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Quênia Quênia bombardeia campos do Al-Shebab na Somália Esta é a primeira grande resposta militar após ataque a universidade. Grupos armados do grupo alinhado com a Al-Qaeda mataram 148 pessoas, ao invadirem o campus da Universidade Garissa, a cerca de 200 quilômetros da fronteira com a Somália. Homens armados do grupo shebab atacaram a universidade de Garissa, no momento que os estudantes dormiam, antes de separar os alunos não muçulmanos, que foram executados O massacre terminou com as mortes de 142 estudantes, três policiais e três soldados. O grupo radical islâmico Al-Shabaab reivindicou o ataque e afirmou que a ação é uma vingança contra a intervenção de tropas do Quênia na Somália Desde outubro de 2011, quando o exército queniano entrou na Somália para combater o Al-Shabaab, o país foi alvo de constantes atentados terroristas, o mais grave deles no shopping Westgate, ocorrido em 2013 e no qual morreram pelo menos 67 pessoas. Extremistas do al-Shabaab matam 14 no Quênia a poucas semanas de visita de Obama O al-Shabab prometeu realizar ataques no Quênia como retribuição pelo país ter enviado tropas para a Somália para lutar com os militantes. O Quênia mandou suas tropas para a Somália em outubro de 2011 depois de uma série de ataques na fronteira incluindo sequestros que o governo atribui ao al-Shabab Quem é o Al Shabab? Al-Shabab significa 'A Juventude' em árabe. O grupo apareceu como uma ala radical da hoje finada União das Cortes Islâmica da Somália em 2006, enquanto o grupo combatia as forças etíopes que entraram na Somália para apoiar o fraco governo interino. O Al-Shabab, que tem ligações com a rede Al-Qaeda, vem promovendo ataques contra o Quênia desde 2011, quando tropas quenianas entraram no sul da Somália para combater os militantes do grupo. Há vários relatos sobre a presença de jihadistas estrangeiros na Somália para ajudar o Al-Shabab. O grupo impôs uma versão estrita da sharia (lei islâmica) nas áreas sob seu controle, incluindo o apedrejamento até a morte das mulheres acusadas de adultério e o amputamento das mãos de acusados de roubo. O Al-Shabab defende a versão wahabista do Islã, inspirada pela Arábia Saudita, enquanto a maioria dos somalis segue a linha do sufismo. O Al-Shabab destruiu um grande número de santuários sufistas, provocando uma queda ainda maior em sua popularidade. Wahhabismo é um movimento religioso ou seita do islamismo sunita geralmente descrito como "ortodoxo", "ultraconservador", "extremista", "austero", "fundamentalista" e "puritano". Seu principal objetivo é restaurar o "culto monoteísta puro“. O sufismo é conhecida como a corrente mística e contemplativa do Islão. Os praticantes procuram desenvolver uma relação íntima, direta e contínua com Deus, utilizando-se das práticas espirituais transmitidas pelo profeta Maomé, com destaque para o zikr (a lembrança de Deus), orações e jejuns. Quem é o líder do Al-Shabab? Ahmed Abdi Godane é o chefe do grupo. Conhecido como Mukhtar Abu Zubair, ele é originário da região separatista da Somalilândia, ao norte do país. Quais são as ligações internacionais do Al-Shabab? O Al-Shabab se aliou à Al-Qaeda em fevereiro de 2012. Em um comunicado conjunto em vídeo, o líder do Al-Shabab, Ahmed Abdi Godane, disse que 'prometia obediência' ao líder da Al-Qaeda, Ayman al- Zawahiri. Os dois grupos vêm trabalhando juntos há tempos, e estrangeiros estariam lutando ao lado dos militantes somalis. Quem são os apoiadores do Al-Shabab? A Eritréia é o único aliado regional, mas nega prover armas para o Al- Shabab. O país apóia o Al-Shabab para conter a influência da Etiópia, seu maior inimigo. Com o apoio dos Estados Unidos, a Etiópia enviou tropas para a Somália em 2006 para combater os islamistas. As forças etíopes se retiraram em 2009 após sofrer fortes baixas. Visita de Obama ao Quênia O presidente americano Barack Obama conversará com seu colega Uhuru Kenyatta sobre temas econômicos, luta contra o terrorismo, democracia e respeito aos direitos humanos. Economia Oficialmente, Barack Obama viaja ao Quênia para dar um discurso em uma cúpula internacional