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curso de lICENCIATURA EM PEDAGOGIA
ivan de souza santiago
portfólio interdisciplinar individual
O TRABALHO DOCENTE NAS CLASSES HOSPITALARES
Garanhuns
2019
ivan de souza santiago
portfólio interdisciplinar individual
O TRABALHO DOCENTE NAS CLASSES HOSPITALARES
Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia para o aproveitamento das disciplinas.
Professora/ Tutora a Distância: Dalila Cristina de Campos Goncalves
Garanhuns
2019
A educação é um caminho indispensável para mudar e alcançar qualquer realidade. Ela atua em vários campos e de várias formas, por isso, torna- se fundamental na construção de conhecimentos e no desenvolvimento humano. Dentre os campos pedagógicos, destaca- se entre eles: “O trabalho docente nas classes hospitalares”.
Ou seja, uma Pedagogia que não se limita aos ambientes físicos educacionais, mais que vai além, além de estruturas, de modelos já existentes, de uma cultura tradicional cultivada pela sociedade. Uma educação que sempre se renova, dessa vez pela sua presença nos ambientes de saúde, desempenhada por muitos pedagogos que trazem para a sociedade atual, uma nova modalidade de ensino e aprendizagem, que permite ao paciente a continuação dos seus estudos, sem acarretar prejuízos a sua saúde e ao seu desenvolvimento educacional. Compreender o processo histórico e a origem da pedagogia hospitalar, é tão importante quanto a continuação da mesma na aprendizagem dos indivíduos. Foi no período da Segunda Guerra Mundial, com o grande número de crianças mutiladas e sem atendimento escolar que fez com que um grupo de médicos se mobilizassem para dar atendimento a essas crianças.
 A existência dessa pedagogia foi marcada por fatos históricos e significativos, que fizeram com que essa área pudesse ser vista e essa necessidade fosse atendida. Neste sentido, o pedagogo sempre teve um papel fundamental dentro da educação, por justamente acompanhar, orientar e proporcionar novos mecanismos no acesso aos conhecimentos. Sobretudo, na área hospitalar, o profissional precisa ter um planejamento estruturado e flexível. O ambiente da classe hospitalar deve ser acolhedor, sendo um espaço pedagógico alegre e aconchegante fazendo com que a criança enferma melhore o seu quadro emocional, mental e físico. A educação faz parte dos processos de construção e renovação de uma sociedade que está em constante mudanças. 
Um verdadeiro trabalho humanizado que tem como princípio o atendimento personalizado ao educando na qual se trabalha uma proposta pedagógica com as necessidades, estabelecendo critérios que respeitem a patologia do paciente. Uma real integração de diferentes campos, que visam o desenvolvimento como um todo.
Como já citado anteriormente, a origem da pedagogia hospitalar se deu em períodos históricos. Diante dessa realidade surge então, a classe hospitalar em 1935 em Paris, criada por Henri Sellier, no intuito de tentar amenizar as consequências da guerra e que oportunizar- se a essas crianças, enquanto alunas, de prosseguir em seus estudos ali mesmo no hospital. E assim com incentivo de médicos, religiosos e voluntários, a classe hospitalar foi conquistando um espaço na sociedade, sendo difundida para vários países, entre os quais se pode citar a Alemanha e os Estados Unidos. No Brasil esse atendimento inicia-se em agosto de 1950 no Hospital Municipal Jesus localizado no Rio de Janeiro, porém alguns estudos mostram que esse atendimento remonta ainda no Brasil Colônia na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
 É essencial registrar que a finalidade deste trabalho acadêmico, não é de atestar as possíveis datas do surgimento da pedagogia hospitalar nos mais diversos países, mas a de relembrar por meio de fatos históricos e culturais a existência deste tão grande trabalho em que a educação desenvolve. 
Segundo os registros públicos, embora divergentes, na França a primeira classe hospitalar foi implementada em 1929 por Marie Luoise Imbert. Porém, segundo outras fontes a classe hospitalar teve seu início também na França, mas em 1935. Na Espanha a preocupação com o atendimento pedagógico hospitalar é relativamente recente. Mais precisamente foi a Lei 13/1982 de sete de abril que estabeleceu as bases que hoje são as classes hospitalares. A Carta da Criança Hospitalizada de Portugal, de 2000, inspirada nos princípios da Carta Europeia da Criança Hospitalizada, aprovada pelo Parlamento Europeu em 1986, demostra as preocupações com projetos de humanização nos hospitais, com o bem-estar da criança hospitalizada e os aspectos educativos. O princípio sete da Carta de Portugal propõe que o “Hospital deve oferecer às crianças um ambiente que corresponda às suas necessidades físicas, afetivas e educativas, quer no aspecto do equipamento, quer no de pessoal e da segurança”.
