ 3º - Os documentos obrigatórios de identificação e 
de registro civil serão emitidos nos termos da legislação 
própria.
Artigo 3º - Os órgãos da Administração direta e as 
entidades da Administração indireta capacitarão seus ser-
vidores para o cumprimento deste decreto.
Artigo 4º - O descumprimento do disposto nos arti-
gos 1º e 2º deste decreto ensejará processo administrativo 
para apurar violação à Lei nº 10.948, de 5 de novembro de 
2001, sem prejuízo de infração funcional a ser apurada nos 
termos da Lei nº 10.261, de 28 de outubro de 1968 - Esta-
tuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado.
Artigo 5º - Caberá à Secretaria da Justiça e da Defesa 
da Cidadania, por meio da Coordenação de Políticas para 
a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, promover 
ampla divulgação deste decreto para esclarecimento sobre 
os direitos e deveres nele assegurados.
Artigo 6º - Este decreto entra em vigor na data de sua 
publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 17 de março de 2010
68
LEGISLAÇÃO DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
ANOTAÇÕES
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NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
SÃO PAULO (Estado). Polícia Militar. Despacho PM3-037/02/09, de 06 de maio de 2009 - Emprego de policiais militares 
em território de atuação de outra OPM; ........................................................................................................................................................ 01
Despacho DL-32/20/13, de 27 de maio de 2013 - Procedimento no caso de disparo involuntário de armamento; ...... 01
Despacho PM3-22/02/11, de 27 de dezembro de 2011 - Cumprimento de requisições oriundas do Poder Judiciário ou 
do Ministério Público; ............................................................................................................................................................................................02
Diretriz PM2-1/91/07, de 27 de junho de 2007 - Plano de Policiamento Inteligente (PPI); subitens - 6.3.2. e 6.3.2.1.; .. 02
Diretriz PM3-8/02/06, de 01 de agosto de 2006 - Normas para o Sistema Operacional de Policiamento PM 
(NORSOP); .........................................................................................................................................................................................................06
Diretriz PM3-1/02/12, de 26 de janeiro de 2012 - Sistema de computação embarcada [Terminais Móveis de Dados 
(TMD)] e portátil [Terminais Portáteis de Dados (TPD)]; ........................................................................................................................... 22
Diretriz PM3-2/02/14, de 05 de março de 2014 - Atividade Delegada; ............................................................................................ 26
Diretriz PM3-9/02/14, de 01 de dezembro de 2014 - Reintegração de Posse; ............................................................................... 26
Diretriz PM3-2/02/16, de 08 de julho de 2016 - Diária especial por jornada extraordinária de trabalho policial-militar 
(DEJEM); .......................................................................................................................................................................................................................32
Diretriz PM6-1/40/11, de 04 de abril de 2011 - Pesquisa de clima organizacional on-line da Polícia Militar; ................... 32
Extravio ou furto de armamento ou munição - Determinação, publicada no item 1 do Bol G PM 101, de 29 de maio de 
2012; .............................................................................................................................................................................................................................32
I-2-PM - Instruções para a Movimentação de Policiais Militares; ........................................................................................................ 35
I-7-PM - Instruções para correspondência na Polícia Militar; ................................................................................................................39
I-16-PM - Instruções do Processo Administrativo da Polícia Militar; .................................................................................................. 79
I-21-PM - Instruções para continências, honras, sinais de respeito e cerimonial militar na Polícia Militar; ......................107
I-23-PM - Instruções para Administração Logística e Patrimonial da Polícia Militar; .................................................................121
I-24-PM - Instruções do Sistema de Avaliação de Desempenho dos Integrantes da Polícia Militar; ..................................151
I-36-PM - Instruções para Afastamentos na Polícia Militar; .................................................................................................................158
I-38-PM - Instruções para a Administração de Bens Imóveis; .............................................................................................................171
I-40-PM - Instruções para o Atendimento de Ocorrência em que haja o Cometimento de Infração Penal praticada por 
Policial Militar; .........................................................................................................................................................................................................191
Nota de Instrução PM1-1/02/06, de 14 de fevereiro de 2006 - Avaliação psicológica para manutenção da posse e do 
porte de arma de fogo por Policiais Militares da ativa, e para aquisição de armas de fogo e obtenção da autorização de 
porte para Policiais Militares inativos e atualização publicada no item 40 do Bol G PM 70, de 14 de abril de 2008;...202
Nota de Instrução PM3-4/02/97, de 10 de dezembro de 1997 e Ordem Complementar PM3-13/02/98, de 24 de novembro 
de 1998 - que regula a implantação do policiamento comunitário como filosofia e estratégia organizacional; ...........205
Nota de Instrução PM3-002/03/14, de 22 de julho de 2014 - Programa de Acompanhamento e Apoio ao Policial Militar 
(PAAPM); ....................................................................................................................................................................................................................209
Portaria do Cmt G PM4-1/12/16, de 16 de junho de 2016 - Dispõe sobre o registro e o porte de arma de fogo e colete 
de proteção balística na Polícia Militar e dá outras providências; .....................................................................................................214
Portaria DP-1/122/14, publicada no item 1 do Bol G PM 172, de 11 de setembro de 2014, que trata da transferência para 
a reserva e reforma a pedido - normas procedimentais - determinação; ......................................................................................236
Portaria PM1-1/02/13, de 28 de fevereiro de 2013 - Estabelece normas para utilização de arma de fogo por policiais 
militares em prédios do Poder Judiciário; ....................................................................................................................................................237
Portaria PM1-3/02/13, de 25 de julho de 2013, que dispõe sobre o regime de trabalho na Polícia Militar do Estado de 
São Paulo e dá outras providências - publicada no item 1 do Bol G PM 143, de 1 de agosto de 2013; ............................238
Regras de substituição temporária de função de oficiais, publicada no Bol G PM 139, de 28 de julho de 2014; ..........239
Regulamento de Uniformes da PM - R-5-PM. ...........................................................................................................................................243
1
NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
SÃO PAULO (ESTADO). POLÍCIA MILITAR. 