sobre negócios no sábado na capital, no qual destacará "os avanços e o potencial" do país, segundo o presidente queniano. Também está previsto que Washington e Nairóbi assinem vários acordos referentes ao setor das infraestruturas e da saúde durante a visita. Terrorismo A segurança e a luta contra o terrorismo serão uma questão central das discussões com Obama, disse Kenyatta, lembrando que seu país "trabalha em estreita cooperação com os serviços americanos" para combater a ameaça do Al-Shebab, um grupo islamita somali filiado à Al- Qaeda. Direitos Humanos A agenda das discussões também inclui questões relacionadas ao respeito à democracia, e as autoridades americanas já deixaram claro que a promoção dos direitos humanos será um ponto chave. Um ponto de fricção neste tema pode ser a questão dos direitos dos homossexuais. O vice-presidente queniano, William Ruto, é abertamente homofóbico. Justiça Segundo Uhuru Kenyatta, Obama também se reunirá com Ruto, acusado pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes contra a humanidade após os episódios de violência pós-eleitorais do Quênia de 2007. REAPROXIMAÇÃO EUA + CUBA Histórico: •Cuba até 1959 ligado ao EUA quando começa revolução cubana (guerra fria aproximação do bloco soviético) •Ruptura em 1961 (embarco econômico) •Anuncio em 2014 de reaproximação diplomática •Governo Raúl Castro: Reformas e Abertura Econômica •Senadores Cubanos nos EUA (Marco Rubio) denunciam que viagens a Cuba sustentam o Regime Ditatorial Os Estados Unidos abrirão uma embaixada em Cuba "o quanto antes", segundo uma fonte do governo americano. As relações diplomáticas bilaterais são inexistentes desde janeiro de 1961, motivo pelo qual os governos mantêm apenas um Escritório de Interesses nas Respectivas capitais. Papa Francisco é responsável por intermediar reaproximação de EUA e Cuba A reaproximação, após 52 anos, de EUA e Cuba já é uma promessa antiga de Barack Obama. No entanto, conforme uma autoridade da Casa Branca e o próprio líder cubano, Raúl Castro, revelaram, ela só ocorreu devido à interferência do papa Francisco no processo. • Troca entre prisioneiros Cubanos e americanos • Medidas Anunciadas: Lista das mudanças anunciadas por Barack Obama: Diplomacia: • secretário de Estado norte-americano, John Kerry, foi instruído para retomar imediatamente os diálogos com Cuba para reatar relações diplomáticas, interrompidas em janeiro de 1961; • reabrir embaixada norte-americana em Havana para "trocas de alto nível"; • • manter diálogos com Cuba sobre: imigração, direitos humanos, combate às drogas; • • EUA participarão da reunião da Cúpula das Américas em 2015, evento diplomático da OEA (Organização dos Estados Americanos) para o qual Cuba recebeu convite expresso do Panamá; e, • • EUA revisarão inclusão de Cuba na lista de países que promovem terrorismo, status que a ilha acumula desde 1982. • Viagens: • • flexibilização das restrições a viagens entre os países: mais vistos serão disponibilizados a famílias, funcionários de governos, jornalistas, pesquisadores, grupos religiosos, ativistas humanitários e outros. Economia: • mudanças nas políticas econômicas dos departamentos do Tesouro e Comércio com relação a Cuba; • a permissão para o envio trimestral de remessas financeiras de indivíduos nos EUA para Cuba serão ampliadas de US$ 500 para US$ 2 mil; • mais produtos dos EUA receberão autorização para serem exportados para Cuba, como material de construção civil e equipamentos de agricultura; • cidadãos norte-americanos poderão obter licença para importar bens no valor de até US$ 400, mas não mais do que US$ 100 em bebidas alcóolicas e tabaco; • empresas dos EUA terão permissão para abrir contas em instituições financeirascubanas; • cartões de crédito e débito de bandeiras norte-americanas poderão ser usados por estrangeiros em Cuba; e, • empresas de telecomunicação e internet dos EUA deverão ter mais liberdade para operar na ilha e poderão construir estruturas para intercambiar informação entre Cuba e EUA. Reformas em Cuba • REFORMAS • FLEXIBILIZAÇÃO DAS REGRAS DE MIGRAÇÃO E VIAGENS; • FACILITAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS A PEQUENOS NEGÓCIOS; • UNIFICAÇÃO DA MOEDA; • ELIMINAÇÃO DE RESTRIÇÕES PARA A COMPRA DE CARROS; • PRIVATIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TÁXI; • PRIVATIZAÇÃO DE SALÕES DE BELEZA, LANCHONETES, RESTAURANTES,... 