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BABILÔNIA
▪ Por volta de 1900 a.C., um novo processo de invasão 
territorial dizimou a dominação dos sumérios e 
acádios na região mesopotâmica banhadas pelos rios 
Tigre e Eufrates;
▪ Dessa vez, os amoritas, povo oriundo da região sul 
do deserto árabe, fundaram uma nova civilização que 
tinha a Babilônia como sua cidade principal;
▪ O povo babilônico era muito avançado para a sua 
época, demonstrando grandes conhecimentos 
em arquitetura, agricultura, astronomia e direito;
▪ Somente no século XVIII, o rei babilônico Hamurábi 
conseguiu pacificar a região e instituir o Primeiro 
Império Babilônico; 
ORIGEM DA BABILÔNIA
▪ Hamurábi foi o primeiro rei conhecido a codificar leis, utilizando 
no caso, a escrita cuneiforme, escrevendo suas leis em tábuas de 
barro cozido, o que preservou muitos destes textos até ao 
presente. Daí, descobriu-se que a cultura babilônica influenciou 
em muitos aspectos a cultura moderna, como a divisão do dia em 
24 horas, da hora em 60 minutos e daí por diante;
▪ Mesmo com tantas conquistas e um Estado muito organizado, os 
babilônicos não conseguiram ser eficientes na proteção de suas 
terras e acabaram sofrendo com as ondas de invasões ocorridas 
após o governo de Hamurábi;
▪ Com o fim da era do imperador Hamurábi, começou o Segundo 
Império, também conhecido como Império Neobabilônico, 
comandado por Nabucodonosor;
▪ Durante o Império Neobabilônico, a civilização vivenciou o auge 
do desenvolvimento arquitetônico;
▪ Após o governo de Nabucodonosor, a Babilônia foi conquistada 
pelos persas.
ORIGEM DA BABILÔNIA
▪ A arte babilônica teve como fonte de inspiração a arte suméria, 
pelo menos sob a primeira dinastia. 
▪ Posteriormente, a Babilônia foi dominada por outras culturas e no 
período de 722 a 626 a.C. permaneceu refém dos assírios. Após a 
derrota deste povo, a civilização babilônica atingiu seu apogeu, 
depois da reconstrução da cidade por Nabucodonosor II, que 
reinou de 605 a 562 a.C. e transformou a Babilônia em uma das 
maiores cidades da Antiguidade.
▪ Uma famosa preciosidade babilônica são os “animais-humanos”, 
principalmente leões com asas de águia. Este leão alado, muito 
encontrados nos objetos artísticos, é um verdadeiro símbolo deste 
povo. Eles são vistos com frequência, nas pinturas, em combate 
com o deus protetor da cidade, Marduque. 
A ARTE BABILÔNICA
▪ A Arquitetura Babilônica, caracterizou-se pelo exibicionismo e 
pelo luxo. Construíram templos e palácios, que eram 
considerados cópias dos existentes nos céus.
▪ As edificações eram feitas de tijolos secados ao ar. Foram eles 
os introdutores dos arcos nas edificações. As paredes eram 
revestidas com argamassa ou asfalto e depois cobertas de 
excelentes trabalhos feitos em mosaicos. Sofrendo a influência 
dos egípcios, os babilônicos adotaram a flor de lótus, como 
uma de suas motivações artísticas.
▪ A Arte Assírio-Babilônica está dividida em duas partes. A 
primeira cuja predominância foi Babilônica – o palácio de 
Nabucodonossor era considerado uma das sete maravilhas do 
mundo antigo, devido aos seus famosos “Jardins Suspensos”.
▪ A segunda cuja predominância foi Assíria – isto aconteceu 
quando os assírios dominaram e conquistaram a Babilônia, no 
ano 1275 a. C.
A ARQUITETURA BABILÔNICA
▪ Touros alados e palácios suntuosos, bem mostram o 
adiantamento que a Arte conseguiu já naquelas distantes 
épocas.
▪ As cidades eram planejadas com uma planta quadrada, e 
possuíam muralhas defensivas, resultado da necessidade e se 
evitar invasões e dominações por outros povos. 
▪ As muralhas eram construídas com barro cru com cerca de 6 a 8 
metros de espessura, estucadas e decoradas com cenas das vidas 
dos Reis. 
▪ As muralhas construídas por Nabucodonosor, para proteger a 
cidade eram tão largas, que acredita-se que sobre elas podia se 
utilizar carros.
A ARQUITETURA BABILÔNICA
JARDINS SUSPENSOS
Os Jardins Suspensos são um exemplo da riqueza arquitetônica 
característica desta cultura.
Mandados erigir por Nabucodonossor, tinham uma área de 40m² e 
eram constituídos de uma enorme série de galerias revestidas de 
pedra, sustentada por arcadas cada profusamente esculpidas e com 
balcões de pedra cobertos de espessa camada de terra plantada com 
flores orientais perfumadas e árvores frutíferas. Os terraços 
elevados tinham 6 metros de largura e se estendiam por 110 metros 
de altura, eram irrigados por canais provenientes do rio Eufrates.
Representações dos Jardins Suspensos 
Outra construção característica deste povo são os zigurates, templos 
edificados no alto de uma torre de tijolos. Um zigurate
é uma forma de templo, construído na forma de pirâmides terraplanadas. 
O formato era o de vários andares construídos um sobre o outro, com o 
diferencial de cada andar possuir área menor que a plataforma inferior 
sobre a qual foi construído —as plataformas poderiam ser retangulares, 
ovais ou quadradas, e seu número variava de dois a sete.
 Eles são igualmente conhecidos como Torre de Babel, presente no Gênesis 
e nele utilizada como símbolo para explicar a origem das diversas línguas e 
raças existentes.
ZIGURATES
Torre de Babel Representação de um zigurate
PORTA DE ISHTAR
Edificada provavelmente em 575 a.C., a Porta de Ishtar é chamada assim, 
porque foi dedicada à deusa babilônica Ishtar. Originalmente considerada 
uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, decorada com leões, touros e 
dragões em relevo com um forte azul vidrado no fundo. 
A construção era com tijolos cozidos e vidrados, com cores vivas e sensação 
de leveza. A cor azul era homenagem a Maruk, na qual era utilizado o 
lápis-lazúli, feito de uma rocha metamórfica de cor azul profundo e brilho 
vítreo. 
Os animais eram relacionados a divindades e forças da natureza.
Sua reconstrução se encontra hoje no Museu Pergamon em Berlim, Alemanha.
 
