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AVALIAÇÃO I-SAÚDE OCUPACIONAL E MEDICINA DO TRABALHO I

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Acadêmico:
	Camila Borges Schwartz (2089428)
	
	Disciplina:
	Saúde Ocupacional e Medicina do Trabalho I (SEG31)
	Avaliação:
	Avaliação I - Individual Semipresencial ( Cod.:639425) ( peso.:1,50)
	Prova:
	19430720
	Nota da Prova:
	9,00
	
	
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	1.
	O maior avanço em termos de saúde em um cenário nacional é a Constituição Federal de 1988, que garantiu o direito universal à saúde a todos os brasileiros e sem restrições de quem está em território nacional. Todavia, para que alcançássemos esse marco, uma longa trajetória de conquistas dentro da saúde no Brasil foi realizada muito antes. Sobre o processo histórico, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Acidente de trabalho.
II- Fundacentro.
III- Especialidade médica.
IV- Saúde ocupacional.
(    ) A medicina do trabalho foi considerada especialidade pelo CFM e AMB, no ano de 2002. 
(    ) A Lei 3724 é considerada como a primeira lei brasileira sobre o tema, criada em 15 de janeiro de 1919.
(    ) Sua definição se deu pelo Comitê Misto OIT/OMS, no ano de 1950.
(    ) Sua criação ocorreu no ano de 1966, sendo que já tinha sido citada no Congresso Americano de Medicina do Trabalho em São Paulo no ano de 1964.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
	 a)
	III - II - I - IV.
	 b)
	III - II - IV - I.
	 c)
	I - III - II - IV.
	 d)
	III - I - IV - II.
	2.
	No Brasil, o início do reconhecimento e do registro documental de questões relacionados à saúde do trabalhador se deu no período do século XIX, mas a inserção desta temática a investigações de caráter científico ocorreu somente mais tarde, nas escolas médicas. Das antigas cátedras de medicina legal, cujo campo de conhecimento era de doenças e acidentes ocupacionais, surgiram teses precursoras da medicina do trabalho nas universidades (SANTANA, 2006). Assinale a alternativa CORRETA que apresenta as datas marcantes da saúde do trabalhador no Brasil:
FONTE: SANTANA, Vilma Sousa. Saúde do trabalhador no Brasil: pesquisa na pós-graduação. Revista Saúde Pública, Bahia, v. 40, n. 1, p.101-111, 30 dez. 2006. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/2239/1/30629.pdf. Acesso em: 11 ago. 2017.
	 a)
	Em 1990: Recomendação 112 da OIT sobre os "Serviços de Medicina do Trabalho nos lugares de Emprego".
	 b)
	Em 1970: definição de Saúde Ocupacional pelo Comitê Misto OIT/OMS.
	 c)
	Em 1918: fundado o Instituto de Higiene de São Paulo, para discutir, propagar e implementar novas concepções sobre higiene, saúde, trabalho e educação.
	 d)
	Em 1955: autonomia como Faculdade de Higiene e Saúde Pública da Universidade de São Paulo.
	3.
	Através do Guia de Vigilância Epidemiológica, a natureza específica de cada doença ou agravo à saúde, a notificação deve seguir um método dinâmico, variável em função das mudanças no perfil epidemiológico, dos resultados obtidos com as ações de controle e da disponibilidade de novos conhecimentos científicos e tecnológicos. As normas de notificação devem se adequar, no tempo e no espaço, às características de distribuição das doenças consideradas, ao conteúdo de informação requerido, aos critérios de definição de casos, à periodicidade da transmissão dos dados, às modalidades de notificação indicadas e à representatividade das fontes de notificação. Com relação aos parâmetros para inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória que devem obedecer a critérios, analise as afirmativas a seguir:
I- Magnitude: aplicável a doenças de elevada frequência, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos. 
II- Potencial de disseminação: representado pelo elevado poder de transmissão da doença, através de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva.
III- Transcendência: aplicável a doenças de elevada frequência, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos.