'Não confio nos EUA', diz Fidel Castro sobre reaproximação de EUA e Cuba ao falar pela 1ª vez sobre retomada diplomática entre os países. Em carta, porém, ele não criticou decisão tomada pelo irmão em dezembro de 2014 EUA e Cuba se reuniram novamente em Março de 2015 visando o restabelecimento das relações diplomáticas, mesmo com as divergência com relação ao caso Venezuelano Cúpula da OEA em abril de 2015 (Panamá) BRASIL X EUA Resultados da visita de Dilma aos EUA Depois de crise, relações entre Brasil e Estados Unidos entram em novo capítulo, segundo seus presidentes A visita que a presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos foi saudada por ambos os países como uma retomada nas relações bilaterais. Depois de um período de esfriamento, provocado pelas revelações, em 2013, de que Dilma era alvo de espionagem americana, a viagem marcou um novo capítulo no relacionamento entre as duas nações. "Nosso foco está no futuro", disse o presidente Barack Obama, em entrevista ao lado de Dilma, após reunião na Casa Branca. "Acredito que esta visita marca mais um passo em um novo e mais ambicioso capítulo na relação entre nossos países." A viagem ocorre em um momento delicado no Brasil, em meio a uma crise econômica e política, e, se a retomada das relações foi o tema principal, outras questões também ganharam destaque. Confira os principais resultados da visita em diferentes áreas. 1) Meio ambiente Brasil e Estados Unidos se comprometeram a ampliar a participação de fontes renováveis em suas matrizes elétricas. O objetivo é este índice, sem contar a geração hidráulica, chegue a mais de 20% até 2030. Segundo os dados mais recentes disponíveis, de 2012, atualmente essa participação é de 12,9% nos Estados Unidos e de 7,8% no Brasil, sem incluir hidrelétricas. Na declaração conjunta, o Brasil também se comprometeu a atingir, até 2030, participação de 28% a 33% de fontes renováveis em sua matriz energética, incluindo biocombustíveis e sem contar a geração hidráulica, além da eliminação do desmatamento illegal, com a restauração e reflorestamento de 12 milhões de hectares. 2) Comércio Ambos os governos anunciaram a intenção de assinar um memorando para harmonizar normas técnicas, o que deve facilitar a entrada de produtos brasileiros no mercado americano. No setor pecuário, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos publicou a chamado "decisão final", um comunicado que reconhece o estatus sanitário do rebanho bovino brasileiro. Isso potencialmente abre as portas do mercado do país à carne in natura do Brasil, encerrando uma negociação de mais de 15 anos. 3) Concessão de vistos A tão desejada isenção de visto para turistas brasileiros ainda não foi alcançada. Mas ambos os governos se comprometeram a tomar as medidas necessárias para que o Brasil entre no programa "Global Entry" até a primeira metade de 2016. Este programa dispensa viajantes frequentes de entrar em filas ao passar pelos postos de imigração na chegada aos Estados Unidos. 4) Defesa Dois acordos foram destaque nesta área, um de Cooperação em Defesa e outro de Segurança de Informações Militares, com foco no fluxo de informações, bens, serviços e tecnologias entre ambos os países. 5) Previdência Social A assinatura de um acordo de previdência social vai permitir que cidadãos brasileiros que trabalham nos Estados Unidos (e vice-versa) tenham suas contribuições à previdência reconhecidas em ambos os países, evitando dupla contribuição. A expectativa é de que empresas dos dois países economizem mais US$ 900 milhões nos primeiros seis anos em que o acordo estiver em vigor. 