DESPACHO PM3-037/02/09, DE 06 DE MAIO 
DE 2009 EMPREGO DE POLICIAIS MILITARES 
EM TERRITÓRIO DE ATUAÇÃO DE OUTRA 
OPM;
DESPACHO Nº PM3-037/02/09
Do Subcmt PM Ao Sr.
Assunto: Emprego de policiais militares em território de atuação de outra OPM.
1. Considerando:
1.1. ter havido casos isolados de empregos de policiais militares em OPM diversas daquelas em que se encontram 
regularmente lotados, devido à impossibilidade de se apresentarem para o serviço pela superveniência de motivo de força 
maior;
1.2. que o emprego de milicianos em áreas de OPM que não a de origem podem ensejar responsabilidades disciplina-
res, bem como problemas relacionados ao percebimento dos respectivos vencimentos, vez que o controle desse é diário 
e realizado pelo P/1 da OPM de origem dos policiais militares, determino orientar suas OPM subordinadas, no sentido de 
que:
1.2.1. o PM que estiver impedido de comparecer à sua OPM para assunção do serviço, deverá contatá-la imediatamen-
te, cientificando-a dos motivos e solicitando orientações de como proceder;
1.2.2. o PM que se encontrar na situação supra não poderá ser empregado em área de outra OPM, salvo em casos 
excepcionais de grave comprometimento da ordem pública, calamidades ou outro motivo congênere, quando então, seu 
emprego deverá ser justificado por escrito e autorizado pelo Cmdo G;
1.2.3. fatos dessa natureza deverão ser alvo de apuração, a fim
de averiguar as causas do não-comparecimento ao serviço;
1.2.4. tão logo cesse o fato gerador do não-comparecimento, o miliciano deverá se apresentar à sua OPM. Cabe res-
saltar que o policial militar não faz jus à folga, caso não tenha trabalhado no dia anterior, conforme preceitua a Portaria nº 
PM1-002/02/95, publicada no D.O.E nº 198, de 17OUT95.
DISTRIBUIÇÃO
Coord Op e Correg PM (para conhecimento) ..........................
................................................ 01
CPC, CPM, CPI-1 a 9, CCB, CPChq, CPRv e CPAmb (cada)
............................................... 01
DSA/CG e GRPAe (para conhecimento) .................................
............................................... 01
Total .........................................................................................
............................................... 19
DESPACHO DL-32/20/13, DE 27 DE MAIO DE 
2013 PROCEDIMENTO NO CASO DE DISPARO 
INVOLUNTÁRIO DE ARMAMENTO;
Prezado Candidato, devido ao formato do material, disponibilizaremos o conteúdo completo em nosso site 
eletrônico, conforme segue:
www.novaconcursos.com.br/retificacoes
2
NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
DESPACHO PM3-22/02/11, DE 27 DE DEZEM-
BRO DE 2011 CUMPRIMENTO DE REQUISI-
ÇÕES ORIUNDAS DO PODER JUDICIÁRIO OU 
DO MINISTÉRIO PÚBLICO;
Prezado Candidato, devido ao formato do mate-
rial, disponibilizaremos o conteúdo completo em nos-
so site eletrônico, conforme segue:
www.novaconcursos.com.br/retificacoes
DIRETRIZ PM2-1/91/07, DE 27 DE JUNHO DE 
2007 PLANO DE POLICIAMENTO INTELIGEN-
TE (PPI); SUBITENS 6.3.2. E 6.3.2.1.;
DIRETRIZ Nº PM2-001/91/07
1. REFERÊNCIA
Diretriz nº PM3 – 008/02/06 – Normas para o Sistema 
Operacional de Policiamento PM (NORSOP).
