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Rev 001– Fev/2009 
Março de 2010 
TOXICOLOGIA 
 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Bibliografia Básica 
LARINI, L. Toxicologia. 3 ed. São Paulo: Manole, 20XX 
ZANINI, A. C.; OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 2 ed. 
São Paulo: Atheneu, 2003 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Avaliação 
• Provas 
• Trabalhos em sala de aula 
• Seminário 
• Elaboração de artigo segundo normas ABNT 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Definição de Toxicologia 
Ciência que estuda os efeitos nocivos 
decorrentes das interações de 
substâncias químicas com o organismo 
(ZANINI, A; OGA, S; 2003). 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Introdução 
Órgãos Públicos 
Clientes 
Colaboradores 
Comunidade 
Fornecedores 
Acionistas 
ENTRADAS SAÍDAS 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Entradas e saídas 
MATÉRIAS-PRIMAS 
 
 
INSUMOS 
Produtos 
Intencionais 
 
 
Produtos não 
Intencionais 
PROCESSO 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Entradas e Saídas 
ENTRADAS SAÍDAS 
Intencionais 
Não intencionais 
ATIVIDADE 
MEIO 
AMBIENTE 
SAÚDE E 
SEGURANÇA 
Acidentes, 
Doenças ocupacionais 
Resíduos 
Resultados de ensaios; 
Resultados de calibrações; 
Etc 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Rio de Janeiro: em um terreno, 
a cerca de 50 metros da Linha 
Amarela - 180kg de cianeto de 
sódio. 
Duque de Caxias: em um 
terreno baldio junto à favela 
Paraobepa – 50kg de cianeto de 
sódio. 
Descarte Irresponsável 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
QUAL É O NOSSO PAPEL? 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
QUAL É O NOSSO PAPEL? 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Ambiente global 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
O Ambiente externo e a organização 
Mão de obra 
Tecnologia, 
Sistema financeiro, 
etc. 
Fornecedores ORGANIZAÇÃO 
Governo 
Sindicatos Comunidade 
Consumidores 
Concorrência 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Componentes de um negócio 
MEIO 
AMBIENTE 
QUALIDADE 
GESTÃO 
DO 
NEGÓCIO 
SAÚDE SEGURANÇA 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Paracelsus (1491 – 1541) 
“Todas as substâncias são 
venenosas, não há nenhuma 
que não seja veneno. A dose 
correta diferencia o veneno 
do remédio” 
Marco da Toxicologia 
Ocupacional: On the miner’s 
sickness and other diseases of 
miners. 
Neste trabalho foram 
apresentados sintomas, 
tratamento e prevenção de 
doenças. Philippus Aureolus Thephrastus 
Bombast von Hohenheim 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Princípios de Paracelsus 
 
• Todas as substâncias são venenosas 
 
• Não existem substâncias que não sejam perigosas 
 
• A quantidade ingerida é o vai diferenciar um veneno de 
um medicamento 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Álcool: Princípios de Paracelsus 
 
“O limite de ingestão seriam quinze doses por semana 
distribuídas em no máximo três por dia para homens e 
dez semanais com no máximo duas por dia para mulheres. 
Acima disso, é grande a chance de a pessoa estar 
sofrendo alguns dos efeitos negativos da bebida.... Na 
qual cada dose, equivale a uma lata de cerveja, um copo 
de vinho ou uma medida pequena de cachaça, uísque ou 
vodca (FORMIGONI, Maria; Psicobióloga)”. 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Álcool: Princípios de Paracelsus 
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Defesas do organismo 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Defesas do Organismo 
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O Corpo Humano 
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Toxicologia e suas inter-relações 
TOXICOLOGIA 
 Farmacologia 
 Fisiologia 
 Saúde Pública 
 Imunologia 
 Patologia 
 Química 
 Biologia 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Farmacologia X Toxicologia 
Substância 
química 
Sistema 
biológico 
Efeito 
Benéfico 
Efeito 
Maléfico 
Toxicologia 
Farmacologia 
• Farmacoterapia 
• Profilaxia 
• Diagnóstico 
• etc 
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Áreas da toxicologia 
Toxicologia 
de alimentos 
Toxicologia 
ambiental 
Toxicologia 
de medicamentos 
Toxicologia 
ocupacional 
Toxicologia 
social 
Aspectos 
Clínico Analítico Legislação Investigação 
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Fases da intoxicação 
Agente químico 
Ar 
 
