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Livro Eletrônico
Aula 00
Pedagogia p/ IFB (Pedagogo)
Professores: Fabiana Firmino, Fernanda Lima
00000000000 - DEMO
 Conhecimentos Pedagógicos 
IFB- Teoria e Exercícios 
Profs: Fernanda Lima e Fabiana Firmino – aula 00 
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AULA 00: TEORIA PEDAGÓGICA: LDB (Lei 9394/96). Diretrizes 
Curriculares Nacionais para Educação Étnico-Raciais. 
Diretrizes Curriculares para a Educação Ambiental. Planos 
Nacionais de Educação de 2000 a 2012. Emenda Constitucional 
n 53/2006 FUNDEB. Gestão da Educação: Constituição Federal 
de 1988. Sociedade e Estado no contexto da Educação. 
Educação e Diversidade. Participação popular no Planejamento 
e na Organização Nacional. 
 
SUMÁRIO PÁGINA 
1.APRESENTAÇÃ0 01 
2. Constituição Federal de 1988 17 
2. LDB 33 
3. Emenda Constitucional n 53/2006 FUNDEB 122 
4. Diretrizes Curriculares para a Educação 
Ambiental 
134 
5.Plano Nacional de Educação de 2000 a 2012 157 
6. Participação popular no Planejamento e na 
Organização Nacional 
168 
7. Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação 
Étnico-Raciais 
174 
8. Questões comentadas 178 
9. Gabarito 228 
 
 
Olá, querid@s alun@s. 
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IFB- Teoria e Exercícios 
Profs: Fernanda Lima e Fabiana Firmino – aula 00 
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É uma satisfação estarmos aqui, do outro lado da telinha, 
auxiliando-os a realizar o sonho de passarem em concurso 
público. 
O curso voltado ao concurso do IFB (Instituto Federal de 
Brasília) traz uma gama imensa de conteúdos voltados à 
educação. Isso requererá de você, querido aluno, uma 
dedicação “level master” para que os conteúdos não se 
acumulem nesse período de preparação. 
 
O que Fernanda e Fabiana poderão fazer para ajudá-los? 
Traremos os conteúdos mastigado feito papa de bebê, 
enxugando ao máximo, deixando somente o filé para facilitar 
a digestão os estudos. ☺ 
 
É com esta imagem que queremos iniciar nossa aula. Afinal de 
contas, quem estudar com determinação e meticulosidade, 
poderá gritar: 
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 Conhecimentos Pedagógicos 
IFB- Teoria e Exercícios 
Profs: Fernanda Lima e Fabiana Firmino – aula 00 
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O carinho na preparação desse curso é enorme e o objetivo é que você 
possa desfrutar do conteúdo mais atualizado e poderoso para ser 
aprovado nesse certame. ☺ 
 
A ideia é a de que a visão diferenciada de cada uma das professoras 
seja um plus para a fixação do conhecimento. 
 
A seguir, segue um pouquinho da história de cada uma para que você 
possa nos conhecer melhor. Essa que vos escreve as primeiras linhas 
é a Fernanda e a seguir vem um pouquinho da minha vida. 
 
OBS: A APRESENTAÇÃO OCORRE EM TODOS NOSSOS CURSOS, 
ENTÃO, CASO VOCÊ JÁ TENHA SIDO NOSSO ALUNO, CORRA 
PARA A PÁGINA 15. 
 
Meu nome é Fernanda Lima e também sou uma educadora que um dia 
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 Conhecimentos Pedagógicos 
IFB- Teoria e Exercícios 
Profs: Fernanda Lima e Fabiana Firmino – aula 00 
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(ou vários, para ser mais precisa) já foi concurseira de garra! 
 
Minha formação é voltada à área educacional: fiz magistério naquela 
época em que o Ensino médio era chamado de Segundo Grau. 
 
Muitos nem devem se lembrar disso, mas na verdade, nem tem tanto 
tempo assim. (rs!). Ok, faz um tempinho: foi em 1996. 
 
Em seguida, ingressei na UnB em que cursei Pedagogia. A partir daí, 
minha jornada educacional ganhou força. Como sala de aula é mesmo 
meu norte, fiz minha pós graduação em Docência Superior. 
 
Hoje, estou a terminar o curso de Letras (que também é uma paixão) 
pela Universidade de Brasília. Também cursei 7 semestres do curso de 
Direito, dando uma pausa, num momento específico da minha vida. 
Tenho planos de terminar esse curso agora em 2014. 
 
Minha experiência em concursos é vasta e bastante dedicada aos da 
área educacional. Entretanto, optei por fazer o que chamamos de 
''concurso ponte''. Sendo assim, meu primeiro êxito em concursos foi o 
do Banco de Brasília, tendo o CESPE como banca examinadora. 
 
Em seguida, passei para o cargo de professora da Secretaria de 
Educação do Distrito Federal, entretanto, optei por continuar no BRB, 
pois na época ainda era estudante na UnB e o horário de trabalho do 
banco era mais favorável para conciliar com os estudos. 
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Após a formatura em Pedagogia (sou da época em que haviam 
habilitações e a minha é a Orientação Educacional), resolvi que 
investiria em concursos ''da área''. Como sabemos, para passar em 
concursos não basta uma boa formação. Deve haver uma preparação 
específica de acordo com o cargo almejado. E essa preparação, o 
candidato não encontra nos bancos da Universidade. 
 
Obviamente, o conhecimento adquirido enquanto estudante 
universitário será útil, mas o mundo dos concursos é um ''universo 
paralelo''. 
 
Quem deseja passar em concurso, tem que abdicar de horas de lazer e 
descanso, para adquirir um conhecimento específico. Até porque as 
matérias cobradas em concursos são amplas e nenhum curso superior 
as contemplaria. Por exemplo: um formado em biologia que pretende 
prestar o concurso para o cargo de professor de biologia terá que 
saber, além das matérias relativas à rotina de um biólogo, as 
disciplinas básicas cobradas em concursos, como: português, 
matemática, informática etc. 
 
Porque estou falando essas coisas? Para que você, você e você não se 
sinta culpada e nem culpado por ter que estudar para concursos da 
área educacional. Isso não é uma vergonha. É mesmo uma 
necessidade e faz parte do processo de aprovação. 
 
PROCESSO: dizem que é a palavra do educador. Usaremos o 
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significado dela a nosso favor, ok? 
 
Mas, voltando ao rumo de minha história: para conseguir ser aprovada 
em concursos, estudei tudo aquilo que os editais de concursos para 
pedagogos cobravam. 
 
Entretanto, senti uma enorme dificuldade de encontrar material 
adequado. Diante disso, enxerguei que minha experiência enquanto 
concurseira, poderia ajudar outros que encontram-se no mesmo 
caminho hoje. 
 
Costumo falar que para passar em concurso público é preciso que ter 
FOCO (Fé - Organização - Coragem - Otimismo). 
A fé não nos deixa desistir. 
A organização nos permite usar melhor nosso tempo. 
A coragem nos faz desafiar o que parece impossível 
E o otimismo deixa a caminhada mais leve. 
 
Com FOCO, logrei êxito nos seguintes concursos específicos para 
pedagogos. 
 
- CODEVASF (pedagoga); 
- Secretaria de Estado e Educação do DF (professora); 
-Prefeitura de Santo Antônio do Descoberto (Orientadora Educacional); 
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- Processo Seletivo Simplificado para o SESC/DF; 
- Ministério da Justiça (Pedagoga). 
 
Também passei em alguns outros concursos (dentro das vagas), que 
não são da área educacional como BRB/ Caixa Econômica. 
 
Hoje sou concursada da Caixa Econômica Federal. Optei por trabalhar 
na Caixa Econômica pela possibilidade exercer a pedagogia fora do 
ambiente educacional. E pelo benefício de se trabalhar 6 horas 
corridas, o que me possibilita exercer a docência com mais 
tranquilidade, como aqui no Estratégia e em cursos presenciais que 
ministro. 
 
Nessa caminhada entendi algumas coisas, dentre elas: 
O conteúdo fixa melhor quando resolvemos exercícios. 
 
Também conclui que: 
As disciplinas cobradas em concursos da área de educação têm uma 
particularidade. Nem sempre o que se é cobrado em prova de 
concurso condiz com o dia a dia do profissional. Há uma linha tênue 
entre o campo da utopia e a teoria, quando estes estão relacionados à 
práticado educador. 
 
O que eu quero dizer com isso? 
Que em nosso curso, o foco dado será ao que a banca de concurso 
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costuma cobrar dos concurseiros. 
 
Faremos os exercícios anteriores possíveis para que o conteúdo entre 
em vossas cabecinhas e não saia de lá nunca mais. Pois, sabemos que 
muitas vezes o que está sendo cobrado na prova, não é cópia 
fidedigna da prática educativa. Mas, para concurso público, o que vale 
é a teoria, ok? 
 
Como comentei, em minha jornada de estudos senti falta, muita falta 
de materiais adequados. Nem sempre encontramos bibliografia bacana 
sobre determinado assunto e, sem dúvida, isso dificulta muito nossa 
caminhada. 
 
Em função disso, ao fim de cada aula, indicarei bibliografia sobre o que 
foi estudado. 
 
A bibliografia dá segurança ao aluno, caso ele queira aprofundar no 
assunto tratado. 
 
 
 
Para ficar mais simples: 
 
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Nossas aulas, terão um enfoque totalmente voltado ao que é 
cobrado em provas de concursos. Porém, nunca deixaremos de 
fazer o paralelo com as nossas práticas diárias, pois tenho convicção 
de que assim, assimilaremos o conteúdo de forma leve e natural. 
 
Ao final de cada aula, faremos juntos, a resolução de algumas 
questões já usadas em concursos anteriores para que, ainda juntos, 
possamos celebrar nossa vitória no dia da prova. 
 
SIM! A vitória de cada um será um tanto a minha também. Eu torço, 
vibro, mando as melhores energias e o melhor conteúdo para vocês. 
 
Farei bom uso da experiência que obtive em bancas de concursos 
distintas, para nosso benefício. Sendo assim, farei um mix de 
questões. A ideia é que a preparação para o seu cargo ocorra 
independente de quem seja o responsável pela sua prova. 
 
Peço-lhes, que mantenham o FOCO pois não conheço uma só pessoa 
que persistiu no seu objetivo e não o alcançou. Já os que ficam no 
meio do caminho, podem se perder. E esse não poderá ser o seu caso. 
 
Sei que muitos de vocês têm uma jornada pesada e querem conciliar 
com os estudos a fim de atingir um objetivo: que é o de passar em 
concurso. 
 
O que posso dizer é que meu objetivo é ajudá-los a ''tirar de letra'' o 
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conteúdo estudando de uma maneira agradável, honesta e 
descontraída. 
 
Ah! Temos uma página no facebook especial para comunicarmos com 
os alunos do Estratégia: 
https://www.facebook.com/FernandaLimaConhecimentosPedagogicosP
araConcursos?ref=hl 
 
Agora, conheçam a outra pedagoga. Trabalharemos juntas para que ao 
fim possamos comemorar a sua aprovação. Abraços. ☺ 
 
Oi, gente! ☺ 
Meu nome é Fabiana, trabalho na área de educação há 8 anos e estou 
aqui para te ajudar com o conteúdo de conhecimentos pedagógicos. 
 
Quero estabelecer com você uma parceria, com compromisso e 
dedicação para nossos estudos. Aliás, DEDICAÇÃO é a palavra chave 
para você conseguir êxito em todo o processo dessa preparação. 
 
Ingressei na Universidade de Brasília em 2003 e concluí a Licenciatura 
de pedagogia em 2007. A UnB foi uma das primeiras conquistas na 
minha vida onde eu tive que me dedicar, pois minha família não tinha 
condições de bancar uma faculdade particular. 
 
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Mantive um grande interesse pela área pedagógica e decidi me 
especializar em Gestão e Orientação, além de ser Pós-Graduada em 
Docência Superior. 
 
Atuei como coordenadora pedagógica em um cursinho (pré-
vestibular/concursos) onde comecei o meu caminho na área de 
preparação para processos seletivos. Realizei palestras em escolas 
públicas levando informações para os alunos sobre as avaliações do 
PAS e do PRÉ-VESTIBULAR, trabalhando a parte emocional, antes e 
durante o processo de preparação para as provas. Obtive uma grande 
experiência trabalhando na área pedagógica e atualmente me dedico 
também à educação a distância. 
 
É necessário você saber que para a aprovação é imprescindível ter 
organização e preparo emocional para que os obstáculos encontrados 
durante o processo sejam destruídos e facilmente descartados diante 
do seu objetivo maior que será a aprovação! 
 
COMO SE PREPARAR E QUAIS OS MÉTODOS QUE DEVO 
UTILIZAR PARA ALCANÇAR A MINHA PROVAÇÃO? 
 
" Primeiro tenha seus objetivos e coloque-os na frente! Saiba o 
que você quer e quanto isso é necessário para sua vida. 
 
" Mantenha-se motivado – Esse é um dos fatores mais 
importantes para que você não desista dos seus objetivos. 
 
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" Organize-se. Que tal você fazer um plano de estudos? Isso 
facilitará a organização do conteúdo até o dia da prova. 
 
" Não se desespere com o tamanho do conteúdo! Ninguém sabe 
tudo no dia da prova. 
 
" Não desista! Esse deve ser o seu foco. 
 
" Procure dormir bem. É durante o sono que sua mente trabalha 
o que foi estudado. 
 
" Utilize bem o seu tempo. Aproveite que você está em um curso 
a distância e veja as possibilidades para se organizar. 
 
" Se puder, pratique uma atividade física. Essa é uma boa dica 
para você aliviar a tensão que fica durante o processo de preparação 
para a prova. 
 
" Não esqueça do seu momento de lazer. Esse será necessário 
para que você não fiquei estressado no período dos estudos. 
 
" Ajuste intervalos durante a leitura. O ideal é pausar por alguns 
minutos entre a leitura de uma disciplina e outra. Programe o tempo 
dos seus intervalos de acordo com o seu ritmo. Ex: depois de ler meia 
hora, faça um intervalo de cinco minutos, ok? 
 
" Faça bastante exercícios. Separe um momento do dia só para 
resolver questões. Esse será o seu diferencial na hora de resolver a 
prova. 
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Hoje em dia com a nossa rotina e o nosso estilo de vida, fica cada vez 
mais difícil você sair de casa para se preparar para um processo 
seletivo. Sem contar com a comodidade e o tempo que é um grande 
aliado no processo de estudos como este. Irei oferecer à você um bom 
conteúdo dentro de conhecimentos pedagógicos, para você se preparar 
para os concursos dessa área. 
Mas atenção! Não deixe nada te atrapalhar. Faça a sua parte, 
estude! 
Aplique essas dicas na sua rotina querido(a) aluno(a), e aproveite a 
flexibilidade que só a educação a distância oferece para que você 
possa ter sucesso na sua jornada. 
 
Oi, Gente! A Fernanda está de volta! ☺ 
 
 
 
Antes de darmos início à aula do dia, gostaríamos de registrar 
também que: 
- nosso perfil humanista nos exige que nossas aulas fluam de 
forma leve, informal, mas não menos aprofundada; 
 
- Utilizamos uma linguagem simples, direta, mas não abrimos 
mão de lhes ensinar de forma aprofundada. A gente procura 
explicar o que aparentemente lhes parece óbvio. A tática é 
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intencional, pois sabemos que quanto mais reforçarmos os 
assuntos, mais bem preparados vocês estarão no dia da prova. 
 
- usaremos aqui nas aulas, piadas, “causos”, contos e outros 
artifícios que fazem com que o conteúdo fique mais fácil de ser 
assimilado; 
 
- temos um material atualizado a cada novo curso. A título de 
informação: para elaboração de cada aula, utilizamos em média 
cerca de 12 livros acadêmicos atuais,com edições renovadas, 
com autores renomados, com a finalidade de extrair um 
conteúdo completo e necessário para a aprovação. 
 
- temos um combinado com os nossos alunos (é um combinado 
unilateral, pois parte da professora, mas é um combinado, rs): 
aluno aprovado, paga rodada de pão de queijo para as 
professoras! Quem gosta de pão de queijo aqui, levanta a mão! 
o/ 
 
- usamos figuras de corujinhas durante as aulas, para chamar 
atenção, para alertar sobre algo importante, para sinalizar 
alguma coisa. (Corujas são símbolo/mascote da Pedagogia e 
para nossa sorte são o símbolo do Estratégia Concursos). 
Fiquem atentos (as)!!! 
 
- O ensino em EAD exige que o aluno seja autônomo. Que 
tenha a capacidade de se organizar e de estudar sem que 
o professor esteja presente o tempo todo. E ele tem 
inúmeras vantagens, como: poder estudar na hora em 
que seu organismo melhor responde/ utilizar seu tempo 
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hábil para acompanhar o PDF/ se organizar de acordo 
com suas possibilidades etc. Entretanto, é muito 
importante que haja a consciência de que você deve 
estudar. A disciplina é que te fará passar. Há um índice 
muito grande de alunos aprovados em cursos em PDF, se 
comparados aos alunos que se matriculam em cursinhos 
presenciais. Isso se dá ao fato de que o material em PDF 
aborda TODO o conteúdo do edital, ficando para o aluno, 
a responsabilidade de não deixar o conteúdo se 
acumular; 
 
- Lembrando que a interação professor/aluno nos cursos em PDF 
ocorre no fórum de dúvidas do site do Estratégia. Isso fortalece 
a aprendizagem e facilita os estudos durante a trajetória do 
concurseiro. Somente o aluno matriculado regularmente, tem 
acesso ao fórum de dúvidas. Não caiam na bobeira de ratear o 
curso, pois perderão uma ferramenta que julgamos 
indispensáveis à sua aprovação: o contato com as professoras 
que mantém-se disponíveis no fórum de dúvidas, orientando 
nos estudos, sanando dúvidas, motivando, dando suporte, 
inclusive, emocional. E não nos responsabilizamos caso seu 
rendimento fique aquém do esperado por não ter conseguido 
sanar as suas dúvidas conosco. 
 
- Uma última informação importante: este curso é protegido 
por direitos autorais (copyright), nos termos da Lei 9.610/98, 
que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos 
autorais e dá outras providências. 
- Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e 
prejudicam os professores que elaboram os cursos. Valorize o 
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trabalho de nossa equipe adquirindo os cursos honestamente 
pelo site do Estratégia. 
- A ética que queremos no mundo está em nós. ☺ 
 
A aula de hoje requer um pouco mais de concentração. 
Trataremos daa Teoria Pedagógica e da Gestão de Educação. 
E o que seriam? 
 
São todas leis que regem e ajudam a regulamentar a educação 
brasileira. 
Tomaremos por base as duas mais importantes: 
A nossa Constituição Federal de 88 e a Lei 9394/96 (a LDB). 
A Constituição Federal será estudada exclusivamente no 
tocante à educação. Já a LDB, estudaremos em sua 
integridade, por ser a lei mais importante da educação. 
 
Com isso, também estudaremos a lei 12.796/13 que trata de 
alterações que ocorreram com a LDB no ano passado e tem 
sido assunto de diversas provas. 
 
Mas nossa aula não parará por aqui não. As leis citadas acima, 
terão nossos comentários, considerações que julgamos 
pertinentes, entretanto, também disponibilizaremos algumas 
outras leis federais que julgamos ser importantes para o 
conhecimento de vocês. 
São elas: 
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- FUNDEB 
- Diretrizes Curriculares 
- Plano Nacional de Educação. 
 
Uma informação importante: 
Alguns alunos nos perguntam porque a lei está riscada 
(quando um artigo aparece assim), o famoso tachado: quando 
alguma parte da lei aparece tachada significa que aquele 
trecho não está mais em vigor (revogação ou alteração). Aí 
você me pergunta: 
 
- Porque fica na lei, já que não vale mais? 
 
Os trechos revogados ou alterados permanecem na lei como 
histórico dela. NÃO é conveniente tirarmos pois em alguns 
momentos, podem ser úteis. 
 
No nosso caso, aqui na aula, não há necessidade de ler os 
trechos tachados, mas os mantemos para controle de histórico 
da lei, beleza? 
 
Ainda sobre a aula de hoje: nossas questões também 
abordarão esses assuntos, de acordo com provas passadas, 
para que vocês tenham segurança de como as normas federais 
têm sido abordadas nos certames. 
 
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Aguardamos vocês em nosso fórum de dúvidas. 
Bons estudos. 
 
Inicialmente estudaremos os assuntos relacionados à 
educação, constantes em nossa carta magna: 
 
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988 E A EDUCAÇÃO: 
 
A Constituição de 1988 é clara em seu artigo 6o: 
“São direitos sociais: a educação, alimentação, o trabalho, a moradia, 
o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e 
à infância, a assistência aos desamparados”. 
 
 
Educação é um direito social, previsto no texto da 
Constituição. 
 
Sendo a educação dever do Estado, da família e realidade social, com 
o objetivo de garantir a realização plena do ser humano, inseri-lo no 
contexto do Estado Democrático e qualificá-lo para o mundo do 
trabalho. 
 
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O raciocínio aqui deve ser no sentido de entender que a 
Educação na Constituição prevê que o Estado seja obrigado a 
oferecê-la e que a família tem a obrigação de inserir o ser 
humano para qualificá-lo ao mundo do trabalho. 
 
A um só tempo, a educação representa tanto mecanismo de 
desenvolvimento pessoal do indivíduo, como da própria sociedade em 
que ele se insere. 
A Constituição Federal de 1988 enuncia o direito à educação como 
um direito social no artigo 6º; especifica a competência legislativa 
nos artigos 22, XXIV (no caso as diretrizes e bases da Educação 
Nacional), a nossa querida LDB e 24, IX; dedica toda uma parte do 
título da Ordem Social para responsabilizar o Estado e a família, 
tratar do acesso e da qualidade, organizar o sistema educacional, 
vincular o financiamento e distribuir encargos e competências para os 
entes da federação. 
 
 
Atenção aos artigos dedicados à Educação pela Constituição 
Federal de 88: 
Nesse sentido, a educação tem um caráter democrático e 
acessível de acordo com a Constituição Federal de 1988 
2. O direito à educação como um direito fundamental 
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 Captar toda a dimensão do direito à educação depende de situá-lo 
previamente no contexto dos direitos sociais, econômicos e culturais, 
os chamados direitos de 2ª dimensão, no âmbito dos direitos 
fundamentais. 
 
 
AQUI É IMPORTANTE ENTENDERMOS QUE A EDUCAÇÃO É 
TRATADA NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL COMO UM DIREITO 
FUNDAMENTAL. 
 
 
 A expressão direitos fundamentais guarda sinonímia com a 
expressão direitos humanos. São direitos que encontram seu 
fundamento de validade na preservação da condição humana. São 
direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico como indispensáveis 
para a própria manutenção da condição humana. 
 
 
Fique ligado (a): o direito à educação por se tratar de direito 
fundamental é um direito indispensável para a manutenção da 
condição humana. 
Dignidadejá! (grifo meu). 
 
 
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Direito fundamental é o direito necessário ao indivíduo, ou 
seja: a educação, no contexto da Constituição de 1988 é um 
direito indispensável. 
 
A despeito da "fundamentalidade", Bobbio (1992, p.5) destaca que os 
direitos fundamentais ou direitos humanos são direitos históricos, ou 
seja, são fruto de circunstâncias e conjunturas vividas pela 
humanidade e especificamente por cada um dos diversos Estados, 
sociedades e culturas. Portanto, embora se alicercem numa 
perspectiva jusnaturalista, os direitos fundamentais não prescindem 
do reconhecimento estatal, da inserção no direito positivo. 
 
 
Vamos traduzir o parágrafo acima: 
O direito à educação, por se tratar de um direito social 
fundamental são frutos de necessidades humanas inerentes 
ao desenvolvimento social da humanidade. 
 
O sentido do direito à educação na ordem constitucional de 1988 está 
intimamente ligado ao reconhecimento da dignidade da pessoa 
humana como fundamento da República Federativa do Brasil, bem 
como com os seus objetivos, especificamente: a construção de uma 
sociedade livre, justa e solidária, o desenvolvimento nacional, a 
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erradicação da pobreza e da marginalidade, redução das 
desigualdades sociais e regionais e a promoção do bem comum. 
 
 
 
 
Vamos fazer uma costura com essa informação acima e o que 
nosso edital pede: 
 
Importante entender que sendo o direito à educação um 
reconhecimento à dignidade humana e que esse direito foi 
reconhecido a partir de anseios da própria sociedade vale 
dizer que o direito à educação objetiva a formação de uma 
sociedade, livre, justa e solidária que tem como meta 
erradicar a pobreza, a marginalidade e reduzir as 
desigualdades sociais. 
 
Reconhecer o direito à educação como direito social faz com 
que automaticamente esse direito passe a ser fundamental. 
 
A Constituição de 1988 trata a educação de forma muito clara. Do 
artigo 205 ao 214 há menção direta sobre as formas de educação. 
Como podemos ver a seguir: 
 
O artigo 208, por exemplo, prevê que o ensino fundamental seja 
obrigatório e gratuito. 
 
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Leia-me com atenção: a Constituição de 88, além de prever 
sobre a educação, ainda dispõe de mecanismos normativos 
relacionados à competência legislativa, indicativos de critérios 
de acesso e de qualidade, elementos para organização do 
sistema educacional, previsão para financiamento dessa 
educação e outros. 
 
 
 Isso está na LDB e a base dessa organização está na CF/88: 
 
A organização dos sistemas de ensino está alicerçada na 
definição de áreas prioritárias de atuação e na preocupação 
em instituir um regime de colaboração entre os mesmos. 
Nessa ordem de ideias, aos Municípios compete atuar 
prioritariamente no ensino fundamental e no ensino infantil, 
os Estados e o Distrito Federal no ensino fundamental e 
médio. 
 
 O papel da União não se limita à organização de seu sistema 
de ensino, mas se vincula especialmente a uma função 
redistributiva e supletiva, com o objetivo de garantir 
equalização de oportunidades e padrão mínimo de qualidade. 
Assim, não existe uma área de atuação prioritária para a 
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União, pois em verdade lhe cabe atuar, ainda que em caráter 
de apoio técnico e/ou financeiro, em todos os níveis. 
 
A CF/88 também se preocupou com o papel da educação na 
promoção da integração nacional, como com a preservação das 
peculiaridades regionais, mediante previsão de conteúdos mínimos 
para o ensino fundamental, visando formação básica comum e 
respeito a valores culturais e artísticos, nacionais e regionais. 
Incluindo a especificidade da cultura indígena tutelada, nos termos do 
parágrafo 2º. 
 
Também há previsão do ensino religioso, nos termos do parágrafo 1º 
do artigo 210, que deve estar ligada à liberdade religiosa e não 
deverá haver vinculação com qualquer espécie de credo ou religião. 
 
Com isso, dá para entender que nossa educação está pautada nos 
artigos constitucionais de 205 a 214 e que nossa sociedade está 
inserida nesses direitos. 
Seguem, abaixo, artigos 205 a 2014 da Constituição Federal 
que tratam especificamente da Educação: 
Ps: embora os artigos tratados também se repetem na LDB , 
achei conveniente colocá-los aqui nessa aula, por dois 
motivos: 
 1 para que haja mais uma leitura para a prova. 
2 para que você consiga fazer esse paralelo entre as leis. ☺ 
 
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, 
será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, 
visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o 
exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 
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Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: 
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; 
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o 
pensamento, a arte e o saber; 
III - pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência 
de instituições públicas e privadas de ensino; 
IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
V - valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na 
forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por 
concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; * Nova 
redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de dezembro 
de 2006. 
VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei; 
VII - garantia de padrão de qualidade. 
* VIII - piso salarial profissional nacional para os profissionais da 
educação escolar pública, nos termos de lei federal. 
* Inciso acrescentado pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de 
dezembro de 2006. 
* Parágrafo único. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores 
considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de 
prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no 
âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios.”(NR) 
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* Parágrafo acrescentado pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de 
dezembro de 2006. 
Art. 207. As universidades gozam de autonomia didático-científica, 
administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao 
princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. 
* § 1º - É facultado às universidades admitir professores, técnicos e 
cientistas estrangeiros, na forma da lei. 
* Acrescentado pela Emenda Constitucional nº 11, de 30.4.1996. 
* § 2º - O disposto neste artigo aplica-se às instituições de pesquisa 
científica e tecnológica. 
* Acrescentado pela Emenda Constitucional nº 11, de 30.4.1996. 
Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante 
a garantia de: 
I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 
(dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita 
para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria; (NR) 
* Nova redação dada pelo 1º da Emenda Constitucional nº 59, de 11 
de novembro de 2009 
* Nota: art. 6º da Emenda Constitucional nº 59, de 11 de novembro 
de 2009 - "Art. 6º O disposto no inciso I do art.208 da Constituição 
Federal deverá ser implementado progressivamente, até 2016, nos 
termos do Plano Nacional de Educação, com apoio técnico e financeiro 
da União." 
* II - progressiva universalização do ensino médio gratuito; 
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* Nova redação dada pelo art. 2º da Emenda Constitucional nº 14, de 
13.9.1996. 
III - atendimento educacional especializado aos portadores de 
deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino; 
* IV - educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 
(cinco) anos de idade; 
* Nova redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de 
dezembro de 2006. 
V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da 
criação artística, segundo a capacidade de cada um; 
VI - oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do 
educando; 
* VII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação 
básica, por meio de programas suplementares de material 
didáticoescolar, transporte, alimentação e assistência à saúde." (NR) 
* Nova redação dada pelo art. 1º da Emenda Constitucional nº 59, de 
11 de novembro de 2009 
§ 1º - O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público 
subjetivo. 
§ 2º - O não oferecimento do ensino obrigatório pelo poder público, 
ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade 
competente. 
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§ 3º - Compete ao poder público recensear os educandos no ensino 
fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou 
responsáveis, pela freqüência à escola. 
Art. 209. O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes 
condições: 
I - cumprimento das normas gerais da educação nacional; 
II - autorização e avaliação de qualidade pelo poder público. 
Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino 
fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum e 
respeito aos valores culturais e artísticos, nacionais e regionais. 
· Ver art. 43 da Lei nº 9394, de 20.12.1996, que 
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 
§ 1º - O ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá 
disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino 
fundamental. 
§ 2º - O ensino fundamental regular será ministrado em língua 
portuguesa, assegurada às comunidades indígenas também a 
utilização de suas línguas maternas e processos próprios de 
aprendizagem. 
Art. 211. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. 
* § 1º - A União organizará o sistema federal de ensino e o dos 
Territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e 
exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, 
de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e 
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padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e 
financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. 
§ 2º - Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental 
e na educação infantil. 
* Nova redação dada pelo art. 3º da Emenda Constitucional nº 14, de 
13.9.1996. 
* § 3º - Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no 
ensino fundamental médio. 
Art. 212. A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento, no 
mínimo, da receita resultante de impostos, compreendida a 
proveniente de transferências, na manutenção e desenvolvimento do 
ensino. 
· Ver art. 69 da Lei nº 9394, de 20.12.1996, que 
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 
§ 1º - A parcela da arrecadação de impostos transferida pela União 
aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, ou pelos Estados 
aos respectivos Municípios, não é considerada, para efeito do cálculo 
previsto neste artigo, receita do governo que a transferir. 
§ 2º - Para efeito do cumprimento do disposto no caput deste artigo, 
serão considerados os sistemas de ensino federal, estadual e 
municipal e os recursos aplicados na forma do art. 213. 
* § 3º A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao 
atendimento das necessidades do ensino obrigatório, no que se refere 
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a universalização, garantia de padrão de qualidade e equidade, nos 
termos do plano nacional de educação."(NR) 
* Nova redação dada pelo art. 3º da Emenda Constitucional nº 59, de 
11 de novembro de 2009 
§ 4º - Os programas suplementares de alimentação e assistência à 
saúde previstos no art. 208, VII, serão financiados com recursos 
provenientes de contribuições sociais e outros recursos 
orçamentários. 
 Nova redação dada pelo art. 4º da Emenda Constitucional nº 14, de 
13.9.1996. 
* § 5º A educação básica pública terá como fonte adicional de 
financiamento a contribuição social do salário-educação, recolhida 
pelas empresas na forma da lei. 
* Nova redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de 
dezembro de 2006. 
* § 6º As cotas estaduais e municipais da arrecadação da 
contribuição social do salário-educação serão distribuídas 
proporcionalmente ao número de alunos matriculados na educação 
básica nas respectivas redes públicas de ensino.”(NR) 
* Parágrafo acrescentado pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de 
dezembro de 2006. 
Art. 213. Os recursos públicos serão destinados às escolas públicas, 
podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou 
filantrópicas, definidas em lei, que: 
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I - comprovem finalidade não lucrativa e apliquem seus excedentes 
financeiros em educação; 
· Ver inciso I do art. 77 da Lei nº 9394, de 20.12.1996, 
que estabelece as diretrizes e bases da educação 
nacional. 
II - assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola 
comunitária, filantrópica ou confessional, ou ao poder público, no 
caso de encerramento de suas atividades. 
§ 1º - Os recursos de que trata este artigo poderão ser destinados a 
bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio, na forma da lei, 
para os que demonstrarem insuficiência de recursos, quando houver 
falta de vagas e cursos regulares da rede pública na localidade da 
residência do educando, ficando o poder público obrigado a investir 
prioritariamente na expansão de sua rede na localidade. 
§ 2º - As atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão 
receber apoio financeiro do poder público. 
· Ver § 2º do art. 77 da Lei nº 9394, de 20.12.1996, que 
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 
* "Art. 214. A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de 
duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de 
educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, 
metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção 
e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e 
modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das 
diferentes esferas federativas que conduzam a: 
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* Nova redação dada pelo Art. 4º da Emenda Constitucional nº 59, de 
11 de novembro de 2009 
· Ver art. 79 da Lei nº 9394, de 20.12.1996, que 
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 
I - erradicação do analfabetismo; 
II - universalização do atendimento escolar;III - melhoria da qualidade do ensino; 
IV - formação para o trabalho; 
V - promoção humanística, científica e tecnológica do País; 
VI - estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em 
educação como proporção do produto interno bruto."(NR) 
* Insciso acrescentado pelo art. 5º da Emenda Constitucional nº 59, 
de 11 de novembro de 2009 
* Nova redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de 
dezembro de 2006. 
 
