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1apresentado para obtenção do título de Especialista para o curso de Pós-Graduação Latu 
Sensu em Ergonomia da Universidade de Santo Amaro. netorussi@hotmail.com 
2Professor Orientador: Doutor, Universidade Santo Amaro – SP cadcarvalho@prof.unisa.br 
ERGONOMIA ORGANIZACIONAL E COGNITIVA E A RELAÇÃO 
COM SATISFAÇÃO E PRODUTIVIDADE DOS 
TRABALHADORES 
 
 
 
ORGANIZATIONAL ERGONOMIC COGNITIVE AND RELATIVES 
BETWEEN SATISFACTION AND PRODUCTIIVICY OF 
WORKERS 
 
 
 
 
Benedicto Russi Neto1 
Cristiano Alves de Carvalho2 
 
RESUMO 
 
Este estudo trouxe as características e definições de Ergonomia Cognitiva e 
Ergonomia Organizacional, sendo elas assuntos distintos, porém que se 
correlacionam no ambiente de trabalho e juntas trazem agravos a saúde dos 
trabalhadores. Especificou-se também alguns fatores das duas Ergonomias 
que afetam a satisfação e produtividade dos trabalhadores e por fim alguns 
métodos de amenização e extinção dos agravos que proporcionam. 
 
Palavras-chave: ergonomia organizacional, ergonomia cognitiva, 
produtividade. 
 
 
ABSTRACT 
 
The following study brought characteristics and definitions of cognitive 
ergonomics and organizational ergonomics, both different subjects but that 
carrelates at working environment then, together, causes health grievances to 
workers. Were specified some of the facts of these two ergonomics which 
affects the satisfaction and productivity of the workers then, by the end some 
methods that softened and exstinct of grievances that provides. 
 
Keywords: Organizational Ergonomic, Cognitive Ergonomic, productivity . 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
. .A ergonomia nestes casos trabalha como mediadora, auxiliando na na 
anulação ou minimização de seus riscos evitando o surgimento de doenças e 
dando prioridade a saúde do trabalhador. 
 O foco deste estudo está em avaliar e identificar quais os fatores 
cognitivos e organizacionais que afetam as atividades de produção, satisfação 
e desempenho dos trabalhadores. 
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 Outras avaliações são cabíveis no ambiente de trabalho que possam 
influenciar no desempenho, satisfação e produtividade, tais como: 
iluminamento, temperatura, ruído, vibrações, gases, posturas, mobílias, dentre 
outra, porém esta análise visa aprofundar as ações cognitivas e 
organizacionais e suas relações. 
 
 
2. DESENVOLVIMENTO 
 
 No contexto atual em que vivemos, as organizações estão a cada dia 
mais exigindo de seus colaboradores o máximo e além para desenvolverem 
suas atividades pela qual foram contratados e suprirem a demanda de setores 
correlacionados que não há funções ou foram extintas por questões 
financeiras. A informatização e automação de alguns setores forçaram as 
baixas nas contratações e acúmulo de algumas funções, que ao ver das 
organizações trabalhariam com algumas funções em baixa produtividade e/ou 
produtividade em pequenas partes da jornada. 
 Assim sendo a demanda por prazos e custos reduzidos junto a baixa 
atividade econômico-financeira do país acarreta este acúmulo de atividade nas 
funções e uma carga de trabalho, pressão e demanda que são risco 
extremamente graves a saúde do trabalhador. 
 Estes agravos, pressões de trabalho e produtividade refletem não 
somente a saúde física, mas também a saúde psicológica e afetam a vida fora 
da organização. 
 A ergonomia faz-se na identificação de esforços, demandas e condições 
de trabalho da organização, para a partir desta análise criteriosa através de 
suas ferramentas propor a diminuição ou até a extinção de problemas de 
agravo a saúde, visando a satisfação e conforto de quem está utilizando o 
posto de trabalho, promovendo a produtividade de maneira segura. 
 O Ministério Trabalho e do Emprego, a Constituição Federal e as NR’s 
(Normas Regulamentadoras), garantem os diretos fundamentais a saúde dos 
trabalhadores desde que obedecidas a risca, pois afetam não somente a vida 
profissional, mas a vida cotidiana. 
 A ergonomia cognitiva e organizacional são assuntos distintos, porém se 
correlacionam no ambiente de trabalho e desenvolvimento de funções de forma 
direta, por estarem ligados ao ambiente e comportamento dos trabalhadores. 
 