Água 
 
Alimentos 
 
Outros 
Inalação 
 
Ingestão 
 
Absorção 
Cutânea 
 
Outros 
Plasma 
 
 
 
 
 
Órgão 
Alvo 
 
 
EFEITO 
TÓXICO 
Urina 
 
Fezes 
 
Expiração 
 
Bílis 
 
Outros 
Fase 
Toxicodinâmica 
Fase 
Clínica 
Fase Toxicocinética 
Distribuição e 
biotransformação 
Exposição Absorção Eliminação 
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Símbolos e identificações de perigo segundo a Comunidade 
Européia (CE) 
 
Os criptogrmas de de perigo são utilizados segundo os critérios 
de classificação da Comunidade Européia (CE) - Bruxelas - 1993. 
São dez símbolos, utilizados com seus respectivos textos de 
identificação de perigo. 
Potêncial de Risco 
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Comportamento das substâncias 
E 
Explosivos 
O 
Oxidantes 
Comburentes 
F+ 
Extremamente 
Inflamável 
F 
Facilmente 
Inflamável 
T+ 
Muito Tóxico 
T 
Tóxico 
Xn 
Nocivo 
Xi 
Irritante 
N 
Perigosos ao 
Meio 
Ambiente 
C 
Corrosivo 
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GHS 
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Explosivo G.Inflamável L. Inflamável Subs. Oxidantes 
Sub Tóxicas Sub Infectantes Radioativo Corrosivos Sub Perigosas 
Diversas 
Sol. Inflamável 
Transporte: resolução 420 ANTT-MT 
NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre, 
 manuseio, movimentação e armazenamento de produtos 
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Diagrama de Hommel: NFPA 
RISCO À 
SAÚDE 
INFLAMABILIDADE 
PERICULOSIDADE ESPECÍFICA 
 
OX = Oxidante 
ACID = Ácido 
CORR = Corrosivo 
A = Não misture com água 
 = Radioativa 
 
 
REATIVIDADE 1 
3 
0 
A 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Uso de substâncias químicas 
Perguntas básicas antes de se utilizar um produto químico 
 Quem o produz? 
 O que é a substância? 
 Pode ser prejudicial a saúde? 
 O produto é perigoso? 
 Como nos protegemos? 
 Como manuseamos? 
 Como procedemos em caso de emergência? 
 Onde obter mais informações? 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Informações 
MSDS: Material Safety Data Sheet 
Ou 
FISPQ: Ficha de Informação de Segurança de 
Produtos Químicos 
NBR 14725: 2009 
ATENÇÃO 
FISPQ ≠ Ficha de Emergência 
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FISPQ’s como ferramentas 
http://www.cetesb.sp.gov.br/Emergencia/produtos/produto_consulta_com
pleta.asp 
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Substâncias que causam Irritações 
Substâncias que causam câncer e alterações 
nas células 
Substâncias que causam asfixia 
Formaldeido 
Benzeno 
Monóxido de 
carbono, metano 
Substâncias que causam reações alérgicas 
Hidróxido de 
amôneo, ozônio 
Substâncias que contaminam o organismo 
(sangue, fígado, nervos, rins, etc) 
Mercúrio, 
clorofórmio 
Reconhecendo perigos e riscos 
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Reconhecer 
Perigos/Riscos 
Medi-lo 
Como controlá-lo? 
Resposta em emergências 
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Alterações celulares 
 Substâncias mutagênicas* 
 São substâncias que induzem mudanças no material 
genético das células (cromossomos) que podem ser 
transmitidas durante a divisão celular. Exemplo.: 
Fluoreto de cádmio, cloreto de cádmio. 
 Substâncias carcinogênicas 
 São substâncias que produzem câncer em animais 
de laboratório e nos seres humanos. Exemplo.: 
Benzeno, cloreto de vinilina, etc. 
 