2. FINALIDADE
Sistematizar a metodologia de planejamento operacio-
nal, implantando o Plano de Policiamento Inteligente (PPI), 
com a utilização dos Sistemas Inteligentes que permitem 
a organização digital de informações criminais em bases 
de dados, identificando as tendências e focos críticos que 
se constituem nas Áreas de Interesse de Segurança Públi-
ca (AISP), ambiente de atuação para o estabelecimento do 
Cartão Prioridade de Patrulhamento (CPP).
3. SITUAÇÃO
3.1. as Normas para o Sistema Operacional de Policia-
mento PM (NORSOP) estruturam o padrão de execução do 
policiamento dos Órgãos de Execução e, supletivamente, 
dos Especiais de Execução, estabelecendo conceitos bási-
cos para disciplinar o funcionamento e operação das OPM 
Territoriais e das Especializadas, inserindo-as num Sistema 
Operacional Único;
3.2. as NORSOP estabelecem, ainda, mecanismos de 
controle operacional considerando que a atividade opera-
cional depende da distribuição dos meios no território de 
maneira a propiciar o mais alto grau de eficiência e eficácia 
possível na execução dos Programas de Policiamento e na 
prestação de serviçoà população, basicamente, median-
te o PPI (item 6.3.8.1 da NORSOP), que representa a ma-
terialização da forma de processamento do policiamento 
orientado;
3.3. considera-se policiamento orientado aquele volta-
do para a resolução de problemas focada nas reais neces-
sidades da presença do policial militar por meio de um ou 
mais dos diversos Programas de Policiamento, que atuam 
nas AISP (item 6.3.7.1.1 da NORSOP), em decorrência de 
análises constantes dos indicadores criminais e dos anseios 
da comunidade, com a finalidade de reduzir os índices cri-
minais e potencializar a sensação de segurança na comu-
nidade;
3.4. a figura abaixo descreve de maneira global como 
está delineado, hodiernamente, o Sistema Operacional na 
Polícia Militar do Estado de São Paulo:
4. OBJETIVOS
Estabelecer Padrão na confecção do PPI, com base nas 
informações obtidas nos Sistemas Inteligentes (INFOCRIM, 
FOTOCRIM, SIOPM, COPOM ON LINE) e outras fontes pe-
culiares da área (QMO, QAP, CAP, BOPM), além daquelas 
advindas do Disque-Denúncia, Disque-PM, Mídia falada e 
escrita, aquelas repassadas da própria comunidade nas re-
uniões dos CONSEG, nas Bases Comunitárias de Segurança, 
e por meio da coleta dos próprios PM, definindo o conjun-
to de CPP e Operações Policiais a serem desenvolvidas pelo 
Cmt Territorial.
5. MISSÃO
Potencializar o desenvolvimento da atividade de Polí-
cia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, de maneira 
precisa e calcada em análise científica dos indicadores cri-
minais da área da OPM, visando maximizar o desempenho 
operacional em razão de uma planejada ação de presença, 
adequada às necessidades, com respostas mais rápidas, pro-
porcionando melhoria da qualidade dos serviços prestados 
à comunidade, aumentando a sensação de segurança.
6. EXECUÇÃO
6.1. Plano de Policiamento Inteligente (PPI)
Conjunto de ações desenvolvidas para a obtenção do 
conhecimento armazenado nos bancos de dados dos siste-
mas inteligentes (INFOCRIM, FOTOCRIM, SIOPM, COPOM 
ON LINE), e de outras fontes disponíveis, visando identificar 
Áreas de Interesse de Segurança Pública e suas caracterís-
ticas, qualitativas e quantitativas, cujos dados são plotados 
em Cartões de Prioridade de Patrulhamento e direcionados 
de forma técnica para a realização do Policiamento Pre-
ventivo Orientado e de Operações policiais-militares para 
redução dos índices criminais nesses locais.
6.2. Cartão de Prioridade de Patrulhamento (CPP)
É a representação gráfica ou descrição dos subsetores, 
com seus limites, indicação legendada dos vários itinerá-
rios designados para as patrulhas, horários de estaciona-
mento e indicação dos Pontos de Estacionamentos Princi-
pais (PEP) e Pontos de Estacionamentos Secundários (PES), 
além de previsão detalhada da ação esperada do policial 
militar nos locais e horários descritos no cartão, de modo a 
refletir o Patrulhamento Preventivo Orientado.