 
 
 
 
Gente, uma dica aqui: 
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Os artigos da Constituição de 88 se repetem basicamente por 
completo em nossa LDB. O importante aqui é entender quais 
as implicações que a educação traz para nossa sociedade. 
Vimos que por ser um direito fundamental e indispensável a 
educação tem um caráter agregador ou excludente. Isso será 
definido a partir do quanto as normas relacionadas à 
educação, previstas na Constituição Federal têm sido 
cumpridas. Compreende? 
 
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Agora estudaremos a lei mais importante da educação: 
LEI 9394/96: LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO OU 
LDB – CONHECIDA AINDA COMO LEI DARCY RIBEIRO 
 
A LDB é uma lei e lei é algo que em algum momento pode 
te dispersar. Tentaremos entregá-la mastigadinha para ti, 
entretanto, em alguns momentos teremos que ler os incisos e 
parágrafos dela ao pé da letra mesmo, ok? 
Então, vou te contar como eu costumo estudar leis para 
assimilar: 
Usando fichas. As fichas geralmente te ajudam a manter uma 
organização mental. É claro que cada pessoa tem sua forma de 
assimilar, mas caso você esteja meio perdida (o) vale a pena tentar. 
Use as canetas coloridas para destacar os pontos cruciais. 
Geralmente o cérebro aceita bem essa aquarela e na hora da revisão 
fica mais fácil relembrar. 
Mas é só uma dica. Comigo funciona muito bem. 
Se tentar e achar que está funcionando, conte-me no fórum. 
 
Estamos prontos? 
Vamos pra luta! 
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, como seu próprio título 
sugere é a lei que rege os ensinos PÚBLICOS E PRIVADOS do 
Brasil. 
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Opa! 
Já anote! A LDB manda geral na educação! 
 
Costuma cair em prova e pegar candidatos desavisados que a lei rege 
o ensino público. NÃO! Ela rege tanto o ensino PÚBLICO quanto 
o ensino PRIVADO. 
 
Prof, a LDB regulamenta até que nível de ensino? 
A LDB regulamenta o sistema de ensino da Educação Básica à 
Educação Superior. 
A LDB reafirma o direito a educação. Direito esse que também é 
previsto na Constituição Federal. 
Até ano passado, a LDB defendia que a educação deveria 
ofertar educação obrigatória dos 6 aos 17 anos. Entretanto... 
ATENÇÃO: 
A LEI 12.796/13 TRAZ UMA REFORMA NA LDB EM QUE 
ALTERA A IDADE MÍNIMA DE 4 ANOS PARA INGRESSO 
OBRIGATÓRIO. OS ESTADOS E MUNICÍPIOS TERÃO QUE SE 
ADEQUAR PARA QUE ATÉ 2016 ESTEJAM OFERECENDO VAGAS 
PARA ESSA FAIXA ETÁRIA. 
 
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Então é bom ter atenção. Hoje a exigência mínima é de 4 anos 
para o ingresso mas pode cair na prova sobre a alteração que 
valerá a partir de 2016. Ou seja: pela nova legislação, a 
obrigatoriedade de ingresso na escola é a partir dos 4 anos, 
entretanto, os estados e municípios receberam um tempo para 
se adequar à nova regra e têm até 2016 para se adaptarem. 
Aqui funciona como a reforma ortográfica: embora esteja em 
vigor, foi dado um prazo para adequação. Mas para a hora da 
prova vale o que está em vigor, ou seja: educação obrigatória 
dos 4 aos 17 anos. 
 
 
 
Outra mudança bastante significativa é quanto ao 
currículo da educação infantil. Este deve seguir a mesma base em 
todo o país, respeitando a diversidade cultural de cada região. 
Além disso, o educador deverá acompanhar e avaliar o 
desenvolvimento das crianças, mas sem o objetivo de aprová-las 
ou reprová-las. Para a União Nacional dos Conselhos Municipais de 
Educação, tais mudanças representam a democratização do ensino 
no Brasil. 
 
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Vamos, lá! Continuando. 
Agora, estudaremos a LDB por trechos, seguindo seus artigos. 
Ok? Alguns artigos você terá mesmo que estudar sozinho para 
compreender melhor. Mas vou imitar o Jack e explicar “por 
partes’’. 
 
O esquema está o seguinte: lei ao pé da letra seguida de 
quadro explicativo dos tópicos que requerem uma atenção 
especial, combinado? 
 
E outra coisa: caso algum artigo que eu não tenha explicado 
aqui você tenha ficado com alguma dúvida corra no fórum e 
abra seu coração. Tem também nosso email aqui do 
Estratégia: fernandalima@estrategiaconcursos.com.br e 
fabianafirmino@estrategiaconcursos.com.br 
 
FOCO! Fé- otimismo – coragem- organização ☺ 
 
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso 
Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
TÍTULO I 
Da Educação 
Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se 
desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, 
nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e 
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organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. 
§ 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, 
predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias. 
§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do 
trabalho e à prática social. 
 
Atenção ao que o texto diz: 
 
A EDUCAÇÃO SE DÁ: 
Art. 1 Processos formativos que se desenvolvem na vida 
familiar, na convivência humana, no trabalho, nas relações de 
ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e oganizações de 
sociedade civil e nas manifestações culturais. 
Já a lei (a LDB) disciplina: a educação ESCOLAR, que se 
desenvolve predominantemente, por meio do ensino em 
instituições próprias. 
PERCEBE A DIFERENÇA? 
A educação é ampla e se dá em toda parte. 
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A educação ESCOLAR se dá em ambiente específico. 
Sabem aquela história de educação vem de berço e 
conhecimento a gente adquire na escola? É mais ou menos 
isso que a lei traduz. 
TÍTULO II 
Dos Princípios e Fins da Educação Nacional 
Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos 
princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por 
finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o 
exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 
Atenção! 
 
Aqui você pensará da seguinte forma: 
A família é reponsável pela educação mas não pode fazer 
isso sozinha então o Estado deve ajudar. E juntos presarão 
pelos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade 
humana. 
Pra quê tudo isso? Para o pleno desenvolvimento do 
educando para o exercício da cidadania e sua qualificação para 
o trabalho. 
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Pronto. Corra para o abraço! \O/ 
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes 
princípios: 
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na 
escola; 
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a 
cultura, o pensamento, a arte e o saber; 
III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; 
IV - respeito à liberdade eapreço à tolerância; 
V - coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
VI - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; 
VII - valorização do profissional da educação escolar; 
VIII - gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei 
e da legislação dos sistemas de ensino; 
IX - garantia de padrão de qualidade; 
X - valorização da experiência extra-escolar; 
XI - vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as 
práticas sociais. 
XII - consideração com a diversidade étnico-racial. (Incluído 
pela Lei nº 12.796, de 2013) 
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Gente! Aqui não tem jeito: 
O artigo 3º exige que você leia os doze parágrafos para 
que possa entender os princípios. Observe que estes princípios 
estão ligados ao bem estar no ambiente escolar. 
TÍTULO III 
Do Direito à Educação e do Dever de Educar 
Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será 
efetivado mediante a garantia de: 
I - ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os 
que a ele não tiveram acesso na idade própria; 
II - progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao 
ensino médio; 
II - universalização do ensino médio gratuito; (Redação dada 
pela Lei nº 12.061, de 2009) 
III - atendimento educacional especializado gratuito aos 
educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede 
regular de ensino; 
IV - atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças 
de zero a seis anos de idade; 
 
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Vamos ao Art. 4º: 
Na educação o Estado tem obrigações (DEVERES) 
O ensino fundamental é OBRIGATÓRIO e deve ser 
oferecido GRATUITAMENTE. Isso inclui quem não pode estar 
presente na idade própria (os cursos supletivos são exemplos 
disso). 
 
A progressiva extensão da obrigatoriedade ao ensino 
médio. LEMBRE-SE: Nesse caso, há um acordo para que 
ofereça o ensino médio e isso se tornou também obrigatório. 
 
O Estado ainda deve se preocupar em oferecer o 
atendimento educacional especializado gratuito aos 
educandos com necessidades especiais, preferencialmente na 
rede regular de ensino. 
 
Ele (Estado) deve oferecer atendimento gratuito em 
creches e pré escolas. Hoje, com a alteração da lei pela 12.796 
o atendimento em pré-escola é para crianças de 4 a 5 anos. 
I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 
(dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: (Redação 
dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
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a) pré-escola; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
b) ensino fundamental; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
c) ensino médio; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
II - educação infantil gratuita às crianças de até 5 (cinco) anos 
de idade; (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 
Um minuto de atenção aqui!!!!! 
É importante que a gente saiba como a educação básica 
se divide. 
Sabemos que ela vai dos 4 aos 17 anos e se divide em 3 
partes. Se organiza assim: 
Educação Infantil/Ensino fundamental/Ensino médio. 
Dos 0 aos 5 anos chamamos de Educação Infantil e essa 
educação deve ser gratuita. 
Além disso, deve ser oferecido atendimento 
especializado gratuito aos educandos com algum tipo de 
deficiência (transtornos do desenvolvimento, superdotação) 
PREFERENCIALMENTE na rede regular de ensino. 
Atenção ao que diz respeito à vaga perto de casa: 
Isso (Segundo a LDB) vale para os casos de Educação Infantil 
e ensino fundamental. 
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Ou seja: nada dito sobre o ensino médio, de acordo com a 
LDB. 
III - atendimento educacional especializado gratuito aos 
educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e 
altas habilidades ou superdotação, transversal a todos os níveis, 
etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de 
ensino; (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
IV - acesso público e gratuito aos ensinos fundamental e médio 
para todos os que não os concluíram na idade própria; (Redação 
dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e 
da criação artística, segundo a capacidade de cada um; 
VI - oferta de ensino noturno regular, adequado às condições 
do educando; 
VII - oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, 
com características e modalidades adequadas às suas necessidades e 
disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as 
condições de acesso e permanência na escola; 
VIII - atendimento ao educando, no ensino fundamental 
público, por meio de programas suplementares de material didático-
escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde; 
VIII - atendimento ao educando, em todas as etapas da 
educação básica, por meio de programas suplementares de material 
didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde; 
(Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
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IX - padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a 
variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos 
indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-
aprendizagem. 
X – vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino 
fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir 
do dia em que completar 4 (quatro) anos de idade. (Incluído pela Lei 
nº 11.700, de 2008). 
 
 Meninas e Meninos. 
Fiquemos atentos pois o Estado tem o DEVER de oferecer 
ainda: 
Acesso público e Ensino gratuito aos niveis fundamentais 
e médio, inclusive aos que não puderam cursar em idade 
correta. 
Oferta de ensino noturno regular ADEQUANDO AS 
CONDIÇÕES DO EDUCANDO. Aqui sabemos o quanto isso é 
importante, visto que o publico que necessita trabalhar o dia 
todo e ainda encara uma sala de aula no período noturno, tem 
uma exigência específica. 
 
Art. 5º O acesso ao ensino fundamental é direito público 
subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação 
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comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra 
legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder 
Público para exigi-lo. 
 
O acesso ao ensino fundamental é direito público 
subjetivo. 
Isso significa que qualquer cidadão ou grupo de 
cidadãos, associação comunitária, organização sindical, 
entidade de classe ou outra legalmente constituída e até 
mesmo o Ministério Público poderá acionar o Poder Público 
para exigí-lo. 
§ 1º Compete aos Estados e aos Municípios, em regime de 
colaboração, e com a assistência da União: 
 
I - recensear a população em idade escolar para o ensino 
fundamental, e os jovens e adultos que a ele não tiveram acesso; 
 
Art. 5o O acesso à educação básica obrigatória é direito público 
subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação 
comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra 
legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder 
público para exigi-lo. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
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Competência em regime de Colaboração do § 1º acima: 
Tanto um quanto o outro. 
Ou seja: tanto os Estados quanto os Municípios têm 
competênciapara recensear a população em idade escolar 
para o ensino fundamental e os jovens e adultos que a ele não 
tiverem acesso. 
Fiquem ligados! 
§ 1o O poder público, na esfera de sua competência federativa, 
deverá: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
I - recensear anualmente as crianças e adolescentes em idade 
escolar, bem como os jovens e adultos que não concluíram a 
educação básica; (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
II - fazer-lhes a chamada pública; 
III - zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela freqüência à 
escola. 
O poder público deverá zelar, junto aos pais ou 
responsáveis, pela frequência à escolar. 
Observe que isso é um dever, de acordo com a LDB. 
§ 2º Em todas as esferas administrativas, o Poder Público 
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assegurará em primeiro lugar o acesso ao ensino obrigatório, nos 
termos deste artigo, contemplando em seguida os demais níveis e 
modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e 
legais. 
§ 3º Qualquer das partes mencionadas no caput deste artigo 
tem legitimidade para peticionar no Poder Judiciário, na hipótese do § 
2º do art. 208 da Constituição Federal, sendo gratuita e de rito 
sumário a ação judicial correspondente. 
§ 4º Comprovada a negligência da autoridade competente para 
garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser 
imputada por crime de responsabilidade. 
§ 5º Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de 
ensino, o Poder Público criará formas alternativas de acesso aos 
diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização 
anterior. 
 
Então, só pra ficar claro: 
Caso haja negligência comprovada da autoridade competente 
para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá responder 
pelo crime de responsabilidade. 
 
Art. 6o É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula 
das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de 
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idade. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
Ok, aqui quero que prestem atenção. Como já disse 
antes. hoje a obrigatoriedade para a matrícula dos filhos é a 
partir dos 4 anos, em função da alteração na lei que diminui 
essa idade (até 2012 a obrigatoriedade era a partir dos 6 
anos). 
Os Estados e municípios têm até 2016 para se 
adequarem à nova regra. Ou seja: até lá ainda vale a idade de 
6 anos para ingresso, mas quem já estiver adequado à nova 
regra, pode oferecer a partir de 4 anos. 
Art. 7º O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as 
seguintes condições: 
I - cumprimento das normas gerais da educação nacional e do 
respectivo sistema de ensino; 
II - autorização de funcionamento e avaliação de qualidade 
pelo Poder Público; 
III - capacidade de autofinanciamento, ressalvado o previsto no 
art. 213 da Constituição Federal. 
Deixe a Tia explicar: 
E ensino privado é livre desde que atenda as regrinhas 
da educação nacional. 
 E o Poder Público também controla a eficiência da 
parada, ele autoriza o funcionamento e avalia a qualidade do 
ensino. 
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Esse órgão é o MEC. 
TÍTULO IV 
Da Organização da Educação Nacional 
Art. 8º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de 
ensino. 
§ 1º Caberá à União a coordenação da política nacional de 
educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo 
função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais 
instâncias educacionais. 
§ 2º Os sistemas de ensino terão liberdade de organização nos 
termos desta Lei. 
 
Vamos entender isso porque adora despencar na prova! 
A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de 
ensino. 
Até aqui, ok, né? 
Agora vem a parte que você não pode esquecer: 
Caberá à União a coordenação política nacional de educação 
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articulando em diferentes níveis e sistemas e exercendo função 
normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais 
instâncias educacionais. 
O caráter NORMATIVO é próprio da União. Normativo é 
relacionado à norma: ou seja: vem da União a norma, e ela 
redistribui aos Municípios, Distrito Federal e Estados. 
Art. 9º A União incumbir-se-á de: (Regulamento) 
I - elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com 
os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; 
II - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições 
oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios; 
III - prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao 
Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus 
sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade 
obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva; 
IV - estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito 
Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a educação 
infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, que nortearão os 
currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação 
básica comum; 
V - coletar, analisar e disseminar informações sobre a 
educação; 
 VI - assegurar processo nacional de avaliação do rendimento 
escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração 
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com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a 
melhoria da qualidade do ensino; 
VII - baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-
graduação; 
 VIII - assegurar processo nacional de avaliação das 
instituições de educação superior, com a cooperação dos sistemas 
que tiverem responsabilidade sobre este nível de ensino; 
IX - autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, 
respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os 
estabelecimentos do seu sistema de ensino. 
§ 1º Na estrutura educacional, haverá um Conselho Nacional de 
Educação, com funções normativas e de supervisão e atividade 
permanente, criado por lei. 
§ 2° Para o cumprimento do disposto nos incisos V a IX, a 
União terá acesso a todos os dados e informações necessários de 
todos os estabelecimentos e órgãos educacionais. 
§ 3º As atribuições constantes do inciso IX poderão ser 
delegadas aos Estados e ao Distrito Federal, desde que mantenham 
instituições de educação superior. 
 
Preciso que você interprete as atribuições da União da 
seguinte forma: 
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Como já vimos que sua função é normativa, caberá a 
União as atribuições relativas às normas e tudo que isso 
envolve, como por exemplo elaborar o Plano Nacional de 
Educação. 
Além disso, como a União tem o caráter distributivo, 
cabe a ela também autorizar, credenciar, reconhecer, 
supervisionar e avaliar os cursos de ensino superior e seus 
estabelecimentos de ensino. 
 Art. 10. Os Estados incumbir-se-ão de: 
I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições 
oficiais dos seus sistemas de ensino; 
II - definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta 
do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição 
proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser 
atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas 
esferas do Poder Público; 
III - elaborar e executarpolíticas e planos educacionais, em 
consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, 
integrando e coordenando as suas ações e as dos seus Municípios; 
IV - autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, 
respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os 
estabelecimentos do seu sistema de ensino; 
V - baixar normas complementares para o seu sistema de 
ensino; 
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VI - assegurar o ensino fundamental e oferecer, com 
prioridade, o ensino médio. 
VI - assegurar o ensino fundamental e oferecer, com 
prioridade, o ensino médio a todos que o demandarem, respeitado o 
disposto no art. 38 desta Lei; (Redação dada pela Lei nº 12.061, de 
2009) 
VII - assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual. 
(Incluído pela Lei nº 10.709, de 31.7.2003) 
 
Aqui também é importante associar que as incubências 
dos Estados são bem próprias do seu local. Os estados cuidam 
do que está ao seu alcance. Do seu próprio sistema de ensino. 
Obs: as regras dos estados e Municípios aplicam-se ao 
Distrito Federal. 
Parágrafo único. Ao Distrito Federal aplicar-se-ão as 
competências referentes aos Estados e aos Municípios. 
Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de: 
I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições 
oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e 
planos educacionais da União e dos Estados; 
II - exercer ação redistributiva em relação às suas escolas; 
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III - baixar normas complementares para o seu sistema de 
ensino; 
IV - autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos 
do seu sistema de ensino; 
V - oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, 
com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros 
níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as 
necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos 
percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à 
manutenção e desenvolvimento do ensino. 
VI - assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal. 
(Incluído pela Lei nº 10.709, de 31.7.2003) 
Parágrafo único. Os Municípios poderão optar, ainda, por se 
integrar ao sistema estadual de ensino ou compor com ele um 
sistema único de educação básica. 
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas 
comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: 
I - elaborar e executar sua proposta pedagógica; 
II - administrar seu pessoal e seus recursos materiais e 
financeiros; 
III - assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula 
estabelecidas; 
IV - velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada 
docente; 
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V - prover meios para a recuperação dos alunos de menor 
rendimento; 
VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando 
processos de integração da sociedade com a escola; 
VII - informar os pais e responsáveis sobre a freqüência e o 
rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta 
pedagógica. 
VII - informar pai e mãe, conviventes ou não com seus filhos, 
e, se for o caso, os responsáveis legais, sobre a frequência e 
rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta 
pedagógica da escola; (Redação dada pela Lei nº 12.013, de 2009) 
VIII – notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz 
competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério 
Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas 
acima de cinqüenta por cento do percentual permitido em 
lei.(Incluído pela Lei nº 10.287, de 2001) 
 
As atribuições dos estabelecimentos de ensino estão 
bastante ligadas ao dia-a-dia da escola. Observe cada uma 
delas e verás que os estabelecimentos têm atribuições 
rotineiras. 
Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de: 
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I - participar da elaboração da proposta pedagógica do 
estabelecimento de ensino; 
II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta 
pedagógica do estabelecimento de ensino; 
III - zelar pela aprendizagem dos alunos; 
IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de 
menor rendimento; 
V - ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de 
participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à 
avaliação e ao desenvolvimento profissional; 
VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com 
as famílias e a comunidade. 
Art. 14. Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão 
democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as 
suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: 
I - participação dos profissionais da educação na elaboração do 
projeto pedagógico da escola; 
II - participação das comunidades escolar e local em conselhos 
escolares ou equivalentes. 
Art. 15. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades 
escolares públicas de educação básica que os integram progressivos 
graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão 
financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público. 
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Art. 16. O sistema federal de ensino compreende: 
I - as instituições de ensino mantidas pela União; 
II - as instituições de educação superior criadas e mantidas 
pela iniciativa privada; 
III - os órgãos federais de educação. 
 
IMPORTANTE ENTENDER QUE O SISTEMA FEDERAL DE 
ENSINO COMPREENDE AS INSTITUIÇÕES MANTIDAS PELA 
UNIÃO + INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR CRIADAS E 
MANTIDAS PELA INICIATIVA PRIVADA + ORGÃO FEDERAIS DE 
EDUCAÇÃO (COMO O CNE). 
Art. 17. Os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito 
Federal compreendem: 
I - as instituições de ensino mantidas, respectivamente, pelo 
Poder Público estadual e pelo Distrito Federal; 
II - as instituições de educação superior mantidas pelo Poder 
Público municipal; 
III - as instituições de ensino fundamental e médio criadas e 
mantidas pela iniciativa privada; 
IV - os órgãos de educação estaduais e do Distrito Federal, 
respectivamente. 
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Parágrafo único. No Distrito Federal, as instituições de 
educação infantil, criadas e mantidas pela iniciativa privada, integram 
seu sistema de ensino. 
Art. 18. Os sistemas municipais de ensino compreendem: 
I - as instituições do ensino fundamental, médio e de educação 
infantil mantidas pelo Poder Público municipal; 
II - as instituições de educação infantil criadas e mantidas pela 
iniciativa privada; 
III – os órgãos municipais de educação. 
Art. 19. As instituições de ensino dos diferentes níveis 
classificam-se nas seguintes categorias administrativas: 
(Regulamento) 
I - públicas, assim entendidas as criadas ou incorporadas, 
mantidas e administradas pelo Poder Público; 
II - privadas, assim entendidas as mantidas e administradas 
por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado. 
Art. 20. As instituições privadas de ensino se enquadrarão nas 
seguintes categorias: (Regulamento) 
I - particulares em sentido estrito, assim entendidas as que são 
instituídas e mantidas por uma ou mais pessoas físicas ou jurídicas de 
direito privado que não apresentem as características dos incisos 
abaixo; 
II - comunitárias, assim entendidas as que são instituídas por 
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grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas, 
inclusive cooperativas de professores e alunos que incluam na sua 
entidade mantenedora representantes da comunidade; II – 
comunitárias, assim entendidas as que são instituídas por grupos de 
pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas, inclusive 
cooperativas de pais, professores e alunos, que incluam em sua 
entidade mantenedora representantes da comunidade; (Redação 
dada pela Lei nº 11.183, de 2005) 
II - comunitárias, assim entendidas as que são instituídas por 
grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas, 
inclusive cooperativas educacionais, sem fins lucrativos, que incluam 
na sua entidade mantenedora representantes da comunidade; 
(Redação dada pela Lei nº 12.020, de 2009) 
III - confessionais, assim entendidas as que são instituídas por 
grupos de pessoas físicas ou por uma ou mais pessoas jurídicas que 
atendem a orientação confessional e ideologia específicas e ao 
disposto no inciso anterior; 
IV - filantrópicas, na forma da lei. 
TÍTULO V 
Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino 
CAPÍTULO I 
Da Composição dos Níveis Escolares 
Art. 21. A educação escolar compõe-se de: 
I - educação básica, formada pela educação infantil, ensino 
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fundamental e ensino médio; 
II - educação superior. 
 
Isso cai tanto em prova que já deve estar todo ferido. Oh, 
piada boba, hein (rs!). Mas preste atenção! 
A educação escolar é dividida em duas partes: 
A básica que vai da educação infantil, ensino fundamental e 
ensino médio. 
E a Educação Superior. 
Observe que a Educação superior NÃO faz parte da educação 
básica mas faz parte da educação escolar. 
CAPÍTULO II 
DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
Seção I 
Das Disposições Gerais 
Art. 22. A educação básica tem por finalidades desenvolver o 
educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o 
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exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no 
trabalho e em estudos posteriores. 
Art. 23. A educação básica poderá organizar-se em séries 
anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos 
de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência 
e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre 
que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. 
§ 1º A escola poderá reclassificar os alunos, inclusive quando 
se tratar de transferências entre estabelecimentos situados no País e 
no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais. 
§ 2º O calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades 
locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo 
sistema de ensino, sem com isso reduzir o número de horas letivas 
previsto nesta Lei. 
 
É interessante entender que o conceito de finalidade da 
educação básica preza pela formação comum indispensável para o 
exercício da cidadania. E ainda se preocupa com a progressão do 
trabalho e em estudos posteriores. 
Veja também como pode ser organizada a educação básica: 
Séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular 
de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na 
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competência e em outros critérios, que o interesse do processo de 
aprendizagem assim recomendar. 
SIM! A escola pode reclassificar alunos que vêm de 
outras escolas (tanto no país quanto no exterior). 
Art. 24. A educação básica, nos níveis fundamental e médio, 
será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: 
I - a carga horária mínima anual será de oitocentas horas, 
distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho 
escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando 
houver; 
II - a classificação em qualquer série ou etapa, exceto a 
primeira do ensino fundamental, pode ser feita: 
a) por promoção, para alunos que cursaram, com 
aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola; 
b) por transferência, para candidatos procedentes de outras 
escolas; 
c) independentemente de escolarização anterior, mediante 
avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e 
experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa 
adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de 
ensino; 
III - nos estabelecimentos que adotam a progressão regular 
por série, o regimento escolar pode admitir formas de progressão 
parcial, desde que preservada a seqüência do currículo, observadas 
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as normas do respectivo sistema de ensino; 
IV - poderão organizar-se classes, ou turmas, com alunos de 
séries distintas, com níveis equivalentes de adiantamento na matéria, 
para o ensino de línguas estrangeiras, artes, ou outros componentes 
curriculares; 
V - a verificação do rendimento escolar observará os seguintes 
critérios: 
a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, 
com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e 
dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas 
finais; 
b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com 
atraso escolar; 
c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante 
verificação do aprendizado; 
d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; 
e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência 
paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento 
escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus 
regimentos; 
VI - o controle de freqüência fica a cargo da escola, conforme o 
disposto no seu regimento e nas normas do respectivo sistema de 
ensino, exigida a freqüência mínima de setenta e cinco por cento do 
total de horas letivas para aprovação; 
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VII - cabe a cada instituição de ensino expedir históricos 
escolares, declarações de conclusão de série e diplomas ou 
certificados de conclusão de cursos, com as especificações cabíveis. 
 
