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25/12/2018 
1 
CIÊNCIA DO SOLO I – Pedologia 
 
Prof Alceu PEDROTTI 
 
 
 
 
SBCS 
 
PERFIL DO SOLO 
 
A 
B 
C 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
Como se Classifica o Perfil Solo 
 
Procedimentos: 
1) Identificar os limites da área analisada; 
2) Separar em glebas – pedregosidade, cor do solo 
superficial, relevo e posição na paisagem, tipos de 
invasoras / vegetação, etc 
3) Localizar os locais para obtenção dos perfis 
4) Executar a Descrição Morfológica de Perfis de Solo 
5) Coletar amostras e encaminhar ao LAS 
6) Identificar os atributos diagnósticos e horizontes 
diagnósticos 
7) Classificar usando a Chave de Classificação do SBCS 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
 
Descrição morfológica 
criteriosa 
 
Dados analíticos 
de qualidade 
Definição de Atributos e Horizontes diagnósticos 
USO DE CHAVES - Classificação do Solo 
•Modo fácil; 
•Seguimento de regras; 
•Definições e conhecimentos básicos 
•Procurar, na seqüência, a primeira classe cuja definição e cujos requisitos incluam o solo que 
está sendo classificado 
Procedimentos para a Classificação do Solo - SBCS 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS 
DO SOLO 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
1 - A HÍSTICO 
• Representa um ambiente com predominância 
de material orgânico devido as condições 
alagadiças (horiz. H) ou temperaturas médias 
mais baixas (≠ 25oC – clima frio e úmido de 
altomontana - horiz. O); 
• Cor preta, cinzenta muito escura ou brunada; 
• Elevado teor de matéria orgânica – Corg ≥ 80 
g.kg-1; 
• Espessura > 30 cm; 
• Espessura ≥ 40 cm (≥ 75% volume Horiz. C 
de restos vegetais – ramos e raízes finas e 
cascas de árvores, sem partes vivas). 
• Ocorre em Organossolo, Cambissolo hístico, e 
eventualmente em Gleissolo 
 
 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
25/12/2018 
2 
 
2 - A CHERNOZÊMICO 
 Horizonte mineral superficial 
 Representa um ambiente de baixa 
lixiviação, baixa acidez, e boa fertilidade 
química, com alta saturação de bases - (V  
65%, com predomínio de Ca e/ou Mg); 
 Rico em matéria orgânica, condicionando a 
uma boa estruturação e cores escuras 
 Essencialmente mineral, espesso (> 10cm 
se A-R e demais limites – pg 50 do SBCS 
2013) 
 Grumoso e macio quando seco. 
 Ocorrência climas com boa distribuição de 
chuvas, regiões não muito secas. 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
3 - A HÚMICO 
 Horizonte mineral superficial; 
 Valor e croma (solo úmido) ≥ 4 
 Saturação de bases < 65% 
 Corg < limite mínimo para caracterizar o Horizonte 
hístico 
 Espessura mínima como para horiz. 
A chernozêmico 
 Representa um ambiente de elevada 
acumulação de matéria orgânica - > que 1 m.; 
 Cores escuras; 
 Alta acidez; 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
4 - A PROEMINENTE 
 Igual ao A chernozêmico porém representa um ambiente 
ácido, com saturação por bases - V < 65%; 
 Difere do A húmico pelo teor de Corg, com espessura e 
teor de argila 
 Com razoável teor de matéria orgânica, 
 condicionando a uma boa estruturação 
e cores escuras. 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
Perfil de GLEISSOLO MELÂNICO Tb 
Distrófico típico. Foto: IBGE 
(2005). 
5 - A ANTRÓPICO 
• Horizonte escuro e espesso – altos teores de m.o. 
• Características impressas pela ação do homem; 
• Características similares ao A chernozêmico, mas com P 
mais elevado 
• Pode ter fragmentos de cerâmica e/ou artefatos líticos, 
e/ou restos de ossos e/ou conchas. 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
A ANTRÓPICO (Cont.) 
• Terra preta de índio – áreas submetidas a intensa 
fertilização e cultivo – região amazônica 
• Terras dos Incas (Peru), dos Maias (México) e Aztecas 
(Guatemala) 
• Áreas de olericultura – grandes diferenças em relação ao 
estado original 
• Áreas dos sambaquis – litoral sul de SP ao norte do RS – 
Joinville / Museu do Sambaqui 
 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” A ANTRÓPICO (Cont.) 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
25/12/2018 
3 
A ANTRÓPICO (Cont.) 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
A ANTRÓPICO (Cont.) 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
 15 m. 
IDADE:  6 a 10 mil anos atras 
6 - A FRACO 
 Horizonte superficial fracamente desenvolvido; 
 Teores muito baixos de matéria orgânica (C0rg < 6 g.kg
-1) ; 
 Cores claras – valor ≥ 4 (úmido) e ≥ 6 (secos); 
 Espesssura < 5 cm (não importando cor, estrutura e teor de 
C0rg) 
 Pouco desenvolvimento da estrutura; 
 Estrutura grãos simples (areia), maciça ou grau fraco de 
desenvolvimento 
 Ocorre em regiões semi-áridas e solos arenosos (Neossolos 
Quartzarênicos). 
 Típico de áreas de Caatinga hiperxerófila – aridez + solo pobre 
(pouco profundo, arenoso, etc) 
 CAUSA da Existência ou Motivação: FRACO ou BAIXO aporte de 
material orgânico 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
7 - A MODERADO 
 Horizonte A que não atende aos critérios de definição de 
horizontes A chernozêmico, A proeminente, A húmico (pela 
espessura e/ou cor), A fraco (pelo teor Corg e estrutura) e A 
hístico e A antrópico. 
 Mineral, pouco desenvolvido, cores claras, com pouca m.o. ou 
pouco espesso 
 Presente na maioria dos solos brasileiros. 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
Superficiais – “Epipedons” 
Horizontes Diagnósticos Superficiais - EPIPEDONS 
 
