Prévia do material em texto
Exames Contrastados TGI Bontrager, Kenneth L Cap-14 Anatomia Radiográfica O sistema digestivo inclui todo o tubo digestivo (que começa na boca e termina no ânus) e vários órgãos acessórios Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Cap-14 O sistema digestivo realiza três funções primárias O tubo digestivo 1- ingestão e digestão 2- absorção 3- eliminação compreende: Cavidade oral, faringe esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado, intestino grosso e ânus incluem: glândulas salivares, pâncreas, fígado e a vesícula biliar Os órgãos acessórios 2 Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Cavidade oral faringe Glândulas salivares esôfago fígado estômago pâncreas Vesícula biliar Intestino delgado Intestino grosso reto ânus Cap-14 No estudo contrastado do sistema gastrointestinal alto, dois exames são muito comuns Esofagografia Exame que estuda a faringe e o esôfago em sua forma e função Seriografia do esôfago – estômago –duodeno (SEED) Procedimento utilizado para o estudo do esôfago distal, estômago e duodeno em um só exame Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Cap-14 Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Cap-14 Cavidade Oral Possui cerca de 12,5cm de comprimento e situa-se posteriormente a cavidade nasal, boca e laringe e pode ser dividida em três partes: 1- Nasofaringe É posteriormente ao septo nasal e ao palato mole 2- orofaringe Se estende do palato mole até a epiglote 3- hipofaringe ou laringofaringe Se estende da epiglote até o nível da borda inferior da laringe ( C6 ) Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Cap-14 orofaringe Faringe nasofaringe hipofaringe Existem sete cavidades ou aberturas que se comunicam com as três porções da faringe Duas cavidades nasais e duas cavidades timpânicas, se comunicam com a nasofaringe A cavidade oral que se comunica com a orofaringe E a laringofaringe que se comunica com as aberturas da laringe e do esôfago Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Faringe cavidades nasais cavidades timpânicas cavidade oral laringe esôfago Cap-14 A terceira porção do tubo digestivo, possui formato tubular com cerca de 10 polegadas de comprimento (25cm) e 3:4 de polegada de diâmetro (2cm). Estende-se da laringofaringe até o estômago , iniciando na cartilagem cricóide da laringe (C5 à C6) e termina em sua conexão com o estômago ao nível da décima primeira vértebra torácica (T11) O esôfago atravessa o diafragma ao nível de T10, ligeiramente a esquerda e posteriormente em relação ao ponto médio do diafragma Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica O segmento abdominal do esôfago é denominado de antro-cárdico e mede de 1 a 2 cm A região que liga o esôfago ao estômago é denominado junção esofagogástrica Cap-14 O estômago é um órgão localizado no quadrante superior esquerdo entre o esôfago e o intestino delgado ( duodeno ), sendo a porção mais dilatada do tubo digestivo O estômago é composto por três regiões básicas 1. 2. 3. Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Cap-14 FUNDO CORPO PORÇÂO PILÒRICA 1 2 3 Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Esofagogástrica Grande curvatura Pequena curvatura Canal pilórico Cap-14 Decúbito dorsal Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica A B C A O bário mais denso vai se alojar na região fúndica do estomago B Decúbito ventral O ar menos denso vai se alojar na região fúndica do estômago C O ar menos denso ocupa todo o fundo do estomago formando uma linha reta entre o bário e o ar Posição ortostática Cap-14 11 Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Cap-14 Ultima porção do trato gastrointestinal alto e primeira porção a do intestino delgado Possui cerca de 8 a 10 polegadas ( 20 a 24cm ) e é a porção mais fixa mais larga e menor do intestino delgado Morfologicamente tem o formato da letra C e consiste em quatro partes: Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica 4º porção ou ascendente 1º porção ou superior 2º porção ou descendente 3º porção ou horizontal Cap-14 Anatomia Radiográfica A digestão pode ser dividida em processo mecânico e químico Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Anatomia Radiográfica Mecânicos O processo mecânico é responsável por tritura e conduzir o alimento através da mastigação e deglutição e movimentos peristálticos Químico A digestão química é a degradação de algumas substâncias que serão absorvida pelo organismo Contraste Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste Sistema digestivo Procedimentos Radiográficos Cavidade oral e faringe Esôfago Estômago Duodeno Digestão