 
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Alterações celulares 
 Substâncias teratógenas 
 São substâncias que possuem a capacidade de 
desenvolver um malformação no embrião(feto). 
Exemplos.: mercúrio, chumbo, monóxido de carbono, 
talidomida. 
Órgão Fase da Gestação (dias) 
Cérebro 15 - 25 
Olho 24 - 40 
Coração 24 - 40 
Membros Superiores 24 - 36 
Membros Inferiores 24 - 36 
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Classificação segundo a IARC 
Grupo 1: 
Substâncias reconhecidamente cancerígenas para seres 
humanos. 
Grupo 2A: 
Substâncias reconhecidamente como provavelmente 
cancerígenas para os seres humanos . 
Grupo 2B: 
Substâncias possivelmente cancerígenas para os seres 
humanos. 
http://www.iarc.fr/ 
http://www.iarc.fr/
http://www.iarc.fr/
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Grupo 3: 
Não há evidências de ser carcinogênico para o homem. 
Grupo 4: 
Não classificado como cancerígeno para humanos 
 
Classificação segundo a IARC 
http://www.iarc.fr/
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• Asbestos 
• Benzeno 
• Benzidina 
• Cromo e certos compostos 
• Óleos minerais 
• 2-Naftilamina 
• Cloreto de vinila 
Grupo 1: IARC 
http://www.iarc.fr/
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• Acrilonitrila 
• Benzopireno 
• Berílio e seus compostos 
• Cádmio e seus compostos 
• Sulfato de dimetila 
• Silica 
 
Grupo 2A: IARC 
http://www.iarc.fr/
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• Acetaldeído 
• Acrilamida 
• 1, 3 butadieno 
• Clorofenóis 
• 2,4 diaminotolueno 
• 1, 4 dioxano 
• Hexaclorobenzeno 
• Tetracloroetileno 
 
Grupo 2B: IARC 
http://www.iarc.fr/
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CABEÇA 
Tonturas 
Dor de cabeça 
NARIZ E GARGANTA 
Espirros, tosse, 
dor de garganta 
PELE 
Inflamação, ressecamento, 
câncer de pele 
ESTÔMAGO 
Nâuseas, vômitos e 
dor de estômago 
PULMÕES 
Tosse, 
falta de ar, câncer pulmonar 
SISTEMA NERVOSO 
Nervosismo, 
irritabilidade, 
insônia e tremores 
SISTEMA REPRODUTIVO 
Baixo número de espermatozóides 
Dano ao esperma 
Menstruações irregulares, 
abortos espontâneos, danos 
ao óvulo e ao feto 
OLHOS 
Irritação, 
lacrimejamento 
Efeitos no corpo 
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Dor de cabeça 
 
Tonturas 
Falta de ar 
 
Dor de Garganta 
Náuseas 
e 
vômitos 
Lacrimejamento 
 
Cansaço 
Irritações 
Principais efeitos agudos 
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• Esterilidade 
• Leucemia 
• Insuficiência renal 
• Insuficiência hepática 
• Deficiência auditiva 
• Câncer 
 
Principais efeitos crônicos 
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Benzidina, naftilamina 
Formaldeído 
Arsênio, cloreto de vinila 
Arsênio, asbestos, compostos de cromo, berílio sílica. 
Cavidade nasal 
Faringe 
Pulmão 
Formaldeído 
Bexiga 
Fígado 
Asbestos Laringe 
Câncer devido a exposição ocupacional 
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Medidas Preventiva Prevenção 
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Conceitos Devidos 
Fumaça 
Aerossol (partículas sólidas ou líquidas dispersas no ar) 
constituído por partículas resultantes da combustão incompleta 
de materiais orgânicos. 
Fumos 
Partículas sólidas geradas pela condensação de compostos 
metálicos após volatilização. 
Neblina (< 0,5 micra) / Névoa (> 0,5 micra) 
Partículas líquidas em suspensão no ar, formadas pela 
passagem rápida de ar nos líquidos ou pela condensação de 
umidade atmosférica. 
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Conceitos Devidos 
Poeiras 
Partículas sólidas em suspensão no ar, geradas a partir de 
materiais orgânicos ou inorgânicos, como rochas, madeira, 
metais, produzidos por desintegração, trituração, pulverização, 
etc. 
Vapores 
Formas gasosas das substâncias que estão normalmente em 
fase líquida ou sólida na temperatura ambiente, 
 
 
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Conceitos 
Agente tóxico ou toxicante 
Substância química capaz de causar dano a um sistema biológico, 
alterando seriamente suas funções. 
Toxicidade 
Capacidade inerente e potencial do agente tóxico de provocar 
efeitos nocivos em organismos vivos. 
Órgão-alvo 
Órgão pelo qual o agente tóxico tem afinidade e com o qual ela 
interage. Exemplo: cerébro, rim, medula óssea. 
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Conceitos 
Ação Tóxica: 
É o meio pelo qual um agente tóxico exerce sua atividade sobre 
as estruturas teciduais. 
Intoxicação: 
Processo patológico causado por substâncias endógenas ou 
exógenas e caracterizado por desequilíbrio fisiológico, em 
conseqüência das alterações bioquímicas no organismo. 
Xenobiótico 
Termo usado para designar substâncias químicas estranhas ao 
organismo. 
 