6) Educação Brasil e Estados Unidos assinaram um memorando de entendimento para cooperar em educação técnica e profissionalizante, com aumento da colaboração entre instituições educacionais dos dois países. Os altos e baixos da relação Dilma-Obama Ao visitar o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca, Dilma Rousseff espera superar o esfriamento da relação que acompanhou as denúncias de que havia sido espionada pelo governo americano, em 2013. O maior objetivo de Dilma na visita é estimular a economia brasileira, que está em recessão. Ela tentará convencer empresas americanas a participar dos leilões que o governo está organizando na área de infraestrutura e discutirá com o governo americano formas de facilitar as exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos. 1) Visita de Obama ao Brasil (março de 2011) Dois anos após tomar posse, Obama visitou o Brasil em meio a um giro pela América Latina. Um dos principais interesses dele na visita era aumentar as compras de petróleo brasileiro e diminuir a dependência americana de produtores do Oriente Médio. Na época, o setor petrolífero brasileiro vivia uma onda de euforia. Acreditava-se que a descoberta das reservas no pré-sal tornaria o país um dos maiores produtores de petróleo do mundo. Obama também estava interessado em discutir com o Brasil parcerias no setor de biocombustíveis, o que casava com o interesse de Dilma em eliminar as tarifas nos Estados Unidos à compra de etanol brasileiro. A visita não gerou, porém, os efeitos desejados nesses campos. Dificuldades técnicas para explorar o pré-sal impediram uma rápida expansão da produção brasileira. E, nos anos seguintes, os Estados Unidos protagonizaram uma revolução energética ao desenvolver tecnologias para extrair gás de xisto, reduzindo sua dependência de petróleo e diminuindo o apelo dos biocombustíveis no país. 2) Visita de Dilma aos EUA (abril de 2012) Energia e bicombustíveis também foram temas da primeira visita de Dilma aos EUA, mas outras áreas receberam atenção equivalente, entre as quais educação e defesa. 3) Dilma e Obama se encontraram na Cúpula das Américas em abril de 2012 no Panamá Poucos meses antes, Dilma tinha lançado o programa Ciência Sem Fronteiras, que pretendia financiar a ida de 100 mil alunos brasileiros a universidades estrangeiras e se tornaria uma das vitrines do governo. Naquela visita, a presidente estava empenhada em abrir universidades americanas de ponta a estudantes brasileiros e visitou duas delas: Harvard e o MIT (Massachussets Institute of Technology), ambas em Boston. As negociações tiveram bons resultados: os Estados Unidos se tornaram o maior destino de alunos brasileiros no Ciência Sem Fronteiras. Das 78 mil bolsas já concedidas pelo programa, 22 mil foram em universidades nos Estados Unidos. Um dos momentos mais delicados do encontro ocorreu quando Dilma defendeu que Cuba fosse convidada para a Cúpula das Américas, que ocorreria dentro de poucos dias na Colômbia. Os Estados Unidos haviam vetado a participação de Havana e mantiveram a posição. 4) Cancelamento da visita (setembro de 2013) A relação entre os dois líderes chegou ao ponto mais baixo quando Dilma decidiu cancelar a visita de Estado que faria a Washington em outubro de 2013. Ela reagiu às denúncias de que havia sido espionada pela agência de segurança nacional americana, a NSA. As denúncias se embasavam em documentos divulgados por Edward Snowden, um ex-analista da agência. Dilma condicionou o reatamento das relações com os Estados Unidos a um pedido de desculpas. E, junto com a Alemanha, cuja premiê também fora alvo da NSA, articulou na ONU a aprovação deuma resolução contra a espionagem. O episódio congelou o diálogo entre os governos de Brasil e Estados Unidos em várias áreas. Caso a visita ocorresse, esperava-se que Dilma anunciasse a compra de jatos da americana Boeing para a Força Aérea Brasileira (FAB), num negócio de mais de US$ 4 bilhões. O governo acabou optando por jatos suecos Gripen. 5) Funeral de Nelson Mandela (dezembro de 2013) O gelo entre os dois países começou a ser quebrado no funeral de Nelson Mandela, na África do Sul. Dilma e Obama conversaram, sorriram e se abraçaram na missa do líder sul-africano. 