1 - B INCIPIENTE - Bi 
• Horizonte B em formação, mas com desenvolvimento de 
cor e estrutura suficiente para ser distinguido dos 
horizontes A e C; 
• Estrutura variável (blocos, prismática e maciça porosa) 
• Geralmente raso e com muito MPFI, e ou muito silte, e ou 
argila mais ativa. Pode apresentar fragmentos de rocha (< 
50% do volume) – Pouca evidência da ação do 
intemperismo; 
• Não satisfaz os requisitos do horizonte B textural ou, mais 
ainda do B latossólico; 
• Horizonte diagnóstico dos Cambissolos e Neossolos 
Flúvicos mais antigos. 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
25/12/2018 
4 
 
1 - B INCIPIENTE - Bi 
• 5% ou mais do volume do B 
tem estrutura da rocha original; 
• Espessura mínima de 10 cm e 
máxima de 50 cm; 
• CTC da fração argila de 17 
cmolc kg-1 de argila; 
• 4% ou mais de minerais 
alteráveis na fração areia; 
• Relação (Ki) > 2,2. Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
2 - B TEXTURAL - Bt 
• Horizonte B com incremento de argila 
em relação ao horizonte A ou E: textura 
mais argilosa e cerosidade nos 
agregados naturais; 
• Pode possuir algum MPFI; 
• Estágio intermediário de intemperismo 
(mais avançado que Bi e menos que Bw) 
• Horiz. diagnóstico nos Argissolos e 
Luvissolos; 
• Ocorre também nos Plintossolos, e 
Chernossolos. 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
 
3 - B LATOSSÓLICO - Bw 
• Bem drenado; Profundo, muito 
intemperizado e prtaticamente sem MPFI 
(< 4%) e de fragmentos de rocha (< 5%); 
• Grande evidência da ação do 
intemperismo; 
• Textura franco arenosa ou mais argilosa; 
• Estrutura granular com aspecto maciça 
porosa (esponjosa); 
• Argila de baixa atividade (< 17 cmolc/Kg 
argila), 1:1, com predominância de 
óxidos de Fe e Al; 
• Originado da remoção de sílica e bases, 
e retenção de óxidos 
• Horizonte diagnóstico dos Latossolos.Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
4 - B NÍTICO 
• Horizonte mineral subsuperficial; 
• Horizonte B com baixo gradiente textural em 
relação ao A; (textural insuficiente para identificar 
mudança textural abrupta) 
• Textura argilosa a muito argilosa; 
• Argila de atividade baixa (Tb) ou caráter alítico 
• Estrutura bem desenvolvida com agregados 
brilhantes pela cerosidade 
• Horizonte diagnóstico dos Nitossolos 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
5 - B ESPÓDICO - spodos = cinza (m.o.) 
• Rico em m.o. e, ou óxido de Fe e de Al, pobre em 
argilas; 
• Acumulação iluvial de m.o. humificada combinada 
com Al e com ou sem Fe 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
• Apresenta estrutura bem desenvolvida com agregados 
brilhantes pela cerosidade; 
• Pode ser endurecido. É ácido 
• Originado da translocação de m.o. e/ou óxidos do horizonte 
A para o B. 
• Presente tipicamente nas áreas de Restinga no Litoral 
Nordestino – ambiente de dunas / Presente em áreas de 
especulação imobiliária e plantios de coco; 
• Bs, Bhs, Bh, Orstein e Plácico (dificulta raizes e água) 
• Horizonte diagnóstico dos Espodossolos (antigo Podzol) 
 