6.3. Desenvolvimento:
6.3.1. Dinâmicas do Planejamento Operacional
O planejamento da atividade operacional está seg-
mentado em duas dinâmicas, distintas e complementares, 
abrangendo a elaboração do PPI pelas OPM territoriais e a 
produção de Objetos de Análise de Informações (OAI) pela 
2ª Seção do EM/PM (item 6.3.7.), nos moldes previstos na 
presente Diretriz.
3
NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
6.3.2. Etapas do Plano de Policiamento Inteligente
6.3.2.1. Reuniões de Análise Crítica (RAC) nível I mensal
Visando atender ao principio da oportunidade, devem 
ocorrer sempre na primeira semana seguinte ao mês ava-
liado, em data a ser definida pelo Grande Comando da área 
respectiva, em cuja oportunidade os Cmt das OPM de nível 
Btl presidirão reuniões entre seus Cmt Cia com os Coord 
Op Btl ou SCmt, o P/2 e o P/3, onde serão analisados, prin-
cipalmente, os dados dos indicadores de HOMICÍDIOS, 
ROUBOS DE VEÍCULOS, FURTOS DE VEÍCULOS, ROUBOS 
OUTROS e FURTOS OUTROS, além de outros indicadores 
de interesse, de acordo com as peculiaridades de cada su-
bárea, definindo-se as AISP, identificando nelas qual (is) a 
(s) modalidade (s) ou programa (s) de policiamento a ser 
(em) empregado (s) para fazer frente às necessidades;
6.3.2.2. para a definição da AISP, observar-se-ão os 
horários de maior incidência e/ou de maior ameaça, em 
potencial, de quebra da ordem pública em toda sua ex-
tensão: Tranquilidade, Salubridade e Segurança Pública, ou 
simplesmente a necessidade de postura ostensiva destina-
da a transmitir ao cidadão de bem a sensação de seguran-
ça, cujas informações vão compor os CPP, que deverão ser 
atualizados semanalmente pelos respectivos Cmt Cia, de 
acordo com o direcionamento técnico;
6.3.3. Definição do Cartão de Prioridade de Patrulha-
mento
6.3.3.1. nesta fase, visando padronizar a metodologia 
básica para definição dos CPP, deverá ser preenchido o for-
mulário da Estratégia Operacional (Anexo “D”), que conterá 
os campos necessários para estabelecimento dos diagnós-
ticos, estratégias, apoios e ações diárias a serem realizadas 
nas respectivas AISP;
6.3.3.2. no CPP devem constar as principais ações de 
polícia ostensiva que o patrulheiro deverá adotar, definin-
do o foco de sua atividade em locais e horários indicados, 
devendo conter ainda: respostas aos quesitos do “Heptâ-
metro de Quintiliano” para direcionar a ação das patrulhas, 
a saber:
6.3.3.2.1. O que está ocorrendo no subsetor de atuação 
da patrulha;
6.3.3.2.2. Quem pratica os delitos naquele trecho ou lo-
cal de atuação da patrulha;
6.3.3.2.3. Quando está ocorrendo crime, estipulando os 
momentos críticos do subsetor de atuação da patrulha;
6.3.3.2.4. Onde está ocorrendo o crime, determinando 
os locais críticos da área de atuação da patrulha;
6.3.3.2.5. Como está ocorrendo o crime, mencionando 
o modus operandi dos autores que atuam no subsetor de 
atuação da patrulha;
6.3.3.2.6. Porquê está ocorrendo crime naquele local, 
relacionando as possíveis causas a serem combatidas pela 
presença da polícia naquele trecho ou local de atuação da 
patrulha;
6.3.3.2.7. Com que meios está ocorrendo o crime (ar-
mas e objetos).
6.3.3.3. o CPP tem, a princípio, validade semanal, po-
dendo, entretanto, ser realinhado a cada turno de servi-
ço, assim que fatos novos forem agregados à necessidade 
operacional.
6.3.3.4. para indicação dos trechos e horários de inte-
resse da segurança pública, observar-se-ão os seguintes 
aspectos:
6.3.3.4.1. maior incidência, por delito, por meio de 
detalhamento dos indicadores criminais e levantamentos 
processados pelo policiamento velado;
6.3.3.4.2. análise de anseios comunitários mediante 
consulta à população, especialmente aos Conseg e ou-
tros líderes comunitários, sobre os principais pontos de 
interesses da coletividade do bairro e/ou solicitações, su-
gestões e denúncias recebidas;
6.3.3.4.3. probabilidade potencial de ocorrência de 
delitos;
6.3.3.5. especificamente para definição dos Pontos de 
Estacionamentos (PE), além dos mencionados acima, ob-
servar-se-á os seguintes fatores determinantes:
6.3.3.5.1. indicadores criminais: horário de maior in-
cidência; dias da semana de maiores incidências; tipo de 
delito que se quer prevenir;
6.3.3.5.2. apelos comunitários e potencialidade de 
ocorrer delito: todos os quesitos anteriores somados a 
necessidade de integrar outros órgãos para resolução do 
problema e a possibilidade de antecipar os reclamos co-
munitários;
6.3.3.5.3. acessibilidade ao público: visibilidade do lo-
cal; definição do público a ser atingido; necessidade de 
publicidade da implantação do serviço;
6.3.3.5.4. fluidez de trânsito: horários principais; volu-
me de trânsito do trecho ou rua; existência dos chama-
dos point; existência de eventos especiais ou infrações de 
trânsito ou comportamentos usuais no local ou de deter-
minado grupo de condutores.
