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2ºAula Ativo Imobilizado e Depreciação – Correlação ao IAS 16 e CPC 27 Olá, estamos agora na aula número 02, onde estudaremos sobre Ativo Imobilizado – Correlação ao IAS 16 e CPC 27. Este material foi elaborado para apresentar os aspectos conceituais de ativo imobilizado, bem como as normas contábeis e as formas de mensuração e reconhecimento. Boa aula! Objetivos de aprendizagem Ao término desta aula, vocês serão capazes de: 223 12Contabilidade Internacional 1 - Ativo Imobilizado/Depreciação - aspectos conceituais e normas contábeis 2 - Reconhecimento e Mensuração 3 - Divulgação Seções de estudo 1 - Ativo imobilizado/depreciação - aspectos conceituais e normas contábeis O artigo 179 da Lei 11.638/07 estabelece em seu inciso IV: IV- no ativo imobilizado: os direitos que tenham por objeto bens corpóreos destinados à manutenção das atividades da companhia ou da empresa ou exercidos com essa finalidade, inclusive os decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens. No que tange a regulamentação, a matéria Ativo Imobilizado é regulamentado pela IAS 16 e o CPC 27, assim o padrão adotado nas empresas deve estabelecer de forma ampla todos os critérios adotados por esses órgãos regulamentadores, sendo também semelhantes nos seus principais aspectos. O objetivo do CPC 27 é estabelecer o tratamento contábil para ativos imobilizados, de forma que os usuários das demonstrações contábeis possam discernir a informação sobre o investimento da entidade em seus ativos imobilizados, bem como suas mutações. De acordo com o pronunciamento, os principais pontos a serem considerados na contabilização do ativo imobilizado são o reconhecimento dos ativos, a determinação dos seus valores contábeis e os valores de depreciação e perdas por desvalorização a serem reconhecidas em relação aos mesmos. Dessas definições, subentende-se que nesse grupo de contas do balanço são incluídos todos os ativos tangíveis ou corpóreos de permanência duradoura, destinados ao funcionamento normal da sociedade e de seu empreendimento, assim como os direitos exercidos com essa finalidade. Assim o Ativo Imobilizado é o alicerce para manter o desenvolvimento das atividades, consistindo nos conjuntos de bens da empresa, destacando-se entre eles os maquinários e equipamentos do processo produtivo. Neste contexto, Padoveze; Benedicto; Leite, (2012) conceituam Ativos imobilizados (ou ativos fixos tangíveis) representam todos os bens de longa permanência na empresa, destinados ao atendimento do funcionamento normal das atividades da empresa e de seu empreendimento. 1.1 - Plano de contas Conforme o CPC 27, o imobilizado deve ter contas para cada classe principal de ativo, para o registro de seu custo. As depreciações acumuladas devem estar registradas em contas retificadoras de ativo, assim com as resultantes de perdas decorrentes de redução ao valor recuperável de ativos. São contas do grupo Imobilizado: Imóveis: são os imóveis que fazem parte da empresa e que podem ser usados para o desenvolvimento das atividades necessárias. Fazem parte: Terrenos: terrenos de uso da empresa. Edificações: são construções de uma forma geral, como por exemplo, casa, prédios e indústrias. É uma forma genérica de se referir às construções. Instalações Industriais: São os equipamentos, materiais e custo de implantação, relativos a instalações hidráulicas, sanitárias, de vapor, de ar-comprimido, de comunicações, de climatização, etc., para que possa auxiliar no processo produtivo da empresa. Máquinas e equipamentos: são as máquinas e equipamento que a empresa usa para desenvolver as suas atividades. Ex.: Fornos, moinhos de cimentos, moinho de farinha, britadores primários e secundários etc. Móveis e utensílios: são os móveis e utensílios usados na companhia, como por exemplo, as mesas e cadeiras da sala da administração de uma empresa, os utensílios dos escritórios da administração, entre outros. Veículos: são os carros, motos, camionetes, caminhões, etc, que são usados para o desenvolvimento da companhia, seja para entrega de produtos, deslocamento dos funcionários e para qualquer outra atividade da empresa. Minas e jazidas: exploração de minas e jazidas de minério e pedras preciosas, por exemplo, de uma empresa que trabalha com este devido fim. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017) 1.2 - Depreciação A depreciação é considerada como um reconhecimento da deterioração física de um bem, causada pelo uso ou pela ação da natureza ou obsolescência normal. Com exceção de terrenos e de alguns outros itens, os elementos que integram o ativo imobilizado têm um período limitado de vida útil econômica. O parágrafo 2º do art. 183 da Lei 6404, de 1976 estabelece que: § 2º a diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de: a) Depreciação, quando corresponder á perda do valor dos direitos que têm por objetos bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. A diminuição do valor dos bem corpóreos registrados no ativo imobilizado será registrada em conta redutora desses ativos. 224 13 O art. 307 do Regulamento do Imposto de Renda de 1999, estabelece que podem ser bens depreciáveis podem ser objeto de depreciação todos os bens sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. Importante: A Depreciação é regulamentada pela IAS 16 e o CPC 27 que a conceitua como: a alocação sistemática do valor depreciável de um ativo ao longo da sua vida útil. Termos utilizados: Valor depreciável custo de um ativo ou outro valor que substitua o custo, menos o seu valor residual. Vida útil corresponde a: *Período de tempo durante o qual a entidade espera utilizar o ativo; * Número de unidades de produção ou de unidades semelhantes que a entidade espera obter pela utilização do ativo. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). Imóveis: taxa anual de 4%; vida útil de 25 anos. Instalações: taxa anual de 10%; vida útil de 10 anos. Máquinas e Equipamentos: taxa anual de 10%; vida útil de 10 anos. Móveis e Utensílios: taxa anual de 10%; vida útil de 10 anos. Veículos: taxa anual de 20%; vida útil de 5 anos. Equipamentos de Informática: taxa anual de 20%; vida útil de 5 anos. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). 1.2.1 - Métodos de Depreciação Disponível em: <http://blog.bluesoft.com.br/wp-content/uploads/2015/10/content- 1-e1417095933930.jpg>. A depreciação a ser contabilizada deve ser de acordo com o que dispõe a Lei 6.404/76, devendo demonstrar o desgaste efetivo pelo uso ou perda de sua utilidade, mesmo por ação do tempo ou obsolescência. Neste contexto, esta disposto no item II § 3º, incluído por meio da Lei 11.941/2009 em § 3º que a empresa deve efetuar, periodicamente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no ativo imobilizado e no intangível, para que sejam, revisados e ajustados os critérios utilizados para a determinação da vida útil econômica estimada para cálculo da depreciação. Na determinação da vida útil de ativo, a entidade deve considerar todos os seguintes fatores (CPC 27): a) Uso esperado do ativo. O uso é avaliado com base na capacidade esperada do ativo ou na produção física; b) Desgaste e quebra física esperada, que depende de fatores operacionais, como, por exemplo, o número de turnos para os quais o ativo é utilizado, programas de reparo e manutenção e o cuidado e a manutenção do ativo enquanto estiver ocioso; c) Obsolescência técnica ou comercial proveniente de mudança ou melhorias na produção, ou de mudança na demanda do mercado para o produto ou serviço resultante do ativo; d) Limites legais ou semelhantes no uso do ativo, tais como as datas de término dos arrendamentos mercantis relacionados. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). O método de depreciação usado deverefletir o padrão em que os benefícios econômicos do ativo são consumidos pela empresa. Normalmente as empresas adotam as taxas de depreciação admitidas pela legislação fiscal. 