5 - B ESPÓDICO 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
Acumulação iluvial de MO e compostos e 
alumínio, com presença ou não de ferro iluvial. 
•Fraco grau de desenvolvimento
 da estrutura. 
•Limite superior é geralmente
 abrupto (hz. A ou E). 
• Espessura mínima de 2,5 cm. 
• Textura arenosa ou média. 
 
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5 
 “ORSTEIN” 
• Horizonte B espódico, contínuo ou praticamente 
contínuo; 
• Cimentado por m.o. e Al, com ou sem Fe (Bhm, 
Bhsm ou Bsm); 
• Ocupa 50% da área do horizonte e 2,5 cm de 
espessura 
 
Horizontes Diagnósticos do solo 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
6 - B PLÂNICO 
• Tipo especial de B textural 
• Horizonte B com mudança textural abrupta em relação ao 
horizonte A ou E; 
• Elevado teor de argila dispersa 
• Estrutura prismática, colunar ou em blocos, apresentando 
permeabilidade lenta ou muito lenta 
• Cores acizentadas ou escurecidas, podendo ter 
mosqueado e/ou variegados; 
• Horizonte diagnóstico dos Planossolos. 
• Tem precedência diagnóstica sobre Horiz. Glei e B 
textural e perde para Horiz. Plíntico (exceto B plânico com 
caráter sódico) Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
7 - HORIZONTE E ÁLBICO 
• Mineral - Horizonte E; 
• Cor clara e intensa eluviação 
(remoção) da argila, m.o. e 
óxidos de Fe e Al. 
• textura mais arenosa devido 
a remoção de material 
argiloso e orgânico; 
• Comumente precede um 
horizonte B espódico, B 
textural, B plânico, B plíntico, 
horizonte Glei ou camada 
impermeável que restrinja a 
passagem da água. Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
8 - HORIZONTE PLÍNTICO 
• Presença de plintita - Mosqueados 
vermelhos no Horizonte mineral B ou C 
com plintita ( 15%) e espessura  15 cm; 
• Textura francoarenosa ou mais fina; 
• Quando seco se apresenta compacto, 
duro a extremamente duro, quando úmido 
é firme a muito firme e quando molhdo é 
ligeiramente plástico/pegajoso a 
plástico/pegajoso 
• Presente em terrenos com lençol freático 
alto ou restriçaõ a percolação da água; 
• Horizonte diagnóstico dos Plintossolos e 
solos plínticos. Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
9 - HORIZONTE CONCRECIONÁRIO 
• Constituido por 50% ou mais de 
material grosseiro (predomínio de 
petroplintita, do tipo de nódulos ou 
concreções de Fe ou Fe e Al; 
• Identificado por horizontes: Ac, Ec, Bc 
e Cc; 
• Deve ter no mínimo 30 cm ou mais de 
espessura, 
• Possui precedência ao Bt, Bw, Bnítico, 
Bi, Bplânico (- caráter sódico), glei e 
que tipo de horizonte A; 
• Problemas para raizes e água 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
25/12/2018 
6 
10 - HORIZONTE LITOPLÍNTICO 
• Camada consolidada contínua ou 
praticamente contínua por petroplintita 
(endurecida por Fe ou Fe e Al, e m.o. 
ausente ou presente em baixa 
quantidade); 
• Presença de blocos destes materiais  
20cm com fendas separadas por  10 cm; 
• Camada com  10 cm de espessura. 
• Sério impedimento a penetração de água 
e raízes; 
• Difere do B espódico por conter pouco ou 
nenhuma m.o. 
 Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
11 - HORIZONTE GLEI 
 
