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historia e memoria prova 2

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Leia o extrato do texto a seguir sobre a História oral: “[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.

Leia o fragmento de texto: “A boa realização de qualquer projeto em história oral deve entender o delineamento cuidadoso do corpus documental a ser usado. Assim, a definição do que se tratará de história oral pura ou híbrida, com ou sem cruzamentos de entrevistas é essencial”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MEIHY, J.C.S.; RIBEIRO, S.L.S. Guia prático de história oral para empresas, universidades, comunidades, famílias. São Paulo, Contexto, 2011. p.78.
Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as diferenças em história oral, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características.
1. História oral de vida
2. História oral testemunhal
3. História oral temática
4. Tradição oral
( ) Busca dar voz exclusivamente às pessoas que viveram tragédias individuais ou coletivas.
( ) Parte de critérios mais objetivos baseados em roteiros estruturados ou semiestruturados com questões explícitas que deverão ser abordadas.
( ) Constitui em um processo de maior duração e versa sobre aspectos continuados das experiências das pessoas.
( ) Conjunto de informações transmitidos às gerações seguintes.

Leia o seguinte fragmento de texto: “O mito é assim, antes de tudo, uma ontofania, ou seja, uma manifestação de ser. Torna presente o próprio fenômeno da existência em sua plenitude de ser e de sentido, nos coloca diante da própria gênese dos deuses e homens. O mito é a palavra que revela o ser. Revela-o, note-se bem. Não o conceitua ou esgota, ou delimita-o a um sentido”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ROSÁRIO, C. C. O lugar mítico da memória. Morpheus - Revista Eletrônica em Ciências Humanas, ano 01, n. 01, p.1-6, 2002. p.2.
Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a memória mítica, é correto afirmar:
A O mito é parte da memória coletiva e tem a função de explicar a origem de uma realidade vivida partindo do passado.
B A memória mítica dá origem a memória coletiva, porém é algo que pertence ao passado. Nos tempos atuais não é mais fonte de explicação do passado dos diferentes grupos.
C O mito é resultado da contraposição entre sagrado e profano. A memória ao se apropriar do mito produz uma narração orgânica do passado.
D Os mitos sempre têm uma origem temporal precisa e não podem ser confundidos com o tempo da memória.
E A memória mítica é resultado da fusão entre o tempo histórico e o tempo mítico que produz a ideia de uma “idade de ouro”.

Verifique o extrato de texto a seguir: “O ato da memória que se manifesta no apelo à tradição consiste em expor, inventando se necessário, ‘um pedaço de passado moldado às medidas do presente’ de tal maneira que se possa tornar uma peça do jogo identitário”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CANDAU, J. Memória e identidade. Trad. Maria Letícia Ferreira. São Paulo: Contexto, 2012. p. 122.
Considerando o extrato de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a relação memória-tempo-identidade no processo de criação das memórias, é correto afirmar que:
A A memória é o componente temporal da identidade e é responsável por criá-la e situá-la no tempo.
B Identidades coletivas são formadas apenas a partir de memórias estáveis, nunca por meio de memórias em disputa.
C Na constituição de identidades coletivas, em diferentes tempos e lugares, a memória permaneceu intocada pelo interesse e controle dos grupos de poder.
D Identidades nacionais se formam apenas com elementos verificáveis, ficando de fora de sua constituição tradições inventadas e a busca por heróis da nação.
E Memórias não-oficiais carecem da capacidade de construir identidades coletivas, pois são para sempre enterradas pelas memórias oficiais.

Leia o fragmento de texto: “O século XVI teria, portanto, favorecido a eclosão de uma corrente histórica baseada na consciência de uma cesura radical entre o passado e o presente que se anuncia nesse período que qualificaríamos de moderno”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: DOSSE, F. A História. Trad. Maria Helena Ortiz Assumpção. Bauru: Edusc, 2003. p.60.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as relações entre História e Memória na Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), é correto afirmar que:
A A partir do Renascimento a história e a memória passam a ser pensadas como uma só.
B Na Idade Moderna, as noções da história como aprendizado para a vida e para o exercício da política permaneceram inválidas.
C Até o Iluminismo, a concepção de história predominante foi o método escolástico de São Tomás de Aquino e a defesa do gênero hagiográfico.
D O método analítico estabelecido no Iluminismo introduziu na produção histórica a busca pela razão universal imutável nos acontecimentos humanos.
E No período moderno, mito e religião ganharam força nas formas de representar o passado, o que levou à sacralização da História e da memória.