 
2.1. Ergonomia 
 
 Desde os primórdios, a Ergonomia sempre este esteve presente, seja 
ela na fabricação dos primeiros utensílios para coleta de água e preparação de 
alimentos. Durante o período de guerra foi determinante na fabricação de 
equipamentos e armamentos de acordo com a característica física de cada 
exército, sendo assim o início da relação homem-máquina. 
 Segundo a ABERGO (Associação Brasileira de Ergonomia), a palavra 
Ergonomia surgiu do grego “Ergon” (trabalho) e “nomos” (normas, regras, leis), 
podendo ser destrinchada em Ergonomia Física, Ergonomia Organizacional e 
Ergonomia Cognitiva. 
 Segundo Iida (2010): 
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“A ergonomia inicia-se com o estudo das características dos 
trabalhadores paradepois, projetar o trabalho a ser executado, visando 
preservar a saúde e o bem-estar do trabalhador. Assim a ergonomia 
parte do conhecimento do ser humano, para fazer o projeto do 
trabalho, adaptando-se as suas capacidades e limitações.” 
 Para Colenghi (1997, p.140), o estudo ergonômico, seja ele físico, 
organizacional e cognitivo, visa atender as necessidades humanas psicológicas 
e físicas, e seu objetivo principal é a harmonização entre o homem e máquina 
na realização dos trabalhos. 
 A NR 17 é a Norma Regulamentadora que baseia a Ergonomia e 
estabelece seus devidos parâmetros para a adaptação das condições de 
trabalho as características psicofisiológicas, proporcionando segurança, 
desempenho e conforto aos trabalhadores. Portanto ergonomia estuda a 
interação entre homem, máquina e ambiente durante a realização de trabalho 
(homem-máquina-ambiente), sendo este estudo prévio ou pós a “instalação” do 
posto de trabalho. A AET (Análise Ergonômica do Trabalho) é quem traz toda 
esta avaliação e sugestão de melhorias, transformando o trabalho para melhor 
ou dando continuidade ao que se vem sendo aplicado. 
Para Prates (2007, p.81): 
(...) dois dos grandes desafios vivenciados pelas empresas na 
atualidade são: à necessidade de manter uma força de trabalho 
saudável, motivada e preparada para a extrema competição 
atualmente existente e capacitar a empresa a responder à demanda de 
seus funcionários em relação a uma melhor qualidade de vida. O 
grande capital da empresa é representado por pessoas capazes, aptas, 
sadias, equilibradas, criativas, íntegras e motivadas. 
 
 
2.2. Ergonomia Organizacional 
 
Conhecida também pelo termo Macroergonomia, a Ergonomia 
Organizaacional tem relação com a estrutura organizacional, processos e 
políticas, enquadram-se: trabalho a distância, trabalho em turnos, trabalhos em 
equipe, motivação e satisfação no trabalho, programação e distribuição dos 
trabalhos e tarefas, supervisão do trabalho. 
Segundo Hendrick (2006), o foco principal da Ergonomia Organizacional 
é: 
desenhar sistemas de trabalho compatíveis com as características do 
sistema sociotécnico da organização e então transferir aquele projeto 
de sistema de trabalho através do projeto de interfaces de humano-
tarefa, humano-máquina, humano-programa e humano-ambiente para 
assegurar um sistema de trabalho totalmente harmonizado 
(HENDRICK; KLEINER, 2006, p. 20). 
Para Moraes e Mont’Alvão (2003), acarretam o conceito de Ergonomia 
Organizacional, falta de participação, turnos e escalas sem avaliações, déficit 
de treinamentos, distribuição de participação e ouvir dos colaboradores 
(chamado opinião de chão de fábrica) e falta de gestão. 
Segundo Iida (2005): 
Ergonomia organizacional – ocupa-se da otimização dos sistemas 
sócio-técnicos, abrangendo as estruturas organizacionais, políticas e 
processos. Os tópicos relevantes incluem comunicações, projeto de 
trabalho, programação do trabalho em grupo, projeto participativo, 
trabalho cooperativo, cultura organizacional, organizações em rede, 
teletrabalho e gestão da qualidade (IIDA, 2010, p. 3) 
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2.3. Ergonomia Cognitiva 
 