• Horizonte subsuperficial B ou C ou eventualmente 
superficial A; 
• Espessura > 15 cm; 
• Mal drenado; 
• Apresenta cores acizentadas (Fe reduzido devido a ciclos 
de encharcamento/anaerobiose), com ou sem mosqueados; 
• Presença de lençol freático raso todo ano ou longos 
periodos – reação de redução – Posição depressional da 
paisagem (sopé ou pedimento); 
• Plintita < 15%; 
• Pode ser horizonte Cg, Bg, Eg, Hg ou Ag 
• Horizonte diagnósticos dos Gleissolos. Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
12 - HORIZONTE CÁLCICO 
 
• Acumulação de Carbonato de cálcio – normalmente no 
C, mas pode no A e B; 
• Camada  15 cm com 15% (150 g.kg-1) CaCO3 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
 
13 - HORIZONTE PETROCÁLCICO 
 
• Evidencia o avanço evolutivo do processo de 
calcificação 
• Contínuo, endurecido por carbonatos (cálcio ou 
magnésio); 
• Fragmentos imersos em água não fraturam em nem 
desprendem pedaços. 
• Muito duro ou extremamente duro quando seco e e 
firme ou extremamente firme quando úmido 
• Impedimento a penetração de raízes 
• Espessura  10 cm e fendas distantes em  10 cm 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
14 - HORIZONTE SULFÚRICO 
 
• Mineral ou orgânico 
• Horizonte H, B ou C com materiais sulfídricos ou pH  3,5. 
• Altas quantidades de S - pH < 3,5 quando seco (ácido 
sulfúrico originado dos sulfetos) 
• Concentração de jaroisita (segregação de compostos de S 
– acidez altamente tóxica a maioria das plantas 
• Espessura ≥ 15 cm 
• Ocorrem em áreas planas influenciados por depósitos 
marinhos recentes – oxidação de materiais minerais ou 
orgânicos ricos em sulfetos, por drenagem artificial 
• Aparece em minerações e obras (estradas, dragagem, etc) 
• Pode ocorrer nos Gleissolos Tiomórficos, e nos 
Organossolos Tiomórficos. 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
15 - HORIZONTE VÉRTICO 
 
• Horizonte B ou C; 
• Predominância de argila 2:1 – contração e expansão na 
ausência e presença de H2O 
• Apresenta características vérticas – fendas (> 1 cm.) 
quando secos (Fendilhamento), superfícies de fricção 
(Slinckensides) e Microrelevo gilgai; 
• Textura argilosa a muito argilosa; 
• Espessura ≥ 20 cm; 
• Precedência sobre Bi, Bnítico e glei 
• Horizonte diagnósticos dos Vertissolos; 
 
 
 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
25/12/2018 
7 
16 - FRAGIPÃ 
 
• Pã (camada endurecida) presente no Horizonte B ou C; 
• Aparentemente cimentado quando seco - consistência 
dura a extremamente dura, e quando úmido – consistência 
fraca a moderada, rompendo-se subitamente sob pressão 
(com a mão) 
• Dureza reversível (em condição saturada por 2 horas); 
• Pouco ou muito pouco permeável; 
• Dificulta ou impede penetração de água e raízes de 
plantas; 
• Pode ocorrer nos Argissolos e Planossolos. 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
17 - DURIPÕ Horizonte B ou C cimentado por sílica, óxido 
de Fe e carbonato de Ca, sem esborroar-se 
quando úmido; 
• Contínuo ou presente em ≥ 50% do volume; 
• Pode ocorrer nos Argissolos e Planossolos. 
• Pã (camada endurecida) - não esborroa 
• Dureza irreversível – quando úmido 
possuem consistência muito firme a 
extremamente firme; 
 
 
Duripã 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS DO SOLO 
SUBSuperficiais – “Endopedons” 
• Condição de severa limitação ao uso agrícola – dificulta ou 
impede a penetração de água e raízes – mais problemático 
quanto mais superficial e mais espesso. 
 
