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Índice Introdução 2 PTERIDÓFITAS 3 Ciclo das samambaias (pteridófitas isosporadas) 4 FILICÍNEAS 5 Características das Filicíneas 5 Constituição de uma Filicínea 5 Conclusão 7 Referências Bibliográficas 8 Introdução Filicinae é o nome botânico de uma classe, segundo o sistema de classificação de Wettstein. Esta classe estava incluída na subdivisão Pteridophyta, divisão Archegoniatae, filo Cormophyta… Pteridófitas são plantas criptógamas (não produzem flores). As pteridófitas mais conhecidas pertencem à classe das filicíneas, como as samambaias e avencas. No presente trabalho iremos abordar com mais detalhe sobre a classe Filicíneas. PTERIDÓFITAS As pteridófitas são vegetais vasculares, ou seja, possuem vasos condutores de seiva e são classificadas como traqueófitos (traqueo = vaso). O grupo mais conhecido das pteridófitas são as filicíneas representadas pelas samambaias e as avencas. A fase duradoura da samambaia é chamada de esporófito (2n), nesta fase, possuem folhas grandes (frondes), geralmente divididas por folíolos (fig. 1). As folhas jovens são chamadas de báculos e ficam enroladas (fig. 1). O caule da samambaia é subterrâneo ou fica rente ao solo, dessa forma, este tipo de caule que lembra uma raiz é chamada de rizomae os esporângios são estruturas que produzem esporos que se agrupam e essas estruturas são chamados de soros, também visto abaixo, na fig. Figura 1: partes de uma samambaia. As samambaias na fase gametófito são chamadas de prótalo (n), são menos desenvolvidos que o esporófito e geralmente é hermafrodita ou monóico. As pteridófitas podem se reproduzir de forma assexuada por fragmentação, mas além disso, podem se reproduzir em um ciclo haplodiplobiôntico típico (FIGURA 2). Os esporos geralmente são levados pelo vento e são germinados ao encontrar um substrato em condições favoráveis (ambientes úmidos) e assim formam o prótalo. Figura 2: o ciclo reprodutivo da samambaia. Do grupo das pteridófitas, as samambaias são as espécies mais estudadas, mas não são as únicas do grupo. Além das samambaias e avencas, outras duas divisões pertencem ao grupo: Pterophyta (pterófitas), conhecidas como filicíneas, correspondem às samambaias e avencas; Lycophta (licófitas). Ciclo das samambaias (pteridófitas isosporadas) Figura 3: Ciclo das samambaias FILICÍNEAS Filicinea (Pteropsida): é a classe mais numerosa e corresponde às plantas genericamente conhecidas por samambaias e avencas. Alguns géneros bem conhecidos são: Davallia (renda portuguesa), Dicksonia (samambaiaçu ou xaxim), Nephrolepis (paulistinha), Platycerium (chifre-de-veado), Polypodium (samambaia de metro), Adiantum (avencas) etc. A geração dominante nas filicíneas é a geração esporófita. Características das Filicíneas As filicíneas são uma classe de plantas vasculares comumente designadas por fetos e avencas. Dentro deste grupo estão incluídas plantas como o polipódio, por exemplo. São plantas traqueófitas, dado que possuem já verdadeiros vasos condutores. Descendem das primeiras plantas vasculares, porém, ainda não formam sementes a protegerem os embriões. São, no entanto, o grupo de plantas vascular sem sementes mais abundante. Foram já identificadas cerca de 12 mil espécies pertencentes a este grupo, com uma ampla distribuição geográfica. Distribuem-se na sua grande maioria pelas latitudes tropicais, já que, as condições ambientais aí encontradas são extremamente favoráveis ao seu desenvolvimento. Adaptam-se bem a climas de elevada humidade como aquele que pode ser encontrado na floresta tropical húmida. Figura 4: Face inferior de samambaia com soro Constituição de uma Filicínea Estas plantas são constituídas por um caule, que em algumas espécies pode chegar a atingir grandes dimensões, e fixam-se ao substrato através de um rizoma com raízes. As folhas são geralmente bastante desenvolvidas e são vulgarmente designadas por ‘frondes’. As frondes dos fetos possuem um limbo bem desenvolvido e que se pode apresentar com uma estrutura simples ou composta (o limbo encontra-se subdividido em folíolos). As folhas nascem enroladas e vão-se desenrolando à medida que crescem, estratégia que as protege da dessecação e da abrasão do solo. Figura 5: Constituicao de uma Filicinea. Na altura da reprodução, desenvolvem-se umas estruturas reprodutoras na face inferior das folhas, os esporângios. Os esporângios agrupam-se em ‘soros’ e libertam os esporos que vão germinar, dando origem a um gametófito masculino ou feminino. Este gametófito, o protalo, corresponde à estrutura onde vão amadurecer as células sexuais que originam uma nova planta, por fecundação. Conclusão Durante a realização do trabalho tivemos o privilégio de perceber que as filicíneas pertencem ao grupo das pteridófitas e são representadas pelas samambaias e as avencas. As pteridófitas podem se reproduzir de forma assexuada por fragmentação, mas além disso, podem se reproduzir em um ciclo haplodiplobiôntico típico Filicinea (Pteropsida): é a classe mais numerosa e corresponde às plantas genericamente conhecidas por samambaias e avencas. As filicíneas são uma classe de plantas vasculares comumente designadas por fetos e avencas. São, no entanto, o grupo de plantas vascular sem sementes mais abundante. Foram já identificadas cerca de 12 mil espécies pertencentes a este grupo, com uma ampla distribuição geográfica. Estas plantas são constituídas por um caule, que em algumas espécies pode chegar a atingir grandes dimensões, e fixam-se ao substrato através de um rizoma com raízes. As folhas são geralmente bastante desenvolvidas e são vulgarmente designadas por ‘frondes’. As frondes dos fetos possuem um limbo bem desenvolvido e que se pode apresentar com uma estrutura simples ou composta. Referências Bibliográficas 1. LOUSÃ, Mário, MONTEIRO, Ana, Módulo de Botânica Manual de Teóricas e Práticas. 2. Smith, A. R., Pryer, K. M., Schuettpelz, E., Korall, P., Schneider, H., & Wolf, P. G. (2006). A classification for extant ferns. Taxon. 3. Stern, K. R., Bidlack, J. E., Jansky, S., & Uno, G. (2006). Introductory plant biology. Boston: McGraw-Hill Higher Education. 1