6) Cúpula das Américas no Panamá (abril 2015) Em encontro com Obama às margens da cúpula na Cidade do Panamá, Dilma finalmente remarcou sua visita aos Estados Unidos. A presidente estava bem humorada e disse que o episódio da espionagem havia sido superado. Outra vez, o encontro foi favorecido por um acontecimento histórico. Era a primeira vez que Cuba participava da reunião, estreia saudada por todos os líderes da reunião. Obama ofereceu a Dilma a possibilidade de visitar os Estados Unidos numa visita de Estado, mais formal, em 2016, mas a presidente preferiu realizar uma visita de trabalho mais cedo. Crise na Ucrânia Base para compreender a questão: Criméia era de controle soviético Criméia independente desde 1992 (independência administrativa) Diferenças étnicas na região da criméia: Russos X Tártaros (islâmicos)X Ucranianos (60% da população é de origem Russa!!) Dependência Econômica da Rússia Base de Sebastopol (Russa...troca pelo fornecimento de gás natural) Origem da Crise: Protestos surgiram contra a rejeição de acordo de livre comércio com a União Européia, em novembro de 2013, pelo governo Yanokovitch, que alegou buscar relações comerciais mais próximas da Rússia, seu principal aliado (17.12.2013 acordo de fim das barreiras comerciais entre Rússia e Ucrânia) A crise demonstra uma divisão interna do país: •Sul e leste = Predomínio da língua Russa •Norte e Oeste = Predomínio Ucraniano Criméia A destituição de Yanukovich aumentou a tensão na Crimeia, onde as manifestações pró-Rússia se intensificaram, com a invasão de prédios do governo e dois aeroportos. Com o aumento das tensões separatistas, o Parlamento russo aprovou, a pedido do presidente Vladimir Putin, o envio de tropas à Crimeia para “normalizar” a situação. A região aprovou um referendo para debater sua autonomia e elegeu um premiê pró-Rússia, Sergei Aksyonov, não reconhecido pelo governo central ucraniano. No dia 4 de março, ele afirmou planejar assumir o controle militar da península. Dois dias depois, em 6 de março, o Parlamento da Crimeia aprovou sua adesão à Rússia e marcou um referendo para definir o status da região para 16 de março. Posteriormente, o Parlamento se declarou independente da Ucrânia - sendo apoiado por russos e criticado por ucranianos. Para o governo da Ucrânia, o Parlamento da Crimeia é ilegal e não tem legitimidade para declarar independência, marcar o referendo e decidir pela adesão à Rússia. O movimento russo levou o presidente dos EUA, Barack Obama, a pedir a Putin o recuo das tropas na Crimeia. Para Obama, Putin violou a lei internacional com sua intervenção. Os EUA também ameaçaram a Rússia com sanções, e suspenderam as transações comerciais com o país, além de um acordo de cooperação militar. A Rússia respondeu afirmando que o estabelecimento de sanções também afetaria os EUA. A União Européia também disse que poderia impor sanções, sendo criticada por Moscou, que ameaçou uma retaliação. A Ucrânia convocou todas suas reservas militares para reagir a um possível ataque russo e afirmou que se trata de uma "declaração de guerra". Segundo o país, mais de 30 mil soldados russos já foram enviados à região. Os Estados Unidos estimam o efetivo russo na região em 20 mil militares. Em meio à crise, o Ocidente pressionou a Rússia por uma saída diplomática. A escalada de tensão também levou a uma ruptura entre as grandes potências, com o G7 condenando a ação e cancelando uma reunião com a Rússia. 16.03.2014 – Referendo na Criméia de anexação a Rússia, adesão a Moscou com 96.8% dos votos Presidente Eleito da Ucrânia Petro Poroshenko, fechou a fronteira com a Rússia Em agosto dissolveu o Parlamento (Rada) e convocou eleições legislativas, com o argumento de que existem cúmplices separatistas Tentantiva de independência de Donetsk e Lugansk Rússia não reconhece a eleição de Poroshenko (rei do chocolate) E Poroshenko não reconhece os governos em regiões separatistas na Ucrânia Rússia Direitos Humanos (presos políticos liberados antes da olimpíada de Sochi = + 50bilhões de dólares, fraude, corrupção, abuso de direitos trabalhistas) Polêmica da aprovação da lei antigay Lei “antigay” na Rússia proíbe a apologia da homossexualidade, também proibiu a adoção de crianças por casais do mesmo sexo Expansão da fronteira sobre a Geórgia sob alegação de manter a segurança em Sochi (intervenção da