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1
TÉTANO ACIDENTAL
Teoria-parte I
Prof. Rebeca Rocha 
www.romulopassos.com.br
Doença infecciosa aguda não contagiosa, prevenível por vacina;
causada pela ação de exotoxinas
produzidas pelo Clostridium tetani (C. tetani);
que provocam um estado de hiperexcitabilidade do sistema
nervoso central.
TÉTANO ACIDENTAL
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O C. tetani é normalmente encontrado na 
natureza,
RESERVATÓRIO
águas putrefatas, poeira das ruas, trato 
intestinal dos animais (especialmente
do cavalo e do homem, sem causar doença).
podendo ser identificado
em pele, fezes, terra, galhos, arbustos,
TÉTANO ACIDENTAL
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Quadro Clínico
hiperreflexia e espasmos ou 
contraturas paroxísticas; 
Quadro Clínico
contratura do pescoço e da 
região dorsal; e
Disfagia,
Dificuldade de abrir a boca 
(trismo e riso sardônico),
Febre ↓ ou ausente,
Hipertonia muscular mantida;
TÉTANO ACIDENTAL
As crises de contratura são geralmente causadas por estímulos luminosos, sonoro,
alterações de temperatura e manipulação do doente.
 - 
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Quadro Clínico
com taquicardia, sudorese profusa, hipertensão 
arterial, bexiga neurogênica e febre.
Nas formas mais graves, ocorre hiperatividade
do sistema autônomo simpático (disautonomia);
TÉTANO ACIDENTAL
Tais manifestações agravam o prognóstico da doença.
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Transmissão 
Não há transmissão direta de um 
indivíduo para outro.
A infecção ocorre pela introdução de esporos em solução de
continuidade da pele e mucosas (ferimentos superficiais ou profundos
de qualquer natureza).
Em condições favoráveis de anaerobiose, os esporos se transformam
em formas vegetativas, que são responsáveis pela produção de toxinas
– tetanolisina e tetanopasmina.
TÉTANO ACIDENTAL
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Transmissibilidade
TÉTANO ACIDENTAL
A imunidade permanente é conferida pela vacina. A 
doença não confere imunidade;
Os filhos de mães imunes apresentam imunidade passiva 
e transitória até 2 meses de vida;
A imunidade conferida pelo soro antitetânico (SAT) dura 
cerca de duas semanas;
A imunidade conferida pela imunoglobulina humana 
antitetânica (IGHAT) dura cerca de 3 semanas. 
IMUNIDADE
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Transmissibilidade
Período de incubação
É curto: em média, 
de 5 a 15 dias, 
podendo variar de 3 
a 21 dias.
TÉTANO ACIDENTAL
ATENÇÃO! Quanto menor for o tempo de incubação, maior a 
gravidade e pior o prognóstico.
 - 
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TÉTANO ACIDENTAL
Sedação/
relaxamento
do paciente
Neutralização da 
toxina tetânica
Desbridamento 
do foco 
infeccioso para 
eliminação do C. 
tetani 
Antibioticoterapia e 
Medidas gerais de 
suporte
Tratamento:
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TÉTANO ACIDENTAL
Tratamento:
Sedação/relaxamento do paciente, visa permitir a ventilação, reduzir o 
estímulo doloroso e evitar hipertonia e espasmos.
Diazepam Midazolan* Clorpromazina**
*Em substituição ao Diazepam.
** Indicada quando não houver resposta satisfatória com o Diazepam.
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Neutralização da toxina antitetânica por meio do soro antitetânico (SAT) e
da imunoglobulina humana antitetânica (IGHAT);
Desbridamento do foco infeccioso para eliminação do C. tetani: limpar o
ferimento suspeito com soro “fisiológico ou água e sabão”. Realizar o
desbridamento, retirando todo o tecido desvitalizado e corpos estranhos.
Ferimentos puntiformes e profundos devem ser abertos em cruz e
lavados generosamente.
TÉTANO ACIDENTAL
Tratamento:
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Antibioticoterapia: penicilina G cristalina ou o metronidazol são antibióticos
de escolha na eliminação do C. tetani.
TÉTANO ACIDENTAL
Tratamento:
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Medidas gerais, destaca-se as principais:
Reduzir a acústica, a luminosidade e prover 
temperatura adequada para o ambiente.