6.3.4. Ferramentas Básicas de Pesquisa
6.3.4.1. dados disponibilizados mensalmente pela 2ª 
EM/PM na sua home page na Intranet;
6.3.4.2. utilização dos Sistemas Inteligentes com pes-
quisas no INFOCRIM, FOTOCRIM, SIOPM,COPOM ON 
LINE, detectando os principais pontos e trechos de ocor-
rência de crimes, modus operandi e principais autores de 
crime da região;
6.3.4.3. dados estatísticos quantitativos e qualitativos 
sobre incidência criminal, colhidos diretamente das Dele-
gacias Seccionais correspondentes às áreas dos respecti-
vos BPM/M ou BPM/I;
6.3.4.4. utilização de matérias jornalísticas dos jor-
nais, revistas e televisivas que possam indicar locais onde 
haja sensação de insegurança, bem como coleta de infor-
mações junto aos Conselhos Comunitários de Segurança 
sobre os anseios da comunidade em relação à presença 
da polícia ostensiva.
6.3.5. Complemento do Cartão Prioridade de Patru-
lhamento (CPP)
6.3.5.1. Ações Conjugadas
No CPP (Anexo“A”) devem constar também, se for 
o caso, as possíveis ações conjugadas e integradas das 
diversas modalidades e tipos de policiamento alocados 
para os locais e horários de interesse da Segurança Pú-
blica.
4
NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
6.3.5.2. Operações Policiais
Definição das Operações Policiais que devam ser 
levadas a efeito nos respectivos setores contendo os 
apoios que serão recebidos e o foco a que destinam e 
as ações esperadas do patrulheiro durante sua realiza-
ção, salvo aquelas que devam ser conduzidas com níveis 
de sigilo necessário ao sucesso de sua implementação.
6.3.5.3. Fotos de Agressores da Sociedade
Quando disponíveis, devem ser juntadas ao CPP, fo-
tos dos principais criminosos que atuam na respectiva 
AISP, extraídas do FOTOCRIM, e seus respectivos modus 
operandi, incluindo sua condição de egresso, foragido 
ou procurado.
6.3.5.4. As ações conjugadas podem ser fruto da 
estratégia do Cmt territorial, como também advindas 
de análise realizada pela 2ª Seção do Estado Maior por 
meio dos Objetos de Análise de Informações (OAI), e 
retransmitidas à OPM para orientação e providências 
operacionais tecnicamente cabíveis.
6.3.6. Objetos de Análise de Informações (OAI)
Os OAI serão elaborados para o desencadeamen-
to de operações policiais específicas, atuação em áreas 
emblemáticas ou mapeamento de áreas e dados geo re-
ferenciados para atuações pontuais a fim de atender a 
determinadas demandas ou soluções estratégicas e ob-
servada a seguinte composição:
6.3.6.1 ficha catalográfica, introdução, escolha do 
indicador, objetivo do estudo, área territorial, periodici-
dade, estudo de caso, perfil das vítimas e autores, des-
tinação dos objetos do crime, atuação do policiamento 
ostensivo e velado, além de outras considerações;
6.3.6.2. os OAI poderão ser difundidos na home 
page da 2ª Seção do EM/PM, quando de difusão geral, 
ou dirigida à autoridade policial militar determinada, 
quando produzida para fins específicos;
6.3.6.3. a periodicidade dos OAI é definida pelas ne-
cessidades detectadas pelos diversos escalões de Co-
mando e pela incidência de indicadores específicos que 
se apresentarem acima dos padrões, que sejam solucio-
náveis pelo PPI.
6.3.7. Definição do Cartão de Supervisão
6.3.7.1. Avaliação de Cumprimento
Os supervisores terão planilha resumo de supervi-
são contendo os CPP sob sua responsabilidade e ado-
tarão medidas de apoio e de observação no seu cum-
primento.