Abkházia região que luta para separar-se) Assassinato de opositor ao governo Putin - Boris Nemtsov(fev 2015) Crise Japão X China Tensão no extremo oriente: Ilhas Senkaku/Diaoyu Controladas hoje pelo japão Reservas petrolíferas/Gás Natural EUA apoia o Japão China decretou zona de exclusão aérea Nelson Mandela Ícone pela luta pela igualdade racial, símbolo por excelência da resistência à opressão e ao racismo na luta pela justiça e pela emancipação humana. Presidente da áfrica do sul entre 1994 – 1999 Líder da luta contra o Apartheid (luta armada anos 1960) = utilizou a desobediência civil contra as leis segregacionistas Recebeu o Nobel da Paz Uganda Leis anti-homossexualidade A norma impõe sentenças de prisão perpétua para casos de homossexualidade, casamentos do mesmo sexo e “homossexualidade agravada ” . Também prevê cinco a sete anos de prisão aos que promovam, sejam cúmplices, conspirem ou se envolvam com a homossexualidade. Criminalização da homossexualidade Presidente Yoweri Musevini Ameaças americanas de embargo comercial (16.02) Sudão do Sul Mais novo país criado em 2011 plebiscito Maioria muçulmana...mas com grande população cristã Imposição da sharia para os cristãos....guerra civil mais de 1.2 milhões de refugiados Etnias Dinka X Nuer...(guerra sectária) Interesses econômicos (reservas de petróleo exploradas pela china e pelos europeus) Maio de 2014 – Cessar Fogo entre o Presidente Salva Kiir (nuer) e o líder rebelde Riek Machar (dinka) Nigéria •Ação do Boko Haram •Implementação da Sharia ...islamismo na Nigéria •Sequestro de centenas de meninas em escola na Nigéria Crise Venezuela Crise do Chavismo? Crise Venezuela A Venezuela tem enfrentado momentos de tensão desde o início de fevereiro, com protestos de estudantes e opositores contra o governo. A situação se agravou em 12 de fevereiro, quando uma manifestação contra o presidente Nicolás Maduro terminou com três mortos e mais de 20 feridos. Ao mesmo tempo em que milhares foram às ruas para criticar o governo – em um contexto de inflação, insegurança, escassez de produtos básicos e alta criminalidade –, outros milhares se manifestaram em favor de Maduro e contra os oposicionistas. O contexto atual também complica a situação do governo – os protestos ocorrem em meio a ausência de produtos industrializados nas prateleiras, similar ao início da crise política de 2002, e do controle das regras da economia para o setor empresarial. Tentando controlar a crescente inflação, Maduro criou um decreto-lei “de preços justos”, que limita o lucro dos empresários locais a 30% sobre o valor da mercadoria. A escassez de produtos aumentou ainda mais após esta medida. A tática nas ruas rendeu divergências com ex-candidato presidencial Henrique Capriles, até então visto como principal rosto daoposição. Capriles – líder do setor moderado da coalizão opositora – é contra a violência, mas também denunciou o governo por sua ação repressora contra os manifestantes. Apesar disso, Capriles tem questionado Maduro, e desafiou o presidente a dar provas sobre a tentativa de golpe de estado que o mandatário afirma estar em curso no país. Protestos de estudantes e opositores contra o governo O líder oposicionista Leopoldo López, que convocou seus partidários para irem às ruas, disse que o governo planejou a violência para tentar desacreditar seu movimento pacífico. O governo acabou ordenando a prisão de Leopoldo López, e novos protestos foram convocados. López se entregou à polícia no dia 18 de fevereiro, em meio a novas manifestações. No dia 23 de fevereiro Maduro anunciou que pedirá à Assembleia Nacional a criação de uma "comissão da verdade" para esclarecer os acontecimentos dos protestos no país. Em março, o governo pediu à Unasul o envio de uma comissão de observação para a Venezuela, em sua primeira abertura para mediação internacional. Pouco antes, entretanto, rompeu relações com o Panamá após o país pedir uma reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir a violência durante os protestos. Qual o posicionamento internacional? O presidente Barack Obama condenou a violência, classificada de "inaceitável". A Venezuela repudiou