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Fatores que contribuem para intoxicação 
• Potencial tóxico da substância; 
• Quantidade (concentração) da substância; 
• Tempo de exposição; 
• Vias de entrada no organismo; 
• Fatores inerentes a cada indivíduo: 
 Sexo 
 Idade 
 Massa corporal 
 etc 
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Fatores inerentes a cada indivíduo 
Suscetibilidade ou sensibilidade 
Característica específica de um indivíduo em apresentar uma 
resposta na presença de um determinado agente. 
 
Hipersensibilidade ou hipersuscetibilidade 
É um aumento da reatividade individual a agentes exógenos. 
Alguns organismos desenvolvem reações e lesões a determinadas 
substâncias químicas mesmo em baixas concentrações. 
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Conceitos associados a pré-disposição 
Efeito reversível e irreversível 
 A reversibilidade ou irreversibilidade de um efeito tóxico é 
determinado pela cpacidade que um órgão tem de ser regenerar. 
• Exemplo: Fígado – possui grande capacidade de regeneração. 
• Exemplo: sistema nervoso – constituído por células diferenciadas que 
não se dividem e não se regeneram, lesões a este sistema são 
irreversíveis. 
• Exemplo: Efeitos cancerígenos são irreversíveis. 
 
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Absorção 
Passagem da substância do local de contato para a 
circulação sangüínea: 
 Absorção pela pele e mucosas 
 Absorção pela via respiratória 
 Absorção pelo trato digestivo 
 Absorção por outras vias* 
 
* Via parenteral (intramuscular, intravenosa e subcutânea) 
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Distribuição 
Os xenobióticos são transportados pelo sangue e pela 
linfa para os diversos tecidos; 
A distribuição depende do fluxo sangüíneo e linfático nos 
diferentes órgãos; 
A distribuição é influenciada pelos seguintes fatores: 
 Fixação a moléculas protéicas 
 pH 
 Coeficiente de partição óleo/água de cada substância 
Rápido equilíbrio em órgãos altamente irrigados 
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Fatores que modificam a distribuição 
• Propriedades físico-químicas 
• Complexação de agentes tóxicos com proteínas 
• Barreiras biológicas 
Barreira hematoencefálica 
Barreira placentária 
• Volume de distribuição 
 
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Sistemas do Corpo Humano 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Sistemas do Corpo Humano 
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Sistemas do Corpo Humano 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Sistemas do Corpo Humano 
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Biotransformação 
Os xenobióticos que penetram no organismos são 
posteriormente excretados através da (o): 
 Urina 
 Bile 
 Fezes 
 Expiração 
 Leite 
 Suor 
 Outras Secreções 
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Biotransformação dos xenobióticos 
Toda alteração que ocorre na estrutura química da 
substância, no organismo, é mediante a atuação de 
enzimas* inespecíficas. 
 Substância IBE 
 Tolueno Ácido hipúrico 
 Xileno Ácido metilipúrico 
 Hexano 2,5 hexanodiona 
 Anilina p-aminofenol 
 
*Proteínas secretadas por células que atuam como catalisador para induzir 
alterações químicas em outras substâncias.Exemplo citocromo P 450 
(hemoproteína) 
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Exemplo de reação enzimática: oxidação 
Oxidação 
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Exemplo de reação enzimática: redução 
Redução 
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Exemplo de reação enzimática: hidrólise 
Hidrólise 
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Biotransformação: Tipos de reações 
Reações hepáticas 
Reações extra-hepáticas 
Pulmões 
Rins 
Intestino 
 
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Excreção 
• Excreção pelos rins 
 