6.3.7.2. Propostas de Melhorias
Os supervisores devem constar em suas planilhas o 
acompanhamento feito nas patrulhas indicando possí-
veis correções das AISP ou das ações relacionadas que 
não estejam em conformidade com as necessidades le-
vantadas, apresentando propostas de melhorias.
6.3.7.3. os Cartões de Supervisão devem ser envia-
dos ao P/3 da OPM para compor a base para a RAC nível 
I subsequente, devendo integrar o rol de dados a serem 
utilizados na análise dos resultados e redimensionamen-
to das atividades semanais.
6.3.8. Reuniões de Análise Crítica (RAC) nível II trimestral
6.3.8.1. trimestralmente, dirigida pelo Cmt Pol Int ou 
Cmt Pol Área, para análise crítica dos resultados dos in-
dicadores criminais considerados pela Coordenadoria de 
Análise e Planejamento (CAP) e indicadores operacionais, 
particularizada por OPM subordinada, com participação do 
Cmt Btl e seus respectivos Cmt de SU;
6.3.8.2. nessa reunião, serão analisados os indicadores 
criminais das Cias que integram os Btl que compõe o res-
pectivo Comando, com verificação das variações, compara-
dos com igual período do ano anterior, curvas de tendên-
cias, bem como os indicadores operacionais, mês a mês, e 
destes com a evolução dos indicadores criminais, buscan-
do-se a relação das ações (estratégias) implementadas e os 
resultados alcançados (objetivos) para troca de experiên-
cias e aprimoramento do PPI;
6.3.8.3. nesta reunião, os Comandos, por meio de sua 
Divisão Operacional, processará auditoria pós-ação, verifi-
cando a eficácia do planejamento e execução do PPI, suge-
rindo seu aperfeiçoamento, se for o caso.
6.3.9. Instrução do Policial Militar sobre o ambiente de 
atuação
6.3.9.1. o Comandante de Força Patrulha (CFP) e/ou 
Comandante de Grupo de Patrulha (CGP) são os respon-
sáveis pela distribuição a cada uma das patrulhas do seu 
respectivo CPP contendo as principais ações de polícia os-
tensiva que o patrulheiro deverá adotar, definindo o foco 
de sua atividade em locais e horários indicados;
6.3.9.2. na revista de entrega do CPP, o Oficial e/ou o 
Sgt PM deverá prelecionar o efetivo, reiterando recomen-
dações para que se obtenha maior eficácia na ação pre-
ventiva e segurança do próprio patrulheiro, destacando-se:
6.3.9.2.1. o objeto máximo do patrulhamento preven-
tivo orientado é melhorar a qualidade do serviço policial 
militar com ênfase a tender a zero a incidência delitual na 
área geográfica de competência da Patrulha PM;
6.3.9.2.2. independente das ações orientadas definidas, 
é modalidade de ação em que a patrulha busca, antes de 
ser observada pela comunidade, observar com acuidade o 
ambiente e movimentação, com vistas a suspeitos agresso-
res da sociedade, ou pessoas em atitude antissocial;
6.3.9.2.3. em todo PE será definida a ação principal que 
o PM deve executar no local e seus objetivos, estando des-
cartado por completo o simples estacionamento à espera 
de chamado no rádio;
6.3.9.2.4. a atuação do policial nos PE deve pautar pela 
atenção ao rádio e ao que acontece a seu redor permane-
cendo a guarnição da Patrulha PM fora da viatura, identifi-
cando ações suspeitas (pró-atividade);
6.3.9.2.5. a presença da Patrulha PM no PE deve provo-
car o desestímulo à prática delituosa;
6.3.9.2.6. o trato com o cidadão deve ser mais polido 
e atencioso possível, evitando, no entanto, liberalidades e 
promiscuidades com as pessoas, observando postura, ética 
e respeito nesta relação;
6.3.9.2.7. em qualquer circunstância, o atendimento às 
pessoas deve ser feito sempre com o policial militar fora da 
viatura, evitando-se que o cidadão tenha que debruçar ao 
lado da viatura;
5
NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
6.3.9.2.8. no PE a Patrulha PM deverá observar rigoro-
samente as previsões contidas no Código de Trânsito Brasi-
leiro no que se refere às regras de sinalização e proibições 
de estacionamento.