 
Colocarei em numeral para assimilar melhor. 
A educação básica (que já sabemos que é composta pela 
educação infantil, ensino fundamental e ensino médio) deve 
ter a carga horária anual de 800 horas, distribuídas de no 
MÍNIMO 200 dias efetivos de trabalho escolar, EXCLUÍDO o 
tempo reservado para exames finais, se houver. 
Belezinha? ☺ 
Art. 25. Será objetivo permanente das autoridades 
responsáveis alcançar relação adequada entre o número de alunos e 
o professor, a carga horária e as condições materiais do 
estabelecimento. 
Parágrafo único. Cabe ao respectivo sistema de ensino, à vista 
das condições disponíveis e das características regionais e locais, 
estabelecer parâmetro para atendimento do disposto neste artigo. 
Art. 26. Os currículos do ensino fundamental e médio devem 
ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada 
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sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte 
diversificada, exigida pelas características regionais e locais da 
sociedade, da cultura, da economia e da clientela. 
Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino 
fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a 
ser complementada, em cadasistema de ensino e em cada 
estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas 
características regionais e locais da sociedade, da cultura, da 
economia e dos educandos. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 
2013) 
 
Leia com atenção o artigo 26 pois gosta de ser cobrado 
em provas. 
§ 1º Os currículos a que se refere o caput devem abranger, 
obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o 
conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e 
política, especialmente do Brasil. 
§ 2º O ensino da arte constituirá componente curricular 
obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a 
promover o desenvolvimento cultural dos alunos. 
§ 2o O ensino da arte, especialmente em suas expressões 
regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos 
níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento 
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cultural dos alunos. (Redação dada pela Lei nº 12.287, de 2010) 
 
Não se esqueça: o ensino da arte é componente 
curricular OBRIGATÓRIO. 
§ 3o A educação física, integrada à proposta pedagógica da 
escola, é componente curricular obrigatório da Educação Básica, 
ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, 
sendo facultativa nos cursos noturnos. (Redação dada pela Lei nº 
10.328, de 12.12.2001) 
§ 3o A educação física, integrada à proposta pedagógica da 
escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, 
sendo sua prática facultativa ao aluno: (Redação dada pela Lei nº 
10.793, de 1º.12.2003) 
I – que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis 
horas; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003) 
II – maior de trinta anos de idade; (Incluído pela Lei nº 10.793, 
de 1º.12.2003) 
III – que estiver prestando serviço militar inicial ou que, em 
situação similar, estiver obrigado à prática da educação física; 
(Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003) 
IV – amparado pelo Decreto-Lei no 1.044, de 21 de outubro de 
1969; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003) 
V – (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003) 
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VI – que tenha prole. (Incluído pela Lei nº 10.793, de 
1º.12.2003) 
 
O ensino da Educação física é obrigatório na Educação 
básica, entretanto, alguns casos, há dispensa. 
São eles: 
-Quem trabalhe a partir de 6 horas por dia; 
-Quem tiver mais que 30 anos; 
-Quem estiver prestando serviço militar; 
-Quem sofre de alguma doença que comprovadamente 
impeça e 
-Quem tem filho(s). 
GALERA! AQUI É IMPORTANTE FRISAR QUE ESSAS 
REGRAS ENCAIXAM-SE ATÉ MESMO NO PERÍODO NOTURNO. 
§ 4º O ensino da História do Brasil levará em conta as 
contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do 
povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e 
européia. 
§ 5º Na parte diversificada do currículo será incluído, 
obrigatoriamente, a partir da quinta série, o ensino de pelo menos 
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uma língua estrangeira moderna, cuja escolha ficará a cargo da 
comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição. 
 
§ 6o A música deverá ser conteúdo obrigatório, mas não 
exclusivo, do componente curricular de que trata o § 2o deste artigo. 
(Incluído pela Lei nº 11.769, de 2008) 
§ 7o Os currículos do ensino fundamental e médio devem 
incluir os princípios da proteção e defesa civil e a educação ambiental 
de forma integrada aos conteúdos obrigatórios. (Incluído pela Lei 
nº 12.608, de 2012) 
Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e 
médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre 
História e Cultura Afro-Brasileira.(Incluído pela Lei nº 10.639, de 
9.1.2003) 
§ 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste 
artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta 
dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação 
da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas 
áreas social, econômica e política pertinentes à História do 
Brasil.(Incluído pela Lei nº 10.639, de 9.1.2003) 
§ 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-
Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em 
especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História 
Brasileiras.(Incluído pela Lei nº 10.639, de 9.1.2003) 
§ 3o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.639, de 9.1.2003) 
Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de 
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ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da 
história e cultura afro-brasileira e indígena. (Redação dada pela Lei 
nº 11.645, de 2008). 
§ 1o O conteúdo programático a que se refere este artigo 
incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a 
formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, 
tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos 
negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena 
brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, 
resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e 
política, pertinentes à história do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 
11.645, de 2008). 
§ 2o Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira 
e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de 
todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística 
e de literatura e história brasileiras. (Redação dada pela Lei nº 
11.645, de 2008). 
Art. 27. Os conteúdos curriculares da educação básica 
observarão, ainda, as seguintes diretrizes: 
I - a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos 
direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à 
ordem democrática; 
II - consideração das condições de escolaridade dos alunos em 
cada estabelecimento; 
III - orientação para o trabalho; 
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IV - promoção do desporto educacional e apoio às práticas 
desportivas não-formais. 
Art. 28. Na oferta de educação básica para a população rural, 
os sistemas de ensino promoverão as adaptações necessárias à sua 
adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, 
especialmente: 
I - conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais 
necessidades e interesses dos alunos da zona rural; 
II - organização escolar própria, incluindo adequação do 
calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas; 
III - adequação à natureza do trabalho na zona rural. 
Na educação básica há uma ênfase enorme na 
formação social do cidadão e da orientação para o trabalho. 
Seção II 
Da Educação Infantil 
Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, 
tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis 
anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e 
social, complementando a ação da família e da comunidade. 
Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação 
básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de 
até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e 
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social, complementando a ação da família e da 
comunidade. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
Art. 30. A educação infantilserá oferecida em: 
I - creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até 
três anos de idade; 
II - pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de 
idade. 
II - pré-escolas, para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos 
de idade. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
Art. 31. Na educação infantil a avaliação far-se-á mediante 
acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo 
de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. 
Art. 31. A educação infantil será organizada de acordo com as 
seguintes regras comuns: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 
2013) 
I - avaliação mediante acompanhamento e registro do 
desenvolvimento das crianças, sem o objetivo de promoção, mesmo 
para o acesso ao ensino fundamental; (Incluído pela Lei nº 12.796, 
de 2013) 
II - carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, 
distribuída por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho 
educacional; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
III - atendimento à criança de, no mínimo, 4 (quatro) horas 
diárias para o turno parcial e de 7 (sete) horas para a jornada 
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integral; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
IV - controle de frequência pela instituição de educação pré-
escolar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do 
total de horas; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
V - expedição de documentação que permita atestar os 
processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança. (Incluído 
pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 
 
Pontos importantes de observação sobre a Educação 
Infantil: 
É oferecida em creche ou entidade equivalente até 3 
anos de idade; 
Pré-escola para crianças de 4 a 5. 
É legal saber que a avaliação na educação infantil é feita 
sem o propósito de promover a criança. O registro é feito 
normalmente por meio de relatório e visa o acompanhamento 
do desenvolvimento. Mas o x aqui é: MESMO PARA ACESSO AO 
ENSINO FUNDAMENTAL. 
Ou seja: a criança não é avaliada para mudar da 
Educação Infantil para o Ensino Fundamental. Para ficar ainda 
mais claro: a educação infantil não reprova ninguém. Bons, 
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tempos, bons tempos (Rs!). 
 A carga horária é de 800 horas anuais distribuídas em 
no mínimo 200 dias de trabalho. 
Atenção ao atendimento mínimo diário às crianças: 4 
horas para meio período e 7 para período integral. 
Seção III 
Do Ensino Fundamental 
Art. 32. O ensino fundamental, com duração mínima de oito 
anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a 
formação básica do cidadão, mediante: 
Art. 32. O ensino fundamental, com duração mínima de oito 
anos, obrigatório e gratuito na escola pública a partir dos seis anos, 
terá por objetivo a formação básica do cidadão mediante: (Redação 
dada pela Lei nº 11.114, de 2005) 
Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 
(nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos 
de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: 
(Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006) 
I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como 
meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; 
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema 
político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta 
a sociedade; 
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo 
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em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de 
atitudes e valores; 
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de 
solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a 
vida social. 
§ 1º É facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino 
fundamental em ciclos. 
§ 2º Os estabelecimentos que utilizam progressão regular por 
série podem adotar no ensino fundamental o regime de progressão 
continuada, sem prejuízo da avaliação do processo de ensino-
aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de 
ensino. 
§ 3º O ensino fundamental regular será ministrado em língua 
portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de 
suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. 
§ 4º O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a 
distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em 
situações emergenciais. 
§ 5o O currículo do ensino fundamental incluirá, 
obrigatoriamente, conteúdo que trate dos direitos das crianças e dos 
adolescentes, tendo como diretriz a Lei no 8.069, de 13 de julho de 
1990, que institui o Estatuto da Criança e do Adolescente, observada 
a produção e distribuição de material didático adequado. (Incluído 
pela Lei nº 11.525, de 2007). 
§ 6º O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como 
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tema transversal nos currículos do ensino fundamental. (Incluído 
pela Lei nº 12.472, de 2011). 
 
Importante saber que o ensino Fundamental é 
obrigatório, tem duração de 9 anos, deve ser oferecido 
gratuitamente em escola pública, iniciando-se aos 6 anos de 
idade. 
Objetivo: formação do cidadão. 
Os sistemas de ensino podem desdobrar o ensino 
fundamental em ciclos. 
Deve ser presencial, sendo a distância somente em casos 
emergenciais ou complementação de aprendizagem. 
Atente-se às informações de currículo: ECA e 
símbolos nacionais. 
Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, constitui 
disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino 
fundamental, sendo oferecido, sem ônus para os cofres públicos, de 
acordo com as preferências manifestadas pelos alunos ou por seus 
responsáveis, em caráter: 
I - confessional, de acordo com a opção religiosa do aluno ou 
do seu responsável, ministrado por professores ou orientadores 
religiosos preparados e credenciados pelas respectivas igrejas ou 
entidades religiosas; ou 
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II - interconfessional, resultante de acordo entre as diversas 
entidades religiosas, que se responsabilizarão pela elaboração do 
respectivo programa. 
Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte 
integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos 
horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, 
assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, 
vedadas quaisquer formas de proselitismo. (Redação dada pela Lei nº 
9.475, de 22.7.1997) 
 
Cai demais em provas: 
Sobre o ensino religioso e sua matrícula facultativa. Leia 
com atenção o artigo 33. A matrícula é facultativa, porém o 
oferecimento é OBRIGATÓRIO. 
§ 1º Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos 
para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as 
normas para a habilitação e admissão dos professores. 
§ 2º Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída 
pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos 
conteúdos do ensino religioso." 
Art. 34. A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo 
menos quatro horas de trabalho efetivo em sala de aula, sendo 
progressivamente ampliado o período de permanência na escola. 
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Sobre a jornada escolar do ensino fundamental: mínimo 
de quatro horas, como na Educação Infantil. 
§ 1º Sãoressalvados os casos do ensino noturno e das formas 
alternativas de organização autorizadas nesta Lei. 
§ 2º O ensino fundamental será ministrado progressivamente 
em tempo integral, a critério dos sistemas de ensino. 
Seção IV 
Do Ensino Médio 
Art. 35. O ensino médio, etapa final da educação básica, com 
duração mínima de três anos, terá como finalidades: 
I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos 
adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento 
de estudos; 
II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do 
educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se 
adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou 
aperfeiçoamento posteriores; 
III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, 
incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia 
intelectual e do pensamento crítico; 
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IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos 
dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no 
ensino de cada disciplina. 
Art. 36. O currículo do ensino médio observará o disposto na 
Seção I deste Capítulo e as seguintes diretrizes: 
I - destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do 
significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico de 
transformação da sociedade e da cultura; a língua portuguesa como 
instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da 
cidadania; 
II - adotará metodologias de ensino e de avaliação que 
estimulem a iniciativa dos estudantes; 
III - será incluída uma língua estrangeira moderna, como 
disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma 
segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da 
instituição. 
IV – serão incluídas a Filosofia e a Sociologia como disciplinas 
obrigatórias em todas as séries do ensino médio. (Incluído pela Lei nº 
11.684, de 2008) 
§ 1º Os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação 
serão organizados de tal forma que ao final do ensino médio o 
educando demonstre: 
I - domínio dos princípios científicos e tecnológicos que 
presidem a produção moderna; 
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II - conhecimento das formas contemporâneas de linguagem; 
III - domínio dos conhecimentos de Filosofia e de Sociologia 
necessários ao exercício da cidadania. (Revogado pela Lei nº 11.684, 
de 2008) 
§ 2º O ensino médio, atendida a formação geral do educando, 
poderá prepará-lo para o exercício de profissões técnicas. 
(Regulamento) (Revogado pela Lei nº 11.741, de 2008) 
§ 3º Os cursos do ensino médio terão equivalência legal e 
habilitarão ao prosseguimento de estudos. 
§ 4º A preparação geral para o trabalho e, facultativamente, a 
habilitação profissional, poderão ser desenvolvidas nos próprios 
estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições 
especializadas em educação profissional. (Revogado pela Lei nº 
11.741, de 2008) 
 
Anotações sobre Ensino Médio: 
Tia, isso não acaba nunca? 
Está acabando! FOCO! 
Vamos lá: 
- Duração mínima de 3 anos; 
- Consolidação e aprofundamento dos estudos adquiridos no 
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ensino fundamental; 
- Preparação básica para o trabalho; 
- Sociologia e filosofia são disciplinas obrigatórias no ensino 
médio. 
Notem que os demais itens são uma espécie de reforço das 
habilidades adquiridas nas níveis anteriores (educação infantil 
e ensino fundamental). 
Seção IV-A 
Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio (Incluído pela Lei nº 
11.741, de 2008) 
Art. 36-A. Sem prejuízo do disposto na Seção IV deste 
Capítulo, o ensino médio, atendida a formação geral do educando, 
poderá prepará-lo para o exercício de profissões técnicas. (Incluído 
pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Parágrafo único. A preparação geral para o trabalho e, 
facultativamente, a habilitação profissional poderão ser desenvolvidas 
nos próprios estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação 
com instituições especializadas em educação profissional. (Incluído 
pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Art. 36-B. A educação profissional técnica de nível médio será 
desenvolvida nas seguintes formas: (Incluído pela Lei nº 11.741, de 
2008) 
I - articulada com o ensino médio; (Incluído pela Lei nº 11.741, 
de 2008) 
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II - subseqüente, em cursos destinados a quem já tenha 
concluído o ensino médio.(Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Parágrafo único. A educação profissional técnica de nível médio 
deverá observar: (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
I - os objetivos e definições contidos nas diretrizes curriculares 
nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação; 
(Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
II - as normas complementares dos respectivos sistemas de 
ensino; (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
III - as exigências de cada instituição de ensino, nos termos de 
seu projeto pedagógico. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Art. 36-C. A educação profissional técnica de nível médio 
articulada, prevista no inciso I do caput do art. 36-B desta Lei, será 
desenvolvida de forma: (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
I - integrada, oferecida somente a quem já tenha concluído o 
ensino fundamental, sendo o curso planejado de modo a conduzir o 
aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma 
instituição de ensino, efetuando-se matrícula única para cada aluno; 
(Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
II - concomitante, oferecida a quem ingresse no ensino médio 
ou já o esteja cursando, efetuando-se matrículas distintas para cada 
curso, e podendo ocorrer: (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
a) na mesma instituição de ensino, aproveitando-se as 
oportunidades educacionais disponíveis; (Incluído pela Lei nº 11.741, 
de 2008) 
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b) em instituições de ensino distintas, aproveitando-se as 
oportunidades educacionais disponíveis; (Incluído pela Lei nº 11.741, 
de 2008) 
c) em instituições de ensino distintas, mediante convênios de 
intercomplementaridade, visando ao planejamento e ao 
desenvolvimento de projeto pedagógico unificado. (Incluído pela Lei 
nº 11.741, de 2008) 
Art. 36-D. Os diplomas de cursos de educação profissional 
técnica de nível médio, quando registrados, terão validade nacional e 
habilitarão ao prosseguimento de estudos na educação superior. 
(Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Parágrafo único. Os cursos de educação profissional técnica de 
nível médio, nas formas articulada concomitante e subseqüente, 
quando estruturados e organizados em etapas com terminalidade, 
possibilitarão a obtenção de certificados de qualificação para o 
trabalho após a conclusão, com aproveitamento, de cada etapa que 
caracterize uma qualificação para o trabalho. (Incluído pela Lei nº 
11.741, de 2008) 
 
 
Sobre o ensino técnico no nível médio (quem aqui cursou 
segundo grau e não ensino médio, mande-me uma mensagem 
no fórum pra tia aqui saber a idade de vocês). Risos. Eu cursei 
o segundo grau. Apesar de minha jovialidade aos 34 anos. Fiz 
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magistério. \O/ 
Pois então, essa prosa inicial é só para explicar que pode 
haver ensino médio com ênfase na formação profissional, 
desde que: 
- seja integrada ao ensino médio regular. 
-concomitante ao ensino médio regular (na mesma 
instituição ou em outra). 
Seção V 
Da Educação de Jovens e Adultos 
Art. 37. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles 
que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino 
fundamental e médio na idade própria. 
§ 1º Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos 
jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade 
regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as 
características do alunado, seus interesses, condições de vida e de 
trabalho, mediante cursos e exames. 
§ 2º O Poder Público viabilizará e estimulará o acesso e a 
permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e 
complementares entre si. 
§ 3o A educação de jovens e adultos deverá articular-se, 
preferencialmente, com a educação profissional, na forma do 
regulamento. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Art. 38. Os sistemas de ensino manterão cursos e exames 
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supletivos, que compreenderão a base nacional comum do currículo, 
habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular. 
§ 1º Os exames a que se refere este artigo realizar-se-ão: 
I - no nível de conclusão do ensino fundamental, para os 
maiores de quinze anos; 
II - no nível de conclusão do ensino médio, para os maiores de 
dezoito anos. 
§ 2º Os conhecimentos e habilidades adquiridos pelos 
educandos por meios informais serão aferidos e reconhecidos 
mediante exames. 
 
 
Educação de jovens e adultos, carinhosamente chamado 
de EJA. 
Destinado aos que não conseguiram frequentar os 
bancos das salas de aula em idade apropriada. 
Deve articular-se com a educação profissional 
PREFERENCIALMENTE (gente, sempre preste atenção nessas 
palavras, pois as bancas gostam de brincar de troca troca 
palavrinhas e alterar o sentido inteiro da questão e 
certamente com o IBFC não será diferente). 
CAPÍTULO III 
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DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 
Da Educação Profissional e Tecnológica (Redação dada pela Lei nº 
11.741, de 2008) 
Art. 39. A educação profissional, integrada às diferentes formas 
de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, conduz ao 
permanente desenvolvimento de aptidões para a vida 
produtiva.(Regulamento) 
Parágrafo único. O aluno matriculado ou egresso do ensino 
fundamental, médio e superior, bem como o trabalhador em geral, 
jovem ou adulto, contará com a possibilidade de acesso à educação 
profissional. 
Art. 39. A educação profissional e tecnológica, no cumprimento 
dos objetivos da educação nacional, integra-se aos diferentes níveis e 
modalidades de educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da 
tecnologia. (Redação dada pela Lei nº 11.741, de 2008) 
§ 1o Os cursos de educação profissional e tecnológica poderão 
ser organizados por eixos tecnológicos, possibilitando a construção de 
diferentes itinerários formativos, observadas as normas do respectivo 
sistema e nível de ensino. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
§ 2o A educação profissional e tecnológica abrangerá os 
seguintes cursos: (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
I – de formação inicial e continuada ou qualificação 
profissional; (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
II – de educação profissional técnica de nível médio; (Incluído 
pela Lei nº 11.741, de 2008) 
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III – de educação profissional tecnológica de graduação e pós-
graduação. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
§ 3o Os cursos de educação profissional tecnológica de 
graduação e pós-graduação organizar-se-ão, no que concerne a 
objetivos, características e duração, de acordo com as diretrizes 
curriculares nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de 
Educação. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Art. 40. A educação profissional será desenvolvida em 
articulação com o ensino regular ou por diferentes estratégias de 
educação continuada, em instituições especializadas ou no ambiente 
de trabalho. (Regulamento) 
Art. 41. O conhecimento adquirido na educação profissional, 
inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, reconhecimento 
e certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. 
(Regulamento) 
Art. 41. O conhecimento adquirido na educação profissional e 
tecnológica, inclusive no trabalho, poderá ser objeto de avaliação, 
reconhecimento e certificação para prosseguimento ou conclusão de 
estudos.(Redação dada pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Parágrafo único. Os diplomas de cursos de educação 
profissional de nível médio, quando registrados, terão validade 
nacional. (Revogado pela Lei nº 11.741, de 2008) 
Art. 42. As escolas técnicas e profissionais, além dos seus 
cursos regulares, oferecerão cursos especiais, abertos à comunidade, 
condicionada a matrícula à capacidade de aproveitamento e não 
necessariamente ao nível de escolaridade. (Regulamento) 
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Art. 42. As instituições de educação profissional e tecnológica, 
além dos seus cursos regulares, oferecerão cursos especiais, abertos 
à comunidade, condicionada a matrícula à capacidade de 
aproveitamento e não necessariamente ao nível de escolaridade. 
(Redação dada pela Lei nº 11.741, de 2008) 
 
Educação profissional: foco no mercado de trabalho. 
Pode ser oferecida tanto no nível médio, como na 
graduação. Pode ser oferecido ainda no trabalho e nesse caso, 
pode também ser objeto de avaliação, reconhecimento e 
certificação para prosseguimento ou conclusão de estudos. 
CAPÍTULO IV 
DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 
Art. 43. A educação superior tem por finalidade: 
I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito 
científico e do pensamento reflexivo; 
II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, 
aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação 
no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua 
formação contínua; 
III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, 
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visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e 
difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do 
homem e do meio em que vive; 
IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, 
científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e 
comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras 
formas de comunicação; 
V - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e 
profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando 
os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura 
intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; 
VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo 
presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços 
especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de 
reciprocidade; 
VII - promover a extensão, aberta à participação da população, 
visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação 
cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. 
Art. 44. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e 
programas: (Regulamento) 
I - cursos seqüenciais por campo de saber, de diferentes níveis 
de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos 
estabelecidos pelas instituições de ensino; 
I - cursos seqüenciais por campo de saber, de diferentes níveis 
de abrangência,abertos a candidatos que atendam aos requisitos 
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estabelecidos pelas instituições de ensino, desde que tenham 
concluído o ensino médio ou equivalente; (Redação dada pela Lei nº 
11.632, de 2007). 
II - de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído 
o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em 
processo seletivo; 
III - de pós-graduação, compreendendo programas de 
mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e 
outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação e 
que atendam às exigências das instituições de ensino; 
IV - de extensão, abertos a candidatos que atendam aos 
requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino. 
Parágrafo único. Os resultados do processo seletivo referido no 
inciso II do caput deste artigo serão tornados públicos pelas 
instituições de ensino superior, sendo obrigatória a divulgação da 
relação nominal dos classificados, a respectiva ordem de 
classificação, bem como do cronograma das chamadas para 
matrícula, de acordo com os critérios para preenchimento das vagas 
constantes do respectivo edital. (Incluído pela Lei nº 11.331, de 
2006) 
 
A tia quer que você preste atenção nos seguintes pontos 
relativos A Educação Superior: 
Artigo 43 que explica a finalidade da Educação superior. 
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Ao ler esse artigo, faça um paralelo com a vida real para ficar 
mais fácil assimilar. Pra quê a gente se formou? 
Leia com tranquilidade tanto o 43 quanto o 44 que não 
tem erro. 
 
Art. 45. A educação superior será ministrada em instituições de 
ensino superior, públicas ou privadas, com variados graus de 
abrangência ou especialização. (Regulamento) 
Art. 46. A autorização e o reconhecimento de cursos, bem 
como o credenciamento de instituições de educação superior, terão 
prazos limitados, sendo renovados, periodicamente, após processo 
regular de avaliação. (Regulamento) 
§ 1º Após um prazo para saneamento de deficiências 
eventualmente identificadas pela avaliação a que se refere este 
artigo, haverá reavaliação, que poderá resultar, conforme o caso, em 
desativação de cursos e habilitações, em intervenção na instituição, 
em suspensão temporária de prerrogativas da autonomia, ou em 
descredenciamento. (Regulamento) 
§ 2º No caso de instituição pública, o Poder Executivo 
responsável por sua manutenção acompanhará o processo de 
saneamento e fornecerá recursos adicionais, se necessários, para a 
superação das deficiências. 
Art. 47. Na educação superior, o ano letivo regular, 
independente do ano civil, tem, no mínimo, duzentos dias de trabalho 
acadêmico efetivo, excluído o tempo reservado aos exames finais, 
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quando houver. 
§ 1º As instituições informarão aos interessados, antes de cada 
período letivo, os programas dos cursos e demais componentes 
curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, 
recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se a cumprir 
as respectivas condições. 
§ 2º Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos 
estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de 
avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, 
poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as 
normas dos sistemas de ensino. 
§ 3º É obrigatória a freqüência de alunos e professores, salvo 
nos programas de educação a distância. 
§ 4º As instituições de educação superior oferecerão, no 
período noturno, cursos de graduação nos mesmos padrões de 
qualidade mantidos no período diurno, sendo obrigatória a oferta 
noturna nas instituições públicas, garantida a necessária previsão 
orçamentária. 
Art. 48. Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, 
quando registrados, terão validade nacional como prova da formação 
recebida por seu titular. 
§ 1º Os diplomas expedidos pelas universidades serão por elas 
próprias registrados, e aqueles conferidos por instituições não-
universitárias serão registrados em universidades indicadas pelo 
Conselho Nacional de Educação. 
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§ 2º Os diplomas de graduação expedidos por universidades 
estrangeiras serão revalidados por universidades públicas que 
tenham curso do mesmo nível e área ou equivalente, respeitando-se 
os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação. 
§ 3º Os diplomas de Mestrado e de Doutorado expedidos por 
universidades estrangeiras só poderão ser reconhecidos por 
universidades que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e 
avaliados, na mesma área de conhecimento e em nível equivalente 
ou superior. 
Art. 49. As instituições de educação superior aceitarão a 
transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de 
existência de vagas, e mediante processo seletivo. 
Parágrafo único. As transferências ex officio dar-se-ão na forma 
da lei. (Regulamento) 
Art. 50. As instituições de educação superior, quando da 
ocorrência de vagas, abrirão matrícula nas disciplinas de seus cursos 
a alunos não regulares que demonstrarem capacidade de cursá-las 
com proveito, mediante processo seletivo prévio. 
Art. 51. As instituições de educação superior credenciadas 
como universidades, ao deliberar sobre critérios e normas de seleção 
e admissão de estudantes, levarão em conta os efeitos desses 
critérios sobre a orientação do ensino médio, articulando-se com os 
órgãos normativos dos sistemas de ensino. 
Art. 52. As universidades são instituições pluridisciplinares de 
formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de 
extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que se 
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caracterizam por: (Regulamento) 
I - produção intelectual institucionalizada mediante o estudo 
sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto 
de vista científico e cultural, quanto regional e nacional; 
II - um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação 
acadêmica de mestrado ou doutorado; 
III - um terço do corpo docente em regime de tempo integral. 
Parágrafo único. É facultada a criação de universidades 
especializadas por campo do saber. (Regulamento) 
Art. 53. No exercício de sua autonomia, são asseguradas às 
universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições: 
I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e 
programas de educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às 
normas gerais da União e, quando for o caso, do respectivo sistema 
de ensino; (Regulamento) 
II - fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas 
as diretrizes gerais pertinentes; 
III - estabelecer planos, programas e projetos de pesquisa 
científica, produção artística e atividades de extensão; 
IV - fixar o número de vagas de acordo com a capacidade 
institucional e as exigências do seu meio; 
V - elaborar e reformar os seus estatutos e regimentos em 
consonância com as normas gerais atinentes; 
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VI - conferir graus, diplomas e outros títulos; 
VII - firmar contratos, acordos e convênios; 
VIII - aprovar e executar planos, programas e projetos de 
investimentos referentes a obras, serviços e aquisições em geral, 
bem como administrar rendimentos conforme dispositivos 
institucionais; 
IX -administrar os rendimentos e deles dispor na forma 
prevista no ato de constituição, nas leis e nos respectivos estatutos; 
X - receber subvenções, doações, heranças, legados e 
cooperação financeira resultante de convênios com entidades públicas 
e privadas. 
Parágrafo único. Para garantir a autonomia didático-científica 
das universidades, caberá aos seus colegiados de ensino e pesquisa 
decidir, dentro dos recursos orçamentários disponíveis, sobre: 
I - criação, expansão, modificação e extinção de cursos; 
II - ampliação e diminuição de vagas; 
III - elaboração da programação dos cursos; 
IV - programação das pesquisas e das atividades de extensão; 
V - contratação e dispensa de professores; 
VI - planos de carreira docente. 
Art. 54. As universidades mantidas pelo Poder Público gozarão, 
na forma da lei, de estatuto jurídico especial para atender às 
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peculiaridades de sua estrutura, organização e financiamento pelo 
Poder Público, assim como dos seus planos de carreira e do regime 
jurídico do seu pessoal. (Regulamento) 
§ 1º No exercício da sua autonomia, além das atribuições 
asseguradas pelo artigo anterior, as universidades públicas poderão: 
I - propor o seu quadro de pessoal docente, técnico e 
administrativo, assim como um plano de cargos e salários, atendidas 
as normas gerais pertinentes e os recursos disponíveis; 
II - elaborar o regulamento de seu pessoal em conformidade 
com as normas gerais concernentes; 
III - aprovar e executar planos, programas e projetos de 
investimentos referentes a obras, serviços e aquisições em geral, de 
acordo com os recursos alocados pelo respectivo Poder mantenedor; 
IV - elaborar seus orçamentos anuais e plurianuais; 
V - adotar regime financeiro e contábil que atenda às suas 
peculiaridades de organização e funcionamento; 
VI - realizar operações de crédito ou de financiamento, com 
aprovação do Poder competente, para aquisição de bens imóveis, 
instalações e equipamentos; 
VII - efetuar transferências, quitações e tomar outras 
providências de ordem orçamentária, financeira e patrimonial 
necessárias ao seu bom desempenho. 
§ 2º Atribuições de autonomia universitária poderão ser 
estendidas a instituições que comprovem alta qualificação para o 
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ensino ou para a pesquisa, com base em avaliação realizada pelo 
Poder Público. 
Art. 55. Caberá à União assegurar, anualmente, em seu 
Orçamento Geral, recursos suficientes para manutenção e 
desenvolvimento das instituições de educação superior por ela 
mantidas. 
Art. 56. As instituições públicas de educação superior 
obedecerão ao princípio da gestão democrática, assegurada a 
existência de órgãos colegiados deliberativos, de que participarão os 
segmentos da comunidade institucional, local e regional. 
Parágrafo único. Em qualquer caso, os docentes ocuparão 
setenta por cento dos assentos em cada órgão colegiado e comissão, 
inclusive nos que tratarem da elaboração e modificações estatutárias 
e regimentais, bem como da escolha de dirigentes. 
Art. 57. Nas instituições públicas de educação superior, o 
professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de 
aulas.(Regulamento) 
 