A Ergonomia Cognitiva, segundo Vidal (2007) apud Almeida (2008), 
pode ser chamada de Ergonomia Psicológica, pois trata-se de aspectos 
mentais, tais como atenção, armazenamento e recuperação de memória, 
percepção. É a parte da ergonomia que estuda e avalia as cargas mentais de 
trabalho, interação entre o homem e máquina (homem-máquina), 
desenvolvimento de habilidades e a carga mental envolvida no processo desde 
a concepção até a ação. 
Portanto o trabalhador que apresenta problemas cognitivos pode trazer 
consigo dificuldades de retenção de informação, estresse, pressão psicológica, 
percepção e absorção, isso tudo submetido a fatores de alta carga mental. 
No contexto geral a Ergonomia Cognitiva é basicamente o poder de 
tomada de decisão de um indivíduo, através do recebimento de um estímulo ou 
alerta, o processamento interno das informações recebidas, a busca pela 
resolução deste problema recorrente como um forma de experiência já vivida e 
a escolha da opção correta para o desenvolvimento daquele estímulo ou alerta 
recebido primeiramente. Daí destina-se a preocupação com processos 
cognitivos, visto que a tomada de decisão que precisa ser rápida seja lenta ou 
até mesmo a tomada de decisão seja errada pode ocorrer devido as más 
condições de trabalho aliadas aos fatores que influenciam e afetam demandas 
psicológicas. 
Segundo Iida (2005): 
Ergonomia cognitiva – ocupa-se dos processos mentais, como a 
percepção, memória, raciocínio e resposta motora, relacionados com 
as interações entre pessoas e outras lementos de um sistema. Os 
tópicos relevantes incluem a carga mental, tomada de decisões, 
interação homem-computador, estresse e treinamento (IIDA, 2010, p. 
3). 
Ergonomia Cognitiva pode ser também tratada como questões de lógica, 
compressão das funções, atenção em mensagens e/ou alertas, complexidade 
das atividades e tarefas, e outros aspectos que dependem da tomada de 
decisões através da busca de informações para resolução de problemas, ou 
seja, decodificação, memorização, aprendizagem e consistência lógica para 
desenvolvimento (MORAES E MONT’ALVÃO, 2003). 
Para Lents (2002): 
“Além de o esforço cognitivo afetar de forma grave a vida do 
trabalhador, também atinge a organização e os seus processos, pois 
muitas vezes as organizações apresentam gap`s (falhas, lacunas), 
originados pela falta de concentração, pelo cansaço mental e pela 
distração, ocasionando acidentes de trabalho e inúmeros outros 
problemas.” 
 
 
2.4. Fatores que incidem na Produtividade e Satisfação 
 
Podem-se citar alguns fatores principais que ocasionam efeitos na 
produtividade e satisfação dos trabalhadores, são eles: 
 
 
 
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2.4.1. Fatores Humanos 
 
a) Fadiga 
É o estado de desinteresse e da perda de eficiência em qualquer tipo de 
atividade (GRANDJEAN, 2005) 
Grandjean (2005) ainda complementa: 
“Uma distinção razoável é a distinção comum entre fadiga muscular e 
fadiga geral. A primeira é um fenômeno doloroso que aparece nos 
músculos sobrecarregados e fica ali alocalizada. A fadiga geral, por 
outro lado, é uma sensação difusa, acompanhadas por sentimentos de 
indolência e desinteresse por qualquer tipo de atividade. Estas duas 
formas de fadiga resultam de dois processos fisiológicos diferentes e 
precisam ser discutidos separadamente.” 
 
b) Motivação 
 
O pai da chamada “Psicologia Humanista”, Abraham Maslow (1943), 
retrata que o homem é um ser complexo e possui algumas particularidades e 
necessidades quanto ao desenvolvimento pessoal, realizações e conquistas, 
aprendizagem e preenchimento do ego. 
Segundo Iida (2005) a motivação está ligada diretamente ao sentimento 
de necessidade e objetivo, um impulso capaz de fazer a determinação alcançar 
os objetivos através da satisfação e recompensa. 
 
c) Estresse 
 
Para Grandjean (2005), o estresse pode trazer aspectos positivos ao ser 
humano, pelo fato de causar impulsos para a ação e estar diretamente ligado a 
manutenção da raça humana, fazendo com o que o indivíduo (no caso 
trabalhador) lute ou fuja da situação, todavia o aspecto negativo é que acarreta 
sérios problemas a saúde psicológica e física. Complementa ainda que o 
estresse ocupacional se caracteriza pela grande diferença existente entre a 
demanda de trabalho e os recursos (capacidade) do trabalhador para realizar o 
mesma. 
 