 
 
Horizontes Diagnósticos Subsuperficiais - ENDOPEDONS Horizontes Diagnósticos Subsuperficiais - ENDOPEDONS 
Horizontes Diagnósticos Subsuperficiais - ENDOPEDONS 
Características do Atual 
Sistema Brasileiro de 
Classificação do Solo – SBCS 
(Embrapa, 2013) 
25/12/2018 
8 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
HORIZONTES DIAGNÓSTICOS IDENTIFICAM CLASSES DE SOLO 
 
EPIPEDONS - Superficiais: 
Diferentes tipos em função do teor de matéria orgânica 
 
 
 
ENDOPEDONS - Subsuperficiais: 
Diferentes tipos em função de caracteristicas hídricas, 
ambientais e químicas do local 
 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
NÍVEIS CATEGÓRICOS DO SiBCS 
 
 
Nível categórico de um sistema de classificação de solos - conjunto de 
classes de solos definidas num mesmo nível de generalização ou abstração, 
incluindo todos os solos que satisfizerem a essa definição. 
 
 
As características ou propriedades usadas para definição de um nível 
categórico devem ser propriedades dos solos que possam ser identificadas 
no campo ou que possam ser inferidas de outras propriedades que são 
reconhecidas no campo. 
 
SOLO – Sistema Brasileiro de Classificação do Solo 
 Constituição 
  Baseia-se em características da pedogênese (atributos diagnósticos) e 
propriedades pedogenéticas (horizontes diagnósticos 
  Sistema piramidal 
 
D
im
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A
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if
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id
ad
e 
SÉRIE 
FAMÍLIA 
SUBGRUPO 
GRANDE GRUPO 
SUBORDEM 
ORDEM 13 Classes 
43 Classes 
188 Classes 
x Classes 
747 Classes 
x Classes 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
SISTEMA BRASILEIRO DE CLASSIFICAÇÃO DO SOLO 
Soil Taxonomy 
Sistema Bras. Classificação do Solo 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
Sistema de Classificação de Solos 
NOMENCLATURA DAS CLASSES 
 No primeiro nível categórico (Ordens), os nomes das classes são formados pela 
associação de um elemento formativo com a terminação “ssolos”. 
 
NOMES DAS CLASSES, SEUS RESPECTIVOS ELEMENTOS FORMATIVOS E 
OS SEUS SIGNIFICADOS. 
 
Elementos formativos e termos de conotação e memorização das ordens de 
solos do SiBCS: 
Classificação do Solo - SBCS 
Prof. Dr. AlceuPedrotti 
 Todas as classes do 3º e 4º níveis categóricos devem ter o sufixo 
“ico” no fim do nome. 
 O nome do solo no 5º nível categórico (Família) é formado 
adicionando-se ao nome de subgrupo, os qualificativos pertinentes, 
com letras minúsculas e separadas por vírgula. 
Exemplo: 
Latossolo Vermelho Acriférrico típico, textura argilosa cascalhenta, 
endoconcrecionário, A proeminente, gibbsítico-oxídico, aniônico. 
 
Para nomenclatura das séries, sugerem-se nomes de acidentes 
geográficos, cidades, distritos, regiões, rios, pessoas ou termos 
geográficos que se destaquem na paisagem. 
 
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9 
Classificação do Solo - SBCS 
P
ro
f.
 D
r.
 A
lc
e
u
P
e
d
ro
tt
i 
ORDEM 
ELEMENTO 
FORMATIVO 
TERMOS DE CONOTAÇÃO E MEMORIZAÇÃO 
NEOSSOLO NEO Novo, pouco desenvolvimento genético 
VERTISSOLO VERTI “Vertere”, inverter. Horizonte vértico 
CAMBISSOLO CAMBI “Cambiare”, trocar ou mudar. Horizonte B incipiente 
CHERNOSSOLO CHERNO Preto, rico em matéria orgânica 
LUVISSOLO LUVI 
“Luere”, iluvial. Acumulação de argila com alta 
saturação por bases e Ta 
ARGISSOLO ARGI Acumulação de argila, B textural, Tb 
NITOSSOLO NITO “Nítidus”, brilhante. Horizonte B nítico. 
LATOSSOLO LATO “Lat”, material muito alterado. Horizonte B latossólico 
ESPODOSSOLO ESPODO Spodos, cinza vegetal. Horizonte B espódico 
PLANOSSOLO PLANO “Planus”. Horizonte B plânico 
PLINTOSSOLO PLINTO “Plinthus”. Horizonte plíntico 
GLEISSOLO GLEI Glei, horizonte glei 
ORGANOSSOLO ORGANO Orgânico, horizonte H ou O hísticos 
ORDENS Significado genérico 
ARGISSOLOS 
CAMBISSOLOS 
CHERNOSSOLOS 
ESPODOSSOLOS 
GLEISSOLOS 
LATOSSOLOS 
LUVISSOLOS 
NEOSSOLOS 
NITOSSOLOS 
ORGANOSSOLOS 
PLANOSSOLOS 
PLINTOSSOLOS 
VERTISSOLOS 
Horizontes B textural com Tb – subsup + argiloso 
Horizonte B incipiente – Proc. Incip. de formação 
Horizonte A chernozêmico, Preto, Alta fertil quím. 
Horizonte B espódico 
Horizonte glei – Gleização em áreas alagadiças 
Horizontes B latossólico – prof. Homog. Alta. Int. 
Horizontes B textural com Ta – acum. sub. argila 
Novo solo em formação – pouco desenvolvido 
Horizonte B nítico – agregados nítido e brilhante 
Solos orgânicos 
Horizonte B plânico – áreas planas 
Horizontes plíntico – segregação do Fe. 
Horizonte vértico – expansão e contração 
Quadro 1. Classes de Solo do 1o. Nível categórico (Ordens) do 
SBCS e seu significado genérico 
 