Manipular o paciente somente o necessário;
Manter vias aéreas permeáveis;
Realizar hidratação adequada;
TÉTANO ACIDENTAL
Tratamento:
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Complicações do tétano acidental:
Pneumonia; Sepse;
Asfixia por 
obstrução 
alta;
Insuficiência 
respiratória 
baixa;
Infecção 
urinária;
Fratura de 
vértebras;
Fratura de 
costelas.
TÉTANO ACIDENTAL
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Caso suspeito
Todo paciente acima de 28 dias de vida que
apresenta um ou mais dos seguintes sinais e
sintomas:
disfagia, trismo, riso sardônico, opistótono, contraturas musculares localizadas
ou generalizadas, com ou sem espasmos, independentemente da situação
vacinal, da história de tétano e de detecção ou não de solução de
continuidade de pele ou mucosas.
TÉTANO ACIDENTAL
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Notificação 
Compulsória
A notificação de casos suspeitos de tétano acidental
deverá ser feita por profissionais da saúde ou por
qualquer pessoa da comunidade até, 24 horas, para
o desencadeamento das ações de vigilância
epidemiológica e controle.
TÉTANO ACIDENTAL
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Pentavalente (2,4,6m) até 
< 5 anos
Via intramuscular
0,5 mL
DTP (reforço da 
Pentavalente) aos 15 meses 
e aos 4 anos. Só pode ser 
adm. até < 7anos
dT (dupla adulto) ≥ 7 anos 
reforço a cada 10 anos;
dTpa em todas as 
gestações.
VACINA
TÉTANO
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a) Ferimentos superficiais, sem corpos estranhos ou tecidos desvitalizados
b) Ferimentos profundos ou superficiais sujos, com corpos estranhos ou tecidos desvitalizados; queimaduras;
mordeduras, politraumatismos, fraturas expostas.
c) Vacinar e aprazar as próximas doses, para complementar o esquema básico.
d) Para paciente imunodeprimido, desnutrido grave ou idoso, além do reforço com a vacina está também indicada a
IGHAT ou SAT.
e) Em caso de suspeita de que o cuidado posterior não será adequado com o ferimento, deve considerar a
imunização passiva com o IGHAT ou SAT.
Fonte:(BRASIL, 2017)
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TÉTANO NEONATAL
Teoria-parte II
Prof. Rebeca Rocha 
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Acomete o recém-nascido nos primeiros 28 dias
de vida
Tétano 
umbilical;
“Mal de 
sete dias”;
Clostridium 
tetani.
TÉTANO NEONATAL
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Quadro clínico
Choro constante, irritabilidade, dificuldade para mamar e abrir a
boca, decorrente da contratura dolorosa dos músculos da
mandíbula (trismo);
seguida de rigidez de nuca, tronco e abdome. Evolui com
hipertonia generalizada, hiperextensão dos membros inferiores e
hiperflexão dos membros superiores;
quando há presença de febre, ela é baixa, exceto se houver
infecção secundária. E o coto umbilical pode-se apresentar normal
ou com características de infecção, que dura cerca de 2
a 5 dias.
TÉTANO NEONATAL
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Transmissão 
Não há transmissão direta de um 
indivíduo para outro.
Por contaminação, durante a manipulação do cordão umbilical ou por
meio de procedimentos inadequados realizados no coto umbilical,
quando se utilizam substâncias, artefatos ou instrumentos
contaminados com esporos.
TÉTANO NEONATAL
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A imunidade do recém-nascido é conferida pela vacinação adequada da mãe
que recebeu 3 doses de vacina antitetânica. Se a gestante tomou a última
dose há mais de 5 anos, deverá receber 1 dose de reforço;
Imunidade
Os filhos de mães vacinadas nos últimos 5 anos com 3 doses apresentam
imunidade passiva e transitória até 2 meses de vida. A imunidade passiva,
através do soro antitetânico (SAT), dura em média duas semanas, e pela
Imunoglobulina Humana Antitetânica (IGHAT), cerca de 3 semanas.
TÉTANO NEONATAL
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Transmissibilidade
Período de incubação
Aproximadamente 7 
dias, podendo variar 
de 2 a 28 dias.
TÉTANO NEONATAL
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Sedação/relaxamento do paciente, antes de qualquer procedimento 
(sedativos ou miorrelaxantes de ação central ou periférica.
Diazepam Midazolan*
*Em substituição ao Diazepam.