Já no nosso País, A origem da possível classe hospitalar no Brasil estar vinculada ao mesmo tempo com a origem do ensino especial do nosso país, os asilos para alienados ajudam a compreender o pertencimento ao qual a escolarização em hospitais se enquadrou quando finalmente se fez regulamentada como uma modalidade de ensino. Assim, os mesmos anos 30 do século XX antecipavam o fechamento do Pavilhão Bourneville, anunciavam o surgimento das primeiras, reconhecidas oficialmente, classes especiais nas enfermarias da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. O atendimento educacional criado em 1600 na Irmandade da Santa Casa de Misericórdia, em São Paulo, segundo Caiado (2003 p.73), era destinado ao atendimento escolar de deficientes físicos. Foi encontrado nos arquivos deste hospital relatórios anuais do movimento escolar de alunos deficientes físicos (não sensoriais) que datam de 1931. Em 1932 outra classe especial foi criada, como Escola Mista do Pavilhão Fernandinho, em 1948 de acordo com Mazzotta (2003 p.39), uma terceira classe foi instalada, em 1982 estavam funcionando, no Hospital Central da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, dez classes especiais estaduais. Tecnicamente, tais classes funcionam todas como classes hospitalares ou, ainda, configurando a modalidade “ensino hospitalar”.
No decorrer do período histórico, o Governo precisou acompanhar as mudanças constantes, face a necessidade do seu povo. Promovendo assim, Políticas Públicas que incentivasse a inclusão social e ofertasse a educação de modo que ela também atuasse na área médica. Preocupado com esta situação, em 2002, o Ministério da Saúde divulgou um documento chamado PNHAH – Programa Nacional de Humanização no Atendimento Hospitalar. Este documento resgata a importância dos aspectos humanos e não só os científicos e biomédicos. Dirigidos aos gestores e aos profissionais de diferentes especialidades, comprometidos com uma proposta humanizadora das relações que se estabelecem entre profissionais e usuários nos atendimentos à saúde.
Deste modo, pode- se citar tantas outras políticas públicas que foram sendo implementadas conforme o tempo, a necessidade e a população. A Constituição Federal de 1988, diz que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família, deverá ter o apoio da sociedade, visando o desenvolvimento da pessoa, seu preparo para exercer a cidadania e sua qualificação para o trabalho. Portanto, sendo a educação um direito de todos, a criança hospitalizada está apta a receber esse direito e o Estado deve cumprir todas as medidas para o seu cumprimento. O Decreto Lei n. 1044/69 estabelece que os alunos que se encaixam na condição daqueles que necessitam de tratamento especial, têm direitos a exercícios domiciliares, com acompanhamento da escola, sempre que compatíveis com seu estado de saúde e condições do estabelecimento. Nota-se aqui uma possibilidade do atendimento em classes hospitalares. 
Já a Lei n. 6.202 de 1975 trata da garantia de realização dos exercícios domiciliares a estudantes gestantes garantindo que a partir do oitavo mês de gestação e durante três meses a estudante - gestante ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares, podendo este prazo ser estendido se comprovada a necessidade através de atestado médico.O Estatuto da Criança e do Adolescente Lei, 8069 de 13 de junho de 1990, dispõe garantia e direitos para crianças e adolescentes que se encontram em condições de hospitalização, mais especificamente nos artigos 4º, 7º, 11º, 53º e 57º . Podemos notar que o artigo 57º deste Estatuto destina-se ao cuidado da criança e do adolescente que, por motivo de internação ou doença crônica, ficam afastados do sistema de ensino. Vale ressaltar aqui que a hospitalização é um dos motivos de exclusão da vida escolar, e este artigo assegura que, crianças e adolescentes devem ter todo o aparato possível para que não fiquem prejudicadas nem em seu tratamento médico, e nem em sua aprendizagem escolar. O artigo 53º é ainda mais específico, dizendo que: “a criança e o adolescente têm direito à educação, visando o pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-lhes: “(...) igualdade de condições para o acesso e permanência na escola” (2001, p.21). Fica, então, a discussão sobre como este aspecto e permanência podem ser possíveis, quando o aluno tem algum problema de saúde. Há também a publicação da Resolução Nº 41 de 13 de outubro de 1995, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, chancelada pelo Ministério da Justiça, que trata dos direitos da Criança e do Adolescente Hospitalizados, tais direitos são descritos em 20 itens.