IV- Potencial de disseminação: expressa-se por características subsidiárias que conferem relevância especial à doença ou agravo, destacando-se: severidade, medida por taxas de letalidade, de hospitalização e de sequelas; relevância social, avaliada, subjetivamente, pelo valor imputado pela sociedade à ocorrência da doença e que se manifesta pela sensação de medo, repulsa ou indignação; e relevância econômica, avaliada por prejuízos decorrentes de restrições.
Assinale a alternativa CORRETA:
FONTE: MELLO, Regina Coeli Pimenta de. Guia de Vigilância Epidemiológica. 7. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 813 p. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2017.
	 a)
	As afirmativas II e III estão corretas.
	 b)
	As afirmativas I e IV estão corretas.
	 c)
	As afirmativas I e II estão corretas.
	 d)
	As afirmativas II e IV estão corretas.
	4.
	As técnicas de avaliação da saúde de uma pessoa podem ser empregadas como fontes de elementos para a mensuração dos níveis coletivos de saúde tomados como somatório dos estados individuais de saúde. A Epidemiologia tem utilizado diversos instrumentos que são "indicadores de saúde" também chamado de "mostradores de saúde" que se baseia na contagem de doentes (indicadores de morbidade) ou de falecidos (indicadores de mortalidade) por exemplo. Com relação aos mostradores de saúde, analise as afirmativas a seguir:
I- A mortalidade infantil não é fidedigna do grau de desenvolvimento da comunidade ou país, pois é dificilmente alterada com ações de saneamento básico, acesso a vacinas, acompanhamento pré-natal da gestante.
II- Coeficiente específico de mortalidade: mede a intensidade de morte causada por uma doença específica. Países subdesenvolvidos têm um índice maior de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias, devido às más condições de higiene e instalações sanitárias. 
III- Coeficiente geral de mortalidade: mede a intensidade da mortalidade da população. É obtido pela fórmula: (total de óbitos residentes na área A, no período T/população da área A, na metade do período T) x 1000.
IV- Coeficiente de mortalidade infantil: mede o risco de uma criança sobreviver antes de completar um ano de vida: (total de óbitos de menores de 1 ano, na área A, no período T/nascidos vivos, na área A, no período T) x 1000.
Assinale a alternativa CORRETA:
FONTE: ALMEIDA FILHO, Naomar de. O conceito de saúde: ponto-cego da epidemiologia. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 3, n. 1, p. 4-20, 12 dez. 2000. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v3n1-3/02.pdf>. Acesso em: 4 dez. 2017.
	 a)
	As afirmativas II e IV estão corretas.
	 b)
	As afirmativas I e III estão corretas.
	 c)
	As afirmativas II e III estão corretas.
	 d)
	As afirmativas I e IV estão corretas.
	5.
	O coeficiente específico de mortalidade é obtido pela divisão do número de óbitos pela causa específica, expresso por 100 mil habitantes, ocorridos em determinado local e período. Este coeficiente estima o risco de uma pessoa morrer pela causa selecionada. Sabendo-se como obter o coeficiente específico de mortalidade e sua finalidade, podemos definir como ele pode ser empregado para auxiliar nas tomadas de decisões em prol da saúde pública. Sobre os possíveis usos do referido coeficiente, assinale a alternativa CORRETA:
FONTE: Disponível em: <http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb1997/mort/fqc09.htm >. Acesso em: 29 abr. 2015.
	 a)
	Este coeficiente é utilizado somente em casos de controle epidemiológico para determinadas epidemias em regiões específicas.
	 b)
	Subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas de saúde tendentes a reduzir o número de óbitos por grupos específicos e selecionados de causas.
	 c)
	Pode auxiliar na definição de causas de mortalidade infantil, em áreas subdesenvolvidas.
	 d)
	É muito utilizado em saúde

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