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3º Ano EM Regular Diurno

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MALMESBURY, Thomas Hobbes de. Leviatã ou matéria, forma e poder de um estado
eclesiástico e civil. Trad. João Paulo Monteiro; Maria Beatriz Nizza da Silva. São Paulo: Editora
NOVA Cultural, 1997. 
 
A teoria política de Thomas Hobbes teve papel fundamental na construção dos sistemas
políticos contemporâneos que consolidou a (o)
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a) Monarquia Paritária.   
b) Despotismo Soberano. 
c) Monarquia Republicana.   
d) Monarquia Absolutista.    
e) Despotismo Esclarecido.   
 
5) (Ufu 2013)  Porque as leis de natureza (como a justiça, a equidade, a modéstia, a piedade, ou,
em resumo, fazer aos outros o que queremos que nos façam) por si mesmas, na ausência do
temor de algum poder capaz de levá-las a ser respeitadas, são contrárias a nossas paixões
naturais, as quais nos fazem tender para a parcialidade, o orgulho, a vingança e coisas
semelhantes. 
HOBBES, Thomas. Leviatã. Cap. XVII. Tradução de João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da
Silva. São Paulo: Nova Cultural, 1988, p. 103. 
 
Em relação ao papel do Estado, Hobbes considera que:  
a) O seu poder deve ser parcial. O soberano que nasce com o advento do contrato social deve
assiná-lo, para submeter-se aos compromissos ali firmados.    
b) A condição natural do homem é de guerra de todos contra todos. Resolver tal condição é
possível apenas com um poder estatal pleno.    
c) Os homens são, por natureza, desiguais. Por isso, a criação do Estado deve servir como
instrumento de realização da isonomia entre tais homens.    
d) A guerra de todos contra todos surge com o Estado repressor. O homem não deve se
submeter de bom grado à violência estatal.    
 
6) (Unicentro)“A ação social (incluindo tolerância ou omissão) orienta-se pela ação de outros,
que podem ser passadas, presentes ou esperadas como futuras (vingança por ataques
anteriores, réplica a ataques presentes, medidas de defesa diante de ataques futuros). Os
´outros` podem ser individualizados e conhecidos ou uma pluralidade de indivíduos
indeterminados e completamente desconhecidos”(Max Weber. Ação social e relação social. In
M.M. Foracchi e J.S Martins. Sociologia e Sociedade. Rio de Janeiro, LTC, 1977, p.139).
 
Max Weber, um dos clássicos da sociologia, autor dessa definição de ação social, que para ele
constitui o objeto de estudo da sociologia, apontou a existência de quatro tipos de ação social.
Quais são elas?
 
a) Ação tradicional, ação afetiva, ação política com relação a valores e ação racional com
relação a fins.
b) Ação tradicional, ação afetiva, ação racional e ação carismática.
c) Ação tradicional, ação afetiva, ação política com relação a valores, ação política com relação
a fins.
d) Ação tradicional, ação afetiva, ação racional com relação a fins, ação racional com relação a
valores.
e) Ação tradicional, ação emotiva, ação racional com relação a fins e ação política não
esperada.
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INTERDISCIPLINARIDADE: História, Geografia, Filosofia e Português (Redação)
UNIDADE(S) TEMÁTICA(S):  Trabalho, Política e Ideologia
OBJETO DE CONHECIMENTO:  Conhecer conceitos básicos da sociologia referente às
temáticas: Trabalho, Política e Ideologia
HABILIDADE(S):
SEMANA 4
CONTEÚDOS RELACIONADOS:  Cidadania , participação e sistema político
Sistema Eleitoral Brasileiro
 
Pelas regras atuais, as eleições para presidente, governador, prefeito e senador seguem o
sistema majoritário. No caso de deputados federais, estaduais, distritais e vereadores, o
sistema utilizado hoje é o proporcional com lista aberta.
 
– Sistema Majoritário: Pelas regras atuais, as eleições para presidente, governador, prefeito e
senador seguem o sistema majoritário. Geralmente, é eleito o candidato que receber a maioria
absoluta dos votos válidos (mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos em branco
e os nulos). Se nenhum candidato atingir o número na primeira votação, realiza-se um segundo
turno entre os dois mais votados.
 
No caso de eleição de prefeitos de municípios com menos de 200 mil eleitores, exige-se apenas
a maioria relativa dos votos (o maior número dos votos apurados) e não há segundo turno.
 
– Sistema proporcional com lista aberta: No caso de deputados federais, estaduais, distritais e
vereadores, o sistema utilizado hoje é o proporcional com lista aberta. É possível votar tanto no
candidato como na legenda. Na apuração, deve-se contabilizar o total de votos obtidos por
cada partido, somando os votos de legenda e os votos dos candidatos dessa legenda.
 
As vagas são distribuídas de forma proporcional aos votos totais obtidos por cada partido. A
partir daí, os partidos preenchem suas vagas conquistadas com seus candidatos com maior
votação. É por isso que um candidato com muitos votos, ajuda a eleger candidatos de sua
legenda ou coligação que tenha obtido menos votos.
 
Veja como  funciona esse cálculo : https://www.youtube.com/watch?v=-lHSnd9FUHEFonte: 
 
http://www.tre-pe.jus.br/eleicoes/calculo-do-quociente-eleitoral
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Voto branco x voto nulo: saiba a diferença
 
Apesar de o voto no Brasil ser obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre
para escolher o seu candidato ou não escolher candidato algum. Ou seja: o cidadão é obrigado a
comparecer ao local de votação, ou a justificar sua ausência, mas pode optar por votar em
branco ou anular o seu voto.
Mas qual é a diferença entre o voto em branco e o voto nulo?
 
Voto em branco
De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é
aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Antes do
aparecimento da urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de
votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, para votar em branco é necessário que o eleitor
pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”.
 
Voto nulo
O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o
voto. Para votar nulo, o eleitor precisa digitar um número de candidato inexistente, como por
exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.
Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o
candidato vencedor), ele era tido como um voto de conformismo, na qual o eleitor se mostrava
satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto que o voto nulo (considerado
inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou
contra a classe política em geral.
 
Votos válidos
 
Atualmente, vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos,
conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleições. Este princípio considera apenas os votos
válidos, que são os votos nominais e os de legenda, para os cálculos eleitorais,
desconsiderando os votos em branco e os nulos.
A contagem dos votos de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988 que diz: “é
eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos”.
Ou seja, os votos em branco e os nulos simplesmente não são contados. Por isso, apesar do
mito, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma
eleição.
Como é possível notar, os votos nulos e brancos acabam constituindo apenas um direito de
manifestação de descontentamento do eleitor, não tendo qualquer outra serventia para o pleito
eleitoral, do ponto de vista das eleições majoritárias (eleições para presidente, governador e
senador), em que o eleito é o candidato que obtiver a maioria simples (o maior número dos
votos apurados) ou absoluta dos votos (mais da metade dos votos apurados, excluídos os votos
em branco e os nulos).
 
Assista a explicação: https://youtu.be/ci5KJV_Y-2k
PARA SABER MAIS – https://www.youtube.com/watch?v=h2GLYl2KRnQ
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11) A relação entre representante e representado é uma das mais complexas da democracia
contemporânea. Ainda assim, existem poucos estudos no Brasil que procuram explicar como
se dá a referida relação e o que leva o eleitor a votar em um determinado candidato. Jairo
Nicolau, em seu trabalho

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