Biótipo Cap-14 Anatomia Radiográfica Tórax e abdomens largos, pulmões curtos diafragma elevado vesícula biliar e estomago se apresentam elevados e transversos Hiperestênico A A O estomago lembra um J e esta localizado mais inferiormente que o hiperestênico, e a vesícula é menos transversa Estênico B São magros possui pulmões mais estreitos e compridos, diafragma baixo e intestino rebaixado o estômago em forma de J Hipoestênico C C B Contraste Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 CONTRASTES RADIOGRÁFICOS Contraste São utilizados para analisar estrutudas que no exame de raios-x normal não podem ser visuailizadas devido a possu- Írem densidade anatômicas iguais. Então há necessidade de se utilizar substâncias que irão Absorvem bem a radiação ionizante Esses materiais possuem em sua grande maioria alto número atômico é os mais Utilizados são: Sulfato de Bário ( BaS) Iodo Contraste Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste CLASSIFICAÇÃO POR ABSORÇÃO DA RADIAÇÃO IONIZANTE Podem ser Radiopacos ou Radioluzentes Radiopacos – Possuem a capacidade de absorver mais radiação que as estruturas visinhas. Radioluzentes - tem a capacidade de absorver menos radiação do que as estrututuras que estão por perto. Contraste Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste Classificação por via de administração Oral – O paciente faz ingentão Parenteral – A admiministração é feita endovenosamente ou por artérias. Endocavitária – É administrado por meio de orifícios naturais das estruturas anatômicas, aqueles que se comunicam com o exterior. Intracavitária- quando o meio de contraste é ministrado via parede da cavidade em questão. Contraste Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos OS meios de contraste radiotransparente e radiopaco são utilizados para tornar o TGI visível a radiografia Meios de contraste radioluzentes ou negativo incluem : 1-Ar deglutido 2- Cristais de CO2 3- Bolha gástrica O Meio de contrasteradiopaco ou positivo mais comumente usado é o SULFATO DE BÁRIO ( BaSO4 ) É um composto insolúvel em água , e devido a essa característica ele é inerte Contraste Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste Mistura de um copo de bário para um copo de água ( 1:1 ) sendo muito utilizado no TGI Bário Ralo Bário Denso Mistura de três ou quatro copos de bário para um copo de água ( 3 ou 4:1 ) sendo muito utilizado na esofagografia, pois desce lentamente e adere melhor a mucosa Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste Contra Indicação ao Sulfato de bário A mistura baritada é contra indicada , quando há alguma chance de que a mistura possa escapar para cavidade peritoneal Esse escape ocorre em virtude de vísceras perfuradas , ou em pacientes pré-cirurgicos ou pos-cirurgicos Em qualquer uma dessas condições deve-se usar um contraste iodado solúvel em água Se houver o escape de contraste iodado na cavidade peritoneal o organismo é capaz de absorver ATENÇÂO: Pacientes sensível ao iodo não deve ser usado contraste iodado Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste Duplo Contraste A técnica de duplo contraste é amplamente empregada na busca diagnóstica de certas condições e doenças durante a SEED e a ESOFAGOGRAFIA Essa técnica emprega o uso de meio de contraste radiopaco e radiotransparente concomitantemente O contraste radiotransparente utilizado é o ar ou o dióxido de carbono ( citrato de cálcio e o citrato de magnésio ) Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste Intensificador de imagem é um aparelho que utiliza radiação para produzir uma imagem que pode ser vista em tempo real O aparelho de fluoroscopia também faz a grafia para o registro da imagem Faz-se necessário um monitor de televisão Em ambientes que se faz fluoroscopia os procedimentos de proteção radiológica devem ser rigorosamente cumpridos devido ao auto tempo de exposição, que podem ser: 1- padrões de exposição 2- escudo protetor de chumbo 3- protetor de abertura bucky 4- avental de chumbo 24 Equipamentos de Fluroscopia Fluroscopia Digital Cap-14 Procedimentos Radiográficos Contraste A fluoroscopia digital é similar a fluoroscopia convencional Necessita de um monitor de TV , um conversor digital e de um computador O uso da fluoroscopia digital permite que as imagens permaneça em formato digital e possa ser mandado para vario lugares As vantagens da fluoroscopia digital 1- Imagens opcionais Pós –fluoroscopia 2- Formatação com múltiplas imagens em um filme 3- Geração de imagens dinâmicas 4- Manipulação e melhoria das imagens 5- Exposição reduzida do paciente Cap-14 Definição e Objetivo ESOFAGOGRAFIA Procedimento radiográfico