TÉTANO NEONATAL
Tratamento:
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TÉTANO NEONATAL
Manutenção de vias aéreaspermeáveis, hidratação, redução de estímulos 
externos, alimentação por sonda, e analgésicos;
Utilização de IGHAT ou, em caso de indisponibilidade, administração de 
SAT;
Antibioticoterapia com: 
Penicilina G.
Cristalina
Metronidazol*
*Alternativa à Penicilina G. Cristalina.
Tratamento:
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Disfunção 
respiratória
Infecções 
secundárias
Disautonomia Parada cardíaca
Crise de 
hipertensão 
arterial 
Taquicardia Miocardite tóxica
Embolia 
pulmonar
Hemorragias
TÉTANO NEONATAL
Complicações Clínicas:
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A principal forma de prevenir o tétano neonatal é a vacinação de todas as 
mulheres em idade fértil (MIF):
História de vacinação prévia 
contra o tétano
Gestantes Não Gestantes
Sem nenhuma dose registrada Iniciar o esquema vacinal com 
dT o mais precocemente 
possível com 2 doses, intervalo 
de 60 dias e, no mínimo, 30 
dias e 1 dose de dTpa
Esquema vacinal com 3 doses,
intervalo de 60 dias e, no 
mínimo, 30 dias
Esquema vacinal incompleto 
(registrado)
Se 1 dose, completar com 1 
dose de dT e 1 dose de dTpa.
Se 2 doses dT, completar o 
esquema com dTpa, intervalo 
de 60 dias e, no mínimo, 30 
dias
Completar o esquema vacinal 
com dT, intervalo de 60 dias e, 
no mínimo, 30 dias
3 doses ou mais registradas Aplicar 1 dose de dTpa a cada 
gestação
Não é necessário vacinar
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Caso suspeito
Todo recém-nascido que nasceu bem, sugou
normalmente nas primeiras horas e, entre o 2º e o 28º
dias de vida, apresentou dificuldade em mamar;
choro constante, independentemente do estado vacinal da mãe, do local e
das condições do parto. São também considerados suspeitos todos os óbitos,
nessa mesma faixa etária, de crianças que apresentem essas mesmas
características, com diagnóstico indefinido ou ignorado.
TÉTANO NEONATAL
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Notificação 
Compulsória
A notificação dos casos suspeitos ou confirmados de
tétano neonatal deverá ser feita por profissionais de
saúde ou por qualquer pessoa da comunidade à
Vigilância Epidemiológica Municipal, que repassará a
informação aos órgãos regionais, estaduais e federal
responsáveis pela vigilância epidemiológica nessas
esferas.
TÉTANO NEONATAL
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TÉTANO 
Questões Comentadas
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1. (TÉC. EM ENFERMAGEM/ SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DO
ESTADO/UPE/2017) Sobre Tétano, analise as afirmativas abaixo e coloque V
nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) Clostridium tetani é um bacilo gram-positivo esporulado, normalmente
encontrado na natureza, que pode ser identificado em fezes, terra, arbustos
e trato intestinal dos animais.
( ) A infecção pelo Clostridium tetani ocorre pela introdução de esporos em
solução de continuidade da pele e mucosas.
( ) O período de incubação da doença (período entre o dia do ferimento e
o primeiro sinal ou sintoma) é longo, variando entre 15 e 28 dias.
( ) A transmissão da doença ocorre de forma direta, de indivíduo para
indivíduo.
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1. (TÉC. EM ENFERMAGEM/SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DO
ESTADO/UPE/2017)
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
a) V-F-F-V
b) V-V-V-V
c) V-V-F-F
d) F-V-F-V
e) F-F-F-V
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2. (TÉC. EM ENFERMAGEM/CESPE | CEBRASPE – TRE-BA/2017) Embora o
tétano acidental possa ser prevenido por meio da administração de vacina
específica, ainda há registros de ocorrência dessa doença no Brasil. Por isso,
no que tange ao tétano, o profissional de saúde deve estar atento:
a) à possibilidade de contágio direto entre indivíduos, o qual dificulta o
controle da transmissão da toxina tetânica.
b) ao curto período de incubação do tétano e ao fato de que o prognóstico é
mais grave em incubações inferiores a sete dias.
c) à não ocorrência de sinais clínicos específicos, o que leva à necessidade,
para fins de diagnóstico, de exames laboratoriais.