Leia o fragmento de texto: “Malgrado a década de 1920 ter sido pautada por discussões acerca da educação brasileira com sobrelevada atuação da Associação Brasileira de Educação, foi somente no decênio seguinte que quaisquer alterações de maior monta foram registradas”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MATHIAS, C.L.K. O ensino de História no Brasil: contextualização e abordagem historiográ?ca. História Unisinos, n.15, v.1, p..40-49, jan./abr. 2011. p.43.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o ensino de História e a memória no período do governo Getúlio Vargas (1930-1945), é correto afirmar que:
A Nos anos de 1930 e 1940 o ensino de História foi ressignificado com conteúdos e interesses políticos, com ênfase em um projeto nacionalista.
B O ensino de História foi utilizado, nos anos 30 e 40, para promoção da ideologia fascista italiana e valorização da história europeia.
C Em 1932 educadores como Anísio Teixeira e Fernando Azevedo defenderam a extinção da disciplina de História.
D Em 1931 ocorreu a Reforma Francisco Campos, defendida por Getúlio Vargas, que valorizou apenas o aspecto memorizativo do ensino de História.
E Nos anos 1930 e 1940 as disciplinas de História e Geografia foram fundidas na disciplina de Estudos Sociais nos ensinos primário e secundário.

Leia o fragmento de texto: “A memória é uma das três potências da alma racional (as outras são o entendimento e a vontade) e, como reflexo das dignidades de Deus, ela é boa, grande, duradoura, poderosa, sábia, voluntariosa, virtuosa, verdadeira e gloriosa, e tem princípio, meio e fim, maioridade, igualdade e menoridade”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COSTA, R. História e memória: a importância da preservação e da recordação do passado. SINAIS (Revista Eletrônica-Ciências Sociais). Vitória: CCHN, UFES, Edição n.02, v.1, p.02-15, out. 2007. p.4.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre memória e história na Idade Média, é correto afirmar que:
A Uma tradição mnemônica cristã se fortaleceu na Idade Média, ou seja, sistemas de memorização que eram verdadeiras liturgias da recordação, baseadas em datas e fatos da fé cristã.
B Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
C O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
D No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção cíclica.

ideia é confirmada no texto-base. Essa ideia é confirmada também no livro-base na página 89 “Nessa trama se fortaleceu, ao longo do medievo, uma tradição mnemónica cristã, centrada nas artes da memória como meio de ordenar ‘intenções espirituais’. Os sistemas de memorização, que se manifestaram em verdadeiros tratados da memória, eram utilizados então para lembrar o paraíso ou o inferno. Surgiram, assim, as liturgias de recordação dos mortos, dos santos” (livro-base, p. 89). As demais alternativas distorcem os conteúdos do livro-base das páginas 89 e 90.
Considerando o texto-base, assinale a alternativa correta.
A Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
B O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
C No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção cíclica (marcada por uma eterna repetição dos acontecimentos), própria da fé cristã.
D Toda a memória no Ocidente Medieval se constituiu a partir da ideia de messianismo, derivada da influência muçulmana na Europa.

Leia o excerto de texto: “No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LE GOFF, Jacques. História e memória. Trad. Bernardo Leitão et al. 6ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2012. P.409.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.

Leia o extrato do texto: “[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. 3ª ed. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.

Leia o fragmento de texto: “A memória é uma das três potências da alma racional (as outras são o entendimento e a vontade) e, como reflexo das dignidades de Deus, ela é boa, grande, duradoura, poderosa, sábia, voluntariosa, virtuosa, verdadeira e gloriosa, e tem princípio, meio e fim, maioridade, igualdade e menoridade”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COSTA, R. História e memória: a importância da preservação e da recordação do passado. SINAIS (Revista Eletrônica-Ciências Sociais). Vitória: CCHN, UFES, Edição n.02, v.1, p.02-15, out. 2007. p.4.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre memória e história na Idade Média, é correto afirmar que:
A Uma tradição mnemônica cristã se fortaleceu na Idade Média, ou seja, sistemas de memorização que eram verdadeiras liturgias da recordação, baseadas em datas e fatos da fé cristã.
B Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
C O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
D No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção.