• Excreção pelo trato digestivo 
 
• Excreção pelos pulmões 
 
• Excreção por outras vias 
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Dica de site 
http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/sumario.html 
http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/sumario.html
http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/sumario.html
http://www.msd-brazil.com/msdbrazil/patients/manual_Merck/sumario.html
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Outros efeitos: Estruturas da pele 
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Outros efeitos: Tipos de Queimaduras 
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Superfície Queimada 
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Pressão de vapor 
É a pressão exercida por um vapor quando este está em 
equilíbrio com o líquido que lhe deu origem. A pressão de vapor é 
uma medida da tendência de evaporação de um líquido. Quanto 
maior a sua pressão de vapor maior é essa tendência e mais volátil 
é o líquido. 
 
 
 
Conceitos 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Press%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vapor
http://pt.wikipedia.org/wiki/Equil%C3%ADbrio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Volatilidade_%28qu%C3%ADmica%29
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Exemplos: pressão de vapor 
Pressão de vapor baixa 
Ácido Sulfúrico: 0,001 mmHg 
Pressão de vapor Média 
Etileno Glicol dietil éter: 9,4 mmHg 
Pressão de vapor Alta 
Acetona: 180 mm 
Benzeno: 75 mm Hg 
 
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Exemplo: equilíbrio líquido-vapor 
 
 
 
 
 
O aumento da temperatura aumenta a taxa de vaporização, mas, 
enquanto a pressão parcial exercida pelo vapor da água for menor do 
que a pressão total, a taxa de condensação aumenta de forma 
compensatória, de maneira que se reestabelecer o equilíbrio dinâmico. 
Quando a temperatura atinge 100 ºC (temperatura de ebulição da água 
no nível do mar), a taxa de vaporização vence a taxa de condensação: 
ocorre assim a mudança de fase da água. 
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:Press%C3%A3o_de_vapor.gif
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Conceitos 
Densidade de Vapor 
É a massa de um volume de vapor ou gás comparado com a 
massa de igual volume de ar seco nas mesmas condições de 
temperatura e pressão. 
• Uma densidade de vapor menor que 1 (um) indica que o vapor é 
mais leve que o ar. Uma densidade de vapor maior que 1 (um) indica 
que o vapor é mais pesado que o ar. 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Exemplo: densidade de vapor 
Vapores leves 
Vapores pesados “perigosos” 
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Ponto de fulgor: 
É a menor temperatura na qual um liquido libera vapor ou gás em 
quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável. Por 
mistura inflamável, para fins de apuração do ponto de fulgor, 
entenda-se a quantidade de gás ou vapor misturada com o ar 
atmosférico suficiente para iniciar uma inflamação em contato com 
uma chama (isto é, a queima abrupta do gás ou vapor), sem que 
haja a combustão do líquido emitente. 
• Informação importante para classificação dos produtos combustíveis, 
em especial no que tange à segurança e aos riscos de transporte, 
armazenamento e manuseio 
 
 
 
Conceitos 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Temperatura
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vapor
http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Combust%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Combust%C3%ADveis
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Critérios para Inflamabilidade 
Líquido combustível: toda substância que possua 
ponto de fulgor igual ou superior a 70oC e 
inferior a 93,3oC. 
Liquido Inflamável: toda substância que possua 
ponto de fulgor inferior a 70oC. 
NBR 175051) 
NR 20 
Liquido Inflamável: toda substância que possua 
ponto de fulgor inferior a 37,8oC 
NR 20 
Liquido Inflamável: toda substância que possua 
ponto de fulgor inferior a 60,5 oC (vaso 
fechado) ou 65,5 ºC(vaso aberto). 
Lei 96044 
Líquidos Inflamáveis 
1 Disponível em http://www.abnt.org.br/ 
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Ponto de fulgor ASTM D93 (vaso fechado) 
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Ponto de fulgor ASTM D92 (vaso aberto) 
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Classificação da Toxicidade Segundo CE1) 
• Muito Tóxica: 
Substâncias com DL50 para ratos menor do que 25 mg/kg. 
• Tóxicas: 
Substâncias com DL50 para ratos entre 25 e 200 mg/kg. 
• Nociva: 
substâncias com DL50 para ratos entre 200 e 2000 mg/kg. 
• 1) Apenas qualitativa 
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Conceitos 
DOSE 
Quantidade de uma substância geralmente expressa em mg, g, 
kg ou mL de massa corporal, cujas vias de introdução na corrente 
sanguínea são: oral, cutânea, dérmica ou intramuscular 
• Respiratória: concentração (mg/m3 ou ppm 
DL50: 
Dose (quantidade) de uma substância, em mg/kg, 
 necessária para provocar a morte de 50% dos animais 
expostos (experimentos laboratoriais). 
 