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2. (TÉC. EM ENFERMAGEM/CESPE | CEBRASPE – TRE-BA/2017)
d) à baixa gravidade das possíveis complicações decorrentes do tétano, o 
que o caracteriza como uma doença de curso benigno. 
e) aos cuidados domiciliares recomendados ao paciente, uma vez que o 
tratamento do tétano não exige hospitalização.
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3. (PREF. MUNICIPAL DE CAXIAS – MA/MACHADO DE ASSIS/2018) Em
relação ao tétano neonatal, é incorreto afirmar que:
a) Acomete o recém-nascido nos primeiros 28 dias de vida, com maior
frequência na primeira semana de vida (60%) e nos primeiros quinze dias
(90%), tendo como manifestação clinica inicial a dificuldade de sucção,
irritabilidade, choro constante.
b) Os casos de Tétano Neonatal, em geral, estão associados a falta de acesso
a serviços de saúde de qualidade. Portanto, a ocorrência de um caso desta
doença deve ser considerada como um evento sentinela para a imediata
correção dos problemas relacionados a qualidade do sistema de saúde local.
c) É uma doença contagiosa, podendo ser transmitida de pessoa a pessoa.
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3. (PREF. MUNICIPAL DE CAXIAS – MA/MACHADO DE ASSIS/2018)
d) Disfunção respiratória, infecções secundárias, taquicardia, crise de
hipertensão arterial, parada cardíaca, miocardite toxica, embolia pulmonar e
hemorragias são algumas das possíveis complicações da doença.
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4. (Enfermagem/TRT– 15ª Região/FCC/2015) Durante o horário de
expediente um trabalhador acidentalmente feriu o pé com um pedaço de
vidro. No decorrer do atendimento ele informou que havia sido vacinado
contra o tétano há mais de dez anos. O ferimento foi lavado com água e
sabão, sendo constatado que se tratava de um ferimento limpo e superficial.
Nesta situação hipotética, a profilaxia do tétano indicada é a:
VAMOS REVISAR, ANTES DE RESOLVER A QUESTÃO?
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a) Ferimentos superficiais, sem corpos estranhos ou tecidos desvitalizados
b) Ferimentos profundos ou superficiais sujos, com corpos estranhos ou tecidos desvitalizados; queimaduras;
mordeduras, politraumatismos, fraturas expostas.
c) Vacinar e aprazar as próximas doses, para complementar o esquema básico.
d) Para paciente imunodeprimido, desnutrido grave ou idoso, além do reforço com a vacina está também indicada a
IGHAT ou SAT.
e) Em caso de suspeita de que o cuidado posterior não será adequado com o ferimento, deve considerar a
imunização passiva com o IGHAT ou SAT.
Fonte:(BRASIL, 2017)
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4. (Enfermagem/TRT– 15ª Região/FCC/2015)
a) vacinação e imunização passiva, preferencialmente com imunoglobulina.
b) imunização passiva com soro antitetânico.
c) imunização ativa com imunoglobulina humana.
d) vacinação, apenas.
e) manutenção do esquema anterior sendo desnecessário uma nova
vacinação.
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5. (ENFERMEIRO/ EBSERH/HUJB-UFCG/AOCP/2017) Recém-nascido de seis
dias chega ao hospital com dificuldade de sucção, irritabilidade, choro
constante e taquicardia. Mãe refere que teve parto normal, realizado por
parteira no sítio onde mora, pois não teve tempo de ir ao hospital. Após
alguns exames, foi observado que esse bebê está com uma doença de bacilo
gram-positivo e anaeróbico. Qual é essa doença?
a) Toxoplasmose.
b) Varicela.
c) Raiva.
d) Tuberculose.
e) Tétano Neonatal.
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6. (ENFERMEIRO/EBSERH/HUGG-UNIRIO/IBFC/2017) Sobre o Tétano
Neonatal, assinale a alternativa correta.
a) O período de incubação é de aproximadamente 14 dias, podendo variar
de 7 a 60 dias.
b) A investigação pode ser feita durante as duas primeiras semanas de vida
da criança, devendo ser restrita ao âmbito hospitalar.
c) Apenas os casos confirmados da doença serão notificados.
d) Doença infecciosa aguda, grave, não contagiosa, que acomete o recém-
nascido nos primeiros 28 dias de vida, tendo como manifestação clínica
inicial a dificuldade de sucção, irritabilidade e choro constante.
e) É doença contagiosa, portanto, ocorre transmissão de pessoa a pessoa.