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Ordem Classificação do Solo - SBCS 
P
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f.
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 A
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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SOLO – Significado dos termos do 2º. Nível do SBCS - Subordem 
Aspectos Pedológicos e Meio Ambiente 
Argissolos 
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SOLO – Significado dos 
termos do 3º. Nível 
do SBCS – Grande Grupo 
Aspectos Pedológicos e Meio Ambiente 
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SOLO – Significado dos 
termos do 3º. Nível 
do SBCS – Subgrupo 
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SOLO – Significado dos termos do 4º. Nível do SBCS – 
Subgrupo (cont.) 
Aspectos Pedológicos e Meio Ambiente 
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Horizontes Diagnósticos do solo 
Simbologia atual (Embrapa, 1998) Simbologia antiga 
Horizontes principais 
O, H 
A 
E 
B 
C 
O 
A1 
A2 
B2 
C 
Horizontes de transição 
AE 
AB, EB 
AC, CA 
BA, BE 
BC 
CB 
- 
A3 
AC 
B1 
B3 
- 
Quadro 2. Simbologia Atual dos horizontes e sua equivalência com a simbologia 
antiga. 
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Sufixo 
 
Significado 
Uso com 
horizonte 
pedogênico 
Indicativo de atributo 
ou horizonte 
diagnóstico 
b 
c 
 
f 
g 
i 
 
j 
k 
m 
n 
p 
r 
t 
v 
w 
 
x 
Horizonte enterrado 
Concreções ou nódulos endurecidos de 
Fe, Al e Mn 
Plintita 
Glei 
Incipiente desenvolvimento do horizonte 
B 
Tiomorfismo 
Acumulação de CaCO3 secundário 
Extremamente cimentado em > 90% 
Saturação com Na+ trocável > 15% 
Aração ou outra pedoturbação 
Rocha branda ou saprólito 
Acumulação de argila iluvial 
Características vérticas 
Intensa alteração + iluviação 
inexpressiva 
Cimentação aparente, reversível 
H,A,E,B,
F 
 
A,E,B,C 
B,C 
A,E,B,C 
 
B 
H,A,B,C 
A,B,C 
B,C 
H,A,B,C 
H,A 
B 
B,C 
B 
 
B,C,E 
Recobrimento 
Petroplintita 
 
Horiz. plíntico 
Horiz. glei 
Horiz. B 
incipiente 
Material sulfídrico 
 
Duripan 
Caráter sódico 
Uso 
 
Horiz. B textural 
Horizonte vértico 
Horiz. B 
latossólico 
Fragipã 
Quadro 3. Significado de algumas características específicas em horizontes e camadas de 
solo – USO MAIS FREQUENTE 
Prof. Dr. AlceuPedrotti Prof. Dr. AlceuPedrotti (Continua) 
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(Continuação) 
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Chave de Ordens e Subordens 
do atual SBCS (Embrapa, 2013) 
Sistema Brasileiro de Classificação do Solo - SBCS 
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Sistema Brasileiro de Classificaçãodo Solo - SBCS Sistema Brasileiro de Classificação do Solo - SBCS 
Sistema Brasileiro de Classificação do Solo - SBCS Sistema Brasileiro de Classificação do Solo - SBCS 
Sistema Brasileiro de Classificação do Solo - SBCS Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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Classificação do Solo - SBCS 
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R 
C 
B 
Horizonte mineral com acúmulo de húmus 
Horizonte claro de máxima remoção de 
argila e/ou óximos de ferro 
Horizonte de máxima expressão de cor e 
agregação (Bw) ou de concentração de 
materiais removidos do A e E (Bt) 
Material inconsolidado de rocha alterada 
presumivelmente semelhante ao que deu 
origem ao solum 
Rocha não alterada 
R
e
g
o
li
to
 