 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Conceitos 
CL50 
Concentração de uma substância, em mg/m3 de ou ppm, capaz 
de provocar a morte de 50% dos animais expostos por 8 horas. 
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Perigo (Hazard) 
Perigo X Risco 
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Probabilidade de efeitos nocivos ou que algum 
evento prejudicial venha a ocorrer. 
 
Risco = perigo x exposição 
 
Risco (Risk) 
Perigo X Risco 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Perigo X Risco 
Perigo 
Capacidade da substância causar efeito adverso 
Risco 
Probabilidade de ocorrência de perigo sob condições específicas 
de exposição 
Avaliação do Risco 
Processo pelo qual o perigo, a exposição e o risco são 
determinados 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Perigo X Risco 
Manejo do risco 
Processo através do qual são avaliadas as opções administrativas 
e selecionada a medida regulatória mais apropriada com base nos 
resultados da avaliação do risco e nos interesses sociais, 
econômicos e legais. 
 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Dose X Exposição 
Exposição 
(origina-se pelo contato) 
Dose 
(realmente absorvida) 
A exposição é a quantidade de 
uma substância disponível para a 
Absorção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A dose é a quantidade 
de uma substância realmente 
absorvida pelo corpo. 
 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Dose 
Resposta a 
um efeito 
específico 
Resposta (%) 
0 
100 
50 
 Porcentagem da população que manifesta um determinado efeito frente a uma variação 
de doses. 
 A curva é a representação visual das diferenças entre membros do grupo teste (variação 
biológica). 
Avaliação da Toxicidade: curva dose-efeito 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Avaliação da Toxicidade: curva dose-efeito 
Dose 
Grau do efeito 
Primeiro efeito observável 
Primeiro efeito adverso 
observável 
NOEL 
NOAEL 
LOEL 
LOAEL 
Efeitos 
observáveis 
 Manifestação da ação de uma substância ao modificar algum mecanismo bioquímico ou 
função biológica. 
 Relaciona a dose ao efeito produzido. 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Perigo X RiscoNOEL (“no-observed-effect-level”): 
Dose/nível onde não se observa efeito; 
NOAEL (“no-observed-adverse-effect-level”): 
nível onde não se observa efeito adverso; 
LOEL (“lowest-observed-effect-level”): 
 mínima dose/nível onde se observa efeito; 
LOAEL(“lowest-observed-adverse-effect-level”): 
 mínima dose/nível onde se observa efeito adverso; 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
Perigo X Risco 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
A exposição simultânea a várias substâncias pode alterar uma 
série de fatores (absorção, ligação protéica, metabolização e 
excreção)que influem na toxicidade de cada uma delas em 
separado. Assim, a resposta final pode ter: 
•Efeito Aditivo - efeito final igual à soma dos efeitos de cada um dos 
agentes envolvidos; 
•Efeito Sinérgico - efeito maior que a soma dos efeitos de cada 
agente em separado; 
•Potencialização - o efeito de um agente é aumentado quando em 
combinação com outro agente; 
•Antagonismo - o efeito de um agente é diminuído, inativado ou 
eliminado quando se combina com outro agente. 
Interações entre as substâncias 
Tecnologia em Gestão da Produção Industrial 
1. Alterações cardiovasculares e respiratórias; 
2. Alterações do sistema nervoso; 
3. Lesões orgânicas: ototoxicidade, hepatotoxicidade, nefrotoxicidade, etc; 
4. Lesões carcinogênicas / tumorigênicas; 
5. Lesões teratogênicas (malformações do feto); 
6. Alterações genéticas 
 Aneuploidização: ganho ou perda de um cromossomo inteiro. 
 Clastogênese - aberrações cromossômicas com adições, falhas, 
 re-arranjos de partes de cromossomos. 
 Mutagênese - alterações hereditárias produzidas na informação 
 genética armazenada no DNA (ex. radiações 
 ionizantes). 
Principais Efeitos Deletérios

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