1.2.2 - Taxas de Depreciação A quota de depreciação a ser registrada na escrituração da pessoa jurídica como custo ou despesa operacional será determinada com base nos prazos de vida útil dos bens e nas taxas de depreciação constantes dos anexos da Instrução Normativa SRF nº 162/1998 (alterada posteriormente pela Instrução Normativa SRF nº 130/1999 ). A taxa anual de depreciação é fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem pela empresa, na produção de seus rendimentos ( RIR/1999 , art. 310). As taxas mais comuns de depreciação e os respectivos prazos de vida útil são: A adoção de taxas depreciação fixadas pela legislação fiscal, poderão ser utilizadas somente para fins de apuração de impostos, devendo ser controladas em registros auxiliares. Os critérios básicos de depreciação, de acordo com a legislação fiscal, estão consolidados no Regulamento do Imposto de Renda nos artigos 305 a 323. 1.2.3 - Contabilização da depreciação Para facilitar o entendimento, abaixo apresentamos um exemplo da contabilização da depreciação: Suponhamos que a Empresa X tenha um veículo que foi adquirido em janeiro/2017 pelo preço de R$ 48.000,00. Passado um mês da aquisição, a Empresa X calcula o valor da depreciação relativa a esse bem, para proceder com a devida contabilização. Nessa hipótese, o cálculo do encargo relativo ao mês de janeiro/2017, considerando tratar-se de bem depreciável à taxa anual de 20%, é o seguinte: Quota anual: 20% de R$ 48.000,00 = R$ 9.600,00 Duodécimo: R$ 9.600,00 ÷ 12 = R$ 800,00 Para o registro contábil da depreciação do mês de janeiro/2017, deve ser feito o seguinte lançamento: D– Depreciação (Conta de Resultado) R$ 800,00. C – Depreciação Acumulada (Conta Redutora do Ativo Imobilizado) R$ 800,00 225 14Contabilidade Internacional Nos meses seguintes, os lançamentos relativos à depreciação serão idênticos ao demonstrado. Caso a empresa contabilize o encargo somente em 31/12/2017, a quota anual de depreciação do bem adquirido deve ser proporcional em relação aos meses de janeiro a dezembro: R$ 800,00 x 12 = R$ 9.600,00. Fonte: Souza, (2016) 1.2.3 - Baixa de um Ativo Imobilizado A depreciação de um ativo imobilizado corresponde à diminuição do valor do bem, em desgaste por uso, por motivos de ação da natureza ou obsolescência normal, assim com o passar do tempo e o uso frequente dos bens imobilizados, esses são retirados do registro patrimonial. De acordo com CPC 27 “Um bem do ativo imobilizado deve ser eliminado do balanço por ocasião da baixa ou quando o ativo for retirado permanentemente do uso e não se esperam futuros benefícios econômicos de sua baixa.” Neste contexto, sempre que for constatado que um bem não trará nenhum tipo de benefício para a empresa, seja por desgaste, obsolescência, exaustão ou extinção, esse bem deverá ser baixado das respectivas contas do ativo imobilizado. Um bem baixado, por ter se tornado imprestável antes de decorrido seu prazo de vida útil terá um valor residual contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada). Valor esse que deve ser reconhecido como receita na demonstração do resultado. Quando da baixa por venda do bem, deve-se apurar os ganhos ou perdas. Ganhos ou perdas também são reconhecidos na demonstração do resultado Fonte: Souza, (2016). O Pronunciamento não prescreve a unidade de medida para o reconhecimento, ou seja, aquilo que constitui um item do ativo imobilizado. Assim, é necessário exercer julgamento ao aplicar os critérios de reconhecimento entidade. A entidade avalia segundo esse princípio de reconhecimento todos os seus custos de ativos imobilizados no momento em que eles são incorridos. Esses custos incluem custos incorridos inicialmente para adquirir ou construir um item do ativo imobilizado e os custos incorridos posteriormente para renová-lo, substituir suas partes, ou dar manutenção ao mesmo. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). Na compra de um bem novo, utilizando-se um bem usado como parte de pagamento, sob o ponto de vista contábil, ocorrem duas transações distintas, uma de compra e outra de venda. Assim, deve ser registrada a baixa do bem por venda, para apurar o ganho ou perda de capital, e depois a avaliação do bem novo para fins de registro. O valor contábil de um item do ativo imobilizado deve ser baixado: a) por ocasião de sua alienação; b) quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros com a sua utilização ou alienação. Fonte: Souza, (2016). Os Ganhos ou perdas decorrentes da baixa de um item do ativo imobilizado devem ser reconhecidos no resultado quando o item é baixado (a menos que o Pronunciamento Técnico CPC 06 – Operações de Arrendamento Mercantil exija de outra forma em operação de venda e leaseback). Os ganhos não devem ser classificados como receita de venda. 2 - Reconhecimento e mensuração 2.1 - Reconhecimento No que se refere ao reconhecimento de um ativo imobilizado, segundo a norma (CPC 27), um item do ativo fixo tangível deve ser reconhecido como ativo se atender as seguintes características: empresa em função dele: confiabilidade. 2.2 - Mensurações no reconhecimento Preconiza a norma (CPC 27), que um item do ativo fixo tangível deve ser inicialmente mensurado pelo seu custo para reconhecimento e ainda que este custo deve compreender os seguintes elementos: (a) seu preço de aquisição, acrescido de impostos de importação e impostos não recuperáveis sobre a compra, depois de deduzidos os descontos comerciais e abatimentos; (b) quaisquer custos diretamente atribuíveis para colocar o ativo no local e condição necessárias para o mesmo ser capaz de funcionar da forma pretendida pela administração; (c) a estimativa inicial dos custos de desmontagem e remoção do item e de restauração do local (sítio) no qual este está localizado. Tais custos representam a obrigação em que a entidade incorre quando o item é adquirido ou como consequência de usá-lo durante determinado período para finalidades diferentes da produção de estoque durante esse período. Ainda segundo a norma (CPC 27), para colocar o ativo imobilizado em condições de uso podem ser necessários alguns serviços profissionais específicos. Tais serviços podem consumir recursos e apresentar custos diretamente atribuíveis ao ativo fixo tangível, como por exemplo: 226 15 (a) custos de frete e de manuseio (para recebimento e instalação); (b) custos de instalação e montagem; (c) custos de preparação do local; corretamente, após dedução das receitas líquidas provenientes da venda de qualquer item produzido enquanto se coloca o ativo nesse local e condição (tais como amostras produzidas quando se testa o equipamento); (f) custos de benefícios aos empregados, decorrentes diretamente da construção ou aquisição de item do ativo imobilizado. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). Para facilitar a compreensão abaixo um exemplo: Quando uma empresa adquire um terreno, é necessário incluir no custo de aquisição desse ativo fixo tangíveis, os gastos relacionados à compra, como: honorários profissionais, título de propriedade, comissão de corretor de imóveis, imposto de transferência de propriedade, entre outros. Exemplo de Mensuração no Reconhecimento: Assim, suponha que a indústria X adquira um terreno para suas instalações pagando à vista R$ 200.000,00 pelo terreno; R$ 5.000,00 pela escritura pública; R$ 6.000,00 em comissões para o corretor e R$ 8.000,00 pelo imposto de transferência de propriedade. O registro contábil do terreno no subgrupo do imobilizado deve ser de R$ 219.000,00. Custos Valores Aquisição R$ 200.000,00 Escritura pública R$ 5.000,00 Comissões para o corretor R$ 6.000,00 Imposto de transferência de propriedade R$ 8.000,00Custo Total do Terreno R$ 219.000,00 Fonte: Padoveze; Benedicto; Leite, (2012). 