comum para o exame da faringe e do esôfago, que se utiliza de contraste britado Ocasionalmente um contraste negativo ou radiotranspartente pode ser usado O Objetivo desse exame é fazer um estudo da forma e da função Contra indicação Não há grandes contra indicações para a esofagografia exceto quando há hiper sensibilidade ESOFAGOGRAFIA Cap-14 Indicação Clínica Acalásia Anomalias anatômicas Esôfago de Barrett Neoplasia Disfagia Refluxo esofágico Esofagite Varizes esofágicas Corpos estranhos Divertículo de Zenker ESOFAGOGRAFIA Cap-14 Indicação Clínica ESOFAGOGRAFIA Indicação Clínica Cap-14 Exame Radiográfico Mais comum Possível Aparência Radiológica Esofagografia com vídeo ou fluoroscopia digital Constrição ou estreitamento do esôfago Esofagografia com vídeo ou fluoroscopia digital (endoscopia no caso de corpo estranho) Padrões peristálticos anormais Uma variedade de corpos estranhos radiopacos e radiotransparentes. Esofagografia e/ou medicina nuclear Constrição aspecto “em bico” da parte distal do esôfago Esofagografia e TC Ponto de constrição, estreitamento, mudanças atróficas da mucosa Esofagografia com vídeo ou fluoroscopia digital (estudo funcional) Estreitamento ou dilatação do esôfago,dependendo da causa Esofagografia, endoscopia Estreitamento e aspecto vermiforme do esôfago Esofagografia e endoscopia Recesso dilatado ou cavidade na parte proximal do esôfago ESOFAGOGRAFIA Indicação Clínica Condição ou Doença Acalásia Anomalias anatômicas (incluindo corpo estranho) Esôfago de Barrett Carcinoma Disfagia Varizes de esôfago Divertículo de Zenker ESOFAGOGRAFIA Como o esôfago esta vazio a maior parte do tempo não é necessário preparo para esofagografia, a menos que se planeje a realização de uma SEED A primeira parte do exame envolve a fluroscopia com contraste positivo ( bário denso) Na pesquisa de corpo estranho radiotransparente, usa-se pedaço de algodão embebido em bário ralo, pílulas de bário ou cápsula de gelatina com bário ou marshmallows Durante a fluoroscopia a deglutição do bário serra observada pelo Radiologista em varias posições Após o estudo em posição ortostática segue-se as posições horizontal e de trendelenburg com bário ralo e denso Preparo do Paciente E Procedimento geral Cap-14 ESOFAGOGRAFIA O diagnostico de possível refluxo ou regurgitação do conteúdo gástrico pode ser conseguido durante a fluoroscopia que pode ser detectado através das seguintes manobras: Demonstração de Refluxo Esofágico Exercícios Respiratórios Pede-se o paciente para inspirar profundamente e prender a respiração , e então comprimir o abdomens como quem quisesse evacuar. Essa manobra força o ar contra a glote fechada Manobra de VALSALVA Manobra de MUELLER Pede-se o paciente para expirar e depois inspirar vigorosamente contra a glote fechada. Ambas as manobras aumenta a pressão intra-abdominal Cap-14 ESOFAGOGRAFIA Demonstração de Refluxo Esofágico Teste da Água É realizado com o paciente em decúbito dorsal, ligeiramente inclinado para a esquerda. Essa posição - lembrando a OPE – preenche o fundo com bário. O paciente, então, deve engolir um volume de água equivalente a uma boca cheia. O radiologista observará, através da Cap-14 ESOFAGOGRAFIA Demonstração de Refluxo Esofágico Técnica do Compressor Um compressor pode ser colocado sobre o paciente em decúbito ventral e inflado para fornecer uma pressão na região do estômago. O radiologista pode demonstrar a junção esofagogástrica durante essa manobra, a fim de detectar o possível refluxo esofágico. Cap-14 ESOFAGOGRAFIA Demonstração de Refluxo Esofágico Manobra do Toque nos dedos do Pé É também realizada para se estudar a possível regurgitação esofagogástrica. À fluoroscopia, o orifício cárdico (cárdia) é observado à medida que o paciente se encurva e toca os dedos do pé. Refluxo e hérnias de hiato são muitas vezes evidenciados com essa manobra. Cap-14 ESOFAGOGRAFIA Rotina radiográfica OAE Básica OAD ( 35º a 40º ) Lateral AP (PA) Especiais Cap-14 Cap-14 Definição e Objetivo Exame radiográfico do esôfago distal, estômago e duodeno denominado seriografia digestiva É utilizado contraste radiopaco e radiotransparente O Objetivo desse exame é fazer um estudo da forma e da função do esôfago distal, estômago e duodeno assim como detectar condições anatômica funcionais anormais . Contra indicação Pacientes com história de perfuração intestinal, laceração ou ruptura das vícerais SEED SEED Cap-14 Indicação Clínica Benzoar Diverticulos Gastrite Carcinoma gástrico Hérnia de hiato Úlcera Estenose hipertrófica do piloro SEED Cap-14 Indicação Clínica SEED Hérnia de hiato A hérnia hiatal é uma protrusão de uma porção do estômago