Leia o excerto de texto: “No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita”.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.
A 1 – 3 – 2
B 2 – 3 – 1
C 1 – 2 – 3
D 2 – 1 – 3
E 3 – 2 – 1

ideia é confirmada no texto-base. Essa ideia é confirmada também no livro-base na página 89 “Nessa trama se fortaleceu, ao longo do medievo, uma tradição mnemónica cristã, centrada nas artes da memória como meio de ordenar ‘intenções espirituais’. Os sistemas de memorização, que se manifestaram em verdadeiros tratados da memória, eram utilizados então para lembrar o paraíso ou o inferno. Surgiram, assim, as liturgias de recordação dos mortos, dos santos” (livro-base, p. 89). As demais alternativas distorcem os conteúdos do livro-base das páginas 89 e 90.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.

No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.

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Leia o extrato do texto a seguir sobre a História oral: “[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.

Leia o fragmento de texto: “A boa realização de qualquer projeto em história oral deve entender o delineamento cuidadoso do corpus documental a ser usado. Assim, a definição do que se tratará de história oral pura ou híbrida, com ou sem cruzamentos de entrevistas é essencial”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MEIHY, J.C.S.; RIBEIRO, S.L.S. Guia prático de história oral para empresas, universidades, comunidades, famílias. São Paulo, Contexto, 2011. p.78.
Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as diferenças em história oral, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características.
1. História oral de vida
2. História oral testemunhal
3. História oral temática
4. Tradição oral
( ) Busca dar voz exclusivamente às pessoas que viveram tragédias individuais ou coletivas.
( ) Parte de critérios mais objetivos baseados em roteiros estruturados ou semiestruturados com questões explícitas que deverão ser abordadas.
( ) Constitui em um processo de maior duração e versa sobre aspectos continuados das experiências das pessoas.
( ) Conjunto de informações transmitidos às gerações seguintes.

Leia o seguinte fragmento de texto: “O mito é assim, antes de tudo, uma ontofania, ou seja, uma manifestação de ser. Torna presente o próprio fenômeno da existência em sua plenitude de ser e de sentido, nos coloca diante da própria gênese dos deuses e homens. O mito é a palavra que revela o ser. Revela-o, note-se bem. Não o conceitua ou esgota, ou delimita-o a um sentido”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ROSÁRIO, C. C. O lugar mítico da memória. Morpheus - Revista Eletrônica em Ciências Humanas, ano 01, n. 01, p.1-6, 2002. p.2.
Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a memória mítica, é correto afirmar:
A O mito é parte da memória coletiva e tem a função de explicar a origem de uma realidade vivida partindo do passado.
B A memória mítica dá origem a memória coletiva, porém é algo que pertence ao passado. Nos tempos atuais não é mais fonte de explicação do passado dos diferentes grupos.
C O mito é resultado da contraposição entre sagrado e profano. A memória ao se apropriar do mito produz uma narração orgânica do passado.
D Os mitos sempre têm uma origem temporal precisa e não podem ser confundidos com o tempo da memória.
E A memória mítica é resultado da fusão entre o tempo histórico e o tempo mítico que produz a ideia de uma “idade de ouro”.

Verifique o extrato de texto a seguir: “O ato da memória que se manifesta no apelo à tradição consiste em expor, inventando se necessário, ‘um pedaço de passado moldado às medidas do presente’ de tal maneira que se possa tornar uma peça do jogo identitário”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CANDAU, J. Memória e identidade. Trad. Maria Letícia Ferreira. São Paulo: Contexto, 2012. p. 122.
Considerando o extrato de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a relação memória-tempo-identidade no processo de criação das memórias, é correto afirmar que:
A A memória é o componente temporal da identidade e é responsável por criá-la e situá-la no tempo.
B Identidades coletivas são formadas apenas a partir de memórias estáveis, nunca por meio de memórias em disputa.
C Na constituição de identidades coletivas, em diferentes tempos e lugares, a memória permaneceu intocada pelo interesse e controle dos grupos de poder.
D Identidades nacionais se formam apenas com elementos verificáveis, ficando de fora de sua constituição tradições inventadas e a busca por heróis da nação.
E Memórias não-oficiais carecem da capacidade de construir identidades coletivas, pois são para sempre enterradas pelas memórias oficiais.