Sobre as instituições de educação superior: 
-Podem ser públicas ou privadas; 
- As autorizações dos cursos são renováveis; 
- 1/3 do corpo docente, PELO MENOS, tem que ter 
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mestrado ou doutorado. 
Ps: Leia com carinho todo o artigo 53 e caso tenha ficado 
algo obscuro, me chame no chat (ops: mande uma mensagem 
no forum de dúvidas). ☺ 
Nas instituições públicas de educação superior, o 
professor ficará obrigado ao mínimo de oito (8) horas 
semanais de aula. Fique esperto(a): Na lei diz, instituições 
públicas. 
CAPÍTULO V 
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL 
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos 
desta Lei, a modalidade de educação escolar, oferecida 
preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos 
portadores de necessidades especiais. 
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos 
desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida 
preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com 
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades ou superdotação. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 
2013) 
§ 1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio 
especializado, na escola regular, para atender às peculiaridades da 
clientela de educação especial. 
§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas 
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ou serviços especializados, sempre que, em função das condições 
específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes 
comuns de ensino regular. 
§ 3º A oferta de educação especial, dever constitucional do 
Estado, tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a 
educação infantil. 
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com 
necessidades especiais: 
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos 
com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades ou superdotação: (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 
2013) 
I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e 
organização específicos, para atender às suas necessidades; 
II - terminalidade específica para aqueles que não puderem 
atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em 
virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor 
tempo o programa escolar para os superdotados; 
III - professores com especialização adequada em nível médio 
ou superior, para atendimento especializado, bem como professores 
do ensino regular capacitados para a integração desses educandos 
nas classes comuns; 
IV - educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva 
integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para 
os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho 
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competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem 
como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas 
áreas artística, intelectual ou psicomotora; 
V - acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais 
suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular. 
Art. 60. Os órgãos normativos dos sistemas de ensino 
estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas 
sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em 
educação especial, para fins de apoio técnico e financeiro pelo Poder 
Público. 
Parágrafo único. O Poder Público adotará, como alternativa 
preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com 
necessidades especiais na própria rede pública regular de ensino, 
independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo. 
Parágrafo único. O poder público adotará, como alternativa 
preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com 
deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas 
habilidades ou superdotação na própria rede pública regular de 
ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste 
artigo. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 
Educação especial oferecida PREFERENCIALMENTE na 
rede regular de ensino, para os portadores de necessidades 
especiais. 
Leia com carinho o artigo 59. Não costuma cair em provas, 
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mas é bom sabê-lo. 
TÍTULO VI 
Dos Profissionais da Educação 
Art. 61. A formação de profissionais da educação, de modo a 
atender aos objetivos dos diferentes níveis e modalidades de ensino e 
às características de cada fase do desenvolvimento do educando, terá 
como fundamentos: (Regulamento) 
I - a associação entre teorias e práticas, inclusive mediante a 
capacitação em serviço; 
II - aproveitamento da formação e experiências anteriores em 
instituições de ensino e outras atividades. 
Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar 
básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido 
formados em cursos reconhecidos, são: (Redação dada pela Lei nº 
12.014, de 2009) 
I – professores habilitados em nível médio ou superior para a 
docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio; 
(Redação dada pela Lei nº 12.014, de 2009) 
II – trabalhadores em educação portadores de diploma de 
pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, 
supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos 
de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas; (Redação dada pela 
Lei nº 12.014, de 2009) 
III – trabalhadores em educação, portadores de diploma de 
curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim. (Incluído pela 
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Lei nº 12.014, de 2009) 
Parágrafo único. A formação dos profissionais da educação, de 
modo a atender às especificidades do exercício de suas atividades, 
bem como aos objetivos das diferentes etapas e modalidades da 
educação básica, terá como fundamentos: (Incluído pela Lei nº 
12.014, de 2009) 
I – a presença de sólida formação básica, que propicie o 
conhecimento dos fundamentos científicos e sociais de suas 
competências de trabalho; (Incluído pela Lei nº 12.014, de 2009) 
II – a associação entre teorias e práticas, mediante estágios 
supervisionados e capacitação em serviço; (Incluído pela Lei nº 
12.014, de 2009) 
III – o aproveitamento da formação e experiências anteriores, 
em instituições de ensino e em outras atividades. (Incluído pela Lei 
nº 12.014, de 2009) 
Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica 
far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação 
plena, em universidades e institutos superiores de educação, 
admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na 
educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino 
fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal. 
(Regulamento) 
Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação 
básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de 
graduação plena, em universidades e institutos superiores de 
educação, admitida, como formação mínima para o exercício do 
magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros anos do 
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ensino fundamental, a oferecida em nível médio na modalidade 
normal. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013) 
§ 1º A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios, 
em regime de colaboração, deverão promover a formação inicial, a 
continuada e a capacitação dos profissionais de magistério. (Incluído 
pela Lei nº 12.056, de 2009). 
§ 2º A formação continuada e a capacitação dos profissionais 
de magistério poderão utilizar recursos e tecnologias de educação a 
distância. (Incluído pela Lei nº 12.056, de 2009). 
§ 3º A formação inicial de profissionais de magistério dará 
preferência ao ensino presencial, subsidiariamente fazendo uso de 
recursos e tecnologias de educação a distância. (Incluído pela Lei nº 
12.056, de 2009). 
§ 4o A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios 
adotarão mecanismos facilitadores de acesso e permanência em 
cursos de formação de docentes em nível superior para atuar na 
educação básica pública. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
§ 5o A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios 
incentivarão a formação de profissionais do magistério para atuar na 
educação básica pública mediante programa institucional de bolsa de 
iniciação à docência a estudantes matriculados em cursos de 
licenciatura, de graduação plena, nas instituições de educação 
superior. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
§ 6o O Ministério da Educação poderá estabelecer nota mínima 
em exame nacional aplicado aos concluintes do ensino médio como 
pré-requisito para o ingresso em cursos de graduação para formação 
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de docentes, ouvido o Conselho Nacional de Educação - 
CNE. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
§ 7o (VETADO). (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
Art. 62-A. A formação dos profissionais a que se refere o inciso 
III do art. 61 far-se-á por meio de cursos de conteúdo técnico-
pedagógico, em nível médio ou superior, incluindo habilitações 
tecnológicas. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
Parágrafo único. Garantir-se-á formação continuada para os 
profissionais a que se refere o caput, no local de trabalho ou em 
instituições de educação básica e superior, incluindo cursos de 
educação profissional, cursos superiores de graduação plena ou 
tecnológicos e de pós-graduação. (Incluído pela Lei nº 12.796, de 
2013) 
Art. 63. Os institutos superiores de educação manterão: 
(Regulamento) 
I - cursos formadores de profissionais para a educação básica, 
inclusive o curso normal superior, destinado à formação de docentes 
para a educação infantil e para as primeiras séries do ensino 
fundamental; 
II - programas de formação pedagógica para portadores de 
diplomas de educação superior que queiram se dedicar à educação 
básica; 
III - programas de educação continuada para os profissionais 
de educação dos diversos níveis. 
Art. 64. A formação de profissionais de educação para 
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administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação 
educacional para a educação básica, será feita em cursos de 
graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da 
instituição de ensino, garantida, nesta formação, a base comum 
nacional. 
Art. 65. A formação docente, exceto para a educação superior, 
incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas. 
Art. 66. A preparação para o exercício do magistério superior 
far-se-á em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas 
de mestrado e doutorado. 
Parágrafo único. O notório saber, reconhecido por universidade 
com curso de doutorado em área afim, poderá suprir a exigência de 
título acadêmico. 
Art. 67. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos 
profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos 
dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público: 
I - ingresso exclusivamente por concurso público de provas e 
títulos; 
II - aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com 
licenciamento periódico remunerado para esse fim; 
III - piso salarial profissional; 
IV - progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e 
na avaliação do desempenho; 
V - período reservado a estudos, planejamento e avaliação, 
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incluído na carga de trabalho; 
VI - condições adequadas de trabalho. 
§ 1o A experiência docente é pré-requisito para o exercício 
profissional de quaisquer outras funções de magistério, nos termos 
das normasde cada sistema de ensino.(Renumerado pela Lei nº 
11.301, de 2006) 
§ 2o Para os efeitos do disposto no § 5º do art. 40 e no § 8o do 
art. 201 da Constituição Federal, são consideradas funções de 
magistério as exercidas por professores e especialistas em educação 
no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em 
estabelecimento de educação básica em seus diversos níveis e 
modalidades, incluídas, além do exercício da docência, as de direção 
de unidade escolar e as de coordenação e assessoramento 
pedagógico. (Incluído pela Lei nº 11.301, de 2006) 
§ 3o A União prestará assistência técnica aos Estados, ao 
Distrito Federal e aos Municípios na elaboração de concursos públicos 
para provimento de cargos dos profissionais da educação. (Incluído 
pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 
Importante: 
A formação de docentes para atuar na educação básica é 
feita em nível superior em curso de licenciatura, de graduação 
plena, em universidades e institutos de nível superior de 
educação, admitida a formação mínima de magistério (ensino 
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médio) na educação infantil e nos 5 (cinco) primeiros anos do 
ensino fundamental. 
Quem se arrepia de emoção ao ler o artigo 64 bate aqui 
na mão da tia: o/ Vamos à ele então: 
 A formação de profissionais de educação para 
administração, planejamento, inspeção, supervisão e 
orientação educacional para a educação básica, será feita em 
cursos de graduação de PEDAGOGIA AÊEE! Ou em nível de pós 
graduação, a critério da instituição, garantida, nesta forma 
TÍTULO VII 
Dos Recursos financeiros 
Art. 68. Serão recursos públicos destinados à educação os 
originários de: 
I - receita de impostos próprios da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios; 
II - receita de transferências constitucionais e outras 
transferências; 
III - receita do salário-educação e de outras contribuições 
sociais; 
IV - receita de incentivos fiscais; 
V - outros recursos previstos em lei. 
Art. 69. A União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, 
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e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, vinte e cinco por 
cento, ou o que consta nas respectivas Constituições ou Leis 
Orgânicas, da receita resultante de impostos, compreendidas as 
transferências constitucionais, na manutenção e desenvolvimento do 
ensino público. 
§ 1º A parcela da arrecadação de impostos transferida pela 
União aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, ou pelos 
Estados aos respectivos Municípios, não será considerada, para efeito 
do cálculo previsto neste artigo, receita do governo que a transferir. 
§ 2º Serão consideradas excluídas das receitas de impostos 
mencionadas neste artigo as operações de crédito por antecipação de 
receita orçamentária de impostos. 
§ 3º Para fixação inicial dos valores correspondentes aos 
mínimos estatuídos neste artigo, será considerada a receita estimada 
na lei do orçamento anual, ajustada, quando for o caso, por lei que 
autorizar a abertura de créditos adicionais, com base no eventual 
excesso de arrecadação. 
§ 4º As diferenças entre a receita e a despesa previstas e as 
efetivamente realizadas, que resultem no não atendimento dos 
percentuais mínimos obrigatórios, serão apuradas e corrigidas a cada 
trimestre do exercício financeiro. 
§ 5º O repasse dos valores referidos neste artigo do caixa da 
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios ocorrerá 
imediatamente ao órgão responsável pela educação, observados os 
seguintes prazos: 
I - recursos arrecadados do primeiro ao décimo dia de cada 
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mês, até o vigésimo dia; 
II - recursos arrecadados do décimo primeiro ao vigésimo dia 
de cada mês, até o trigésimo dia; 
III - recursos arrecadados do vigésimo primeiro dia ao final de 
cada mês, até o décimo dia do mês subseqüente. 
§ 6º O atraso da liberação sujeitará os recursos a correção 
monetária e à responsabilização civil e criminal das autoridades 
competentes. 
Art. 70. Considerar-se-ão como de manutenção e 
desenvolvimento do ensino as despesas realizadas com vistas à 
consecução dos objetivos básicos das instituições educacionais de 
todos os níveis, compreendendo as que se destinam a: 
I - remuneração e aperfeiçoamento do pessoal docente e 
demais profissionais da educação; 
II - aquisição, manutenção, construção e conservação de 
instalações e equipamentos necessários ao ensino; 
III – uso e manutenção de bens e serviços vinculados ao 
ensino; 
IV - levantamentos estatísticos, estudos e pesquisas visando 
precipuamente ao aprimoramento da qualidade e à expansão do 
ensino; 
V - realização de atividades-meio necessárias ao funcionamento 
dos sistemas de ensino; 
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VI - concessão de bolsas de estudo a alunos de escolas públicas 
e privadas; 
VII - amortização e custeio de operações de crédito destinadas 
a atender ao disposto nos incisos deste artigo; 
VIII - aquisição de material didático-escolar e manutenção de 
programas de transporte escolar. 
 
 
 
Quero atenção máxima aqui, pois isso cai demais em 
provas: 
Artigo 68: recursos públicos destinadaos à educação os 
originários de receitas de: 
- impostos próprios da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios; 
- de transferências constitucionais e outras 
transferências; 
- receita do salário-educação e de outras contribuições 
sociais; 
- receita de incentivos fiscais; 
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- outros recursos previstos em lei. 
Artigo 69: a União aplicará, anualmente, nunca menos de 
dezoito (18%) e os Estados, o DF e os Municípios, vinte e 
cinco (25%) ou o que consta nas respectivas Constituições ou 
Leis orgânicas, da receita resultante de impostos, 
compreendidas as transferências constitucionais, na 
manutenção e desenvolvimento do ensino público. Então se a 
questão afirmar que a União pode aplicar 20% a questão está 
CORRETA, OK? Porque 20% é + que 18%. Deu para entender 
a lógica de como gostam de cobrar nas provas. 
Atenção aos prazos de repasse dispostos no § 5. 
Art. 71. Não constituirão despesas de manutenção e 
desenvolvimento do ensino aquelas realizadas com: 
I - pesquisa, quando não vinculada às instituições de ensino, 
ou, quando efetivada fora dos sistemas de ensino, que não vise, 
precipuamente, ao aprimoramento de sua qualidade ou à sua 
expansão; 
II - subvenção a instituições públicas ou privadas de caráter 
assistencial, desportivo ou cultural; 
III - formação de quadros especiais para a administração 
pública, sejam militares ou civis, inclusive diplomáticos; 
IV - programas suplementares de alimentação, assistência 
médico-odontológica, farmacêutica e psicológica, e outras formas de 
assistência social; 
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V - obras de infra-estrutura, ainda que realizadas para 
beneficiar direta ou indiretamente a rede escolar; 
VI - pessoal docente e demais trabalhadores da educação, 
quando em desvio de função ou em atividade alheia à manutenção e 
desenvolvimento do ensino. 
 
 
Não serão despesas de manutenção e desenvolvimento 
do ensino aquelas realizadas com: 
ATENÇÃO AO Parágrafo I: 
“pesquisa, quando NÃO vinculada às instituições de 
ensino, ou, quando efetivada for a dos sistemas de ensino, que 
não vise,precipuamente, ao aprimoramento de sua qualidade 
ou à sua expansão’’. 
Art. 72. As receitas e despesas com manutenção e 
desenvolvimento do ensino serão apuradas e publicadas nos balanços 
do Poder Público, assim como nos relatórios a que se refere o § 3º do 
art. 165 da Constituição Federal. 
Art. 73. Os órgãos fiscalizadores examinarão, prioritariamente, 
na prestação de contas de recursos públicos, o cumprimento do 
disposto no art. 212 da Constituição Federal, no art. 60 do Ato das 
Disposições Constitucionais Transitórias e na legislação concernente. 
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Art. 74. A União, em colaboração com os Estados, o Distrito 
Federal e os Municípios, estabelecerá padrão mínimo de 
oportunidades educacionais para o ensino fundamental, baseado no 
cálculo do custo mínimo por aluno, capaz de assegurar ensino de 
qualidade. 
Parágrafo único. O custo mínimo de que trata este artigo será 
calculado pela União ao final de cada ano, com validade para o ano 
subseqüente, considerando variações regionais no custo dos insumos 
e as diversas modalidades de ensino. 
 
Artigo 74: Bonito demais no papel. Espero que aconteça 
na prática logo, logo em todas as escolas públicas do País. 
Art. 75. A ação supletiva e redistributiva da União e dos 
Estados será exercida de modo a corrigir, progressivamente, as 
disparidades de acesso e garantir o padrão mínimo de qualidade de 
ensino. 
§ 1º A ação a que se refere este artigo obedecerá a fórmula de 
domínio público que inclua a capacidade de atendimento e a medida 
do esforço fiscal do respectivo Estado, do Distrito Federal ou do 
Município em favor da manutenção e do desenvolvimento do ensino. 
§ 2º A capacidade de atendimento de cada governo será 
definida pela razão entre os recursos de uso constitucionalmente 
obrigatório na manutenção e desenvolvimento do ensino e o custo 
anual do aluno, relativo ao padrão mínimo de qualidade. 
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§ 3º Com base nos critérios estabelecidos nos §§ 1º e 2º, a 
União poderá fazer a transferência direta de recursos a cada 
estabelecimento de ensino, considerado o número de alunos que 
efetivamente freqüentam a escola. 
§ 4º A ação supletiva e redistributiva não poderá ser exercida 
em favor do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios se estes 
oferecerem vagas, na área de ensino de sua responsabilidade, 
conforme o inciso VI do art. 10 e o inciso V do art. 11 desta Lei, em 
número inferior à sua capacidade de atendimento. 
Art. 76. A ação supletiva e redistributiva prevista no artigo 
anterior ficará condicionada ao efetivo cumprimento pelos Estados, 
Distrito Federal e Municípios do disposto nesta Lei, sem prejuízo de 
outras prescrições legais. 
Art. 77. Os recursos públicos serão destinados às escolas 
públicas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais 
ou filantrópicas que: 
I - comprovem finalidade não-lucrativa e não distribuam 
resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcela de seu 
patrimônio sob nenhuma forma ou pretexto; 
II - apliquem seus excedentes financeiros em educação; 
III - assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola 
comunitária, filantrópica ou confessional, ou ao Poder Público, no 
caso de encerramento de suas atividades; 
IV - prestem contas ao Poder Público dos recursos recebidos. 
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§ 1º Os recursos de que trata este artigo poderão ser 
destinados a bolsas de estudo para a educação básica, na forma da 
lei, para os que demonstrarem insuficiência de recursos, quando 
houver falta de vagas e cursos regulares da rede pública de domicílio 
do educando, ficando o Poder Público obrigado a investir 
prioritariamente na expansão da sua rede local. 
§ 2º As atividades universitárias de pesquisa e extensão 
poderão receber apoio financeiro do Poder Público, inclusive mediante 
bolsas de estudo. 
Olhe que bacana! 
Os recursos públicos serão destinados à escolas 
públicas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, 
confessionais ou filantrópicas que comprovem que não obtêm 
lucro em seus serviços e que prestem contas ao Poder Público 
dos recursos recebidos. 
 
TÍTULO VIII 
Das Disposições Gerais 
Art. 78. O Sistema de Ensino da União, com a colaboração das 
agências federais de fomento à cultura e de assistência aos índios, 
desenvolverá programas integrados de ensino e pesquisa, para oferta 
de educação escolar bilingüe e intercultural aos povos indígenas, com 
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os seguintes objetivos: 
I - proporcionar aos índios, suas comunidades e povos, a 
recuperação de suas memórias históricas; a reafirmação de suas 
identidades étnicas; a valorização de suas línguas e ciências; 
II - garantir aos índios, suas comunidades e povos, o acesso às 
informações, conhecimentos técnicos e científicos da sociedade 
nacional e demais sociedades indígenas e não-índias. 
Art. 79. A União apoiará técnica e financeiramente os sistemas 
de ensino no provimento da educação intercultural às comunidades 
indígenas, desenvolvendo programas integrados de ensino e 
pesquisa. 
§ 1º Os programas serão planejados com audiência das 
comunidades indígenas. 
§ 2º Os programas a que se refere este artigo, incluídos nos 
Planos Nacionais de Educação, terão os seguintes objetivos: 
I - fortalecer as práticas sócio-culturais e a língua materna de 
cada comunidade indígena; 
II - manter programas de formação de pessoal especializado, 
destinado à educação escolar nas comunidades indígenas; 
III - desenvolver currículos e programas específicos, neles 
incluindo os conteúdos culturais correspondentes às respectivas 
comunidades; 
IV - elaborar e publicar sistematicamente material didático 
específico e diferenciado. 
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§ 3o No que se refere à educação superior, sem prejuízo de 
outras ações, o atendimento aos povos indígenas efetivar-se-á, nas 
universidades públicas e privadas, mediante a oferta de ensino e de 
assistência estudantil, assim como de estímulo à pesquisa e 
desenvolvimento de programas especiais. (Incluído pela Lei nº 
12.416, de 2011) 
Art. 79-A. (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.639, de 
9.1.2003) 
Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro 
como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.(Incluído pela Lei nº 
10.639, de 9.1.2003) 
Art. 80. O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a 
veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e 
modalidades de ensino, e de educação continuada. (Regulamento) 
§ 1º A educação a distância, organizada com abertura e regime 
especiais, será oferecida por instituições especificamente 
credenciadas pela União. 
§ 2º A União regulamentará os requisitos para a realização de 
exames e registro de diploma relativos a cursos de educação a 
distância. 
§ 3º As normas para produção, controle e avaliação de 
programas de educação a distância e a autorização para sua 
implementação, caberão aos respectivos sistemas de ensino, podendo 
haver cooperação e integração entre os diferentes sistemas. 
(Regulamento) 
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§ 4º A educação a distância gozará de tratamento diferenciado, 
que incluirá: 
I - custos de transmissão reduzidos em canais comerciais de 
radiodifusão sonora e de sons e imagens; 
I - custosde transmissão reduzidos em canais comerciais de 
radiodifusão sonora e de sons e imagens e em outros meios de 
comunicação que sejam explorados mediante autorização, concessão 
ou permissão do poder público; (Redação dada pela Lei nº 12.603, 
de 2012) 
II - concessão de canais com finalidades exclusivamente 
educativas; 
III - reserva de tempo mínimo, sem ônus para o Poder Público, 
pelos concessionários de canais comerciais. 
Art. 81. É permitida a organização de cursos ou instituições de 
ensino experimentais, desde que obedecidas as disposições desta Lei. 
Art. 82. Os sistemas de ensino estabelecerão as normas para 
realização dos estágios dos alunos regularmente matriculados no 
ensino médio ou superior em sua jurisdição. 
Parágrafo único. O estágio realizado nas condições deste artigo 
não estabelecem vínculo empregatício, podendo o estagiário receber 
bolsa de estágio, estar segurado contra acidentes e ter a cobertura 
previdenciária prevista na legislação específica. (Revogado pela nº 
11.788, de 2008) 
 Art. 82. Os sistemas de ensino estabelecerão as normas de 
realização de estágio em sua jurisdição, observada a lei federal sobre 
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a matéria. (Redação dada pela Lei nº 11.788, de 2008) 
 
Sobre os cursos à distância: considera-se um avanço na 
educação, pois esses cursos ampliam a possiblidade de 
formação para pessoas que nunca poderiam frequentar os 
bancos de uma sala de aula. 
ATENÇÃO AO ARTIGO 81. 
Art. 83. O ensino militar é regulado em lei específica, admitida 
a equivalência de estudos, de acordo com as normas fixadas pelos 
sistemas de ensino. 
Art. 84. Os discentes da educação superior poderão ser 
aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa pelas respectivas 
instituições, exercendo funções de monitoria, de acordo com seu 
rendimento e seu plano de estudos. 
Art. 85. Qualquer cidadão habilitado com a titulação própria 
poderá exigir a abertura de concurso público de provas e títulos para 
cargo de docente de instituição pública de ensino que estiver sendo 
ocupado por professor não concursado, por mais de seis anos, 
ressalvados os direitos assegurados pelos arts. 41 da Constituição 
Federal e 19 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 
Art. 86. As instituições de educação superior constituídas como 
universidades integrar-se-ão, também, na sua condição de 
instituições de pesquisa, ao Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, 
nos termos da legislação específica. 
TÍTULO IX 
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 Art. 87. É instituída a Década da Educação, a iniciar-se um ano 
a partir da publicação desta Lei. 
§ 1º A União, no prazo de um ano a partir da publicação desta 
Lei, encaminhará, ao Congresso Nacional, o Plano Nacional de 
Educação, com diretrizes e metas para os dez anos seguintes, em 
sintonia com a Declaração Mundial sobre Educação para Todos. 
§ 2º O Poder Público deverá recensear os educandos no ensino 
fundamental, com especial atenção para os grupos de sete a quatorze 
e de quinze a dezesseis anos de idade. 
§ 2o O poder público deverá recensear os educandos no ensino 
fundamental, com especial atenção para o grupo de 6 (seis) a 14 
(quatorze) anos de idade e de 15 (quinze) a 16 (dezesseis) anos de 
idade. (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006) (Revogado 
pela lei nº 12.796, de 2013) 
§ 3º Cada Município e, supletivamente, o Estado e a União, 
deverá: 
I - matricular todos os educandos a partir dos sete anos de 
idade e, facultativamente, a partir dos seis anos, no ensino 
fundamental; 
I – matricular todos os educandos a partir dos seis anos de 
idade, no ensino fundamental, atendidas as seguintes condições no 
âmbito de cada sistema de ensino: (Redação dada pela Lei nº 
11.114, de 2005) 
a) plena observância das condições de oferta fixadas por esta 
Lei, no caso de todas as redes escolares; (Incluída pela Lei nº 
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11.114, de 2005) 
b) atingimento de taxa líquida de escolarização de pelo menos 
95% (noventa e cinco por cento) da faixa etária de sete a catorze 
anos, no caso das redes escolares públicas; e (Incluída pela Lei nº 
11.114, de 2005) 
c) não redução média de recursos por aluno do ensino 
fundamental na respectiva rede pública, resultante da incorporação 
dos alunos de seis anos de idade; (Incluída pela Lei nº 11.114, de 
2005) 
§ 3o O Distrito Federal, cada Estado e Município, e, 
supletivamente, a União, devem: (Redação dada pela Lei nº 11.330, 
de 2006) 
I – matricular todos os educandos a partir dos 6 (seis) anos de 
idade no ensino fundamental; (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 
2006) (Revogado pela lei nº 12.796, de 2013) 
a) (Revogado) (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006) 
b) (Revogado) (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006) 
c) (Revogado) (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006) 
II - prover cursos presenciais ou a distância aos jovens e 
adultos insuficientemente escolarizados; 
III - realizar programas de capacitação para todos os 
professores em exercício, utilizando também, para isto, os recursos 
da educação a distância; 
IV - integrar todos os estabelecimentos de ensino fundamental 
do seu território ao sistema nacional de avaliação do rendimento 
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escolar. 
§ 4º Até o fim da Década da Educação somente serão 
admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por 
treinamento em serviço. (Revogado pela lei nº 12.796, de 2013) 
§ 5º Serão conjugados todos os esforços objetivando a 
progressão das redes escolares públicas urbanas de ensino 
fundamental para o regime de escolas de tempo integral. 
§ 6º A assistência financeira da União aos Estados, ao Distrito 
Federal e aos Municípios, bem como a dos Estados aos seus 
Municípios, ficam condicionadas ao cumprimento do art. 212 da 
Constituição Federal e dispositivos legais pertinentes pelos governos 
beneficiados. 
Art. 87-A. (VETADO). (Incluído pela lei nº 12.796, de 2013) 
Art. 88. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
adaptarão sua legislação educacional e de ensino às disposições desta 
Lei no prazo máximo de um ano, a partir da data de sua publicação. 
(Regulamento) 
§ 1º As instituições educacionais adaptarão seus estatutos e 
regimentos aos dispositivos desta Lei e às normas dos respectivos 
sistemas de ensino, nos prazos por estes estabelecidos. 
§ 2º O prazo para que as universidades cumpram o disposto 
nos incisos II e III do art. 52 é de oito anos. 
Art. 89. As creches e pré-escolas existentes ou que venham a 
ser criadas deverão, no prazo de três anos, a contar da publicação 
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desta Lei, integrar-se ao respectivo sistema de ensino. 
Art. 90. As questões suscitadas na transição entre o regime 
anterior e o que se institui nesta Lei serão resolvidas pelo Conselho 
Nacional de Educação ou, mediante delegação deste, pelos órgãos 
normativos dos sistemas de ensino, preservada a autonomia 
universitária. 
Art. 91. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Art. 92. Revogam-se as disposições das Leis nºs 4.024, de 20 
de dezembro de 1961, e 5.540, de 28 de novembro de 1968, não 
alteradas pelas Leis nºs 9.131, de 24 de novembro de 1995 e 9.192, 
de 21 de dezembro de 1995 e, ainda, as Leis nºs 5.692, de 11 de 
agosto de 1971 e 7.044, de 18 de outubro de 1982, e as demais leis 
e decretos-lei queas modificaram e quaisquer outras disposições em 
contrário. 
Brasília, 20 de dezembro de 1996; 175º da Independência e 
108º da República. 
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Paulo Renato Souza 
 
Uma salva de palmas para você que acaba de estudar a Lei 
que rege a Educação brasileira e subiu mais um degrau rumo à 
aprovação! Mantenha o FOCO! Será sucesso! 
 
 
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Vamos para mais um assunto que será cobrado em nossa 
prova. Preste bastante atenção: Estudaremos agora sobre o 
FUNDEB. 
 
FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da 
Educação Básica e de valorização do Magistério 
FUNDEF - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino 
Fundamental e de valorização do Magistério. 
 
EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 53, DE 19 DE DEZEMBRO DE 
2006 
AS MESAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO 
FEDERAL, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, 
promulgam a seguinte Emenda ao texto constitucional: 
Art. 1º A Constituição Federal passa a vigorar com as seguintes 
alterações: 
“Art. 7º ..................................................................................... 
................................................................................................. 
XXV - assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o 
nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas; 
........................................................................................”(NR) 
 
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Antes da Emenda, a assistência era até os 6 anos, agora é até 
os 5 anos. 
“Art. 23. ................................................................................... 
Parágrafo único. Leis complementares fixarão normas para a 
cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-
estar em âmbito nacional.”(NR) 
“Art. 30. ................................................................................... 
................................................................................................. 
VI - manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do 
Estado, programas de educação infantil e de ensino fundamental; 
Atenção para o termo: cooperação TÉCNICA e FINANCEIRA 
........................................................................................”(NR) 
“Art. 206. ................................................................................. 
................................................................................................. 
V - valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na 
forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por 
concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; 
Aqui as bancas adoram fazer a troca de “e” por “ ou ” 
alterando totalmente o sentido da frase. Ingresso 
exclusivamente por concurso de provas E títulos, aos da rede 
pública. 
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................................................................................................ 
VIII - piso salarial profissional nacional para os profissionais da 
educação escolar pública, nos termos de lei federal. 
Parágrafo único. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores 
considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de 
prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no 
âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios.”(NR) 
“Art. 208. ................................................................................. 
................................................................................................. 
IV - educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 
(cinco) anos de idade; 
.........................................................................................”(NR) 
“Art. 211. ................................................................................. 
................................................................................................. 
§ 5º A educação básica pública atenderá prioritariamente ao ensino 
regular.”(NR) 
 “Art. 212. ................................................................................. 
.................................................................................................
... 
§ 5º A educação básica pública terá como fonte adicional de 
financiamento a contribuição social do salário-educação, recolhida 
pelas empresas na forma da lei. 
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Observe que a contribuição social do salário-educação é 
somente uma das fontes de financiamento da educação 
básica. 
§ 6º As cotas estaduais e municipais da arrecadação da contribuição 
social do salário-educação serão distribuídas proporcionalmente ao 
número de alunos matriculados na educação básica nas respectivas 
redes públicas de ensino.”(NR) 
Opa!! A distribuição das cotas estaduais e municipais que são 
arrecadadas com do salário-educação são distribuídas 
proporcionalmente ao NÚMERO de ALUNOS MATRICULADOS 
na educação básica nas respectivas redes PÚBLICAS de 
ensino. 
 Art. 2º O art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais 
Transitórias passa a vigorar com a seguinte redação: (Vigência) 
“Art. 60. Até o 14º (décimo quarto) ano a partir da promulgação 
desta Emenda Constitucional, os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do 
art. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da 
educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da 
educação, respeitadas as seguintes disposições: 
I - a distribuição dos recursos e de responsabilidades entre o Distrito 
Federal, os Estados e seus Municípios é assegurada mediante a 
criação, no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, de um Fundo 
de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de 
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Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, de natureza 
contábil; 
II - os Fundos referidos no inciso I do caput deste artigo serão 
constituídos por 20% (vinte por cento) dos recursos a que se referem 
os incisos I, II e III do art. 155; o inciso II do caput do art. 157; os 
incisos II, III e IV do caput do art. 158; e as alíneas a e b do inciso I 
e o inciso II do caput do art. 159, todos da Constituição Federal, e 
distribuídos entre cada Estado e seus Municípios, proporcionalmente 
ao número de alunos das diversas etapas e modalidades da educação 
básica presencial, matriculados nas respectivas redes, nos 
respectivos âmbitos de atuação prioritária estabelecidos nos §§ 2º e 
3º do art. 211 da Constituição Federal; 
III - observadas as garantias estabelecidas nos incisos I, II, III e IV 
do caput do art. 208 da Constituição Federal e as metas de 
universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional 
de Educação, a lei disporá sobre: 
 
Ou seja: até 2020 valem as regras de: 
- Distribuição dos recursos e de responsabilidades entre o 
DF, os Estados e seus Municípios assegurada mediante 
criação, de um Fundo de Manutenção E Desenvolvimento 
da Educação Básica e de Valorização dos profissionais 
(FUNDEB), de natureza contábil. 
- Preste atenção aos valores dos Fundos: 20% dos 
recursos a que se referem os incisos I, II E III do artigo 
155; o inciso II do art. 157; os incisos II, III E IV do 
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caput do artigo 158 e as alíneas a e b do inciso I e II do 
caput do art. 159 todos da Constituição Federal. 
- Seguem os temas dos artigos e incisos citados: 
155 (incisos I a III): 
I - transmissão causa mortis e doação, de quaisquer bens 
ou direitos; 
II - operações relativas à circulação de mercadorias e sobre 
prestações de serviços de transporte interestadual e 
intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e 
as prestações se iniciem no exterior; 
III - propriedade de veículos automotores; 
Artigo 157 (inciso II): 
I - vinte por cento do produto da arrecadação do imposto 
que a União instituir no exercício da competência que lhe é 
atribuída pelo art. 154, I. 
Artigo 158 (incisos II, III e IV): 
II- cinqüenta por cento do produto da arrecadação do 
imposto da União sobre a propriedade territorial rural, 
relativamente aos imóveis neles situados, cabendo a 
totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. 153, 
§ 4º, III; 
III- cinqüenta por cento do produto da arrecadação do 
imposto do Estado sobre a propriedade de veículos 
automotores licenciados em seus territórios; 
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IV - vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do 
imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de 
mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte 
interestadual e intermunicipal e de comunicação. 
Artigo 159 (alíneas a e b dos incisos I e II): 
 I - do produto da arrecadação dos impostos sobre renda 
e proventos de qualquer natureza e sobre produtos 
industrializados quarenta e oito por cento na seguinte 
forma: 
 a) vinte e um inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo 
de Participação dos Estados e do Distrito Federal; 
 b) vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento ao 
Fundo de Participação dos Municípios; 
 II - do produto da arrecadação do imposto sobre produtos 
industrializados, dez por cento aos Estados e ao Distrito 
Federal, proporcionalmente ao valor das respectivas 
exportações de produtos industrializados. 
a) a organização dos Fundos, a distribuição proporcional de seus 
recursos, as diferenças e as ponderações quanto ao valor anual por 
aluno entre etapas e modalidades da educação básica e tipos de 
estabelecimento de ensino; 
b) a forma de cálculo do valor anual mínimo por aluno; 
c) os percentuais máximos de apropriação dos recursos dos Fundos 
pelas diversas etapas e modalidades da educação básica, observados 
os arts. 208 e 214 da Constituição Federal, bem como as metas do 
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Plano Nacional de Educação; 
d) a fiscalização e o controle dos Fundos; 
e) prazo para fixar, em lei específica, piso salarial profissional 
nacional para os profissionais do magistério público da educação 
básica; 
IV - os recursos recebidos à conta dos Fundos instituídos nos termos 
do inciso I do caput deste artigo serão aplicados pelos Estados e 
Municípios exclusivamente nos respectivos âmbitos de atuação 
prioritária, conforme estabelecido nos §§ 2º e 3º do art. 211 da 
Constituição Federal; 
V - a União complementará os recursos dos Fundos a que se refere o 
inciso II do caput deste artigo sempre que, no Distrito Federal e em 
cada Estado, o valor por aluno não alcançar o mínimo definido 
nacionalmente, fixado em observância ao disposto no inciso VII do 
caput deste artigo, vedada a utilização dos recursos a que se refere o 
§ 5º do art. 212 da Constituição Federal; 
VI - até 10% (dez por cento) da complementação da União prevista 
no inciso V do caput deste artigo poderá ser distribuída para os 
Fundos por meio de programas direcionados para a melhoria da 
qualidade da educação, na forma da lei a que se refere o inciso III do 
caput deste artigo; 
VII - a complementação da União de que trata o inciso V do caput 
deste artigo será de, no mínimo: 
a) R$ 2.000.000.000,00 (dois bilhões de reais), no primeiro ano de 
vigência dos Fundos; 
b) R$ 3.000.000.000,00 (três bilhões de reais), no segundo ano de 
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vigência dos Fundos; 
c) R$ 4.500.000.000,00 (quatro bilhões e quinhentos milhões de 
reais), no terceiro ano de vigência dos Fundos; 
d) 10% (dez por cento) do total dos recursos a que se refere o inciso 
II do caput deste artigo, a partir do quarto ano de vigência dos 
Fundos; 
 
Observe a progressão anual da complementação dos recursos 
que a União se compromete a fazer. Atenção aos valores 
citados. 
VIII - a vinculação de recursos à manutenção e desenvolvimento do 
ensino estabelecida no art. 212 da Constituição Federal suportará, no 
máximo, 30% (trinta por cento) da complementação da União, 
considerando-se para os fins deste inciso os valores previstos no 
inciso VII do caput deste artigo; 
IX - os valores a que se referem as alíneas a, b, e c do inciso 
VII do caput deste artigo serão atualizados, anualmente, a partir da 
promulgação desta Emenda Constitucional, de forma a preservar, em 
caráter permanente, o valor real da complementação da União; 
X - aplica-se à complementação da União o disposto no art. 160 da 
Constituição Federal; 
XI - o não-cumprimento do disposto nos incisos V e VII do caput 
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deste artigo importará crime de responsabilidade da autoridade 
competente; 
XII - proporção não inferior a 60% (sessenta por cento) de cada 
Fundo referido no inciso I do caput deste artigo será destinada ao 
pagamento dos profissionais do magistério da educação básica em 
efetivo exercício. 
§ 1º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão 
assegurar, no financiamento da educação básica, a melhoria da 
qualidade de ensino, de forma a garantir padrão mínimo definido 
nacionalmente. 
§ 2º O valor por aluno do ensino fundamental, no Fundo de cada 
Estado e do Distrito Federal, não poderá ser inferior ao praticado no 
âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino 
Fundamental e de Valorização do Magistério - FUNDEF, no ano 
anterior à vigência desta Emenda Constitucional. 
§ 3º O valor anual mínimo por aluno do ensino fundamental, no 
âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação 
Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, não 
poderá ser inferior ao valor mínimo fixado nacionalmente no ano 
anterior ao da vigência desta Emenda Constitucional. 
Tem cheirinho de prova: 
O valor anual mínimo por aluno do ensino fundamental no 
âmbito do FUNDEB NÃO poderá ser inferior ao valor mínimo 
fixado nacionalmente no ano anterior ao da vigência dessa 
Emenda. 
§ 4º Para efeito de distribuição de recursos dos Fundos a que se 
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refere o inciso I do caput deste artigo, levar-se-á em conta a 
totalidade das matrículas no ensino fundamental e considerar-se-á 
para a educação infantil, para o ensino médio e para a educação de 
jovens e adultos 1/3 (um terço) das matrículas no primeiro ano, 2/3 
(dois terços) no segundo ano e sua totalidade a partir do terceiro 
ano. 
§ 5º A porcentagem dos recursos de constituição dos Fundos, 
conforme o inciso II do caput deste artigo, será alcançada 
gradativamente nos primeiros 3 (três) anos de vigência dos Fundos, 
da seguinte forma: 
I - no caso dos impostos e transferências constantes do inciso II do 
caput do art. 155; do inciso IV do caput do art. 158; e das alíneas a eb do inciso I e do inciso II do caput do art. 159 da Constituição 
Federal: 
a) 16,66% (dezesseis inteiros e sessenta e seis centésimos por 
cento), no primeiro ano; 
b) 18,33% (dezoito inteiros e trinta e três centésimos por cento), no 
segundo ano; 
c) 20% (vinte por cento), a partir do terceiro ano; 
II - no caso dos impostos e transferências constantes dos incisos I e 
III do caput do art. 155; do inciso II do caput do art. 157; e dos 
incisos II e III do caput do art. 158 da Constituição Federal: 
a) 6,66% (seis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento), no 
primeiro ano; 
b) 13,33% (treze inteiros e trinta e três centésimos por cento), no 
segundo ano; 
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c) 20% (vinte por cento), a partir do terceiro ano.”(NR) 
§ 6º (Revogado). 
§ 7º (Revogado).”(NR) 
 Art. 3º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de 
sua publicação, mantidos os efeitos do art. 60 do Ato das Disposições 
Constitucionais Transitórias, conforme estabelecido pela Emenda 
Constitucional nº 14, de 12 de setembro de 1996, até o início da 
vigência dos Fundos, nos termos desta Emenda Constitucional. 
______________________________________________________ 
 
Agora, segue um pequeno texto explicativo, retirado do Portal 
do FNDE que acredito ser útil para nossa prova. 
O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de 
Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb foi criado pela 
Emenda Constitucional nº 53/2006 e regulamentado pela Lei nº 
11.494/2007 e pelo Decreto nº 6.253/2007, em substituição ao 
Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e 
de Valorização do Magistério - Fundef, que vigorou de 1998 a 2006. 
É um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um 
fundo por estado e Distrito Federal, num total de vinte e sete 
fundos), formado, na quase totalidade, por recursos provenientes dos 
impostos e transferências dos estados, Distrito Federal e municípios, 
vinculados à educação por força do disposto no art. 212 da 
Constituição Federal. Além desses recursos, ainda compõe o Fundeb, 
a título de complementação, uma parcela de recursos federais, 
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sempre que, no âmbito de cada Estado, seu valor por aluno não 
alcançar o mínimo definido nacionalmente. Independentemente da 
origem, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação 
exclusiva na educação básica. 
Com vigência estabelecida para o período 2007-2020, sua 
implantação começou em 1º de janeiro de 2007, sendo plenamente 
concluída em 2009, quando o total de alunos matriculados na rede 
pública foi considerado na distribuição dos recursos e o percentual de 
contribuição dos estados, Distrito Federal e municípios para a 
formação do Fundo atingiu o patamar de 20%. 
O aporte de recursos do governo federal ao Fundeb, de R$ 2 bilhões 
em 2007, aumentou para R$ 3,2 bilhões em 2008, R$ 5,1 bilhões em 
2009 e, a partir de 2010, passou a ser no valor correspondente a 
10% da contribuição total dos estados e municípios de todo o país. 
 
 
Vamos para a terceita parte da aula: Se quiser faça uma 
pequena pausa, busque aquele cafezinho e vamos lá: 
 
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE 
EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO 
RESOLUÇÃO No 2, DE 15 DE JUNHO DE 2012 (*) 
Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Ambiental. 
O Presidente do Conselho Nacional de Educação, de 
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conformidade com o disposto na alínea “c” do § 1o e na alínea “c” do 
§ 2o do artigo 9o da Lei no 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com 
a redação dada pela Lei no 9.131, de 24 de novembro de 1995, e nos 
artigos 22 ao 57 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e com 
fundamento no Parecer CNE/CP no 14/2012, homologado por 
Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no 
DOU de 15 de junho de 2012, 
CONSIDERANDO que: 
A Constituição Federal (CF), de 1988, no inciso VI do § 1o do artigo 
225 determina que o Poder Público deve promover a Educação 
Ambiental em todos os níveis de ensino, pois “todos têm direito ao 
meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do 
povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder 
público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as 
presentes e futuras gerações”; 
 
As Diretrizes têm por base a Carta Magna de 1988 que prevê a 
promoção da Educação ambiental em TODOS os níveis de 
ensino. 
A Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política 
Nacional do Meio Ambiente, no inciso X do artigo 2o, já estabelecia 
que a educação ambiental deve ser ministrada a todos os níveis de 
ensino, objetivando capacitá-la para a participação ativa na defesa do 
meio ambiente; 
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 A educação ambiental também é prevista na nossa 
LDB. E, segundo a lei, tem o objetivo de capacitar para a 
participação ativa na defesa do meio ambiente. Salve o 
Planeta (grifo meu) 
A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, de Diretrizes e Bases da 
Educação Nacional (LDB), prevê que na formação básica do cidadão 
seja assegurada a compreensão do ambiente natural e social; que os 
currículos do Ensino Fundamental e do Médio devem abranger o 
conhecimento do mundo físico e natural; que a Educação Superior 
deve desenvolver o entendimento do ser humano e do meio em que 
vive; que a Educação tem, como uma de suas finalidades, a 
preparação para o exercício da cidadania; 
 
 Ainda segundo a LDB é prevista que, na formação 
básica do cidadão, seja assegurada a compreensão do 
ambiente natural e social e que os currículos. A lei também diz 
sobre o Ensino Fundamental e Médio que devem abranger o 
conhecimento do mundo físico e natural. Sobre a Educação 
Superior a lei prevê que deva desenvolver o entendimento do 
ser humano e do meio em que vive. A lei ainda explica que a 
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Educação tem como uma de suas finalidades, a preparação 
para o exercício da cidadania. 
A Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999, regulamentada pelo Decreto 
no 4.281, de 25 de junho de 2002, dispõe especificamente sobre a 
Educação Ambiental (EA) e institui a Política Nacional de Educação 
Ambiental (PNEA), como componente essencial e permanente da 
educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em 
todos os níveis e modalidades do processo educativo; 
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica em todas 
as suas etapas e modalidades reconhecem a relevância e a 
obrigatoriedade da Educação Ambiental; 
Observe que desde 1999 se fala em Educação 
ambiental. Entretanto as Diretrizes acontecem em 2012 
reconhecendo a relevância e obrigatoriedade da Educação 
Ambiental. 
O Conselho Nacional de Educação aprovou o Parecer CNE/CP no 8, de 
6 de março de 2012, homologado por Despacho do Senhor Ministro 
de Estado da Educação, publicado no DOU de 30 de maio de 2012, 
que estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos 
Humanos incluindo os direitos ambientais no conjunto dos 
internacionalmente reconhecidos, e define que a educação para a 
cidadania compreende a dimensão política do cuidado com o meio 
ambiente local, regional e global; 
O atributo “ambiental” na tradição da Educação Ambiental brasileira e 
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latino- americana não é empregado para especificar um tipo de 
educação, mas se constitui em elemento estruturante que demarca 
um campo político de valores e práticas, mobilizando 
 
(*) Resolução CNE/CP 2/2012. Diário Oficial da União, Brasília, 18 de 
junho de 2012 – Seção 1 – p. 70. 
atores sociais comprometidos com a prática político-pedagógica 
transformadora e emancipatória capaz de promover a ética e a 
cidadania ambiental; 
O reconhecimento do papel transformador e emancipatório da 
Educação Ambiental torna-se cada vez mais visível diante do atual 
contexto nacional e mundial em que a preocupação com as mudanças 
climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, 
os riscos socioambientais locais e globais, as necessidades planetárias 
evidencia-se na prática social, 
RESOLVE: 
TÍTULO I OBJETO E MARCO LEGAL CAPÍTULO I OBJETO 
Art. 1o A presente Resolução estabelece as Diretrizes Curriculares 
Nacionais para a Educação Ambiental a serem observadas pelos 
sistemas de ensino e suas instituições de Educação Básica e de 
Educação Superior, orientando a implementação do determinado pela 
Constituição Federal e pela Lei no 9.795, de 1999, a qual dispõe 
sobre a Educação Ambiental (EA) e institui a Política Nacional de 
Educação Ambiental (PNEA), com os seguintes objetivos: 
I - sistematizar os preceitos definidos na citada Lei, bem como os 
avanços que ocorreram na área para que contribuam com a formação 
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humana de sujeitos concretos que vivem em determinado meio 
ambiente, contexto histórico e sociocultural, com suas condições 
físicas, emocionais, intelectuais, culturais; 
II - estimular a reflexão crítica e propositiva da inserção da Educação 
Ambiental na formulação, execução e avaliação dos projetos 
institucionais e pedagógicos das instituições de ensino, para que a 
concepção de Educação Ambiental como integrante do currículo 
supere a mera distribuição do tema pelos demais componentes; 
III - orientar os cursos de formação de docentes para a Educação 
Básica; IV - orientar os sistemas educativos dos diferentes entes 
federados. 
Art. 2o A Educação Ambiental é uma dimensão da educação, é 
atividade intencional da prática social, que deve imprimir ao 
desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a 
natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa 
atividade humana com a finalidade de torná-la plena de prática social 
e de ética ambiental. 
 
 
Aqui é aquela velha história: leia com calma, para entender os 
3 tópicos de objetivos. Eles estão claros, mas é necessário lê-
los em sua íntegra. 
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Atenção ao artigo 2o: educação ambiental é uma DIMENSÃO 
da educação. É atividade INTENCIONAL da prática social, que 
deve imprimir ao desenvolvimento INDIVIDUAL um caráter 
social em sua relação com a natureza e com os outros seres 
humanos. 
As palavras grifadas têm um peso grande no artigo: 
DIMENSÃO= a educação ambiental é uma parte da Educação 
Atividade INTENCIONAL= a atividade é feita de forma propositada 
para a prática social 
Desenvolvimento INDIVIDUAL= A educação ambiental tem esse 
caráter único de transformar socialmente os seres humanos de forma 
unitária (transformar a cada um, indivudualmente). 
Art. 3o A Educação Ambiental visa à construção de conhecimentos, 
ao desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores sociais, ao 
cuidado com a comunidade de vida, a justiça e a equidade 
socioambiental, e a proteção do meio ambiente natural e construído. 
Art. 4o A Educação Ambiental é construída com responsabilidade 
cidadã, na reciprocidade das relações dos seres humanos entre si e 
com a natureza. 
Percebe o quanto a palavra ‘’SOCIAL’’ é vinculada à 
educação ambiental? 
Pois a educação ambiental tem essa preocupação de mudar os 
valores, de proteger o coletivo, de valorizar o que é de todos. 
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Art. 5o A Educação Ambiental não é atividade neutra, pois envolve 
valores, interesses, visões de mundo e, desse modo, deve assumir na 
prática educativa, de forma articulada e interdependente, as suas 
dimensões política e pedagógica. 
Art. 6o A Educação Ambiental deve adotar uma abordagem que 
considere a interface entre a natureza, a sociocultura, a produção, o 
trabalho, o consumo, superando a visão despolitizada, acrítica, 
ingênua e naturalista ainda muito presente na prática pedagógica das 
instituições de ensino. 
 
Aqui podemos dizer que a educação ambiental tem uma 
característica multieducativa e multidisciplinar, pois ela 
articula com outras ações intencionais educativas, fazendo 
uma costura com as outras dimensões da educação. 
2 
CAPÍTULO II MARCO LEGAL 
Art. 7o Em conformidade com a Lei no 9.795, de 1999, reafirma-se 
que a Educação Ambiental é componente integrante, essencial e 
permanente da Educação Nacional, devendo estar presente, de forma 
articulada, nos níveis e modalidades da Educação Básica e da 
Educação Superior, para isso devendo as instituições de ensino 
promovê-la integradamente nos seus projetos institucionais e 
pedagógicos. 
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Como já foi dito: tudo começou em 1999 onde discutiu-se 
sobre a educação ambiental e sua necessidade e como isso 
poderia ser articulado nos níveis e modalidades da Educação 
Básica (ed infantil, fundamental e ensino médio, lembra-se?) 
ao nível superior. 
Art. 8o A Educação Ambiental, respeitando a autonomia da dinâmica 
escolar e acadêmica, deve ser desenvolvida como uma prática 
educativa integrada e interdisciplinar, contínua e permanente em 
todas as fases, etapas, níveis e modalidades, não devendo, como 
regra, ser implantada como disciplina ou componente curricular 
específico. 
 
Opa!!! Um minuto de sua atenção aqui. Meu radar apitou: 
PIPIPI!!! Isso tem cheirinho de prova. 
Art 8o: a Educação Ambiental, respeitando a autonomia da 
dinâmica (ok, nada, imposto e sim adequado) deve ser 
desenvolvida como prática educativa INTEGRADA, 
INTERDISCIPLINAR, CONTÍNUA E PERMANENTE em todas as 
fases, etapas, níveis e modalidades, não devendo, como regra 
ser implantada como disciplina curricular específico. 
Vale muito a pena ver de novo aqui que a ideia da educação 
ambiental é ser algo integrado. Algo que faça parte 
“naturalmente”do processo educativo. 
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Tia e como isso é feito na vida real? 
O uso da coleta seletiva do lixo, dentro da sala de aula é um 
excelente exemplo. Nesse caso, a educação ambiental 
acontecerá naturalmente e será integrada, interdisciplinar, 
contínua e permanente. Deu para entender a lógica do ensino 
da Educação Ambiental? 
Parágrafo único. Nos cursos, programas e projetos de graduação, 
pós- graduação e de extensão, e nas áreas e atividades voltadas para 
o aspecto metodológico da Educação Ambiental, é facultada a criação 
de componente curricular específico. 
 
Opa! Aqui a história muda. Enquanto na Educação básica, 
pede-se para trabalhar preferencialmente de forma integrada, 
na pós graduação há a liberdade de se criar um componente 
curricular específico. 
Art. 9o Nos cursos de formação inicial e de especialização técnica e 
profissional, em todos os níveis e modalidades, deve ser incorporado 
conteúdo que trate da ética socioambiental das atividades 
profissionais. 
 
Cursos de formação inicial e de especializaçãotécnica e 
profissional: EM TODOS OS NÍVEIS E MODALIDADES deve ser 
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incorporado conteúdo que trate da ética socioambiental das 
atividades profissionais. 
Art. 10. As instituições de Educação Superior devem promover sua 
gestão e suas ações de ensino, pesquisa e extensão orientadas pelos 
princípios e objetivos da Educação Ambiental. 
Art. 11. A dimensão socioambiental deve constar dos currículos de 
formação inicial e continuada dos profissionais da educação, 
considerando a consciência e o respeito à diversidade multiétnica e 
multicultural do País. 
Parágrafo único. Os professores em atividade devem receber 
formação complementar em suas áreas de atuação, com o propósito 
de atender de forma pertinente ao cumprimento dos princípios e 
objetivos da Educação Ambiental. 
 
Os profissionais de educação também não ficam de fora: na 
formação inicial e continuada deve constar em seus currículos 
o estudo da dimensão socioambiental. E s professores em 
atividade devem ser treinados para poderem trabalhar sobre a 
Educação Ambiental. 
 
TÍTULO II 
PRINCÍPIOS E OBJETIVOS 
CAPÍTULO I PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL 
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Art. 12. A partir do que dispõe a Lei no 9.795, de 1999, e com base 
em práticas comprometidas com a construção de sociedades justas e 
sustentáveis, fundadas nos valores da liberdade, igualdade, 
solidariedade, democracia, justiça social, responsabilidade, 
sustentabilidade e educação como direito de todos e todas, são 
princípios da Educação Ambiental: 
I - totalidade como categoria de análise fundamental em formação, 
análises, estudos e produção de conhecimento sobre o meio 
ambiente; 
II - interdependência entre o meio natural, o socioeconômico e o 
cultural, sob o enfoque humanista, democrático e participativo; 
III - pluralismo de ideias e concepções pedagógicas; 
IV - vinculação entre ética, educação, trabalho e práticas sociais na 
garantia de continuidade dos estudos e da qualidade social da 
educação; 
3 
V - articulação na abordagem de uma perspectiva crítica e 
transformadora dos desafios ambientais a serem enfrentados pelas 
atuais e futuras gerações, nas dimensões locais, regionais, nacionais 
e globais; 
VI - respeito à pluralidade e à diversidade, seja individual, seja 
coletiva, étnica, racial, social e cultural, disseminando os direitos de 
existência e permanência e o valor da multiculturalidade e 
plurietnicidade do país e do desenvolvimento da cidadania planetária. 
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Tanto nos princípios elencados acima quanto os objetivos 
(logo abaixo) há a necessidade de ler item por item para 
entender. Embora sejam claros, o fato de serem diversos pode 
causar confusão. Nesse caso, vale a dica das anotações nas 
fichas. 
Para te ajudar, segue um exemplo de como a banca pode 
querer cobrar: 
Assinale com V ou F as assertivas abaixo: 
São objetivos da Educação Ambiental: 
(A) Garantir a democratização e o acesso a informações 
referentes à àrea socioambiental. 
(B) O pluralismo de ideias e concepções pedagógicas. 
Resposta: 
A – V 
B- F (é um princípio) 
Observe que se não estiver bem esquematizado, você pode se 
confundir na hora da prova. 
Os princípios são valores, são atitudes. Os objetivos são 
metas. 
CAPÍTULO II OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL 
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Art. 13. Com base no que dispõe a Lei no 9.795, de 1999, são 
objetivos da Educação Ambiental a serem concretizados conforme 
cada fase, etapa, modalidade e nível de ensino: 
I - desenvolver a compreensão integrada do meio ambiente em suas 
múltiplas e complexas relações para fomentar novas práticas sociais 
e de produção e consumo; 
II - garantir a democratização e o acesso às informações referentes à 
área socioambiental; 
III - estimular a mobilização social e política e o fortalecimento da 
consciência crítica sobre a dimensão socioambiental; 
IV - incentivar a participação individual e coletiva, permanente e 
responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, 
entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor 
inseparável do exercício da cidadania; 
V - estimular a cooperação entre as diversas regiões do País, em 
diferentes formas de arranjos territoriais, visando à construção de 
uma sociedade ambientalmente justa e sustentável; 
VI - fomentar e fortalecer a integração entre ciência e tecnologia, 
visando à sustentabilidade socioambiental; 
VII - fortalecer a cidadania, a autodeterminação dos povos e a 
solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos, 
valendo-se de estratégias democráticas e da interação entre as 
culturas, como fundamentos para o futuro da humanidade; 
VIII - promover o cuidado com a comunidade de vida, a integridade 
dos ecossistemas, a justiça econômica, a equidade social, étnica, 
racial e de gênero, e o diálogo para a convivência e a paz; 
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IX - promover os conhecimentos dos diversos grupos sociais 
formativos do País que utilizam e preservam a biodiversidade. 
 