de sua posição abdominal normal, através do diafragma A hérnia hiatal pode ser por deslizamento ou paraesofágica Cap-14 Indicação Clínica SEED Cap-14 Indicação Clínica Condições ou Doenças Exame Radiográfico Mais Comum Possível Aparência Rdaiológica SEED e/ouendoscopia Defeito de enchimento ou massa mal-definida no estômago SEED com duplo contraste Saculação ou protrusão da parede da mucosa SEED com duplo contraste Ausência de pregas, parede gástrica fina, mucosa mal-definida. Aspecto de “salpicado” da mucosa nos casos agudos SEED com duplo contraste Defeito de enchimento irregular no estomago SEED com contraste simples ou duplo Bolha gástrica ou aspecto de protrusão do estomago acima do diafragma ou anel de Schatzke SEED com duplo contraste Coleção puntiforme de bário e sinal do "halo" Bezoar Divertículos Gastrite Carcinoma gástrico Hérnia de hiato (por deslizamento) Úlceras SEED Cap-14 Preparo do Paciente E Procedimento geral O objetivo do exame do TGI alt o e fazer com que o estômago chegue ao local de exame completamente vazio Alimentos e líquidos não devem ser ingeridos por no mínimo 8 horas antes do exame. O paciente é instruído para que não fume nem masque chicletes durante o período de jejum A seriografia é um procedimento demorado esse tempo é ainda maior se a SEED for seguida de estudo do intestino delgado (trânsito de delgado - SERIOGRAFIA DIGESTIVA ALTA OU BAIXA 1 Jejum absoluto após a meia-noite. Qualquer medicação antiespasmódica deve ser descontinuada pelo menos 24 horas antes do exame. SEED Cap-14 Aplicações Pediátricas Preparo de uma criança para SEED Crianças menores de 1 ano de idade : jejum por 4 horas Crianças de maiores de 1 ano de idade: jejum de 6 horas Crianças até 1 ano de idade 60 a 120g Crianças de 1 a 3 anos de idade : 120 a 180 Crianças de 3 a 10 anos de idade: 180 a 360g Crianças maior de 10 anos de idade: 360 a 480g Preparo do Bário SEED Cap-14 Aplicações Geriátrica O risco de desidratação é uma preocupação em pacientes idosos, o que exige atenção e monitoramento adicionais, em virtude do próprio preparo do paciente Pacientes idosos podem exigir mais tempo e atenção durante as mudanças de posição da mesa Pode ser necessário um decréscimo no fator de exposição de radiação pela menor densidade tecidual do idoso como naqueles com biotipo astênico APLICAÇÕES GERIÁTRICAS SEED Cap-14 Procedimentos radiográficos Pico de Quilovoltagem (kVp) e Tempo de Exposição Um kVp alto de 100 a 125 é necessário para uma boa penetração de raios, conseguindo-se um bom contraste das estruturas preenchidas pelo bário. Um tempo de exposição curto é necessário para evitar artefatos produzidos pelos movimentos peristálticos. Em estudos do TGI com duplo contraste, uma redução do kVp para uma faixa entre 80 e 90 é comum, garantindo imagens com maior contraste AP (deitado) Básica OAD (deitado) PA (deitado) Lateral direita (deitado) OPE (deitado) Especiais Não tem SEED Cap-14 Procedimentos radiográficos Cap-14 Patologias demonstradas OAD, Perfil, AP, OAE e PA para esofagograma São demonstrada constrições, corpos estranhos, anomalias anatômicas e neoplasia do esôfago INCIDÊNCIA Cap-14 Patologias demonstradas Obliqua Anterior Direita (OAD) Seriografia GI superior Esta é a posição ideal para demonstração de pólipos e úlceras no piloro do bulbo duodenal e do arco duodenal Obliquidade Astênico 40º Estênico 45º a 55º Hiperestênico 70º INCIDÊNCIA 48 Cap-14 Patologias demonstradas Antero Posterior (PA) Seriografia GI superior São demonstrados pólipos, divertículos, benzoar e sinais de gastrite no piloro e no corpo do estomago OBS: Nos pacientes hiperestênicos a uma superposição da região pilórica do estomago com o bulbo duodenal Nesta projeção deve-se angular o raio cefalicamente de 35º a 45º Em lactantes uma angulação cefálica de 20º a 25º é recomendada para abrir o corpo e o piloro do estomago INCIDÊNCIA Cap-14 Patologias demonstradas Perfil Direito Seriografia GI superior São mostrados os processos patológicos do espaço retrogastrico, divertículos, úlceras gástricas e trauma do estomago juntamente com a margem posterior do estomago INCIDÊNCIA Cap-14 Patologias demonstradas Obliqua Posterior Esquerda (OPE) Seriografia GI superior Quando a técnica de duplo contraste é usada o piloro e o bulbo duodenal cheios de ar podem demostrar melhor os sinais de gastrite e úlcera Obliquidade Astênico 30º Estênico 45º Hiperestênico 60º INCIDÊNCIA Cap-14 Patologias demonstradas Antero Posterior (AP) Seriografia GI superior Possível hérnia hiatal pode ser demonstrada na posição de TRENDELENBURG INCIDÊNCIA Exames Contrastados TGI ALTO Prof. Aleks Alves Bontrager, Kenneth L FIM