Leia o fragmento de texto: “O século XVI teria, portanto, favorecido a eclosão de uma corrente histórica baseada na consciência de uma cesura radical entre o passado e o presente que se anuncia nesse período que qualificaríamos de moderno”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: DOSSE, F. A História. Trad. Maria Helena Ortiz Assumpção. Bauru: Edusc, 2003. p.60.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as relações entre História e Memória na Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), é correto afirmar que:
A A partir do Renascimento a história e a memória passam a ser pensadas como uma só.
B Na Idade Moderna, as noções da história como aprendizado para a vida e para o exercício da política permaneceram inválidas.
C Até o Iluminismo, a concepção de história predominante foi o método escolástico de São Tomás de Aquino e a defesa do gênero hagiográfico.
D O método analítico estabelecido no Iluminismo introduziu na produção histórica a busca pela razão universal imutável nos acontecimentos humanos.
E No período moderno, mito e religião ganharam força nas formas de representar o passado, o que levou à sacralização da História e da memória.

Leia o fragmento de texto: “Malgrado a década de 1920 ter sido pautada por discussões acerca da educação brasileira com sobrelevada atuação da Associação Brasileira de Educação, foi somente no decênio seguinte que quaisquer alterações de maior monta foram registradas”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MATHIAS, C.L.K. O ensino de História no Brasil: contextualização e abordagem historiográ?ca. História Unisinos, n.15, v.1, p..40-49, jan./abr. 2011. p.43.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o ensino de História e a memória no período do governo Getúlio Vargas (1930-1945), é correto afirmar que:
A Nos anos de 1930 e 1940 o ensino de História foi ressignificado com conteúdos e interesses políticos, com ênfase em um projeto nacionalista.
B O ensino de História foi utilizado, nos anos 30 e 40, para promoção da ideologia fascista italiana e valorização da história europeia.
C Em 1932 educadores como Anísio Teixeira e Fernando Azevedo defenderam a extinção da disciplina de História.
D Em 1931 ocorreu a Reforma Francisco Campos, defendida por Getúlio Vargas, que valorizou apenas o aspecto memorizativo do ensino de História.
E Nos anos 1930 e 1940 as disciplinas de História e Geografia foram fundidas na disciplina de Estudos Sociais nos ensinos primário e secundário.

Leia o fragmento de texto: “A memória é uma das três potências da alma racional (as outras são o entendimento e a vontade) e, como reflexo das dignidades de Deus, ela é boa, grande, duradoura, poderosa, sábia, voluntariosa, virtuosa, verdadeira e gloriosa, e tem princípio, meio e fim, maioridade, igualdade e menoridade”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COSTA, R. História e memória: a importância da preservação e da recordação do passado. SINAIS (Revista Eletrônica-Ciências Sociais). Vitória: CCHN, UFES, Edição n.02, v.1, p.02-15, out. 2007. p.4.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre memória e história na Idade Média, é correto afirmar que:
A Uma tradição mnemônica cristã se fortaleceu na Idade Média, ou seja, sistemas de memorização que eram verdadeiras liturgias da recordação, baseadas em datas e fatos da fé cristã.
B Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
C O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
D No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção cíclica.

ideia é confirmada no texto-base. Essa ideia é confirmada também no livro-base na página 89 “Nessa trama se fortaleceu, ao longo do medievo, uma tradição mnemónica cristã, centrada nas artes da memória como meio de ordenar ‘intenções espirituais’. Os sistemas de memorização, que se manifestaram em verdadeiros tratados da memória, eram utilizados então para lembrar o paraíso ou o inferno. Surgiram, assim, as liturgias de recordação dos mortos, dos santos” (livro-base, p. 89). As demais alternativas distorcem os conteúdos do livro-base das páginas 89 e 90.
Considerando o texto-base, assinale a alternativa correta.
A Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
B O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
C No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção cíclica (marcada por uma eterna repetição dos acontecimentos), própria da fé cristã.
D Toda a memória no Ocidente Medieval se constituiu a partir da ideia de messianismo, derivada da influência muçulmana na Europa.