Aqui a história se repete: leia com calma e faça as anotações, 
observando que os objetivos estão bastante relacionados à 
vida coletiva consciente. E os objetivos são ações a serem 
executadas, certo? Vale a dica de observar se a frase inicia 
com verbo para saber se é um objetivo. Mas atenção, essa é 
uma regra genérica, dada somente para facilitar a sua leitura! 
O ideal é que vc organize mentalmente mesmo cada um 
desses. 
Art. 14. A Educação Ambiental nas instituições de ensino, com base 
nos referenciais apresentados, deve contemplar: 
I - abordagem curricular que enfatize a natureza como fonte de vida 
e relacione a dimensão ambiental à justiça social, aos direitos 
humanos, à saúde, ao trabalho, ao consumo, à pluralidade étnica, 
racial, de gênero, de diversidade sexual, e à superação do racismo e 
de todas as formas de discriminação e injustiça social; 
II - abordagem curricular integrada e transversal, contínua e 
permanente em todas as áreas de conhecimento, componentes 
curriculares e atividades escolares e acadêmicas; 
III - aprofundamento do pensamento crítico-reflexivo mediante 
estudos científicos, socioeconômicos, políticos e históricos a partir da 
dimensão socioambiental, valorizando a participação, a cooperação, o 
senso de justiça e a responsabilidade da comunidade educacional em 
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contraposição às relações de dominação e exploração presentes na 
realidade atual; 
IV - incentivo à pesquisa e à apropriação de instrumentos 
pedagógicos e metodológicos que aprimorem a prática discente e 
docente e a cidadania ambiental; 
V - estímulo à constituição de instituições de ensino como espaços 
educadores sustentáveis, integrando proposta curricular, gestão 
democrática, edificações, tornando-as referências de sustentabilidade 
socioambiental. 
Preste atenção na tia! ☺ 
A educação ambiental nas instituições de ensino, com base em 
tudo que já foi dito deve abordar a valorização da natureza 
como fonte de vida e relacione a dimensão ambiental à justiça 
social, aos direitos humanos, à saude, ao trabalho, ao 
consumo, à pluralidade étcnica, racial, do genero, de 
diversidade sexual, à superação do racismo e de todas as 
formas de discriminação e injustiçasocial. 
Percebe o quanto a educação ambiental é interligada com as 
outras temáticas? 
Tenha atenção, pois esse item pode cair na sua prova. 
TÍTULO III ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 
Art. 15. O compromisso da instituição educacional, o papel 
socioeducativo, ambiental, artístico, cultural e as questões de gênero, 
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etnia, raça e diversidade que compõem as ações educativas, a 
organização e a gestão curricular são componentes integrantes dos 
projetos institucionais e pedagógicos da Educação Básica e da 
Educação Superior. 
§ 1o A proposta curricular é constitutiva do Projeto Político-
Pedagógico (PPP) e dos Projetos e Planos de Cursos (PC) das 
instituições de Educação Básica, e dos Projetos Pedagógicos de Curso 
(PPC) e do Projeto Pedagógico (PP) constante do Plano de 
Desenvolvimento Institucional (PDI) das instituições de Educação 
Superior. 
A proposta curricular que trata a educação ambiental é 
constituída do PPP e dos Projetos Pedagógicos de Curso e do 
Projeto Pedagógico constante do Plano de Desenvolvimento 
Institucional das Instituições de Ensino Superior. 
§ 2o O planejamento dos currículos deve considerar os níveis dos 
cursos, as idades e especificidades das fases, etapas, modalidades e 
da diversidade sociocultural dos estudantes, bem como de suas 
comunidades de vida, dos biomas e dos territórios em que se situam 
as instituições educacionais. 
§ 3o O tratamento pedagógico do currículo deve ser diversificado, 
permitindo reconhecer e valorizar a pluralidade e as diferenças 
individuais, sociais, étnicas e culturais dos estudantes, promovendo 
valores de cooperação, de relações solidárias e de respeito ao meio 
ambiente. 
Art. 16. A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação 
Ambiental nos currículos da Educação Básica e da Educação Superior 
pode ocorrer: 
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I - pela transversalidade, mediante temas relacionados com o meio 
ambiente e a sustentabilidade socioambiental; 
II - como conteúdo dos componentes já constantes do currículo; 
III - pela combinação de transversalidade e de tratamento nos 
componentes curriculares. 
PIPIPI. Meu radar diz que é importante sabe como os 
conhecimentos relativos à Educação Ambiental nos currículos 
da Educação Básica e da Educação Superior podem ocorrer: 
1- de forma transversal. Isto é: com temas relacionados 
com o meio ambiente e sustentabilidade 
2- Em forma de conteúdo constante no currículo e 
3- Pela junção da transversalidade com o currículo. 
4- Outras formas de inserção podem ocorrer. Ou seja: há 
diversas maneiras de se trabalhar a educação 
ambiental. 
Parágrafo único. Outras formas de inserção podem ser admitidas na 
organização curricular da Educação Superior e na Educação 
Profissional Técnica de Nível Médio, considerando a natureza dos 
cursos. 
Art. 17. Considerando os saberes e os valores da sustentabilidade, a 
diversidade de manifestações da vida, os princípios e os objetivos 
estabelecidos, o planejamento curricular e a gestão da instituição de 
ensino devem: 
I - estimular: 
a) visão integrada, multidimensional da área ambiental, considerando 
o estudo da diversidade biogeográfica e seus processos ecológicos 
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vitais, as influências políticas, sociais, econômicas, psicológicas, 
dentre outras, na relação entre sociedade, meio ambiente, natureza, 
cultura, ciência e tecnologia; 
b) pensamento crítico por meio de estudos filosóficos, científicos, 
socioeconômicos, políticos e históricos, na ótica da sustentabilidade 
socioambiental, valorizando a participação, a cooperação e a ética; 
c) reconhecimento e valorização da diversidade dos múltiplos saberes 
e olhares científicos e populares sobre o meio ambiente, em especial 
de povos originários e de comunidades tradicionais; 
d) vivências que promovam o reconhecimento, o respeito, a 
responsabilidade e o convívio cuidadoso com os seres vivos e seu 
habitat; 
e) reflexão sobre as desigualdades socioeconômicas e seus impactos 
ambientais, que recaem principalmente sobre os grupos vulneráveis, 
visando à conquista da justiça ambiental; 
f) uso das diferentes linguagens para a produção e a socialização de 
ações e experiências coletivas de educomunicação, a qual propõe a 
integração da comunicação com o uso de recursos tecnológicos na 
aprendizagem. 
Aqui é um reforço do que já foi dito. O planejamento curricular 
e a gestão da instituição de ensino devem estimular a visão 
multidimensinal da visão ambiental, o pensamento crítico 
sobre os temas relacionados ao meio ambiente, a valorização 
da diversidade dos múltiplos saberes e olhares cientíicos e 
populares sobre o meio ambiente, as vivências que propovem 
respeito e responsabilidade, a reflexão sobre as desigualdades 
socioeconômicas e seus impactos ambientais e o uso das 
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diferentes linguagens para a produção e a socialização de 
ações e experiências. 
II - contribuir para: 
a) o reconhecimento da importância dos aspectos constituintes e 
determinantes da dinâmica da natureza, contextualizando os 
conhecimentos a partir da paisagem, da bacia hidrográfica, do bioma, 
do clima, dos processos geológicos, das ações antrópicas e suas 
interações sociais e políticas, analisando os diferentes recortes 
territoriais, cujas riquezas e potencialidades, usos e problemas devem 
ser identificados e compreendidos segundo a gênese e a dinâmica da 
natureza e das alterações provocadas pela sociedade; 
b) a revisão de práticas escolares fragmentadas buscando construir 
outras práticas que considerem a interferência do ambiente na 
qualidade de vida das sociedades humanas nas diversas dimensões 
local, regional e planetária; 
c) o estabelecimento das relações entre as mudanças do clima e o 
atual modelo de produção, consumo, organização social, visando à 
prevenção de desastres ambientais e à proteção das comunidades; 
d) a promoção do cuidado e responsabilidade com as diversas formas 
de vida, do respeito às pessoas, culturas e comunidades; 
e) a valorização dos conhecimentos referentes à saúde ambiental, 
inclusive no meio ambiente de trabalho, com ênfase na promoção da 
saúde para melhoria da qualidade de vida; 
f) a construção da cidadania planetária a partir da perspectiva crítica 
e transformadora dos desafios ambientais a serem enfrentados pelas 
atuais e futuras gerações. 
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Veja aqui que as contribuições da educação ambiental estão 
relacionadas à prática consciente de respeito à biodiversidade, 
à natureza e tudo que a envolve. (cidadania, responsabilidade, 
proteção, preservação, conservação etc). 
III - promover: 
a) observação e estudo da natureza e de seus sistemas de 
funcionamento para possibilitar a descoberta de como as formas de 
vida relacionam-se entre si e os ciclos naturais interligam-se e 
integram-se uns aos outros; 
b) ações pedagógicas que permitam aos sujeitos a compreensão 
crítica da dimensão ética e política das questões socioambientais, 
situadas tanto na esfera individual, como na esfera pública; 
c) projetos e atividades, inclusive artísticas e lúdicas, que valorizem o 
sentido de pertencimento dos seres humanos à natureza, a 
diversidade dos seres vivos, as diferentes culturas locais, a tradição 
oral, entre outras, inclusive desenvolvidas em espaços nos quais os 
estudantes se identifiquem como integrantesda natureza, 
estimulando a percepção do meio ambiente como fundamental para o 
exercício da cidadania; 
d) experiências que contemplem a produção de conhecimentos 
científicos, socioambientalmente responsáveis, a interação, o 
cuidado, a preservação e o conhecimento da sociobiodiversidade e da 
sustentabilidade da vida na Terra; 
e) trabalho de comissões, grupos ou outras formas de atuação 
coletiva favoráveis à promoção de educação entre pares, para 
participação no planejamento, execução, avaliação e gestão de 
projetos de intervenção e ações de sustentabilidade socioambiental 
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na instituição educacional e na comunidade, com foco na prevenção 
de riscos, na proteção e preservação do meio ambiente e da saúde 
humana e na construção de sociedades sustentáveis. 
O planejamento curricular da educação ambiental também 
tem o propósito de promover a observação e o estudo da 
natureza, a compreensão crítica da dimensão ética e política 
das questões socioambientais, projetos e atividades que 
valorizem o sentido de pertencimento dos seres humanos à 
natureza, experiências que contemplem a produção de 
conhecimentos científicos socioambientalmente responsáveis, 
promove ainda trabalho de comissões, grupos e outras formas 
de atuação coletiva favoráveis à promoção de educaçào entre 
pares. 
TÍTULO IV SISTEMAS DE ENSINO E REGIME DE COLABORAÇÃO 
Art. 18. Os Conselhos de Educação dos Estados, do Distrito Federal e 
dos Municípios devem estabelecer as normas complementares que 
tornem efetiva a Educação Ambiental em todas as fases, etapas, 
modalidades e níveis de ensino sob sua jurisdição. 
Leia com atenção o artigo 18!!! 
 
Art. 19. Os órgãos normativos e executivos dos sistemas de ensino 
devem articular-se entre si e com as universidades e demais 
instituições formadoras de profissionais da educação, para que os 
cursos e programas de formação inicial e continuada de professores, 
gestores, coordenadores, especialistas e outros profissionais que 
atuam na Educação Básica e na Superior capacitem para o 
desenvolvimento didático-pedagógico da dimensão da Educação 
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Ambiental na sua atuação escolar e acadêmica. 
§ 1o Os cursos de licenciatura, que qualificam para a docência na 
Educação Básica, e os cursos e programas de pós-graduação, 
qualificadores para a docência na Educação Superior, devem incluir 
formação com essa dimensão, com foco na metodologia integrada e 
interdisciplinar. 
§ 2o Os sistemas de ensino, em colaboração com outras instituições, 
devem instituir políticas permanentes que incentivem e dêem 
condições concretas de formação continuada, para que se efetivem os 
princípios e se atinjam os objetivos da Educação Ambiental. 
Peço vossa atenção aqui: 
Os orgãos normativos e executivos dos sistemas de ensino 
devem articular-se entre si juntamente com as universidades 
e demais instituições formadoras de profissionais de educação 
para que possam capacitar os profissionais na educação 
ambiental. 
Art. 20. As Diretrizes Curriculares Nacionais e as normas para os 
cursos e programas da Educação Superior devem, na sua necessária 
atualização, prescrever o adequado para essa formação. 
Art. 21. Os sistemas de ensino devem promover as condições para 
que as instituições educacionais constituam-se em espaços 
educadores sustentáveis, com a intencionalidade de educar para a 
sustentabilidade socioambiental de suas comunidades, integrando 
currículos, gestão e edificações em relação equilibrada com o meio 
ambiente, tornando-se referência para seu território. 
Art. 22. Os sistemas de ensino e as instituições de pesquisa, em 
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regime de colaboração, devem fomentar e divulgar estudos e 
experiências realizados na área da Educação Ambiental. 
§ 1o Os sistemas de ensino devem propiciar às instituições 
educacionais meios para o estabelecimento de diálogo e parceria com 
a comunidade, visando à produção de conhecimentos sobre condições 
e alternativas socioambientais locais e regionais e à intervenção para 
a qualificação da vida e da convivência saudável. 
§ 2o Recomenda-se que os órgãos públicos de fomento e 
financiamento à pesquisa incrementem o apoio a projetos de 
pesquisa e investigação na área da Educação Ambiental, sobretudo 
visando ao desenvolvimento de tecnologias mitigadoras de impactos 
negativos ao meio ambiente e à saúde. 
Art. 23. Os sistemas de ensino, em regime de colaboração, devem 
criar políticas de produção e de aquisição de materiais didáticos e 
paradidáticos, com engajamento da comunidade educativa, 
orientados pela dimensão socioambiental. 
Art. 24. O Ministério da Educação (MEC) e os correspondentes órgãos 
estaduais, distrital e municipais devem incluir o atendimento destas 
Diretrizes nas avaliações para fins de credenciamento e 
recredenciamento, de autorização e renovação de autorização, e de 
reconhecimento de instituições educacionais e de cursos. 
Perceba que há uma preocupação ‘’generalizada’’ para que os 
professores tenham competência de trabalhar com educação 
ambiental. 
Art. 25. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 
PASCHOAL LAÉRCIO ARMONIA Presidente em Exercício 
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Preparados (as) para a quarta parte da nossa aula? Ótimo! 
Continue com o pique porque depois iremos resolver questões 
para fixar todo o conteúdo. Vamos lá: 
 
Plano Nacional de Educação (PNE) 
2001-2010 
 
O PNE, criado para estabelecer políticas e metas para dez anos, foi 
aprovado pelo Congresso Nacional pela Lei No 10.172, de 9 de 
janeiro de 2001, tendo sua vigência encerrada ao fim do ano de 
2010. 
 
De acordo com esse plano, os Estados, o Distrito Federal e os 
municípios deveriam elaborar planos decenais correspondentes para 
adequação às especificidades locais, o que efetivamente não ocorreu 
em vários estados e municípios. 
 
 
 
PNE: estabelece políticas e metas por 10 anos. 
 
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Um das razões para a elaboração do PNE, figurava a urgência de 
haver um plano de Estado, ou seja, um projeto de educação que 
tivesse duração e vigência independentes das políticas públicas para 
a educação. 
 
Este foi o primeiro PNE submetido à aprovação do Congresso 
Nacional, por exigência legal inscrita tanto na Constituição de 88 
como na LDB que expressa o seu desejo da nação brasileira de um 
plano nacional de Educação, de duração purianual, que leve à 
erradicação do analfabetismo, à universalização do ensino, à 
formação para o trabalho e à promoção humanística, científica e 
tecnológica do país. 
 
A LDB em seu artigo 9o estabelece que a União deve incumbir-se de 
elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os 
estados, o DDF e os municípios. 
 
 
 
Aqui temos uma situação clara: há uma orientação para 
elaboração do PNE com algumas metas. Sabemos que ainda 
não erradicamos o analfabetismo e ainda falta muito para 
universalizarmos o ensino. Nesse sentido, as metas do PNE 
precisam ser alcançadas ainda. Com isso, a luta continua. E o 
PNE continua nas pautas. 
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O PNE 2001-2010 resultou da discussão nas duas casas legislativas 
federais (Câmara e Senado), de dois projetos de lei, o do MEC e o de 
entidades e movimentosda sociedade civil. A Existência de duas 
propostas de plano evidenciava o conflito de interesses entre os 
diversos segmentos sociais. As diferenças entre elas faziam-se ver no 
diagnóstico dos problemas, na identificação das necessidades 
educacionais a atender e, como não poderia deixar de ser, no 
montante de recursos financeiros a ser destinados à execução do 
Plano. 
 
O projeto do MEC propunha a aplicação de 5,5% do PIB e o da 
sociedade brasileira, 10%. A versão aprovada ficou em 7%, valor que 
acabou sendo vetado prelo presidente da República. Em o de janeiro 
de 2001, o presidente sancionou a lei que instituiu o PNE, com vetos 
a nove metas, propostos pelo Ministério da Fazenda e do 
Planejamento, Orçamento e Gestão. 
 
 
 
 
Importante entender que o PNE foi aprovado depois de 
algumas discussões. Pode cair uma questão na prova nesse 
sentido. Exemplo: 
Marque com V ou F a questão abaixo: 
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O PNE que correspondente ao período de 2001 a 2010 foi 
aprovado sem discussão alguma, visto que as entidades, os 
movimentos da sociedade civil e o MEC tinham ideias 
congruentes a respeito dos itens do PNE, inclusive a questão 
do orçamento. 
 
A QUESTÃO É FALSA E A GENTE SABE PORQUE AGORA! ;) 
O PNE de 2001-2010 teve os seguintes objetivos: 
 
* a elevação global do nível de escolaridade da população; 
* a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis; 
* a redução das desigualdades sociais e regionais no tocante 
ao acesso e à permanência, com sucesso, na educação pública 
e 
* democratização da gestão do ensino público, nos 
estabelecimentos oficiais, obedecendo aos princípios da 
participação dos profissionais da educação na elaboração do 
projeto pedagógico da escola e a participação das 
comunidades escolar e local em conselhos escolares ou 
equivalentes. 
 
 
A lei previa ainda que o PNE deveria ser avaliado periodicamente pelo 
Poder Legislativo e acompanhado pela sociedade civil organizada, o 
que também ficou a desejar, pois foram poucas e fragmentadas as 
iniciativas do Legislativo, do Ministério da Educação. 
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As metas que tiveram vetos do presidente da República foram 
justamente as referentes aos recursos financeiros, com destaque à 
que vinculava percentuais ao PIB para manutenção e 
desenvolvimento do ensino. Foram assim, vetados os artigos 
referentes à: 
a) ampliação da Bolsa Escola para 50% das crianças até 6 anos; 
b) ampliação do número de vagas do ensino público superior; 
c) criação de um fundo da educação superior; 
d) ampliação do Programa Crédito Educativo; 
e) triplicação em dez anos, do financiamento público à pesquisa 
científica e tecnológica; 
f) garantia de recursos do Tesouro para pagamento de aposentados e 
pensionistas do ensino público federal. 
 
Os objetivos e as metas deste plano somente poderão ser alcançados 
se ele for concebido e acolhido como Plano de Estado, mais do 
que Plano de Governo e, por isso, assumido como um compromisso 
da sociedade para consigo mesma. 
 
Sua aprovação pelo Congresso Nacional, num contexto de expressiva 
participação social, o acompanhamento e a avaliação pelas 
instituições governamentais e da sociedade civil e a conseqüente 
cobrança das metas nele propostas, são fatores decisivos para que a 
educação produza a grande mudança, no panorama do 
desenvolvimento, da inclusão social, da produção científica e 
tecnológica e da cidadania do povo brasileiro. 
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É muito importante que você saiba que o PNE, embora seja 
uma lei, um documento, não conseguiu cumprir com todas 
suas metas. O plano seguinte reforça diversas das metas 
previstas no plano anterior. 
 
 
O PNE para a próxima década: 
 
 
Observe que no edital pede-se: PLANOS NACIONAIS DE 
EDUCAÇÃO DE 2000 A 2012. Como sabemos que os planos são 
decenais, necessitamos saber o contexto do próximo Plano 
que inicia em 2011 a 2020. 
 
A Lei número 10.172, de janeiro de 2001, que aprovou o plano 
Nacional de Educação previa em seu art. 1o que sua duração seria de 
dez anos, ou seja: de 2001 a 2010. A discussão sobre o novo PNE 
começou em 2009, ainda no governo Lula, quando foram realizadas 
conferências municipais, estaduais e regionais prévias de educação, 
antecedendo a Conferência Nacional de Educação (Conae), realizada 
em Brasília. 
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Gente, abaixo, seguem as metas propostas para o PNE 2011-2020 de 
acordo com o projeto de lei. 
 
* PNE 2011-2020: 
• É composto por 12 artigos e um anexo com 20 metas para a 
Educação. 
 
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população 
de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de Educação Infantil de 
forma a atender a 50% da população de até 3 anos. 
 
Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda 
população de 6 a 14 anos. 
 
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a 
população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de 
matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária. 
 
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o 
atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos 
globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na 
rede regular de ensino. 
 
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos 
de idade. 
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Meta 6: Oferecer Educação em tempo integral em 50% das escolas 
públicas de Educação Básica. 
 
Meta 7: Atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de 
Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB): 
 
Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos 
de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações 
do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais 
pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não 
negros, com vistas à redução da desigualdade educacional. 
 
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou 
mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo 
absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional 
 
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de Educação de 
Jovens e Adultos na forma integrada à Educação profissional nos anos 
finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio. 
 
Meta 11: Duplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de 
nível médio, assegurando a qualidade da oferta. 
 
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 
50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, 
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assegurando a qualidade da oferta. 
 
Meta 13: Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da 
atuação de mestres e doutores nas instituições de Educação Superior 
para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, 
do total, 35% doutores. 
 
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-
graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de60 mil 
mestres e 25 mil doutores. 
 
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os 
Estados, o Distrito Federale os Municípios, que todos os professores 
da Educação Básica possuam formação específica de nível superior, 
obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que 
atuam. 
 
Meta 16: Formar 50% dos professores da Educação Básica em nível 
de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação 
continuada em sua área de atuação. 
 
Meta 17: Valorizar o magistério público da Educação Básica a fim de 
aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com 
mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais 
profissionais com escolaridade equivalente. 
 
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Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos 
de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas 
de ensino. 
 
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos 
Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, a nomeação 
comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de 
mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar. 
 
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em 
Educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do produto 
interno bruto do País. 
 
As metas estão bastante relacionadas ao desenvolvimento da 
Educação e são continuação das metas anteriores, visto que, 
embora hoje a educação esteja melhor que antes, sabemos 
que ainda há muita a coisa a ser alterado. 
 
 
 
 
Hoje a aula é mais ‘’light’’ e bem curta. Dois assuntos e um deles já 
foi bastante falado na aula demonstrativa, ficando somente o gran 
finale desse assunto para hoje. Uma dica extra: como hoje a aula 
está menor, mais compacta, use o tempo que você havia reservado 
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para realizar uma revisão das nossas aulas anteriores. Isso ajuda a 
fixar seu conteúdo. O que acha? ☺ 
 
Entretanto, em nosso primeiro tema há um complicador: pouco 
cobrado em provas e com isso pouco material de estudo. Também 
não há questões de concursos anteriores. Fiz uma varredura nos 
principais sites de questões de concursos e não encontrei nenhuma! 
Na verdade, encontrei uma que trata do tema de forma INDIRETA! ;) 
 
Sendo assim, a partir de um documento do MEC e de alguns textos 
de Moacir Gadotti, farei uma aula com os tópicos que entendo que 
podem ser cobrados em sua prova. 
 
Pois bem, vamos prosear um pouco sobre: Participação popular no 
planejamento e na organização da Educação Nacional. 
 Tia, vc é mineira? Prosear é muito caipora. 
Sou paulista, filha de mineira e comedora de pães de queijo 
quentinhos! 
Quem gosta de pão de queijo, dê uma passadinha no fórum e diga: 
’Tia, cheguei até a aula 4 e quando for empossado pago uma rodada 
de pão de queijo para você”. 
 
 Rsrsrsrsrs. Quero controlar quantos alunos chegaram até aqui. ☺ 
Vamos para o próximo assunto da aula: 
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Estão prontos? 
Vamos pra luta! 
PARTICIPAÇÃO POPULAR NO PLANEJAMENTO E NA 
ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL. 
 
Usaremos como base dessa aula, os ensinamentos de Moacir Gadotti 
que ensina que a participação popular e a gestão democrática fazem 
parte da tradição ‘’pedagogias participativas’’. 
 
E elas incidem positivamente na aprendizagem. 
 
Por qual motivo, tia, elas incidem positivamente na 
aprendizagem? 
 
 
Porque pode-se dizer que a participação e a autonomia 
compõem a própria natureza do ato pedagógico. 
 
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A participação é um pressuposto da própria aprendizagem. 
Mas, formar a para a participação é, também, formar para a 
cidadania. 
Isto é: formar o cidadão para participar, com responsabilidade 
do destino do país. 
 
Consegue entender como a participação popular está atrelada 
à aprendizagem? 
 
 
 
É importante que a gente saiba ainda que a participação popular é 
atrelada à noção de democracia. 
 
A gente já estudou isso na aula passada, quando vimos sobre a 
Constituição de 88 e Educação. 
 
A CF/88 instituiu a participação popular, mas a sua implantação real 
depende de mecanismos apropriados para o seu exercício. 
 
Ainda de acordo com Gadotti, uma verdadeira democracia deve 
facilitar à seus cidadãos a informação necessária para a defesa de 
seus direitos e a participação na conquista de novos direitos e a 
participação na conquista de seus novos direitos. 
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Participação Popular corresponde às formas mais independentes e 
autônomas de organização e de atuação política dos grupos das 
classes populares e trabalhadoras e que se constituem em 
movimentos sociais, associações de moradores, lutas sindicais etc. 
 
A Participação Popular corresponde a formas de luta mais direta, por 
meio de ocupações, marchas, lutas comunitárias etc. Embora 
dialogando e negociando pontualmente com os governos, em 
determinados momentos, essas formas de organização e mobilização 
não atuam dentro de programas públicos e nem se subordinam às 
suas regras e regulamentos. 
 
A participação não só define a qualidade da democracia como “a 
“forma de viver a democracia”, como afirma Lilian Celiberti: “a 
participação é uma forma de viver a democracia e ela abarca as 
práticas anômalas e subversivas que vivem no plano subjetivo e 
pessoal, aquelas coisas que fazem as formas de sentir e amar, a 
formas de viver e criar comunidade. 
 
Nesse sentido, a participação democrática abarca a sociedade em seu 
conjunto, as meninas e os meninos nos centros educativos, em seus 
domicílios e na sociedade, os adolescentes e os jovens, as mulheres, 
os gays, lésbicas, os transexuais, os transgêneros, os atores políticos 
e sociais, mas também a quem constrói cultura, poesia e arte” 
(CELIBERTI, 2005:56). 
 
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 O grande desafio é relacionar e fazer dialogar, no interesse 
das políticas públicas emancipatórias e dos seus temas e 
pautas de luta, a Participação Social e a Participação Popular, 
respeitando e garantindo a autonomia e a independência das 
formas de viver e criar comunidades. 
 
QUESTÃO COMENTADA: 
 
1- Tec. Social Com Formação em Pedagogia – PB 2009 
 
Assinale a opção correta acerca das características de um 
planejamento participativo: 
a) A participação de especialistas externos não é admitida em 
nenhum dos momentos do planejamento, especialmente na 
elaboração e na avaliação do processo. 
b) A lógica do conflito deve ser considerada pelos coordenadores 
do planejamento, pois proporciona o confronto de ideias e a 
elaboração de novos parâmetros. 
c) Os princípios tayloristas são os norteadores do planejamento 
em função da necessidade de fragmentação e hierarquização 
das ações e decisões. 
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d) Os aspectos econômicos e políticos da instituição não podem 
interferir no processo de planejamento, pois comprometem os 
resultados esperados. 
Resposta letra B. Vimos que no planejamento participativo a 
reflexão e a colaboração de todos podem gerar conflitos que 
darão ideias para novas experiências e opiniões e poderão 
traçar novos planos, mudando assim a realidade existente. 
 
QUESTÃO: 
 
1- Tec. Social Com Formação em Pedagogia – PB 2009 
 
Assinale a opçãocorreta acerca das características de um 
planejamento participativo: 
a) A participação de especialistas externos não é admitida em 
nenhum dos momentos do planejamento, especialmente na 
elaboração e na avaliação do processo. 
e) A lógica do conflito deve ser considerada pelos coordenadores 
do planejamento, pois proporciona o confronto de ideias e a 
elaboração de novos parâmetros. 
f) Os princípios tayloristas são os norteadores do planejamento 
em função da necessidade de fragmentação e hierarquização 
das ações e decisões. 
g) Os aspectos econômicos e políticos da instituição não podem 
interferir no processo de planejamento, pois comprometem os 
resultados esperados. 
 
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GABARITO: LETRA B 
 
 
 
 
Vamos para o último assunto da aula de hoje: 
 
DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO 
ÉTNICO-RACIAIS 
Tudo começou com a lei 10639 de janeiro de 2003, pois 
ela simboliza, um ponto de chegada das lutas antirracistas no Brasil e 
um ponto de partida para a renovação da qualidade social da 
educação brasileira. 
Com isso, o Conselho Nacional de Educação, em 2004, 
dedicou-se ao tema e em comunicação com reivindicações históricas 
dos movimentos sociais, em especial do movimento negro, elaborou 
parecer e exarou resolução, homologada pelo Ministro da Educação, 
no sentido de orientar os sistemas de ensino e as instituições 
dedicadas à educação, para que dediquem cuidadosa atenção à 
incorporação da diversidade etnicorracial da sociedade brasileira nas 
práticas escolares, como propõe a Lei 10639. 
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Isto quer dizer que a partir dessa Lei houve 
uma mudança na forma de trabalhar a educação das relações 
étnico-raciais. 
 
Após as alterações propostas na LDB, houve a necessidade 
de implementar ações para contextualizar a lei. 
 
Aí então o CNE (Conselho Nacional de Educação) aprovou 
as Diretrizes Curriculares nacionais das Relações Étnico-raciais e para 
o Ensino de História e Cultura Afro brasileira Africana. 
 
E o que essas Diretrizes trazem? 
Nas Diretrizes, são estabelecidas orientações de conteúdos 
a serem incluídos e trabalhados e também as necessárias 
modificações nos currículos escolares, em todos os níveis e 
modalidades de ensino. 
 
Um ponto importante : 
 
O Plano de Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação 
das Relações Etnico-Raciais é resultado das solicitações advindas dos 
anseios regionais, consubstanciada pelo documento Contribuições 
para a Implementação das Diretrizes Curriculares. 
 
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O Parecer CNE/CP no 003/2004, homologado em 19 de 
maio de 2004 pelo Ministro da Educação, expressa em seu texto que 
as políticas de ações afirmativas, no campo educacional, buscam 
garantir o direito de negros e negras e de todos os cidadãos 
brasileiros ao acesso em todos os níveis e modalidades de ensino, em 
ambiente escolar com infra-estrutura adequada, professores e 
profissionais da educação qualificados para as demandas 
contemporâneas da sociedade brasileira, e em especial capacitados 
para identificar e superar as manifestações de preconceitos, racismos 
e discriminações, produzindo na escola uma nova relação entre os 
diferentes grupos etnicorraciais, que propicie efetiva mudança 
comportamental na busca de uma sociedade democrática e plural. 
 
Preste atenção para o seguinte: com as Diretrizes o MEC 
ampliou e criou ações afirmativas voltadas para a promoção 
do acesso e permanência à educação superior como o 
PROUNI, que é dirigido aos estudantes egressos do ensino 
médio da rede pública ou da rede particular que sejam 
bolsistas integrais. 
Mas voltemos ao texto das Diretrizes. 
 
Art. 1° - A presente Resolução institui Diretrizes Curriculares 
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o 
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a serem 
observadas pelas instituições de ensino de Educação Básica, nos 
níveis de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação Média, 
Educação de Jovens e Adultos, bem como na Educação Superior, em 
especial no que se refere à formação inicial e continuada de 
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professores, necessariamente quanto à Educação das Relações 
Étnico-Raciais; e por aquelas de Educação Básica, nos termos da Lei 
9394/96, reformulada por forma da Lei 10639/2003, no que diz 
respeito ao ensino sistemático de História e Cultura Afro-Brasileira e 
Africana, em especial em conteúdos de Educação Artística, Literatura 
e História do Brasil. 
 
 
Percebe-se que a ênfase de estudos das relações étnico-
raciais é dada para as disciplinas de história e artes, para 
todos os níveis da Educação básica e para o nível superior. 
 
 
Art. 2° - As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das 
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africanas se constituem de orientações, princípios e 
fundamentos para o planejamento, execução e avaliação da Educação 
das Relações Étnico-Raciais e do Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana. 
Art. 3° As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das 
Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana têm por meta a educação de cidadãos atuantes 
no seio da sociedade brasileira que é multicultural e pluriétnica, 
capazes de, por meio de relações étnico-sociais positivas, construírem 
uma nação democrática. 
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§1° A Educação das Relações Étnico-Raciais tem por objetivo a 
divulgação e produção de conhecimentos, bem como de atitudes, 
posturas e valores que eduquem cidadãos quanto ao seu 
pertencimento étnico-racial - descendentes de africanos, povos 
indígenas, descendentes de europeus, de asiáticos – capazes de 
interagir e de negociar objetivos comuns que garantam, a todos, ter 
igualmente respeitados seus direitos, valorizada sua identidade e 
assim participem da consolidação da democracia brasileira. 
 
Como disse antes: a meta é a educação de cidadãos atuantes 
no seio da sociedade. Cidadão consciente e livre de 
preconceito. 
 