A lei máxima da educação, a LDB A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei Darcy Ribeiro, no. n. 9.394 de 1996 – LDBEN - que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, em seu artigo 58º, esclarece que educação especial é modalidade da educação escolar oferecida na rede regular de ensino para educandos portadores de necessidades especiais. No parágrafo segundo deste artigo, fica assegurado que este serviço poderá se dar em outros ambientes caso não for possível sua integração nas classes comuns do ensino regular. A Resolução Nº 2, do Conselho Nacional de Educação (CNE), de 11 de setembro de 2001, que institui as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, diz que os sistemas de ensino integrados ao sistema de saúde, devem organizar o atendimento educacional especializado quando o aluno está impossibilitado de frequentar as aulas, em razão de tratamento de saúde. Cita também que a Classe Hospitalar é a responsável pela educação deste aluno durante o período de afastamento das atividades escolares regulares, bem como, de sua reintegração ao sistema escolar. 
Outro documento sobre Classe Hospitalar foi publicado em 2002 pelo Ministério da Educação e Secretaria de Educação Especial, intitulado: Classe hospitalar e atendimento pedagógico domiciliar: estratégias e orientações. Este documento tem como objetivo incentivar a criação do atendimento pedagógico em ambiente hospitalar e domiciliar, de forma a assegurar a educação básica de alunos que, por motivo de internação ou doença, precisam permanecer por um período no hospital ou em suas casas, não podendo frequentar a rede regular de ensino
 Deste modo, é necessário também reconhecer que mesmo com tantas leis que estabelecem a necessidade e a importância da implementação da Classe Hospitalar nos hospitais brasileiros, nota-se que ainda há uma defasagem muito grande deste serviço. 
Apesar da contribuição do documento proposto pelo MEC anteriormente citado, em conjunto com representantes do sistema de educação e saúde, que estabelece estratégias de orientações para a oferta do atendimento pedagógico em ambientes hospitalares e domiciliares, notamos que ainda é preciso maior esclarecimento sobre a importância deste serviço para a comunidade, secretarias de educação e saúde, a fim de que todos tornem-se conscientes de sua importância para a garantia de qualidade de vida e continuidade de atendimento escolar, para crianças e adolescentes. Deve ser prioridade do Estado e da sociedade, combater todos os fatores que afastam crianças e adolescentes do sistema escolar, e não adianta apenas conhecer o problema, mas é preciso ter princípios e criar condições para que estes sejam suprimidos. 
Seguindo o paradigma da educação inclusiva pelo qual todos têm o direito à educação de qualidade e analisando as leis anteriormente citadas, pressupõe-se que o trabalho da Classe Hospitalar é uma modalidade que se enquadra nos ideais da inclusão e, consequentemente da Educação Especial.
Quando se leva em conta a importância do papel do pedagogo, leva- se também muitos questionamentos sobre sua formação; Quais as reais necessidades? quais são as estratégias e em que momento utilizá-las? Como se aproximar de indivíduos doentes e provocar seu interesse em aprender? Como estabelecer um método para um grupo diversificado sem ferir as desigualdades, valorizando os pontos em comum? A realidade do público pode influenciar fortemente o seu pensamento de maneira que, com um público de internação, é necessário considerar restrições, como horários de intervenções médicas e, sobretudo, seu estado de saúde. A escolha do método é função do público que se deseja acompanhar.
Com tantos questionamentos, percebe- se que o papel do professor e sua formação foi modelada conforme o tempo, pela necessidade e realidade histórica de cada país e nação. Em 1939, é criado o C.N.E.F.E.I. – Centro Nacional de Estudos e de Formação para a Infância Inadaptada de Suresnes, nos arredores de Paris, tendo como objetivo a formação de professores para o trabalho em institutos especiais e em hospitais. Também em 1939, é criado o Cargo de Professor Hospitalar pelo Ministério da Educação na França.O C.N.E.F.E.I. tem como missão mostrar que a escola não é um espaço fechado. O Centro promove estágios em regime de internato dirigido à professores e diretores de escolas, à médicos de saúde escolar e à assistentes sociais. A Formação de Professores para atendimento escolar hospitalar tem duração de dois anos. Desde 1939, o C.N.E.F.E.I. já formou mais de 3.000 professores aproximadamente trinta por turma. Anualmente ingressam 15 novos professores. Isso resulta que hoje todos os hospitais públicos na França tenham em seu quadro quatro professores: dois de ensino fundamental e dois de ensino médio. Cada dupla trabalha em expedientes diferentes, de segunda a sexta-feira.