Leia o excerto de texto: “No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LE GOFF, Jacques. História e memória. Trad. Bernardo Leitão et al. 6ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2012. P.409.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.

Leia o extrato do texto: “[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. 3ª ed. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.

Leia o fragmento de texto: “A memória é uma das três potências da alma racional (as outras são o entendimento e a vontade) e, como reflexo das dignidades de Deus, ela é boa, grande, duradoura, poderosa, sábia, voluntariosa, virtuosa, verdadeira e gloriosa, e tem princípio, meio e fim, maioridade, igualdade e menoridade”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COSTA, R. História e memória: a importância da preservação e da recordação do passado. SINAIS (Revista Eletrônica-Ciências Sociais). Vitória: CCHN, UFES, Edição n.02, v.1, p.02-15, out. 2007. p.4.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre memória e história na Idade Média, é correto afirmar que:
A Uma tradição mnemônica cristã se fortaleceu na Idade Média, ou seja, sistemas de memorização que eram verdadeiras liturgias da recordação, baseadas em datas e fatos da fé cristã.
B Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
C O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
D No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção.

Leia o excerto de texto: “No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita”.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.
A 1 – 3 – 2
B 2 – 3 – 1
C 1 – 2 – 3
D 2 – 1 – 3
E 3 – 2 – 1

ideia é confirmada no texto-base. Essa ideia é confirmada também no livro-base na página 89 “Nessa trama se fortaleceu, ao longo do medievo, uma tradição mnemónica cristã, centrada nas artes da memória como meio de ordenar ‘intenções espirituais’. Os sistemas de memorização, que se manifestaram em verdadeiros tratados da memória, eram utilizados então para lembrar o paraíso ou o inferno. Surgiram, assim, as liturgias de recordação dos mortos, dos santos” (livro-base, p. 89). As demais alternativas distorcem os conteúdos do livro-base das páginas 89 e 90.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.

No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.