d) Ritmo Cardíaco e Diferenças de Organismos 
 
Para Iida (2005), seres humanos que tem treinamento aos exercícios 
físicos e esforços aeróbicos (desenvolvimento dos sistemas cardiovascular e 
respiratório), apresentam grande capacidade de irrigação dos músculos 
(corrente sanguínea) e capacidade pulmonar, favorecendo a remoção de 
adventos do metabolismo e abastecimento de oxigênio nos grupos musculares 
exigidos. Iida (2005) comenta também que há diferenças enormes referente a 
gastos energéticos entre indivíduos do sexo masculino e feminino, no caso dos 
homens para a realização de mesma atividade que uma mulher desenvolveria, 
é gasto cerca de 20% a mais de quilocalorias por jornada. 
Há divergência não somente a preparos físicos e capacidade de 
metabolismo (diferenças entre os sexos), mas também o período em que as 
atividades estão sendo desenvolvidas e a eficiência do indivíduo no período 
exigido. 
 
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e) Fadiga Visual 
 
Segundo Grandjean (2005), as excessivas cargas visuais acarretam 
diversas disfunções visuais que acumulam-se nas lesões e desencadeiam 
diferentes manifestações. Sendo assim, o estresse excessivo nas funções 
visuais, são sintomas de fadiga visual. 
Alguns de seus efeitos podem acarretar em prejuízos profissionais ao 
colaborador, tais como: diminuição na qualidade em que o trabalho é 
executado, baixa produtividade, frequência de acidentes, erros demasiados, 
complicações visuais e queixas de disfunções visuais (GRANDJEAN, 2005). 
 
f) Monotonia 
 
Falta de estímulos causa um ambiente monótono, tédio (estado mental 
complexo) é a caracterização do indivíduo. Reduz-se o estado de alerta, 
letargia e sensação de cansaço (GRANDJEAN, 2005). 
Grandjean (2005) descreve que: 
“Um ambiente monótono é aquele que tem falta de estímulos. A reação 
do indivíduo a monotonia é chamada tédio. Tédio é um estado mental 
complexo,caracterizado por sintomas de redução da ativação de 
centros nervosos com uma concomitante sensação de cansaço, 
letargia e redução do estado de alerta.” 
 
 
2.5. Ambiente de Trabalho 
 
O ambiente de trabalho pelo próprio termo remete-se a algo carregado, 
ambiente de cautela. Para tanto, neste denominado local é onde o indivíduo 
realiza suas tarefas e dali é tirado seu máximo, desde que as condições 
contribuam e tragam ara que isso aconteça, ou seja devem ser favoráveis a 
isto, ali estão presentes, frustrações es estímulos que refletem sobre os 
indivíduos no seu rendimento, produtividade, satisfação, sentimento e auto-
realização, principalmente no reflexo fora deste amebiente, em seu cotidiano 
social e familiar. 
 
 
2.6. Carga e Atividade Mental 
 
Para Grandjean (2005) o termo atividade mental pode ser expressado e 
categorizado como: 
“Assim, a expressão “atividade mental” é um termo geral para qualquer 
trabalho no qual a informação precisa ser processada de alguma forma 
pelo cérebro. Tal atividade pode ser dividida em duas categorias: 
trabalho cerebral (no sentido restrito) e processamento de informação 
(como parte do sistema humano-máquina).” 
Sendo que, o trabalho cerebral pode ser classificado como uma forma 
de buscar um conhecimento já armazenado, comparando com a situação nova 
alguma experiência anterior e formulando novas ideias e decisões, com 
agilidade, habilidade, experiência e conhecimento (GRANDJEAN, 2005). 
O processamento de informação basicamente é definido pela 
combinação de um novo estímulo (nova informação) com o que já se sabe ou 
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já se está habituado, fazendo com que a junção do mesmos seja tomada uma 
decisão coerente. 
 
 
2.7.Organização no Trabalho 
 
Basicamente classifica-se como o estabelecimento de regas, fluxo e 
procedimento de tarefas, visando sempre a participação, qualidade de 
desempenho das atividades e ordem das mesmas. Assim sendo pode-se 
complementar que a organização do trabalho tem como característica o alívio 
da sobrecarga de trabalho, com gestão da produção, segurança e satisfação, 
atendendo as necessidades do empregador e trabalhador. 
Para Iida (2005) o termo organização do trabalho pode ser expressado e 
categorizado como: 
“A organização do trabalho deve permitir que cada pessoa exercite as 
suas habilidades, com sentimento de autorealização, sem necessidade 
de controle rígidos sobre suas atividades. As pessoas devem sentir-se 
respeitadas, sem discriminação, tendo um relacionamento amigável 
com o s seus colegas e superiores. 
Na medida do possível, esssa organização deve ser participativa, com 
envolvimento dos próprios trabalhadores nas decisões.” 
 