Reconstrução do Portal de Ishtar no Museu 
Pergamom (Berlim, Alemanha)
Detalhes do azulejo
▪ Sempre muito utilizado devido à sua durabilidade, propriedades técnicas e 
riqueza visual. O nome “azulejo” deriva da palavra árabe “Al-zulaij”, que 
significa pequena pedra polida, e foi usado para designar o próprio mosaico 
usado na arte bizantina;
▪ O azulejo tem origem árabe, possivelmente berbere (do Norte da África), e foi 
utilizado por longos séculos somente como um elemento decorativo;
▪ Levados pelos mouros foi introduzido na Europa primeiramente na Península 
Ibérica e na Itália meridional, em consequência da expansão islamita em 
meados do século XII;
▪ A argila cozida e esmaltada já era conhecida no Egito, na Mesopotâmia (região 
do Oriente Médio entre os rios Tigre e Eufrates) e na Pérsia (atual Irã), onde se 
usava em revestimento arquitetônico. Esses tijolos vitrificados podem ser 
considerados precursores da azulejaria;
 
HISTÓRIA DOS AZULEJOS
Azulejo do Oriente
■ Na Europa Medieval, na metade do século XIII, surgiu na Inglaterra o uso do azulejo 
decorado, sendo empregado em palácios reais e nos templos religiosos;
■ Entre os séculos XIII e XIV, apareceram as primeiras aplicações de azulejo decorativo 
na região da Andaluzia, na Espanha, mais precisamente nas cidades de Sevilha (que 
abrigou a primeira indústria europeia de azulejos), Valência, Málaga e Toledo, que se 
tornariam, no século XV, os grandes centros produtores de azulejo na Península;
■ Em meados do século XVI houve o contato com uma nova técnica de fabricação, 
vinda da Itália, o que permitiu a ampliação nas possibilidades de uso e acabamento 
final das peças cerâmicas. A novidade era a técnica chamada majólica;
■ Apenas no século XVI, o azulejo passou a ser fabricado em terras portuguesas, de 
forma artesanal, em grandes centros cerâmicos. Até o século XVII, as peças 
produzidas em Portugal tinham influência árabe. Depois disso, com a criação da Real 
Junta de Comércio, os azulejos portugueses começaram a se diferenciar dos padrões 
árabes.
 
 
HISTÓRIA DOS AZULEJOS
Azulejos português
BIBLIOGRAFIAhttps://historiadomundo.uol.com.br/babilonia/
https://www.estudopratico.com.br/imperio-babilonico-historia-da-
babilonia/
https://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/jardins-susp
ensos-da-babilonia
https://www.lurca.com.br/historia-dos-azulejos/
https://pt.scribd.com/doc/54238673/Aula-04-Arquitetura-Babilonic
a#
https://aulazen.com/historia/segundo-imperio-babilonico/
Caroline S. Araujo – N1841J-9 – AU4Q13
Igor Alves da Silva - N12745-7 – AU4P13
Luisa Caroline Bortolucci – N195DD-0 – AU4Q13
Mariana Teixeira Barnabé – N17634-2 – AU4Q13
Matheus de Castro Silva - D31GJH-9 – AU4Q13
Nathália Costa Vieira – D38332-9 – AU4Q13

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