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Questão 1/10 - História e Memória
Leia o extrato do texto:
“[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. 3ª ed. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
A
A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B
A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
Você acertou!
Comentário: A alternativa correta é a letra B, pois “A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador” (livro-base, p.179). As demais alternativas distorcem parcial ou totalmente os conteúdos do livro-base p.179-181.
C
Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D
No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E
A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.
Questão 2/10 - História e Memória
Leia o fragmento de texto:
“A boa realização de qualquer projeto em história oral deve entender o delineamento cuidadoso do corpus documental a ser usado. Assim, a definição do que se tratará de história oral pura ou híbrida, com ou sem cruzamentos de entrevistas é essencial”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MEIHY, J.C.S.; RIBEIRO, S.L.S. Guia prático de história oral para empresas, universidades, comunidades, famílias.  São Paulo, Contexto, 2011. p.78.
Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as diferenças em história oral, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características.
1. História oral de vida
2. História oral testemunhal
3. História oral temática
4. Tradição oral
( ) Busca dar voz exclusivamente às pessoas que viveram tragédias individuais ou coletivas.
( ) Parte de critérios mais objetivos baseados em roteiros estruturados ou semiestruturados com questões explícitas que deverão ser abordadas.
( ) Constitui em um processo de maior duração e versa sobre aspectos continuados das experiências das pessoas.
( ) Conjunto de informações transmitidos às gerações seguintes.
A sequência correta é:
Nota: 10.0
A
2 – 3 – 1 – 4
Você acertou!
Comentário: A sequência correta é 2-3-1-4, pois a [2] História oral testemunhal “busca dar voz exclusivamente às pessoas que viveram tragédias individuais ou coletivas” (livro-base, p.191); já a [3] “na história oral temática parte-se de perguntas. Assim, é o entrevistador quem conduz o processo de narração do entrevistado por meio de indagações a respeito de um tema” (p.192); [1] a história oral de vida “se constitui em um processo de maior duração e versa sobre aspectos continuados da experiência das pessoas” (p. 189); e a [4] tradição oral é “entendida como o processo pelo qual um conjunto de informações é transmitido às gerações seguintes” (p.178).
B
2 – 1 – 3 – 4
C
3 – 2 – 1 – 4
D
4 – 2 – 3 – 1
E
1 – 3 – 2 – 4
Questão 3/10 - História e Memória
Leia o seguinte fragmento de texto:
“O mito é assim, antes de tudo, uma ontofania, ou seja, uma manifestação de ser. Torna presente o próprio fenômeno da existência em sua plenitude de ser e de sentido, nos coloca diante da própria gênese dos deuses e homens. O mito é a palavra que revela o ser. Revela-o, note-se bem. Não o conceitua ou esgota, ou delimita-o a um sentido”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ROSÁRIO, C. C. O lugar mítico da memória. Morpheus - Revista Eletrônica em Ciências Humanas, ano 01, n. 01, p.1-6, 2002. p.2.
Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a memória mítica, é correto afirmar:
Nota: 10.0
A
O mito é parte da memória coletiva e tem a função de explicar a origem de uma realidade vivida partindo do passado.
Você acertou!
Comentário: Conforme elemento do texto-base e do livro-base a memória mítica tem função explicativa do passado e a memória coletiva muitas vezes se apropria da memória mítica. As demais alternativas distorcem (integral ou em parte) o que é apresentado nas citadas páginas do livro-base sobre a memória mítica. “O mito é o meio pelo qual as sociedades encontram uma explicação para suas origens e também uma forma a partir da qual podem expressar uma identidade comum” (livro-base p. 75-76).
B
A memória mítica dá origem a memória coletiva, porém é algo que pertence ao passado. Nos tempos atuais não é mais fonte de explicação do passado dos diferentes grupos.
C
O mito é resultado da contraposição entre sagrado e profano. A memória ao se apropriar do mito produz uma narração orgânica do passado.
D
Os mitos sempre têm uma origem temporal precisa e não podem ser confundidos com o tempo da memória.
E
A memória mítica é resultado da fusão entre o tempo histórico e o tempo mítico que produz a ideia de uma “idade de ouro”.
Questão 4/10 - História e Memória
Leia o fragmento do texto:
“Na figura de Tiradentes todos podiam identificar-se, ele operava a unidade mística dos cidadãos, o sentimento de participação, de união em torno de um ideal, fosse ele a liberdade, a independência ou a república. Era o totem cívico. Não antagonizava ninguém, não dividia as pessoas e as classes sociais, não dividia o país, não separava o presente do futuro”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CARVALHO, J. M. de. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. P.68.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a construção da memória de Tiradentes ao longo dos séculos XIX e XX, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
A
com a proclamação da República em 1889, em um contexto em que predominavam as ideias positivistas, Tiradentes foi alçado à categoria de mártir, de herói da nação.
Você acertou!