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7. (ENFERMEIRO/UFC/CCV-UFC/2018)Quanto a Vacina adsorvida difteria e
tétano adulto (dT), marque a opção CORRETA.
a) É uma associação dos toxoides diftérico e tetânico. O intervalo entre as
doses é de 30 dias. O esquema compreende três doses sendo necessário
administrar uma dose de reforço a cada 10 anos.
b) É uma associação dos toxoides diftérico e tetânico. O intervalo entre as
doses é de 60 dias. O esquema compreende três doses sendo necessário
administrar uma dose de reforço a cada 05 anos.
c) É uma associação dos toxoides diftérico e tetânico. O intervalo entre as
doses é de 60 dias, com um mínimo de 30 dias. O esquema compreende três
doses sendo necessário administrar uma dose de reforço a cada 10 anos.
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7. (ENFERMEIRO/UFC/CCV-UFC/2018)
d) É uma associação dos toxoides diftérico e tetânico. O intervalo entre as
doses é de 30 dias, com um mínimo de 10 dias. O esquema compreende três
doses sendo necessário administrar uma dose de reforço a cada 10 anos.
e) É uma associação dos toxoides diftérico e tetânico. O intervalo entre as
doses é de 60 dias, com um mínimo de 20 dias. O esquema compreende três
doses sendo necessário administrar uma dose de reforço a cada 10 anos.
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8. (ENFERMEIRO/TRANSPETRO/CESGRANRIO/2018) Há uma doença aguda,
produzida pelo contato com a neurotoxina de um bacilo encontrado em
ampla distribuição geográfica sob a forma de esporos, que tem a capacidade
de impedir a inibição do arco reflexo da medula espinhal, promovendo
reflexos excitatórios tônicos em múltiplas regiões do organismo. Tal doença,
enquadrada no Grupo I da Classificação de Schilling, é a(o):
a) Tétano
b) Psitacose
c) Brucelose
d) Carbúnculo
e) Blastomicose
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9. (ENFERMEIRO/SESAP-RN/COMPERVE/2018) Uma gestante com 30 anos
de idade e 23 semanas de gestação chega à sala de vacina de uma unidade
de saúde, encaminhada pelo obstetra para atualizar seu cartão de vacina. No
cartão apresentado pela gestante consta o registro de três doses da vacina
dupla adulto (dT) realizadas em sua última gestação, há 5 anos, e uma dose
de influenza realizada há 5 meses, no período da campanha. Além disso, ela
foi vacinada contra a hepatite B com três doses, há mais de 10 anos, e
apresentou Anti-HBs > 10 mUI/ml. Considerando a idade, o período
gestacional e o histórico vacinal/imunológico da gestante, a vacina e o
número de doses que devem ser indicadas, respectivamente, são:
a) a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis acelular tipo adulto (dTpa) –
1 dose.
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9. (ENFERMEIRO/SESAP-RN/COMPERVE/2018)
b) a vacina contra hepatite B – 1 dose de reforço.
c) a vacina adsorvida contra difteria e tétano tipo adulto (dT) – 1 dose.
d) a vacina contra influenza – 1 dose de reforço.
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10. (Téc. Em Enfermagem/Câmara de Belo Horizonte – MG
/CONSULPLAN/2018) “A vacina dTpa adulto (difteria, tétano e coqueluche)
passa a ser recomendada para as gestantes a partir da ___ semana.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
a) 4ª
b) 7ª
c) 10ª
d) 20ª
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11. (ENFERMEIRO/UFG/CS-UFG/2018) “O Ministério da Saúde passou a
disponibilizar a vacina adsorvida contra difteria, tétano e pertussis (acelular)
tipo adulto – dTpa para as gestantes, a partir da 20ª semana gestacional, a
fim de induzir a produção de altos títulos de anticorpos contra a doença
coqueluche. Aquelas que não puderam ser vacinadas no período pré-natal
devem receber uma dose de dTpa:
a) na próxima gestação.
b) após o 6º mês depois do parto.
c) no período do trabalho de parto.
d) após 5 anos do parto sem a imunização.
e) no período do puerpério, o mais precoce possível.