7. Atribuições Particulares:
7.1. 2ª EM/PM:
7.1.1. fornecer mensalmente, por meio da Adjuntoria de 
Informações Quantitativas, as informações consolidadas dos 
indicadores criminais e operacionais, para todas as OPM Ter-
ritoriais, publicando em sua home page na Intranet;
7.1.2. elaborar, por meio da Subseção de Análise Cri-
minal, os OAI observando a metodologia própria para os 
indicadores que apresentarem acima dos padrões em rela-
ção ao corporativo ou para situações determinadas, áreas 
degradadas ou emblemáticas específicas;
7.1.3. processar na home page na Intranet, o mapea-
mento da evolução dos indicadores criminais e de desem-
penho das OPM territoriais, contendo a evolução mensal e 
o fluxograma comparativo dos resultados esperados, como 
meta, e os resultados observados para o trimestre, consi-
derando os parâmetros estabelecidos no sistema;
7.1.4. a ferramenta gerencialdeverá mostrar também 
os valores esperados, como meta mensal, os resultados 
observados, e identificação do valor absoluto da diferen-
ça entre o esperado e realizado, retratando a quantidade 
superada ou não alcançada em relação a meta trimestral.
7.1.5. as ferramentas descritas acima serão incorpora-
das, após período de adaptação, a aplicativo inteligente e 
fará parte do conjunto de Sistemas Inteligentes já implan-
tados na Polícia Militar, mensurando os indicadores de de-
sempenho das OPM territoriais;
7.1.6. deverá editar manual passo a passo de pesquisa 
nos Sistemas Inteligentes, contendo o caminho para busca 
e coleta de dados para os principais indicadores criminais, 
objeto do mapeamento da evolução criminal mencionado 
no subitem 8.1.4. desta Diretriz.
7.1.7. manter na sua home page os formulários anexos 
à presente Diretriz, para serem preenchidos e impressos 
pelas OPM territoriais nas rotinas do PPI.
7.2. Divisão Operacional dos Grandes Comandos:
7.2.1. preparar as reuniões de análise crítica, nível II do 
PPI, assessorando o Cmt;
7.2.2. divulgar e redistribuir a presente Diretriz até nível 
de Cia PM.
7.3. Coord Op Btl / Subcmt Btl:
7.3.1. responsável pelas RAC, nível I do PPI;
7.3.2. supervisionar as atividades de análise quantitativa 
e qualitativa produzidas no âmbito de sua OPM territorial, 
orientando os indicadores e aspectos a serem analisados;
7.3.3. coordenar, junto com os Comandantes de Cia 
PM, o planejamento das atividades operacionais a serem 
realizadas para o controle daqueles indicadores criminais 
detectados na análise, controlando também a evolução 
dos indicadores operacionais;
7.3.4. controlar e supervisionar a execução do PPI, por 
meio de auditoria por amostragem dos CPP, relacionando 
as ações com os impactos percebidos nas denominadas 
AISP;
7.3.5. analisar os relatórios de supervisão observando 
os erros cometidos, para correção, e as oportunidades de 
melhoria detectadas, para implementação, fomentando no 
processo o ciclo qualitativo denominado PDCA (Planeja-
mento, Execução, Verificação e Ação).
7.4. Cmt de Cia PM:
7.4.1. definir as atividades operacionais a serem rea-
lizadas no âmbito de sua unidade territorial, acordadas 
com o Coord Op, considerando as análises dos indicado-
res processados pelo Estado Maior do Btl, observando os 
resultados esperados para o período e os programas de 
policiamento adequados para sua execução;
7.4.2. controlar e supervisionar a execução do PPI, por 
meio de auditoria dos CPP, relacionando as ações com os 
impactos percebidos nas denominadas AISP;
7.4.3. analisar os relatórios de supervisão observando 
os erros cometidos, para correção, e as oportunidades de 
melhoria detectadas, para implementação, fomentando no 
processo o ciclo qualitativo PDCA.
7.5. P3 do Btl:
7.5.1. processar e manter atualizado os dados quanti-
tativos para processar análise junto ao Coord Op e P2 da 
OPM territorial;
7.5.2. recuperar os dados consolidados pela 2ª EM/PM, 
analisando-os e sugerindo ao Coord Op ou Sub Cmt da 
OPM os casos críticos e os fatores de sucesso a serem ana-
lisados;
7.5.3. processar as atas das Reuniões de Análise Crítica, 
fazendo seu controle e arquivo.
7.6. P2 do Btl:
7.6.1. processar e manter atualizado os dados qualita-
tivos e quantitativos para processar análise junto ao Coord 
Op e P3 da OPM territorial;
7.6.2. executar o detalhamento dos indicadores sele-
cionados pelo P3 do Btl, as áreas de interesse relaciona-
das nas RAC e proceder a busca de informações sobre os 
principais delinquentes atuantes e seus respectivos modus 
operandi para instruir o Coord Op e Cmt de Cia PM;
7.6.3. pesquisar no FOTOCRIM dados dos delinquentes 
relacionados, buscando suas conexões com possíveis com-
parsas e quadrilhas, editando seus formulários de qualifica-
ção e fotográfico para compor os CPP.