Comentário: Esta é a resposta correta porque: “Como nesse momento [período da proclamação da República] predominava o positivismo como modelo para a escrita da história, Tiradentes foi envolvido em uma aura de mártir, de herói da nação. O ensino de História, veiculado por professores formados no modelo positivista e pensado como instrumento para construir ideais civistas e nacionalistas, contribuiu para enraizar uma outra memória sobre esse personagem histórico” (livro-base p. 147-148) as demais alternativas distorcem, parcial ou integralmente, o conteúdo do livro-base (p.147-149).
B
O ensino de história, já nas primeiras décadas do século XX, no início da República, contribuiu para desconstruir a imagem de Tiradentes como mártir e herói da nação.
C
No período do Regime Militar (1964-1985) a figura de Tiradentes foi desvalorizada em função de ele ter liderado uma revolta, o que, aos olhos dos militares, não satisfazia a ideia de herói da nação.
D
Durante o Estado Novo (1937-1945), com Vargas, houve uma tentativa de substituir a representação heroica de Tiradentes por uma representação mais vinculada as pessoas comuns, extrato social do qual ele pertencia.
E
Uma memória histórica positiva de Tiradentes foi construída ainda no período imperial (1822-1889) como forma de valorizar seus feitos e construir uma identificação entre seus ideais e o projeto de nação daquele contexto.
Questão5/10 - História e Memória
Verifique o extrato de texto a seguir:
“O ato da memória que se manifesta no apelo à tradição consiste em expor, inventando se necessário, ‘um pedaço de passado moldado às medidas do presente’ de tal maneira que se possa tornar uma peça do jogo identitário”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CANDAU, J. Memória e identidade.  Trad. Maria Letícia Ferreira. São Paulo: Contexto, 2012. p. 122.
Considerando o extrato de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a relação memória-tempo-identidade no processo de criação das memórias, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
A
A memória é o componente temporal da identidade e é responsável por criá-la e situá-la no tempo.
Você acertou!
Comentário: Esta é a resposta correta porque: “A memória, como afirmou Paul Ricoeur (2007, p. 94), é o componente temporal da identidade, é a responsável por criá-la e situá-la no tempo” (livro-base, p. 121). As demais alternativas ou não se relacionam ao texto-base ou distorcem ao conteúdo apresentado no livro-base nas páginas 121 e 122.
B
Identidades coletivas são formadas apenas a partir de memórias estáveis, nunca por meio de memórias em disputa.
C
Na constituição de identidades coletivas, em diferentes tempos e lugares, a memória permaneceu intocada pelo interesse e controle dos grupos de poder.
D
Identidades nacionais se formam apenas com elementos verificáveis, ficando de fora de sua constituição tradições inventadas e a busca por heróis da nação.
E
Memórias não-oficiais carecem da capacidade de construir identidades coletivas, pois são para sempre enterradas pelas memórias oficiais.
Questão 6/10 - História e Memória
Leia o fragmento de texto:
“O século XVI teria, portanto, favorecido a eclosão de uma corrente histórica baseada na consciência de uma cesura radical entre o passado e o presente que se anuncia nesse período que qualificaríamos de moderno”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: DOSSE, F. A História. Trad. Maria Helena Ortiz Assumpção. Bauru: Edusc, 2003. p.60.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as relações entre História e Memória na Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), é correto afirmar que:
Nota: 10.0
A
A partir do Renascimento a história e a memória passam a ser pensadas como uma só.
B
Na Idade Moderna, as noções da história como aprendizado para a vida e para o exercício da política permaneceram inválidas.
C
Até o Iluminismo, a concepção de história predominante foi o método escolástico de São Tomás de Aquino e a defesa do gênero hagiográfico.
D
O método analítico estabelecido no Iluminismo introduziu na produção histórica a busca pela razão universal imutável nos acontecimentos humanos.
Você acertou!
COMENTÁRIO: Esta é a resposta correta porque: No período moderno, especialmente no século XVIII com o Iluminismo, valorizou-se a busca da razão imutável universal como maneira explicativa da vida humana. Conforme livro-base (p.95-96) “O método analítico introduzido pelo Iluminismo adentrou na produção histórica, introduzindo nela a busca pela razão universal imutável presente nos acontecimentos humanos. Filósofos conhecidos, como Voltaire, Diderot, Montesquieu, entre outros, afirmaram a segurança na razão crítica, alegando a necessidade de separar a análise histórica de erros provocados pela superstição e pelo dogma religioso, apontando a necessidade de um método racional para a averiguação dos documentos do passado”. As demais alternativas distorcem o conteúdo do livro-base páginas 95-96.
E
No período moderno, mito e religião ganharam força nas formas de representar o passado, o que levou à sacralização da História e da memória.
Questão 7/10 - História e Memória
Leia o fragmento de texto:
“Malgrado a década de 1920 ter sido pautada por discussões acerca da educação brasileira com sobrelevada atuação da Associação Brasileira de Educação, foi somente no decênio seguinte que quaisquer alterações de maior monta foram registradas”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: MATHIAS, C.L.K. O ensino de História no Brasil: contextualização e abordagem historiográ?ca. História Unisinos, n.15, v.1, p..40-49, jan./abr. 2011. p.43.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o ensino de História e a memória no período do governo Getúlio Vargas (1930-1945), é correto afirmar que:
Nota: 10.0
A
Nos anos de 1930 e 1940 o ensino de História foi ressignificado com conteúdos e interesses políticos, com ênfase em um projeto nacionalista.
Você acertou!
COMENTÁRIO: Esta é a resposta correta porque, conforme o livro-base (p.246) “A partir dos anos de 1930, o ensino de História foi novamente ressignificado, mas, dessa vez, com conteúdo e interesses políticos. Durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945), buscou-se construir um projeto nacionalista de nação em que a escola e o ensino de História teriam função importante”. As demais alternativas distorcem, parcial ou integralmente, o conteúdo do livro-base p. 246-247.
B
O ensino de História foi utilizado, nos anos 30 e 40, para promoção da ideologia fascista italiana e valorização da história europeia.
C
Em 1932 educadores como Anísio Teixeira e Fernando Azevedo defenderam a extinção da disciplina de História.
D
Em 1931 ocorreu a Reforma Francisco Campos, defendida por Getúlio Vargas, que valorizou apenas o aspecto memorizativo do ensino de História.
E
Nos anos 1930 e 1940 as disciplinas de História e Geografia foram fundidas na disciplina de Estudos Sociais nos ensinos primário e secundário.
Questão 8/10 - História e Memória
Leia o fragmento de texto:
“A memória é uma das três potências da alma racional (as outras são o entendimento e a vontade) e, como reflexo das dignidades de Deus, ela é boa, grande, duradoura, poderosa, sábia, voluntariosa, virtuosa, verdadeira e gloriosa, e tem princípio, meio e fim, maioridade, igualdade e menoridade”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COSTA, R. História e memória: a importância da preservação e da recordação do passado. SINAIS (Revista Eletrônica-Ciências Sociais). Vitória: CCHN, UFES, Edição n.02, v.1, p.02-15, out. 2007. p.4.
Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre memória e história na Idade Média, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
A
Uma tradição mnemônica cristã se fortaleceu na Idade Média, ou seja, sistemas de memorização que eram verdadeiras liturgias da recordação, baseadas em datas e fatos da fé cristã.
Você acertou!
Comentário: Alternativa correta letra A. A memória no ocidente medieval é pautada em uma interpretação cristã. Essa ideia é confirmada no texto-base. Essa ideia é confirmada também no livro-base na página 89 “Nessa trama se fortaleceu, ao longo do medievo, uma tradição mnemónica cristã, centrada nas artes da memória como meio de ordenar ‘intenções espirituais’. Os sistemas de memorização, que se manifestaram em verdadeiros tratados da memória, eram utilizados então para lembrar o paraíso ou o inferno. Surgiram, assim, as liturgias de recordação dos mortos, dos santos” (livro-base, p. 89). As demais alternativas distorcem os conteúdos do livro-base das páginas 89 e 90.
B
Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam.
C
O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final.
D
No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção cíclica (marcada por uma eterna repetição dos acontecimentos), própria da fé cristã.
E
Toda a memória no Ocidente Medieval se constituiu a partirda ideia de messianismo, derivada da influência muçulmana na Europa.
Questão 9/10 - História e Memória
Leia o extrato do texto a seguir sobre a História oral:
“[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89.
Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que:
Nota: 10.0
A
A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI.
B
A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX.
Você acertou!
Comentário: A alternativa correta é a letra B, pois “A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador”(livro-base, p.179). As demais alternativas distorcem parcial ou totalmente os conteúdos do livro-base p.179-181.
C
Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais.
D
No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história.
E
A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico.
Questão 10/10 - História e Memória
Leia o excerto de texto:
“No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita”.
Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LE GOFF, Jacques. História e memória. Trad. Bernardo Leitão et al. 6ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2012. P.409.
Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características:
1. Memória étnica
2. Progressos da memória na Idade Moderna
3. Desenvolvimento contemporâneo da memória
( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão.
( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador.
( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem.
Agora selecione a alternativa que apresenta a sequência correta:
Nota: 10.0
A
1 – 3 – 2
B
2 – 3 – 1
Você acertou!
Comentário: A sequência correta é 2-3-1 conforme síntese das ideias de Jacques Le Goff apresentada no quadro da p. 54 do livro-base:
1) A memória étnica: Em sociedades sem o uso da escrita. Nestas, o aprendizado e a transmissão da memória estariam mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem; 2) Progressos da memória na Idade Moderna: Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão; 3) Desenvolvimentos contemporâneos da memória: A memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador (livro-base p. 54).
C
1 – 2 – 3
D
2 – 1 – 3
E
3 – 2 – 1

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