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12. (ENFERMEIRO/UFG/CS-UFG/2018) O tétano é uma doença do sistema
nervoso, transmissível, não contagiosa, caracterizada por espasmos
musculares e contração muscular tônica. É provocado pela tetanospasmina,
toxina produzida pela bactéria Clostridium tetani , que adentra o organismo
através de ferimentos ou lesões de pele e mucosas. Apesar de
potencialmente fatal é altamente evitável e atualmente faz parte do
calendário vacinal. Dessa forma,
a) o período de incubação varia, em geral, de sete a dez dias, podendo
ocorrer meses depois, sendo que períodos menores de sete dias anunciam
quadros mais amenos, enquanto apresentações mais tardias associam-se à
forma mais agressiva da doença.
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12. (ENFERMEIRO/UFG/CS-UFG/2018)
b) o tétano neonatal pode ser adquirido na manipulação do cordão umbilical
por instrumentos não esteriliza - dos e contaminação por esterco, terra, café,
grãos, moedas ou quaisquer outros itens com potencial de contaminação.
c) o tétano neonatal ocorre em filhos de mães imunizadas ou não, após
partos com baixo nível de higiene e cuidados inadequados com o cordão
umbilical. Ocorre em geral de sete a doze dias após o nascimento, com
rigidez e espasmos, e é normalmente fatal.
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12. (ENFERMEIRO/UFG/CS-UFG/2018)
d) as gestantes não vacinadas e/ou com histórico vacinal desconhecido
devem receber duas doses de dT e uma dose de dTpa, a partir da 12ª
semana de gestação, com intervalo mínimo de dois meses entre elas. A
vacinação protege a gestante e evita a transmissão da Bordetella pertussis
ao recém-nascido, permitindo a transferência de anticorpos ao feto nos
primeiros meses de vida até que ele possa ser imunizado.
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13. (Residência Multiprofissional em Saúde da UFPA/CEPS/2018) O tétano
acidental é uma doença infecciosa aguda não contagiosa, prevenível por
vacina, causada pela ação de exotoxinas produzidas pelo Clostridium tetani
(C. tetani). A infecção ocorre pela introdução de esporos (bacilo gram-
positivo esporulado, anaeróbico) em solução de continuidade da pele e
mucosas (ferimentos superficiais ou profundos de qualquer natureza),
provocando um estado de hiperexcitabilidade do sistema nervoso central.
O esquema de condutas profiláticas depende do tipo de ferimento e
situação vacinal. Em caso de paciente inconsciente, sem acompanhante, que
tenha sofrido acidente de moto, com politraumatismo grave, fratura
exposta, superficialmente suja e tecidos desvitalizados, a conduta a ser
realizada, segundo o Guia de Vigilância em Saúde (Brasil, 2017), é
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13. (Residência Multiprofissional em Saúde da UFPA/CEPS/2018)
a) checar com o paciente o esquema vacinal; completar o esquema, se
necessário; e realizar o desbridamento imediatamente.
b) vacinar; remover corpos estranhos; realizar a limpeza com soro fisiológico,
água oxigenada e antisséptico; em seguida, o desbridamento.
c) imediatamente aplicar o soro antitetânico (SAT) heterólogo, por via
endovenosa, pois ele está inconsciente e não há como checar o esquema
vacinal; em seguida, realizar limpeza com soro fisiológico, água oxigenada e
antisséptico.
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13. (Residência Multiprofissional em Saúde da UFPA/CEPES/2018)
d) administrar imediatamente a imunoglobulina humana (GHAT) em caso de
sensibilidade ao SAT; em seguida, realizar limpeza com soro fisiológico, água
oxigenada e antisséptico.
e) administrar o SAT ou GHTA, vacinar e aprazar as demais doses na carteira
(atentar-se à realização do SAT ou GHTA em área diferente da vacina);
seguida, realizar limpeza com soro fisiológico, água oxigenada e antisséptico.
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BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância
Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias : guia de bolso. Brasília: : Ministério da Saúde, 2010.
____. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Desenvolvimento
da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde: volume único. 2.ed. Brasília: : Ministério
da Saúde, 2017.
Referências Bibliográficas
 - 
30
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GABARITO
1 – C
2 – B
3 – C
4 – D
5 – E
6 – D
7 – C
8 – A
9 – A
10 – D
11 – E
12 – B
13 – E
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