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MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS DE PASTAGENS Prof. Geraldo Andrade Carvalho – DEN / UFLA CUPINS Cupins Ordem: Isoptera Desenvolvimento: Paurometabolia Ap. bucal: Mastigador Importância: Como pragas e fauna do solo Divisão de tarefas (castas) Insetos Sociais Divisão de tarefas (castas) Bioecologia: Formação das colônias Estrutura da colônia Cupins (Esquema de Castas) Bioecologia: Divisão de castas Fisiogastria Principais famílias No Brasil: Kalotermitidae Rhinotermitidae Serritermitidae Termitidae Syntermes spp. QUAIS AS PRINCIPAIS ESPÉCIES? Termitidae Cornitermes spp. Termitidae Procornitermes spp. Termitidae Grupos Tipos de ninhos: - Cupins de Montículo: Cornitermes (Dificulta tratos culturais, redução de stand). - Cupins de Cerne (subterrâneo): Coptotermes (perda de material lenhoso e quebra) Cupins Subterrâneos: Syntermes (forrageamento de folhas e roletamento de caule). Importantes pragas de pastagem - Montículo - Subterrâneo Cupins (Agricultura) Causam danos diretos Redução do stand Causam danos indiretos Depreciação da terra (cultural) Danos diretos Consumo de sementes, mudas, raízes, caules e folhas: Consequências: - Reduz a resistência das plantas (quebra) - Redução e desuniformidade do stand - Replantio Aumento do custo Meio urbano (madeira seca) Pastagem Degrada e Depreciada Danos indiretos Redução da área útil Cupinzeiros abrigam outros animais Acidente com animais - Dificulta a mecanização de máquinas Monitoramento Amostragem pré-plantio - Contagem de ninhos subterrâneos de Syntermes spp. em cada parcela (50 x 50 m²). - Conta-se o número de ninhos (terra solta) + 1 ninho Syntermes/parcela ou Termitrap (30 DAP): +10 cupins/armadilha: Mudas devem ser tratadas: Nota 1 Ausência de ninhos – Mudas não devem ser tratadas: Nota 1 Pós-plantio Seleção de 3% das linhas de plantio (2 linhas/talhão) Lançamento de transectos ao acaso - Com 2 a 5% de mudas atacadas deve-se controlar. Estratégias e táticas de Manejo Controle Cultural Adubação adequada Escape (plantio em época chuvosa) Evitar arar e arrancar cupinzeiros antes de matá-los (reprodução da colônia). Controle Biológico Fungos entomatogênicos. Aplicação de Metarhizium 30 a 60 DAPreaparo do solo. 21 Controle químico Tratamento do cupinzeiro Diretamente no ninho, perfurando o montículo até atingir a câmara de celulose e aplicar o inseticida. 30 a 60 dias antes do preparo do solo. OBS: Estratégias e táticas de Manejo - Controle químico Tratamento de mudas: pré e pós-plantio Principalmente cupins subterrâneos ( dificilmente encontrados) Estratégias e táticas de Manejo Tratamento pós-plantio: é realizado quando a amostragem pós-plantio indicar a necessidade de combate. Nesse caso, basta pulverizar as mudas na altura do coleto com calda de inseticida, usando o bico jato cônico. - Tratamento pré-plantio Consiste na imersão das mudas em calda inseticida imediatamente antes do plantio. Estratégias e táticas de Manejo Grupo Químico Nome Técnico Nome Comercial Nitroguanidinas imidacloprid Confidor 700 GRDA Organofosforado tebufós Counter 50 G, Counter 150 G Éster do ácido Sulfuroso endosulfan Dissulfan CE, Dissulfan 350 CE, Thiodan CE Carbamato carbofuran Furadan 100 G Fenil pirazol fipronil Regent 20 G, Regent 800 WG, Tuit NA Tratamento do Ninho Grupo Químico Nome Técnico Nome Comercial Nitroguanidinas imidacloprid Confidor 700 GrDA Organofosforado clorpirifós Lakree Fogging Organofosforado fention Lebaycid 500 CE Fenil pirazol fipronil Regent 800 WG Fenil pirazol fipronil Regent 20 G Tratamento da Planta Sementes, mudas, sulco