§2o O Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, meio 
privilegiado para a educação das relações étnico-raciais, tem por 
objetivo o reconhecimento e valorização da identidade, história e 
cultura dos afro-brasileiros, garantia de seus direitos de cidadãos, 
reconhecimento e igual valorização das raízes africanas da nação 
brasileira, ao lado das indígenas, européias, asiáticas. 
Importante ficar claro que o objetivo é o reconhecimento e 
valorização da identidade, história e cultura dos afro-
brasileiros, valorização das raízes. Observe que o foco é o 
combate ao preconceito e o fortalecimento da auto-estima a 
partir de ações educativas. 
Art. 4° Os conteúdos, competências, atitudes e valores a serem 
aprendidos com a Educação das Relações Étnico-Raciais e o estudo 
de História e Cultura Afro-Brasileira, bem como de História e Cultura 
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Africana, serão estabelecidos pelos estabelecimentos de ensino e 
seus professores, com o apoio e supervisão dos sistemas de ensino, 
entidades mantenedoras e coordenações pedagógicas, atendidas as 
indicações, recomendações, diretrizes explicitadas no ParecerCNE/CP 
003/2004. 
Os professores têm total liberdade de trabalhar os temas, 
apoiados e supervisionados pelos sistemas de ensino e pelas 
diretrizes. 
Art. 5° Os sistemas e os estabelecimentos de ensino poderão 
estabelecer canais de comunicação com grupos do Movimento Negro, 
grupos culturais negros, instituições formadoras de professores, 
núcleos de estudos e pesquisas, como os Núcleos de Estudos Afro- 
Brasileiros, com a finalidade de buscar subsídios e trocar experiências 
para planos institucionais, planos pedagógicos, planos e projetos de 
ensino. 
Art. 6o Os sistemas de ensino e as entidades mantenedoras 
incentivarão e criarão condições materiais e financeiras, assim como 
proverão as escolas, seus professores e alunos de material 
bibliográfico e de outros materiais didáticos necessários para a 
educação das Relações Étnico- Raciais e o Ensino de História e 
Cultura Afro-Brasileira e Africana; as coordenações pedagógicas 
promoverão o aprofundamento de estudos, para que os professores 
concebam e desenvolvam unidades de estudos, projetos e 
programas, abrangendo os diferentes componentes curriculares. 
Art. 7o As instituições de ensino superior, respeitada a autonomia 
que lhe é devida, incluirão nos conteúdos de disciplinas e atividades 
curriculares dos diferentes cursos que ministram, a Educação das 
Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e 
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temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes, nos termos 
explicitados no Parecer CNE/CP 003/2004. 
 
Importante relembrar que as instituições de Educação 
superior deverão incluir nos conteúdos de suas disciplinas e 
atividades a Educação Étnico-Raciais 
 
Art. 8° Os sistemas de ensino tomarão providências para que seja 
respeitado o direito de alunos afrodescendentes também 
freqüentarem estabelecimentos de ensino que contem com 
instalações e equipamentos sólidos, atualizados, com professores 
competentes no domínio dos conteúdos de ensino, comprometidos 
com a educação de negros e não negros, no sentido de que venham a 
relacionar-se com respeito, sendo capazes de corrigir posturas, 
atitudes, palavras que impliquem desrespeito e discriminação. 
 
 
É impressionante, mas sabemos que a realidade para a 
população negra é complicada. Uma lei afirmativa que prevê 
que alunos negros tenham direito a frequentar uma escola 
bacana é o que diz o artigo oitavo. 
 
Art. 9° Nos fins, responsabilidades e tarefas dos órgãos colegiados 
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dos estabelecimentos de ensino, será previsto o exame e 
encaminhamento de solução para situações de discriminação, 
buscando-se criar situações educativas para o reconhecimento, 
valorização e respeito da diversidade. 
§ Único: As situações de racismo serão tratadas como crimes 
imprescritíveis e inafiançáveis, conforme prevê o Art. 5o, XLII da 
Constituição Federal de 1988. 
Racismo tratado como crime, conforme prevê nossa Carta 
Magna. 
Art. 10 Os estabelecimentos de ensino de diferentes níveis, com o 
apoio e supervisão dos sistemas de ensino desenvolverão a Educação 
das Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana, obedecendo as diretrizes do Parecer CNE/CP 
003/2004, o que será considerado na avaliação de suas condições de 
funcionamento. 
Art. 11 Os sistemas de ensino incentivarão pesquisas sobre processos 
educativos orientados por valores, visões de mundo, conhecimentos 
afro-brasileiros, ao lado de pesquisas de mesma natureza junto aos 
povos indígenas, com o objetivo de ampliação e fortalecimento de 
bases teóricas para a educação brasileira. 
Art. 12 Os sistemas de ensino orientarão e supervisionarão para que 
a edição de livros e de outros materiais didáticos atenda ao disposto 
no Parecer CNE/CP 003/2004, no comprimento da legislação em 
vigor. 
Art. 13 Aos conselhos de Educação dos Estados, do Distrito Federal e 
dos Municípios caberá aclimatar as Diretrizes Curriculares Nacionais 
instituídas por esta Resolução, dentro do regime de colaboração e da 
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autonomia de entes federativos e seus respectivos sistemas. 
Art. 14 Os sistemas de ensino promoverão junto com ampla 
divulgação do Parecer CNE/CP 003/2004 e dessa Resolução, 
atividades periódicas, com a participação das redes das escolas 
públicas e privadas, de exposição, avaliação e divulgação dos êxitos e 
dificuldades do ensino e aprendizagens de História e Cultura Afro-
Brasileira e Africana e da Educação das Relações Étnico-Raciais; 
assim como comunicarão, de forma detalhada, os resultados obtidos 
ao Ministério da Educação, à Secretaria Especial de Promoção da 
Igualdade Racial, ao Conselho Nacional de Educação e aos 
respectivos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, para que 
encaminhem providências, que forem requeridas. 
Art. 15 Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, 
revogadas as disposições em contrário. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Chegou a hora em que você poderá exercitar tudo o que 
estudou na aula. Essa é a parte mais divertida, certo? Mais 
uma vez selecionamos as melhores questões que foram 
cobradas pelos concursos mais difíceis dentro da área da 
educação. 
 
Em algumas poucas questões colocamos assuntos como PNE e 
Prouni que estão relacionados às questões dentro da 
legislação nacional. Nos comentários vocês encontrarão os 
conceitos desses programas que serão estudados na próxima 
aula com mais profundidade. 
Vamos lá! 
 
LISTA DE QUESTÕES: 
 
 
CESPE CONSULTOR LEGISLATIVO ÁREA XV 
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A Constituição brasileira estabelece, em seu artigo 205, que “a 
educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será 
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao 
pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da 
cidadania e sua qualificação para o trabalho”. 
Quanto aos princípios em que o ensino se baseia para ser ministrado, 
o artigo 206 enumera: “I – igualdade de condições para o acesso e 
permanência na escola; II – liberdade de aprender, ensinar, 
pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; III – pluralismo 
de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições 
públicas e privadas de ensino; IV – gratuidade do ensino público em 
estabelecimentos oficiais; V – valorização dos profissionais do ensino, 
garantidos, na forma da lei, planos de carreira para o magistério 
público, com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por 
concurso público de provas e títulos; VI – gestão democrática do 
ensino público, na forma da lei; VII – garantia de padrão de 
qualidade”. 
Considerando esses mandamentos constitucionais e a realidade 
objetiva do sistema educacional brasileiro nos dias atuais, julgue os 
itens subsequentes. 
 
1 - CESPE CONSULTOR LEGISLATIVO ÁREA XV - Ao seguir 
literalmente o que diz a legislação, nas unidades da Federação em 
que foi adotada, a gestão democrática nas escolas públicas restringe-
se à eleição direta dos diretores. 
 
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2 - CESPE CONSULTOR LEGISLATIVO ÁREA XV - O texto 
constitucional indica que, a despeito de todos os avanços acerca da 
concepção de educação verificados no mundo contemporâneo,o 
Brasil insiste na velha ideia, que vigorou em quase todos os países 
até por volta dos anos 60 do século XX, de que um bom sistema 
educacional existe para fornecer mão-de-obra qualificada para um 
mercado de trabalho em constante transformação. 
 
CESPE CNJ PEDAGOGO - Com base na Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional, julgue os itens a seguir. 
 
3 - CESPE CNJ PEDAGOGO - A autorização e o reconhecimento de 
cursos superiores podem ser feitos a qualquer tempo, garantindo-se, 
assim, o credenciamento das instituições de ensino superior pelo 
Estado. 
 
 
4 - CESPE CNJ PEDAGOGO - A gestão democrática é um princípio 
que se aplica tanto à rede pública de ensino como à rede privada. 
 
5 - CESPE CNJ PEDAGOGO - A educação básica pode ser 
organizada em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, grupos não 
seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios. 
 
6 - CESPE CNJ PEDAGOGO - O calendário escolar deve adequar-se 
às peculiaridades de cada sistema de ensino, podendo a carga horária 
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prevista para o ano letivo ser reduzida. 
 
Julgue os itens que se seguem, considerando as bases legais 
da educação nacional, notadamente as estabelecidas 
previstas na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional (LDB). 
 
7 - CESPE TJ PEDAGOGO - A educação básica é um direito público 
subjetivo de acordo com a Constituição Federal. 
 
8 - CESPE TJ PEDAGOGO - Os sistemas de ensino deverão ser 
organizados em regime de colaboração entre a União, os estados, os 
municípios e o DF. 
 
9 - CESPE TJ PEDAGOGO - Os percentuais mínimos da receita 
resultante de impostos, compreendida a proveniente de 
transferências, para a manutenção e o desenvolvimento do ensino 
são, respectivamente, de 18% e 25%. 
 
10 - CESPE TJ PEDAGOGO - Os sistemas de ensino podem 
organizar seus respectivos calendários escolares para atendimento às 
peculiaridades climáticas locais, reduzindo, inclusive, o número de 
horas previsto na LDB, caso necessário. 
 
11 - CESPE TJ PEDAGOGO - A LDB prevê a obrigatoriedade do 
ensino sobre história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de 
ensino fundamental e médio das redes públicas e privadas. 
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Com base na legislação educacional vigente no Brasil, julgue 
os itens que se seguem. 
 
12 - CESPE TJ/CE - De acordo com a CF vigente, a União aplicará 
anualmente até 17% da receita resultante de impostos na 
manutenção e desenvolvimento da educação. 
 
13 - CESPE TJ/CE - A Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional define como educação básica os seguintes níveis: educação 
infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação superior. 
 
14 - CESPE TJ/CE - O sistema federal de ensino compreende as 
instituições de ensino mantidas pela União, as instituições de ensino 
fundamental e médio, criadas e mantidas pela iniciativa privada, e os 
órgãos federais de educação. 
 
15 - CESPE TJ/CE - Os currículos da educação básica têm base 
nacional comum, mas devem ser complementados por uma parte 
diversificada de responsabilidade exclusiva de cada sistema de 
ensino. 
 
Julgue os próximos itens com relação às bases legais da 
educação nacional: 
 
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16 - CESPE MPU 2013 - A classificação em qualquer série ou etapa 
do ensino fundamental e médio, exceto a primeira do ensino 
fundamental, pode ser feita por promoção; por transferência; ou 
independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação 
feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência 
do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, 
conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino. 
 
17 - CESPE MPU 2013 - São consideradas como de manutenção e 
desenvolvimento do ensino as despesas realizadas com vistas à 
consecução dos objetivos básicos das instituições educacionais de 
todos os níveis, incluindo as que se destinam à concessão de bolsas 
de estudo a alunos exclusivamente de escolas públicas. 
 
18 - CESPE MPU 2013 - A CF estabelece que o ensino seja livre à 
iniciativa privada, desde que atendidas as seguintes condições: 
cumprimento das normas gerais da educação nacional; e autorização 
e avaliação de qualidade pelo poder público. 
 
19 - CESPE MPU 2013 - O Plano Nacional de Educação, de duração 
decenal, é previsto na CF e estabelece a meta de aplicação de 
recursos públicos em educação na proporção de dez por cento do 
produto interno bruto (PIB). 
 
20 - CESPE MPU 2013 - O dever do Estado com educação escolar 
pública será efetivado mediante a garantia de diversos pontos; entre 
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eles, a educação básica obrigatória e gratuita dos quatro aos 
dezessete anos de idade. 
 
Julgue os itens de 1 a 6 de acordo com as novas alterações da 
LDB 
 
21 - A educação especial compreende a modalidade de educação 
oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para 
educandos portadores de necessidades especiais. 
 
22 - A educação infantil fixa seu efetivo de trabalho escolar em: 
A) 600 horas com mínimo de 180 dias letivos. 
B) 800 horas com mínimo de 200 dias letivos. 
C) 550 horas com mínimo de 145 dias letivos. 
D) 280 horas com mínimo de 100 dias letivos. 
E) 700 horas com mínimo de 190 dias letivos. 
 
23 - É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das 
crianças na educação básica a partir dos 5 (cinco) anos de idade. 
 
24 – Na educação infantil a avaliação deverá ser realizada mediante 
acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o 
objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. 
 
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25 – De acordo com a lei 12.796 o tempo de permanência na escola 
a criança da educação infantil será de, no mínimo, 4 horas diárias 
para o turno parcial e de 7 horas para a jornada integral. 
 
26 – Na educação básica é exigida a frequência mínima de 75% do 
total de horas. Os alunos não poderão ultrapassar o percentual de 
25% de faltas. 
 
27 – Analise a situação hipotética e julgue o item abaixo: 
Paula terminou o seu curso de nível médio na modalidade normal e 
pretende dar aula na educação infantil. De acordo com a LDB Paula 
terá que fazer a graduação em pedagogia pois, não será permitido 
dar aula sem essa licenciatura. 
 
28 - Segundo disposição constitucional vigente o ensino será 
ministrado com base nos seguintes princípios: 
I – igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola; 
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o 
pensamento, a arte e o saber; 
III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e 
coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
IV – gratuidade do ensino público. 
a. Todas estão corretas. 
b. Apenas uma está correta. 
c. Duas estão corretas. 
d. Três estão corretas. 
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e. Todas estão erradas. 
 
29- Segundo disposição expressa no art. 1º da lei nº 9.394/1996, a 
LDB, os processos formativos educacionais nela descritos abrangem 
os que se desenvolvem exceto: 
a. na vida familiar; 
b. na convivência humana; 
c. nas manifestações grevistas; 
d. nas instituições de ensino e pesquisa; 
e. nos movimentos sociais e organizações da sociedadecivil. 
 
30 - A organização formal da educação escolar, no Brasil, é composta 
de dois níveis: 
Educação básica e superior, e esta, por sua vez, se apresenta em 
quatro modalidades: 
Cursos de graduação, de pós-graduação, sequenciais e cursos e 
programas de extensão. 
 
31 - Considere a seguinte situação hipotética. Luíza, pedagoga 
recém-formada, resolveu organizar uma escola particular no 
município Morro Branco, próximo a Salvador, no estado da Bahia, 
para atender alunos entre quatro e seis anos. No preenchimento das 
fichas para a obtenção da autorização de funcionamento, lançou que 
sua escola pertencia ao sistema de ensino estadual, uma vez que a 
Secretaria de Estado da Educação era bem próxima ao seu município. 
Nessa situação, é correto afirmar que essa escola está de acordo com 
a organização do sistema de ensino previsto na Constituição da 
República e na LDB vigente. 
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32 - O direito à educação deve ser exercido concomitantemente ao 
direito ao trabalho e não como uma suplência de carências ou como 
um treinamento para atividades ainda desconhecidas. 
 
33 – A LDB 9394/96, em seu art. 9º inciso IV, trata da incumbência 
de traçar um conjunto de diretrizes capaz de nortear os currículos e 
os seus conteúdos mínimos. Isso se dá ao fato, pois a Lei ressalta a 
seguinte necessidade: 
A) propiciar a todos uma formação básica comum. 
B) eleger conteúdos mínimos e gerais para cada ente federado. 
C) traçar estratégias curriculares específicas para cada região. 
D) obedecer às diretrizes curriculares nacionais da educação básica. 
E) condenar propostas curriculares que não ofertem conteúdos 
básicos. 
 
34 - A lei 9394/96 organiza a escolaridade em: 
A) Educação Infantil, Ciclo de Alfabetização, Ensino Fundamental e 
Ensino Médio. 
B) Ensino de Primeiro Grau, Ensino de Segundo Grau e o Ensino 
Superior. 
C) Educação Fundamental que se constitui da Educação Infantil, do 
Ensino Fundamental e do Científico. 
D) Educação Básica que inclui a Educação Infantil, o Ensino 
Fundamental e o Ensino Médio e a Educação Superior. 
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E) Ciclo de alfabetização, Ciclo Ginasial, Ciclo Colegial e Ensino 
Superior. 
 
35 - Segundo a LDB 9394/96, com a implantação do Ensino 
Fundamental de nove anos, é dever dos pais ou responsáveis 
efetuarem a matrícula das crianças: 
A) a partir dos seis anos. 
B) entre um e seis anos. 
C) aos sete anos. 
D) entre os sete e 11 anos. 
E) a partir dos cinco anos. 
 
36 - A citação abaixo foi extraída do inciso V do artigo 24 da LDB 
9394/96: 
a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com 
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos 
resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; 
b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso 
escolar; 
c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante 
verificação do aprendizado; 
d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; 
e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência 
paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento 
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escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus 
regimentos. 
Nela, pode-se perceber que, no que tange à avaliação do rendimento 
escolar, há uma preocupação e uma ênfase na: 
A) recuperação dos estudos paralelos ao longo do ano letivo. 
B) promoção dos estudantes ao longo de sua escolaridade. 
C) verificação dos desempenhos quantitativos dos alunos. 
D) ordenação dos estudantes nos diferentes anos de escolaridade. 
E) classificação dos estudantes para fins de aprovação/reprovação. 
 
37 - Berenice tem 13 anos e até os 11 estudou em classe 
multisseriada de uma escola rural da região norte do Brasil. Há pouco 
tempo, sua família se transferiu para a região sudeste e decidiu que 
Berenice voltaria a estudar. O procedimento correto da direção da 
escola, com base no que dispõe o Artigo 24 da Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional, será: 
a) efetivar a matrícula na etapa ou série correspondente àquela em 
que Berenice interrompeu os estudos. 
b) encaminhar a adolescente para um curso supletivo oferecido pela 
escola no período noturno. 
c) convocar o Conselho Escolar para deliberar sobre o caso com base 
no Projeto Político Pedagógico da escola. 
d) efetivar a matrícula na série ou etapa adequada após avaliar o 
nível de aprendizagem da candidata, conforme regulamentação do 
respectivo sistema de ensino. 
 
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38 - Com base no enunciado abaixo assinale apenas a alternativa 
incorreta. O Art. 67 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 
determina que os sistemas de ensino devem promover a “valorização 
dos profissionais da educação”, assegurando-lhes: 
a) condições adequadas de trabalho. 
b) progressão funcional, baseada prioritariamente na experiência e no 
tempo efetivo de serviço. 
c) piso salarial profissional. 
d) aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com 
licenciamento periódico remunerado para esse fim. 
 
39 - Para cumprir a Lei n. 11.645, de 2008, que, de acordo com o 
par. 2º do Art. 26-A da Lei 9394/96, tornou obrigatório o estudo da 
história e cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de 
ensino fundamental e de ensino médio, a diretora de uma escola 
particular de um estado da região Centro-Oeste criou um componente 
curricular exclusivo para este fim. Essa decisão pode ser considerada 
inadequada por que: 
a) esses conteúdos devem ser ministrados no âmbito de todo o 
currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de 
literatura e história brasileira. 
b) porque fere o princípio do pluralismo de ideias e de concepções 
pedagógicas dos fins da educação nacional. 
c) porque conflita com o princípio da gestão democrática e de 
participação de toda a equipe escolar na construção do projeto 
político pedagógico da escola. 
d) porque este conteúdo de ensino deve ser desenvolvido por 
docentes formados na área da História. 
 
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40 - De acordo com o Artigo 35 da Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação, o ensino médio, etapa final da educação básica tem como 
finalidade 4 itens: a consolidação e o aprofundamento dos 
conhecimentos adquiridos no ensino fundamental; a preparação 
básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar 
aprendendo, de modo capaz de se adaptar com flexibilidade à novas 
condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; o 
aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a 
formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do 
pensamento crítico; e a última finalidade: 
a) a compreensão das tecnologias atuais, bem como o entendimento 
do uso de redes virtuais de computadores. 
b) a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos 
processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino 
de cada disciplina. 
c) a compreensão do sistema globalizado e suas informações, 
relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. 
d) a compreensão e entendimento do papel de cidadão, de acordo 
com as exigências tecnológicas a nível globalizado. 
 
41 - De acordo com o Artigo 52 da Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação, as universidades são instituições pluridisciplinares de 
formação dos quadrosprofissionais de nível superior, de pesquisa, de 
extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que se 
caracterizam por: 
I. produção intelectual institucionalizada mediante o estudo 
sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto 
de vista científico e cultural, quanto regional e nacional. 
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II. um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica 
de mestrado ou doutorado. 
III. um terço do corpo docente em regime de tempo integral. 
Assinale a alternativa correta: 
a) Todas estão corretas. 
b) Apenas I está correta. 
c) Apenas II está correta. 
d) Apenas III está correta. 
 
42 - Considerando o atendimento aos educandos com necessidades 
especiais, o texto da LDB (Lei 9394/96) afirma que os sistemas de 
ensino deverão garantir: 
I- Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização 
específicos, para atender às suas necessidades. 
II- Terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o 
nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de 
suas deficiências. 
III- Aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar 
para os superdotados. 
IV-Professores com especialização adequada em nível médio ou 
superior, para atendimento especializado, bem como professores do 
ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas 
classes comuns. 
V-Educação especial para o trabalho, visando à sua efetiva integração 
na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que 
não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, 
mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para 
aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, 
intelectual ou psicomotora. 
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 Conhecimentos Pedagógicos 
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a) Todos os enunciados estão previstos na Lei. 
b) Apenas a III não é adequada ao espírito da Lei. 
c) Apenas I e IV são previsto em lei. 
d) Apenas a proposição V não está de acordo com as orientações 
legais. 
 
43 - Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 
9394/96), podemos afirmar que: 
I- Educação básica inclui a Educação Infantil, Ensino fundamental e 
Ensino Médio 
II- Educação básica diz respeito apenas ao Ensino fundamental de 9 
anos 
III- Educação superior é um dos níveis de formação da Educação 
escolar 
IV-Educação básica inclui apenas Educação Infantil e Ensino 
fundamental de 9 anos. 
a) Apenas a afirmação I está correta. 
b) As afirmações I e III estão corretas. 
c) Apenas a afirmação IV está correta. 
d) Apenas a afirmação II está correta. 
 
44 - CESPE/2010/SERPRO/ANALISTA DE DESENHO 
INSTRUCIONAL. Julgue o item: 
A Lei n.º 9.394/1996 normatiza a EaD no Brasil como modalidade 
válida e equivalente em todos os níveis de ensino. 
 
45 - Observe as afirmações abaixo: 
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I - A educação básica é obrigatória e gratuita dos quatro aos 
dezessete anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita 
para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. 
II - A formação continuada deve ser vista como uma etapa 
procedimental e atitudinal da prática docente, visando à melhoria do 
ensino e ao rompimento de uma visão de mundo estagnada. 
III - O direito à educação deve ser exercido concomitantemente ao 
direito ao trabalho e não como uma suplência de carências ou como 
um treinamento para atividades ainda desconhecidas. 
Estão corretas: 
a. I e II. 
b. Apenas III. 
c. I, II e III. 
d. Apenas I. 
e. Apenas II. 
 
(CESPE - 2012 - FNDE) COM BASE NA LEI DE DIRETRIZES E 
BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, JULGUE OS PRÓXIMOS 
ITENS. 
46 - A educação profissional restringe-se aos cursos de formação 
profissional e técnica de graduação e pós-graduação, os quais devem 
ser organizados de acordo com as diretrizes curriculares nacionais 
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação. 
 
 
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47 - Entre as finalidades da educação superior inclui-se o estímulo à 
criação cultural e ao desenvolvimento do espírito científico e do 
pensamento. 
 
48 - Apenas ao Distrito Federal é concedido o direito a uma legislação 
própria no que tange à organização da Educação Nacional. 
 
49 - O dever do Estado com a educação escolar pública é efetivado 
mediante a garantia do ensino fundamental, obrigatório e gratuito a 
todos os que estiverem em idade escolar, cabendo ao Estado garantir 
secundariamente o acesso ao ensino aos que não o tiveram na idade 
própria. 
 
50 - As instituições privadas de ensino superior integram o Sistema 
Federal de ensino. 
 
51 - Faz parte da educação escolar: 
a) Educação Infantil, Ensino Fundamental e Superior 
b) Educação infantil, Ensino Fundamental, Ensino médio, Educação 
Superior 
c) Educação infantil, Ensino fundamental, Ensino médio 
d) Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino médio e Superior 
e Pós graduação 
 
52 - Os currículos de ensino fundamental e médio não necessitam de 
uma parte diversificada, pois o ensino deve ser uniforme em todo o 
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Brasil para evitar que um aluno adquira mais conhecimentos que o 
outros. 
 
53 - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO/MG/TÉCNICOS EM 
ASSUNTOS EDUCACIONAIS/2008. 
Cabe à União, de acordo com a estrutura do sistema de ensino: 
a) Organizar, manter e desenvolver esses órgãos e instituições 
oficiais de ensino que estão aos seus cuidados, em regime de 
colaboração com os municípios. 
b) Estabelecer competências e diretrizes da Educação Básica. 
c) Cuidar das Instituições de ensino fundamental, médio, de 
educação infantil criadas e mantidas pelo poder público do DF. 
d) Responsáveis, principalmente, pelas instituições de ensino 
Infantil e Fundamental, porém, também de instituições de ensino 
médio mantidas pelo poder público municipal. 
 
54 - CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/ 2006/PEDAGOGIA 
De acordo com a Constituição Federal de 1998, a educação é um 
direito: 
a) social 
b) natural 
c) básico 
d) elementar 
 
55 - De acordo com a Constituição, são estipulados valores mínimos 
da receita resultante de impostos na manutenção e no 
desenvolvimento do ensino. Esses valores são: 
a) 18% União e 35% Municípios 
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b) 25% União e 15% Municípios 
c) 25% União e 25% Municípios 
d) 18% União e 25% Municípios 
 
56 - Marque a alternativa correta que corresponde ao texto a seguir: 
Trata-se de um fundo contábil formado por receitas de impostos 
vindas dos Estados e Municípios, com destinação específica para a 
educação. 
a) PIB 
b) ICMS 
c) FUNDEB 
d) FNDE 
 
57 - A lei que deu origem ao Fundeb é: 
a) Lei 11.494/07 
b) Lei 11.898/07 
c) Lei 11.497/04 
 
58 - De acordo com a legislação é correto afirmar que o FUNDEB 
compõe recursos de 50% oriundos de: 
a) Fundo de Participação dos Estados 
b) Imposto sobre Circulação de Mercadorias 
c) Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações 
d) Imposto Territorial Rural 
 
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59 - Sobre o Fundeb se a receita de impostos for insuficiente para 
cobrir o custo por aluno, a União poderá complementar o valor para 
compor tal despesa em até: 
a) 12% 
b) 15% 
c) 10% 
d) 25% 
 
60 - De acordocom a Lei 11.494/07, as despesas do FUNDEB devem 
ser utilizadas em: 
a) Remuneração do magistério e outras despesas da educação 
b) Em projetos de saúde 
c) Em ações sociais nas comunidades 
 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS: 
 
CESPE CONSULTOR LEGISLATIVO ÁREA XV 
 
A Constituição brasileira estabelece, em seu artigo 205, que “a 
educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será 
promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao 
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pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da 
cidadania e sua qualificação para o trabalho”. 
Quanto aos princípios em que o ensino se baseia para ser ministrado, 
o artigo 206 enumera: “I – igualdade de condições para o acesso e 
permanência na escola; II – liberdade de aprender, ensinar, 
pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; III – pluralismo 
de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições 
públicas e privadas de ensino; IV – gratuidade do ensino público em 
estabelecimentos oficiais; V – valorização dos profissionais do ensino, 
garantidos, na forma da lei, planos de carreira para o magistério 
público, com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por 
concurso público de provas e títulos; VI – gestão democrática do 
ensino público, na forma da lei; VII – garantia de padrão de 
qualidade”. 
Considerando esses mandamentos constitucionais e a realidade 
objetiva do sistema educacional brasileiro nos dias atuais, julgue os 
itens subsequentes. 
 
1 - CESPE CONSULTOR LEGISLATIVO ÁREA XV - Ao seguir 
literalmente o que diz a legislação, nas unidades da Federação em 
que foi adotada, a gestão democrática nas escolas públicas restringe-
se à eleição direta dos diretores. 
ERRADO. A gestão democrática não restringe a eleição direta 
para diretor. Vai além disso, promovendo a participação de 
todos nas principais decisões. Esse modelo de gestão, segundo 
Vieira (2005), concebe um importante desafio no 
desenvolvimento das políticas de educação e no cotidiano 
escolar. 
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2 - CESPE CONSULTOR LEGISLATIVO ÁREA XV - O texto 
constitucional indica que, a despeito de todos os avanços acerca da 
concepção de educação verificados no mundo contemporâneo, o 
Brasil insiste na velha ideia, que vigorou em quase todos os países 
até por volta dos anos 60 do século XX, de que um bom sistema 
educacional existe para fornecer mão-de-obra qualificada para um 
mercado de trabalho em constante transformação. 
ERRADO. O Brasil avançou no que diz respeito a essa ideia. O 
texto da constituição apresenta um olhar diferente, não 
restringindo apenas a preparação para a mão de obra e para o 
mercado de trabalho: Sendo a educação dever do Estado, da 
família e realidade social, com o objetivo de garantir a 
realização plena do ser humano, inseri-lo no contexto do 
Estado Democrático e qualificá-lo para o mundo do trabalho. 
 
CESPE CNJ PEDAGOGO - Com base na Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional, julgue os itens a seguir. 
 
3 - CESPE CNJ PEDAGOGO - A autorização e o reconhecimento de 
cursos superiores podem ser feitos a qualquer tempo, garantindo-se, 
assim, o credenciamento das instituições de ensino superior pelo 
Estado. 
ERRADO. A autorização e o reconhecimento de cursos, bem 
como o credenciamento de instituições de educação superior, 
terão prazos limitados, sendo renovados, periodicamente, 
após processo regular de avaliação. 
 
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4 - CESPE CNJ PEDAGOGO - A gestão democrática é um princípio 
que se aplica tanto à rede pública de ensino como à rede privada. 
ERRADO. A gestão democrática se aplica ao ensino público. 
 
5 - CESPE CNJ PEDAGOGO - A educação básica pode ser 
organizada em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, grupos não 
seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios. 
CERTO. Exatamente como está na LDB! 
 
6 - CESPE CNJ PEDAGOGO - O calendário escolar deve adequar-se 
às peculiaridades de cada sistema de ensino, podendo a carga horária 
prevista para o ano letivo ser reduzida. 
ERRADO. Sabemos que a carga horária não pode ser reduzida! 
 