as declarações de Obama e criticou a ingerência no país. Autoridades da ONU exigiram que os casos de agressão contras manifestantes e jornalistas sejam investigados, e pediram a libertação de "qualquer pessoa que permaneça detida arbitrariamente". A União de Nações Sul-Americanas (Unasul) decidiu, em uma reunião extraordinária de chanceleres em Santiago, criar uma comissão para acompanhar o diálogo entre governo e oposição na Venezuela, a partir da primeira semana de abril. Qual é a posição do Brasil diante da situação da Venezuela? Através de sua assessoria de imprensa, o Itamaraty informou que corrobora as notas emitidas pelo Mercosul e pela Unasul em relação à tensão no país. O texto do Mercosul fala de "tentativas de desestabilizar a ordem democrática" e rechaça "as ações criminais dos grupos violentos que querem disseminar a intolerância e o ódio na República Bolivariana da Venezuela como instrumento de luta política". “(O Mercosul) expressa seu mais firme rechaço às ameaças de ruptura da ordem democrática" e insta as partes a continuar o diálogo "no marco da institucionalidade democrática e do estado de direito, tal como promovido pelo presidente Nicolás Maduro". Já a Unasul defendeu a "preservação da institucionalidade", a "defesa da ordem democrática" e a necessidade de convicções serem expressadas pela "via democrática". ONU critica prisão de opositores e violência policial na Venezuela A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou ontem um relatório sobre direitos humanos na Venezuela no qual mostra preocupação com o abuso de força policial em manifestações e com a detenção de opositores. O relatório, elaborado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, cita as manifestações contra o governo nos primeiros meses de 2014, que deixaram um saldo de 42 mortos, entre manifestantes e policiais. O órgão se diz preocupado ainda com as prisões dos opositores Leopoldo López e Daniel Ceballos. detidos desde o início de 2014, acusados de incitar manifestações contra o presidente Nicolás Maduro. Colômbia vê política em crise com Venezuela Bogotá acusa Nicolás Maduro e ex-presidente colombiano Uribe de usarem fechamento de fronteira para obter voto. O governo da Colômbia pediu cooperação à Venezuela para que possa ser reaberta a fronteira entre os dois países, A declaração foi uma resposta à retórica inflamada do mandatário chavista e do ex-presidente colombiano Álvaro Uribe, que rompeu com seu sucessor, Juan Manuel Santos, e a quem Maduro acusa de comandar os paramilitares que atacaram os soldados na fronteira. Guatemala pede saída de presidente às vésperas de pleito A uma semana das eleições presidenciais, a Guatemala vive sua maistensa crise política desde o fim de uma guerra civil que se estendeu de 1960 a 1996. A mulher que ocupava o cargo de vice-presidente até maio, Roxana Baldetti, foi presa na semana passada. Quatorze ministros renunciaram. Enquanto isso, o Congresso discute a retirada a imunidade do presidente conservador Otto Pérez Molina, 64, para que responda a um processo de impeachment – medida já aprovada pela Corte Suprema. Quênia Número do slide 2 Número do slide 3 Número do slide 4 Número do slide 5 Número do slide 6 Número do slide 7 Visita de Obama ao Quênia Número do slide 9 Número do slide 10 REAPROXIMAÇÃO EUA + CUBA Número do slide 12 Número do slide 13 Número do slide 14 Número do slide 15 Número do slide 16 Número do slide 17 Reformas em Cuba Número do slide 19 BRASIL X EUA Número do slide 21 Número do slide 22 Número do slide 23 Número do slide 24 Número do slide 25 Número do slide 26 Número do slide 27 Número do slide 28 Número do slide 29 Número do slide 30 Número do slide 31 Crise na Ucrânia Número do slide 33 Número do slide 34 Número do slide 35 Número do slide 36 Número do slide 37 Número do slide 38 Número do slide 39 Número do slide 40 Rússia Crise Japão X China Nelson Mandela Uganda Sudão do Sul Número do slide 46 Número do slide 47 Crise Venezuela Crise Venezuela Número do slide 50 Número do slide 51 Número do slide 52 Número do slide 53 Número do slide 54 Número do slide 55 Número do slide 56 Número do slide 57