O Horizonte orgânico de solos minerais 
A 
E 
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(h
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) 
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O solo e seus horizontes 
Fonte: Lepsch, 2012 
Classificação 
de solos 
no Brasil 
http://www.cnps.embrapa.br/sibcs/ 
1. Organossolos 
2. Neossolos 
3. Vertissolos 
4. Espodossolos 
5. Planossolos 
6. Gleissolos 
7. Latossolos 
8. Chernossolos 
9. Cambissolos 
10. Plintossolos 
11. Luvissolos 
12. Nitossolos 
13. Argissolos 
Ordem 
Subordem 
Grande grupo 
Subgrupo 
Família 
Séries 
Nitossolo 
Nitossolo Vermelho 
Nitossolo Vermelho Eutrófico 
Nitossolo Vermelho Eutrófico típico 
?? 
?? 
Todos os 
solos do 
Brasil 
Exemplo: 
Fonte: Lepsch, 2012 
Etapa Critérios 1o Nível categórico 
(Ordem) 
1 Tem horizonte H com mais de 40 cm de espessura? Verdadeiro: Organossolo 
Falso: vá para etapa 2 
2 Não tem nenhum dos horizontes B diagnósticos ou 
horizontes glei, plíntico ou vértico logo abaixo do A? 
Verdadeiro: Neossolo 
Falso: vá para etapa 3 
3 Não tem horizonte B textural e tem horizonte vértico entre 
25 e 100 cm de profundidade? 
Verdadeiro: Vertissolo 
Falso: vá para etapa 4 
4 Tem horizonte espódico logo abaixo do horizonte A ou E? Verdadeiro: Espodossolo 
Falso: vá para etapa 5 
5 Tem horizonte B plânico logo abaixo de horizonte A ou E? Verdadeiro: Planossolo 
Falso: vá para etapa 6 
6 Tem horizonte glei logo abaixo do A ou E ou horizonte 
hístico com menos de 40 cm de espessura? 
Verdadeiro: Gleissolo 
Falso: vá para etapa 7 
7 Tem horizonte B latossólico logo abaixo do horizonte A? Verdadeiro: Latossolo 
Falso: vá para etapa 8 
Chave simplificada para identificação das Classes (Ordem) 
Fonte: Lepsch, 2012 
Etapa Critérios 1o Nível categórico 
(Ordem) 
8 Tem horizonte A chernozêmico seguido de B textural ou 
incipiente, todos com argila de atividade alta e elevada 
saturação por bases? 
Verdadeiro: Chernossolo 
Falso: vá para etapa 9 
9 Tem horizonte B incipiente logo abaixo do A (ou hístico 
com menos de 40 cm de espessura) e não tem horizonte 
plíntico ou litoplíntico? 
Verdadeiro: Cambissolo 
Falso: vá para etapa 10 
10 Tem horizonte plíntico, litoplíntico ou concrecionário 
dentro de 40 cm (ou 200 cm se precedido de horizonte 
glei)? 
Verdadeiro: Plintossolo 
Falso: vá para etapa 11 
11 Tem horizonte B textural com argila de atividade alta e 
saturação por bases alta logo abaixo de horizonte A ou E? 
Verdadeiro: Luvissolo 
Falso: vá para etapa 12 
12 Tem mais de 35% de argila no horizonte A e horizonte B 
nítico logo abaixo dele com argila de atividade baixa? 
Verdadeiro: Nitossolo 
Falso: vá para etapa 13 
13 Têm horizonte B textural com argila de atividade baixa? Verdadeiro: Argissolos 
Falso: identifique melhor 
seu solo e volte à etapa 1 
Chave simplificada para identificação das Classes (Ordem) – Cont. 
Fonte: Lepsch, 2012 
http://www.cnps.embrapa.br/sibcs/

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