 
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
Este trabalho mostrou os caminhos e correlações de duas áreas de 
conhecimento da Ergonomia (Organizacional e Cognitiva) e os fatores 
caracterizados por elas que afetam diretamente a satisfação e produtividade 
dos trabalhadores. 
Suas definições se correlacionam e interligam na medida que é 
entendido o conceito das Ergonomias e definidos os fatores que incidem e 
influenciam na produtividade e satisfação dos trabalhadores. 
A começar do ambiente e organização do trabalho, que são de 
responsabilidade total das organizações, onde o trabalhador possa se sentir 
em casa e a vontade para realizar suas atividades, podendo fazer parte de 
comissões, dando opiniões e auxiliando na manutenção dos ambiente e da 
organização (condução e distribuição de responsabilidades e tarefas dentro de 
suas limitações). 
A incidência dos fatores humanos também é de total responsabilidades 
das organizações, porém visto que se os ambiente estiver agradável, a 
organização bem definida e gerida e as cargas mentais livres de sobrecargas, 
os fatores humanos serão automaticamente inexistentes ou se derem inicio, a 
organização e autonomia dos trabalhadores, trarão os malefícios a tona, sendo 
eles corrigidos a tempo de afetarem a saúde, produtividade e satisfação dos 
mesmos. 
As avaliações externas a equipe de segurança da organização é um 
ponto fundamental para saber-se se as medidas e prevenções estão sendo 
tomadas, a livre opinião dos colaboradores sem pressão e medo de sofrerem 
sanções internas é fundamental para que os estudos sejam o mais precisos 
possíveis. 
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Este trabalho abre portas para estudos práticos em organizações que 
estão em busca de melhores condições para seus trabalhadores e que visam o 
aumento de produção sem afetar a saúde dos mesmos. Deixando em aberto 
técnicas e pesquisa de ferramentas já consagradas para avaliação e conclusão 
das condições. 
 
 
4. REFERÊNCIAS 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA. O que é ergonomía? 
Disponível em: <http://www.abergo.org.br> Acesso em 01 de março de 2020 
 
ALMEIDA, Joelma dos Santos. Em busca de uma melhor produtividade no 
trabalho. Disponível em: <https://www.webartigos.com/artigos/ergonomia-em-
busca-de-uma-melhor-produtividade-no-trabalho/1856>. Acesso em 01 de 
março de 2020. 
 
COLENGUI, Vitor Mature. O & M e qualidade total: Uma integração perfeita. 
Rio de Janeiro: Qualitymark Ed., 1997. 217 p. 
 
Grandjean E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5 ed. 
Porto Alegre: Bookman, 2005 
 
GUIMARÃES, Lia Buarque de Macedo. Ergonomia de Processo: 
Macroergonomia e Organização do Trabalho. 5. ed, Vol. 2 – Porto Alegre, 
2006. 
 
HENDRICK, Hal W.; KLEINER, Brian M. Macroergonomia: uma introdução 
aos projetos de sistemas de trabalho. Rio de Janeiro: Virtual Científica, 
2006. 
 
IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 
2005. 
 
LENTS, Juceli. ERGONOMIA COGNITIVA MEDIANTE AS NECESSIDADES 
ORGANIZACIONAIS. São Cristovão – Sergipe, 2012. 
 
MINISTÉRIO DO TRABALHO. Normas regulamentadoras de segurança e 
saúde do trabalho. NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual - EPI. 
 
MINISTÉRIO DO TRABALHO. Normas regulamentadoras de segurança e 
saúde do trabalho. NR 17 – Ergonomia. 
 
MINISTÉRIO DO TRABALHO. Normas regulamentadoras de segurança e 
saúde do trabalho. NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais 
de Trabalho. 
 
MORAES, Anamaria; MONT’ALVÃO, Cláudia. Ergonomia: Conceitos e 
Aplicações. 2. ed. Rio de Janeiro: 2AB, 2003. 
 
Página 9 de 9 
 
PRATES, G. A. Reflexão sobre o uso da ergonomia aliado à tecnologia: 
Propulsores do aumento da produtividade e da qualidade de vida no trabalho. 
RACRE - Revista de Administração, Esp. Sto. do Pinhal - SP, v. 07, n. 11, 
jan./dez.2007.

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