No Brasil os trabalhos eram, como na França, produzidos por professores voluntários, geralmente aposentados. A partir de 1997, alguns cursos de Pedagogia de Fortaleza começaram a inserir, em seus programas, a possibilidade de estágio em hospital. As atividades começaram, assim, a tomar outro papel, mais relacionados à educação formal, num ambiente informal. Estamos ainda longe de ter o sistema organizado como na Europa, cujas atividades escolares aplicadas em hospital são enviadas pela escola de origem. Muitos hospitais ainda não contratam professores, mas aceitam suas presenças como necessárias ao desenvolvimento da criança em tratamento. 
Neste sentido, a formação docente perpassa o exercício e a prática da docência no universo hospitalar. Os relatos, os estágios, as experiências, o contato, o diálogo com o educando, tonam- se eixos formativos que ajudam a modelar o exercício de sua profissão conforme a situação. Guardando sempre como o bem maior, o bem estar da criança, o amor que se emprega ao ensino e aprendizagem, o laço construído pela família, a integração com a equipe médica e a participação fundamental do próprio pedagogo na contribuição com o desenvolvimento social e educacional dos que ali se encontram. Tendo conhecimento do material subsidiário, que trouxe a priori o caso de Karina, uma aluna que se enquadra nos termos da pedagogia hospitalar, podendo ela, ora, ser a face de muitas crianças e adolescentes que precisam dar continuidade aos seus estudos em meio a enfermidade. Diante de tal contexto, são muitos os aspectos educacionais que precisam se entrelaçar, desde o acolhimento da família, a participação dos médicos, o empenho do professor e o diálogo com o paciente.
No caso em questão, percebe- se que o trabalhodo pedagogo antes mesmo de haver continuação nos aspectos educativos, será necessário conhecer a patologia da Karina, seus traços culturais, as características de sua personalidade, tudo será essencial para a construção e o êxito da abordagem a aluna. Na pedagogia hospitalar, a postura do pedagogo e a relação que ele construirá com o aluno terá um efeito decisivo na consolidação dos conhecimentos que ele visa serem alcançados. 
Uma relação professor/ aluno sadia, ativa e correspondida permite ao pedagogo, realizar o seu trabalho de modo que o mesmo possa compensar as lacunas e devolver um pouco de normalidade ao modo de vida da criança; – Ser guardião global da criança para que ela possa ser tratada de seu problema de doença, sem esquecer suas necessidades como pessoa; – Manter laços que o ajudem a encontrar seu caminho de volta para seu mundo através da linguagem; – Propor meios para que a criança hospitalizada possa desenvolver atividades que a ajudem a construir um percurso cognitivo, emocional e social; – Assegurar o reconhecimento da sua identidade; – Oferecer situações de jogos e diversões; – Assegurar a continuidade educativa com a escola de origem; – Ajudar a criança e a família a empreender novos ritmos e novos projetos.
Nesta percepção, os resultados são reveladores, quantos aos benefícios que a relação professor-aluno da classe hospitalar trazem à criança hospitalizada, de modo que a presença e ação afetiva do professor, interagindo com a criança, pode viabilizar aprendizagem significativa, além de ajudá-la a reagir diante do seu estado de adoecimento, fazendo o elo entre o hospital e o mundo externo. Destacando -se como um trabalho expressivo no qual muitas vezes se pode trazer resultados que vão além da educação.
REFERÊNCIAS
OLIVEIRA, Tyara C. de. Um Breve Histórico sobre as Classes Hospitalares no Brasil e no Mundo. XI Congresso Nacional de Educação. EDUCERE. 2013. Curitiba. Disponível em: 
http://educere.bruc.com.br/ANAIS2013/pdf/9052_5537.pdf
 HYPERLINK "http://educere.bruc.com.br/ANAIS2013/pdf/9052_5537.pdf" \h 
Acesso em: 14/12/2018. 
SANDRONI, Giuseppina Antonia. Classe Hospitalar: Um recurso a mais para a inclusão educacional de crianças e jovens. Cadernos da Pedagogia - Ano 2, Vol.2, No.3 jan./jul. 2008. Disponível em: http://www.cadernosdapedagogia.ufscar.br/index.php/cp/article/view/50/43
Acesso em: 13/12/2018
VASCONCELOS, Sandra Maia Farias. Histórias de formação de professores para a Classe Hospitalar. Revista Educação Especial. Vol. 28. N. 51. 2015. Disponível: 
https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/9118 
Acesso em: 13/12/2018. 
MACHADO, Jucilene; CAMPOS, Jurema. Relação Professor – Aluno: Um diferencial na Classe Hospitalar. XI Congresso Nacional de Educação. EDUCERE. 2013. Curitiba. Disponível em: 
http://educere.bruc.br/arquivo/pdf2013/10499_7066.pdf 
Acesso em:14/12/2018.

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