2.3 - Mensuração após o reconhecimento Preconiza a norma (CPC 27) que quando a opção pelo método de reavaliação for permitida por lei, a entidade deve optar pelo método de custo ou pelo método de reavaliação e deve aplicar essa política a uma classe inteira de ativos imobilizados. Método de custo Após o reconhecimento como ativo, um item do ativo imobilizado deve ser apresentado ao custo menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas (Pronunciamento Técnico CPC 01 – Redução ao Valor Recuperável de Ativos) Método da reavaliação Após o reconhecimento como um ativo, o item do ativo imobilizado cujo valor justo possa ser mensurado confiavelmente pode ser apresentado, se permitido por lei, pelo seu valor reavaliado, correspondente ao seu valor justo à data da reavaliação menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas subsequentes. A reavaliação deve ser realizada com suficiente regularidade para assegurar que o valor contábil do ativo não apresente divergência relevante em relação ao seu valor justo na data do balanço. Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). No que se refere a frequência das reavaliações, se permitidas por lei, depende das mudanças dos valores justos do ativo imobilizado que está sendo reavaliado. Quando o valor justo de um ativo reavaliado difere materialmente do seu valor contábil, exige-se nova reavaliação. Alguns itens do ativo imobilizado sofrem mudanças voláteis e significativas no valor justo, necessitando, portanto, de reavaliação anual. Tais reavaliações frequentes são desnecessárias para itens do ativo imobilizado que não sofrem mudanças significativas no valor justo. Em vez disso, pode ser necessário reavaliar o item apenas a cada três ou cinco anos. Para melhor entendimento a figura abaixo apresenta o exemplo elaborado por Padoveze; Benedicto; Leite, (2012). 3 - Divulgação Segundo a norma (CPC 27) que uma empresa deve divulgar, em notas explicativas às demonstrações contábeis, no mínimo, para cada classe de ativos fixos tangíveis, as seguintes informações: 227 16Contabilidade Internacional Retomando a aula Imobilizado e Depreciação – Correlação ao IAS 16 e CPC 27, vamos agora as principais abordagens da aula: Vale a pena Os Critérios de mensuração usados para determinar a quantia escriturada bruta; Os métodos de depreciação utilizada; A vida útil ou as taxas de depreciação usadas; A quantia escriturada bruta e a depreciação acumulada; Fonte: Elaborado pela autora com base no CPC 27 (2017). 1 – Ativo Imobilizado/Depreciação - aspectos conceituais e normas contábeis Vimos nesta seção o Ativo Imobilizado representa todos os bens de longa permanência na empresa, destinados ao atendimento do funcionamento normal das atividades da empresa e de seu empreendimento. A regulamentação, da matéria Ativo Imobilizado é regulamentado pela IAS 16 e o CPC 27. E ainda, que a depreciação é considerada como um reconhecimento da deterioração física de um bem, causada pelo uso ou pela ação da natureza ou obsolescência normal. 2 – Reconhecimento e Mensuração Nesta seção abordamos que quanto ao reconhecimento de um ativo imobilizado, segundo a norma (CPC 27), um item do ativo fixo tangível deve ser reconhecido como ativo se atender as seguintes características: for provável os benefícios econômicos futuro, e se seu custo puder ser mensurado com certo grau de confiabilidade. 3 – Divulgação Na seção numero 3 vimos que a empresa deve divulgar, em notas explicativas às demonstrações contábeis, com as informações de cada classe de ativos fixos tangíveis. Disponível em: <http://www.sinescontabil.com.br/ trabalhos/arquivos/4572f74e7a3310ea935d5cb09167a474. pdf>. Acesso em: Jun 2017. Regulação da contabilidade: teorias e análise da convergência dos padrões contábeis brasileiros aos IFRS, Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rap/v43n4/ v43n4a03.pdf>. Vale a pena acessar Vale a pena assistir Ativo Imobilizado. Disponível em: <https://www. youtube.com/watch?v=otiX3QKIdxI>. Minhas anotações 228