8. PRESCRIÇÕES DIVERSAS
8.1. o conteúdo e discussões das RAC níveis I e II de-
verão ser mantidos documentados, retratando o Planeja-
mento Operacional que nada mais é do que a forma de 
mensurar-se o PPI, compreendendo:
8.1.1. o diagnóstico dos problemas (localidades mais 
incidentes), com local e horário;
8.1.2. a sazonalidade, os programas de policiamento e 
as ações diárias a serem adotadas;
8.1.3. a descrição dos CPP por viatura e as operações 
que serão desencadeadas por semana.
8.2. a RAC deve ser registrada em ata própria, confor-
me modelo do anexo “C”, e suas deliberações devem ser 
consideradas nos processos decisórios operacionais;
8.2.1. a ata deve conter dados gerais da RAC, o rol de 
participantes, os assuntos tratados e as decisões adotadas.
6
NORMAS ADMINISTRATIVAS DE INTERESSE POLICIAL MILITAR
8.3. para cada um dos indicadores criminais detectados 
como problema, com base na variação mensal descrita no 
mapeamento da evolução dos indicadores criminais e de 
desempenho das OPM territoriais publicados pela 2ª Seção 
do EM/PM, deverá ser editado um Plano de Ação específi-
co para operacionalizar as medidas e soluções delineadas 
na reunião de análise crítica.
8.4. o ciclo completo de controle operacional (PDCA) 
tem a finalidade de alinhar as estratégias para obter-se 
maior eficiência e eficácia, procedendo a análise crítica em 
diversos níveis, possibilitando agregar ações pontuais na 
resolução dos problemas observados nos diagnósticos, 
com base na análise temporal de variáveis dos indicadores 
criminais e operacionais das OPM territoriais;
8.5. o PPI, além de ações pontuais inteligentes, deve 
agregar valor à aproximação comunitária, pois é fonte de 
informação sobre a indicação das AISP, quer para preve-
nir crimes, quer para atender seus anseios, incorporando 
o Conselho Comunitário de Segurança e as modalidades 
previstas no Programa de Policiamento Comunitário.
DIRETRIZ PM3-8/02/06, DE 01 DE AGOSTO 
DE 2006 NORMAS PARA O SISTEMA OPERA-
CIONAL DE POLICIAMENTO PM (NORSOP);
NORMAS PARA O SISTEMA OPERACIONAL DE POLI-
CIAMENTO PM (NORSOP)
DIRETRIZ Nº PM3-008/02/06
1. REFERÊNCIAS
1.1. I-28-PM – Instruções para a Distribuição e o Com-
pletamento do Efetivo Policial-Militar Territorial (publicadas 
no Bol G PM nº 075, de 22ABR03);
1.2. Portaria do Cmt G nº PM3-008/01/03, de 05JAN04 
– Matrizes Organizacionais e Distribuição das Organizações 
PoliciaisMilitares no Território.
2. FINALIDADE
Definir e normalizar as atividades dos Órgãos de Exe-
cução (territoriais) e, supletivamente, dos Especiais de Exe-
cução da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), 
estabelecendo os conceitos básicos para disciplinar o fun-
cionamento e operação das Unidades territoriais e das es-
pecializadas, inserindo-as num Sistema Operacional Único.
3. SITUAÇÃO
3.1. as inovações que se processam na PMESP ao longo 
do tempo e a evolução natural que se opera no ambiente 
social em que atua tornam necessária a atualização perió-
dica das NORSOP;
3.2. a característica de norma geral e ampla que qualifi-
ca esta Diretriz deve potencializá-la como fonte doutrinária 
e balizadora, principalmente para as atividades das OPM 
dos Órgãos de Execução e, supletivamente, para os Órgãos 
Especiais de Execução.
4. OBJETIVOS
4.1. integrar todas as estruturas dos Órgãos de Execu-
ção e Especiais de Execução, de forma a obter o funciona-
mento harmônico e eficiente dos sistemas de policiamento;
4.2. permitir às OPM envolvidas acompanhar suas ativi-
dades de policiamento, pelo estabelecimento de padrões;
4.3. facilitar e harmonizar o planejamento em todos os 
escalões dos Órgãos de Execução (de policiamento) e Es-
peciais de Execução;
4.4. sedimentar a doutrina de atuação da PMESP na 
execução do policiamento, harmonizando conceitos.
5. MISSÃO
As OPM de policiamento deverão adotar as Normas 
para o Sistema Operacional de Policiamento PM (NOR-
SOP), uniformizando, integrando e harmonizando seus ser-
viços em todo o Estado de São Paulo.
6. EXECUÇÃO
6.1. Filosofia Básica do Sistema:
6.1.1. Polícia Comunitária
A segurança pública, dever do Estado, direito e res-
ponsabilidade de todos, é um sistema que tende

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