Julgue os itens que se seguem, considerando as bases legais 
da educação nacional, notadamente as estabelecidas 
previstas na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional (LDB). 
 
7 - CESPE TJ PEDAGOGO - A educação básica é um direito público 
subjetivo de acordo com a Constituição Federal. 
ERRADO. Segundo a constituição o acesso ao ensino 
obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. 
 
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8 - CESPE TJ PEDAGOGO - Os sistemas de ensino deverão ser 
organizados em regime de colaboração entre a União, os estados, os 
municípios e o DF. 
CERTO. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
organizarão em regime de colaboração seus sistemas de 
ensino. 
 
9 - CESPE TJ PEDAGOGO - Os percentuais mínimos da receita 
resultante de impostos, compreendida a proveniente de 
transferências, para a manutenção e o desenvolvimento do ensino 
são, respectivamente, de 18% e 25%. 
ERRADO*. A questão foi anulada pelo cespe por apresentar 
uma certa confusão em seu texto. De acordo com a LDB a 
União aplicará, anualmente, nunca menos de dezoito, e os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios, vinte e cinco por 
cento, ou o que consta nas respectivas Constituições ou Leis 
Orgânicas, da receita resultante de impostos, compreendidas 
as transferências constitucionais, na manutenção e 
desenvolvimento do ensino público. 
 
10 - CESPE TJ PEDAGOGO - Os sistemas de ensino podem 
organizar seus respectivos calendários escolares para atendimento às 
peculiaridades climáticas locais, reduzindo, inclusive, o número de 
horas previsto na LDB, caso necessário. 
ERRADO. Mais uma questão sobre a carga horária. As escolas 
não poderão reduzir o número de horas previsto na LDB. 
 
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11 - CESPE TJ PEDAGOGO - A LDB prevê a obrigatoriedade do 
ensino sobre história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de 
ensino fundamental e médio das redes públicas e privadas. 
CERTO. Art. 26 - Nos estabelecimentos de ensino fundamental 
e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o 
estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. 
 
Com base na legislação educacional vigente no Brasil, julgue 
os itens que se seguem. 
 
12 - CESPE TJ/CE - De acordo com a CF vigente, a União aplicará 
anualmente até 17% da receita resultante de impostos na 
manutenção e desenvolvimento da educação. 
ERRADO. Conforme artigo 212 da CF/88, A união aplicará, 
anualmente, nunca menos do que 18% e os Estados, o DF e os 
Municípios vinte e cinco por cento, no mínimo, da receita 
resultante de impostos, compreendida a proveniente de 
transferências, na manutenção e desenvlvimento do ensino. 
 
13 - CESPE TJ/CE - A Lei de Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional define como educação básica os seguintes níveis: educação 
infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação superior. 
ERRADO. A educação básica I obrigatória e gratuita dos 4 
(quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, será organizada da 
seguinte forma: a) pré-escola; b) ensino fundamental; c) 
ensino médio. 
 
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14 - CESPE TJ/CE - O sistema federal de ensino compreende as 
instituições de ensino mantidas pela União, as instituições de ensino 
fundamental e médio, criadas e mantidas pela iniciativa privada, e os 
órgãos federais de educação. 
ERRADO. Está errado quando menciona instituições de ensino 
fundamental e médio. Art. 16. O sistema federal de ensino 
compreende: 
I - as instituições de ensino mantidas pela União; 
II - as instituições de educação superior criadas e mantidas 
pela iniciativa privada; 
III - os órgãos federais de educação. 
 
15 - CESPE TJ/CE - Os currículos da educação básica têm base 
nacional comum, mas devem ser complementados por uma parte 
diversificada de responsabilidade exclusiva de cada sistema de 
ensino. 
ERRADO. Não será responsabilidade exclusiva. A LDB não cita 
essa ideia. 
Julgue os próximos itens com relação às bases legais da 
educação nacional: 
 
16 - CESPE MPU 2013 - A classificação em qualquer série ou etapa 
do ensino fundamental e médio, exceto a primeira do ensino 
fundamental, pode ser feita por promoção; por transferência; ou 
independentemente de escolarização anterior, mediante avaliação 
feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência 
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do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, 
conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino. 
CERTO. Exatamente como está no artigo 24 da lei de diretrizes 
e bases da educação. 
 
17 - CESPE MPU 2013 - São consideradas como de manutenção e 
desenvolvimento do ensino as despesas realizadas com vistas à 
consecução dos objetivos básicos das instituições educacionais de 
todos os níveis, incluindo as que se destinam à concessão de bolsas 
de estudo a alunos exclusivamente de escolas públicas. 
ERRADO. Serão consideradas como manutenção e 
desenvolvimento do ensino, as despesas realizadas com vistas 
à consecução dos objetivos básicos das instituições 
educacionais de todos os níveis. A questão ficou errada por 
mencionar exclusivamente alunos de escolas públicas. 
 
18 - CESPE MPU 2013 - A CF estabelece que o ensino seja livre à 
iniciativa privada, desde que atendidas as seguintes condições: 
cumprimento das normas gerais da educação nacional; e autorização 
e avaliação de qualidade pelo poder público. 
CERTO. Exatamente como está no artigo 209! 
 
19 - CESPE MPU 2013 - O Plano Nacional de Educação, de duração 
decenal, é previsto na CF e estabelece a meta de aplicação de 
recursos públicos em educação na proporção de dez por cento do 
produto interno bruto (PIB). 
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ERRADO. O documento determina a ampliação progressiva do 
investimento público em educação até atingir o mínimo de 7% 
do produto interno bruto (PIB) do país, com revisão desse 
percentual em 2015. 
 
20 - CESPE MPU 2013 - O dever do Estado com educação escolar 
pública será efetivado mediante a garantia de diversos pontos; entre 
eles, a educação básica obrigatória e gratuita dos quatro aos 
dezessete anos de idade. 
CERTO. Lembrando que esse texto foi incluído na LDB com a 
lei 12.796 de 2013. 
 
Julgue os itens de 1 a 6 de acordo com as novas alterações da 
LDB 
 
21 - A educação especial compreende a modalidade de educação 
oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para 
educandos portadores de necessidades especiais. 
ERRADO. Sabemos que a nomenclatura mudou: Não se fala 
mais em portadores de necessidades especiais. 
“Atendimento educacional especializado gratuito aos 
educandos com deficiência, transtornos globais do 
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, 
transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, 
preferencialmente na rede regular de ensino”. 
 
22 - A educação infantil fixa seu efetivo de trabalho escolar em: 
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A) 600 horas com mínimo de 180 dias letivos. 
B) 800 horas com mínimo de 200 dias letivos. 
C) 550 horas com mínimo de 145 dias letivos. 
D) 280 horas com mínimo de 100 dias letivos. 
E) 700 horas com mínimo de 190 dias letivos. 
LETRA B. Vimos que a educação infantil estabelece carga 
horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas, distribuídas 
por um mínimo de 200 (duzentos) dias de trabalho 
educacional. 
 
23 - É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das 
crianças na educação básica a partir dos 5 (cinco) anos de idade. 
ERRADO. De acordo com as alterações da lei 12.796 é dever 
dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na 
educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade. 
 
24 – Na educação infantil a avaliação deverá ser realizada mediante 
acompanhamento e registro do desenvolvimento das crianças, sem o 
objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. 
CERTO. A avaliação existe na educação infantil e será 
realizada mediante acompanhamento e registro do 
desenvolvimento. Cuidado para não se confundir! 
 
25 – De acordo com a lei 12.796 o tempo de permanência na escola 
a criança da educação infantil será de, no mínimo, 4 horas diárias 
para o turno parcial e de 7 horas para a jornada integral. 
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CERTO. Essa informação foi acrescentada na lei de diretrizes e 
bases com as alterações que ocorreram em abril de 2013. 
 
26 – Na educação básica é exigida a frequência mínima de 75% do 
total de horas. Os alunos não poderão ultrapassar o percentual de 
25% de faltas. 
ERRADO. Com as alterações da LDB na educação infantil é 
exigida a frequência mínima de 60%. Ensino fundamental e 
médio 75%. 
 
27 – Analise a situação hipotética e julgue o item abaixo: 
Paula terminou o seu curso de nível médio na modalidade normal e 
pretende dar aula na educação infantil. De acordo com a LDB Paula 
terá que fazer a graduação em pedagogia pois, não será permitido 
dar aula sem essa licenciatura. 
ERRADO. Poderá ser admitida, como formação mínima para o 
exercício do magistério na educação infantil e nos 5 (cinco) 
primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível 
médio na modalidade normal. 
 
28 - Segundo disposição constitucional vigente o ensino será 
ministrado com base nos seguintes princípios: 
I – igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola; 
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o 
pensamento, a arte e o saber; 
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III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e 
coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; 
IV – gratuidade do ensino público. 
f. Todas estão corretas. 
g. Apenas uma está correta. 
h. Duas estão corretas. 
i. Três estão corretas. 
j. Todas estão erradas. 
LETRA A. Esses princípios estão presentes na LDB e vimos na 
nossa aula! Todos estão corretos! 
 
29- Segundo disposição expressa no art. 1º da lei nº 9.394/1996, a 
LDB, os processos formativos educacionais nela descritos abrangem 
os que se desenvolvem exceto: 
f. na vida familiar; 
g. na convivência humana; 
h. nas manifestações grevistas; 
i. nas instituições de ensino e pesquisa; 
j. nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil. 
LETRA C. O Art. 1º diz o seguinte: A educação abrange os 
processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na 
convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e 
pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da 
sociedade civile nas manifestações culturais. O artigo não fala 
sobre manifestações grevistas. 
 
30 - A organização formal da educação escolar, no Brasil, é composta 
de dois níveis: 
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Educação básica e superior, e esta, por sua vez, se apresenta em 
quatro modalidades: 
Cursos de graduação, de pós-graduação, sequenciais e cursos e 
programas de extensão. 
CERTO. Exatamente como diz a LDB. Lembrando que a 
educação superior será ministrada em instituições de ensino 
superior, públicas ou privadas, com variados graus de 
abrangência ou especialização. 
 
31 - Considere a seguinte situação hipotética. Luíza, pedagoga 
recém-formada, resolveu organizar uma escola particular no 
município Morro Branco, próximo a Salvador, no estado da Bahia, 
para atender alunos entre quatro e seis anos. No preenchimento das 
fichas para a obtenção da autorização de funcionamento, lançou que 
sua escola pertencia ao sistema de ensino estadual, uma vez que a 
Secretaria de Estado da Educação era bem próxima ao seu município. 
Nessa situação, é correto afirmar que essa escola está de acordo com 
a organização do sistema de ensino previsto na Constituição da 
República e na LDB vigente. 
ERRADO. Neste caso a escola irá fazer parte do sistema 
municipal e não estadual. 
 
32 - O direito à educação deve ser exercido concomitantemente ao 
direito ao trabalho e não como uma suplência de carências ou como 
um treinamento para atividades ainda desconhecidas. 
CERTO. O direito à educação não deve servir apenas para 
suprir deficiências ou falhas no sistema. 
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33 – A LDB 9394/96, em seu art. 9º inciso IV, trata da incumbência 
de traçar um conjunto de diretrizes capaz de nortear os currículos e 
os seus conteúdos mínimos. Isso se dá ao fato, pois a Lei ressalta a 
seguinte necessidade: 
A) propiciar a todos uma formação básica comum. 
B) eleger conteúdos mínimos e gerais para cada ente federado. 
C) traçar estratégias curriculares específicas para cada região. 
D) obedecer às diretrizes curriculares nacionais da educação básica. 
E) condenar propostas curriculares que não ofertem conteúdos 
básicos. 
LETRA A. Propiciar a formação básica comum é o foco da LDB! 
Na nossa lei não consta estratégias específicas de cada região 
assim como outros conteúdos. Os outros itens não estão de 
acordo com a nossa lei. 
 
34 - A lei 9394/96 organiza a escolaridade em: 
A) Educação Infantil, Ciclo de Alfabetização, Ensino Fundamental e 
Ensino Médio. 
B) Ensino de Primeiro Grau, Ensino de Segundo Grau e o Ensino 
Superior. 
C) Educação Fundamental que se constitui da Educação Infantil, do 
Ensino Fundamental e do Científico. 
D) Educação Básica que inclui a Educação Infantil, o Ensino 
Fundamental e o Ensino Médio e a Educação Superior. 
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E) Ciclo de alfabetização, Ciclo Ginasial, Ciclo Colegial e Ensino 
Superior. 
LETRA D. Como vimos na nossa aula, essa é a divisão da 
escolaridade segundo a lei de diretrizes e bases. Mais uma 
questão com esse tema! 
Lembrando que essa questão foi elaborada antes das 
alterações portanto, também poderíamos considerar: 
Educação básica: obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 
(dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma: 
a) pré-escola; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
b) ensino fundamental; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
c) ensino médio; (Incluído pela Lei nº 12.796, de 2013) 
 
35 - Segundo a LDB 9394/96, com a implantação do Ensino 
Fundamental de nove anos, é dever dos pais ou responsáveis 
efetuarem a matrícula das crianças: 
A) a partir dos seis anos. 
B) entre um e seis anos. 
C) aos sete anos. 
D) entre os sete e 11 anos. 
E) a partir dos cinco anos. 
LETRA A. O ensino fundamental começa aos seis anos de 
idade. Essa questão confundiu o candidato por causa da 
obrigatoriedade dos pais de matricular os seus filhos a partir 
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dos quatro anos. Porém, o enunciado mencionou apenas o 
ensino fundamental. A questão ficou confusa. 
 
36 - A citação abaixo foi extraída do inciso V do artigo 24 da LDB 
9394/96: 
a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com 
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos 
resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; 
b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso 
escolar; 
c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante 
verificação do aprendizado; 
d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; 
e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência 
paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento 
escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus 
regimentos. 
Nela, pode-se perceber que, no que tange à avaliação do rendimento 
escolar, há uma preocupação e uma ênfase na: 
A) recuperação dos estudos paralelos ao longo do ano letivo. 
B) promoção dos estudantes ao longo de sua escolaridade. 
C) verificação dos desempenhos quantitativos dos alunos. 
D) ordenação dos estudantes nos diferentes anos de escolaridade. 
E) classificação dos estudantes para fins de aprovação/reprovação. 
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LETRA B. A LDB preocupa-se com todo o período de 
escolaridade do aluno. A avaliação do rendimento não 
restringe a um período para fins de reprovação ou aprovação. 
O desempenho quantitativo também não revela as dificuldades 
de forma eficaz. A ordenação dos estudantes como menciona o 
item D faz parte mas não é uma das únicas funções da 
avaliação. O item B resumiu de maneira adequada. 
 
37 - Berenice tem 13 anos e até os 11 estudou em classe 
multisseriada de uma escola rural da região norte do Brasil. Há pouco 
tempo, sua família se transferiu para a região sudeste e decidiu que 
Berenice voltaria a estudar. O procedimento correto da direção da 
escola, com base no que dispõe o Artigo 24 da Lei de Diretrizes e 
Bases da Educação Nacional, será: 
a) efetivar a matrícula na etapa ou série correspondente àquela em 
que Berenice interrompeu os estudos. 
b) encaminhar a adolescente para um curso supletivo oferecido pela 
escola no período noturno. 
c) convocar o Conselho Escolar para deliberar sobre o caso com base 
no Projeto Político Pedagógico da escola. 
d) efetivar a matrícula na série ou etapa adequada após avaliar o 
nível de aprendizagem da candidata, conforme regulamentação do 
respectivo sistema de ensino. 
LETRA D. Lembrando que a nossa LDB fala que a classificação 
em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino 
fundamental, pode ser feita: independentemente de 
escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, 
que defina o grau de desenvolvimento e experiência do 
candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, 
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conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino. 
Portanto, o único item que ficou totalmente de acordo com a 
situação descrita, foi o item D. 
 
38 - Com base no enunciado abaixo assinale apenas a alternativa 
incorreta. O Art. 67 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 
determina que os sistemas de ensino devem promover a “valorização 
dos profissionais da educação”, assegurando-lhes: 
a) condiçõesadequadas de trabalho. 
b) progressão funcional, baseada prioritariamente na experiência e no 
tempo efetivo de serviço. 
c) piso salarial profissional. 
d) aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com 
licenciamento periódico remunerado para esse fim. 
LETRA B. Vimos na nossa LDB que todos os outros itens 
atendem a esse artigo, com exceção da informação sobre 
progresso funcional que deve estar baseada na titulação ou 
habilitação, e na avaliação do desempenho. 
 
39 - Para cumprir a Lei n. 11.645, de 2008, que, de acordo com o 
par. 2º do Art. 26-A da Lei 9394/96, tornou obrigatório o estudo da 
história e cultura afro-brasileira e indígena nos estabelecimentos de 
ensino fundamental e de ensino médio, a diretora de uma escola 
particular de um estado da região Centro-Oeste criou um componente 
curricular exclusivo para este fim. Essa decisão pode ser considerada 
inadequada por que: 
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a) esses conteúdos devem ser ministrados no âmbito de todo o 
currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de 
literatura e história brasileira. 
b) porque fere o princípio do pluralismo de ideias e de concepções 
pedagógicas dos fins da educação nacional. 
c) porque conflita com o princípio da gestão democrática e de 
participação de toda a equipe escolar na construção do projeto 
político pedagógico da escola. 
d) porque este conteúdo de ensino deve ser desenvolvido por 
docentes formados na área da História. 
LETRA A. Está na lei que os conteúdos referentes à História e 
Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o 
currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística 
e de Literatura e História Brasileiras. Os outros itens não estão 
de acordo com a nossa lei. 
 
40 - De acordo com o Artigo 35 da Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação, o ensino médio, etapa final da educação básica tem como 
finalidade 4 itens: a consolidação e o aprofundamento dos 
conhecimentos adquiridos no ensino fundamental; a preparação 
básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar 
aprendendo, de modo capaz de se adaptar com flexibilidade à novas 
condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; o 
aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a 
formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do 
pensamento crítico; e a última finalidade: 
a) a compreensão das tecnologias atuais, bem como o entendimento 
do uso de redes virtuais de computadores. 
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b) a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos 
processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino 
de cada disciplina. 
c) a compreensão do sistema globalizado e suas informações, 
relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina. 
d) a compreensão e entendimento do papel de cidadão, de acordo 
com as exigências tecnológicas a nível globalizado. 
LETRA B. Perceberam como a banca pode cobrar? Em algumas 
questões o examinador quer saber se você estudou e sabe 
exatamente como está na lei: A compreensão dos 
fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, 
relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada 
disciplina é o último item desse artigo. 
 
41 - De acordo com o Artigo 52 da Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação, as universidades são instituições pluridisciplinares de 
formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de 
extensão e de domínio e cultivo do saber humano, que se 
caracterizam por: 
I. produção intelectual institucionalizada mediante o estudo 
sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do ponto 
de vista científico e cultural, quanto regional e nacional. 
II. um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica 
de mestrado ou doutorado. 
III. um terço do corpo docente em regime de tempo integral. 
Assinale a alternativa correta: 
a) Todas estão corretas. 
b) Apenas I está correta. 
c) Apenas II está correta. 
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d) Apenas III está correta. 
LETRA A. Faça a leitura da LDB várias vezes! Vale a pena você 
saber exatamente como está na lei. O artigo diz o seguinte: 
Art. 52. As universidades são instituições pluridisciplinares de 
formação dos quadros profissionais de nível superior, de 
pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber 
humano, que se caracterizam por: (Regulamento) 
I - produção intelectual institucionalizada mediante o estudo 
sistemático dos temas e problemas mais relevantes, tanto do 
ponto de vista científico e cultural, quanto regional e nacional; 
II - um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação 
acadêmica de mestrado ou doutorado; 
III - um terço do corpo docente em regime de tempo integral. 
 
42 - Considerando o atendimento aos educandos com necessidades 
especiais, o texto da LDB (Lei 9394/96) afirma que os sistemas de 
ensino deverão garantir: 
I- Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização 
específicos, para atender às suas necessidades. 
II- Terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o 
nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de 
suas deficiências. 
III- Aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar 
para os superdotados. 
IV-Professores com especialização adequada em nível médio ou 
superior, para atendimento especializado, bem como professores do 
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ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas 
classes comuns. 
V-Educação especial para o trabalho, visando à sua efetiva integração 
na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que 
não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, 
mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para 
aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, 
intelectual ou psicomotora. 
a) Todos os enunciados estão previstos na Lei. 
b) Apenas a III não é adequada ao espírito da Lei. 
c) Apenas I e IV são previsto em lei. 
d) Apenas a proposição V não está de acordo com as orientações 
legais. 
LETRA A. Todos os itens constam na lei! 
 
43 - Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 
9394/96), podemos afirmar que: 
I- Educação básica inclui a Educação Infantil, Ensino fundamental e 
Ensino Médio 
II- Educação básica diz respeito apenas ao Ensino fundamental de 9 
anos 
III- Educação superior é um dos níveis de formação da Educação 
escolar 
IV-Educação básica inclui apenas Educação Infantil e Ensino 
fundamental de 9 anos. 
a) Apenas a afirmação I está correta. 
b) As afirmações I e III estão corretas. 
c) Apenas a afirmação IV está correta. 
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d) Apenas a afirmação II está correta. 
LETRA B. Os itens II e IV ficaram errados porque a educação 
básica diz respeito a educação infantil, ensino fundamental e 
ensino médio. 
 
44 - CESPE/2010/SERPRO/ANALISTA DE DESENHO 
INSTRUCIONAL. Julgue o item: 
A Lei n.º 9.394/1996 normatiza a EaD no Brasil como modalidade 
válida e equivalente em todos os níveis de ensino. 
CERTO. O que vale é a lei que diz: A Lei n.º 9.394/1996 
normatiza a EaD no Brasil como modalidade válida e 
equivalente em todos os níveis de ensino. Corretíssimo! Você 
só irá pensar diferente se por acaso a banca examinadora 
colocar uma situação que não pertença a um contexto que 
seja possível, comopor exemplo uma situação que envolva a 
educação infantil que tem como um dos objetivos o 
relacionamento e a socialização das crianças umas com as 
outras. A EAD será incentivada pelo poder público em todos os 
níveis de ensino – Isso é o que diz a lei e é isso que temos que 
levar em consideração. 
 
45 - Observe as afirmações abaixo: 
I - A educação básica é obrigatória e gratuita dos quatro aos 
dezessete anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita 
para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. 
II - A formação continuada deve ser vista como uma etapa 
procedimental e atitudinal da prática docente, visando à melhoria do 
ensino e ao rompimento de uma visão de mundo estagnada. 
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III - O direito à educação deve ser exercido concomitantemente ao 
direito ao trabalho e não como uma suplência de carências ou como 
um treinamento para atividades ainda desconhecidas. 
Estão corretas: 
f. I e II. 
g. Apenas III. 
h. I, II e III. 
i. Apenas I. 
j. Apenas II. 
LETRA C. 
I - CERTO. A LDB garante aos jovens e adultos que não 
tiveram acesso à educação básica na idade própria, sendo 
obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos de idade, organizada 
por: 
- pré-escola; 
- ensino fundamental; 
- ensino médio. 
II - CERTO. A LDB fala sobre a formação continuada, 
abordando a qualidade do ensino. O professor deve manter-se 
atualizado e jamais estagnado em sua rotina. 
III - CERTO. O direito à educação não deve servir apenas para 
suprir deficiências ou falhas no sistema. 
 
(CESPE - 2012 - FNDE) COM BASE NA LEI DE DIRETRIZES E 
BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, JULGUE OS PRÓXIMOS 
ITENS. 
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46 - A educação profissional restringe-se aos cursos de formação 
profissional e técnica de graduação e pós-graduação, os quais devem 
ser organizados de acordo com as diretrizes curriculares nacionais 
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação. 
ERRADO. A palavra “restringe-se” deixou a questão errada. A 
educação profissional e tecnológica abrangerá os seguintes 
cursos: I – de formação inicial e continuada ou qualificação 
profissional; II – de educação profissional técnica de nível 
médio; III – de educação profissional tecnológica de 
graduação e pós-graduação. 
 
47 - Entre as finalidades da educação superior inclui-se o estímulo à 
criação cultural e ao desenvolvimento do espírito científico e do 
pensamento. 
CERTO. A educação superior tem por finalidade: I - estimular 
a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e 
do pensamento reflexivo; II - formar diplomados nas 
diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em 
setores profissionais e para a participação no 
desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua 
formação contínua; III - incentivar o trabalho de pesquisa e 
investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência 
e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse 
modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em 
que vive; IV - promover a divulgação de conhecimentos 
culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da 
humanidade e comunicar o saber através do ensino, de 
publicações ou de outras formas de comunicação; V - suscitar 
o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e 
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profissional e possibilitar a correspondente concretização, 
integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa 
estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de 
cada geração; VI - estimular o conhecimento dos problemas 
do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, 
prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer 
com esta uma relação de reciprocidade; VII - promover a 
extensão, aberta à participação da população, visando à 
difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação 
cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na 
instituição. 
 
48 - Apenas ao Distrito Federal é concedido o direito a uma legislação 
própria no que tange à organização da Educação Nacional. 
ERRADO. A LDB é a responsável pela organização da educação 
nacional! 
 
49 - O dever do Estado com a educação escolar pública é efetivado 
mediante a garantia do ensino fundamental, obrigatório e gratuito a 
todos os que estiverem em idade escolar, cabendo ao Estado garantir 
secundariamente o acesso ao ensino aos que não o tiveram na idade 
própria. 
ERRADO. Não poderá ser secundariamente. De acordo com a 
LDB os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos 
jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na 
idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, 
consideradas as características do alunado, seus interesses, 
condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames. 
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50 - As instituições privadas de ensino superior integram o Sistema 
Federal de ensino. 
CERTO. No sistema federal fazem parte as instituições de 
ensino superior criadas e mantidas pela iniciativa privada. Ex: 
Católica, UNIP. 
 
51 - Faz parte da educação escolar: 
e) Educação Infantil, Ensino Fundamental e Superior 
f) Educação infantil, Ensino Fundamental, Ensino médio, Educação 
Superior 
g) Educação infantil, Ensino fundamental, Ensino médio 
h) Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino médio e Superior 
e Pós graduação 
LETRA B. De acordo com a LDB, a educação escolar vai da 
Educação infantil a Educação Superior. 
 
52 - Os currículos de ensino fundamental e médio não necessitam de 
uma parte diversificada, pois o ensino deve ser uniforme em todo o 
Brasil para evitar que um aluno adquira mais conhecimentos que o 
outros. 
ERRADO. De acordo com a LDB, há necessidade de uma parte 
diversificada no currículo, para adequar as características 
regionais e locais da sociedade, da economia e da clientela. 
 
53 - INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO/MG/TÉCNICOS EM 
ASSUNTOS EDUCACIONAIS/2008. 
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Cabe à União, de acordo com a estrutura do sistema de ensino: 
e) Organizar, manter e desenvolver esses órgãos e instituições 
oficiais de ensino que estão aos seus cuidados, em regime de 
colaboração com os municípios. 
f) Estabelecer competências e diretrizes da Educação Básica. 
g) Cuidar das Instituições de ensino fundamental, médio, de 
educação infantil criadas e mantidas pelo poder público do DF. 
h) Responsáveis, principalmente, pelas instituições de ensino 
Infantil e Fundamental, porém, também de instituições de ensino 
médio mantidas pelo poder público municipal. 
LETRA B. Os outros itens ficaram errados por mencionarem: 
Letra A: atribuição dos Estados 
Letra C: atribuição do Distrito Federal 
Letra D: atribuição dos municípios 
 
54 - CESPE/ANALISTA JUDICIÁRIO/ 2006/PEDAGOGIA 
De acordo com a Constituição Federal de 1998, a educação é um 
direito: 
e) social 
f) natural 
g) básico 
h) elementar 
LETRA A. A educação é um direito social, de acordo com a 
CF/88. 
 
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55 - De acordo com a Constituição, são estipulados valores mínimos 
da receita resultante de impostos na manutenção e no 
desenvolvimento do ensino. Esses valores são: 
e) 18% União e 35% Municípios 
f) 25% União e 15% Municípios 
g) 25% União e 25% Municípiosh) 18% União e 25% Municípios 
LETRA D. Exatamente como vimos na nossa aula! 
 
56 - Marque a alternativa correta que corresponde ao texto a seguir: 
Trata-se de um fundo contábil formado por receitas de impostos 
vindas dos Estados e Municípios, com destinação específica para a 
educação. 
a) PIB 
b) ICMS 
c) FUNDEB 
d) FNDE 
LETRA C. O Fundeb é um fundo contábil formado por receitas 
destinadas para a educação. 
 
57 - A lei que deu origem ao Fundeb é: 
d) Lei 11.494/07 
e) Lei 11.898/07 
f) Lei 11.497/04 
LETRA A. Fundeb foi criado pela Emenda Constitucional nº 
53/2006 e regulamentado pela Lei nº 11.494/2007 e pelo 
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Decreto nº 6.253/2007, em substituição ao Fundo de 
Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de 
Valorização do Magistério - Fundef, que vigorou de 1998 a 
2006. 
 
58 - De acordo com a legislação é correto afirmar que o FUNDEB 
compõe recursos de 50% oriundos de: 
e) Fundo de Participação dos Estados 
f) Imposto sobre Circulação de Mercadorias 
g) Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações 
h) Imposto Territorial Rural 
LETRA D. Segundo o site do MEC há essa parte de 50% do 
Imposto Territorial Rural-ITR devida aos municípios. 
 
59 - Sobre o Fundeb se a receita de impostos for insuficiente para 
cobrir o custo por aluno, a União poderá complementar o valor para 
compor tal despesa em até: 
e) 12% 
f) 15% 
g) 10% 
h) 25% 
LETRA C. A união poderá complementar em até 10%. 
 
60 - De acordo com a Lei 11.494/07, as despesas do FUNDEB devem 
ser utilizadas em: 
d) Remuneração do magistério e outras despesas da educação 
e) Em projetos de saúde 
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f) Em ações sociais nas comunidades 
LETRA A. Os recursos do FUNDEB devem ser utilizados 
exclusivamente em ações de manutenção e desenvolvimento 
da educação básica pública e na valorização do magistério. 
 
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1 - E 2 - E 3 - E 
4 - E 5 - C 6 - E 
7 - E 8 - C 9 - E 
10 - E 11 - C 12 - E 
13 - E 14 - E 15 - E 
16 - C 17 - E 18 - C 
19 - E 20 - C 21 - E 
22 - B 23 - E 24 - C 
25 - C 26 - E 27 - E 
28 - A 29 - C 30 - C 
31 - E 32 - C 33 – A 
34 - D 35 - A 36 - B 
37 - D 38 - B 39 - A 
40 - B 41 - A 42 - A 
43 - B 44 - C 45 - C 
46 - E 47 - C 48 - E 
49 - E 50 - C 51 - B 
52 - E 53 - B 54 - A 
55 - D 56 - C 57 - A 
58 - D 59 - C 60 - A 
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